Fala aí galera. Trunks Peter aqui pra gente reagir aos montes sapalá. Vocês mandaram, colocaram nos comentários.
A gente vai hoje ver o que que realmente tá acontecendo nos montes sapalá. Quando a gente pensa em monte a paláche, a gente pensa em índio, não é índio americano, é paláche, né? Você conhece, já conheceu já o boi sentado, Bruce?
>> Cara, que que papo é esse? >> Você já foi no Monte Apalá? >> Não, cara, mas é realmente o lugar aqui dos Estados Unidos que eu tenho curiosidade de saber se rola essa parada sobrenatural que falam que tem.
>> Dá o contexto pra galera, Bruce, pra galera entender o que que é o monte de Apalagem, >> cara. É um lugar onde acontece um monte de evento bizarro e sobrenatural, tipo pé grande, lobisomem, um monte de coisa sobrenatural. Curiosamente acontece lá.
>> Bruce, você sabia, Bruce, que o ser humano ele é anatomicamente perfeito, né? Do tipo, eu não sei se você sabe, mas o pé do homem ele tem o mesmo tamanho da genitalia? Não sei se sabia disso, mas é.
>> Não, cara, você não sabia não. >> Masculino teria que ter o mesmo tamanho do pé. Você falou que tem um pé grande nesse local.
>> Entendi. >> Você já encontrou o pé grande, Bruce? Cara, depois dessa sua pergunta, eu acho que não.
>> Ok. Ok. Galera, mesma coisa.
Vocês acredita em fantasma, Bruce? >> Cara, eu acredito sim. Eu acredito sim.
E você? >> Porque eles te contaram sempre a verdade, né? Nunca mentiram para mim.
>> Nunca mentiram. Não tem por desacreditar. Concordo.
Eu sei o seguinte, eu acredito em fantasma, não acredito em fantasma, mas eu me enrolo no cobertor e não quero ver filme de fantasma, entende? Vamos ver. Para de [ __ ] de enrolar, Bruce.
Vamos ver isso aqui. E antes de dar esse play nesse vídeo aqui, galera, ajuda a gente no Ibest. Vota aqui embaixo.
E eu vou falar para vocês, se vocês trouxerem essas categorias de B para cá, eu garanto para vocês, eu vou filmar todos os dias durante 6 meses o meu treino do Saitama. Eu só não vou correr 10 km por dia, que é sacanagem, mas 5 km por dia todo dia, cara, eu não vou descansar. Vamos ver se eu vou quebrar meus limites, [ __ ] E ó, sem abdominais, sem agachamentos, sem flexões, todos os dias.
Eu vou botar costas, cara, para ver o que que vai ser. Vamos ver. Vamos ver que eu vou conseguir.
Não sei, mas eu juro que eu vou tentar. Traz essas categorias para casa e ajuda perpetuar o trabalho. Agora vou sim.
Vamos dar play, cara. Vamos ver. V se tem fantasma.
Se tiver fantasma, cara, Bruce, vou te falar, cara. Se tiver fantasma, eu vou ter que dormir agarradinho com a patroa. E sabe macete?
Sabe macete que eu faço? Eu assisto o filme de de terror, aí fico com medo, aí vou lá, durmo agarradinho com o patrão. Falou assim: "Vem cá, deixa eu dormir agarradinho com você que eu sei que você tá com medo.
Eu te protejo, eu te protejo. " >> E ela tipo, não, não tô com medo, Peter, não precisa >> não. Você tá assim, que absurdo.
Eu decido se você tá com medo ou não. Mas, galera, como eu sei que aqui os homens também tm medo, senão não vão assumir no nos comentários, faz esse macete que funciona pr caramba. Tira onda.
>> Esses dias eu tava navegando pela internet enquanto procurava alguns temas interessantes para trazer aqui. Quando de repente eu me paro no canal do Amim e vejo esse vídeo, os Montes Apalaches. >> Não era melhor a gente ter reagido ao canal do Amim?
