Olá povo lindo desse Brasil. Esse é mais um episódio Delivery sem filtro, o podcast. Eu sou o Cadu, sou o rosto desse podcast. Vou direcionar esse pessoal aqui. Ao meu lado, ele que é dono de delivery há quase 11 anos, expert food oficial, certo? É o grande Eduardo Nani, conhecido como meu pai. >> Bom dia, Bavaleiro desse Brasil. Prazer enorme tá aqui. Hoje eu tô diferente que eu tô nervoso. Não vou negar que eu tô Nervoso hoje. >> Hoje tá diferente. Hoje talvez vocês vão, o que todo mundo reclama nos podcast, ah, deixa o convidado
falar. Hoje eu não vou nem abrir minha boca. Hoje eu não abro nem minha boca. Mas é um prazer enorme estar aqui, uma felicidade, uma gratidão muito. E eu sempre diz que a nossa hora sempre chega. Então a nossa hora chega de ter pessoas como nosso convidado de hoje aqui, que para mim é muito especial e Que faz parte da minha história, acima de tudo, a empresa que faz parte da minha história, que ajudou a construir tudo que eu construí, começando do zero, vendendo arroz, feijão, no isopor, como eu costumo dizer, certo? E é um
prazer enorme estar com vocês aqui. Eu vou deixar o Cadu chamar o convidado. Ele dispensa apresentações, né? É o presidente do iFood, Diogo. >> E ele gosta de ser chamado de presidão. [Risadas] >> Gosta de chamar de Diego. É o Diego do Food. Tá tudo bem, sem cargo, não precisa disso. >> Mas vamos só contar a história, hein? A história real é que eu que me convidei, eu que enchi o saco, encontrei, falei: "Qual é a data?". Você lembra disso? Eu falei: "Qual é a data?" Não, tal dia na agenda. Qual o seu e-mail? Tá
marcado. Pum. Esse podcast foi marcado pelo Diego e isso é innegável, não tem como eu negar. >> E foi quanto? Tem muito tempo já, né? >> Já tem uns quatro meses já. >> É, faz bastante tempo. >> Faz ele pegou e aí o pessoal tava até me perguntando, eu falei assim: "O convite não é meu." Aí eu mostrei o convite mesmo de o Diego pegou, abriu a agenda e falou assim, ó: "Qual endereço?" Qual é? Marca aqui, ó. Dia 15 de agosto, essa hora eu tenho horário. Pronto, coloca aqui, ó. Muito bom. Muito obrigado, viu?
Valeu Demais por me chamar. Obrigado. >> Passa rápido, né? Quatro meses. Fala. >> É isso daí, pô. Bom, então vamos começar aqui primeiro antes de de com os insightes que o Diego vai passar aqui, você vai precisar de parceiros para com o crescimento que você vai aguentar. E vamos agradecer aqui o apoio da Cardeb, da Food Delivery, da DCF food >> DC Food Marketing sou eu, viu? >> E da Sufisa. É o Edu e da Sufisa. Certo. Bora lá. >> E do iFood também, tá? É, tô vacilando. >> Tô vacilando e do iFood também. Muito
obrigado a vocês, viu? Bora lá, Diegão. Vamos começar contando a sua história, né? Bora. >> Quem é Diego? Quem é Diego? Como cara? >> Como você chegou? >> Cara, ó, eu sou um cara do interior de Minas, de Sou de Uberaba. Uberlandândia é melhor que Uberaba ou não? Como que explica essa história? >> Começou mal, velho. >> Não, uma pergunta porque o André toda hora fala para mim assim, ó. Eu gosto de Uberava. Por quê? É por motivo pessoal. >> Quem que é o host? Não para de falar. Ô, primeira coisa, o cara já me
provoca, né? >> Já quer causar confusão aqui. >> Sabe que eu gosto de beira? Chico Xavier. >> Eu fui conhecer Chico Xavier com >> Mas você chegou a conhecê-lo? Conheci tinha 16 anos quando eu fui lá. Jura? >> Aham. >> Que legal. Hoje tem um museu super legal dele lá, cara. >> E eu fui conhecer Gorina Cunha também que Sacramento do lado. >> Caramba. Você >> quem me levou foi o meu ex-patrão. Eu tinha 16 anos na época que é o Roberto Stavi, que é padrinho dele. >> Legal. Que legal. >> Vocês estão velho, hein?
>> Não, vocês não. Eu não disse que eu tava Lá com 16 anos. Ele que disse, cara. E aí eu sou de Uberaba. O o meu pai é um cara que fez direito, eh, e aí veio para São Paulo trabalhar, voltou para poder montar uma empresa com com o pai dele, com o irmão, montar uma empresa leia se eles juntaram dinheiro, compraram um caminhão e começaram, né, dirigir caminhão e tal. >> A minha mãe, dona de casa, cuidou da gente a vida inteira. Então, v de uma família de classe média. Nunca tive Nunca tive necessidade.
Não, não, não, não sou rico, mas nunca tive necessidade, né? Assim, e eu digo isso porque a gente precisa reconhecer os nossos privilégios para entender o quão difícil ou não são as coisas pra gente. Então, putz, tá num bom colégio, [ __ ] nunca passei fome, né? Então, eu reconheço muito isso. E aí, cara, o meu pai me levou a vida inteira para trabalhar com ele. Então, trabalhei na empresa, cara, sempre troquei muito pneu De caminhão, muita suar de carreta, [ __ ] Viajei muito caminão pelo Brasil, aprendi dirigir caminhão muito. E aí aos 21
eu saio de Uberaba e venho para São Paulo estudar direito. Chego, chego aqui, velho, e falo: "Caralho, tomei deção errada. Eu achei que eu queria fazer um negócio igual o meu pai, né, pô, fazer direito e aí vai fazer criar um negócio." >> Na época não se falava empreender, empreender uma palavra moderna >> moderna. >> Exatamente. E aí, cara, vim e aí do direito o cara, eu falei: "Puta, agora eu preciso achar um jeito de sair". E aí estudei muito por conta própria, tudo fora do direito, né? Finanças, estratégia, liderança, economia. E aí, cara, fui
construindo um caminho e uma hora, pum, consegui sair. Saí, cara, minha carreira foi super legal. Eh, conheci a Carol, minha esposa, cara, as coisas foram acontecendo. E aí, cara, em Um certo momento, eu falei: "Puta, cara, não é esse Brasil que eu curto das grandes empresas?" Isso aí tudo é que ano, >> cara? Isso que eu tô te contando agora é 2015. >> 2015, >> ou seja, 10 anos atrás. Aí eu falei 11 anos atrás, aí eu falei: "Cara, eh, eu [ __ ] eu eu tava num empresa grande, cara, que os caras ficavam naquele
rem, Sabe? Tava dava cerra grande, dava lá o dinheiro dele, distribuindo, fal cara, isso aqui, pô, >> é, é o famoso picolé chuchu." >> É, não sabe, você fala assim, cara, >> mas o ano que vem vai gerar o que a mais para esse país? Não tem adrenalina >> zero. E aí, cara, eu comecei a mentorar startup para poder descobrir esse Brasil novo. Naquela época, 2015, nem se falava direito nisso. Ecossistema era tipo desse tamanhozinho. Aí um belo dia meu Telefone toca. O Fabrício, que era o fundador da Móvel Ifudioná ali e fala: "Cara, eh,
seguinte, a empresa tá ficando grande, eh, nós precisamos de pessoas mais bem preparadas, sofisticadas e tal. Você não quer vi conversar com a gente? Mas, ó, você só tá, só tô te ligando porque eu ouvi falar de você na ecossistema e eu acho que você tem nossa cultura. Essa, esse foi o pré-requisito da ligação. E aí, cara, eu fui lá, >> você combina com a cultura da empresa, >> cara? Eu fui lá, velho, e me apaixonei. Falei: "Nossa, que massa esse troço". Fui, dois dias depois, eles me ligaram: "Cara, a gente quer que você venha,
vou te mandar uma proposta". Eles mandaram uma proposta para ganhar 30% do que eu ganhava. >> 70% a menos. Cheguei lá, Carol, minha esposa, falou: "Vai, aguenta as pontas, pagou a Escola das Crianças por muito tempo, cara. Fui e aí começa essa Jornada toda. 10, quase 10 anos depois, tô aqui com vocês hoje. >> O que, o que que te fez se apaixonar? Mas antes entrega o o presente pro nosso convidado. >> Tem presente para mim? >> Tem um videozinho aqui, ó. >> Ah, é? >> Eu não sei. Eu não sei o que eu faço.
