Então, a importância de um evangelista [música] ou um missionário não é chegar num país para fazer turismo, é com visão [música] de almas. Aí eu fiquei três dias numa salinha que não dava para esticar as pernas. O terror, o pavor da guerra me dava medo. Deus me pôs um leito de dor com tumor de câncer [música] no pulmão, no vale da sombra da morte. que eu renovei minha aliança, Falei: "Pai, me dá mais uma chance e aonde [música] tu me mandar eu irei". Não é o meu nome que tem que aparecer. Quem tem que aparecer
é Cristo. Ele é o dono da igreja. Aleluia. O poder de Deus não é emoção. Uhum. O poder de Deus é lágrima. A paz do Senhor Jesus. Que Deus abençoe você, que Deus abençoe a sua querida família também. Sou o presbítero Marco Magno da Igreja Pentecostal Deus e Amor e hoje nós estamos aqui para um podcast especial de Natal. Inclusive que você tenha um bom Natal, você e a sua família. Você sabe que eu sempre estou muito bem acompanhado com a minha queridíssima esposa Andreia Magno. A paz do Senhor, meus queridos. Estamos aqui nessa noite
especial com este programa e eu tenho certeza que Deus ele vai falar com você. Já quero te desejar um bom Natal, um Feliz Natal para você e toda a sua querida família e que você fique conosco porque o programa está apenas começando, né, Mar? Isso mesmo. O programa está somente começando e hoje nós estamos com uma retaguarda muito boa aqui, hein, André? Forte, muito forte aqui. Tá pesado aqui o negócio. Nós estamos aqui com o nosso irmão Alexandre Rúbio, que ele apresenta o podcast Pode Louvar. Paz do Senhor Jesus, Alexandre. Paz do Senhor, pastor Marcos.
A paz do Senhor a todos. A paz do Senhor a todos que estão nos acompanhando aí. Um feliz Natal para você, para toda a sua família. Que Deus te abençoe ricamente e eu tenho certeza que nós seremos muito edificados nesta noite com essa recebendo, né, essa pessoa tão importante aqui que nós gostamos tanto. É, vai ser uma bção, hein, Marcos? Verdade, nós gostamos muito. Já vamos Revelar a nossa convidada especial. A mocidade, a nossa juventude precisa estar representada também, André. Com certeza. E nós estamos aqui com o nosso irmão Gabriel Campos, faz parte do Expansão
Nacional, Internacional também. Paz do Senhor Jesus, Gabriel. A paz, pastor Marcos, a paz, pastor Andreia, também ao meu amigo, irmão Alexandre e a todos que nos acompanham em casa, aproveitando para desejar um feliz Natal a todos, um Próspero ano novo, tomando cuidado com a quantidade de comidas inseridas hoje, né, pastor? Por favor, por favor. É divino esse comentário aqui, hein, pastor? Tem gente aqui no estúdio precisa saber disso aí, mas hoje acho que tá liberado, né, G? Hoje tem alguém se livre, né? Hoje hoje se livre. Hoje pode. Hoje pode. Então nós vamos revelar aqui
a nossa convidada especial que mora no nosso Coração. Nós temos ela aí muito autoestima, muito querida. Amamos muito ela. Tenho certeza que você também que conhece ama muito ela também. Gosta experiências. Tem muitas experiências. Meu Deus do céu. Então hoje ela vai contar um pouquinho aqui. Apresenta ela ainda. Com vocês a nossa querida irmã evangelista Maria Lorena. A paz do Senhor para todos. É uma alegria ter recebido esse convite e com Toda a certeza, numa data tão linda, já alcançamos mais uma noite de Natal. Aleluia! Verdade. Noite de alegria, onde as famílias já se reuniram.
É verdade. E já estão se preparando para o dia primeiro. Verdade. Para o dia 31 também as duas festas que marca o nosso caminho. É uma marca da igreja Deus e Amor e sabemos que estamos todos felizes. Eu viu André. Verdade. Que bção, né? É uma honra ter a irmã aqui e a irmã ter separado esse tempinho, porque a gente sabe que a agenda da irmã Maria Lorena, ela é extensa, né? Então, obrigada pela irmã estar aqui. Vai ser um prazer esse bate-papo, essa conversa. Tenho certeza que a irmã tem muito a nos ensinar, não
é, Marco? É tão extensa que até dezembro de 2025 já tá fechada a gente da M Lorena já, né? De tão extendo. E vamos aproveitar Que as experiências da Malorena tem muita experiência, uma mulher de Deus tem tanta coisa para falar. Vamos ver se o Gabriel cria juiz aqui também aprendendo com as experiências da irmã Lorena, né? Juventude precisa ouvir a juventude precisa ouvir diferente. Faria o possível, pastor. Faria o possível. É verdade, Alexandre. A juventude precisa ouvir? Sim, com certeza. Hoje nós sairemos Daqui mais sábios, mais eh edificados. Mais edificados, com certeza. Pastor, posso
fazer um pedido especial paraos jovens? Claro. Então, jovens que nos acompanham, a pedido, eu vou colocar o seu nome para dar mais peso, tá bom? Pastor? Se eu falar, ninguém vai obedecer. Mas se o senhor falar, então, a pedido e a mando do pastor Marco Magno. Então, eh, Compartilhem, né, este vídeo, mandem para os grupos, mandem para as famílias e mandem nos grupos de expansão também, nos canais e chamem a juventude toda para acompanhar essa entrevista. Tenho certeza que será muito especial. Exatamente. Eu quero começar aqui eh começar do início não dá, né? É, mas
eu quero começar aqui, irmã Lorena, perguntar pra senhora e qual a cidade que a senhora nasceu? Senhor era de Curitiba mesmo? Não, sou no Rio Grande do Sul. Ah, Santa Rosa. Você é gaúcha? Olha só. Sou do Rio Grande do Sul. Na minha cabeça tava que a Molorena era de era de Curitiba. Pensa em Molorena já pensa em Curitiba. Paraná. Muitos anos lá. Eu fui para Curitiba. Eu tinha 5 anos. Ah, sim. Mas toma chimarrão. Chimarão. Ah, olha. Chimarão. É verdade. Eu tô falando errado aqui com o paulistano fala, né? Rapadura gaúcha e chimarão. Chimarão.
