Fala galera, como é que vocês estão meu povo lindo, tudo bem? Meu nome é André Vieira e eu vou ser o instrutor, o professor de vocês nesse curso maravilhoso que a gente está começando junto pra aprender sobre a disciplina de CRO, Conversion Rate Optimization ou, no bom português clássico, otimização das taxas de conversão, Que é uma disciplina essencial para empresas de todos os tamanhos nos dias de hoje. E ela é relativamente pouco entendida aqui no Brasil, galera. Mas a gente vai mudar isso aí junto, agora. Falando um pouquinho sobre o professor, já que a gente
vai se ver por bastante tempo nesse curso, eu tenho mais de dez anos de experiência em marketing digital, pessoal, e a maior parte desses anos Eu passei fazendo o tal do CRO, a. otimização das taxas de conversão. Eu já atendi mais de 100 empresas ao redor do mundo e eu ajudei elas a melhorar a experiência que elas oferecem para os usuários delas. E aí, falando um pouquinho sobre localização, eu nasci, cresci e passei a maior parte da minha vida aqui no Brasil. Mas já tem uns seis anos, Mais ou menos desde que eu me mudei
para a Alemanha, que é onde eu vivo uma parte do meu ano agora. Então um pedaço desse curso provavelmente vai ser gravado aqui de São Paulo, que é onde eu estou no momento. Mas vai ter outro pedaço que eu acho que vai acabar tendo que ser gravado lá de Hamburgo, na Alemanha. E tudo isso galera, me trouxe para o meu momento atual, que é como fundador e head de otimização, head de CRO na agência Looptimize e nós somos uma agência de fato de CRO, que otimiza as jornadas dos usuários em plataformas digitais com a intenção
de aumentar a receita e a qualidade das experiências que os visitantes dos nossos clientes têm. E os nossos clientes São empresas de tamanhos variados. A gente atende a gente de tudo quanto é tipo de segmento. E a gente fez o processo contrário, Galera. Nós começamos na Alemanha há alguns anos, mas só chegamos no Brasil agora. É bem recente a nossa entrada no mercado daqui. Mas sendo muito sincero, nada disso aqui importa muito. Eu só estou falando esse monte de coisa Aqui pra vocês acreditarem que eu tenho as credenciais necessárias para ensinar CRO pra vocês. E
falando em aprender CRO, que é o que interessa, o que você vai aprender nesse curso aqui? Bom, eu quero que vocês possam entender quais são os princípios que podem levar as melhoras de taxa de conversão e de receita no site de vocês. Então a gente vai cobrir todo O fluxo básico de CRO e a gente vai falar também sobre como coletar em sites que você pode aplicar nas suas páginas, para já melhorar suas taxas de conversão logo de cara. Usando conceitos de usabilidade, de psicologia, de design, redação, entre outros conceitos que são super legais também.
Então, no fim das contas, CRO é uma disciplina que exige Conhecimentos bastante diversos. Só que o foco pra gente aqui vai ser mais na parte conceitual do que faz o CRO funcionar. A gente não vai dar tanta ênfase para a parte técnica. Para aqueles que já sabe um pouquinho mais sobre CRO, a gente não vai falar sobre teste A/B ainda, tá? Isso aí só vai aparecer lá pra frente. E o motivo é porque tem um bocado de coisas Que você tem que saber antes de chegar no tal do teste A/B. E é nesse bocado de
coisas aí que a gente vai concentrar os nossos esforços agora. Beleza? Então, galera, é um prazer estar aqui com vocês. A gente tem um caminho bem interessante pela frente e sem mais nenhuma delonga. Eu vejo vocês na próxima aula, onde a gente vai falar um pouquinho sobre os motivos Pelos quais é uma boa ideia você e todo mundo por aí praticamente fazer o tal do CRO. Fechou? Obrigadão. Vejo vocês no próximo vídeo. Fala povo lindo! Sou eu de novo, André Vieira aqui, como é que vocês estão? Nessa aula, a gente vai entrar um pouquinho mais
de detalhe sobre o que é o CRO e por quais motivos você já devia estar fazendo CRO. Então vamos lá, galera, como a gente falou antes, CRO é uma sigla. E é a sigla que é dada para a disciplina de Conversion Rate Optimization, a otimização das taxas de conversão do seu site. Em resumo, CRO é uma disciplina que tenta entender o comportamento do seu visitante para colocar na sua mão o que você precisa Para otimizar o seu site de forma contínua e sistemática. Isso faz com que o seu site fique gradativamente mais convincente, mais atraente,
melhor de usar para quem? Para o seu público-alvo, que é a galera que converte é a galera que te dá grana. Mas o que é uma conversão? A gente vai ter mais detalhes sobre isso numa aula em breve, mas falando brevemente aqui, Uma conversão é quando um ou uma visitante vem até o seu site e faz a ação que você mais quer que ele ou ela faça, a ação que você mais deseja que seja realizada. E geralmente essa ação é uma compra, pessoal, mas qualquer ação chave pode ser considerada uma conversão. Então, para dar alguns
exemplos de conversão, A gente pode considerar como conversão a compra de um produto? Pode, mas a gente pode considerar também como conversão a assinatura de uma newsletter. Não é todo o site que é um e-commerce, não é todo site que tem alguma coisa pra vender. Tem sites que se beneficiam do pessoal ler o conteúdo que está sendo produzido. Então a assinatura de uma newsletter faz com que essa galera Que está assinando possa ser puxada de volta para o site para ler mais conteúdo no futuro. Então, esse é um exemplo de conversão também. Outro exemplo de
conversão é quando você se cadastra para fazer uma demo de um produto. Então pense em produtos que você tem que pagar mês a mês. Vira e mexe esse tipo de produto tem uma demo. Você pode ter um gostinho de como é o produto sem pagar. Geralmente dura sete dias ou 14 dias esse tipo de demo. Algumas duram um mês também. Mas se cadastrar para fazer uma demo pode ser uma conversão. Da mesma forma que assinar uma newsletter, da mesma forma que efetuar uma compra. Então a conversão é basicamente a ação mais importante para nós no
nosso próprio site, A ação que a gente quer que os nossos visitantes façam sempre que possível. E aí, pessoal, voltando para o CRO, como é que a gente faz com que essa conversão aconteça com mais frequência? Como eu tinha falado no primeiro vídeo, quando feita em nível alto, CRO é uma disciplina que envolve conhecimentos de um montão de coisas, né? Psicologia comportamental, digital analytics, redação, design, estatística e por aí vai. Dá um trabalhão, né? Você se tornar um super expert em cada uma dessas áreas. São anos de estudo que a gente está falando aí não
é fácil. Só que nesse curso aqui, galera, a gente vai direto para a polpa dessa fruta. A gente vai pular casca, a gente vai jogar a casca fora. Eu quero trazer pra vocês as partes que são mais importantes do conhecimento, para vocês já poderem aplicar de cara no seu site, melhorando a taxa de conversão e aumentando a receita que você está fazendo a partir das suas páginas online. Uma outra coisa que eu já queria alertar Aqueles que vão procurar sobre CRO, vão tentar se informar mais, ler um pouquinho mais sobre, para além desse curso aqui,
é que vocês também vão trombar muita gente falando sobre otimização ou experimentação tá, se referindo a CRO. Otimização é basicamente a mesma coisa que CRO, não muda muita coisa, é só um outro termo dado para CRO, Mas experimentação é um pouquinho diferente. Na essência, experimentação É o processo de CRO. Lembra que eu falei que é sistemático? Você tem um sistema, né? Então a experimentação é você pegar esse sistema do CRO e aplicar a qualquer outra área ou disciplina. Não precisa necessariamente ser uma coisa que é feita para aumentar as taxas de conversão. Você levanta hipóteses
de melhoria e testa essas hipóteses Através de métodos diferentes, gerando um ciclo contínuo de aprendizados e de ganhos. Quando você faz isso para aumentar a receita e para aumentar a taxa de conversão, você fala que é CRO ou otimização. Quando você faz isso também nesse contexto, mas em outros contextos que vazam para fora disso, então pensa em culinária, Engenharia e por aí vai. Medicina, também, é importante dizer, são todas as áreas que têm processos de experimentação. Então, pode ser que vocês trombem esses termos por aí, mas os três são basicamente a mesma coisa, tanto CRO
quanto otimização quanto experimentação. Chegando agora, pessoal, finalmente, nos motivos Pelos quais você já devia estar fazendo o CRO e se você não está fazendo, é uma boa ideia começar agora, tem um montão de motivos. Mas, em resumo, do meu humilde ponto de vista, os três principais motivos são os seguintes. Motivo número. CRO é uma forma de você otimizar sistematicamente o seu site, Que é o que eu falei antes. Mais do que tudo, CRO é um sistema. A gente tem um monte de formas de melhorar o nosso site ou os resultados do nosso negócio. Só que
pouquíssimas dessas formas têm um passo a passo claro do que tem que ser feito, o que faz com que essas iniciativas sejam difíceis de repetir em alguns casos. No CRO galera a gente não sofre desse mal, Não tem isso. Você sempre sabe o que você tem que fazer em seguida. E uma sequência de passos que você vai usar para eliminar a incerteza. Então com o CRO, você vai conseguir ter uma visão bem melhor do que você precisa alterar no seu site para converter mais, antes de colocar a mão na massa efetivamente. O motivo número dois.
Você vai conhecer os seus visitantes de uma forma que você talvez nem imagina que seja possível no momento atual. O CRO te força examinar em muito mais detalhe o comportamento da galera que está navegando no seu site, o que em troca te ajuda a entender o que funciona e o que não funciona pra esse pessoal. E isso melhora Um monte de aspectos do seu negócio. Não é só o site que se beneficia dessa atividade. Então, pessoal, foram dois motivos. E qual será o terceiro motivo? O terceiro motivo é grana, meu povo. ‘Dinero’, ‘dindim’. Com CRO
você vai ter a chance de aumentar o dinheiro que você faz com seus visitantes. Esse povo já está chegando no seu site, não está? Eles já estão navegando, já estão vindo lá. Bora fazer mais grana com eles? Bora fazer com que mais pessoas comprem, mais pessoas convertam. E CRO vai ajudar bastante a gente nisso. Porque entendendo o nosso visitante e o seu comportamento, fica muito mais fácil de vender. Não tem nem dúvida. No próximo vídeo, A próxima aula vai falar um pouquinho sobre ferramentas que são necessárias para fazer o tal do CRO funcionar. Vejo vocês
no próximo vídeo, meu povo. Fala galera! André Vieira, mais uma vez aqui e vamos para mais uma aula. O assunto de hoje é Ferramentas pra CRO. O que a gente tem que usar, o que a gente pode deixar de lado? Pra começar, já vai uma notícia superpositiva. Vocês podem começar a fazer CRO só tendo o site de vocês. Entendendo um pouquinho dos princípios de CRO, você já vai conseguir otimizar um monte de coisa, mesmo que não tenha ferramenta adicional nenhuma ali pra te ajudar. Tem um bocado de fundamentos que podem ser aplicados, um montão de
boas práticas também, que vão te ajudar a entrar Nessa estrada do CRO com o pé direito, mesmo que você não instale em nenhuma ferramenta adicional no seu site. Mas, é claro, para a gente um nível acima, falando ali de um CRO mais rico, mais bonito, mas bem feito, mais caprichado, é bom instalar algumas ferramentas básicas. E vem outra notícia maravilhosa aí. Todas essas ferramentas que vocês precisam, que são as que eu vou recomendar agora, Elas têm versões gratuitas. Não precisa gastar grana pra poder instalar nenhuma delas no seu site. É só tempo e esforço mesmo.
Então, do meu ponto de vista, tem três categorias distintas de ferramentas que são necessárias para fazer CRO. A primeira categoria Ferramentas de Web Analytics ou Digital Analytics. A segunda, a categoria pessoal, ferramentas de coleta de feedback dos visitantes de vocês. E a última categoria, são as ferramentas de Teste A/B que, por ora, não vão ser muito necessárias pra gente, mas que é bom saber que elas existem e saber pra qual que você corre na hora que o bicho pegar. Vamos falar em mais detalhe. Categoria número um, ferramentas de web analytics ou de digital analytics. Pra
gente saber o que os nossos visitantes estão fazendo no nosso site, a gente tem que coletar dados sobre os padrões de navegação deles, correto? Sem isso, fica difícil a gente entender quais partes das iniciativas de CRO que a gente está fazendo estão dando certo E quais não estão dando certo. E a minha recomendação aqui, galera, para esse tipo de ferramenta é usar o Google Analytics. Ele é gratuito, ele é bem fácil de instalar e eu não recomendo outras ferramentas para isso, Porque o GA, o Google Analytics, ele realmente é a opção mais completa dentre as
grátis Que existem no mercado atualmente. Então vão de Google Analytics que a chance de dar erro é muito baixa. Passando pra segunda categoria, galera, ferramentas de coleta de feedback dos visitantes. Uma das fontes mais poderosas que vocês vão ter de insights para a otimização para CRO, vem desses momentos que vocês podem conversar com os visitantes de vocês. E tem ferramentas que permitem com que vocês mostrem perguntas para os visitantes enquanto eles navegam. Então aquela caixinha que aparece no canto direito da página geralmente, lá embaixo, e muita gente deve pensar: Pô, mas quem responde essas perguntas?
Eu nunca respondo. E a resposta é que muita gente interage com essa caixinha E oferece respostas ali para as perguntas apresentadas. É importante ter isso lá, porque isso é uma ferramenta essencial. É um método essencial para coletar feedback do seus visitantes, fazer perguntas que vão te ajudar a entender onde é que está pegando no calo da galera para você poder ir lá, otimizar e melhorar com isso seus resultados. Então, a minha recomendação para esse tipo de ferramenta é o Hotjar. E eles oferecem um plano gratuito similar ao Google Analytics, que dá para você instalar no
seu site agora mesmo. E o que é interessante aqui, pessoal, é que além de possibilitar essa exibição dessas caixas que aparecem com perguntas, o Hotjar também vai te dar acesso A outras duas coisas muito legais: mapas de calor, tanto para click quanto para scroll, gravações, vídeos mesmo que você pode assistir dos seus visitantes navegando no seu site. É claro que é tudo anônimo. Você não consegue saber quem exatamente é aquela pessoa, a quem pertence aquele vídeo que você está assistindo, Mas dá para você ter uma noção de onde o pessoal tá trombando com barreiras ali
que talvez sejam invisíveis para você, porque você é o dono ou dona do site. A gente vai ficando meio cego com relação aos defeitos nas nossas próprias criações. E, por fim, pessoal. A terceira categoria de ferramenta aqui são as ferramentas de teste A/B. Como eu disse em alguns vídeos anteriores, a gente não vai falar tão cedo sobre Teste A/B aqui. Só que para quando chegar a hora a ferramenta que vocês querem é o Google Optimize. E mais uma vez, essa é a minha recomendação, porque ele é gratuito e dentre as gratuitas que existem por aí,
não tem nenhuma outra melhor ou mais fácil de usar. Tá bom? Então assim, não vou entrar em mais detalhes agora sobre o Optimize, Mas guardem esse nome, é importante. Quando chegar na parte do curso onde essa ferramenta vai ser relevante pra gente, eu vou lembrar vocês, de qualquer forma, mas já guardem o nome desde agora. Beleza? Pessoal, é importante vocês tentarem instalar essas pelo menos as duas primeiras ferramentas, o Google Analytics e o Hotjar no site de vocês, antes de continuar Para os demais módulos desse curso. Se não der, beleza. Mas idealmente você vai ter
que ter essas ferramentas ali para conseguir coletar alguns tipos de feedback que eu vou ensinar a vocês a fazer nos próximos vídeos. Tá bom? Galera, chegamos ao fim dessa aula. Na próxima aula a gente vai falar um pouquinho Sobre quais tipos de conversão existem, como que a gente pode calcular a taxa de conversão do nosso próprio site para gente saber se está melhorando ou se está piorando. O método que vou passar para vocês ele é rápido, ele não é muito complicado, viu? Então, vejo vocês no próximo vídeo. Muito obrigado, mais uma vez pela atenção. Salve
galera! Bem-vindos a mais uma aula Do nosso maravilhoso curso de CRO. E bora falar mais do assunto! No módulo anterior, a gente falou sobre alguns motivos aí né que existem pra gente fazer CRO certo? O lance todo de que CRO é uma sequência de passos que você pode repetir. Isso te deixa conhecer melhor seus visitantes e entender as necessidades deles e, com isso, melhorar o que? Melhorar suas taxas de conversão e fazer mais grana para sua empresa, Que é o que todo mundo que está assistindo isso aqui quer. Nessa aula de hoje a gente vai
entrar um pouquinho mais dentro desse mundo das conversões. E a gente já aprendeu o que é uma conversão. Uma conversão é uma ação que é aquela ação que você mais quer que os seus visitantes façam no seu site. E geralmente É uma ação que está ligada às metas de negócio do site. É aquela ação que quando realizada pra um visitante, se realizada, ela vai melhorar alguma métrica que é importante para você ou o pro seu negócio, ou vai resultar em “dindin”, grana entrando no seu bolso. Então, para a maior parte dos sites, uma conversão te
deixa mais perto de ganhar grana, Tá pessoal? Só que tem sites também onde a conversão não gera grana. É importante a gente lembrar dessa observação. E aí eu imagino que talvez você esteja se perguntando: se tem mais ações relevantes do que uma só para os visitantes fazerem no meu site, será que essas ações também podem ser consideradas como uma conversão? Ou o meu site só pode ter uma conversão? Bom, a resposta é sim, o seu site pode ter mais de uma conversão. Pra gente entender melhor, vamos falar sobre os dois tipos de conversão que existem
galera. Macro-conversões e micro-conversões. Para explicar esses dois conceitos, a gente vai imaginar três sites aqui que têm modelos de negócio completamente diferentes, beleza? O primeiro site é um e-commerce. É uma loja virtual que vende qualquer coisa. O produto não importa pra gente. O que interessa é o modelo de negócio. O segundo site é uma montadora de carros. E o terceiro site é um portal de notícias. Pra gente entender macro e micro-conversões, a gente precisa entender as metas, os objetivos desses sites, porque que eles existem e o que eles estão lá para fazer. O e-commerce, galera,
quer vender produtos. Eu acho que esse é o mais simples de entender, bem direto ao ponto. A montadora de carros, ela quer que o contato dos potenciais clientes interessados em fazer test-drive chegue até ela através do site. Pra quê? Pra levar essa galera pra concessionária e tentar fazer a venda do carro por lá. Ou seja, o objetivo do site é fazer a galera preencher um formulário de contato Para fazer o test-drive. E, por fim, o portal de notícias quer que o maior número possível de pessoas leia as matérias que estão sendo publicadas, porque é assim
que eles ganham grana. Toda vez que alguém clica nos banners, nos anúncios publicitários que aparecem junto das notícias, o dono desse portal ou a empresa que está rodando esse portal de notícias, ganha dinheiro. Agora, a gente tem os nossos exemplos. Bora falar dos tipos de conversão que existem e são dois. Existem macro-conversões e micro-conversões. Macro vem de grande e micro vem de pequeno, ou seja, a ação da macro-conversão é uma ação grande e a ação da micro-conversão é uma ação pequenininha em comparação. Uma macro-conversão geralmente envolve uma ação Que exige um comprometimento maior por parte
dos seus visitantes. Como eu falei agora a pouquinho, quando esse tipo de conversão acontece, geralmente significa que você vai ganhar grana. As macro-conversões, normalmente elas afetam positivamente os KPIs do seu negócio. KPI ou Key Performance Indicators, Indicadores chave de performance em bom português, que são aquelas métricas, Aqueles números galera, que você olha para saber se o seu negócio está indo bem ou não. Sabe as metas de negócio que a gente acabou de falar sobre para cada um dos tipos de sites que a gente criou aqui agora como exemplo, essas são as macro-conversões. Para o e-commerce,
a venda de um produto e uma macro-conversão. É para isso que o site está lá. No caso da montadora de carros, eles não têm geralmente a pretensão de tentar vender o carro online. É muita grana, é uma venda que é difícil fazer online. Então eles sabem que se o cliente fizer um test-drive na concessionária e gostar do carro, aí a chance da venda acontecer é muito maior. Então o macro-conversão pra eles acontece quando um visitante Preenche o formulário de contato para fazer esse agendamento do test-drive. E por fim, para o portal de notícias, nosso terceiro
exemplo, a conversão é um clique em um anúncio publicitário. Sempre que o visitante abre uma notícia, ou um artigo, um monte de banners aparece junto. Tenho certeza que você sabe do que estou falando. E aí, se o visitante clicar, O dono do site de notícias recebe grana da galera que está anunciando nesses banners. Falando das micro-conversões agora, pessoal, elas são ações menores. São as ações que geralmente levam a uma macro-conversão. Então pensa que as micro-conversões são os passos que o visitante precisa fazer pra chegar na macro-onversão, na conversão grandona. Então, essas micro-conversões São legais para
ajudar a gente a entender se tem alguma coisa dando errado nesse caminho. E aí, voltando para os nossos exemplos, algumas possibilidades de micro-conversão para uma loja virtual seriam ações que levam o visitante até uma compra. Coisas como: criar uma conta no site, abrir a página de um produto para ver mais detalhes sobre esse produto, Adicionar um produto ao carrinho, interagir com o chat para resolver dúvidas, que é sim uma forma de manifestar interesse. Adicionar um produto à lista de favoritos para consultar depois e por aí vai. Tudo isso aí pode, eventualmente, levar para o objetivo
principal, que é a venda ou, da perspectiva do visitante, a compra, certo? Então, tudo isso aí pode ser considerado Como micro-conversão. No caso do site da montadora de carros, micro-conversões seriam coisas como ver a página de ofertas, assistir o vídeo promocional de algum carro, montar o seu carro ocom simulador virtual. Repara que frequentemente aparece um formulário de contato depois que você faz isso nesse tipo de site. E para o portal de notícias, Que é o nosso último exemplo, algumas micro-conversões para acompanhar poderiam ser coisas como abrir a página de um artigo ou de notícia, aceitar
as notificações em tempo real no seu computador ou no seu celular para saber quando que novas notícias foram publicadas. Assinar a newsletter do portal pra receber a notícia por e-mail todo dia. O que faz né, todas essas coisas, com que o visitante acabe tendo um contato mais frequente com o site. E aí por isso, esse ou essa visitante lê mais matérias, o que por sua vez, aumenta a chance dele ou dela clicar em algum anúncio e aí “tim-tim”, chegamos na macro-conversão, que é a grana pra esse portal de notícias. Agora que a gente já sabe
O que é uma macro-conversão e o que é uma micro-conversão, é importante a gente ter também definições de quantas dessas conversões a gente pode ou até precisa definir para os nossos sites. Galera, é bom definir só uma ou duas macro conversões pro seu site. Essas macro-conversões vão ser sua principal preocupação daqui em diante, uma vez que essas são as ações Mais importantes para você, né? São as ações que você tem que se certificar de que vão acontecer para poder gerar receita para sua empresa. Então, geralmente, medir só as macro-conversões já é suficiente pessoal. A gente
não precisa necessariamente dar muita atenção para as micro conversões nessa fase inicial aqui da nossa jornada de aprendizado juntos tá? Mas se você quiser ter uma visão melhor do que está rolando nesse caminho Até a macro-conversão a acontecer, aí você pode sim, definir algumas micro conversões para observar também. No exemplo do e-commerce, se tem pouca gente abrindo a página dos produtos para ver mais detalhes, então é óbvio que vai ter menos gente ainda adicionando esses produtos ao carrinho e fazendo uma compra, concorda? A gente vai ter que primeiro entender por que ninguém está indo Ver
os detalhes dos malditos dos produtos e resolver essa parte primeiro. É por isso que ter macro conversões e micro-conversões são coisas úteis. Mas as micro-conversões especificamente, embora a gente não seja obrigada a pensar nisso, é legal dar uma raciocinada assim às vezes, porque vai te ajudar a entender o que é o próximo passo, se tem alguma coisa Quebrando no meio do processo, né? Mas por agora pensa nas suas macro-conversões primeiro. Se é que tem mais de uma, tá? Geralmente é uma só. E aí depois, ao longo do curso, você pode ir pensando em monitorar micro-conversões
também. Galera, para deixar claro para o restante do curso, na maioria das vezes que a gente estiver falando em conversão, a gente está falando de macro Conversões, beleza? E aí pra amarrar como uma lição de casa que bem fácil pra vocês fazerem, ó não vou arrancar o couro, hein. Eu vou pedir que vocês pensarem no objetivo do site de vocês e qual é ou quais são as suas macro-conversões. Escreve a sua macro-conversão, se for mais de uma das suas macro conversões em um pedaço de papel e guarda isso pelo restante do curso, Galera. Tudo que
vocês vão aprender Daqui pra frente vai ser para ajudar vocês a fazer com que essa macro conversão aconteça. E é isso, meu povo lindo! Na próxima aula eu vou ensinar vocês a calcular a famigerada taxa de conversão, que é uma das principais coisas que a gente tem que melhorar com CRO, para isso que a gente está aprendendo essa disciplina toda aqui. Então é isso galera, vejo vocês no Próximo vídeo, até lá. Beijão. E aí, galera, bora? Calculando taxas de conversão. Vamos aprender como é que faz essa bagaça? Bom, nas aulas anteriores a gente já aprendeu
o que é uma conversão e a gente descobriu que tem dois tipos de conversão certo? Conversões grandonas, as que fazem grana pra gente, conhecidas também como macro-conversões. E aí tem as conversões menorzinhas as “pitiquinhas”, aquelas que aparecem no caminho para as conversões grandonas. E essas pequenas são chamadas de micro conversões. A gente praticamente só vai falar de macro conversões daqui pra frente e é dentro desse contexto que a gente vai ter que falar do que é taxa de conversão. Então fica aí Pergunta: o que é uma taxa de conversão? Esse é o assunto da aula
de hoje. Pra explicar da forma mais simples possível pessoal, a sua taxa de conversão é um número que responde à seguinte pergunta: de todos os visitantes que chegaram no meu site quantos realizaram uma conversão? E isso é calculado com uma continha muito, muito fácil. É só dividir o número de conversões que o seu site teve um determinado período pelo número de visitantes únicos que o seu site recebeu nesse mesmo período. A gente calcula a taxa de conversão porque essa é a principal métrica que a gente está tentando melhorar quando a gente faz CRO. Se você
gerar mais conversões no seu site, isso geralmente significa Que você está gerando mais grana também. E a disciplina de CRO, ela se propõe o que: a promover melhorias no seu site para aumentar a sua taxa de conversão. É a principal métrica nessa história toda. Então, é por isso que é importante medir essa métrica, esse número. Sem ele, a gente não consegue saber se as alterações que a gente vai aprender a fazer no nosso site né, Ao longo das próximas aulas e no decorrer do curso todo, se essas alterações estão surtindo efeito positivo ou não. Voltando
aos números pessoal, a sua taxa de conversão é sempre expressa em formato de porcentagem. Então bora fazer um exemplo aqui, vai, pra gente entender um pouquinho melhor. Se o seu site é um e-commerce, Uma loja virtual, a sua conversão principal, ou seja, a macro conversão para aqueles que estão esquecendo já da anterior, a sua macro-conversão é vender produtos. Essa é a conversão principal, é isso que você quer que faça no site, que aconteça no site. Então vamos supor que você quer saber qual foi a taxa de conversão desse seu site do seu e-commerce nos últimos
três meses. Vamos supor também que nesses últimos três meses, o seu site tenha recebido dez mil visitantes e tenha conseguido fazer duas mil vendas. Ou seja, o site teve duas mil conversões. Que, como eu falei agora no nosso exemplo, são vendas. Essa é a ação principal, a macro-conversão para praticamente todas as lojas virtuais que existem por aí. O que a gente tem que fazer então, galera, com esses números? É só dividir essas duas mil conversões pelos dez mil visitantes. E isso vai dar 0,2, que se a gente expressar em porcentagem, vira 20%. E “voilà”. Tá
aí a taxa de conversão do nosso e-commerce exemplo aqui, foi de 20% nos últimos três meses. É boi né galera, é fácil. Pra aqueles que não enxergam esse lance do número decimal Virar uma porcentagem com muita facilidade, vou deixar um truque para vocês. Pra descobrir a porcentagem que um número decimal representa, é só ignorar os zero vírgula que aparece no começo. Então, por exemplo, 0,2 vira 20%. 0,38 vira 38%. 0,015 tem um zero a mais ali, vira 1.5%, 1,5% ou um e meio por cento. Quando tem esse zero a mais, Você precisa ignorar os dois
primeiros zeros. Daí você adiciona a vírgula no percentual. E por aí vai. Eu acho que com esse tipo de exemplo, talvez fique mais fácil para algumas pessoas que não têm tanto conforto assim com essa história de lidar com números decimais e converter els percentuais e por aí vai. Beleza? Então queria deixar essa dica para vocês. Tem algumas perguntas comuns que aparecem no momento de fazer esse cálculo. Eu vou tentar cobrir algumas dessas perguntinhas aqui, então vamos lá. A primeira delas pergunta número um: onde que eu acho esses números? Como é que eu sei quantos visitantes
o meu site recebeu? Quantas conversões eu tive? Você encontra esses dados, meus bonitos e minhas bonitas na sua plataforma de analytics, Que para a maioria de vocês deve ser o Google Analytics. Lembra que a gente falou lá no comecinho do curso que ia precisar de algumas ferramentinhas? Então, chegou a hora. Você até pode conseguir otimizar, fazer CRO e melhorar o seu site sem saber a sua taxa de conversão e sem ter uma ferramenta como o Google Analytics instalada no seu site. Só que fica difícil saber se as mudanças que você está fazendo estão realmente surtindo
efeito, se você não tiver esse número, se você não souber a sua taxa de conversão. Pra aqueles que já tem o Google Analytics instalado, que é um pré-requisito para gente poder continuar com algumas das partes do curso, você encontra o seu número de visitantes Indo até a barra da esquerda, em público-alvo e aí depois você clica em Visão Geral. Deve ser o primeiro número que aparece para você. Só que eu imagino que muitos de vocês que estão assistindo esse vídeo agora, já estão usando a nova versão do Google Analytics, o Google Analytics 4, que é
a versão mais moderna realmente da plataforma. E como ela está sendo instalada por padrão em alguns sites, é bem possível Que alguns de vocês tenham uma interface diferente dessa que eu mostrei agora. Então, para quem está no GA4, Google Analytics quatro, você tem que clicar em Ciclo de Vida, depois Aquisição e aí depois Visão Geral da Aquisição. E aí Usuários, vai ser o primeiro número que aparece na sua tela. Já sobre conversões, meu povo, Infelizmente esse número nem sempre vai vir prontinho, mastigadinho pra você poder consultar. Vai depender muito de qual que é a sua
conversão. Você precisa encontrar o número de vezes que a ação que representa a sua conversão aconteceu no site. Então, se a sua conversão for vendas, por exemplo, essa informação vai estar mastigada. É uma das poucas vezes Onde ela já vem prontinha e você vai conseguir encontrar ela em Conversões, Comércio Eletrônico, Visão geral. O que você está procurando nessa tela e o número de transações. Esse é o seu número de conversões, caso a sua conversão seja uma venda, como eu acabei de falar, né. No GA4, essa informação aparece dentro de Ciclo de Vida, Monetização. O número
vai aparecer um pouquinho escondidinho. Ele aparece no topo da coluna Compras de Comércio Eletrônico. Mas se a sua conversão não for uma venda? Então ela provavelmente vai aparecer como um evento nos seus relatórios. Só que esse evento vai precisar ser configurado para um número aparecer lá, para as informações serem populadas. Então a gente não vai falar em detalhe, aqui agora, sobre como fazer isso, Como configurar os eventos e como fazer eles aparecerem dentro do Google Analytics. Só que o próprio Google tem um artigo muito bom, explicando certinho o que você precisa fazer para implementar eventos.
