Se eu quero ganhar, se eu quero fazer dinheiro com facilidade, eu deveria estar preocupada em fazer o quê? expandir meu nível de consciência, melhorar a minha estrutura emocional para que os desafios sejam uma poeirinha na minha mesa. Agora, se eu não tenho estrutura emocional, se eu não tô desenvolvida internamente, se eu não tratei minhas feridas, se eu não sou casca grossa para lidar com as coisas, Uma poeirinha acaba comigo. É o meu campo que conecta lá, não é o contrário. Não sou eu bonitinha, fadinha, que chego linda no ponto zero e sou invadida por tudo
de ruim. Não, meu campo que conecta lá. Ou seja, todas as pessoas que eu me relacionei à vida inteira, não foram elas que despejaram sobre mim alguma coisa, era o meu conteúdo que tinha a ver com o que elas tinham para entregar. Para mim existe um campo de energia e é independente da sua Fé. Para mim existe um campo de energia que tá modo de falar passeando, buscando um campo compatível com que ele precisa viver, com que ele precisa experimentar. Mas às vezes a vida tá te chamando para fazer um trabalho e você tá fazendo
o quê? Se retirando. Não, não, não vou falar disso. Não tem valor. Tudo isso que você falou tem ligação com libido também. Ela é algo importante. E qual é o o impacto de uma libido desenfreada ou do libido Praticamente inexistente dentro de uma trajetória evolutiva, dentro de um progresso, né? Podcast Filhos do Todo no ar. Seja muito bem-vinda. Seja muito bem-vindo. Gostou do título? Gostou do trailer? Já deu uma olhadinha aí, viu quem é convidada? Então vamos para um protocolo inicial. Like na certeza, comentário positivo aqui, verifica se tá inscrito, inscrita. Pelo seguinte, essa convidada
tá chegando Aqui pela segunda vez. Nossa primeira live foi muito boa, nosso primeiro podcast foi muito bom. Como nós fazemos o formato estreia, não tem como responder as perguntas ao vivo, mas nós temos aí a vantagem de trazer novamente o mesmo convidado, né? Então vamos fazer o seguinte, nós vamos criar uma meta aqui. Você gosta da Paula Correia? você acompanha, ela quer ter perguntas respondidas, você já coloca ao longo dessa live a sua pergunta aqui. Se essa Live chegar numa meta que superar a primeira live, ou seja, vamos colocar uma meta de 150.000 1000 visualizações,
nós vamos pegar as perguntas principais e vamos fazer uma próxima live respondendo a pergunta que você tiver dessa daqui. Essa vai ser uma vantagem, um bônus que nós vamos dar. E vai ter mais dois presentes para você, só que você tem que ficar até o final. São presentes exclusivos para quem estiver aqui e você vai ter um benefício Aí numa próxima live também, tá bem? Estamos combinados. Então, como é que você faz para essa meta ser alcançada? Compartilha com todo mundo que você conhece, deixa o teu like, escreve suas perguntas, deixa seus comentários para que
a gente possa bater essa meta e você receber esse benefício, tá? OK. Então, vamos lá, vamos falar sobre esse universo de prosperidade, relacionamentos, tem muito assunto, ela manja bastante, ela tem um conteúdo Excelente e por isso que ela tá aqui de volta. Seja muito bem-vinda, minha amiga. Obrigada. Fala. Oi, gente, tudo bom? É um prazer estar aqui com vocês de novo para mais um bate-papo com um conteúdo diferenciado, que você sabe, né, faca? Eu não trago mais do mesmo e com objetividade a gente vai direto ao ponto, sem ficar fazendo rodeio, enrolação. Posso fazer uma
observação, Fá? Duas coisas. Primeiro eu quero agradecer você e o seu público, porque São, cara, que galera querida que te segue, assim, a gente recebeu muitos comentários, recebe muitas visitas no meu canal e quero que você seja muito bem-vindo. Nós tivemos um uma situação um tempo atrás que o meu canal foi hackeado, então talvez a galera esteja tentando colocar ou me procurar nas redes como Paula Gasparini ou Paula Correia não tá achando. Porque gente, você vai ter que botar Paula Gasparine Correa por conta desse hacker, dessa Situação toda que a gente teve. Então, quem tiver
me procurando vai ter que botar o @ completo para achar o Insta, o YouTube e tudo mais. Só fazer esse. E eu vou deixar na descrição aqui do jeito que ela falou. Então, pessoal, às vezes tem comentários aqui, cadê as redes delas? Tá na descrição, mas segue ela lá porque faz parte do presente que você vai ganhar depois, hein? Então já sabe como encontrar. E vamos pro nosso papo de hoje. Na outra live, na outra, no Outro podcast que a gente fez, surgiram várias questões. Eu algumas que eu acredito que são super importantes e que
eu vejo também comentários de pessoas que têm fragilidades em certos pontos, né? E um primeiro ponto que eu vi que que é interessante, que chama atenção, é aquelas pessoas que elas não prosperam, entre aspas, eh bloqueiam a prosperidade e dizem: "Todo mundo que se aproxima de mim quer, quer pegar tudo que eu tenho, tá interessado no meu Dinheiro, se eu consigo alguma coisa, essa pessoa leva embora. E às vezes eu tenho até amor por alguém, mas eu bloqueio isso. Então, poderia uma paixão, um amor, um relacionamento impedir uma pessoa de ganhar o dinheiro dela? Ai,
gente, vamos lá. Fael já começa logo botando o fogo no parquinho. Então, olha só que coisa interessante. Tem um quadro no meu YouTube que eu faço toda quarta-feira. Eu trago um aluno que tá comigo em algum dos cursos do Treinamento e ao vivo ele traz um ponto de desconforto e a gente faz uma uma parte da sessão que seria lá do meu protocolo Recriss eh que é a sigla de reprogramação criacional emocional e sistêmica, que é o meu método. Então, ao vivão, estamos lá entre um homem e uma mulher, um aluno, e ele fala: "Meu
ponto de desconforto é tal, é dinheiro, é relacionamento, a minha questão com os meus pais". E esta última semana aconteceu algo muito interessante. Tivemos um homem e ele disse: "Paula, o meu ponto de desconforto é: eu tenho uma questão com os meus pais muito mal resolvida, muito assim, é um cara, eu preciso resolver isso." Só que ele já é meu aluno, então eu já sei que ele também em um dos meus treinamentos tá buscando prosperidade, ele também tá buscando um relacionamento afetivo de qualidade. Então meio que a gente não sabe detalhes, são muitos alunos, né?
Mas assim, quando a gente pensa um outro Ali na aula ao vivo, você lembra, tem uma cabeça boa para para identificar problema, lembrar de problema do povo. Aí eu eu falei: "Cara, ele tem um monte de coisinha". Mas ele trouxe isso. Falei: "OK, vamos naquilo que tá sendo um ponto de desconforto para ele". Quando nós começamos a sessão, quando a gente vai aprofundando no que eu chamo de campo emocional inconsciente, que é um espaço que transcende a nossa mente racional, quando a gente realmente Começa a entender quais são as emoções que estão debaixo do que
eu chamo de problema, eu começo a entender mecanismos de funcionamento daquela pessoa que acontecem num plano sutil que ela não acessa. E esse mecanismo de funcionamento, ele funciona como estrutura, como base de sustentação para aquilo que a pessoa chama de problema. E a pessoa passa muitas vezes uma vida toda brigando com o que tá em cima dessa base de sustentação. Então, não consigo Um namorado, meu casamento é um caos, eu brigo com a minha sogra, minha relação com os meus pais é fadada ao fracasso, eh não consigo ter uma relação de qualidade, me sinto invisível,
o dinheiro não chega, o dinheiro não multiplica. Este é o problema que tá ali em cima de uma base. E essa base é onde a gente mexe e começa a aprofundar. Quando eu comecei a aprofundar com ele, nós descobrimos que ele tinha uma sensação de que todas as mulheres que se Aproximavam dele exigiam que ele tivesse mais grana, que ele fosse mais eh apresentasse uma postura mais firme, que trouxesse mais segurança. E o que que ele sentia por essas mulheres? Raiva. Ele sentia raiva e internamente ele falava assim: "Ai, que bando de mulher interesseira, meu
Deus, que bando de mulher interesseira". Durante o nosso processo, nós descobrimos por ele se conectava com esse tipo de mulher. Nós entendemos porque ele as considerava Interesseira. Entendemos como desfazer isso, modificar isso no campo mais sutil. E nós descobrimos um dos pontos que impedia esse homem de prosperar no tanto que ele gostaria. Por quê? Veja só, se você sente raiva de uma pessoa que se aproxima de você e diz: "Ó, tem que acordar, tem que fazer mais dinheiro, tem que me trazer uma segurança nessa área, isso é importante para mim". Se você tem raiva de
quem se comporta dessa forma ou de quem te Solicita nesse sentido e acha que essa pessoa é interesseira, como que você vai se sentir seguro ou segura para ser um homem, uma mulher rico, rica, bem-sucedido e sentir segurança na conexão afetiva que você vai fazer se você acha que as pessoas que se aproximam de quem tem dinheiro são interesseiras, então como que eu vou Eu me sentir amado genuinamente, sendo rico. Se eu acredito que o dinheiro chega na minha frente e Aí o que que eu começo a fazer? Eu tenho uma busca inconsciente por amor,
por ser amado, por ser aceito como eu sou, mas uma vez que eu prospero, eu entro em conflito, porque eu falo: "Pera aí, eu quero ser amado pelo que sou, mas se eu chego com essa quantidade de grana, com esse visual, com esse carro, se eu apresento para essa mulher ou para esse homem essa casa, esse trabalho, eu não vou me sentir amado pelo que eu sou nunca. Eu sempre vou ter uma puga atrás Da orelha de que essa pessoa tá comigo pelo que eu tenho. Então, de forma inconsciente, muitas pessoas, muitos homens e mulheres
estão sabotando a sua prosperidade, a sua riqueza, se impedindo de ter uma empresa, de ter liberdade financeira, porque tem medo de que o dinheiro chegue na sua frente e de que ele não consiga conquistar relações saudáveis, sólidas, genuinamente verdadeiras, alicerçadas no sentimento verdadeiro. Olha que interessante. E aí, Quer dizer, a pessoa chega achando que tem um ponto, um problema e a gente acaba descobrindo várias outras situações que estão emaranhadas naquilo ali, porque de fato a origem dessa autossabotagem dele, a origem desses padrões destrutivos estava sim na percepção que ele tinha em relação à mãe e
ao pai. Posso explicar um pouquinho do porquê? Eu ia te perguntar sobre isso, captou vossa, nossa mensagem. Qual é a influência do pai e da mãe? Porque as Referências muitas vezes vêm, né, dessa dupla ou então de um só. Uhum. Olha só, quando ele era criança, ele tinha eh uma percepção daquele casal bastante distorcido, uma percepção infantil, como todos nós tivemos uma percepção a respeito do que vimos dentro da nossa casa, uma percepção de criança baseada no quê? no que eu sinto. Então, se eu olho pro meu pai e pra minha mãe e eu sinto
que aquilo é amoroso, eu vou ter uma percepção daquele contexto como Sendo algo positivo. Se o contexto que você apresenta para mim é dolorido, eu vou ter uma perspectiva muito negativa daquele contexto. E o que ele sentia? Que aquela mãe vivia muito em função daquele homem. E aquele cara às vezes chegava bêbado, aquele cara às vezes chegava mais agressivo. Não com ela, com eles, com os filhos. E ele falava: "Pô, minha mãe não defende a gente, minha mãe não entra no meio. A minha mãe não protege, a minha mãe não faz o que tinha Que
fazer. Meu pai é grosseiro com ela. Ela não bota ele para correr. Eles discutem, ó, não bota ele para correr. E isso gerou nele uma indignação. Qual era a indignação dele? Eu não sei como a minha mãe aceita o meu pai deste jeito. Eu não sei como a minha mãe aceita o meu pai como ele é. Ela não deveria aceitar o meu pai como ele é. Ela não deveria amá-lo como ele é. Só que veja, esse é o que ele busca na vida. Ele busca ser amado como ele é, mas ele julgou e Condenou o
comportamento da mãe que amava o pai como era. Então, olha o que que acontece nesse campo nosso mais sutil. Eu dei uma informação pro meu campo que diz assim, ó: "Eu acho injusto quando uma mulher aceita o homem como ele é, com as fragilidades, com as dificuldades. Logo, eu não posso admitir ou aceitar encontrar uma mulher que me aceite como eu sou. Eu preciso me conectar com mulheres que sejam diferentes da minha mãe, mulheres que Vão chegar para mim e falar: "Não te aceito como você é, você tem que mudar". E aí eu fico com
ódio mortal. Por que eu fico com ódio mortal? Aí vem o outro lado. Quando ele olhava pro pai, ele se sentia muito melhor que o pai. Ele sentia que se ele estivesse no lugar daquele homem, ele faria melhor. Ele seria incrível. Ele seria Só que a mãe sentia segurança naquele pai. Quando o pai não tava dentro de casa, ela ficava maluca. Ela queria a presença do marido Dela. Por quê? Porque ela sentia segurança. Pô, mas ele não é perfeito. Mas ela sentia segurança. Ele transmitia isso para ela. O a criança que olhava o cenário não