Cara, pô, >> são bizarros. Eu não sei se você sabe, mas qualquer assunto que envolva montanhas, florestas ou oceanos, particularmente chama a minha atenção. E se você clicou nesse vídeo, que você tá assistindo agora, é porque chama a sua também.
Pô, cara, chama atenção do cara, floresta montanha. Bacana. Isso é diferente, né, >> cara?
Mas tem muitos vídeos com muitas views. A pessoal gosta desse negócio de montanha. >> É fato que essas regiões do nosso planeta são muito interessantes e para quem gosta de terror são um ótimo recurso para construir as mais variadas histórias.
>> Que rolation, [ __ ] Primeiramente, antes de falar sobre as lendas que tem nos Montes Apalaches, a gente primeiro tem que ver o que são os Montes Apalaches. Eles são uma extensão de montanhas que tem uma área enorme. Vai desde a Terra Nova e Labrador, no Canadá, até o Alabama, nos Estados Unidos.
Ou seja, é uma cadeia de montanhas que literalmente cruza dois países. O ponto mais alto dos montes Apalaches é o monte Mitchell, com cerca de 2037 m de altitude, e fica lá pela Carolina do Norte. De resto, é uma muralha natural que divide a costa leste e as planícies do interior.
E nisso inclui um monte de subregiões, que nem as montanhas brancas e as Great Smoking. Além disso, os montes Apalaches também são conhecidos por terem uma grande diversidade natural, tendo florestas que perdem as folhas ao sul e matas mais frias no norte. Só que a flora não é a única coisa que tem diversidade lá nos montes.
A fauna também bastante diversificada, tendo animais tipo o lobo vermelho e o puma norte-americano. >> Cara, cara, que roleix é esse? Eu quero ver algum lobisomem, eu quero ver a vampiro.
O cara tá só falando onde que fica, meu irmão. Parece o cara do Enerd, [ __ ] >> Tá contextualizando. >> Econômicas pros países também foi bem importante, porque lá tem muitas retiradas de minérios, plantil de algodão, frutas e também tem criação de gado.
>> Hum. Isso aí começa a ficar interessante. Percebe como o filme vai se montando?
Tem exploração de minério, tem, ou seja, estão querendo tirar riqueza das terras. Que que se cria para você poder afastar as pessoas? Mitos, histórias.
Ou seja, vai só eu. Eu tô criando essas paradas. Eu tô dominando a região aqui.
Então vamos falar que aqui tem, sei lá, que aqui a gente vai encontrar a mãe do fulano aqui. Enfim. >> Aí é uma região também, né, Petro, que tem gado, aí começam a sumir uma ovelha, duas ovelhas, aí você fala: "Ih, cara, tem alguém sumindo com os bichinhos".
Aí já >> fací é cara você espalhar este, cara. Porque assim, de novo, o ser humano gosta de acreditar em coisas fantásticas. Acho que quanto mais fantástico, o ser humano vai preferir acreditar.
Percebe o três e Atlas? Eu sou eu falando de novo, três e, mas cadê que a galera, irmão? Eu juro, tava agora vendo o TikTok, tá o maluco lá, acabou de postar que o três atras não sei o que falei, não é possível, cara.
E os comentários chega dessa [ __ ] vou parar. Só que ninguém volta para falar que o tresira já passou, cara, já tá em outro lugar, cara. Terem uma extensão alta e uma grande diversidade de fauna e flora ainda é uma fonte de renda para muita gente.
Mas eu acho que você não veio aqui só para uma aula de geografia, né? >> Não, cara, eu não vim, cara. Aprenda isso, não vim.
Alguns moradores da montanha Brown em Burk Country confirmaram várias vezes que de vez em quando, em alguns períodos do dia ou da noite, eles já presenciaram um evento um tanto estranho. De vez em quando, algumas luzes misteriosas de origem desconhecida aparecem no meio das árvores. Essas luzes foram descritas pelos moradores como pequenos orbes luminosos com várias cores diferentes, azuis, vermelhos, brancos, amarelos, várias delas.
