Tu já percebeu que antes do mês acabar tu não tem mais dinheiro? Teu dinheiro acabou. Eu conheço uma mulher que vivia assim e o problema dela não era o salário.
Hoje eu vou contar uma pequena história para vocês ver o que que é a escassez do dinheiro, o que que é a falta do conhecimento. Eu quero contar uma pequena história para vocês, né? Não, não é de julgamento, não é, é apenas um alerta, porque muitas vezes a gente faz as coisas sem pedir ajuda, sabe?
Tem gente que se fecha, não quer ajuda, eh, acha que tudo que faz tá certo, né? E tá tudo bem ela, a pessoa viver isso. Às vezes o que tá certo para ela tá errado para mim ou vice-versa, né?
Mas essa é uma pequena história só para vocês terem uma noção do que que é a assim a falta muitas vezes do conhecimento. E às vezes a gente tá numa situação que muitas vezes não consegue sair mais. E se tu não pede ajuda ou tu não aceita ajuda, fica mais difícil ainda, né?
Eh, gente, vou contar a história assim, ó. Eu conheci uma mulher com seus 60 e poucos anos, aposentada, trabalhando em dois serviços. Um certo dia ela adoeceu e os filhos foram ajudar ela a ver que que poderia fazer.
descobriram que ela não tinha R$ 1 guardado e começaram a questionar ela e ela disse que suas contas estavam todas em dias e etc e tal, mas não era bem assim. Como eu disse, não é um julgamento, é um alerta, né? que tem muita gente às vezes que vive assim e às vezes ã não quer ajuda, né?
Ou muitas vezes fica com vergonha de pedir ajuda, muitas vezes tá fazendo e achando que aquilo ali tá certo, né? Seja a situação que for, muitas vezes a gente vai indo, vai indo, sabe? Achando que aquilo que que lá na frente não, agora eu vou resolver lá na frente eu vou fazer isso, vou resolver isso, aquilo, aquele outro.
Aí geralmente são as pessoas mais fechadas até, né? Porque a pessoa que se abre mais pega uma opinião aqui, pega uma opinião ali, né? E vai, vai balançando, vai vendo o que faz sentido, o que não faz.
É como eu disse, esse canal aqui é uma via de mão dupla. É para eu não vou te ensinar a fazer, eu vou te ajudar a enxergar o teu caminho, porque muitas vezes a gente não quer ouvir a verdade, né? A verdade dói, mas ela é liberta.
Ela liberta nós, ela nos ajuda a enxergar o que é certo, o que é errado. Enfim, o que que aconteceu? Os filhos ajudaram, né?
Pagaram todos os exames que ela precisava fazer. Ela não pôde trabalhar mais, gente. Ela não tinha R$ 1.
R$ 1. Os filhos que ajudaram todos os filhos que arcaram com as condições. Nisso começou a chegar cobranças e cobrança.
Ela ficou muito nervosa, né? Não, não pensava em viver aquilo. As palavras dela foram essa: Eu nunca imaginei que eu ia adoecer.
E aí eu fico me perguntando, como assim nós, seres humanos, não vamos pensar num numa coisa dessa se a gente não é eterno? Como assim eu nunca vou pensar que vou adoecer, né? Eh, opiniões todos nós temos, mas a realidade é uma só, pessoal.
É uma só, né? E o que que aconteceu? essa pessoa ficou por um certo tempo dependente dos filhos.
Amém. Por isso que nem eu digo, né, que que bom que os filhos tinha condições de poder ajudar, porque uma mãe a gente sabe, né, que eu acho que nem tudo talvez pagaria, né, o que uma mãe passa, enfim, seria um outro assunto. Mas a questão não é quem tá certo e quem tá errado.
A questão é a falta de consciência que essa pessoa me diz uma coisa dessa. Como que uma pessoa com seus 60 e poucos anos vai dizer que nunca imaginou que ia adoecer? Gente, não existe isso.
Sabe tudo por quê? Porque a pessoa se protegeu, se armou e achou que nunca ia acontecer. E não existe nunca.
Não importa a idade, a gente a doença bate na porta. E o que que eu quero dizer isso? a falta de consciência da pessoa, dela achar que porque eu sempre ela dizia, né?
Ah, eu desde nova, eu sempre trabalhei, eu sempre isso, sempre aquilo, gente, mas chega numa fase da tua vida que tu precisa parar. Eu já falei sobre isso aqui no canal, tu precisa analisar tua vida, quem tá e quem não tá contigo. Tu precisa pensar em mais em ti, né?
