Oi boa tarde pessoal hoje vamos falar um pouquinho sobre a histologia de mais um órgão dos Sentidos especiais e vamos ver nessa aula a orelha que é o órgão da audição e do equilíbrio anatomicamente a orelha tá formada por três regiões que é a orelha externa a orelha média e orelha interna e nós vamos ver cada uma dessas partes agora identificando principalmente as características histológicas que permitem a realização das funções deste órgão nós vamos começar caracterizando a orelha externa que é formado então pelo Pavilhão auditivo pelo meato acústico externo e pela membrana timpânica o Pavilhão
auditivo ou Pavilhão auricular ou também chamado de aurícula é constituído por uma placa de cartilagem elástica que nós já conhecemos nós já vimos na rede formato irregular é revestido por uma pele fina que se adere firmemente nesta cartilagem EA forma deixe Pavilhão está envolvido com a coleta de som com o direcionamento das ondas sonoras permitindo que ela seja então captadas e direcionadas para a próxima região da orelha externa que é o meato acústico ou meato auditivo externo e essa estrutura agora é um canal que se inicia no pavilhão auditivo como uma continuidade da cartilagem elástica
sendo sustentada inicialmente por essa cartilagem elástica e penetra no osso temporal e chega até a superfície da membrana timpânica ele é revestido por pele fina então é que a gente tem um corte transversal sneyato a cartilagem sustentando pele fina se a gente vê no mundo criação estrutura da pele a e aqui então a cartilagem e como sendo ele fino a gente vai ver aqui folículos pilosos glândulas sebáceas e algumas glândulas que são nas glândulas sudoríparas modificadas chamadas de glândulas ceruminosas que secretam uma substância de consistência pegajosa com um pigmento meio amarronzado essa substância secretada por
essas glândulas e em combinação com a secreção das glândulas sebáceas formas cerúmen a carteira da orelha cuja função é umedecer e proteger esse canal acústico externo e também a membrana timpânica E além disso juntamente com os pelos que tem aqui nessa região ajuda a impedir a penetração profunda de objetos no meato e a próxima região então é a membrana timpânica ou tímpano que delimita o final da orelha externa e o início da orelha média por isso muitos autores aqui mudam a localização ou a parte da qual o tímpano pertence a que eu coloquei para vocês
como fazendo parte da orelha externa vocês podem ver alguma Literatura e fazendo parte da orelha média justamente por ele ser exatamente a se limite a e essa membrana ela tem um epitélio dos dois lados aqui a gente tem um corte histológico o meato acústico externo então aqui estaria vindo o meato aqui tá lembrando timpânica separando da orelha média já a Ester na mente a ele tem o mapa pele delgada mas que não tem mais pelos e glândulas nessa região e internamente um epitélio pavimentoso simples no centro preenchendo essa estrutura entre essas duas camadas de epitélio
da membrana timpânica tem um componente tecido conjuntivo onde as fibras colágenas elas vão se colocar na região central do tímpano numa forma mais circular e na parte periférica não arranjo mais Radial EA sua organização faz com que essa membrana tem um excelente tensão para receber e transmitir as vibrações das ondas sonoras aqui tem um esquema nessa membrana timpânica né ao lado de uma imagem de como ela é vista no exame otoscópico da orelha externa observado através do homem autocolante costela a e nesta imagem então do corte histológico a gente consegue perceber bem né a espessura
dessa membrana ele é realmente bastante Delgado nessa estrutura de corte transversal tá passando a membrana timpânica nós chegamos então na próxima região da orelha que é a orelha média que a formada pela cavidade timpânica onde a gente encontra Então os ossículos auditivos e a tuba auditiva essa cavidade timpânica é um espaço cheio de ar está localizada na região Pedrosa do osso temporal então todo escavado já nessa região interna do osso e ela se comunica com a faringe através da tuba auditiva que se localizam na parede anterior dessa cavidade timpânica a tuba auditiva é revestida por
um epitélio pseudo-estratificado cilíndrico ciliado que ajuda a fazer com que as secreções produzidas pelo revestimento dessa cavidade sejam direcionadas em região da faringe EA parede desta tu é sustentada por cartilagem elástica essa estrutura ela tá normalmente fechada é com as paredes conectadas Mas elas se abrem com a deglutição com você junto com ato de assoar o nariz e a função dela é assegurar que a pressão de ar na cavidade timpânica seja equalizada com a pressão do meato acústico externo igualando então a pressão desses dois lados né quando existe uma diferença de pressão que a gente
sente bem né Por exemplo quando sobe a serra em viagens aéreas então a gente consegue perceber essa diferença de pressão aí engolindo você já ando a gente consegue igualar a pressão dos dois lados e diminuir aquela sensação na orelha aqui na orelha média também encontramos os chamados ossículos auditivos que são os menores ossos do corpo essas aos círculos são o martelo A Bigorna e o estribo e receber é mas pelas formas que eles apresentam semelhanças dos objetos é que eles deram nome e eles estão organizados e insere-se articulando uns com os outros através de articulações
sinoviais articulações móveis né e o martelo ele tá preso a membrana timpânica e o estribo fica preso a janela oval que já é uma região então que dá início a orelha interna que a gente vai ter mais adiante a próxima região da orelha a orelha interna que é formada pelo labirinto ósseo que é uma cavidade e regular que tá escavada na porção petrosa do osso temporal e pelo labirinto membranoso que a gente vai ver daqui a pouquinho que se encontra suspenso dentro do labirinto ósseo bom então a gente começar a entender essa organização imagine esse
