[Música] Bora salve pessoal boa noite a todos pode se abrir mais uma vez né aqui hoje com o nosso amigo de como co-host né William um formato novo que a gente tá lançando Jan lazen show de bola meu amigo Jean muito bom m e o nosso convidado especial de hoje né Lori crizel exatamente um prazer estar aqui fico muito contente com a com o convite sei que vocês têm Uma super curadoria aí pelo pelos tópicos que trazem pro Pra audiência de vocês fico muito feliz pelo convite Obrigado Nossa agradecer obrigado eu também feliz aí de
seu co-host aí né e responsabilidade vamos vamos um perguntas legal ver vamos ver como é que is vamos vamos compartilhar aí o que a gente aprendeu ao longo dos anos né show de bola e valeu você tem o pessoal tinha palestras aqui em Bento né então a gente conseguiu conciliar as Agendas né Tanto do G quanto do Lori e vamos lá louri conta pra gente um pouquinho cara da tua história né o que tu faz hoje né Qual que é o o teu o teu trabalho principal aí pra gente te conhecer um pouco melhor também
e começarmos nossa conversa perfeito acho que fi acho que faz um pouco mais de sentido a gente começar um pouco de de como essa história sou para mim né excelente eh eu sou arquiteto por formação eh e e Atuo como né já alguns anos não vou colocar números para não estragar a noite né então já há algum tempo aí E desde a minha graduação Eu sempre tive um grande questionamento eu tinha uma certa inquietude em saber como que um prédio como que um edifício como que uma obra arquitetônica Ela poderia se tornar um ícone Mundial
vamos entender que a época que eu estudava arquitetura não existia internet Google essas coisas era tudo na base do livro e a livro revista Enfim e ainda assim alguns prédios se tornavam referências mundiais e isso para mim sempre foi uma grande inquietude como que uma obra como que um prédio se torna conhecido no mundo inteiro visto que tem milhares de outros que assim não são né E e aí eu tive uma grande experiência que foi trabalhar em em escritórios internacionais de de grande renome E lá eu pude tomar acesso ao um modelo projetual que era
muito diferente e enquanto pensava-se Naturalmente a arquitetura como o desenho o projeto o traço o estilo enfim Eh esses grandes nomes eles pensavam a arquitetura de uma outra forma o grande questionamento era como nós podemos emocionar as pessoas e aí então os prédios se conectavam naturalmente com as pessoas porque ele era feito ele era projetado idealizado pensado para tocar carno humano e não pela plasticidade do prédio pela funcionalidade do prédio eh em Paralelo com com essas dinâmicas eh justamente por onde eu tava e da forma como eu tava isso foram abrindo portas para que eu
pudesse eh ter essa mesma experiência em outros grandes escritórios eh e em paralelo começou a acontecer um grande fenômeno que foi a chegada da neurociência como como uma ciência de base chegando em diversas áreas e uma delas era a arquitetura e aí houve um grande conciliar ali de de saberes naquele momento que chegou até Mim e se tornou a minha vida de lá para cá então hoje eh eu trabalho basicamente com algo chamado neuroarquitetura que por uma aglutinação linguística a gente tá falando de neurociência aplicada à arquitetura Essa é a mesma aglutinação que a gente
vê em outras áreas né hoje fala-se muito sobre neuromarketing neurobusiness neur vendas enfim e na arquitetura de igual forma a neurociência chamada de ciência de base justamente porque ela forma um Embasamento para qualquer outra área ou seja eh como que nós vamos entender o mecanismo de funcionamento do sistema nervoso do humano num num papo mais coloquial assim como o nosso Como que o cérebro humano funciona e como que você pode tirar partido desse conhecimento para trazer algo qualificável a ele em diversas áreas né Eh as primeiras áreas que tomam acesso a isso são inicialmente as
áreas da saúde e aí nasce bem lá atrás a chamada neuropsicologia e ela Muito voltada ao comportamento humano e justamente por respostas que a psicologia começa a trazer nisso uma outra área se agrega a esse mesmo conhecimento que é o marketing mas num primeiro momento o marketing não usa isso como neuromarketing usa isso com uma outra plataforma provavelmente muitas pessoas já ouviram falar de PNL né programação neurolinguística então aí começa a nascer a história dos gatilhos que Gatilho que você vai dar Como que você fala para ter determinada resposta posta enfim e depois isso começa
a ganhar outros embasamentos e aí sim começa a se tornar o hoje conhecido como neuromarketing né e na arquitetura nós trabalhamos isso para qualificar o espaço eh como que nós conseguimos efetivamente trazer uma produção espacial para que ela efetivamente emocione as pessoas ela toque as pessoas né E aí você tem uma qualificação desse Espaço tornando ele memorável se a gente mergulhar um pouquinho Nesse quesito eh nós não temos o dom de guardar mental ente espacialidades nós apenas guardamos espacialidades quando Elas tiveram um link emocional conosco então por exemplo vocês são da todos nós aqui somos
direta ou indiretamente da área da arquitetura né Imagine que você tá quantos e quantos espaços que você já visitou que tem a ver com mostras de decoração e showroom Lojas enfim e você não consegue Recordar de todos Mas quais os que você recorda os que tocaram você de alguma forma forma a neuroarquitetura ela divide muitoos termos espaço de lugar né espaço é uma espacialidade qualquer que eu que eu a uso de uma forma funcional porque eu preciso Navegar por ela mas o lugar é aquele espaço que eu retenho ele que eu guardo ele né o
espaço nada mais perdão o lugar nada mais é que um espaço memorável e qual é o grande eh Propagandista do trabalho do arquiteto e do designer senão o próprio trabalho né então quando o seu trabalho efetivamente toca com as pessoas emociona as pessoas isso fica retido isso fica guardado tão guardado que muitas vezes você quer registrar isso e a gente começa entrar no universo do Gean e a neuroarquitetura Ela nos mostra que quando a gente trabalha com uma designação chamada savoring design que é quando você está saboreando o design você sente uma Necessidade de compartilhar
isso aos leigos isso é chamado de espaço instagramável quando a gente começa a trabalhar com sav in design e uma das grandes questões que o saver in design trabalha e aí vai entrar um pouco aqui no no no campo do do Jean é quando você percebe que essa intencionalidade de uso desse espaço através do saver and design ela é muito intensa as pessoas param de fotografar elas filmam porque na foto você tem que escolher um ângulo e se o Ambiente todo deixa você enriquecido com aquela experiência você não consegue escolher um um um uma perspectiva
para foto já tive essa sensação muitas vezes você quer filmar e não fotografar aí é porque tem um alto índice de Saving nesse processo aquela sensação de cara é tudo tão legal que eu eu preciso mostrar se eu mostrar só com uma foto eu não vou conseguir mostrar tudo eu tava eu eu há pouco tempo a gente viajou pra Suíça e eu em cima dos Alpes cara é algo que tu Olha e parece tu não tá vendo de tão incrível que é e realmente eu eu fui procurar não tinha nenhuma foto para postar porque eu
filmava eu disse cara vou filmar isso aqui porque não tem como a foto não pega um um ângulo que mostre a grandeza daquele daquele local Exatamente esse é um processo chamado de savoring E aí quando a gente transforma Isso numa metodologia projetual a gente chama isso de Saving design a mas aí é assim eu defendo muito a fotografia mas Eu sei a importância do vídeo porque o vídeo assim como na arquitetura quando você tem mais de um sentimento ali em relação à foto né uma sensação em relação a ao vídeo você consegue apreciar muito mais
então você tem um som o som do vento o são outras coisas que interferem na Sua percepção daquele espaço então então o vídeo realmente ele é muito importante também nessa questão né de você mostrar com mais detalhes com mais riqueza aquilo que você está Sentindo então chegar extravasa somente a necessidade de querer documentar Aquilo em imagem estática e passa a querer mostrar todos os detalhes daquele espaço né exatamente E aí a gente começa a entrar em universo paralelo é um outro mundo aí né exatamente aí na fotografia a gente vinha conversando hoje né no carro
até aqui e a fotografia a gente percebe muito o espaço a gente sente aquela necessidade de registrar por ser é algo Bonito e muitas vezes a gente simplesmente sabe de técnicas ou de conhecimentos enfim de como documentar aquilo mas não sabe por que aquilo fica bonito porque que aquilo atrai os olhares então muito do que a gente vai falar aqui hoje em termos de neuro né neurociência aplicada à arquitetura também se aplica à fotografia que é nada mais do que entender como é que funciona o cérebro e como que a gente consegue fazer as outras
pessoas perceberem Aquilo que a gente quer mostrar né a marca também acho você aplica muito isso né a marcas eu eu vi um até um vídeo que tu falava sobre relação é dopamin né dopaminérgica dopaminérgica isso não mas mas é é uma palavra difícil né que tem a ver com a com com as coisas que o organismo libera ao ver né isso na verdade assim eh os nossos Vou de vez em quando vai ser uns nomezinho estranhos mas aí a gente vai para pra parte Factível assim do dia a dia eh os nossos neurônios eles
eles não eles não se tocam eles conversam entre eles através de mecanismos ou elétricos ou então químicos normalmente são químicos que são elementos químicos que passam informação de um pro outro isso nós chamamos de neurotransmissor eh e nós temos vários de vários tipos e um deles se chama dopamina a dopamina ela é um neurotransmissor ligado muito à relação do prazer e da recompensa Então quando Você sabe que você vai ser recompensado de alguma forma e isso é uma relação prazerosa Você tem uma relação que nós chamamos de dopaminérgica eh hoje neuromarketing neurobusiness e começamos a
entrar na neuroarquitetura neurodesign trabalham muito para isso né Não sei se se é possível aqui pela política de vocês falar de marcas nes po pode falar Eh uma empresa que faz isso fascinant bem feito chama-se Apple eh a a Apple consegue trabalhar o seu Neuromarketing o seu neurobusiness e também os seus projetos em termos de neuroarquitetura para que seja sejam desenvolvidas relações dopaminérgicas relações que TM um um vínculo com o prazer e com a recompensa e a relação dopaminérgico como tenho um prazer e uma recompensa eu quero retornar Então olha o que que a Apple
consegue fazer ela consegue vender a mesma coisa inúmeras vezes pra mesma pessoa você tem um iPhone 7 Depois você compra um 8 Depois Você compra um 9 Depois você compra um 10 você compra a mesma coisa da mesma marca várias vezes isso é uma relação do enérgica né você fica eh no loop e eu tenho essa sensação que tu fala e eu fico pensando eu compro B emocionado eu boto as coisas cara mas é igual é igual o que eu tinha no outro Tá muda um pouquinho a foto muda a dopamina não é igual nova
Exatamente esse é um exemplo de relação dopaminérgica né quando você fica em um looping E e essa relação é Que faz com que a gente tenha uma uma designação de escolhas né porque que que nós frequentamos os locais que nós frequentamos porque que é aquele restaurante porque que é aquela loja né então você isso é uma relação que a gente chama de dopaminérgica as grandes marcas hoje começam a trabalhar isso e elas tiram dentro desse universo uma ideia anterior que era a ideia do cliente fidelizado e começam a entender que na verdade o que existe
é o cliente Satisfeito Porque a partir do momento que eu rompo a satisfação eu rompo a relação dopaminérgica eu não repito Então a partir do momento que você frequenta determinado restaurante por algum motivo e esse motivo é rompido com você você tem tantas outras possibilidades para que que você vai lá onde você não não está mais satisfeito com aquilo aí você perde a relação dopaminérgica Então hoje as grandes marcas entendem que cliente fidelizado Não existe o que existe é o cliente satisfeito Enquanto você tiver satisfeito Você tá em uma relação dopaminérgica aí você volta você
volta você propaga você leva para outros porque eh faz parte do humano eh você levar outros princip principalmente aquilo que te é positivo né Então aí você tem um um propagandista né algo que está propagando sobre você porque a relação dele é é valiosa né cara não Você comenta Ah tá restaurante Fantástico você tem que ir lá você vai adorar enfim ai aquele outro Vixe não vai lá não né então a gente tem esse essa naturalidade de eh fazer um transpor de experiências para outros né E aí as marcas entendem isso que hoje quando você
consegue trabalhar com relações dopaminérgicas você tem além de um cliente satisfeito e ele mesmo vai retornar ele se torna um propagador dessa mesma relação promotor né E sabe que faz muito sentido porque Realmente eu já me né sobre esse pós-venda digamos assim me pergunto muito sobre o meu negócio né E tô falando cara olha que sacada muitas vezes tu é bem atendido o produto é bom o trabalho é legal mas por algum motivo outro não volta tu enfim vai para um outro para um outro fornecedor que entrega e tal e não é por mal eu