>> Deixar, >> eu não sei o que eu faço. >> Deixar sair aqui sem sem isso. >> Ah, que legal. Que massa, cara. Olha, podia ter feito um Photoshop aqui para ficar mais bonito. Já vou usar aqui agora, ó. Já vou usar, pô. Obrigadão. Valeu. Valeu. >> Mostra ali pra câmera ali, ó, na sua, >> ó. Isso. O que interessa é isso. Essa aqui muito massa. >> Agora pode fazer storyezinho em vez um pouquinho, de vez em quando trocar, né? Aqui, ó. Fazer >> Ah, é. >> Ó, cara, o que que me fez apaixonar? Vou
eu vou contar. É, eu sempre fui um cara revoltado com o Brasil. Cara, eu amo esse país, mas eu sou revoltado com como as coisas aqui acontecem. Acho que essa revolta veio do fato de ter trabalhado com meu pai e visto muito cedo na minha vida como as coisas funcionam. Cara, vi meu pai ser acaxado por policial na na na divisa de estado dizendo: "Só segue se pagar alguma coisa". >> É desse jeito, >> cara. Vou te vou te contar uma história em 30 segundos aqui. O meu pai no auge da empresa dele, ele teve
10 caminhões. Sabe quantos desses camiões foram roubados? Seis. Eu ia falar todos. >> Eu também ia falar todos. >> Eu ia falar todos. >> Meu pai teve seis caminhões roubados e ele recuperou um. Sabe como? >> Hum. >> Ele foi pro Paraguai e ele comprou de Volta o camião dele. Ele pagou >> pelo camião. >> Pelo camião dele >> que ele já tinha pago. >> E o cara, o ladrão, o cara que vendeu para ele de volta, foi à delegacia com ele e o delegado junto com ele assinou um documento como se a polícia tivesse
achado e tivesse devolvendo para ele. >> Nossa. Então, cara, eu acho que eu eu posso Contar mais 20 histórias dessas que eu vivi e eu acho que essas essas coisas me geraram uma revolta muito grande com o Brasil, >> ao mesmo tempo que eu acho esse país maravilhoso. Cara, sua história que você contou aqui para para mim contou, não já sabia, né? Mas enfim, a história que que a gente tava conversando aqui agora, cara, esse Brasil é muito [ __ ] Os não dá para negar, o brasileiro é muito bom, cara. Esse país, cara, não
tem guerra, Esse país tem uma natureza maravilhosa, tem tudo, cara. >> E eu acho que é um pouco dessa revolta que eu tenho. Então, por que que eu fui, né? O que que me chamou? O que que me fez apaixonar pela ideia? Era o fato de olhar para um negócio que eu falava assim: "Cara, pera aí, peraí per aí, toda vez que você crescer, quer dizer que o restaurante tá vendendo mais. É, e o entregador tá ganhando mais. É. E onde você quer chegar?" E a pessoa falava Assim, o Fabrício falava: "Não tem limite, nós
vamos crescer pro resto da vida, é infinito". Aí eu falava assim, deixa eu só entender o o eu entendia pouco do setor, né? Eu falava assim: "O restaurante hoje pequeno, né? Tô falando da maioria dos restaurantes, tem acesso a crédito? Ele falou: "Não". Falei: "Então o cara que abre um restaurante geralmente só fica com um restaurante pro resto da vida." Ele falou: "É isso aí". >> Aí eu falei: "Então, que você tá me dizendo é que, cara, você tá criando um troço que eh toda vez que ele entra no seu sistema, no seu ecossistema, ele
vai poder vender no outro bairro sem ter." Falou: "É". Eu falei: "Porra, isso é muito [ __ ] cara. >> Que ideia, né?" >> E aí foi isso que me fez. Eu acho que foi esse negócio de olhar e falar assim: "Cara, tem milhares de pessoas no Brasil que vão poder crescer, então não era Aquele troche de, ah, o ano passado é igual esse ano." E acho que foi isso que me fez, cara. Não foi claramente não foi o dinheiro, porque eu >> minha vida mudou bastante nos primeiros anos, cara. >> É cortar o salário
mais da metade, né? Acho que não foi pelo dinheiro, tenho quase certeza. >> Não, não foi. Foi pelo sonho. É claro que no final as coisas quando acontecem você tem o retorno financeiro, mas não Foi, cara. Pelo contrário, ó, deixa eu te explicar um negócio. O meu filho mais velho, ele meu primeiro casamento. Você imagina que, cara, pensa para um homem num país machista como é o Brasil, eu tive que chegar em casa e dizer pra Carol: >> "Pô, e aí?" Ela vai. Aí minha próxima pergunta foi: "Você vai pagar a escola do Fê?" Ela
falou: "Claro, cara, para um homem, um país machista como o nosso, é difícil fazer isso. Hoje eu me sinto uma Pessoa mais evoluída por ter passado por essas coisas. Mas por isso que eu te diz, não foi pelo dinheiro mesmo, porque eu tive, imagina, eu saí de uma empresa que é a maior do mundo, brasileira, no setor dela, para poder ganhar 30% que eu ganhava, 1/3 que eu ganhava, ter que pedir isso pra Carol para começar um negócio que eu sei lá se ia dar certo, >> sabe? Eu sabia que era podia dar certo, mas
não necessariamente ia dar certo, né? >> E como que foi essa tr? >> Que bom que deu certo. >> Que bom. Mas só estamos começando. >> Depois você entrou no Infus, como é que foi essa trajetória até dentro dos 10 anos aí? >> Cara, foi muito difícil. >> E foi 2014 que você f 2016. 2016 foi finalzinho de 15. Aí em 16 eu vou >> virou 16. >> Eu sou mais velho que você, JF. Então >> você é mais velho que eu. >> Você é quase fundador, >> cara. Foi muito difícil assim, a as pessoas
à vezes de fora olham as imagens assim, acham que a vida, né? Tem uma imagem que a gente usa dentro do iFood que é assim, eh, o que as pessoas acham que é sucesso. Aí tem assim um ponto que é começo, aí tem uma seta, sucesso. >> Aí a gente fala como é o sucesso. O sucesso é ter um ponto começo, aí é assim, volta 10, tal, não sei o quê, >> volta para trás depois. É, cara, nos meus dois primeiros anos, eu cheguei a colocar dinheiro meu na empresa, porque o bicho pegou, tive que
colocar dinheiro meu na empresa. [ __ ] Era um primeiro projeto que depois se encaixa no iFood. Cara, eu tive que colocar dinheiro meu porque ferrou. >> Faltou o dinheiro. >> Faltou. Então, cara, foi difícil. Foi muito difícil, de novo, as pessoas acham às vezes, cara, eu fui no Flow Recentemente, né? Aí eu fico lendo lá os comentários. Às vezes, pessoal, esse Playboy aí, esse não sei o quê. Não sabe da made >> não. Não tem nada de Playboy não, bicho. >> E o cara que escreveu que esse Playboy talvez não passou metade do que
você passou. >> Ah, cara, porque de novo é fácil você olhar para uma pessoa agora e falar: "Ó, deu certo ali". Aí você falar: "Esse cara é um [ __ ] bicho". Cara, foi [ __ ] Eh, e aí, cara, a gente passou por muitos assim, apesar dos números serem bons, porque a empresa dá certo, mas o processo de dar certo é um processo muito doloroso. Você imagina, por exemplo, cara, >> o iFood demorou acho que 10 anos para dar certo, né, para começar, >> cara, assim, tudo, na verdade, que deu certo demorou anos para
dar certo, sabe, cara? Aí veio a pandemia, cara. As pessoas olham pra gente e falam assim: "Ah, vocês se deram bem na pandemia", cara. A gente explodiu na pandemia, mas não para cima, para baixo. Deixa eu explicar um negócio. Na pandemia, o iFood não tinha lucro ainda. Então, pensa assim, o que que isso quer dizer na prática? Que cada pedido que eu fazia, ele dava prejuízo. Que que acontece quando você vende mais pedidos na pandemia? >> Mais prejuízo. Mais prejuízo. >> As pessoas acham que a gente ganhou Dinheiro na pandemia. Não, eu perdi dinheiro na
pandemia. Você não tá entendendo. Foi difícil para [ __ ] Sabe por quê? Porque a gente não sabia qual era o limite. E se fosse mais 10 milhões de pedidos e mais 10 milhões de pedidos e mais 10 milhões de pedidos, cara, eu tinha limite, entende? Então assim, foi difícil. Aí eu não, mas você se deu bem? Não, eu não me dei bem. É óbvio que as pessoas se acostumaram mais rápido. É óbvio que o del ficou mais Comum. É óbvio disso tudo. Mas você entende que o processo para mim foi duro, cara. Eu trabalhei
nos primeiros seis meses tranquilamente, todos os dias desses seis meses, com três filhos dentro de casa tendo que estudar, com a Carol trabalhando, caos. Alguém vai falar assim: "Ah, mas a vida de outras pessoas foi?" Eu tenho certeza que foi. Teve gente que, infelizmente, perdeu emprego, teve gente que perdeu a vida. É, >> teve gente que, [ __ ] tinha que dividir uma casa com seis pessoas. É óbvio. Mas mas eu eu também não vou te eu não vou romantizar o que eu passei. O que eu passei foi difícil também, menos do que outras pessoas,
mas foi difícil. Então essa jornada como um todo e até hoje é assim, cara. Por quê? Porque como é uma cabeça de crescer, de fazer as coisas acontecerem, de continuar construindo pro restaurante crescer, pro entregador gerar mais renda, então na prática você Sempre tá vivendo uma dificuldade para conseguir chegar numa nova solução, né? >> Exato. >> Pancada. Pancada. >> Como que reverte isso? Essa é uma curiosidade. >> Reverte o quê? Esse prejuízo tá dando prejuízo. Eu preciso olhar pros números e porque assim, ó, uma coisa que eu falo assim muito, principalmente para quem tá começando,
o cara que vai começar em casa, vamos entender o seguinte, ó. Você Vai começar a vender no seu delivery, você vai começar a vender mais e para você vender mais, você vai precisar de mais estoque. Precisar de mais estoque, você vai precisar de mais dinheiro. Então, ou seja, ao longo ali de pelo menos três a se meses, tu não vai tirar dinheiro da empresa. Como que você vai subsistir? >> Não é? Então, para quem tá começando de casa, às vezes torna mais fácil porque o seu custo é menor. Só que eu vi casos de de
nego e essa história é real. O cara que ele comprou, montou o restaurante dele, comprou a pizzaria dele e foi e fez o comprou um Corolla >> e fez a prestação de um Corolla. Falou assim: "Iagina que eu agora eu sou empresário, não vou ter R$ 1000 para pagar a prestação de um Corolla três meses depois devolver o Corolla porque não tem." E aí eu como restaurante eu sei como passar por isso, quais as Dificuldades e como que eu reverto. Então tanto que na palestra que eu fiz para iFood, inclusive eu viajei, fui Salvador, Maranhão,
pelo Food Empreenda e e a e a palestra é justamente planejamento e escala, como que eu planejei, como que planejei? Então eu sabia que nos três primeiros meses eu não ia ter, porque eu recomecei em 2023, do zero, 12 pedidos no primeiro dia. Foi difícil para mim, foi duro. Até psicologicamente, financeiramente acho Que foi até mais fácil, mas eu tava no mesmo lugar onde eu fazia 800 pedidos. Então, psicologicamente ali para mim foi muito duro aquilo ali, muito, muito de eu chegar em casa à noite e chorar, [ __ ] que que aconteceu? Então eu
sabia, eu eu entendia que naqueles três primeiros meses eu precisava fazer a empresa chegasse no ponto de equilíbrio, no zer a zero. A média do mercado, eu inclusive eu falo isso na minha palestra, a média do Mercado é seis, segundo o Sebrai, eu vou ter que ser acima da média >> porque eu não vou ter como sobreviver. >> Então durante esses três meses, eu me afundei mais em dívida do que eu já tava. E aí assim é aquela negociação, não, calma ou pega 10 daqui, pega 20, deixa ali. E aquela negociação para conseguir atingir um
ponto de equilíbrio para depois começar a gerar caixa, não é que eu comecei a pagar, para começar a gerar Caixa para dali seis meses eu começar a quitar a dívida que que veio para trás. Então eu sabia o que tava por vir, eu sabia o que eu ia enfrentar e e eu sabia o poder de escala e eu tinha que ser assim acima da média. Mas pro cara que tá em casa, que ele não tem talvez essa experiência nossa de que sabe que vai passar isso, qual a melhor forma dele enxergar isso? E eu tenho
essa dificuldade de passar para as pessoas, >> cara, porque as pessoas romantizam muito. >> É, cara, eu eu eu sei assim, quando as pessoas às vezes me perguntam assim, cara, ah, por que que, né, essas isso aqui deu certo, aquilo deu certo, porque você fez isso e deu certo, tal. Eu sempre digo assim, cara, é tudo uma questão de você ter a clara noção de onde você quer chegar. Se você sabe onde você quer chegar, você consegue desenhar a jornada. Então, vou Dar um exemplo. Eu corri maratona muito tempo. Como é que eu comecei a
