As empresas não precisam de marketing, elas precisam se diferenciar para ser vistas. Um ambiente ele também constrói percepção e percepção é realidade. Criatividade é sinônimo de repertório. Existe uma grande diferença entre empresa e marca. Então quanto mais referências eu consumo, mais eu vou ter ideias quando o problema chegar. As pessoas elas adoram comprar, mas elas odeiam que você tenta Vender para elas. Quanto mais você contar histórias, mais você vende. O agente de diferenciação, ele tem um jeito de trabalhar muito diferente do que o mercado de comunicação geralmente trabalha. Fala, meus queridos, sejam todos muito bem-vindos
ao Kcast, o podcast da Kify. Eu sou Carol Velas Nova, eu sou Bruna Rodrigues. Para você que ainda não conhece o Kcast, é o podcast que traz toda semana pessoas que fazem dinheiro Através do marketing digital. E esse episódio é para você que quer aprender tudo sobre o que faz uma marca se diferenciar no mercado. Sabe por quê? O nosso convidado de hoje é especialista em diferenciação e branding. Olha que legal, gente. Ele tá há 9 anos no mercado e já faturou R$ 4 milhões deais aplicando uma metodologia única, onde ele desperta o potencial adormecido
de pessoas, marcas e negócios. E chegou a nossa vez de aprender como aplicar essa Diferenciação e transformar pequenas e médias empresas em marcas fortes no digital. Você quer aprender isso? Fica com a gente até o final. Seja bem-vindo quem, Bruna? Quem será? Quem será? Seja muito bem-vindo, Kelvin Almeida. Show de bola, gente. Tô muito feliz de estar aqui. Será que dá para se diferenciar? Será? Deixa no aro. Vou querer aprender sobre isso. Eu também tô muito afim, viu? Kelvin Kelvin. Você é especialista em diferenção. Cara, eu nunca ouvi falar Sobre esse termo antes, sabia? Então,
tô super curiosa. A gente vai aprender para caramba sobre isso. Inclusive antes da gente aprender um pouco sobre esse assunto, um pouco não, pra caramba sobre esse assunto, me conta que que você fazia antes do digital, Kelvin. Legal. Vamos lá. Bom, eu sempre empreendi de alguma forma, né? Então eu entrei na faculdade de design e lá dentro da faculdade de design a gente tinha um desafio na faculdade que era o seguinte, Uma matéria onde a gente estudava eh matériapra e como transformar a matéria-pra em produtos. Então, por exemplo, a gente chegou a fazer um sofá
que era todo feito de papelão e você podia subir em cima do sofá que ele não quebrava, que ele não amassava, né? Enfim. E lá eu tive a ideia, inclusive de fazer um óculos feito de madeira, que era aquele processo de transformar um uma matériapra, né? uma madeira, um produto, né, uma matéria super dura e Rígida e um óculos ergonômico. Então, o cara que usa óculos de grau, quanto tempo ele tem que ficar com aquele produto e tal, enfim. Então, eu comecei dentro da faculdade entendendo como que eu poderia criar um produto e logo em
seguida a minha, né, a essência empreendedora, eu falei: "Cara, eu posso vender esses óculos, né?" Foi meu projeto de TCC e foi dali que eu desenvolvi uma marca de óculos de madeira. Isso lá em 2016, 17, mais ou Menos. E eu fiz o TCC, foi muito interessante isso. Fiz o TCC, tirei 10 no TCC e o meu amigo falou: "Cara, eu quero muito comprar esse óculos. Eu achei ele maravilhoso. Eu acho que ele combina com o meu cabelo. Você não vende para mim?" Eu falei: "Não, mano, isso aqui é para mim. Não, não, não, me
vende, me vende". Aí ele quis comprar, eu quis vender, eu vendi por R$ 200 aquele óculos. E aí no grupo da família, minha mãe já tava falando: "Olha os Produtos que o Kelvin tá fazendo, aquela coisa toda". E um tio meu acabou comprando seis óculos de mim. E aí eu fiz o valor de R$ 200. Ele depositou aquele dinheiro. Eu olhei e falei assim: "Cara, isso aqui é mais do que eu ganho no meu estágio. Isso aqui tem um negócio. Você tava estagiando nessa época? Eu tava fazendo estágio de como designer mesmo, designer gráfico. E
aí eu eu olhei para aquilo, aquilo me deixou anestesiado. Falei: "Meu, isso Aqui pode ser muito interessante, né? vender óculos. Nunca imaginei que eu ia vender óculos, mas por ser algo diferente, aquilo me chamou atenção. E até conto assim como que como que eu consegui fazer essa empresa ser vista assim, né? Porque cara, óculos por óculos é óculos, é commodity, é um produto que sei lá, tem tilbins, tem riban, tem todo lugar. E eu gosto de contar essa história porque foi uma frase muito impactante assim, que Inclusive é o motivo de eu tá aqui hoje.
Oh, eu tinha alguns produtos, eu já tava querendo fazer uma marca, né? Então tinha alguns produtos e eu pensei, cara, como é que eu vou escalar esse negócio? Como é que eu vou, né, enfim, vender mais? E aí eu tive a brilhante ideia de fazer o seguinte: vou colocar em óticas, mesmo que por consignação, sei lá, eu vou tentar pulverizar esse produto. E a e aí eu consegui uma reunião super importante com uma mulher que ela tinha 11 eh lojas, ela tinha uma rede de óticas e eu cheguei para ela, falei assim: "Olha, então eu
queria muito te apresentar o produto. Foi bem difícil de conseguir essa reunião". E quando eu consegui chegar lá com meu produto, minhas maletinhas assim, tal, os óculos, ela começou a experimentar. e vi aquela coisa toda. Falou: "Márcia, atrás do espelho e tal". Falei: "Nossa, eu vou ficar rico com esse negócio". Ela adorou o produto e aí ela começou a Experimentar tudo e ela falou o seguinte: "Kelvin, muito lindo que você tá fazendo, muito legal isso aqui, sensacional, qualidade realmente é diferente, mas espera você ficar um pouquinho mais famoso que eu volto a comprar de você".
Hum. Caraca, tipo, eu fiz cara de paisagem, sabia que aquilo era um leão e e fui embora. Só que eu tava entendendo, eu tava processando aquilo que ela disse para mim. Em outras palavras, ela diz o seguinte: "Kelvin, As pessoas elas entram nas óticas não para comprar óculos, mas para comprar marca." Ou! E eu não tinha marca, era só um garoto, né? Vidrado por aquele produto. E aí eu falei: "Nossa, é verdade, eu não tenho uma marca, eu só tô apaixonado pelo meu produto". Gente, que big insight que ela te deu, hein? Sim, muito, muito.
Foi do Mas você quanto tempo nessa questão da da ótica do do ótica, não, dos óculos nessa empresa? Eu fiquei durante 5 anos nessa Empresa e aí eu tive uma sacada que eu falo que foi aí que eu entendi o que era a diferenciação de fato, porque primeiro eu tinha alguns problemas na minha operação. O óculos era feito de madeira e não tem como você comprar madeira, tipo, você vai lá numa madeireira, eles não vão te vender mogno, é, essas madeiras não existem. Então, tinha um problema de escala, vou fazer óculos de MDF, tipo, não
faz sentido. Uhum. Então, a minha ideia, meu processo de Diferenciação foi justamente o seguinte: como que eu poderia eh continuar produzindo óculos, só que com madeiras nobres? Aí eu pensei, cara, e se eu pegasse madeiras que são descartadas na cidade e eu transformasse essas madeiras em óculos? E aí eu vi que existia uma demanda muito grande de móveis que eram descartados. E aí foi a ideia de fazer o seguinte, eh, a gente estuda muito sobre comunicação e a gente sabe, né, cara, quanto mais você contar Histórias, mais você vende. E eu pensei, por que que
você, por que que não, eu não poderia contar a história daquela cadeira de balanço, só que agora num formato de óculos? E a gente começou a criar coleções desses móveis. Então, dentro da asteculos tava escrito assim, ó, cadeira de balanço de 1950 1/37. Eu acho isso muito legal. E sem contar a ideia do da reciclagem ali, né? Então, a gente tinha duas dois dois pilares que sustentavam o crescimento da empresa. Eh, a exclusividade e a sustentabilidade. É sustentabilidade já era uma empresa verde. Exato. Exato. E aí o dia que eu fiquei assustado mesmo foi quando
eu inaugurei uma loja depois de muito tempo. A primeira semana todo mundo, nossa, que legal, bacana, diferente. Mas passou umas duas, três semanas, uma mulher retornou no meu kiosque, né, e falou assim: "Kelvin, eu queria muito eh trazer meu marido aqui. Se ainda tem aquela coleção do armário De 1979." Aí eu falei assim, achei estranho, né? Mas falei, tenho, tenho alguns produtos aqui? Ela falou assim: "Ah, então é porque a data do nosso casamento, eu quero dois". E eu falei: "Uau, eu parei de vender óculos". Comecei a vender de fato essa identificação. Cara, que geral.
