Diga-me lá, conte-me tudo e não me esconda nada. Sou seu amigo Flávio Vale, de volta com mais uma live pelo YouTube aqui na Navimãe. 27º. Nós vamos conversar com ele, o Rogério, o Jean Valan. Alô, meu amigo, tudo bem por aí? Já de volta em Natal. Beleza, tô de paz, Flávio. Já de volta Natal, mas amanhã já vivo. Vou pra estrada de novo. Vai para onde? Rio de Janeiro. Palestra Mentalma. Mentalma, lá no interior do Rio de Janeiro, São João da Barra. Se nós olharmos pro lado, realmente a experiência humana tá muito bagunçada. É uma
bagunça galática. E não há mais tempo, porque passou da hora de nós assumirmos para nós mesmos a responsabilidade de colaborar com o favor divino e tentar reorganizar essa saga cósmica, porque senão vai ficar assim até quando? Então, gostaria que você comentasse com a galera a melhor maneira de nós encontrarmos a nossa vocação nessa experiência, porque ninguém tá aqui à toa para almoçar, jantar, dormir e pronto. Tem um propósito muito maior além da matéria que nós devemos entender isso efetivamente. Então, eu queria que você comentasse sobre isso, sobre esse tema que eu sugeri. Na sequência nós
vamos Abrir para perguntas, mas antes se você quiser deixar um recado, fazer um convite pro pessoal, fique à vontade. Não, tranquilo. Obrigado. Então, vamos tentar refletir um pouco sobre os tempos em que vivemos. Efetivamente, quando a gente está assistindo um filme e uma série de fatos levam a uma determinada consequência, a um determinado cenário ou o encadeamento dos fatos. claramente vai preparando a pessoa que está vendo o filme para que ela entenda uma consequência, um desdobramento que vai ter. A gente percebe em certos momentos desses enredos o momento no roteiro, onde ainda dá para se
pedir socorro e se evitar. optar por outras estratégias ou caminhos para que o cenário que já se começa a se perceber como sendo uma espécie de entre aspas futuro inevitável não Não se torne realidade saindo do filme vindo paraa nossa realmente é é desalentador a nossa o nosso jeito de viver, o nosso jeito de fazer a leitura da dos fatos da vida, o nosso jeito de mentir. a nossa desfaçatez para disfaçar, para distorcer o entendimento sobre os cenários futuros para justificar que no presente a gente pode continuar a fazer isso e aquilo. E assim, eu
fico me perguntando às vezes como é que nós chegamos a esse ponto e as respostas que eu encontro, todas elas são muito óbvias, chatas. até de perceber, porque por mais que você rode, entre num oito, crie vetores, haja centrípeta ou centrifugamente com sua mente, ou seja, fugindo para fora ou Para dentro dos dos problemas, sempre o meu pensamento meio que estaciona, morre ou repousa ou desiste de ir adiante. Quando a gente chega a identificar as razões, pelo menos algumas delas, que nos levam a viver como se fôssemos imbecis, sem perceber que as nossas atitudes estão
nos levando a um a um tipo de problema muito desagradável. Depois de refletir ao longo dessa desses anos todos, a percepção de que a crença que nós temos nesse modelo, nessa fórmula mental que nós atribuímos as ao Deus que acreditamos existir, essa essa mania, esse vício de crer que ele vai resolver, de crer que ele cuida dos humanos, que ele ama os humanos, que ele existe. esses termos que nós acreditamos, Esse essa crença que a gente vê a toda hora os religiosos dizendo: "Quem não acredita em Deus é filho do demônio. Quem não acredita em
Deus é sei lá o quê. Se retirarmos a crença em Deus, a moda de Dostoyev, não sei o qu, tá tudo acabado, não é um dos temas dos irmãos caramzoló, mas assim, isso é de uma falácia, isso é uma falácia total, porque quem diz isso são pessoas que dizem acreditar em Deus, mas agem da forma leviana, um proselitismo barato e tentar convencer as outras pessoas a serem como elas. Ei, Rogério, você também não tá fazendo a mesma coisa? Mas nem a pau. Nunca. Eu nunca gastei um segundo da minha vida tentando convencer ninguém de qualquer
coisa, nem a mim mesmo. O meu maior exercício é de não estar convencido de muita coisa. E quando acho que estou, acende um sinal amarelo e vermelho grande no campo da minha consciência para que eu tenha prudência, Para não assumir certezas fáceis e confortáveis. E assim, eu respeito amplamente o pensamento e a crença de todo mundo, mas eu tô só analisando os tempos em que vivemos. Eu penso que como desde que a Igreja Católica, ao surgir na última década do século depois de Cristo, quando o cristianismo oficialmente se tornou catolicismo com a Bíblia chamada Vulgatas,
versão latina que nós conhecemos, desde que Damasu, que era um bispo de Roma, se tornou o primeiro papa, que todo Santo Domingo a solução pro mundo tem sido rezar. Vamos rezar. Surge um conflito, surge uma guerra, atentado, terrorista, o que seja. O Papa no domingo na missa pública do Vaticano chama todo mundo para rezar. E nós estamos rezando há um bom tempo, porque essa história de reza não começou com Vaticão, isso começou com Krishna lá atrás, os 5000 anos antes de Cristo, quando essa coisa devocional Que ele com a melhor das intenções, mas convidou os
humanos se entregarem a ele, já que ele se acreditava, o Supremo sagrado, o Deus supremo feito homem. Dizia Cristo tudo a coisa parecida. Essa coisa de ser devoto, de ficar cantando H Crishna, de ficar cantando o nome de Deus, isso vem muito tempo antes do catolicismo, antes do cristianismo. E quando o Islã surgiu, aí é que a coisa popularizou-se, porque voltasse paraa Meca todo dia cinco vezes e esperar que Alá resolva tudo. Então essa característica de mandar matar todo mundo, solta bomba aqui, cria guerra, mata criança, estupa a criança. Não, mas Deus resolve. Estamos fazendo
isso porque Deus mandou ou porque se Deus não mandou, mas a gente faz isso porque o outro lado tá errado, o meu tá certo e Deus é do meu lado, então isso aqui vai dar certo. Este tipo de movimentação do pensamento humano, ele me causa uma estupefação. Primeiro, porque não é uma coisa episódica, circuncancial ou rara, é o comum. Todos os seres humanos, com raríssimas exceções, movimentam as suas mentes desse jeito. E o que é o pior dessa história é que assim, a gente não consegue provar para nós mesmos que Deus existe. Você não tendo
uma prova de algo, você dar por sabido aquilo que você ainda precisa descobrir, isso não é uma atitude muito inteligente, muito racional. Na verdade, você ao olhar paraa realidade e fazer a leitura que você quer e disso retirar uma verdade, intronizar essa verdade em você como centro, o a realidade que você enxerga, o nome disso é transtorno cognitivo, é distonância cognitiva. você olhar paraa realidade, não conseguir fazer a leitura, inventa uma narrativa e acredita naquilo. É o famoso engana, me engana que eu gosto. Então assim, a pergunta corajosa que deveríamos fazer, mas ninguém faz, é,
e se a crença que temos em Deus de fato foi um transtorno cognitivo, como a própria definição desse conceito nos convida a refletir, as religiões dizem: "Não, não vamos classificar crença em Deus com essas coisas, porque isso aqui é questão de fé. Questão de fé não se discuta, se respeita. Concordo plenamente. Tanto que respeito. E eu particularmente penso que Deus existe. Apenas não é um Deus que resolve coisa alguma e nem vai se meter em coisa alguma. Os espíritos há muito tempo já explicaram, corroborando outras teses do passado que Deus, o Deus amantíssimo, seja lá
como queiramos entender, entendo dado dele a sua semente ou a semente da sua deidade. E nessas sementes em existindo uma consciência agora particularizada autoconsciente, como é o caso dos humanos, essas consciências é que vão optando por esse ou aquele caminho e ao fazer isso, Acionam os mecanismos das leis de causa e efeito. E essas leis de causa e efeito promovem aquilo que entendemos como sendo as leis da ação e reação, semeiadura, colheita, blá blá blá, mas Deus não premia nem castiga ninguém. Muito claramente os espíritos falam isso há muito tempo e muito antes dos espíritos,
o conceito de dharma vinculado ao karma também dizia meio que claramente isso. Ainda que Krishna tenha dito: "Eu sou o ser supremo, eu posso dar umas mexidas nisso aí". Mas ele tava equivocado. Os fatos demonstraram tanto que no fim da vida dele, ele mesmo foi tomado por um processo, entre aspas, meio cármico, vinculado a uma maldição que a ele foi endereçada por uma das rainhas da época, que foi descrita numa rabarata. Enfim, seja o hinduísmo nas suas versões brah vaxenada chivaísta, seja o islã, sejam as outras religiões impositivas, catolicismo, protestantismo, cristianismo, de forma geral, judaísmo,
para onde a gente for, tem uma certeza de que tem um Deus cuidando de tudo e a coisa só piora. Mas mesmo agora, mesmo a coisa só piorando, os araltos da existência desse Deus que eles acreditam existir, que vai resolver tudo. É nesse ponto a minha total discordância. E quando eu chamo isso de transtorno cognitivo e estou generoso, porque na verdade isso é uma disson psíquica também, é um delírio, é uma coisa complicada. Mas virou comum, porque todo mundo no na Terra pensa assim. Então, como todo mundo a gente acha que é normal por ser
comum, o fato de ser comum normal. Todo dia morre gente, isso é comum, mas a gente não deveria achar normal ser a causa dessas mãos. Não é natural, vamos assim dizer. Então é de estupefar. Eu me sinto estupefado quando eu olho as lideranças da cidade onde eu moro. Se que eu moro cidade do estado em que eu vivo, da região do país em que eu nasci, do meu país, enfim, do mundo. Eu olho paraas lideranças que existem e vejo todas elas. Não me lembro que de sessão nenhuma. vinculada a essa questão de que não, Deus