correr maratona? Eu corria no parque 5 km. Aí um dia eu falei: "Vou correr maratona". No dia que eu falei, eu vou correr maratona falei: "Beleza, deixa eu entender aqui que eu tenho que fazer. Ah, vai ter que treinar cinco vezes por semana, pô. Cinco vezes por semana, cara. Ten que treinar de manhã porque os treinos são longos, demorados, não dá para treinar antes." Então, horas >> falei, é, agora vou ter que acordar sei 5 da manhã. Beleza. Acordar 5 da manhã. Aí, pô, na quinta-feira o amigo ligava e falava: "Vamos sair para tomar um
negócio". Vou ter que dizer: "Não, porque eu tenho que entrar na SE man amanhã". Então você f quando você sabe onde você quer chegar, você consegue imaginar o esforço que você tem que fazer. O que eu acho que muita gente perde essa noção. Então, se você quer montar um negócio, pô, eu quero que o Meu negócio chegue aqui, pô, vou ter que comprar estoque para poder fazer uma primeira venda, mas se o negócio vai crescer, vou ter que comprar mais estoque, certo? Então, eu vou conseguir tirar provavelmente dinheiro disso aqui numa fase, sei lá, a
primeira fase desse negó? A resposta é não. Não, não tem mistério. Mas o que que eu acho que acontece com o número das pessoas? As pessoas não definem lá o ponto de chegada e ela não se planeja hoje. Aí Ela fica tomando decisões baseado no hoje, quando a decisão tá baseada no ponto de chegada, porque você tá fazendo esforço para lá. E o ser humano é ruim disso. Você quer ver um exemplo? Saúde, cara. Você sabe o que é ruim para sua saúde? Você sabe, mas sabe o que que você não faz? >> Escuta isso
toda hora. >> Você não define o ponto de chegada. Então, por exemplo, eu tenho um ponto de Chegada. Eu quero viver 120 anos. Toda vez que eu falo isso, alguém fala assim: "10, >> 120". >> Eu falo: "Cara, você não tá entendendo. O ponto não é se eu vou viver 120, mas se eu trabalhar para viver 120, eu vou viver mais do que se eu nem pensasse no tema. Eu não sei se eu vou viver 120, mas talvez eu fosse viver 50. E aí, por causa disso, eu vou conseguir viver 60, porque você sabe o
ponto de chegada. Então hoje eu faço um monte de coisa que eu evito porque eu quero chegar no 120. E eu acho que é isso que as pessoas perdem. >> E você sabe o que é muito louco? Porque casou exatamente com o que eu mais aprendi no iFood. Sua primeira palestra quando foi criado conexão, você foi lá no primeiro dia. Primeira palestra para mim a >> minha visão de você já mudou quando fal assim nós erramos. Eu fazia uma Informação, colocava no diário, no valor, colocava em todos os logais e e a gente ignorou os
influenciadores. Nós erramos. >> É. E cara, aquilo para mim já é errado, tá errado. Eles eram tá errado, tá errado. >> Tipo assim, é muito difícil ver uma empresa do tamanho do Efood assumir um erro. Não é comum. >> Mas pode falar um negócio? E eu eu na minha realidade ali, pelo menos, ela é Muito comum. Sabe qual é o problema? Que às vezes é difícil chegar a mensagem. Então, sei lá, imagina que você senta com um jornalista para dar uma entrevista. Aí você fala: "Cara, tem 10 coisas que eu gostaria que saísse". Mas o
jornalista não não por uma fé, porque ele escreve o texto lá, não sai 10, sai seis. Aí você fala: "Porra, aqueles outros quatro não saíram, não chega, não chega". Entende? Então, às vezes é difícil chegar nas pessoas. Por isso que Esse contato é tão importante pra pessoa ouvir e falar: "Puta, deixa eu ter a chance de perguntar diretamente", >> diretamente. >> É. >> E aí e e nessa mesma palestra, nesse mesmo dia, né? não na sua palestra, mas nesse mesmo dia eu aprendi uma coisa no que para mim assim foi mudou a minha vida de
fato. Inclusive a o palestra que eu fiz pro iFood Empreenda é baseado nisso de como eu modelei o meu negócio Que é o planejamento escala, que é essa parada de ciclo. Cara, isso e e você tá falando é é exatamente, eu tô vendo o final daqui seis meses. É daqui se meses, mas eu sei agora. Hoje eu sento e eu copiei o food. É março também. Chego em março, traço os próximos seis meses. O que que eu vou fazer nesses próximos se meses? Ah, eu vou fazer isso, vou fazer isso, eu quero fazer isso, eu
quero estar com o estúdio pronto, eu quero já tá com a com a equipe lá Embaixo trabalhando, eu quero isso, tá tudo planejado. Aí eu vou aí eu vou vou pra luta. No caso, acho que o food deve ter, cada um deve ter o que fazer, né? No meu caso, é legal, vou fazer. Aí eu começo a delegar para um, pego o Cadu, você vai fazer isso, vai cuidar disso e vamos embora. E aí passa se meses, chegaram assim no final dos seis meses, eu paro e olho o que que eu fiz, o que que
deu certo, o que que deu errado, por que que deu errado? Ah, deu errado por Isso. Qual que é o mestra do próximo ciclo? Eu aprendi isso naquela palestra, naquele dia. E desde então, há 4 anos, eu implanto isso no meu negócio. >> Ó, que lindo ouvir isso. >> Desde então eu implanto isso no meu negócio, todos. E e foi por isso que quando eu comecei com o zero no delivery, eh, eu fiz esse plano de se meses. Então, porque eu precisava em seis meses fazer com que o negócio gerasse caixa suficiente para eu começar
A pagar as dívidas. Não era para me ganhar dinheiro, era para começar a pagar as dívidas, porque eu sabia que três a se meses eu ia conseguir, eu ia conseguir. Você sabe um fornecedor que eu devo? O Fernando que tava aqui, que tá aqui na salinha do lado, ele é um fornecedor que eu devo. >> Ele é um fornecedor. >> Ele tá vendo a gente na TV. Só para você, só para você entender. Então, tipo assim, a vida não é romântica, as coisas Tá dando certo, pô, muito certo, que agora eu tô pagando, tá tudo
sendo quitado, tá tudo sendo bonitinho, mas cara é muito difícil. E essa para mim, eu falo isso em todo lugar que eu vou, foi a maior lição que eu tive no que foi no primeiro dia que o food abriu, que o evento chamava-se inclusive abrindo sua cozinha. >> Era isso mesmo. >> Então, cara, foi a primeira coisa que eu aprendi, cara. Eu implantei isso. Isso é Uma coisa que dá muito, muito, muito certo. Óbvio que aos seus níveis, óbvio que ao seu conhecimento, porque eu não tenho, eu não tenho conhecimento que vocês têm dentro do
técnico e prático de todas as coisas, mas eu tenho dentro, dentro do meu conhecimento técnico, do meu limite, óbvio que eu não vou sonhar gigante. Aliás, eu vou sonhar gigante, mas no longo prazo, não nesses 6 maros, que essa é outra parada do sonho grande, que foi o que a gente falou naquele Vídeo que a gente estava gravando no MV. Como o iFood sonho é muito grande, ele precisa ser disruptivo demais. É total. Eu tô até notando umas coisas que você tá falando aqui, viu? Eu tô falando sério, porque eu acho que a gente precisa
recuperar alguma, tipo esse lance que você falou que você aprendeu, pô, o negócio que a gente deveria recuperar e eventualmente levar de novo para mais pessoas, sabe? Compartilhar isso, porque no final a Gente te ajudou, eu nem sabia, tipo, é um negócio legal, >> cara. Isso, isso não me ajudou não, isso mudou minha vida. >> Então, pô, eu tô anotando isso aqui, velho. >> Mudou, mudou minha vida. Sabe por quê? Porque a gente vivia muito perdido. Tipo, o que que eu vou fazer? Por exemplo, o o eu tenho um projeto desenhado pro Delivery sem Filcast
pros próximos seis meses que a gente tava Tratando ontem. Os ciclos estão meio bagunçado porque são várias empresas. Eu também tô aprendendo a ser empresário porque agora eu tenho dele ser fil do podcast, tem os estúdios Nani criando a parte, tenho o Então tô aprendendo também, tô batendo cabeça. que a gente estava desenhando justamente o projeto que eu tenho por delfos próximos seis meses, a renovação que a gente vai fazer inclusive de patrocinador, de tudo para mudar, para eu conseguir trazer grandes Novos e levar um e levar para um pro próximo integral, pro próximo patamar,
que no final das contas, o que eu aprendi, o que eu vi nesse último tempo, entrou muita gente no mercado e isso é bom >> porque o mercado só que se eu quiser ter destaque, eu preciso dar um passo para cima, eu preciso ter aquele tem que subir o tempo todo, >> você entendeu? É isso, é isso, é isso mesmo. >> Então eu tô tô no caminho certo. >> Boa. Estamos, estamos, >> estamos no caminho certo. Aí eu queria, o Cadu deve ter as perguntas dele para fazer, mas eu queria fazer uma pergunta. Baseado tudo
nesse modelo, tudo que a gente conversou, chega 17 bi pro nosso mercado hoje, pro nosso delivery. O que o o iFood ele é feito de 70% de pequenos empreendedores, >> 85% >> 85%. de lojas que faturam até, >> cara, eu prefiro falar de outro jeito, com restaurantes que tem até três unidades, no máximo, o cara tem três padarias, tem três pizzarias, no máximo, >> 85%. O que que esse cara que tá em casa, que tá nos assistindo, que ele tem esse pequeno comércio, ele pode pensar, legal, 17 B, o que que isso me ajuda? >>
Sabe por que que eu vou te falar isso? Porque a vida inteira eu cresci, óbvio Que não era meu mundo, eu era entregador, mas eu a vida inteira e cresci, ah, tal empresa vai investir não sei quantos BI no país, tal empresa vai, >> legal. E eu continuava fazendo entrega, [ __ ] que que tá acontecendo? Então, entendeu? Então assim, ó, o o que que esse cara pode ver na prática? Eu dono de delivery, o que que pode ver, o que que esses 17 B vai impactar na minha vida e como eu me beneficio disso?
Eu, você já entendeu o jogo que eu te Expliquei um pouquinho do projeto, eu vi como eu vou me beneficiar disso, mas esse cara, como que ele consegue enxergar isso? Como que eu consigo mostrar isso para ele? Olha só, por que que o iFood cresce e, portanto, o restaurante cresce? Por um único motivo, porque você vai entrando em ocasiões de um consumidor que antes ele não considerava o delivery, né? Então, pensa assim, você voltar 20 anos no tempo, o delivery era majoritariamente a pizza de Sexta e sábado à noite e domingo, certo? Sempre falei isso.
Deliver era pizza F do >> isso. Era só isso. Então >> inclusive ele ficou impactado com esses dias que caiu uma pizzaria para ele que não abria de domingo. >> Jura? >> Eu eu e o cara veio de horrores. >> A gente pegou peguei uma loja para gerir e eu falei pro cara, não cara, é você que tem que dar mentoria para mim. Não é Para você não, pô. Como assim? Você não abre de domingo? Não, não abre. A gente decide porque a p familiar, tu trabalha a família inteira. Então, tipo assim, eles decidiram: "Não,
cara, a gente precisa viver". E fecharam de domingo. >> Uau! >> É. E vende muito. >> Impressionante. >> É impressionante demais. Então, cara, você fala assim, pô, por que que começa a crescer, pô? Porque que o cara que só Pedia pizza, ele fala: "Hum, vou pedir também arroz com feijão e carne sábado". Então, você destravou uma ocasião, é o almoço do final de semana. Então, o crescimento ele vem sobre e ele ele ele vem do destravamento dessas ocasiões, né? Então, o que que esses 17 bi significam? Tem seis bi desses 17 tão indo para destravamento
de ocasiões. Então vou dar aqui dois exemplos. Poderia dar mais. O hits, né? Então o que que é o hits? O hits é o nosso Programa da comida de conveniência de dia a dia, de boa qualidade, preço de salão, sem taxa de entrega. Diego, o que que você tá querendo dizer? Tô querendo dizer que pessoas, via de regra não pedem delivery de segunda a sexta na hora do almoço. Por quê? Porque é diferente do sábado, aqui ele tem uma pressão de tempo, pô. Meio-dia ele começa o almoço, uma hora ele tem que voltar. Ele tem
pressão de tempo. O deliver ele fica no risco. Será que vai Entregar? Será que não vai entregar? Então o hits vai destravar isso. Quem que vai se beneficiar do Hits? Aí vem um restaurante. O restaurante que olhar e falar o que que é necessário para est dentro do hits? Isso tem a ver com a operação, tem a ver com o preço, tem a ver com a capacidade de fazer rápido, porque de novo, vamos lembrar, segunda, a sexta, o cara tem um o tempo mais, então ele precisa, ele precisa tá seguro que vai chegar rápido e
por aí vai. Então os restaurantes que depois entrarem e olharem e falarem: "Puta, entendi, eu consigo ajustar minha operação para isso?" Consigo, pô, você vai estar dentro disso? Então assim, o Hits não é um uma promoção, ele é um negócio. O outro >> podia dizer que até uma segunda plataforma, se você parar para olhar, o modelo de negócio, >> dúvida. Sem dúvida alguma. O outro é o Turbo. Então o que que é o turbo? >> E aí se casam? >> O turbo é a entrega em até 20 minutos. O que que é então o turbo?