E aí, cara, minha empresa começou a crescer muito, assim, foi a primeira vez que eu vi dinheiro na minha vida, assim. E você sempre teve esse olhar Atento para diferenciação, mesmo sem saber do termo? Tipo, isso já vem já da da sua da sua trajetória como designer, talvez mais criativo, pensar fora da caixa, isso sempre foi algo seu ou você percebeu naquele feedback da moça da ótica? É, eu eu percebi que que eu tinha uma predisposição para pensar coisas não óbvias, assim. Eh, então eu uso isso como uma força pro empreendedorismo, tipo como que resolve
problemas de uma forma criativa. Esse Caso de tinha um problema de escala, consegui contar uma história, uma matéria-pra que praticamente custou zero. Então foi super assim, foi um benefício incrível para mim. Mas sim, eu gosto de coisas diferentes, sabe? Eu gosto de ir num restaurante e não provar sempre a mesma comida, sabe? Tipo, ah, esse aqui eu já pedi, não vou pedir hoje porque senão para mim não vale a pena. Então eu gosto de tempero diferente, eu gosto de ouvir músicas diferentes, Inclusive minhas músicas são bem peculiares assim, então eu gosto de 8 igual planiro
de viagem, tipo, meu, eu sonho ir pra Índia, tipo, a galera fica chocada, saca? Eu tenho vontade de ir pra ir pra Índia também, cara. Eu também tenho. É um lugar muito bizar bizarro. Não, deixa eu botar outra palavra. Ele é muito interessante, mas não era essa palavra que eu queria, porque é aprofundar no interessante. Exótico. Obrigada. É contrainttuitivo, né? Tu não Acorda e fala: "Nossa, que vontade de pr, né? Mas é uma imersão cultural, mas entender a cabeça daquelas pessoas assim, tipo, porque que eles fazem isso, tal. Quando eu fui para, eu fui pro
Vivetã, tive oportunidade de pro Vivetnã e eu vi assim o trânsito de Hanoi é absurdamente caótico. Então me lembrou um pouco das imagens que eu via na Índia assim. Então falei: "Nossa, que parece a Índia, que que é isso?" Uma coisa buzina para caramba, moto para caramba. Tipo lá Eles não respeitam a calçada, as motos ficam estacionadas na calçada e você não consegue, você teve que atravessar a rua. Teve que, eu tive que atravessar a rua, mas assim, tem semáforo, só que é um semáforo de enfeite e você meio que atravessa na fé de Deus
mesmo. Você vai atravessando e vai, vai e eles vão parando, só que parando em cima de você assim, é uma coisa louca. Aí quando eu saí de Dorra para Hanoi, aí eu olhei assim pro meu marido, eu falei: "Por que A gente veio para cá?" Aí eu senti um caos assim, só que ele me falou uma coisa muito legal que me fez despertar para isso. Eu falei, eu falei assim: "Amor, você tá em lugares muito diferentes, você tem que ergir na cultura. É essa beleza de conhecer coisas novas". Eu falei: "Pô, é verdade, vou ficar
aqui". É tipo, não, aí eu não vou conseguir viver de fato que aquilo, aquela experiência quer me trazer. Inclusive, nessa época você já se Posicionava como a sua empresa, como era o nome da empresa? A empresa se chamava Alfenas. Alfenas. Aena já tava no digital, já tinha um Instagram, você criava conteúdo, como era essa parte? Já a gente já tinha, tinha um e-commerce, a gente começou pelo e-commerce porque a gente começou do absoluto zero. Então a forma mais econômica, mais barata econômica, não, mais barata de fazer uma loja rodar era através do site. Então a
gente tinha um Instagram, já tava Começando a produzir conteúdo. Então já tinha esse movimento assim no digital. E esse olhar para posicionamento de marca no digital surgiu a partir dessas experiências? Você foi se identificando, despercebo. Sim. Total. Olha só que interessante. Eh, eu precisava aparecer, eu precisava vender. O digital ainda era muito fraco pra gente, né? Então, não tinha uma demanda orgânica de pessoas visitando o site. A minha primeira ação eh comercial foi participar de feiras ã De mercados colaborativos na cidade. Então, juntava assim, ah, o cara que faz umas pulseiras, o outro que faz
algumas roupas e tal, a gente se juntava, food truck ali, a galera se reunia, uma coisa bem alternativa. Foi a primeira oportunidade que eu encontrei de vender meu produto. E quando eu estive lá, eu participei de uns de uns seis ou sete eventos como esse. Eu percebi que eu vendia, eu conseguia tirar uma grana ali, tipo, Fazia as primeiras vendas, mas as pessoas me achavam caro. Hum. Os produtos eram caro. Por quê? Ao meu lado tinha um cara que fazia pulseira, que cobrava, sei lá, R$ 70, R$ 80. Os meus óculos custavam a partir de
R. Uau! E eu tinha óculos de R$ 800, porque eu queria mesmo que a minha marca não fosse uma marca de óculos. Eu queria vender uma experiência, eu queria eh envolver de fato ele dentro dessa história e eu queria ser uma grife, eu queria ter um Posicionamento mais premium. E eu percebi ao longo do tempo que durante esses seis eventos que a gente participou, eu conseguia vender, mas eu mais detraía valor da minha marca do que do que agregava valor para ela, porque eu era o kiosque mais caro da feira. Então, de fato, as pessoas
que compravam era que se identificava, eu conseguia converter pela história, né? Mas as outras, tipo, ai não vou pensar porque o ambiente que eu estava não favorecia o Crescimento da minha marca. Aí quando eu fui para pro shopping, foi diferente. Os meus produtos eram baratos, porque do lado eu tinha uma marca que vendia bolsa de R$ 4, R$ 5.000, saca? Então o ambiente ele também constrói percepção e percepção é realidade total, tá? Então eu fui entendendo o jogo do posicionamento na prática, saindo de um projeto de TCC e virando uma empresa que virou franquia. Tipo,
foi uma vivência incrível assim. Caramba. absurdo. E olha Só, agora entrando um pouco nessa questão da diferenciação, ainda mais na verdade você comentou os bastidores, você criou uma nova profissão aí no mercado, né, que são os de agentes de diferenciação. Como é que surgiu essa ideia? Que tipo de oportunidade você enxergou aqui dentro desse mercado para isso? Perfeito. Essa oportunidade nasceu lá de trás, quando eu tinha essa primeira empresa, né? Ah, por mais que eu tinha a veia criativa, o meu objetivo Era de fato ser o empresário, gerir pessoas, entender crescimento da empresa. Então, por
mais que o meu conhecimento de marketing era grande ali, eu não poderia ser o marketing da empresa. Então, eu tentei por diversas vezes contratar agências. E esse foi um processo bem doloroso, assim, foi difícil contratar agências que conseguisse entender o que eu queria falar, que pegasse o espírito da marca. Eu percebi que era um modelo de negócio Que eu era só mais um naquela esteira. E eu entendi que eu precisava fazer um movimento em torno disso. Então eu eu contratei pessoas internamente paraa minha empresa e foi aí que eu consegui, tipo, criar uma agência interna,
foi que eu consegui fazer as coisas acontecerem, né? Depois, passaram muitos anos, eu vendi a empresa e criei outros negócios. E pelo fato de criar outros negócios que tiveram uma grande repercussão também, muitos empresários me mandavam mensagem No meu direct ou então WhatsApp, alguma coisa. Cara, isso que você tá fazendo para seus negócios, vocês não faz para mim também? Tipo, ah, isso aí que você faz, isso aí que você fez pro seu vô, por exemplo, você não faz para mim? Eu falei: "Cara, faço, né? Faço." E aí tive a ideia de montar uma empresa de
comunicação. Só que passou um tempo, eu percebi que eu estava fazendo exatamente a mesma coisa que as agências faziam para mim naquele naquele momento. Por Quê? era uma empresa pequena que não vivenciava o dia a dia daquela operação. Então eu, olha só, eu me tornei uma empresa que que eu condenava há algum tempo atrás. Eu falei: "Cara, isso não tá certo, não, não faz sentido. Eu não consigo trazer resultado, o cliente não tem resultado e ele tá envzado." E aí, foi entendendo essa maturação, eu criei uma empresa de consultoria de diferenciação, que foi justamente o
seguinte: eu entro na empresa, Identifico as oportunidades implementando a nossa metodologia para ele se diferenciar do mercado, da concorrência e aí eu ensino ele a montar uma equipe interna empresa para que essa equipe interna, como vive o DNA, ela consiga eh tocar aquele aquela comunicação, né? E aí eu encontrei esse gap de mercado, porque hoje eu atendo muitos empresários na nossa consultoria e eu percebo que pelo meu posicionamento no Instagram, muitos desses Profissionais acabam me seguindo, né? E e eu vejo assim, eu converso muito com eles, né? E eles falam: "Cara, tá muito difícil. Nossa,
eu pego cada empresa, cada bucha, só que do outro lado eu converso com os empresários, ele fala: "Eu não encontro ninguém que possa fazer o meu marketing", né? E aí a gente vai um pouquinho pros dados. A cada 60 segundos, quatro empresas fecham as portas no Brasil. É, olha só, que a profissão que mais cresce no Brasil é Marketing, tipo, não faz sentido. Então, precisa alguém conectar esses dois. Foi onde eu tive a ideia de justamente falar, cara, as empresas não precisam de marketing, elas precisam se diferenciar para ser vistas. Porque, por exemplo, a minha
empresa de óculos, eu eu não tive um aporte milionário, foi o meu storytelling, o meu conceito que fez a empresa crescer. A gente tava em várias novelas da Globo, os artistas todos usando os meus produtos porque era um Produto legal, todo mundo, tipo, olha, o meu óculos, ele foi feito de uma cadeira, aí o outro falava: "Ah, o meu foi feito de um armário". Então, essa comunicação era diferente e fez a empresa crescer. Eu falei: "É, as empresas precisam disso." Então, a agência, deixe de ser agência e comece a vender diferenciação, porque os seus clientes
não precisam de postezzinho de feliz dia do cliente, elas precisam entender qual que é o DNA delas. Então Eu tô formando uma comunidade de agentes de diferenciação através da nossa metodologia para que eles possam fazer diferente nas empresas também. Meu, genial, incrível. Assim, eu quero muito aprofundar nesse assunto da diferenciação, mas você comentou aí que a empresários começaram a ver o seu trabalho de diferenciação e você comentou que eles chegavam até você falando: "Ah, o que você fez pro seu avô? Faz para mim." E o que que você fez Pro seu avô? Boa. Conta essa
história que essa história é boa. Boa. Essa história é boa. Bom, meu avô, um típico vendedor de caldo de cana, provavelmente na sua cidade que você tá assistindo a gente aí, tem alguém que vende caldo de cana, né? Meu avô era esse cara. Com certeza. Ele por muitos anos, desde 1988, se eu não me engano, meu avô, há mais de 30 anos, ele vende calicando. Ele mentou a família toda vendendo caldico. Quando chega a pandemia, meu vô Com 87 anos de idade na época e precisou parar de trabalhar porque é grupo de risco. É primeira
semana, segunda semana, sexta semana e aquela loucura, minha avó me liga e fala: "Teu vô não tá bem. Tipo, ele tá triste, só come e dorme, não quer mais saber de nada, nem fala direito comigo e eu não, ele não tá bem". E aí eu percebi que o meu avô estava entrando em depressão, porque a vida dele sempre foi trabalhar, tipo, desde os 6 anos de Idade. E nesse momento eu já tinha entendido que as pessoas elas adoram comprar, mas elas odeiam que você tenta vender para elas. Então, uma forma de você vender sem vender
é contando história. Eu olhei pro meu avô, falei assim: "Ah, cara, esse velho tem 87 anos de história, cara. Quanta coisa ele não tem para contar". E eu falei e eu tive esse pensamento, falei: "Cara, e se eu transformar o meu avô em uma marca? Imagina o tanto de coisa que a gente não Vai conseguir contar pras pessoas". E eu cheguei pro meu vô, falei assim: "Vô, já que você tá parado aí, né, tá até angustiado, vamos fazer um negócio, vamos dar um ânimo aí nessa vida, vamos. Ó, seguinte, vou ter um negócio que chama
internet. Eh, e dá pra gente continuar vendendo caldo de cana pela internet." E ele falou: "É, rapaz, eu vi na televisão mesmo que a internet vai dominar o mundo. Que que nós tem que fazer?" Falei: "Vou, vou fazer uma marca para você". E aí eu fui estruturando as camadas de diferenciação, que é o meu método, que eu vou falar daqui a pouquinho, se a gente tiver espaço, com certeza. E aí eu falei, vou, então a gente vai abrir um negócio usando o digital e a gente vai fazer um Instagram. Tentei explicar para ele o que
é Instagram, no começo ele entendeu, mas depois ele entendeu. E a gente criou uma marca pro meu avô. Ele se chama, meu Avô se chama Valdemar, mas a marca se chama Senhor Bacana. Bacana, porque cana é o produto que ele vende. Bacana de ser um cara boa, né? Meu vô super gente boa. E também bacana na conotação de ser um cara bem-sucedido. Au, bacana ali. Que legal. E eu falei para ele que a gente ia ficar milionário com esse projeto e ele topou. Então, criamos um modelo de negócio e fomos pro digital usando essa estratégia
de contar histórias para vender. E nós Fomos a primeira empresa que criou um plano delivery, eh, um plano de assinatura de caldo de cana através do delivery. Isso. As pessoas pagavam R$ 250 por mês para receber caldo de cana em casa. No way. A pandemia, cara, tem oportunidade em tudo. Não é só você olhar com um olhar estratégico mesmo. Tem um olhar estratégico para aquilo, né? tudo. E a uma das camadas que a gente utilizou, inclusive foi da personalização, que a gente vai falar Daqui a pouco. Mas que que eu fiz? Fiz uma pesquisa para
perguntar se as pessoas tinham memória afetiva com a cana. E a maioria dessas pessoas responderam dizendo coisas semelhantes, tipo: "Ah, eu lembro do meu vô que ele cortava cana e eu chupava cana. Ah, minha, meu tio, ah, minha avó morava na fazenda e tal, as pessoas têm uma relação afetiva." E aí, o que que a gente fez? Quando eu vendia um caldo de cana, a gente entregava uns pedaços de Cana em Natura, raspadinho assim, cortadinha, e a gente colocava um desafio. Eu duvido você a suviar chupac e me marcar nos stories. Não, tipo, isso virava
marketing para caramba e as nossas vendas começaram a crescer. E aí o meu vovô falando lá na rede social: "Ei, Bauru, tá calor demais. Eu já liguei meu ventilador, mas para passar esse calor, risca para cima e pede meu caldo de cana." Legal. A gente começou a fazer um movimento diferente, cara. O Negócio começou a crescer, crescer, crescer, crescer em pouco tempo, assim, três, qu meses a gente já tinha, a gente entregava caldo de canas, tipo, até 8 horas, 9 horas da noite, assim, era bizarro. Todo mundo em casa, né? Foi por causa disso então
que você começou a crescer a rede social e aí os empresários começaram a ver, cara que genial, faz isso com tipo eles eles acompanharam porque eu fui no meu Instagram é documentando, mas eu eu não Tinha audiência, meu avô também não, a gente começou do zero, mas quem observava fala: "Porra, em 5co meses o cara já tá todo o jornal tá falando dele, a, né, as emissoras estão falando dele." E o dia que a gente ficou assim bem assustado com tudo isso foi quando o Luciano Hul entrou em contato com a gente. Ô louco. que
daí ele viu o trabalho, mandou um testão assim, a equipe dele, né, mas convidando a gente para ir pro Luciano Hook para contar Essa história de como foi criar o negócio com o avô. Aí tem toda uma questão, né, afetiva de olhar pros mais velhos, de honrar os mais velhos. Então a gente tinha muitas pautas aí. E fomos pro Luciano Hul. Vocês foram para lá? Eles foram também, os avós não foram por causa da pandemia. Aí foi eu e a Nat, minha esposa. A gente participou de um quadro chamado The Wall, que é as bolinhas
vão caindo, você vai respondendo perguntas e aí você pode Ganhar dinheiro com isso. A gente ganhou uma grana lá, acho que se eu não me engano foi uns R$ 60.000 para poder investir no negócio. Caraca, que da hora. E lá a gente teve um tempo de tela ali para poder falar sobre o negócio e tudo mais. E aí a gente ganhou, a gente saiu de 3.000 para 30.000 seguidores ali, tipo, do dia para a noite. E aí eu falei: "Uau, que incrível isso aqui, cara". E aí a gente começou aí, aí sim foi o ponto
de máximo de pessoas Entrando em contato comigo para cara me ajuda isso, me ajuda aquilo e tal. Euta agora quanto eles não t rede social, Carol? Gente, mais de 4 milhões de seguidores. Aí depois vocês procuram que eles são a coisa mais fofinha do mundo. Dá vontade de colocar os dois num potinho assim, trazer pra casa. É a melhor. Eu perguntei pro Kelvin se eu poderia ser adotada. Ele falou: "É só mandar o Pix". Eu falei: "Poxa, então bora mandar esse Pix. Mas aí essa Questão de contar histórias e tudo mais, tem algo diferente mesmo?