E aproveitando também aqui, pode duas perguntas em uma pode ser. Eh, falando de cidade, né? A falou que era do Rio Grande do Sul. Eh, eu pensei que talvez a senhora tenha eh familiares ali no Santa Catarina. Tem uma vez que os irmãos vieram falar comigo, pediram pra senhora ir lá, a senhora foi fazer Um evento, eu acho que é ali Pomerode. A senhora tem familiar ali naquela região? Tenho primos. Ah, tá. Ah, então é isso. Entendi. Que a gente já há muitos anos não se vê, né? Uhum. Mas tem uma parte da família ainda
no Rio Grande do Sul, outro em Pomerode. E assim, eh, eu queria deixar uma pergunta que acho que todo mundo gostaria de fazer, porque uns falam Maria Lorena, outros Maria Lourene, Outros Maria Lorane. Eu já ouvi de tudo, irmã, irmã Lorena, então o seu nome correto que a irmã, né, tá no seu documento e que a irmã também sempre fala, qual que é? Vamos para todo mundo ouvir aqui. É Maria Lourene. Louren gente, a partir de agora difícil de falar. Todo mundo fala Lorena. Então a gente falou errado também diente Do partido deora. Vamos começar
de novo. Irmã Maria Lorene. E é bonito, né? É bonito esse nome. E é descendente do quê? Irmã Lorena, você é alemã? Ah, sou da parte do pai e da parte da mãe também. Ah, que bênção. Você fala alguma coisinha de alemão também? Eu já esqueci. Até 11 anos eu falava bastante, olha. Mas depois foi esquecendo aos pouco, mas quando eu Escuto eu compreendo. Irmã Maria Lorene. Eh, eu vou chamar a senhora de Lorena porque todo mundo, todo mundo conhece como Lorena, né? Descobriu a verdade, persiste no erro. Tá vendo? [risadas] Mas eh, ô irmã
Lorena, eh, a senhora falou da sua infância, com 5 anos foi para Curitiba. Eh, fala um pouquinho da sua infância e também as recordações que a senhora tem dos momentos de Natal em Família, como que era pra senhora? Como que foi esses momentos? A tradição do alemão é se reunir, que todos são muito unidos entre família, o pai e a mãe, eles exige a presença da família nessas datas. Era muito lindo uma infância assim, muito unido com família até uns 4 anos, né? Aí eu tive uma queda de um balanço e deixei de andar. Meu
Deus. Mas Deus É tão maravilhoso. Quando Deus tem uma obra, não importa o tamanho da queda, o que importa é o tamanho da mão de Deus que nos levanta. Eu tenho uma pergunta. A irmã disse que eh tanto por parte de pai como por parte de mãe vieram da Alemanha. Eh, qual foi a maior dificuldade da família nessa imigração para o Brasil? Quais foram as grandes controvérsias? Tempo da guerra que teve a guerra, a Segunda Guerra do Hitler lá, né? Então eles emigraram pro Brasil. Na verdade, meu pai e minha mãe nasceram no Brasil, meus
avô que vieram de lá. Hum, entendi. E aí eles vieram para cá. E por que a escolha do Brasil? Eles emigraram no Rio Grande do Sul e ali a gente se conhecer o pai e a mãe, casar, tiver os filhos. E eu sou grata a Deus porque em tudo eu a gente aprende cada dia um pouquinho, né? Então, sou muito grata a Deus pela Minha família, pela vida das minhas irmãs, meus irmãos, que eu tenho dois irmãos, tinha duas irmãs, agora só tenho uma, mas a gente continua unido, um dando força para outro. Amém. E
a irmã, só a última, pastor, prometo, de [risadas] a irmã já visitou muitas vezes a Alemanha ou não? Nunca foi lá para Já, já. Portanto, que eu fui uma das que abri Alemanha, dei os primeiros passos No país. Alemanha, eu fui de Paris para Alemanha e comecei os primeiros passos, depois veio o pastor, assumiu a igreja, né? E hoje, graças a Bom Deus, temos um bom número de membro na Alemanha, né? Verdade. Irmã Lorena, a senhora falou que teve que ficou sem andar. né? Como que foi esse processo? Conta pra gente. Brincadeira de criança. Uhum.
E a irmã me embalou muito alto com uma certa ira. Jesus que todos estão brincando. E eu queria brincar também, mas me embalou muito alto. Eu fui defender o rosto e caí. Jun, meu Deus. Descojuntei a coluna. Fiquei um ano em coma depois. Meu Deus. Um ano. Senda. Meu Deus. E sofri bastante, mas quando chegou o dia da minha vitória, ninguém pediu. Aleluia. Aí numa criança, eu fiz o voto com Deus. Quando Deus te escolhe do ventre, eu disse: "Pai, se um dia o Senhor me levantar, aonde o Senhor me mandar, eu irei pregar tua
palavra". Aleluia. E ele me levantou. Quantos anos a senhora tinha? Mais ou menos 8 anos. Meu Deus. Ele me levantou e hoje estou aqui fazendo missões. Glória a Deus. Porque nessa época, irmã Lorena, que você teve essa queda, desse acidente, fez esse voto com Deus, seus pais já eram cristãos? Sua família era cristão, Como que era a a religião da família, né? Eles eram católicos. Ah, só que eles eram católicos de ler Bíblia. Hum. E eles eram muito rígidos em seguir. Para falar bem a verdade, aquela época era mais rígido do que as igrejas de
hoje. Meu Deus. E irmã Lorena, e como que se deu então a Conversão, né, da senhora ou da sua família? Foram seus pais que conheceram a Cristo primeiramente? O, a senhora conheceu primeiro e depois foi uma concentração no missionário. Foi primeiro. Ele era bem jovem, tinha pouco tempo a igreja. Foi o primeiro culto de Curitiba. Essa minha irmã que me embalou muito alto me levou. E graças a Deus ele não ele não orou por mim. Ele abriu a Bíblia. No abri da Bíblia, eu senti um balde de azeite quente, muito quente. Desceu na minha cabeça,
foi descendo na coluna, nos braços. Tá. E ali eu me levantei e até hoje a senhora foi levada numa cadeira de rodas, então ali na na praça, colchão pétrico, porque eu não podia, ninguém podia tocar, eu gritava muito, eu tinha muita dor. Colão, meu Deus. Era ali na praça Afonso Botelho, a Praça da Bíblia. Praça da Bíblia em Curitiba, né? É, sim. Essas concentrações marcaram, né, irmã Lorena? Eh, ali o missionário ele viajava pelo Brasil, eram multidões, né, que eu encontro, né? A senhora tem saudade desse tempo? Como que a senhora lembra na sua memória
ali ainda criança? Como que era isso pra senhora? Muitas saudades, porque é em praça que o católico vai. católico muitas vezes ele fica tímido de ir numa igreja, mas em convida ele para ir numa festa de uma praça, convida ele para ir num ginásio, ele se despõe, ele vai. Olha, era tantas almas, era aqueles batismos de 5.000, 7.000. Oh, maravilha. Eu creio, pastores, que um dia Deus pode restaurar esta primeira graça. Eu creio esse primeiro poder. Eu gostaria de fazer duas perguntas. Só um detalhe, pastor. Toda pergunta que eu vou fazer, o Alexandre faz antes.