até me perguntei sobre esse processo tô no processo da empresa hoje de implementar Mais CRM pós venda fazer saber esse esse trabalho mais e cara faz muito sentido porque não adianta tu sei lá mandar um cartão de aniversário pro cara se tu não cumpriu com o mínimo que você se comprometeu desde o início né e pensando sobre esse esse lado que ele falou não não vou não vou arriscar aqui a palavra dopam enérgica do en isso né entregar isso sim sim mas essa arquitetura também tem relação a isso né tipo a questão sensorial do Ambiente
ele te traz também Ach dopamina né ex sim sim então existe estudos também nesse sentido Claro claro então a neuroarquitetura ela tá designada a isso né não apenas a isso mas a inúmeros outros elementos né similar a isso a gente similar a esse conceito por exemplo do savor and design que eu falei a gente tem outros conceitos por exemplo um conceito chamado design salutogênese nasce no universo da Saúde aonde começa a se perceber que o ambiente ele pode Ser um partícipe no processo de cura e entre você está em um ambiente que é totalmente asséptico
aquele Hospital tradicional vamos chamar assim e você tem um outro que é muito mais humanizado que acolhe você efetivamente que você se sente psicologicamente mais seguro ali o processo de cura ele é muito mais facilitado não apenas pro paciente que é o primeiro público vulnerável mas para outros públicos vulneráveis também né a família por exemplo n ess esse conceito Eh que nasceu lá na saúde amplamente utilizado ele ele sai desse nicho ele ele extrapola esse nicho e ele vai para outros nichos como por exemplo hoje amplamente utilizado no mundo corporativo e a gente pensa Poxa
mas o design salutogênese cment Então você tem os ambientes e n outros né Então você tem aí diversos elementos que rompe quando o design salutogênese algumas linhagens por Exemplo a linhagem dos espaços Google quando no mundo corporativo chega a a ideologia a filosofia dos espaços Google todos começam a trabalhar com os espaços Google só que quando vem a ideologia do espaço Google a o espaço corporativo ele ganha naturalmente áreas que são chamadas áreas de descompressão Então você tem o ambiente de trabalho você tem as áreas de descompressão mas olha que interessante Quando Você projeta um
espaço e nesse espaço você tem áreas de Descompressão você acabou de admitir que trabalhar ali comprime exato porque não ter um espaço de trabalho descomprimido descomprimido exatamente aí chega o designer salutogênese cment e portanto você não precisa né ir tirar ter uma descompressão que trabalho muitas pessoas consideram algo ruim e aquela coisa das 8 às 6 eu vou trabalhar e vou PR casa depois descansar é história do happy hour né que o happy hour é a hora feliz tem que ser enquanto Trabalha não domingo é o dia mais triste da semana porque o cara sabe
que segunda-feira vai ter que trabalhar e porque não está no lugar onde você sente bem né e o domingo tem a síndrome da música do Fantástico né ouviu a música do Fantástico amanhã segunda e a galera vai para empreendedorismo para achando que vai melhorar mas eu vou te dizer que melhora no sentido de não existir mais domingo né não tem Mais o dia do descanso Exatamente isso e dando sequência ali no design salutogênese ele já chega também nos ambientes residenciais porque nunca se teve tanto acesso a algumas algumas informações que antes não tínhamos né então
hoje os números por exemplo sobre teia né que é o transtorno do espectro autista né do autismo ou TDH ou algum alguma outra síndrome eh sempre existiu é que hoje as pessoas têm mais facilidade aos diagnósticos E aí Automaticamente os números aparecem mais então os ambientes residenciais começam a ganhar também as condições ones de design salutogênese mora né então tem várias técnicas que são voltadas para isso E aí passa a ser um público muito mais investigado hoje que na neuroarquitetura é trabalhado como o chamado de neurodiversidade então nós temos os neurotípicos e os atípicos e
nos neuro atípicos cada cada característica Específica do que a gente tá tratando o espaço vai trazer uma resposta para isso né a gente percebe que é um povo né Vai Abrindo braços po tu vai PR e a pandemia acho que reforçou ainda mais isso trouxe mais à tona isso tudo né porque a gente passou muito mais tempo em casa então quem é da arquitetura sabe o quanto as pessoas começaram a voltar os olhares pra casa e começaram a perceber que a casa deles não era preparada para ser um ambiente de estar que loucura isso né
Era só um ambiente para você dormir não não era para estar né E aí quando você fica mais tempo em casa você começa a perceber tá feia essa sala né vamos melhorar isso aqui vamos começar porque eu tô passando mais tempo aqui agora eu tô percebendo alguma coisa que eu não via antes exato ex e aquele momento que você tá meio na cegueira do trabalhei trabalhei cheguei em casa assisti TV dormi no dia seguinte tô saindo era uma casa dormitório uma casa dormitório Incrível como como isso se refletiu em todo mundo né porque se tu
eu pego como base as empresas moveleiras da região né tu tava aqui né Na época né e cara todo mundo cresceu e começou com aquele medo né cara a gente vai quebrar porque não ninguém mais vai comprar porque estão dentro de casa foi o contrário contá exato e teve um fenômeno ali que até eh houve um grande equívoco no mercado sobre algumas nomenclaturas né quando chegou a pandemia a gente passou por um Confinamento compulsório né fomos obrigados a ser confinados eh as pessoas como o gem trouxe agora começaram a conviver com uma uma casa diferente
da casa que conviviam antes eh porque se instaurou naquele momento a obrigatoriedade de você ter que levar o trabalho para casa Uhum E ali Aconteceu algo bem instigante nesses quesitos apesar de de falar-se até hoje né que a partir da pandemia começou muito mais o movimento de home office Na verdade essa Grande avalanche de adoecimentos que a gente teve é porque muitas pessoas não tinham na verdade o que a gente chama de home office elas tinham o chamado home working O que é diferente porque no Home Office é quando você tem uma estrutura organizada para
que você você possa efetivamente ter um elo emocional de trabalhar em casa não quer dizer que você tenha que ter um escritório fechado um ambiente fechado para isso até pode ser mas você tem que ter a área aquele Espaço que é de você trabalhar aquele espaço que quando você olha para ele assim putz tem res tem responder aos e-mails mas que quando você vira pro lado ó não agora vou ficar Jogado no sofá Então você cria um elo emocional com isso quando a pandemia chegou e as pessoas tiveram que pegar tudo que tinham no trabalho
e levar para casa a casa não estava preparada para isso e isso não é um processo de home office isso é um processo de home working Então Você trabalhava um pouco na mesa de jantar um pouco na cozinha um pouco na sala um pouquinho alguma bancada e aí você não sabia mais o que que era morar o que que era trabalhar e aí você gera um adoecimento porque você perde os vínculos de pertencimento com o lugar aí começa essa casa não me serve Eu quero mudar daqui mas é porque o processo emocional que aconteceu ali
teve um um link muito efetivo de você não ter efetivamente as emocionalidad separadas Né isso aí muito bom falou da da questão da da neuroarquitetura e eu vejo isso se fala há muito tempo no ambiente corporativo né no no Residencial a gente escuta eu trabalho nessa área eu escuto muito pouco falar disso hoje enfim tu tu tu dá aula em Milão né Lori tá Como é que tá esse movimento a nível Mundial existem estudos já que comprovam que porque a gente aqui pelo menos né e a gente é um polo hoje de moveleiro né de
de a gente ouve falar muito pouco os Arquitetos trabalham muito pouco essa questão no Residencial exato como é que tá em São Paulo enfim em outros lugares é a gente tem na o que a gente tem na verdade é ah grandes nichos que enxergam inicialmente uma Bené em relação a isso e aí naturalmente a gente teria um movimento comercial também né então por exemplo eu falei falei há pouco sobre o design salutogênese vem trabalhando isso tão bem que hoje já tem um novo conceito Para se trabalhar isso na saúde que é chamado de vbhc que
é value based healthc que é quando você entrega para o usuário do espaço uma valoração x pelo próprio espaço Então vamos imaginar por exemplo uma gestante Como que essa gestante ela escolhe em qual maternidade ela quer ter o bebê não é apenas onde tem a melhor Equipe técnica ela avalia por exemplo se lá ela vai se sentir segura se lá ela e o bebê vão ter todas as demandas necessárias se ela Efetivamente se sente segura para aquilo e aí ela coloca valor valor emocional e alguém pode dizer não mas essa maternidade que você escolheu é
muito mais cara que a outra não não tem problema eu quero essa Uhum Então hoje a rede hospitalar trabalha em cima do conceito chamado vbhc que é onde você tem uma grande qualidade técnica Mas ela é suportada por uma grande qualidade espacial aonde todas as pessoas mesmo que você seja um visitante você cara Isso aqui não não parece ser um um um um hospital né como como é diferente isso aqui aí quando você precisar de um de um procedimento simples Você vai preferir provavelmente esse espaço do que outro então Eh apesar de para nós na
arquitetura a gente saber que está entregando uma qualificação daquele espaço PR os usuários tem uma visão mercadológica por trás também sim no corporativo a mesma coisa hoje as grandes corporações têm um um desafio Gigantesco que é trazer as pessoas de volta uhum né ou na melhor das hipóteses hoje estão negociando o híbrido né mas a o grande afã das grandes empresas é trazer de volta hoje entende-se que o ambiente é um dos elementos que vai convidar os colaboradores a voltar para que ele entenda aqui é muito mais qualificado do que você trabalhar lá então o
ambiente Claro tem que ter uma filosofia da empresa portará também mas o ambiente tá Sendo usado para isso no Residencial que é um nicho que é relativamente novo isso né Não sei se eu tô falando verdade em todos em todos de é relativamente novo mas eu digo porque assim até interrompendo no corporativo eu trabalhei em grandes indústrias já que tinha um conceito Ah vamos mudar pro espaço aberto para que as pessoas se sintam isso já existe lá desde 2008 9 né e no Residencial isso é ainda é muito novo né esses conceitos um pouco por
Causa da pandemia né que nem a gente tava falando as pessoas elas não se preocupavam tanto com a casa quanto elas estão se preocupando hoje então acho que tudo isso vem muito à tona com a pandemia essa questão sensorial mesmo né de sentir coisas diferentes né de ter uma sensação diferente at porque nós temos assim eh diante da grande massa de profissionais no Brasil e a gente pode trazer inicialmente aqui arquitetos e designers eh muito poucos têm Conhecimento mais aprofundado sobre isso e a grande maioria deles atua no Residencial Mas a gente pode ver que
escritórios ou profissionais assim que T uma equipe maior que atuam em nichos maiores como corporativo como hospitalar já tem uma outra visão sobre né Eh por exemplo eh eu trabalho em parceria com alguns escritórios principalmente na parte de consultoria então a gente percebe que são escritórios que ok nós não dominamos mas vamos chamar alguém Que domina para que a gente possa qualificar a nossa entrega importantíssimo né E aí tem e que no Residencial muitas vezes a perspectiva não é essa né a perspectiva é muito mais entre aspas dá uma olhada lá no Pinterest ver o
que que tá acontecendo Total E aí muitas vezes nem sabe porque que gosta do que tá gostando né e muitas vezes tem técnica aplicada ali para que para que de fato gosta isso isso que o loria falou acho que é muito importante Né é uma das coisas que a gente falou né que eu como fotógrafo de arquitetura consigo entender claramente o por que as pessoas gostam de uma foto através de algumas técnicas que a gente podia até comentar né louri porque acho que essa é a mágica da neurociência aplicada a qualquer coisa seja a fotografia
que nem a gente brinca né da neurof ografia neuroarquitetura que é entender Por que que as pessoas gostam do que elas gostam né Eu falo sempre pros nossos alunos do Curso lá que cara antes de você faz tirar uma foto bonita você tem que por que que eu gosto dessa foto tem momento sabe quando você olha assim para uma imagem você fala assim Uau que linda essa foto isso é muito inconsciente assim como no espaço de arquitetura você olha você para caramba me senti bem aqui gostei dessa imagem e a gente não para para pensar
por que que eu gostei simplesmente sente aquilo e segue a vida isso como Lego agora como profissional Da arquitetura como profissional da fotografia a gente tem que ser capaz de entender o porquê que eu gosto do que eu gosto para depois eu replicar aquilo através de técnica né E aí duas coisas que eu acho que seriam legais a gente falar que o louri sempre comenta né nas palestras nos treinamentos dele que é sobre os diferentes tipos de pessoas né clássicas e Barrocas Como que é o comportamento humano e como que isso se reflete em todas