Me lembrou muito a questão do da Cacau Show. Eles tem lá em Campus o Jordão, Resort, Cacau, esqueci o resto do nome, mas não é Cacau Show o nome do Resorte, mas tem a ver com isso, que lá dentro eles contam toda a história da do Cacau, como também surgiu ali a história do Cacau Show e tudo mais. E dentro do quarto de hotel eles deixam o cacau, a fruta do cacau lá dentro, sabe? Para você pegar, Levar para casa. É, tem toda uma experiência ali. Isso faz toda a diferença, sabe? Total. Exato. Tipo, é
um elemento ali que você olha, você fala: "Caramba, a marca tá ali presente de certa forma. Ela tá se relacionando comigo antes de, né, me oferecer um produto? Ei, compra aqui um cacau ou um passe para pr A gente, e pensando por outro lado, assim, histórias são tão fascinantes que a gente sempre tem um pensamento aquele, pode até ser um Pensamento intrusivo, mas você pensa assim: "Poxa, como é que essa pessoa pensou em fazer isso, né? pode ser, sei lá, um objeto muito diferente. Você pensa, cara, como ele teve essa ideia? Então, a gente sempre
tem esse interesse genuíno por saber qual é a história de fato de alguma coisa, de algum produto. Exatamente. Porque é extremamente interessante. Agora eu fico pensando, um agente de diferenciação, o que que ele faz na prática? Existem eh processos, Atividades específicas que ele desempenha eh com um novo cliente? Como é isso? Perfeito. Show de bola. O agente de diferenciação, ele tem um jeito de trabalhar muito diferente do que o mercado de comunicação geralmente trabalha. Que que ele precisa fazer primeiro? Ele precisa investigar o que tá acontecendo naquela empresa, seja uma empresa que vai começar ou
uma empresa que já existe. Como que a gente faz esse processo de investigação? Primeira Coisa, a gente tem uma reunião que a gente faz com os líderes da empresa, com o CEO, com o dono da empresa, enfim, que se chama Raio X. a gente tem uma metodologia de fazer perguntas para justamente extrair o DNA daquela pessoa que tá por trás da empresa. Porque o que acontece? Existe uma grande diferença entre empresa e marca. Empresa é processo, produto, logística, modelo de venda e oferta e qualquer um pode fazer uma empresa. Uhum. Agora, marca não. Marca é
marcar. E para marcar, por exemplo, precisa de fogo, né? Precisa relar aqui e deixar a marca. precisa ser lembrado. Então, tem sentimento, tem verdade, tem alma. Então, como que eu vou criar uma empresa e levar ela para virar uma marca, sendo que não tem alma ali, é gelado, entende? Então esse processo justamente a gente precisa entender qual que é a chama que tá por trás na vida daquele cara que tá por trás da empresa. Então a gente tem Essa metodologia que nessa reunião os agentes de diferenciação já conseguem entender esses resquícios do que que precisa
ser mudado na empresa para que ela seja um pouco mais genuína. Por exemplo, tem muitas empresas que começaram e, cara, se você colocasse um empresário aqui nesse podcast, ia ouvir histórias incríveis do porquê, por exemplo, ele começou a empreender nesse segmento. Às vezes ele olhou um parente que para ele era um sinônimo de riqueza E ele olhou para aquele parente e falou: "Cara, eu quero ser como ele". E é por isso que eu hoje sou dentista, porque eu olhava pro meu tio e achava ele o máximo. E eu queria ter a família dele, porque ele
era um sinônimo de sucesso para mim. Tipo, as pessoas não contam histórias, elas montam uma clínica odontológica e fala: "Agende sua consulta comigo, vem atender conosco". Tipo, perde essência, ela fica em presa. Então, para uma marca de fato ser uma Marca, ela precisa deixar de ser uma empresa. Que que é empresa? Missão, visão, valores. Tipo, marca, ideologia. Que mundo que eu acredito? Para onde eu tô indo? Quem acredita nisso também vem comigo, saca? Então tem um processo muito diferente. Então o agente de diferenciação, ele é a pessoa que tem um conhecimento muito específico, que vai
ajudar essa essa empresa, deixar de ser empresa para começar a se comportar como marca. E aí Tem todo um processo de storytelling, qual o conceito da marca, adicionar a camada de experiência, pensar no no jeito que eu falo com o meu cliente, se eu falo e aí rapaziada, tem produto novo no estoque ou se eu falo presados clientes, saca? Tem todo um alinhamento para que aquela empresa seja atraente, né? Porque ela não seja só mais uma. Aí, compre meu produto agora. Sim, total. E é o que mais tem, né? Inclusive, você trouxe um exemplo muito
legal na Limousine, que você falou assim: "Eh, poxa, na é nesse momento que você tá conversando com o cliente que você percebe a forma que ele fala de alguma coisa específica, você sente que já tem emoção ali." Acho que esse feeling então do agente precisa, não sei nem se é feeling, talvez tenha processo para isso, mas é preciso perceber aonde a pessoa fala com mais emoção para poder extrair mais daquilo. Então, isso, exato. Recentemente a gente fez a marca De um infoprodutor, eh, muito relevante, por sinal. E nessa reunião de raio X, a gente tava
entendendo, investigando a história dele, né? E teve um momento na reunião que eu fiquei assim assustado, mas eu falei: "Cara, encontramos assim", sabe, o DNA dele foi quando ele tava contando a história de vida dele, que tipo, ele já quebrou várias vezes. Ah, cara, ele já quebrou muitas vezes. Ele tinha todos os motivos da vida para Desistir. E ele me contou que teve uma vez que ele tava voltando, ele fazia uma viagem de carro, porque ele tinha uma marca de de roupa, então ele buscava roupa e voltava e tal. Ele tava quebrado, tipo, sem grana
mesmo. A esposa do lado grávida, ele desesperado, não sabia o que ia fazer. E tipo, ele bateu o carro na estrada, ele capotou com a esposa, tudo. E aí o carro assim na estrada ele acordou e foi tentar salvar a esposa. Ele tá cheio de Cicatriz no corpo e tal. E aí, tipo, quando ele tava contando essa história, o Garmim dele, que é o relógio de que vê os batimentos cardíacos, começou a pitar, tipo frequência cardíaca acima do normal. Naquele momento eu dei um espaço, falei: "Cara, você tá bem e tal, não, tá tudo certo,
vamos nessa tipo, tá tocando aqui e tal". E eu percebi que o coração dele tava ali, saca? Então, dentro do da construção, ele é um líder de empresários hoje. Ele guia Empresários para o digital. E o grande conceito que a gente trouxe pra marca dele, porque ele tinha, eu vou explicar daqui a pouquinho, mas todo líder de de movimento, ele precisa, por exemplo, eh, lutar contra alguma coisa, que daí entra a parada da ideologia. Empresas falam de missão, visão, valores, marca fala de ideologia e sempre tem a oposição, né? Então ele luta muito contra gurus
de internet que não vivem e falam que, ah, enriqueça em três Meses, compra meu curso. Ele é muito contra isso. Então, dentro do conceito da marca dele, a gente trabalhou a cicatriz. Olha que massa. Tipo, não confie em quem não tem cicatriz. Uh, saca? Então, daí a gente criou uma terminologia que é a pele marcada. Então, a marca dele foi parecendo uma cicatriz, a tipografia parecida com cicatriz. E aí ele leva toda essa construção dentro do branding dele. Então essa é uma camada de diferenciação Que faz com que a marca dele seja diferente da concorrência.