E não é difícil, galera. Se eu sua conversão não for uma venda, então dá uma olhadinha nesse artigo desse link aí Que está para vocês na tela agora, beleza? Lá vocês vão ter um set detalhado de instruções, ensinando vocês a fazer a implementação dos eventos caso eles não estejam presentes já dentro do seu Google Analytics. Pergunta número dois pessoal: por que a gente usa visitantes nessa conta? Dá para usar visitas e fazer a conta? Ela sai do mesmo jeito? Muda alguma coisa? Bom, a gente mede a taxa de conversão usando visitantes como base, porque a
maior parte das iniciativas de melhoria do site que a gente vai fazer através do CRO, tem como objetivo alterar o comportamento de quem? Dos visitantes. Não é? Só que pra gente, não importa se isso acontece em uma visita só ou se acontece Ao longo de múltiplas visitas. O que a gente quer é fazer com que pessoas que não iriam converter normalmente, convertam. Então, se o fulano ou a fulana não ia comprar no nosso site, a ideia é que a gente altere coisas através do conhecimento que a gente vai adquirir estudando o CRO, para tornar o
site mais persuasivo, para melhorar a navegação, Para fazer com que a oferta certa apareça na hora certa para a pessoa certa, fazendo, portanto, com que o fulano ou a fulana que não ia comprar, acabe comprando. Só que pra gente quase nunca interessa se essa pessoa vai comprar nessa sessão específica, nessa visita específica ou nessa visualização de página específica. Contanto que a pessoa converta, contanto que ela compre, pra gente Está de bom tamanho já. E é por isso que a gente usa visitantes como métrica base, pessoal. Porque um visitante pode gerar um monte de visitas e
um monte de visualizações de página. A métrica visitante, ela já inclui tudo que pode ser relevante pra gente. Então, as melhorias que a gente vai promover no nosso site de novo, elas têm como objetivo Alterar o comportamento da pessoa de um modo geral, não necessariamente uma visita específica. Não importa pra gente se o cara entrou e saiu três, seis, dez, cinquenta vezes do site para comprar. O que importa é que esse cara compre num cenário onde normalmente essa compra não aconteceria sem a gente Fazer a mágica que a gente está fazendo com o CRO. Alguns
de vocês podem já estar mais espertos aí ou já ter lido um pouco mais sobre o assunto. E podem estar pensando: mas André, não tem alguns tipos de testes, de iniciativa em CRO que miram em visitas? Que precisam usar visitas no cálculo base? Por exemplo, se eu quero aumentar o número de visualizações De página por visita, daí a sua recomendação de usar visitantes não vai funcionar. E se você pensou isso, você está certo ou certa. De fato, tem algumas iniciativas de melhoria, alguns tipos de teste A/B, que precisam mirar em visitas mesmo, galera. Só que
na maioria esmagadora das vezes você vai usar usuários ou visitantes, visitantes únicos, Como a sua métrica base para fazer esse cálculo. Dentro do Google Analytics, essa métrica chama Usuários sempre, mas em outras plataformas pode aparecer como Visitantes Únicos. Beleza próxima pergunta, a pergunta número três. Por que a gente calculou a taxa de conversão dos últimos três meses? Eu posso usar algum outro período De referência para isso? Você está livre. Você pode calcular para qualquer período. Eu geralmente acho útil calcular para algum desses três aqui. Geralmente, é com essas essas bases aqui que eu trabalho. Fazer
o cálculo do mês. Qual foi a taxa de conversão nesse mês? Pra ter uma ideia de como é que a taxa de conversão está andando recentemente, né? Ou outra opção: calcular para os últimos três meses, porque isso te dá uma visão fresca da taxa de conversão que te permite entender assim, se ela aumentou, se ela caiu com as últimas alterações que você fez no site, com as últimas campanhas que você rodou. Então, um período um pouquinho maior te permite ter uma janela Melhor de entendimento do que está acontecendo, só que depende de seu propósito. Às
vezes você quer saber o que aconteceu mais ali no específico das últimas semanas. Então, depende do seu caso. E, por fim, eu acho útil olhar o ano todo também até o mês atual, para saber se a gente está mandando bem e está mandando mal no ano vigente. Pode ser uma informação legal também pra ver se tem flutuações, se tem sazonalidade, se algum evento aí, algum feriado, por exemplo, melhorou ou piorou sua taxa de conversão e por aí vai. Então, escolhe o período que faz sentido para você, de acordo com o que você quer verificar. Se
você rodou, por exemplo, Uma super campanha de marketing mês passado, pode ser que faça sentido sim olhar a taxa de conversão só durante o período da campanha para ver se afetou ou não, igual eu tinha falado antes. Então o período, pessoal, é aberto. Só se certifiquem de que vocês estão pegando as métricas para o mesmo período. Sempre tem que ser visitantes Ou usuários daquele período, comparados com a taxa de conversão ou, no caso, número de conversões daquele mesmo período. Não podem ser períodos diferentes. Não pode misturar pêra e maçã. E galera, a última pergunta. Pergunta
número quatro: Posso calcular a taxa de conversão de uma página ao invés de calcular para o site todo? Pode, sim. E faz sentido quando você quer avaliar Como é que está o desempenho de uma página específica do site na jornada em direção a uma conversão. Só que para fazer a conta desse jeito, você vai precisar usar os números de visitantes ou usuários e conversões só daquela página. Não pode usar do site todo. A gente vai focar em melhorar a taxa de conversão do site todo. Então, eu não vou entrar em muitos detalhes sobre cálculos para
páginas específicas por agora. Mas, tendo dúvida, mandem mensagem, entrem em contato e pode até ser que isso apareça em algum módulo no futuro do curso também. Só que é muito mais útil, de um modo geral, a gente olhar para a taxa de conversão global do site todo. Não é com tanta frequência que você tem uso para a taxa de conversão de páginas Específicas. Não. nesse começo que a gente está agora. Beleza, galera? E bora pôr a mão na massa. O exercício dessa aula é calcular a taxa de conversão do seu site. E é importante fazer
isso agora, porque todas as demais aulas daqui pra frente, meu povo, vão ensinar coisas para vocês para tentar melhorar esse número. Então a gente tem que ter um número. Na próxima aula a gente vai falar sobre o fluxo básico de CRO. Lembra que eu falei em aulas anteriores que CRO é meio que um sisteminha, uma sequência de passos que a gente pode repetir para gerar melhorias constantes no nosso site, pra fazer grana, para melhorar tudo pra todo mundo? Chegou a hora. A gente vai ver exatamente Quais são esses passos, o que tem que fazer para
o CRO rolar legal. O que vem antes, o que vem depois. E a gente vai desmistificar algumas coisinhas sobre CRO também. Fiquem bem. Mais uma vez, um beijo a todos e até a próxima aula. E vamos pra mais uma aula. Dessa vez a gente vai falar sobre o ciclo ou fluxo básico de CRO. Esse aqui da imagem, aquele que a gente Já tinha visto rapidinho no começo do curso, eu não sei se muitos de vocês lembram. Agora a gente vai explorar quais são os processos envolvidos nesse ciclo, o que a gente precisa fazer em cada
um desses processos e por que que esses processos são importantes? Basicamente, o ciclo tem atividades diferentes, Que vão ajudar a gente a otimizar uma página. É para isso que a gente está mexendo com isso aqui. Mas para começar a explicar essas atividades todas, a gente precisa dar um passo antes, antes de entrar no ciclo, que é escolher qual página a gente vai otimizar. Isso é super importante, galera. Como a gente vai ter que pensar um bocado Sobre como otimizar essa página que a gente escolher, a minha recomendação por agora seria que, inicialmente, a gente ficasse
concentrado em otimizar uma página por vez. Cada página que a gente decidir otimizar vai ter problemas diferentes, vai exigir soluções diferentes. Então, dividir o foco aqui não é uma boa ideia, uma vez que a gente Ainda está aprendendo. A gente está caminhando aqui junto. Então vamos com uma página só por vez, por enquanto. beleza? Bom, em teoria, você pode escolher qualquer página para otimizar. Só que, como eu venho falando, a gente está interessado em melhorar a principal conversão do nosso site ou as principais conversões para aqueles que escolheram mais de uma. Então, a gente precisa
escolher uma página que, se a gente conseguir otimizar, ela vai aumentar a chance dos nossos visitantes converterem. Nem todas as páginas do nosso site são iguais. Nem todas têm o mesmo nível de importância quando a gente está falando em gerar conversão. Então, por isso, esse processo de escolha da página, ele é como montar um caso de investigação Galera. Vocês vão precisar meio que ir juntando as pistas mesmo que vocês têm aí disponíveis pra vocês, pra entender quais páginas valem a pena a gente prestar atenção e otimizar. Eu uso algumas perguntas que são rápidas para responder,
mas que me ajudam a pensar em quais páginas eu poderia escolher. A gente tem que tentar escolher uma página que responda sim, para a maior parte dessas perguntas Que a gente vai aprender agora. E a primeira pergunta é: essa página que a gente está pensando em escolher, faz parte da jornada principal na direção de uma conversão? Ou seja, os nossos visitantes precisam passar por essa página aqui para eles converterem? De preferência, galera, a gente tem que usar páginas que fazem parte do caminho Para uma conversão. Se a gente tiver falando de uma loja virtual, por
exemplo, as páginas que fazem parte da jornada principal geralmente são a Home ou alguma página de campanha, que é onde a galera vai chegar no seu site. E aí, desse lugar, geralmente os visitantes podem escolher qual categoria ou subcategoria de produto que eles querem explorar. No passo seguinte, vem a página de categorias. Caso o seu site tenha, nem toda loja virtual tem uma página de categoria. Aí, se os visitantes escolhem uma categoria, eles vão para a página de listagem de produto, certo? Aquela que geralmente mostra uma grade de produtos que os visitantes podem escolher e
clicar. E aí, se algum produto foi clicado, o visitante vai então para a página De detalhes do produto, a famosa PDP, página de detalhe do produto. Se esses visitantes adicionarem qualquer coisa no carrinho deles, aí eles vão pra página do carrinho ou, em alguns casos, direto para o checkout. Para começar o processo de preencher o endereço de entrega, escolher método de pagamento e por aí vai. Então, de modo geral, Essa sequência de páginas são as páginas que fazem parte da jornada principal do seu site. Em outras palavras, são as páginas que vão fazer parte da
experiência da maioria da galera, da maior parte dos seus visitantes quando eles forem comprar um produto com você, ou quando eles forem consumir o conteúdo que está produzindo e por aí vai. Dá para pular uma ou outra dessas páginas, pra gente conseguir comprar numa loja virtual, por exemplo. Só que a maior parte dos visitantes vai acabar passando por todas elas em algum momento ou em outro. Então a gente tem que dar preferência para essas páginas, porque elas são parte da jornada principal. Por exemplo, otimizar a sua página De detalhe do produto, tem uma chance muito
maior de gerar resultado para você do que otimizar sua página de Fale Conosco, de Contato, visto que tem muito mais gente vendo a sua página de detalhe do produto comparado com a sua página de Fale Conosco e Contato. Não que você não tem que otimizar. Mas a gente tem que priorizar aqui e isso é importante. Então, a primeira pergunta que a gente se fez era se a página que a gente está escolhendo faz parte da jornada principal de conversão do site, certo? A segunda pergunta pessoal, se essa página que a gente está escolhendo tem um
volume alto de tráfego? E quando eu digo tráfego aqui, eu estou falando Do volume de visualizações que essa página tem. Você encontra esse dado, essa informação dentro do Google Analytics. E a gente quer ver, dentre essas páginas principais que a gente escolheu na primeira pergunta, quais são as mais vistas pelos visitantes? Ou seja, a gente está tentando entender aqui quais são as páginas Top do top mesmo, creme do creme, as que fazem parte da jornada principal de conversão, mas que, além disso, também estão recebendo um montão de tráfego. Inclusive recebendo mais tráfego do que as
demais páginas, que também são importantes para a nossa jornada de conversão. Vocês concordam que se a gente melhorar Um aspecto de uma página que tem um montão de gente vendo, é muito maior a nossa chance de impactar mais gente com isso? E daí a gente gera uma conversão com mais facilidade também. Então, lembrando aqui que você sempre tem que comparar períodos iguais. Quando você estiver vendo esse lance do volume de tráfego das suas páginas, você sempre tem que comparar períodos iguais. Não pode comparar, por exemplo, o número de visualizações que uma página teve em um
mês versus o número de visualizações que outra página teve durante três meses. Fica injusta a comparação. O tempo, ele tem que ser igual. Senão a gente não consegue comparar maçã com maçã. Eu geralmente olho quanto o tráfego as páginas tiveram nos últimos três meses, galera. Porque ainda para ter uma noção legal do que tem acontecido com essas páginas nos últimos tempos, não é uma visão tão curta como olhar um mês só, por exemplo, e nem uma visão tão longa quanto olhar o ano todo. Mas o importante é você usar o mesmo período, tá? Independente de
qual seja a duração dele. E aí o pessoal pode responder essas duas perguntinhas, Você provavelmente já vai ter uma lista inicial de quais páginas você pode otimizar, o que faz sentido, e você vai conseguir ordenar a importância delas também de acordo com o tráfego que elas recebem. E aí, em seguida, o ideal é você começar a pensar se você já tem alguma ideia do que você poderia fazer para melhorar Alguma dessas páginas que apareceu aí na sua lista, como páginas que fazem parte da janela principal, e recebem bastante tráfego. A gente vai aprender diversas formas
ao longo do curso de melhorar as nossas páginas. Mas caso você já saiba que uma dessas páginas aí tem algum tipo de problema óbvio, então é uma boa ideia Começar o seu processo de otimização por essa página. Você vai saber isso caso seus visitantes já estejam reclamando da sua página. O seu SAC vai te acusar isso. Seu sistema de Chat online. Se já tiver algum tipo de reclamação aparecendo sobre a navegação em alguma página específica, isso já é um bom indicador para você de que essa página tem potencial Para ser melhorada e pode ser que
valha a pena escolher ela como seu alvo aí, das melhorias que você vai tentar fazer. É importante dizer, pessoal, que o Google Analytics ele também te dá uma ideia de quais páginas podem ser problemáticas. Porque existe uma métrica lá dentro que chama taxa de rejeição. E você pode olhar a rejeição de cada página que você tem no seu site Individualmente. As que tiverem valores altos, taxas de rejeição altas, provavelmente precisam de um pouquinho mais de carinho, um pouquinho mais de atenção do que as outras. Pra aqueles que não sabem, em resumo, a taxa de rejeição
do Google Analytics é basicamente um número, em percentual, que diz quantos por cento dos visitantes que entraram naquela página Não realizaram nenhuma ação em seguida e saíram do site. Essa galera, eles rejeitaram o seu conteúdo. Taxa de rejeição alta não é um bom indicador, tá galera. Páginas com taxa de rejeição alta são boas candidatas a serem otimizadas e é por isso que o Google Analytics te ajuda nesse sentido. A taxa de rejeição, ela é medida com base em seções. Isso é importante dizer. Eu falei o número de pessoas lá atrás, mas, na verdade, para fins
ali de cálculo no Google Analytics, ele vai olhar quantas sessões, quantas visitas aconteceram, onde não teve ação na página e daí a pessoa já imediatamente saiu do site logo em seguida. Por fim, galera, um detalhe importante. Quando eu digo aqui que a gente precisa escolher Qual página otimizar, eu não estou necessariamente me referindo a uma página só. Pode ser um tipo de página também, um template. Por exemplo, se a gente decide otimizar a tal da PDP, a página de detalhe do produto na nossa loja virtual, é extremamente provável que todas as suas PDPs sejam ou
iguais, ou muito parecidas. Todas elas devem ter a mesma cara, o mesmo template. Então, por conta disso, nesse caso específico, a gente não ia pegar uma PDP de um produto para otimizar. Mas sim o template da página PDP, que vai aparecer para todos os produtos do site. É isso que a gente vai otimizar, tá? Lição de casa para amarrar, galera. Respondam, por favor, As duas perguntas que a gente discutiu nesse vídeo, e criem uma lista com as três páginas que vocês acham, nesse momento, que mais faz sentido você tentar otimizar para o site de vocês.
Lembrando mais uma vez que essas páginas devem, de preferência, ser parte da jornada principal de conversão e, se possível, ter um número bastante alto de visualizações. É isso que a gente está tentando pescar aqui. Na próxima aula a gente vai começar a falar um pouquinho sobre o ciclo de otimização, dessa vez começando pra valer do primeiro passo. Tá bom? Valeu galera! Até mais. Até o próximo vídeo. Fala meu povo bonito. Bora seguir adiante aqui? Entrar de verdade, Dessa vez, no nosso ciclo básico de CRO? Vamos nessa então. Na aula anterior, a gente escolheu qual vai
ser a página ou quais vão ser potencialmente as páginas que a gente vai otimizar. Se você não conseguiu chegar nessa listinha, não se preocupa. Depois de entender o ciclo todo aqui, eu acho que vai ficar um pouco mais fácil para você decidir por qual página começar, Porque você vai entender um pouco melhor o que a gente vai ter que fazer para essa página. Entrando no nosso ciclo, o primeiro passo é o que a gente chama de coleta de dados e ideação, que nada mais é do que o processo de coletar dados usando aqueles tipos de
ferramentas que a gente viveu no início do curso, ou seja, principalmente O Google Analytics ou similar, para coletar dados quantitativos e, principalmente, Hotjar ou similar para coletar dados qualitativos. Pra fazer o quê com esses dados? Pra em seguida a gente usar eles pra chegar nas ideias que a gente vai ter, que podem ser aplicadas nas nossas páginas, com a intenção de melhorar a experiência dos visitantes Que estão passando por elas. A gente não vai entrar em muito detalhe nesse passo agora, porque é basicamente os próximos módulos do nosso curso eles vão ser muito focados exatamente
nisso aqui, que é o tópico da nossa discussão. Fundamentos, práticas, processos, métodos que estão sendo utilizados no mundo todo pelas maiores empresas para fazer o site funcionar melhor e gerar Boas conversões. Pra chegar nessas ideias que são capazes de ter esse efeito. Só que de um modo geral, para esse passo não fica muito vago dessa ideação e coleta de dados não fica muito vago na cabeça de vocês, se a gente tivesse falando, por exemplo, da home page de uma loja virtual, algumas das possíveis ideias de otimização que a gente teria aqui Seriam coisas como: não
utilizar banner carrossel. Sabe aquele banner gigantão que aparece, que gira automaticamente os slides? Tem um monte de estudos aí nesses últimos anos, mostrando no mercado aí, de modo geral, que banners estáticos tendem a converter um pouquinho melhor do que esses banners Que rodam automaticamente. Isso é um exemplo de medida de otimização que a gente pode usar com a nossa página. Uma coisa que a gente pode fazer para melhorar a performance da página e gerar mais conversões. Mais um exemplo: você pode apresentar a oferta principal da sua empresa logo que a página carrega. Ou seja, não
depender dos visitantes scrollarem a página para entender o que você está vendendo. Já apresentar isso de cara, no que a gente chama de primeira dobra, que é a área da página que carrega sem ninguém ter que scrollar pra ver o restante do conteúdo. Então, se a sua oferta não aparece lá no momento, fazer com que ela apareça pode ser uma medida legal de otimização também. E daí, como um terceiro exemplo, mostrar o carrinho no topo Superior direito. Vamos supor que ele está no topo superior esquerdo da página no momento, e a gente quer inverter isso,
quer mostrar ele no lugar que é mais comumente utilizado por lojas em todo o lugar, como o lugar onde o seu carrinho aparece. A maior parte das pessoas vão procurar esse elemento nesse lugar. Então a gente vai passar aqui por trocentas ideias ao longo do curso, Muito em breve, com o módulo que vai ser só para falar das principais fontes de dados, que a gente vai chegar nessas ideias e também falar das ideias em si. Só que é isso que acontece nesse passo aqui que a gente está agora. Você vai parar aplicar vários métodos diferentes
para ter ideias de como otimizar as páginas do seu site e a partir disso, Possivelmente gerar testes também para ver se as ideias têm a performance que você estava esperando que elas iriam ter de verdade. Pra não deixar vocês de mão vazia até a gente chegar nessas aulas que vão falar de ideação em mais profundidade, vão falar dos princípios aqui que existem para você gerar ideias e de onde vem o embasamento por trás deles, Eu vou contar um truque que eu uso para ter ideias muito rápidas de otimização para aquela página que a gente escolheu
otimizar. Isso que eu vou falar agora pra vocês, se aplica para qualquer página. A primeira coisa é: você tem que se perguntar se é possível entender a oferta que você está colocando na frente do seu visitante Logo que a página carrega, que é essa ideia que eu falei agora a pouco como exemplo para a loja virtual. Qualquer um que acessar o seu site tem que conseguir entender o que você está vendendo e o que torna o seu produto ou serviço único. O que você poderia fazer para sua oferta ficar mais evidente? Pra ela ficar mais
clara, mais fácil de entender E mais atraente também. Isso é uma ideia de otimização. Isso é uma coisa que você pode fazer em praticamente qualquer página do seu site. Depois, eu me pergunto se tem alguma ação para o visitante fazer assim que o site carrega, ou seja, tem um botão com uma chamada para os visitantes clicarem, por exemplo? Se não tiver, vale a pena pensar em colocar um. Isso também já seria uma ideia de otimização. A galera aterrisa no seu site meio que esperando um certo direcionamento do que fazer. Então não ter um botão lá,
que é a principal ação a ser realizada naquela página, costuma atrapalhar um pouquinho o pessoal. É melhor você oferecer esse direcionamento. Caso você já tenha um botão, então a gente precisa pensar se a ação que o seu botão está mandando o visitante Fazer ou está pedindo para o visitante fazer, é a ação que esse visitante está buscando nessa página nesse momento. E se você achar que não, suspeitar que não, tiver algum dado indicando que não, o ideal é pensar em mudar isso. E, por fim, uma outra coisa que eu faço é me perguntar se o
texto na minha página é fácil de ler. Dá pra ler bem o texto da página Toda? A cor da fonte que eu estou usando, ela estabelece contraste suficiente contra o fundo? O tamanho das minhas fontes tá bom? Se você colocar uma pessoa que tem dificuldades com leitura, vai dar certo? Essa pessoa vai conseguir ler? As informações mais importantes, elas estão aparecendo com fontes maiores do que as menos importantes? Isso aqui também te ajuda A chegar em ideias. Eu só estou querendo dar um cheiro pra vocês, como eu falei, os próximos módulos vão incluir um monte
de ideias diferentes. Vou colocar muita minhoca na cabeça para vocês pensarem. Mas aqui já tem alguns raciocínios iniciais de coisas que geralmente atrapalham a taxa de conversão, caso elas não sejam feitas direitinho, tá? Vamos ver mais um montão de coisa Lá pra frente, mas o nosso primeiro passo no ciclo de CRO é esse: coletar dados pra gente a partir desses dados, conseguir ter ideias do que precisa ser feito e porque que isso precisa ser feito. No próximo passo do ciclo, pessoal, a gente vai entender melhor como priorizar essas ideias que a gente está tendo. Como
decidir Quais que a gente vai usar e quais que a gente vai ou deixar pra depois ou vai descartar mesmo. Eu vejo vocês no próximo vídeo pessoal, tudo de bom. Salve, Salve galera! Belezinha com vocês? Vamos em frente! Nas aulas anteriores, você já criou uma lista inicial de quais páginas você potencialmente vai querer começar a otimizar no seu site. E você viu também que o primeiro passo do nosso ciclo de CRO é o de coleta de dados e ideação. Então, depois que você já tiver algumas ideias de otimização aí pra tua página, você vai ter
que escolher quais dessas ideias você realmente vai usar. Porque com os métodos que a gente vai aprender no curso vai ser bastante comum Você cair num lugar onde você tem dezenas de ideias diferentes para uma página, só que não dá para executar todas elas de uma vez só. A gente vai ter que priorizar. E esse é o segundo passo do nosso ciclo de CRO. E é também o assunto da nossa aula de hoje. Tem um monte de sisteminhas de pontuação diferentes que foram criados exatamente para te ajudar A ordenar suas ideias, a priorizar elas. E
desses sisteminhas, o que eu acho que é mais fácil de entender é o que chama PIE, PIE. E por que o nome desse treco é PIE? Ele chama PIE porque PIE é abreviação, é uma sigla da verdade, que inclui os três critérios de avaliação que você vai ter que usar para pontuar cada uma das ideias que você teve. E os três critérios, eles têm nomes em inglês, Mas que funcionam em português também. Então, não precisa mudar nenhuma das letras, né? E os critérios são P de Potencial, I de Importância e E de Esforço. Vamos falar
em mais detalhe. Pra cada ideia que você teve, você vai ter que atribuir uma pontuação de 0 a 10 para cada uma dessas três letras. E aí, galera, começando pelo começo, Vamos falar do P de potencial. Aqui você vai ter que avaliar qual é a chance dessa ideia dar certo na sua opinião, tá? No seu feeling de 0 a 10, sendo que zero significa que você não acredita nem um pouquinho da ideia e dez significa que você tem certeza quase absoluta que se você testar essa ideia, ela vai dar certo. E como eu falei, galera,
Isso aqui é no feeling, tá? É feeling mesmo, é sensação assim. É intuição. Se você teve a sua ideia de melhoria para a página, sua ideia de otimização baseada em dados, você viu dados que te levaram a acreditar que essa ideia pode ser uma solução boa, então, o potencial dessa ideia provavelmente é alto, visto que ela tem embasamento em dados. Ela não veio do nada. Mas se você meio que só teve a ideia E não tem como provar que essa ideia realmente pode suprir uma necessidade real dos seus visitantes, ou seja, você não tem dados
para embasar sua ideia, aí o potencial dessa ideia fica mais baixo. Em outras palavras, ideias que têm base em dados têm que receber pontuação maior aqui no nosso P de potencial. Outro fator que afeta o P de potencial é que ideias que mudam bastante coisa na sua página, Elas tendem a ter o potencial mais alto do que as ideias que só mudam alguns detalhezinhos. Concorda comigo, que quanto maior a mudança que a gente fizer na página, maior é a chance dessa mudança causar um efeito no comportamento dos nossos visitantes? Seja esse efeito pra cima ou
para baixo, tá? Pode ser um efeito tanto positivo quanto um efeito negativo. Mas quanto maior a mudança, maior A chance de um efeito acontecer. Se a gente mudar a cor de um botão, por exemplo, isso aqui é um troço que tem potencial baixo, pelo menos em teoria, porque é uma mudança muito pequena. Um monte dos seus visitantes talvez não vá nem ver ver que alguma coisa mudou na página. Agora, se a gente voltar para aquela ideia que a gente falou sobre nas aulas passadas aí De substituir o seu banner carrossel, que gira automaticamente por, por
exemplo, dois banners estáticos que não giram, isso é uma ideia que tem um potencial bem maior já porque a gente está mudando um pedaço grande da página. Esse elemento, esse banner normalmente ele ocupa a página quase inteira. É diferente de um botão que ocupa só um pedacinho. Pessoal, importantíssimo falar que está tudo bem se você errar a pontuação aqui. Se você achar que uma ideia tem um super potencial e na verdade chegou lá na hora do vamos ver, a ideia era meio fraquinha. Não tem problema. Conforme você for ficando mais experiente em CRO, ficando mais
esperto ou mais esperta com a disciplina, Você vai começando a ter uma noção melhor de quais ideias que tem potencial e quais que não tem tanto. Então, esse sistema de pontuação é só para tentar ajudar a gente a priorizar as ideias e definir por onde a gente quer começar a otimizar. Ele não precisa ser perfeito. Tá bom? Bom galera, partindo para o nosso I de Importância. Novamente, você vai ter que dar uma nota De 0 a 10 aí pra cada uma das suas ideias, de acordo com o quanto tráfego a página que essa ideia afeta,
recebe. Você consegue achar a informação de quanto o tráfego tem indo para cada uma das suas páginas, dentro do Google Analytics. O tráfego por página, ele é representado por um monte de métricas. Só que a gente está interessado Em uma só, dessa vez, que é uma que chama Visualizações de Páginas Únicas, que pelo menos até o momento que eu gravei essa aula aqui você conseguia encontrar dentro da opção ali do menu lateral Comportamento. Aí depois você clica em Conteúdo do site. E aí depois Todas as páginas. Essa métrica que a gente está olhando, ela indica
o número de seções onde a página teve pelo menos uma visualização. E essa métrica ela existe também na versão quatro do Google Analytics, no GA4. Só que ela é mais chatinha de achar. E por conta disso, a gente vai substituir ela por uma outra métrica que é mais fácil de achar e que supre o nosso caso também, que é a métrica Usuários por página. Para achar esse número de usuários por página, você vai no menu lateral, E aí você clica em Ciclo de vida, Engajamento, Páginas e telas. Lembrando que isso é uma instrução para quem
está no GA4, tá? Pra quem está no Google Analytics normal, cacem aí as visualizações de página, como eu falei anteriormente aqui no vídeo. E aí, pessoal, voltando aqui pro nosso I de importância, pra quem está fazendo CRO, as ideias de otimização Que a gente pretende aplicar no nosso site, elas variam em termos de chance de ter impacto. E a gente tem chances maiores de ter impacto quando a gente aplica ideias em páginas que recebem muito mais tráfego, que tem mais gente vendo, mais visitantes chegando. Então, se você aplica uma ideia, e melhora uma página dessas
Que tem um montão de gente vendo, um montão de gente vai ver a melhoria que você fez. E aí, por causa disso, um monte de gente vai se beneficiar dessa melhoria e isso aumenta a tua chance de gerar mais conversões. Por isso, quando você for pontuar suas ideias, todas as ideias competem com todas, tá? Independente da página Onde a ideia vai ser aplicada. Ideias para páginas diferentes competem entre si nesse tipo de pontuação que a gente está fazendo aqui agora. E é importante que todas essas ideias compitam entre elas, porque a gente quer descobrir quais
são as melhores ideias possíveis que a gente poderia tentar executar agora. Nosso tempo, e os recursos que a gente tem de um modo geral mas especialmente os recursos financeiros, Eles não são infinitos, certo? Você não tem grana infinita, você não tem tempo infinito. Se você tem, me conta, o truque. Eu não tenho. Então, a gente tem que focar nas ideias que têm as maiores chances de gerar resultado positivo para a gente. E por isso, todas as ideias competem com todas. Então, você tem que pensar. Pegando a página que mais recebe Tráfego do seu site, todas
as ideias de otimização que você teve pra essa página elas receberiam nota dez em Importância, que é a nota máxima. Qualquer ideia que você aplicar nessa página ela vai ser vista pela maior quantidade possível de pessoas que tá entrando no seu site, Concorda? E seguindo essa mesma lógica, pessoal, as ideias para a segunda página Que mais tem tráfego receberiam nota nove em Importância. Ideias pra terceira página que mais tem tráfego receberiam nota oito em Importância. E por aí vai. O bom é que você só precisa fazer isso pra aquelas páginas que você pretende otimizar. Então,
aquelas que a gente identificou no começo desse módulo, as que são parte da jornada principal E que estão recebendo um bocado de tráfego. Por isso, a escala de 0 a 10 na pontuação do I de Importância aqui ela deve ser suficiente, porque em teoria vai ser difícil você ter mais de dez páginas para pontuar. Porque a gente já refinou nossa listinha de páginas lá no início, lembra? Então, assim, Tudo bem que, conforme for passando tempo, você vai acabar pegando todas as páginas da sua listinha pra otimizar. E talvez você até adicione páginas novas nessa lista.