O turbo é o destravamento de uma outra ocasião. É a ocasião dos momentos em que você fala assim: "Eu tô com fome, mas eu preciso correr pro aeroporto. Eu tenho que sair meia hora". Quando o cara fala, eu preciso sair meia hora a opção na cabeça dele não é o delivery. Ele fala vou passar e paro no posto conveniência e Pego um negócio e vou passar no drive, >> passo no drive, passo no, vou direto pro aeroporto e como um negócio lá. Então pensa em n situações que pode acontecer, né? >> Pô, tenho que ir
pro médico, tenho que chegar, tem que sair em 20 minutos. O cara fala: "Puta, não vai dar tempo de comer". Então pensa em todas essas situações. O que o turbo vai destravar é isso. Como é que o restaurante se beneficia dizendo: "Pô, eu vou conseguir Fazer um cardápio de comidas que são cozinhadas ou finalizadas muito rapidamente para permitir o entregador pegar e entregar em até 20 minutos?" A resposta é sim, cara. você vai estar em mais uma categoria que destrava crescimento. Se a resposta for não, cara, vai ser mais difícil crescer, óbvio, porque o se
você tá atendendo uma ocasião que já tá mais ou menos organizada, vai ser mais difícil crescer. você tá começando a Atender uma nova ocasião que ainda tem poucas pessoas usando, você vai pegar exatamente isso aqui. Um exemplo disso que continua ainda algo para crescer bastante foi o clube. Quem entendeu o clube dois anos atrás bem, velho, explodiu. >> Explodiu. >> O que que o clube destravou? O clube destravou a frequência. pessoas que estavam prontas para pedir mais naquelas ocasiões que eles já pediam, mas que ele Ainda não tava com o hábito. Então o clube como
um programa de fidelidade, ele vem para destravar hábito. Você já tem o hábito. >> Mas China o hábito de pedir delivery, né? Aqui >> é. Então, por exemplo, tem gente que chega em casa e fala e não cozinha, por exemplo. Então, o cara poderia pedir de segunda a sexta à noite, mas ele fala: "Ah, não, vou passar ali na padaria, vou comer um negocinho antes de ir para Casa". Então ou, ah, [ __ ] hoje tem uma maçã aqui, vou comer uma maçã, tá bom? Então, o que que você faz? Você fala que você pega
esse cara, o clube ele vai e fala: "Não, não, não, aproveita já, cara, vai pede segunda, sexta". Então, quem entrou no clube lá no começo e pegou essa lógica do destravar a ocasião, cara, o lado bom do clube é que ainda tem muita coisa para crescer, então ainda dá ainda dá tempo de recuperar. E e pegando esse gancho, esse uma parte desse dinheiro vai pro hits e o hits é como se fosse aquele o estoque do restaurante no começo. >> É >> que é justamente que é onde o iFood vai investir o dinheiro. >> E
aí pensa, vamos pensar num restaurante que ele já tem uma certa frequência do clube, já tem um cliente bom do clube, um cliente de ticket mais alto no clube. Quando a gente fala de a gente fala de algoritmo. Quando a gente trata de algoritmo, é padrão de consumo. Sendo o padrão de consumo, você não acha que pode mudar o padrão daquele consumidor ou daquela loja, a forma como vai ser mostrado dentro do aplicativo com essa frequência diferente? >> Não, porque o os os algoritmos eles levam em consideração o melhor resultado pro restaurante. O que que
isso significa? Significa que Para um restaurante que vende uma comida de ticket alto, ele precisa continuar aparecendo pras pessoas que querem comprar ticket alto pro restaurante aqui, apesar de fazer isso, ele cria um alguns itens para, por exemplo, entrar no hits. Isso vai aparecer pro cliente que tá buscando naquele momento, naquela ocasião, algo na linha do hitz. Então eu segrego isso. Por quê? Porque o restaurante segrega. Porque o Restaurante quer ter essas duas opções e trabalhar no momento certo. Isso. Então o algoritmo trabalha isso. E como é que ele trabalha isso? Olhando pro comportamento do
consumidor. Pô, o cara tá comprando de segunda a sexta, hora do almoço, usando vale refeição. Esse cara, ele quer um ticket mais baixo, pô. Esse cara via de regra, cara. E você vê isso pelo pelo pela forma como é possível entender as pessoas. Então, vou te dar um exemplo aqui, ó. Eu mostrei isso um Pouco lá no Move. Então aqui no meu no meu celular vocês já conseguem ver isso. Tá vendo aqui embaixo, ó? Tá escrito aqui assistente. Ó, >> eu clico aqui, ó, ver se minha internet vai funcionar bem aqui dentro. >> Eu não
tenho assistente no meu iFood. >> Ainda não. Vai chegar. Vai chegar. O que que o assistente faz? O assistente ele tem essa capacidade de compreender essas coisas, né? Na verdade, você tá vendo o assistente aqui, mas pensa que é Como se isso aqui fosse o algoritmo no final lá. Então, por exemplo, eu escrevi aqui, qual que é meu perfil? Perguntei para ele, né? Aí ele respondeu: "Ó, você ama sushi, saimi, pratos com salmão, atum frutos do mar? Sempre escolhe restaurantes como aimá, Macoto, na Economiza para comer bem. Você vê, ele me entendeu aqui. Mas olha
que interessante, eh, quando ele vai aqui para padrões de horário, ele fala assim: "Você no almoço Durante a semana prefere refeições leves e saudáveis, pequenos pratos". Você vê como ele tá mudou. tá dizendo, ó, o japonês que via de regra para mim é a noite. Ele fala aqui, ó, no jantar se permite mais indulgências, como comida japonesa. Tá vendo como ele tá dizendo, cara, o jantar é uma coisa, o Diego é assim, não é sobre transformar o dinheiro em algo, o Diego em algo. O Diego é assim. Então, na hora do almoço, por exemplo, eu
Provavelmente vou ser afetado pelo hits porque eu durante o almoço prefiro refeições leves e pequenas em >> não, eu eu vi eu vi a hora que você abriu que até apareceu já o banner do hitz. No meu, por exemplo, não aparece o banner do Hits. >> Ainda não. >> Não, mas no no eu tenho, isso é uma coisa que conhecido meus alunos. Eu tenho dois celulares e aí que que eu que que eu falo? Que loucura. às vezes acho Que eu sou meio louco, mas dá certo. Eu tenho uma família grande, às vezes eu tô
só com eu e minha mulher e às vezes tá eu e minha família >> e a creche. >> E a creche. Quando eu vou quando eu vou pedir coisa pra creche, naturalmente eu vou gastar mais. Eu uso esse celular. Quando eu vou pedir coisa pr só eu e a gata, eu uso esse aqui. Então aqu esse é um padrão de consumo. Esse é outro. Esse é o teu clube, aquele não tem o clube. Você abre, é a mesma pessoa. As listas são totalmente diferentes. Um tem hits e o outro não. >> Isso. É isso. Então
não sou eu que te empurro por um lugar, é o consumidor que se coloca nesse lugar. Então, independente do do dos diferentes das diferentes propostas de valor que existe para cada programa desse, no final vai o que eu preciso acertar o que o consumidor quer e não empurrar um negócio para ele, não favorecer o Restaurante ou não, mas é dentro do que ele quer favorecer o restaurante. Ou seja, se ele quer uma comida de valor maior, [ __ ] eu tô favorecendo o restaurante dizendo: "Cara, é isso que ele quer? Se ele tiver num momento
de comida mais barata, por exemplo, ou mais simples, é é isso que eu tenho que trazer do restaurante, né? Por quê? Porque no momento em que eu não trato isso bem, em algum momento desequilibra, em algum momento alguém se incomoda e Isso não pode acontecer. >> Show. Esse assistente é IA, né? Correto. >> Ia pura proprietária, 100% nossa. >> E como é que o iFood utiliza mais IA dentro do >> Cara, eu tenho de0. >> Eu acho que inclusive até completando essa pergunta, acho que uma parte daqueles 17 bi pra inteligência artificial. Vai, tem dois
B que vai para isso. Eh, cara, o as pessoas perguntam o que que, né, e, ah, o que que é isso? >> Ó, dos 17 a gente não não esqueça isso. Dos 17 a gente já tá em oito, hein? Seis por hits e dois para inteligência. Vamos fazer essa conta aqui. >> Mas, ó, o o que que para que que serve a uma IA, né, cara? E ela serve eh, eu vou simplificar, obviamente tem mais uso, mas ela serve para pegar um negócio muito complexo que você não tem capacidade de fazer como ser humano ou
num sistema normal e conseguir chegar num lugar, apesar dessa complexidade. Para isso que serve a Então, o que que a gente foi fazendo ao longo do tempo? A gente foi pegando tudo que é muito complexo, muito complexo, e dizendo: "É a Ia que precisa resolver isso, porque eu não consigo como ser humano". E os sistemas normais do tipo um sistema que você contrata aí de uma empresa também não serve. Então a gente começou a construir isso desde 2018. A gente a gente trabalha nisso. Então vou te dar um exemplo aqui. Por que que você vê
os Dois celulares diferentes? Por isso, porque você tem um modelo que vai entendendo individualmente cada pessoa, mas não só individualmente cada pessoa. Individualmente cada pessoa a cada momento que ela abre o app. Porque almoço é diferente de jantar, segunda é diferente domingo e por aí vai. Eu faço por mês disso, cara. Isso a gente chama de predição, né? Você tentar imaginar o futuro. Você prediz, né? Você e prevê. Todas vezes que você abre o app, por exemplo, é uma predição. Eu tô tô tentando descobrir aquilo que você precisa naquele momento. Eu faço por mês 14
bilhões de predições no iFood. 14 bilhões de previsões no iFood >> é muita coisa. >> É muit Mas o que que isso me permite? Gerenciar uma complexidade. Porque você quer um negócio diferente, você talvez gaste menos que ele. Você talvez não peça no domingo, ele pede. Se eu não Tiver essa capacidade, você vai achar o que você quer, mas sua frequência vai ser menor, porque várias vezes você vai entrar e falar: >> "Ah, não achei, vou fazer outra coisa, vou pegar uma maçã aqui para comer". >> Entendeu? Então, eh, são, hoje são 190 modelos proprietários.
Eh, eu tenho outros quase 200 modelos em >> proprietários. Quer dizer que é >> que a gente fez propriedade nossa 100% de ponta a ponta. >> Não tem nem lugar nenhum. >> Nenhum. Eu vou eu vou eu eu vou eu vou te dar um exemplo aqui do que que Ô, Edu, me manda uma mensagem aí de WhatsApp, cara. Vou mostrar um negócio para você. Vocês vão ver um negócio aqui ao vivo. Você exclusive, hein? exclusivo. >> Me manda aí uma mensagem WhatsApp. >> Mandei um oi. >> Boa. Agora, eh, eu vou fazer um negócio aqui.
