[Música] olá pessoal estamos de volta para mais um vídeo da série de dez anos nash e hoje o tema é saúde mental pra começar nossa conversa hoje é importante a gente lembrar que falar de saúde mental na china vou falar de saúde mental na atenção básica não é somente falar dos casos mais graves ou das questões referentes a problemas na relação com outras drogas ou coisa do tipo falar de sofrimento mental na atenção básica sobretudo falar da questão do sofrimento psíquico e das estratégias que nash têm de contribuir para as equipes ou da família para
a promoção de saúde mental nos territórios pensar a promoção de saúde mental é inclusive pensar atividades ações que possam ampliar os laços comunitários e as estratégias de proteção que as pessoas podem ter as pessoas coletivas podem ter nos seus territórios próximos às suas famílias próximo lugar onde vive a equipe do nasf pode ajudar bastante a equipe sou da família que apóiam pra pensar essas estratégias de ampliação dos laços comunitários e da proteção que as comunidades podem oferecer às pessoas participam dessa comunidade e pode ajudar também a equipe de saúde da família equipes apoiadas avaliar qual
é a forma que elas tende a colher o sofrimento psíquico é bastante importante que a equipe dê na china esteja atenta à qual é a possibilidade das equipes de saúde da família de atenderem esse sofrimento psíquico como que as equipes estão preparadas para acolher as pessoas que chegam e como que as equipes de saúde da família estão preparados para escutar o sofrimento que chega para conseguir lidar com ele pra conseguir acolher 100 de alguma maneira negar esse sofrimento ou de uma maneira quase que sem interação devolver as pessoas vão encaminhar as pessoas que chegam com
algum sofrimento psíquico para um outro ponto de atenção as equipes na china podem ajudar as equipes ou da família a fortalecer esse acolhimento fazendo com que as pessoas se sintam confortáveis de compartilhar o sofrimento na atenção básica e saber que esse sofrimento compartilhado vai ser acolhido é atendido pelas equipes de saúde da família com o suporte da equipe ginásio pensando nesse ponto do acolhimento e do que a equipe sou da família é capaz de suportar nem em relação ao sofrimento psíquico chega pra ela como um pedido de atendimento é muito importante que as equipes de
nice que consigam respeitar os limites das equipes ou da família as equipes precisam ser qualificadas acompanhadas e aí o atendimento compartilhado pode ser uma estratégia muito importante de de ajudar nessa construção porque as equipes ou da família não precisam se sentir obrigados a atender é muito importante que o nasf ajude as equipes a conhecer os seus limites que a gente respeite esses limites e que vai trabalhando e oeste também tem uma atuação importante nesse sentido pra ajudar e trabalhando na ampliação desse limite do acolhimento do sofrimento das pessoas que vão chegar é muito importante que
as equipes de nice que consigam contribuir para as equipes de saúde da família para que elas se sintam apoiadas inclusive nas suas limitações e que elas sintam que vão ter na equipe de nati um suporte para aprenderem com esse acolhimento para se sentirem cada vez mais fortalecidas de ouvir questões as mais difíceis possíveis de uma maneira tranquila e podendo sempre ofertar de pessoas a tranquilidade para que elas possam chegar e compartilhar o sofrimento nós falamos de como os casos mais graves podem ajudar na qualidade na qualificação da escuta da estratégia saúde da família com o
apoio do nash mas também precisamos falar bastante de que esses casos mais graves não são os que mais chegam para a estratégia de saúde da família os estudos de literatura de uma maneira geral nos informam que os casos mais presentes na atenção básica na estratégia saúde da família são sobretudo os casos do sofrimento que a gente vai chamar de leve a moderado uma estratégia interessante para a equipe de ginástica aproximarem das equipes de saúde da família que apóiam é estar muito atento a esse sofrimento mais leve moderado porque ele vai ser mais presente ele vai
ser o que vai aparecer em consultas de pré-natal em consultas de acompanhamento da mulher e da criança das pessoas que chegam para as consultas de uma maneira geral e que vão aparecer nos pequenos detalhes é essa a relação com a sociedade a relação de depressão questões referentes à violência ou ao medo que as pessoas têm de circular nas comunidades onde moram são questões que vão aparecer o tempo todo para as equipes de saúde da família sob a perspectiva do sofrimento psíquico é crucial que as equipes ginásio estejam próximas às equipes de saúde da família para
fazer com que esse sofrimento mais leve que chega às equipes de saúde da família seja respeitado e seja entendido como legítimo para que a gente amplie essa qualidade discuta a pessoa que leva à família que leva o território que leva o sofrimento precisa ser respeitado desse lugar de sofrimento nesse sentido as equipes são da família também vão se sentir muito ansiosas de ter que resolver os casos de saúde mental que chegam pra ela o nash também tem um papel nesse sentido de poder ajudar a equipe a lidar com a sua própria ansiedade aí a parceria
do nash os atendimentos compartilhados a escuta conjunta a possibilidade de fazer atendimentos coletivos vai instrumentalizar a equipe de saúde da família a lidar com essa ansiedade nós falamos das questões mais específicas do campo da saúde mental para o atendimento a parceria do nash a equipe são da família mas o nash também vai ter um papel em discutir com essas equipes quais são as ações de saúde mental que todos os profissionais da atenção básica podem fazer além das questões específicas do que o macho pode fazer o nash também vai ter um papel para discutir com as