as áreas da vida né é Exato exato eh e aí começa a entrar também os níveis experienciais o marketing trata muito dos arquétipos né como que se organiza a parte do arquétipo que você monta Persona né E aí Vocês que são desse universo de de de marketing de vendas né trabalham bastante com isso E aí vem o fator como o g falou que é o modo como as pessoas lidam com os níveis informacionais então tem algumas pessoas que dão preferência para um nível informacional maior essas A gente trata por Barrocas né e outras pessoas dão
preferência para um nível informacional menor essa a gente chama de de clássico então por exemplo o mundo do do Retail design né que é o design de varejo arquitetura comercial eh lida muito com isso enquanto que o marketing faz esse paralelo também então enquanto para um público Barroco por exemplo você vai ofertar um produto E você vai precifico com 2999 4999 79 99 porque 29 com 99 tem muito mais informação do que 30 Então esse público se liga no 29,99 não no 30 porque se eu chegar com essa garrafinha para uma pessoa que é clássica
eu digo ó essa garrafa custa 9,90 a pessoa vai me dizer 10 não 9,90 a pessoa vai repetir 10 porque essa pessoa ela é clássica ela é sucinta ob trabalho com menos informação eu falo nove você é clássico fiz isso hoje E aí você chega nos níveis extremos onde a loja não tem nem preço ex Exatamente porque porque quando você Pega um público que ele é mais clássico por exemplo você vai olar a a etiqueta de preço Ela não tem nem a vírgula ela para no número né no número cheio e não tem nem a
vírgula porque né porque você tem ali é um público que se liga naquela informação você vê muito isso na Europa né carac tu não vê a vírgula né tu vê só o número só o número porque você tá lidando com ou culturalmente ou para um público específico que se liga naquilo E aí de novo não tem problema de de marcas Né Eh a gente percebe assim hoje você tem eh algumas marcas entre aspas populares que elas estão se qualificando para um outro público então você pode ver que hoje no Brasil a gente tem uma marca
chamada Riachuelo e outra chamada rch L hum Riachuelo se liga com mesmo GR R então é que você tá trabando com maior nível informativo ou menor nível informativo quem você quer atrair E aí Divide as lojas e atende os dois públicos ou muitas vezes pode colocar os públicos juntos aí tem várias técnicas para fazer isso mas e você acaba entrando nessa questão do nível informacional iden vai acontecer em qualquer área né então o marketing faz isso dessa forma mas na arquitetura a gente faz isso na fotografia se faz is fotografia muito muito muito muito que
é aquela coisa né vocês por exemplo vocês são clássicos ou barrocos é eu ia usar Um exemplo e justamente para falou prova oral lá prova oral ontem eu mandei um orçamento para uma menina e o orçamento era para fazer enfim lá um trabalho 1290 eu eu uso no meu PDF 1.290 Ah sim aham né reais né aí ela me enviou a mensagem 1. 290,00 é isso eu disse é isso olha que louco cara a linguagem dif da sua linguagem e a minha linguagem duas linguagens diferentes mas é muito doido porque pra mesma informação mesma Informação
como Lori fala né ninguém é 100% um ou outro né a gente é predominantemente uma coisa ou outra eu acho que eu sou 100% clássico porque assim eu me dá chega a me dar até uma agonia de entrar num ambiente com muita informação eu também você entra tipo num lojão por exemplo que é tudo colorido e não e assim não existe uma ordem né você entra e é tudo meio que misturado você não tem na minha cabeça não sei se vocês são parecidos mas assim eu quando eu Entro num ambiente eu tento encontrar um padrão
para conseguir acalmar minha mente e me sentir confortável e é a mesma relação que eu tento trazer pra fotografia quando eu vejo um ambiente com muita informação uma coisa sobreposta com a outra eu tento simplificar aquilo Porque eu sei que na minha cabeça aquilo com menos informação menos carga informativa é mais claro a compreensão eu tento Trazer isso paraa fotografia também porque eu sei que as Outras pessoas também podem ser assim perfeito Então mas pode ter um público mais Barroco pode mas aí a a chance de você acertar pelo menos é mais fácil do que
pelo mais isto até porque a maioria do público vamos dizer classe aaa a maioria acaba sendo clássico é exato marcas caríssimas não tem preço ou tem um preço muito pequeno ou pouca informação Então você acaba indo para uma lin clo também tem algumas altas grifes que são para bem abarrotados né Mas a gente entra um pouco no maximalismo né que aí é uma outra que é assim ah eu gosto de carga informativa mas eu eu gosto de memórias então eu já peguei fotos de um apartamento de um cliente que ele era podro de rico Só
que ele assim ele tinha um porta retrato de cada lugar que ele viajava imã de geladeira era infinitos na geladeira por quê porque ele gosta dessas memórias atreladas a quantidade de informação posso tá falando besteira Mas tu pegar um jogador de futebol por exemplo ele se veste de forma totalmente Barroca digamos assim El já mudou o vocabulário ele teve é para não falar brega né porque ele teve um passado Talvez esse não sei se tem ligação a isso tem E aí você vai vendo algumas questões assim por exemplo como que vamos voltar para quem faz
isso bem feito né algumas marcas e eu vou pegar uma assim que eu gosto de citar nas minhas aulas porque fica visual para Todo mundo né se a gente pegar por exemplo uma marca de roupa né Vamos pegar aí a a a he luring a do Cavalinho né você vai ver que tem algumas roupas Vamos pegar uma coisa básica que é uma camiseta né você vai ver que tem algumas camisetas que T um cavalinho e outras T um cavalão hum verdade então as pessoas que têm uma tendência mais clássica elas vão se ligar no cavalinho
e quem é mais Barroco no cavalão mas quando vem essa coisa de não ser o 100% o exemplo que eu Gosto de dar é assim de repente eu posso ser uma pessoa tendencialmente clássica e vou me ligar no Cavalinho Mas de repente eu bato o olho numa camiseta que é cavalão e eu acho aquela camiseta linda e aí eu penso assim poxa que camiseta legal para eu velejar que camiseta legal para eu jogar tênis que camiseta legal para eu ir no churrasco aí eu me projeto numa situação AB barrocada lá naquela situação AB barrocada Eu
me permito um cavalão mas No dia a dia eu vou usar cavalinho então É nesse sentido que a gente não é 100% você tem uma predominância e Em algum momento você pode ter uma leitura do outro lado né e a gente volta sempre na questão de entender Quem que é o nosso público né quem que eu quero atender né a mesma coisa que nem o louris sempre comenta né a uma loja como a Apple é para clássico ou para Barroco clássico CL uma Casas Bahia uma Magazine Luisa é p mais mar elas estão com uma
com uma Linguagem agora mais eu acho Global porque tu pega a própria lacost que é uma marca que eu gosto cara agora tem un jacarezão desse tamanho porque justamente Mas é uma questão de de necessidade de mercado né atender os dois públicos públicos Então você atende um e atende outro ou algumas marcas se dividem eh eu dei o exemplo agora a pouco da da ruel Mas vamos pegar uma que faz isso muito bem que faz essa Divisão muito bem feita e muito nítida né você Pega uma Armani Então quando você pega a Armani na alta
costura eh não tem absolutamente nada na roupa Uhum E aí quem quem conhece sabe que é uma Armani pelo corte pelo tecido pelo design depois você pega a geral zona que é a imporium arman que é a que que mais tem aí aparece algum detalhezinho na gola uma etiquetinha escondida aqui na costura alguma coisa na gola L trás aumentando a carga informativa é aí depois você pega uma Armani jeans ou uma Uma Armani Exchange aí toda a camiseta é um X né de armania a perna inteira da calça é um X então muda a loja
muda o produto muda o público então eles atende todos mas cada um no seu quadrado né Então as lojas se modificam e os produtos se modificam para aquelas lojas para atender aquele público mas aí você é uma marca que tá conversando com todo mundo mas de acordo com a linguagem de cada público né Cada nich la cost mas a la cost também tem o público do funk que Cada vez mais vem popularizando e gostando de comprar coisas de marca então eles vem trazendo também uma linguagem mais próxima maior jacaré exato né então assim mas acho
que o segredo tem umas camisetas agora jacaré né e o Segredo É acho que é das marcas é entender que eu não preciso vender só para um público eu posso vender para mais pessoas e aí você estrutura para cada uma delas eu peguei por exemplo um apartamento esse desse Cliente maximalista E aí qual que foi a nossa solução para não ficar um caos da fotografia Foi criar padrões que é um dos uma das das técnicas né de agrupamento então a gente pegou lá uma sala que ele tinha sei lá uns 300 func aqueles bonequinhos né
e PR ele ele ele tinha aquela aquela memória afetiva desses produtos e para ele eu entrei eu fiquei em Pânico era uma loucura porque não tinha nenhuma lógica de tamanho de padrão de cor de nada não tinha nenhuma Ordem naquilo Então qual que foi a solução a gente tirou tudo com a com o aval dele né E começamos a tentar encontrar a ordem eu e arquiteta né que nos contratou E aí a gente começou a encontrar a ordem colocar tamanhos parecidos na mesma na mesma prateleira aí cores diferentes tipologias né personagens da Disney em um
lugar personagens da Marvel em outro começamos mesmo com o excesso de informação criar uma certa ordem agrupamentos para que Mesmo quem não é é Barroco consiga se sentir confortável olhando para aquela imagem Uhum Então é também uma forma da gente conseguir fazer isso aí entra um outro conceito que vem da neuro que é chamada neuroestética a neuroestética quando você usa algumas estratégias como essa que o Jean usou aonde você nesse caso né Mesmo que você não seja Barroco quando você entra nesse ambiente você dier assim ó não teria isso na minha casa mas tá bom
aceitável aceit Neuroestética sim é tipo você é bonito mas não é do meu gosto exatamente eu posso não me apropriar hum seria na minha casa mas tá legal ou seja você não vai Nossa que que é isso né então tem técnica envolvida para que você acomode as informações e sensórias para que eu Ok não vou me apropriar mas não me incomoda também sim isso me faz lembrar assim por exemplo Ah tu vê um Audi azul aquele azul que tá muito na mão é um é um carro bonito para caramba né tem a Mercedes também é
um azul eu não compraria BM Perdão eu não compraria aquele Azul mas eu olho e digo cara bonito é até até dá para pensar Talvez né mas na hora de pagar é tipo amarelo se for uma Lamborghini vai n não Mas é interessante falando de cores eu ia perguntar tu falou que a a neurociência vira um povo né porque vai para todos os lados as cores também né Tem tem uma explicação antigamente falava de Feng Shui e em outras enfim Técnicas né A questão tu falou do Hospital do verde de usar em hospital tu vê
que todas as marcas ligadas à saúde usam o verde né qual a ligação disso tá interessante das cores com a com a com a neurociência com Ah o elemento cor em termos de neurociência ainda é um terreno um pouquinho arenoso porque a gente tem um processo interno chamado de qualia que é a qualificação que nós damos para cada coisa e aí você entra muito na unicidade de cada um de nós né Então a cor um terreno um pouquinho arenoso mas existem alguns Paralelos que vem de áreas chamadas de Psicologia Das Cores e psicodinâmica das cores
aonde você consegue fazer uma interpolação que a gente chama de associativa né é quando nós associamos determinado padrão de colorimetria com a algumas Sensações que isso pode provocar mas tem estudos sobre isso tem tem tem especificamente nessas duas áreas que é Psicologia Das Cores e psicodinâmica das cores tem vastos eh Materiais a respeito disso inclusive quadros indicativos né quando você quer promover esse tipo de emocionalidade você usa esse esse tipo de cor porque promove na no campo da neurociência porque a a neurociência por ser um campo científico tem que ter um embasamento científico por trás
então tem vários estudos em andamento mas não tem nenhum martelo batido temporariamente Mas isso muda a qualquer momento né mas hoje esses dois Campos né que é Psicologia Das Cores e psicodinâmica das cores trabalham muito bem em cima disso o marketing se utiliza das duas tanto da Psicologia quanto da psicodinâmica das cores para lidar com várias questões né então tem alguns ditos populares né do do tipo se a gente pegar algumas redes de fast food né a gente tem uma certa padronagem para cores que elas são mais Eh vamos chamar assim excitatórias no sentido de
me deixar mais dinâmico né de acordo com alguns pressupostos mas a Gente percebe que essa padronagem muda a hora que muda intencionalidade então se você tiver de novo vou usar nome né se você tiver um estabelecimento do McDonald's e no mesmo estabelecimento você tiver o fast food e o Mac Café São duas lojas hum é mais pastel outra é mais viva mais gritante né né então assim muda a ergonomia porque a ergonomia do Fast Food ela é ruim que é para você não ficar a ergonomia do café é ótima que é Para você ficar eh