Então não compre o meu curso. Eh, tipo, não, não é essa parada, saca? Ah, compre o meu curso. Não, não tem toda uma jornada ali, um conceito, né, para que as pessoas olhem para ele de um jeito diferente. Então, por exemplo, dentro depois que a gente chegou nesse conceito, o nome do produto dele era Start 2.0. Uhum. era o produto de fronte que era para ensinar pessoas que não Estão no digital. Só que start 2.0 não faz sentido. E a gente, como a gente tá fazendo essa associação com, né, com batalha, com cicatriz e tal,
a gente colocou primeiras batalhas do e-commerce. Oh, tipo simples para como que a gente não pensou nisso? Porque tem um processo, né, as primeiras batalhas do e-commerce, porque ali que você começa a gerar cicatriz, saca? E aí depois ele tem toda a ascensão desse cliente que ele vira o empresário do Digital, vai crescendo até que depois ele vira o mentor. E aí tem um conceito para isso, porque toda cicatriz tem o poder de curar uma ferida que está aberta e aí ele pode ser um mentor, porque ele tem cicatriz. Olha que genial. Uma história mesmo,
né? Bizarro. E o que que agente de diferenciação ele precisa ter e desenvolver talvez em relação a habilidades para ele conseguir se destacar? Agora que você criou um esse novo mercado. Cara, sabe o que é Doido? Essa a primeiras aulas do agente é de desconstrução. Tem uma parada que é muito interessante. Quando você vai estudar design, você vê que design ele não é só para ser bonitinho. Por exemplo, essa embalagem aqui, ela é fofinha, tipo, ela ela ela é um botijãozinho, ela ela é redondinha, tipo, talvez você olha e fala: "Ai, que fofinho, ah, eu
quero beber essa aguinha". Você até falou no diminutivo Porque ela tem essa memória afetiva. Por quê? Por conta tem propósito aqui, né? É, é claro que eu não sei se o projeto foi justamente para isso, mas por ela ser pequenininha, pocket redondinha, com formas redondas, isso manda uma mensagem pro nosso cérebro de que ela é inofensiva. Agora, se ela fosse ponte aguda, cheio de de detalhes, você fala: "Nossa, né, nem vou relar, tenho medo de de me machucar". Ah, quando a gente olha para design, design é projeto e Intenção. Então, por exemplo, naquele processo de
releitura do Fusca, Fusca é um fenômeno, né? Um carro que tá na mente de todo mundo. E eles se lançaram aquele new Beatle. Aham. A missão dos caras era justamente assim, como é que a gente vai fazer uma releitura desse carro para que ele ainda continue sendo apaixonante? Dentro dos estudos, eles foram entender o que a mente humana criava empatia e conexão de uma forma mais rápida. E dentro desse estudo, eh, O que a gente, eles revelaram ali, que quando a gente olha para uma criança, para um bebê, a gente se derrete, né? Ai, que
lindinho, aquela aquele olhinho redondinho, aquela bochecha e tudo mais. O principal papel ali do estudo daquele momento para fazer um carro afetivo foi estudar as formas de um rosto de bebê. Então, se você pega uma foto de um bebê e a foto do New Beatle, você fica de cara, é a mesma coisa, tipo, [ __ ] isso aqui é muito igual. Ah, então ele é Um carro que você olha, você gosta, você não sabe explicar. Gente, eu não sabia disso. Não, jamais imaginaria também. Bizarro. Começa agora a olhar pros carros e você vai ver, por
exemplo, que o Civic no modelo de 2009, 2010 parece um guepardo. A frente dele é mais baixa e atrás. E aí você começa a ver essa desconstrução. É isso que eu ensino no curso. Essa desconstrução, você começa a enxergar coisas que as pessoas não vêm, saca? Gente, eu tô chocada. Eu não, já, Eu jamais imaginaria isso. Então, existe todo um estudo por trás da construção de uma marca que vai muito mais além do que só simplesmente um nome, eh, elementos, desenhos. Sim, sim. E aí quando eu tô na frente do empresário, ele tá me contando
a história, a minha cabeça ele tá falando: "Tá, como que eu desenho isso? Como que eu, como que eu tangibilizo a história dele em formas, cores, palavras, sentimentos, saca?" Então, o primeiro momento é desconstruir essa Mente genérica, né, de pensar amor, ah, coração. Não, não, não, não. Como é que a gente sai disso? Mas a e aí vem uma uma dúvida. As pessoas que começam a estudar sobre isso, para, sei lá, virar um agente de diferenciação, talvez não seja uma pessoa naturalmente ou com predisposição para ser uma pessoa criativa. Uhum. Existe algo dentro do do
seu treinamento que você também desenvolve na pessoa para que ela comece a pensar dessa Forma? Existe esse desbloqueio? Porque as pessoas acham, por exemplo, quando a gente conversa com eh especialistas em criativos de anúncios, ai mas todo mundo tem, eu não tenho criatividade, eu não tenho essa creditável, como é que eu posso desbloquear isso? Acho que é algo semelhante aí, porque quando você vai desconstruir uma marca para depois entender o que seria interessante trazer para aquela marca para que ela se diferencie, você também tem que pensar Fora da caixa. E muitas pessoas podem achar que
isso é um dom de Deus, né? Tudo bem que você descobriu que você tinha predisposição, mas sendo uma profissão, como que uma pessoa se torna isso? Como que eu democratizo isso? Perfeito. Criatividade é sinônimo de repertório. Então assim, ó, existe uma frase que eu gosto muito de levar nas minhas palestras, é a água que você bebe é a que sai no teu suar. Então, quanto mais referências eu consumo, mais eu vou Ter ideias quando o problema chegar. Então, dentro do nosso da nossa metodologia, tem pessoas, obviamente, que são mais criativas, porque talvez ela lê mais,
ela assiste mais filme, ela viaja mais. Então o agente de diferenciação, ele tem um lifestyle, ele tem que ir em restaurantes diferentes e pedir um prato que não, que ele não teria coragem de pedir. Legal, saca? Ele tem que fazer coisas diferentes porque isso vai criando o repertório. Ele tem Que estar em movimento, que é um uma coisa que a gente faz muito. Eu posto vários stories falando, esteja em movimento, esteja em movimento, conhecer pessoas diferentes, estar em lugares diferentes, isso isso promove o teu cérebro a a criar essas correlações, não é? Mas a gente
tem metodologia para isso. Pessoas que não são extremamente criativas, elas seguem um método. Posso mostrar aqui para vocês quais são as camadas desse método. Eu trouxe um Baralho aqui que são as cartas que é algo bem diferente. Não é esotérico não, né? Vou ler a sua mente. Olha, eu estou sentindo que nos próximos meses, isso aqui são as camadas de diferenciação. Dentro da nossa metodologia, a gente criou 12 camadas e são exatamente essas camadas que o agente de diferenciação precisa articular quando ele tá diferente a uma empresa, tá? Eu vou apresentar aqui quais são essas
essas camadas. A primeira, ela se chama modelo De oportunidade de negócio. Quando eu estou diante a uma empresa, por exemplo, ah, eu vendo cosméticos, né? Ah, eu vendo água. Vamos, vamos pensar em água. Eu tenho uma marca de água. Quais são os modelos de oportunidade de negócio que eu tenho? Isso aqui, rapidamente, essa camada ela já traz um aumento de faturamento pro empresário, porque ele começa a pensar diferente no sentido de quais são as oportunidades de venda, cara? Como que Se geralmente vende água? Ah, geralmente tem conveniência, mercado, padaria, qualquer lugar você encontra água. É
verdade. Qualquer lugar você encontra água. Agora, por que que se vende água dessa forma? Por que que se usa essa embalagem? Por que que se cobra? Por que que custa esse valor da água? Esse, essa camada, ela ajuda a gente começar a questionar o porquê das coisas. Quando eu desenvolvi o modelo de negócio eh baseado em assinatura de caldo de cana, A primeira coisa que a gente fez foi de questionar por caldo de cana tem que ser vendido somente no centro da cidade por um senhor que é por um idoso que talvez nem tem processo
de higiene. Total. Então, cara, vamos trazer uma embalagem diferente, vamos, ah, já sei, vamos criar uma assinatura de caldo de cana. Será que dá certo? Não sei, mas as pessoas já estão acostumadas a pagar isso na academia. Elas pagam, mas não vão. Mas elas elas pagam. Sim. Eh, vamos Testar porque o delivery já funciona. Então, ó, quanto mais eu bebo de fontes diferentes, isso sai no meu suar. Então, eu não inventei nada. Eu peguei o modelo de negócio da academia, olhei para um produto, vi que ele tinha memória afetiva, falei: "Cara, vamos testar". E validou,
deu super certo, né? As pessoas pagavam isso e estavam super satisfeitas. Então, é um modelo de oportunidade de negócio. Quais são os canais que eu posso explorar? como como Que eu posso vender meu produto de um jeito diferente? Então aqui a gente tem uma série de ferramentas que faz o empresário pensar e o agente diferenciação ele é só o condutor, saca? Depois a gente tem outra camada que ela se chama a camada da especificidade. E aqui a gente consegue ajudar as empresas que estão em mercados saturados. Por exemplo, pensa numa marca de shampoo que vocês
usam, talvez, sei lá, pensa numa marca de shampoo, tá? Fala aí uma marca kerastase. Kerastase. Tá. Eles têm produto para cabelo liso, eh, ondulado, tudo. Agora me fala uma marca de shampoo masculino anticaspa. Clear. Head and Shoulders. Clear. Tem mais alguma? Clear, né? Clear é depa. É do Cristiano Ronaldo. Essa daí tem mais alguma, cara? Tem uma que é, ela é meio redondinha, é Dimension o nome dela, não sei, aluma coisa assim. Eu só consigo pensar clear porque é azul, sei lá. Tá. Agora, se eu pedisse para vocês falarem várias marcas de shampoo aqui, vocês
falariam quantas? Umas 10. Sim, provavelmente. Quanto mais específico eu sou, eu consigo me diferenciar com mais facilidade. Então, por exemplo, a Clear Head and Shoulder são as duas que sempre eu pergunto, as pessoas falam. Mas olha só, é um shampoo, tá no mercado de shampoo cosméticos, mas é um shampoo para homens que t problemas com casco. Ah, com certeza. niche objetivo. Esse é O qual é o problema específico que a sua empresa nasceu para resolver aí. Ah, tá interessante. Então aí o agente de diferenciação, sem necessariamente pôr muita criatividade, ele pode trazer ideias novas, tá?
Mas o empresário que já vai, já vai, mas isso aqui já ajuda muito, muito, muito. São 12. A terceira, experiência. Essa aqui vocês gabaritam, tá? Como que eu crio experiências pro meu cliente? Como que em vez de pedir um Uber para ele, eu vou De limousine, saca? Eu chego no hotel, tem um negócio escrito com o meu nome, o meu roupão, cara. Tipo, cria um senso de pertencimento, uma experiência diferente, sabe? Então, as marcas hoje elas são péssimas para isso. E aqui a gente fala sobre os cinco sentidos, como que a sua marca pode despertar
esses cinco sentidos. Tem um hotel em Portugal que ele chama Six Senses, que são se os seis sentidos, que ele durante a sua Estadia você tem várias atividades que você pode fazer. Eles, cara, eles fazem tudo, tipo paladaro, tato, audição e você vai para uma imersão assim, é caríssimo, né? Eh, mas é legal porque a experiência ela realmente custa caro, mas as empresas não fazem nada disso. Você vai comprar um shampoo, cara, não tem nenhuma amostra grátis para você passar a mão assim, sabe? Mas é uma experiência, então é uma camada perfeito. Personalização é uma
outra camada de diferenciação. Como que essa empresa, essa marca que nós estamos agora aqui tentando diferenciar, como que ela pode personalizar essa experiência com o cliente? Então, por exemplo, ah, a gente percebeu aqui no nosso e-commerce que esse cliente ele comprou cinco vezes esse mês, ou tipo, ele sempre compra, cara. E que tal a gente dar um nome para ele e falar: "Olha, você faz parte de um grupo seletivo aqui da nossa marca. Você Não é só um cliente, você convidado para saca? Então ele tem benefícios, ó. Então as promoções você recebe primeiro, personalização tem
várias, tá? Só tô trazendo algumas ideias. Essa aqui que eu gosto muito. Ideologia. Ideologia. Ideologia, por exemplo, toda empresa tende a ter uma ideologia ou tem empresa que não necessariamente identificou a sua? Empresas geralmente não tem. Ah, marcas tem. OK. OK. Marcas tem. Então, por exemplo, ó, a Salve é um Exemplo disso. A Salve é uma marca de cosméticos que tem o foco pro seu público mais jovem e ela defende bandeiras eh bem interessantes, como, por exemplo, ah, a diversidade é um valor, é uma bandeira que eles eles trabalham com isso. Então, diversidade não é
só falar do público LGBT, que não não eh vamos falar com as gordinhas. Gordinhas, quais são os problemas específicos que vocês têm? Salve, a gente tem um problema do seguinte, calça Jeans e a coxa, como eu ando, assa muito a nossa coxa. Então, a salve vai lá e cocria com esses consumidores e cria um produto específico para quem é gordinho e tem problema de assadura na perna, saca? Então, é uma marca que ela defende bandeiras e isso é real. Ela ela tá ali manifestando o que ela acredita, está construindo o mundo. A Dengo, por exemplo,
é uma marca que vende chocolate, café, tudo, mas o rolê dela tá envolvido com o cacau. Mas não é o Cacau, é quem está por trás do cacau. Hum. Quando você vai na dengo, se não sei se reparou, mas as fotos que tem quando você entra são de pequenos produtores locais. Ai, que legal. Então ela valoriza a mão de obra eh por trás do cacau. Então ela vai lá no produção de conteúdo dela, é o seu Jair, que tem o seu filho que fez 18 anos agora e por causa do cacau, o menino dele é
