Gente, eu quero falar um pouquinho aqui sobre todo o papo que tá rolando sobre a 6 por1, né? A o avanço da PEC da 6 por1 tá chegando ali no Congresso. O centrão já tá brigando para conseguir organizar e arquitetar.
Eh, o presidente da Câmara já encaminhou o texto para CCJ e aí isso daí vai pra frente. Eh, e aí a gente vai começar a ver um bando de pessoas falando sobre escala 6 por1, pessoas falando de um jeito, pessoas falando de outro. E quero falar uma parada que essa é uma pauta que a gente tem falado dela desde 2023, desde o outro canal.
E agora a gente vê um monte de pessoa que não sequer estavam comentando isso, sequer estavam acompanhando isso, sequer estavam ouvindo isso, sequer estavam falando a respeito, surgindo agora para falar, para opinar, para dizer o que acha, o que pensa. Pessoas que estavam completamente aleatórias a esse assunto começam a aparecer para dar suas opiniões e opiniões que são sem sacanagem, velho. É, opiniões bem canalhas algumas vezes, né?
Então, >> dois trabalhadores, um brasileiro, ó, isso aqui, ó, >> olha, pega dois trabalhadores, um brasileiro e um americano. O americano produz quatro vezes mais, vamos dizer isso de outra forma. O que um americano fabrica numa semana, a gente aqui no Brasil precisa de um mês para produzir.
E aqui é uma, de novo, é uma das paradas que a gente discutiu muito aqui com pessoas de diversas áreas. Quando a gente tá falando de produtividade, é muito fácil você cair nesse discurso raso, esse discurso aí que é para colocar a culpa no trabalhador, quando ele sequer coloca na conta diversos outros quesitos que atrapalham a produtividade do brasileiro. Então eu queria perguntar para Bandeirantes que tá aí defendendo que mantenha essa escala 6x1.
Por que que a gente não fala da desindustrialização do Brasil? Qu fala da dificuldade de trazer maquinária pro Brasil, de construir máquinas aqui, de você poder trazer uma máquina da China e trazer pro Brasil, porque a gente não fala dos impostos que são cobrados em cima do das empresas, dos empreendedores. Por que que a gente não fala da condição das nossas estradas que atrapalham a nossa produtividade, a condição das nossas cidades?
Quando a gente tá falando de produção e produtividade, existem uma série de outros fatores que não é o trabalhador. O brasileiro, a gente tá batendo nível recorde de afastamento de trabalho por saúde mental. A gente tá no topo de acidentes do mercado de trabalho.
A gente tá num país desindustrializado, um país cujo único modal de transporte que a gente tem é a merda de uma estrada cheia de trânsito, tudo parado, umas ruas que não tem, que só tem buraco, onde um caminhão precisa às vezes atravessar o centro de uma cidade como São Paulo para conseguir fazer uma entrega. Como é que você vai querer produtividade alta? E aí de novo, esses canalhas da grande imprensa, esses canalhas da indústria querem jogar culpa na escala 6 por1, né?
Não, se a gente não tirar, se eu tirar escala se por um, a gente vai acabar. Não, gente, tem um monte de outro problema que não é escala 6 por um que compensa. O brasileiro ainda a gente mantém muito do pensamento escravagista e que tá adoecendo o nosso trabalhador, que tá tirando o pai e a mãe do núcleo da sua família e diminuindo o nosso poder de renda e também está afetando o mercado de trabalho.
E falo isso como quem acompanha isso há muito tempo. Só para vocês terem uma ideia, tá? Só para você ter uma ideia.
Já existem mercados no Brasil, mercados, mercados de mercado mesmo, de supermercado, mas a gente pode usar a palavra mercado também, onde eles já estão oferecendo regimes mais flexíveis para ter mão de obra. A gente falou nos dois últimos anos do apagão no mercado de trabalho em mercado, a gente falou do apagão em loja, a gente falou de apagão no shopping, onde a galera não consegue contratar, por o cara tá numa escala ganhando tão pouco, trabalhando tanto que para ele compensa mais ir trabalhar no Uber, para ele compensar mais fazer um bico, para ele compensar mais fazer dois, três trampo do que ficar numa empresa. Só que a gente tem aí a irracionalidade do empresariado aliado a um bando de canalha.
que tenta travestir o seu pensamento de um pensamento intelectual. E na hora de gente discutir uma pauta que ela é relevante paraa nossa cidade, pro nosso trabalhador, pra nossa família, a gente entra num papinho moralista raso e que não contempla todas as variantes que estão dentro do mesmo cálculo. Ah, a produtividade do brasileiro é baixa.
