Eu achava engraçado lá os comandos de Ordem Unida no meu tempo lá, mas a minha parada era completamente da de vocês, completamente diferente da de vocês, né? Ah, é ass >> pô, o meu era, a gente ficava lá, na verdade, fazendo cri cri, que é arrancar o matinho do meio dos paralepípedo, eh, fazendo uma limpeza braba. Ou seja, o meu brevê lá era o vassouras e rastelos.
Vassouras? >> Esse era o meu brevê láudou, viu? >> Lá no pé preto.
Gramática e matemática. Isso aí eu era bom, meu irmão. Era especialista em pintar o forte que eu servi lá no forte do Leme.
Era porque os cara, eu não sei, acho que para não deixar o soldado à toa, ele não deixava o soldado fazer direito também. Então a gente pintava tinta em cima de tinta e o resultado era ter que pintar toda semana porque descascava, ficava uma merda, né? Mas eu acho que era intencional, era pra gente pra gente não ficar sem fazer nada, entendeu?
>> Não, porque o o o soldado ali, o recruta, se ele não tiver fazendo nada, ele vai estar procurando alguma coisa. para desgraçar a vida de alguém, então dá trabalho para ele que >> Mas que fica que pior é aluno ou é recruta? >> Aluno, >> as duas coisas acho.
>> Não, não, mas eu recruto também. >> Aluno não sabe por que que eu é aluno? Eu vou te explicar por que é aluno.
Porque eu quando fiz o CAS, eu já tinha mais de 20 anos de polícia e o que que eu era? Aluno. Aí volta desgraça.
Mas eu aprontei tudo que tinha que aprontar. Ô, eu levei um levei um saco daquele forca gato manja. >> E eu era QTS.
QTS quando você o cara que fica anotando as aulas, né? E na hora de de entrar em forme eu falei pro tenente: "Ô chefe, >> isso aí é macete para pegar folga, para não pegar serviço, né? QTS.
Isso aí, mas continuei". Você tá ligado, eu era QTS, eu anotava as aulas. Aí eu falei pro tenente: "Ô, chefe, eu tô indo levar as aulas lá quando hora que eu tô voltando aqui para entrar em forma, tô tomando a comida de rabo aí do tenente, né?
Porque eu chego atrasado, ele falou, vou fazer o seguinte, você não precisa mais entrar em forma, mas não vai embora. Você se troca e espera no alojamento. Quando der o fora de forma, aí você vai, né?
Aí o que que eu ficava no alojamento sem fazer nada? Comprei, arrumei um saco de forca gato, ficava colocando forca gato no armário dos cara. Filha da [ __ ] >> Imagina fora de for mais aí lá o enfoca gato.
Você socota se você tiver uma faca desgraça. Eu a que o cara vai arrumar uma faca na escola, mano. Irão uma desgraça.
>> Aluno, cara. Aluno. Meti um cagado.
Não, não. Você fez lembrar da história também. Eu no fap também.
>> Aí, ó. >> Todo mundo vende polícia, pô. Eu sei de é é escola de sargento.
>> Agora agora é >> escola superior de sargento. Agora mudou. Antigamente era Paraná.
Cfap. É, é centro de formação e aperfeiçoamento de praças. >> Isso é isso aí.
É, é mesmo é o mesmo, é o mesmo termo aqui também. Eu lembro que eu tava lá no CFAP, escola de terceira, escola de sargentos, tal. Primeira semana, cara, os desgraçados do aluno, os cara enfiaram uma pelota de papel higiênico e e travaram a descarga com o palitinho, mano.
Alar, velho, >> [ __ ] >> E para achar quem fez essa desgraça, >> aluno, cara. aluno >> 80 alunos de LC no final de semana, todo mundo preso, mano. Aí os caras recorreram, foram pro TJM, conseguiram abas corpo preventivo para não puxar o L o LC é licença escolar caçada, né?
>> Tá. Licença caçada. >> É licença caada.
Licença escolar caçada. Então todo final de semana você pode, desde que seja autorizado, tirar uma licença de dois dias, que é o final de semana. Então caçaram a nossa licença.
80 aluno preso. >> Que merda. Foram pro TJM, conseguiram um abias corpusas na segunda.