E até hoje ninguém conseguiu resolver esse mistério. Até mesmo o governo já interviu nesse caso. Só que apesar de nada sobrenatural ter sido confirmado, ainda assim ninguém nunca soube a real origem dessas luzes.
>> Cara, uma pergunta genuína. Em alguma vez na história se provou algo sobrenatural? Até onde eu sei, não.
Inclusive, tem até órgãos no nos Estados Unidos, né? Eh, institutos nos Estados Unidos que pagam, tão recompensas para quem provar algo sobrenatural. E a última vez que eu vi essa recompensa era de 1 milhão de dólares.
Então o cara vai e fica falando que faz isso, que vê aquilo, que faz aquilo, que move objeto, mas nunca consegue provar isso lá. Então é o que eu falo de novo, a nossa mente ela é criativa para caramba, mas na hora de botar Vera parada não dá. Cara, é muito fácil a pessoa chegar agora e falar: "Porra, eu fui abduzido por um extraterrestre, né?
" Todo mundo vai, a galera gosta de acreditar nisso. Vai ter aquela parcela que chama o cara de louco, mas não importa essa galera para esse cara não importa essa galera que chama ele de louco, importa a galera que acredita. Às vezes o cara alimenta tanto essa mentira que ele mesmo acredita na mentira.
Quando mentira é bem contada, ele acredita na mentira, né? Não tô dizendo que isso é mentira de novo. Senão vocês vão achar que, pô, Pedro tá desfazendo o que é sobrenatural.
Não sei, cara. Eu não acredito no sobrenatural. OK?
Mas Pit, você disse que acredita em Deus. De novo, cara, ó, eu, vocês insistem nessa coisa, né? Mas eu não não li Bíblia, eu não sou religioso, OK?
Eu acredito que exista algo sobrenatural na criação do universo, OK? OK. Me atrapalhei.
>> Aí ficou ruim >> nesse ponto. Sim, na criação do universo, para mim, o que tem ali é algo sobrenatural, algo inteligente. Mas fantasma, lobisomen, tá difícil.
acreditar nisso. >> E você já saberia com certeza também, né? Pelo tempo que você tá por aí, já teria topado com algum, né?
>> Eu já topei com a Cuca. >> Ah, cuca foi boa. Eu já toquei.
Eu já toquei com Você quer saber que é? Não quer não, né? >> A Cuca eu não esperava.
Vou folclore brasileiro. Coisa louca, né, cara? Ela era gordona.
Bruce te falar, cara. Não, mas rapidinho, antes de prosseguir aqui, olha, meu pai tinha uma casa quando eu era garotinho, meu pai tinha uma casa de de férias assim que era depois de Macaé no Rio de Janeiro, que era numa cidade chamada Kissamã. Alguns de vocês conhecem?
Se conhecer, comenta aqui embaixo. Anos, nos anos 80 lá, tinha uma, se comentava que tinha um cara lá, eu lembro até o nome do cara, não vou falar o nome aqui, mas pô, enfim, tinha um cara lá que se transformava em lobisomen. Todo mundo acreditava naquilo, cara.
Era uma cidade muito do interior, muito, sabe? Não sei nem como é que tá hoje essa cidade. Já não vou lá 40 anos, né?
Ou mais. Quanto dá nos 80? É, enfim, 40 e poucos, quase 50 anos.
>> Ah, vai 80. >> Tá bom que seja, né? Anos 80, mais 80.
Eu tô em 2160, mas tá bom. E cara, muita gente acreditava naquilo. Eu lembro que eu era garotinho, eu e Cristian, muito garotinho, né?
A gente estava andando de noite ali de carro e meu pai quis dar uma lição na gente, né? Eu lembro direitinho isso aí. Ele falou: "Não, pai, aqui tem lobisom, vamos pra casa".
Meu pai falou: "Pera aí, vem cá, sai do carro aqui comigo". Peter, Cristian, sai do carro. Botou a gente para fora do carro e foi pra casa.
Deixou a gente sozinho numa rua de barro, cara. E o Cristian, cara, morrendo de medo, cara. Eu tava morrendo de medo, mas eu mesmo pequenininho tentei passar algum tipo de segurança pro Cristian, sabe?