a iluminação do Fast Food é excitatória para você ficar muito dinâmico e ai vou embora daqui porque a ideia é próximo próximo próximo a do café é muito mais tên e muito mais aconchegante que é para permanência o tipo de música é diferente a odorização é diferente no Mc café você não sente cheiro de bacon no outro você só sente cheiro de bacon Então os estímulos todos mudam de acordo com a minha intencionalidade de comportamento né O Que vai ditar é o comportamento tanto que quando eh o né Tem tem-se um dito né de que
quando houve aquela grande eh promulgação nos Estados Unidos né Eh que a população estava ficando extremamente obesa e etc etc o o o McDonald's foi o primeiro entre aspas a vestir a carapuça E aí trouxe o Mc café Então hoje quando você chega numa no estabelecimento McDonald's E aí mudaram toda a estratégia de marketing deles quando você chega hoje no McDonald's você pede Lá o Big Ultra Power blaster Lanche porque você quer porque no cardápio tem maçã uhum quem pediu o seu Hambúrger foi você eu tenho maçã eu tenho saladinha para te vender se você
quiser mas né então muda as estratégias de acordo com o que você quer jogar pro markting Tira aquela carga de culpa exatamente a pessoa não não relaciona a salada com McDonald's né não é mas eles têm a possibilidade agora é E aí você pode ver assim por exemplo Né você pega qualquer aplicativo de entrega de comida né a gente pode pensar em qualquer um ou o aplicativo tem cara de lanche ou o aplicativo é desenhado para dar fome uhum o a a o o chamado ux né que é o user Experience do do a experiência
de uso do aplicativo é para te dar fome mas se você entrar pensei no food agora automaticamente Redondo color vermelho aí se se você entra no aplicativo A não ser que você seja uma pessoa de fato voltada para isso né mas É difícil você buscar a saladinha né então mas claro pessoas e pessoas mas as pessoas que são habituadas a isso vão lá e vão buscar salada mas na maioria maciça ele é feito para contribuir com o seu processo de consumo de de comida porque pro nosso cérebro efetivamente Quanto quanto menor for o meu esforço
maior n maior a minha tendência comportamental né Eh o neurovendas o campo da neurovendas ela trabalha com isso né Eh então a a hora que eu tenho Um processo facilitat eu abro mão da racionalidade pela facilitação então por exemplo e você chega num cinema aí você vai sei lá uma rede tipo Cinemark Mas qualquer um né uhum quando você chega lá você vai comprar pipoca para assistir ao filme então quando você olha o valor da pipoca vou dar um chute eu tô bem desatualizado com o cinema mas assim você olha lá o preço da pipoca
aí tá sei lá r$ 5 a pipoca aí racionalmente cara r$ 5 um Potinho de pipoca aí do lado tem a pipoca extra grande por 27 você para você esquece que 25 é caro e você vai pra extra grande de 2 essa hora que a gente olha e fala assim a gente vai passar para trás sem perceber sempre então então porque assim porque a a a hora que que tem um processo facilitat ou seja por r$ 2 eu vou comer o dobro de pipoca você esquece que 25 é entre aspas é caro pela pipoca vou
contar uma história depois Que tu me fez eu lembrar de domingo mas o mesmo Acontece ao contrário né quando você apresenta às vezes um valor muito alto e depois você quebra isso para um valor mais aceitável o que era antes caro por conta de uma comparação acaba sendo mais aceitável Ah você vê um carro lá R 350.000 vai é ou você vai do lado e tem um outro parecido que é 150 você fala pô 150 é aceitável mas 150 ainda é caro muitas vezes e aí você olha por ex P Domingo eu tinha um aniversário
e eu fui numa loja né que tava aberta no domingo comprar um uma roupa cara comprar uma camiseta de presente aí comecei a olhar os valores da camiseta não mas a black friday se tu comprar quatro peças e 20% de desconto aí eu quatro peças aí p não sei o quê faltou uma peça Fi mulher pô escolhe mais uma ela comprou uma bolsa de R 700 em resumo deu uma paulada eu falei devia ter comprado só camiseta e os 20% não tem a Ver me induziram a comprar tudo eu só me toquei no final quando
eu saí da loja com a sacola falei era 180 camiseta exatamente que é a política que naturalmente Independente de black frider é utilizada por exemplo nos Outlets nos Estados Unidos porque você tá em uma loja aí você compra um produto E você paga quando você paga junto com a sua nota fiscal vem um cupom de 20% de desconto em outra compra em qualquer outra loja a aí você vai pra outra para Ah ah vou botar fora 20% aí você né Mas você vai você tá ganhando 20% mas de uma coisa você nem ia comprar né
então é um processo que aí vai PR dopamina eu acho que vocês trabalham não sei se trabalham com digital também né os downsell upsell e tal um info produto Tu comprou mas já tá ali no fechando e tal não mas por mais R 19,90 por mais 49 tem esse PDF aqui que vai resolver não sei o que lá é aquela a probabilidade de você comprar de alguém Que você já comprou uma vez é maior do que comprar alguém que você nunca ouviu falar na vida então você já tá al no momento da compra né o
caito Maia ele fala muito né sobre ele é dono da da tilibins e tal ele falava muito sobre a importância do balcão e dos produtos que estão expostos do balcão é é não acho que não foi o caito Maia foi o da reserva ele falava sobre a o posicionamento dos produtos no balcão era a área onde eles mais vendiam e Aumentavam o ticket médio de compra de um produto do mercado né É É o balcão era a hora que ele era bem atendido ele pô E aí gostou tá feliz com a compra e tal chegava
ali eles falavam Olha tem isso aqui também tem então todos os produtos dispostos ali a ponto da pessoa dar o próximo passo porque eu já dei o primeiro já tô ali pagando pô tem isso aqui isso aqui então outras possibilidades de comprar né E tu sabe que vocês falaram sobre os o eleva o Preço lá em cima né começa oferece né Eu acho que tu usa muito isso também acredito na fotografia por exemplo lá tu oferece três pacotes pro cliente cliente de casamento sei lá um de 12 um de 10 e um um e um
de o né automaticamente tu induz o cliente a levar o do meio né a gente faz assim usa ã tu entrega um valor esse 12 na verdade tem ser uns 14 14 10 e 8 opa 8 para 10 É pouco cara mas eu recebo muito mais ah 14 14 é um pouco longe até posso comprar mas é restringe Um pouco então tu vende o D1 é o que tu quer vender exatamente digamos aí na fotografia se usa muito isso hoje né É na verdade é a a neurovendas trabalha com isso quando você entra em um
site de venda de de produtos serviços principalmente serviços né E aí tem os pacotes você além de ter ali o normalmente o segundo né diz assim em cima o mais vendido né mais popular enfim e e E aí aparece todos os benefícios cortadinhos né Aí você você Por que que por que que se usa aquela técnica de escrever e cortar Então você tem um sei lá um básico que tem dois três itens eh e aí você tem um médio e um maior E aí o o o maior tem uma lista gigante e a mesma lista
aparece em todos mas ela aparece cortada é justamente pela questão de favorecer o processo da Escolha Eu muitas vezes a gente nem lê a gente sa ver a quantidade de informações que tem ali Ah esse aqui já é mais vendido mesmo realmente esse me atende o Outro não preciso disso tudo mesmo já tá pré-escolhido o que eu vou comprar Eu só clico para comprar uhum né É tem um conceito chamado de fomo Fear of Missing out né que é o medo de ficar de fora de alguma coisa ou de perder algo né então quando você
olha que você tá perdendo itens por conta de R 2$ 3 R 10 R 20 você fala assim poxa não faz sentido e aí você vai lá e compra vai lá não foi você nem vai usar Não nada tipo assim guardei tava Ficou dois dias no carro na sacola Eu não precisava mas eu comprei por causa dos 20% para não perder os 20% olha é bem isso geralmente tem um prazo né um mês para te usar os 20% milhas essas eu me quebro nos cashbacks que aí tu vai na loja tu gasta Ah tu tem
R 180 de cashback mas tu tem um mês para gastar nesta loja e todos os produtos são de R 250 300 eu programo e tu tem que gasta mais do que 300 aí tu programa A tua volta dentro daquele mês acontece acontece e compra de novo e não Precisava comprar mas com certeza só para não perder o cashback não perder com certeza o valor do cashback é proposital não é à toa porque você vai comprar e vai gastar mais do que o cashback só tu que tá perdendo né o eles estão ganhando tem um assunto
que eu acho muito legal e com certeza Lori tu deve dominar também que é sobre marcas né que a gente falou um pouquinho mas não entramos no detalhe a marca tem muito a Ver né com a questão da da neurociência né de te induzir de de posicionar também né sim você fala você fala a marca enquanto filosofia ou a logo marca logo marca isso a marca enquanto logo marca sim tem né eh e aí tem várias técnicas né que entra um pouquinho de gestal entra um pouquinho de semiótica e a neura acaba trabalhando também dentro
de uma teoria chamada teoria do Eiffel que é a teoria da empatia né Como que você tem traços modelos de traços que eles São mais convidativos algumas coisas eu li algo sobre a coca-cola que falava disso que é muito interessante trava muita emoção né isso exatamente Então você tem formas Você tem traços que eles me são mais convidativos a uma permanência de olhar do que necessariamente outros né Eh então as a própria logomarca acaba influenciando bastante então tem alguns joguinhos assim que fazem né quando a logomarca fica Tem uma parte dela que é meio Aberta
que é para você fechar complementar sozinho né não vou vou parar de falar de marcas mas assim vamos fazer só para ver po talvez talvez até até nos procure depois ou nos processe depois ou nos processe boa a gente tem a luz aqui que advogar mas por exemplo tem po pode vir tem por exemplo tem uma técnica chamada de singularidade né A singularidade é uma técnica quando você usa elementos circulares os os elementos Circulares eles são extremamente e pontos focais né Toda vez que você vê elementos circulares porque para nós geometricamente é uma forma que
não tem início nem fim então geometricamente ela ela é Atrativa por natureza então toda vez que aparece um círculo esse elemento ele ele é muito atrativo E aí a gente pode potencializar essa técnica chamada singularidade abrindo esse círculo Porque como o nosso campo cognitivo não tem registro de círculo aberto porque Para nós o círculo ele é fechado naturalmente a gente fecha e aí quando a gente faz isso a gente entra em um processo vicioso mas vicioso não no sentido pejorativo da palavra vicioso porque eu gosto de fazer aquilo eu gosto daquela brincadeira né então a
gente por exemplo vê marcas de cervejas que são circulares mas não fecham hum uhum hum você você você foi mais mais não perdão não mais inteligente mas enfim usou melhor não é Você vê você vê marcas de bancos né que que a propaganda do Banco usa um círculo mas não fecha Então você vai percebendo que o marketing se utiliza muito dessas dinâmicas porque eh é toda vez que no caso dessa singularidade você tá usando círculo aberto fica um convite para que eu feche e eu gosto de fazer essa brincadeira né Eu gosto de ir ali
e e e finalizar alguma coisa e dessa forma a marca fica mais marcante né a marca fica Mais marcante né você memoriza muito mais se conecta muito mais né É E aí você e aí deter Porque existe um grande um grande conceito que a gente usa pros espaços mas a gente usa pr pra compreensão de determinados elementos que é um conceito de affordance e toda vez que o que que seria o affordance num rápido né numa superficial colocação seria o Óbvio do Óbvio então por exemplo eu olho para essa xícara sei que é uma xícara
para tomar água café uma sopa Enfim eu vou tomar algum líquido xícara é xícara Então tem um muito affordance nesse elemento então eu Olo identifiquei claramente o que que é e tem determinados elementos que não tem affordance então quando você olha para um objeto e você faz assim mas o que que é isso E aí eu digo para você a isso é tal coisa mas como é que usa para que que serve para que que serve então não tem affordance Ou seja eu não tenho uma inteligibilidade sobre aquele elemento AS logomarcas vão trabalhar mais ou
menos assim também então de vez em quando você vê um umas logomarcas que são tão elaboradas que você nem sabe do que se trata e outras de cara você já identifica o que que é que tipo de produto vai ser Então essas TM um link muito maior porque como tem affordance eu eu eu me linco mais a isso no ambiente vai acontecer a mesma coisa né indo pro campo agora da neuroarquitetura espaços que você tem uma Navegabilidade melhor aquele espaço que você entra assim cara eu gosto de vir aqui eu nem sei por mas eu
gosto de vir aqui né Eu simplesmente uso eu entro em Flow dentro do desse espaço intuitivamente eu uso isso né e em outros ambientes vocês assim cara toda vez que eu vou lá parece que eu me perco é meio confuso não sei se eu vou para cá nunca acho as coisas lá dentro não tem affordance então você tende a rejeitar o que não tem affordance e eh gerar mais Pertencimento ao que tem né E aí o logotipo vai fazer a mesma coisa né quando você favorece a leitura e essa leitura ela é mais facilitada Eu