Aí eu gostaria de saber se você tá colando minha mente, alguma coisa assim. Mas eu tenho duas perguntas pra irmã Maria Lourene, que eu agora eu falo certo. [risadas] Eh, a irmã lembra qual foi o primeiro culto numa igreja evangélica que a irmã foi e como foi esse primeiro culto e também se a irmã lembra da sua primeira pregação e como que foi? Qual foi a sensação? Como que a irmã estava na preparação? Ah, eu quero saber também. Essa veio aqui, pastor. Essa o Alexandre ele não pensou. Foi esse da praça ali. Eu levantei a
mão, aceitei a Cristo. Então foi com o próprio missionário Davi Miranda o primeiro culto evangélico. Mas depois eu tive que trabalhar muito para manter sustentar a mãe. Com 12 para 13 anos já comecei trabalhar, levar o pão para dentro de casa. Lutei muito, mas nunca deixei de buscar Cristo, mas me afirmei mesmo 14 anos. sau, entreguei totalmente a Cristo, renunciei tudo. Portanto, que se você perguntar para mim se eu conheço o Mundo, eu não vou saber responder. Agora, se você perguntar de Cristo, aí eu posso te responder. A segunda pergunta do Gabriel, [risadas] qual qual
foi o primeiro culto que senhora, onde a primeira pregação? Isso, por favor. Obrigado pastor. Primeira pregação vai ser ter vindo paraetô pastor engraçado. Eu era muito tímida. É Até hoje eu só já falei o pastor Julian pregou no mundo inteiro. Ser para multidões e os pastores vem convidar mal Lorena, você vai pregar. Eu dizia pastor esqueci o pr o martelo em casa. Até que um dia Deus cobrou duro. Deus me pôs um leito de dor com tumor de câncer no pulmão. Meu Deus. E no vale da sombra da morte eu renovei minha aliança. Falei: "Pai,
me dá mais Uma chance e aonde tu me mandar eu irei". Aí saí do hospital muito fraca, muito magrinha e falei: "Pastor, agora eu posso pregar." Aí o pastor era muito rígido, olhou para mim, perguntou: "Não quer voltar pro hospital?" Falei: "Não, obrigada". Aí ele disse: "Você vai pregar sábado e será segunda-feira". E quando chegou o sábado, eu quis Recuar, mas eu lembrei do voto que eu tinha feito. Eu fui de banco em banco para conseguir chegar no altar. Meu Deus, eu tremia muito. Eu tinha temor. Eu sabia que era um peso de responsabilidade muito
grande. Mas quando eu cheguei, que eu peguei o microfone, que eu dei o primeiro, glória a Deus, caiu três pessoas endemoniadas. Eita Jesus. E demônios violentos. Imagina a pessoa, a primeira vez que vai pregar já tem que enfrentar, né? Mas ali eu senti um poder de Deus imenso, os pastores atrás de mim, levantei a mão e fiquei bem valente. Senhor expulsou aqueles demônios, fiz uma oração e a primeira revelação foi pro pastor da igreja. Eh, meu Deus do céu, que luta, né? Mostrando que era o Espírito Santo mesmo, né? Já não era mais a irmã
Lorena, já era espírito, porque a irmã Lorena é tímida, mas quando o Espírito Santo de Deus se apoderou, né? Aí ficou se revelou tão profunda algo que só ele sabia. Glória a Deus. Aí ele dobrou o joelho, chorou. Comecei pregar a primeira mensagem. Não só do pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus. Forte. Aleluia. Aí Deus tomou controle daquele culto, teve muita libertação. Foi lindo. Foi lindo. Marcou minha vida. Nós estávamos até conversando aqui em off antes, né, que a irmã Lorene estava na cantina. Ela atendia também
na cantina. Eu lembro que a irmã Lorena estava em todo lugar, ela sempre ajudava, né? Eh, Polivalente e é polivalente. Exatamente. E eu acho que e em cima disso, eu vou até pular aqui a a minha vez aqui. Eh, vou adiantar a pergunta aqui. Eh, irmã Lorena, eh, as pessoas vêm, né, a senhora hoje como uma missionária, uma serva de Deus, viajando pelo mundo, pregando, mas na verdade o seu ministério começou de uma maneira bem simples, como a senhora disse, a senhora servia, né? Eh, A senhora acha que hoje existem a a uma ideia de
que eh as pessoas querem já chegar lá em cima sem primeiro passar por baixo? Eh, a ideia da de, né, estar no nos holofotes. Mas para chegar nos holofotes, para chegar lá em cima, Deus colocar lá em cima, tem que passar por baixo também, tem que começar pelo serviço, né, irmã Lorena? Tem um processo. Eu comecei limpando banheiro, limpando igreja. Olha aí. Era minha alegria deixar a igreja limpa para alegrar os pastores, as esposas. Quando ele chegava tava tudo perfumado, limpinho. Então era minha alegria e para mim não tinha setor. Aonde eu via que havia
necessidade, ali eu colocava a minha mão. Eu apoiei muito e até hoje, irmãos, eu limpo a igreja. Olha aí, Eu arrumo a igreja. Olha aí, e limpo o banheiro também. Eu fiquei curioso para saber, a senhora tem um ministério eh muito forte de libertação e milagres, os dois, né? Mas a senhora falou da libertação no primeiro culto. Qual foi o primeiro momento assim que Deus te usou em um milagre que a senhora olhou, falou: "Meu Deus, Deus tá me usando mesmo. Deus tá me usando. Deus tá me usando no Milagre mesmo. A senhora lembra? Então
a senhora começou a pregar muito nova, né? Sim. Lembro de uma criança, hum, que não caminhava na seuca, fiz ciência física. E eu paradinha no ponto de ônibus, esperando o ônibus para ir pra igreja. Nos do céu. E olhei para aquela criança, olhei pra mãe, aquela criança muito agitada. Peguei na mãozinha da criança. Na hora Que eu peguei na mãozinha, ela levou um choque. Eita glória. Deus. Aleluia! E a mãe começou a chorar, chorar e foi curada na rua ponto de ônibus. Aleluia! Meu Deus! E canso, pastores de andar, pessoas caem possessa. Aleluia! É um
dom muito lindo, só que ninguém valoriza. É verdade. O nosso mal é um só. É, nós queremos aparecer. Tem isso. É, eu tenho a palavra hoje, diminua, deixa Cristo aparecer. Aleluia. A glória é só dele. A Bíblia diz que ele não divide a glória dele com ninguém. Glória a Deus. E quanto mais Deus usa, mais desça. Meu Deus, você quer ser um missionário? cheio do Espírito Santo. Não deixe uma igreja suja. Olha aí. É muito triste. Eu conheço a vida espiritual da igreja pela limpeza. Olha só, quando eu chego numa igreja ou numa concentração Que
eu vejo a igreja abandonada, eu já sei como está a vida daquele pastor. Jesus. Muito lindo o ministério que Deus tem com vocês. A gente tá falando sobre os primeiros milagres que Deus fez, como que Deus começou a te usar. E ainda falando sobre essa fase, eh, como que foi o seu chamado missionário que a irmã acendeu essa chama? Porque daqui a pouco nós vamos falar sobre algumas Experiências que você passou, né, no decorrer aí da sua trajetória, da sua caminhada. E eu queria saber como que você como que despertou, que Deus despertou esse chamado