Pera aí. Eu vou te mandar agora um negócio aí no seu WhatsApp, mas você vai me dar ele aí que eu vou fazer um negócio, vou fazer uma brincadeira que se eu prometo que eu não vou olhar as as besteiras que você escreve por aí. Não, ó. Pera aí, tô abrindo. Depois você você pode olhar aqui por conta própria. Bota sua senha aí. >> Tá botando senha no WhatsApp. Nunca vi isso. >> Beleza. Nós vamos fazer uma >> senha no WhatsApp, amigo. Como não? >> Nós vamos nós vamos fazer uma uma brincadeirinha aqui, ó. O
que eu vou fazer aqui agora é mostrar a capacidade que um modelo tem de compreender uma pessoa. Então, por isso que eu tô fazendo no seu celular. Por quê? Porque você é é é você usando. Então eu não é que eu tô pegando meio aqui falando, eu vou saber as coisas do Edu, né? Não posso. Isso é proibido por lei. >> Já começou. Inclusive dá para botar para gravar, bota lá na tela, né? Botar. >> Ah, é >> tela do celular para gravar. >> Total. Então, por exemplo, o o que a gente tem aqui e
hoje um modelo, isso tem muito a ver lá no móvel com que a gente falou sobre o ecossistema, né? O Que que é o o ecossistema? essa capacidade nossa de organizar as informações partindo de vários lugares. E no momento que a gente consegue ter esse nível de organização, eu começo a olhar a pessoa não em vários lugares, mas em um único lugar, né? Então, pensa assim, por que eh por eu, por que você também compra ingresso na Simpla? Eu sei se você, sei lá, se você tem um filho pequeno ou não, porque se você tiver
num teatro infantil, seu Filho é pequeno. >> Eu acho que aí é um jeito a parceria com a Uber, né? Essa essa essa junção de dados >> também. A não ser que você seja fã de mágico de óleo e vai sozinho, né? >> Então vou começar a brincar aqui. O seu CPF termina com 300, começa com 314. >> Aham. >> E termina com 39. >> Aham. Até ele sabe, ele sabe. >> Engraçado, né? Eu saber isso no seu celular. Não é que eu tô olhando aqui no iFood dizendo: "Ah, primeiro que eu nem poderia, porque
é proibido por lei." Mas para pensar como é que é possível isso? É louco. >> Aí eu vou te fazer uma pergunta. Quem é Karen? >> Minha irmã. >> Ela nasceu no dia 20 de janeiro. >> [ __ ] que pariu. >> Quem é Júlia? Minha mãe. Nani. >> Minha mãe. >> 12 de agosto. >> Aham. Essa semana ela fez aniversário. >> Exatamente. Amanda. >> Amanda é minha sobrinha. >> 30 de setembro. >> Pedro, >> meu sobrinho. >> 15/10. >> Aham. >> Família toda aí. >> E aí? [ __ ] né? Muito [ __ ]
>> cara. Descobriu tudo aí. >> [ __ ] Ó, vamos brincar aqui, ó. Quer ver? Como é que é o o nome dele aqui na sua agenda? >> De quem? >> Do hostzeira. >> Não, o Carlos >> Carlos Eduardo, né? >> Carlos Eduardo. Acho que se é Carlos Eduardo. >> Carlos Eduardo. >> Carlos Eduardo. >> Beleza. É o Carlos Eduardo mesmo. Tá aqui. Já vi pela fotinha, ó. Vamos ver o negócio aqui. Você entende, cara, que isso aqui me coloca num outro espaço, numa outra capacidade para poder tomar uma decisão para ajudar o restaurante a
vender? >> Não, você é louco. Você é absurdo. Não, >> bastante. >> Eu sei o que o cara come, a hora que ele come, o que ele come, quando ele come, o que que ele vai fazer, tipo, você tá sabendo que o cara vai sentir fome antes dele chegar em casa. >> [ __ ] né? >> Antes dele sentir fome. Isso é absurdo. >> [ __ ] né? Se eu colocar aqui você, eu consigo chegar nas mesmas informações. A internet tá agora nesse momento. Enfim, Eu já mostrei meu ponto aqui. Eh, você entende para onde
a me leva? >> Ah, na minha vez >> para Não, não, não. Poderia. Na verdade, você não vai sair muito, você não é casado, você não tem filho, tal, não vai sair muita coisa aí. >> Mas, mas você entende o o valor da? Você vê sente que com essa informação, por exemplo, eu consigo eh dizer para um consumidor, cara, hoje no aniversário de sua esposa, hoje é dia de pedir uma Comida diferente, cara. >> Muda a comunicação. >> Você vai salvar casamento. >> Hoje é aniversário. Você tá indo pra casa. Tô vendo pelo Uber. Você
tá indo paraa casa. Você já lembrou do aniversário da sua esposa? Já pediu alguma coisa? >> Cara, você entende que no final isso tá gerando venda pro restaurante? >> Aham. Olha, cara, olha a capacidade que a gente tem com troço desse, >> não. E é muito louco porque é é no é no meu celular. Então, tipo assim, é aquela coisa que você aceita esses cooks, você clica, aceitar, você já aceitou dividir todas essas informações. Então isso tá, cara, >> só que você entende que essa inteligência ela tá indo pro restaurante. Então, às vezes as pessoas
fala inteligência, inteligência artificial, isso é inteligência artificial. Eu vou chegando num patamar Que eu vou fazer, >> nunca te olhado por esse prisma. >> Todo dia o restaurante tá vendendo um pouquinho a mais. Por quê? Gosto disso aí. Tem gente que fala assim: "Ah, mas a comissão, cara, você não entende esse ponto, velho? >> Se eu não tiver dinheiro para fazer um troço desse, a gente vai parar, todo mundo parar de crescer daqui a pouco". >> Óbvio, porque, cara, como é que a gente cria um troço desse? Você acha que isso Aqui você cria comp
de Excel? >> Cara, >> você acha que com o pacote office eu faço isso? >> Cara, eu tenho dentro do iFood hoje 600 pessoas que poderiam trabalhar na NASA. Não, eu não tô exagerando aqui não, viu? Tipo, eu tenho que trazer essas pessoas, cara, para fazerem isso aqui, ó. Entende? Então, cara, é, e há é isso, poder te dar 1000 explicações no final. Acho que isso aqui mostra muito o o Poder. >> Não, eu acho que ficou muito prático, cara. Se ele entendeu agora >> [ __ ] né, >> pô? O cara sabe sabe o
dia do aniversário do meu sobrinho, [ __ ] >> É >> [ __ ] né? >> Hoje tem jogo do Corinthians que tá uma para acompanhar uma >> É, mas tô sem dúvida, sem dúvida alguma. >> Isso. Genial. Isso aí, >> cara. E estamos só começando. >> Eu eu não >> só começando. Isso é exclusivo. Eu >> eu não tinha entendido o nível disso porque para mim funcionava de acordo com aquilo que eu já fiz. >> Não só >> entend. É exata aí, cara. O jogo é outro. Porque o que eu sei que você não
sabe >> é que uma pessoa como você, deixa eu falar de você porque fica mais fácil Ainda por causa da sua idade. O que eu sei que você não sabe é que uma pessoa como você daqui 10 anos tem uma probabilidade de ter um comportamento X >> diferente. >> Você não sabe. Eu sei. Por que que eu sei? Porque tem 15 milhões de pessoas aqui dentro com esse comportamento já que tem suas características. X, Y, Z. É claro que eu não tô aqui dizendo que eu vou acertar perfeitamente, mas eu tenho uma visão muito clara
disso. >> Vai chegar muito perto, né? >> Você sabe bem, eu vou, quer ver? Quer ver um exemplo? Farmácia hoje eu já faço isso. Você não vai em evento de criança. A pessoa que vai vê fralda mais do que a outra. Então, em algum momento é o lance de de de virar uma ocasião. Em algum momento o cara fala: >> "Não, minha idade já é na Pril que tá oferecendo." >> Em algum em alguns casos, o que que Acontece? Aí o cara fala: "Ah, ah, vende farm, vende fralda." Ó, não sabia, ó, nem preciso mais
lá agora. Olha que beleza. Pum, destravei a ocasião do cara. Então, na hora que você chegar lá, eu consigo prever esse momento. Como? Com dois, três movimentos que você faz, eu falo: "Esse cara tá virando pai. Você não tá não tá. Eu li aqui. >> Reclama da comissão aí, Vista. >> Cara, mas é é absurdo isso. E absurdo e Assustador porque eu nunca tinha olhado por esse prisma. Para mim, eu sempre lei do prisma do que ah, eu peço pizza no final da final de sexta-feira, ele vai me ofer, ele mapeou isso, vai me oferecer
pizza na sexta-feira. O que eu fiz aqui, ó, abre aí de novo. Você vai ver o ele ele é um teste que a gente teste, isso já é uma realidade pra gente. A gente agora tá estruturando o produto. Mas abre, ó, você vai ver que ele é, ó, abre lá. Não, não, não. Abre No chat. Último chat. Último chat. >> Abre o chat. >> Chat. >> É, tava no WhatsApp. O último que eu fiz é o primeiro seu aqui, ó. Ó. Cadê, cara? >> Tem mensagem da Juliana Flores agora. >> É, então é dela mesmo.
Cadê? É dela. >> É isso. Eu falei, >> não é isso. Mas o que que é isso? Olha isso aqui, ó. É eu fazendo isso para um Comerciante. >> Para um comerciante. >> Então tô testando aqui com a Juliana Flores. Amanhã é um restaurante. Então você vê por que que pra Juliana Flores isso aqui é importante? Porque no aniversário, via de regra, você pode mandar uma flor. Então para ela isso aqui faz sentido. O que que é o próximo passo aqui? Próximo passo aqui é: "Puta, hoje é aniversário de não sei quem. Então, Quer mandar?
Quero. Aí aparece três opções. Eu vou te dar um exemplo meu aqui, ó, para você ver o negócio. Você vai ver o isso funcionando de um outro jeito. Vou pegar um que aconteceu ontem. >> Isso quer ser disruptivo, né? >> Esse é o exemplo aqui, ó, do, nesse caso aqui, do sem parar. Ele me vem entrando no shopping. Olha aqui, ó. Você vai ver por essa mensagem aqui, ó. Bem-vindo ao shopping Guatemi. Como é que ele vê isso? Pela Cancela. >> Cancela. >> Cancela. >> Bem-vindo ao Shopping Academi. Cara, você acabou de chegar aqui, você
não quer ativar um desconto já que você tá vindo ao shopping? Sim. Aí o que que acontece aqui? As lojas decidem. Como que a loja decide? Baseado na inteligência. El fala: "Ó, o Diego, sei lá, vai pra academia. A última vez que ele comprou uma roupa de academia foi há Dois anos atrás. é provável que ele esteja precisando. Então a loja fala, quando acontecer uma situação dessa, dispara uma promoção para ele. E aí você é o que você tá vendo aqui, ó. Tá vendo, ó? Osclin tanto, tá vendo, ó? Eh, Ramis, tanto, não sei que
tanto. Aí em algum momento aqui, ó, eu falo: "Beleza, eu quero". E aí ele me dá o desconto. Ó, seu bônus na Aramis já está disponível lá no shopping para usar. faço o pagamento, coloca o seu Celular que o o desconto vai ser aplicado. >> E isso aí acho que tá ligado à maquinona também, né? >> Tá, é a mesma lógica da maquinona. É a mesma lógica. Igualzinho. Só que agora, só que pensa isso aqui. Por que que o sem parar me mandou para isso aqui? Porque eu fui num horário que não é óbvio para
mim comer. Não é óbvio para eu comer naquele horário. Se fosse um horário para eu comer, >> era para de alimentação do shopping. >> Exato. Aí poderia ser uns restaurantes disparando, dizendo: "Cara, o cara chegou aqui, gosta de carne, não dá nada para ele não, porque ele gosta de carne. Ele provavelmente vai vir aqui. Não, não, mas o cara não costuma comer um japonês, dispara, porque esse cara provavelmente não vai vir. Eu vou tentar trazer ele." E aí os restaurantes vão decidindo a melhor forma de de fazer isso, né? >> Criar ocasião. >> Exatamente, >>
cara. É muito louco isso. >> Massa, né? Muito louco mesmo. >> Agora, agora, entendendo essa linha, o iFood adquiriu 20% da CR CRM Bônus. Acho que tá muito ligado aos dados. >> Mesma lógica. >> E é mesma lógica. >> Aí ficou claro porque assim, muita gente veio me perguntar o que que o iFood quer Com a CRM bônus. >> Aí, tipo assim, para mim foi meio difícil de explicar. falou: "Amiga, é inteligência de dados, mas é acho que junta é isso aqui." >> Eu vou eu vou eu vou eu vou te explicar de um outro
jeito. É isso aqui, mas eu vou te dar um outro ângulo que é um ângulo, ângulo econômico. Eh, você consegue dar 50 cupons por dia de R$ 50 lá no seu restaurante? >> Não. >> Concorda que é impossível? >> Aham. >> Concorda? A Osclin consegue? Provável, >> porque é uma roupa que você vai gastar lá, sei lá, R, R 300, R$ 400, o cara tem uma margem boa. Então, se ele imaginar que, cara, tem pessoas que não estão indo mais lá, ele fala: "Pô, eu posso dar um cupom?" Ele consegue, ele tem margem para isso.