Beleza? Então, vamos fazer a relação. Quanto de imposto é tirado no produto final, né?
E aí quanto que tem o rendimento disso? assim: "Então, pô, é óbvio que você vai ter uma uma vai afetar isso. Olha a dificuldade que tem para você fazer uma entrega.
Olha a dificuldade de infraestrutura que a gente tem no país. Tenta agora pegar algo que chega no porto de Santos e atravessar o Brasil rápido. Tu pega a estrada.
Por que que os canalhas que querem manter a escala 6 por1 não são os mesmos que defendem a criação de ferrovia para melhorar o transporte dentro do Brasil? Porque os canalhas que querem manter a escala 6 por1 não são os mesmos que falam pra gente cair com esse protecionismo idiota que a gente tem no Brasil pra gente poder importar, né, maquinário para cá, pra gente poder industrializar o nosso país e a gente parar de ser um fazendo. Por que que não são esses canalhas que querem manter a escala 6 por1, que não falam pra gente começar a virar um polo de tecnologia, fazer o que Taiwan fez, o que China fez, o que um monte de outras cidades que antes que eram umas republiquetas, cidades que eram um campão, fizeram e a gente não fez.
Então assim, eh eh eh os caras pensam em tudo menos no que é importante de verdade. E assim, e é óbvio que acho que tem existe também uma outra particularidade quando a gente vai falar de escala 6 por1, que a gente vai precisar falar também, que é o seguinte, se eu não me engano, 70% dos negócios do Brasil são micro ou pequenos negócios. Pô, não dá pra gente tratar o grande negócio e o pequeno negócio na mesma do mesmo jeito.
E não dá pra gente tratar todos os setores das empresas no Brasil do mesmo jeito. Então assim, tá, será que o mercado de serviços ele tem que regular pela mesma regra que tem um mercado de compra e venda ou um mercado de uma fábrica, de uma indústria, numa indústria têxtil? Como é que a gente vai regular?
O cara que tem um boteco, ele opera pelas mesmas regras do cara que tem um shopping, ele opera pela mesma regra do cara que tem um, sei lá, uma fábrica. É justo a mesma regra que a gente vai aplicar da Drgazil ser a mesma regra pra padaria do seu João? Existe um entendimento aí qual que é a regra que a gente vai estipular, como é que é a cobrança que a gente vai estipular, como é que a gente vai conseguir fazer para que isso seja aplicado e replicável?
e no causa impacto nessa pequena empresa. Só que assim, eu acho que é um é uma galera que entrou nessa pauta e acho que essa é a parada que é muito importante da gente dizer. Eu concordo.
Essa questão de transferência de tecnologia era para ontem pra gente tá fazendo isso. Com toda assim, com todo o respeito ao agronegócio que ainda sustenta a parte do Brasil, que é uma potência gigantesca que a gente tem do agro, né? Mas assim, a gente era para est fazendo transferência de tecnologia.
A gente não pode tá achando que a gente vai [risadas] chegar em algum lugar sem um fazendão. Não tem como. O mundo já é outro, tá?
O mundo já é outro e a gente tá caminhando para trás enquanto tem muito país caminhando paraa frente. Mas vamos lá, vamos continuar. A gente tá agora, por que que a escala 6 por1 demorou tanto para chegar?
E por que que qual que é o grande problema da escala 6 por1? A escala 6 por1, ela tá foi mantida esse ano para eh ser votada esse ano e conversada esse ano justamente por conta das eleições. Não tem outra resposta.
É justamente por conta das eleições. Então as eleições pressionaram essa galera. O PT que durante muito tempo estava completamente em cima do muro, se ligou que ia se queimar com a parcela deles da esquerda se eles não entrassem nessa conversa.
Entraram, né, na conversa também. E agora a rapaziada vai começar a correr isso e vão fazer esse abafa porque nenhum nenhum deputado quer ser o cara. Porque a galera se ligou do poder político com isso.