Conforme você for aprendendo mais sobre CRO. Isso pode acabar aumentando o número de ideias que você vai precisar pontuar. Mas, mesmo que você eventualmente precise Pontuar ideias aí pra mais de dez páginas, você ainda consegue usar pontuações quebradas também tipo 8,5, 9,5 e etc. Então é assim que a gente avalia o impacto. E sobrou agora o esforço. Como a gente vê esse troço? Mais uma vez, nota de 0 a 10 pra cada uma das ideias que você teve. Só que dessa vez essa nota Vai ser dada de acordo com o esforço que vai ser necessário
para executar a ideia. Ou seja, qual a dificuldade de execução dessa ideia? Ela é fácil de fazer ou ela é difícil de fazer? Uma ideia com nota dez nesse critério, seria uma ideia extremamente fácil de executar. Alguma coisa que você estala o dedo Assim que dá pra você fazer rapidinho, sabe? Sem precisar pegar ajuda de terceiros, por exemplo. E uma ideia nota zero nesse critério, seria uma ideia super difícil de executar. Que demoraria para ser feita, que você precisaria contar com a ajuda de outras pessoas para fazer ou que seria muito custosa também. Então, essas
ideias receberiam notas ruins de esforço. Lembrando que: nota máxima significa que a ideia é fácil de fazer. Então uma nota dez, não é que o esforço é dez. O esforço é pequeno, na verdade. É inversamente proporcional. Tá? E bom, é assim que a gente pontua cada um dos critérios aqui. P de potencial, I de importância e E de esforço. No fim, É só somar as três notas pra cada ideia, e aí, pra cada ideia também, depois que você somou, você divide por três e isso vai te levar até a pontuação final que cada ideia teve.
Sendo que a pontuação mínima de uma ideia é zero, caso você tenha zero nas três notas, é a pontuação máxima é dez caso, uma ideia tenha dez nas três notas. As ideias que tiverem a melhor pontuação São as ideias que a gente tem que executar primeiro galera. E para facilitar um pouquinho a aplicação desse sisteminha aqui, eu criei um arquivo do Google Sheets, que vocês podem copiar. Daí vocês conseguem usar aí do lado de vocês. Esse arquivinho, vai calcular sozinho a nota final das ideias, tá? Você só precisa pontuar cada letra para cada ideia. E
eu deixei algumas ideias de exemplo lá só pra você ver como é que é, tá? Como é que o documento é usado, mas pode apagar tudo e aplicar suas ideias. Tá bom? Lembrando, galera, que vocês precisam criar uma cópia desse documento no Google Sheets, beleza? Então vai lá em cima e clica em arquivo, e aí vocês vão encontrar uma opção ali pra tirar uma cópia do documento. Você não vai conseguir mexer nesse documento sem criar uma cópia. então faz uma cópia pra você E só pra amarrar, pessoal. É legal vocês saberem que fora o PIE,
tem alguns outros sisteminhas aí de priorização que existem, tá? Então temos outros aí que chamam, por exemplo, Ice, de gelo. ICE, que também usa três critérios de avaliação. Tem um que chama PXL. PXL. Que eu pessoalmente gosto muito, mas eu acho que é difícil de usar. Eu acho que ele é mais complicado do que o PIE. Então, pra quem está começando, o PIE costuma ser a solução mais prática que tem por aí. Eu vou deixar um link aqui que vai levar vocês pra um artigo em inglês, contando um pouquinho Mais sobre cada um desses outros
sisteminhas que também existem. Tá bom? Galera, na próxima aula a gente vai falar sobre como que a gente pode transformar essas nossas ideias de teste em hipóteses. Tá bom? E esse passo é super importante. Eu vejo vocês lá Bom dia, boa tarde, boa noite pessoal, tudo bom? Bora continuar aí Na nossa estrada de CRO? Na aula passada o que a gente aprendeu? A gente aprendeu a pontuar as nossas ideias de acordo com uma escala de prioridade aí que a gente vai criar, usando o modelo PIE. Foi isso aí que a gente aprendeu a fazer. Depois
que essas ideias já tiverem sido pontuadas, galera, e a gente já tiver um cheiro ali, Tiver decidido inicialmente pelo menos quais ideias a gente gostaria de executar primeiro, a gente vai passar para o próximo passo no nosso ciclo de CRO, que é a criação da nossa hipótese de teste. A hipótese, ela é uma frase que explica de maneira formal o que a sua ideia vai tentar melhorar no seu site e qual vai ser o efeito que isso vai ter. E é importante escrever as hipóteses, porque, como eu falei antes, dentro de CRO, a premissa é
sempre a de que a gente vai testar essas ideias de melhoria que a gente está tendo. A gente não vai chegar, é só aplicar elas direto no site. A gente vai testar elas antes para avaliar se elas realmente funcionam ou não. E a hipótese, ela ajuda a gente a pensar Em como medir o sucesso, do que a gente está fazendo aqui, né? E validar se a nossa ideia realmente faz sentido ou não. Então, pra gente entender melhor, vamos pegar um exemplo parecido com os que a gente já usou nas aulas anteriores, aí. Vocês devem estar
ficando de saco cheio desse exemplo já. O exemplo daquela ideia de tirar o banner carrossel, que gira os slides automaticamente E substituir ele por um banner que é estático, que ou o próprio visitante passa ou nem tem como passar os slides. Mas, no nosso caso, aqui vamos conversar sobre um que o visitante passa. Então bora lá. A nossa ideia é essa. No home do nosso site, a gente vai remover a passagem automática dos slides, no nosso banner Carrossel, Só que vai ser só na versão desktop do site, ou seja, a versão que carrega quando alguém
acessa esse site pelo computador. Diferente da versão de dispositivos móveis, também chamada ali no inglês né versão mobile, que é a versão que carrega para aqueles que estão acessando o site do celular. Então pessoal Falando do banner Carrossel, de novo: é o banner que fica passando um monte de ofertas diferentes automaticamente na tela. E aí, como eu também já falei em aulas anteriores, tem estudos que indicam que banners estáticos desempenham melhor, convertem melhor do que esses banners carrosséis que giram de forma automática. Então, a nossa ideia aqui vai ser remover a passagem automática E deixar
os visitantes controlarem o banner, como a gente falou antes. Se você quer ver a próxima oferta, você vai e clica na setinha, Pra escrever a hipótese de teste dessa ideia, a gente vai usar uma fórmula. E essa fórmula, ela é composta por quatro perguntas. Pergunta número um: o que nós vamos mudar? Pergunta número dois: para quem Que vai ser essa mudança? Pergunta número três: com qual a expectativa de resultado a gente está mudando esse troço aí que a gente está mudando? E pergunta número quatro e última: medido por qual métrica? Essas são as perguntas que
a gente tem que responder. Então, pensando sobre a primeira pergunta, como a gente poderia responder Ela né. E a pergunta novamente é: o que nós vamos mudar? A resposta, nesse caso, seria a gente vai remover a passagem automática dos slides no banner Carrossel que aparece na Home. Segunda pergunta pessoal. Pra quem que é essa mudança que a gente está fazendo? Bom, esse banner ele aparece para todo mundo que visitar a home do nosso site em um dispositivo desktop, certo? Essa é a nossa, a nossa premissa aqui. O nosso cenário imaginário. Então, a resposta que a
gente dá para a segunda pergunta é: para todos os visitantes da versão desktop. É para essas pessoas que a gente está fazendo a mudança. Na terceira pergunta, galera, a gente precisa falar qual a nossa expectativa de resultado. O que a gente acha que vai acontecer Com o comportamento dos visitantes depois que a gente aplicar essa melhoria? E a resposta, nesse caso, seria que a gente vai oferecer mais controle aos nossos visitantes. Eles e elas vão poder controlar o tempo que tem para ler cada um dos slides e por isso, vão ter mais liberdade também para
transicionar entre os slides no próprio ritmo da pessoa que estiver navegando. Não é mais o site que controla isso para você. E, por fim, a última pergunta sobre a métrica de medição do nosso resultado. Como é que a gente vai medir resultado desse troço aqui? Se a gente está deixando os nossos visitantes consumirem as nossas principais ofertas com um pouquinho mais de paz, agora, dando mais tempo para que cada pessoa pense se essa oferta né Que ela está vendo num slide especifico ou em algum outro slide, se essa oferta é interessante, é relevante para esse
visitante ou não. Então fazendo isso, a gente pode esperar o quê? Que, caso a oferta seja de fato interessante, mais visitantes vão comprar com a gente agora, porque eles estão tendo tempo suficiente para ler essa oferta E entender de fato que ela tem o valor. Correto? Logo, a resposta que a gente tem que dar aqui é que fazer essa alteração do banner carrossel iria aumentar a nossa taxa de conversão. E por isso a nossa métrica de medição de resultado é a taxa de conversão. É essa métrica que vai contar pra gente se a nossa alteração
no banner carrossel teve sucesso ou não. Deu certo ou não. Então, juntando as respostas para as quatro perguntas que a gente acaba de responder, a gente chega na nossa hipótese de teste para essa ideia. Que seria o quê? Removendo a passagem automática das ofertas no banner carrossel da Home, respondemos o ‘o que?’ Para todos os visitantes desktop respondemos o ‘para quem?’ Iremos melhorar a experiência de compras do nosso site, Dando mais tempo e mais controle para os visitantes avaliarem se querem comprar ou não. Respondemos ‘com qual a expectativa’, o que aumentará a nossa taxa de
conversão. Respondemos o ‘medido por qual métrica?’ Quatro perguntas, quatro respostas. E quando você junta tudo, essa é a sua hipótese de teste. Inúmeros outros campos científicos usam hipóteses de teste assim, pessoal para fazer experimento com remédios, Tratamentos médicos. Que gosto, qual vai ser o sabor que vai ter em alimentos, resistência de materiais, além de um montão de outras coisas que são testadas realmente inúmeras vezes antes de aparecerem para a gente comprar nas prateleiras do supermercado. Então, o poder da hipótese é que ela te força definir com bastante exatidão o que você quer mexer, explicar também
o motivo E definir qual é a expectativa que você tem fazendo isso. Como o nome já diz, essa hipótese de teste vai virar o que? Vai virar um teste. Mais pra frente, isso aqui vai virar um teste que vai ser usado para validar ou para refutar o que você escreveu da hipótese. Só que é super importante ter a hipótese em primeiro lugar, porque ela impede que a ideia de teste Mude no meio do caminho. E ela também garante que o que você pensou tem sentido e pode gerar o efeito que você espera. Se você escreveu
um absurdo ali, na hora da construção das respostas para chegar, na sua hipótese, esse absurdo vai ficar óbvio. Só de ler a frase você vai ver que não tem sentido o que você está falando. Então, a hipótese ajuda a gente a Se certificar de que a qualidade do teste que vai ser gerada a partir das ideias que a gente teve, vai ser alta. Na próxima aula, a gente vai falar sobre como a gente pode testar essa hipótese, tá? Então, fizemos o caminho inteiro né? Escolhemos qual página que a gente vai otimizar. Tivemos algumas ideias de
como a gente pode otimizar essa página. Priorizamos essas ideias. Escolhemos quais dessas ideias que já foram priorizadas a gente gostaria de rodar e aí pegamos uma dessas e transformamos em uma hipótese agora. E o próximo passo é o vamos ver. É o teste. Então até o próximo vídeo, seus lindos. Tudo de bom. E mais uma aula, galera. A gente avançou um bocado já no nosso ciclo de CRO. E a gente passou por etapas interessantes. A gente falou sobre qual página a gente quer otimizar, que é uma etapa que vem até antes de começar o ciclo.
Em seguida, falamos do que? De ideação, priorização, geração da nossa hipótese de teste e agora chegou a hora de a gente fazer essa hipótese de teste virar o teste. Na maioria das vezes, esse teste vai ser O que a gente chama de um teste A/B. Só que tem outros tipos de teste que a gente pode usar também. E o nosso caso vai ser um desses, tá? Eu tinha falado isso para vocês antes do curso. A gente ainda não vai aprender a usar a testes A/B. Só que é importante que você entenda que diacho que é
um teste A/B, mesmo que a gente não vá usar agora, porque isso vai se tornar mais relevante mais pra frente, Conforme você aprender mais sobre CRO. O teste A/B funciona da seguinte maneira, pessoal. Imagina que a página que você está otimizando ela vai receber 1000 visitantes por mês. E aí você pensou em um monte de melhorias pra essa página, certo? Foi disso aí que a gente falou lá no início do ciclo. Vamos fazer um processo de ideação para a gente pensar em como que A gente pode melhorar essa página para o nosso visitante e talvez
converter mais né. Dedos cruzados. Então você vai lá e você decide quais são as ideias de melhoria com as quais você quer seguir adiante. Só que aí, ao invés de já aplicar essas ideias pra valer na página, você vai criar uma versão nova dessa página. E essa versão nova vai ter essas melhorias que você pensou, que você encontrou No seu processo de ideação. Essa versão nova da sua página é a versão B, que a gente chama também de versão variante. Agora você tem a versão original da página, a sua versão A. E você tem também
a versão da sua página, que tem todas as alterações, todas as mudanças que vieram das ideias que você teve, a versão B. Lembra que eu falei que a nossa página tem 1000 visitantes, pessoal? No teste A/B, o que vai acontecer, é que você vai usar uma ferramenta, geralmente o Google Optimize porque ele é gratuito, para colocar a versão A pra brigar contra a versão B. Ou seja, se você tem 1000 visitantes chegando por mês nessa sua página, o que vai acontecer é que esse tráfego vai ser dividido. E ele vai ser dividido exatamente na metade.
Metade dos visitantes Vão ver a versão A da página, a sua versão original ou versão controle. Tudo isso significa a mesma coisa. E a outra metade dos visitantes vai ver a versão B da página, que é a versão variante, que é a versão que tem as melhorias que você está propondo. No fim do seu teste, você vai poder comparar bonitinho a versão com A versão B. Sabe por quê? Porque as duas versões estavam no ar ao mesmo tempo, então a que estiver desempenho melhor, ela é a vencedora. E geralmente estes testes rodam por um período
de duas a quatro semanas, pessoal. Isso aqui depende do volume de tráfego da sua página e de algumas outras variáveis, tá? Uma delas sendo a sua taxa de conversão atual. Quanto mais alta sua taxa de conversão, Menos visitantes você precisa no seu teste A/B para poder falar que o resultado que você está vendo realmente é verdade. Que não é uma coisa que está acontecendo por acaso. Só que no nosso caso, como eu falei, a gente não vai entrar em detalhe ainda sobre testes A/B nessa parte do curso. A gente está falando sobre coisas básicas de
CRO ainda. E o teste A/B ele traz um lado técnico que pode ser bastante complicado, especialmente para quem está começando a se acostumar com CRO agora. Só que a hora que chegar o momento certo, vocês já vão saber o que é um teste A/B. Vocês vão saber que existem outros tipos de teste também, mas vocês vão ter uma ideia de como o teste A/B funciona. E isso é bom Porque esse é, de longe, o tipo mais comum de teste. Depois que você termina de rodar o seu teste A/B, você vai fazer uma análise dos resultados.
E geralmente é simples. Geralmente é só checar se a sua métrica alvo, geralmente a sua macro-conversão, se ela aumentou com a nova versão da página ou não. Aí, pra quem quiser um passo além, Dá para quebrar esse resultado em outros segmentos também. Por exemplo, tem os resultados do seu teste, a versão A teve tal resultado e a versão B teve tal resultado. Só que você pode checar os resultados da sua versão B só para o tráfego pago, por exemplo. Que veio das campanhas de marketing que você está fazendo. Ou checar Como que foi o desempenho
do tráfego que veio só do celular. Ou só do tráfego que veio do desktop. Dá para você usar segmentos no Google Analytics pra isso, para ver recortes do resultado que você teve com o seu teste. E aí, pessoal, baseado na sua análise dos resultados, você define se você segue em frente com a versão nova ou não. Então a gente não vai ter Esse tal do teste A/B, só que tem um outro tipo de teste que a gente pode rodar, que se chama Teste Before and After, ou em tupiniquês aqui, o teste antes e depois. Geralmente
esse teste funciona assim: você coloca a nova versão da sua página no ar por um mês e aí depois você compara o mês onde a versão nova da página estava no ar com o último mês, onde a versão antiga estava no ar E aí você vê qual que teve um desempenho melhor. Esse método não é tão bom quanto o método do teste A/B, porque ele não é tão limpo. A comparação que a gente está fazendo ela acontece em períodos de tempo diferentes, concorda? Versão A no mês anterior, versão B nesse mês atual. A gente não
está dividindo o tráfego. Então pode ser Que outros fatores aí afetem os resultados do seu teste. Mas, por enquanto, pra o que a gente está aprendendo aqui, esse tipo de teste já é suficiente. É melhor usar ele do que não usar nenhum tipo de teste, do que não testar nada. Então, é sempre bom você lembrar que é legal guardar a versão original da sua página, da página que você está otimizando. Porque se a versão nova não tiver uma performance melhor, você vai querer continuar com o original. Depois que a gente aprendeu um monte de formas
legais aqui, de melhorar as nossas páginas com os próximos módulos que a gente vai ver no curso, é isso aqui que vocês vão fazer para testar. Before and After, antes e depois. Coloca a página nova no ar, deixa ela rodando por um mês. Depois, compara com o mês anterior, quando a página antiga ainda estava no ar. E lembra que o seu critério de avaliação aqui para falar se o teste ganhou ou não é a sua macro-conversão. Para dizer se é a versão nova da página ganhou da versão antiga, você vai olhar quantas conversões cada versão
teve, cada versão gerou durante esse período de 30 dias que ela ficou no ar. Isso leva gente para um total de 60 dias de teste para poder fazer o antes e o depois. 30 dias para a primeira página, para a primeira versão, depois 30 dias para a segunda versão da página, que é a nova versão com todas as melhorias que já identificou. Por fim, galera, tentem evitar fazer esse tipo de teste, Especialmente esse Before and After que a gente falou agora, quando vocês souberem que o site de vocês vai sofrer efeitos sazonais fortes. Então estou
falando aqui, por exemplo, que se você for testar a versão melhorada da sua página em dezembro, mês de Natal, mês de ano novo, mês de férias, é óbvio que os números vão vir meios distorcidos Não vai ser uma comparação justa com o mês anterior, que vai ser novembro, que é um mês que não tem datas comemorativas tão grandes quanto o Natal e Ano Novo. Então, mais uma vez, por enquanto, a nossa solução para testar é o antes e depois. Quando vocês estiverem manjando mais dos esquemas tudo aqui de otimização Dos fundamentos de otimização, que é
o que a gente está aprendendo junto agora, aí a gente pode falar um pouquinho mais sobre Google Optimize, pode começar a explorar todas as minúcias e todas as dificuldades que não são poucas para rodar teste A/B. E pessoal, esse é o fim dessa aula. Na próxima, a gente vai falar um pouquinho sobre alguns detalhes que são importantes Você ter em mente. Olha, enquanto você está fazendo CRO de modo geral, viu? Eu ia falar para testar, mas é para ser real como um todo. Coisas para as quais você precisa ficar esperto ou esperta para não tropeçar
e para não ter expectativas irreais também com CRO e com o que vai te trazer de volta. Tá bom? está Até a próxima aula, galera. Alô galera! Bora? Nessa aula aqui, a gente vai falar de algumas coisinhas aí que você tem que pensar sobre dentro desse contexto de CRO que a gente está discutindo, que a gente está estudando, que a gente está aprendendo junto. Uma vez que você já esteja entendendo melhor o ciclo de CRO, é importante também que você saiba de umas outras Coisas básicas com relação às expectativas que você tem que ter com
a área. Que se você não pensar sobre elas, você vai acabar tropeçando no meio do caminho em algum momento. E a primeira, que é a mais importante de todas, e até por isso que eu vou falar no começo do vídeo já, é que você tem que saber que quando você está fazendo CRO, o que está acontecendo é que você está travando uma batalha constante contra a incerteza. Não tem fórmula mágica pessoal. Fazer CRO não vai garantir que você vai ter sucesso, que você vai ter resultados maravilhosos com tudo o que você está fazendo aí, com
todas as ideias que você está tendo. CRO vai aumentar as chances de que todas essas coisas super legais aconteçam, Mas não vai garantir nada. A gente testa exatamente para eliminar a incerteza, para reduzir o risco. Esse ciclo inteiro que a gente acabou de aprender, ele é uma sequência de tarefas que estão ali exatamente para ajudar a reduzir o risco das decisões que a gente tem que tomar com o nosso site, com o nosso negócio. Fazer as alterações Que a gente tem que fazer nos nossos sites. Transformar as nossas ideias de teste, às nossas ideias de
otimização em realidade, é um processo muito caro, galera. Criar funcionalidades novas é muito caro, consertar coisa que está errada, bugada, quebrada, é caro. Tudo isso aqui consome muito recurso, consome grana. Se você souber programar e enfim, Conseguir produzir tudo o que você vai ter que fazer aí pras suas ideias se concretizarem, o seu custo vai ser tempo, que não é só tempo. É o tempo, o seu tempo, o tempo de uma pessoa superimportante que está ajudando o negócio a crescer. Esse tempo vale muito e você poderia estar usando para fazer outras coisas. E se você
não souber programar, então em algum momento Você vai ter que pedir pra algum terceiro te ajudar a materializar essas ideias, programar elas no seu site. E aí tudo isso custa muita grana e custa muito tempo. Por isso, é muito importante a gente fazer aquela história toda de priorização das ideias, escolher bem o que a gente vai testar. A segunda coisa que você precisa colocar na sua cachola desde já, é que uma das principais coisas que você Vai ter que aprender a fazer para se dar bem em CRO, é fazer o seu ego desaparecer. Não tem
espaço para ego aqui, galera. Você não sabe o que vai funcionar, você não sabe quais ideias vão dar certo. Você simplesmente não sabe. E eu também não. Eu também não sei. Estou fazendo isso aqui há mais de dez anos e eu continuo sem saber. E pessoal é só parar para pensar. Se a gente soubesse o que vai dar certo, o que vai funcionar, a gente não precisaria testar. A gente testa, igual eu tenho falado aqui insistentemente, a gente testa para reduzir a incerteza. Se você tem certeza que alguma coisa vai funcionar, você tem certeza que
sua ideia vai dar certo, é só colocar ela no ar e fim de papo. Não precisa testar. Mas agora, tenha em mente: Só porque alguma coisa funcionou no site de um amigo seu, não significa que vai funcionar no seu site também. Só porque a personalidade ‘x, y, z’ da internet diz que vai funcionar, não significa que vai funcionar mesmo. Só porque uma empresa grande, aí do seu segmento, algum grande concorrente seu fez alguma coisa e teve sucesso com isso, não significa que vai dar certo Para você também. A sua audiência, ela é única. O seu
público é único. Pode até ser que você e os seus concorrentes compartilhem um pouquinho dos mesmos visitantes. Isso faz sentido. Pode ser que a mesma galera que está vendo o seu site, veja o site do concorrente também. Só que de modo geral, o seu público-alvo é seu. Você tem que testar tudo o Que for possível testar, dentro das suas limitações de grana e de tempo, porque o que funcionou para outra empresa pode não funcionar pra gente, galera. A terceira coisa que é bom você ter na cabeça. É que opiniões são completamente irrelevantes em CRO. É
isso mesmo que você ouviu. Opiniões não servem para quase nada. A gente não acabou de falar Que a gente não tem certeza de nada aqui? Nada. A gente não sabe o que vai funcionar, é pra isso que a gente testa. A única forma de você construir essa certeza é com dados. Você quer dados, você não quer opiniões, você não quer achismo. Você não consegue otimizar com base em opiniões. Você não consegue otimizar com base em ‘eu acho’. O que você acha, O que eu acho, o que o seu chefe acha, tudo isso aí é irrelevante,
galera. Dados fazem dinheiro. Opiniões não fazem dinheiro. Vão se acostumando com a ideia aqui de seguir o rastro dos dados dos visitantes de vocês. Não importa se a opinião está vindo de alguém superimportante como dono da empresa, por exemplo, diretor da sua área, o maior acionista da empresa, Continua sendo só uma opinião. Se você não tiver dados para embasar o que você vai fazer, para justificar que uma ideia deve ser executada e não outra, a chance de dar errado continua gigante. Mesmo que você siga bonitinho o ciclo de CRO que a gente acabou de aprender
a fazer. E não esquece também que quando estou falando de dados, a sua cabeça Pode pensar imediatamente num monte de números aí que você tem no Google Analytics. Só que dados qualitativos também são superimportantes, pessoal. Lembra? Aqueles dados lá que não são números. Então conversem com os clientes de vocês Tenham curiosidade pra entender quais problemas eles estão enfrentando. Façam perguntas aí pra esses clientes. A gente vai falar mais Sobre como fazer isso nas próximas aulas, mas tenham isso em mente, tá? Opiniões não servem para nada no nosso contexto aqui. E a quarta e última coisa
que eu tenho para falar para vocês, galera, é que no fim das contas, é superimportante que você entenda os fundamentos por trás das mudanças que você quer fazer nas suas páginas. Entendendo esses fundamentos, Fica muito mais simples de explicar e entender também os motivos pelos quais as coisas estão dando certo ou não estão dando certo. Fica mais fácil de explicar porque a sua ideia funcionou ou deixou de funcionar. Porque a tua audiência abraçou aquilo que você testou ou rejeitou. E o seu resultado acabou saindo ainda pior. Se você sair para caçar agora por aí, Você
vai achar um montão de artigo te falando o seguinte: faz isso aqui que vai aumentar sua taxa de conversão, garantido. Só que a maior parte desses artigos não explica o motivo, o fundamento por trás da mudança que está sendo sugerida. Geralmente isso acaba caindo no ponto que eu falei ali atrás. Ah, várias empresas fizeram, então a gente vai fazer também. Que não é um argumento que não seja válido. Ele é um argumento válido. Só que geralmente você tem dados muito melhores para justificar a sua tomada de decisão. E fazendo uma coisa só porque a outra
empresa fez, você não necessariamente foi forçada a entender o fundamento por trás daquilo. As empresas, Mesmo as muito grandonas né, que podem testar muitas vezes por mês, elas têm explicações boas para tudo o que elas estão fazendo. Nada daquilo foi por acaso. E o que elas fazem é para a audiência delas, né? Então, é por isso que é importante entender esses fundamentos, porque eles vão te ajudar a entender também como que a sua audiência funciona. E aí, na outra ponta do seu teste, na hora que você já rodou seu teste e tem que avaliar os
resultados, fica mais simples de você entender porque que deu certo, porque deu errado. E isso, por sua vez, facilita os próximos testes que você vai rodar depois. Porque se deu certo, você aprendeu uma forma legal de fazer. Que funciona para seus visitantes. Alguma melhoria que você pode aplicar Em outros lugares. Se deu errado, então você encontrou uma forma de não fazer. Não testa isso em outras páginas, porque a gente já viu aqui que não vai dar certo. Só que tudo isso vem do fundamento. Vem daquele porquê, né? Você está testando uma coisa porquê você acredita
que é isso que você tem que conseguir explicar toda vez E chegamos ao fim dessa parte do curso, Galera. Eu espero que você tenha conseguido entender os passos aí pra fazer um ciclo de CRO básico funcionar, e nos próximos módulos a gente vai conhecer aqui algumas formas de coletar um monte desses dados aí que a gente já viu, né, que são superimportantes pra chegar nas nossas ideias de otimização. E além disso, a gente vai também conversar um pouquinho sobre princípios de persuasão, princípios de design, psicologia e mais um monte de outras coisas legais aí, para
você conseguir olhar para suas páginas de uma forma diferente. E gerar ideias fortes para testar, ideias fortes para melhorar os seus resultados. Beleza? Então, vejo vocês lá. Lembra que a gente aprendeu nas últimas aulas que opiniões em CRO são irrelevantes? Opiniões não fazem dinheiro. Dados fazem dinheiro para a gente. E o motivo é muito simples, né pessoal. Com dados, a gente consegue sair do ‘eu acho’ e chegar no ‘eu sei’. Na hora de fazer CRO, na hora de fazer a alteração das páginas do seu site Para melhorar essas páginas, não tem que achar nada. Nem
você, nem eu temos que achar nada. A gente tem que saber. E nessas próximas aulas, galera, a gente vai começar a conversar sobre como encontrar as pistas que vão te mostrar quais páginas você precisa otimizar e o que você tem que fazer nelas. Quais formas você tem para conseguir os dados que vão te ajudar a entender Onde mexer. E a primeira dessas formas galera, é o Web Analytics, que é a disciplina responsável por coletar e interpretar os dados de navegação dos seus visitantes. Como eu tinha falado antes, a ferramenta mais popular para se fazer web
analytics nesse mundo é o Google Analytics, que a gente chama também de GA. E ele é gratuito, E ele é muito fácil de instalar. Então, dentro do Google Analytics, você vai encontrar um mar de informações aí, e dados que são super úteis do que está acontecendo na navegação do seu site. E dá para usar tudo o que você encontrar lá para otimizar, galera. Só que, nessa aula, eu quero te mostrar alguns dos lugares que se você olhar, você provavelmente vai encontrar Oportunidades de otimização legais logo de cara, tá? Lembrando que, atualmente, existem duas versões do
Google Analytics. O Google Analytics Universal ou universal, que é a versão clássica, e o Google Analytics 4, que é a versão nova dessa plataforma. Como ainda tem algumas coisas da versão antiga, que não tem como a gente fazer Muito bem na nova, tudo o que eu vou falar daqui pra frente é sobre o Google Analytics Universal tá, que é a versão antiga. Beleza? Pra quem tiver com o Google Analytics 4, versão nova, e quiser instalar o Universal, que é a versão clássica, eu vou deixar um link aqui do próprio Google explicando como fazer isso, beleza?