Não, não, não, não, não, não. Durou o abas corpus durou 5 horas, mano. >> Aí, ó.
>> 5 horas quebraram abas corpos, foi julgado e falou: "Não, vai ficar preso sim". Aí você imagina aquele bando de aluno, aquela desgraceira. >> [ __ ] que pariu.
>> É. E hoje acho que já prescreveu, então posso falar. Mas na época >> os caras fizeram esquema com os polícia que tava de fora, os amigos levaram até uns cooler na época nos carros entraram todo mundo louco.
>> Deus me >> tinha uns peixes da coronel que nva lá umas tilápia. Um beijo para ela. Coronel era da hora.
Os caras pegaram a tilápia e ainda fizeram chassashimi, mano. No meio da LC. >> [ __ ] Você é aluno é >> realmente eu tenho que concordar com você.
>> Aluno é imagem do do cão. >> Aluno é imagem do cão. >> É.
Nunca fui nunca foi recruta, né, meu? Recruta é sinistro também, >> não. Recruta é sinistro.
Recruta é sinistro. >> Recruta dá trabalho também, mano. >> Não dá trabalho.
>> Recruta quer dar tira e cachorro na rua. >> É lá no quartel, no meu, eu servi em 2004, eh, lá no quem quem formava os recrutas eram os sargentos, né? Eles ensinavam Ordem Unida.
Eh, ensinavam, na verdade, eles cuid era tipo meu, nossos pais, eles cuidavam da gente, era quem apertava nosso crânio também, né? Na polícia é a mesma coisa. É o sargento que treina o o o recruta.
>> É o sargento e o oficial, né? Mas tem inclusive tem cabo soldado também da aula. >> Tem cabo soldado também da aula também.
>> É o cabo o cabo soldado que tiver uma habilidade. >> É porque na verdade tem o os instrutores e tem o os coordenadores. O coordenador geralmente no pelo menos na escola de soldado era um tenente e um sargento.
Eles são os coordenadores da escola. Só que o o tal do do aluno soldado, ele leva esporro até do do da Angola que tem. Tinha uma Angola lá, dava esporro.
Então angola tinha >> aluno no trocado por merda é caro. E tinha carneiro cagando e aluno varrendo. E o e o nosso coordenador era o hoje é afinado o Major Abelardo era o tenente Abelardo.
É um dos caras mais Caxias, mas ele era um cara justo, sabe? Pode falar mal dele. Já morreu.
A gente pode falar dele. >> Que ano que era isso aí? F que ano que era?
>> Que ano que era isso aí? >> 83. >> Ver, >> mas era um cara que era um caraxias.
Você chegava para se apresentar para ele, por exemplo. Com licença, senhor tenente. Tá horrível essa bota.
Tá horrível. Não deixava nem você falar. Fala, mas que homem filha da [ __ ] Você virava.
Só que seguinte, depois eu fui, depois eu fui acompanhar quem era o cara. Pô, polícia se envolvia com embriaguez, problema. mulher ia lá, falava: "E não tenho o que comer".
Ele providenciava tudo, ele cuidava do alguém. Ele, ele, ele é um cara, só que o recruta, e ele tratava no, no bico da bota. >> Ele ele era, ele era [ __ ] Até eu contei essa história pro, pro, pro Castro e pro Nandes aquela vez.
Ele, ele pedia, tinha um albergue lá em Maringat até hoje e ele tinha esse essas participações. Aí pegava a escola de soldados, fala: "Eu preciso de 10 voluntários para lavar o albergue sábado". Falei: "Vou lavar a [ __ ] de albergue, cara.
Sábado eu de segunda a sexta, o dia inteiro ralando numa escola de soldado. Sábado eu quero descansar e tal. Aparecia 10 voluntários lá, demorava para aparecer e levantava a mão.
Aí ele falava: "Os 10 estão dispensados, os demais amanhã às 8 horas lavar o alber". Mas que [ __ ] é essa? Aí na outra semana 10 voluntário.
V, eu levantei a mão, falei: "Agora é a hora. >> Faura é um sábado aqui de manhã". Eu falei: "Porra, agora eu só sou voluntário para comer e para ir embora.
Eu só tomo no cu, [ __ ] Quando eu sou, eu vou. Quando eu, eu não sou, eu vou. Que [ __ ] de alberga?