na sua vida. Essa chama nasceu dentro de mim, vendo a necessidade das almas. Hum. Aquela época era demônios caindo quadras distante da igreja. Esses homens eram tão cheio do poder de Deus que terminava o culto, nós puxava a água do piso, a parede, o fogo, a presença de Deus. Aleluia. Aleluia. O pastor Luiz Rubiu, pastor Lorival, a gente corria quadras, buscar pessoas endemoniadas. Meu Deus! E eu vendo aquele sofrimento, eu me expus a Deus. Eu disse: "Pai, faça de mim segundo a Tua vontade". Aleluia. Porque eu sentia compaixão, sentia amor por aquelas almas. E é
o que eu mais sinto até hoje. Minha visão sempre foi almas. A senhora sabe quantos países exatamente a senhora esteve? Eu sei que foram muitos, né? Eu já perdi as contas aí. É, para quem não sabe, eu cuido é das viagens da igreja, né? Se você não sabe, É, então, mas eu sinceramente eu já perdi as contas. Aí a senhora já contou, parou para contar? Até uma altura eu contei, mas pois eu parei. Passou de 100 já, né, irmã Lorena? Sim. A irmã lembra da sua primeira viagem missionária? E e se sim, qual foi a
experiência, qual foi o sentimento quando a irmã recebeu o convite, quando a irmã estava indo a caminho? O que que a irmã esperava? E quando chegou lá, eh, Foi o que a irmã achou que seria ou foi muito diferente? Como que foi a primeira experiência missionária? E, e depois eu faço a segunda. Respondi essa primeira, se o pastor me permite, engraçada. A primeira viagem, como eu falei que eu para mim não tinha setor, eu cuidava de jovem, criança, eu tava envolvida em tudo precisar, amava fazer pronto. E Deus tirou tudo na minha mão. Fiquei sem
chão, mas não sabia eu o que Tava por ver. Eu tristinha, mas continuava trabalhando, lutando, aonde eu podia eu ia. Aí chegou o pastor da Índia. Hum. Ele disse: "Mã Lorena, quer pregar na minha igrejinha?" Eu disse, prego. Olhei para ele, é longe, pastor. Aí na minha inocência, ele disse, é um pouco longe na Índia, na Ásia. Aí eu termino a base, né? Falei: "Eu Vou, pastor". Aí ele falou: "O missionário mandou fazer teu passaporte. Então a gente vai fazer o passaporte amanhã. Eu vou te levar pro São Paulo para tomar a vacina que só
tinha em São Paulo. E eu disposta, falei: "Mamãe, tô indo pra Índia." Meu Deus, filha, você sabe onde é que é a Índia? Eu disse: "Mamãe, não sei, eu vou Conhecer onde é que é". Então, Deus já tinha me preparado. Ele tirou tudo da minha mão. Muitas vezes eu tenho um conselho. Quando Deus tira algo da tua mão, prossiga. Deus tem uma porta maior aberto lá na frente. Aleluia. Aleluia. Eu creio. Prossiga. Não é motivo de parar. Tirar você de louvar, tirar você das crianças. Continua. continua porque uma porta maior te Espera lá na frente.
Deus. E a segunda pergunta é: como foi esse retorno da primeira viagem missionária? Então, a irmã contou como que foi o convite, como que foi chegar lá, o que aconteceu lá e como que foi esse primeiro retorno da primeira viagem missionária. O que mudou na mente, no pensamento da irmã, da ida para volta. Na ida eu tava aquela época me deu uma leucemia porque eu jejuva muito. Olha, mas eu não falei pastor tô com leucemia não. Fraquinha, aceitei o convite, abracei o convite. Nós somos em sete, fui eu, eu, uma irmã e os irmãos. Tivemos
sete nessa caminhada. Só que quando eu entrei no avião, olha o que é Deus, eu comecei transpirar. Eu transpirei de torcer minha roupa. Meu Deus, olha, foi um milagre. Foi na entrada. Deus queendo. Hum. Eu dei o meu passo e Deus me deu a cura. Aleluia. Aleluia. Quando eu cheguei na Índia, nós ficamos uma noite em Frankfurt e outro dia embarcamos paraa Índia. E quando eu cheguei no país da Índia, ali eu chorei. Não tinha um membro, só tava a esposa do pastor, os três filhinhos dela Sentadinha no banquinho da igreja. A igrejinha era um
quarto. Oh meu Deus. Deus. Eu vi que ela chorou muito quando ela me viu. Eu cheguei e abracei ela e falei: "Não chora, minha irmã, eu vim para ajudar". Aleluia. E ali nós começamos a evangelizar de porta em porta, sem falar o inglês, sem falar o idioma. E tivemos que dentro de um mês o pastor Teve que alugar outro quarto, abrir a parede porque a primeira igreja foi apedrejada. Então tivemos que alugar quartos de hotel para não ser descoberto que era uma igreja. Jesus teve uma grande perseguição. Aí ali nós lutamos, lutamos seis meses. Em
seis meses ele teve que alugar mais dois quartos e abrir as paredes. Jesus Deus Meu Deus. E a obra crescendo, né? Assim como eu pregava para muita gente, eu sei pregar para uma alma, sei pregar para duas, sei pregar para três e sem medo, porque eu sigo a Bíblia, uma alma vale mais que o mundo inteiro. Vale. Verdade. Eu vou, eu tô guardando aqui para a gente vai vendo os processos para chegar hoje na irmã Maria Lorena, que todo mundo conhece, Deus e tem um ministério já confirmado por Deus. Dois Câncer já? Sim, já falou
de dois, né? Já daqui a pouco ela pode falar. Teve mais algum? Não, só passei por esses dois. Primeiro foi paralítica, né? Segundo foi leucemia e paralítica, e paralisia também. Paralisia, sim, né? Meu Deus do céu. Irmã Lorena, eh, o Gabriel já falou, nós falamos da Índia, mas a senhora também teve experiência de evangelizar em um país que estava em guerra civil? Angola. Angola. Como foi isso aí? Da Índia eu cheguei no Brasil, missionário me mandou para Angola. Quando eu cheguei em Angola era quatro paredes, não tinha telhado. Ah, meu Deus. A guerra, os bombardei
derrubaram tudo o telhado. Tá lá até hoje, hein? Amado, o telhado era dois pés de manga e toda hora é uma mangada, né, cabeça. Isso não. A gente ri hoje, mas no momento ali devia ser, né? Devia ser complicado. Os banquinhos pau a pique. Meu Deus. E lutamos porque era guerra, guerra travada, Tanque na rua, tanque, não tinha ônibus, era canueiro que era caminhões por causa das bombas era muito buraco, acabou as ruas, não tinha água. Meu Deus, nós 4 da manhã a gente pegava os baldinhos, ia longe, busca água. Por que que a gente