Falei: "Não, não vai acontecer nada, fica comigo. " Hoje analisando aquela atitude do meu pai, é uma coisa que eu jamais faria com filho meu. Tipo, não adiantou nada, adiantou nada, cara.
Continuei com medo. É, enfim, mas vamos lá. >> Teorias foram sendo levantadas, a de que seriam formações de gases, refrações naturais da luz, fenômenos atmosféricos, mas nada nunca foi confirmado.
Algumas lendas antigas falam que seriam supostamente espíritos antigos que ficariam vagando pela montanha brown. Outras dizem que essas luzes podem estar ligadas com eventos trágicos ou até mesmo com lugares sagrados esquecidos há muito tempo. É uma coisa se pensar.
>> Eu falo, o ser humano gosta de não só acreditar, mas ele gosta de procurar viés para essa crença dele, conectando os fatos, entende? Então, ah, foi porque as pessoas morreram aqui, entidades morreram aqui, enfim. >> Mas será que é verdade que tem uma luz que ninguém consegue explicar?
Como que a ciência não explica uma luz no meio da floresta? Eu não não aceito isso não, cara. >> Posso dizer, posso dizer um motivo?
que a ciência não se interessou por isso ainda. Não teve nenhum cara falou: "Deixa eu ver que luz são essas". O cara falou: "Meu irmão, o cara vai perder tempo vendo luz".
[ __ ] cara, o cara vai fazer outra coisa, cara. Vai descobrir um remédio, alguma coisa. Mas, pô, ver luz.
>> Eu já falei antes o Mfman aqui no canal, tem um bom tempo já, inclusive. Ele faria parte dos chamados criptídios, seres desconhecidos pela ciência que são estudados pela criptozoologia. Só que esses seres desconhecidos podem ser reais ou não.
Alguns já foram reconhecidos pela ciência, como o ocap e o Orning Torrinco. Já outros ainda continuam como lendas, que nem o pé grande e o monstro do lago Nes. Eu sei que eu já expliquei isso um milhão de vezes antes, mas eu preciso explicar de novo porque pode ter gente que tá chegando agora e não sabe dessas informações.
>> Você acredita no monstro do Lago Nes, Peter? >> Bom, eu nunca conversei com ele para saber se ele mente, mas não, não acredito no monstro do Lago Nes, cara. Eu sei que é um lago muito fundo, mas ele já teria botado a a cabecinha para fora para poder respirar e alguém já teria dado um teco na cabeça dele e já teria feito churrasco há muito tempo, cara.
Cara, não tem como esses monstros existirem. Não dá, cara. Não tem como o homem com a tecnologia que tem hoje, com todo tipo de monitoramento que tem, com satélite, com todo tipo de vigilância, não ter visto uma um negócio desse?
Cara, inclusive eu falo até dos OVNIS, né? Como é que pode hoje, com a tecnologia que a gente tem, as fotografias a serem iguais as fotografias de 1940, cara. Absurdo, >> irmão.
Todo mundo com celular na mão e as fotografias são sempre iguais. Hoje em dia as fotografias estão muito melhor, porque eles usam o Iá para mostrar o Overin, né? Mas é fake, cara.
Não acredito no mon do lagesse. Essa foto aqui é já é antiga, né? Já falava várias coisas dessa foto aqui que era madeira, que era um monte de coisa mesmo, porque isso aqui não tá com cara nem de ser grande, parece pequeno.
Pé grande também não, não vou acreditar em pé grande [ __ ] cara, pé grande precisa se alimentar, cara. Você acha que um bicho tá aquele para andar não vai fazer, não vai fazer barulho, chamar atenção de muita gente? >> Tá falando de mim, cara?
Você tá falando de mim? >> Eu de você. Por quê?
>> Ah, não, desculpa. Não é, você chama atenção quando você anda o pé grande deve est no mesmo nível, né? Vamos ver aqui.