E aquele albergue é grande, hein, rapaz. Aí parei com esse negócio de voluntário. Aí um cara falou para mim: "Faura, o esquema aqui é só voluntário para comer e para ir embora".
E olha lá ainda que ainda perigoso você se ferrar. >> Mas na polícia, entendi. >> Na polícia quando tu entra lá e tu recruta, tem os macetes também.
Porque no meu ano lá e não, eu não tinha um padrinho, né? Então eu fui, eu fui entendendo que era importante, é que o pé preto é diferente, né? Mas era importante eu ser amigo do cara da sargentiação, do cara da saúde e do cara do rancho.
>> Rancho, o rancho >> é rancho é importante. >> Esses três cara eram importantes pro recruta. >> Castro já pegou o QTS.
É esse macete aí, mano. >> Não é não. Você tem que ser macete.
Você tem que pegar as funções ali que você não faz >> administrativas. Quando e eu dei sorte porque eu era mais recruta da sala. Aí falou: "Quem é uma recruta?
" Eu falei, eu, falei, tomei no cu, né? Falei, eu, você é qts? Aí eu falei, aí os cara, [ __ ] mano, [ __ ] maior sorte.
Eu falei, fica na sua aí, cara. Não quero ficar parando minha não. Aí qts é o cara que notas aas.
Então, chegava lá, eu ia lá, levava o trem, o capitão trans. >> Não pega escala de final de semana, não pega nada, não entra. Só porque a nota >> é >> não.
E eu e eu >> porque tem uma responsabilidade, o cara tem uma responsabilidade. >> Eu sempre fui, eu sempre fui folgado, né, meu? >> Sério?
Nem parece, cara. Não, >> nem parece, né, meu? E lá na eu eu eu sempre fui forgado para [ __ ] E lá na academia eu fiz o caso na academia porque o CFPu um problema láou na academia.
Academia você entra aí uma descida assim, ó, lá na uma descidão mesmo. Aí sobe e nosso nossa aula era lá em cima e eu descia com a moto, só que os caras falou assim, ó, aluno não pode pôr a moto lá em cima, é só aqui embaixo. Tinha que subir, cara, tudo aquele negócio a pé, né?
Ah, falei: "Caralho, quem que vai saber um monte de moto? Quem que vai saber quem é? Quem é?
É, >> você fez o caso na academia? " >> Na academia. Aí eu pá, descia, subia, né, meu?
Mas aí, né, meu, não me contia, né? Não me não ficava contigo, subia, vai seus trouxa. Só a pé, seus otários, eu vou de moto aí os caras me caguetaram.
>> Aí um dia eu tô lá na sala de aula, o cara falou assim, chegou um capitão, falou assim: >> "Quem é o dono da CB tal? " Falou a placa. Falei: "Que que sua moto tá fazendo aqui em cima?
" Aí eu falei: "Então tem que fazer vistoria para pegar o cartão". E eu trouxe ela para fazer vistoria, né, mano? Falou: "Tá bom, a hora do almoço você desce com ela lá".
Eu falei: "Tá bom". Sim, senhor. Aí deu hora do almoço, desceu os cara, a [ __ ] Falei: "Vocês me caguetaram, né, seus filha da puta?
" Os caras me caguetaram, mano, lá, mano. >> Ainda bem que te caguetaram, né? Porque existe uma, existia também um outro tipo de tratamento, né?
Dentro do vestiário lá. Vestiário não, do alojamento, que era os caras jogavam a manta em cima do filh, de manta. Chá de mata, mete-lhe a porrada.
Você tem ideia? Eu zoei tanto no CAS que meu, eu tenho foto do meu cas, a formatura foi careca. Os caras me juntaram no alojamento, rasparam meu cabelo careca.
Cheguei em casa, minha mulher falou: "O que aconteceu? " Eu falei: "Ah, ah, juntava lá, mas você não resistia. " Eu falei: "Era 15, pô".
>> Eu consegui derrubar meia dúzia, né? Você tem que ser. Mas essa essa tipo essa zoação ela ela faz um pouco parte do do militarismo, porque eu tive na operação verão já como graduado e um inferno, rapaz.