buscava 4 da manhã? Porque tava mais calmo. Hum. Hum. E tinha uma tocha. Se essa tocha tivesse Aceso, a gente não podia sair. Quando apagava, a gente podia ir. Sofremos muito no país de Angola. Socorri muita criança. É, meu Deus. Foi um sofrimento soldado, só sem braço. Ah, meu Deus. Teve um soldado que me marcou muito. Hum. Até hoje eu lembro, ele foi vítima de um ataque, de uma Bomba. Queimou todo rosto dele, a carne, a pele. A gente via pulsando o coração. Deus só a a os dentes, não tinha mais nada, não tinha mais
a face. Jesus. E quando eu cheguei, o médico olhou para mim e disse: "Só cuida para ele não te tocar, porque tudo que ele pegava na mão, ele moía de dor. Ah, aí eu cheguei para ele, disse: "Jesus te ama, Aceita Jesus." Quando começo a lembrar, para mim é doído. Meu Deus, que situação. Aceita Jesus hoje. Ele tanto tem poder te salvar como ele tem poder em te restaurar. E aquele soldado, quando nós acabamos a oração, tava eu e mais irmãs de Angola junto, nós estava em cinco. Quando acabamos de orar, ele partiu. Meu Deus,
como só se ele tivesse só esperando aceitar, Senhor, a salvação. Jesus. Então, em Angola foi uma batalha trabalhada. Foi muito sofrido, era bombas para todo lado, não tinha água, não tinha luz, mas nada me recuava, nada me parava. Eu tinha aquela chama por almas que eu Tenho até hoje. Amém. Então, a importância de um evangelista ou um missionário não é chegar num país para fazer turismo, é com visão de almas. Verdade. Visão de almas. Eu sei que o pastor Júia já viajou muito. Não vamos um país para conhecer pontos turístico. Se vocês perguntar para mim,
eu não vou Poder responder, porque minha missão é igreja. Aleluia. E dentro de mim a igreja, ela tem gasto para me enviar. Eu tenho que dar o retorno. Senhora, com todo o país que estava em guerra, né? Mas eu já ouvi a irmã falando também que teve que uma vez passou por dentro de uma prisão que a irmã foi presa. Em que país que foi e como que foi? Não, mas tá saindo de Angola. Tinha mais perguntas de Angola, mas tá bom. Ah, certo. Ela tá saindo, eu já sei, ela vai para outro país, mas
tá bom. Continua, continua. Vamos mudar um pouco de país. Daqui a pouco a gente volta para Angola. Que o Marco gostou do Angola. Não, a obra foi forte, né, Angola, né? Vocês deve ter pergunta de Angola também, mas tá bom. Vai lá. Foi Cuba, em Cuba. No caminho de Cuba, eu tive dois sonhos dentro do Ônibus. O primeiro sonho, eu enfrentava dois tigres com uma vara e eu vencia os tigre. Aí despertei, orei e cochilei aquele cochilo que a gente dá nos avião. Deus me mostrou o avião pegando fogo. Ai meu Deus. E eu caía
numa terra seca. Eu vi os pedaços avião caindo. Levantei novamente, orei, pedi a Deus o livramento do avião e fui embora. Quando eu cheguei em Cuba, minha trajetória não era Cuba, minha Trajetória era Barramas. Barramas e mais 13 países paraa frente. Londres e a socorrer a Europa e outras partes. Quando eu pus a planta do pé na escada, os dois guardas me chamaram. Olha, dali eu já fui levado paraa salinha. Os tigres ali eu já fui, acharam a Bíblia. A primeira coisa que acharam foi a Bíblia. Aí não tive escape, me colocaram uma Celinha, ficaram
com tudo, ficaram com a toda a sua bagagem, ajuda financeira que eu tinha, tudo com eles, seguro com eles. Meu Deus. Aí eu fiquei três dias numa salinha que não dava para esticar as pernas. Que isso, meu Deus? Sem comer em jejum ali eles não te dão nada. Que co Nem água, nem comida. Que maldade. Eu fiquei os três dias, mas eu entendi o plano de Deus, porque depois desta grande prova teve uma concentração que todas as igrejas se reuniram porque ele levou o papa. E como ele levou o papa, os pastores tiveram força de
entrar em Cuba. E pela primeira vez, Cuba Havana teve uma concentração de 16.000 Pessoas. Glória a Deus. Ouvindo a palavra. Meu Deus. Todas as igrejas se reuniram. Mas depois de três dias passou um comandante deles e perguntou: "O que essa senhora está fazendo?" Aí falaram que eu tinha Bíblia, tinha era cristã, o que eu estava levando. Uhum. E ele mandou me chamar, mandou me tirar, mandou eles marcar a passagem. Só quando eles saíram para marcar passagem, ele olhou para mim e disse: "Você é uma bem-aventurada. Você está sofrendo por amor a Cristo. Eu também sou
cristão, mas ninguém pode saber." Olha só, meu Deus, Deus enviou um servo dele lá. E naquele dia marcaram minha passagem. Quando eu entrei no avião, eu disse: "Pai, os tigres eu venci e o avião que vai pegar fogo". Chorando muito humilhada, né? Sim. Imagina, nunca passei por tanta humilhação. Três dias na prisão. Servada, gemada dentro de um avião, não é para qualquer um. Jesus, é uma dor intensa. J tava muito fraca. E Ali levei, entrei no avião, orei e falei: "Pai, este avião que vai pegar fogo?" E não deu outra. Ah, quando o avião foi
para pegar a pista, o piloto diz: "Temos que voltar." Ele disse: "Se nós subir, o avião vai pegar fogo". Aia. Aí voltamos pro aeroporto, aguardamos 4 horas, mas a primeira coisa que deram Foi comida. Aí eu já tava livre das algemas, já tava tranquila, né? O piloto tava com meu passaporte, mas estava tranquila. Aí entrei no banheiro, entreguei meu jejum, orei ao Senhor e agradeci pelo livramento. Me alimentei e retornei pro Brasil. Dois dias depois estava eu de volta por via Miami, Miami, Barramas e segui minha jornada. Além, Meu Deus. São tudo isso que a
gente passa, pastores e irmãs, e para todos são experiências que marca a tua vida, que faz você amar a Cristo, faz você sentir tão inútil, saber que muito mais sofreu ele. Profundo, uma marca profunda, né? É verdade. Jesus amado. Meu Deus. Eu não sei se eles querem voltar agora para Angola. Vocês querem para onde agora, gente? Alexandre. Ainda bem que é o Alexandre. Não, eu queria fazer uma pergunta, irmã Lorena. Eh, a senhora citou Angola, citou Cuba, eh, e foram diversos países. Espiritualmente falando, né? Nós sabemos que tem um, tem países que são mais pesados
espiritualmente, né? Qual o país que mais a senhora sentiu peso, né, para pregar o evangelho? Um povo oprimido. Qual foi o país que mais te marcou? São vários, principalmente Moscou. Ah, é Rússia, né? A Rússia é um país muito difícil. Já começa a tua guerra na entrada. Eles são frios. Eles não creem nada. Eles para eles crer, eles têm que ver, eles têm que apalpar, senão eles não crê. Meu Deus. Ali, exclusive um dos nossos pastores apanhou ai A igreja ortodoxo entrou, bateu no pastor, então ele sofreu bastante. Eu tive ali três vezes e moscou.