Principalmente depois que a gente cria os filhos, né? Aí vem os netos, né? O que a gente pode distribuir é amor.
Então assim, tu parar e pensar, não, vou pensar em mim, vou reservar um dinheirinho, né? Vou cuidar da minha saúde, vou fazer meus exames periódicos uma vez por ano, né? Tem, não, não tô falando de saúde aqui, né?
Tem gente que tem que fazer de seis em seis meses, mas assim, ó, cuidar mais de si. Não importa se tu tem 40, 45, 55, 65 anos, não importa. Ao contrário, eu sempre digo, é uma dádiva depois dos 60 e eh enfim, a gente tá até, né, numa fase que é uma é uma uma dádiva tu acordar todos os dias de manhã e tá vivo.
Mas o que que eu quero dizer com isso? Que bom que os filhos puderam ajudar ela. Mas a falta de consciência dela, pessoal, achar que nunca ia adoecer.
Ainda mais que que ela disse que ela ia voltar a trabalhar um dia, né? É daquelas pessoas que toda a vida trabalhou, né? E e eu me lembro que eu fui aconselhar.
Eu fui aconselhar. Só que às vezes, pessoal, os conselhos que a gente dá, a gente sabe que às vezes magou a pessoa, mas não é uma mágoa assim, é que tu não esperava, como ela disse, ela não esperava adoecer, né? E e principalmente algumas pessoas são um pouco teimosas, né?
são difíceis de de tu conversar, de tu dizer, ã, para relaxar mais um pouco, pensar mais em si, né? Tu vê uma pessoa que não tinha marido, não tinha filho pequeno, os filhos tudo grande, não tinha necessidade de trabalhar em dois serviço e ser aposentada. Na situação dela não tinha, pessoal.
A gente sabe que tem muita gente que sai de um serviço e vai para outro. A gente sabe disso. Eu já fiz isso.
Eu eu dirigi até uma cidade ainda. Eu vou contar para vocês aqui. Eu fui servente de pedreiro por mais de 10 anos e eu trabalhava numa cidade, eu dirigia porque só eu podia, né?
E eu voltava. Quando eu voltava, eu vou contar um dia para vocês, ficar apavorado. Eu estacionava o carro ali na frente de casa e meu ex-marido dizia: "Não desce, não desce, porque eu vou tirar só uns material e vamos levar outros".
E aí eu ia dirigia para uma outra cidade e minhas filhas na época ficava com a com a minha mãe ou era com a minha mãe, né? Ou com meus irmãos que morava com a minha mãe também. Mas enfim, o que que eu quero dizer sobre isso?
É da gente eh não se reparar, tu fazer tudo correndo, tudo correndo, sabe? Tudo com pressa, achando que que o amanhã tu vai resolver. Não, agora mês que vem, quando eu receber, vou resolver.
Agora, quando eu receber, eu vou resolver. Sabe? E não é, eu passei por isso, não é?
E por incrível que pareça, foi com meus 40 anos que eu parei, parei de muitas coisas, parei de principalmente me cobrar que eu tinha que fazer isso, que eu tinha que fazer aquilo, né? E como eu tava dizendo para vocês, eu fui dar conselho para essa pessoa, né? Eu disse: "Eu não tô aqui para te julgar, né?
" Só que a gente queria poder entender mais, né? Porque não faz sentido uma pessoa trabalhar em dois serviços com 60 a mais, quase 70 anos, né? Eu não sei se ela quis esparecer a cabeça, né?
A gente não sabe, tem muita coisa interna, mas é por isso que o meu canal é ele fala sobre isso, sabe? de você se olhar pra você, de você se analisar. Tu não precisa é fechar uma lacuna que ficou aberta lá no passado, que alguém te magoou.
Tu precisa viver em paz contigo mesmo, de dizer o que passou, passou, é daqui pra frente, sabe? E a gente também sabe que é difícil, principalmente aquelas pessoas mais assim com mais idade, porque a criação foi diferente, né? O sistema, o ritmo era diferente, né?
Hoje em dia tu vê assim jovens com 18 anos, 20, ganhando milhões, pelo menos é o que dizem na internet, né? E e para nós assim, parece que é tudo difícil. E assim, pode ser pode parecer uma uma história longa que eu vou que eu tô contando, né?
Mas é só para vocês ter uma noção que eu me lembro que que eu falei para essa pessoa, né? Eu conversei muito, muito, muito com ela, falei: "Eu não tô aqui para te julgar, a gente só quer poder entender para te ajudar, né? Porque a gente não tem como ajudar uma pessoa que não quer ser ajudada.