Nenhum deputado quer ser o cara que falou contra 6 por um. Então o que que eles estão tentando fazer e eles vão fazer, tá? Vai rolar agora um aqui, ó.
Oposição busca reagir ao ao fim da escala 61 com meio termos em propostas. Ó, entre possibilidades estão regime de 40 horas semanais sem posição de escala ou negociações flexíveis com base em horas trabalhadas. Então assim, eles vão tentar fazer um acordão.
Então aqui, ó, aprovar o fim da escalação por um é a prioridade do governo federal. Então, se eu não me engano, eh, tem um mecanismo que o presidente pode fazer, que é pedir a votação de uma lei com regime de urgência, senão ele fecha a pauta do Congresso, tá? E do Senado.
Então, assim, é uma parada que é um mecanismo que o presidente tem, né? Ele não usa muito também porque senão um bagulho que desgasta, mas a escala 6 por1 já está prometida de entrar nessa vibe. E aí, meu irmão, o que que a galera vai fazer?
Vão pegar e vão tentar de tudo quanto é gente mudar. Então assim, eh, 4x3, esquece, esquece, esquece 4x3, gente. Esquece 4x3 no Brasil, mano.
Esquece. Isso não vai ter. Isso não vai ter.
Isso daí, mano. Não vai ter mesmo, mesmo, mesmo mesmo mesmo, mesmo. Abaixar imposto para empresa, esquece também, porque os caras acabaram de dar aumento pros servidores e eles vão vão precisar de uma grana bem alta para conseguir pagar essa conta daí.
Então, imposto para microempresário, pequeno empresário, vai continuar pagando. Aliás, é um absurdo o quanto que a gente paga de imposto nisso daqui. E é uma parada que a gente devia estar conversando também, mas assim, lembrar novamente que os seus representantes políticos que você votou, que estão lá, que são oposição ou que são a favor do governo, nenhum deles colocou a pauta diminuir imposto e não rodou isso daí, tá?
Vamos lembrar disso aí de novo. Você que tá pagando muito imposto. Os seus deputados poderiam ter feito isso e nada foi feito.
Essa mesma galera que vai usar agora o próximo ano todo esse papo de que a gente paga uma carga tributária muito alta. Ninguém ofereceu nenhuma proposta de reduzir carga tributária. Vamos lembrar disso daí, tá?
Porque a gente parece que a gente trabalha com outra realidade, né? Aí, esse é o ponto. Então, assim, a galera vai tentar de tudo quanto é jeito fazer uma manobra.
Então, assim, eu já vi papo de 44 horas semanais junto com a redução da escala. Eh, então assim, tá todo mundo meio que tentando, então, por exemplo, eh, colocar a sua pauta ali ou reduzir o estrago que isso vai ser, tá? Porque isso vai ter um impacto de certa maneira em algumas empresas, mas o que a gente precisa passar, né?
E assim, e essa é uma parte que a gente precisa entender muito forte, assim, o social ele não pode ser perdido de vista de quando a gente tá falando sobre empreendedorismo e economia. Então, o que eu quero dizer com isso? Tá aqui, ó.
O King Cataguei propôs redução de imposto. Eu sou completamente a favor, pô. Completamente a favor.
Empresa pequena para mim tinha que ser, ó, você não vai pagar imposto nenhum. Tu começa a pagar quando chegar em tal ponto ali, ó. Ou vamos fazer aqui.
Pior, melhor ainda. Tira a grana que o BNDS coloca empresa grande, começa a colocar empresa pequena e verê o que acontece com o Brasil. Porque as empresas grandes, elas se beneficiam muito de empréstimos altos, juros baixos e são muito felizes.
E e o pequeno comerciante, o pequeno negócio se [ __ ] muito para conseguir empréstimo, para conseguir capital de giro e só paga imposto. Então assim, a gente precisa começar a pensar nisso, mas a questão do social não tem como a gente desassociar, porque gente, a o fim da escala 6 por1, ele já está acontecendo sem precisar do Senado. A gente fez uma notícia outro dia aqui que era como muitos supermercados eles não estão conseguindo contratar sem ser uma escala diferente.