>> Enfim, Movman, ele é uma criatura humanoide que teria corpo de homem e asas de mariposa, por isso o nome Muffman. Ele é bem famoso entre os apalaches. Isso virou até parte do folclore deles e ficou ainda mais popular depois que muitos começaram a falar que viram ele voando por aí lá para 1966 e 67.
Meu irmão, se eu tô numa floresta, eu vejo um cara com cara de mosca e asa de mosca voando e eu vejo um cara na minha frente, minão. [ __ ] cara. [ __ ] mas eu vazo rápido ali, não quero nem saber, cara.
Depois eu vi que f mosca agora. Ló, se eu tenho inteticida, mando na cara do maluco e tento sair fora. >> Se eu tenho inticida, um SBP, >> meu irmão.
Mando na fuça do maluco. E você vai vai morrer no chão, vai. [ __ ] tô fora, compadre.
O cara lá atrás viu alguma coisa que não soube explicar, falou pro outro cara da próxima geração que falou pro outro cara, pro outro cara e essa lenda se perpetua. É um telefone sem fio. Concorda?
Sabe como é que funciona o telefone sem fio? Você fala uma coisinha e pô, chega lá do outro lado, uma outra informação muito mais exagerada, completamente diferente. E eu acho que as lendas e os mitos elas elas sofrem esse tipo de alteração, sofrem uma evolução, uma acabam ficando mais grandes, exageradas, entende?
Então, elas têm um fundo de verdade, acredito eu que tem um fundo de verdade, mas elas são alteradas conforme as gerações vão passando. E cara, eu não duvido nada que alguém tenha visto algo, não uma mosca gigante com forma de homem, né, cara? Não dá.
Mas o cara deve ter visto alguma coisa que não entendeu o que que é, pô. De repente olho, pô, aqueles índio maluco lá, toma aquele go deuca lá, sei lá que aquilo lá, aquele ch louco, que os cara fazem ritual para matar porco >> e vamos >> você que toma. Tô brincando, tá?
Mas enfim. Aí os caras toma aquilo, pô, vem um vagalume, meu Deus, a luz que coisa louca, né? Aí vai falando para outro que fala para outro cara e dá nisso.
>> Assim como acontece com algumas mariposas, o Mfman é constantemente atrelado a desastres e tragédias. Isso não é só porque ele seria uma mariposa, mas também porque em quase todos os lugares em que alguma desgraça acontecia, lá tava ele sobrevoando. >> Então é muito interessante isso porque sempre falam que, sei lá, causa X, ela tá associada à causa Y.
Só que não falam todas as causas Y que acontecem sem a causa X que tem acontecido, entende? Eles procuram relacionamento sempre que acontece algum algum caos. Aconteceu um caos, [ __ ] tem alguma motra?
Alguém viu alguma alguma visto também de motra? Pô, teve lá na semana passada. Avistam essa motra, moftra, sei lá o nome disso aí, e procuram uma casualidade para isso, entende?
Vamos procurar para ver se rolou algum caos a partir dali. Mas nunca faz o inverso, nunca aconteceu um caos, [ __ ] sabe se apareceu alguma amra por aí? Eu nem sei falar nisso.
Mofta, mofta, sei lá. Vamos ver. Então, é natural que as pessoas tenham essa impressão, mas nunca foi confirmado que ele faz mal físico a ninguém, apesar da suspeita dele ter sido causador de vários desses desastres.
>> Cara, um bicho desse faz mal físico para alguém assim. Duvido que não faz. Um cara com formado de mosca.
>> Tem criatura que a gente sabe que não é aliada da humanidade, tipo a barata. É isso daí. >> Olha o bicho.
Olha, olha a cara desse bicho. Na boa, Bruce não faz mal para pra humanidade, não. O bicho.
Deixa o bicho, ô narrador, deixa o bicho te acordar pr ver se vai mudar de opinião. >> Parece um bicho de Stranger Things, cara. Um >> dos desastres que acusaram o MFman deação foi a queda da Silver Bridge lá em 1967.
