A partir de agora, você vai entender o significado profundo de cada item da armadura de Deus na batalha espiritual. E no final eu vou te mostrar um detalhe que muita gente acaba não percebendo, mas que muda tudo. O primeiro elemento da armadura de Deus, citado pelo apóstolo Paulo, é o cinturão da verdade.
No capítulo 6 de sua carta aos Efésios, ele diz: "Estai, pois firmes, cingindo-vos com a verdade". O apóstolo Paulo usou certas armas que equipavam um soldado da infantaria nos tempos antigos como figura das armas espirituais que equipam os crentes. É provável que o apóstolo tenha combinado a figura do soldado romano de sua época, que ele conhecia bem, com algumas referências do Antigo Testamento que retratam Deus ou o Messias como um guerreiro.
Então, de forma maravilhosa e extraordinária, Paulo explica que agora Deus dá aos crentes essas armas. Por isso, podemos dizer que ao falar do cinturão da verdade, provavelmente o apóstolo tinha em mente o cinturão de couro que os soldados usavam. Esse cinturão protegia a região do baixo abdômen e tinha papel fundamental para todo o restante da armadura.
Ele prendia a túnica do soldado, sustentava a couraça e servia de suporte para a espada. Na armadura de Deus, essa verdade não é outra senão a verdade de Cristo, a veracidade do evangelho. O próprio Jesus declara: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.
" E ainda diz: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida". Vestir o cinto da verdade é se vestir da verdade de Cristo. É ter sua vida sustentada pela verdade da palavra de Deus.
Consequentemente, aquele que está vestido da verdade de Cristo também terá uma vida marcada pela autenticidade, pela sinceridade. Ele jamais apoiará o engano. O segundo elemento da armadura de Deus é a couraça da justiça.
Podemos dizer que essa couraça age diretamente como proteção do coração do crente, que na linguagem bíblica implica na personalidade, consciência e vontade da pessoa. Paulo fala da couraça da justiça como uma metáfora que significa a justiça de Cristo imputada no crente, que o conduz a um caráter santo, a uma vida marcada por uma conduta moral reta e completa devoção ao Senhor. Para quem não sabe, a couraça era uma parte fundamental do trage de um soldado na antiguidade.
Nos tempos do apóstolo Paulo, os legionários romanos usavam uma couraça que cobria o corpo, indo do pescoço até pouco abaixo da cintura. A couraça era feita de placas de metal. Ela vestia o soldado de forma a protegê-lo pela frente e pelas costas.
Então, obviamente, é fácil entender que a curaça possuía um papel fundamental na armadura de um soldado da infantaria. Numa guerra em que se lutava com espadas, flechas e outras armas de metais e madeira, a couraça protegia membros vitais do corpo humano, sobretudo o coração. Seu papel era dificultar ao máximo que um oponente conseguisse ferir um soldado mortalmente.
Mas como isso se aplica à vida dos cristãos? Nós sabemos que todos os crentes estão envolvidos numa grande batalha espiritual. Essa batalha não é travada contra meros seres humanos.
A Bíblia diz que nossa luta não é contra carne e sangue, mas contra os principados e potestades, contra os governantes deste mundo tenebroso, contra as hostes espirituais da maldade nos lugares celestiais. Nesse contexto, o apóstolo Paulo fala das astutas ciladas do diabo. Isso significa que Satanás é um adversário inteligente.
Ele emprega métodos bem definidos na tentativa de ferir o povo de Deus. Então, é imprescindível o uso da couraça da justiça, bem como de todo equipamento que compõe a armadura espiritual providenciada por Deus aos crentes. Tratando especificamente da couraça da justiça, por um lado, podemos falar da justiça de Cristo imputada no redimido, mas por outro devemos falar sobre como o crente deve andar em justiça.