Então aqui, ó, essa é a notícia que a gente falou, muitos estabelecimentos já acabaram com a escala 6x1, porque eles não estão conseguindo estabelecimentos que necessidade numa segunda folga semanal e trabalhadores antecipam a mudança no mercado de trabalho que especialistas afirmam ser inevitável. Então assim, isso já está acontecendo porque o cara que tem uma empresa, ó, a rede paga em menos, já começou a trabalhar no modelo 5x2. A gente viu o pessoal, o próprio pessoal, ó, Abra Farma, eh, já estão começando a falar sobre adotar isso daí.
Então assim, tem um monte de empresa que já tá falando sobre isso e até mesmo aqui, ó, residência, resistência empresarial em queda. Então isso aqui já tá rolando porque, ó, 70% dos trabalhadores for mais do país, ganham até dois salários mínimos para trabalhar seis por um. Então, o que que é o social?
é o cara que ganha pouco, trabalha muito. A depender da cidade onde ele tá inserido, ele tem um custo de tempo barra eh um custo capital mesmo para ele se deslocar pela cidade, para ele ir de um ponto ao outro da cidade. E aí, como é que a gente vai fazer para que esse cara, porque a gente vai ver agora o o a diminuição na natalidade brasileira.
A gente tem visto aqui um um uma grande dificuldade que tem pro cara poder ocupar espaços públicos, qualidade de vida, um aumento de licença de trabalho, um monte de problema de saúde mental. Então assim, a mão de obra brasileira, ela não tá sendo qualificada, ela tá sendo arregaçada dentro desses sistemas que a gente tá inserido hoje, tá? E a gente precisa começar a pensar que esse cara ele não tá, mano, esse cara ele vai continuar no mercado de trabalho, a aposentadoria não tá crescendo, a gente já vai ver o impacto na aposentadoria disso no longo prazo, INSS.
Então assim, esse social ele não pode ser tirado da equação porque é uma conta que você paga depois. Olha a quantidade de trabalhador que foi jogado para é a cultura dos bicos, né? Uber, iFood, né?
[risadas] Né? Quanto o cara não tem que trabalhar na rua >> a, >> né? Fazendo entrega o dia inteiro porque vai ganhar mais do que no mercado de trabalho.
Eu gosto de falar da cultura dos padeiros, né? Só você olhar as crises nas padarias. Pô, muita padaria sofre para achar um padeiro porque o cara olha, fala assim: "Pô, é uma escala tão difícil que o cara tem que fazer que pr vez pro cara falar assim: "Pô, eu vou ganhar mais no food do que sem no padeiro".
E aí tu perde pequenas especialidades de todos, entendeu? Então assim, e de novo, vamos lembrar, se o empresário se [ __ ] eu gostei muito desse comentário, imagina o que sobra pro CLT 6 por um, ganhando 3. 000 conto por mês.
Tá tendo desconto de folha, tá tendo, mano, eh se ferrar no transporte público, tá tendo que ouvir que ele é vagabundo. Imagina o cara que trabalha 6 por um num shopping, às vezes dobrando escala no Natal, às vezes fazendo, trabalhando de final de semana num shopping lotadaço. Pô, os shoppings do Natal esse ano estavam infernais, pô.
Fui conversar com uma uma moça que tava lá numa cafeteria, pô, 2as da tarde a mulher já tava assim, fala: "Mano, eu falei: "E aí, moça, calma, moça, já calma, moça. Tá acabando o Natal, meu, é 2as da tarde ainda, o pior nem começou. Pensa como essa pessoa tá quando ela ouve um jornalistinha de merda.
Um jornalistinha de merda. Um bosta de um jornalista que fica no arzinho condicionado o dia inteiro curtindo a vida boa dele, os jantarzinhos, os arregos que ele ganha na vida, que olha e tem a cara de pau de pegar o canhão, que é um um veículo de mídia, e falar que o jorn o trabalhador brasileiro não é produtivo e que escala 6 por um tá por tá pouco. Se mesmo José tinha de merda, se deixasse, ele segurava a mão da princesa Isabel, falava assim: "Não, Isabel, não assina isso não, princesa Isabel, vai quebrar a economia, princesa Isabel, a gente precisa demais dessa mão de obra, princesa Isabel, não faz isso não.