Esse evento reforçou mais ainda essa ligação que as pessoas fazem do MFman com desastres, seja eles naturais ou não. >> Isso aqui foi um vilão do Wolverini durante muito tempo, hein? O mendigo.
Quem lia Super Aventuras de Marvel vai lembrar. >> Claro que em uma montanha misteriosa dessas não poderia faltar os tão famigerados ou endigos que eu também já abordei antes, assim como um Mfman. A diferença é que eu acho os mendigos mais interessantes e acredito que você que tá me assistindo também.
Os mendigos são criaturas que surgiram lá do folclore dos algunquianos, que são povos nativo-americanos que habitavam na região dos grandes lagos e a costa atlântica do Canadá e dos Estados Unidos. Então é natural que os Dieigos também habitassem os montes Apalaxes e fazem ligação entre esses dois países onde os povos algum que >> Repara nessa imagem rapidinho, é uma coisa interessante pra gente ver. Como que você acha que uma criatura, tipo um pé grande, umigo, né, que tem que é bípede, vai conseguir, sei lá, se locomover numa floresta densa dessa?
>> É complicadíssimo. >> Não é um habitate para um ser bípide, né, cara? Ainda mais que formato humanoide, não é?
>> Onde os povos algumquianos residiam. Osendigos são criaturas que habitariam várias florestas por lá e são descritos como caçadores perfeitos. Eles são magros, mas tem força sobreumana.
São super rápidos e ágeis. Tem sentido super apurados, sendo capazes de identificar uma presa a quilômetros de distância. E tem garras que parecem lâminas, a habilidade de mimetizar a voz humana para imitar alguém pedido socorro e também caçam muito bem de dia e ainda melhor de noite.
Ou seja, os endigos são o pacote completo de um exímio caçador, além do fato de serem implacáveis. De acordo com as lendas, existem várias maneiras de se matar um mendigo. Vai depender de que versão você tá pegando a informação.
Algumas dizem que você precisa terar fogo no corpo dele. Essa é a mais aceita e a mais comum. >> É essa com certeza mata.
Mas cara, se morre, mete bala, vai morrer, is >> pô. Joga comida com chumbinho, pô. Vai morrer também.
>> Outras que você precisa desmembrar ele com armas feitas de prata. >> Ah, não dá, cara. Aí não dá.
Aí não dá. Aí já quebra. Já enfraquece o elo aí, cara.
>> Separar braços, pernas e cabeça. Assim, teoricamente ele morreria. >> Pô, você tem que separar braço, perna e cabeça.
Só a cabeça não funciona, entende, cara? >> O bicho é bravo. Tu >> tem, tu tirou a cabeça, tu pega a cabeça, leva para outro continente.
Não, não vai funcionar. Ele vai viver. Você não tirou o braço.
Eu não sei como a cabeça lá, você vai vai trazer um urubu, vai trazer para ele a cabeça de volta. Se você quisesse ter uma garantia maior, taca fogo. E por último, um relato bem antigo diz que um homem já conseguiu matar um mendigo, acertando ele na cabeça com um facão de ferro.
>> Ô, cara, vou te falar, isso aqui é fácil para tirar de contexto, hein, cara. Se a galera não entender direito, parece que tá falando matar um mendigo. Não é isso não, hein, galera.
É o mendigo, hein? Matar mendigo não é esse canal aqui não, cara. Vê lá.
>> Mas essa eu acho que é a menos aceita de todas. Se você quiser saber a origem do indigo, vai assistir o vídeo que tá bem bacana. >> Que voz é sua?
>> Existem um monte de casos de desaparecimentos envolvendo os montes a palaches e tem motivos de sobra para pessoas desaparecerem por aí. >> Bom, primeiro motivo não nem é a parte sobrenatural, é uma floresta densa. O melhor lugar para você desovar alguém é numa floresta daquela lá.
Cara, não tem oceano por perto para tu afundar o cara. Então, meu irmão, joga lá dentro, leva ela para dentro, enterra, acabou. Quem que vai achar?