entendia, mas ela sentia. E aí esse sentimento que ele carregava, que o pai era todo distorcido, todo errado, ele julgava aquele pai e dizia o quê? Pai, o senhor é uma bagunça. Eu vou fazer melhor. Eu vou fazer melhor. Eu vou tratar melhor a minha filha quando eu tiver meu filho, entendeu? Você é um Cara incrível. E aí o que ele faz? Hoje tem uma filha. A filha foi morar com ele. Você acha que isso é uma casa? Não. Hoje ele pega toda a energia dele, todo olhar e bota em quem? Na filha. Quando chega
uma mulher, como é que essa mulher se sente? Escanteada. Se se sente jogada de lado. Aí você abre um Instagram do cara, 1000 fotos com a filha. Como é que vai entrar uma rainha na vida dele? Como é que esse cara vai se sentir livre para botar uma foto com a mulher que ela? Como é que ele vai se sentir livre para fazer uma viagem? Ele não consegue olhar pra filha e falar: "Filho, o papai vai viajar com a minha namorada. Como é que eu vou deixar minha filha? Não vou levar? Ela vai se sentir,
como é que ela vai se sentir? Ela vai se na cabeça dele, ela vai se sentir como ele se sentia naquela relação dos pais de lado, que a mãe não protegia, que a mãe não olhava, que a mãe não colocava ele em primeiro lugar antes do pai. E a gente Começa todo um processo de reordenar esse olhar. Alguém deve estar falando do outro lado, isso é constelação familiar, não é? Assista a live para você entender que não é constelação familiar. A gente reorganiza o sentimento, o ponto de vista, a perspectiva, limpa a emoção tóxica distorcida
por conta de uma percepção infantil e vai colocando cada coisa no seu devido lugar. E aí entra um processo muito lindo ali, Fqué, onde sai a raiva, sai o ódio e nasce o amor. E a Gente não usa perdão. Meu método não tem perdão. Então a gente vai compreendendo cada personagem naquele escenário e aquele ódio, aquela ira se dissipa e o amor vai nascendo. E ele foi entendendo, ele foi entendendo porque que o pai atacava muito ele, brigava muito com ele e protegia o irmão, porque o pai vira via ele forte demais. O pai via
ele muito inteligente, muito capaz. E aí quando ele vai percebendo, ele vai sorrindo, ele vai esboçando o soro. Você Vai vendo na sessão assim, ele vai rindo que ele vai falando: "Hum, é isso mesmo". Então tipo assim, meu pai não me descascava, meu pai fazia isso porque realmente ele vinha em me força. Ele sabia que eu era descolada, eu era inteligente, eu era isso, era. Aí ele vai colocando cada coisa no devido lugar, se sentindo amado, aceito, e aí vai ativando nele aquela habilidade do pai. Aí eu vou levando na brincadeira, na sacanagem, falei: "E
o borogodó que Esse pai seu tem?" Porque sua mãe fica louca atrás de mulherada na rua fica louco. Que borogodó que esse homem tem que tá te faltando? Porque tá te faltando mulher, tá te faltando borogodó. Então vamos aí, sabe? a pessoa vai relaxando naquilo e vai conectando com a energia deste pai e dessa mãe de forma positiva e ao mesmo tempo quebrando todos os vínculos energéticos, que geralmente tá todo mundo aqui vivendo ao contrário. A pessoa tá Grudada no pai e na mãe energeticamente e tá cheia de desconforto e desalinhamento na no presencial e
ela acha que ela tá bem. Não, meu pai, minha mãe tá lá na casa deles, eu vivo minha vida, mas energeticamente tá tudo grudado. Então, na verdade, tem que fazer um trabalho profundo para desvincular energeticamente cada um com a sua vida. E se houver uma convivência harmoniosa, tá maravilha. Você pode almoçar, pode jantar, pode bater papo, Viajar junto. Se não for harmonioso, porque não tem afinidade, tá tudo bem também, cada um na sua, mas o principal é o que acontece no invisível, muito mais do que o que acontece no plano físico. Então, foi mais ou
menos nessa batida que a gente foi indo e ele foi sacando tudo. Ele foi entendendo porque que ele tem dificuldade de relacionar, ele foi entendendo porque ele coloca muita atenção e energia nessa filha. Ele foi entendendo o peso que isso pode Gerar para ela, porque pode gerar uma culpa, daqui a pouco ela arruma um namoradinho. Como é que ela vai viajar com seu namoradinho, passear com seu namoradinho? Ai, coitado do meu pai. Meu pai largou tudo por minha casa. Como é que eu vou deixar o velho em casa? Como é que eu vou deixar o
meu pai em casa? Como é que eu vou? Ai, meu Deus do céu. Aquela culpa. Então, quer dizer, prende todo mundo, vira um inferno que era para ser bom, vira um peso, uma escravidão. Então, a gente foi colocando tudo no devido lugar e liberamos ele também para prosperar, para crescer, para empreender, né? Porque tudo isso também vai tirar dele tempo. E, minha filha, como é que fica? Vou botar o dinheiro na frente? Isso é importante nesse momento. Vou focar nisso. E meu relacionamento vou botar na frente. Então, quer dizer, hoje é ele a filha, amanhã
vai ser ele uma mulher, vai ser ele uma empresa, ele Funcionário e o tempo vai diminuindo aqui. Se a criança dele não tiver curada em relação à aquela mãe que olhava muito pro marido por entender que isso sustentava a família, ele não vai conseguir, não vai conseguir crescer prosperar, porque vai se culpar, entendeu? é o que eu mais recebo de pergunta nas minhas caixinhas. Depois que eu me tornei mãe, eu não consigo fazer dinheiro. Depois que eu casei, eu não consigo mais fazer dinheiro. O que Que tá acontecendo comigo? É isso. E consecutivamente, não é
constelação familiar, às vezes as pessoas confundem. Uhum. Mas ele ia passar um problema para essa filha que não ia achar ninguém ideal também. vai que ela ela cria, ela vai procurar homens, relações, pessoas que nunca serão suficiente porque o pai colocava ela num pódium, né? Uhum. E e aí ela se sentia culpada. Se sentir culpada também poderia passar isso para uma próxima geração. E aí a gente entra Nesses sentimentos reprimidos, né, dentro de dessa capacidade que as pessoas têm de gerar sentimentos, de guardar, de armazenar, de não libertar. Quais são os principais sentimentos que se
a gente pudesse colocar em uma em caixas, né, que interferem diretamente nessa prosperidade ou então na aquisição de dinheiro, tá? Deixa eu só fazer um parênteses. Quando a gente fala assim, ó, eh, o pai joga sobre ela ou esse comportamento do pai eh tem um poder Sobre a filha, na verdade não tem. É a filha que pega ou não pega. Tem filhos que não pegam. O pai se comporta assim. É. E a a criança ou adolescente não vê a hora de fugir de casa para se livrar daquilo ali. Carrega um monte de coisa no coração,
mas não pega. Não pega daquele jeito. Outros pegam exatamente desse jeito. Então, eh, tem até um treinamento meu que chama o poder é meu que é o open. Por quê? Muitas coisas são lançadas para nós, muitas palavras, Muitas eh projeções, sugestões. E não são todas que a gente pega, né? Tipo, minha mãe e meu pai me sugeriram muitas coisas, me lançaram muitas coisas, algumas eu peguei, outras não. Então, o que eu pego e o que eu não pego sobre o que é lançado em relação a mim diz respeito ao meu destino, diz respeito à minha
jornada. Por que que eu peguei uma coisa e não peguei outra? Por que que a minha mãe falava, por exemplo, você é burra, eu não pegava, mas quando ela Falava, você é gorda, eu pegava. Por que que tem coisas que eu ouvi minha mãe falando e me pegam até hoje? E tem coisas que eu ouvi a minha mãe falando, eu tirava na sacanagem, hoje eu tiro na sacanagem, não me pega. Percebe? Eu lembro uma entrevista da Sabrina Sato que ela falou assim: "Você pode me chamar de burra o quanto você quiser. Eu adoro fazer papel
de burrinha. Não ligo por quê? porque eu me acho extremamente inteligente, mas não Fala que eu tô gorda, porque você vai acabar comigo. Ou seja, a ferida dela é num ponto, o outro ela não tá nem aí. Tanto que, né, ela fez vários papéis em TV e tudo mais, que ela era tinha aquela personagem mais burrinha, né? Nunca se importou com isso, porque ela se sente uma mulher extremamente inteligente. Então, o ponto nosso é pra gente não cair no vitimismo e não negativar o nosso poder pessoal. Sim, eu nasci nesse contexto familiar, eu tive esse
pai e Essa mãe e eles me lançaram um monte de coisa. O que que eu peguei? Por que que eu peguei isso? Isso aqui eu não peguei. Bom, o que eu peguei diz respeito aos meus desafios, aquilo que eu preciso vencer na minha jornada de vida, aquilo que vai fazer parte da minha do meu da minha constante processo, do meu constante processo evolutivo. Por isso que eu peguei, lembra que eu te comentei quando meu pai morreu? Um mês antes dele morrer, ele Vira para mim e fala: "O quê? Você vai cuidar da sua mãe, do
seu irmão, você vai cuidar de sa, você vai cuidar de tudo". Eu peguei. Mas outras coisas que o meu pai falava ali, eu não pegava nada, mas isso eu peguei. Por quê? Porque isso fazia parte do meu processo evolutivo, tanto de me sentir responsável e lutar para isso acontecer, quanto de aprender a soltar todo mundo no momento seguinte. E aí você me pergunta na sequência, Quais são os sentimentos que geram eh prosperidade ou que geram escassez ou que impedem a gente prosperar? Todos os sentimentos que negativam a presença do dinheiro. E aí não só sobre
dinheiro, como nós estamos conversando aqui, então pode ser sobre família, po, vamos usar exemplos práticos. Bom, sou solteira, trabalho, tenho minha vida, ela ganho minha grana, cuido de mim e tudo mais. me caso. Quando eu me caso, eu mudei o contexto, Certo? Então, agora eu tenho um marido para olhar, uma casa para cuidar e filhos. Se eu sou mãe, tenho meus filhos. Se eu tiver uma dor, uma ferida, uma percepção de que ou minha mãe ou meu pai olharam demais pro trabalho e me esqueceram, olharam demais para fora e me esqueceram, se eu sentir uma
dor profunda com esse movimento, pela minha mãe ter escolhido ir pra academia, ir pro trabalho dela, fazer as coisas, se isso me doeu, a tendência, a tendência é Que eu decida não agir dessa forma. A tendência é que eu decida fazer o oposto do que a minha mãe fez. Paulo, isso é uma regra? Não. Tem mulheres que fazem exatamente o que a mãe fez, mas o sentimento dela em relação ao que ela tá fazendo é muito negativo. É um sentimento de culpa. Então, por isso que eu falo, não se apegue muito ao que você faz
ou deixa de fazer, mas observe o seu sentimento. Paula, eu casei. Ah, esse não é o meu caso. Eu casei, continuo Trabalhando e fazendo meu dinheiro. Como é que você se sente quando você chega em casa e vê que seu filho tirou uma nota vermelha? Você sente culpa? Putz, eu sinto. Sinto que eu tô muito na rua. Sinto que eu não tô olhando para ele. Sinto que eu não tô. O que vai te matar é a tua culpa, não é você tá na rua trabalhando ou não. E aí às vezes você até tá trabalhando, mas
chega seu chefe e fala assim: "Eu quero te promover". Aí você fala: "Mas eu vou Trabalhar quantas horas a mais? Você vai trabalhar sábado?" Não quero. Mas era meu sonho, mas eu não posso. Mas era meu sonho, mas eu não Então assim, existem níveis de sabotagem em prosperidade, então você até pode ter um trabalho, mas será que você chega no nível que você quer? Qual que é teu teto hoje? O que que tem depois desse teto? Que crença que te impede de virar o jogo? contar um troço meu aqui, um negócio Meu. Eu vim aqui
da outra vez e rolou um corte do nosso podcast, onde eu fazia uma comparação, onde eu dizia que um cara me chamou para falar que ele era usuário de cocaína e que eu tava tentando explicar para ele que para ele conseguir se libertar daquilo, ele tinha que descobrir qual era o sentimento que ele carregava quando ele tava diante da droga, quando ele usava droga, quando o efeito passava, aquele pacote de emoções, era importante que ele olhasse Para aquilo. E eu fazia uma comparação com ele. Falei: "Eu sou viciada em refrigerante e se eu não olhar
isso porque eu acho que tudo bem, é o refrigerante, não é sobre ser refrigerante ou sobre ser cocaína ou sobre é sobre o que você sente. Isso terapeuticamente falando, humanamente falando, você vai separar as coisas. Então quem usa droga tem um peso porque isso causa tal. Quem usa álcool tem Outro peso, isso causa tal. Quem é viciado em jogo é outro peso. Ah, quem é viciado em academia é um vício, tem um pacote de emoções para ser olhado. Mas humanamente falando, pô, que legal, melhor que seja viciado em academia do que seja viciado no álcool.