É a mesma galera que estaria pegando um chicote, dando nas tuas costas. Então, a gente precisa começar a parar e refletir um pouco sobre essa questão social, que ela é importante também. Óbvio que o empresariado, óbvio que se não tiver negócio, não tiver empresa, não tiver empreendedorismo no Brasil, não tiver negócios, a gente não vai ter dinheiro para existir.
Esse social também vai ser afetado. Então, a gente tem que ter olhar sempre os dois lados, mano. Os dois lados.
É isso aí. Imagina o vício do Tiririca que faltou 265 dias na Câmara. Imagina se o vício de um canal que trabalha três por 3x4.
Então assim, é uma conta que a gente sempre tá fazendo, tipo assim, pô, se pesa muito, afoga muito o trabalhador, cara, fodeu, entendeu? Agora sim, se afoga muito o empresariado, o trabalhador vai junto também. Então você precisa conseguir dosar isso.
Então tem uma série de nuances e assim e essa pressão de votar em 45 dias, de voltar rápido, de voltar para ser eh para não pegar falar, né? Precisa saber. Os escravos não estão produzindo tanto assim, né?
Calma. Precisa saber, sabe? Eh, imagina você ouvir que você é um lixo e a culpa é sua, né?
Sei lá, mano. Então, assim, é um bagulho que é é um bagulho que você precisa entender, mano, muito forte, que assim tem muita nuance na parada. E assim, a gente tem um congresso horroroso.
Você acha que o deputado trovão, a rapaziada que queria votar PEC da blindagem, a galera que votou aumento do salário dos dos servidores, a galera que tem auxílio celular, auxílio iPhone, auxílio Peru, auxílio terno. Você acha que essa rapaziada olha pro trabalhador e fala: "Nossa, é verdade, né? que tá que tá sendo sustentado aqui, ó, seus buchos cheios do dinheiro do contribuinte.
Você acha que esse cara agora falou assim, não vamos pensar aqui no melhor jeito de fazer tal, eles vão ver o melhor jeito pro hobby deles, pro lobby deles, para eles ser reeleitos esse ano. A sorte é que a pressão da escala 61 forçou esses caras a terem que se olhar para tipo: "Opa, pera aí, entendeu? " Mas assim, eh, é um bagulho, é, é, é isso, né?
O TJSP recorreu da decisão do Dino sobre penduricalos. Gente, servidor público ganhando acima do teto e os cara tão bravo que alguém quis lutar contra, entendeu? Esse é o país que vocês moram.
E assim, a questão da escala 6 por1 é uma pauta de pressão popular que tá chegando mesmo forte e a gente precisa cobrar porque eles já sentiram essa pressão. Só que assim, o jeito como isso vai ser imposto, ele talvez não seja o melhor de todos, entendeu? É, esse é o grande problema.
A parte boa é que o mercado de trabalho ele já tá, né, se adaptando de maneira própria, né? Ele não precisou do de ninguém avisar nada para eles, de ninguém falar nada para eles. Então assim, ó, ó, só para você ter uma ideia aqui, ó, ó o depoimento do Fagner aqui, ó, da Eforce.
>> Fala, Edson. Beleza, Fagner aqui de Force. eh estava falando sobre a desindustrialização aqui no Brasil, né?
Eh, a gente vem tentando trazer alguns maquinários para pra fabricação das baterias de lítio pros veículos elétricos, né? Você não tem noção como complexo é. A gente até consegue eh boas parcerias na China para trazer o maquinário e tudo mais, mas um maquinário que custa entre R$ 15 a R$ 20.
000 vai custar aqui no Brasil, no final das contas, por R$ 100. 000. >> Meu Deus.
>> E a gente acaba ficando para trás nessa nesse desenvolvimento, né? Outro ponto importante, eh, algumas alternativas pra gente pagar menos impostos na fabricação dos veículos é a zona franca de Manaus. E é um absurdo porque é caro, perigoso, eh, que lá a situação em Manaus não é fácil.
Tem a questão do frete, que eu gasto um frete equivalente a vir da China pro Brasil para trazer de Manaus para São Paulo. Então, é bem complexo, é bem complexo mesmo empreender no Brasil dessa forma, né? Ó, para quem não conhece o Fagner da Eforce, faz veículos elétricos, vende veículos elétricos aqui, pô, melhor lugar para você comprar sua bike elétrica, sua moto elétrica, seu monociclo, seu patinete.