Não é muito difícil de fazer pessoal, vale a pena tentar. Bora aí ver quais partes do Google Analytics podem trazer oportunidades de otimização legais aí pra gente. E primeiro a gente vai falar da taxa de rejeição das suas páginas. A taxa de rejeição, ela te disse quantas sessões ou, em outras palavras, quantas visitas o seu site teve, nas quais um ou uma visitante abriu essa página que você está analisando, não fez nada na página, Não clicou em nada, não interagiu com nenhum elemento e saiu da página logo em seguida. Até mais que isso, saiu do
site logo em seguida. Isso é um grande indicativo, pessoal, de que o conteúdo não foi interessante para esses visitantes que tiveram esse comportamento, né, que é o comportamento da rejeição. A taxa de rejeição de uma página, Quando ela está alta, você tem que interpretar isso como uma espécie de uma bandeira vermelha pela perspectiva de CRO. Até pode ser que não tenha nada de errado com essa página, só que precisa investigar. Para você conseguir ver a taxa de rejeição das suas páginas, você vai em Comportamento, Conteúdo do site, Todas as páginas. Quando uma página tem uma
taxa de rejeição alta, comparada com a taxa de rejeição das demais páginas que você tem na sua lista, isso é sim um indício de que pode ter algum problema ali. Precisa do seu olhar, precisa de um carinho a mais ali para ver se tem alguma coisa que tem que ser otimizada ou consertada nessa página. As taxas de rejeição, elas vão variar Bastante de site para site. Então não adianta muito comparar as suas taxas de rejeição com as taxas de outros sites. E essas taxas de rejeição, elas variam bastante de site para site. Então não adianta
muito comparar suas taxas de rejeição com as taxas de outros sites. Não é uma informação que vai te ajudar muito. Só que geralmente uma taxa de rejeição ali na casa dos 60% ou acima disso, É como eu tenho falado já que a alguns minutos, o indicador de que os seus visitantes estão tendo alguma dificuldade na página ou também pode ser um indicador de que a oferta que você está apresentando nessa página não é tão interessante pra esses visitantes. Pode ser que essa galera tinha uma expectativa diferente do que ia estar lá na página né, qual
o conteúdo ia ser exibido. Então vale a pena investigar. Lembrando que o Google Analytics não vai te falar exatamente o que você tem que fazer para arrumar essas páginas. Ele só vai te dar esse indicativo aí de que tem um sintoma aqui, alguma coisa pode estar errada. Por isso, aqui no resto do curso, a gente vai aprender sobre fundamentos que levam os visitantes até uma conversão. Aí a gente vai poder ter uma ideia melhor do que pode estar causando essa taxa de rejeição alta, caso você esteja observando ela em alguma das suas páginas. Bom, seguindo
adiante. A segunda coisa que é legal para a gente ver aqui é se os pontos de entrada do nosso site estão funcionando bem ou não. Se as páginas que recebem os nossos visitantes estão com algum tipo de problema. E pra isso, você pode consultar a taxa de conversão das suas páginas de destino no Google Analytics. Esse é o nome que o GA dá para as páginas que recebem tráfego no seu site. Por essas páginas que o pessoal está entrando no site. Então, é importante que essa primeira impressão seja boa. Você encontra essa informação Da taxa
de conversão das suas páginas de destino, lá dentro do GA em Comportamento, Conteúdo do site, Páginas de Destino. Se o seu site for um comércio eletrônico, aí sua taxa de conversão por página já vai aparecer direto na tabela que você vai ver nesse relatório que eu te ensinei como chegar agora, né? Esse aí que eu falei o caminho. Pra aqueles que não têm um comércio eletrônico, Vocês vão poder ver a taxa de conversão das páginas de destino de vocês, de acordo com alguma meta que vocês tenham configurado previamente dentro do Google Analytics. Não precisa ser
uma venda, pessoal. Como eu tinha falado nas aulas, onde a gente conversou sobre o que era uma conversão, você pode implementar eventos do Google Analytics no seu site para coletar dados Sobre quando uma macro-conversão está acontecendo. E aí, se você tem esses dados dentro do GA, você consegue configurar eles como metas. E aí, tendo essas metas, você pode usar elas nesse relatório que a gente está falando sobre agora, para saber a taxa de conversão das suas páginas de destino. Se você não tiver configurado o evento da sua macro-conversão como uma meta no GA, Eu vou
deixar um link aqui que ensina como fazer isso, tá? Não é muito complicado. Quando a gente está vendo essas taxas de conversão por página, a gente já tá respondendo a seguinte pergunta: de todas as seções onde os visitantes passaram por essa página, em quantas aconteceu uma conversão? É por isso que o número é um percentual. Se você pegar cinco ou dez páginas aí do seu site Que mais recebem tráfego e comparar a taxa de conversão delas, você pode acabar descobrindo que algumas tem uma performance melhor do que as outras. E aí, vale a pena pensar
se você precisa otimizar essas páginas de destino aí que estão com a taxa de conversão mais baixa. E é normal, galera, que páginas com taxa de conversão baixa também tenham taxa de rejeição alta. Não tem como seu visitante converter, se ele ou ela estiver rejeitando o conteúdo da página e saindo do seu site, quando chega naquela página, concorda? Então, é por isso que é importante a gente ver esses números. Taxa de conversão e taxa de rejeição. Por página do site de modo geral, mas também nessa lista de páginas de destino. Beleza? Como essas páginas de
destino Podem estar recebendo tráfego de um monte de fontes de tráfego diferentes, é interessante a gente ver se essas páginas têm um desempenho melhor ou pior, de acordo com a fonte de tráfego que mandou os visitantes para nossa página. Ou seja, se a gente quer ver a taxa de conversão por página, por fonte de tráfego. Pra gente ver essa taxa de conversão por página e por fonte de tráfego, é só a gente adicionar Uma dimensão secundária nesse mesmo relatório que a gente já abriu no passo anterior. Então você consegue fazer isso clicando no botão Dimensão
Secundária. Aí só vai abrir um menuzinho ali. E dentro desse menuzinho, você procura a opção verdinha, que chama Origem/Mídia, que está dentro da categoria Aquisição. E aí é só clicar nela. Isso vai adicionar uma coluna a Mais na sua tela, onde vai dar para ver várias fontes de tráfego diferentes para cada uma das suas páginas. Ou seja, todos os sites que mandaram gente para o seu site ou mais especificamente, para aquela página que você está olhando, vão aparecer nessa lista. Então, coisas do tipo: redes sociais, buscadores, sabe. Outros sites que eventualmente tenham falado do seu
site. Tudo Que mandou tráfego para suas páginas aparece listado aqui. Aí, uma outra coisa que é bom a gente checar é a taxa de conversão por tipo de dispositivo. Isso ajuda a gente a entender se a galera está convertendo melhor no computador, no mobile, dispositivos móveis, celulares, ou no tablet. E pra ver isso, pessoal, vocês tem que ir em Público-alvo, Dispositivos Móveis e Visão Geral. Chegando lá, dá uma comparada nas taxas de conversão em cada tipo de dispositivo que vai ter ali na sua lista. Se algum desses tipos de dispositivo tiver uma taxa de conversão
muito mais baixa do que os demais, aí pode ser que você precise pensar um pouquinho como que está rolando a experiência para os visitantes nesse dispositivo específico, né? Será que tem problemas na interface? Será que está tudo funcionando certinho nas páginas principais da jornada de conversão? E por aí vai. Tem que caçar onde o problema pode estar. Para alguns tipos de site, é comum as pessoas explorarem o site no celular, mas esperarem para ter acesso a um computador depois para efetivamente fazer a compra. Então é o que acontece em um monte de loja virtual que
tem por aí, e é comum nesse tipo de situação, A taxa de conversão do seu celular, do dispositivo mobile, ser menor do que a taxa de conversão do desktop. Tá bom? E aí, já que a gente já está falando de taxa de conversão por dispositivo, é uma boa a gente dar uma olhada também na taxa de conversão do seu site de acordo com o navegador dos visitantes que estão chegando lá. Se tiver algum navegador onde o seu site Não carregue direitinho, ou onde os elementos não apareçam no lugar certo na tela, sabe? Ou talvez até
algum navegador que realmente esteja dando pau com seu site, você vai saber de cara só de bater o olho nos números desse relatório. Se algum navegador tiver a taxa de conversão muito mais baixa do que os demais, vale a pena dar uma investigada nisso, pessoal, pra entender Como o seu site funciona nesse navegador. E aí, pra chegar nesses dados, você vai em Público-alvo, Tecnologia, e aí depois você clica em Navegador e Sistema Operacional, beleza? E bom, já viemos até esse relatório dentro do Google Analytics mesmo, então a gente pode checar um outro relatório que é
bem útil e que está aqui nessa mesma região da plataforma, que é o relatório Que tem a taxa de conversão do seu site de acordo com a resolução do visitante. Muitos sites por aí funcionam bonitinho na resolução padrão, por exemplo, que é o Full HD, 1920 pixels horizontais por 1080 pixels verticais. Mas tem um monte de site por aí que não funciona tão bem em telas menores. Sabe quando o site não foi feito para tela pequena, e as coisas aparecem acavaladas, Um botão em cima do outro. Não dá pra apertar direito onde você quer. Aquela
beleza, sabe? Vocês já viram isso, vocês já devem ter passado por um site desse. Isso, obviamente, prejudica a taxa de conversão. Então, para ver essa informação da taxa de conversão por resolução, olha pra tabela onde a gente chegou na nossa dica anterior, onde você tem os dados de taxa de conversão por navegador E em cima dessa tabela você vai ver que tem uma opção que chama Resolução de Tela. É só clicar nela. Olhe as dez principais resoluções do seu site. As que mais recebem tráfego. E aí, se você tiver resoluções onde a taxa de conversão
é muito menor do que nas outras, vale a pena você dar uma olhada nas páginas principais do seu site Aí usando essas resoluções que estão com taxa de conversão mais baixa, para entender se tem algum problema acontecendo, alguma parte aí do visual da página que está ruim de ver, ou a interação não está funcionando bem, tá difícil de clicar, ou de apertar com o dedo. Ou até se o site está carregando certinho nessa resolução ou não. Beleza? E por enquanto é isso, pessoal. Usando esse seis relatórios Aí que a gente aprendeu do GA agora, dá
pra gente ter uma ideia bem legal de quais páginas do nosso site possivelmente têm problemas e possivelmente precisam de um carinho a mais ali. De um esforço de CRO para a gente otimizar elas. Não só isso, mas a gente também vai conseguir saber se as páginas do nosso site estão funcionando bem Nos tipos mais comuns de navegador e nas resoluções mais populares para os nossos visitantes. Galera, não parem aí, tá? Porque tem mais um montão de outras formas de achar oportunidades de otimização dentro do GA. É legal você sair clicando um pouco, explorando outros relatórios
para ver quais dados você pode consultar também. Mas lembra do seguinte sempre não pode esquecer: a ferramenta nunca vai te falar exatamente qual é o problema. Ela vai te falar mais ou menos onde é que o problema está, vai te dar algum nível assim de pista na direção de uma solução. Pra gente conseguir entender onde esses problemas da página estão com mais exatidão, A gente vai ter que combinar isso aqui que a gente está aprendendo com outras fontes de dados e a gente também vai ter que estudar os fundamentos aí que fazem uma página ser
boa ou ruim para o seu visitante navegar. E tem mais um detalhe. Todos os dados que a gente aprendeu a consultar aqui nessa aula, são dados quantitativos. Pra ter uma imagem mais completa, Um diagnóstico melhor do que está acontecendo nas nossas páginas, a gente vai precisar de dados qualitativos também. E é exatamente disso aí que a gente vai falar na nossa próxima aula, pessoal. A gente vai aprender algumas formas de coletar dados qualitativos básicos para ajudar a gente a otimizar. Então, até mais. Vejo vocês no próximo vídeo. Continuando aqui o nosso caminho de aprendizado em
otimização. Pesquisa qualitativa básica para CRO. O que é esse treco pessoal? Como é que faz essa joça aí? O que a gente pode usar, como que funciona? Vamos discutir, vai. Nessa aula eu vou dar bastante ênfase para o que eu pelo menos acho que é uma das formas mais fáceis que existem aí para coletar dados qualitativos, que é a enquete no site. E a forma mais fácil de fazer esse tipo de enquete no seu site, é usando uma ferramenta que a gente conversou sobre lá várias aulas para trás, que é o Hotjar. E eles oferecem
um plano gratuito. Dá para você começar a usar agora e não é difícil de instalar no seu site. E o Hotjar, ele faz um monte de coisas diferentes, um monte de coisas legais. A gente vai discutir algumas delas. Só que uma delas, que provavelmente É a mais importante para o contexto desse curso, é apresentar enquetes para os visitantes em uma caixa que aparece no canto da tela. Onde essa caixa aparece e configurável, tá? Geralmente é no canto inferior direito e o que é legal é que essas enquetes e elas aparecem no contexto de navegação dos
visitantes, ou seja, você pode apresentar uma pergunta para os seus visitantes Sobre a experiência que eles e elas estão tendo agora, enquanto a experiência está acontecendo, seja essa experiência boa ou ruim. E isso é a grande vantagem de uma enquete que acontece no site no contexto de navegação, comparado com, por exemplo, a uma enquete que acontece fora de contexto, como uma enquete que você manda por e-mail. As respostas das pessoas, quando elas são oferecidas ali na hora né o negócio tá quente, tá acontecendo, então as respostas tendem a ser mais genuínas do que se você
apresentar isso aí fora do contexto de navegação. Apresentar depois do que tudo já aconteceu. E dependendo de como você faz essas perguntas, você vai conseguir sacar um monte de coisas, Pra você otimizar no seu site logo de cara, de cara mesmo. Rapidinho já aparece um monte de coisa. E com essas perguntas você consegue aprender também sobre causas de abandono do seu site. Coisas mais específicas, sabe? Tipo problemas de usabilidade. Você consegue aprender sobre o perfil dos seus navegantes aí dos seus visitantes né. Como eles se comportam, O que passa pela cabeça deles e delas durante
esse processo de compra? Quais são as emoções que eles e elas estão sentindo e etc, etc, etc. Tem muita coisa legal que dá pra gente fazer. É um recurso, realmente não muito poderoso e a gente tem que abusar dele na medida do possível. Então minha ideia com essa aula, é te contar um pouquinho sobre os fundamentos né, o que a gente precisa saber Para fazer perguntas boas. E quais são os cuidados que a gente tem que tomar. E aí a gente vai cobrir também algumas perguntas, tá. Assim que a gente terminar de ver essas bases
aqui, para a gente não fazer burrada com as nossas enquetes. Então vamos nessa. O primeiro detalhe importante pra gente a enquete vai abrir uma caixa na interface do seu site. Então, depois que você botar essa enquete no ar, é bom dar uma conferida para ver se essa caixa não está tampando nada de importante na tela. Tanto o Hotjar quanto eu acho que qualquer outra ferramenta aí que te deixa colocar uma enquete no ar, vai permitir também com que você escolha em qual lugar do seu site, na interface, essa caixa com a pergunta vai aparecer. E
aí, galera, no celular Não tem muito o que fazer mesmo tá? A caixa, ela vai cobrir tipo um terço ali da sua tela e não tem muito o que fazer com relação a isso. Segundo detalhe importante pra gente aqui né, que precisa prestar atenção. Quando você roda uma enquete, você pode decidir se o visitante vai responder em um campo aberto ou se vai escolher uma resposta predefinida de um grupo de respostas, né. Ou seja, múltipla escolha. Quase sempre é melhor a gente deixar o campo aberto para os nossos visitantes digitarem. E o motivo para isso
é meio simples. O campo aberto, ele abre espaço para o seu visitante digitar o que der na telha e isso é muito bom pra gente. A taxa de resposta com esse campo aberto geralmente é um pouco menor. Só que o feedback Que você costuma receber é muito mais rico, muito mais completo do que quando você oferece perguntas ali com resposta múltipla escolha. Com múltipla escolha, você tem que decidir quais vão ser as escolhas. Quais respostas vão estar disponíveis ali. Isso não só é difícil pra burro de fazer como pode acabar afetando aí os resultados da
sua enquete. Tem uns estudos que mostram Que às vezes as pessoas escolhem qualquer coisa dessa seleção aí. Clica só por clicar e escolher só por escolher. Com o campo aberto, isso não acontece. O visitante ou a visitante, tem liberdade para falar do que quiser, mas só se realmente quiser. O lado negativo de deixar o campo de resposta aberto para digitação, é que, quando você terminar de rodar a sua enquete, É um pouco mais difícil de processar os resultados que essa enquete te trouxe. Você vai precisar fazer manualmente o processo de procurar padrões nas respostas que
você coletou. Não vai ter um troço falando tipo olha, 30% dos respondentes marcaram a opção C. Isso não vai existir. Você vai ter que olhar resposta por resposta. Não vai ter outro jeito. É um pouquinho mais trabalhoso, mas o nível de insight, O nível de informação que você recebe de seus visitantes vai para a Lua. É muito, muito legal mesmo ver o que o pessoal digita nesses campos de resposta abertos. Aí, outro assunto importante aqui pra gente, é quando mostrar essa enquete. Além de te deixar escolher em quais páginas você quer apresentar a tua enquete,
essas ferramentas, elas geralmente também vão te dar várias opções sobre o quando. Por exemplo, Mostrar depois que o visitante tiver ‘x’ tempo na página ou mostrar quando visitante scrollar, rolar a página até a metade. Isso aqui você vai precisar decidir de acordo com a enquete que você está rodando. Porque depende do que você quer saber, depende do que você está perguntando. Isso afeta quando a enquete deve ser exibida. Mas, de modo geral, uma dica que quase sempre é aplicável, Tenta não mostrar a enquete imediatamente depois que a página carrega. Sabe por quê? Porque isso pode
distrair um pouquinho o teu visitante. Vai aparecer uma caixa em movimento, ela tem um movimento para aparecer na tela, no canto da tela do seu visitantes. E isso acaba chamando a atenção no momento em que a galera ainda está se situando ali na página. Tá todo mundo ainda meio que entendendo o que está sendo ofertado, do que você está falando, que tipo de empresa você é, e pensando: qual é o próximo passo? E aí, nesse contexto, aparecer uma enquete ali no canto desvia um pouco o olhar para a enquete. Então eu geralmente prefiro esperar entre
30 segundos a 1 minuto para mostrar a caixa da enquete, tá? Dá para você configurar isso nessas ferramentas. Outra coisa, é que não é bom mostrar a enquete para seus visitantes mais de uma vez. Isso aí é pra não irritar a galera que não quer responder. Eu acho que todas as ferramentas de enquetes que tem por aí te permitem escolher a frequência de exibição. O Hotjar com certeza deixa. Então, configura isso certinho para não acabar perguntando 15 vezes a mesma coisa Para a mesma pessoa. As pessoas de fato se irritam. Mostra uma vez a enquete
e se a pessoa fechar, está tudo bem. Outras pessoas vão ter interesse em responder. Por fim, pessoal, é legal vocês saberem que não tem um número certo de respostas para coletar quando se roda uma enquete. Se você procura por aí, você vai achar umas fórmulas Estatísticas de cálculo de significância pras respostas em enquete. Na minha experiência, não funciona muito bem assim no mundo real. Eu geralmente gosto de coletar pelo menos entre 50 e 100 respostas antes de parar a enquete. Porque aí, se tiver algum padrão nessas respostas que a gente está coletando, esse padrão deve
ficar visível. Por exemplo, se as pessoas estão falando Que não conseguem vai, encontrar um produto que você oferece, um produto que está na sua página, então pode ser que esse produto esteja mal posicionado na página ou que o nome do produto seja diferente do que os visitantes estão esperando, né. Alguma coisa assim. O que fazer com relação a isso, são outros 500. Mas pelo menos Você vai saber que os visitantes estão tendo problema com essa parte e isso é uma oportunidade de otimização para você. De modo geral, quanto mais respostas você coletar, mais fácil fica
de ver esses padrões caso eles existam. Só que, por outro lado, quanto mais respostas você coletar, mais trabalho você vai ter pra organizar essas respostas depois. Pra classificar elas, Para identificar esses padrões. É um tempo que normalmente vale a pena investir. Você acaba descobrindo a coisa pra burro com essas enquetes. Então, pense em quantas vocês querem coletar. Não tem fórmula mágica, não tem número mágico. Mas, como eu falei, os meus números pessoais, especialmente em sites que não têm muito tráfego, não recebem muitas visitas, Eu gosto de esperar até ter pelo menos umas 100 respostas ali.
50 é o mínimo do mínimo pra mim. Já vi gente que roda com muito menos, e já vi gente também que só pára a enquete quando tem muito mais respostas. Tudo depende desses padrões aparecendo ou não aparecendo. Tá bom? Coletem até os padrões se tornarem visíveis ou até ficar visível que não vai ter padrão nenhum, Que é melhor você perguntar alguma outra coisa, pensar em outra enquete pra colocar no ar. Agora é que a gente já entendeu alguns dos cuidados básicos que tem que ter com as mecânicas que vão por trás da nossa enquete, chegou
a hora de falar da enquete. Vamos falar das perguntas aí, galera. O que a gente pode perguntar para os visitantes do nosso site? E aí, eu vou dar vários exemplos Aqui que eu mesmo uso com os meus clientes no dia a dia, eu vou começar com um que eu acho muito legal e muito poderoso, que é a seguinte pergunta: você está procurando alguma coisa nessa página que você não consegue encontrar? Essa pergunta, ela é legal porque se vier um monte de respostas iguais, se os visitantes estão respondendo consistentemente às mesmas coisas, Aí você já sabe
que isso que eles estão falando é uma coisa ou são coisas que você precisa adicionar na sua página. Aqui, galera, aparece com frequência um outro cenário que eu pelo menos achei muito interessante também, que é o seguinte: quando seus visitantes respondem coisas que já existem na página. Mas daí essa galera tá falando que não consegue encontrar. Isso significa que o elemento que representa essas coisas que o pessoal está falando que não acha mais que estão lá, esses elementos estão difíceis de ver ou difíceis de achar na página. E em qualquer um desses casos, seja com
a galera respondendo alguma coisa que não tem na sua página de fato ou com a galera Respondendo um item que já existe na sua página, mas que esse pessoal que está navegando não acha, você tem oportunidades de otimização na sua mão a partir desses dois cenários. Por exemplo, se a galera está falando que não encontra uma coisa que tá lá, então você tem que reposicionar esse item. Dar mais destaque pra ele. Talvez adicionar outros elementos Em volta dele para chamar mais a atenção. Mas é já de cara uma possível oportunidade de otimização aí pra gente.
Vamos pra próxima pergunta que a gente pode usar aqui, que é a seguinte: o que faria você comprar conosco agora mesmo? E tem uma outra que vai numa linha um pouco diferente, mas que vem de uma origem parecida: Na sua opinião, O que nós poderíamos melhorar no nosso site? Essas perguntas aqui vão te ajudar a entender as expectativas dos seus visitantes. Que tipo de ofertas, promoções, benefícios, e que tipo de experiência de navegação também a galera espera encontrar no seu site? E nem sempre você vai poder oferecer o que seus visitantes Estão respondendo nessa enquete,
mas pode ser que você descubra aí algumas coisas pequenas que você pode fazer para agradar esse pessoal que está pensando em comprar com você. Outra pergunta que é muito boa: qual é o motivo da sua visita ao nosso site hoje? E, nesse caso, as respostas vão te ajudar a entender as principais tarefas que os visitantes Estão tentando fazer na sua página. É bom tentar garantir que essas tarefas todas sejam fáceis de fazer. E é bom garantir também que elas apareça em lugares bem óbvios. Não pode forçar o visitante a ficar procurando muitas coisas ali. E
aí tem também algumas perguntas que a gente pode fazer, que são legais de apresentar depois que os visitantes já converteram. Então, o lugar bom para fazer isso É a sua página de obrigado pela compra, sabe? Aquela que o visitante vê depois de já pagar pelo produto. E um exemplo de pergunta que a gente pode apresentar nessa página aí, é: o que convenceu você a comprar conosco hoje? Os fatores que a galera responder, geralmente são os fatores que você precisa anunciar com bastante destaque no site. Então, se falarem, Por exemplo, que compraram porque vai, o frete
era grátis. Então, pode ser uma boa ideia de otimização fazer alguma coisa baseada nisso. Colocar, por exemplo, os benefícios do site em uma área visível nas suas páginas mais importantes, talvez lá no topo. Sendo que um desses benefícios aí seria o tal do frete grátis que o pessoal está falando sobre. Nessas mesmas páginas aí de pós conversão, Também pode ser interessante perguntar: o que quase fez você desistir de comprar com a gente hoje? E isso vai colocar um pouco mais de clareza nos pontos de hesitação que talvez você precise endereçar de alguma forma no seu
site. Se você identificar nas respostas que as pessoas têm algum tipo de receio com algum aspecto do seu produto ou seu serviço, Vale a pena adicionar conteúdo no site, na página onde esses receios aparecem, para contrapor esse tipo de coisa. Então, por exemplo, se acharem que o produto exige muita manutenção e que a manutenção é difícil de fazer, isso está aparecendo como um impeditivo de compra nas respostas aí da sua enquete. Então você pode pegar e colocar um vídeo na página Mostrando uma pessoa fazendo a manutenção do produto de forma rápida, para provar para os
seus visitantes aí que isso não é um problema, não precisa se preocupar com isso. Entã, é esse tipo de insumo que você consegue apresentando essas perguntas depois que a compra já foi feita. Pode vir uns insights aí que você pode usar Para tentar atrair um pouco mais a galera que está chegando agora no seu site. Porque esses são os fatores que fizeram seus compradores anteriores se encantarem e eventualmente converterem com você. Ah, e um outro exemplo que eu gosto de apresentar depois da conversão é: quais dúvidas você teve antes de comprar Ou antes de criar
uma conta ou antes de fazer qualquer atividade chave no nosso site? As respostas, elas vão te ajudar a entender quais são os questionamentos que as pessoas têm na cabeça durante o processo de compra. E aí, uma boa adicionar coisas tipo texto, imagens aí no site para ajudar a resolver essas dúvidas que o pessoal está tendo No momento onde elas acontecem. Então agora é importante a gente lembrar também, que quando você for olhar os resultados da sua enquete no Hotjar, ou em qualquer outra plataforma similar, vai dar para ver em qual página do site a pessoa
estava quando a pergunta foi respondida. E aí dá para saber em qual página os visitantes estão tendo essas dúvidas. Se a gente pensa nisso quando nossa cabeça de CRO aqui, é nessas páginas que a gente pode adicionar os elementos aí para cobrir essas dúvidas que a galera normalmente está tendo. E isso é uma grande oportunidade de otimização. Muitas vezes em endereçar a hesitação. os sentimentos conflitantes sobre a compra no momento em que está tudo acontecendo, Ajuda muito a melhorar a taxa de conversão. Aajuda a garantir que a gente vai conseguir empurrar esse pessoal até eles
chegarem no final do nosso funil, que é o que a gente quer aqui. E aí o céu é o limite, galera. Dá pra gente ser muito, mas muito criativo aqui, porque a gente tem o poder de apresentar qualquer pergunta Em qualquer página do nosso site para os nossos visitantes responderem. Então tem muitas ideias legais de otimização que podem e vão sair desse tipo de enquete. Só que tem um lance aqui. Tem outro tipo de enquete que a gente pode fazer. Até agora a gente falou de enquetes no site, certo? Só que tem uma outra possibilidade,
que é mandar essas enquetes por e-mail Pra galera que já é cliente atualmente. E a taxa de resposta que vai ter com isso, varia tá? Tem vezes que o pessoal responde mais via email. Tem vezes que o pessoal responde menos do que responderia dentro do site. O que eu pessoalmente observo é que a taxa de resposta via e-mail tende a ser um pouquinho maior, porque são pessoas que já são clientes suas, Já compraram com você e já aprovaram a experiência toda, né? Por outro lado, rodando esse tipo de enquete, que é por e-mail, a gente
perde a vantagem de poder fazer as perguntas dentro do contexto de navegação dessa galera que está vindo para o nosso site. E isso é uma das coisas que a gente falou ali atrás, Agora a pouquinho, que é realmente um dos fatores mais poderosos de rodar enquetes direto no site. Mesmo assim, esse método via e-mail também é muito bom. Não é à toa que tem um montão de empresas ao redor do mundo usando. Empresas assim de renome mesmo. Nesse tipo de enquete galera, é legal, você tenta focar em perguntas pra tentar, perguntas no caso, Pra tentar
extrair informações que só alguém que já converteu poderia ter. Então, por exemplo, um tipo de pergunta que eu gosto: do que você mais gostou no produto que você comprou? Isso aqui vai te ajudar a descobrir em quais benefícios você pode focar quando você for promover esse produto para outros clientes, Para outros visitantes do site. Ou então, quais problemas você está solucionando com os produtos que você comprou conosco? Para te ajudar a entender quais são os diferentes usos mesmo que os seus produtos estão tendo. E isso pode ser usado depois nas suas campanhas de marketing. Esses
usos aí podem aparecer nas áreas mais nobres do seu site, porque provavelmente são os tipos de Uso que são mais relevantes para o seu público-alvo. E por fim, pessoal, seus clientes geralmente falam um montão de coisas úteis quando eles estão em contato com o SAC do site de vocês. Ou com chat, ou com qualquer canal de suporte. É aqui que a galera não vai ter nem dó e nem piedade nenhuma mesmo. Nenhuma papa na língua para falar Se alguma coisa está ruim ou você não está funcionando direito. Então, se possível, tenta se manter em contato
com essas áreas aí do seu negócio. Tá? Tenta dar uma olhada no que está acontecendo nesses canais. Vê o histórico das conversas que estão acontecendo. Quais são as reclamações que aparecem o tempo todo, quais que aparecem com muita frequência, Quais assuntos se repetem. Tudo isso aqui vai te ajudar a entender onde que você tem que focar os seus esforços de otimização, em quais páginas você precisa mexer e por quais motivos. Enfim, pessoal, esses aqui são alguns dos jeitos, algumas das fontes de dados qualitativos que a gente tem dentro de CRO. Existem outras, mas essas três
Que a gente falou sobre agora, elas são muito eficientes. Enquetes no site, enquetes via e-mail e log ou histórico de conversas dos seus canais de suporte. Tentem instalar o Hotjar, ou qualquer outra ferramenta parecida com o Hotjar no site de vocês para vocês poderem começar a rolar essas enquetes e coletar esses dados. Coloca uma enquete no ar Só para você ver como é que o treco funciona. Só para pegar prática mesmo. E aí os seus próprios visitantes vão acabar te ajudando, e não vai ser um pouco só, vão te ajudar um bocado a otimizar o
seu site e a melhorar sua taxa de conversão. Na próxima aula a gente vai falar sobre mapas de calor. Até mais. Mapas de calor. Como a gente começou a falar de coleta de dados qualitativos e quais fontes a gente pode usar, não tem como deixar de lado os famigerados mapas de calor. Um recurso muito famoso, muita gente usa, muita gente conhece. Pra quem não sabe o que é, nunca ouviu falar, mapa de calor é uma visualização das áreas do seu site De acordo com o nível de atividade que está rolando nessas áreas. Então você vai
ver, por exemplo, algumas áreas pintadas de vermelho no mapa de calor. E essas são as áreas mais quentes do seu site, onde teve bastante atividade acontecendo. E seguindo nessa mesma lógica, as áreas mais frias, onde não teve muita coisa acontecendo, elas aparecem em azul. Ali não teve muita atividade. Para você ter acesso aos mapas de calor do seu site, você precisa instalar alguma ferramenta que faça isso para você. E, de novo, você pode usar o Hotjar para isso, porque já dá para ter acesso a essa funcionalidade mesmo no plano gratuito. Geralmente, você vai encontrar três
tipos de mapas de calor Que são mais populares aí. Mapas de scroll ou mapas de rolagem. Mapas de clique e mapas de movimento, ou mapas de hover, que é outro nome comum. Os três tem nomes que são mais ou menos auto explicativos ali. Começando pelo mapa de scroll ou mapa de rolagem, esse vai te mostrar até qual altura da sua página seus visitantes scrollaram. Ou seja, quanto esses visitantes disseram na página e quanto conteúdo eles ou elas viram. O mapa de cliques vai mostrar quais são as áreas da sua página que estão recebendo mais cliques.