Isso quando a gente tá falando de mundo físico, mas quando eu tô falando de mundo interno, quando eu tô falando terapeuticamente, o plano físico ele fica standby e eu olho o pacote de Emoções. E aí a gente fez esse corte, só que eu não consegui dar essa explicação que eu tô dando aqui, porque o corte ele fica muito, né, aquela coisa meio que E eu falei: "Cara, se eu soltar esse corte, isso vai me dar uma dor de cabeça, porque aí vai vir a mãe que o filho dela morreu drogado. Aí vai vir o próprio
drogado achando que eu tô desmerecendo a dor dele ou a dificuldade dele de, né? Aí vai, falei: "Cara, eu vou ter tanto problema com esse corte Que eu não vou pôr". Aí eu falei assim: "Pera aí, essa é a minha justificativa racional, mas o que que eu sinto quando eu assisto esse corte e imagino ele saindo na minha rede social? Qual sentimento vem?" Eu falei: "Medo? Eu tô com medo. Eu tô com medo de de repente explodir uma bolha e explodir essa bolha de forma negativa e ser percebida de uma forma equivocada e ter que
me explicar e aí ser mal vista e aí aquele fuá todo em volta da minha imagem. Eu falei, pode Tratar esse medo. Por que você tá preocupada com essa imagem? Por que você tá preocupada que as pessoas te vejam de uma determinada forma? Qual o problema das pessoas não gostarem do que você fala? Qual o problema das pessoas rebaterem o que você fala? vai tratar esse medo. Então, Fá, quando a gente tá realmente no momento presente da gente, a gente vai passar por todas as situações. Você vai no posto de gasolina abastecer o carro, você
vai estar Conversando com o seu filho, você tá conversando com a sua esposa, você vai est conversando com sua funcionária, você vai est entrando num lugar e o que que você vai observar? o seu sentimento e não a situação em si, porque a situação em si diz respeito à vida material e você vai ter que lidar com ela conforme o contexto material que você vive, o que propõe leis e tudo mais. Agora, o que reina a nossa vida é o mundo invisível, é o emocional. O que Eu sinto então sobre dinheiro é o que eu
sinto? O que eu sinto quando eu saio para trabalhar? O que eu sinto quando eu tô dedicando as minhas horas no trabalho? Eu me sinto uma escrava. Eu me sinto escravizada pelo meu chefe. Eu tenho ódio do dono da minha empresa. Eu tenho raiva quando eu vejo alguém trabalhando pouco e ganhando muito. Eu fico indignada com isso. Eu acho que é um absurdo XX situação. Sabe o que que eu sinto quando Eu me relaciono com várias possibilidades de quem ganha muito, de quem ganha pouco. Eu sinto dó. Eu sinto dó do cara que acorda 5
horas para trabalhar. Aí eu sinto raiva do outro que faz um negócio lá e dá certo. Então o que eu sinto em cada contexto, em cada situação, quando eu ganho um valor X, quando eu perco um valor Y, quando é mais ou menos por aí. E aí você também comentou um ponto que me chamou atenção, que às vezes o vício, as Pessoas elas relacionam, por exemplo, a uma droga, uma bebida. Aí você falou da academia e eu tive durante 15 anos eu dei aula em academia, preparei atleta para luta, tava nesse meio, sabe? Era também
atleta. E o que eu vejo ali também você pega muita coisa equivocada. a gente vê esporte à saúde, como você falou, mas mesmo ali numa coisa que era para ser boa, eu vi às vezes pessoas que roubavam para poder comprar as paradinha, para comprar lá o Suplemento, ficavam obsecados. E aí aquilo já virou um vício proporcional. É porque as pessoas às vezes sentem uma dor que nem às vezes a mãe sentiu a dor no num vício que era relacionado à droga. Mas e a mãe desse cara que via ele tá entre aspas com uma uma
curaça bonita, um músculo aparentemente saudável, mas ele tava por dentro também em frangalhos, tava roubando. Às vezes uma pessoa tem outros tipos de vício, como o jogo, que Socialmente não fica perceptível, como você falou, mas mentalmente, psicologicamente tá destruindo o cara. Sim. E aí, por falei sobre essa questão física, porque a linguagem corporal, as questões psicossomáticas tem uma relação também, uma memória física com esse ponto de escassez que muitas pessoas trazem? Me explica melhor sua pergunta, F, para eu Uma pessoa muitas vezes ela ela no psicossomático ela tem reações no corpo. Hum. Essas reações no
corpo são, entre aspas, também inexplicáveis pelo médico. Uhum. Essas reações podem ter vindo de um padrão de escassez que ela recebeu, por exemplo, e agora ela não consegue lidar isso, o corpo dela começa a reagir e de repente ela tem alguns sintomas e ninguém vai explicar, mas aquilo veio de tipo um pai, uma mãe que falou: "Olha, eh, eu tô pagando as coisas para você, você não tá aproveitando, eu me mato lá para trabalhar e você fica deitada, você Não merece as coisas". Entendeu? Alguma coisa desse nesse sentido que eu vejo que às vezes acontece.
Tem eu a sincronicidade da vida é muito legal. Você tá falando um negócio que eu estava conversando ontem com uma pessoa, é um empresário muito bem-sucedido e ele disse para mim: "Vou ter que pagar 6 milhões amanhã para um grupo de pessoas porque houve uma situação X na empresa e eu vou ter que liberar isso tal para essa galera". Enfim, uma situação dele Lá. E eu disse, tá? Mas você tá se sentindo, né? Pô, faz parte do jogo, a gente ganha muito, tem hora que a gente tem que pagar, faz parte, tal, mas daí é
uma punhalada, você toma um bac, né, que você não imagina isso, assim e e é isso. E vamos embora, vamos pagar e tal, porque a gente aí ele começou porque a gente tá ganhando bastante, a gente tá ganhando muito e eh já vi clientes depositar eh Colocarem muito dinheiro no nosso negócio, investirem demais. E você sabe que às vezes eu fico até me sentindo um pouco mal quando eu vejo eles botarem muita grana e vestir muito. Aí eu falei: "Você sente mal?" É porque às vezes eu falo: "Pô, tá botando muito dinheiro e tá vindo
muita grana para mim". Eu falei: "Tipo, uma culpa ele é". Pois é. Este sentimento que aparece igual uma nuvenzinha. Hum. Essa culpa, ela precisa ser equalizada No teu sistema. E aí, o que que o sistema dele faz? Bom, vamos devolver um pouco. Você tá achando que é muito? Você tá achando que você não merece? Tá te fazendo mal, você tá sentindo culpado, vamos devolver um pouco. E foi o que ele fez. Então, ontem parte dele tomou o BAC, plano físico, 6 milhões para pagar, mas o emocional inconsciente relaxou. Qual a sensação? Estamos kits. Estamos kits.
Beleza. Posso ganhar o meu. Posso desfrutar? Posso ter uma vida boa porque Aqui o troço é equilibrado. Recebo muito, mas também quando eu tenho que entregar devolvo. Então tá tudo no jogo. Aí eu virei para ele e falei assim: "Talvez você não tenha percebido que o seu negócio não é mais sobre dinheiro. Os seus clientes, eles já não estão mais ali por conta de grana. Eles estão ali por sua causa. Você não entendeu o valor que você tem nessa relação pela pessoa que você é, pelo homem que você é, pela Energia que você coloca. Você
num sacou que não é mais sobre grana e que o que você entrega para eles, não há dinheiro nenhum que possa entregar. Ou seja, eles podem passar a vida inteira investindo na sua empresa. Quantos milhões for, você tem que se sentir feliz, bem. Sabe por quê? Porque eles terem te encontrado, por eles terem encontrado um lugar seguro, um porto seguro, um alicerce, porque é tudo isso que eles sentem em você. Não é mais sobre Dinheiro, não é nem pelo que você devolve para eles fisicamente, mas é o que você devolve energeticamente. E isso serve para
a senhora colega, que é às vezes uma dona de casa e não trabalha fora. E você sente culpa às vezes de ver seu marido se matar e você fala: "Meu Deus, eu não trabalho, eu não ganho dinheiro, não boto dinheiro nessa casa". E aí inconscientemente se inconscientemente você solicita, presta atenção que é Inconsciente, você insolicita, você solicita tomar umas chamad, o cara ser meio grosso, uma outra traição. Por quê? Para equilibrar essa culpa. A sensação de eu não faço nada e recebo tudo. Isso me mata por dentro. Então, se o outro lado der uma bagunçada,
ah, mas eu também aguento isso, isso, então já estamos meio que kits. Então, se você limpar essa culpa e se você se trabalhar o seu alto valor e Entender que energeticamente você sustenta sim muita coisa e ele vê isso porque os clientes desse meu amigo sabem disso, reconhecem e vem isso, quem não vê é ele. Então, muitas vezes nós não estamos vendo o que nós estamos entregando na relação, porque não é palpável, porque não é físico, é energético, é uma força invis. Às vezes a sua presença, você tá ali, a pessoa fala: "Nossa, eu tô
calmo". Como é que você compra calma? Liga lá, por gentileza, me entrega um pacote de calma porque eu vou daqui a pouco fazer uma entrevista. Não tem. Como é que você paga isso? Como é que você paga a sensação de ter na tua casa um porto seguro? Onde você compra isso? Seu alicerce não compra. Então, se existe uma pessoa que ela faz esse papel, não tem como pagar, não tem como remunerar. Só que essa pessoa não se coloca nesse lugar. Ela não, ela não entendeu quem ela é na Dinâmica e ela acha que é sobre
sobre o físico, sobre a entrega física. Por isso que tem terapeuta que acha que nunca tá bom, que ele acha que ele tem que resolver a vida do outro. Ele entendeu que é sobre um aspecto que ele vai colaborar. Filhos com pais, pais com filhos. Filho que acha que tem que resolver a vida do pai, não entendeu que o troço é com ele, a energia dele, ele tem que voar. Isso já é o bastante. O pai que acha que tem Que fazer o filho ser feliz. Como é que você vai enfiar isso dentro de alguém?
Seu papel é prepara, embala, solta, vai com Deus, vai pra vida, vai fazer o quê? E essa inversão de papéis, você tocou nisso daí? Eu vejo muito essa inversão de papéis. chega num determinado momento que o filho passa a ser, não precisa nem tá muito idoso, o pai ou a mãe, passa a ter esse esse papel ou não, eu preciso fazer tudo, preciso. É como se sentisse uma, Eu vi muito isso em comentários, uma sensação de dívida eterna com alguém que muitas vezes também tem as suas falhas e cometeu falhas e gerou dores e tudo
mais. E como é que fica essa inversão de papéis? Eu penso assim, e é só o que eu penso, tá? Isso pode ser completamente um absurdo no ponto de vista de muita gente e tá tudo bem. Mas é como eu penso, como eu vivo a minha vida. Eu penso em du em dois cenários. O primeiro cenário, um Homem e uma mulher que quiseram viver a experiência da maternidade e da paternidade. Para eu poder viver essa experiência, eu preciso que alguém se disponha a ser o filho, senão essa experiência não vai existir. E um segundo movimento
é quando se diz assim: "Mas eu não quis ser mãe e pai, aconteceu ou sei lá, fui abusada, enfim". Então eu não quis, aconteceu. Bom, se eu realmente não quero e eu abortei, eu fiz alguma coisa Que gerou uma criança, eu não quis e eu resolvi do meu jeito. Eu abortei, pus fora. É um cenário. Agora fiz o que eu sabia que gerava criança, do jeito que eu sabia que gerava criança. Ah, mas eu não sabia. É sua responsabilidade de saber como as coisas funcionam. Não é de ninguém será. Ah, mas eu tinha 12, 15
anos. Não interessa. É sua única responsabilidade. Você vai pegar um troço e abrir um negócio e enfiar na Boca e comer. Morreu envenenado. Alguém te que me avisar quantos anos você tem? Cinco, seis. Tudo bem. A responsa do seu pai de coloco. Agora você tem 15, 17, 20. É sua responsabilidade entender como é que as coisas funcionam, como é que a vida fun, que que que tá, onde que eu tô, né? Tudo bem. Ah, mas aconteceu. E o que que você decidiu? Eu decidi ter. Por quê? Porque eu acho que é o certo. Porque eu
fiquei com medo de Deus, porque eu acho que é pecado. Então veja, Você não quis ter filho, mas você tendo, sabendo que tava grávida, decidiu agir assim por achar que isso era o certo. Então, de quem é a responsabilidade? É do pai e da mãe. Sobre o quê? sobre a paternidade e sobre a maternidade. Então, veja, eu tô falando sobre pai e mãe. Agora vou olhar o lado da criança. Para mim não existe criança. Para mim existe um campo de energia e é independente da sua fé. Para mim existe um campo de energia que tá
modo de falar Passeando, buscando um campo compatível com que ele precisa viver, com que ele precisa experimentar. Então, eu vou ter o campo dos pais que querem criança, eu vou ter o campo dos pais que não querem, eu vou ter o campo dos pais que vão tentar tudo para abortar, a criança vai sobreviver, eu vou ter um campo dos pais multimilionários que querem um herdeiro. Eu vou ter vários campos pulsando e eu vou ter um campo de energia passeando. E aí ele conecta naquele plá e vem. Por Que que esse bebê conectou naquele campo de
energia? Primeiro porque a porta tava aberta. E tava aberta por quê? pelo que eu expliquei anteriormente. Segundo, porque ali tinha para ele todos os ingredientes que ele precisava experimentar para a sua jornada. Então, energeticamente falando, como é que eu posso dizer que o filho deve alguma coisa aos pais? Como é que eu posso dizer que os pais devem alguma coisa aos filhos? É uma troca. É uma troca. Eu Preciso de um telefone e o telefone precisa ser vendido. Então preciso de um O telefone precisa de um cliente e o cliente precisa do telefone, sabe? É
uma troca perfeita, é um encaixe perfeito, independentemente do pai e a mãe quererem, não quererem, não importa. Se a porta se abriu de alguma forma, aquela porta tá escancarada. E se vem uma energia compatível, que é a criança, a criança vem porque ela precisa viver a jornada dela e tem Diante dela uma mesa posta com tudo que ela precisa, os ingredientes que ela precisa. Então ela não deve nada a esse pai e essa mãe. Por quê? Porque é uma jornada dela. E essa mãe e esse pai também não devem nada a essa criança. É uma
troca perfeita. Onde o pai e a mãe vai entregar o melhor que tem. Você vai entregar o melhor que tem. Tem gente que o melhor que tem é se retirar. O melhor que eu tenho a fazer da sua vida, filha, é me retirar dela, Porque eu não me sinto capaz, eu não me sinto apto, eu não tenho condições, estrutura. Então eu vou me retirar. É o melhor que eu dou conta de fazer. Porque eu acho que se eu ficar aqui, eu te dou menos, te prejudico mais do que ainda embora. Quantas vezes a gente não
faz? A gente não consegue entender isso com no movimento pai e mãe, mas a gente faz tanto isso na nossa vida. Às vezes a gente fala assim: "Ah, eu não vou lá porque eu não quero atrapalhar". A gente fala assim: "Ai, eu não vou, eu não vou abrir minha boca e montar o meu canal no YouTube porque eu não tenho nada a contribuir, não tenho nada para falar". Então assim, você esmirilha uma mãe que se retirou da vida do filho por achar que a Lara não era boa bastante, que ela não ia dar conta, que
ela não tinha estrutura. Mas às vezes a vida tá te chamando para fazer um trabalho e você tá fazendo o quê? se retirando. Não, Não, não vou falar disso. Não, não tem valor. Tá se retirando. A vida te deu um filho, que é o seu projeto, e você tá falando assim para ele: "Eu vou embora". E larga lá a tua potência. Porque se você investisse nesse teu projeto do qual você foge, um monte de coisa ia desenrolar a respeito disso. Então, pessoas ia ser alcançada, você ia prosperar, tua casa ia ser diferente, um monte de
coisa ser Diferente. Mas o que que você faz? Você entrega o seu filho paraa adoção. Alguém vai fazer melhor. Ah, já tem que alguém fazendo melhor. Quando você encara o teu filho como um projeto, olha quantos de nós já não entregamos os nossos filhos paraa adoção. Energeticamente falando, ai Paula, que absurdo. Você faz umas comparações que você me enlouquece. Você tá comparando uma criança com um projeto, meu Deus, essa mulher acho que Ela fuma um antes de ir no podcast. Não, gente, porque eu tô falando, o movimento energético é igual. O movimento energético é uma
pessoa que se sente indigna, que tem medo, que tem insegurança, que acha que não tem nada de bom a entregar para aquilo que tá diante dela e ela se retira, espera que outra pessoa faça, que outra resolva, que outra vai fazer melhor, já tem alguém fazendo melhor. Então, Fáb, o movimento de despertar genuíno passa por Nós compreendermos a vida com olhos emocionais e não racionais. Porque se eu tô no racional, é muito fácil julgar, é muito fácil falar: "Que louca, essa mãe colocou a criança num saco no lá no coiso". Muito fácil. Eu não sei
o que tá acontecendo dentro dessa mulher, mas a criança, a criança é um ser que conectou com uma mulher que tinha isso para entregar para viver uma jornada X dela, que eu vou fazer o quê? Não Concordo. Liga no saque do céu, do funcionamento do universo. Vai lá, dá uma reclamada, porque a vida funciona assim, desde que é vida, desde que é mundo. Tem tudo de ruim acontecendo, que a gente vê como ruim, assassinato, morte, estupro, abuso, não sei quê. Tá tudo rolando. E eu tô aqui sentada no meu no meu trono de glória, entendeu?