Agora a última na polícia rodoviária até que não mais, mas na na operação verão pelo batalhão nós tínhamos três alojamentos com 20 policiais cada um, rapaz. O cara amanhecia com unha pintada de esmalte. Aí os caras começou a ter, todo mundo tinha acetona para tirar.
Olha o que que os caras tava fazendo. Os cara misturava tinta de caneta, super bonder e e esmalte. Não saía nem com cão.
>> Aí saía, eu vi que saiu dois caras correndo. Vem, vem pintar aqui, filha da [ __ ] e tropicando em cima das camas. Aí o cara fugiu, né?
Que que ia pintar a unha do de um tal de santão. Ele juntou a farda do cara, rapaz. Essa roupa do cara parecia um andarilo.
Juntou tudo assim, jogou dentro do tanque, quebrou a torneira em cima. Você vai pintar a unha dos outros, seu filha da [ __ ] Eu falei: "Puta, esse se fodeu. " A farda dele ficou toda encharcada.
Aí >> na hora entrar em forma eu, eu já nós usava um tênis, né? Ea bermuda, porque operação verão e eu já ia pra praia, tava de tênis mesmo com a unha pintada. Eu falei: "Eu vou tirar a [ __ ] aqui.
" O cara vinha pintar minha unha de no aqui já tá. Começaram a pintar as mãos, cara. Eu falei: "Ah, aí aí vocês são foda".
E operação e teve um foi dormir bêbado. É meu amigo, cara. Meu amigo da minha turma foi dormir bêbado lá em na na em Guaratuba.
>> E pegaram o colchão dele de noite em cinco, seis caras, levaram lá no meio do gramado >> com ele dormindo. >> Com ele dormindo. Ele acordou debaixo de chuva, cara.
Chegou, deu três tiros para cima, ficou preso lá no xadrez em Paranaguá uns 15 dias. E e além de tudo ainda tiraram o bilal dele para fora e pintaram com errorex. Ficou [ __ ] cara.
Cara ficou [ __ ] cara. Falei: "Rapaz do céu, bêbado, como é que ia acordar? " Pegaram o colchão, espuma, soltaram lá na grama, choveu à noite.
>> [ __ ] >> esse cara acordou, mas ele nem sabia o que tava acontecendo, bicho. Caindo água nele. Ele falou: "Pelo amor, aí que ele se tocou, ele falou: "Eu mato".
Só que na hora de matar ele não teve coragem, deu só os tiros para cima. ficou preso lá em Paranaguai e lá em Paranaguá disse que xadrez você viu os navios chegando. Eu falei: "Rapaz, >> então e já é tudo cara antigo de polícia você volta a ser criança de novo, >> né?
>> Aluno, você volta a ser criança de novo, cara. Até porque assim, quando você tá no no ambiente que você é um aluno ou que você é um recruta, que você tá em qualquer tipo de treinamento, é completamente diferente do dia a dia que você tá na na estrada, que você tá na rua, correndo atrás dos outros, dentro de um de um de um de uma viatura, você tá em uma outra situação ali, né, junto com um monte de cara do com a mesma cultura que pensa mais ou menos parecido e que gosta mais da mesma coisa. Aí vocês aí acontece o quê?
acontece desses dos caras ficar amigo rápido e >> muito rápido, >> viu? Mas >> e aí fodeu, né? >> Mas você analisa >> eu trabalhando na polícia rodovária agora até 2017, quando eu aposentei, a gente fazia muita apreensão de de contrabanda, que exagero, sabe?
O cara queria trazer metade do Paraguai em ônibus e nós pegamos um contrabando que veio de para pet shop, para sex shop. >> Mas ô Faru, você pita? Eu pitei muito já agora.
com infarto. Nós pegamos, nós pegamos mercadorias vindo pr sex shop. >> Tudo que você pensar tinha lá uns pinto de borracha, rapaz, desse tamanho.
Aí lacramos tudo, mandar pra receita, né? Beleza. Cheguei, cheguei em casa, rapaz, abri minha bolsa que levava uma blusa de garantia, tal, o bicho desse tamanho na bolsa.
>> Um bicho. >> Falei: "Rapaz, que que você faz? Eu vou fazer o que com um pino de borracha desse aí?