o primeiro da família que tá se formando. Que incrível, cara. Eu eu adoro esse Assunto, tá? Isso é fero demais. Isso é muito legal. Então é a marca manifestando a visão de mundo dela, saca? Perfeito. Qual que é a próxima? Atributos de personalidade. O que seriam os atributos? Marcas são como pessoas. Então, por exemplo, se eu falo, vamos fazer um exercício bem simples. Vamos. Legal. Vamos pro clicheão que vai ser mais fácil. Harley Davidon, você pudesse descrever em três palavras o espírito dessa marca, ela é Uma marca amorosa? Não. Não. Ela é o quê? Radical,
selvagem. Que mais? Bem roqueira assim, sabe? Rebelde, tipo, bizarro. Você compra uma moto, custa, sei lá, R$ 120.000, não tem marcador de gasolina. Caraca. Você não sabe quando tá acabando. É verdade. Tipo, eles não estão vendendo moto, eles estão vendendo a sensação de você ser um fora da lei e sair fazendo barulho para [ __ ] assim, não. E até o ronco é diferente. Exato. Porque ela tá vendendo Uma personalidade dos rebeldes, saca? Caraca. Então, tipo, se a sua marca fosse uma pessoa, como ela seria? Vale divertidamente. Brincadeira. Eh, você espontânea seria um espontâneo. Espontânea,
divertida. É perfeito. Espontânea, divertida. Ah, é que para mim eu não sei botar qualidades, mas se eu fizesse uma maca para Carol, eu colocaria várias coisas. Questionadora, reflexiva. Nossa, sim. Você tem muito posicionamento. Você É séria, mas você também é engraçada. Manipulador que você tá ficando pior que tem um equilíbrio ali, né? E eu tenho eu tenho muita dificuldade com isso, porque eu sempre a gente conversa sobre isso, né? Tipo, quando você vai, você vai fazer essa autorreflexão, são existem características que são muito eh, tá ali, sabe? Você não precisa pensar muito, tá? Igual a
Bruna, tá aqui, dá para ver. Eu eu me vejo no meio de muita coisa, sabe? Daí você fica, Nossa e você para para pensar. Ah, é, mas eu acho que é exatamente isso que você extrai nessa conversa, trazendo esses questionamentos. Você é nem eu fico falando, os filmakers para mim tem um olhar muito clínico, então você também tem um olhar clínico para o feeling ali. Nem o feeling porque você estuda para aquilo, né? Mas você entendeu o que diz é isso. Então, por exemplo, se eu quisesse construir a marca para vocês duas, seria Completamente diferente
as duas marcas, porque eu faço uma leitura de quem você é, OK? Entendeu? Aí quando você vai pro mercado hoje de comunicação, tá em alta minimalismo, as duas marcas fica minimalistas. Nossa, verdade. E não combina, não conversa com a pessoa que tá ali à frente também. Isso não é diferente. Ser diferente é ser você. Perfeito. E principalmente num momento em que a gente tá vivendo hoje de sofisticação de mercado, onde a gente vê Eh os especialistas, eles são a própria marca, eles acabaram virando o seu próprio produto. E aí o que quando você olha para
para você, existem histórias, você vai precisar contar história ou escolher a história que você quer contar por trás da sua empresa, por trás da marca que você tá construindo. E muitas pessoas têm dificuldade de, eu vejo isso nas conversas que a gente tem aqui, de mostrar o rosto. Isso são palavras dos especialistas que vem aqui, né, dentre Dos alunos, da comunidade e tudo mais. As pessoas têm dificuldade de mostrar o rosto, vender, aparecendo justamente porque talvez elas não descobriram ainda. Clareza. É verdade. Não tem clareza. E aí ela usa a desculpa de que ela tem
vergonha. É, não, eu quero vender sem aparecer. Não tem problema. Você pode vender, você vai vender. E gosto de aparecer. Na verdade é que se aparecer ele não sabe o que falar. Exato. Ele não sabe que ele é no final Das contas. E quando você aparece você vende mais. Sim. Total. Exato. Porque é sobre identificação. Tem uma pesquisa que diz que 86% dos brasileiros compram através de marcas na qual ele se identifica. Total. Crenças, valores pessoais. Então significa que 83% dos brasileiros compram de marcas que eles que que eles se veem nelas. É verdade. Tipo,
então o produto não é mais o produto. O produto é identificação. Como que eu crio Identificação com logo? Difícil, cara. É possível. É, mas é difícil. Precisa de pessoas, saco. E qual que é a próxima camada? A próxima são os rituais. Hum. Rituais importantes. Quais são as práticas eh que você faz todos os dias que pode ser compartilhado? Por exemplo, vou contar aqui rapidamente um um case meu. Uhum. A minha avó virou infoprodutora agora, né? Minha avó é produtora de conteúdo, ela vende produtos no digital, faz público. Minha avó tem 89 anos de idade, faz
publicidade. Esses dias atrás eu tava dormindo na casa dela e aí lá na casa dela você tem que ficar muito de olho porque sai cada pérola. Você tem que estar preparado. Mas era 5 horas da manhã, eu tava meio sonolento assim. Aí eu acordei e vi com alguém, alguém tava falando no corredor. Aí eu fui despertando assim, aí eu fiquei ouvindo, ai como você é linda, como eu te amo, você é cheirosa falei assim: "Minha vó Tá de pé". Aí eu peguei o celular, fui lá fora assim, tá meio sonolento ainda. F assim: "Vó, 5
horas da manhã, que que será tá fazendo aí?" Ela tava abraçando a Ruda, que era um pezinho de arruda que ela tem. Falei: "Por que que você abraça a Ruda, vó?" Ela falou assim: "Todo dia de manhã eu abraço a Ruda, porque ela é uma plantinha que é cheirosa, eu começo o dia feliz e ela espanta o mal olhado." Não, não, não. Vou ter que fazer assim, cara. Ritual, crença. Aí, olha que Bizarro, eu peguei e fiz um stories disso, né? Aí a galera, pô, não sei que, vovó e tal, tal, tal. Eu falei assim,
mano, amanhã eu vou fazer de novo aí. Eu comecei a perguntar: "E aí, Netinhos, já abraçou sua ruda hoje?" Aí todo dia, todo dia, todo dia, todo dia, todo dia. Gente, as pessoas são estranhas. A galera em peso começou a comprar a mudinha de arruda. Vovó, comecei a abraçar a Ruda agora. Eu amo a Ruda. Eu Amo a senhora, te amo. Olha isso, mano. Centenas e centenas de pessoas mandando fotinha da Ruda. Ela criou um movimento. Ela criou um movimento. Eu falei: "Cara, como é que eu enfio um produto aqui no meio, né?" Eu já
fiquei pensando, porque a audiência é muito grande. Sim. Aí pensando nisso, eu falei: "Cara, beleza". A minha avó, ela é uma pessoa extremamente vaidosa, ela é linda, né? Arruda, vaidade, arruda, cosméticos, arruda. E a minha avó nesse ano, ela vai Lançar uma marca aos 90 anos, não? De uma marca de skincare pra pele madura com extrato de arruda. Caraca, porque o skincare você começa o dia com a arruda, saca? Então eu eu criei o ritual para depois criar o produto. Por isso que isso aqui é muito [ __ ] Cara, que genial. Mas quando você
criou o ritual, você já pensava no produto? Não, não, não, não, não, porque ela me surpreendeu, mas eu encontrei a oportunidade porque eu já Tenho clareza sobre isso. Olhar atento. É porque se eu vejo um movimento, eh, tem oportunidade ali, entendeu? Aí veio depois. Que genial. Minha avó vai abrir um e-commerce esse ano. Vai ser sucesso. A marca se chama vossa. Vó por conta da representatividade e vossa é aquilo que é teu, a sua beleza. E vossa é justamente uma palavra que era usada antigamente e não é mais vossa senhoria. Saca senoria. Caraca. Então daí
a gente construiu todo o brand na Empresa e tal. Genial. Genial. Eu vou ficar acompanhando prens. Vamos comprar. Com certeza. A próxima é a grande ideia, tá? Hum. Toda marca vende uma ideia pra gente, tipo, eu compro o celular da Apple, eu me sinto uma pessoa mais inovadora, mais criativa, mas é só um celular, mas eu me sinto. Então, a grande ideia é basicamente qual é a sensação que você empresta pro seu cliente. Esses tempos atrás eu fui na GTI com a Nati, a gente Foi comprar uma roupa para ela, eu quis colocar um tênis
e automaticamente eu capturei meu pensamento. Eu me vi falando o seguinte: "Nossa, esse tênis aqui é lindo, velho. Imagina eu palestrando com tênis desse, que que as pessoas vão pensar que eu venci na vida. Eu eu me peguei pensando nisso. Eu falei: "Cara, olha que bizarro, as marcas vendem ideias." Eu tava a GTI tava me vendendo a ideia de que eu seria exclusivo. Eu falei: "Uau, isso aqui é Muito sensacional". Então, a grande ideia é justamente assim, ó. Qual é a grande ideia? O conceito central que tá envolvido com a sua marca, né? Tá? Então,
por exemplo, no caso desse infoprodutor que eu falei para vocês da cicatriz, a grande ideia dele era falar sobre cicatriz, porque cicatriz tem história, tem experiência, tem vivência. Então, a grande ideia dessa marca é falar sobre cicatriz, saca? Inclusive, esse daí eu Fiquei bem curiosa que você falou que até a fonte foi inspirada na questão da cicatriz. Depois me mostra, eu quero ver. Eu quero, eu vou te mostrar, você vai ver. Ficou bem legal. Então, é um conceito, né? Por exemplo, Red Bull. Red Bull vende a ideia de que se você tomar, você vai ter,
ela vai te dar asas. Eu confesso que eu não entendia quando era pequeno assistir aquelas aqueles desenhinhos na televisão, mas eu fui crescendo e eu entendi que são é uma Brincadeirinha aquilo ali que basicamente ela tá construindo na nossa mente que se você tomar o Red Bull, você vai ter energia para fazer o que geralmente você não faz, que é voar, por exemplo. E aí você entra na rede social deles, é assustador. Você vê lá só tem gente pulando de prédio. Esportes radicais. Tu não vê uma latinha de Red Bull, você vê só esportes radicais.
en exato. A ideia é vender adrenalina. Perfeito. Então, cara, faz todo sentido Isso. Total, saca? Incrível. Aí, a próxima é star telling, tá? Tipo, por exemplo, acabei de contar a história de como eu criei a marca pra minha avó e vocês, nossa, que legal, sensação. Por qu? Eu tô usando essa camada aqui de storelling. Eu contei duas coisas para vocês. A ruda, que é a grande ideia de um produto natural, lembra muito a vó e tudo mais. E a forma como eu criei o produto é um storytelling. Então eu tenho que ter a grande ideia
que é a Ideia central. E stelling são micronarrativas que eu conto para justificar esse posicionamento. Incrível. Então a a Bigia, por exemplo, a grande ideia da Red Bull é vender adrenalina. Como? pulando de para-queda, pulando eh criando eh records, batendo records, eh fazendo coisas que o ser humano em san consciência não faria. Então são micronarrativas, cada conteúdo ele é uma micronarrativa que dá a ideia de que Red Bull realmente é muito bom, Sabe? E cada storytelling desse vai fortalecendo a grande ideia central. Exato. Incrível. Aí aqui a gente tem clareza sobre quais são as histórias
no conteúdo que as marcas têm que fazer. O infoprodutor, qual a história que ele tem que contar? Faz sentido ele voltar lá na cidade dele que ele nasceu, que ele era muito pobre para contar a ideia de que ele prosperou, que ele cresceu. Cara, tá alinhado com o posicionamento, tá? Então, já que a gente tá falando de Raízes, pô, faz sentido. Start tellelling, a gente começa a criar conteúdo agora muito mais intencional. Incrível, né? E intencionalidade é de fato uma dificuldade das pessoas hoje em dia. Total. É, a gente vê, a gente repete padrão, né?
Tipo, é muito doido isso. A gente nem vê que tá no automático. Tipo, agora vocês vão começar a ver rosto e e bichos em carros. Vocês vão olhar tipo, nossa, aquilo parece minha prima, tá ligado? Porque isso olha pra nuvem, sabe? É bem isso. É bem isso, porque de fato tem um processo ali, é identidade verbal, tá? Frases, jargões, né? Para você não falar assim: "Estamos em reforma para melhor atendê-los". tipo atendê-los. Aí você vai no WhatsApp e fala: "E aí, mano? Beleza? Tipo, a empresa não tem um padrão, saca? Se você for ver a
Netflix, mano, ela faz umas coisas muito legais, tipo, lá no Twitter, antigamente, né, falava assim, Tem vários prints na internet, tipo, Netflix, eu te amo, tô gritando, tá me ouvindo?" Ela fala assim: "Tô sim, por favor, grita mais baixo". Meu sim, no Twitter tinha isso, mas no Instagram também, cara, eles a criação de conteúdo da Netflix no Instagram, eu acho genial. É como se fosse de fato uma pessoa, pessoa, uma pessoa Netflix, sabe, respondendo e repostando e ela sabe o que a gente gosta. É, e só o fato, por exemplo, um exemplo bobo mais comum,
as Pessoas demoram horas para escolher um filme, então ela vai lá e faz uma piada com isso. Ela sabe o perfil comunicando a do língua faz isso também. Muito bem, cara. Acompanha. É bizarro. Eu adoro ver a richinha quando acontece coisas do McDonald's e do Burger King, porque é muito incrível parí aí, olha que legal isso aqui. A gente pega as camadas, a gente volta aqui para atributos de personalidade. Então eu defini, por exemplo, define Aqui para mim qual que é o atributo da Netflix. Tipo, com certeza em algum momento tem o atributo de divertida
ou descontraída, sei lá. Sim, porque daí isso se torna real quando eu vou aqui para onde que a gente tava na identidade verbal. É verdade. Tipo, não é só um PDF, saca? É real. Tipo, o jeito que ela fala no site, o jeito que ela fala na rede social, tem que ser o mesmo, entendeu? Então isso torna, vai criando camadas. Eu falo sobre o processo de Empilhação de camadas, porque isso vai construindo muros altos em volta da sua marca e a concorrência não consegue pegar. Exatamente. Caraca. E depois identidade visual, que isso aqui é importantíssimo,
tipo são ícones, né? A gente vê que, por exemplo, no caso de vocês, o que i, tipo, se eu colocasse numa palestra uma telona verde e escrever fruta, a palavra fruta, e eu falasse pra galera, ó, quem aqui conhece que empresa Que é essa aqui? Tipo, as pessoas vão falar, ah, aqui Uhum. Porque vocês estão construindo isso de forma repetida, obviamente a identidade. Então, tenho que ir para todo lado, né? Tipo na limusinha, se falar frutinha já sabe que é gente, frutinha, eh, fruta, kiwi, verdinho, tudo, tudo tá tá envolvido porque é um universo. Sim.