Tem nem cachorro para entrar numa flecha densa dessa. >> Seja por causa que não seguiram a trilha, foram pra mata fechada ou simplesmente se perderam por aí. E vai por mim, você não vai querer se perder nos montes apalaches.
>> Eu não quero me perder em lugar nenhum. Nó >> mais de 2400 km de extensão de montanhas e mais montanhas com uma fauna e flora bem diversificada. Acho que eu não preciso falar mais nada.
Três casos em específico foram os de Paula Jean Welden, Denis Martin e Trany Lyn Gibson. A Paula desapareceu em 1946 enquanto fazia uma trilha na região de Benington, Vermont. E apesar das buscas extensas e incessantes, ela nunca foi encontrada.
Denis Martin desapareceu em 1969. Ele era o menino de 6 anos que sumiu enquanto acampava com a família no Parque Nacional Great Smoking Mountains. >> A gente outro dia vi um caso desse, cara.
Um moleque desse entra numa floresta, cara, se perde lá dentro e assim, dependendo da do ano, fica difícil achar. Hoje em dia você tem drone, hoje dia você tem mais recurso para achar, né? Duvido que continuem assumindo pessoas hoje, atualmente.
>> Essa foi uma das maiores operações de busca da história do parque, mas mesmo assim ele nunca foi encontrado, vivo ou morto. E Training L Gibson era uma estudante de 16 anos. Ela desapareceu em 1976.
>> Percebe? Olha os anos. Tudo antigo, cara.
Hoje em dia, cara, por que que não desaparece mais? Primeiro que tá mais complicado você cometer um crime hoje em dia do que antigamente, né? A polícia tem mais recursos tecnológicos e você tem mais tecnologia para encontrar.
>> Durante uma excursão escolar no mesmo parque em que o Denis desapareceu. E assim como o Denis e a Paula, ela também nunca foi encontrada. Mas nem todo mundo que desaparece fica desaparecido para sempre.
Por exemplo, Geraldin Lergay era uma estudante que desapareceu em 2013, só que o problema é que quando ela foi encontrada em 2015, ela não tinha mais vida. >> Ah, tá. Então ela ficou dois anos desaparecida e quando encontraram, tá, encontraram >> já.
Mas um final feliz foi o de Michael Alberry, um escoteiro de 12 anos que se perdeu no mesmo Parque Nacional. >> Eu já fui escoteiro, sabia, Bruce? >> Não, não sabia não.
F >> F escoteiro durante dois finais de semana eu tentei. >> Ganhou medalha? >> Não, não.
Foi dois finais de semana que eu fui. Dois, talvez dois ou quatro, no máximo. Mas eu lembro de dois ali que eu fui.
Era na Alagoa lá no Rio de Janeiro que eu ia lá. Mas eu era gordinho e me vesti igual um pato Donal, cara. Eu tava me sentindo péssimo ali.
Cabelinho pro lado. Parecia, enfim, ridículo. >> Aprendeu a dar uns nó.
>> Eu aprendi a fazer uma armadilha com latas, esse tipo de coisa, usando vento. Eu me lembro que eu comia canja de galinha. Só me lembro disso, cara.
>> Foi marcante. É que faz 500 anos. >> É, fazem 500 kg, cara.
Também. >> Coisa louca, né, cara? Mas vamos lá.
>> Foi encontrado só quatro dias depois com vida. >> Percebe? Uma foi encontrada atualmente e o outro foi encontrado com vida.
Uma com morte, outro com vida. Mas a tecnologia permite que o que hoje desapareça a pessoa e depois elas pessoas são encontradas. Agora essa senhora, por exemplo, que morreu na floresta, se aquelas três pessoas que desapareceu, que na minha opinião morreram, OK, morreram na floresta, se decomporam na floresta, não tem como achar mais.
>> E claro que eu não poderia deixar de citar as sete regras dos montes apalastes, né? Eu não vou ficar explicando muito cada regra. Para deixar o mistério maior, eu vou citar elas e você que tá assistindo vai tirar as próprias conclusões.