é a vontade de Deus, vai dar um jeito, vai ser assim. E a hora de se pedir socorro já passou há muito tempo. E o mais pitoresco é que a gente também não tenha quem pedir socorro, mas a gente acha que tem, que é Deus. espíritos extraterrestres, bonzinhos, que vão salvar a terra, como alguns acreditam. Então, você achar que tem alguém que rezou, às vezes pode servir de bengala, bstíquica pra gente passar melhor, mas às vezes isso se torna a razão da gente não encontrar soluções, não promover opções para os nossos problemas. Isto às vezes
é razão para que a gente continue a criar problemas devido à nossa ambição estegueira, desvairadas e desenfreadas. Isso cansa. Não cansa quando você acha que não, tranquilo, Deus resolve. Mas não é esse o meu caso. Certo ou errado, não é assim que eu penso. Certo ou errado, o pensamento que tenho é só o pensamento que tenho. Não vale um risco na água. Mas eu que eu disponho para organizar a minha consciência e eu fico de novo estupefato. Não entra em pânico nem em pânico, porque desde cedo consegui construir um equilíbrio psíquico que me faz repousar
no senso de indignidade. Normalmente não devo conseguir, mas pelo menos tento diariamente exigir de mim mesmo, sem nada esperar do mundo. Isso me mantém vivo. Mas enquanto vivou e fico olhando para essas questões, eu olho pras pessoas que estão em cargos importantes e me pergunto: "Será que piramos todos? Será que enlouquecemos todos? Não haverá de surgir um jeito. Se essas pessoas não fossem, apesar de importantes pelos cargos que elas ocupam, mas mesmo sendo importantes, elas são de ignorância total em relação aos compêndios ancestrais da humanidade. Porque se elas pelo menos conhecessem os contêndios mitológicos que
ninguém leva a sério, ali elas iriam ver algo meio esquisito. Por quê? Não existe em nenhuma das mais de 100 mitologias que eu já estudei. Ao longo do tempo. Eu venho dizendo esse número 70, 80, já passou de 100. Eu estou vindo porque tem vários livros e mitologias aqui na minha frente, porque eu estava inclusive acabando de porque as minhas leituras são sempre com clipe, riscando tudo. Isso aqui é um pouco da mitologia japonesa. Isso aqui. Ah, deixa para um dos mais interessantes que eu tenho lido ultimamente é sobre a linguagem orubá. Vamos falar em
Orubá, que é uma das mitologias africanas, a doutrina dos orixás. Mas assim, se a gente olhasse para essas mitologias, nós, além de percebermos que esse epíteto chamado Deus não existia, era uma coisa bem recente, surgiu na trace cerca de 4.000 anos atrás, ou seja, uns 2000 anos antes de Jesus. Mas antes disso esse nome não existia em nada. Só que hoje esse nome está em todos esses livros, porque os tradutores atuais colocaram isso, mas na época eram entes, entes assim, entes daquele jeito. Tinha nada com o nome de Deus. Nós é que hoje chamamos essas
figuras de Deus. Esses seres lá atrás, por nenhum deles se referia a um Deus super poderoso que resolvesse tudo. Em nenhuma mitologia existe essa crença que hoje nós humanos temos de que no final Deus, um Deus maravilhoso, vai resolver, porque fomos nós, os humanos, que criamos a ideia desse Deus maravilhoso. Nas mitologias isso não existe. Por isso que as religiões quando surgiram e ferraram com as mitologias e criaram a ideia desse Deus maravilhoso, elas têm uma responsabilidade terrível sobre tudo que aconteceu e ainda na época. Porque lá nas mitologias, se nós observarmos os relatos sobre
fatos acontecidos no âmbito da Terra e para além das fronteiras da Terra, ao longo de milhares, milhões e mesmo bilhões de anos, é assim que eles falam, os famosos famosos pralaias que correspondem aos sonos de Brama ou de Jahé. os mavantaras que ocorrem cada calpa, que é seria o período do sono de branco. Ou seja, a coisa foi para bilhões de anos. Na mitologia, Outro aspecto inquietante é que tudo que as épocas iam mostrando, dizendo: "Ó, vocês estão fazendo isso, tal, coisa ruim vai acontecer, vai dar merda". E sempre deu merda. Sempre as desgraças aconteceram
e sempre muito sofrimento, muita dor foi colecionado nessas páginas. Mas mesmo com todo esse histórico, com todas essas notícias, com todas essas lições, só pelo fato das religiões terem criado a ideia desse Deus que talvez só exista no nosso imaginário, esse Deus que resolve tudo. Só por essa ideia é que talvez nós tenhamos chegado a esse momento em que estamos vivendo, em que todos os campos da vida estão sendo chacoalhados como se um superterremoto fosse mexer com tudo e talvez deixar muito pouco disso em pé. E a estupefação é essa, é porque estamos caminhando para
esses cenários e não se pode fazer nada. Ou será que se pode? A questão que Flávio colocou como sendo o título desse nosso bate-papo, não dá mais tempo. E ele pegou essa frase, muito bem, ele colocou como sendo um tema central pra gente iniciar a reflexão da gente, realmente não dá mais tempo de se fazer nada no sentido de evitar o que tá ouvir, o que já está acontecendo. A questão é que quando isso não acontece conosco, a gente diz: "Não, isso ainda vai acontecer". Mas se já tivesse acontecido conosco, a gente já viria que
a coisa tá andando. Por quê? Que coisa tá andando? As coisas estranhas, extremas. Como é que você mede a temperatura da época em que você vive? Para você saber se é um tempo de calmaria ou de tempestade? É exatamente verificando o que na ciência se chama os eventos comuns e os eventos raros, né? Evento comum é evento comum que acontece toda hora. São os eventos normais, mas eventos extremos que só acontecem muito raramente, eles são exatamente chamados de extremos porque acontecem muito raramente. Quando isso é assim, você diz, eu vivo numa época calma, porque não
tá acontecendo nada fora do padrão normal. Só os eventos comuns do dia a dia, os problemas são acontecendo. Mas quando todo dia da sua vida passa a ser um dia que na questão climática foi o dia mais quente do século, aí no outro Dia foi o dia mais quente do século. Ou seja, cada dia que chega vai batendo o recorde. Aí você diz: "Epa, minha minha vida tá sendo invadida por eventos extremos que se tornaram diários, comuns, normais. E esse é o nosso problema em todas as áreas da vida humana, eventos extremos, não é só
no clima, não, em tudo, porque a gente não nota. Eventos extremos é quando dois familiares, um casal, dois irmãos, dois amigos, deixam, perdem o carinho um pelo outro, porque um é lulista e o outro é bolsonarista. Isso é de uma crtinícia, de uma doença total. Ih, Rogério, você não devia falar isso. Tem um monte de gente com raiva de você. Eu não sou candidato a nada, sou livre. O nome disso é transtorno psíquico. É quando você acha que o que você pensa é o correto e o que o outro lado pensa tá errado e você
passa a medir os outros pelo que você pensa que é e você ainda se acha o bem e diz que o outro lado é o mal. E você fica se perguntando como é que uma pessoa maravilhosa como aquela pensa diferente de você. Quantas vezes o traste é você mesmo ou os dois? Mas pouco importa. O que nos faz humanos é exatamente a capacidade de nós aprendermos a conviver, resolvendo essas diferenças, a aprendermos a não gerar intolerância devido à nossa diferença, diversidade, que é importante existir. Mas isso aí já era. Há 30 anos atrás, nós não
vivíamos desse jeito, nem aqui, nem nos Estados Unidos, nem na Rússia, nem de repente na Terra começou a ter uma são os eventos extremos campo da postura psíquica. São doenças, diversos tipos de síndrome de transtorno. É uma invasão virótica, não só no âmbito das células da nossa condição biológica, como também no cérebro. E a gente não nota. Ah, tá tudo normal. Não tá, pessoal. OK. O que fazer? Eis o nosso drama. Não dá mais para se fazer nada no sentido global. Por quê? Porque a bandidagem, devido a nossa incapacidade cidadã de promover processos políticos minimamente,
Não sei nem que palavra usar, eficaz ou 10, nós nunca conseguimos produzir isso. e os poucos países que conseguiram, que são países com população menores, como os países escandinavos, alguns países na Europa, todos eles foram engolfados pela mediocridade política, pela visão dualista da história, pela posição absolutamente inclusivista, estúpida, que a Guerra Fria de Estados Unidos e a antiga União Soviética e depois as guerra fria, Estados Unidos, Rússia e China. Hoje a gente chama isso guerra híbrida, porque é o que de fato tá acontecendo. A guerra híbrida não é aquela que soldado de um canto mata
soldado de outro. É que todo mundo mata todo mundo usando mil formas, inclusive isso. Mas o militarismo aqui é o que menos aparece. aparecem outras questões, desde guerra cibernética, virótica, confusão que não tem tamanho. E nesse sentido, aqueles países que antes a gente dizia, ih, país de primeiro mundo, hoje que ferrou. Somos todos cidadãos de quinta categoria, de um planeta subdesenvolvido, De uma raça cuja racionalidade foi pro espaço e estamos nos movendo ainda levados por uma dualidade de endeusar aquilo, demonizar aquilo e vai, enfim, sobre esse sobre essa ótica no aspecto global a gente não
pode fazer mais. Ah, não, mas Deus é que vai resolver. Sofia vai chegar, vai resolver. Não é por aí nunca. Se no aspecto global nenhum de nós pode fazer nada, ah, então o aspecto grupal também não tem resolvido. A gente já tentou, todos nós tentamos, vocês devem ter tentado criar isso aqui no movimento de expansão de consciência aqui. tentei criar o Instituto de Estudos de Política Planetária para falar da cidadania cósmica. Vários, ou seja, vários já tentaram mais assim o peso da nossa própria mediocridade de pensar pequeno e começar a brigar uns com os outros.