E o tal do mapa de Hover, que também é chamado de mapa de movimento, vai mostrar as áreas mais comuns por onde O cursor do mouse da galera passou. Esse último mapa aqui, ele só existe para o desktop, tá? Não tem cursor em dispositivo móvel. As telas de celular são todas touch hoje. A gente chama esse aqui de um mapa de Hover, porque o termo Hover em inglês significa flutuar. E, no contexto da internet, o Hover significa você deixar o mouse em cima De alguma coisa sem clicar. Quando você está levando o mouse de um
lugar para o outro na tela sem clicar em nada, você está fazendo hover. O mouse está flutuando sobre uma determinada área. E é isso que esse mapa de calor te mostra. Quais foram os locais por onde os seus visitantes passaram. o mouse. E bom, bora falar em mais detalhes Sobre cada um desses tipos de mapa de calor, começando pelos mapas de calor de scroll. Esse tipo de mapa de calor, é muito útil para você conseguir entender até que ponto da página a maioria dos seus visitantes scrolla. Até onde eles descem a página. E no Hotjar
você vai ter acesso a duas informações que são muito úteis relacionadas a isso. Primeiro, a dobra média. E segundo, o percentual de visitantes Que desceu a sua página até um certo ponto. A dobra a média, ela te mostra quanto da sua página cabe na tela dos seus visitantes antes desses visitantes rolarem a página para baixo. Antes de ter qualquer tipo de scroll acontecendo. Em outras palavras, quanto do conteúdo da sua página seus visitantes conseguem ver logo de cara, Assim que a página carrega? A gente chama essa área de primeira dobra, a parte que é visível
antes de qualquer rolagem acontecer. Lembrando que nem todos os seus visitantes navegam usando a mesma resolução de tela. Alguns têm resoluções maiores, outros têm resoluções menores. Por isso que a gente chama isso aqui de dobra média. Na média, O que o pessoal enxerga assim que abre seu site é o conteúdo que aparece dessa linha para cima. Essa informação é muito útil porque nem todos os seus visitantes scrollam. A gente tem essa mania de achar que todo mundo vai descer até o fim das nossas páginas, vai ler tudo o que tem pra ler. Mas não é
bem assim, galera, Tem um monte de gente que vai a aterrissar nas suas páginas e nem scrollar vai. Então, se a gente souber onde a dobra média está, a gente vai saber também qual que é a área da nossa página, que a grande maioria dos nossos visitantes vai de fato ver. E isso torna essa área, a área mais valiosa das suas páginas. É a única área onde a gente consegue ter a Garantia de que pelo menos os visitantes vão ver o conteúdo que está lá, mesmo que não leiam, mesmo que não tenha nenhuma interação. A
gente vai aprender a otimizar essa área ainda mais pra frente no curso, tá? Mas lembrando aí que seu site tem uma dobra média diferente em cada dispositivo também. Então uma dobra média diferente para desktop, Uma para mobile né, que é o celular e outra para o tablet. E isso acontece porque cada um desses dispositivos tem resoluções diferentes. Então isso é a primeira coisa legal que a gente vai ter aqui: a dobra média. A segunda coisa legal é que no mapa de calor você consegue ver umas marcas ali com números do tipo 75%, 50% 25% e
assim por diante. Essas marcas, elas indicam quantos dos seus visitantes chegaram até a marca. Então usando a marca de 50%, por exemplo. Ela está falando pra gente que só 50% dos visitantes dessa página scrollaram o suficiente para chegar até essa parte do conteúdo que está ali marcada, delineada pela marca. Os outros 50% não scrollaram até essa marca. Ou seja, dessa linha onde a marca aparece para baixo, você já perdeu metade dos seus visitantes. Então uma coisa que você pode fazer assim logo de cara é olhar onde é que está essa dobra média e essa marca
de 50% em cada uma das principais páginas do seu funil de conversão. Aquelas páginas pelas quais os visitantes têm que passar para poder converter. É muito importante mostrar de forma rápida para os visitantes tudo o que tem de melhor, basicamente. Suas as melhores ofertas, produtos, serviços, promoções, benefícios. Tudo isso aí tem que aparecer o mais lá em cima possível. Porque quanto mais para baixo você posiciona um elemento na sua página, menor é a chance dos seus visitantes Verem esse elemento. E aí, dentro desse assunto, dessa dobra média e desses percentuais, pessoal, duas dicas rápidas. A
primeira, se você não for uma loja virtual, então é muito importante que você use o espaço dentro da sua dobra média para contar aos seus visitantes o que a sua empresa faz ou o que é o seu produto ou o que o seu serviço faz. Ou, alternativa, você precisa contar qual é a sua oferta ali dentro. E o motivo é um só: seus visitantes não podem continuar navegando sem entender o que você faz, sem entender que tipo de empresa você é, sem entender que tipo de produto você está vendendo. Essa informação, ela vai moldar as
expectativas, para o restante da navegação. Então, é uma informação muito importante, né? Você concorda comigo que é difícil continuar consumindo o conteúdo ali se você não conseguir entender do que a empresa se trata? Qual é a oferta? A pessoa pode até ler né, mais texto ou consumir mais imagens, mas dificilmente essas coisas vão fazer muito sentido. Então, é muito importante situar esses visitantes Dentro dessa área da dobra média. E aí eu falei de empresas que não são lojas virtuais. Se você for uma loja virtual, então o que você precisa apresentar dentro dessa dobra média são
as suas principais promoções e os seus principais benefícios. Coisas como produtos de destaque, benefícios do tipo frete grátis, devolução em até ‘x’ dias, parcele tudo até ‘x’ meses sem juros E por aí vai. Em resumo, o conteúdo que é mais importante para a gente ajudar os nossos visitantes a alcançarem os objetivos deles, precisa aparecer no topo das nossas páginas. De preferência dentro dessa área da dobra média. Segunda dica. Agora que você já sabe que é importante apresentar tudo O que você tem de mais legal e explicar o que o seu negócio/produto/ serviço faz dentro do
espaço da dobra média, o desafio agora é fazer uma lista com todo o resto do seu conteúdo, que você acha que pode fazer os seus visitantes converterem e que você acha que você tem que apresentar nessa página. Então, coisas como outros produtos, outros benefícios, Informações adicionais, etc. Vai depender muito do tipo de site que você tem. E aí, desse conteúdo que você listou, você vai ter que ver o que cabe entre o espaço ali do fim da dobra média e a marca dos 50%. Porque aí você sabe que pelo menos metade dos seus visitantes vai
ter visto esse conteúdo que, na sua avaliação aí, É um conteúdo que pode resultar em uma conversão. Pode ajudar alguém a chegar numa eventual compra. Tudo o que existe pra baixo da linha de 50% de scroll só vai ser lido por metade ou menos dos seus visitantes. E enfim, isso aí são os mapas de calor de scroll ou de rolagem pessoal. Bora falar um pouquinho agora dos mapas de calor de clique. E o principio aqui é o mesmo galera. As áreas com manchas são as áreas onde os visitantes clicaram. E quanto mais vermelha for a
mancha, mais cliques um certo elemento recebeu. Esse tipo de mapa de calor, é legal para te auxiliar a ver a popularidade dos elementos da sua página. Os itens que estão recebendo mais cliques, eles costumam ser os itens Que são mais importantes para seus visitantes. São os itens mais populares. E isso, obviamente, é uma informação que você pode e deve usar pra otimizar, pessoal. Dá um exemplo aqui: se você tem um vídeo gigante na primeira dobra da sua página e ninguém clica no play, você pode pensar em substituir esse vídeo, por exemplo, E colocar um outro
tipo de informação lá. Isso é uma coisa que o mapa de calor vai te mostrar. Se a galera não estiver clicando no play, não vai ter mancha vermelhinha ali no lugar que o vídeo aparece. Da mesma forma, se você tem um elemento que é muito mais popular do que os outros no seu menu de navegação, por exemplo, pode ser que faça sentido você trocar a ordem dos itens desse menu Para fazer os itens mais populares aparecerem antes dos itens menos populares. Com esses mapas de calor né de clique, você também vai conseguir ver se tem
elementos que não são clicáveis, mas que estão recebendo cliques. É bastante comum isso acontecer com imagens, por exemplo. Se você tiver uma imagem Que não é clicável, mas está recebendo um monte de clique, vale a pena você pensar em adicionar um link ali, fazer com que a imagem se torne clicável, porque esse está sendo o comportamento esperado do pessoal. E aí esse clique, obviamente, tem que levar de modo ideal a galera para o próximo passo ali na jornada de conversão. Aqui eu também Acho que a maioria de vocês vai perceber que quanto mais para baixo
você vai na página, menos cliques você vai ver no seu mapa de calor. Isso é porque a maior parte dos cliques de quase qualquer página que a gente puder pensar sobre, acontece na área lá em cima, na primeira dobra. Então é por isso que é tão importante mostrar que você tende a melhor aí nessa área. Por isso que essa área é tão importante em cada uma das nossas páginas. E aí, em último lugar, aqui vêm os mapas de calor de movimento, que vão mostrar pra você por onde que os visitantes passaram o mouse enquanto navegaram.
E basicamente, esse tipo de mapa de calor não tem muita utilidade, tá galera? A gente faz coisas muito malucas com o cursor na tela. Anda com o mouse ali feito uma barata tonta. Então tem um monte de casos onde a gente deixa o mouse ou passa o mouse por regiões da tela, que não tem correlação absolutamente nenhuma com a intenção que a gente tinha enquanto esse movimento estava acontecendo, se é que tinha alguma intenção. Igual falei, a gente Faz isso aí por motivos super arbitrários. Às vezes sua cabeça está pensando em outra coisa, mas seu
braço está mexendo ali. Então é meio difícil extrair informações muito úteis assim, de mapas de movimento. Você pode deduzir que áreas com mais movimento são áreas de maior atenção na página. Só que eu já teve um monte de estudos aí no passado, de acompanhamento Do movimento dos olhos, que é um recurso superior a acompanhar o movimento do mouse, que contradizem essa ideia. De que a gente passa o mouse onde a gente está pensando em fazer alguma coisa, não é bem assim. Então a recomendação é não usar esse tipo de mapa de calor, pessoal. Foquem em
nos outros dois que a gente falou sobre, tá? Mapas de scroll e mapas de clique, Que vocês vão ter um monte de dados legais lá já para otimizar. E na próxima aula a gente começa a falar sobre fundamentos de persuasão pra CRO, galera. E aí moçada, tudo bom? Chegamos finalmente na parte do curso onde a gente vai ver aí o que a gente pode fazer para de fato botar a mão na massa e começar a melhorar as nossas páginas com técnicas diversas Aí que a gente vai aprender e coisas que a gente vai ver como
verificar também. Os tais dos fundamentos aí que eu já falei sobre 1 milhão de vezes, e eu imagino que vocês que estão consumindo o curso devam querer me matar toda vez que vocês ouvem essa palavra agora. Mas não tem jeito pessoal. O fundamento é o que é, é a base, é o alicerce Para a gente construir todo o resto. Então não tem como pular. A gente precisa aprender. E o primeiro tópico desses fundamentos, desses alicerces de CRO, não poderia ser outro, pessoal. A gente vai falar sobre persuasão aqui. Sem persuasão, não tem site nessa galáxia
que consiga fazer a galera converter. É muito difícil. Pra você fazer o seu visitante Concluir uma ação relevante dentro do seu site, como comprar um produto, por exemplo, é muito importante que tenha elementos de persuasão ali, explicando pro visitante não só porque que aquilo deve ser feito, mas tentando oferecer outros tipos de embasamento ali também. Às vezes que ficam mais pautados até no emocional do que no racional. E falando sobre isso, pessoal, é interessante a gente pensar que nós, como seres humanos, tomamos um monte de decisões com base em racionalidade. Em argumentos que são racionais.
Mas a gente também toma um monte de decisões com base em argumentos emocionais. Então, para os nossos visitantes, pessoal, a mesma coisa vale. A mesma coisa se aplica. Afinal de contas, todo mundo é ser humano, né? A tomada de decisão nem sempre vai ser lógica. Nem sempre o processo vai seguir uma linha reta para sair do A e chegar no B. Então, de modo geral, o que a gente vê acontecendo muito, é que a atenção dos visitantes tem que ser fisgada no emocional, porém, A gente tem que oferecer argumentos, embasamento racional também para esses visitantes
conseguirem justificar essa tomada de decisão, essas ações, essas compras que vão ser feitas aí nas nossas páginas. E as primeiras impressões contam muito, muito mesmo. As primeiras impressões que as pessoas vão ter no seu site são muito importantes. É baseado nessas impressões aí que a galera vai decidir se vai continuar navegando, se vai para a página do concorrente, o que vai fazer. E essas impressões, elas são formadas na primeira dobra. Naquele espaço que a gente viu ali, que vale ouro no nosso site, porque o único lugar que a gente tem certeza que a galera vai
bater o olho e vai pelo menos Ver qual é o conteúdo que está lá. Então, essa dobra, a gente tem que lembrar também que ela não vai ter o mesmo tamanho para todo mundo, né? O tamanho da primeira dobra depende da resolução da pessoa que está acessando o site. Então depende da resolução, na verdade, não é nem da pessoa, mas sim do dispositivo que a pessoa está usando para acessar o site. Seja esse dispositivo um celular, um tablet, computador. Geralmente, quanto maior o dispositivo, maior a resolução. Não é uma regra, mas quase sempre é desse
jeito que funciona. E aí se torna muito importante a gente usar o Google Analytics para ver quais são as resoluções mais comuns que estão sendo usadas pelos nossos visitantes. A resolução é sempre escrita no formato número x número. Sendo que o primeiro número é a quantidade de pixels horizontais que tem na sua resolução, ou seja, a largura da tela. E o segundo número é a quantidade de pixels verticais que tem nessa resolução, ou seja, a altura da tela. Então, por exemplo, se eu estou usando um notebook Pitiquinho numa resolução vamos falar 1366 x 768 e
você está usando o computador ligado no monitor grandão, resolução Full HD bonitão ali, Full HD é 1920 x 1080, então a primeira dobra para mim vai ser 768 pixels verticais. Só que para você essa primeira dobra vai ter uma altura maior. Vai ter 1080 pixels verticais. A sua primeira dobra é muito maior Do que a minha primeira dobra. Então por padrão, tenta sempre planejar o conteúdo da primeira dobra, pensando nos visitantes que têm resoluções menores. Se o que você quer mostrar nesse espaço aí couber numa resolução pequena, então vai caber numa resolução grande também. Só
que o contrário pode não ser verdade. Então é melhor você começar sempre pensando nas resoluções menores. E galera, é até difícil explicar aqui o quão importante é esse espaço da primeira dobra. Eu sei que eu estou enfatizando bastante, mas o treco é realmente muito importante. É o único lugar da nossa página que a gente sabe o que a pessoa vai olhar e vai realmente ver o conteúdo que está ali. E a avaliação dos visitantes é muito rápida, pessoal. Geralmente o visitante vai avaliar em 5 segundos Ou menos se ele ou ela quer continuar navegando depois
de bater o olho nessa primeira dobra. Então, meus bonitos e minhas bonitas. Vocês têm 5 segundos para impressionar os visitantes de vocês. É muito pouco tempo, pessoal. Não é um desafio fácil de resolver. Por conta dessa visibilidade alta, apresentar suas principais ofertas e benefícios Aí dentro dessa região tende a melhorar a sua taxa de conversão. Lembrando mais uma vez. A sua primeira dobra, ela precisa convencer emocionalmente e racionalmente. No lado da emoção, as pessoas precisam se apaixonar pela oferta primeiro. O que você vai usar aqui, vai depender do que você está vendendo, né? Mas, de
um modo geral, Você precisa oferecer uma visão para as pessoas. Precisa oferecer inspiração. E isso normalmente acontece quando elas lêm o título da sua oferta, com fontes bem grandonas ali, imagens bem bonitas, vídeos bem animados e por aí vai. Então, pensa nos elementos que mais chamam a atenção assim que a página carrega. É aqui que o convencimento emocional Geralmente acontece. E, num primeiro momento, é esse tipo de convencimento que toma a frente ali no nosso processo de tomada de decisão. Em seguida, essa área precisa oferecer argumentos racionais que ajudem a justificar a decisão de compra
dos seus visitantes. E é aqui que você cita benefícios específicos. É aqui você explica a sua oferta de forma racional. Estou falando aqui de coisas como pagamento até 12 vezes sem juros ou garantia de três anos. Se der qualquer defeito, a gente devolve seu dinheiro. Então, além de criar esse convencimento, essa área da sua página, ela precisa também direcionar os seus visitantes. Especialmente se a página Que a gente tiver falando sobre, for uma página de destino comum. Tipo páginas aí do seu site que a galera acessa chegando do Google, por exemplo, depois de fazer uma
pesquisa lá. Ou páginas que são acessadas a partir das suas campanhas mais populares de marketing. Que tem um monte de gente vendo e um monte de gente clicando. Na próxima aula, Eu vou ensinar um método rápido aí para vocês poderem verificar se o conteúdo que vocês estão mostrando nessa primeira dobra, se de fato ele vai oferecer pelo menos o mínimo que a maior parte dos visitantes costuma procurar nesse espaço, tá? Seja consciente ou inconscientemente. Então, até a próxima aula. Vamos continuar na nossa trilha aqui sobre persuasão. Na aula anterior, a gente falou sobre a importância
da persuasão no seu site. Mas especialmente o quanto esse troço importa naquela área da primeira dobra das suas páginas. Nessa aula aqui, a gente vai aprender um método que é rápido de aplicar e que eu acho que vai ajudar você um bocado a pensar Em que tipo de conteúdo você tem que colocar dentro dessa área da primeira obra. Isso aqui que a gente vai ver agora, vai se aplicar mais para suas páginas de destino tá? Coisas assim como a sua home page, ou então as páginas que recebem tráfego das suas campanhas de marketing. Mas, se
você adaptar um pouquinho o que a gente vai aprender a fazer aqui agora, Você consegue aplicar esse método em outras páginas do seu site também. E o nome do método que a gente vai aprender, é 3W’s. E ele se chama 3W’s porque ele consiste em responder três perguntas em inglês que começam com W. E aí, responder essas perguntas ajuda a gente a avaliar a qualidade da primeira dobra das nossas páginas. Se essa dobra está oferecendo Alguns fatores de persuasão que são importantes para a maioria dos visitantes ali, ou não. Essas respostas tem que aparecer na
sua primeira dobra em menos de 5 segundos. Se demorar muito mais do que isso, o seu público-alvo não necessariamente tem saco, tem paciência para procurar essas respostas lá. E são coisas que você vai ver, direcionam a navegação de todo mundo Que está chegando no seu site. Então, pessoal, são três perguntas. As três começam com o W em inglês. Pergunta número um. Where my? Onde é que eu estou? Pergunta número dois. What i do? O que é para eu fazer? E pergunta número três. Why i do it? Porque é para eu fazer esse treco que você
está me falando para fazer? Então vamos para a primeira pergunta pessoal. Where my? Onde que eu estou? A primeira dobra das suas páginas, especialmente da sua home, precisa dar um senso de contexto para os seus visitantes. Precisa ajudar essa galera a entender onde é que eles estão. Qual é o nome dessa empresa? Em que página do site que eu estou? O que essa empresa faz? E isso pode parecer um pouco maluquice aí né, você pode estar pensando agora: pô, esses doidos Não acabaram de chegar no site? Por que eles não saberiam em que site que
eles estão ou em que página do site que eles estão? É importante a gente lembrar, que a navegação ela é interrompida um monte de vezes, por um monte de motivos. A navegação raramente acontece de forma linear assim, perfeitinha. Então pode acontecer de alguém Começar a navegar no seu site e precisar parar no meio por motivo x, y, z aí e depois retomar essa navegação. Só que aí é fácil perder a linha de raciocínio na cabeça. Pode ser que a pessoa não lembre mais o que ela estava fazendo no site, como que ela chegou aqui ou
em que página que ela estava. E isso é bem comum hein galera. É bem como mesmo, Especialmente hoje em dia, onde todo mundo tem um smartphone no bolso. Então pensa: você está no transporte público, por exemplo, e você está vendo o site, tá navegando. Aí você chega onde você tem que descer, na estação em que você precisa descer. É certeza que você vai parar essa navegação. Vai ter uma interrupção ali. Ou, outro exemplo. Você está procurando alguma coisa para comprar em um site, e aí você tem, por exemplo, um filhinho ou uma filhinha bebê. E
aí você precisa dar comida para essa criança. Então com certeza você vai parar de navegar também. Não tem nem como comparar o nível de importância das duas tarefas que você está fazendo, do que está disputando A sua atenção ali. Então, galera, tem inúmeras coisas aí nas nossas vidas que são muito mais importantes do que continuar essa navegação. E por isso, a navegação, ela pode e ela vai ser interrompida com alguma frequência. Por conta disso, é bom a gente tentar facilitar a vida dos nossos visitantes e sempre deixar claro Em qual site eles estão, o que
essa empresa faz, em qual página eles estão e deixar claro também, especialmente na primeira dobra, o que é a nossa oferta. Pra fazer isso, a primeira dobra das nossas páginas, ela tem que, no mínimo do mínimo, ter o logotipo da empresa, tá? Tudo bem se o logotipo aparecer no header, Que é aquela área lá no topo da página, geralmente fica o seu menu de navegação. Mas em algum lugar dessa primeira dobra, não só você precisa mostrar quem é a empresa, qual é o nome da empresa, o logotipo e tudo mais, mas você vai precisar também
explicar qual é a sua oferta. O que é o que você está vendendo? Ou então o que a sua empresa faz? Se essas informações aparecerem Na sua página na primeira dobra, aí você tá respondendo o primeiro W com sucesso. Você está dando um senso de contexto pro seu visitante. Ninguém vai ficar se perguntando onde eu estou ou então quem é essa empresa, quem são esses caras, o que que eles e elas fazem. Porque isso está respondido na própria página, tá bom? E indo pro Segundo W, What i do. O que que é pra eu fazer?
E esse segundo W, ele tá aqui pra gente se certificar de que a nossa página está dando um certo direcionamento aí para os visitantes. A galera tende a ficar um pouco perdida na página, se não tiver uma ação óbvia para realizar logo de cara. A gente tem que falar isso para o visitante. O que é pra fazer ? Então, pra responder o segundo W com clareza nas nossas páginas, o ideal é a gente oferecer um botão CTA logo nessa primeira dobra. A gente falou já sobre isso algumas vezes, mas é importante entender que o motivo
para isso é oferecer esse direcionamento que os nossos visitantes precisam para não ficarem navegando Igual a barata tonta ali na nossa página. Tem que ter uma coisa clara pra ser feita e essa coisa precisa ser identificável logo que o visitante chega na página. Pra quem não sabe ou não pegou nas últimas aulas, CTA é uma sigla que vem do inglês. E lá significa Call To Action. Se a gente traduzir isso para o português, vira Chamada para Ação, que é um texto que convida Quem está lendo, a fazer alguma coisa, a realizar uma ação. Então, por
exemplo, um botão com o texto Compre agora é considerado um CTA, porque tem um verbo né, tem uma ação a ser feita, que é o comprar. Então, o botão chama a gente para fazer essa ação. Então isso é o CTA. Isso é o que a gente precisa Para cobrir esse segundo W de maneira adequada. Colocar um CTA na primeira dobra da nossa página. E usem um bom senso aqui, pessoal. Se não der pra ter um botão, então coloca pelo menos algum elemento clicável ali. Precisa ter alguma ação para ser feita assim que a página carrega.
Um exemplo legal de situação de um botão não é a resposta certa, Seria uma página de listagem de produtos em uma loja virtual Não confunde com a home, tá? Estou falando daquela página que tem geralmente a grade com um monte de produtos ali. Como já tem um monte de produtos na frente do visitante, essa é a ação a ser feita. Ver o detalhe, né? Ver a página de detalhes de algum desses produtos. Nesse caso, não precisa do CTA. A mesma coisa se aplica se a gente pensar no portal de notícias, porque logo de cara vai
ter um monte de notícias ali pra gente clicar. Não necessariamente precisaria ter um CTA ali nesse caso. Porque, de novo, a ação a ser realizada, ela é óbvia. Mas o importante pra gente Aqui é que logo na primeira dobra tenha uma ação para os nossos visitantes fazerem. É assim que a gente responde esse segundo W. E por fim, vamos para o nosso último W, pessoal. Why i do it? Porque é pra eu fazer esse troço aí que você tá me falando pra eu fazer no CTA? E nesse W, a nossa intenção é oferecer motivação e
relevância Para os nossos visitantes. E é aqui que a tal da persuasão aparece com mais intensidade nessa história toda de três W’s que a gente está conversando sobre aqui agora. A gente acabou de falar que precisa ter uma ação para realizar na nossa primeira dobra, certo? Então, neste terceiro W, a gente tem que explicar por que é que essa ação Tem que ser realizada. Por que é pra eu fazer isso aí que você está falando para eu fazer? Em outras palavras, a gente tem que oferecer argumentos que justifiquem a ação que a gente está pedindo.
Então, por exemplo, se a gente apresentou um produto na primeira dobra, e daí a gente que foi lá e colocou um CTA que está falando “Compre Agora”, a gente precisa falar mais alguma coisinha aqui para convencer a galera de que comprar o produto é realmente uma boa ideia. Então, para responder esse W coloquem argumentos racionais e emocionais na primeira dobra das páginas de vocês. Argumentos racionais seriam coisas como as funcionalidades do produto, possibilidades de uso, parcelamento, Coisas da própria negociação, o preço do frete, a garantia e por aí vai. Já argumentos emocionais vão mais pra
linha de coisas como bem estar, proteção, satisfação, felicidade, status, coisas assim. Não vai ter como eu te falar aqui nesse curso, quais argumentos especificamente você tem que usar. Porque cada site é único, cada produto é único, Cada serviço é específico. Então não dá para eu falar exatamente o que vai funcionar no seu caso. Mas lembra que a gente já aprendeu a fazer enquetes com os nossos visitantes. E é exatamente daí que você vai extrair esse tipo de argumento. Quando você faz uma enquete perguntando uma coisa do tipo: do que você mais gostou Nesse produto que
você comprou? As respostas que vierem depois ali vão te ajudar a pensar no que você pode escrever como argumento de convencimento nessa primeira obra, para responder o último dos nossos três W’s. E está aí, galera. 3 W’s, três perguntas, três respostas. Where my? Onde é que eu estou? What i do? O que é para eu fazer? E Why i do it? Porque é para eu fazer isso? Respectivamente, o que a gente está oferecendo respondendo essas perguntas, é: contextualização, depois direcionamento e depois disso, convencimento, que são as três principais coisas que os nossos visitantes precisam para
poderem fazer uma compra conosco. Se as páginas de vocês responderem a essas perguntas, Especialmente a homepage e as páginas de campanha, você provavelmente vai aumentar suas chances de gerar taxas de conversões mais altas aí pro seu negócio. E de novo: use o bom senso. Se a gente pegar novamente o exemplo da nossa página de listagem de produtos em uma loja virtual, você pode justificar a ação de compra de cada Produto individualmente, por exemplo. Fazendo coisas como usar selos ali, retirada grátis ou campeão de vendas, ou então adicione informações de parcelamento específicas de cada produto. Anuncia
se o produto tem oferta, faz com que isso apareça de forma clara. Tenta criar urgência com o selo que diz quantas unidades do produto restam, se forem poucas. Tudo isso aqui conta como resposta válida Para nossa pergunta do porquê que essa ação tem que ser feita. Vale como resposta para o terceiro W. Tem também uma solução muito mais fácil que um monte de lojas virtuais por aí estão tão usando que é adicionar uma faixa em algum lugar da primeira dobra do seu site, falando sobre benefícios que valem para todos os produtos. Tipo condições de frete,
garantia, Parcelamento, métodos de pagamento e assim por diante. Mas, enfim, de novo, usem o bom senso. Beleza, galera? Do jeitinho que eu expliquei aqui, vocês vão conseguir usar o método para a home de vocês com certeza. Pode ser que precise pensar um pouquinho mais, ajustar um pouquinho ali, ir pouco mais para fora da caixa, para conseguir aplicar isso aqui também Em outras páginas, mas funciona. E pra gente treinar, o exercício dessa vez é pegar a home do site de vocês e aplicar esse método que a gente aprendeu agora. Os 3 W’s. Avaliem aí se dobra,
a primeira dobra da home do site de vocês responde as três perguntas que a gente cobriu agora. Se já responder, parabéns. É muito raro Acontecer, viu? Tem vários sites de empresa gigante por aí que não respondem muito bem a essas perguntas. Então parabéns mesmo! Que bom que você já está cobrindo tudo isso daí. O próximo passo agora seria fazer enquetes aí e mais pesquisa com seus visitantes para entender se tem argumentos ainda melhores pra você apresentar Nessa primeira dobra. Aí talvez você consiga chegar a uma ideia de otimização assim, né? Trocar os argumentos apresentados na
primeira dobra da home do site. Se a primeira dobra da home de vocês não responder às perguntas, parabéns do mesmo jeito, porque você acabou de achar uma baita oportunidade de otimização para o seu site. Tenta criar uma nova versão da sua página Que responda essas três perguntas e testa ela contra a antiga. E bom, meu povo, na próxima aula a gente vai falar sobre prova social, que é um dos recursos persuasivos, mais fortes, mais eficazes aí que a gente tem ao nosso dispor. Então é isso. Um dos recursos mais importantes de persuasão no contexto online,
é a prova social. Prova social é quando você mostra para os seus visitantes que outras pessoas estão fazendo aquilo que seus visitantes estão pensando em fazer, o que de certa forma valida que aquela ação está de fato correta e que ela pode ser feita. Vocês já viram aqueles depoimentos de pessoas que já compraram o produto E estão falando bem dele? Isso é prova social. Um outro nome que a gente dá para a prova social é comportamento de manada. Na verdade, é isso que a prova social gera, que é quando uma pessoa faz alguma coisa porque
vê que outras pessoas já fizeram aquilo também. Isso é uma forma de a gente validar Aquilo que a gente está fazendo realmente tem sentido porque outras pessoas já fizeram. Quando a gente não tem certeza de alguma coisa, frequentemente a gente olha para os lados para ver se tem alguma dica do que seria o comportamento correto entre aspas em uma determinada situação. E os seus visitantes fazem isso o tempo todo, galera, não só no site de vocês, Mas em um monte de outros sites que eles e elas acessam também. Então, por isso, é importante a gente
pensar em como oferecer essas informações nas nossas páginas que ajudem os visitantes a validar essas ações que eles querem tomar. Existem cinco tipos principais de prova social E eu vou falar brevemente de cada um deles agora tá pra gente conseguir entender como usar e por que é usado também. Então, o primeiro tipo são os depoimentos, que foi o exemplo que eu citei agora há pouco. Colocar depoimentos de clientes na sua página é um recurso Que, de modo geral, é considerado superpoderoso, porque muita gente lê esses depoimentos aí para se informar melhor sobre o que você
está vendendo e poder decidir se vai ou se não vai comprar. Geralmente, esses depoimentos aparecem no mínimo ali, com uma foto da pessoa que deu o depoimento, O nome dessa pessoa e o texto que contém o próprio depoimento. Tem vez em que o pessoal coloca o cargo da pessoa também. Depende bastante do contexto de aplicação aí. E é importante que esses depoimentos não sejam muito longos e, obviamente, é importante que eles falem bem Da sua oferta também. Seja essa oferta um produto ou um serviço. E aí eu imagino que talvez possa passar pela sua cabeça,
que dá para falsificar esses depoimentos. Escrever qualquer coisa, colocar a foto de uma pessoa aleatória lá e fim de papo. E pessoal, isso aqui, por falta de uma forma mais educada de falar, Isso aqui é uma burrada imensa. Não façam isso. Não falsifiquem depoimentos. Você pode até pensar que ninguém vai perceber. Só que se alguém perceber, o impacto que isso tem na credibilidade da sua marca, não vai ser pequeno. Não é fácil se recuperar quando um negócio desse acontece. Então, perguntem aí Para os seus clientes aí, os que sejam mais fiéis de preferência, se eles
topariam dar um depoimento que você possa mostrar publicamente no seu site. Eu acho que essa é a forma mais rápida de conseguir esses depoimentos aí. O segundo tipo de prova social que existe são logos de empresas relacionadas ao seu negócio. Então, você também já deve ter visto isso Em algum site antes. Uma faixa ali com um monte de logos de empresa que compraram nesse site ou que trabalharam junto com a empresa desse site ou logos ali de sites de notícia que publicaram matérias sobre os produtos ou serviços vendidos pela empresa. E isso é uma forma
mais simples de prova social. Você não tem nenhuma informação Pra dar a mais ali para os visitantes com relação a sua oferta em si. Mas pode ser que, mostrando esses logos, você construa um pouco de credibilidade por mostrar que a sua empresa já fez negócio com outras empresas importantes ou que a mídia já cobriu o seu site, o que é uma coisa que não acontece com todo mundo. Então ter esse tipo de logo lá pode ter algum efeito sim de prova social junto aos visitantes das suas páginas. O nosso terceiro tipo de prova social são
os números. Você já viu quando um site tem uma faixa com um monte de números grandes ali falando coisas do tipo: 15 anos de empresa, 8000 clientes atendidos, 1600 projetos executados com sucesso e, sei lá vai, 5.000% de aumento nos resultados? Eu estou falando números quaisquer aqui só pra ilustrar, mas é isso aí. Isso é um tipo de prova social também. E aqui, parecido com o esquema de usar os logos das empresas Que já fizeram negócio com você, ou logos de veículos de mídia que cobriram o seu site, esse tipo de prova social dos números,
ela é mais sutil. Ela não tem um efeito muito forte por si só. Então, o legal para a gente fazer aqui é combinar esse tipo de prova social com algum outro tipo que a gente tenha disponível pra gente. Se você diz que você tem 1600 Projetos executados com sucesso, dá para você colocar uma área, logo embaixo, falando: veja aqui os depoimentos de algumas empresas que já trabalharam conosco. Isso reforça bem a mensagem. Então, os números sozinhos, eles não vão fazer muita coisa na cabeça dos seus visitantes. Mas usar eles como ponte Para levar esses visitantes
para lerem outro tipo de prova social, costuma funcionar bem. O quarto tipo de prova social que a gente tem mais comumente por aí, são avaliações. Você com certeza já viu isso aqui em lojas virtuais. Aquelas estrelinhas, aquela escala de estrelinhas, que varia de 1 a 5, por exemplo. E também as famosas reviews aí, As avaliações que os visitantes fizeram, falando se o produto presta ou não presta. Essas avaliações e essa escala de nota de 1 a 5 em termos de estrelas, quantas estrelas esse produto tem, são um tipo muito forte de prova social. Muita gente,
muita gente, lê as variações dos produtos antes de comprar, antes de fazer qualquer coisa. Cada vez mais esse tipo de prova social está virando uma expectativa por parte dos visitantes. Então é legal adicionar, porque não é, normalmente não é tão difícil de fazer isso acontecer. Quase sempre você tem algum tipo de plug in, algum tipo de extensão que você pode instalar No seu site, que vai fazer com que você tenha acesso a essas avaliações, ou melhor, com que seus visitantes tenham acesso a essas avaliações. E aí, galera, o quinto e último tipo de prova social
são os estudos de caso. E esse tipo de prova social é particularmente relevante Para quem vende serviços para outras empresas. O famoso B2B, né. Business to Business. Esse tipo de prova social, o material que você oferece o estudo de caso, isso ajuda os visitantes a terem uma imagem mais concreta do que a sua oferta tem por trás dela. Então, de modo geral, estudos de caso São uma forma de prova social muito forte, porque eles geralmente vão contar para os visitantes de vocês como que a sua oferta já foi usada no passado por outros clientes para
gerar resultados positivos. Então você acaba tendo a oportunidade de falar sobre um monte de detalhes aí que iam ser difíceis de cobrir no site. Dá para contar uma história inteira no estudo de caso e o herói dessa história é sempre o seu produto ou o seu serviço. E isso é muito legal, fala muito a seu favor e ajuda muita gente a ter um pouco mais de confiança naquilo que você está colocando, apresentando nas suas páginas. E esses são os tipos de prova social mais importantes pra gente No nosso momento atual de aprendizado. Tem outros tipos
de prova social que dá pra gente usar também. Eu não falei, por exemplo, sobre parcerias com celebridades e influenciadores, que hoje em dia é um tipo de prova social que é bastante usado. É bastante quente fazer isso. Está dando bastante resultado para muita marca por aí. Mas, de um modo geral, esses cinco tipos aí que a gente cobriu agora são os que mais aparecem por aí. Mas acima disso, são os que eu mais vejo dando resultados positivos para as marcas. Eu aplico tudo isso que eu acabei de falar aqui agora, com inúmeros dos meus clientes.