tenho um link muito maior a o próprio nome né nomes mais curtos mais fáceis de falar então isso ah pega muito mais né show luri uma pergunta só também aproveitando aqui você comentou que você começou na arquitetura nessa coisa de tentar entender como que os projetos eles né Viravam ícones aí no mundo né E como que surgiu a neurociência aplicada a arquitetura nesse nesse universo no seu escritório Como que você começou a ensinar isso também né hoje você é uma das referências nisso no Brasil né se não há referência a grande referência nesse universo como
é que surgiu tudo isso bom eh em termos de de neurociência chegando a diversas áreas né Eh isso começa na finalzinho da década de 1960 69 é instaurada a sua site for Neuroscience nos Estados Unidos e aí a neurociência começa a ser promulgada mundialmente né Eh a para a chegada na arquitetura ela vai ela vai acontecer de uma forma oficial em 2003 em 2003 a gente tem a inauguração da anfa que já em português é a academia de neurociência para arquitetura ela fica em San Diego na Califórnia eh porque obviamente Quando nasce a academia porque
eu havia uma necessidade de que ela nase né porque já H muitas Décadas a arquitetura ela abraçou uma área chamada psicologia ambiental que é entender como que a psique do humano reage determinadas experiências ambientais e portanto dá uma deflagração comportamental a partir disso né então quando chega a neurociência e começa a entrar no mundo da da arquitetura e pesquisas começam a ser feitas a anfa nase com o propósito de gerar uma ponte né entre neurocientistas e arquitetos tanto que eh em 2022 ano passado a anfa ela fez uma uma espécie de uma de uma lista
mundial de países que vem trabalhando neuroarquitetura de uma forma muito séria fidedigna embasada realmente no conhecimento como deve ser o Brasil entra nessa lista e honrosamente eu sou convidado para presidir a anfa aqui no Brasil né que eles abrem os chamados chapters E aí eu junto com uma grande colega e amiga que é Andreia de Paiva também pesquisadora na área nós Fomos convidados né Eu assumi como presidente ela como vice-presidente da da anfa eh mas isso acontece comigo lá em 2004 um pouquinho depois da da chegada da anfa que é quando eu tô passando por
essa jornada fora do país enfim eh e quando retorno ao Brasil eu já retorno com isso muito muito incorporado né E aí começa toda uma uma linhagem profissional minha Eu sempre tive muito claro que eu que eu teria um pé na academia que é o que é o ensino e Outro pé no mercado de trabalho eh até pela experiência que eu sempre tive no própria aprendizagem de arquitetura Eu sempre tive um link muito forte com professores que eram arquitetos de mercado né Eh porque eu vi eu entendia que a perspectiva era diferente né do que
apenas um um teórico então meu caminho foi eh um pouco por isso nessa jornada da do mercado em si então eu tô desde 2000 né nessa nessa atuação aí fazendo agora 24 anos de de profissão Acabei estragou a noite Agora foi tudo e enfim E então meu hoje eu resido no no Paraná mas o meu escritório ele tem alguns eh hubs com outros escritórios né lá em São Paulo onde você tá com uma uma grande parceria com a kmx eh em Brasília uma parceria com com a espiral também com o Instituto de design biofílico aqui
na Serra Gaúcha ali com o estúdio menim com o André né com a parceria que a gente tem aqui n então tem alguns e tem alguns vínculos né de outras formas mas Eu eu eu digo que o meu CP tá no Paraná mas eu fico muito mais rodando do que qualquer outra coisa na área de ensino hoje né eu me dedico exclusivamente à pós-graduação né por um bom tempo eu ficava na graduação e na pós-graduação hoje me dedico só à pós-graduação E aí coordeno numa instituição chamada ipog que tem sede em Goiânia eu coordeno vários
cursos na verdade todos os cursos que são nas áreas de arquitetura design iluminação e um deles é um master em Neuroarquitetura e a ele acontece a nível Brasil né o ipog tá tá no Brasil inteiro eh também sou professor oficial de neuroarquitetura no instituto politécnico de Milão que na área de arquitetura é maior referência do mundo que a gente tem de de ensino Então hoje eu tenho esses dois mecanismos assim né esses escritórios todos que eu passei no exterior eu conseguir manter felizmente né as portas abertas os os vínculos né ainda ativos então sempre acontece
de de De de um retorno seja como uma visita mera visita passei para matar saudade seja para algo mais mais profissional no mês de julho desse ano eh eu fui pra Itália né pro politécnico para ministrar para ministrar aula e aí fui também de lá para Londres a convite do escritório norm Foster Foster Partners né que é o escritório que hoje é o maior escritório de Arquitetura do mundo né é o Norman Foster que assina os projetos da Apple por exemplo desde 2016 a sede que fica em Londres né só na sede São 1300 arquitetos
então isso não é um escritório Isso é uma fábrica né Uhum Lou é é uma coisa assim é des sur prédios prédios de eh o conglomerado do o escritório é um conglomerado de sete prédios né são 1300 arquitetos trabi velho loua é e eu fui bom então eu fui estagiário lá há 20 anos atrás né fui Trein enfim e e continuei tendo vínculo com eles e aí como né os conhecidos sabiam que eu estaria indo paraa Itália Então vim para cá e faz um workshop com a gente né E aí eu fiz um workshop de
dois dias lá com eles e tal então acaba eh esse momento para mim ele foi muito especial assim pessoalmente porque eh eu eu fui estagiário lá eu tive vínculo eu já voltei ao escritório númeras vezes muitas vezes H entre aspas passeio né tô em Londres aí vou lá para né rever algumas pessoas enfim já voltei profissionalmente também porque às vezes eu levo grupos de arquitetos né em em Viagens internacionais então eu também tenho esse link né as pessoas me principalmente entidades grupo de logistas me procuram muito para que eu Organize uma viagem internacional para arquitetos
justamente para eu levar nos escritórios para que eles conheçam né é uma experiência chegar no escritório com 1300 funcionários perdão arquitetos né então então eu sempre tenho esse eh essa mobilidade né é um braço que eu que eu acabei naturalmente atuando também mas Esse especificamente foi muito forte para mim porque apesar de já ter retornado várias vezes o escritório para mim não era novidade mas foi a primeira vez que eu retornei como um palestrante né E e aí o até o André menim que que é daqui tava junto né E aí o o André falou
eh algo bem específico ele assim ah há 20 anos atrás você tava aqui como estagiário E hoje você tá aqui ali como como foco né todo mundo parou para para te ver né E lá tem muuito essa coisa de Timman né Então realmente quando param para algo é porqueo importante né então enfim minha trajetória tá tá um pouco por aí né Muito muito muito bom tu falou no antes no no momento que a gente tinha pausa do master que tu aplica em Goiânia né É na verdade no Brasil inteiro né a a a sede da
instituição fica em Goiânia a sede do do Instituto mas e eh ele tem braços no Brasil inteiro todas as capitais tem tem uma unidade né Sim tu Falou um pouco da da dinâmica né do curso de como ele eu achei muito legal achei legal a gente até compartilhar é eu tava comentando que dentro desse Master ex não não vai ficar igual né nunca fica desculp de interromper forma alguma mas dentro desse Master eu Ministro uma disciplina um módulo que se chama neuroarquitetura aplicada a projetos comerciais e é o módulo que acontece ao longo de um
final de semana então é sexta-feira à noite no caso da Instituição é sexta-feira à noite sábado todo dia e domingo pela manhã e quando você olha pro nome né da da disciplina neuroarquitetura aplicada a projetos comerciais fica uma ideia de que eh os alunos e aí aqui alunos na verdade são profissionais porque a nível de especialização né então todos já são Arquitetos e designers ficam com aquela ideia de que vão passar todo um final de semana vendo fotos de projetos de lojas que usaram técnicas de neuroarquitetura E eu passo todo o final de semana com
eles ministrando aulas sem mostrar nenhuma fotografia a gente simplesmente conversa sobre como que as questões de neurociência aplicad à pessoas pode ser convertida em projeto quando o módulo tá prestes a terminar eh e e é interessante porque uma coisa que vocês relataram também agora a pouco que conforme a gente vai conversando você vai puxando coisas da sua vida então as pessoas vão naturalmente montando o projeto sem ver Um projeto ou sem ter um projeto para projetar mas vão entendendo os links né E aí quando nós estamos próximos a a terminar eu passo uma atividade para
eles que é justamente fazer o projeto de uma loja e Eh agora vou dar spoiler para quem ainda não para quem ainda não teve aula comigo mas e E aí eles projetam eles fazem o projeto e eu tô nos Bastidores cronometrando isso né quando a gente tem ali um mais ou menos 40 minutos eu paro Atividade E aí eu pergunto para eles né Eh independentemente do do que vocês já fizeram até agora vocês já consegue né fechar os olhos e enxergar a loja que vocês estão projetando e todos dizem que sim não tá pronto na
minha cabeça já sei até que música A gente vai usar os materiais a composição e tal aí eu pergunto Ok eh antes da a gente ter esse conteúdo Quanto tempo você levaria para projetar uma loja aí já fica uma certa pausa Dramática assim né E aí eu pergunto para eles alguém aqui a para fazer o projeto precisou de olhar no Pinterest abrir o computador fazer alguma coisa aí entra em Catarse né porque realmente você percebe cara A hora que eu entendo desses processos eu sei fazer projeto tanto é que a a minha bandeira pessoal é
quanto mais entender de pessoas mais entendemos de projeto e E aí tem essa essa Catarse que acontece ali algumas pessoas choram vem relatar cara eu ia Desistir da profissão e agora você conseguiu resgatar isso e e faço perguntas assim mais objetivas né começo de uma forma bem leve assim alguém aqui percebeu 40 minutos de trabalho porque normalmente PR assim agora ten que fazer o projeto né tô em cima do prazo aí então alguém que percebeu 40 minutos de trabalho né não foi praticamente uma recreação E aí vou fazendo algumas perguntas né E aí eu finalizo
com duas assim que eu corro o risco de ter que Fugir da sala de aula né eu pergunto alguém aqui se sentiu um pouco mais criativo fazendo isso porque os trabalhos são fenomênicos vem ass numa qualidade muito boa alguém aqui sentiu mais criativo fazendo esse tipo de trabalho aí assim aí eu dou ainal né alguém se sentiu um pouco mais arquiteto fazendo trabalhar é aí fecha né cara incrível porque é muito legal porque você passa todo um final de semana conversando sobre arquitetura sem Mostrar foto você tá falando pela parte neuro da neuroarquitetura porque a
arquitetura já tá ali Talvez ele não esteja usando isso de de uma forma que poderia usar hoje tem muitos recursos que aparentemente nos auxiliam mas por um outro lado nos podam né como Pinterest Google imagens e etc e você vai recolhendo materiais que você acha interessante mas você não sabe por que eles são interessantes a hora que você entende a parte da neuro por trás da Arquitetura você entende por que é interessante o que é interessante né eu pergunto assim quem é que nunca passou por uma situação de você entrar em um ambiente e você
perceber assim cara tem alguma coisa aqui que me incomoda E aí de repente alguém pergunta para você mas o que que te incomoda e aí você diz não sei muito bem o que que é mas tem alguma coisa aqui que me incomoda Aí eu pergunto para alguém já passou por isso aí todo mundo sim gente já passou falei Então olha que que h a gente tem aqui nós que somos profissionais que vivem de projetar espaços como que a gente não sabe o que me incomoda no espaço isso é um iato que a gente vai ter
que corrigir né então é a hora que você entende o que que está acontecendo no ambiente que se relaciona com a minha emocionalidade que se conecta comigo de alguma forma aí a gente começa a transformar isso em uma técnica em uma dinâmica né E aí você Consegue resolver isso já em projeto mais ou menos por aí que a tinha falado muit muito bom Foi melhor né Foi melhor aí acho que é muito do que eu falo na fotografia a mesma coisa assim do tipo não tem como você tirar uma foto bonita se você não entendeu
o que que te agrada ou que que não te agrada você não vai conseguir Criar o seu estilo ou a sua identidade como profissional se você não entende o que que você gosta o que que você não gosta isso como ser humano né Essa é a grande dificultade de tudo né de Todo Mundo em todas as profissões e tu falou da da neuro eu eu eu eu fiz Faculdade de Educação Física há muito tempo atrás e tinham muitas cadeiras de maturação neural neurociências hoje dentro da arquitetura eh existem eu fiz arquitetura também mas eu fiz
por um período curto é há muito tempo atrás H mas existem cadeiras voltadas a isso disciplinas voltadas a isso ou os arquitetos buscam uma especialização num Pós depois ou é hoje hoje em termos de mercado que a gente falou na na área de ensino né a neuroarquitetura ainda não entrou em grade curricular né não existe o que existe hoje são cadeiras dentro da da graduação que tratam em alguns casos de Psicologia ambiental sim que já faz um link Positivo já é um avanço né mas a neuroarquitetura em si ainda não caiu na grade de graduação