Ninguém, nenhum de nós consegue fazer parte de um grupo que dure mais do que 10 minutos, porque surgem brigas, discussões, blá blá blá. a nossa capacidade de, entre aspas, usar a racionalidade de forma superior também foi pro espaço. Então, também não acredito que os grupos do mundo consigam resolver nada, até porque estão todos vendidos e corrompidos, Inclusive, principalmente, os religiosos. Se na perspectiva global, se na perspectiva grupal você não pode fazer nada, resta o quê? perspectiva particular, mas todos nós somos insignificantes. Cada um de nós é de insignificância patente, mas é o que sobra. É
cada um tentar perceber no âmbito da sua vidinha, né? Pensar globalmente, agindo localmente, onde a gente pode. Ah, mas isso não vai resolver nada. Claro que não vai resolver, mas assim, se mais nada lhe resta fazer como cidadão ou cidadão planetária, que mais nada lhe resta fazer como cidadão brasileiro, paraguai, mexicano, se mais nada nos resta fazer, mas dá muito a ser feito no campo da nossa construção pessoal, no campo da nossa dignidade pessoal. Se vai dar merda global que dê. Mas eu vou est ali trabalhando, não para contribuir com a merda, mas tentando ser
Aquela formiguinha idiota que o incêndio tá comendo na selva inteira e ela tá tentando levar uma gotinha, uma gotinha de água. Esse tipo de ingenuidade, esse tipo de atitude simples em pleno caos dignifica, justifica os segundos da sua existência. Você dá sentido ao que você faz. E com isso você ensina até o tal Deus que você pensava que existia, ou ao Deus que existe, ou seja lá quem for, mostrando, ó, nós somos pequenos. Mas até o último instante a gente tá tentando dignificar a existência. E vocês, cara, seja lá vocês quem puder ser, mas o
ser humano, nós não temos super poderes, não temos poderes, não somos nada. Então assim, eu deixo como reflexão inicial pra gente pensar que de fato não dá mais tempo, penso eu, pra gente agir globalmente, nem provocar ondas de revolução ou de renovação, não tem como. Falei-nos todos Dessa perspectiva. Mas para alguns de nós ainda resta um caminho maravilhoso de produção pessoal no âmbito da construção. A nossa identidade pessoal, no ser que nós pensamos que somos, há muito a ser construído no campo da aquisição do conhecimento, da reflexão, da construção de de níveis de compreensão adulto,
de reflexão, para ver se nós não estamos ajudando a que a coisa piore com as nossas atitudes, nossos pensamentos, os sentimentos. E assim, se dá tudo errado, pelo menos com dignidade, a vida ou a ausência desta haverá de nos encontrar. E como somos cidadãos da eternidade, a sensação do nosso eu parece que sempre existirá, independente de outras coisas existirem, como por exemplo esse corpo físico. Então, pensar essas coisas, pensar nessas coisas, nesses painéis, nesses atributos da vida, na existência que a gente não pediu para ter, mas já que a gente tá existindo, então a vida
é o que cada um de nós conseguir fazer dela. A vida ela não vem pronta, a gente constrói. Então, façamos da nossa vida o que cada um achar que deve. E o meu convite é que você pense em dignidade, decência, em beleza, em carinho, ternura, o carinho das pequenas coisas, né? Daquelas coisas insignificantes. Eu não sei se eu vou aqui, faz muito tempo que eu não penso no na poesia da insignificância, né? que diz: "A poesia está guardada nas palavras, é tudo que sei. O meu fardo é de não saber sobre quase tudo. Sobre o
nada eu tenho profundidades, não tenho conexão com o real. Para mim, poderoso não é aquele que descobre. Poderoso para mim é aquele que descobre as insignificâncias. do mundo e as nossas. Por essa sentença me elogiaram de imbecil. Fiquei emocionado e chorei. Sou fraco para elogios. Isso é o que o grande Manuel de Barros, chamado poeta da insignem vale ouro na vida são as coisas simples. E essas coisas simples não estão no âmbito global, nem grupal, nem de um partido político ou de uma crença religiosa, não estão no âmbito da vida pessoal de cada um de
nós. Então, deixa essa mensagem. Vamos prestar atenção a isso. É o que nos resta. Enquanto isso, vamos nos divertir do jeito que dá. E o Rogério esteve em Goiânia. Eu tive lá e nós nos encontramos pessoalmente. Tá aqui essa foto. Finalmente, né? Finalmente. Olha aí, eu e o Rogério juntos. E fiquei feliz de ter te conhecido pessoalmente, Rogério, depois de muitos anos trabalhando aqui com as lives. Olha, foi muito bom. Valeu mesmo. Nós temos aqui também perguntas do pessoal para você. Já vou trazer a primeira aqui do Mário. Vou fixar na tela e vou ler
para você. Jan, acompanho você desde 2012, mas até hoje não entendo o termo que você usa para a criação doentia. O que é essa doença? poderia ser mais específico que puder. Em outros universos criados não existe essa doença. Vamos iniciar pelo mais aspecto mais óbvio. Não vamos partir do pressuposto de que a gente sabe responder sobre esse assunto com a precisão de quem tá se referindo à verdade ou com a pretensão de quem isso está fazendo, porque não é esse o caso. Eu sou muito pequeno. Nós humanos, apesar de maravilhosos, mas a o tipo de
humano que ainda somos, ter um ser humano não é exatamente isso que nós estamos sendo. Projeto em construção. Então assim, as gerações futuras poderão saber disso com mais tranquilidade. Então, que o que nós estamos trazendo na revelação cósmica se aproxima mais daquilo que Emmanuel Kant falava, da gente ter habilidade de colecionar incertezas que podem ser colecionadas como sendo prováveis, mas nada de carimbá como certeza, porque só quando se puder ter certeza mesmo assim, então a gente fala. Então, falar da vida plena dessa coisa eterna e infinita, que é uma existência da qual a gente parece
que só conhece essa faixazinha de realidade, não é uma atitude que se permita você pretender pontificar sobre isso. Então, é só um exercício de reflexão. não tomemos como verdade nada do que da minha boca sair, porque é só pra gente refleter. Sob essa perspectiva, sim, em palestras múltiplas e em livros, eu tenho tentado explicar uma visão algo nova, que nem nas mitologias era visto assim, como se fosse o que um grupo de espíritos lúcidos me solicitaram fazer, a gente tá fazendo isso tentando mostrar o quê? exatamente aquilo que o próprio Kardec metade do século XIX,
ao codificar, a ao produzir a revelação espírita, agindo como codificador, ele apresentou ao mundo um pano de fundo espiritual por trás da vida terrena. lá atrás, um ser humano, gente, não tão humano assim, mas híbrido, chamado Krishna do Apayan, também chamado de o codificador. Só que o codificador em sânscrit significa via. também apresentou uma série de seres que viviam em sistemas de realidade diferente, um numa revelação, ou seja, ciclicamente essa coisa vem acontecendo e a revelação cósmica é só mais um passo ainda que sem apresentar nada com pretensão de que seja Verdadeiro, mas Kardec França,
na revelação espiritual Os espíritos falavam, ó, antes da criação desse universo, já existia uma espiritualidade que é, vamos assim falar, pré-existente. Ela já era algo criada. E esse universo que nós surgimos surgiu a partir de um certo ponto. Antes já existia essa espiritualidade. Então essa espiritualidade aí, vamos chamar de paraíso, de perfeição, do que a gente quiser chamar. Nessa espiritualidade, segundo as fofocas, de fato, ocorreram desdobramentos através de colapsos quânticos sempre para dentro do paraíso, já que não tem nada fora dele. mais níveis de realidade, tipo uma cebola em que faz de conta que você
o paraíso são as camadas mais exteriores da cebola e você vai criando para dentro novas camadas e cada camada que surge é uma nova tipo um novo tipo de realidade, mas cercado por uma blindagem porque se ocorrer qualquer problema ali, não afeta a cebola toda e nem e principalmente ente o paraíso que seria o mais exterior, para nos assim, nessa metáfora do cível. Então, nessa perspectiva, muitos universos foram criados dentro dessa cebola e os seres que habitam essa cebola transitam Livremente entre as diversas faixas do paraíso e esses universos temáticos criados por divindades cocriadoras. Tudo
isso aí ou é 100% perfeito. Aí vamos usar as palavras que a gente pode para falar disso, ainda que venhamos a falhar no sentido preciso do seu conteúdo, do seu conceito. 99% perfeito, 98% perfeito, mas tudo é maravilhoso. No meio disso tudo, lá dentro da cebola, surgiu um troço totalmente podre. Por isso que eu me refiro à criação doenta, porque essa coisa podre surgiu dentro de um ovo cósmico pelo blindado pelas decorrências do próprio colapso quântico. quântico com várias possibilidades, quando uma delas, funções de onda, colapsa, se torna, digamos, algo além desse campo e passa
a existir blindado, separado, do resto, na verdade cria uma espécie de um contexto de maia que você nem percebe que tem coisa lá fora que você, entre aspas, for programado para não perceber o que é o nosso caso. Então é por isso que a gente chama de criação doenta, Mas não sou eu que inventei isso. No Rig Veda, que é um dos principais livros da crença hindu, também escrito por esse Krishna do Apaiana, que chama-se Viaza. Viaz é o epíteto, pontificador. Tem uma passagem que Shiva chega para Brama e diz: "Você não tem vergonha disso
aqui que você terminou criando?" Porque antes esses esses seres brama, Virgo, Chiva e outros estavam lá fora, tava em outras camadas da cebola onde se vive magnificamente. Mas aí alguém caiu, esse alguém caído se transformou esse drama ao Javé. Os outros vieram para Judá, se transformar em virgem em Chiva e outros. E esse chiva lá atrás quando desbrama, você não tem vergonha do que você fez. Então assim, Chiva lá atrás já chamava essa criação de vergonhosa. E não era só Chiva e não sou só eu. Ao longo desses bilhões de anos, vários seres, não necessariamente
humanos, porque os humanos só surgiram nos últimos 50.000 anos dessa história, humanos conscientes, com racionalidade, com gene Fox P2. Então, a criação doenta, Eu assim a chamo, porque nós vivemos em pleno vechame existencial, totalmente diferente de da maneira como milhões de outros universos e incontáveis níveis espirituais que compõem esse paraíso e seus desdobramentos vivem Então sim, o nosso caso é de é uma exceção, só que a gente vivendo no caos, nós nos acostumamos a tomar o absurdo como normal, a aceitar isso, a aplaudir isso e ainda chamar isso de sagrado para poder viver melhor, né?
respondendo a pergunta do nosso irmão, porque é que eu chamo de criação doente? É porque isso é um vechame existencial. Quando você vê uma pessoa depois de de 50, 60, 70 anos, uma pessoa maravilhosa, aí chegou aos aí ela fica 10, 15 anos em cima de uma cama, família toda cuidando e gastando rios de dinheiro, todo mundo errado, todo mundo se acabando, porque cuidar não é fácil. Aí chega um espírito apressado e diz: "Isso é carne". Não necessariamente. O pior é que não é. Isso é defeito de criação. É porque o criador ele projetou, ele
planificou esse universo que nós vivemos. Mas quando ele tava planificando a maneira dele se viver, o eu dele caiu na criação, seu corpo manáico mental, usando as expressões sânscritas, sânscritas, esse corpo caiu, se despedaçou, então ele não pôde finalizar o seu projeto. Por isso que o Sávna, que mais tarde viria ser chiva, pôs sua força tamasica, cujas eh nas suas múltiplas faces, uma delas é o que a gente entende como sendo a entropia, que faz com que tudo que nasce aqui dentro morra, já nasce como germe da sua própria morte, porque nem deveria existir. Tamanha
é a vergonha, tamanha é o vechame. Mas como um criador caiu, muita gente aqui mergulhou, é preciso dar um tempo. E o tempo que esse universo tem para existir é o tempo que se tem para resolver esse problema. Mas assim, as religiões disseram: "Não, isso aqui Deus é perfeito, a vida é perfeita. Mas como é que a vida é perfeita? Tudo que a espécie que nasce, nasce já com A genética predisposta a matar outras e se alimenta dessas outras. Nós humanos somos necrófagos, a gente come cadáveres, só que a gente põe tempero, faz um aspecto
gourmet aí bem legal, mas nós somos necrófagos e a gente toma isso como normal. Só que isso é um absurdo. Você ter que se apropriar do corpo de alguém para poder manter o seu vivo. Você de uma corrupção terrível. Isso era para fazer com que todo mundo se pensa racional, dizendo, no início quem criou isso teve um problema. Mas não, a gente não aceita isso. Diz não, Deus era perfeito. A vida também é perfeita. E quem disse isso foi gostinho de pó, né? famoso Santo Agostinho que viveu no século 4 da era cristã, porque ele
não aguentava mais, não tinha mais saco para responder os católicos que chegavam e dizer Agostinho: "Olhe, você a vida é perfeita, Deus é perfeito, mas não é, tem alguma coisa errada?" "Não, não tem nada de errado, não. Tem errado com você que tá me enchendo o saco, vindo fazer essas perguntas". Então assim, com o tempo a teologia da Igreja Católica resolver isso da seguinte forma. Deus é maravilhoso e perfeito. A vida é maravilhosa e perfeita. E os humanos é que são a doença da vida. Pronto. Ou seja, essa coisa não presta por causa da gente.