Então, assim, Além de serem cinco tipos de prova social que são acessíveis para praticamente qualquer dono de site, elas funcionam. São tipos de prova social que dão certo. Absolutamente nada te impede de usar mais de uma dessas ao mesmo tempo. É bem importante reforçar isso. Igual eu tinha falado já no caso, ali dos números, né, sendo usados como prova social, tem algumas situações aí onde outros tipos Diferentes de prova social podem acabar se complementando e elas ajudam a convencer o visitante a fazer uma conversão acontecer ou ajudam a fazer o visitante a se convencer também
de que uma ação vale a pena ser tomada. E aí, pessoal, entrando no assunto do sobre onde colocar a prova social, vai depender muito Do tipo de negócio que você tem e de quais páginas existem no seu site. Então, falando do exemplo de sempre aqui, que eu imagino que seja a grande maioria de vocês, lojas virtuais. Esse tipo de site vai se beneficiar muito de avaliações, da escala de estrelas que eu falei pra vocês, as notas, os reviews dos produtos. Só que um site B2B que vende serviços, por exemplo, para outra empresa e que provavelmente
vai ter resultados melhores aqui usando depoimentos e estudos de caso, não teria como se beneficiar tanto dessa escala de estrelas. Então, tem que escolher bem qual tipo de prova social você vai usar de acordo com o tipo de negócio Que você tem e de acordo com a sua oferta também. Então, generalizando um pouquinho aqui, é quase garantido que você vai conseguir melhorar a performance das suas páginas, especialmente as páginas de destino que você tem no seu site, se você adicionar algum tipo de prova social nelas, tá? E aí para amarrar, galera, é importante falar também
Que é bom testar suas provas sociais. Isso aqui é mais um elemento que vale a pena ser testado. A adição de uma prova social no seu site, de um elemento que faz essa função, é uma hipótese e até a melhor das hipóteses, continua sendo uma hipótese. A gente não tem certeza de nada. Então a gente precisa testar. Uma vez que a gente não tem certeza, a gente precisa testar. Essa é a premissa toda do CRO. E na próxima aula a gente vai começar a falar sobre os princípios do designer persuasivo, que também é uma coisa
bem legal para a gente cobrir. Gera muita conversão. E estamos avançando hein meu povo, aprendendo cada vez mais. Não está mole, não. Estamos ficando cada vez melhor Nesse troço aqui. E vamos de mais CRO. Vejo vocês na próxima aula, hein? Mais um dia, mais uma aula de CRO. E vamos nessa. A gente vai começar a conversar sobre fundamentos de psicologia agora. As coisas que você tem que saber para entender por qual motivo, certos comportamentos dos seus visitantes acontecem. Um dos principais fenômenos que afetam Nossa tomada de decisão é o que a gente chama de vieses
cognitivos. E aí, o que é um viés cognitivo? Acho que é importante a gente definir primeiro. O viés cognitivo, é uma distorção no julgamento que você faz sobre alguma coisa quando você é influenciado ou influenciada por percepções Que você já vivenciou no passado. E aí, isso acaba te levando a traçar conclusões que não estão certas sobre o que você está experienciando agora. Isso aí acontece porque o nosso cérebro tem vários atalhos para simplificar a nossa vida no dia a dia. Pra gente Poder tomar alguns tipos de decisão aí de forma mais rápida e mais fácil.
Como a nossa atenção limitada pessoal, o nosso cérebro precisa realmente achar formas de economizar essa atenção aí para que ela possa ser usada nos momentos onde realmente importa, onde realmente precisa. E aí, indo nessa, a nossa cabeça funciona de forma mais eficiente Na maioria das situações, só que acaba tropeçando em algumas outras por causa desses pequenos atalhos. E eles acabam gerando os tais dos vieses cognitivos que fazem a gente chegar em conclusões erradas sobre as coisas que a gente está vendo. Então, vou dar um exemplo aqui bem prático, para esse treco fica mais concreto e
mais fácil de entender Do lado de vocês. Um dos vieses cognitivos mais comuns que têm por aí e o viés da confirmação. E esse viés é uma tendência que a gente tem de lembrar e de procurar informações que confirmem as crenças que a gente já tem na nossa cabeça. Então, a gente já acredita em alguma coisa E a gente procura coisas assim, no ambiente, no que está sendo falado, no texto, na imagem, para confirmar aquilo que a gente já acredita. Vou dar um exemplo imaginário aqui. Vamos fazer de conta que alguém da sua família te
falou que pessoas canhotas são melhores artistas, artistas de pintura. Pessoas canhotas pintam melhor. Essa é a informação que chegou até você. E você acreditou nessa informação. A pessoa te contou isso com muita certeza. Só que ninguém nunca provou nada disso. Não tem ciência nisso aí. Só te falaram e você passou a acreditar. Aí, anos depois, você vai numa exposição. E o artista que pintou os quadros está lá. E aí é uma pessoa super famosa, O maior artista dos tempos atuais. E essa pessoa, esse grande artista, está sendo entrevistado ou entrevistada. E aí fazem uma pergunta
para ela sobre como ela aprendeu a pintar. E aí ela vai e fala que estudou aquela técnica de pintura dela por 40 anos, antes de começar a expor as obras. Aí, o entrevistador vai lá e fala: “nossa, que interessante! E você é canhota também, né?” E aí a pessoa fala: “sim eu sou canhota, eu pinto com a mão esquerda”. E aí, você que já acreditava que a pessoas que são canhotas são artistas melhores, vira e fala: “pronto. É isso aí mesmo. Essa pessoa manda super bem nos quadros, porque ela é canhota”. Então você pega a
informação toda, toda. A informação está completa e o que você conclui dela é que a pessoa é uma super artista, porque ela é canhota. Você ignora completamente o fato de que teve 40 anos de estudo e de treino, que foram falados ali na entrevista, pra essa camarada aí chegar no nível que ela está hoje. E isso é um viés. Isso aqui chama viés de confirmação. Você pesca a informação que confirma a crença que você já tem. E nesse processo você acaba meio que ignorando todo o resto. Se você for caçar a informação de verdade, você
vai ver que tem estudos provando que não tem diferença nenhuma na qualidade Ou na criatividade da pintura, entre canhotos e destros. Esses vieses são terríveis porque todo mundo está sendo afetado por eles. A gente nem percebe. Quando está acontecendo, você nem vê que está rolando. Então por isso que é importante entender alguns desses vieses aí. Tem uma chance boa dos seus visitantes Estarem sendo afetados por eles também. E aí a gente precisa pensar em formas de reduzir um pouco o efeito que esses vieses têm nas decisões de navegação desses visitantes. Tem inúmeros vieses. Um monte
mesmo. No momento que eu estou gravando esse vídeo aqui agora, essa aula especificamente, Tem uma lista de 188 vieses diferentes na Wikipedia em inglês. Então, com essa introdução feita aqui, tendo entendido o que é um viés, especialmente o viés cognitivo, que é o nosso assunto de hoje, na próxima aula, eu vou falar um pouquinho de alguns dos principais desses vieses cognitivos Com os quais a gente tem que ficar esperto. Tá bom? Continuando o nosso papo sobre vieses cognitivos. Vamos ver alguns exemplos agora e vamos aprender algumas formas de tentar reduzir um pouco os efeitos negativos
que esses vieses podem gerar. E a gente vai começar pelo viés cognitivo que a gente começou a falar Um pouco sobre na aula passada né, que é o viés de confirmação. A tendência ali de procurar e de focar em informações que confirmem as opiniões que a gente já tem. Quando você tem uma ideia na cabeça, o seu cérebro tenta confirmar essa ideia de qualquer jeito que for possível. Isso acontece muito quando falam, por exemplo, Que certo produto não presta. Esse viés é duro na queda pessoal. Se o seu visitante chega no seu site já acreditando
que o produto não vai ser bom, é difícil de mudar a cabeça desse visitante. Só que uma coisa que costuma funcionar é oferecer evidências ali, do contrário. Evidências que vão na direção oposta da crença dessa pessoa, que provam que o que ela tem como crença Na cabeça dela pode ser desafiado. Não necessariamente está correto. Então, para dar um exemplo, vamos fazer de conta que você está vendendo um aspirador de pó sem fio. Ele não tem fio. Ele carrega numa base. Aí, um possível viés de confirmação dos seus visitantes poderia ser uma coisa nas linhas de:
ah, a bateria desse troço nunca dura Mais do que seis meses, nem compra que é desperdício de dinheiro. Certeza que vai dar ruim. Para contra atacar esse viés, você poderia listar ali a duração real da bateria como, um dos benefícios do seu produto e você poderia apresentar essa informação também, junto com estudos que comprovem isso, junto com talvez selos de qualidade Ou talvez depoimentos de outros clientes. Lembra da prova social que a gente estava falando sobre nas aulas anteriores? Ter o cliente falando por você, que aquele aspirador tem uma bateria com duração boa, é um
recurso muito mais forte do que você tentar se defender como empresa ou como marca, não tem como comparar, né? Um terceiro falando bem de você. É muito diferente de quando você fala bem de você mesmo, ou de você mesma. E para descobrir se esse viés de confirmação está acontecendo no seu site, a gente tem que voltar lá pra nossa aula de coleta de dados qualitativos em enquetes. Lembra que a gente falou sobre uma perguntinha ali Para descobrir o que quase fez seus visitantes desistirem da compra? Pode ser que você descubra alguns vieses de confirmação nas
respostas quando você rodar essa enquete. A gente cobriu algumas outras perguntas nessa aula também. Voltem lá e revisem se precisar, beleza? Pode ter bastante coisa que é legal pra vocês lá agora que a gente está entendendo um pouco melhor Como funciona a cabeça dos nossos visitantes e que tipo de coisa a gente tem que tentar cavar ali com enquetes e outros métodos de coleta de dados qualitativos para poder convencer essa galera de que a nossa oferta é boa. E vamos de mais viés pessoal. E o próximo chama ancoragem. E esse viés acontece quando as nossas
decisões São influenciadas em excesso por alguma referência ou alguma informação que a gente consumiu sobre um determinado assunto, em um determinado contexto. Essa referência ou essa informação vira a âncora. Tudo que a gente vê depois da âncora é influenciado pela âncora. E geralmente esse fator de ancoragem acontece mais comumente com a primeira informação Que a gente consome. Por exemplo, você está procurando um carro para comprar. Vamos fazer de conta que esse é o nosso cenário aqui. Aí você vai, sai de casa, vai na concessionária para cotar preço, e o primeiro carro que você cota, custaria
60.000 reais se você for compra ele. 60.000. Esse valor, ele vira sua âncora. Qualquer valor que você cotar em seguida, abaixo disso, vai parecer uma pechincha para você. E qualquer valor que você cotar acima disso vai parecer caro demais. E esse é um viés que tem diversas formas de você usar a seu favor, dentro do contexto de CRO. Vamos supor que você tem um produto aí Que está com desconto. Se você mostra o preço cheio do produto, o preço sem o desconto, riscadinho em cima do preço com o desconto ou ao lado do preço com
desconto, o preço cheio pode agir como uma âncora e fazer com que os seus visitantes achem que o preço com desconto está ótimo, o que por sua vez pode ajudar a conversão a acontecer. Outro exemplo. Se você vende um serviço mensal, mas você dá um desconto para quem contrata o serviço por um ano inteiro, então geralmente é melhor mostrar primeiro o preço que cada mês vai custar no plano mensal, que é mais caro, e depois mostrar o preço que cada mês vai custar no plano anual, que tem um certo desconto. Como o preço mais caro,
apareceu primeiro, ele faz o preço barato parecer mais atraente. Lembra que esse princípio não é aplicável só para preços tá galera? As coisas que você fala na primeira dobra da sua página podem funcionar como as âncoras também. Então, seja lá o que você está falando nessa área, tem uma chance grande dos seus visitantes Esperarem que esse mesmo conteúdo seja reforçado em outras páginas aí ao longo da jornada deles no seu site. Em resumo, escolhe bem a ordem do que você está apresentando. Os primeiros argumentos eles vão mudar a percepção que os visitantes vão ter de
todos os argumentos Que aparecem depois. Então a gente tem que tomar bastante cuidado com a ordem do que a gente mostra. Começa falando das principais características do seu produto, que é isso que vai guiar a navegação dos visitantes e as expectativas pra frente e depois Em todo o restante da jornada deles no seu site. Mais um viés interessante pra gente é o efeito manada que a gente já discutiu brevemente ali quando a gente falou sobre prova social. Esse viés é aquela onda de que se todo mundo está fazendo alguma coisa, então deve ser bom eu
fazer também. Todos os recursos de prova social Que a gente discutiu, eles atacam direto nesse viés e tentam se beneficiar dele. Pra lojas virtuais, quando a gente está falando de notas, avaliações escritas aí dos seus visitantes, isso tem uma força tremenda para criar esse efeito. Se um produto já foi comprado 8000 vezes, tem sei lá, 490 avaliações escritas E a nota dele é quatro e meio estrelas de cinco, isso geralmente já tem um efeito um maluco na cabeça de quem está considerando comprar. Um monte aí dos seus visitantes vão concluir que essa compra é segura
porque tantas outras pessoas já compraram e avaliaram esse produto bem. Todos os outros recursos de prova social que a gente falou sobre também podem criar esse efeito manada. Depoimentos, colaborações com celebridades influenciadores, mostrar números grandes de produtos vendidos ou projetos realizados ou avaliações. Tudo que a gente discutiu funciona. Vale a pena testar, pessoal. E o último viés pra gente discutir hoje é o viés do conhecimento que algumas pessoas também chamam de maldição do conhecimento. Esse viés, ele acontece quando alguém com muita informação acha muito difícil pensar sobre os problemas pela perspectiva de alguém que não
tem tanta informação assim. E eu trouxe esse viés aqui meio que como uma pegadinha, uma lição aí pra vocês pensarem sobre. Não é algo para você se preocupar Se está acontecendo com seus visitantes. É algo para você se preocupar se está acontecendo com você, otimizador, otimizadora, dono ou dona do site. Você sabe demais. Não tem como você imaginar que você é um usuário ou visitante comum e tentar simular na sua cabeça quais são as dores e dificuldades que essa galera está passando, Para ter ideias ali, pra otimizar seu site. Alguns de vocês devem conhecer a
disciplina de UX. Ou User experience, experiência do usuário. Muito do que a gente está discutindo aqui veio dos estudos realizados nesse campo de UX. Essa é a disciplina que tenta melhorar a experiência que as pessoas têm quando interagem com interfaces, quando compram produtos, Quando compram serviços e assim por diante. E existe uma máxima muito legal dentro dessa disciplina de UX aí: você nunca é o usuário. Repito, a máxima diz que: você nunca é o usuário. E não é à toa que essa máxima existe, porque você realmente não tem nada a ver com seus usuários. Você
conhece seu site de ponta cabeça e do avesso. Você sabe quais produtos vendem e quais não. A sua forma de descrever a sua oferta, ela é trocentas vezes mais detalhada do que a forma que um cliente seu descreveria essa mesma oferta. Então, repito, pessoal, vocês sabem demais. Vocês nunca podem ser um usuário. Por isso, pesquisa qualitativa é tão importante pra gente. Não dá para a gente querer imaginar que os nossos visitantes estão pensando em determinada coisa. A gente precisa tentar extrair essas informações deles. A gente não pode achar. A gente tem que saber. E esse
é o viés que você vai precisar combater constantemente enquanto você está fazendo CRO. Precisa assim, só de um estalo de dedo Pra gente começar a ficar distraído e começar a achar que a gente pode pensar igual aos nossos usuários. E aí gente começa a falar coisas do tipo: ah eu vou mover esse elemento daqui para cá, no meu próximo teste, porque eu tenho certeza que os visitantes vão achar melhor, sendo que na verdade, quem iria achar melhor É você e não seus visitantes. Então tem que tomar cuidado, tá? Não é à toa que nessa situação
é óbvio né, você vai lá, faz o teste, aí sua macro-conversão não melhora em nada. Sua taxa de conversão não sai do lugar. E não vai sair mesmo. O site não tem que funcionar para você. O site tem que funcionar para os seus visitantes. Então nunca se esqueçam. Você nunca é usuário. Não tem como você ser. Em seguida, pessoal, na próxima aula aí do curso, a gente vai aprender um pouquinho mais sobre como seus visitantes olham para as páginas do seu site. Tá bom? Meus amigos e minhas amigas de CRO. Vamos continuar na nossa jornada.
E eu tenho uma pergunta pra abrir essa aula para você Que está do outro lado da tela agora me assistindo. Você já parou uma vez na vida para pensar como que os seus visitantes leem as páginas dos seus sites? A gente usa a internet todo santo dia né, mas raramente a gente para pra pensar conscientemente sobre como a gente lê, como a gente consome o conteúdo que está sendo colocado na nossa frente. E esse é exatamente o nosso tópico hoje. Como os seus visitantes consomem as suas páginas? Onde a atenção dessas pessoas vai, por onde
elas começam a ler, por onde elas passam, o que é lido e o que não é lido. E a primeira coisa que você tem que saber é que a maioria esmagadora dos seus visitantes vai começar a ler o conteúdo que você colocar na sua página Na área do topo superior esquerdo da página. Essa imagem aqui é uma versão que eu refiz de um estudo da Poynter, que é um instituto americano de jornalismo. Isso aqui é um gráfico que é uma espécie de uma simulação da primeira dobra da sua página. A gente está imaginando que essa
é a área Que seus visitantes vão ver assim que a página carregar. Aí a gente pega essa área da primeira dobra e divide ela em quadrantes. Cada quadrante tem uma cor que representa quanta atenção visual esse quadrante recebe dos seus visitantes, sendo que, vermelho significa que a região recebe muita atenção. Amarelo significa que a região recebe atenção média, é mais ou menos. E azul significa que a região é fria. Ela recebe pouca atenção. Como eu falei, o topo superior esquerdo da sua página recebe a maior parte da atenção dos seus visitantes e, por isso, essa
é, de longe, a área mais importante de todas as páginas do seu site. Você precisa escolher com muito cuidado o que você vai colocar nessa região. Agora, uma boa hora você pode usar esse vídeo aqui e abrir todas as páginas que você escolheu lá atrás para otimizar o seu site e dar uma olhada em qual é o conteúdo que aparece nessa área vermelha dessas páginas. Falando da sua home, Por exemplo, é legal a sua proposta de valor aparecer nessa área vermelha aí. Ou seja, é aí que você tem que falar o que é a sua
oferta. Se for um produto ou serviço, é aqui que você fala sobre a melhor característica desse produto ou serviço. E é aqui que vai aparecer o título do seu texto, junto com os principais benefícios E os pontos de persuasão que você tem para apresentar. E aí você coloca uma imagem ou um vídeo à direita para oferecer suporte para o seu texto. Como os visitantes, eles prestam mais atenção na área da esquerda do que a da direita, é bom colocar o nosso texto à esquerda, porque isso aumenta a chance da galera ler. E aí, Como uma
imagem exige menos esforço para o nosso cérebro entender, para o nosso cérebro processar, a gente pode colocar a imagem a direita, que a galera pode acabar nem prestando tanta atenção ali quanto presta na região da esquerda, só que a maioria dos visitantes, pelo menos, bate o olho na região da direita. Isso aí costuma já ser o suficiente Para processar uma eventual imagem ou vídeo que você coloque ali. Pensando em outro caso aqui. Se você for uma loja virtual, então é nessa região que a sua melhor oferta precisa aparecer. Por exemplo, vamos supor que você está
com um banner bem grandão, bem bonitão lá para falar de produtos com desconto Ou para falar, sei lá, das suas promoções semanais. Vai. É melhor você posicionar o nome dos produtos e as principais características desses produtos, a parte mais importante mesmo da sua oferta, na parte da esquerda do banner E é lógico que isso aqui pode variar, tá galera. Mas assim, de um modo geral, Se você pegar e sair dando uma olhada aí nos maiores sites que existem no mundo por aí, seja no Brasil ou em qualquer outro lugar, você vai ver que a maior
parte desses sites está aplicando isso aqui que a gente está falando sobre agora. A parte principal da oferta, ela quase sempre aparece nesses quadrados vermelhos Que a gente viu na imagem. Pra somar com esse conhecimento sobre as principais áreas de atenção das suas páginas, é importante você entender também que na internet as pessoas geralmente consomem o conteúdo em formato de F. Essa imagem veio de um estudo que capturava o movimento dos olhos das pessoas para saber em qual região das páginas Que elas estavam navegando, elas focavam o olhar enquanto navegavam. Enquanto essa navegação acontecia. Então,
o que foi descoberto é que, primeiro a gente varre a página horizontalmente, uma vez com o olho. Aí, depois de varrer essa primeira vez, a gente desce um pouquinho verticalmente e varre mais uma vez horizontalmente. Então são duas varreduras horizontais e por isso que tem esse nome né, O formato do F, que forma a partir dessas duas varreduras horizontais. Depois que a gente faz a segunda varredura horizontal, a gente começa a varrer a página com os olhos verticalmente. E o nosso olhar, ele fica meio que travado na parte esquerda da página, enquanto a gente faz
isso. E aí, galera, a gente segue varrendo com o olhar verticalmente, até a gente achar alguma coisa que interessa para ler, para ver, para clicar ou até a gente cansar e sair da página ou sair do site. É importante dizer também que os visitantes que tiverem mais interesse no seu conteúdo, Não vão sempre consumir informação nesse formato de F. Tem muita gente que faz muito mais do que só essas duas varreduras horizontais por página. Mas não dá pra contar com isso. A gente precisa fazer as nossas páginas sempre pensando que a maioria dos nossos visitantes
vai focar no canto Superior esquerdo da primeira dobra e depois vai fazer essa varredura em f. Dá pra gente tirar algumas lições e algumas ideias pra você testar a partir disso aqui que a gente acabou de aprender, né? Então vamos lá. A primeira coisa. Como eu já falei antes, você precisa apresentar os pontos mais importantes da sua oferta no primeiro bloco de texto da sua página. Ou, no máximo, nos 2 primeiros blocos de texto. É isso aí que você vai ter de atenção dos seus visitantes. Não dá para contar com muito mais do que isso.