é importantíssimo é hoje a nível Brasil nós temos especialização na área né eu eu coordeno Essa que é uma das mais conhecidas mas eh como formação a a gente ainda não tem né mas essa essa questão é uma questão que quando você e tem a compreensão virando técnica você tem isso como algo muito qualitativo para você eu lembro que numa das edições que tanto eu quanto o g a gente tá aqui hoje né em Bento Gonçalves em função do do evento do Design Tank Brasil e eu lembro de uma das edições que teve um um
foi uma espécie de um Experience que tinham dias A mais né dentro da programação e uma das atividades lá era um workshop com Jean em loco né então a gente foi para um determinado que eu não conheço muito bem Bento mas era um uma parte verde era acho que era um restaur foi na miolo né no Aquela aquele Gramado no miolo Garden lá é e depois a gente foi almoçar em algum lugar que você tava enfim cada um pegou o seu celular e e foi fazendo foto né E aí o Jean ia vamos vamos aprender
a tirar foto com o celular e tal e aí o Jean via o g tirava a foto Ah linda a foto todo mundo ia pro mesmo lugar que o g tinha feito e e nenhuma foto ficava igual Uhum E aí os G chegava não então você abre o Grid faz isso puxa para cá e um terço de não sei que n aí quando racionaliza o processo vira uma técnica aí todo mundo ligou a grade eu lembro que na época eu nem sabia como é que ligava a grade acu comigo no curso dele também eu eu
não sabia nem como é que ligava grá nem por ligar grá nem por por Que tem isso aqui atrapalha né eu lembro que di assim você não usa GR falei ah tiro essas linhazinha todas só não dá para ver a foto não dá para ver o que eu quero fotografar É pô eu também para que que serve isso pensar e aí é legal porque quando eh você racionaliza o processo aí vira uma técnica aí você liga a grade Você sabe por que a grade tá ligada Você sabe qual é esse 1/3 que o Gia fala
É essa a harmonização da composição e eu lembro que uma vez a Gente fez uma live eu e o Jack era falando sobre entre aspas né neurof ografia né e a a gente foi falando sobre técnicas que o Jean utilizava como técnica técnica de foto e eu ia traduzindo a técnica para uma condição neural né que é uma condição anti perceptiva sobre como que o nosso campo eh sensório organiza esse tipo de informação e aí Essas são dinâmicas que hoje a o mercado se utiliza muito né algumas indústrias se retrans formaram Depois de terem aplicado
uma eh uma das áreas da neuroarquitetura que é chamada de neurodesign o neurodesign ele vai ser aplicado pro que eu faço pro que eu atuo no ambiente mas outras áreas se beneficiam das mesmas técnicas e mesmas dinâmicas por exemplo uma indústria que se redesenhou a partir do neurodesign foi a indústria automobilística né Por exemplo nós temos na nossa lateralidade cerebral os chamados Lobos temporais que ficam aqui eh a gente tem uma uma Estrutura uma uma região dele que se chama giro fusiforme os nomes deixa para mim né se a gente não vai lembrar é não
vai lembrar é se chama giro fusiforme o giro fusiforme ele tem uma função reconhecimento então quando eu olho pro Jean o meu giro meu giro fusiforme faz assim essa fisionomia é do Jean eu olho para uma caneca esse objeto é uma caneca Quem faz isso é giro fusiforme só que ele faz isso até quando eu não quero que ele faça então é aquele momento por Exemplo que você tá olhando pro tronco de uma árvore e você vê o rosto de uma pessoa uma nuvem você olha para uma nuvem e você vê um um coelho eu
tomei a iasca meses atrás os bichos brincando não tem nada a ver você nim não é bem giro fusiforme a essa é outra coisa enfim então por exemplo a indústria automobilística hoje ela faz neurodesign para o giro fusiforme para acionar o giro fusiforme vocês já repararam em que hoje os carros TM cara aquele carro ali É meio malvadão aquele carro ali é mais alegrinho e tal então Eh eu utilizo técnicas no desenho que acionam em mim um reconhecimento E aí esse reconhecimento já que não é uma pessoa e é um objeto eu dou uma característica
para ele que eu possa personalizar ou personificar o objeto aí eu digo que o carro é malvadão aquele carro é alegrinho se eu tenho um perfil mais agressivo eu vou pro carro malvadão Se eu tenho um perfil mais descontraído tal eu vou pro carro alegrinho tanto é que às vezes e independentemente da condicionalidade isso aqui é mais carro de mulher isso aqui é carro né faz Associação linhas mais agressivas linh que não necessariamente tem que ser um carro para mulher um carro é um carro que vai e vem enfim isso gera uma conexão né com
tipo Corolla para velho ex E aí você fica com essa condicionante e de ter uma uma técnica do neurodesign Sendo aplicado numa indústria inteira para que você Gere conectividade com as pessoas então Claro quem tá ali desenhando tá usando uma técnica de Neo design mas isso tá associado ao neuromarketing que depois eu trabalhar uma neurovendas então é é um processo sem fim né isso me me lembra bastante uma frase que eu ouvi numa palestra um dia que era o sucesso que eu não tenho é pelo conhecimento que eu ainda não adquiri né então assim a
gente só não Sabe fazer algo porque a gente ainda não aprendeu algo que é necessário para conseguir aquilo então que nem você falou da fotografia né hoje até assim é um exercício que eu sempre me doutrino a fazer que é pensar com a cabeça de quem não sabe porque porque é difícil muitas vezes né e eu falava falei no workshop aqui aquele dia né Para mim é muito natural fazer o que eu faço então pensar como a cabeça de alguém que não sabe o que eu sei para tentar traduzir Aquilo Em elementos simples de ser
aplicado é o maior desafio do ensino né que é você fazer a pessoa que tá acostumada a entrar no Pinterest para pegar uma referência o tempo todo porque não consegue criar uma própria referência uma ou transformar visualmente em algo agradável em se exercitar em ficar 40 minutos para poder criar algo sem nenhuma referência e eu acho que o grande sucesso até do do do do trabalho que vocês fazem é conseguir transmitir e Fazer com que as pessoas utilizem isso né eu eu eu eu digo por experiência todos vamos lá fiz um monte de cursos na
minha vida um monte de Participei de muita palestra pelas empresas e e e muito lugar e poucas tu aplica né e o sucesso tá muito vinculado a isso e eu falo do da palestra que o g deu aqui do do workshop porque eu olhei uma foto minha antes e olhei uma eu olhei uma 20 minutos antes né que tu fez a gente bater e uma sei lá 20 minutos depois Falei cara como é que eu postava isso aqui tanto que eu até Criei um Instagram com foto de viagens cara eu passei a olhar fotografia com
outros olhos e cara 30 minutos eu sou um boca aberta na área entendeu mas assim já mudou minha percepção de foto e hoje eu vejo as pessoas post cara como é que esse maluco me posta uma porcaria dessas e ele não energa ele não tem essa percepção é e a nossa percepção ela vai sendo expandida né porque é aquela coisa a a minha minha Namorada ela fala sempre que depois que você conhece o ótimo o bom já não é mais suficiente né só que até que você conheça o ótimo o bom era ótimo exato né
então assim eu só consigo melhorar a hora que eu percebo que eu tô errando a hora que eu percebo que eu tenho algo a melhorar se eu não tô presente para isso eu não tô interessado em evoluir também eu não vou conseguir evoluir exato e até hoje a gente falou na palestrei hoje lá no design Tank eu falei sobre uma Estratégia você falou muito importância de colocar em prática né de faz consir colocar né usar usar aquilo muitas vezes a gente aprende algo mas a gente não aplica uhum simples assim a gente aprende ouve fala
legal só que a gente não aplica hoje eu falei sobre uma estratégia simples que a gente fala muito sobre né que é mais vale um cliente seu sussurrando que você é bom do que você gritando que é Uhum E aí no nesse exercício eu comentei assim quem é Que tem clientes aí todo mundo levantou a mão né são todos os arquitetos designers falam tem aí eu falei mantém a mão levantada Quem já tem vídeos desses clientes falando sobre o seu trabalho 80% abaixou a mão eu falei assim por que que vocês não TM vídeos aí
Alguns falam ah é porque o cliente não gosta de gravar vídeo eu falei se você fala isso é porque você não gosta de gravar vídeo muitas vezes você nem pede o que você acha que ele não vai fazer vamos fazer o Exercício quem aí tem cliente manda uma mensagem para 10 clientes falando pô se toparia gravar um vídeo t aqui numa num imersão de design você tó para eu gravar um vídeo contando um pouquinho sobre como foi essa experiência e tal duas pessoas de 16 15 pessoas que estavam lá fizeram né a lei de Pareto
né 8020 8020 É 80% Vai ficar parado 20% vai agir essas duas pessoas mandaram uma delas veio me me relatar depois da palestra foram Du 3 horas ali falando né Compartilhando depois dessas Du 3 horas ela falou eu mandei para 10 clientes seis me responderam três já me mandaram o vídeo e três falaram que vão mandar depois só que assim de 80% 80% não fez nada com o que aprendeu 20% aplicou e de 20 desses 20% uma teve resultado imediato então eu vejo assim que é é muito importante a gente aprender e tem muita gente
querendo aprender fazendo pos fazendo isso mas se não colocar em prática não dá resultado que é a Diferença que é a diferença entre informação e conhecimento né Uhum informação é algo que você acessa usa e descarta conhecimento é aquilo que você acessa usa e incorpora né daí que vem a a questão da chamada importância importância é aquilo que eu importo que é importante é aquilo que eu importo para mim né então você vai no Google e pesquisou alguma coisa pegou aquela informação usou não se aquilo não é importante para você Você vai descartar Né E
aí não vira conhecimento mas não adianta eu reter a informação que é importante como a técnica que o g falou se eu não tiver um processo para que vire efetivamente um conhecimento que é começar a fazer é tanto é que eu eu comento né quando eu tô ministrando os cursos enfim os workshops eu comento todo mundo fica ali Ah que legal a gente agora entendeu Falei sim e não sim vocês acessaram agora daqui pra frente é trabalho glúteo é bumbum na cadeira e Fazer fazer fazer fazer porque senão vai ficar no passado como uma experiência
boa só ex estamos todos muito vinculados a a a experiência in ação não apenas a experiência pela experiência como você disse fica duas horas em Êxtase né mas principalmente aquela experiência que você valida ela né então quando algo realmente vai vai vir para você e vai se tornar parte do seu cotidiano aí essa você de novo gera relação dopaminérgica né porque aí você começa a ter Poxa isso Aqui é interessante e aí você quer mais e mais e mais daquilo né então tem que ter esse essa tradução pra prática do contrário é descartável né Uhum
é essa parte critiva né e do quão importante é um conhecimento multidisciplinar né até na arquitetura na fotografia Tudo que Eu até comentei acho que num podcast que a gente falou outro Em outro momento sobre a importância de várias peças que a gente vai aprendendo que nem falou eu fiz e educação física eu fiz tal coisa Tudo isso hoje de alguma forma você te ajuda certa forma momento da vida tu usa né exatamente então a gente acredita muito nisso também no design Tank é uma imersão de design São quatro dias a onde somos em quatro
né eu Lori Paulo mesomo e o André menim e todos nós temos algo a ensinar algo a compartilhar E que juntos formam o conhecimento necessário para um designer el ser bem sucedido no mundo do Design de móveis então é desenvolver um produto que V além do Design é um Produto que vai se conectar com um público que existe um mercado que vai precisar daquele produto então é encontrar problemas de pessoas que precisam e através do Design você consegue solucionar esses problemas né então eu falo muito sobre a parte de marketing de vendas de imagem o
louri fala muito sobre pessoas e sobre essa questão do neurodesign E aí acho que você pode comentar um pouquinho sobre como que aplicável isso né no design Também né ex é a a estrutura do do do carinhosamente chamado DT né do Design T Brasil eh tem dois dias de conteúdo como o g Falou então o André Menin assume uma parte ele vai trabalhar muito sobre negócios pesquisas enfim o G vai trazer muito essa questão do marketing da vendas e tal o Paulo fala um pouco sobre o modelo de negócios também e eu falo sobre o
neurodesign então aqui completou os dois primeiros dias né que é conteúdo que é exatamente o o dia que eles estão Finalizando hoje né aí o terceiro dia é um dia de mentorias onde eles eh pegam essas informações e transformam em um produto e nós ficamos auxiliando né então são baterias de de de mentorias que são feitas ao longo do dia que é chamado dia de mão na massa né e é onde é bem disruptivo porque eles transformam inúmeras vezes a mesma ideia até chegar numa ação de produto e é no quarto dia e o último
é quando tem uma visitação técnica porque eles já finalizaram a Entrega deles então tem uma uma visitação técnica geralmente o que indústria é é indústria geralmente é indústria e aí eh e aí no período da tarde vem a questão da eh da parte do Tank né do do Design Tank é como se fosse um chack Tank do Design onde você apresenta um produto pra indústria F então normalmente vem dois às vezes três avaliadores que são profissionais de indústria né e que entendem do universo da indústria real porque a ideia do Evento não é que seja