A igreja teve até bastante membro, mas tudo estranho eiro. Depois não conseguimos mais pastores para enviar. A Polônia, o polonês, ele é muito duro de coração. Só que quando ele se converte, ele é muito fiel. Um país muito difícil também é Ligéria. Hum. Ali eles têm as regras. São países que a gente sofre muito. Se você não entrar em jejum, em oração, você não aguenta a pressão espiritual. Parece que tem muitos muçulmanos ali também, né? Temos muitos muçulmanos na Nigéria, né? Sim, além dos musçulmanos, eles são exterministas, né? Em algum momento ou, né? Em que
momento a irmã teve medo e como que a irmã Superou o medo? Boa, boa. Eu tive bastante insegurança no meio da guerra. O terror, o pavor da guerra me dava medento, mas eu confiava no Senhor. Eu sempre orava e dizia: "Pai, eu não tô passeando, eu não tô fazendo turismo, pai, me cuida". Quantas vezes eu senti o fogo da bala passar e Deus me livrou. Porque eu creio, pastores irmã, que Deus Tem compromisso com aquele que lhe envia. É verdade. É Deus. Deus. E o enviar de Deus não é nós. Eu quero, quero, quero. Não.
Aguarda, espera. No tempo dele ele envia. Porque tantos desiste da caminhada ansiedade? Eu quero, quero. Não faça isso com Deus. Fica tranquilo. Vai trabalhando. No tempo de Deus, ele te envia. Aleluia. Pastor, eu posso me dar mais uma? por favor. Tô esperando a sua segunda. [risadas] Já tava esperando. A irmã falou uma algumas situações catastróficas, né, de guerra, de perseguição, de prisão. E o pastor, o Alexandre bem sabe disso, que grandes livros foram escritos em meio a guerras, né, e muito sobre esperança. Como recomeçar e como ter esperança no futuro vendo uma cena ou vivendo
uma Guerra? Como recomeçar? Como ter esperança no meio de uma guerra? A esperança é que a guerra vai terminar. Aleluia. Aí vem a carência, a fome. Alguém que perdeu as famílias está solitário de você dar um abraço, levar Cristo para aquela alma. Hoje mesmo em Angola, a maioria dos irmãos foram irmãos de guerra, foram irmãos que enfrentaram batalhas ouviram. E nós não brincava, nós era de porta em porta. 7 da manhã nós tudo na rua levando a palavra, dando pomas crianças. A gente avançava muito. Eu sempre gostei de avançar. Eu nunca soube dizer para alguém
para. Eu sempre falo uma só palavra. Siga. Aleluia. Avança, porque a batalha vem, mas a vitória tá lá na frente. Irmã Lorena, e quanto tempo durou essa esse período aí de guerra que a senhora esteve lá? Um ano e dois. Meu Deus, muito tempo. Uma fome, miséria, né? Destruição. Eh, e a senhora ali empenhada, né, em ajudar e a senhora também, né, como como, né, se portar no momento, porque a senhora também tinha as necessidades, né? Acredito que os alimentos se tornam escassos, eh, água, eram momentos de terror ali, né, irmã Lorena? Aquela Época não
entrava oferta porque o povo não tinha trabalho. O povo sobrevivia de alguma coisinha que eles vendiam. Então o que que nós fazia? Jejuava até 10 à noite, todos nós e santo jejum para guardar o dinheiro para ter o alimento. Porque foi destruído tudo, irmãos. Até que entrou exército brasileiro. Olha, A eles reconstruíram as estrada, reconstruíram aeroporto, reconstruíram as usinas de água. Quando chegou exército de paz, o Brasil que a Angola se levantou. Por isso que é importante, a gente orar muito pelo exército. Eles dão a vida deles para defender uma nação que eles não conhecem.
Eu tive uma experiência numa época que eu fazia evangelismo. A diretoria mandava muito para fazer Evangelismo ali no Caribe, América Central. E acho que a senhora deve ter ido na Jamaica já. Já. Já foi pesado demais o país também, né? Muito difícil lá. Eu era jovem ainda. Imagina jovem, né? O senhor já tinha experiência agora jovem como eu. Além da cultura ser chave da que eles têm. Sim, Eles não param de ouvir. Verdade. Eu tive experiência lá e nessa experiência eu lembrava de um de um testemunho que a senhora tinha contado. Eu jovem eh eu
tinha problema lá que eu tinha um demônio lá na pousada que eu dormia e acordava no meio da madrugada o demônio mexia nas coisas no quarto, né? colocar, tava com fone novel, tirava o fone, expulsava. Eu era jovem. E aí eu lembrava lá de uma experiência que a senhora contou uma vez, sei a senhora Vai lembrar disso, eh, que a senhora teve uma visão, a senhora tava orando, a senhora teve uma visão que viu um gigante, um homem bem forte para tocar na senhora, para fazer alguma coisa contra a senhora. Aí ele encostava mele e
gritava, pegava, pegava, queimava ele. A senhora lembra desse dessa visão? Lembro. Isso foi na Índia. Aonde foi? Foi na Índia. A gente estava em jejum. Tava eu, pastora, a esposa e mais duas membra. Uhum. Numa campanha de 21 dia de consagração. Aham. E entreguei o juiz uma meia-noite, fui me alimentar. Só que quando eu deitei na cama, eu vi dois homem. Olha aí. Formato de homem, mas eram demônios. Uhum. os braços imensos, Aparência muito forte e um pegou essa parte do meu corpo para me carregar. Um falou pro outro, vamos esconder o corpo dela. Ela
não fala língua daqui e eles nunca mais vão achar ela. Ela tá dando muito trabalho. Olha, e naquilo que eles tocaram para levar meu corpo, só que a minha alma, meu espírito saiu do meu corpo. Eu fiquei em pé no canto do quarto olhando Com uma experiência assim muito profunda. Eu lembrei disso. E naquilo que eles tocaram, eles largaram o corpo. Tem fogo, tem fogo, tá queimando. Meu Deus. Olha só. Foi a experiência assim muito profunda e entrou dois anjos normal, dois anjos não muito alto com a espada e levou eles pro ar. Quando aquele
anjo voltou, ele apontou Com a espada e o meu espírito voltou pro corpo. Meu Deus. Aí eu levantei, o pastor levantou que ele ouviu o barulho. Pastor e a esposa levantaram, me olharam, tava tudo tranquilo. Só que daí quando eu voltei, eu rei esta madrugada e segura, né? Porque assusta, irmãos. Ah, sim. O mundo espiritual existe, Verdade. Muitos não acreditam, mas mas ele só se revela se você dá trabalho para ele. Eu ficava assustada, mas eu lembrava da senhora falando a experiência da irmã Loren. Então tem que orar aqui, vou clamar. E eu ficava orando
a madrugada toda assustado, mas eu ficava orando. Eu lembrava dessa experiência. É bom, pastor. Teve essa experiência, creio que todos já tiveram. O mundo espiritual é Terror, é tenebroso, mas você só vai ver ele se você dá trabalho. Você não fica com medo não, hein? Tem que falar juventude, malor. Tem que falar juventude. [risadas] Não pode ficar com medo não. Meu pastor tá aqui, eu corro para trás do senhor qualquer coisa. Brincadeiras à parte. Não, vamos juntos enfrentando. Malorena. Eh, eu queria fazer uma pergunta pra senhora que, na verdade, eu acredito que muitas pessoas gostariam
de fazer também, porque é muito visível a intimidade que a senhora tem com Deus. E a gente sabe que a nossa intimidade ela reflete o nosso particular. Quando nós subimos no altar é 10% dali do que a gente que Deus demonstra, né? Mas 90% é construído nos bastidores, né? nas madrugadas, nos jejes, na nas orações. Então, se a irmã se sentir confortável, Se não quiser falar também, não tem problema. Eu gostaria de saber como que é a sua rotina com Deus. Eh, quantas horas de oração, se a irmã hora de madrugada, se a irmã jejua
todo dia, como que você faz para meditar na palavra do Senhor? Se puder contar um pouquinho pra gente, pra gente poder aprender um pouco mais e ver o quanto que a gente tá precisando melhorar também. O primeiro passo É você andar com Deus. Sim. E levar com seriedade as coisas de Deus. Porque eu sempre falo, você brinca com teu amigo, brinca, mas não brinca com Deus. É. E eu nunca saio do quarto sem primeiro começar meu dia de uma duas horas de oração e conforme eu então a senhora não acorda e vai mexer no celular
primeiro. A senhora já acorda e vai orar. Oração. Eu não olho muito pro celular. Olha só. Só olho aquilo que eu tenho que olhar, marco meu esculto, vejo se a diretoria me chamou, se alguém, mas eu não costumo ficar em celular. Amém. Porque eu conheço a Bíblia e eu sei que ele toma o lugar da Bíblia. Hum, boa. Isso. E tem tomado Isso. O tempo que eu tenho para orar. o tempo que eu tenho para ler Bíblia, porque a Bíblia tem que ser estudada. Certeza. E o horário que eu mais estudo a Bíblia de madrugada.