É, os caras também cuidam também, estão começando a cuidar de carro também, que eu tô sabendo, tá? Os caras tem uma garagem também para carro elétrico. Se eu não me engano, eles ajudaram o nosso mano rato borrachudo a fazer o carro elétrico dele também.
E o cara falando na realidade dele, mano, o cara vai gastar R$ 100. 000 R$ 1. 000 para atender um maquinário que custa de 15 a 20.
E de novo, pera aí, vamos voltar. Por que que essa pauta, por que que essa pauta não tá no Congresso no Senado? Por que que essa pauta não é uma prioridade?
Por que que não é uma prioridade? Me explica por que que a gente tem um proteionismo da época da ditadura militar e a culpa da produtividade é do trabalhador? De quem que é o interesse que nosso país seja desindustrializado, [ __ ] De quem que é o país que a gente não tem indústria nacional?
De quem que é o interesse? De quem que é o interesse que a gente não tem indústria nacional? Que a gente não tem uma indústria forte, que a gente não tenha trabalhadora em indústria?
Porque indústria é emprego. Indústria é a gente fazendo retenção de tecnologia. Indústria é a gente se desenvolvendo, é a gente desenvolvendo cidade, a gente desenvolvendo um mapa de coisa.
Mas a culpa da produção é do trabalhador 6 por1. Então me explica, me explica como é que você pode ter um Congresso hoje que não é de maioria de esquerda, que não tem um corno que levanta uma dessas. Me explica?
Então assim, é muito fácil a gente jogar a questão da produtividade nas costas do trabalhador, chicotear as costas do trabalhador e esquecer, mano, o por que o Brasil não tem emprego, né? Esquecer porque o Brasil não desenvolve, porque o Brasil não vai pra frente, porque a gente tá discutindo o a ponta da ponta da ponta do detalhe. E quando a gente vai falar, pô, e o problema principal ali?
Ah, ali esquece, né? Ali esquece. Não acho que a gente vai colapsar, mano.
Mas a gente vai virar um fazendão. A gente vai virar um, pô, ia falar Vietnã, mas o Vietnã se desenvolveu. A gente vai virar uma chácara gigante.
Vai virar uma grande chácara. Essa que é a parada. Já virá uma grande chácara.
Quanto a gente não entender que, pô, tem que olhar, pô, o empresariado, tem que olhar o empreendedor, tem que olhar a indústria, todos eles com carinho ao mesmo tempo, entender qual que é o impacto social disso tudo e parar de achar que [ __ ] e a grana tem que ficar na mão de seis, sete velho, fazendeiro doido. Porque assim, hoje o Congresso e o Senado, eles atuam para defender meia dúia de velho, doido, milionário, bilionário para manter eles no poder. Pô, essa que é a real.
E eles mantendam ganhando a grana e aí o país não se desenvolve. Então assim, né? É isso, né?
Até o partido do trabalhador. Mas cadê a indústria pro trabalhador? Tem um presidente que veio da indústria, mas cadê o desenvolvimento dessa indústria?
Sabe, é um é uma maluquice. E assim, e o jeito como isso aqui tá sendo tocado é o pior jeito possível, né? Porque tá sendo feito na correria, tá sendo feito para ganhar voto, para garantir voto, como tudo feito no Brasil.
Tudo é feito para garantir voto no Brasil. A parada não é feita pelo jeito certo, pelo jeito legal. pelo jeito como funciona, não é feito bem precisa ganhar e ser reeleito.
E sendo assim, tem solução, gente, de novo, olha para o que Taiwan fez, olha pro que a China fez. Se eu não me engano, o Vietnã, pô, a galera já tá falando do Vietnã, sim. Eh, o desenvolvimento econômico do Vietnã, apesar de tá perdendo um pouco do gás, pô, o Vietnã cresceu para [ __ ] nos últimos anos.
Então, assim, como é que pode? Olha onde a gente tava nos anos 2000, onde a gente tá hoje. E de quem que é o interesse disso?