uma coisa fictícia e sim que tenha né uma seja possa ser colocado em prática o merado produt é um pouco do que a gente tava falando né de não ser só teoria né eu não vou aprender só o que eu preciso fazer quando eu sair daqui não eu vou aprender e já vou aplicar que eu vou realmente aprender algo n exato E aí então esses avaliadores não tiveram contato nenhum com o histórico deles então portanto nós quatro nós não particip pamos da da Avaliação do concurso a gente só auxilia até aquele momento legal E aí
cada um deles tem 5 minutos de pit de apresentação de de produto e aí ao final tem uma uma premiação lá primeiro segundo terceiro enfim e aí tem esse processo de muitos acabam colocando seus produtos no mercado alguns né se unem e começam a a formatar eh coleção de produto participam de concurso e os avaliadores não participam Em nenhum momento do processo eles vão só paraa avaliação Para olhar o produto não ex até para não ter uma contaminação da do histórico de cada um deles né mas não é só um concurso de design onde eles
apresent tá lá o meu produto né desenvolvi aqui tá aqui meu produto não eles têm que apresentar como se eles fossem apresentar para uma indústria fazendo um pit de vendas então eles precisam avores de indústria Explicar sobre o produto deles e eles têm um Tempo contado tipo 5 minutos e em 5 minutos o microfone é cortado e eles não podem falar mais nada é um tentão eles precisam realmente é como a gente chama do Pit de elevador né o elevator pit que é você tem um tempo limitado para você poder encantar encantar alguém e fazer
a pessoa querer saber mais sobre aquele produto e poder perguntar mais e tirar dúvidas Então essa é objetivo do Pit né sim e é uma experiência que a gente fala que acho que nenhum outro treinamento e Consegue entregar porque é você aprender a teoria do que ninguém ensina né algo aplicável para qualquer negócio mas principalmente focado no design de produto colocar monomassa ou seja desenvolver um produto em um dia e meio nem isso sim é isso esse o desafio né tirar do papel vai tirar da cabeça todo aquele conhecimento e aplicar isso num produto E
ainda ter experiência de vivencial O que é apresentar isso para alguém da indústria que muitas vezes não Abre portas para quem tá começando apesar de ter essa esse ess essa vontade de conhecer novos designers Novos Produtos mas realmente essa conexão Às vezes não acontece por mais que ambos os lados queiram se conectar mas é é mais difícil então ten a oportunidade de apresentar isso e de quebrar aquele gelo de tá Como é que vai ser quando eu chegar com um produto para uma indústria como é que eu vou apresentar e desafiador porque cara tu tem
lá tu Falou um dia um dia para desenvolver um dia e meio tá e apresenta como o cara tem imagem o cara faz um render o cara se vira Teoricamente é livre né mas todos eles acabam e montando lá vamos chamar assim por enquanto um grande PowerPoint e lá tem render tem os Car dão um jeito Um dia meio arrebentam tem tem uma galera que vira noite eles aí eles ficam é é Indefinido né agora Acontece uma coisa bem interessante que eh se torna um ecossistema muito Colaborativo né então é muito realmente muito comum você
ver um ajudando o outro dentro desse processo apesar de ser entre aspas um concurso que de fato é e eles eh magicamente a gente consegue organizar o o ambiente de uma forma que eles não se enxergam como competidores como colegas né Ótimo então é uma coisa muito legal porque você vê é que quando alguém vai apresentar o pit e Teoricamente é o seu concorrente a a Plateia que são os outros né tão torcendo por aquela pessoa sim então então isso é é realmente algo muito muito interessante que acontece no final eles estão competindo mas eles
não se enxergam como competidores Então isso é uma coisa muito legal então em várias edições tem pessoas assim ah mas eu não sei fazer render não eu vou fazendo meu vou fazer eu vou te ajudando um pouquinho legal né então tipo não vou abrir mão do meu mas eu vou te ajudando Um pouquinho e Teoricamente estão concorrendo né não se você não sabe fazer é melhor para mim que eu sei e você não sabe Muito pelo contrário eles se abraçam assim é muito muito interessante e muitos deles viram noite assim dormir n PR conseguir focar
entregar melhor e não só desenvolver o produto mas é apresentar ele de uma forma legal né porque desenhar muitos sabem mas assim realmente vender ideia encantar e saber como apresentar isso de Uma forma né em pouco tempo mas de uma forma Clara isso são é para poucos assim poucos não e tem aquela questão da de ser desinibido de tá na frente dos profissionais que que vocês que deram a palestra de ter os caras da indústria ali que vão comprar teu cara é Um Desafio e já teve vários casos assim de realmente a pessoa encenar né
teve uma participante por exemplo que eu lembro né da primeira edição inclusive que fez um produto que era um suporte para uma Bicicleta né focado num público de ciclistas que investe milhares de reais 70 80 R 100.000 numa bicicleta e não quer deixar a bicicleta dele encostada lá sujando a mãe reclama ou a mulher reclama que tá sujando a parede e tal e não quer deixar na garagem Porque aí as crianças de um prédio podem ficar lá e mexer e tudo mais é um é um brinquedo caro né vamos dizer assim e ele desenvolveu o
suporte de bicicleta só que para apresentar o problema né que Esse design soluciona que é o grande objetivo do Design Tank né não é só sobre produto não é s sobre estética é sobre solução de problemas através do Design ele encenou como se ele tivesse chegando do pedal todo trajado legal de capacete de roupa tirando coisa colocando em cima na mesa e todo mundo achando assim mas já começou a contar o tempo dele ele não começou a apresentar ainda eu lembro que na época é eh de novo nós não não somos jurados né a Gente
assiste a apresentação E aí eu lembro que na época eh eh começou a contar o tempo e aí ele começou nesse processo né ele tira do coisa não deixa eu botar aqui não sei que E aí eu lembro que eu falava com a pessoa do apoio volta o tempo que ele não começou volta o tempo que não começou falou não não faz parte por quê Porque a gente fala muito sobre você falar sobre Quais são os problemas que aquele público enfrenta Para você solucionar através do Design para mostrar o quanto é importante para aquele público
né ele encenou o problema mostrando e El ele pedi PR mãe dele gritar não encosta bicicleta na parede não sei o e a ele tá mãe que legal é então ele ensinou tudo aquilo para realmente escancarar um problema para chegar com a solução né E aí ele chegou e falou ó não sou só eu que faço por isso né são tantos milhões de ciclistas no Brasil e vem crescendo Esse número São pessoas que e aí e aí b a defesa dele né enfrenta problema ganh ele ganhou gan ele conseguiu mostrar um mercado promissor crescente clo
que pelo produto né não apenas pela ensinação Mas pelo contexto todo da solução né porque tem a ver com a solução né é um mercado crescente é um público que compraria aquele produto que investe pesado nisso e a solução dele que é o produto em si resolveu os problemas que ele levantou então assim Ele conseguiu chegar numa solução bacana e tem o cara que não consegue apresentar nada tem Já teve já já teve Raro Raro mas a gente já teve alguns casos assim de Ah não consegui fazer não vouv que B da verdade você não
é obrigado a nada né existe o livre livre arbítrio para isso mas raras vezes mas já tivemos casos de de da pessoa chegar e dizer assim ah hum já aconteceu de de dois modos né da pessoa dizer não não tô confortável não vou apresentar enfim e Até tinha um produto desenvolvido mas não tava confortável apresentar Como já teve que esse caso da pessoa fica extremamente nervosa é pânico de ter que falar em público de saber que tá sendo avaliado enfim E literalmente tem não vou dizer uma crise de pânico mas assim tem uma uma reação
nervosa um pouco até desnecessária Porque de fato você não é obrigado a nada né Sim ela absorveu as informações que vocês passaram participou das palestras teve o processo Aí del mas assim tivemos Acho que uns dois casos assim só de de não apresentar né E como tem um prazo para entrega também tem algumas pessoas que acabam não terminando apresentação temp tempo apresenta o que tem e apresenta o que tem Teve gente que não não colocou o arquivo por exemplo no google drive e aí teve que apresentar um croqui que tinha feito um desenho à mão
colocar na mão dos avores e falar ó é isso que eu tenho mão e já teve caso por exemplo de Pessoas que eh montaram a apresentação sem prestar atenção no tempo Hum e pass porque era 15 minutos 5 minutos então Eh eu lembro de um cara Acho que foi Gisele não lembro que eh falou explicou explicou explicou muito bem assim bem embasado e tal e tal na hora que ela foi mostrar o produto acabou o tempo aí só ficaram histó aí os avaliadores Cadê adorei mas não vi o produto então e tiveram produtos já com
absorvidos pela indústria patenteados vendidos já tem Vários tem vários alunos que estão com produto no Mercado rodando que legal É principalmente na mentoria na mentoria que é o próximo passo onde a pessoa consegue desenvolver por um ano junto com a gente lá um produto e tal e realmente ter essa conexão com essa conexão com com a indústria né de forma mais mais direta ali às vezes em concursos de design e tudo mais tem vários Vários vários produtos que já estão no mercado inclusive pessoas tipo Salvador tendo produtos aqui no sul com empresas daqui né e
e já teve também acho que a gente tem pelo menos uns dois casos assim de de pessoas que vieram para fazer o design Tank eh buscando essa experiência e perceberam que cara a minha vida tem que ser isso e e a gente tem uma que morava no Nordeste e de João Pessoa né João é João de João Pessoa e ela assim eu vou para ir fazer qualquer coisa mas eu vou para ir eu quero eu quero ficar com a Indústria moveleira e veio aí teve o que vem de ol Iago também veio de São Paulo
interor São Paul São Paulo de São Paulo veio para morar aqui out profissão largou a profissão PR que legal e aí a gente fica assim nossa a gente tá criando uns filhos aí né incentivando turismo de Bento aqui muito bom muito bom muito legal pessoal o o Bistrô do Will fazer um merchan mandou pra gente uma comida aí um opa uns petiscos aí a gente vai fazer Uma pequena pausa depois a gente retorna show tranquilo pessoal tem um assunto que é que é muito interessante tá cada vez mais em Pauta né em todas as áreas
não só na arquitetura ã que é a inteligência artificial a gente vê que cara cada semana surgem coisas novas né mais opções ã na visão de vocês e e vocês que estão bem seridos nesse mercado até que ponto isso vai influenciar né na na humanização da Arquitetura porque hoje né o arquiteto é muito importante numa obra ele é muito importante ele a criatividade dele né como tu falou dos prédios né chama atenção até onde a inteligência artificial vai desumanizar a arquitetura na opinião de vocês Bom V vamos primeiro vamos estabelecer um recorte temporal né vamos
falar disso na atualidade porque a gente não sabe que que tecnologias vem à frente né vem à frente né e na tecnologia de hoje eu costumo dizer que A inteligência artificial ela é burra porque eh você se você não tiver uma boa pergunta você não vai ter uma boa resposta né então se você pegar qualquer modelo de Inteligência Artificial Se você não souber elaborar o que você quer ela também não sabe elaborar isso para dar resposta que você imagina que teria né então entre aspas a a mecânica por trás dela é extremamente inteligente mas ela
em si ela precisa aender com você né N como qualquer outro algoritmo Mas enfim ela precisa aprender especificamente no na área da da arquitetura a gente tem algumas ferramentas hoje por exemplo paraa geração de imagens né então você pode pôr um prompt que é uma digitação e vai gerar uma imagem você pode pedir desde um pato cor de-rosa em cima de um guarda-chuva amarelo limão e e e vai fazer mas porque ela sabe o que que é um pato ela sabe o que que é amarelo limão Não sabe o que que é um guarda-chuva agora
quando você vai falar de arquitetura eh se você não tiver um bom prompt estabelecido anteriormente ela vai fazer o que ela acha que é Uhum Então na no recorte temporal atual com a tecnologia que a gente tem ainda é necessário um profissional arquiteto por trás para que saiba construir isso Eh mas aqui a gente tem alguns aspectos né Eh a arquitetura passou ao longo da da sua existência por alguma as Grand Alguns grandes divisores de água tecnologicamente falando Talvez o primeiro deles o mais impactante foi a chegada do AutoCAD que é quando a gente começou
a sair da prancheta e ir pro computador eu sou desse período eu peguei pegou a transição ali eu peguei essa transição ali e naquele momento teve aquela divisão não imagina vamos deixar de ser arquitetos porque a máquina vai fazer mas na verdade não era a máquina que fazia era uma ótima Lapiseira né Talvez o segundo grande movimento que teve aí também como divisor de águas foi a chegada do Bim né que é essa metodologia que a gente usa para integração de diversos softwares em cima de uma única logística de projeto a a mesma coisa né