Tá todo no silêncio. Eu tô lá no meu quartinho para ir de orar. Aí eu vou estudar a palavra. Ai, que bção. É o alimento, é o pão, é o poder de Deus. E nunca subo no púlpito sem pelo menos uma hora de oração. Meu Deus, eu tenho que buscar para dar. Como é que eu vou dar se eu não tenho? Olha, é, eu aprendi isso desde pequena. Eu tenho que buscar para andar. Se eu sair de casa um dia sem orar, quem é o culpado? Acontece alguma coisa, eu sou culpada Porque eu não entreguei
meu dia ao Senhor. Eu sempre gosto de orar, pastores. Senhor, administra o culto, administra, Deus milagre. Aleluia. Glorifica teu grande nome. Aleluia. Não é o meu nome que tem que aparecer. Quem tem que aparecer é Cristo. Ele é o dono da igreja. Aleluia. É, eu fico muito triste, pastores, quando eu vejo alguém afrontar a igreja de Cristo. A igreja não é do homem, a igreja é de Cristo. Ele é o dono. Aleluia. É, ele levanta seus líderes para administrar, mas ele é o dono da igreja. Aleluia. E como pode alguém afrontar A Deus? Ele não
tá afrontando a igreja, tá afrontando a Deus. É, a igreja tem dono. Glória a Deus, irmã Lorena. É, estamos aqui aprendendo aqui cada vez mais, né, Loren? Mas eu tenho tantas perguntas aqui. Eh, mais uma curiosidade que eu tenho, né, com relação às viagens, às missões, a questão do idioma, né, como que é, né, de repente a a senhora está num país que fala japonês, daqui a pouco A senhora é enviada para um país que fala russo, depois francês. Como que a senhora lida com isso? alguma experiência que a senhora teve. Eu sei que a
senhora teve experiências até de a senhora Deus usar a senhora para falar no idioma da pessoa, né, do país, né? Olha só, foi na Rússia. Eu cheguei, a fotografia no passaporte era branca. Sou branca, a fotografia ficou branca. Aí o policial disse: "A fotografia é muito branca e falsa". Ohô, meu Deus. E Deus me traduzia em português o que ele tava falando em russo comigo. Jesus, eu entendi tudo. Aí Deus pôs umas três palavrinhas na minha boca. Até hoje eu não sei o que eu respondi. Meu Deus. Aí ele olhou para mim e sorriu. Tou
carimbo e eu passei. Jesus. Jesus. No Japão. O primeiro segredo de você entrar num país é um sorriso. Olha. Chega feliz, chega sorrindo. Aí eu ia entrar fácil. Eu ia entrar fácil, irmã Lorena, porque sabe que eu sou R. Eu ia entrar com dificuldade, irmã Andreia. Não, não ia não. Porque quando você chega com sorriso, eles vem que você não é uma pessoa maldosa. Ah, sim. É o primeiro passo. Eles vão perguntar o que você veio fazer, quantos dias você vai ficar. Aí você responde essas palavrinha e quanto menos falar melhor. Olha aí, dicas. Responda
o que eles perguntam. Dicas valiosas. Sempre um sorriso, porque o sorriso é sinal que você tá seguro do que você tá fazendo. Agora, quando você chega sério, trem, exitos confiam. É dicas missionárias. E para e para se alimentar, né? na rua, eh, no restaurante. Como que a senhora faz, irmã Lorena? Alexandre é um segredo. Muitas vezes eu deixei de comer. Ô Jesus, olha só, Porque é difícil, né, Molena? Às vezes não entendi. Meu Deus, só abaixava a cabeça, segue o caminho. Meu Deus, meu Deus. Ó o que o missionário passa. Nem assim a senhora desanimou,
né? Mesmo com essa dificuldade da barreira da língua, a senhora não desanimou, né? Deixa o meu querido Gabriel aqui. Então, agora nós vamos praticamente pra Última pergunta aqui. A rodada vai encerrar aqui com a juventude, representando a juventude da igreja, já que ele fez a maior parte das perguntas que finaliza governo juventude da igreja falando com a missionária. Vamos já, já que é a última, né? Eh, se a irmã estivesse escrevendo um livro, uma autobiografia da da irmã mesmo e a irmã precisasse colocar qual é o maior segredo da vida. E também qual é a
maior lição da vida? Qual seria o maior segredo da vida e o maior lição da vida? Perseverança. Glória a Deus. É a palavra chave. Se nunca pode entregar o arato. Olha aí. O alvo é o céu. E é para lá que nós vamos. E se o nosso alvo é pro céu, não podemos parar, Não podemos fazer como terá fez. Chegou até a metade do caminho e parou. E Arã, o caminho era Canã. Quando você separa Deus, tem outro preparado. Então, sigo o alvo é Cristo. Não importa que um pensa, que outro pensa, não. Está servindo
a Deus. levanta a cabeça no meio das batalhas, no meio da guerra, no meio das afrontas, Porque uma árvore que não tem fruto, ela nunca vai ser apedrejada. É, se tão te apedrejando, é porque você dá fruto. Continua. Aleluia. A palavra para mim não existe. E Deus conhece. Eu faço com muito amor. Eu amo fazer o que eu faço. Glória. Amo minha diretoria. Amo a irmã Irene, o pastor Lorival. É um mestre até hoje. Aprendi muito com ele, com o pastor Luís Rúbio. Aprendi com todos, pastor, e tenho um amor por eles como se fosse
minha família. Que bção. Porque algo que Deus falou para mim, tudo que a diretoria determina não é eles, é o Senhor. Ele só um canal. Aleluia. querem ser abençoado, nunca bata de frente com as diretorias, Porque são os pilares que Deus levantou para cuidar da sua igreja na terra. Amém. Glória a Deus. Não tem a segunda não, né? Janta finalizou. [risadas] Ô Marcos, eu fico pensando, né? Muitas pessoas, né? Brigando por coisas tão pequeno, né? É verdade. Eu acho que hoje a gente teve um senso de vida maior, né, Al? E a gente vê que
Coisas mais importantes, muito mais, né? Muitas vezes ficar sem comer, estar numa guerra pregando, levando a palavra de Deus e muitas vezes as pessoas preocupadas com coisas tão ínfimas, né? Sim. Tão superficiais. Você acha que hoje alguém ia aguentar um o dos obreiros de hoje, essa geração de hoje, será que algum ia aguentar ser humilhado, entrando no avião algemado ou não conseguir comer? uma viagem. Exatamente. É, até a gente também. Poxa, tô tão de preciso ser crente mesmo. Preciso. É verdade, é verdade, pastor. Preciso repensar muitas coisas. Então, irmã Lorena, quero agradecer a senhora. Amém.