Não há outro padrão aceitável de vida para o genuíno seguidor de Cristo, senão a justiça. A justiça de Cristo é o que dá ao cristão o conforto de que agora ele não está mais debaixo de nenhuma condenação, mas também é andando na justiça, vivendo pelo Espírito Santo de Deus, que o crente não dá ocasião aos ataques de Satanás. Em outras palavras, aquele a quem a justiça de Cristo é imputada necessariamente deverá viver uma nova vida caracterizada pela retidão.
Por isso, o apóstolo Paulo enfatiza o padrão ético da justiça que deve identificar o crente. Escrevendo aos Coríntios, o mesmo apóstolo fala das armas da justiça que devem estar na mão direita e na mão esquerda, significando que por todos os lados o salvo deve estar preparado a resistir aos ataques que lhe sobrevém. Além disso, o profeta Isaías, no capítulo 59 de seu livro, fala do próprio Deus vestido de justiça como de uma couraça.
Então, realmente é esperado que o servo de Deus esteja vestido com a curaça da justiça. O terceiro item da armadura de Deus são os calçados do evangelho da paz. Paulo diz: "Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz".
Os soldados romanos usavam calçados feitos de couro duro com o solado cravejado com pregos agudos. Esses calçados davam estabilidade ao soldado, pois se prendiam ao chão. Ao usar a analogia do calçado do soldado como figura da prontidão do evangelho da paz, o apóstolo fala da segurança, da confiança e do conforto que há nas boas novas da reconciliação com Deus pela obra de Cristo.
O crente só pode lutar na batalha espiritual se tiver em paz com Deus através de Cristo. O próximo elemento da armadura de Deus é o escudo da fé. O significado desse escudo fala acerca da confiança inabalável do crente em Deus e em sua palavra.
O escudo da fé protege os redimidos contra as mentiras e o engano de Satanás. Quando Paulo falou sobre o escudo da fé, muito provavelmente ele tinha em mente um escudo de grande porte que integrava as armas de guerra de um soldado romano de sua época. Havia dois tipos de escudos, um menor com formato arredondado e outro maior com formato mais retangular.
A palavra grega que o apóstolo emprega indica que ele faz referência ao escudo maior. Tratava-se de um escudo com medidas aproximadas de 75 cm de largura e mais de 1,20 m de altura. Esse tamanho era suficiente para proteger todo o corpo do soldado.
Além disso, as tropas se posicionavam estrategicamente no campo de batalha, permitindo que os soldados pudessem juntar seus escudos e formar um tipo de muro ou casco de proteção. O principal objetivo disso era prover proteção contra os dardos inflamados que eram amplamente utilizados naquele tempo. Uma das armas mais letais da época era justamente as flechas incendiárias.
Soldados inimigos mergulhavam suas flechas geralmente em uma mistura de piche altamente inflamável e ateam fogo nelas antes de lançá-las. Então, esses grandes escudos tinham um papel muito importante nesse aspecto. Eles eram feitos de madeira dura e eram cobertos de couro de animal.
Alguns escudos contavam ainda com um revestimento de metal que ficava entre a madeira e o couro. Quando corretamente utilizados, esses escudos eram eficazes em evitar que qualquer dano fosse causado ao seu portador diante das flechas inimigas. Inclusive, as flechas em chamas cravavam na superfície resistente do escudo e facilmente o fogo era extinto.
Então, como fica claro no texto bíblico de Efésios 6, o escudo da fé é primordial contra as setas inflamadas do maligno. O apóstolo Paulo diz que somente através do uso do escudo da fé, o crente pode apagar os dardos incendiários do diabo. Esses dardos simbolizam toda espécie de investidas malignas que Satanás lança contra os redimidos.
Persistentemente, o diabo atira contra os crentes tentações, angústias, dificuldades, perseguições, maus pensamentos, sentimentos ruins de ódio e tantas outras coisas. Essas coisas são como setas inflamadas que tentam incendiar a vida do crente com dúvidas e desejos contrários à palavra de Deus. A intenção de Satanás é fazer com que os cristãos acreditem em suas mentiras, desconfiem das promessas de Deus e desobedeçam a sua vontade.