É isso. Bilhões de pessoas na terra pensa aí, quando vão à missa dizem: "Por minha culpa, minha culpa, minha máxima culpa". Ou seja, não tem como desfazer esse tipo de transtorno cognitivo mais das pessoas. É uma criação doentia. Por isso, meu irmão, porque isso é um vechame existencial. Mas nós humanos, mesmo no caos, aprendemos a produzir momentos maravilhosos, aprendemos a fazer poesia, música, criações artísticas, desenvolvemos o carinho, a ternura, o altruísmo, a solidariedade, a compaixão. Quando nos sentamos com pessoas que a gente gosta para focar sobre a vida, nos divertimos, aquilo são memórias maravilhosas, nós
humanos, embelezamos a vida. os mamíferos em beleza vida com a sua solidariedade, com sua ressonância límbica. que nós humanos que somos um tipo de mamífero primata superior, através da nossa racionalidade também emprestamos mais e mais beleza, criando altruísmo. Só que nós humanos também podemos agir da forma mais monstruosa ou bestial, porque no DNA humano, que é a última espécie dessas dessa criação, tudo que não presta, acumulado ao longo de bilhões e o pouquinho que nós, mamíferos e criamos que presta, tá tudo marcado nos nossos 28.869 69 genes, dos quais são 2, 3%. As últimas medições
dão em média 1,5%. do DNA tá ativo produzindo proteína, porque como Freud dizia, nós temos forças terríveis, são ocultas e ainda bem que elas estão lá no consciente, porque se elas despertassem e viessem pro consciente humano, a vida seria pior do que ela. Agradecendo a Cláudia Klein, que fez aqui um super chat. Muito obrigado, querida, por isso. E o Mateus deu um recado aqui pra galera. O Rogério estará em Goiânia nos dias 30 de novembro e primeiro de dezembro deste ano para fazer palestras. Aguardem que logo será iniciado as inscrições e eu estarei presente também,
não vou perder por nada. 30 de novembro e 1eo de dezembro em Goiânia. Maravilha. Que bom que o nosso Rogério estará conosco novamente. Antes Sim, por favor. falar das palestras, mas eu esqueço. Dia 7 de setembro, nós vamos Estar em Itu no sábado à tarde, 7 de setembro, fazendo uma palestra sobre a disputa pela suzerania cósmica, pela suzerania universal. Eh, estaremos em Vitória no Espírito Santo, num seminário sobre chamanismo. Eh, será um seminário, um workshop, na verdade, vamos abordar em três momentos distintos painéis algo inédito sobre o chamanismo, a ordem sagrada universal do nosso irmão
Robson, que está à frente desse evento, nos convidou, então nós vamos lá. Tá vindando o meu, hein? Sim, estaremos no último fim de semana em Rezende, no Rio de Janeiro. Então, eu esqueci de falar isso no início. E olha o apoio aqui. Muito obrigado pela sua colaboração. Não vou falar o nome que eu não sei a pronúncia, então para não errar, mas agradeço. E você já tinha concluído, né, aquela hora que você tava falando. Sim, tranquilo. OK. O Fábio Dias, Fábio Rosa, aliás, perdão, Fábio Rosa disse o seguinte: "Hoje não consegui entender. O espírito que
me anima não está aqui. Sou parte deles, mas não sou ele. Onde ele está? Ele vive uma vida independente desta minha. E depois que eu bater as botas, o que acontecerá comigo? De novo, existem muitas revelações ao longo da história humana que falam sobre isso. E apesar das certezas que nós fomos colecionando ao longo do tempo sobre a vida espiritual, mas é sempre importante a gente lembrar que isso é uma ciência que a gente ainda sabe pouco, mesmo que a revelação espírita modificada por Kardec, o série de outras referências em termos de fontes sobre a
espiritualidade existíveis, mas prudente que a gente se lembre, que ainda muito mais a de vir e são as gerações futuras aqui com avanço da própria tecnologia, mas também da tecnologia mental e consciencial, porque isso existe, só que a gente ainda não sabe nesses tempos é que tudo isso ficará claro. Então, pedindo aquela prudência de sempre em relação ao que eu falo, vamos tentar abordar o que foi solicitado. É, é muito conveniente que doravante, nós humanos compreendamos os conceitos adivinos da trilogia Matrix de livros que falam sobre a produção de faixas de realidade, chamadas realidades simuladas.
Porque assim, a tal ideia de de que existe um campo quântico, uma consciência dá uma ordem para esse campo quântico, que é uma massa de modelar realidade. Vem recebendo a ordem, essa massa de modelar a realidade faz com que uma de suas funções de onda no campo da probabilidade, como nós falamos anteriormente, eh colapse a si mesmo para criar uma realidade de acordo com a informação recebida da consciência que mexeu na massa de modelar a realidade e agora existe uma realidade. Essa realidade que existe, a gente deve entender, podemos chamar isso de matrix. Então, uma
realidade dessa que surge em relação à paixa de realidade, Aonde a consciência que a criou existe, e aí a física quântica fala disso, mas a maioria dos cientistas não aceita esse tipo de situação. Ciência também tem religião com dogmas impeditivos. Então, esse observador ou esse terque pela sua observação sobre o campo quântico, essa observação fez com que ondas se transformassem em partículas, criando uma faixa de realidade material. Essa faixa de realidade material a gente chama de matrix. E a gente pode dizer em relação à realidade âncora, que é onde a consciência reside, o cientista que
criou essa matrix, então ali é realidade âncora e a matrix é uma realidade subjata a essa realidade, essa só uma forma da gente organizar o nosso pensamento. Então, quem tá dentro da Matrix são novos corpos que serão criados para viver lá, mas a turma da realidade âncora já existe? Então, respondendo a pergunta do nosso nosso espírito é uma figura que tá lá fora, já existe antes desse corpo surgir dentro dessa matriz. O espírito é alguém que já existe e que pegando carona em algo que já foi feito, que é a criação da realidade. Tem lá
os campos mórficos, as espécies disponíveis e o espírito que vai criar um avatar aqui dentro, o corpo transitório para dele se servir aqui dentro. Ele escolhe lá o campo móvel. Tem cavalinho, tem girafa, tem peixe, tem eh o último é ser humano. Vamos nesse aqui para Então nós humanos, nascemos movidos, entre aspas, por decisões que foram tomadas nessa realidade âncora por consciências que já existiam. Então, usando o mesmo padrão de raciocínio, Rogério é só uma consciência subjacente, a consciência âncora do espírito que lá atrás decidiu que ia criar Rogério. Então, cada um de nós, ser
humano, cada um de nós é isso, uma um epifenômeno de um cérebro que surgiu quando o espermatozoide e um óvulo se encontraram, criou um zigoto. Na hora em que esse zigoto é criado, surgem três fantasminhas, que é o chamado quaternário inferior, que se une ao zigoto. Isso aqui é o espírito, não tem nada a ver. Isso aqui, o corpo físico está dentro da matrix. Esses três Fantasminhas já não estão dentro dessa matrix. estão em realidades energéticas paralelas seu quaternário inferior. Aí o espírito que tá lá na realidade âncora se vincula esse paternário. E é aqui
que surge aquilo que o senhor Krishna, conversando com Arijuna, Krishna e Arjuna conversaram bastante quando aqui estiveram os dois. A primeira grande conversa que eles tiveram, que passou a história, é aquilo que Viaza, de novo, Viaza, contou no livro do Marabarata em um dos seus capítulos chamado Bagavagita. É Krishna e Arjuna conversando quando ambos eram jovens. Guita significa canção. Bagavagita é canção do Senhor. Então, outras guitas foram produzidas sobre Krishna, que é o Bagvão, o Senhor. E a última chama-se guita, entre Krishna e Arjuna já velhos, conversam. E é aqui que Krishna respondendo a uma
pergunta de Arijuna diz: "Ó Arijuna, Existe uma constituição setenária, sete corpos por volta em torno da condição humana e também de outros seres híbridos. Esse corpo físico é um corpo tem mais seis. três compõe o quaternário inferior com esse corpo físico. Então, esses quatro são meio que inferiores, só que os outros três é a alma investido de duas vestimentas espirituais chamadas búdicas e manásica. Por isso que é o corpo átímico, envolvido pelo corpo búdico e manásico, esses três chamado de tríade imortal, que seanta ao quaternário inferior para permitir que esse espírito se ligue a esse
corpo físico, sendo os três fantasminhas do quaternário inferior, uma espécie de relé que permite a ligação do espírito que vibra muito puro a um corpo primitivo, como é o caso do nosso. Porque animal transitório que nasce e morre. Então assim, o espírito em tese, ele continua lá na realidade ancora onde ele existiu, quando ele cria um Rogério qualquer. Nasce Rogério, o espírito sai de lá para cá. Não, não precisa. Se esse espírito for minimamente equilibrado, se o Rogério que surge for minimamente equilibrado, não. O espírito mantém a vida dele lá. Ele já é um alguém