Toda poderosa, julgando todo mundo, não cuidando do meu Umbigo. Minha vida está um cocô. Hum. Mas eu sei o que é certo, eu sei o que é errado, eu falo que as pessoas são difíceis, eu falo que o mundo tá de ponta cabeça e eu não olho dentro da minha casa, o caos que tá dentro da minha casa, o caos que tá ao meu coração, o caos que tá ao meu olhar, entende? E me coloco acima. Porque eu sou a mãe que tive 18 filhos numa situação, porque eu tinha hepatite B e crises E porque
você não sabe, tá? Você sabe que tá dentro da outra, aí você trabalhou não, mas também cada um com sua dor de cotovelo. Entende o fato que eu tô querendo dizer? Uhum. Você percebe que a gente pega processos muito muito únicos para cada pessoa. Às vezes o que parece uma unha encravada para alguém, para outra pessoa é quase perder o pé ali, né? Então eu entendo isso que você fala e a gente isso me criou conexões Aqui. Vários fatores ligam a libido. Tudo isso que você falou tem ligação com libido também. Ela é algo importante.
E qual é o o impacto de uma libido desenfreada ou do libido praticamente inexistente dentro de uma trajetória evolutiva, dentro de um progresso, né? O que ela pode ser aplicada para evoluir alguém, trazer todos esses benefícios ou para colocar a pessoa ladeira abaixo? Tá bom? Falar de libido é um negócio interessante, porque assim, a gente ouve Muitas pessoas falando, mas eu queria saber de onde que essa, onde é que essas pessoas olharam paraa vida real ou minimamente compreenderam como as coisas funcionam para chegar a essas conclusões. Eu acho interessante então um ponto que a gente
ouve muito assim disseminado, né, por aí a respeito de libido ou de sexo ou de sexualidade, as pessoas dizem o quê? Você tem que usar essa energia da libido, que é a energia Da vida. Joia? Porque é um movimento, é um impulso. Que que é libido? É um impulso. O tesão é impulso. O troço que vem éig raiva, né? Vem. Ah, e aí você trava ou você solta aquilo. É, né? Por isso que as pessoas elas têm relações sexuais para elas acham que sexo é sobreegar ao orgasmo. Sexo não é nada disso, mas tudo bem.
Elas vamos ter uma relação agora para que a gente chegue ao orgasmo. Ela começa um troço para chegar ali. Ela não entendeu que o melhor da Relação sexual é o processo, que na verdade ela está tendo uma relação, uma relação sexual incrível quando ela nem quer gozar. Quer saber se o sexo que a senhora está fazendo é bom? A senhora começa, quer gozar uma merda, desculpa. A senhora começou, olha pro seu marido e fala: "Não quero, eu não quero agora não. E não quero porque não quero. É bom. Tá maravilhoso esse negócio aí. Agora tu
começou quer acabar, é igual uma comida ruim que você tá comendo. Não vejo a hora que isso aqui acaba porque o objetivo aqui é encher a barriga. Eu tô comendo porque eu preciso encher minha barriga desse troço aqui. Eu não tô comendo porque tá maravilhoso e eu não quero que aquela comida cabe nunca e eu quero comer aquilo à tarde amanhã. Não, então tem algum ponto aí, tá? Então, primeiro ponto sobre o processo e onde eu chego. Então, libido É um impulso, é um troço que vem e que me leva a fazer um movimento. Esse
movimento que a libido me leva a fazer, ele deveria deveria ser cultivado e ser muito prazeroso, quer seja o sexo, quer seja qualquer outra coisa que eu esteja fazendo a partir do impulso. Exemplo, hoje eu tava secando meu cabelo para vir para cá, me veio o troço, que que me veio? Vai sair minha formação de terapeuta, eu não sabia como fazer. Me veio tudinho assim o script, Tá? Você vai fazer isso, você vai fazer isso. Falei: "Putz, na hora mandei: Andressa, veio, minha filha, veio, vai parir, vou parir, o projeto veio, tá para nascer aqui,
preciso disso, disso, disso, tal". Ela falou: "Tá, vou ver aqui, não sei quê". Esse impulso é o mesmo impulso de uma um pesão. E aí, o que que agora eu preciso fazer com isso? Essa energia veio e ela gera um processo. Se eu não tiver prazer nessa Jornada, se eu só quiser o orgasmo, eu vou falar assim: "Tá, veio esse impulso para quê? Para fazer o treinamento? Para quê? Para fazer dinheiro ou para formar o povo? Ah, é brochante. Se eu não fizer esse troço ficar delicioso, imagina você aqui tiver o impulso, vou fazer o
podcast libido pá. Aí você pegou, vou fazer. Aí você começa. Se você falar assim, ah, eu vou fazer porque eu não vejo a hora de faturar Tanto. É o orgasmo. Não vejo a hora de se isso aqui não for uma delícia, se você não tiver curtindo muito essa parada, isso aqui não for delicioso, leve, gostoso, você dá risada, você aprender, você trocar. Que que você tá fazendo aqui? Tu tá comendo uma comida ruim? Não, eu vou fazer logo. Então eu já vou logo entrevistar cinco pessoas por dia, porque aí é cinco pessoas por dia e
aí vai dar tanto e tantos comentários, Então você já faz onde você vai que merda que é essa tá acontecendo, entendeu? Beleza. Então esse é um ponto. Olha, libido, vem o movimento, pum. Aí isso gera um desejo de criação. Você pode ir pra cama pro seu marido, seu namorado, sei lá quem, ou você pode ir pro seu escritório criar. Você pode ir paraa tua mesa de negócio, você pode qualquer coisa que você que veio, você vai ter prazer nesse processo ou você já tá com olho lá no final Porque você quer aquele resultado e aí
depois você quer desmaiar e morrer com esse bucho para cima. Aí você pensa, tá? Não, Paulo, então agora veio o impulso. Eu quero ter prazer nesse desenrolar. Ótimo. Então essa energia que vem, você vai usar para ganhar dinheiro, você vai usar para fazer negócio, você vai usar para estruturar um monte de coisa, você vai usar para ter o melhor sexo da sua vida, porque já não é mais sobre gozar. E quem falou disso de um jeito bonito? Que eu falo esquisito, falou disso, Laudsé falou bonito disso. Ele falou assim: "É fazer sabendo que você tá
indo para um determinado resultado, mas não foca no resultado. Talvez ele venha, talvez ele não venha, mas se o processo foi delicioso, você já nem tá mais lá, porque você já tá curtindo muito o seu negócio, você já tá tendo muito prazer nisso aqui. O resultado ele passa a ser Um plus. Você imagina tu começar a ter relação sexual e o orgasmo é o plus. Você olha pra pessoa, fala: "Se eu gozar com você, se eu não gozar, colega, eu não sei nem onde que eu tô". merda. Deus abençoe todo mundo. É isso. Agora você
chega lá. Ai, ai, eu não gozei, Que lixo de relação que você foi tudo ruim, Bem, suei, tive câra, dor de cabeça, me virei do avesso, minha coluna travou e eu não cheguei lá. Tá Tudo bagunçado. Ai, Paulo, eu tô trabalhando nessa empresa faz 3 anos, mas eu não chego naquela promoção. Tá tudo errado. Você não entendeu o que que você tá fazendo. Você tá buscando o lugar errado. Tá. Então, mais ou menos deu para esclarecer a troçido, tesão. É, foi, foi interessante. Foi foi bem interessante. Metáforas. Você tem uma maneira bem didática de Explicar.
Isso. É muito bom. Gente, olha, se vocês entrarem nos meus treinamentos, vocês não sabem o que que vocês vão ouvir coisa, como dizer a minha avó do arco da velha. Minhas comparações, elas são assim incríveis. Bom, beleza. Aí vamos pensar outra coisa que a gente escuta muito, que a gente precisa ver se faz sentido sobre isso. Paula do céu, carrega uma culpa porque tô ouvindo agora que quando eu me Deito com a pessoa, eu pego tudo dessa pessoa, tudo, tudo que essa pessoa tem de ruim, os obsessor tudinho dela vem para cima de mim e
aquela aquele caos. E aí eu já me deitei com 50 homens, f porque eu já tenho 50 anos. Então eu tô imaginando como é que eu não tô, né? Tô que que eu sou. E aí fica com essa caraminhola na cabeça, achando que a senhora é a manifestação do Buda e que todos os homens que a senhora deitou é o Satã. Quando às vezes a senhora que foi O Satã na vida dos homens que a senhora deitou, né? que a gente não sabe quem que obsediou quem ali naquela relação. Agora, presta atenção comigo. Vamos lá
usar um negócio aqui que essas mesmas pessoas com esse mesmo discurso dizem: "Somos um". Começa bonito o discurso. Aí depois ele fica difícil pra senhora não entender. Mesmo que é o objetivo a senhora não entender nada. Aí fala assim, ó, entrelaçamento quântico. Aí a senhora já dá um nó, não entendeu nada, Mas repete no almoço da família para mostrar que a senhora é curta. Mas não sabe nem o que tá falando. Tá aí, tem o entrelaçamento quântico. Que que é isso? Tudo saiu do mesmo ponto. Não tem nada que não tá conectado. Tá tudo ligado.