equipes que apoia o que são as ações de saúde mental que todos os profissionais da atenção básica podem fazer as ações de saúde mental na atenção básica não estão conectadas somente com lanche elas também estão conectadas atenção básica como um todo a escolha da equipe saúde da família estratégia saúde da família faz ações de saúde mental o nashi ajuda apoiar e qualificar então essa discussão do que é comum a todo mundo da atenção básica nas ações de saúde mental é também o papel do nagios uma outra ação que a equipe de nash pode ajudar a
equipe de saúde da família nessa relação de apoio é sobre os casos que mais chega o sofrimento psíquico por exemplo questões referentes à intoxicação por conta da ingestão de álcool questões referentes à suicídio questões referentes à depressão é a construção de protocolos de acolhimento a equipe de nash pode ajudar na sistematização das questões epistemológicas mais prevalentes se um território tem muita questão em relação ao suicídio muitas questões numa relação mais destrutiva com álcool e outras drogas a equipe do norte pode estar ajudando essa equipe de saúde da família apoiada a construir protocolos mínimos de atuação
como atuar no primeiro atendimento para esses casos que chegam muitas vezes que tem uma alta prevalência para os casos com uma alta prevalência que acontecem muito no território não vai ser necessário ter uma discussão sempre no caso a caso já que se acumulou sobre alguns casos discutido entre a relação da equipe na xii e saúde da família esses agravos que mais chegam pra equipe são da família já podem estar sistematizadas num protocolo de ações mínimas de acolhimento de primeiras estratégias de cuidado de formas discuta para que isso não precisa ser sempre discutindo a cada caso
outro elemento nessa relação da equipe de nasi com a equipe de saúde da família pensando as ações de saúde mental é o uso da cidade ou como a equipe do nasf pode contribuir para a equipe de saúde da família usar a cidade como uma estratégia de cuidado uma estratégia de ampliação da clínica a inclusão dos espaços da cidade no cuidado será uma estratégia também de ampliação da forma que a população vai entender a atenção básica que a população vai poder contar com a atenção básica fazendo com atenção básica saia da unidade e ocupe o espaço
da vida o espaço da cidade espaço das pessoas circulam inclusive incorporando o sofrimento como uma forma de convívio não é que as pessoas têm problema na sua relação com outras drogas problema na relação com a depressão com ansiedade com a loucura de um modo geral que as pessoas precisam estar excluídos do convívio da cidade muito pelo contrário o nash pode contribuir na ocupação do espaço da cidade com o sofrimento para o sofrimento possa ser acolhido não só para as equipes de saúde nem pela comunidade em geral pela população que convive com todos esse é um
dos temas que a gente queria discutir com vocês um outro tema que a gente também vai trazer essa discussão é o campo da reabilitação na atenção básica e no nosso a gente vê agora a gente vai falar sobre o fascículo de práticas em reabilitação na atenção básica um olhar sobre a funcionalidade na interação com o território mas afinal quem reabilitação a oms considera que reabilitação é um conjunto de ações ea gente desenvolve aqui os cidadãos tenham e mantenham uma funcionalidade na interação com o ambiente dessa forma faremos do cotidiano das equipes na série b no
território buscando recursos locais que facilitem a integração de processos funcionais de inclusão de prevenção em situações de perda de funcionalidade mas qual é o contexto da atenção básica no brasil nós temos cerca de 42 mil unidades básicas de saúde em todos os municípios brasileiros somando os seus saberes das equipes de saúde da família temos mais de 5.300 mais vezes em pouco mais de quatro mil municípios do país eles buscam integral e melhor acesso aos serviços especializados e quais são os casos que chegam à equipe de atenção básica e podem ser cuidado pelo na seab podemos
citar as alterações osteomusculares as dores lombares é agudas ou crônicas as fantasias as alterações cognitivas suas com redução da mobilidade ou limitação funcional nas ruas a b days é aclamado de pessoas com restrições a partir de atividades e o trabalho e essas situações podem ser cuidado na ab é importante destacar que essas acções de reabilitação na atenção básica as equipes nas fazem é compartilhando com as equipes de saúde da família horizontalizando o saber e ampliando a clínica ea partir desses casos mas são as práticas e ferramentas possíveis nab podemos citar o projeto terapêutico singular o
projeto terapêutico coletivo atendimentos individuais ou em domicílio ações compartilhadas entre os outros trabalhadores grupos terapêuticos nos casos de atendimento individual vez no domicílio podemos citar as práticas manuais a cinesioterapia e as prateleiras vazias lembramos que uma das competências dos profissionais e fazer o termo entre o contexto sócio econômico familiar buscando essa interação com os equipamentos da rede seja de um centro comunitário uma igreja um caso cresça 1 212 e centros especializados de reabilitação que temos no país é importante destacar que os cuidados na atenção básica e nos serviços especializados eles são complementares tanto na continuação
do cuidado quanto na potencialização das ações não concorrentes nem substituição por isso que o planejamento do cuidado leva em consideração várias ações entre elas a complexidade de cada caso o número de casos semelhantes no território a carga horária disponível dos profissionais e equipe a possibilidade de potencializar o auto cuidado pelo usuário o envolvimento de sua rede seja profissionais familiares e desenho ea disponibilidade de outros serviços e profissionais da rede e por último conhecer e dialogar com a rede municipal e regional os fluxos pactuadas e bem pensando na autonomia dos usuários e familiares a gente criou
esse clássico te convida conhecê lo logo [Música]