A velha natureza humana corrompida pelo pecado é um alvo altamente inflamável para a prática pecaminosa. Se as setas malignas não forem rapidamente apagadas pela fé genuína em Deus, fatalmente elas causarão grandes danos à vida cristã. Por isto, o escudo da fé é essencial, pois o crente fica protegido contra esses ataques do inimigo.
Assim, o escudo da fé é o próprio exercício da fé verdadeira dada por Deus ao seu povo, que capacita o crente a apagar todas as setas inflamadas do diabo. Nenhum dardo maligno é capaz de atingir a vida daquele que empunha o escudo da fé, isto é, daquele que deposita toda confiança no poder de Deus e possuí a certeza inabalável em suas promessas. Como Satanás não desiste de seus ataques contra o povo de Deus, não há um único momento em que o crente possa deixar o escudo da fé de lado.
A autêntica fé em ação deve caracterizar toda a vida cristã neste mundo. Além disso, tal como os soldados romanos agrupavam seus escudos numa ação coletiva, o exercício da fé também deve estar alinhado com a verdade de que fazemos parte de um só corpo. Fim, o escudo da fé não possui um propósito apenas individual, mas também coletivo.
Nenhum crente está sozinho na batalha espiritual. Isso significa que os cristãos são unidos pela fé, são alinhados no mesmo propósito em prol da obra de Deus e devem orar e encorajar uns aos outros nessa batalha. É através de uma vida de oração que vestimos e usamos não somente o escudo da fé, mas toda a armadura de Deus.
Outro item da armadura de Deus é o capacete da salvação. Esse capacete significa a segurança da salvação que protege a mente do crente das dúvidas e medos lançados por Satanás. Confiando plenamente na fidelidade de Deus, todo cristão verdadeiro pode ser confortado com a certeza de sua salvação.
E isto é fundamental na batalha espiritual durante esta vida terrena. Mas por que Paulo usou a figura do capacete da salvação? O capacete é essencial na proteção da cabeça de um soldado.
Nos tempos antigos, o capacete de um soldado era geralmente feito de ferro, bronze e couro. Esse equipamento de segurança era amplamente usado, pois no campo de batalha a cabeça de um soldado era sempre um alvo muito procurado por seus inimigos. Parece que Paulo tinha essa imagem em mente.
Além disso, Paulo também combina essa analogia com uma passagem do Antigo Testamento. Nela, o profeta Isaías, no capítulo 59 de seu livro, fala figuradamente do Senhor usando o capacete da salvação em sua cabeça. O interessante é que Paulo empresta essa referência para revelar que Deus concede esse capacete da salvação aos seus soldados eleitos.
Como já explicamos, ao falar do desafio cristão frente às forças das trevas, o apóstolo Paulo trata desse conflito como uma verdadeira guerra contra os principados e potestades espirituais do mal que governam este mundo tenebroso. Tal como numa guerra física, na batalha espiritual, Satanás e suas hostes tentam a todo custo atacar os seguidores do Senhor Jesus. Nesse cenário, a mente do cristão é sempre seu alvo mais cobiçado.
Satanás tenta lançar dúvidas e maus pensamentos na mente do cristão com a finalidade de corrompê-la, fazendo-o se apartar da simplicidade que há em Cristo. Ele procura desencorajar o crente no que diz respeito à segurança da salvação em Cristo Jesus. Mas o capacete da salvação protege o cristão genuíno dessas incertezas.
Por isso Paulo diz: "Tomem o capacete da salvação". O verbo grego traduzido como tomem também pode significar aceitem. A ideia então parece ser a de que assim como o capacete era aceito pelo soldado das mãos do oficial responsável pela distribuição dos equipamentos de combate também a salvação e tudo relacionado a ela é dom gratuito de Deus, inclusive a fé por meio da qual aceitamos.