ah agora vai matar as profissões porque essa integração e tal e de novo é uma excelente ferramenta que precisa de bons profissionais por trás as inteligências artificiais e hoje a gente tem inúmeras né Elas conseguem ser Muito mais rápidas do que nós podemos ser elas conseguem nos entregar coisas de uma forma muito mais efetiva do que nós poderíamos por exemplo se você pegar uma uma inteligência artificial que gera imagem enquanto você vai fazer um render e para você fazer um render você tem que modelar o espaço inteiro depois você tem um tempo de máquina para
fazer a renderização sem contar ali selecionar materiais e a posição da luz aí depois que renderiza ficou ruim volta ela faz Isso em segundos e entregando para você uma uma qualidade de imagem de 4K ou às vezes até mais né Uhum que a pessoa sozinha levaria muito mais tempo para fazer aquilo e talvez não chegasse no mesmo nível mais exatamente Só que você tem que ter por trás uma informação bem consolidada para que ela entenda o que você quer então atualmente é um pouco ilusão pensar que um cliente final que não é arquiteto vai conseguir
sentar na frente de uma inteligência artificial e Receber um projeto ou um projeto qualificado uhum a na fase que nós estamos não sei como que será amanhã agora em mas na fase que nós estamos sim agora o que o que a a história da humanidade nos mostrou é que os que sobreviveram não foram necessariamente os mais os mais fortes mas sim os mais adaptados né os mais resilientes então eh a tecnologia tá aí e ela não vai regredir Não Então ou você enquanto profissional independente da área que Seja você aprende a incorporar isso para você
e utiliza isso da melhor forma possível E aí você sai à frente no mercado como como qualquer movimento natural de de avanço né da humanidade ou você vai ficar dando murro em ponta de faca Não não vou fazer isso vai rebentar com tudo e tal neste momento que nós estamos ainda é necessário um bom profissional por trás eu acredito que independentemente do que se evolua alguém por trás terá que dar os bons Comandos para que aquilo ocorra né Talvez o que o o que eh o que vai acontecer é que a gente vai desenvolver novas
estratégias projetuais embasadas em Inteligência Artificial como se se desenvolveu metodologias de apresentar projeto através de softwares que renderizamos e antes não existia renderização né Uhum Então eu acho que o caminho vai ser mais esse talvez eh dependendo de de como você vá paraa linhagem de trabalho vai acontecer uma Divisão que hoje já acontece hoje nós temos profissionais que são extremamente criativos e trabalham com criação e nós temos outros profissionais que são extremamente funcionais e trabalham com a parte que precisa existir dentro da arquitetura de qualquer nível projetual então por exemplo nós temos Profissionais que são
extremamente criativos e vão para pra criação paraa arte finalização e etc e outros que são excelentes profissionais da parte Mecânica do projeto são ótimos para fazer compatibilização de projetos são ótimos para identificar falhas projetuais no meio do processo são ótimos para gerir pessoas dentro desse processo Então são excelentes profissionais que não necessariamente criam mas são excelentes profissionais da área cada um desses vai achar Teoricamente a melhor forma de utilizar essas inteligências ou essas ferramentas para si e então acho que quem cria e e Começa a criar com a ferramenta pode criar mais qualificadamente e mais
rápido eu eu eu acredito que h a gente pode fazer um paralelo quando houve lá atrás e hoje continua um Boom das revistas de arquitetura Uhum Então você tinha você é uma banca de revistas e tinha inúmeras revistas de arquitetura com projetos com plantas com fotos com medidas se a gente fizer um paralelo a época também podia se acreditar assim ah Não com esse monte de revista que tem na banca para que que vai contratar um arquiteto se eu tenho um um sei lá um cardápio de projetos né Eu tenho um cardápio de proj então
eu pego e eu copio da revista Mas mesmo que eu tentasse assim fazer se o meu se o meu terreno tem uma inclinação não é exatamente que acabou você precisa de da assessoria de alguém né então eu acredito que a gente vai ter sim ferramentais diferentes e que eh os mais Inteligentes os mais espertos aqueles profissionais que estão efetivamente querendo progredir vão identificar caminhos de trazer isso como um auxiliar positivo do que a gente imaginar pelo menos por enquanto de que um um consumidor final vamos imaginar assim vai fazer isso seu próprio projeto né porque
eu posso por exemplo eh usar uma inteligência artificial para projetar um ambiente como nós estamos aqui né tipo um gerador de imagens mas e eu posso Chegar aqui na sua loja te apresentar isso e você me dizer assim cara isso aqui não vai funcionar porque esse material não é o melhor porque então eu preciso do teu conhecimento para me guiar em cima daquilo que a inteligência me entregou porque ela me entrega uma imagem que é uma composição de pixels só isso né se é factível se não é se funciona se não funciona eu ainda preciso
de você que conhece toda a tecnologia do mobiliário da montagem da Da durabilidade eh e etc que que a outra pessoa não ah não mas a a aqui a imagem tá me mostrando uma uma mesa de madeira de 6 m sem emenda você vai dizer sem emenda não dá não né madeira não eu posso ter de outra então eu ainda vou precisar de você mesmo estando ali com a foto fantástica na frente pelo menos na tecnologia que nós temos hoje né sim sim excelente é eu costumo dizer que a inteligência artificial ela veio para acabar
com a folha em branco né então Uma pessoa que não tem ideia do que fazer a ideia do que escrever ela agora ela tem uma ideia para começar mas a mesma ferramenta para um lego e a mesma ferramenta na mão de um profissional vão alcançar níveis diferentes Então é isso que o Lori falou né a pessoa que é mais flexível que ela se adap apta melhor ela comparado com um cliente que vai pegar uma ideia como se fosse no Pinterest que já existe baseado no ambiente que ele precisa talvez essa pessoa também não Contrataria um
arquiteto mesmo sem Inteligência Artificial então ela não é o público né o seu cliente alvo como você é um arquiteto que tá buscando pessoas que valorizam o seu trabalho e que querem contratar um profissional né então a mesma ferramenta nas mãos de pessoas com habilidades diferentes vai chegar num nível diferente então assim o arquiteto vai chegar num outro patamar né usando ferramentas como essa mas acho que tem um ponto importante antes né que Nem o Lori falou do do AutoCAD né Se a gente for mais atrás ainda designers criavam peças gráficas colando fazendo colagens uhum
tirando fotos para poder virar uma revista quando surgiu o computador todo mundo falou meu Deus vai acabar com o trabalho dos designers E aí os designers começaram a usar as ferramentas e deram um salto ainda maior então o público Lego não conseguia chegar no mesmo nível isso vai ser tindo em vários momentos como o Lori falou Quando surgiu o celular com câmera fotográfica ah os fotógrafos vão acabar a mesma coisa não foi verdadeira hoje existem ainda fotógrafos mesmo né a câmera mudando e enfim evoluindo e os celulares estão cada vez mais profissionais né Pode ser
que um dia isso ultrapasse essa barreira a ponto de temporalmente estamos assim exatamente mas eu acho que uma ponto importante falar é essa questão da criatividade né você comentou sobre a dificuldade de de Criar algo sem referências sem o conhecimento adequado e acho que a mesma coisa a gente vê na Inteligência Artificial da pessoa ter que digitar algo a gente tá tanto no imediatismo de consumir consumir consumir e pouco criar Uhum que quando a pessoa chega na frente de um prompt de um testinho para escrever o que ela quer ela não consegue traduzir em palavras
é verdade e ela não consegue digitar o que ela quer porque ela não sabe o que ela quer é muitas Vezes ela tá presa em consumir consumir referências é reels é tiktok é e Pinterest e ela não consegue fazer o o input é só não consegue colocar o output né colocar a ideia para fora ela só consegue absorver é e e a gente percebe que a bem da verdade as pessoas ainda de modo geral ainda não aprenderam ou ainda não entenderam como usar a inteligência artificial a seu favor efetivamente vou pegar um exemplo que aconteceu
hoje aqui no design Tank né Eh eles estão usando Uma uma ferramenta que é uma ferramenta do refresher que se chama refresher aí que é para fazer eh para utilizar como Inteligência Artificial mesmo né E aí tinha uma menina que ela tava pesquisando e E aí ela assim a eu não sei como perguntar isso pra Inteligência Artificial Aí eu pergi disse assim para ela o que que você não sabe perguntar ela assim eu não sei formar o prompt para fazer a pergunta eu assim então pede para ela te Ajudar e ela mas como assim eu
falei escreve aí como devo fazer o prompt para que a min Inteligência Artificial me responda isso isso a aí ela ela deu o ok a inteligência artificial deu o prompt eu falei assim agora dá um control c e dá um control V para ela mesma de novo exatamente então então as pessoas ainda não pegaram o ritmo de como você pode de verdade tirar a como o g falou da folha em branco né Ah mas eu não sei nem como perguntar não sabe como perguntar Pergunta para ela como perguntar para ela perguntar incrível né e e
eu acho que é muito de trazer a inocência às vezes da criança eu tava lembrando um exemplo que eu sempre dou é o meu sobrinho ele é é uma criança tinha 5 6 anos e ele tinha visto um anúncio de um jogo que ele queria que ele gostou só que ele não lembrava perdeu o anúncio E aí ele mandava áudio porque não sabia escrever ainda ele mandava eu quero encontrar um joguinho do dinossauro que Voa com um ovo verde não sei o quê não sei o quê e ele encontrava por quê Porque essa Inocência de
simplesmente perguntar sem medo sem medo de errar sem medo de não saber como fazer de não ter resposta é ess acho que essa Inocência a gente vai perdendo ao longo do tempo ainda mais com essa coisa que eu comecei de consumir demais e produzir de Pou pouco né então acho que é essa esse desprendimento de simplesmente começar a criar e não só consumir é é importante Para todo profissional não só da área criativa né e na fotografia Inteligência Artificial ela veio para revolucionar completamente e não vai substituir um profissional mas cara reconstrução de reconstrução de
imagem como que tinha muito ruído digital consegue eliminar completamente criar efeito de desfoque quando você não tem uma câmera ou uma lente específica cria um efeito muito próximo Lógico que vai melhorando cada vez mais né Não sinto que vai substituir Mas como eu falei vai dar um salto para quem já sabe dominar a ferramenta e os conceitos vai conseguir elevar próximo nível exatamente vai elevar o nível dos profissionais exato Se você pegar uma o Jean ele tira uma fotografia e ele pega uma ferramenta de inteligência artificial para melhorar a fotografia dele Uhum eu Lori que
não tenho o domínio do que o G tem sobre fotografia eu posso tirar uma fotografia e pegar a mesma ferramenta que ele usou e ela vai Melhorar a minha foto a foto dele vai continuar sendo infinitamente melhor do que a minha foto porque tem conhecimento além da exatamente então a ferramenta é a mesma Nós os dois usamos a mesma nós usamos os dois usamos a mesma função vamos melhorar a imagem só que a imagem dele que já era boa vai ficar Espetacular a minha que era péssima vai ficar aceitável então Eh no momento que nós
estamos ainda precisa de alguém com conhecimento por Trás para saber melhor usar a ferramenta né e e apesar de eh de nós estarmos em uma bolha né porque nós aqui conhecemos Inteligência Artificial e sabemos né pelo menos o básico para navegar com ela eh eh milhares de pessoas não sabem o que que é ainda ouvem falar você vê na televisão mas nunca sentaram na frente de uma S sim o GPT é espantoso para algumas pessoas fala cara chpt o que que é isso exatamente né O que que dá para Fazer com isso né E ainda
tem muita gente que ainda acessa e usa achando que é um Google um Google bombada e que o tipo de resposta será tipo a do Google e e são coisas diferentes né Então vem eu acho que a gente ainda tá naquele momento de de transição e quem já transitou vai conseguir fazer uma trilha muito mais saudável e frutífera do que em quem ainda não né com certeza excelente pessoal queria agradecê-los tá pela presença são eu já admiro o Jean Muito tempo e o Lori agora eu tô conhecendo ele melhor e é um profissional é um
dos melhores do Brasil se não o melhor né na área obrigado então a gente cara agradece imensamente o tempo de vocês gente de coração mesmo e agora eu quero participar também do negócio ali já queria agora mais ainda né porque é incrível gente obrigado tá Obrigado e parabéns aí a a todos nós ficamos muito felizes com o convite vir mestre a gente Tá aqui por Bento vamos ter outras edições aí é só chamar que a gente é facinho facinho PR Obrigado agradece o papo foi muito bom e é isso aí Valeu galera obrigado obrigado obrig
valeu valeu gente fica bom atendemos as expectativas tá louco Car tá louco incrível foi longe i