que já tem uma porrada de experiências para trás. Ele tem lá um eu dele definido pela somatória e ou pela resultante disso aí. E Rogério para ele é só algo que ele lá de onde ele está, ele fica olhando, tá ligado a Rogério porque esse espírito está encarnado. Isso é um corpo de carne, então a gente diz que tá encarnado e vai tentando de lá influenciar, porque tudo que vem da mente espiritual tá ligado ao cérebro de Rogério. O cérebro de Rogério se acende e depois que o cérebro acende é que Rogério age. É assim
que as coisas são. Então assim, esse corpo morre, esse espírito escaneia todo o filme da consciência de todas as memórias vivas que o conecto, que é somatória total de todas as memórias sinápticas que 100 bilhões de neurônios desse cérebro durante o tempo em que esse corpo ficou vivo, escouando. O que é um eu humano? É a coleção dessas memórias. E cada memória está associada a um tipo de emoção ou sensação. E isso é o meu humano. Quando esse corpo morre, essa sensação de Rogério continuar a existir continua existindo. O espírito apropria, escaneia. Evangelho vai ser
mais um uma experiência que esse ator, que é o espírito da gente fez aqui dentro usando esse personagem do jeito que um ator ou uma atriz faz 30, 50 novel anos e aprende com cada personagem, mas ele tem a sua identidade. Nosso espírito é um tal ator ou a tal atriz que promove várias vidas. E às vezes ele gosta tanto de uma vida que ele assume aquilo porque é, entre aspas o mais moderno a ser feito, já que tudo isso acontece em busca de complexidade. Nós vivemos o permanente agora em que transformações existem, mas fora
do paraíso. No paraíso não há transformação, porque tudo lá já é, entre aspas, 100% perfeita, inviolável. Por isso o corpo átmico presente em cada ser é inviolável. Ninguém mexe nisso, mas mexemos nos outros seis corpos, como esse nosso eu aqui. Só que esse corpo átomo também mantém tudo funcionando, mas não se mete, ele não decide por a gente, né? Importante que a gente perceba isso aí. A turma que acredita em Deus e que acha que Deus resolve tudo por a gente, teria que primeiro superar esse essa incongruência total. Nessa perspectiva milenar de um conhecimento que
foi muito tempo introduzido na humanidade, mas que as religiões ocidentais são totalmente ignorantes, desconhecem e ainda assim se pontificam como se soubessem de muita coisa, sabem nada. Então, sim, o espírito da gente é um eu, o nosso eu aqui é outro. são distintos, podem trabalhar juntos, podem, mas também podem ser antagônicos. Por quê? Porque esse espírito, ele não nos ama. Ele nos criou para de nós se utilizar para cumprir uma agenda dele. Então, se Rogério começa a fazer besteira nessa vida, começa a gerar raivas, a atrito, criar atrito com outras pessoas, isso implica também dizer
atrito entre espíritos. Então, meu problema lá, o espírito que está lá, o meu vai ter problemas. Aí se eu, enquanto Rogério tô criando problemas, aí o espírito que me anima vem, fica sobreposto a Rogério para tentar. Aí isso aqui é horrível pro espírito, porque ele começa a se esquecer de quem é, ele começa a ter que lidar com as necessidades de um corpo animal. Aí você, o ser humano, começa, não, porque eu estou com desinteria. Cara pálida, quem está com desinteria seu corpo. Seu eu não é igual a seu corpo, não. Mas eu sou isso
aqui. Não é do jeito que um rádio fala e não tem ninguém dentro do rádio falando. A pessoa que fala pelo rádio tá lá fora. Esse corpo fala, mas não tem ninguém aqui dentro. Se você abrir isso aqui, você vai ver que isso aqui é só podridão organizada. Quem fala por esse rádio aqui também tá lá fora, que é o espírito que nos anima ou outras figuras que disso aqui se aproveitam. Essa é a realidade que nós ainda desconhecemos e precisamos estudar, mas nenhuma informação que a gente produz enquanto ser humano, o nosso espírito perde
e ele guarda tudo para ele no final das contas, sejam as coisas boas ou as coisas horríveis que nós, os humanos, fizermos. E ele vai ter que administrar isso. Em tese, quando esse corpo morre, os três fantasminhas paternário inferior também deveriam morrer pro espírito continuar sendo quem ele quiser ser. Mas se o ego de Rogério se torna doentio e faz mal a um monte de gente e quer convencer os outros a serem iguais a ele e fica só esculhamando com todo mundo, se a minha, ou seja, quando eu começo a me enfeiar e começo a
só produzir coisas que deshonram a honra das outras pessoas, a criticar tudo, a esculhabar, blá blá blá, ainda que eu não saiba de porcaria nenhuma do que eu tô fazendo, Mas fingo que sei, começa. Quando você começa a ser alguém horrível, ainda que você se ache maravilhoso, mas quando você começa a dar choque na ressonância ou no jogo de ressonância espiritual que existe, seu espírito está ferrado porque ele não pode ficar lá, vem para cá. E aí meus amigos, a merda grande Darl Inocêncio, muito obrigado pelo seu Super sticker. E a Miriam, ela disse assim:
"Se for verdade que aqueles espíritos menos bondosos estão aqui para uma última oportunidade, não seria esse um fator do plano que estamos experimentando nos últimos 20 anos? Olha, isso já tá acontecendo desde que a vida na Terra. Só aparece gente maluca por aqui. Inclusive nós, eu também, todos nós, nós somos obrigados a portar um código doente, Deus chamaminoso. Alguns de nós conseguem se equilibrar ao longo da vida. a maioria, né? Mas de fato a nossa irmã tá colocando em foco um assunto que a doutrina espírita muito bem ressalta, que é a questão de que a
Terra tida como mundo de expiação e provas e que para cá só converge gente fina, ou seja, de gente horrível. pessoas ou espíritos necessitados de provas ou de provações e por isso o ambiente fica desse jeito. Basicamente a pergunta muito bem posta dela é essa. Em tese, sim, Mas apenas a pergunta especificou a questão como se fosse só uma parte dos que é que chegam que trazem esses problemas que acho que ela chamou de menos bondosos. Mas todos nós somos figurinhas de mesmo saco. Os que chegam aqui pela Terra, as exceções são poucas e todos
ficamos nivelados por baixo. Enquanto realmente algumas figuras que aqui estão não pararem de nascer na Terra, isso aqui não tem jeito. O tema apresentado pela nossa irmã assume proporção um ressalto formidáve, porque o que é que se retira disso? É igual a uma classe, a uma turma de um colégio. Você tem lá 50 alunos. No terceiro ano tem 30 alunos que querem aprender, 20 que já estão repetindo aquele terceiro terceiro ano aos dois ou três anos. O professor dá uma aula, não pode avançar porque eles estão ali, obrigam o professor a repetir o tema. E
isso porque eles já são repetentes, né? Então assim, uma minoria, No exemplo que eu tô dando de 20, está prejudicando a maioria 30, que já poderia est avançando nos estudos, mas aqueles 20 não deixa. Chega um momento, depois de ter sido dada todas as oportunidades a todo mundo, em que uma nota final vai finalmente estabele eh inevitavelmente estabelecida como sendo limite. E ah, se a nota for abaixo de cinco, a pessoa reprovada. Mas como ela já foi reprovada várias vezes, o professor diz: "Eu não quero dar aula mais pescar". Os alunos diz: "A gente não
quer mais essa figura aqui. O próprio dono da escola diz: "Nem eu aguento mais". Então ele tem que mudar de escola. O exílio planetário que já começou em 1989 e tá no meio de uma confusão que ninguém sabe do que isso vai dar. Em tese, esse era e é o objetivo de retirar da Terra figuras que estão literalmente atrapalhando o progresso até mesmo dos outros, não é que os outros sejam melhores, né, que pelo menos já não são tão corruptos assim. O problema da humanidade chama-se corrupção consciencial. Problema um. Problema dois, transtorno cognitivo mental psíquico
em altíssimo grau. somado esses dois problemas, Ao azar de que nós portamos um código genônico podre e somos obrigados a fazer numa espécie de favor divino que estamos fazendo a quem criou essa esse vexame aqui, que é isso que eu tenho para explicar nos livros e as mitologias já falavam disso há muito tempo. Então, realmente, enquanto um certo percentual de seres humanos que são tão corruptos, tão corruptos, tão sem caráter, porque assim, tem gente que tem bom caráter, tem gente que tem um carátero, tem gente que é mau caráter, tem traços feios de caráter, mas
o pior que a maioria dos humanos estão ferrando a terra são humanos que não tm nenhum tipo de caráter. Não são humanos. Eles são no corpo humano, mas fazem qualquer coisa. Escrúpulo zero. São figuras doentes, psiquicamente falando, estúpidas e mentalmente falando são meio que imbecilizadas, mas são endeusadas por outros tantos imbecis. E a coisa fica então maravilhosa para que a expressão da mediocridade seja sempre a tônica dos fatos. Quando a coisa vira isso e virou, Parece que é todo mundo desse jeito, mas não é. Mas também não é mais uma minoria, já é a maioria.