Tudo tá ligado. Ou seja, é como se fosse essa sala. A luz pode estar acesa ou apagada, mas o fato da luz estar apagada não Significa que a cortina não está ali. A luz tá apagada. Eu vejo o livro, não vejo. Mas o livro tá lá, a luz tá apagada, eu não vejo o balãozinho bonitinho ali, mas o balãozinho tá lá. Quando eu interajo com um grupo de pessoas que num determinado contexto fazem parte da minha jornada de crenças e tudo mais, eu acendi a luz. Ó, acendi a luz. Agora eu vejo o José, eu
vejo meu chefe, tô vendo minha mãe, tô vendo. Eu acendi a luz deste quartinho, só que eu Tô dentro de uma casa. Amanhã contexto mudou, eu acendo a luz do banheirinho lá fora. Novo contexto. Mas o banheiro não teve sempre lá teve. Ele não faz parte da casa que eu habito. Mas por que que eu tô enlouquecida com essa bobagem na minha cabeça? Eu vou acendendo luzes dentro de um contexto do qual eu já faço parte. O banheiro já tá lá, o vaso já tá lá, a cortina. Só que quando eu me conecto com aquilo,
antes de eu me conectar com aquilo, o meu Contexto energético já é compatível com aquilo. Então não é o contrário. Não é assim. Eu me relacionei com essa pessoa e depois que eu me relacionei com essa pessoa, eu peguei tudo que era dela. Não é o contrário. Eu tinha um pacote energético que fez com que eu me relacionasse com essa pessoa. É, antes eu carregava um pacote energético enquanto campo de energia. que fez com que eu escolhesse esses pais. Eu carrego um pacote de energia Que faz com que eu me sinta confortável em comprar pão
na padaria do seu José. É o meu campo que conecta lá, não é o contrário. Não sou eu bonitinha, fadinha, que chego linda no ponto zero e sou invadida por tudo de ruim, não é? meu campo que conecta lá. Ou seja, todas as pessoas que eu me relacionei a vida inteira, não foram elas que despejaram sobre mim alguma coisa, era o meu conteúdo que tinha a Ver com o que elas tinham para entregar. Ponto. Outra coisa, isso gera o quê? Culpa, condenação. Me sinto suja, me sinto errada, me sinto inadequada. E aí eu começo um
processo de autoflagelo para tentar me limpar. Ou seja, eu acho que eu tô me nutrindo de um conteúdo que me expande a consciência, que me faz evoluir. Eu tô me enchendo de culpa. Eu tô entrando num processo de alto flagelo porque eu tô me sentindo um lixo, porque eu começo a Ouvir tudo que eu tenho que ser. Então eu tenho que ser pura, eu tenho que ser boa, eu não posso transar, eu não posso tesão pelo meu vizinho porque ele é casado. Mas eu sinto. Vou fazer o quê? Eu não tô falando que é certo,
que é errado, manamente falei. Eu tô falando que sente, eu tô falando de vida real. Ai, eu tô lá na empresa, eu senti vontade de fazer um negócio que eu sei que é errado, mas eu senti a vontade. E aí eu pego e me confronto com todos os Aspectos do que eu deveria sentir. Eu não deveria sentir isso, mas eu sinto, então eu não presto. Eu não deveria desejar isso, mas eu desejo, então eu não presto. Meu Deus, olha o pensamento que passou. Eu tenho uma amiga que eu brinco muito com ela, a gente brinca
muito com isso, exatamente para quebrar isso na raiz, né? Outro dia eu entrei e o porteiro ele encafifou com um negócio lá que eu nem lembro o que que era, mas que ele não queria deixar eu entrar por Causa da placa do carro no meu antigo prédio, cara. E ele encafou, eu atrasada, aquele homem. Aí eu, aí a Rosana me ligou bem na hora. Eu falei assim: "Olha, Rosana, se eu pegar a cara desse homem, eu juro, mas assim, eu tô com uma vontade, tô com vontade de pegar a cara dele ali naquele asfalto tava
quente". Mas tá um calor aqui, Z. Deve est uns 35 pegar a cara desse hom, mas esfregar ela nesse asfalto quente, depois vê ele todo e esfregar de novo. Fala: "Nossa, amiga, como você tá carinhosa hoje". Eu falei: "Não, mas eu tô para pegar esse homem, mas eu tô para quebrar ele todo". Aí depois quando eu acabei de falar isso para eu falei assim: "Nossa, agora vou abençoar ele em nome do Senhor, né? Não sei que esse homem tá passando. Deus abençoe. Que que por que que eu pedi para esse homem? Falei: "Iana do céu,
porque ele me atrasou 30 minutos. Louvado seja Deus. Alguma coisa que tava impedido?" Aí a Nossa conversa é assim, ninguém entende nada. Por quê? Se eu sufoco a sensação feia que eu tô tendo, ela vira sombra. Se eu sacaneio com ela, eu deixo ela se apresentar para mim e eu falo: "Sim, isso aqui é um desejo que eu tenho e daí eu sou maior do que esse desejo. A minha consciência é maior do que esse aspecto que se apresenta. Tá tudo bem eu ter esse aspecto. Eu não vou esconder isso aqui, senão isso aqui me
domina, Senão isso aqui me mata, senão isso aqui me acaba." Agora, se ela pega essa sombra e sacaneia de boa, é, gosta. Se ela brinca e vai trazendo o que ela tem dentro dela, não vira sombra, não gera culpa e ela começa um processo de cura lindo na vida dela. Mas se ela botar peso, se ela botar o feio, se ela sujar aquilo sem entender o princípio emocional que faz com que ela sinta aquilo, aí acabou. Então, se eu quero usar a minha libido a Meu favor, eu preciso entender o que é o meu corpo,
eu preciso entender o que é tesão, eu preciso entender que isso aqui é um troço vivo e que ele acontece eu querendo ou não querendo, eu deixando não deixa, ele acontece e eu tenho que começar a fazer as pazes com ele ao invés de combater. Eu tenho que ser amiga disso, não contrária a isso. E tem que trocar ideia com ele. Falou: "Isso aqui para, né? Não dá, entendeu?" Ontem eu tava na minha academia, tô lá Treinando de boa. Daqui a pouco eu olho, entrou glodita na minha frente encostando água na minha, vindo para pediu
desculpa, eu olhei, meu Deus, que homem bonito, que homem grande, Jesus Cristo. Deve ser igual o mentor que você que aqui deve ser branquinho, né? Que é grego, aquele lá era negão assim. Falei: "Meu Deus, que homem bonito, Jesus amar". Eu falei: "Gente, é o Léo Santana. merda, eu tô pecando para caramba, ele é casado. E eu eu brincando Com a minha cabeça. Aí daqui a pouco veio uma menina falou: "Ai, Leo, me dá um autógrafo." E ele do meu lado e eu seriona, porque na casa me eu sou sério, ninguém sabe o que está
se passando aqui dentro. Eu ser e aqui dentro vuco, toda acontecendo. E eu: "Meu Deus, que homem lindo de Jesus, estou pecando." Senhor, abençoa essa mulher desse homem Jesus eu habilito em mim. E eu lá fazendo meu treino e tudo es rolando aqui dentro. palhaçada. Eu séria, quem me vê Aí ele me pediu desculpa aí assim não conversou mais, sabe? Ficou ali um tempo, tal. Aí depois ele saiu, tirei uma foto dele todo remendado e brinquei e postei no meu insta, tava brincando com a galera. Falei: "Gente, olha, Léo Santana, Deus abençoe a mulher desse
homem e o casamento desse homem". Brincando e tal, você imagina se eu deixo virar sombra um negócio desse? O homem é lindo, gente, com os músculos Tudo quase em cima de mim. Eu vou fazer o quê? Eu achei bonito. É bonito, é lindo. Eu vou fazer o quê? Vou sacanear, vou brincar comigo. É interno, sou eu no meu mundo e vou habilitar. abençoe a mulher dele, abençoe a filhinha dele, abençoe o contexto, reconhecer a força que essa mulher tem por ter um homem tão bonito e tão chamativo e ter confiança e tá em casa dormindo
e o cara lá trabalhando, sabe? Aí eu já começo a expandir o Troço. Eu falo: "Gente, ela teve coragem, né? Ela tem lá a segurança, não sei o que tá no coração dela, mas ela tá tentando, ela tá, né, fazendo o movimento dela. E o cara tá aqui trabalhando uma aliança desse tamanho, parece um. E aí ele tira a aliança, ele bota a aliança. Eu falei: "Pô, que legal, ele tira aliança". E eu sabe, aí eu já vou para outro lugar. Por quê? Porque eu já sacaneei um negócio que vem. Eu não deixo ele crescer.
Agora Se eu quiser sufocar, acabou. Aquilo vai virar um monstro. Entende? Fá. Só que ninguém ensinou a gente assim. Essa sombra que você fala é um é um é um troço interessante, porque a pessoa tá assistindo, ela fala: "Beleza, já me dei conta". Você falou: "Fui atraído por um casal lá". Tudo começa com a libido, carnaval e esse casal não vai ser mais um casal, vai ficar só com a mãe, tal. A pessoa entende isso, aquilo tem uma dor Tremenda porque ela foi informada daquilo. Uhum. Ou uma outra situação, tô numa família rica, meu pai
e minha mãe é casado, eh, só que eles falam que são ricos e que tem que ser rico para me sustentar. Outra situação que é complicada, a pessoa identificou, é isso que tá incomodando ela, tá identificado o padrão, tudo veio através de uma libido inicial também, relações, tudo, mas eu tenho consciência disso, mas mesmo assim não consigo transformar. Aí Que entra o teu processo e algumas aptidões e ferramentas. Então, como é que a pessoa que já tem a noção disso Uhum. pode até recorrer a você conteúdos ou dar um primeiro passo em relação a essa
transformação. Sim. Que que eu fiz? Quando eu comecei minha trajetória, eu comecei o quê? Num consultório atendendo. Hoje os meus atendimentos eles viraram um protocolo de que eu chamo de terapia breve, que é o Recris. São três encontros. Eu já hoje Já limito bastante esses atendimentos, até por conta do valor. Então eu atendo pessoas bem específicas. Só que o que eu notei que eu precisava ensinar as pessoas tudo isso que nós estamos conversando aqui e muito mais, porque aí eu ensino o processo de cura, de libertação, a técnica e tal. Então aí eu fui lá
e criei o quê? Como se fosse uma escola da vida, que é o open. O open eu pego uma pessoa crua que não não tem ideia de nada, noção de Nada, só vem com o problema. Paulo, meu, não tenho dinheiro, não tenho relacionado, ela vem com problema e através daquele problema a gente começa a trabalhar no campo emocional inconsciente. Então eu ensino com muita didática, brincando desse jeito aqui, gente. Todos os meus cursos são assim, desse jeito. Então é leve, é divertido e a gente vai entendendo nossos padrões e a pessoa vai fazendo exercícios e
dinâmicas, onde eu vou confrontando ela Através de perguntas específicas, trabalho com autohipnose e trabalho com meditações. tudo focado em entender quais são os meus padrões emocionais inconscientes. E a parte teórica é leve, desse jeito aqui para qualquer pessoa entender. Uma pessoa de 20 anos entende, uma senhora de 80 entende, homem e mulher não importa. É claro. E assim no Open a gente tem ainda mentoria. Então, a pessoa fica ao vivão comigo uma vez por semana durante dois meses, tem Suporte no Telegram, 24 horas por dia. Então é um curso, tipo, é real, é uma escola
da vida, é um curso que eu abro de épocas em épocas também, porque é um curso grande. Agora, que que eu fiz? Eu fui cortando conhecimentos em blocos. Então, por exemplo, eu criei um curso que chama SOS do Amor. Então, eu fiz um bloco de eu trago um bloco de informações dentro desse curso com dinâmicas, exercícios práticos. Para quê? Paraa pessoa puxar essa emoção Relacionadas a todas as desordens que impede uma relação satisfatória, um início de um relacionamento, manter relações, ciúmes, traição, tudo isso no bloco, nesse campo mais sutil, emocional inconsciente, para que ela identifique
e liberte-te. Então eu fui lá, criei o SOS do amor. A pessoa tem o problema comidade, grana. Que que eu fiz? Mais um bloco, criei prosperidade na prática. Então a pessoa vai, ela acessa o treinamento, mesma coisa. Ela vem com Problema e a gente vai puxando, puxando dinâmicas para ir limpando esse campo. Criei um outro, esse é muito interessante, chama EST, que é o Espiritualidade Sem Tabu, que foi um treinamento, foi um curso que eu dei um domingo inteiro, então ele foi um workshop assim de um domingo todo onde a pessoa acha que eu vou
falar de espiritualidade, mas não é. Eu vou falar sobre todas as culpas inconscientes que ela tem, que geram padrões de não Merecimento por conta de ideias religiosas, de que você tá sujo, você tá errado, você tem que arrumar, você tem que você tem que se flagelar e a pessoa nem sabe que ela tá nessa. Então dei esse nome mesmo para dar uma sacudida, mas o objetivo é fazer uma limpeza profunda da sua autoimagem. Como é que você se vê? Se você se vê todo distorcido, se você se vê cheio de erro, todo desburacado energeticamente, não
tem como crescer em nenhuma área da sua Vida ou sentir pleno, sentir realizado, etc. E aí, que que eu fiz? Eu juntei esses três, então, área afetiva, grana e essa compreensão para essa liberação mais profunda de culpa. E fiz o ano passado um lançamento na minha Black Friday. Juntei três cursos que saem ali menos do que o preço de dois, um putul desconto de 44%. E quando eu vim aqui da última vez, eu sugeri para você da gente ofertar isso pros seus seguidores com o mesmo desconto da minha Black. Então eu Deixaria isso liberado no
seu canal para todo mundo que quiser dar esse mergulho mais profundo nessas três áreas. Então, de forma absoluta, ah, Paula, mas o meu problema não é esse, é com a minha mãe. Culpa inconsciente, movimentos inconscientes. Dentro de todos eles, eu trabalho essa parte familiar com muita força, muita, muita força. Então, aplicando todas as dinâmicas que a gente aplica, se você tem dúvida, você pode assistir lá no canal do YouTube, o que é Que eu faço para você entender a profundidade do negócio. Não é um cursinho online, isso é o que você procura, nem vem, porque
é realmente muito profundo e libertador. Então vou deixar disponível Fá para você, pro seu canal, pra sua galera, quem quiser dar esse mergulho na direção de se abrir, mexer nesse campo emocional para liberar prosperidade, para liberar relações, para ter uma nova visão de mundo, vou deixar liberado o link pra sua galera. Porque muita gente veio nos outros, né, no no outro episódio perguntando como é que fazia para estudar contigo, tá? Então eu vou colocar aqui na descrição o seguinte: "Estude com a Paula Correia aqui". Ele vai tá essa oportunidade. Esse é um dos presentes que
a gente vai dar lá no começo a gente já falou que se que se bater o recorde aí a gente vai fazer uma outra live respondendo certas questões que eu sei que gera dúvida. Você quer colocar o teu caso aqui, ela Pode responder. A gente vai selecionar um número específico que caiba numa live. Esse é o segundo presente e aguarda mais um pouco que tem um presente também que é muito interessante. Então assim, aproveita esses três. O que ela falou já vai tá aqui na descrição com esse com esse benefício que ela já citou exclusivamente
para quem tá aqui no Filhos do Todo e acompanha ela. Só que você tem que contribuir, faz chegar em Mais gente, faz chegar nessa meta para que tudo possa se encaixar. Beleza? Então estamos combinados. E aí você falou também eh sobre relações, né? As pessoas muitas vezes elas elas têm padrões repetitivos, não só nos relacionamentos, mas também nos resultados, tipo o lance de eh sentir que precisa sofrer para ganhar dinheiro. Dinheiro tem que ser carregando peso. Eu tenho que chegar em casa morto, reclamando. Não posso gostar Do que eu trabalho porque senão não é digno.
