Ao tentar explicar o contrato de 129 milhões, a esposa do Alexandre de Moraes acaba deixando rastros que nos levam a crer de que esse contrato era, na verdade fraudulento e era apenas mais uma maneira de receber propina. Isso nos leva a chegar a essa conclusão. E por que que eu digo isso?
Primeiro, o fato de ser o contrato mais caro da história para uma para um serviço advocatício ou de aconselhamento jurídico, né? A a Viviane hoje é a advogada mais cara do mundo, é assim, de longe, sem comparação. E daí ela oferece aquela explicação sobre alguns pareceres e reuniões.
E as pessoas foram atrás desses pareceres. Um desses pareceres é um código de ética que foi apresentado no sistema da Controladoria Geral da União. é uma um programa, né, uma abordagem da CGU para que os as empresas pudessem apresentar compliance, né, mostrar, provar que elas tinham um sistema de compliance.
E nesse sistema fica a data que um arquivo ele é subido, né, feito o upload desse arquivo. As pessoas começaram a investigar e analisar esses pareceres. Eu vou mostrar para vocês algumas coisas.
A primeira é esse aqui, ó. Código de ética feita pelo Escritório da Mulher de Morais, o serviço mais caro da história do mundo jurídico, usa imagens da internet. Isso chamou atenção.
Imagens da internet. Se você paga R 1. R$ 500.
000 R$ 1. 000 por um parecer, o mínimo que você espera é que tenha conteúdo original, que as imagens sejam criadas para aquele parecer e não copiadas em bancos de imagens da internet do shutter stock que você paga ali R$ 20 por mês. Mas calma que tem mais.
Eu falei um vídeo no anterior que passou pela inteligência artificial e reconheceu que 70% desses pareceres eram os feitos com plágio ou inteligência artificial. E aí sai essa notícia aqui, ó. Relatório do escritório da esposa de Morais some dos sistemas da CGU.
Por quê? As pessoas viram que era um relatório que tinha sido colocado lá, foram lá, entraram no relatório e tiveram acesso a essa ah a esse documento, que é o que eu tô mostrando para vocês agora. Eu quero que vocês prestem atenção.
Esse daqui, ó, daqui, esse aqui, como vocês podem, vou fazer aqui, ó, esse aqui, ó, banco master. Você vai lá, clica aqui, tá? Na CGU Pacto Brasil, que é um programa de compliance para várias empresas do mundo financeiro.
E tá lá Banco Master. Se você clicar aqui, vai aparecer as opções, aparece o Banco Master e daí aparece, né, uma espécie de print do conteúdo desse arquivo que foi subido lá, né, nesse dia, tá aqui, ó, no dia 13/03/2025, foi realizado no dia 13/03 de 2025, tava lá ontem, ontem esse documento, esse parecer que custou R$ 500. 000 R$ 1000, de acordo com a Viviane de Morais.
E o contrato estava lá no Pacto Brasil. Seria uma forma de provar que eles haviam sim feito um serviço, certo? Ficaria menos mal.
O problema é que ao checar as datas que ela apresenta como sendo a data que ela fez o parecer e a data que o parecer foi incluído, não batem. E aí vem pra matéria aqui do antagonista. O relatório de autoavaliação do Pacto Brasil do Banco Master, alegadamente preenchido pelo escritório de advocacia da Viviane Barorais, sumiu do sistema de da Controladoria Geral da União após serem detectados contradições entre as entre a data de serviço prestado e a data efetiva que o documento foi enviado para o órgão.
Como mostramos mais cedo, o escritório Barça declarou que entre os serviços prestados para o Banco Master estava o preenchimento da autoavaliação do Pacto Brasil 25 de setembro a 9 de outubro de 2025, entre outros. Só que tem um problema, 25 de setembro a 9 de outubro, esse seria o dado que eles informaram que foram feito o o o serviço. Porém, a plataforma do Pacto Brasil da CGU, o preenchimento efetivamente ocorreu 13 de março do ano passado, ou seja, 6 meses antes de o fato foi explicado na nota.
Então, pera aí. Quer dizer que eles pegaram um parecer que já tinha sido feito, colocado nesse Pacto Brasil e disseram que foram eles que fizeram, sendo que não havia sido eles. Isso é apenas um documento que foi feito uma vistoria para ver sobre esse arquivo.
Tem que se encontrar esse arquivo, jogar ele no metadata e ver quando ele foi feito. Uma coisa mais importante é ver quando esse arquivo foi feito. senão realmente fica difícil de ter uma uma ideia real.
E aí esse vídeo aqui, ó, mostra a pessoa procurando aqui, ó, procurando o arquivo e não encontrando. Olha aqui. Aqui tá uma pessoa que ele entrou hoje e começou a procurar o tal arquivo.
Você tá vendo aqui, ó? E simplesmente não encontra. o arquivo foi apagado.
Então aí é uma situação mais perigosa ainda. Nós estamos falando que a Controladoria Geral da União deletou um arquivo do seu banco de dados, porque esse arquivo poderia incriminar ou contribuir pra suspeita de que o contrato da esposa do Moraes não era um contrato real e apenas uma forma de justificar dinheiro ilegal. Só que aí a situação ficou muito séria, que ele tá mostrando que o Banco Master não se encontra mais aqui, como vocês estão vendo, né?
Mas aqui, ó, olha ele aqui. Ontem ele estava aqui, hoje ele já não tá mais. Ontem tava, hoje sumiu.
Fica a pergunta, por que esse esforço, né? Por que esse esforço de esconder um arquivo? E segundo, por que a Controladoria Geral da União, que é do governo Lula, apagou um arquivo do seu banco de dados?
Por que que esse ou será que é possível o usuário retirar esse arquivo? Pode ser, pode ser. Aí é algo que tem que ser investigado.
Agora, isso só será investigado numa CPMI para explicar pro Brasil o que foi que aconteceu e como que a esposa do Morais se tornou a advogada mais cara do mundo, da história. Nenhuma advogada recebeu o que a esposa do Alexandre Moraes está recebendo. E eu espero que não seja crime ainda perguntar, mas está tudo muito suspeito.