O que esse implica em desharmonia com a ressonância lógica do que significa o exílio planetário, que deveria ser aqueles que estão atrapalhando a classe saia, só que a classe toda tá ferrada, sobra um ou dois por algum critério, não. Então vamos esquecer todos os critérios, já que a situação tá desse jeito, e saber que tá todo mundo infectado, ver os menos infectados seguram esses para ficar no tal mundo regenerado, que a doutrina espírita muito bem pontuou com esse conceito. Mas qual é o qual o aspecto cansativo desse processo processo de exilo espiritual? É porque segundo
a fofoca que que roda aí na espiritualidade até o ano 2050, 2040 eq, 2050 eq, essas figuras ainda vão nascer por aqui. O que implica dizer que só depois que em algum momento a entropia não mais deixar que espíritos sujos para consigam mantar em outros óvulos ou quaternários inferiores. Só a partir desse ponto é que ah, mas eu pensava que Deus, que Jesus, eles tinham montado um comitê e cada encarnação ia passar por isso. Não é assim não, pessoal. ingenuidade, esses movimentos globais, essas coisas no sentido espiritual. Nós não temos como conceber isso direito, mas
nada disso é porque alguém carimbou alguma coisa e disse: "Cumpra-se". São as leis da ressonância. É a velha lei ao erro que a mitologia nórdica explicou. Não é justiça divina, é uma leizinha que diz: "Ó, o que sai de um código particularizado feito um ser, volta para ele." Essa simples lei é o que causa toda essa confusão organizacional. Essa lei, ela põe a ordem no lugar da desordem. Para fazer isso, tem essas revoluções, esses movimentos muito gigantescos, incomensuráveis de consciência, sendo movidas de aqui para lado, de lá para cá. Não é do jeito que a
ingenuidade do próprio movimento espírita pensa ser. Não é do jeito que a ingenuidade dos nossos irmãos induz também. Pensa-se a coisa muito complexa, um certo sentido e terrivelmente simples. Por que que é terrivelmente simples? Porque é o que cada ser guarda em si mesmo. É o que a gente fala. É a bagagem consciencial de cada ser. Então, se você faz merda, a merda fica em você. Como Divaldo Fran dizia, o mal que me faz mal não é o mal que alguém me faz, é o mal que eu posso desejar alguém. Edvaldo Franco, Joana de Angeles
diseram isso inúmeras vezes, continuam a dizer porque realmente é um enunciado formidável, simples que a gente entende. Shakespeare dizia lá atrás, ó: "Você sentir raiva de alguém é uma atitude tão inteligente quanto a de você segurar uma bomba e queria que ela exploda no outro. Ela explode você, carap. Então assim, tudo que tá marcado no seu eu, seja esse nesse corpo ou no corpo espiritual, isso é que faz com que o seu eu e ou o seu eu espiritual estejam movidos ou possam se movimentar nesse ou naquele sentido. Quando o seu eu é limpo, todas
as senhas de portais se abrem perante a sua vibração, pessoal. sua pulsação pessoal. Quando essa pulsação é suja, você é atraído por ressonância para onde você vai encontrar os seus semelhantes Naquela frequência que o seu eu se acostumou a vibrar. Então, enquanto você é um presidente da República aqui, isso é importante para cet, mas a eternidade tem desses problemas. Existem choques de realidade, as descontinuidades e nós humanos enfrentamos a morte. Então, todas essas variáveis contam para esse momento difícil que a gente tá vivendo e que parece que os piores seres do mundo estão vivendo na
Terra. E chegando mais e só morre gente boa e gente ruim permanece. Infelizmente são essas as sensações do vechame existencial. Aqui estamos submetidos. Mas a pergunta da nossa irmã, óbvio, tem a sua razão de ser e muito grande. Eliana, muito obrigado pelo seu apoio aqui na nossa live. E a Ana Rosa disse: "Como podemos sair dessa dominação? Como contactar a Deus que é puro amor? sentindo o amor mais puro que a gente puder, mas não é no campo emocional, no campo consciencial. E o que diabos é de a diferença entre o amor emocional e o
amor consciencial? Eis eis a busca que nós humanos precisamos empreender. Eu tenho me esforçado bastante na minha condição humana para descobrir, vivenciar e perceber essa distinção. O espírito que me anima já em vidas passadas, através de outros atores também atrizes, fez, iniciou esse movimento. Eu sou a mera continuação desse processo na arte dele e no que se refere à minha arte humana, modesta e pequena que seja, a minha insistência o tempo todo. É nesse sentido. E como é que eu descobri que há uma diferença grande entre o amor emocional e o amor consciencial? Eu vou
tentar resumir da forma mais simples. O amor emocional não se preocupa com a questão da dignidade do sentimento. Ele sente, mas na hora que tem uma raiva, às vezes esse amor emocional se transforma em ó, em o amor consciencial. Jamais. Dito isso, eu não vou aqui aprofundar. Espero que a irmã que me fez a pergunta compreenda do que eu estou dizendo que Vocês todos possam compreender. Mas o amor consciencial não é esse amor de explosão emocional romântica, é tudo isso e mais um monte de outras coisas e traços psíquicos que a gente nem imagina existir.
Eu na minha pequenez, que não sou exemplo para mim de porcaria nenhuma, muito menos pretendo ser para quem quer que seja, exemplo de qualquer coisa. Então, não é nesse sentido que falo, tô só dando a pista que eu encontrei. Então, para mim é útil. Se for útil para você, bem. Se não for, esqueça. Mas essa questão de exigir de mim dignidade de expressões emocionais do que eu sinto tornam o que eu sinto um padrão da minha consciência e não só do meu gostar ou não das coisas. É diferente o amor consciencial, ele só dá e
não deixa de amar porque alguém que antes lhe amava, agora lhe acha isso e aquilo, ou porque você mereceu, porque você não mereceu. Mas o amor consciencial é aquele incondicional que Jesus falava, é coisa filosófica associada a um profundo de compaixão e de coexistência. Com tudo mais ao seu redor. Claro que a gente particulariza isso no carinho dedicado exclusivamente a uma pessoa, a um animalzinho, a uma árvore. Nós podemos amar no individual, no varejo e no coletivo, no atacado. Expressão é mesma. Porém tem variações, porém sem exigências, porém sem negociações, isso vai ferrando. Então assim,
essa é a diferença. a hora que você começa sintonizar as ondas elétricas que saem da movimentação desse seu cérebro, com as ondas magnéticas que saem desse outro cérebro, de 40.000 células que a gente tem aqui no coração, que a ciência há pouco tempo vem afirmando que existe, se isso aqui é elétrico, isso aqui é magnético, na hora em que o a sua pulsação eletromagnética, a coerência entre o que você pensa, acredita, entre o que você diz, o que você faz, o que você sente. Quando você se alinha nessa plenitude vibratória, quando o amor se torna
consciencial e não só emocional, pula de gaile em galile feito uma assim se divertindo. Nesse ponto, aquele puro Amor que a nossa irmã que fez a pergunta que existe, né, no corpo átmico, no interior do nosso espírito, vinculado a Kundaline, vinculado a uma série de coisas que unem através desses demais corpos espirituais esse corpo átmico a esse corpo animal, mesmo sendo esse corpo animal primitivo, a tal ressonância límbica dos mamíferos exprestada à moda humana na direção ou na ressonância com esse amor consciencial. Isso aqui cria uma união, uma singularidade entre o seu eu e esse
amor profundo desse ser que a gente chama Deus. Mas isso não tem nada a ver com essa crença vagabunda que nós temos e transformamos o Deus da nossa crença no mordomo dos nossos caprichos. Eu não sou exemplo, porcaria nenhuma, mas eu nunca pedi nada a esse Deus aqui. Preciso a pergunta do Paulo Henrique Coelho. A invasão do nosso universo local fez nossa genética ser alterada e fomos aprisionados na matriz mantido pela Iá. Sairemos enfim dessa fazenda prisão. A nossa genética está sendo alterada por uma série de fatores. A nossa genética, ela não é nossa, é
a do criador carrido. As espécies surgem apenas para portar esse padrão genético. Cada espécie vive de um jeito, porque exatamente o universo procura os jeitos ou as maneiras possíveis de pôr em movimentação evolutiva numa complexidade esses códigos genéticos. Então, a pergunta que o nosso irmão fez, eu eu tenho uma certa dificuldade de de vincular a invasão do nosso universo, né? fez a nossa genética ser alterada. Eu não consigo compreender se peço até o Paulo para se possível explicar melhor, né? Agora que nós estamos aprisionados nessa matrix mantida por algum tipo de inteligência, super inteligência computadorizada,
que a gente chama de artificial, isso quase ninguém dentre os que pensam fora da caixa aqui na terra, ninguém mais duvida. os principais cientistas na vanguarda quântica, todas as principais mentes Já não conseguem ter dúvidas, ainda que ninguém consiga provar ou se prova através de matemática avançada, dizendo, ó, tá aqui, tá feita a matrix, então nós estamos aprisionados Não tem como sair disso. Porém, quem está aprisionado são os nossos. O nosso eu humano não. Necessariamente. Os eus de todas as outras espécies estão aprisionadas aqui dentro. Mas o eu humano é o único que pode se
emancipar. E mesmo estando vinculado a esse corpo, que o eu humano é alguém que é não local, ou seja, ele pode agir não localmente, ou seja, ele pode ir até um lugar onde este corpo não está. Essa percepção é aquilo que no mentalma e através de outras classes de yoga, disciplinas no campo de meditação, que o taoísmo antigo que diversas ciências da antiguidade, ciência que eu chamo no sentido mais amplo, ainda que não usava o método científico da ciência atual. Mas assim, esse último fim de semana, nós tivemos um evento em Bombinhas, Santa Catarina, Promovido
pelos amigos que trabalham comigo, o Guilherme, o Gabriel, Jandas, Luí, a turma toda lá junto com no hotel local e fizemos o chamado evento momento mental em que pela primeira vez eu apresentei um velho sonho que vem desde as desde os tempos de Capilo de Sidarta Galutão, que sonho era esse? e conseguisse criar, entre aspas, uma doutrina da personalidade, uma doutrina da consciência, que depois a gente for chamando isso de ciência da personalidade, de ciência da consciência. E tempos mais recentes, Jordano Bruno falou disso, Espinoza falou disso, Jaque Lacan, seguidor de Freud no campo da
psicanálise, foi alguém que também ressaltou a importância do valor do ser humano, que o ser humano precisava cuidar de si mesmo. Então, o mental eu uso para mim mesmo como sendo a ciência da minha consciência, ciência da minha personalidade. Claro que essa expressão aí transcende o uso da ciência no aspecto do método científico, não é isso? Mas é uma ciência mais ampla. E nessa ciência mais ampla, eu consigo perceber com tranquilidade, com vivência pessoal que o humano pode transcender qualquer coisa, inclusive essa matriz, mas é o humano. Ah, tem que ser santo, puro, perfeito, de