Eu vou vou levar lá, vou pôr o lixeiro, vai falar: "Pô, o cara que coleta ali vai falar: "Esse cara é [ __ ] tá descartando". Eu peguei, coloquei num guarda-roupa para pensar, rapaz. No outro dia meu amigo Tonhão do Corpo de Bombeiro, é marceneiro, >> foi lá.
Falei: "Tonhão, meu guarda-roupa tá soltando". Ele foi lá naquele abriu. Eu falei: "Tonhão, eu posso explicar?
" Ele falou: "Eu espero aquele pinto desse tamanho, rapaz. Até hoje eu acho que ele pensou: "Pô, eu conheço o cara desde de moleque, não sabia". Aí um dia eu criei coragem, enrolei aquele pinto com mod de papel, soltei lá na frente, falei: "Vai com Deus desgaste esse pinto aqui".
Mas os cara que nem esse aqui, cara, >> dufro ainda. >> Justamente, cara. >> Aí eu falei no outro dia eu queria matar os polícia, cara.
Falou: "Não, eu até hoje eu não descobri qual dos dois que foi, mas é Josias e Paulo César, rapaz, duas desgraças". Eu falei, rapaz, >> os dois juntos. Ele falei ou os dois juntos.
Falei [ __ ] merda, >> não é zoeira para [ __ ] meu. E e assim e é um lugar tão saudável. Ah, mesmo não é precisa ser aluno, não.
Tava aqui trabalhando aqui, ó, aqui na perto daqui. >> E aí o polícia chegou com a com a bolsa, né, mano? O o meu filho até trabalhava lá, era temporário.
Chegou com a bolsa, não minto. Chegou na na hora do almoço, ele passou com duas marmitas, pá, desceu pro alojamento, né, mano? Mano, duas marmitas, foi pro alojamento.
Daqui a pouco ele voltou com uma só. E esse cara era daquele cara que queria comer um bagulho, ele comia lá no cantinho para não oferecer para ninguém. Manja?
>> Regulado, regulado. Miguelão, Miguelão. Aí eu falei assim, >> chamava de desunido, >> desunido.
Aí eu falei, uma vez eu falei o nome dele, ele ele falou, ele ficou bravo para [ __ ] No final da história saber porque ele falou: "Ah, então quer dizer que foi o senhor, mano". Aí escuta. Aí falei assim, ó, deix guardar uma marmita para levar para casa, mano.
Absurdo. Falei, vamos deixar ele comeu p falou foi pra rua. Aí nós fomos lá, falei do jeito que ele é vagabundo, era um arm cadeado de segredo, né?
Falei ele só dá uma. Aí eu fui, abriu. Aí pegamos a marmita, dei pro pessoal do seu vídeo dia comer, né?
Come aí. Os caras comeu. Falei: "E aí chefe?
" Falei: "Vamos na rua". Aí fui na rua, levei uma garrafinha de água vacia, areia. Você tinha que dar peso, né, meu?
Peguei a marmita dele, enchemos de areia e p uns ossos de frango, colocamos lá uns bagulhos lá para dar po. Ficou ficou no mesmo peso. Fechamos, pegamos a sacolinha, amarramos do jeito que tá.
Coloquei no armário dele, fechei. Aí falei: "Vamos embora. " Aí terminou o serviço, falou, falou, gente, pegou a bolsinha dele, falou, falou, falou, falou, vai lá.
Aí pá, foi embora. Aí no outro dia a gente tava de folga, né? Aí no outro dia ele veio e falou: "Sor gente, precisa falar com o senhor".
Foi comigo? Ele falou: "É, Sgento, abriram o meu armário, certo? Do mesmo jeito que o cara abriu meu armário, ele pode colocar alguma coisa dele para me incriminar".
Falei: "Mas sumiu alguma coisa, né? " Falou: "Não, não sumiu nada. Vou explicar pro senhor o que aconteceu, né?
Eu falei: "Hum, hum". Aí falou assim: "Sargento, pô, meu, eu trago duas marmitas, um almoço, a outra eu vou pro bico à noite, eu levo pro bico, né, mano, para mim comer lá no bico. " Cheguei lá no bico, tirei da sacolinha colocando no microondas na cobia e osso.
Falei: "Você tá de brincadeira, mano? " Aí falou assim: "Eu tô desconfiado de fulano". Eu falei: "Não, fulano não pode ser, porque fulano é meu motorista, né, meu?