Sete, nunca saia da trilha. Seis, nunca ande na floresta depois do anoitecer ou antes do amanhecer. >> Tem agora as regras se encaixam para qualquer floresta, ok?
>> Cinco. Nunca responda uma voz sem corpo que chama pelo seu nome. >> Que é isso?
Nunca. >> Não precisa me passar essa regra, [ __ ] Nador, eu não vou responder nenhuma porrada. Não cante ou assubie.
Três, nunca foque a sua visão em uma única árvore. Dois, nunca crave iniciais nas árvores. Um, nunca empile ou pinte pedras.
>> Tá bom? >> Siga essas regras e talvez você sobreviva na sua estadia nos Montes Apalachxes. >> Bom, então tá bom.
Tu pode fazer inicial na árvore. Já fez alguma inicial em árvore? Eu já fiz.
Já foi num caminho que a gente tava subindo a pedra da gávia, a gente botava uma seta para voltar, pra gente não se perder. Só que na volta a gente se perdeu do mesmo jeito que a gente não achou as árvores que a gente botou as setas. Mas acontece, cara, acontece.
Aliás, foi saltado lá na naquela pedra gávia lá. Enfim, tem ali tem algumas histórias maneiras na pedra gáia. Já fez alguma trilha maneira, Bruce?
>> Cara, não, eu gosto, não gosto muito de trilha não. Acho que dá para perceber, né? Mas >> tu é um garoto mais da cidade, né, cara?
>> Sou, sou, cara. Sempre fui mesmo. Nasci em São Paulo e cresci em São Paulo.
>> Segundo o Richard, você não sabe viver a vida real? >> Pode ser, pode ser que sim. Eu vivi quando era garoto.
Hoje não. Hoje eu não vivo mais. Hoje eu tô dentro da Matrix, dentro do 13º andar.
Bom, temos pergunta de membros. >> Temos. Vale Loret mandou aqui.
Ela queria te fazer uma pergunta mais pessoal. Com tanto tempo no celular e no computador por causa do trabalho, como que você lida com o excesso de estímulos? Tem algo que te ajude a não sobrecarregar a mente e manter a saúde mental em dia?
>> Eu eu gosto do que eu faço. O estímulo é esse. O estímulo.
Sabe o que que é um estímulo bacana? Vocês acham que não, mas é. O estímulo bacana é ver, por exemplo, esse trabalho que começou aqui sem nenhuma pretensão, dando certo, vocês comentando, vocês dando feedback, isso é estímulo para caramba, OK?
Ainda não tive patrocínio nesse canal, então não é dinheiro. Bom, lógico, tem AdSense aqui, mas não é o que me estimula, de verdade. O AdSense desse canal não me estimula.
Preciso até ser um AdSense bom, né? Não tem, não posso negar. Mas o que me estimula aqui é por enquanto, o que me estimula no que eu faço é saber que eu posso crescer, saber que eu posso investir em diferentes braços da minha empresa, saber ter ideias que eu posso tentar arriscar porque outra ideia segura que eu tô fazendo, isso me motiva demais.
Sempre, sempre arriscando, sempre tentando, sempre falhando, mas sempre também tendo sucesso. E a vida é sempre um dia atrás do outro. A gente não sabe o que que vai acontecer amanhã.
Por mais a gente tente agora, outras coisas podem acontecer no meio dessa jornada e vai mudando sempre a nossa jornada. Isso tudo me motiva, é sempre o inesperado e o esperado também. E ó, vocês querem mandar mais perguntas, entra pro clube de membros da gente.
E galera, presta atenção, cortes liberados, OK? Podem fazer cortes à vontade, cara. Tem muita gente já viralizando pr caramba com os cortes do Petre aqui.
E pode fazer corte do N de negócio, corte do Inet. Eu não ligo para corte, só faz, cara. Faz e vai ser feliz, meu irmão.
Quer usar esse meu rostinho lindo que não tem nem botox ainda, né? Mas pode usar à vontade, Bru. Vou ficando por aqui.
Valeu, galera. Abração. Feliz ano novo, hein?
Feliz 2026. Valeu, fui. >> Valeu.