Não é nem só margem, ele tem preço médio para isso. Comida. >> Quanto custa o seu ticket médio lá? >> R 35. >> 35. O dele é R$ 300. Então, certo. >> Então, na hora que eu combino essas duas coisas, o que que eu tô fazendo? Eu tô dizendo, se você for restaurante, você também ganha isso aqui da Oklin, por exemplo. Então, o que que eu tô fazendo? Eu tô pegando uma lógica econômica que é mais forte que a do restaurante nesse tipo de exemplo e combinando. Quem que tá ganhando com Isso? O restaurante, >>
porque o restaurante não consegue dar R$ 50. Mas quando eu falo se você comer hoje aqui, você ganha isso, >> um cupom lá >> e fala: "Opa, pera, perô, eu tô precisando comprar um tênis, pô. Vou pegar esse negocinho aqui para mim". E aí, se você faz um bom trabalho, esse cara vai voltar >> aí. Aí, aí, aí o trabalho é seu. Aí, pô, a comida tem que tá gostosa. Aí você Quer que eu vou lá cozinhar para você também, amigo. >> Cara, muito louco isso. Muito louco. Eu nunca tirado por essa ótima. >> Então,
cara, e é isso que às vezes assim, é difícil pras pessoas quando eu falo assim, a taxa, a taxa, eu falo: "Cara, mas vocês estão perdendo o ponto". >> Não, total, total. Estão perdendo ponto. Vocês estão perdendo ponto porque para poder pegar a gente que faz um troço Desse, >> cara. Não é simples. Você acha, você acha que você traz essas pessoas assim, tipo, vem aqui, >> você acha que essas coisas você faz assim em 15 minutos e dá certo? Eu, você fica 5 anos fazendo um troço desse, cara, e dá errado. Dá errado, dá
errado, errado, dá errado. Aí você vai ah até você chegar num certo lugar. E aí você fala: "Mãe, por que que o iFood cresce tanto?" Por causa disso, porque eu vou Destravando ocasião aqui. Então, eu vou te dar aqui outro exemplo, ó. Essa aqui ainda nem nem é pública ainda, tá? Só aqui no meu app. Isso que eu acabei de falar aqui tudo, ó. Você consegue ver isso aqui já acontecendo, ó. Tá vendo isso aqui? >> Já. >> Você já tinha visto? >> Eu eu vi. Eu acho que eu vi post. Não, não, >> nem
sei. Tal se eu se viu foi coisinha Boba, porque isso aqui ainda tá muito restrito. Mas isso aqui é tudo isso que nada é mais, ó, do que você levando o cara pro salão. Isso aqui é no salão. Isso aqui para mim, Diego, é resultado de toda essa inteligência. Prova, eu já vi esse nome comer fora. Mas >> que é o que é o quê? >> Eu podia ter falado. >> Não, tudo bem. Não, não, não, sem problemas. Que que é isso aqui? É o salão Aí. Esse aqui é um negócio diferente. Não, eu não
tô cobrando comissão aqui. O que eu tô dizendo, ajudando é pegar esses dados nossos e fazendo o cara ir pro salão. O cara pro salão e o consumidor vai se acostumando. Ele comeu aqui, depois ele pede em casa e aí ele pega o clube, ele aumenta a frequência. Você vê de novo, é destravamento. Destravamento. Agora de novo, você acha que isso aqui é simples assim? É só fazer uma listinha aqui. Isso aqui é um Parto. Você quer ver como é que isso aqui é um parto? Quem que tentou fazer isso no Brasil há 15 anos
atrás? Peixo urbano. >> Peixe urbano. >> Deu certo. >> Não >> é um parto. Não é simples não, bicho. Grupo um. >> Grupo um >> difícil, mas muito difícil. Mas muito difícil. Pô, conseguimos. Por quê? Porque fica fazendo essas engenharias maluca aqui, ó. Cara, eu eu tô assim encantado eu não porque mud muda muito a minha percepção como consultor. >> Muda muito. >> Muda. Na verdade, vou te dizer uma coisa, o que vai acontecer daqui um ano você vai ensinando outras 10 coisas que você não ensina ainda hoje. >> Aham. Não muda, muda, muda totalmente
a minha percepção como consultor. Uma Coisa que a gente sempre faz é no iFood, eu preciso formar base. Então, primeira coisa, eu tiro todos os cupons, vou focar no cliente do clube, porque ele é o cliente frequente. >> Aí a gente começa a trabalhar esse cliente do clube para eu depois ligar uma campanha inteligente, porque aí a campanha inteligente ela trabalha por si só, ela vai trazer esse cliente do clube. Se eu ligar ela antes, ela vai trazer um cliente que não é do clube. Então, eu, mas cara, começa a mudar, eu tô muito abismado
com essa parada porque começa a mudar muito a lógica das coisas, >> muito. Então, olha o tanto que tá investindo em ferramentas novas e ainda tem gente que não utiliza nem o código que você que não usa nem o código de confirmação. >> Me fala, eu fico triste com isso, cara. >> Cara, isso começa a mudar muito, muito, muita coisa até o posicionamento da Minha loja, porque eu, por exemplo, quando eu vou criar uma loja, eu eu começo a entender o o para onde o iFood tá me levando. Com isso, eu consigo me antecipar. Não,
eu quero que o iFood me leve para esse caminho. >> [ __ ] né? >> Eu tô abismado com essa parada. mandar mensagem pro Gjel, mas >> é isso que eu falei do C. >> E o restante dos bilhões, eu quero saber para onde vai esses bilhões, pô. >> Aí já começa a ficar pequeno porque é muita coisa. Esses são os dois principais, cara. São os dois principais. É, >> o growth e a tecnologia que em última instância encaixa aqui. Na prática, esse é um pacote só. você pensar 50% que é o 8 17 é
um pacote que de negócio e da tecnologia que embarca no negócio. >> Cara, é muito louco. É assim, eu tô de verdade assim, muda muito a minha lógica. Muda muito a minha lógica de Pensar como plataforma. >> Total, cara. Olha o nível de relacionamento que você vai para um cliente. Você começa a enxergar o cara entrando no shopping. >> Você começa a enxergar a data de nascimento, obviamente, sempre com o cara autorizando, né? O que eu fiz aqui no começo é você dizendo: "Cara, eu autorizo, eu quero fazer isso, né? Sempre isso. Então vamos sempre
parte de pressuposto." Veja, eu fiz no seu Celular, não fiz no meu, eu não consigo acessar, né? No iFood ninguém acessa a informação de um de uma pessoa, né? Se eu eu consigo ver o seu perfil, a pessoa 1 2 3 4 que fez o pedido 1 2 3 fez isso, mas não consigo ver a pessoa por uma questão de privacidade, obviamente. Então, cara, você começa a ir para um nível que você vai pilotando o o o os seus canais e o cliente num 360. Você vai vendo ele num 360. E aí, cara, isso abre
muita oportunidade, muita Oportunidade pros restaurantes, muita oportunidade. Por isso que assim, a cabeça, cara, certa é a cabeça de olhar e falar: "Vamos estudar, vamos aprender, vamos testar como restaurante, né? Vamos descobrir essas dinâmicas, essas lógicas, porque toda vez que eu vou empilhando uma ferramenta dessa, destravando, é, alguém vai, alguém vai se beneficiar. >> Alguém vai se beneficiar. >> Por isso que o meu jogo não é um jogo de Cupom. Eu não vou ficar aqui, ah, vou pegar um bilhão deais e colocar em cupom. Sério? >> Onde vai, para onde vai me levar isso? >>
Vai me levar para lugar nenhum. Cupom. Cupom. Você usou o cupom, depois fala: "Beleza, não quero mais. Agora não tem mais cupom não. Então não vou comer mais. O que eu preciso destravar, entendeu? Hoje >> virar, fazer virar hábito. >> Isso. Eh, hoje o iFood ele tem 44 milhões de clientes ativos. >> Não, não. 55. >> 55. >> É, >> é. rouba uns não, foi difícil conseguir. >> Minha minha pergunta é como que o Food faz hoje ou qual é o projeto? Porque eu como restaurante eu olho, a minha a minha visão é assim, ó,
o cliente ele é do iFood porque no final das contas ele tá navegando no iFood, Então eu preciso que o iFood tenha mais clientes para que automaticamente eu comece a vender mais. É, >> então para mim muito me interessa o que o iFood está fazendo para atrair novos clientes. >> Isso >> porque você pega alguns países do mundo, por exemplo, o o aplicativo mais baixado é o delivery. O que que a gente tá fazendo para que isso se torne um hábito? No caso, a Gente não tô me colocando como iFood, mas o que que o
iFood tá fazendo, >> cara? Eh, >> apesar que eu posso mandar meu currículo, então, >> ó, tem várias coisas, eh, mas eu vamos falar da principal aqui. A principal é a lógica de ecossistema, em que a gente vai integrando fluxos e bases com empresas. Então, pensa só, eh, o meu, a minha coincidência de base de iFood com Uber é baixa, é tipo 20%. Então pensa assim, o Uber tem, sei lá, 30 milhões de clientes lá, dos quais 6 milhões tão no iFood, mas 24 não tão, [ __ ] >> Então na hora que eu faço
isso, o que que eu tô ganhando a chance de começar a tocar essas pessoas? Você pode dizer, mas no final ela pode não querer comprar, beleza, mas agora eu tenho uma chance mais explícita de falar, cara, experimenta, vem aqui, olha esse prato, Olha esse restaurante, olha isso. Então esse é um exemplo, é o mesmo que vale paraa simpla, é o mesmo que vale para decolar. Você começa a casar essas informações e você começa a ter mais chance de enxergar pessoas que você não enxergava e de enxergar melhor pessoas que você fazer isso aqui vira absurdo,