Os elementos mais importantes das suas páginas, eles têm que aparecer no topo. Elementos menos importantes podem ser posicionados em áreas mais lá Pra baixo das páginas. E aí, é bom você usar títulos e subtítulos que pareçam mais importantes do que o resto do texto que está na página nessa região também. Então lembra que a gente já viu como fazer isso? Se você usar fontes em negrito, tamanhos maiores de fonte, aí, por exemplo, Você vai conseguir fazer esses 2 primeiros blocos de texto parecerem mais importantes que os demais. Lembra também que é importante deixar um pouco
de espaço vazio próximo a esses blocos de texto. Na medida do possível, né, também é bom você escrever sempre de forma direta, clara, sem muitos rodeios aí. A gente vai falar mais sobre isso no módulo de redação. Mas uma vez que a gente já sabe que não tem muito como capturar ali a atenção dos visitantes de uma forma muito intensa nesse início, nesses primeiros 5 segundos, é importante que a sua oferta seja fácil de ver, fácil de ler, fácil de entender. Tem que ter tudo claro. E correndo o risco de ficar repetitivo. Não esquece que
a sua primeira dobra precisa ter um botão CTA tá, o Call to action lembra, a chamada para ação. Um botão no qual o texto precisa ser um verbo. Pode não ser um botão também, mas tem que ter um link pelo menos ali, incitando uma ação. E geralmente é bom posicionar esse botão CTA próximo ao texto que você escreveu Na primeira dobra. Mas pra amarrar galera, de um modo geral, é importante você ter na cabeça que quanto mais à direita você posiciona um elemento, menor é a chance desse elemento ser visto e ser entendido. A mesma
coisa vale para a profundidade da página. Quanto mais lá embaixo Você coloca o seu conteúdo, menor é a chance desse conteúdo ser lido. Então é por isso que eu sempre falo. A área da sua primeira dobra vale ouro. Vale mais que ouro, vale diamante. Especialmente a metade da esquerda, essa que é literalmente a única parte de seu site que você tem certeza que pelo menos os visitantes vão ver. Mesmo que não leiam ou não consumam 100%, vão pelo menos ver isso aí. Então é importante colocar o que você tem de melhor dessa região. Se a
sua oferta não convencer ali, a chance de você gerar uma conversão já cai bastante. Essa é a área que seus visitantes vão usar para definir se vale a pena para eles continuar navegando no seu site ou não. No momento em que esse curso Está sendo gravado, o próprio site brasileiro da HostGator é um bom exemplo disso aí sendo aplicado. Tudo o que a gente está falando aqui, tá em ação ali. Está surtindo efeito. Tem um título grandão, tem um subtítulo com alguns benefícios listados. Têm tamanhos e famílias de fontes ali sendo usados de acordo com
a importância da informação que está sendo apresentada. Tem uma imagem de suporte à direita, tem um botão CTA visível na primeira dobra, aparecendo perto do texto que justifica a ação que está sendo pedida, entre outros detalhes menores aí que também estão sendo feitos de forma bem legal. Vale a pena você dar uma olhada para você ter como referência. E é isso. Na próxima aula, a gente vai falar sobre carga cognitiva. Beijo pra vocês e eu vejo vocês lá. Voltei. E vamos de aula. Hoje a gente vai falar de forma mais concreta sobre os elementos visuais
que são mais importantes para a maior parte das páginas que a gente pode encontrar em um site. E esses elementos são seis. Não precisa anotar porque a gente vai falar de cada um deles em mais detalhe ao longo da aula tá? Mas para você já saber, os elementos visuais são esses. Número 1. O título da sua oferta. Número 2. As suas imagens ou seus vídeos. 3. Benefícios ou o funcionalidades da sua oferta. 4. Construtores de credibilidade. 5. Gerenciadores de expectativa. E, por fim, 6. Os seus botões de chamada para ação. Os famosos botões CTA que
a gente já falou sobre algumas vezes. É claro, pessoal, que cada site vai exigir com que esses elementos sejam usados de formas diferentes, né? Só que tem algumas boas práticas aí que a gente pode aprender E que vão facilitar um pouquinho a nossa vida, quando a gente estiver avaliando esses elementos e pensando em como a gente pode adicionar eles, caso eles ainda não existam nas nossas páginas. Ou se esses elementos já estiverem lá, como que a gente pode mudar eles? Como que a gente pode melhorar eles? E vamos começar falando do elemento número 1, o
título da sua oferta. O seu título, precisa usar uma fonte maior do que as demais fontes na página. Isso é uma forma que você tem de indicar que o título é mais importante do que o resto do conteúdo que está lá. Tem que dar pra identificar o seu título só de bater o olho na página. Mesmo que o título esteja escrito em uma língua que você nem fala, uma língua que você não domina. Se o design dele estiver bem feito, se a fonte for suficientemente maior, tiver mais destaque do que as outras, você vai saber
qual parte do texto é o título, mesmo sem conseguir ler nada do que está lá. De modo geral, os títulos usam fontes em negrito tá, Ou em alguma família mais pesada de fonte. Isso faz com que a fonte fique mais cheia, mais gordinha, o que, por sua vez, também ajuda a chamar atenção. Oh, bate o olho nessa imagem aqui. Nota como a hierarquia visual é super clara. Só usando um tamanho de fonte diferente ali e uma fonte em negrito, A gente já consegue mostrar para o visitante qual é a parte que a gente mais quer
que essa galera leia. Então tenta usar fontes para chamar mais atenção para o seu título. Quanto maior o peso, maior a família da fonte e quanto maior o tamanho da fonte também, mais atenção ela tende a chamar. Nosso segundo elemento aqui, são as imagens ou os vídeos. Isso aqui é importante pra caramba. Então eu vou falar em mais detalhe desse elemento aqui do que dos outros. Bom, a função das imagens e dos vídeos da sua página é oferecer suporte para o texto que a página está apresentando. Então, se você está falando de um produto No
seu título, é legal apresentar uma imagem ou um vídeo que ilustre o que você falou do próprio título. Se você está vendendo um celular, por exemplo, que vamos falar vai, é à prova d'água e o seu título diz isso, então você poderia colocar uma imagem super bonitona do celular embaixo d'água, ali logo ao lado, Para dar suporte para a ideia que você começou a esboçar no título. O que a gente vê muito por aí, é a galera usando umas imagens meio nada a ver no site, né? Tem muita foto comprada por aí, muita foto de
origens que não são nem da sua empresa. Então você entra no site, aí o site está tentando vender, vamos supor, uma churrasqueira. Aí a imagem que aparece na primeira dobra Não é a de uma churrasqueira. Os caras te mostram uma imagem de um tiozão americano ali olhando pro horizonte, na beira de uma colina. Imagem bonita, mas é um cara que claramente não é brasileiro na beira de uma colina que claramente também não é no Brasil. E aí, você pensa: você tá me vendendo A churrasqueira, não tá? Então me mostra churrasqueira, caramba. Eu não quero ver
o tiozão americano. Eu quero poder ver. Eu preciso poder ver o produto para entender se ele me interessa ou não. Para avaliar se eu acho esse produto bonito ou não. Pra ver ele fazendo umas comidonas gostosonas ali e me deixar com fome, com vontade de comprar. Qualquer coisa, menos um cara aleatório Na beira de uma colina que não comunica nada sobre o produto. Eu entendo que fazer fotos boas custa uma grana, pessoal. Só que isso aqui é um investimento que em algum momento vocês vão ter que fazer, porque vale a pena. Ter fotos boas no
seu site, muda o jogo completamente. E se você quiser uma referência que fique fácil ali para te fazer entender Por que isso é tão importante, é só pensar em cardápio de restaurante. Seja para pedir online ou para comer no lugar mesmo. Se você tem umas fotos ali do cardápio para te ajudar, fica muito mais fácil de decidir o que você quer comer. Então, galera, põe na cabeça. Suas fotos precisam ser de alta qualidade e precisam ser fotos específicas. De preferência, elas têm que mostrar as características da sua oferta, mostrar o produto que está vendendo. Se
você conseguir mostrar contexto de uso, ainda melhor. O produto sendo usado, o produto em ação. Não usem fotos genéricas se vocês puderem evitar. Se você está oferecendo um serviço, dá para você usar ilustrações, por exemplo. Desenhos também. Mas, de novo, precisa ser bem feito e precisa contribuir com o texto que você está apresentando aos seus visitantes. E esse papo todo aqui é um pouco mais importante na primeira dobra da home do seu site, mas é importante pro seu site todo, tá? Vai ter impacto maior ali na home, mas é importante você ter isso na cabeça,
que as suas imagens e vídeos Precisam ter essas características para dar suporte para o texto, e isso vai te ajudar no site todo. E aí pessoal, tem algumas dicas específicas para dar para vocês. Pra aqueles que estão vendendo produtos que são bastante visuais, então pense em coisas tipo roupa, mobília, acessórios, capinhas de celular, entre outras coisas aí, Usem fotos grandonas nos sites de vocês. Quem está comprando esse tipo de produto, geralmente tem uma forma bastante visual de navegar e vai acabar olhando bastante para suas fotos. E isso é um fator de convencimento, né. Isso define,
ou melhor, isso ajuda a definir se uma compra vai acontecer ou não. Para quem está vendendo Softwares, ou Apps, ou qualquer coisa assim, é difícil mostrar uma foto do produto né? Ainda mais em contexto. Então o que é legal aqui, é mostrar telas do seu produto em funcionamento. Mostra a interface mesmo. Deixa os seus visitantes terem um gostinho de como que vai ser usar esse produto né? Se vai ser fácil usar a interface. Qual é a carinha do app ou do software? Tudo isso é fator decisivo no momento ali de decisão de compra. E para
quem está vendendo serviços, galera, esse é um dos casos mais difíceis, porque nem sempre tem como mostrar umas imagens que não sejam genéricas né? Que não seja o tiozão ali na colina americana. Então nesse nicho usar ilustrações Pode ser uma boa saída. Uma outra coisa que funciona bastante também é mostrar fotos do resultado do seu serviço. Onde que o seu cliente chega caso contrate esse serviço com você. Enfim, galera, usem bem as imagens e vídeos aí no site de vocês, né? Invista um pouquinho de tempo aí pra pensar com carinho. Que tipo de imagem que
vocês querem usar, Que tipo de imagem dá para posicionar como complemento para o texto de vocês? Que tipo de imagem ajuda a esclarecer dúvidas potenciais que os seus visitantes possam ter? Tudo isso é levado em consideração pelo visitante na hora de comprar. Pense em como vocês mesmos navegam. A gente aprendeu que a gente nunca é usuário, mas nesse caso é bom Pra você ter uma ideia de como é sentir na pele isso. É duro comprar quando a imagem é ruim. É duro comprar quando não tem imagem. Então tomem cuidado com esses aspectos, tá bom? O
terceiro elemento visual mais importante que a gente tem é a lista de benefícios ou funcionalidades da sua oferta. E esse elemento, ele costuma ser visto Junto com o seu título e com suas imagens. Como a gente já sabe que os nossos visitantes não têm ali uma paciência exatamente infinita para ler o conteúdo que a gente está apresentando, a gente precisa escolher quantos benefícios ou funcionalidades a gente quer cobrir no nosso texto. E aí, de modo geral, Os sites falam sobre uns três benefícios principais mais ou menos, pessoal. Sendo que o máximo que a galera tem
usado por aí com sucesso é uns cinco ou seis. E basicamente tem duas formas de escrever sobre os benefícios e funcionalidades da sua oferta. Você pode fazer isso via texto corrido ou você pode fazer isso com uma lista. Texto corrido é melhor para você criar uma história. Se você estiver vendendo algum produto inspirador, assim, essa forma de listar os benefícios e funcionalidades tende a funcionar um pouco melhor, porque você pode escrever um monte de coisas ali E tecer uma história que você entrega ao seu visitante. Você vê muito desse tipo de texto quando lança um
celular novo. E aí a empresa faz um site para anunciar esse celular que lançou. Só que dá para escrever também em formato de lista. Os famosos bullet points aí que são listas de frases soltas que não necessariamente Precisam conectar com as outras frases que aparecem perto delas. E essas listas, elas costumam ser um pouco mais fáceis para os visitantes lerem. A divisão ali, a separação entre as frases, facilita o consumo. Ao mesmo tempo, é mais complicado construir uma narrativa sólida, né, Uma narrativa coerente com listas assim. Os pontos, eles tendem a ser percebidos de forma
um pouco mais isolada. Então, usar uma lista para falar sobre os benefícios e funcionalidades da sua oferta, costuma dar bastante certo para lojas virtuais e também para sites aí que estejam vendendo softwares ou Apps Que é um exemplo que a gente, que a gente esbarrou nessa aula. E aí tem inúmeras outras possibilidades para fazer listas também. Você pode usar ícones para ajudar com seu texto. Você pode usar cartões ali, cards visuais com ilustrações, com gráficos explicando cada um dos pontos que você está expondo. Tem várias formas de fazer, pessoal, Mas os benefícios precisam aparecer, seja
em formato de texto corrido ou em formato de lista. O quarto elemento visual são os construtores de credibilidade. Lembra que a gente falou sobre prova social no nosso módulo ali de fundamentos de persuasão? Os construtores de credibilidade, são aqueles recursos que a gente estudou lá. É tudo que faz a sua oferta parecer crível, parecer que é realmente de verdade, que não é uma enganação. Como a gente já falou em detalhe desses construtores de credibilidade ou elementos de prova social, dá para usar esse nome também, que foi o que a gente usou lá atrás, eu só
vou deixar o lembrete aqui de que é bom que a sua prova social, enderece preocupações Reais dos seus visitantes. Se tem gente falando que o seu produto quebra rápido, por exemplo, então tenta arrumar um depoimento falando que esse produto é, na verdade, super resistente. Normalmente é legal apresentar prova social depois de explicar os principais benefícios e/ou funcionalidades da oferta. Mas vale a pena testar apresentar sua prova social em lugares diferentes das suas páginas também. O quinto elemento visual são os gerenciadores de expectativa. É importante que o seu site defina expectativas claras para não confundir os
seus visitantes. Sempre que você identificar um ponto onde pode rolar confusão, é legal Você tentar cuidar disso de alguma forma. Exemplo, se você coloca um vídeo de 30 segundos na sua página para explicar sua oferta, pode ser que um monte dos seus visitantes não clique por achar que vão perder muito tempo assistindo um vídeo ali. Não tem como ver a duração do vídeo antes de interagir com ele na maior parte das vezes. Mas se você colocar Um texto bem pequenininho embaixo do seu vídeo ali falando, vídeo de 30 segundos mostrando o produto em ação, você
gerencia a expectativa do seu visitante logo de cara. Já dá para saber que o investimento ali vai ser de 30 segundos antes de clicar. Não precisa clicar para descobrir isso. E isso facilita muito pra galera decidir se estão ou não A fim de ver esse vídeo. Tem outras situações onde esse tipo de coisa é legal. Se você é uma loja virtual, comunicar os seus meios de pagamento em algum lugar das suas páginas, geralmente lá embaixo, no footer, acaba servindo essa mesma função de gerenciar a expectativa dos visitantes. Falar sobre parcelamento e juros, por exemplo, tem
o mesmo efeito. Da para os seus visitantes avaliarem logo ali se eles querem seguir em frente ou não, baseado na informação que você deu. Os gerenciadores de expectativa, eles quase sempre aparecem de forma sutil na página. Dificilmente esses elementos vão ser muito grandões assim, muito espalhafatosos. Mas eles estão lá. Eles estão lá, Porque exatamente quem está pensando em comprar seu produto é quem vai procurar esse tipo de informação. E aí, quem está procurando, encontra. Então é importante a informação estar lá em algum lugar. É o nosso sexto e último elemento aqui, pessoal, são os botões
CTA. E tem umas regrinhas importantes para o seu botão CTA Ser visto e funcionar de forma legal. Então, primeiro é bom você apresentar o CTA depois de apresentar o título da sua oferta e os benefícios dessa oferta. Isso é porque o seu visitante tem que ter recebido pelo menos um pouquinho ali de informação, né, pra um clique no botão CTA fazer sentido para ele ou para ela. Não dá pra gente cobrar essa ação. É um pedido que a gente está fazendo. Saiba mais, por exemplo. Se eu não sei do que você está falando, como é
que eu vou querer saber mais sobre isso? Saiba mais, no caso aqui, sendo um exemplo de botão CTA. Outra coisa é que o seu CTA tem que ter muito contraste com o resto da página. Precisa ser uma cor que chame a atenção. Tem que ser impossível, assim, não ver o CTA na página. Se o seu fundo de página for azul escuro e o seu botão CTA for azul também, ninguém vai enxergar nada. Num fundo azul escuro, você teria que usar um botão laranja ou talvez um botão branco, por exemplo, que são cores que se você
colocar nesse contexto, elas vão berrar, vão aparecer De forma muito, muito forte ali contra o fundo escuro. E é essa a nossa intenção. A gente quer que o botão seja impossível de não ver. Lembrando que isso não significa que você precisa usar rosa choque, ou verde neon, ou alguma coisa assim. O que importa quando a gente está falando sobre chamar a atenção com o botão CTA, é que a cor do botão tenha bastante Contraste contra o fundo e também comparado com os demais elementos que estão em volta desse botão. A fonte que você usar no
seu CTA precisa ser legível. Não precisa necessariamente usar um texto super gigante no botão, tá? Mas, se certifica aí de que o seu texto está pelo menos do mesmo tamanho da fonte que você está usando no texto de corpo do seu site. E por último, no deskto, é bom esse botão ter um efeito de hover. Lembra que a gente conversou sobre o que era o hover? Isso aí é quando alguém coloca o mouse em cima do botão. Alguma coisa tem que acontecer. Se tiver o cursor do mouse em cima do botão, idealmente, esse botão precisa
mudar de cor, Talvez até mudar de formato. Mas é importante ter algum sinal ali para o visitante de que há uma interação possível ali nesse botão. E isso geralmente é feito através desses efeitos de hover. Quando a gente põe o cursor em cima de alguma coisa que se mexe, aí isso normalmente faz com que a gente acredite que esse elemento É um elemento clicável. E isso é importante pra gente. E é isso aí, pessoal. Na próxima aula a gente vai falar sobre tipografia. Quais detalhes que importam na hora de escolher suas fontes, quais detalhes que
não importam tanto. Pontos de atenção e derivados. Nesse módulo a gente vai falar sobre usabilidade em CRO. Usabilidade se refere às características Do uso do seu site. Sites com boa usabilidade, são os sites que são fáceis de usar. E o seu site ser fácil de usar é muito importante para você conseguir gerar conversões. Nada do que a gente conversou até aqui, né, nada do que a gente discutiu sobre dados, persuasão, design e todos esses assuntos aí, nada disso vai importar Se a usabilidade do seu site ficou ruim. Você pode até convencer os seus viitantes de
que a sua oferta é legal. Mas se o site foi ruim de usar, se a usabilidade for fraca, vish, aí é muito difícil fazer a conversão acontecer. Então, nas próximas aulas a gente vai falar sobre aspectos da usabilidade de alguns dos principais Elementos que aparecem em quase todos os sites por aí. E vamos discutir também como a gente pode melhorar esses aspectos para suas páginas ficarem boazonas ali para os seus visitantes navegarem. Então vamos nessa. A gente vai começar falando sobre o menu de navegação, os cuidados que é bom a gente ter, com o que
esse menu Costuma funcionar melhor. E o primeiro cuidado que você tem que ter, é que o seu menu não pode mudar conforme o visitante navega entre as páginas do seu site. Eu estou falando aqui de coisas como o visual, posicionamento, forma de uso. Tudo isso aí Precisa ser consistente, galera. E além disso, tem que ter um cuidado também para o seu menu não parecer com outras partes do site. Isso gera uma confusão do caramba! Sabe quando o menu tem o fundo branco, e aí o site também tem o fundo branco. Aí é branco no branco,
não dá para saber nada do que é cada coisa. Você não consegue identificar o que é o menu, O que é o site, o que é o resto da navegação. Então é uma beleza, né? Não fica muito legal de usar um menu assim. Tem duas formas fáceis de evitar isso. Ou a gente usa cores diferentes para o plano de fundo do nosso menu e para o plano de fundo do resto do site, ou a gente adiciona algum detalhezinho ali que ajude os visitantes A verem onde o menu termina. Tipo uma linhazinha, sabe, ou uma sombra
sutil. O próprio Google é um bom exemplo disso. Repare que quando você busca alguma coisa, o fundo das páginas deles é branco e o menu superior, com as opções de busca também é branco. Só que aí, pra evitar confusão, eles sempre adicionam algum tipo de separação Entre essas áreas, tanto na versão desktop quanto na versão mobile. No desktop, eles colocam uma linha cinzinha, bem sutil. E no mobile eles separam o menu do restante do conteúdo com uma faixa cinza. Então é quase impossível, não ver onde tá essa separação. Faz alguma coisa assim no seu site
Se ainda não tiver, tá bom? Especialmente se os menus aí forem persistentes, sabe? Daquele que, quando visitando escrolla, o menu vai descendo junto para acompanhar. Para esse tipo de menu, essa dica aí da separação visual é obrigatória. Senão você vai criar confusão entre o que é o menu E o que é o restante do conteúdo do site. Outro ponto de atenção aí pra gente, é que não costuma ser muito bom usar menus hambúrguer na versão desktop do seu site. Menu hambúrguer, pra quem não sabe, que o nome meio peculiar, é o nome que a gente
dá para aquele menu que você vê muito nos sites mobile, dos sites de celular, que é um ícone com três linhas, sabe? Esse tipo de menu, ele esconde todas as opções dos visitantes. Você só consegue ver o que existe dentro do menu se você clicar nele, e isso costuma piorar um pouquinho a sua taxa de conversão. É uma lombadinha a mais ali pra chegar no lugar que o visitante precisa chegar. Esse tipo de menu, Ele é ok no celular, mas não é muito legal no desktop, exatamente por causa dessa questão da fricção adicional. No celular,
tudo bem, porque você não tem espaço direito, né, para mostrar as coisas. Mas no desktop não tem nenhum motivo para você exigir esse clique a mais. Tem um outro lance aí. Como a maioria dos sites Tem o menu exposto o tempo todo, é isso que vai ser a expectativa da maior parte dos seus visitantes no seu site também. Então, chegando lá e não encontrando isso, pode ser que a experiência fique mais negativa. E ainda nesse assunto do menu hambúrguer, na versão mobile do seu site, é sempre bom Você colocar o que a gente chama de
label aparecendo junto desse menu. A label é uma etiqueta que explica o que é o elemento que aparece próximo a ela. Ou seja, logo embaixo ou ali do ladinho dos três risquinhos que é o ícone do menu hambúrguer, é legal que a palavra menu apareça por escrito. Desse jeito aqui. Parece um troço besta, né, pessoal, mas tem um monte de gente que ainda não sabe que esse ícone com os três risquinhos representa um menu. Ainda não ficou óbvio para todo mundo. Não deu tempo de isso acontecer. E se não é óbvio, então a gente precisa
ajudar os nossos visitantes a entender o que esse elemento faz. Não dá pra deixar a galera viajando ali. Aí falando um pouquinho sobre os itens que você vai mostrar no menu, é sempre bom tentar reduzir a quantidade. Lembra da carga cognitiva? O número máximo de itens recomendado pelo Adobe é 7. A empresa que faz o Photoshop, sabe? É um pessoal que manja bastante dessas coisas visuais e faz alguns estudos relacionados a isso. Então, essa é a recomendação deles não passar de 7 itens no seu menu. Essa história, ela muda um pouco se você for uma
loja virtual. Aí é bem provável que você vai precisar ter mais itens ali na navegação. E não tem problema, mas lembra que a carga cognitiva aumenta. Então, sempre que possível, tenta reduzir. Passando aí para a próxima dica, quando você tiver hierarquias Nos itens do seu menu, tenta nunca mostrar mais do que três níveis dessa hierarquia de uma vez só. Por exemplo, se você é uma loja virtual e aí você tem uma categoria no seu site que chama celulares, vai. Aí tem uma categoria intermediária embaixo dessa que chama acessórios para celular. E depois uma subcategoria, ainda
embaixo Dessa outra, que chama capinhas protetoras. Se esse for o caso, a gente chegou no limite. Capinhas protetoras já é o terceiro nível da hierarquia. Se você tiver um nível quatro com mais sub-subcategorias embaixo de capinha protetora, aí o ideal é não mostrar mais esses níveis que estão lá embaixo no menu, Porque fica muita poluição visual. São muitos níveis hierárquicos para a cabeça dos seus visitantes processar. Então deixa pra mostrar essa sub-subcategorias na página que os visitantes vão ver, caso eles cliquem na categoria do nível hierárquico anterior, que no nosso exemplo era capinha protetora. E
pra amarrar, É super importante pensar na versão mobile do seu site, tá? As opções do menu, elas têm que ter espaço suficiente entre elas para os visitantes poderem apertar em cada opção com o dedo, sem se preocupar em esbarrar em outras coisas que estão por perto. A área apertável de cada item de seu menu precisa ter mais ou menos Um centímetro e meio na vertical, tá? Isso é para a maioria dos visitantes conseguir interagir com o menu sem problemas, mesmo que o dedo seja meio gordo igual o meu é, tá bom? E é isso aí,
meu povo. Na próxima aula a gente vai conversar sobre usabilidade na função de busca do site de vocês. Vejo vocês lá. Barra De busca, páginas de resultado de busca. O que geralmente funciona para esses dois elementos hein? Vamos dar uma pensada e bom, pessoal, eu imagino que nem todos vocês têm uma função de busca no site. E o primeiro ponto a ser dito aqui é que sim. É bom implementar uma função de busca no site de vocês, se vocês puderem. Até dá pra ficar sem se o seu site não tiver tanto conteúdo assim para mostrar.
Se for possível, por exemplo, para um visitante acessar todo o conteúdo do seu site, só clicando nos itens da primeira hierarquia do seu menu superior, que, se vocês lembram da nossa anterior, a gente aprendeu que não deve passar de Mais de sete itens, então está tudo bem seu site não ter uma função de busca. Estou falando de ver todo o conteúdo do site só nesses sete itens do menu, hein? Se cada item tiver uma cascata com trocentos outros itens em baixo, aí você precisa sim de uma função de busca. E para a loja virtual então,
vixe. É maluquice não ter uma função de busca. Os visitantes procuram muito isso daí. Tem uns estudos legais da Econsultancy que falam que mais ou menos um terço dos visitantes aí, acaba usando a busca de uma forma ou de outra. Esses estudos também falam que visitantes que usam a busca convertem quase o dobro na média e gastam 2.5 ou 2,5 vezes mais do que os visitantes Que não usam a busca. Então, de novo, não é todo mundo que usa a busca, mas pra quem usa, costuma ser uma parte mega importante da jornada em direção a
uma conversão. E aí, pra oferecer uma boa usabilidade com a busca do seu site, a primeira coisa pra pensar é que ela tem que ser fácil de achar. De modo Geral, tem dois lugares onde dá mais certo colocar a sua barra de busca. No topo dos site, centralizado ou na parte superior direita do seu site. Isso é um desktop né. No mobile, geralmente essa barra aparece centralizada mesmo e costuma ocupar toda a largura da tela ou quase isso. E é bom também mostrar a barra já expandida. Tem muito site hoje em dia que mostra só
o ícone de lupa. Aí precisa clicar no ícone para a barra de busca aparecer. Isso é meio ruim porque força um pouco seu visitante a dar um clique a mais para poder interagir com essa barra de busca. E, além disso, fica mais difícil de achar onde é que essa barra está escondida Quando a implementação é feita desse jeito. No celular, também é bom já mostrar a barra expandida. Só que o efeito de só mostrar lupinha e esconder a barra de busca até o visitante apertar nessa lupinha, é, entre aspas aí, menos pior do que no
desktop. Normalmente não prejudica tanto assim as conversões. Lembrando que, se você só tiver um ícone de lupinha da versão mobile do seu site, o ideal é que o ícone venha acompanhado de um texto também, tá? A tal da label, que a gente falou que era, para ajudar a galera a identificar que essa lupinha é a função de busca. É a mesma recomendação que eu fiz sobre o menu hambúrguer, tá? Não é tão óbvio pra todo mundo que o ícone significa busca, que a lupinha é sempre a busca. Apesar desse aqui já ser mais óbvio, tá?
Tem muito mais pessoas que entedem esse aqui comparado com o ícone do menu hambúrguer que a gente viu antes. Outra coisa que é importante oferecer, são sugestões automáticas em tempo real, conforme os visitantes digitam ali na sua barra de busca. Repara que todos os e-commerces grandes hoje em dia estão fazendo isso. Você começa a digitar alguma coisa e aí a barra de busca tenta entender o que você está digitando e começa a sugerir formas de completar essa digitação. E às vezes começa a sugerir algumas categorias e alguns produtos também. Está todo mundo fazendo isso desse
jeito, porque na maior parte das vezes Fazer assim aumenta um bocado a sua taxa de conversão. Aí passando para a página de resultados da busca, ou seja, a página que a galera vai ver depois que buscar. A principal dica é não mandar seus visitantes para páginas de resultados que estejam vazias. Mesmo que a pessoa tenha procurado Por um termo que realmente não traga nenhum resultado, não tenha nada pra gente mostrar, você ainda pode sugerir outros caminhos para essa pessoa continuar a jornada dela pelo site. Dá para mostrar seus produtos que mais vendem, dá para mostrar
suas principais categorias, post populares do seu blog, serviços aí pelos quais A maior parte dos seus visitantes costuma se interessar. E por aí vai. É difícil falar exatamente o que é pra você mostrar, porque depende muito do que você tem no seu site né, qual tipo de conteúdo você tem. Mas é importantíssimo que você entenda que não é uma boa ideia levar os seus visitantes para uma página vazia, sem oferecer opções Para continuar essa navegação de alguma forma que não seja através do menu ou do botão voltar do navegador. Nesta página de resultados, colocar algumas
opções de filtro e opções para ordenar os resultados também costuma melhorar a taxa de conversão. Esse tipo de coisa é mais relevante para lojas virtuais E para blogs, que são dois tipos de sites que costumam ter um monte de páginas né? Aí se não der para filtrar, ordenar esse montão de conteúdo, a página de resultados de busca fica quase inútil. E a última coisa, é que é sempre bom que a página de resultados fale quantos resultados tem no total. Vários visitantes acabam usando essa informação para decidir se eles querem ou não continuar navegando por ali,
ou se querem talvez procurar algum outro caminho. Tá bom? E é isso que eu tenho pra contar para vocês sobre recomendações para a barra de busca e para a página de resultados. Na próxima aula, formulários. E vai ter bastante coisa pra gente ver. Hoje em dia, a maioria dos sites tem pelo menos um formulário que os visitantes precisam preencher. É muito difícil achar um site que não tenha formulários. E a gente preenche esse tipo de coisa o tempo todo. Para criar uma conta num site para poder comprar um produto, você vai precisar Preencher um formulário.
Pra solicitar uma demonstração de um software, preenche um formulário. Para poder testar uma ferramenta X por um período de tempo, você preenche um formulário. Pra agendar uma consulta, formulário. Garantir a mesa do restaurante, formulário. E por isso, é bom a gente saber como melhorar a usabilidade Desses formulários online para a gente não perder conversão por causa deles. E aí, galera, a primeira dica que eu tenho pra dar para vocês é que vocês têm que reduzir o número de campos que os formulários de vocês têm sempre que for possível. Sempre parta da premissa de que você
só tem que pedir As informações que você realmente precisa pedir. Na maioria dos sites, tem uma correlação direta entre o número de campos que tem nos formulários e a taxa de término desses formulários. Quanto mais campos você apresenta no formulário, menos gente chega até o fim desse formulário. Mas, como em CRO, existem exceções, Por isso é bom testar. O processo de preenchimento de um formulário, ele costuma ser meio chato. A maior parte das pessoas acha um mega saco preencher isso aqui. Por isso, mostrar uma barra de progresso e definir as expectativas de forma clara, logo
no início, costuma aumentar um pouquinho o número de pessoas que vão preencher O formulário com sucesso. Você pode indicar em qual passo os visitantes estão, no momento que eles estão preenchendo, e quantos passos existem no total também. Outra forma de definir essa expectativa é dar uma prévia ali para o visitante de quanto tempo, mais ou menos, vai demorar para preencher o formulário. Então, colocar um texto do tipo assim: “só demora dois minutinhos”, Para aliviar um pouquinho a expectativa de que isso vai ser chato de fazer, que vai ser vagaroso, vai demorar. E para melhorar a
taxa de preenchimento, também é recomendado que você ordene os campos dos mais fáceis para os mais difíceis. Se você tiver poucos campos, tipo uns cinco ou menos, Aí isso aqui não vai importar muito, para ser bem sincero tá? Mas se o seu formulário for longo, colocar os campos fáceis no começo costuma fazer com que os visitantes meio que entre aspas ali, entrem no embalo. E aí a pessoa não quer largar o progresso, não quer perder tudo que já digitou. Então acaba ofendendo até o fim, essa pessoa vai até O fim, vai empurrando com a barriga
ali, mas preenche o resto dos campos também. Mas, é lógico, a sequência precisa fazer sentido intuitivo. Não dá para o primeiro campo ser, por exemplo, nome completo. E aí o segundo campo é “como está o tempo hoje?” e o terceiro campo é endereço de entrega. Aí não tem nada a ver com nada, né, virou salada mista. Os campos, eles têm que vir meio que agrupados ali de acordo com o tema deles, de acordo com o assunto ao qual eles se referem. Se o seu formulário tiver muitos campos, vale a pena testar, dividir esses campos em
vários passos também. Por exemplo, deixar os visitantes preencherem tudo Relacionado ao endereço de entrega para só depois mostrar os campos relacionados a parcelamento e opções de pagamento. Pra formulários de modo geral, usar um layout de uma coluna só costuma dar resultado melhor do que usar um layout com múltiplas colunas. Pra explicar de outro jeito, é melhor apresentar só um campo por vez. A gente quer evitar que Dois campos do formulário apareçam lado a lado ali. Isso tem a ver com a tal da carga cognitiva que a gente aprendeu antes. Se você coloca dois campos lado
a lado, é quase impossível para o olho dos visitantes não processar esses dois campos ao mesmo tempo. E isso acaba dando mais trabalho para o cérebro. Falando um pouquinho sobre a interação com os campos do formulário, tenta se certificar de que esses campos estão sempre configurados pro teclado correto no celular. Por exemplo, no campo o telefone, os seus visitantes não vão precisar digitar letras, então dá pra mostrar o teclado numérico para eles, nesse caso. Não precisa que aquele monte de letra que só polui o visual e torna mais difícil apertar os botões que você quer.
Isso é uma coisa que você consegue configurar individualmente para cada campo do seu formulário. Ainda falando no mobile, em campos de data, não é muito bom usar aqueles mini calendários. Geralmente eles acabam exigindo um monte de toques para chegar na data que você precisa. E as áreas de aperto costumam ser um pouco pequenas, as pessoas acabam esbarrando em opções que não são as que elas querem apertar. Então, usar um drop down, que é aquele menu cascata, para selecionar o ano, o mês e o dia, cada um individualmente, Costuma funcionar melhor em testes de usabilidade. E
aí, falando em drop downs, os nossos menu cascata, com várias opções para escolher, só é bom usar esse tipo de menu quando o campo que está sendo preenchido tem mais do que seis opções diferentes para você escolher. Se tiver menos do que seis opções, é melhor só mostrar todas as opções de uma vez E deixar o visitante selecionar a que ele ou ela preferir. E aí, nesse caso, você pode usar um botão rádio para marcar a seleção, que é aquele botão redondinho que fica marcado depois que você aperta ele, né. Você selecionou, geralmente só pode
ter um deles selecionado ao mesmo tempo, uma opção selecionada ao mesmo tempo, E esse botãozinho fica preenchido. Ele se chama botão rádio. Tudo o que a gente discutiu antes sobre o tamanho das fontes e o tamanho das áreas de toque no celular, também vale aqui tá? Então, áreas verticais de toque de pelo menos um centímetro e meio. Fonte tamanho 16, no mínimo. O nome do campo tem que aparecer em cima da caixa de digitação Dele, beleza? Não é muito bom fazer aquele esquema que o nome do campo já parece digitado dentro do próprio campo. Aí
se você entra no campo para começar a digitar, o nome do campo desaparece. Tem bastante site que faz assim e acha que fica mais clean o visual. E realmente fica. Tem menos elementos para processar. Só que essa solução é meio ruim, porque ela desorienta os visitantes. O nome do campo, ele tem que estar sempre visível para você saber o que você está preenchendo, mesmo que você interrompa sua jornada no meio e retome ela depois. E o mais importante de tudo que eu falei até agora. De preferência, os seus formulários Precisam validar erros em tempo real.