Então, cores, tipografia, símbolos, eh, ícones sonoros, aí entra uma porrada de coisa, mas identidade visual, a sua marca tem Motivos para ser lembrada? Hum. Uau. Isso é muito legal, cara. Você saca? Tipo, se eu viesse inteiro de roxo, ah, tá patrocinado pela Nubank. Aham. É verdade. Porque a no bem que virou dona da cor roxa só por fato dela repetir. Verdade. É verdade. Caraca. Sim. E por último, a personificação. Que que significa isso? Ai, eu tenho muitas dúvidas. Quais são os influenciadores que eu tenho que trazer pra minha marca? Eu devo aparecer No perfil ou
não? Quem é a pessoa que simboliza a pessoa da sua marca, saca? E aqui então, por exemplo, a gente vê se med tem os fundadores da marca ali o tempo inteiro aparecendo. Isso é estratégico. Agora, quem são os influenciadores? Também tem critério para trazer esses influenciadores. Então, nessa camada de diferenciação, os agentes ajudam as empresas a ter um critério sobre quem são as pessoas que vão representar essa mensagem. Sim. Saca? Cara, essas 12 aqui faz com que a empresa ela saia da fase de sobrevivência, passe pela fase de relevância e chegue num momento que é
muito importante, que nenhuma empresa consegue, uma marca sim, que é a camada da blindagem, tipo concorrência nenhuma, porque cara, eu tô falando de crença, eu tô falando de identificação do coração, o cara não tem coragem de me trocar por qualquer oferta de R$ 10 mais barato, Porque eu atingi o coração dele, saca? Perfeito. Então, as 12 camadas de diferenciação é o que blinda o seu negócio e ele não quebra. Perfeito, cara. Genial. Eu tô bom, porque eu tô pensando que faz, sabe? Eu também. Caraca. Perfeito. E olha, e outra coisa, eu nem ia falar sobre
isso, mas eu pensei aqui num produto que eu vou criar um dia da minha vida, mas nem é produto digital. Tipo assim, pensei em fazer uma comunidade vendendo, sabe aquelas Reuniões de comida que a gente faz? Só que ia ser tipo assim, mano, é que eu não vou conseguir votar em palavras aqui porque a galera não vai entender. Palavras Kelvin te ajuda. Vamos lá. Deixa eu ten É porque eu sou bem confusa, né? Me ajuda, Carol. Você vai me ajudando. Especialista. Não, olha só, eu e a Carol, a gente tem um casal de amigos que
eles gostam muito de cozinhar e toda vez que a gente vai lá é como se a gente meio que é uma comida que te Conforta. Uhum. É que às vezes a gente fala assim: "Ah, vou fazer com de família, sei lá, domingo, sempre tem, sei lá, um arroz, um feijão, então uma lasanha, uma carne, uma um frango com batata. Uma comida bem família assim, que realmente você tá sentando na mesa com seus avós, com seus pais, sabe? Só que no caso são os amigos. É, mas é que tá todo mundo longe de uma da família
do outro, entende? Então tem todo um motivo ali. E se a gente criasse, por exemplo, Um chill and cook, exemplo, seria o nome do produto. E aí é meio que uma comunidade onde as pessoas pagam para sentar numa mesa aleatória assim com alguém cozinhando para elas e se conhecerem. Tipo uma comida, um lugar de uma comida reconfortante, mas algo bem confaria, sabe? Confraria. Confia confraria, sabe? Tipo bem casa, não o restaurante, a ideia de restaurante, mas sei lá, cada cada mês é numa casa de uma pessoa X que não se conhecem, mas eles Começam a
se conversar. Dá para entender? Legal. Sim, é legal. Precisa, precisa deixar mais específico. Sim, tem que ser uma coisa mais específic. Eu só joguei aqui a ideia. Nesse caso, se ela fosse uma empresa que tá com essa ideia lá entrando no seu que você o que que você extraaria dela? Mas calma, deixa eu tentar trazer um pouco mais de clareza. É que eu acho que eu não fui muito específico. Por exemplo, o fato porque não tem só a comida. É, não tem só a Comida, é todo rolê. A gente fica brincando de detetive. Bom dia,
tá Tib também tem os clipes, tem os clipes. Enfim, é todo um contexto. A gente realmente faz um rolê incrível, muito gostosinho, bem confi, sabe? Só que que eu penso, a ideia para ficar mais claro, como todo mundo que tá nesse rolê não tem sua família por perto, isso fossem uma uma um produto para unir pessoas também que não ten a família por perto na cidade, Mas querem se se conhecer e formar uma amigos, fazer novos amigos, entende? E aí meio que, vamos supor, eu peguei e reservei ali a churrascaria do prédio e aí essas
pessoas compraram o meu produto. Então são cinco pessoas, cinco. Sempre vai ser um grupo bem pequeno fechado. Cinco pessoas onde duas vão estar cozinhando e eles vão ser ali os, como é que fala? Anfitriões, tá? E vão fazer isso acontecer. interessante. E aí você leva a ideia meio que de um dia de Família que eles não estão tendo frequentemente. É outra coisa, nesses momentos ninguém pega o celular. Ninguém pega o celular. E não é nem porque é uma regra, é só porque tá muito gostoso ali. A gente vai conversando, trocando ideias sobre a vida e
tal. De fato virou uma família. Sim. Enfim, gente, a minha ideia foi muito além, desculpa, foi muito além a minha ideia, mas não sei, na minha cabeça funcionaria super, seria bem interessante formato. Acho que você, O que eu falei assim: "Ah, tá, agora sim. que é basicamente isso aqui é acompanhado disso aqui. A grande ideia é acompanhado de ideologia, porque, por exemplo, isso isso pode funcionar muito para cidades grandes, onde as pessoas se sentem sozinhas, oh. Saca? Então, a grande ideia é aproximar pessoas, tipo, tornar realmente isso um centro de apoio de amigos, porque não
tem a família por perto. Então, a gente se reúne para Falar de coisas engraçadas, enfim, se reunir. E aí eu vou usar a ideologia sobre o quê? Tipo, ah, é o que? É uma parada de que que a gente fala, a gente joga jogos assim, que que é toca violão, não sei. É jogar jogo e ficar vendo clipe de famoso. Ok, perfeito. Então tem isso aqui. Aí, por exemplo, o que que precisa ser desenhado? Modelo de negócio de oportunidade. Tipo, será que isso aqui realmente? Será que as pessoas realmente vão pagar para ir? ou se
é Legal você jogar essa experiência como um produto de fronte que é gratuito, mas ali dentro, por exemplo, você pode vender aquela comida que tá sendo feita, sei lá, um risoto. Você vende o risoto pré- pronto para ela fazer em casa e e ter essa sensação durante a semana, né? Não. Ou você vende a ideia do aplicativo, tipo assim, é que nessas conversão, só para te trazer o contexto, não é que eu vi. Calma, vou contextualizar nessas conversas. Eh, a Gente tava pensando sobre isso. Nossa, a gente fica brincando com o nosso amigo, meu, por
que que você não abre uma uma hamburgueria? Mas tudo que ele faz a gente fala para ele abrir, né? Tipo, você não abre uma doceria, você não abre uma tortaria, tipo, tudo, porque ele cozinha muito bem, ele e a esposa e o o prazer deles é cozinhar pra gente, porque a gente gosta muito e eles ficam felizes ver gente ver com é bizarro, eles ficam felizes em ver a gente Comendo, ver comendo. Eles adoram, eles adoram cozinhar. E aí eles começam a discutir entre eles assim, nós, mas eu acho que hoje a carne tava aquilo
e a gente se deliciando também. Achei que o ponto tava meio assim, tal. Eles ficam conversando isso na mesa. Aí numa dessas conversas vi veio a ideia assim, cara, e se a gente eh vendesse numa através de um aplicativo ã esses deliveries de comida pronta ou enfim, a pessoa às Vezes de churrasco, na verdade era do churrasco, lembra disso? Da maminha. Eh, tipo, porque às vezes a pessoa não quer cozinhar, ela quer o negócio pronto ou, enfim, a a o corte pronto, o corte certo, porque a gente ia usar a habilidade do da pessoa do
nosso amigo que é especialista em churrasco, tá? É tipo um iFood, só que não era iFood, era especificamente para churrasco. Mas aí foi só uma ideia, porque se isso fosse um produto, por exemplo, isso poderia Ser o front, essa reunião poderia ser o front e lá dentro, se isso tivesse mais especificado e mais e com mais clareza, a gente poderia vender a ideia da porque primeiro vocês reúnem pessoas que valorizam isso e o produto tá ali no meio sem querer, vai ser vendido tranquilamente. Exato. Mas precisa desenhar o modelo de negócio, o que que vocês
querem que essa marca seja, saca? Quais são quais são os possíveis concorrentes que a gente tem? Já existe Este modelo esse modelo de negócio ou não? É uma coisa inovadora? Enfim, precisa desenhar porque afinal de contas pode ser uma ideia legal, mas o negócio pode ser ruim e aí gasta energia e não ganha grana. Inclusive uma promoção, quem comprar vai do lado da Carol, vai ter a R Carol, passar o dia com a R Carol que vai fazer comida e ela que vai cozinhar para vocês. Bom, não ia ser um bom modelo de negócio. Exato.