Mas de novo essa coisa da escala 6 por1, eu acho que assim, ela já tá sendo Coreia do Sul também, né? É todo o nosso projeto, gente, de novo, o jeito como uma escala 6 por1 está sendo discutida, ela é importante pra gente entender como é que funciona no Brasil. A gente não discutiu isso em 2023, a gente não discutiu isso em 2024, a gente não discutiu isso daí em 2025.
A gente levou para discutir em 2026 ano de eleição do nosso Senhor Jesus Cristo. O presidente da República não falava disso em 2023, não falava disso em 2024, não falava disso em 2025, foi falar em 2026. Guilherme Bolos agora o o pelego do Lula, pelegaço, [ __ ] impressionante assim, o maior pelego do Lula tirava pra merda essa pauta.
Agora é pauta prioritária deles, porque entendeu que a rapaziada começou a fazer uma pressão muito grande. Deputado de direita que cagava em cima de escalar 6 por um, gente, tem porrada para todo mundo, tá? Deputado de direito que cagava em cima de pauta 6 por1 começou a entender que opá talvez eu não vá ser reeleito esse ano.
Ai vou ter que ser a favor disso daí. Rapaziadinha que cagava mijava [ __ ] escala 6 por um. Agora olha e falou assim: "Opa, não, não, eu sou a favor da escala se sou a favor do fim da escala 6 por um p Mas deixa eu só só vamos ver como eles vão tentar fazer os truquezinhos deles ali, né?
enfiar os jabutis dele ali no meio, né? Porque é ano de eleição. Por que que não discutimos isso em 2025?
Por que não discutimos isso em 2024? Porque não fazia sentido discutir lá. Agora para essa rapaziada, isso não faz sentido porque é capital político deles.
E assim como funciona tudo, mano. É o mesmo jeito que assim funciona. Lei felca, lei orelha, lei é minha [ __ ] de óculos.
O que que dá capital político? É isso. O que que é efetivo pro povo?
Não importa. Não importa, entendeu? E assim, o mercado ele já tá se autorregulando, não tem muito o que fazer.
É que agora os políticos vão performar e fodeu, entendeu? É, os caras estão cinco geração dentro da política. Os caras tem, pô, sem sacanagem.
Os caras estão a cinco geração de política. Cinco. Tem família de político, gente.
Tem família de político que tem tem pai político que todos os filhos dele estão em cargos políticos. Gente, vocês conseguem entender isso? Tem família de político.
O cara, o cara é político e todos os filhos deles são políticos. E os que não entraram ainda, estão prestos a entrar porque não tem idade suficiente. Você acha que essa rapaziada aí, essa rapaziada é uma teta, gente.
É uma teta. É, é uma teta que os caras mama e a gente tem que torcer para migalha cair no nosso colo. O [ __ ] é é é você se reconhecer dentro desse jogo.
Então assim, a gente acompanhou muito essa pauta ao longo dos últimos anos. Vamos continuar acompanhando. Não acho que esse é o melhor jeito de ser tocado esse negócio.
Não são as melhores pessoas, pelo contrário. E mesmo assim tudo que vai rolar agora, acreditem, se não tiver muita pressão popular, muita pressão popular, vai chegar, porque assim, o que esses caras têm medo é de ser cobrado em rede social, de ser exposto, de ser taxado, né, de pra merda. Então assim, precisa estar em cima dessa rapaziada, mas não achem que vai ser uma lei que vai, nossa, essa lei aqui vai ajudar para [ __ ] A gente aqui vai ser a [ __ ] de uma lei, não.
Vai ser um arremedo ali. Vai ser um arremedinho ali. E aí vamos ver como isso vai impactar todo mundo.
que eu acho que tá pens tá pensando no bem-estar de todo mundo, não tá pensando em reeleger político, ao mesmo tu tá pensando em agradar o grande empresariado. Quem vai se [ __ ] nisso tudo? Pode anotar aí, ó.
Depois me cobra. Trabalhador e o pequeno médio empresário. Esses dois já se foderam, tá?
grande empresariado, político, servidor público, mano, igreja, eh, sindicato, gente, se nunca perde, nunca perde, tá? Quem se [ __ ] é você que tem a sua padaria. Quem se [ __ ] é você que trabalha na padaria.