labirinto assim como se ele fosse uma caixinha mas não uma caixa regular com uma caixa de sapatos em uma caixa com a forma dessa imagem aqui ó que está representado em amarelo ou aqui a gente consegue ver nessa representação né macroscópica Essa figura como seria o formato dessa caixa uma caixa toda irregular por que que eu quero que vocês Imaginem uma caixa porque isso aqui é oco por dentro ah essa parte é toda de uma parede óssea mas louca por o labirinto ósseo Então essa caixinha regular que a gente imaginou ele tem três regiões essa
região central que a gente chama de vestíbulo a cópia e fica em posição anterior e os canais semicirculares que ficam em região posterior todas essas regiões comunicam umas com as outras então e acha com esse formato e o interior dela é todo continu e a cópia é uma espiral óssea que gira sobre si mesmo como a concha de um caracol na espécie humana duas vezes e meia ela faz essa volta em torno de uma coluna óssea que fica aqui no centro que a gente chama de modelo e ela aqui é como se a gente tivesse
uma esquema representativo só daquela região ó na Copa ele é só do caracol da orelha interna o modelo ele se projeta para dentro dessa cobra espiralada como se fosse uma prateleira óssea formando que a gente chama de lâmina espiral óssea através da com algum passar vasos sanguíneos o gânglio espiral e também a divisão coclear do nervo vestibulococlear que vai receber todas essas informações de audição Eu acho esse esquema bem interessante porque ele mostra que essa região central aqui no eixo da Cobra esse modelo ele se assemelha a um parafuso é bem como se fosse assim
mesmo né É Bem Assim que o osso esponjoso aqui dessa região se organiza para sustentar o ducto coclear que Vai repousar né inserindo-se nessas prateleiras ósseas aqui que a gente chama de a lâmina espiral óssea e protegendo também e distribuindo aqui no seu interior o gânglio espiral e o nervo coclear mais adiante a gente vai retomar essa estrutura daí eu acho que vai ficar mais claro para vocês toda sua organização desse modelo Central na estrutura da Cópia Oi e o labirinto membranoso que tá dentro do labirinto ósseo é formado pelas estruturas que a gente chama
de ductos semicirculares pelo saculo e pelo utrículo e pelo ducto coclear na mão da caixinha óssea que a gente falou antes labirinto ósseo então aqui essa caixinha tá sendo representada por esse fundo todo aqui ó que tá em roxo tá então a gente tem aqui a nossa caixa lembra galera louca por dentro agora como se a gente fosse encher alguns balões com diferentes formatos um balão com esse formato outro conhece e aqui tipo aqueles balões tripa que a gente Enche né para fazer bichinho para fazer bonequinho e a gente coloca esses balões dentro dessa nossa
caixa a gente guarda isso balões que são nosso labirinto lembrando uso dentro da caixa que é o nosso labirin Ah sim então a gente enche aqui os lucros semicirculares a gente enche o trico a gente enche o saco e a gente enche o ducto coclear e coloca lá dentro mas percebam que esses balões eles não encostam em todas as paredes tem um espacinho em algumas regiões entre a membrana do balão e a parede da Caixa E aí fica na maior parte mas já com esse espaço entre eles e uma outra coisa que a gente tem
que perceber aqui é que eu gosto dos balões Eles não estão cheios de ar né a gente encheu eles com água tá com líquido né E todos eles têm comunicação uns com os outros não estão isolados então isso também é importante na real é como se a gente tivesse enchido um único balão com esse formato né dentro daquela caixa que já tinha um formato bem regular com isso nós temos o que nós temos todo o nosso labirinto membranoso contido dentro do labirinto ósseo que o nosso labirinto as está representado por essa escavação em azul aqui
no osso e o labirinto membranoso Então por essa parte mas amarelada dentro da estrutura Oi tá este labirinto membranoso ele é preenchido por um líquido que a gente vai chamar de em do Ninfa e ele é circundado ao redor aqui todo esse espaço que fica entre o balão e aparente da Caixa entre a membrana do labirinto membranoso EA parede do labirinto ósseo é preenchido por um líquido que a gente chama de perilinfa a endolinfa é secretada por um epitélio chamado de estria vascular que vamos localizar mais adiante e a pele limpa ela é secretada pelo
periósteo do ambiente o ócio por serem líquido secretados e liberados dentro de um sistema fechado Eles também precisam ter um sistema constante de drenagem A então aí em do limpa ela é constantemente produzida IDR e nada pelo ducto endolinfático o saco e o saco endolinfático para o espaço Oi e a pirilim só que é constantemente produzida ela é drenada pelo ducto perilinfático lá para o espaço subaracnoideu e uma outra coisa bastante importante para a gente caracterizar aqui para que a gente possa entender depois e vocês principalmente lá na fisiologia como orelha trabalha para permitir audição
e equilíbrio é que neste labirinto membranoso existem áreas que são denominadas sensoriais então ao longo de todos esses balões de todas essas membranas de balões alguns pontos tem modificações celulares que são modificações que se especializaram em estruturas sensoriais Em que estruturas são essas as máculas presentes no outro veículo e no sáculo as cristas ampolares que estão presentes nessa região mais dilatada que a gente chama de ampola dos ductos semicirculares e o órgão de Corti que olhem aqui ó tá localizado ao longo de toda a base do ducto coclear depois a gente vai ver então que
algumas delas estão envolvidas com a função de Equilíbrio e que outra ou órgão de Corti especificamente está envolvido com a função da audição