Tu vai, tu, tu precisa te abrir para nós poder ajudar, né? E eu peguei e falei: "Vamos fazer assim, então a partir de agora, vamos cuidar da saúde em primeiro lugar, né? É como eu digo, tem gente que aprende com 30, 40, 50, 60 anos e tem gente que não aprende mais, né?
E a questão aqui não é tu dizer que a vida acabou para ti, não é isso. É tu ser feliz de dentro para fora. E essa pessoa não tem relacionamento com ninguém, né?
Uma pessoa sozinho, trabalha, eh, a, ela esparece a cabeça assim, como ela diz, né? Saindo, trabalhando. Mas o que que acontece quando a gente cai doente?
Não tem assim, às vezes não tem dinheiro que chegue, né? E a questão é que eu tentei conversar com ela para ela poder enxergar, né? A gente sabe que quando essa situação acontece, a questão ali não é o julgamento, é da gente tentar entender e ela fazer diferente dali paraa frente, né?
Eh, aí eu a gente sabe que tem gente que não consegue guardar R$ 50, a gente sabe disso. Mas agora quando tu te abre para alguém, quando tu procura ajuda, né? Porque assim, ó, essa história para mim, como muitas histórias que eu conheço, como vocês também devem conhecer, deve servir de lição.
Não, não deveria, né, assim acontecer, mas deve servir de lição para nós mesmos não cair no mesmo erro. Claro que muitas vezes, como diz o meu pai, né, a gente se cuida da égua e o putranco passa por cima. Isso é verdade, né?
Às vezes tu te previne de umas coisas e às vezes cai no outra, porque a gente não é perfeito. Mas assim, ó, a gente tá num numa era, numa fase, sabe, que eu não sei nem explicar o que que poderia dizer, que a gente tá mais aberto para poder entender. A gente tem a internet, coisas que, né, e minha mãe, minha final da avó já dizer que isso aí não existia.
Então assim, a gente tá numa fase que a gente consegue ajuda até de graça. A gente só precisa filtrar, né, e ver, sentir, botar na balança, como eu digo, isso aqui é para mim, isso aqui não é para mim, sabe? Eh, para mim não fazia sentido essa pessoa trabalhar em dois serviços, né?
Eh, era uma falta de conhecimento, era uma escassez de dinheiro, porque não tinha pessoal, né? Então assim, tu vai o o tu vai destrinchar uma história dessa, tu fica te perguntando. Não é questão de julgamento, a questão é de da gente aprender e ver, ó, eu não quero não quero que isso aconteça na minha família ou comigo, né?
Vou vigiar, vou focar mais em mim. Eu disse para essa pessoa, quem sabe tu tu pode até trabalhar num serviço e no lugar do outro você fazer exercícios, caminhada, algum exercício para saúde, sabe? Algum lazer, conversar com uma amiga, fazer algo que te dê prazer na vida, né?
Aí eu sei que pode ter gente que diga: "Ah, mas de repente é o prazer dela era trabalhar". É, mas e aí quando cai, gente? E quando cai não é questão que que os filhos não vão ajudar, é que entra uma coisa tão forte dentro, aí começa ela se perguntar que que eu faço daqui em diante, porque eu nunca dep.
Porque sabe aquela pessoa que não, eu não peço nada para ninguém, eu nunca precisei de ninguém, eu eu nunca, eu nunca, eu nunca, gente, não é assim. Não é assim. É como eu digo, a gente vive numa sociedade, a gente precisa de ajuda, a gente precisa admitir que que a gente vive numa sociedade.
Eu, pelo menos, se tu não conversa com ninguém, que nem o caso dessa pessoa que eu tô contando, sabe? Tu tu acaba descobrindo coisas que que às vezes tu não consegue ajudar. E eu vou eu vou dizer mais.
Todos ajudaram e mesmo assim não foi o suficiente. Tu acredita? Por quê?
Porque o problema era dela, não era dos filhos, entende? Ela precisava, talvez pelo destino, sei lá o quê, ou por ela estar colhendo as coisas que ela realmente plantou lá atrás, porque tem isso, né? A gente planta e esquece.
E aí a colheta chega, tu precisa colher aquilo ali, né? Então assim, a conta chega e aí tu te pergunta: "Ah, não é? " Muitas vezes a gente não fala assim: "Ah, eu daria tudo para dar para voltar atrás, fazer diferente, né, gente?
Não é perfeito. " Claro, eu já passei por tantas coisas também como muitos de vocês já passaram.