Falando a mesma coisa de forma diferente. Se o fulano foi lá e digitou alguma coisa errada em um campo do seu site, não é para o site esperar o cara ir lá e clicar em enviar lá embaixo para só então mostrar o que está errado. Se possível, o ideal é que essa validação seja feita na hora Que a digitação, dentro do campo específico, termina. E aí, se tiver algum erro para mostrar para o visitante, esse erro já aparece na hora. Isso evita com que as pessoas cheguem até o final usando o formulário, e aí vai
lá, dá o clique no enviar e o treco não vai. E aí você precisa voltar lá em cima para ver o que deu errado. Esse tipo de experiência não é legal. Bastante gente acaba desistindo de preencher formulários online por causa desse tipo de coisa. E sobre os erros em si, eu acho que isso aqui é a coisa mais importante que eu vou falar dessa aula toda. Então, guardem com carinho na cabeça. Os erros que o seu formulário mostra, Eles têm que ser claros. Eles têm que ser específicos. E acho que mais até do que essas
duas coisas, esses erros, tem que ensinar os visitantes de vocês a consertar o que está errado. Vamos imaginar um cenário rapidinho aqui. A pessoa vai lá e digita um e-mail sem o sinal de arroba, no campo e-mail do seu formulário. A maior parte dos sites por aí Vai mostrar um erro aqui, meio genérico. Alguma coisa nas linhas de “digite um endereço de e-mail válido”. E aí você, pessoa estudada, inteligente, está aqui fazendo um curso de CRO agora, para e pensa aqui comigo. Que diabo é um endereço de e-mail válido? Não tem interpretação né, para isso
aqui. É difícil interpretar isso aqui, Pode significar muitas coisas. Isso é muito diferente de falar, “o e-mail que você digitou não tem um símbolo de arroba”. Falar para a pessoa digitar um endereço de e-mail válido, não ajuda ela resolver o problema que ela está enfrentando. Então é bom sempre mostra erros assim que eles acontecerem e tentar fazer com que A sua mensagem de erro seja clara. Que ela ensine os visitantes a consertar o que está errado. E por enquanto, é isso, pessoal. No próximo encontro a gente vai falar sobre alguns detalhes de botões CTA que,
acreditem ou não, a gente não cobriu ainda. E vamo de aula. A gente já falou sobre um monte De coisas relacionadas a botões CTA. Só que esses elementos são tão importantes no site, pessoal, que vale a pena a gente investir um pouquinho mais de tempo para cobrir uns detalhes sobre a usabilidade deles antes da gente partir para outros assuntos. Recapitulando o que a gente já falou sobre as cores dos seus botões CTA então. A cor precisa ser diferente do resto dos elementos do seu site. De preferência, você tem que usar uma cor que chame a
atenção comparado com o resto desses elementos. E tem um outro lance aqui também. O botão CTA principal de cada página precisa ter sempre a mesma cor. Se você fizer desse jeito, você vai Meio que condicionando os seus visitantes aos poucos. Toda vez que eles virem essa cor, eles já vão saber que é ali que eles têm que ir se quiserem continuar a jornada deles. Muita gente por aí fala sobre rodar testes para ver qual que é a melhor cor pros seus botões. Mas eu, pelo menos, acho uma besteira imensa testar isso. É uma mudança muito
pequena no seu site. A cor que você usa pra os seus botões dificilmente vai ser o fator que vai fazer a sua taxa de conversão melhorar ou piorar. Então galera, em mais de dez anos de carreira aí fazendo CRO, eu nunca vi um teste assim trazer resultados drasticamente positivos e nem drasticamente negativos. Mas voltando para os botões CTA, Outra dica é que é importante ter um pouco de espaço em volta deles. Isso aí ajuda a chamar mais ainda a atenção dos visitantes para o botão. E se por um lado, seus botões CTA tem que sempre
ter o mesmo formato e a mesma cor de todas as páginas que eles aparecerem, por outro, eles precisam ser diferentes De todos os outros botões que você tem no site. Tudo bem se o formato do tamanho for igual, mas de preferência nenhum outro elemento do site pode parecer muito com o seu botão CTA. Inclusive outros tipos de botão que você eventualmente possa ter nas suas páginas, tá bom? E aí pra gente já amarrar essa aula Que é mais rapidinha, é importante a gente falar do texto do seu botão CTA. O texto do seu CTA sempre
tem que ter duas características. Ele precisa ter um verbo e ele precisa explicar o que vai acontecer depois do clique. Tem uns estudos de usabilidade que mostram que uma das causas mais comuns Que leva uma pessoa a não clicar em um botão, é exatamente o medo do que vai acontecer depois que ela clicar. Então, se o texto do botão não for muito claro, você acaba causando essa ansiedade e hesitação em alguns dos seus visitantes. E ansiedade e hesitação são dois fatores bem negativos ali, eles inibem a ação E detonam a nossa taxa de conversão. A
gente precisa evitar texto genérico a todo custo. Acho que vocês estão percebendo que isso é um tema desse curso, né. Pra dar exemplos concretos aqui, um texto genérico pra um CTA, seria “próximo”. Que diabos significa próximo? O que é próximo? Eu consigo entender que se eu clicar num botão Que chama Próximo, isso vai me levar para o próximo passo. Mas saber isso não é o suficiente. Pra eu topar clicar nesse botão, eu preciso saber o que é o próximo passo, concorda? Se não, estou dando um passo no escuro e a gente não gosta de fazer
isso. Pegando esse exemplo aí de CTA genérico e melhorando ele um pouquinho, a gente podia ter um texto Do tipo “selecionar método de pagamento”, ao invés de o texto ser só “próximo”. A expectativa fica super clara, né? Se você clicar, você vai para algum lugar onde você vai escolher o método de pagamento. O botão te explica com exatidão o que vai acontecer ali. Você não vai para o próximo, seja lá o que isso significa. Você vai pra Uma tela de seleção de métodos de pagamento e o botão esclarece isso. E como eu falei, galera, é
importante ter o verbo sempre que couber. A nossa cabeça processa as coisas com um pouco mais facilidade se tiver esse verbo aí pra dar esse suporte. Tem botões que, em teoria, Já são bem fáceis de entender na essência mesmo. Imagine um botão, por exemplo, que está escrito planos, só planos. Se você clica no botão desse, planos, você provavelmente vai para algum lugar que você vai poder ver os planos que estão sendo ofertados, concorda? Mas fica bem mais fácil pra nossa cabeça processar isso, Se o botão chamar Ver Planos. Com o verbo Ver ali. Aquela velha
história né, de que para bom entendedor, meia palavra basta. Só que tem um probleminha. Na internet, você tem que quase sempre partir do princípio de que ninguém é bom entendedor, nunca pra nada. A gente tem que explicar tudo E precisa tentar melhorar a usabilidade dos elementos do nosso site sempre que a gente puder. Lembra daquilo que eu falei, que a gente conversou, sobre a dificuldade de conseguir a atenção do pessoal. Essa atenção é muito limitada. Não dá pra contar com a ideia de que a pessoa vai gastar tempo processando ali o que tem que fazer.
Tudo tem que ser o mais óbvio possível. Tudo tem que ser o mais fácil possível. E chegamos ao fim do nosso módulo de fundamentos de usabilidade pra CRO pessoal. A gente cobriu um monte de detalhes aqui que facilitam o processo de navegação dos visitantes de vocês. Fazer isso, cobrir esses detalhes, consertar essas coisas, melhorar essas coisas, Melhora também a chance de a gente ter mais conversões acontecendo no nosso site. No módulo seguinte, a gente vai começar a falar sobre redação, que é um dos fatores mais importantes para melhorar a sua taxa de conversão. Os maiores
testes que acontecem por aí, quando você já tem um programa de otimização que está bem legal ali, Já está rodando há um tempo, geralmente você acha os melhores e maiores resultados a partir de testes em redação hein. Então, é um assunto bem importante pra gente. E estamos chegando ao final, galera. Além de falar de redação, estamos chegando no fim do curso. Falta pouco. Então aperta o cinto aí e vamos nessa que tem mais aula. E eu vejo vocês na próxima. E vamos começar a nossa conversa sobre redação pra CRO. Como que a gente pode fazer
o texto do nosso site ajudar a gente a gerar mais conversões. E hoje a gente vai começar esse papo falando sobre a proposta de valor, que é um dos elementos mais importantes da redação De qualquer site. E, de forma resumida, a proposta de valor é a promessa que a sua empresa diz que vai entregar para os clientes dela. Geralmente, ela aparece representada por um texto curto que explica aí pra os seus consumidores, pra os seus visitantes, pra os seus clientes, como que você resolve o problema Que essa galera está enfrentando ou como que você melhora
a situação deles. A proposta de valor, ela promete alguma coisa específica para seus consumidores e conta para todo mundo por que que eles devem comprar com você e não comprar com alguém que seja um concorrente seu, comprar com alguma alternativa. E de modo Geral, a proposta de valor é muito importante no seu site, porque é através dela que os seus visitantes vão geralmente decidir se o que você está oferecendo é relevante pra eles ou não. Normalmente, a proposta de valor da empresa aparece na home do site e com bastante destaque. Mas você não precisa necessariamente
mostrar a sua proposta de valor na parte mais importante de todas as páginas, tá? Para sites onde isso não faz tanto sentido, aí a proposta de valor costuma aparecer de forma mais resumida, em outros lugares também. Tipo em faixas, lá no topo do site, talvez em algum lugar perto do logo, na área superior das suas páginas Ou às vezes até lá em baixo no footer. Em uma loja virtual ou em um portal de notícias, por exemplo, é muito mais relevante apresentar uma oferta importante, uma oferta legal ou uma notícia grande, e colocar esse como destaque
na sua home, do que necessariamente falar sobre a sua proposta de valor usando esse mesmo espaço, né. Então é por isso que nesses sites, A proposta de valor costuma não chamar tanto a atenção quanto em outros tipos de sites. Pensa comigo. Ficaria um pouco estranho você abrir um portal de notícias grandão lá de renome, e aí ao invés de ter notícia mais importante, a notícia é mais quente no momento, te esperando ali na home, ao invés disso Tem um texto de uma proposta de valor do site falando que eles trazem as notícias mais relevantes o
tempo todo, por exemplo, né. Isso não é tão importante para você. Você está ali para ver a notícia, né. Então é por isso que nesse tipo de site, a proposta de valor não aparece com tanto destaque. Dito isso, é comum hoje em dia, você abrir Sites aí de grandes varejistas e você encontrar uma faixa lá em cima falando, por exemplo, de um monte de vantagens que você vai ter se você baixar o app e fizer a sua compra por lá. Ou então faixas falando compre pelo WhatsApp e ganhe as seguintes vantagens. Isso aí não é
exatamente uma proposta de valor, pessoal, mas é um pedaço de uma proposta. Comprar pelo app ou comprar pelo WhatsApp e ganhar descontos para fazer isso é uma coisa que é atraente para a maior parte dos visitantes atualmente. Então, é bom ter na cabeça que dá, sim, para usar só alguns pedaços da sua proposta de valor também. Mas vamos voltar para a forma tradicional aqui Da proposta de valor, que eu acho que é o que vale a pena a gente aprender por agora. O que a gente pode derivar disso né? Quais, enfim, cambalhotas a gente pode
dar em cima desse conceito básico, a gente pode discutir depois. A proposta de valor costuma ter três componentes de texto e geralmente ela vem com uma imagem junto ali pra dar suporte também. E a gente Até já falou um pouco desses componentes de texto. O primeiro deles é o título. Aí, logo embaixo aparece o subtítulo, que pode ser também um parágrafo de duas ou três linhas. Em seguida, aparece uma lista de três benefícios chave ou funções chave do produto, que também pode ser escrita Em outro parágrafo de duas ou três linhas. Não precisa necessariamente ser
uma lista. E aí, para montar sua proposta de valor, eu pessoalmente gosto de seguir quatro passos que eu acho que facilitam um bocado esse processo todo. Primeiro passo, pessoal, começa listando quais são os benefícios E as funções da sua oferta. E aí em seguida, passo número dois, separa os benefícios e funções que só a sua empresa oferece. Tudo aquilo que nenhum outro concorrente faz ou que pelo menos nenhum outro concorrente faz igual. E aí se não tiver nada, galera, tá tudo bem. Se a sua empresa não fizer nada de único, tá tudo bem também. Tá?
Aí, você pode só separar os benefícios e funções que você acha que são relevantes para os clientes de vocês. E aí, passo número três. Com a lista de benefícios únicos da sua empresa na mão, você vai começar a listar quais dores E problemas dos seus clientes você resolve com esses benefícios e funções. Lembrando que se você não souber quais são essas dores e problemas, os métodos de pesquisa com enquetes que a gente aprendeu antes aí no curso vão te ajudar um bocado aqui, hein. É uma hora boa para usar isso. Lembra também daquela regrinha: Você
nunca é o usuário, tá? Não tira isso da cabeça, não pode esquecer. Não dá pra gente querer adivinhar as dores, tá? Precisa fazer pesquisa com seus visitantes e com seus clientes para saber certinho. Mas, enfim, com a lista dessas dores e problemas aí na mão, bora para o nosso próximo passo, Que é voltar para nossa lista de benefícios e funções. E agora a gente tem que ordenar ela. Então, galera, passo número quatro. Pra ordenar essas listas, você vai fazer o seguinte. Olha pra sua lista de benefícios e funções da sua oferta e pensa quais desses
aí que mais resolvem as dores dos seus clientes. O benefício ou a função que resolver A maior parte dessas dores vai ficar em primeiro lugar. O segundo lugar vai ficar para um benefício ou para uma função que também resolve algumas das dores e problemas do cliente, só que menos do que o benefício que ficou em primeiro lugar. Faz sentido? E assim por diante. Os benefícios e funções que mais resolverem as dores dos seus clientes Vão ser o foco da sua proposta de valor no fim das contas. E mais uma vez, quando eu estou falando sobre
oferta aqui, eu estou me referindo a tudo que o seu site ou sua página está tentando vender, porque é baseado nisso que você vai escrever a sua proposta de valor. E aí, para não ficar tudo muito solto na nossa imaginação, vamos pensar um pouquinho sobre a proposta de valor do site brasileiro da própria HostGator. O título dessa proposta diz: Hospede seu site com especialistas. Repara que “hospede seu site” é o problema que está sendo resolvido. E “com especialistas” é um benefício muito forte Para o público-alvo da HostGator. A galera que compra aqui geralmente quer ajuda
para colocar o site no ar. Aí o subtítulo logo em seguida diz: Hospedagem de sites fácil para começar e crescer também. Tem mais duas dores ou problemas sendo endereçados aqui, pessoal. É interessante dar uma olhada nisso. A gente está falando Que vai ser fácil pra começar. Isso é um medo muito comum também. A maioria das pessoas que nunca pôs a mão em um site antes, tem a impressão de que é super difícil de fazer, que elas vão precisar de ajuda pra isso. E para aqueles e para aquelas que já têm alguma experiência mexendo com sites,
é comum Ficar uma sensação de que vai ser fácil pra começar, mas que depois que eu passar do básico ali, a plataforma vai ter um montão de limitações. Então, como isso não é uma verdade, para atacar esse ponto, a HostGator diz aqui que é fácil crescer também. Você não fica travado no início do processo. A empresa está com você Na sua jornada toda. E aí, na lista de três benefícios chave, a HostGator decidiu partir com quatro aqui. Então eles falam que a hospedagem é segura, que o seu site vai ser rápido, que ele nunca vai
sair do ar e que você tem suporte completo com a gente. Se eu fosse colocar defeitos Nessa proposta de valor, eu falaria só alguns dos benefícios ali, que tem um que é meio genérico. Quando a gente fala mais seguro, por exemplo, é mais seguro do que o quê exatamente. E quando a gente fala uma coisa do tipo suporte 24/7/365, será que o público todo entende que isso significa 24 horas por dia, 7 dias por semana e 365 dias por ano? Talvez essa forma de falar seja um pouco específica demais, mas eu não otimizo o site
da HostGator, então é difícil dizer por que as coisas foram feitas dessa forma. Eu tenho certeza absoluta que teve motivos muito bons para tudo isso e eu sei que a HostGator faz uma tonelada de pesquisa com os próprios clientes, né? Então deve ter uma razão boa para apresentar proposta de valor dessa forma. Mas esse é um ótimo exemplo de proposta de valor, pessoal. Está bem feito. A gente vê tudo aqui que eu falei lá atrás, né. A estrutura com o título, com o subtítulo, a lista de benefícios, o cuidado para falar exatamente ali das principais
Dores dos clientes e também essa seleção bem inteligente aí, dos benefícios para listar. Todos esses benefícios ajudam a reduzir a ansiedade. Na próxima a gente vai continuar o nosso papo. Vamos ver um método para revisar a nossa proposta de valor. Então, vejo vocês lá, pessoal. Na última aula, a gente viu Como criar a nossa proposta de valor. Agora a gente vai cobrir uma forma rápida de revisar essa proposta para achar possíveis lacunas aí que talvez a gente precise corrigir. Então vamos nessa. Pra avaliar se a sua proposta de valor atual está legal ou não, dá
para você verificar se ela responde quatro perguntas de forma satisfatória. Primeira: Qual o produto ou serviço a sua empresa oferece? Segunda pergunta: Qual dor esse produto ou serviço resolve? Terceira pergunta: quem é o seu consumidor alvo? E quarta pergunta: o que faz o seu produto ou serviço ser diferente dos demais? Se a sua proposta de valor responder essas quatro perguntas de forma específica e clara, Você provavelmente tem uma proposta de valor forte aí na sua mão. Lembrando que na quarta pergunta, a que fala sobre diferenciação da concorrência, está tudo bem se você falar sobre algo
que os seus concorrentes também ofereçam, caso você não tenha nada único para falar sobre. Mas aí, nesse caso, tenta falar de uma forma que seja diferente das dos seus concorrentes, beleza? E pessoal, venho batendo bastante nessa tecla aqui no curso, né, as coisas que você escreve no seu site, elas precisam ser específicas. Isso é muito importante. Se o seu site vende jaquetas de couro, por exemplo, E a sua proposta de valor falar algo do tipo, as melhores jaquetas para todas as ocasiões. Você cai direto nesse problema que estou falando da falta de especificidade. As melhores
jaquetas. O que são as melhores jaquetas? Quem consegue explicar isso de forma específica, né, de forma clara? A definição de melhor varia Muito de pessoa para pessoa. Esse argumento é muito genérico para aparecer numa proposta de valor. Qualquer empresa, qualquer empresa, pode falar que é a melhor em qualquer coisa, mas eu te garanto que quase nenhuma vai ter como provar que é a melhor de verdade em nada. E aí, pra piorar, nesse exemplo que a gente está pensando aqui, Essa proposta de valor depois ainda fala que as melhores jaquetas são para todas as ocasiões. Mas
assim, todas as ocasiões, mesmo? Se eu for escalar uma montanha no meio da neve, você tem uma jaqueta para isso? Né, você vende jaqueta de couro bicho, não dá para falar um treco assim. Você não vai ter jaquetas Para todas as ocasiões. Então, para consertar essa frase genérica da nossa proposta de valor imaginária aqui, a gente poderia falar alguma coisa do tipo jaqueta 100%, couro pelica confortáveis como um moletom. Eu forcei a barra aqui porque não vai ter jaqueta nessa terra, se ela for de couro, não vai ter como ser tão confortável Quanto um moletom.
Mas deu para ver como que essa frase da proposta de valor, ela fica muito mais específica? A gente agora está falando que a jaqueta é de couro. E aí a gente especifica qual é o tipo do couro. A gente fala também que é 100% couro, porque isso é uma preocupação do nosso público-alvo, né, o material ser falsificado ou não Ser tão puro. E, por fim, a gente está falando de conforto e a gente até qualifica esse conforto quando a gente compara o conforto do nosso couro com o conforto de um moletom. Isso aqui não é
a proposta de valor inteira ainda, tá? Mas poderia ser um pedaço ou o começo dela. Ou poderia ser um dos itens Que aparece naquela lista de benefícios que a gente falou sobre. Dependeria do que mais você tem para escrever e aí sua proposta de valor e o quanto esses pontos são importantes para seus clientes ou não. Eu só quero muito levar essa mensagem de que seja lá o que você escrever na sua proposta de valor, não dá para ser genérico nesse momento. Você tem que ser o mais específico ou específica possível aqui. E tem que
pensar um bocado mesmo, tá, pra escrever. Não é fácil. Se você olhar na superfície a proposta de valor da maior parte das empresas é tudo uma igual a outra. E, não à toa, um monte de empresa por aí está tendo dificuldade para vender, né? Então precisa realmente cavar Um pouco mais para achar quais são seus diferenciais reais. E, mais do que isso, para entender o que é relevante para o seu público-alvo. Tem umas coisas que, logo de cara, se a sua concorrência não oferecer, já dá para pensar em colocar na sua proposta de valor. Tipo
frete grátis, parcelamentos sem juros, frete rápido, Cancelamento a qualquer momento, customização, descontos, coisas assim. Tudo isso aí geralmente funciona bem, caso seus concorrentes não estejam falando a mesma coisa. E pensa também que caso você não consiga achar pontos de diferenciação do seu produto, então dá para você pensar no serviço. Se o seu SAC for incrível, Isso pode fazer parte da proposta de valor. Se os seus preços forem menores, também. Se você escreve toda a comunicação da sua marca de uma forma carinhosa, atenciosa, isso também pode virar parte da sua proposta de valor. E talvez pareça
que não. Mas a proposta de valor é uma das coisas mais importantes Para você testar no seu site. É um dos pontos que mais consegue melhorar as conversões aí quando a gente está falando de CRO. Se as pessoas não entenderem a sua oferta ou não se sentirem cativadas por essa oferta de alguma forma, você não vai conseguir vender. Vai ser difícil gerar conversões. Então, tenta Escrever propostas de valor diferentes para o seu site, mostra para algumas pessoas e pergunta o que elas entenderam daquilo que elas leram. Isso vai te ajudar a chegar em uma versão
melhor desse texto. E aí, quando você já tiver o texto, o próximo passo é achar uma imagem que complemente esse texto de forma legal. Quase sempre, o ideal é mostrar o produto ou serviço em ação. A gente já tinha falado disso antes, eu não vou ficar batendo na mesma tecla de novo, mas fica lembrete. E aí voltando pra aquele papo do começo da aula, se você achar que tem alguma parte da sua proposta de valor que encaixa Melhor em certas áreas do seu site do que em outras, está tudo bem você só mostrar essa parte
da sua proposta de valor. É o papo que a gente falou do e-commerces, né, falando aí freneticamente pra galera que dá para comprar pelo App ou pelo WhatsApp e que tem um montão de descontos esperando você lá. Isso é relevante para os visitantes desses sites, já o logo de cara na home. Talvez seja muito mais relevante até do que todas as demais partes da proposta de valor, tipo, parcelamento, qualidade do atendimento e tudo mais. Então, é importante pensar nisso, né. Esses fatores são oferecidos por outros e-commerces também. Tudo bem Que o App né, a compra
pela App, compra pelo WhatsApp também está sendo meio que oferecido por todo mundo. Mas os descontos são meio diferentes, dependendo da empresa que você olha hoje em dia. Então pode ser que isso para essas empresas, no momento atual, esteja funcionando melhor como uma proposta de valor. E é isso, pessoal. Pra gente exercitar isso aqui um pouquinho, vamos tentar escrever uma proposta de valor ou avaliar a proposta de valor que a gente já tem. E para fazer isso a gente precisa responder aquelas quatro perguntas né? Qual o produto ou serviço a sua empresa oferece? Qual dor
esse produto ou serviço resolve? Quem é o seu consumidor alvo? E o que faz o seu produto ou serviço ser diferente dos demais? E esse é o fim do nosso papo sobre propostas de valor. Na próxima aula a gente vai falar sobre simplicidade e complexidade na forma como a gente escreve. Como falar a língua dos nossos clientes. Beleza? Então até mais. Continuando nosso papo sobre redação, uma das coisas mais importantes é que o seu texto seja familiar para o seu público-alvo. Se você usa o mesmo vocabulário do seu público, esse público se identifica mais com
você e com a sua oferta. E aí fica mais fácil de vender. A gente gosta mais de alguém que fala parecido com a gente, né? Então, tem alguns canais aí de comunicação da sua empresa que podem te ajudar a ver o vocabulário dos seus visitantes e tentar se adequar a isso. E os três principais canais são: primeiro, seu SAC e os seus sistemas de suporte tipo chat no site, o atendimento via WhatsApp e por aí vai. Canal número dois: os formulários de contato do seu site. E canal número três: os comentários que a galera deixa
nas redes sociais da sua empresa. Nesses três lugares você vai ter acesso a textos que foram digitados por pessoas que já interagiram com seu site ou com a sua empresa e que têm chances de já serem clientes ou virarem clientes no futuro. Quando você for olhar esse texto dessas três fontes aí, tenta ver com qual o nível de coloquialismo, de casualidade que as pessoas digitam. Elas digitam tudo certinho ou digitam tudo de qualquer jeito? Se o seu público estiver digitando de uma forma casual, ou seja, meio que de qualquer jeito ali, então é besteira você
escrever de uma maneira muito formal no seu site, Porque aí não é uma galera mais engomadinha que está acessando. É uma galera mais descolada, mais descontraída. Não precisa ter um texto tão sério para poder conversar com esse pessoal. Mas não pode confundir as coisas aqui, tá? Você sempre precisa escrever certo. Não pode ter erros gramaticais, Palavras escritas de forma errada. Esse tipo de coisa não funciona, tá, não vende. Eu só estou falando sobre o quão coloquial o seu texto pode ser. Não sobre escrever errado. Você nunca pode escrever errado. É uma das coisas que mais
reduz a credibilidade do seu site. Faz parecer que quem está rodando o site, Quem está responsável pela empresa, não sabe falar e não sabe escrever. Isso não é uma impressão boa para ninguém. Para fazer uma correção gramatical caprichada no que você escrever e garantir que não tem nada de errado, você pode pegar o texto do seu site, copiar ele e colar num editor de texto tipo Word. E aí lá Você vai ter uma ferramenta de correção ortográfica disponível. Se você não tiver o Word, o Google Docs faz a mesma coisa e é grátis, tá? E
existe também um plugin no Google Chrome que chama LanguageTool. Eu vou deixar um link do site aqui pra vocês. Esse treco faz a correção ortográfica para você Em qualquer texto que você tiver vendo no seu navegador. Existem umas outras soluções assim também, só que essa é uma das poucas que eu achei que funciona legal em português brasileiro. Então, se você não quiser ou não puder instalar o plugin do Chrome, dá só pra ir até o site, colar o texto que você quer revisar lá e aí ele faz a revisão para você E aponta os erros.
Tá bom? Usem isso, é bem legal. Mas bom, continuando o nosso papo aqui, é bom também ficar atento com os termos que aparecem nessas enquetes aí que a gente está rodando, que sejam relacionados diretamente ao que você vende. Especialmente em situações Onde tiver mais de uma forma de falar a mesma coisa, tá? Então, quando eu falo termos relacionados diretamente ao que você vende, estou falando, por exemplo, quando o seu público fala agasalho, mas também fala jaqueta. E aí você precisa pensar nesse tipo de coisa. Essa galera está falando mais agasalho ou mais jaqueta? Falam mais
em entrar ou fazer login? Falam mais oferta ou promoção? Geralmente é bom imitar o vocabulário do seu público nessas situações, onde tem muitas formas de falar a mesma coisa. Depois que você começar a entender os padrões de vocabulário dos seus visitantes e dos seus clientes, tenta usar essas mesmas palavras aí no seu site. Mas aí em seguida, Assim que você tiver esse novo vocabulário aí pra usar agora, pega tudo que você escreveu e tenta simplificar ainda mais. Uma das dicas mais preciosas que eu posso te dar aqui sobre redação para CRO é que, na medida
do possível, você tem que imaginar que você está escrevendo para crianças da quinta série. Esse é o nível médio de entendimento da maior parte das pessoas Quando elas leem. Nesse nível de escrita, a maior parte dos seus visitantes não tem que fazer tanto esforço assim pra entender seu texto. Então, uma criança da quinta série precisa conseguir ler e entender o texto do seu site, sem maiores problemas para você aumentar as chances desse texto ser claro para todo mundo. Quanto mais complicado for seu texto, menor vai ser a chance da mensagem chegar direitinho nos seus visitantes.
Lembra que a gente já falou antes disso? Se é complicado de ler, então é complicado de comprar. E por enquanto, é isso aí, pessoal. Na próxima aula a gente vai ver mais algumas formas legais de entender como que o seu público fala e como que eles digitam também. Olá olá. Mais uma vez. Você aí que batalhou, lutou, perseverou, teve a paciência, disciplina para assistir esse curso até aqui. Antes de qualquer coisa, parabéns. Chegamos ao fim do nosso curso sobre CRO. E como eu falei no início, a ideia aqui não era te transformar no maior mestre
de CRO que a humanidade já viu, precisa de anos de estudo Para chegar nesse ponto. A ideia era te dar um monte de conhecimento prático para você poder começar a aplicar no seu site agora mesmo e já sair testando aí um monte de coisa que eu espero que ajude a aumentar sua taxa de conversão. E galera, Pra amarrar nossa jornada juntos aqui de CRO, eu vou falar alguns últimos pontinhos que eu acho super importante vocês saberem. Tá bom? Um desses pontos eu já tinha pincelado no começo do curso. Você não vai conseguir melhorar o seu
site toda vez que você testar alguma coisa nova. E é muito importante Definir essa expectativa desde o início na sua cachola. Essas melhorias aí elas vão aparecer gradualmente, aos pouquinhos, conforme você aplica coisas novas no seu site e vai testando elas. É comum você testar um monte de coisa que não dá certo até você achar alguma coisa que dá. E no início, Eu acho que está tudo bem se você só testar mudanças grandes de uma vez só, contanto que sejam mudanças em uma página só, tá bom? Por exemplo, a gente aprendeu a escrever uma proposta
de valor boa para colocar na home do seu site, né? A gente também aprendeu sobre alguns tipos de imagem que funcionam bem Com a sua proposta de valor. E a gente aprendeu um montão de boas práticas para aplicar na primeira dobra das nossas páginas também, certo? Aí, se na versão atual da sua home, por exemplo, não tiver nada disso aí que a gente aprendeu para a primeira dobra já aplicado, então tá tudo bem você mudar A primeira dobra inteira e testar tudo isso de uma vez. E é bom fazer essas mudanças grandes, porque a chance
de elas terem efeitos grandes é maior. Aí fica mais fácil de ver esses efeitos da nossa taxa de conversão lá na outra ponta, quando a gente terminar de rodar o nosso teste antes e depois que a gente também aprendeu a fazer aqui No curso. Eu estou aqui falando que é bom testar mudanças grandes no começo, mas só até onde fizer sentido, viu? Lembra que você ainda está seguindo o rastro dos dados o tempo todo. Então, no fim das contas, mais do que só mudar coisas grandes, você precisa mudar coisas Que você descobriu nos seus dados,
conclusões que você atingiu através desses dados. E uma observação importante aqui. Apesar de eu recomendar fazer mudanças grandes nas suas páginas no início das suas iniciativas de otimização, eu geralmente não aconselho mexer no site inteiro de uma vez, tá? Se você estiver testando uma parte do seu site, deixa o teste acabar primeiro lá antes de começar a mexer em outra parte do seu site. Se não, se você mexe em várias páginas ao mesmo tempo, fica meio ruim de saber depois qual página que está gerando o efeito que você está observando. Seja esse efeito positivo ou
negativo. Ou seja, Você foi lá, otimizou, vamos falar três páginas diferentes e agora a sua taxa de conversão melhorou. Mas como que você replica, como que você repete esse efeito no futuro, se não dá para saber qual das três páginas que mais ajudou com a sua taxa de conversão? Isso é difícil, né. Então, por esse motivo, É bom focar em uma área do seu site por vez. E galera, pesquisa qualitativa vai ser uma das suas principais aliadas nessa trajetória de otimização. É impressionante o tanto de coisa que dá para descobrir com pesquisa qualitativa. Então não
fica se sentindo acuado ou acuada se você não manjar tanto assim De Google Analytics, por exemplo. Claro que é bom tentar aprender mais sobre esse lado quantitativo também né, que o GA traz, mas dá pra otimizar um bocado de coisas no seu site só com base no que você vai achar nos seus processos de pesquisa qualitativa. Tipo as enquetes que a gente falou Durante o curso. E aí, para aqueles que querem mais afundo depois desse curso, aprender mais sobre CRO, tem algumas coisinhas aí que você vai ter que saber no futuro se você quiser seguir
pra valer com essa disciplina pra frente. Você vai precisar, por exemplo, aprender a rodar teste A/B. E como eu falei no curso, Não é todo o site que vai ter tráfego suficiente para fazer isso. Mas se o seu site receber mais do que uns 300.000 visitantes únicos por mês, vale a pena pensar em aprender a usar mais esse método de teste aí. E também como usar a ferramenta Google Optimize ou qualquer uma dessas similares que possa te ajudar a rodar um teste A/B. Junto com isso, você precisaria aprofundar um pouco mais em estatística. Só que
só o suficiente pra entender como avaliar se o resultado dos seus testes é confiável ou não, e também o suficiente para escolher recursos estatísticos apropriados para usar em cada situação diferente que você vai enfrentar quando você testa. Eu também acho que é inevitável acabar aprendendo técnicas mais avançadas de exploração do Google Analytics enquanto você está nesse caminho aí de aprender mais sobre o teste A/B. Tem alguns recursos muito poderosos, muito poderosos, que a gente acabou não cobrindo. Tipo relatórios customizados, segmentos avançados etc. Não são as coisas mais simples do mundo Para entender, mas também não
são super difíceis. São coisas que valem um investimento. E por fim, vale a pena correr também atrás de mais princípios de usabilidade. Coisas assim como que você pode fazer uma análise heurística, por exemplo. Como fazer outros tipos de testes de usabilidade com seus visitantes, né. Testes qualitativos onde você observa o visitante Navegando, por exemplo. Card Sorting, testes de medição de esforço, de entendimento da mensagem e etc. E pessoal, não deixem de conferir os outros cursos aqui da HostGator Academy. Tem muito conteúdo legal. Se você fizer alguns desses cursos aqui, você já aumenta muito as chances
De fazer o seu negócio decolar. E chegamos ao fim da nossa trajetória juntos nesse curso de CRO, meus bonitos e minhas bonitas. Eu não sei se vocês vão ficar com saudade de mim, mas eu vou ficar com saudade de vocês. Então, para entrar em contato comigo depois, para tirar dúvidas sobre o curso e para perguntar o que vocês quiserem, Perguntar, oferecer feedback positivo ou negativo, coisas que vocês gostaram no curso ou coisas que vocês sentiram falta. Ou talvez até para discutir uma proposta comercial para ter a minha empresa ajudando a sua empresa a fazer CRO,
vocês acham o meu contato aqui. Vocês me encontram tanto no LinkedIn. Eu tenho um perfil lá. É só me adicionar e mandar mensagem, Quanto no email
[email protected]. Eu respondo um pouco mais rápido no LinkedIn, tá? Eu estou mais lá do que no e-mail. Mas eu respondo todas as mensagens que eu recebo. E mais uma vez parabéns para você por ter chegado até aqui. Agora você pode falar de verdade que você tem conhecimento sobre CRO. Obrigadíssimo pela atenção E até a próxima, galera. Tudo de bom.