forma alguma. Penso que duas moedas existem em torno dessa possibilidade de um ser humano construir nele mesmo um padrão de consciência superior. Para as pessoas que têm fé, se essa fé for descente, digna, ancorada na noção de um Deus ou seja lá o que for, mas que seja algo decente, digno, não? Se Deus mordomo que resolve tudo. A gratidão, entre aspas, ainda que eu não seja destes que agradecem a esse ser, mas a sensação de gratidão, de respeito, essa união vale como sendo o motor que propulsiona a possibilidade do eu humano ir mais além. Mas
para figuras feias como eu, que não são pessoas voltadas para a fé, aí entra a integridade de caráter na medida do possível de cada um, como sendo esse motor que propulsiona, Ainda que ancorados em natureza imanente que penso existir, do Deus que suponho conhecer e existir. Mas de novo, eu não peço nada a esse ser. Então, apenas procuro honrá-lo com as coisas que posso fazer, tentando me afastar da ignorância e da feiura estranha. Ah, Maria Celeste, como nos prepararmos para não termos mais que reencarnar? Olha, essa coisa de que, ah, podemos sair da roda de
Sanara. Podemos parar de reencarnar o espiritismo no movimento espírita. Há uma perspectiva histórica de uma cena que eu não sei exatamente quem conta de que Maria, mãe de Jesus teria chegado para Bezerra. Ó Bezerra, você é muito evoluído, precisa mais encarnar na terra. E Bezerra teria dito: "Ó, não, vou continuar encarnando". Este tipo de coisa, acho muito ingêno, acho construções narrativas que respeito, respeito tudo. Mas assim, o que que significa não mais encarnar na Terra? Olha, Se fosse todo mundo, até que valeria a pena a gente entrar nesse nesse portal aí dessa creve ou dessa
busca ou desse querer. Mas qual o problema? A ressonância límbica dos mamíferos irracionais mostra que mesmo eles, ou seja, os nossos irmãozinhos na escala evolutiva, camelos, leões, elefantes, ratos, gatos, cachorros, blá blá blá, eles se realizam meio que em grupo. Quando uma fêmea mamífera sente que outra está com problema, ela se aproxima, ela fica ali roçando corpo a corpo para ver se ajuda. Então nós humanos, além de termos essa ressonância límbica atavicamente pulsante, temos um cérebro límbico. Mas for sobre esse cérebro límico, nós temos aí o primata, primata superior, ainda temos o Gen Fox P2
dox superior. Então nós temos um pouco mais de instrumentos do que os próprios magníficos. E assim nós amamos outros seres. A pergunta é: como é que diabos a gente vai querer ficar tomando milkshake no paraíso ou no purgatório, seja lá onde for? Como é que a gente vai querer ficar no vaicunta ou no gololoca com Krishna cantando o tempo todo? Hare crista, Harrista no contentamento permanente. Como é que diabos a gente vai querer ou consegue ficar num êxtase permanente unido a esse sentimento dessa imanência pura do Deus que eu imagino existir? Tanta gente que eu
amo tá ferrada. Aí lá tô eu no purgatório nível superior, chiquérrimo tomando milkshake. Quem eu amo. O amor mamífero não deixa a gente ficar quieto no paraíso ou no purgatório. O tipo de amor que a turma tem no paraíso hoje em dia, que não é mamíferos, o mamífero é uma experiência nova, o amor humano é experiência nova pra turma do paraíso. Isso é outra coisa que a humanidade um dia talvez venha perceber. O amor mamífero meio que incomoda o amor da turma perfeita lá no paraíso, que já foi criada assim, porque a turma que já
foi criada assim não se incomoda e uma amor, o amor se incomoda. Então assim, respondendo a nossa irmã, eu penso que nós falamos nessas coisas de querer sair da roda de Sansara, porque de fato estamos todos cansados, de saco cheio, porque esse é um vexame existencial completo. De fato, é um trage, é horrível viver nas circunstâncias em que todos somos obrigados a existir. Porém, de novo, nós humanos em pleno caos, construímos a arte de sorrir. Ninguém antes dos humanos sorrir. Nós aprendemos a fazer poesia, a criar artisticamente, a ser solidários, a caminhar de mãos netas,
a sorrir da própria desgraça. Diante de desafios, a gente se agiganta, mesmo sabendo que a vida da gente vai se acabar. Mas a gente tenta, ou seja, nós humanos nos agigantamos em muitas coisas e penso que vamos também nos agigantar no na compreensão de que ter que vir para cá de fato é horrível, mas nós somos infectados pelas setas de erros ou de cama, Que é um deus da mitologia ariana do e essa coisa de amar o outro faz com que a gente não se autorrealize sozinho. a gente pode se autorrealizar em certas tarefas e
em certas vidas, mas quando a gente tá no nível fora dessa matrix e quer reencontrar os nossos afetos e ver que eles não estão ali, a gente nota que a tal da realização pessoal no âmbito espiritual dói porque falta. Na espiritualidade o eu da gente é menos particularizado quando a gente ama. a gente funciona mais em rede. Então assim, mesmo sem querer, minha irmã, a gente volta para Nenhuma mãe, nenhum pai, nem ninguém que ama outro, independente de consanguinidade, consegue ficar no bem bom, sabendo que no bem ruim tem gente que você quer bem. Você
larga tudo e vem tentar fazer o bem que você pode no circuito que a vida perder. Ô Rogério, a cerca de mais ou menos uns 7 dias saiu uma matéria em vários portais e sites de que a NASA estaria monitorando um objeto mais de 1 milhão de milhas por hora. a velocidade tão grande que poderia escapar da gravidade da galáxia e desaparecer no espaço intergalático, inclusive esse objeto 27.000 vezes maior que a Terra. Então, segundo essa matéria, o Alberto aqui fez uma pergunta. Eh, segundo relatos, está vindo de encontro à Terra um imenso objeto enorme
numa velocidade incrível para chocar-se com a Terra. Bom, eu não li isso na matéria, mas ele colocou aqui. O que você pode nos falar sobre isso? Tem alguma informação? Nenhuma. Eu leio atentamente tudo que sai da agência espacial europeia, da agência russa, da NASA e assim não nada nos meus registros e nem nenhuma fofoca de nenhum amigo. Deve ser algum exagero de algum canal por aí. É, mas assim, isso pode ser só desconhecimento de minha parte. Pode ser. Mas assim, eu não sou nada sobre isso. Essas essas notícias de corpos visitantes que a NASA estaria
monitorando, detectando, toda semana tem uma nova. Eh, a NASA deveria de fato monitorar sem vergonhisscial, mas sim de governamental, está emprestando as seus últimos comentários, as suas últimas divulgações. Os caras estão manipulando informações e essa é uma das coisas feias. Isso sim está vindo de encontro. ao valor da vida e ao tipo de vida que nós temos, bem mais monstruoso do que qualquer bóleo celeste que possa estar Mirando a terra para um dia dar um pipoco por aqui. A própria NASA já faz um papel feio de subseviência a interesses menores que estão por trás do
governo estadunidense. Outros bol dos piores estão vindo na nossa direção, mas especificamente esse eu não sei dizer nada a respeito. Olha, o Ronaldo já disse aqui resumidamente, quem são os arcontes? Qual universo que eles estão? O que eles querem dos humanos? Cláudio, eu vou responder essa pergunta, mas eu vou vou lhe pedir pra gente encerrar daqui a pouco, porque eu vou ter que sair. Houve um probleminha aqui. Tá bom. Já tentaram me avisar aqui, eu vou ter que resolver. Então assim, também já que horas tem já estamos é já estamos às 2 horas de live
já. É interessante uma e 1 hora:49 até agora, mas continue. Tá sim. Eh, certas histórias são contadas há muito tempo, há 10.000 anos a 5000 anos. Mas quando a cultura helênica se estabeleceu na Grécia, e isso veio com Alexandre do Grande, três, dois séculos antes da época de Jesus nascer, e essas histórias passaram a ser contadas no âmbito da língua grega, conceitos antiquíssimos, conceitos ancestrais foram todos transformados. os da nomenclatura grega, porque era a língua mais importante do mundo na época do helenismo. E assim aconteceu também com a questão desse dessa expressão chamada arconte, mas
ainda essa expressão ficou conhecida porque quando Jesus morreu, o seu espírito ressuscitado começou a contar histórias. através da coordenação de Maria de Madalena e alguns discípulos, porque Jesus, além de apóstolos, ele também tinha discípulos. Os seus apóstolos, 12 eram 12, eram homens simples da Galileia. 11 deles eram da Galileia, só um era da Judeia. Esse um era Judas, o único que de fato estudou no Sinétrico. Os outros 11 eram pessoas simples da Galileia, mal sabiam ler, escrever, se é que eu sabiam alguns deles. Então Jesus conversava com esse pessoal de uma forma mais simples, mas
para além dos 12 apóstolos, existia um grupo de mais de 100 pessoas que eram chamados discípulos e na sua maioria era judeus. Mas eram judeus que viviam em outras cidades onde a tal cultura helênica, ou seja, a cultura grega, eh, dominava. E eram então judeus que formaram as suas personalidades no âmbito da cultura grega e não no âmbito da cultura judaica Galileia, como é o caso dos apóstolos de Jesus. Então, quando ele desencarnou, o seu espírito começou a usar Maria de Madalena, que tinha amigos e amigas nesse grupo de discípulos. E formou-se então um grupo
e Jesus aqui ressuscitado e fez a sua maior revelação, maior quantidade de livros que se escreveu sobre tudo que Jesus falou, foi exatamente produzido aqui na linguagem aramaica e grega, porque essa turma falava grego. Então, se os apóstolos só criaram uma igreja de Jerusalém, aí Paulo veio, criou dezenas de igrejas, mas Paulo falava do que ele entendia sobre Jesus. Mas Paulo nunca viu Jesus na vida no ser Jesus ressuscitado aparecendo para ele. Mas foi através de Maria de Madalena e desses discípulos mais abertos que Jesus explicou o grande problema da humanidade. Qual era o grande
problema da humanidade? que a Terra estava cercado por diversas locas que na linguagem grega chamava-se Gênos ou EOS. E Jesus ressuscitado explicava: "Olha, cadaon desse, cada geno desse tem um arconte e esse arconte é o chefe desse ou o chefe desse gêno e esse arcinar terra. Aí Jesus dizia: "Esses arcontos todos não quiseram me dar na hora da minha morte a minha vestimenta de suzerano universal." Só que Jesus não explica porquê. Eu tento explicar isso aí nos cursos que tenho oferecido. É porque Jesus se recusou a ser o Messias violento. Ou seja, Jesus se recusou
a cumprir os termos da agenda. espiritual e os termos das profecias que Javé havia Determinado. Então assim, Arcompes seriam seres deste universo vizinho que se acham herdeiros da Triburte e todos eles já existiam na época em que a Triburte resolveu criar um só preposto da Triburte no nosso universo. Esses arcontes e atribut vivem nesse universo vizinho. E eles criaram um ter para representá-los nesse nosso universo. Esse ser criado nesse nosso universo em hebraico, o nome dele é HMA. E quando essa história foi contada no grego, é um epíteto que significa essa unificação da sabedoria, foi
transformado em Sofia, que também é um epíteto, não é um nome. Essa unificação da sabedoria. Filosofia significa amor na Sofia, mas é amor não a pessoa de Sofia, a busca da verdade que a personificação da sabedoria significa. Então, Arcam chefes de faixas de realidade desse universo vizinho que não aceitam que rock maofia seja eh investido na suerania universal. E a primeira coisa que eles fizeram para demonstrar que não aceitavam isso foi exatamente não permitir que Jesus, que foi crucificado como bandido, fosse agraciado com algum tipo de homenagem espiritual. E é isso que Jesus ressuscitado explicava