porque aí vira absurdo, >> porque você vai enxergando essas pessoas. Então esse crossel, né, essa venda cruzada, ela vai aumentando. Por Exemplo, pensa no caso do Uber, um exemplo, o o no app do Uber vai ter lá uma aba que é Uber e uma aba que é iFood. Então pensa assim que alguém vai entrar num carro, num Uber quatro vezes por dia, sei lá, porque trabalha de Uber, sei lá, e aí as quatro vezes que ele entrar para pedir, ele vai ver o logo do iFood. Você entende que isso vai martelando, ele é inconsciente, vai
martelando. Ah, vou pedir aqui, vou pedir aqui, vou pedir aqui. Então, se v Essa soma de base que aumenta a quantidade de de usuários com essa maior exposição vai aumentando a probabilidade de eu conseguir converter um cara desse. Então, é aí que eu quero chegar onde eu onde eu tô mirando. 80 milhões de clientes ativos. Essa essa essa é onde tá a cabeça. >> Pura neurociência, hein? Pura neurociência. vai ver, vai abrir, vai abrir >> e aí só abre um parênteses >> trazendo pro mundo do pequeno quando a gente fala de embalagem. Amigo, eu fiz
uma palestra com o Júnior, com o Peto, e a gente dividi no palco, o Júnior falava assim: "Cara, eu invisto muito embalagem por quê, cara? O cara, ele vai cansar de ver Jones onde ele for". Então, o cara vai no lixo do prédio dele, alguém do prédio dele, como o Jones, tá lá na lixeira do prédio atrás da banca de jornal. É a mesma lógica. É a mesma ca desse inconsciente. >> Por isso que a Jones é o quê? É. >> Fora que o cliente o que mais o que o cliente mais vê quando ele
perde é a embalagem. >> É >> ele ele recebeu, viu a embalagem, deixou ali, deixou na mesa, tá comendo, vou embalagem. Eh, eu se perdi porque eu tava falando isso. >> É, com com 21 você tá assim. >> Ah, lemb lembrei. E tanto que antigamente onde que era as propagandas? Saco de pão, embalagem de leite. >> Eu vendi, eu vendi propaganda na caixa de pizza. na caixa de pizza. >> O oitavo da Tavarho da pizza. Os caras dividiam, pagavam a caixa de pizza >> e tinha lá o logo da >> E tinha o logo deles
lá, era do barbeiro, da da mulher que vem de esmalte. >> É isso. >> É. >> Você lembra disso aí, né, >> Léo? >> Então eu peguei. Você é velho sim, igual ele aqui, ó. >> Não, não. Eu lembro de ver na internet. >> Eu vi no jornal. Isso. >> Eu vi no jornal, pesquisei no Google lá. Certo. Então eu quero Você tem mais alguma pergunta? Eu eu tenho 1 milhão de perguntas, mas eu eu queria eu queria eu queria entender um uma lógica de como que o iFood tá olhando pro que tá acontecendo no
mercado, porque tem Muita gente chegando, >> é, >> e eu vi você falando, não lembro exatamente aonde, que para mim, tipo assim, só aquilo ali me convence de qualquer coisa. Eu tenho um restaurante no bairro da Pompeia, então eu estou na Pompeia. Eu posso, por exemplo, pegar um restaurante no Rio de Janeiro, ir lá testar. Deu errado, eu saio. >> Acho isso lindo, cara. >> Eu volto para trás. >> Acho isso lindo. >> Vamos entender uma coisa. O iFood é o quê? É brasileiro. O iFood não tem para onde sair. >> É, >> não tem
para onde ir >> não, cara. É aqui o negócio, o jogo é aqui. Mas toda vez que eu, por exemplo, prego o meu restaurante e abro lá no Rio de Janeiro, eu acabo atrapalhando quem tá Lá, porque eu tô dividindo o público, tô dividindo base. E aí uma discussão até que eu tive com o Thiago, com o Benedete aqui quando a gente gravou, eh, a responsabilidade não é minha que estou chegando, é do cara que tá lá. Se ele perder o cliente para mim, é porque ele não fez um bom trabalho. E aí a minha
lógica vem essa. Tem muita gente chegando. Qual é o bom trabalho que o iFood tá mirando para que a gente permaneça com esses clientes que são, Cara, eles são adoradores da marca? Essa é essa é real. >> Crescimento. Ponto. Aí você pode perguntar, mas o que que vai fazer? Vou te contar 1000 coisas, tipo, já te contei um monte aqui. É crescer, cara. Não tem outra coisa. O que você quer é crescer. O que você quer é vender mais. O que você quer expandir, o que você quer sonhar em se tornar um empresário cada dia
maior, é, é o entregador quer ganhar cada vez mais Renda, é crescer. Então você vê tudo que eu respondi aqui sempre voltava assim, ó. Aí o cozinharão destrava, ó, o restaurante vende mais, ó, o cliente fica mais, a frequência aumenta. É, é isso. Aí você pode falar, mas eh, pô, tem negócio, tem também operação. Tenta também operação. Tem um monte de coisa que a gente tá fazendo lá para melhorar a operação, tipo o código, tipo o Qod para dar o cheque, é para quê, pô? Para crescer. Por quê? Porque quando o Consumidor fica mais satisfeito,
e não é só comigo, é com delivery. Se ele não tem a experiência de delivery boa, ele de forma geral, ele tem uma tendência de sair e falar: "Não vou considerar mais o serviço como um todo, né? Então preciso, >> todo mundo sai perdendo." >> Todo mundo sai perdendo, com certeza. Então, tô, a gente cada vez mais eh, cada vez mais não, a gente sempre foi assim, a gente vai usar 80, 90% do nosso foco para crescimento. Tem que ser assim, mas crescer dando cupom, [ __ ] pode esquecer. Não é assim que você cresce.
Não é assim que você cresce. >> O porquê do cupom? Será que a gente consegue? Eu, eu, eu eu consigo entender essa lógica, mas eh tem muita gente que me pergunta: "Ah, não quero ficar dando cupom? Eu não quero, cara. Legal. Mas vamos entender o conceito. Por que do cupom? >> É que são são duas, a gente precisa Separar os mundos, né? Uma coisa é você dar um cupom só para poder ter a venda. Essa é uma decisão terrível e é o tipo de coisa que a gente não faz, não quer e não vai fazer,
porque isso não leva a lugar nenhum. É muito fácil. Eu decupom todo mundo, um vai comer. Mas é óbvio que vai. Não é isso que eu quero. O cupom ele tem que ter uma lógica associada a alguma coisa que remete a inteligência. Então você tem um usuário, então imagina Assim, imagina que você tem lá o funil, cara, e no seu funil a maioria das pessoas que estão lá dentro são pessoas que já compram lá. Certo? Certo. Então as pessoas já compram lá. Qual que é a frequência média? Ah, o cara, esses caras vão vir aqui
quatro vezes por mês. Beleza. Onde tá já a maioria das pessoas? Ah, tá em três, 3,5 vezes por mês. Ótimo. Você vai continuar crescendo? Não. Aí você fala: "O que?" Pô, eu preciso do cupom. Então, Para pegar pessoas que têm uma propensão a gostar dessa gastronomia, nível do preço que eu vendo minhas coisas, trazer aqui para dentro e aí fazer esse cara fazer uma segunda, uma terceira para ele se acostumar e depois ele fica, porque ele gosta, ele fala: "Ah, isso mesmo, gostei, boa, vou começar a pedir aqui." Aí você traz 10 car para dentro,
frequência de um, cresceu 10 pedidos. Aí, cara, vai pra frequência de dois, mais 10 pedidos e vai chegando lá na Média, mais 40 pedidos. Então o cupom ele tem que ter essa inteligência. Então o que que é o clube e a campanha inteligente central de investimento? É isso. Não é assim, bota R$ 100 aqui, acabou. Cara, o que que você quer, bicho? O que que você tá buscando? Eh, reativar quem já veio e voltou. Por que que aqui faz sentido o exemplo de reativação? Porque tem negócios ou ou nesse caso aqui ocasiões, elas são muito
longas o ciclo. Então, sei lá, se pensar Numa pessoa de classe média, ele vai escolher algumas ocasiões no ano para poder subir e pagar caro numa comida. Esse cara não vai consumir todo mês, ele vai consumir quatro vezes por ano naqueles restaurantes, sei lá, aniversário dele, da esposa e dos dois filhos. Então, onde é que tá aqui a lógica da reativação? É você lembrar esse cara, ó. Não se esqueça, né, na nas ocasiões eu vou estar aqui para você. >> Então, a reativação tem isso. Você vai Reativar um cara que veio, te avaliou mal, não.
Dificilmente ele vai voltar. Não é isso que eu tô mirando. Então, o cupom tem que ter inteligência. Cupom por cupom não é inteligente. >> Essa lógica que você falou quando eu tinha a pizzaria, isso um pouco antes do iFood, inclusive 2014, um pouco antes do nunca fazia 2011, mas um pouco antes do iFood se o que é que antigamente o delivery era muito telefônico. >> É, >> eu tinha pizzaria e minha pizzaria era no bairro da Pompeia, onde eu tô até hoje. E aí eu atendi e aí eu fiquei sem colaborador e eu comecei a
atender esses clientes. Tudo bom, pizzaria? Boa noite. E aí no sistema você via a data que o cara tinha comprado. Aí eu falei: "Ô amigão, [ __ ] tanto tempo que você não compra da gente, tá me traindo, tá comprando outro lugar, né?" Aí o cara falou assim: "Não, pô, eu só compro pizza de você". >> Aí eu olhei, parei, eu lembro até hoje desse dia, eu olhei para falei: "Porra, mano, tem dois meses e meio que esse abençoado não compra a pizza e ele só compra de mim". Então, quer dizer, cara, >> como que
eu aumento a frequência? Como que eu faço esse cara consumir mais? >> Ele tá propenso a isso, né? Ele ele tá disposto, ele gosta de você, ele volta aí, mas pode ser de mês em mês, pô. Que um cupom faz isso por quê? Para criar o hábito. O cara dá uma acostumadinha, Sabe? As pessoas confundem isso com ficar dando. Não, às vezes al encontra alguém, aí o cara fala assim: "Não, porque eu não, eu não tô crescendo tanto quanto eu queria da minha rentabilidade, eu faço lá os negócios, eu falo: "O que que você faz?"