Mas olha só, que a gente conversou pra caramba Aqui, deu para ter uma aula de fato, uma mentoria gratuita, digamos aqui, né? Mas para trazer um pouquinho mais de clareza assim pra galera na prática. O que diferencia de fato assim uma marca que não tem um posicionamento tão claro de uma que tem? E eu queria também que você trouxesse um exemplo se você consegue enxergar uma que não tem um posicionamento tão claro que exista hoje, sabe? Porque eu tava pensando e eu fiquei, eu acho que eu não conheço hoje Uma marca, não tem um posicionamento
tão claro, mas aí depois das 12 camadas eu pensei em várias que de fato não tem. Então vai atrás de fato várias que tem. Eu pensei em umas que tem que não que tem. Pensei que tem, mas eu acho que agora vocês estão habilitados para me ajudar a responder essa pergunta que eu acho que fica mais legal. Nossa, que responsabilidade. É porque, por exemplo, a Dengo, que você trouxe a Dengo, ela tem total porque ela tem ali a questão Da diferenciação dela, a conexão que ela gera ali emocional com o público, toda a história. Agora
eu fiquei pensando uma que não tem, só se for uma marca muito local, sabe? Só que eu não consigo pensar na co Mas eu não tô mas eu não pensei em marcas de produtos, eu pensei em marcas de pessoas. Então não vou falar de pessoas, vai dar bo pro seu lado, né? Tá, mas por exemplo, é interessante a gente analisar que, por exemplo, a dengo, ela tem essa camada Mais emotiva, mas tem gente que tá cagando e andando para isso. Hum. Tipo assim, não é porque ah, ela é emocional e gabaritou, não. Não, tem pessoa
que não. Por isso que a ideologia ela é importante. Quem são as pessoas que valorizam isso? Então, essa é o primeiro ponto, né? A gente não nasceu para vender para todo mundo. A empresa quer vender para todo mundo, a marca não. Ela quer reunir pessoas que acreditam nesse mesmo rolê. E aí por conta disso o Negócio acontece. Então, por exemplo, a gente pode, sei lá, comparar aqui Copenhagen com com Dengo, Copenhagen e Dengo. As vendem as mes as duas empresas vendem praticamente a mesma coisa. Claro que você tem especificidades, mas por exemplo a dengo, ela
vende de um jeito diferente, ela não vende já o chocolate pronto. Você vai lá e você quebra a lasca do chocolate porque são placas de chocolate. Não sei se vocês já compraram Chocolate lá. Não, na dengo. Não, na dengo. Tipo, não é uma embalagenzinha que você vai lá e escolhe: "Ah, eu quero esse aqui." Não. Fica umas placas completamente rústicas assim e aí você quebra e pesa, saca? Eh, é uma experiência diferente. Então, por mais que as duas vendam chocolate, uma vende de um jeito mais rústico, afinal de contas, produtor, produtor local, tem toda uma
parada de manufatura ali. Uhum. E, e a outra já é mais industrializada, Saca? Então, as duas tem posicionamentos diferentes, mas cada uma com impilhando uma camada diferente. Uma tem a ideologia muito forte, a outra nem tanto. Mas uma é reconhecida por um produto de extrema qualidade, a outra ainda nem tanto. Então o que vai diferenciar as duas é quem, qual que eu prefiro? Eu prefiro a Cacau Show, eu prefiro, saca, a Dengo, eu prefiro Copenhagu. Então assim, é claro que com esse conhecimento você começa a julgar As empresas, mas você julga de acordo com aquilo
que você acha mais legal. Você fala: "Ah, eu não gosto tanto da Cacau Show, ela é sem graça para mim. Gosto da Dengo por você é uma pessoa que tem essa pré-disposição de marcas mais emocionais e tal, entende? Então, mas assim, eu fui respondendo e perdi a pergunta. Você pode O que que diferencia uma marca que tem um posicionamento claro de uma que não tem algo tão claro assim, de uma boa marca e uma que não Tem muito definido? Vamos lá. Uma empresa que não tem um posicionamento claro, a comunicação dela sempre é voltada a
tributo de produto, tipo essa água bem geladinha, ela é compacta, você pode levar paraa faculdade também, pode consumir ela no trânsito, tipo, é sempre voltado ao produto, ela não consegue falar de outra coisa. Olha quem está usando o nosso produto, olha que legal, o nosso produto tem qualidade. Você sabia que o nosso produto ele é feito Numa fonte e não sei quê, não sei que no interior de São Paulo, onde água? Tipo, só fala de produto. Sim, Kelvin. Então você tá dizendo que não pode falar de produto? Pode, mas até certo ponto. Então, empresas que
não têm posicionamento só sabem falar do produto que elas vendem. Isso é chato para caramba. Tipo, os nossos filhos sempre serão os mais bonitos, saca? Ah, meu moleque, meu moleque, mas um karatê 10. Tô cagando pro teu filho, tá ligado? Beleza. Agora marca é, cara, vamos conversar. Que que vocês estão vendo? Que que tá de errado no mundo? Ah, eu acho que tal, [ __ ] faz sentido. Vamos juntos. Se a gente fizesse o negócio juntos, bora. Tipo, é mais coletivo, é mais sobre o outro, entende? É mais sobre uma ideologia. Então, a gente consegue
ver empresas que só falam de produto para empresas que falam de coisas, bate um papo em relacionamento. Por exemplo, a os eventos que a Red Bull Faz, os os artistas, não, mas os atletas que a Red Bull patrocina. Então tem todo um contexto diferente. Então para diferenciar é [ __ ] isso aqui só fala de produto. Hum, talvez não tenha o posicionamento claro. OK. Você vê as grandes marcas fazendo isso. Uma uma dúvida genuína. Agora, por exemplo, você trouxe aí um um caso de, sei lá, uma marca pode, uma pessoa pode se identificar com uma
marca, talvez pela ideologia e não tanto pela pelo Storelling, algo do tipo. Então isso quer isso quer dizer que uma marca ela não necessariamente precisa ter as 12 camadas tão fortes ou ela precisa ter as 12 camadas tão fortes para ser reconhecida dessa forma. Se ela tiver as 12 camadas, ela vai conseguir fazer um filtro muito bem filtrado de clientes que são fãs, tá? E esses clientes que são fãs, eles compram qualquer coisa que você lançar. Por exemplo, a Apple, eu não queria só ficar falando de de cases Tradicionais, mas a Apple, cara, se você
for comparar a quantidade de clientes que a Apple tem versus a quantidade de clientes que as outras empresas têm, é infinitamente menor. A Apple vende pouquíssimo em termos de quantidade de pessoas, só que o faturamento, a Apple, ela ganha de todas as outras empresas juntas, a Apple fatura mais. Inclusive pegando um gancho da Apple, eu não sei se é porque eu uso Apple, mas eu não consigo ver eh a o posicionamento Das outras marcas, tipo assim, o que eu não consigo identificar, sei lá, se fosse uma pessoa, eu não consigo identificar o que a Samsung
seria. Não é não é não. Tipo assim, gente, eu não tenho nada como, pelo amor de Deus. Mas posso falar uma coisa polêmica? Pode, vai. Olha o corte, olha o corte. Entrei esses tempos atrás numa cafeteria, aí eu fiz um stories falando assim: "Galera, olha só que interessante, ali tinha um cara trabalhando com o Mac e o outro com Dell". Eu falei assim: "Adivinha quem é o contador?" Ai gente, verdade, né? Quem tá com a planilha aberta agora? Tipo, Dell, velho, raciocínio lógico, porque quem compra Dell compra performance, processador, céon, não sei quê, saca? Então
são pessoas que valorizam o racional. Perfeito. Custo benefício é barato e é bom. Apple não. Ah, ideologia. É verdade. Olha como segmenta. Sim, totalmente. Tipo, você olha nas na você pode andar na rua. Eu Tenho certeza que você teria facilidade de falar: "Essa pessoa tem Android, essa pessoa tem iOS." Ah, com certeza. Isso é, isso é muito real, né? Isso é muito, Isso é muito real, cara. Até que ponto isso é certo, galerinha? É, até que ponto isso é certo, não sabemos, mas é a manifestação das marcas acontecendo. A gente não tem problema nenhum. Genial,
genial. Ele tá ali, a gente só tá olhando, entendeu? Isso é muito louco. É emprestando as Ideias. A marca vem de ideia, a pessoa adiciona isso no seu lifestyle. E não é nem porque ai, nossa, Samsung é melhor que é, não sei lá, não é. É só porque a gente tá tão imerso na marca que a gente consome que depois quando você olha para fora e você tá tão identificado com isso, você fala: "Isso representa o quê? Tipo, eu não consigo me ver ali mais." E olha o poder que uma marca traz, né? Uma marca
bem posicionada. Exato. Exato. Isso eu faço nas minhas palestras. Eu Falo pra galera descrever, personificar uma pessoa que toma brama. Veio não me veio aqui assim, ó. Será que vou ser cancelado? Não sei, pode ser que sim, car. Vai. Não, não me veio Zeca Pagodinho na cabeça. Ah, então tá. É isso. Per mais como que é o Zeca Pagodin? Vai, descreve, vai. Ah, ele tem um buchinho ali. Saliente, salientezão. Ele é um cara já mais idoso de idade. Idoso. Você falou o quê? Ele tem uma barriguinha saliente ali. Uma Barriguinha saliente que colocaria o copinho
na mesa. Qual? Qual, qual roupa ele tá usando? Tá usando um short casualzona assim. Acima do joelho. Abaixo do joelho. O short. Abaixo doelho doho. Chinelo. Tem chinelo. Chinelo Havaiana. Ou aqueles chinelo horríveis que chinelo de Jesus. Chinelo chinelo de Jesus é caro, fia. Não, Jesus. Chinelo não. Chinelo. Aquele chinelo, sabe aquele chinelo de dedinho, só que não é havaiana, é aquele material mais Borrachudinho que o cara tira o pé. Tipo uma hidder. B. Um papete. Eu v usando papete também, sabia? É, pode ser. Papete. Papete é interessante, tá? Camiseta é camiseta de time. Camisa
pobre. Camiseta de time. Quando quando camisa é t-shirt, né? Quando t-shirt, camiseta de time. Zagadin usa t-shirt. Oh my god, Carol. Não, não. Tipo camiseta de time fechada. Camisa. Camiseta. Mas se for camisa é aquelas camisa de botãozinho que o vô coloca o Lencinho aqui, sabe? Eu vejo isso, cara. Peito peludo. Ó, eu não tô falando nada. dele que tá estranho. É, a gente só dando no check aqui, galera. Tô só extraindo a ra. Se você concorda, comenta aqui embaixo. Você concorda, né? Coloca aqui. Agora, agora vem a mágica. Descreva para mim a pessoa que
toma Heineken. Putz. Você tomaria Heiniken? Eu tomaria Heiniken. Você tomaria Heinen. Tá. Vamos lá. É. Tá, Cara. Cabelo com gel, tá? Cabelo com gel. Ah, uma roupinha. Uma uma uma t-shirt. Uma t-shirt, sim. Um short acima do joelho. Um pouco. Ele estaria com um reloginho maneiro aqui no braço. Um Apple Watch, talvez. Top. Não, ele estaria com ele nãoaria. Ele estaria com aqueles tênis que só bota uma meia invisível. Esqueci o nome daquele tênis. Sapa tênis? Não, sapat tênis também. É um tênis de cano baixo, né? É tipo um V, Aquele V que ficou bem
conhecido. É, acho que seria isso. Que carro que ele tem? Ó, HP20, certeza. Qual esporte que ele faz, cara? Esporte, ele joga futebol às quartas-feiras. É, tem futebol. É futebol. O fut da galera. Bit tênis. Não, não. Bitzão não. Assim, porque a gente tá pegando padrão de balneário aí. Não vai ser bit tênis. É, não vai ser bit, mas eu acho que não. Ele não joga bitle. Ele jogaria um fut. Fo vôlei. Altinha. Olha, olha que Bizarro que vocês acabaram de fazer. Tipo, gente, não vocês. Po, galera, cancelem. Não me ajuda. Me diz aí o
que que você pensa de diferente. Mas é só porque veio coisa. É, é batebola, jogo rápido aqui, ó. Fiz um batebola, jogo rápido aqui. Eu inverti a parada. Arrasou. Que que vocês vai chegar a sua vez, tá? Se prepara. Mas olha que interessante. Eh, as marcas elas, pelas marcas a gente consegue ver segregação de pessoas. Uhum. Isso é bizarro, velho. As marcas criam divisões. Chega na rua e fala assim: "Ó, você usa Android?" "Uso. E você usa Apple? Uso. Agora tenta convencer uma outra que tem que trocar, saca? Tipo, nossa, vai sair treta, briga, porque
ideologia tá forte. Discurso igual discurso político. Igual discurso político. Exato. É, realmente, se bem não brigo com ninguém. Mas aí agora as pessoas estão assistindo a gente, se a sua marca fosse uma pessoa, Que roupa que ela estaria usando agora? Oh, ela seria magra, sarada, gordinha, bermuda, chinelo. Eu tô usando um tênis da Vans ou um tênis ou um sapatinho da Havaianas. Aí você vai fazer uma lista de todas as marcas que o seu cliente tá usando. Aham. Porque daí você vai pegar essas marcas e estudar o que que elas estão fazendo total que tem
a ver com o lifestyle dessa marca que você tá criando. Cara, isso é bizarro. Perfeito. Saca? É muito mais profundo do que a gente imagina. Não, muito mais. Muito mais. Kelvin, a gente falou bastante aqui sobre narrativas e tudo mais, mas também tem o outro lado da identidade visual, que também é muito importante pro sucesso de uma marca. Então, queria saber de você, o que que é essencial para criar um design que seja que se destaque em meio à concorrência, principalmente relacionado ao digital? Perfeito. Fugir do óbvio. Se você, cara, Isso isso é muito doido.