os seus apóstolos e discípulos. E centenas de livros foram produzidos explicando essa história toda. Só que Jesus ressuscitado parou de trabalhar nessas produções. O cristianismo foi paraa frente. Mas no século o Império Romano, que sempre perseguia o cristianismo, resolveuse adotar o cristianismo como sendo a sua religião. agora, de preferência, transformou o cristianismo em catolicismo. Quando ele fez isso, mandou destruir todos esses livros. No ano 37 do século 4, monges do monastério de São Paavam traduzido paraa língua copta egípcia esses livros que eu acabei de me referir aqui escritos em gregos e aram para esconder esses
livros das forças expedicionárias de legiões romanas que buscavam destruir tudo que é livro chamado na época gnósticos. Mas muito bem, os monges do monastério de São Pairam esconder a porrada desses codos em Certas cavernas lá em Nagu Rama de no Egito. E 16 anos se passaram e no ano 1950, agora no século passado, os manuscritos, o Mar Morte e os manuscritos de Naghamad foram finalmente descobertos. E ali aparece a expressão arconte. Porque a tradução, a tradução para o copta depois foi entendido também como vindo da língua grega. E Arconte então tornou-se uma palavra usada nos
Evangelhos gnósticos, pois que era desconhecida. respondendo a pergunta, onte nada mais é do que herdeiros da triburte desse universo vizinho, que na língua grega são chamados de arcontes. E são esses arcontes que fazem de tudo para impedir que Sofia se apresente à Terra para assumir-se como o suzerano celestial dessa história. E esse é dos grandes problemas da chamada vida de Jesus. Rogério, então muito obrigado pela sua colaboração na live de hoje para você não chegar atrasado no seu voo. Se dispersa da nossa audiência, porque você tem uma farmácia. Isso, só se disparado. Pessoal, desculpem qualquer
coisa, qualquer palavra meio desagradável, espero que possa ter sido útil. Dei um desconto bem grande e vamos refletir juntos. Um grande abraço. Valeu, Rogério. E a todos vocês que estiveram conosco. Muito obrigado pela companhia. Chegou depois que nós começamos, não tem problema, é só você rebobinar a fita. Rebobine, meu amigo, rebobine a fita e você vai gostar dessa live. E olha, deixa o comentário o que é que você achou do nosso programa. O coraçãozinho será entregue para todos com muito amor e carinho. E nós nos veremos amanhã no mesmo horário às 20:30. Um abraço de
alma. Namastê. existem também conseguem produzir esse tipo de mônada espiritual mas se for explicar isso é uma palestra de uma duas 3 horas eu não posso não tenho como fazer isso a outra pergunta eu já nem me lembro mais o que foi que foi perguntado é perguntou se é um computador quântico Adriana falou se a alma se nós o espíritos fomos criados por um computador quântico se vivemos programações e como mudar isso e o outro disse quem criou o espírito que foi o Gilberto é essa segunda parte penso já ter ajudado a refletir um pouco
sobre isso s sobre a primeira pergunta Sim nós vivemos programações que são estabelecidas no Genoma que nos move se esse Genoma foi criado por programação quântica no sentido de ser um computador aí nós humanos vamos ter que produzir um vocabulário mais adequado para distinguir o que era uma consciência de uma divindade cadora dos computadores que a gente chama de Vida artificial para distinguir de uma teórica vida natural que existiria mas assim nós estamos falando tudo de uma coisa só os principais cientistas da da Vanguarda quântica hoje em dia se eu tivesse que citar aqui os
10 todos eles basicamente tem certeza já de que nós vivemos numa realidade simulada de que isso é uma Matrix isso que o universo que a gente vive OK seo são realidade simulada e simulada por quem pelo que então vários desses cientistas colocam como sendo a fonte criadora disso um programa de computação ainda que implique dizer que esse programa inteligente não é necessariamente um computador pode ser só uma consciência física quântica chama de observador mas aí os cientistas se perdem porque o conceito de Deus de criador se mete necessariamente Nesse contexto e ninguém chega a nenhum
tipo de conclusão então não há como responder objetivamente a pergunta feita não ser dizendo que Independente de onde venha mas sim cada um de nós obedece a uma programação que é de pronto estabelecida no óvulo fecundado por um espermatozoide e nós não temos a opção de não ser o que isso determina num primeiro momento que cada um poderá ser só o ser humano tendo Noção disso para que ele em não agindo no primeiro impulso ele crie novos impulsos mais profundos no âmbito da sua consciência e aí ele mesmo defina o que ele quer ser e
construa no âmbito das suas reações bioquímicas no âmbito de cada célula o que ele efetivamente almeja se darta gutama lá atrás resumiu tudo isso dizendo o que o ser humano pensa ele cria o que o ser humano deseja ele atrai o que sente ele atrai o que o ser humano almeja no sentido de vir a ser isso se transforma em realidade Então o que eu penso eu crio o que eu sinto eu atraio o que eu aspiro a ser um dia se transforma em realidade esse um dia é quando você consegue no laboratório da sua
célula criar sensação daquilo que você quer ser E aí o seu Genoma acredita naquilo assimila aquela intenção e transforma intenção em realidade via mutação no genô E aí você passa a ser aquilo Alguém chama isso de salto quântico seja mas nós humanos somos capazes de produzir em nós mesmos um padrão de consciência superior é isso que eu tento explicar através de discursos de mental mas aqui a gente não tem como ir mais além fica então a semente paraa reflexão e de vocês Rogério nós agradecemos muito a tua disponibilidade generosidade em participar dessa Live já é
a Live de número 39 aqui no canal muito obrigado Mesmo gente você que fez sua pergunta sinto muito na próxima Vamos tentar responder chega um pouquinho mais cedo quem sabe consegue encontrar uma vaguinha aqui no catálogo de perguntas e nós vamos encerrar o programa fica paraa próxima eh minhas desculpas aí por não poder responder a pergunta de vocês Rogério considerações finais e se despeça da nossa audiência e muito obrigado ah começamos essa palestra sendo servidores de um reino vagabundo que é o reino desses arcontes e estamos terminando esse B papo que não tem nada de
palestra só fofoca ainda ocupando essa mesma função e é a tal roda de sanara da primeira pergunta isso não acaba tão cedo é uma obrigação é um favor Divino que cada eu que surge nessa história de novo sem ter pedido para existir Ou ele se torna tão sujo enquanto caos que nele é já vem programado pelo Genoma que ele nasce que ele erda e sobre o qual ele tem que edificar a sua consciência ou ele de fato percebe o caos ressignifica esse conjunto de genes que está em cada célula do seu corpo e faz com
que a sua consciência possa alterar nesse código genético o que ela desejar enquanto esse corpo estiver atuando no palco da vida que a gente chama vida na Terra Quando a gente conseguir compreender isso e fazer bom uso dessa caminhada entre o beço e a cova que esse corpo faz e o nosso eu hospedado nesse corpo Maravilha para isso é preciso que a gente compreenda que a gente não é esse corpo esse corpo morre e esse eu da gente continua existindo ininterruptamente carregando consigo as o conjunto de sensações de conceitos de opiniões de memórias enfim de
tudo que a gente vivenciou e por isso a gente precisa ser leve quando Jesus dizia que o coração dele era leve ele era manso Brando humilde no sentido de não impor a ninguém nada do que ele pensava ou sentia na hora em que um sidarta gutama Depois de falar horas com seus monges ele dizia mones não não me tenham além da conta verifiquem por vocês mesmos tudo que aqui falamos porque cabe a cada um discernir o seu próprio grau de iluminação e de busca então é imitando essas duas figuras na minha condição ínfima que eu
tento homenagear a vida e a mim mesmo e se eu pudesse dizer isso a alguém Era exatamente isso que eu diria nos espelhem em figuras Como galtan Jesus e outros homens e mulheres no sentido da leveza pessoal de não trazermos para dentro do nosso coração Disputas estúpidas que fazem com que pessoas passem a se detestar Devido a questões absolutamente ridículas e tragicômicas da maneira como a gente entende parcialmente a vida que a gente leva nada disso vale a pena no sentido de nos manchar tudo isso valerá a pena se nós emprestarmos beleza e dignidade de
levarmos a vida adiante e é isso que vamos ter que fazer amanhã daqui a pouco e sempre enquanto a vida existe no corpo levar essa coisa chamada vida adiante que possamos fazer isso nos Lembrando das lições desses Mestres e do que for possível carregarmos no nosso coração mas que seja leve o nosso fardo agradeço a Flávio a vocês todos a oportunidade de ser útil peço desculpas a gente sempre f sensibilidades sensibilidades de novo não tome esses assuntos como sendo verdades definitivas temos ainda um bom pedaço da eternidade para ressignificá-los re trabalhá-los re estudá-los reconhecê-lo sobre
novos prismas e não pensem que a verdade tá ali na esquina nos esperando a verdade parte dela existe mas há uma outra parte que precisa ser construída e nós humanos usando o princípio do arrancar ainda que a gente não entenda o que é isso a gente precisa reconstruir shuara que é esse coitado desse ser caído na sua própria Obra e nós somos criaturas ferramenta que dele que de nós ele se serve para tentar reconstruir a si mesmo esse é o favor Divino que a gente faz enquanto isso podemos nos divertir e cuidar da nossa própria
rota evolutiva esse outro destino a gente precisa cumprir a maneira como iremos cumpri-lo nós podemos criar sim um destino novo dentro desse velho destino e é isso que a gente tenta fazer e tenta semear reflexão em torno disso vamos adiante um grande abraço e até na próxima oportunidade Muito obrigado a você que participou da nossa enquete aqui 2.000 pessoas participaram mais de 3.500 likes 2500 telas conectadas você que não deu like ainda Aproveita porque quanto mais essa Live vai ser catapultada impulsionada na internet temos grandes chances e ter muitas visualizações alcançar muita gente com essa
mensagem se você nos ajudar com o teu like e outra coisa também se você puder colaborar assim que a Live acaba não te custa nada deixa um comentário diga qualquer coisa oi olá bom dia boa tarde boa noite comenta porque isso dá engajamento essa Live vai chegar mais longe se você puder também tem como destacar o teu comentário com o Valeu Ok se puder compartilhar também nós nós nos veremos amanhã no mesmo horário às 20:30 você chegou depois que nós começamos não tem problema é só rebobinar rebobine a fita um abraço de alma do Flávio
Vale do Rogério do piscu Zinho da piscu de todo mundo do chat Namastê