E isso pode se estender à relações. E às vezes as pessoas têm isso em conjunto. Uhum. Como é que funciona isso? Sim. Eh, uma outra coisa bem comum que eu pego nos atendimentos é uma necessidade inconsciente de promover o seu valor através da dor. Então, eh, quando eu comecei a atuar nessa área, eu comecei a me expor nas redes sociais, eu tinha muita Dificuldade, por exemplo, de fazer um vídeo se eu tivesse numa praia, num sítio, num lugar muito bonito, porque eu tinha essa crença. Eu tinha a crença de que para eu ter valor pros
meus alunos, pros meus clientes, eu precisava mostrar o quanto era sofrido para mim fazer aquele trabalho, o quanto era difícil. Então eu comecei a notar que eu comecei a olhar o meu insta antigo, que era o meu pessoal, o quanto eu precisava colocar na batalha, tipo, postava uma Foto na guerra. Quem vê eh quem vê você na festa não sabe que você sabe. Eu eu falei por que que eu faço isso? Por que que eu sempre preciso justificar? Então quando era uma foto de um lugar legal, de uma diversão, eu num carro novo que eu
tinha comprado, sempre vinha uma frase justificando aquilo que eu tava vivendo. Eu falei: "Qual é a necessidade que eu tenho de fazer isso? Por que eu preciso explicar um Benefício? Ontem eu tava conversando com uma pessoa que trabalha comigo e ela fez exatamente isso. Não, não, mas eu tô te falando isso não é por dinheiro, não. Falei que pena. Sinto muito que não é pelo dinheiro, porque tudo que eu falo com você é pelo dinheiro, porque nós estamos falando de trabalho e o meu único objetivo em trabalhar é fazer dinheiro no processo com prazer, mas
é fazer dinheiro. Meu objetivo é fazer dinheiro, ter prazer durante o processo, Fazer dinheiro durante o processo, desenrolar as coisas durante o processo para fazer dinheiro é objetivo. Uhum. E aí a pessoa fal assim: "Ah, você vê as cachaças que eu tomo, mas não vê os tombos que eu levo". Exato. E tipo, por que que não pode normalizar eh o lance de, pô, é fácil ganhar dinheiro, é gostoso ganhar dinheiro, tá? Que seja fácil. Não tô dizendo para ser antiético, é outra Coisa. Uhum. Tô dizendo assim, por que que não pode ser fácil? É porque
o fácil é um negócio tão interessante. É porque o fácil ou difícil depende da consciência que observa. Por exemplo, hoje eu falando com a R, ela falou assim: "Paula, quem não te conhece acha que você não faz nada da sua vida. Acha que sua vida é treinar e viver de luz". Por quê? Porque uma que eu trabalho muito no celular e outra que assim, por exemplo, eu vou quarta-feira, eu vou lá Fazer minha aula ao vivo, eu medito e cochilo até 10 paraas 8. Ninguém se conforma. Rosana se conforma. Como é que você você vai
est se preparando? Não, eu acordo, eu já tomei o meu banho, eu des arrumado, eu lavo meu rosto, eu ligo o computador, oi gente, vamos lá. Eu não faço um estardalhaço, eu porque eu não preciso. Tem gente que precisa e tá tudo bem. Eu não preciso. Então não preciso tornar turbulento. Não preciso tornar cansativo. Eu não preciso fazer um troço De um jeito que seja dolorido. Eu posso fazer leve. Eu posso resolver mil coisas com a minha secretária de boa no telefone. Eu não preciso ai parar, sentar numa mesa com uma roupa, não. Posso tá
de boa na minha cama com a perna para cima fazendo aquilo. Eu posso estar tranquila. Eu vim aqui, me troquei, vim aqui fazer uma conversa com você. Eu fui para um evento meu de um dia inteiro, eu não quis preparar nada, eu quis deixar fluir. Então assim, eu Para mim, eu eu de repente se eu pegar uma pessoa que tá me assistindo, colocar no meu lugar, ela vai achar que fazer dinheiro no lugar da Paula é muito difícil. Mas para mim é fácil. Mas por que é fácil? Porque o meu nível de consciência observando o
que eu faço, para ele é de boa. O nível de consciência, sei lá, de um Pablo Marçal observando o que ele faz, é fácil para ele. Ele tem 40 empresas, sei lá quantas empresas e ele faz tudo que ele faz. Você conversar com ele é difícil para você fazer dinheiro falando mo açúcar. Agora põe a Paula para fazer o que o Pablo faz. Só de eu pensar o tanto de gente que me vai me ligar, eu já quero desmaiar, porque o meu telefone nem toca, porque eu não gosto de falar no telefone. Então, se você
me colocar no lugar dele, vai ser difícil. Mas porque é fácil ou difícil? O fácil e o difícil depende de quem observa. Ou seja, se eu quero ganhar, se eu quero fazer dinheiro Com facilidade, eu deveria estar preocupada em fazer o quê? expandir meu nível de consciência, melhorar a minha estrutura emocional para que os desafios sejam uma poeirinha na minha mesa. Agora, se eu não tenho estrutura emocional, se eu não tô desenvolvida internamente, se eu não tratei minhas feridas, se eu não sou casca grossa para lidar com as coisas, uma poeirinha acaba comigo renite por
10 dias. Aí o pelo da poeira que entrou no pulmão, aí deu Pneumonia, vai ter que rasgar a pessoa com serra elétrica. É assim que funciona e eu nem é meme. A senhora sabe aí que tá me assistindo porque tem gente que é isso. Entrou no lugar com poeira, morreu um mês e a outra pessoa ela passa uma vida no lugar empoirado trabalhando, limpando livro na biblioteca. Ela não tem nada. Então fazer dinheiro é fácil ou difícil? Depende de quem? De quem vê, de quem vive, de quem experiencia, tá? E e o que que é
que essa pessoa vai ter Que vai ser mais fácil? E o que que ela vai ter que vai ser mais difícil? Nível de consciência, inteligência emocional, estrutura emocional, campo emocional inconsciente, ou seja, a parte invisível que ninguém quer investir. E às vezes você vê uma pessoa até de idade que ela tá guardando dinheiro, tudo bem, eu acho que todo mundo precisa ter uma reserva, acho legal. A pessoa tá com 80 anos e tá guardando dinheiro, guardando dinheiro, porque pode ser que Ela precise, meu Deus, vai viver 250 anos, tá? Bem, passar herança, mas eu vejo
assim, às vezes guarda, já já vi caso de gente que guardou dinheiro e mudou a moeda e ficou lá o dinheiro, não trocou. Sim. E aí, como é que fica esse? Eh, tudo bem, até tinha bastante, mas de que serviu essa pessoa viveu aprisionada também nessa nessa vida. O dinheiro também pode pode ser libertador, mas ele também pode aprisionar a pessoa numa obsessão, né? O dinheiro não tem o poder de aprisionar a pessoa. É a cabeça da pessoa que se aprisiona. E aí se aprisiona por qualquer coisa. Ela pode se aprisionar pelo dinheiro, ela pode
se aprisionar por um relacionamento, ela se aprisiona por um corpo, ela se aprisiona por uma casa. Tem gente que tá aprisionada na casa que tem a vida inteira. Tem gente aprisionada num carro, ela não consegue trocar o carro. E se ela troca, ela guarda o velho na garagem porque ela tá Aprisionada naquilo lá. Então, não são as coisas que geram a prisão, é o nosso nível de consciência baixíssimo, nossas dores, nossos medos, inseguranças. Tem gente que tem o mesmo sentimento que às vezes o filho tem com pai de dívida eterna, a pessoa tem com o
carro que teve. Ele me acompanhou quando eu vendia o ovo na rua, esse carrinho foi tudo para mim e não larga. Tem homem e mulher que estão numa relação que já não existe mais, não tem Mais nada ali, nada não. Eu vou até o fim porque ela esteve comigo no dia mal, eu vou até me trai, tá na rua, a mulher não sei se tá doente já não tem, sabe? Dor pura, doença, tá tudo doente não, mas é a dívida eterna, tá? Mas então joia, faz muito legal isso aqui, então faz incrível. Não é vira
um troço que vira uma coisa mórbida que vira por honrar uma coisa que não faz mais nem sentido, que não tá mais nem ali. Você entende? E o ponto também que eu escuto Muito e essa daí eu vejo que eh é muito uma crença enraizada para muitas pessoas. Eh, eu vou ter filho, eu tenho que ter filhos, tá? E eu acho legal ter filhos, né? Só para deixar claro que eu também tenho. Mas a pessoa coloca assim: "Eu tenho que ter filho porque quem vai cuidar de mim quando eu ficar velho? Eu não quero ficar
jogado as trá, mas a pessoa não sabe nem se vai ficar velha e nem se o filho vai cuidar dela e nem se ele vai est vivo, né, quando ela Envelhecer. Pois é, já tá terceirizando um problema que ela nem teve, mas já tá criando. É, tá rolando aí nessa semana esse negócio de dos bebê bebê reborn, não sei que, né, tá um foá. E eu fico olhando assim, eu fico olhando as próprias pessoas que levantam isso, né, falando que é um absurdo, tá? Não estou dizendo que não seja o que seja. É, eu não
me envolvo muito com a com o troço material em si, eu olho o que tá debaixo e eu fico olhando quem tá condenando e Criticando, que são muitas dessas pessoas vivem com o bebê rebornas nas suas vidas. Elas vivem com uma criança ilusória. É um um metáfora. Então tem gente cuidando de um ser que nem existe mais. Tem gente cuidando do da ideia de um bisavô e não se desprende daquilo. O velho já morreu, já des Ele não aguenta mais ouvir a voz do coiso lá no astral chamando ele. E a pessoa tá lá com
a ideia do bisavô que não pode abrir mão. Não sei quê. Eu tenho que eu tenho que Seguir com isso, porque isso aqui é uma coisa familiar. Eu tenho que seguir com essa ideia porque sempre foi assim. Fizeram assim e vai assim até e nem questiona. Então todo mundo, oh que loucura precisamos de clínica psiquiátrica. Gente, isso aqui é o hospício. O planeta Terra é não é que a gente precisa de uma Isso aqui é um hospício aberto, mas é o jogo. Não é que tá errado. O jogo é vamos pro hospício para ver que
que rola. Vamos ver se a Gente consegue entender que o jogo é o hospício. O jogo é o hospício. Então, tem um jogo rolando e o objetivo não é olhar o jogo. O objetivo é olhar o que você sente. Mas tá todo mundo enfiado onde? No jogo e cego, achando que a vida é sobre o jogo. E amanhã tu vai cair duro, teu corpo vai acabar e o que vai continuar é um campo vibracional. E o seu campo vibracional não é sobre bebê reborne, não é sobre o sexo que que a senhora fez ontem, não
é sobre se a Senhora teve 25 filhos, é sobre o que a senhora sente, porque é o sentimento que fica lá vibrando. Então não é sobre nada disso, é o que você sente. E às vezes a mulher que tá lá com aquele bebê no colo, que que ela sente? A necessidade de X, Y ou Z. Situação que pode ser a mesma que eu sinto, a mesma que eu só não tô com aquele bebê no colo. Eu até pensei um negócio lucrativo, ó. Você que tá empreendedora, você tiver uma creche Para beber, reborn, tá, tá, tá.