A minha produção de conteúdo, eu fico olhando nas fachadas o tempo inteiro. E tem um quadro que eu faço no meu Instagram que é se as fachadas falassem o que elas diriam. Uhum. Então eu fico andando no shopping o tempo inteiro. Minha esposa já tá de saco cheio porque eu falo: "Nossa, olha aquela ali seria uma metida, saca?" Eu fico analisando tudo porque a minha vida é essa, né? Uma marca que tem uma identidade visual Ruim, é difícil a gente julgar agora assim, sem ter base, né? Mas assim, eu fugiria de clichês. Por exemplo, tem
uma clínica odontológica. O meu logo é um dentinho, uma, sei lá, uma garagem de carro, um lava-car, é a silueta de um carro. Vocês já pararam para perceber que todos são a mesma coisa? Tipo, eu não, eu tenho que deixar o logo do dente aqui porque se eu tirar vão achar que é um pet shop. Cara, da onde vem esse Medo? Tipo, quem disse que eu tenho que representar o meu produto ou o meu serviço em formato de um símbolo? A gente falou aqui, por exemplo, desse infoprodutor que eu que eu mencionei, que o logo
dele parece mais uma cicatriz, tipo, olhando pode ser um pouco abstrato, mas tem contexto. Eu não preciso desenhar uma telinha de computador, um foguete atrás, porque ele trabalha com performance. Uhum. Então, respondendo a sua pergunta, é saí do Óbvio. Por exemplo, a gente olha pra Nike, não necessariamente precisa ter um tênis desenhado ali. Faz sentido, não é? Vocês foram extremamente disruptivos. Kwi. Que quei tem a ver com o digital? Ah, não, mas tem a ver porque o QI é uma fruta que todo mundo sabe falar e todo mundo talvez conhece. Não que todo mundo goste,
mas já tá no consente coletivo das pessoas. Então, criar uma marca que teria mais facilidade de aceitação, toma aí, entendeu? Então, tem Uma estratégia e é diferente, tipo, não é aquela, sei lá, uma marca chamada EDS, eh, carrinho Uhum. Entendeu? Então eu acredito nisso. O primeiro passo seria a primeira camada é sair dos clichê, dos padrões. Perfeito. E na hora de construir a estratégia de diferenciação, o que que você julga como sendo a coisa mais importante? Seria mesmo essa questão de extrair as 12 camadas ou tem alguma coisa além disso? As 12 camadas é o
a essência do negócio. Tipo, não tem como uma empresa que não tiver as 12 camadas não ter sucesso de vendas e, enfim, claro, leva tempo. Sim. umas mais rápidos, outras demoram mais. Mas tem uma coisa que a gente analisa muito, que é super importante, que é a maturidade do empresário que tá por trás dessa empresa. Se esse empresário ele tá fazendo uma empresa pro ego dele, talvez as camadas não vão funcionar. Entendi. Se realmente ele tem aquela paixão pelo Negócio e aquela vontade de ser um criador, porque cara, o empresário ele é um criador, mano.
Tipo, ele não compra ideias prontas, ele cria as ideias, as doideiras dele e põe pr os outros comprar. Tipo, isso aí é a essência do empresário, é ele baixar esse download e falar: "Mano, essa é a minha ideia. As pessoas precisam comprar aquilo". E ele dá um jeito de fazer isso ser real, né? Então eu acredito muito nisso. Eh, as as 12 camadas estão super validadas, a Gente já faz isso para muitas empresas, mas a questão é se o empresário ele tem a mente pequena, uma mente de escassez, de sabe, de olhar, tipo, ele tem
medo de desprender da concorrência, tipo, ele quer ser diferente, mas ele fala: "Ah, a concorrência aqui mudou para laranja. Ah, o site tem que ser laranja ou tem que ser próximo de laranja. ele não quer ter o site rosa, pink, porque tem medo de de desprender da do contexto geral. Então é a maturidade que a gente analisa muito, porque às vezes a gente tem, o cara tem uma marca incrível, mas a cabeça dele é pequena para a marca é muito grande e a cabeça dele é pequena, aí não vai rolar. Então daí a gente tem
que fazer esse ajuste, né? Claro que a gente nunca deixa de entregar uma marca incrível, mas sabendo que ele não vai aplicar tudo de uma vez, ele precisa passar por um processo de maturação. Perfeito. E olha só que curioso, né? No Começo do podcast a gente falou que a gente estava super animada para aprender mais sobre diferenciação e não é que a gente aprendeu, Carol? Bizarro. Até nasceu uma empresa aqui, até nasceu uma empresa disso aqui. Mas olha só, por você tratar de um conceito relativamente novo no mercado de você criou ali também uma nova
profissão. Eu queria saber de você quais são os desafios em aplicar esse conceito novo em um mercado que também de certa forma já tá acostumado Com o jeito antigo de fazer marketing digital. Cara, o meu maior desafio hoje é difundir esse conceito. Legal, porque se eu hoje me apresento pros empresários ou pros lugares onde eu estou, os eventos, palestras, diferenciação, tá OK? Diferenciação é algo diferente, mas o que de fato é isso? Ah, então você tem uma agência. Ah, então você trabalha com branding. De fato, branding, eu trabalho com branding, sim, mas eu uso uma
palavra que ela é mais ela, ela é mais Ela é uma papinha pro empresário, sabe? Às vezes o empresário ele acorda de manhã falando: "Nossa, eu preciso de brand". Não, não, às vezes nem tem essa consciência. A consciência dele é: "Eu preciso ser diferente, eu preciso me destacar, eu preciso vender mais". Então, diferenciação a palavra é uma caixinha que inclusive de especificidade, legal que eu utilizo aqui, não sei onde tá agora, que é de fato eu conseguir eh ser específico na Cabeça das pessoas. Então, a especificidade é uma camada de diferenciação que eu uso para
mim. Hã, esqueci. Fala de novo quais são os desafios de habit. Ah, os desafios. Obrigado. Eu tô falando tanta coisa. Os desafios é as pessoas entenderem. Então eu preciso explicar. Ah, então, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, por exemplo, estávamos hoje no almoço. Talvez vocês não entenderiam o que é diferenciação pelo jeito que vocês Entenderem agora. Totalmente. Agora talvez vocês falam: "Caralho, isso faz muito sentido". Mas no almoço, talvez na limousine, você falou: "Nossa, interessante". Mas você ainda não teria entendido isso com certeza. Agora, se eu tivesse falado que eu tinha uma agência,
aí você já sabe, pô, tem gestão de tráfego lá dentro, tem designer, qual que são os desafios para não ter turn? Já é um lugar, um ambiente que todo mundo conhece, digamos. Agora, no meu Caso, não, então eu tenho que difundir. Aí é remar contra maré, é estar em lugares como esse, que me dá visibilidade, que faz as pessoas conhecerem a minha história, meu fundamento, a minha ideologia, não é? As minhas camadas de diferenciação e aí eu vou ganhando essa audiência. Então hoje eu tô tentando subir aí. Super didático, inclusive. Parabéns mesmo. Você meio que
aplicou também o próprio método para para você, né? Porque você escolheu uma Palavra que de fato as pessoas se identificam. O empresário, ele tá sempre pensando como vender mais, logo como ser diferente da concorrência. Muito, muito bacana. Eu bebo dessa fonte. Agora chegou o momento mais dinâmico possível. É, agora chegou o momento de do nosso batebola jogo rápido, onde a gente vai fazer perguntas rápidas para você e você pode responder com a primeira palavra que vem na sua cabeça ou no máximo uma frase. Nossa, gente, sério. Vou começar, Vou começar. Vai dar boa, vai dar
boa. Uma dica rápida para criar uma identidade visual marcante. Ah, essa eu já falei. Saia dos padrões, crie algo que Ah, não pode ser frase. Tá bom. Saia do padrão. O que nunca pode faltar em uma estratégia de diferenciação? A sua história. A principal característica de uma marca que se destaca caminhos. Ah, pode ser uma frase. Pode ser uma frase. Po, foge. Ã, entendendo que a concorrência não é a Sua principal ameaça. A melhor maneira de descobrir o diferencial de uma marca, sabendo quem você é. Uma palavra que define uma marca bem-sucedida. Startelling. Uma estratégia
para desenvolver uma visão voltada para diferenciação. Fala de novo. Uma estratégia para desenvolver uma visão voltada para a diferenciação. Definição da visão de mundo. Oh, legal. Profundo. Gente, palma. Muito bom. Ô, Esse podcast foi irado. Fal. Esse podcast foi incrível. comenta aqui embaixo o que que você achou da nossa dinâmica do Kelvin, da didática dele. Mas não terminamos. Para finalizar esse podcast, a gente costuma fazer uma uma pergunta mais reflexiva paraos nossos convidados, que é a seguinte: o que você gostaria de ter ouvido quando começou no digital, que hoje, depois da sua trajetória, você pode
transmitir para alguém que tá pensando em começar hoje Nesse mercado? Nossa, legal. Essa é uma boa pergunta, hein? Adorei, cara. Hã, principalmente para mim, tá? Vou falar da minha pele, eu sou muito criativo, então eu tempo eu tento o tempo inteiro colocar as minhas ideias para as pessoas, né? Só que quando essa ideia ela não vem eh acompanhada de estratégia, você pode ter ideias maravilhosas, mas a execução ela é muito importante e na maioria das vezes no Digital essa execução ela é muito acompanhada ainda de termos óbvios. Então não adianta você querer criar, por exemplo,
um produto digital com um nome super diferente, com um nome subjetivo, porque ainda ainda há muito espaço pro digital crescer. Então, quanto menos conceitual e sei lá, viajando nas ideias aqui, você vai trazer conceitos que ainda não estão difundidos, as pessoas não vão entender o que você vende. Então, o o conselho Que eu gostaria de ter recebido lá atrás é da super simplicidade. Ser simples, objetivo, direto ao ponto, sem inventar fantasias. Kelvin, mas então isso não é um contraponto pra diferenciação? Não, não, porque hoje o mundo é muito complexo e você se diferencia inclusive sendo
simples. Perfeito. Então esse é o conselho que eu gostaria de ter lá atrás. Perfeito. Incrível. Kelvin. Que legal, gente. Eu gostei muito desse Bate-papo. Você gostou, Bruninha? Nossa, eu amei. Foi mal divertido. Foi super legal. Chegou a hora do que então? Da gente acabar com a dieta deles. Chegou a hora dos presentinhos que faz. Tá chegando aí seus presentinhos. da primeira dama que está ali nos bastidores assistindo. Que legal, cá, gente. Oh, que camada que é essa? Não, não vou receber o presente experiência da experiência. Olha lá. E personalização. E personalização. Boa. Que incrível, gente.
Que demais. Agora tem uma canequinha aqui nossa, sensacional. É literalmente para agradecer sua presença aqui, Kelvin. Muito obrigada pelos conteúdos compartilhados, por essa aula de diferenciação que a gente recebeu aqui. Eu tenho certeza que eu vou sair daqui pensando, cara, como posso ser diferente no podcast? Me diga aí como posso ser diferente. Diente, porque você é você, você sabe ser você. Ai, Obrigada. Olha aí, Bruna, muito obrigada. Tenho certeza que a galera amou. Inclusive, quem tá te conhecendo através desse podcast, com toda a certeza do mundo vai querer te acompanhar nas redes sociais. Deixa aí
suas redes sociais, inclusive o @dosvovô também para que eles possam acompanhar aquelas fofuras. Claro, pessoal, para vocês me seguirem e Kelvin Almeida. Kelvin Almeida, @kelvin. Você vai encontrar meu Instagram e os Senhorescanas é @senhores bacanas por extenso, tá? Senhores bacanas. Aí você vai ver os meus meus avós que são infoprodutores, tem mais seguidor que eu ainda eu falei pro vou vou lutar, mas eu vou conseguir te passar. Obrigado pelo espaço, gente. Foi um papo muito legal. Incrível o trabalho de vocês. Inclusive, durante toda essa experiência, eu fiz uma análise da diferenciação que vocês causaram e
quem Sabe daqui a pouquinho vai pro feed um vídeo analisando as camadas que vocês me fizeram vivenciar. Ah, eu vou querer ver esse vídeo. Eu vou querer ver esse vídeo. Comenta aqui se você vai querer ver esse vídeo. Eu vou querer ver esse vídeo, Kelvin, se vira. Faça algo. Faça algo, Bruninha. E para quem ficou até o final desse episódio incrível. precisa fazer o quê? Que lovers que ficaram aqui até o final, que eu tenho certeza absoluta que vocês ficaram, por favor, Seja diferente. Já deixa aquele super like, comentem aqui os insites valiosíssimos que vocês
pegaram com o nosso querido Kelvin Almeida. Comentário então agora se inscreva no nosso canal e ative o sininho, hein, para vocês não ficarem de fora de nenhum novo episódio que sair aqui do Quick Cash. E aquele ponto bem importante que você já sabe. Mas bora lá. Ô Carol, aonde a gente se vê? Vocês sabem, né? A gente criou o nosso próprio ritual aqui e é por isso Que nós temos um encontro marcado no próximo Kcast. Nos vemos lá, galera. Tchau. Tchau. Valeu. Uh.