Porque o que que a o perdão tá destruindo a minha raiz de iniquidade? Essa raiz de amargura, ela toca nos feixes da raiz da iniquidade. Isso aqui, Jonatas, a confissão de pecado não é para ser perdoado.
Uhum. Então, eu não sou perdoado porque eu me arrependi, eu me arrependo porque eu fui perdoado. Então, a consciência do perdão me impele ao arrependimento.
Então, o que vem primeiro é o perdão. É o perdão e não o arrependimento. Se eu não perdoar, eu estou impedindo o outro das condições próprias do arrependimento.
Porque eu não me arrependi para que me Cristo me perdoasse. Eu me arrependi porque ele me perdoou. Então, o perdão antecede o arrependimento.
Sim. E o cordeiro foi morto antes da fundação do mão. Então, como ele me perdoou antes, isso me constrange ao arrependimento.
E agora eu confesso para quebrar de vez por todas a minha raiz de direito. Então, a confissão é para destruir de uma vez por todas qualquer direito que eu teria sobre o seu pecado. Meu Deus.
Por isso que o texto lá de Primeira João diz: "Você confessa Deus? confessar os seus pecados, porque ele é fiel e justo para perdoar os pecados e para nos purificar de toda iniquidade. Então, a confissão não é para tratar o pecado.
Uhum. É para arrancar de vez a raiz de iniquidade. Então, quando eu confesso a Deus, é para ter entendimento da natureza, da natureza que eu não tenho direito.
E por isso que eu preciso confessar meu pecado a você. Porque quando eu confesso meu pecado a você, eu tô dizendo assim, Jonatas, eu tô confessando o meu pecado a você para que você possa ter o privilégio de errar comigo, porque eu não tenho direito sobre seu acerto. Não há mais parede de iniquidade que nos separa.
Hum. Então, se você tiver que errar com alguém, não sai procurar, não. Você tiver que cometer um pecado muito grave, comete comigo.
Então, amigos dizem pros amigos: "Não cometa um pecado grave contra ninguém que não seja comigo. " Meu Deus. Não corra o risco de cometer um pecado grave contra alguém que não te ame tanto quanto eu e que já te perdoou.
Por isso, qualquer besteira que você fizer, tendo feito ou não, fala comigo, porque comigo você já tá o quê? Perdoado. Eu vou ser esse fiel que vai te voltar.
você o seu fiel que vai te permitir voltar pra sua eternidade, seu lugar de eternidade, pr sua eternidade. Pra sua eternidade. Meu Deus, eu sou a sua memória de eternidade, mas não sou sua lembrança de pecado.
Meu Deus, sou sua memória da eternidade, sou mas não sou sua lembrança de pecado. Por isso que Deus não se lembra dos pecados. Olha, quer dizer que Deus ele tem memória, mas não tem lembrança.
Pronto. Então, quer dizer que Deus ele ele se esqueceu? Não, ele não se lembra.
Hum. Então ele ele não tem amnésia. Pronto.
Deus não tem amnésia. Então ele não esqueceu do pecado, não. Ele decide não lembrar.
Hum. Como é que ele consegue não lembrar sendo que ele não se esqueceu? Porque ele, ele mesmo traz à memória o sacrifício que o filho dele fez na eternidade em favor irmãos.
Então, Cristo é um memorial Uhum. que me ajuda a não lembrar. Se eu perder a memória, eu vou ser destruído pelas lembranças.
Se eu não tiver a sua memória de eterno, as lembranças do que você fez de certo ou errado, vão destruir nossa relação. Então nós somos memoriais da eternidade uns para os outros. Uns dos outros.
É Deus. E por isso nós não temos, não tratamos uns aos outros de acordo com aquilo que a gente se lembra. Por isso Paulo escreve aos Coríntios, segunda Coríntios, capítulo 5, não seja a lembrança dos pecados dos outros.
Não trate os outros segundo os seus pecados, mas seja na vida deles o fiel que os reconcilia com a sua eternidade. Então eu sou o seu ponto de reconciliação do lugar de onde você saiu quando você pecou. Hum.
A reconciliação é essa reconexão entre você e o seu eterno. Por isso eu não posso me lembrar nem de Jesus. A segunda carta.
Porque Jesus lembra para mim o divino, enquanto Cristo lembra para mim o paterno. Então, muitas vezes eu quero Jesus porque ele me salva dos pecadores e Cristo me devolve para eles. Então, se eu ficar apegado a Jesus, eu vou achar que ele vai me proteger dos pecados dos outros.
Não, ele vai ser crucificado para que eu agora com o espírito de Cristo possa ser a reconciliação deles. Então, eu queria fazer uma brincadeira aqui com o que você escreveu. Pode ser?
Pode. Claro, porque eu eu essa coisa das palavras, isso quer dizer uma mente divina. Uhum.
Hum. E para isso eu tenho que entender que o meu apego ao divino mente. Boa.
Então tem que ter uma mente divina, porque o meu apego ao divino me torna uma mentira. Ah, o divino mente. O meu apego ao divino mente.
Ao divino mente. Mente. Por isso que o diabo para mentir para você fez você se apegar ao divino.
Hum. Ele te seduziu com o divino. Por isso que Cristo, você vai ser como Deus conhecedor doentão.
O meu apego ao divino me faz eu ser a expressão mais mentirosa de quem Deus de fato é. Meu Deus. O divino mente.
Por isso que na cruz Cristo tem que se livrar do divino para revelar o paterno. Então, se eu não me desapontar com o meu divino, eu não apresento o nosso pai ao meu irmão. Hum.
Então, a cruz é para que nós não sejamos representantes do divino, porque o divino mente. A defesa do meu divino faz eu ser a sua pior mentira. Hum.
Mas se eu sacrificar o divino em favor da nossa relação, eu vou te apresentar o nosso Pai. Então, sem o sacrifício meu divino, você nunca vai conhecer o Pai através de mim, porque você vai ser obrigado a corresponder às minhas expectativas de divino. Uhum.
Porque eu vou achar que o meu divino vai me dar o Jonatas que eu mereço. O divino mente. O meu divino mente.
Mas o meu pai revela a verdade a respeito de nós. Uhum. Então, eu só vou ter uma mente divina.
Se eu por fim crucificar o meu divino mentiroso o pai, porque a minha devoção do divino é a minha pior mentira. Hum. Amém.
Amém. Meu apego ao divino mente é minha pior mentira. O meu apego ao meu divino mente.
Meu Deus. Então, muitas vezes eu sou o meu divino mente. Uhum.
Em vez de ter a mente divina. Então, já que você fez a brincadeira, eu falei, vamos melhorar essa essa aí eu vou usar muitas vezes. Pois, não é?