Isso fica mais fácil de entender quando lembramos que o capacete da salvação é parte integrante da armadura de Deus. Ou seja, é parte da armadura que pertence a Deus e que ele concede graciosamente como uma dádiva aos redimidos. Além disso, Efésios 6 não é a única vez que Paulo fala da salvação usando a figura de um capacete.
Em sua primeira carta aos Tessalonicenses, capítulo 5, ele diz que os cristãos devem vestir o capacete da esperança da salvação. Mas por que em um texto Paulo fala sobre o capacete da salvação e em outro ele fala sobre o capacete da esperança da salvação? Isto acontece porque na vida cristã, a salvação é tanto uma realidade presente com a experiência das bênçãos provindas decorrentes dela, quanto uma esperança futura, com a certeza de que Deus completará a boa obra que começou.
O capacete da salvação inclina a mente do crente a certeza de que sua redenção eterna é uma obra de Deus e repousa na fidelidade de suas promessas e na imutabilidade de seu caráter, conforme registrado nas Escrituras. Portanto, podemos dizer que o capacete da salvação protege o cristão no presente e o conforta sobre o futuro. O último item da armadura de Deus, citado por Paulo é a espada do espírito, que não é outra coisa senão a palavra de Deus.
A espada do espírito é a única arma de ataque eficaz contra o mal. Um cristão verdadeiro precisa estar sempre apto a fazer uso da palavra de Deus para se defender dos ataques de Satanás. Mas é importante entender que a espada do espírito não é uma arma espiritual isolada.
Ao contrário, como estamos aprendendo aqui, ela faz parte de um conjunto de virtudes que constituem a armadura de Deus. Um soldado pode estar amparado por uma coraça, por um escudo, por um capacete, mas sem a espada ele estará desarmado de sua principal arma. Ele poderá resistir aos ataques adversários por um tempo, mas não conseguirá fazer uma defesa que imponha ameaça aos seus oponentes.
Não conseguirá fazer com que seus inimigos fujam. É assim também com o crente na guerra espiritual. Sem a espada do espírito, o crente está incompleto e incapaz de afugentar o mal.
Como já mencionamos anteriormente, ao falar sobre os equipamentos da armadura de Deus, o apóstolo Paulo aplicou algumas passagens do Antigo Testamento e também usou como figura a armadura de guerra do soldado romano de sua época. Naquele tempo, era comum o uso de dois tipos de espada. Um tipo era mais longo e o outro era mais curto.
O termo grego que Paulo usa ao falar da espada do espírito indica que ele tinha em mente a espada mais curta, que possuía aproximadamente 45 cm no máximo. Os soldados romanos carregavam esse tipo de espada na cintura. Assim, eles podiam rapidamente empunhahá-la e usá-la num combate corpo a corpo.
Essas espadas curtas eram armas usadas tanto defensivamente quanto ofensivamente. Esse detalhe mostra que o apóstolo estava preocupado em ensinar que através da espada do espírito, o crente tanto pode se defender dos ataques do diabo quanto avançar ofensivamente contra as estratégias do império do mal. A postura do crente na batalha espiritual é, antes de tudo, defensiva.
No entanto, não se trata de uma defesa acuada e passiva, mas uma defesa ativa e ofensiva que expulsa o inimigo. Isto então só é possível por meio da espada do espírito. Dessa forma, podemos entender que a espada do espírito é, sem dúvida, a arma mais poderosa que existe.
Por isso, o escritor de Hebreus, no capítulo 4 de sua epístola, diz que a palavra de Deus é viva e eficaz e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é aptacernir os pensamentos e propósitos do coração. Então, a espada do espírito não é como uma espada comum que simplesmente transpassa o corpo. A verdade, ela tem poder para alcançar o lugar mais profundo do íntimo do ser humano.