Tá bom, por estar conosco aqui e abrir um pouquinho aí do seu ministério, falar um pouquinho da da sua intimidade, da sua vida, compartilhar experiências aqui. E eu quero pedir pra gente Finalizar com uma oração da senhora. A senhora pode fazer uma oração, tá? É uma oração pela juventude representada aqui pelo nosso querido aqui atrás de mim, pelos nossos obreiros novos, missionários que ouviram aqui, né, e estão tem esse sonho, né, são vocacionados, t esse sonho de fazer a obra missionária do jeito que a senhora faz, eles querem fazer também. A senhora faça uma oração
por ele, pelas famílias que se reuniram, estão reunidas ainda no Natal, né? Queria pedir uma oração pra senhora. Então, pra senhora fazer essa oração por todos. Nós vamos orar, mas eu quero dar um conselho. Sim. Vamos lá. O poder de Deus não é emoção. Uhum. O poder de Deus é lágrima. Aleluia. Quando Deus se manifesta, você não resiste tuas lágrimas. É ali que você sente que você é pó. Se não é nada. Quem é? É Deus. É tudo seja paraa glória dele. Tudo, tudo, tudo isso hoje tem um conselho. Nunca entrega o que Deus põe
na tua mão. Aleluia. Sim. No tempo dele, ele próprio vai te mover. Esse é o meu último conselho. Oramos ao Senhor. Senhor, eu te louvo, Pai, por cada Palavra, meu Deus, pelo teu grande amor. Pai, eu reconheço que eu não sou digno da tua misericórdia. Pai, eu te louvo pela vida dos teus filhos com tanto amor. Pai, eu estou diante de pastores experiente e eu creio, meu Deus, que o Senhor é socorro bem presente na hora da angústia. Abençoa as famílias da terra. Ah, Senhor, livra aquele que está batido, angustiado, aquele que já não tem
mais nenhuma esperança. Socorra as almas pela tua misericórdia, Pai. Aquele jovem que está no mundo da droga, pai, ele não vê uma saída, ele não tem força, Senhor. Mas a tua palavra me revela que tu és o libertador. Liberta os escravos do vício, Liberta os escravos da prostituição, liberta os escravos dos jogos, meu pai, lembra do teu grande amor, meu pai, socorra as almas perdidas. Recompensa, meu pai, o pastor Júlios e mais pastor Osmar, Senhor Antônio lá no Peru, meu pai, recompensa o pastor Marco, a sua querida esposa, o cantor Alexandre e os demais irmãos.
Senhor, recompensa nossa querida irmã Irene Miranda, o pastor Lorival de Almeida. Pai, dai-nos alegria de ver o teu filho pregando, assim como ele pregou, meu pai. Dai-nos alegria de ver a cantora Débora, meu Pai, levando a tua palavra, as almas perdidas, Senhor Jesus, abençoa toda a diretoria. O pastor Jorge Tenório abençoa, a pastor Marena, o pastor Milton, a Regiane, a irmã Ilsa, os demais, a diretoria que eu não citei, meu pai, recompensa teu povo, os Técnicos ora, Senhor, aqui, Pai. Que coisa linda ver esses jovens, meu Pai, trabalhando na tua obra, meu Deus. glorifica teu
grande nome, pai. Abençoa o culto, meu Deus, do dia 30 a 31, meu pai, do dia primeiro, meu Deus, envia as almas perdidas, Pai. Conceda, Senhor, a tua vitória. É o que nós te pedimos, te agradecemos em nome de Jesus. Amém. Amém. Graças a Deus. Louvado seja o nome do Senhor. Muitíssimo obrigado mais uma vez, irmã Lorena, por aceitar o convite, tá bom? E passar um pouquinho das suas experiências para nós e para todos que acompanham aqui. Muito obrigado. Ah, tá bom. Nós amamos a senhora. A senhora falou que ama a diretoria pros irmãos. A
recíproca é verdadeira. Nós amamos a senhora também. A senhora mora no nosso coração. Que Deus abençoe. Pastor Marcos, pastor Alexandre. Amém. Nossa querida ir Andreia. Jovem, Deus abençoe. Recompense. Vamos fazer a despedida então aqui. Gabriel, Alexandre, André e eu. Gabriel, despedida. Então, feliz Natal a todos. Que Deus abençoe vocês, a casa de vocês, a família de vocês. Agradecendo ao nosso pastor, meu pastor, pastor Marco, por nos permitir estar aqui. Pastor Júnior. Eu posso Mandar um beijo para minha esposa, pastor? Recém casada ou preciso, né? Da ele eu te amo. Você é o amor da minha
vida. Beijo. Deus abençoe meus irmãos. Obrigado, irmã Lorena. Tenho certeza que eh todos nós aprendemos muito com essas experiências e vamos sair daqui edificados. Eh, quero mandar um beijo para minha esposa, para minha filha. Não tá copiando, pastor? Não pode. Tá me copiando. Que Deus abençoe a todos. Deus abençoe você que está nos assistindo. Que você tenha eh uma noite repleta de bênçãos e vitórias. E eu tenho certeza que você também está saindo edificado aqui, minha queridíssima esposa. Eu quero agradecer a Deus por essa oportunidade, essa companhia maravilhosa dos meninos aqui com a gente, a
irmã Lorena, do meu digníssimo esposo e que Deus abençoe a sua família também. Podcast especial de Natal. Finalizamos Por aqui. Que Deus abençoe você, que Deus abençoe a sua família, tá? Um feliz Natal. Estamos finalizando aí o dia do Natal. Tem mais um pouquinho aí do feliz Natal para você, para toda a sua família. Que as bênçãos de Deus venha sobre a vida de vocês. Muito obrigado pela sua preferência, pela sua companhia. Ficamos por aqui. Deus te abençoe. He. [música] [música] [música]