Se você tá incriminando ele, você tá me incriminando também. Não, não, não, não tô incriminando o senhor, né, meu? Mas eu, ele é que tem essa.
" Eu falei: "Não, não, pá, fica em paz, meu. Isso é zoeira, pá. Ô, mas eu fiquei com fome.
" Falei: "Não, isso daí acontece pô, não vai morrer, né? " Aí foi embora. Aí um dia eu tava contando essa história, cara, e eu falei o nome dele, ele me ligou no outro dia, foi o senhor, então, né?
Não precisava nem não precisava nem falar o nome uma história específica dessa daí, né? [ __ ] >> [ __ ] Areia na comida do cara. Meu irmão, >> não tir comida.
Comida. Os caras comeram a comida. Ficou uma marmita vazio.
Eu coloquei a areia só para dar peso. >> Filha da [ __ ] >> [ __ ] isso é coisa de filha da [ __ ] cara. >> Não é de Isso aí é coisa de filha da [ __ ] >> Já mexeram na tua comida também, >> cara?
Qual comida você tá falando? >> Na comida. >> Já meteram na tua marmita?
>> Já mexeram na tua marmita? Já >> outra vez? >> Sim ou não?
>> O cara não. Vamos mexer com isso daí. Da outra vez o cara esqueceu, esqueceu o Facebook dele aberto.
>> Hum. >> Aí fodeu. >> E eu trabalhando à noite.
Aí chegou os cara falou: "Chefe, fulano esqueceu o Facebook dele aberto? " Falei: "Não fecha, cara. À noite passei a noite inteira, cadastrei ele em todos comunidade gay que tem no país, cara.
No sul tem muita comunidade gay, né? Cadastrei ele em todas, mano. Pessoal, sou policial militar em São Paulo, saí do armário.
Aí o pessoal: "Nossa, aí biba". Ah, que [ __ ] mano. Aí marquei uma festa gay na casa dele.
>> Não acredito, cara. >> Eu não sabia o endereço dele, não. Sabia a rua, mas não sabia o número.
Pegamos a viatura, fomos lá, pegamos o número, voltamos. >> Não acredito, cara. Se empenhou.
>> Marquei. Me empenhei. Masquei uma festa gay.
Isso já fazem mais de 10 anos. Ele falou que até hoje >> o pessoal entra em contato com ele ainda mesmo. >> Então ele gostou, pô.
Você não bloqueou todo mundo. Ele gostou. >> Não, não bloqueou.
Ah, sobrinha dele. Eu mandei uma sobrinha dele, vi sobrinha. Eu falei: "Ô, fia, saí do armário pá.
" Ô, tio, já desconfiava no senhor, >> [ __ ] que vacilo, mané. >> Aí é [ __ ] hein? >> [ __ ] que pariu.
>> Na escola de soldado, cara, eu lembrei agora do tinha o Sargento Júnior, mano. >> Hã? >> Sargento Júnior era aquele, ele falava mansinho, mas era o cara que fodia nós com força, mano.
Zoava o barraco, mano, dos recrutas. Aí um dia tá passando ele lá e ele que fazia a escala da faxina do alojamento. Aí eu lembro que eu tava do lado.
Aí chegou um o aluno, o Ricardo, >> mandar até um abraço para ele. Aí o Ricardo chegou e falou: "Sargento, que era cinco aluno por dia para fazer a faixinha de alojamento. Sargento, sargento, o senhor esqueceu, ó, tem quatro nomes só aqui, ó, na escala.
O senhor esqueceu, tá errada a escala. Aí o sargento olhou para ele e falou: "Muito bom, hein? Você é bom observador, hein, aluno?
Muito bom. Como que é seu nome? É Ricardo, senhor.
Aí ele pegou com a caneta assim, ó. Escreveu Ricardo. Agora não falta mais.
Toma, otário. É feito para se [ __ ] cara. >> Aí, você que tá assistindo esse vídeo aqui no Talk Flow, dá para você virar membro, cara, do Flow.
Agora é um botãozinho do lado do botão de se inscrever. A gente faz um programa semanal só pros membros, >> olha. >> Então, fica esperto aí.
Se quiser virar membro, tá bem aqui do lado. É, irmão merre custar S.