Não, eu ligo tudo. >> Maior erro que tem ligar tudo. >> Não, cara, não é ligar tudo. Você tem que testar, aprender, escolher. seu objetivo, tentar, pô, não deu certo seu objetivo, pô, talvez seja o problema, Seja a a minha o meu posicionamento. Quer dizer que você tem que mudar o posicionamento? Não. Quer dizer que você tem que achar outro grupo de pessoas ou com outro perfil. É isso que é isso. Então você tem que trabalhar a ferramenta. Por isso que cupom por cupom ele não tem valor. >> É só queima de margem. Só, >>
cara. É cupom por, eu vou te falar o que que é cupom por cupom. É droga. Você Usa >> dopamina barata, >> você usa, você vê o resultado e fala: "Ó, vendi mais". Você acha que é bom porque você vendeu mais? É igual receber dinheiro, cara. É bom dinheiro. Alguém chegar aqui para você e falar assim: "Cara, eu, [ __ ] te dou tanto aqui para você sair daqui agora, desse lugar." Aí você fala: "Pzer uma conta, acho que ninguém nunca me oferecer, acho que eu vou pegar". Aí você sai, aí você fala: "Puta, mas
cara, as pessoas me conheciam porque eu tava aqui". As pessoas achavam que não sei o quê, [ __ ] eu não sei se eu vou conseguir achar um lugar como esse e eu precisa ser assim. Aí você pegou o dinheiro, ficou feliz, foi para casa, fez um churrasco, comprou um carro e no outro dia você fala: "E [ __ ] e agora, cara? Como é que eu resolver esse troço? Ferrou. Ferrou. Dinheiro pelo dinheiro, cara. É claro que >> quem não entendeu esse recado, por favor, vamos a aula de interpretação, cara. Tá, >> foi sensacional,
cara. dinheiro pelo dinheiro. Nem você tava aqui. Tô boa. Obrigado. Essa aí ó. >> Essa seu andou muito agora. Que é inteligente, hein? Se fosse dinheiro pelo tava aqui. >> É isso, cara. Assim, você tem que escolher. E às vezes o dinheiro faz sentido porque ele faz mesmo. Agora o Dinheiro pelo dinheiro não é igual o cupom. Cupom faz sentido. O cupom pelo cupom não faz sentido. >> Show, cara. E a vida é assim. Eu eu gosto de fazer muita comparação assim de vida, as pessoas, pai, mãe, filho, sua rotina. Porque nós somos o mesmo
ser humano em nas mesm diferentes situações, né? O que que é o cara que vai pra academia e tomou monabolizante? É isso. O cara fala: "Eu eu não estou com a paciência de ficar 3 anos vindo pra Academia. Eu quero estar bonito daqui se meses pro verão." Beleza, toma anabolizante aí. Só vamos descobrir o que vai acontecer com o seu coração lá na frente, tá tudo bem. O que que é o cara que toma cerveja todo dia em excesso? É o cara que, [ __ ] gosta do, né? Tá, tô relaxado aqui e tal, tá
beleza, daqui 10 anos você vai ver como tá seu filho. >> Isso quer dizer que você não tem que tomar cerveja? Óbvio que não. Toma, toma Para encontrar um amigo, para sair com, né, com a com a esposa, com o marido, >> convidar o cara pro podcast. >> Mas você entende assim, tem que ter inteligência por trás de qualquer decisão. Decisão pela decisão, ela não é necessariamente uma decisão inteligente, >> do tamanho que você tiver, cara. Tudo na vida, cara. Tudo. >> Isso serve para tudo na vida. Deixa eu contar um negócio para vocês. Quando
a Gente tá no um processo de considerar a aquisição de uma empresa, às vezes eh esse momento coincide com com os nossos encontros de liderança, que a gente [ __ ] leva os líderes para poder falar o que tá acontecendo, os planos, para onde vai, para onde não vai e tal, não sei o quê. Pô, é o reunião super confidencial, concorda? Pô, você tá falando dos seus planos e das coisas que você tá decidindo e tal. Quando a gente tá discutindo, negociando Aquisição de uma empresa, a gente leva a empresa para esse momento. Reunião. >>
Aí tem gente que fala assim: "Cara, você é doido, porque você não fechou o negócio, o cara tá vendo tudo. Você é doido." Aliás, ele pode voltar e te pedir mais pela empresa dele. Falo, cara, doido é você. Porque assim, desse jeito, é olhar a decisão pela decisão. Para mim é diferente. Para mim é assim, eu preciso que esse cara vaiá e fale: "Cara, esses Cara aqui são insuportáveis. Eu prefiro não fazer o negócio." Ou o cara fala: "Cara, que legal isso aqui. É aqui que eu quero tá". Você entende? >> Eu acho que é
muita decisão que você tomou quando o Fabrício te ligou lá atrás de você ir lá ver o negócio, falar: "Porra, eu quero estar aqui". >> Total, total. Porque, cara, de novo assim, decisão pela decisão, eu vou botar o dinheiro na mão do cara. Sabe que vai acontecer um mês depois? vai Começar confusão, briga, não sei o quê. Cara, tipo, sério, é, você acha que assim que você vai construir um negócio? É tipo brigando um mês depois, tendo confusão seis meses depois, não conseguindo se entender no meio do caminho, um ano depois? A gente sabe onde
dá isso, dá? Dá em problema. E aí que acontece com a sua empresa? Perde o foco porque tem muito ruído, briga, não sei o quê. Então eu falo: "Pode ir lá ver todas as minhas vê meu jeito de ser. Se você quiser não fazer mais, eu prefiro que você não faça. Ou seja, não é a decisão pela decisão. Tem que ter inteligência na decisão. Bom demais. >> Quero que você faça a pergunta. >> É que a gente já tá, >> é, estamos chegando, hein? >> O povo tá cansando de nós já. >> Eu queria falar
de cultura, mas não deu tempo. Mas nó já tá próximo, próximo papo marcado pra gente falar de cultura. >> Boa, boa. >> Primeiro agradecer porque eu sou muito fã do JoLJ há muito tempo e o Joel J esteve no Food. Acho que foi um dos momentos, eu sou uma pessoa que eu tenho raciocínio muito rápido, sempre fui assim desde moleque. Só que e foi ali no Food que eu descobri que o que é tá na frente de uma pessoa que você gosta. Então o Joel J tava lá, ele tinha dado uma aula pra gente e
aí ele professor, tipo professor que ele é Professor, eh, me monta um exemplo desse texto aqui do que ele tinha ensinado. E aí o exemplo era pra gente criar baseado, era lógica de rede social baseado no que a gente tinha criado. E aí eu tinha falado assim 10 eh coisas que eu aprendi com o Joel J que eu posso mudar, ajudar no seu negócio. Era um post que a gente estaria fazendo pro dono de delivery. Aí o Joel J chegou, eh, olhou pra minha cara e falou assim: "Melhora Tipo professor". E cara, eu já passei
por isso tantas vezes, mano. E aí eu comecei a travar. Foi uma das poucas vezes que eu travei na minha vida. Aí eu comecei, tem até a foto que o fotógraf tirou que eu tô, eu tô parado assim, o Jorj já tá bem em cima de mim assim, olhando assim com o microfone, eu tô assim, ó, muito louco. Dia ter trazer essa foto para pôr no telão. >> Aí ele melhora, aí eu fui melhorando, melhora, melhora. Aí o Del Mark foi Querer me ajudar, ele melhora. E aí foi aquela pressão, cara. aquilo ali para mim
se eu ganhei que eh me colocou a prova de novo, porque para mim eu para mim para eu sempre estar bem, eu preciso sair de situações que que às vezes eu não quis estar, porque o empreendedor é isso, às vezes você colocado situações que você não queria estar ali, que você não deveria estar ali. A gente volta é pro podcast do Israel, o problema não é meu. O a quem criou não foi eu, mas o Problema é meu, então eu tenho que resolver. Então é o tempo todo tá treinando a mente para estas situações. E
o J, eu sou fã dele para [ __ ] demais. E ele no podcast dele, ele faz uma pergunta que era pro convidado, que é uma pergunta de um escritor que eu não não lembro o nome que até porque eu não me difícil de falar, mas eu vou aprender a falar inglês porque depois desse do MV aí eu preciso aprender a falar inglês esse escritor. E a pergunta é sobre uma Frase que a única certeza que os 8 bilhões de pessoas veriam. E aí eu melhoro essa frase, trago pro nosso mundo. Se você pudesse falar
uma frase que a única certeza que tem é que todos os donos de delivery do mundo vão ler essa frase, vão receber essa mensagem que o Diego Barretos está mandando, qual seria essa mensagem? Cara, a vida é sobre crescimento. Crescimento seu, crescimento do seu negócio, crescimento da sua venda, Crescimento da sua família, crescimento da sua comunidade. Se a gente não olhar as coisas sobre uma ótica de constante crescimento, eh, a gente perde o foco daquilo que mais no final nos faz ter esperança. Esperança é sobre crescer, sabe? Pô, eu quero passar na faculdade, pô, eu
quero ter a segunda unidade do meu restaurante. >> A vida é assim, né? A vida é sobre, cara, crescimento, cara. E e aí volta Pra decisão inteligente. Não é tomar o neabolizante na faculdade, na na academia. É sobre, cara, eu vou comer direitinho e vou fazer academia e vou dormir um pouquinho mais cedo e vou beber o álcool que pode, que é OK. A vida é sobre crescimento, cara. A gente precisa crescer, precisa ter o, a gente não tem essa cabeça aqui no Brasil, porque nós somos um país que foi criado para poder obedecer, não
para crescer. Para pensar na história do Brasil. Vem Aqui uns português aqui, chega aqui e fala que que a gente faz. Não, pergunta lá pra matriz. Aí fica esperando Portugal falar o que faz. Não, passa aqui, ó, essa linha aqui para dividir. Ah, beleza. Aí a gente traz para cá os negros. Que que a gente faz com eles? Eu que mando, eu que mando, eu que mando, eu que mando. Aí pega o índio e fala que eu que mando, eu que mando, eu que mando. Então você vai, você foi criando uma cultura e que depois
vai se Estendendo, que é uma cultura de quem foi obrigado a obedecer, de quem foi obrigado a seguir os outros, de quem foi obrigado a olhar para cima e falar: "Não, o cara que tem o sobrenome, o cara que tem o carro, o cara que não tem não sei o quê", não é uma cabeça de crescimento. A gente não é a qual é a grande prova disso? Que no Brasil o empreendedorismo não é o mais punjante do mundo. Por quê? Porque a pessoa fala: "Não, o que eu Preciso? Nossa, consegui isso aqui não tá bom".
Mas não porque o cara não é competente, é porque a gente não foi definido para crescer. A gente não foi definido para crescer. Então você vê tudo que eu contei aqui é sobre crescimento, mas em todos os aspectos. Vê, eu contei a história minha saindo e vindo pr pro pro iFood dizendo, olha como eu cresci. A Carol fez isso por mim. Olha como eu reconheci, cara. Eu eu eu cresci. Se a gente olhar tudo sobre ótica de crescimento, para para pensar, cara, você explode no bom sentido, [ __ ] não tem limite. Imagina se eu
sei crescer, se eu sei crescer, se eu crescer, se esse negócio crescer, se a venda lá do restaurante crescer, se o iu pôra, tem que ter cabeça de crescimento. E aí, cabeça de crescimento, vamos falar do restaurante, [ __ ] tem que pegar as ferramentas, tem que usar, Tem que usar. >> Confirma o código, confirma, >> cara. Tem que usar, cara. Como é que você não imprime o QR code para colocar lá e dar o chequein do entregador? Como é que você não pede pro entregador no marketplace não usar o link para poder mostrar pro
consumidor que o cara tá indo? Como é que você não usa a ferramenta de negociação para reduzir cancelamento? Como é que você não o pede o uso do Código para ter mais um ponto de contato e ter certeza que o cara a comida foi entregue? Como não? Por isso é crescimento porque você vai falando, pô, tá ficando melhor minha operação, consumidor tá um pouco mais feliz. A minha relação com o entregador agora baseada em fato. A gente não fica discutindo se ele entregou, não entregou. Ó, cara, tem um código, então entregou, entregou, acabou, sabe assim?
Então, eh, [ __ ] deixa eu aprender a usar o investimento. Não é sobre ligar tudo, não é sobre despejar o dinheiro, eu quero crescer. Quero crescer. Então, para crescer, pô, eu preciso me dedicar a fazer um curso, aprender, sabe, cara? É crescimento, cara. A gente precisa pensar em crescimento. Às vezes as pessoas confundem crescimento com ganhar dinheiro. Quando você coloca ganhar dinheiro na frente, não necessariamente quer dizer Que você cresceu. Quando você coloca o ganhar dinheiro como consequência do crescimento, é o exemplo lá do restaurante que você disse do do capital de giro e
do cara que compra o Corolla. >> Uhum. >> Você vê claramente essa diferença nesses dois exemplos. >> Top, cara. Top demais. É isso. Então, galera, esse é o episódio com o presídio da brincadeira. Não, >> o Arnaldo, o Arnaldo falou isso para mim no palco do quando eu tava apresentando a formatura. Aí o Arnaldo falou: "Ele gosta que chama ele de presida, pô. Vai lá chamar ele de presidão. Obrigado mesmo, cara. Queria agradecer muito você ter aceitado o meu convite coração. >> Tá bom. Queria muito agradecer por você ter esse convidado, então, mas você sabe
o que é isso, cara. E agora falando sério mesmo, isso destravou uma coisa na Minha mente. É aquela síndrome do impostor, ah mano, será que ele vai no meu lugar? Aí tipo, você fica depois eu convido, cara, falou tanto, tanto, tanto, aí fica daquela, daquela. >> Pra bicho, aí o cara precisou me chamar para tomar vergonha na cara. >> É isso aí. A >> obrigadão. Obrigado mesmo, viu? E agradeço muito ao que o iFood fez por mim toda essa, toda a minha jornada. Acho que eu te contei um pouquinho da Minha história aqui. Em toda
a minha jornada eu fui entregador, mas eu nunca fui entregador do iFood. Eu tenho a conta na Food, eu cheguei a ter, mas eu sou da época que tava começando quando eu tinha adquirida rápido, se não me engano. >> Então eu eu sou bem eu sou um pouquinho antes disso, sou entregador antes disso, sou mais velho que isso, mas toda minha jornada passa até quando eu quebrei, eu já quebrei duas vezes. A primeira vez Que eu quebrei em 2017, a única ferramenta que eu tinha para me levantar era o Food. E foi atrás do Food
que eu me levantei de novo e o predor que nunca quebrou ainda nem começou a jogar. Obrigadão, viu, chefe? >> Valeu. Obrigadão. Eu que agradeço. >> É isso aí, galera. Se você gostou, deixa o like, se inscreve no canal, deixa seu comentário aí, a sua dúvida, qualquer pergunta que você tenha pra gente trazer mais conteúdos como esse. Esse foi o Diegão da Massa. Tamos junto. >> Até a próxima. M.