Olha só, você deixa lá parado bebê, tal e não vai ter tanto trabalho, né? Nada, nada, nenhum. Olha aqui, foi uma câmera. O Pablo Marçal já vai abrir uma. Você falou, provavelmente. E você me fez lembrar uma frase do Hélio CTO, né, que é eh uma figura presente na tua realidade, né, que ele falou os loucos, né, ele sempre falava assim, os loucos tomaram o comando do hospício, né? É um negócio que às vezes parece, Né? A frase do Hélio que eu mais gostava era assim: "O ser mais perigoso não é o bruxo, é o
aprendiz de feiticeiro. Porque o bruxo é é igual assim, bandido, o bandido experiente, ele não quer te machucar, não quer, ele é experiente. Ele vira, eu lembro, né, que uma a escunhada da minha tia foi assaltada e ela disse assim: "Eu nunca passei por isso na minha vida". O cara me abordou no carro, falou: "Senhora, Respira. Senhora, respira. desce do carro, deixa tudo, pega seus filhos em paz, tem alguma coisa de valor emocional? Ela falou: "Tem os quadros do meu filho no porta-male." A senhora levanta, abre o porta-mala, pega os quadros do filho da senhora,
coloca as crianças na rua, eh, na calçada, vai pra calçada, eu vou levar seu carro. A senhora, por favor, só chame a polícia daqui 10 minutos. OK, temos um acordo. Ela ama, toma, toma um rivotrio também Aqui pra senhora. É, só falta, eu acho que agora eles vêm mais equipado. Ele entrou no carro e foi embora. Nossa, que inteligência emocional. desse jeito. Ela falou que nem o tom de voz ele levantou, que ele falou com ela desse jeito. Eu já ouvi várias outras histórias de pessoas que foram assaltadas dessa forma que o cara disse que
era assim, respira, né? Como é que você falou? É, eu tive uma, eu não lembro que cliente minha que foi que ela falou: "Eu quase deixei, eu Quase deixei meu marido e levei o bandido para casa, que ele era mais educado que meu marido." Falei: "Minha, nossa senhora, gente, né?" Então, eh, cara, eu acho interessante porque assim, se a gente sai do que a gente tá vendo e a gente entra no que a gente tá sentindo, nossa, a gente a gente sai desse furdunço e esse furdunço ele serve só para divertir, sabe? Ah, a Virgínia
foi prestar não sei quê do jogo do não sei quê. Agora o bebê reborn. Aí Nós temos questões X, Y, Z de política. Ai, mas Paula, tudo isso é relevante. É, mas também não é. Depende de por onde você está olhando. Então, humanamente falando, joia. Se informe, leia, emita suas opiniões, brinque com isso, leve a sério, não vá pra rua, levante sua bandeira, defenda a ou tá tudo certo. Isso é o jogo. Agora você tá olhando embaixo disso, como é que você sente aí quando você julga a pessoa, ah, quais são as Características que você
tá defend, por que que você tá defendendo tal pessoa? Por que que você tá combatendo tal pessoa? O que que te pega? O que que te dói? Onde que é o ponto que te sabe onde que onde estão seus pontos cegos no emocional? Esse é o meu trabalho, esse é o meu objetivo. Então, por isso que eu não discuto plano físico da coisa. Não é relevante para mim. Para mim a relevância está embaixo disso. E agora eu quero só fazer mais um Convite ou mais um presente antes da gente entrar num assunto de apego eh
material. Pessoal, ó, tem mais uma possibilidade. Essa é mais plus. Para isso, você vai ter que seguir o Instagram da Paula e ficar atento lá que ela vai dar o recado. Se chegar a 150.000 views aqui bonitinho, como a gente combinou, tomara que ultrapasse, chega a 300.000 views. A Paula vai ter uma relação de trabalho mais intimista, Né? vai aplicar o trabalho dela de forma mais intimista com alguém, como ela faz lá no canal dela e ela vai fazer um convite para uma das pessoas que ela vai sortear lá para participarem de uma terapia em
tempo real com ela. Explica pro pessoal aí como é que funciona. Gente, eu sugeri pro Fael o seguinte, como eu tô fazendo esse quadro as quartas-feiras no meu canal e obviamente é gratuito e é aberto, é online e tal, eu sugeri para ele que a gente fizesse o Quê? Se vocês compartilharem, se vocês curtirem, compartilharem a live e a gente chegar no número legal de visualizações, o Fel colocou 150.000 porque a nossa primeira foi muito boa. Se a gente chegar a 150.000, o que eu vou fazer? Vou pegar todo mundo que participou, que deixou o
comentário, que curtiu, a gente vai girar um sorteio e esse sorteio eu vou selecionar uma pessoa e a gente vai pensar como que a Gente vai fazer isso, se vai ser online, se vai ser presencial. Então assim, não importa onde você mora, Paulo, mora em Portugal, participa porque tem como a gente fazer online, exatamente como eu tô fazendo no meu canal. Então a gente pode fazer online, a gente pode fazer presencial, eu posso gravar com você online, disponibilizo pro Fael e ele vai liberar aqui nas plataformas dele essa sessão que você vai ter comigo. Mas
como que é, Paulo? Eu quero entender. Veja lá No meu canal que tá rolando de quarta-feira, tá lá. É só você entrar no meu canal Paula Gasparine Correia. Você vai lá nas playlists, você vai ver recrissas sessões que eu tô fazendo com a galera. Obviamente não é o protocolo completo, é uma parte do processo. Então você vai chegar, você vai definir qual é o seu problema, meu problema grana com meus pais, conforme você vai ver lá na nas sessões. E eu vou estar com você em torno de 50 minutos a 1 hora10, 1 hora15 E
a gente vai estar fazendo esse processo, tá? Um processo que hoje, o processo completo hoje custa R$ 10.200. você vai poder participar comigo gratuitamente e eu vou disponibilizar pro Fá, pros seguidores dele. Então já sabe, segue no Insta e no YouTube Paula Gasparine Correia. Não esquece que eu fui hackeada, tem que botar em terço, senão não aparece. Ã, compartilhe a live, compartilhe o podcast pra gente chegar a 150.000 Visualizações e esteja atento no Insta, porque se a gente bater aqui, a gente vai disponibilizar e a gente entra em contato com o quem for sorteado, beleza?
Entendeu? O caminho das pedras é várias várias coisinhas que você precisa fazer, então contribui também, né? Porque a gente tá criando aqui uma relação com o público. Então a gente vai fazer uma terceira live, a gente tá na segunda, vai separar suas questões, vai falar seu nome. Claro, se você colocou, você Permite que fale o seu nome. Vamos colocar a sua pergunta diretamente paraa Paula responder. Você vai est atento para ver essa terceira live. você vai ter essa resposta, essa essa abordagem junto com ela. Em contrapartida, você também pode ter o seu benefício dos 44%
de desconto nesse belo pacote que ela tem aqui na descrição para você estudar junto com ela, ter conteúdos com bastante bastante eh material, tá? São combos aqui, estude com a Paula Correia. E ainda você pode participar desse processo que ela tá colocando à disposição. Tudo isso na nossa próxima live. Beleza? Vamos fazer a lição de casa. Deixa eu deixa eu fazer só um comentário. Eh, talvez você esteja me assistindo e você pense: "Paula, eh, eu queria só um, né, dos cursos." Não tem problema. Quando você clicar no link, abre uma página para você, onde você
tem a opção de escolher um ou dois cursos com desconto, não é com os 44%. os 44 é Para esse combo, paraa gente tratar essas três áreas e você ter um maior eh benefício, maior resultado. Enfim, ai Paula, eu não tenho R$ 1 nada, não tenho nada, mas eu quero melhorar. Então, a senhora começa assistindo conteúdo gratuito, vai no canal, tem um monte de live minha lá, gratuita, conteúdo gratuito, aulas, aulas profundas, tem conteúdo no Instagram, vai mergulhando nos conteúdos, vai assistindo e acompanhe as lives de quarta-feira, Acompanhe conteúdos que te nutram, as lives, os
podcasts que o Fael faz, escolha a nutrição, sabe, que vai nutrir o seu sistema, sua mente, seu coração, que vai te fazer transbordar, te fazer fazer pensar um pouco fora da caixa. Então, veja isso. O que que você tá botando para dentro? Sabe o que que você tá ingerindo emocionalmente falando? Tá contribuindo, tá piorando, tá expandindo sua consciência? E observe as suas emoções. Inclusive agora quando a gente Falou de venda, quando a gente falou, né? Porque a gente tá falando um monte de coisa, então a gente tá te entregando esse conteúdo de graça. Aí a
gente tá pedindo para você curtir e compartilhar. Que que você sentiu? Ai que saco. Tem que compartilhar o que que você tem. Olha essa sua cara que você fez aí. Aí depois Fel falou: "Vai ter um sorteio, você tem que fazer isso e isso. A gente vai sortear uma pessoa. Ai legal, se eu queria o sorteio. Ai mas tanta gente. Olha essa sua outra cara que você faz, o seu sentimento. Ai mas a Paula já foi lá, já quer vender curso. Olha o seu sentimento. A senhora vai vender o que na vida com essa sensação?
Porque se a senhora tem raiva de quem vende, o dia que a senhora for a vendedora, qual é o tipo de cliente que a senhora acha que vai atrair? Um cliente vai gostar de comprar da senhora ou um cliente que vai ter raiva quando a senhora for vender? A vida ela não, ela não tem duas opções. Aquilo que você emana é o que você conecta. Então, se você tá me assistindo, você fala: "Pô, que legal, a Paula foi lá, ela entregou um conteúdo, ela tem vários projetos, ela tem vários cursos, ela entrega conteúdo de graça,
ela tem um livro que é barato, ela tem um curso de X, Y, Z, ela tem um atendimento que hoje, depois de 13 anos de trabalho, ela consegue cobrar R$ 10.200 um protocolo. Caramba, que legal. Eu quero aprender isso. Eu quero Aprender a ser uma pessoa que eu vou galgando degraus e eu vou podendo fazer o meu trabalho ser valorizado. Eu sou terapeuta, Paula, eu comecei cobrando R$ 300. Eu quero cobrar 4, 5, 10 e quero entregar por isso. E eu quero que quando a pessoa fizer o meu processo, ela vai falar pro mundo o
que tá acontecendo com ela. Você sabe, Fé, que eu tô fazendo um um projeto com a Ina Barros, que ela é esposa do Felipe Franco, que é da de musculação e tal, ele é até deputado, Enfim, um casal muito bacana. E ela tinha tem uma luta que vai acontecer esse final de semana. E daí eu conversando com o Felipe, falei: "Quer que eu preparo ela emocionalmente?" Ele: "Pô, quero demais" e tal. E a gente começou uma preparação. No fim a gente percebeu que aquilo que ia ser na cabecinha dela uma luta, ela já entendeu que
a luta dela era toda interna e que o troço estava acontecendo todo dentro dela. E ela começou esse movimento. E eu Disse para ela, falou: "Ai, como que a gente vai fazer? Eu vou te pagar, a gente vai fazer uma permuta?" Eu falei: "Presta atenção o que que a gente vai fazer? Eu vou te entregar o meu serviço e você só vai falar do meu processo o dia que explodir dentro de você um desejo que o mundo conheça o que eu faço. Se você não sentir isso no seu coração, Iaê, você não vai abrir a
boca para falar de Paula. Estamos combinado? Estamos. Mas se se você queimar por Dentro, de você querer falar para todo ser humano, pra sua mãe, para todo, você vai querer que todo mundo faça. Você vai querer que todo mundo conheça o método, que todo mundo faça os cursos. Se isso queimar dentro de você, aí você vai falar. Ela falou: "Tá bom". Aí, anteontem ela fez uma postagem, ela falou: "Gente, a Paula falou que era só para eu falar do que ela faz, se queimasse no meu coração, mas vocês não estão entendendo o que eu tô
vivendo. Vocês não estão entendendo o que que eu tô sentindo. Eu descobri que essa luta não tem nada a ver com a luta. Eu descobri um monte de coisa dentro de mim. Eu tô limpando tudo, gente. A luta tá lá. Eu não tô com ansiedade. Eu tô com, eu tô alegre, eu e tá mexendo no meu casamento e tá mexendo com não sei quê e tá. E ela foi lá e fez um bait, ela e ela pediu isso para mim, que eu só falasse do que eu tivesse vivendo. E eu vou dizer a mesma coisa
para você que Está me assistindo. Leia os comentários dos meus alunos, leia os comentários de quem faz os meus cursos, porque não existe ninguém melhor para te dizer o que você vai encontrar lá dentro do que quem já fez. Eu acho que essa é a maior garantia que a gente pode passar para alguém é dizer: "Pergunte para quem fez, converse com quem experimentou". que ela vai te dar um feedback muito mais real e positivo de que qualquer coisa que eu fale aqui. É só olhar também a a Primeira live, a espontaneidade que ela teve aqui,
ela teve na primeira live e os comentários são maravilhosos, as pessoas gostam disso, elas se nutriram com seu conteúdo e trouxe muita melhoria, já perceptível na primeira live. Então, os insightes da galera, teve um rapaz que ele descreveu todo o padrão dele. Eu falei: "Cara, que nível de consciência lindo que esse homem desenrolou aqui". Ele falou: "Paula, notei isso, notei que minha vida não Anda por isso, que eu percebia isso, percebi isso do meu pai, percebi essa emoção, falei: "Caramba, o cara fez uma autoanálise profunda." Por exemplo, esse cara, se ele tivesse dentro prosperidade, com
essa consciência, ele faria duas dinâmicas. Ele ia limpar todo o campo emocional dele, ia ativar o merecimento numa dinâmica lá que a gente tem de limpeza de culpa e merecimento, por exemplo, que é coisa linda assim. Se Você inclusive não viu a primeira a live vai assistir porque foi muito legal, foi muito legal mesmo. Muitas pessoas com relatos positivos, praticamente zero pessoas se incomodaram com coisas. Isso eu acho muito legal, muito difícil isso acontecer. Uhum. A gente coloca lives aqui de temas variados, ufologia, não sei o quê. Sempre aparece um gracioso, uma graciosa. Na tua
normal, né? Faz parte na tua. É assim, nem 1%. Nem 1%. Então, o pessoal comprou a ideia, teve significado, abraçou você, o pessoal gostou de você. Então é por conta disso, dessa sua espontaneidade, dessa naturalidade que você fala as coisas e as pessoas têm uma facilidade em gostar. Isso daí eu tô falando porque a gente tem aí a prova, né? Então é muito bacana. E pra gente fechar esses raciocínios, muitas vezes as pessoas elas têm condições, mas elas se colocam num padrão de não ter mais a condição. Um exemplo, tenho um terreno que vale 5
milhões, já está parado há 20 anos esse terreno. Que belo rendimento. Não, não tem nada no terreno. 5 milhões. Ah, mas me ofereceram 10 anos atrás, valia cinco. Não sei quanto que vale hoje. serão três. Eu não vou vender por três. Quantos anos você tem? 75. Em 10 anos você põe 1%, sei lá, 30.000 por mês, você entende? 300.000 1 por ano a Mais, a pessoa tá perdendo esse dinheiro, mas o terreno vale cinco, tá parado lá, mas um dia vai vender. Então até as pessoas que não tão entre aspas, com uma escassez declarada, podem
estar em escassez nesse sentido, né? Sim. Aí você observa o que ela sente quando alguém vem com essa proposta. Ela sente que estão tentando enganá-la. Você acha que eu sou idiota? Você tá querendo me usar? Você tá querendo tomar o que é meu. Você tá querendo ganhar vantagem em Cima de mim. Aí você pega esse senhor de 70 anos, dá uma relaxadinha nele e fala assim para mim: "Esse sentimento que você teve sobre esse terreno?" Porque assim, ele é inteligente, tá? senão ele não teria um terreno de valor. Ele tem uma inteligência, só que ele
prefere morrer duro com aquele terreno ali do que sentir de novo a sensação de que ele fez um mau negócio, de que ele foi enganado, de que alguém eh se fez nas costas dele, de que alguém se Beneficiou, sabe, do desespero dele. Tipo, e aí você começa a fazer um relaxamento ali, vai voltando um pouquinho, vai entendendo um pouquinho, aí você descobre que em algum momento da jornada dele, ele se sentiu envergonhado, ele sentiu medo e ele abriu mão de alguma coisa que era importante e nunca exemplo, vou dar um exemplo bobo, tá? A mãe
dele virou para ele e falou assim: "Dá esse carrinho pro seu irmãozinho, ele é pequeno, dá para Ele, você já é grande". Ele vai dar o carrinho pro irmãozinho porque a mãe tá falando, ele não quer chatear a mãe porque o irmãozinho é pequeno, ele tem dó do irmã, mas é uma dor. Ele tem uma dor por causa daquele carrinho que ele deu. Mas é tão absurdo que você vê alguém na sua frente se desmontar por causa de um carrinho que deu porque alguém e ele jura para ele que nunca mais na vida dele ele
vai entregar para ninguém o que tem relevância ou Importância para ele, entende? Então não é sobre dinheiro ou terreno, é sobre uma ferida que ele ele se nega a sentir de novo. Então enquanto ele não desacoplar esse sentimento do terreno, do carrinho, do irmão, de que esse cara não tem nada a ver, que esse cara não é a mãe pedindo para ele dar uma coisa importante pro Não tem nada a ver. Enquanto ele não limpa isso, por mais que o intelecto dele diga: "Para de ser burro", a ele não tem a força emocional para fazer.