Assim, a espada do espírito é o evangelho, é a Bíblia completa, isto é, a palavra de Deus toda. Diferentemente de uma espada comum, a espada do espírito jamais perde seu corte, jamais perde sua utilidade e eficácia. Outro ponto importante é a informação de que a espada é do espírito.
Isso significa que essa espada não apenas foi dada pelo espírito, mas também é ele quem a empunha. Em outras palavras, a espada do Espírito é a palavra de Deus e é o próprio Espírito Santo quem aplica a palavra em nosso coração e nos capacita a usá-la. Isto está de acordo com a verdade de que a palavra de Deus é viva e eficaz.
A espada do espírito também é a única arma capaz de curar e trazer vida ao invés de ferir e matar. Ao mesmo tempo em que a espada do espírito revela o estado pecaminoso do homem, ela também conduz o pecador ao Salvador. Inclusive, o Senhor Jesus deu o exemplo de quão poderosa e eficaz essa espada é.
Ao ser tentado por Satanás no deserto, Cristo se defendeu usando a espada do espírito e derrotou o inimigo. Ele respondeu às tentações do diabo, declarando firmemente: "Está escrito! Então, estes são os itens da armadura de Deus.
Mas um detalhe que muita gente acaba não percebendo é que Paulo escreve exatamente o seguinte: "Portanto, tomai toda a armadura de Deus para que possais resistir no dia mal. e havendo feito tudo, ficar firmes. Note que Paulo enfatiza que o crente deve tomar toda a armadura de Deus.
Inclusive, a própria palavra grega para a armadura destaca essa ideia de totalidade. Isso quer dizer que a armadura espiritual é formada por diferentes elementos, mas é também uma perfeita unidade. Portanto, entenda que no ensino bíblico não faz sentido usar apenas uma ou outra arma espiritual e desprezar as demais.
Ou alguém está vestido com toda a armadura de Deus ou está completamente vulnerável aos ataques de Satanás. Mas uma pergunta importante que surge é: o que realmente significa revestir-se de toda a armadura de Deus e como podemos fazer isto? A Bíblia diz que estar vestido de toda a armadura de Deus significa estar fortalecido no Senhor e na força do seu poder.
Então, revestir-se da armadura de Deus implica em viver a vida cristã da forma correta e plena. Significa estar de pé no poder sustentador de Deus. A parte de Cristo, o cristão nada pode fazer.
A fonte do poder do cristão é o próprio poder de Deus, o mesmo poder que ressuscitou Jesus dentre os mortos, bem como os crentes de seu estado de morte espiritual. Então Paulo termina sua analogia sobre a armadura de Deus, ensinando como o cristão pode vestir essa armadura. Ele diz que é somente por meio de uma vida de oração que o crente pode estar devidamente equipado com a armadura de Deus e pronto para a guerra espiritual.
Assim como um soldado deve estar em completa comunhão com seu comandante através de uma comunicação apropriada, o crente deve estar em plena comunhão com Deus através da oração em todo tempo. Além disso, a vida de oração daquele que veste a armadura de Deus deve ser no espírito. Isso significa que a oração do crente deve ser submissa e alinhada à vontade de Deus.
Por fim, podemos dizer que revestir-se da armadura de Deus também é algo que inclui tanto a soberana graça divina como a responsabilidade humana. É o crente quem deve vestir-se com essa armadura. É o crente quem deve usá-la completamente em sua vida diária.
Contudo, Deus é quem providenciou essa armadura. Ele é quem forjou essas armas. E como uma dádiva, ele entregou sua armadura aos seus filhos.
Por isso, sem o poder divino, ninguém é capaz de usar a armadura de Deus. Agora, escreva nos comentários se você já conhecia o significado da armadura de Deus na Bíblia. E se você tem vontade de crescer ainda mais no conhecimento da palavra de Deus, eu te convido a estudar teologia conosco de qualquer lugar, totalmente online, através de videoaulas, apostilas e com certificado de conclusão.
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