Ele não tem a força emocional para realizar, entende? E aí ou ele nega propostas ou elas nem chegam. Elas nem chegam. Ele mesmo já bloqueou a possibilidade, ele bloqueia antes, entendeu? Porque num contexto mais exato, essa pessoa, esse personagem da da história, procura mostrar que é extremamente racional, mas ao mesmo tempo não é nada racional se ele for colocar números na questão, né? nada, porque a gente não é, a gente acha que a Gente é racional. Até quando a gente tá no raciocínio mais incrível, a gente tá sendo emocional, porque o que tá te impulsionando
a ter aquela lógica é o seu campo emocional inconsciente. Sabe o que acontece muito isso com quem vende móvel? Corretor. O corretor ele tem às vezes muita habilidade de vender uma coisa A e muita dificuldade de vender B. O cara é muito bom para vender produto de baixo valor e o cara é péssimo para vender tickete alto ou vice-versa. Uma Amiga minha foi vender um apartamento que o pai dela tinha pego numa troca. Eles vendem casas bonitas e tal. Esse apartamento era mais simples, 40, 50 m, pequenininho, mais simples e tal. E ela: "Paulinho, eu
não consigo vender, tal, me dá uma luz, me dá uma dica". Eu falei: "O que que você sente quando você entra nesse apartamento?" Sufoco. É pequeno. Como é que uma família vive ali? Falei: "Irmã, tu entra no lugar com essa energia, você manda isso pra Criatura que tá querendo comprar, como é que você vai viver dentro de um lugar desse?" "Ah, mas eu não falo isso." Claro que não. O que que sua boca fala? Você é corretor, você vai falar: "Isso é louca". Você fala: "Isso aqui é lindo." Imagina sua família aqui faz toda a
técnica que aprendeu. Só que não é a técnica que vende, o que vende é a tua energia. é se realmente você acredita naquilo que você tá dizendo. E aí o contrário é verdadeiro. O cara chega Para vender uma casa de 5 milhões, ele acha que é um absurdo. Ele acha que a pessoa que paga 5 milhões naquela casa é um tonto. Como que ele vai vender a casa se ele não acha justo? Ele só conecta com compradores que vão sentir a mesma coisa que ele ou que não vão ter grana ou que vão dizer não.
E compra com o vizinho aí falou: "Não entendi. O cara saiu daqui comprou mes uma casa de 5 milhões que com o outro cara. Sim, porque outro cara tinha uma energia Diferente. Lá fez sentido, aqui não. Pagou até mais. Se bobear paga até mais. Então vê, não é sobre técnica. Não adianta você ter a técnica mais linda do mundo para qualquer coisa que seja. Se o sentimento não acompanha, não vai funcionar. Agora pega uma pessoa que sente e não tem técnica, ela faz e você fica de boca aberta. Como é que pode fazer um negócio
desse? E a pessoa fala: "Nossa, mas foi tão empírico, foi tão natural, né?" E às Vezes a pessoa tem e às vezes esse empírico, esse natural vem também de uma raiz, né? Claro, de não bloqueios em certas coisas, né? Sim, óbvio, porque se ele bloqueia, ele não vai fazer acontecer. A pessoa não tem bloqueio nenhum, não tem bloqueio de nada. com nada ela sai fazendo, mas não tem técnica, não aprendeu, não sabe nem falar direito, mas não tem bloqueio, ela sai fazendo. Você até falou, lembrei de um canal que a uma mulher, ela ela ela
Tem um canal no YouTube que ela é corretora, mas é só casa padrão, 40 milhões. Olha a ideia que ela teve, ela tá ganhando uma grana porque todo mundo gosta de ver casa bonita. Além de tudo, ela anuncia, as pessoas ficam vendo. Olha só, ela teve uma bela de uma sacada. Sim, pessoal se estasia ali, ela tá ganhando de dois jeitos. Se não vender a casa, ela tem milhões de visualizações. Imagina se ela pensasse: "Meu Deus, eu não vou ficar mostrando Casa de 40 milhões num país igual o Brasil, que tem gente morrendo de fome?"
Acabou. Onde você vai com essa cabeça? Ah, mas não tem. Tem. Mas o que tem a ver uma coisa com a outra? Percebe? É. E outra pessoa fala isso, tá morrendo de fome, mas ela ela acha que o que está morrendo de fome está morrendo de fome porque alguém não está não. Ou porque se não mostrar a casa de 40 milhões, ele vai ter amanhã o o alimento no prato. Tipo assim, que que Tem a ver uma coisa com a outra? Entendeu? É uma crença, é a culpa. É a culpa de eu estar bem e
alguém não estar. Pode ver que a vida dessa pessoa é um caos. É terrível. Não, não anda. Quem acha que o que tem mais tem que dar pro tem menos. você pode ver a vida dela, não anda. É, é um ponto muito importante para as pessoas refletirem, até porque tudo bem, tá vendo uma situação que você sente que pode fazer algo, cada um tem o seu sentimento, né? Claro, mas às vezes você chega para uma pessoa que tá quebrada e fala: "Tão 1 milhão e sai." Volta daqui um ano, perdeu 1 milhão e tá devendo
mais um. Uhum. Então, o que que é ajudar? O que que qual o conceito de ajudei essa pessoa? se é que ajudou, né? Se é que teve uma intenção na cabeça dela é ajudar. Uhum. Na cabeça da outra fui ajudado. Mas o que que é ajudar? Você fala muito sobre isso. Você não não acredita muito nesse conceito, né? Uhum. É, eu não acredito. A gente falou muito disso na primeira live, né? Eh, se eu tô fazendo alguma coisa, eu tô fazendo alguma coisa favoravelmente ao meu campo, porque eu não posso agir contrário ao meu campo.
E se eu estou fazendo algo favorável ao meu campo, é sobre mim, não é sobre o outro. Ponto. O outro é um meio para o que tá dentro de mim se manifestar, mas ele não é a causa, ele não é o motivo, não é o princípio. O princípio sou eu e alguma Coisa que tá dentro de mim. Então eu sinto vontade de fazer tal coisa porque e e esse porquê tá em mim, não tá no outro. Depois que eu entendi isso, eu posso fazer o que eu quiser. Por quê? Porque aí não é, não, não
tô mais importando o que que outro vai fazer com aquilo. Eu pego, entrego e tá tudo certo. Se você usou isso para isso, para aquilo, se você fez para, tá tudo bem, entende? Eh, cai, a gente poderia voltar e recomeçar a conversa da história da Libida. Ah, mas eu vou lá ter sexo com Bom, se você tá fora do teu corpo, isso é sobre o sexo para ele, com ele, nem vai. Vamos falar de você. Que que você quer? Que que você sente? Faz isso? Faz sentido para você? É sobre você? É sobre a sua
realização? É sobre seu prazer? É sobre uma entrega que faz sentido para você? É uma troca, é uma troca digna e favorável? Esquece o outro. Hoje não vai ter nada nesta casa porque eu não vou fazer nada com esse homem. Porque? Mas Pera aí, você gosta? Ai, eu adoro. Por que que você tá se punindo? Se a questão que você tem que resolver com ele é outra coisa dele, por que que você tá se punindo? Que que você se flagela achando que se flagelando você vai convencer o outro de fazer o que você quer que
ele faça? Faz sentido isso? Então eu vou tirar de mim um negócio que eu tô fazendo por mim, que é o meu troço. Faz lá tudo que você tem que fazer. Tenha seu prazer. Se arrasa Com o seu marido. Quando acabar você olha para ele e fala: "Não esqueci, não tô falando com você". Vira e dorme. Eu brinco com as minhas alunas assim: "Não, que as tchongas, que que elas fazem?" Não faz nada, fica passando mal até com dor de cabeça que gosta e tem vontade porque quer punir o marido. Fal, vocês são burra. Faz
tudo que tem que fazer, porque ele vai fazer melhor, porque como ele sabe que fez merda, que que ele vai querer? Vai falar: "Ai, ela tá de boa". Então ele vai arrasar aquela noite vai ser uma loucura. Raí, você aproveita, deixa e usa o pc. Vai fazer mais disso que eu gosto. Porque, ó, você deixa ele achar que tu tem. Acabou, tomou banho, olha para ele e fala assim: "Não tem janta, vou dormir, não tô de boa com você não. Que que a tonga me faz? Uma semana de grave de ou a que ama cozinhar.
Ela ama, o prazer dela é cozinhar. Não vou cozinhar uma semana. Mas você sofre quando você Não cozinha. Cozinha, faz tudo e faz outra coisa diferente. Põe a comida na po. Não tô falando com você. Ah, mas você fez meu jantar porque eu gosto de cozinhar. Não tô falando com você, você entende? Tipo, então assim, a gente aí a gente pode voltar e essa conversa ela recomeça de tantas outras variáveis. Temos que conversar mais. Vai, vamos, já tá combinado, a gente já tá criando essa terceira live aí, né? Vamos. Sugiram nos Comentários. Vocês gostariam que
eu falasse sobre o quê? Coloca aí pra gente sugestões. Isso. E se você já escreveu um comentário, vai lá e escreve outro que quanto mais comentário, melhor. Tá, pessoal? E é isso, vamos deixar um caldo para essa terceira live, para todas essas realizações que você recebeu aqui hoje. Quero te agradecer muito, tá? Obrigada, Fá. Adorei. Mais uma vez, obrigada, gente. Vocês são, ó, queridos, Viu? Beijo para vocês. Fiquem com Deus. Dá uma melhorada nessa cabeça sua. A senhora vai ver que a vida fica muito mais deliciosa, leve, divertida. E tem jeito, minha filha, tem. Eu
saí de um lugar que chamava rua tecla. Se eu sair de lá, a senhora pode ficar tranquila que vai sair daí também. É isso aí, pessoal. Todos os recados foram dados, não mais vale a pena reforçar, tá? Quer assistir de novo a live, volta lá do começo, assiste, manda para todo mundo Que você lembrou, pra gente movimentar essas ações bacanas que no fim você que vai ser beneficiado e beneficiada, tá bom? Um grande abraço e eu vejo você aqui no nosso próximo podcast. M.