Vamos aqui paraa aula dois, como o corpo produz energia. Bom, a gente tem uma molécula que é a nossa moeda de energia, que basicamente ela é a moeda de energia de todos os seres vivos. E a partir dela a gente consegue fazer o corpo consegue fazer os processos que precisam de energia.
Toda vez que tem um processo, essa molécula está presente nesse processo, fornecendo energia química para que aquele processo funcione, aconteça. A molécula de TP, ela é composta de três grupos fosfatos ligado a um grupo ribose e um grupo adenina. Por isso o nome adenosina trifosfato, adenina trifosfato e a partir da hidrólise dessa molécula é liberado a energia.
Então a gente tem a nossa molécula de ATP aqui. Isso daqui por ser uma molécula extremamente instável, porque a gente tem três grupos negativos. Quando acontece a hidrólise, meio que libera uma energia, essa molécula funciona como uma mola e é liberada uma energia a partir dessa mola.
E essa energia é utilizada para as nossas tensões vitais. processo, o os produtos da hidrólise é o ADP mais o fosfato inorgânico. E essa reação ela é é utilizável, ela é reversível.
Então a gente tem o nosso corpo, a nossa máquina da vida, ela é ela tem um desafio que é manter esse estoque de ATP estável. Eh, normalmente para uma pessoa de 70 kg, com 30 kg de massa muscular, a gente tem menos de 100 g de ATP armazenado no corpo. Isso acontece e isso se fosse depretado, eh, sem a reposição, ia durar apenas 2 a 3 segundos e a gente ia morrer.
E o que acontece durante um exercício intenso, essa quantidade aqui, ela vai aumentando, ela ela é ela é sintetizada numa numa intensidade, numa numa quantidade, numa velocidade de 15 kg/ minuto. E a gente tem três tipos de vias energéticas que podem repor esse ATP. Então a gente tem a vida do ATP PCR, que é fosfagênio, é de alta potência, curta duração, utilizado, por exemplo, em sprints, porovas rápidas, hipertrofia.
Temos o sistema glicolítico, que é de média potência, média duração, que também é um exercício intenso. Então, por exemplo, eh, seriam prova de 400 m na no olimpíada, 400 m e oxidativa aeróbica de baixa potência e longa duração, que é utilizado, por exemplo, em provas de maratona, em, eh, exercício de longa duração, caminhada ou até mesmo quando a gente tá em estado normal. Então, todos esses essas vias aqui elas geram ATP para manutenção desses níveis de ATP.
Então, vamos lá. Vamos lá. A via anaeróbica PCRP, a primeira via é a via de rápida duração.
Ela então acontece da seguinte maneira. Quando começamos a fazer um exercício de alta intensidade, há o aumento da quantidade de ADP na musculatura. Com isso, essa reação que é extremamente sensível acontece por meio da creatina sinales.
Essa enzima aqui o PCR se liga o ADP, que forma o ADP, o ATP mais a creatinina livre. Essa via aqui tem a característica de ser rápida, anaeróbia, de alta intensidade, curta duração, porque os estoques de PCR não duram muito tempo, duram ali no máximo 30 segundos e elas servem para repor o estoque de ATP na musculatura. Vamos deixar que isso daqui replete-se completamente.
É uma reserva rápida, tem a ação da enzima criatina quinase e é por ser rápida e limitada, ela precisa, ela dura pouco tempo e a e a reposição acontece durante o repouso. Essa reposição ela acontece ali para voltar 100%. é 20 minutos.
Quando você tá fazendo um treino de força na academia, é utilizado basicamente essa via aqui. Durante 5 a 30 segundos ali, você usa essa energia e para recuperar demora cerca de 20, mas os treinos de força, a pessoa utilizam 5 minutos ali de descanso e recupera cerca de 95% dessa PCR. Por isso que quando você treina para ganhar força, você utiliza esse tipo de metodologia, que é a utilização de baixa repetição por causa desse tempo aqui e uma grande quantidade de descanso para repor totalmente ou quase totalmente o PC.
Bom, para dar uma olhada agora nesses dois outros sistemas, glicolítico e o oxidativo, preciso dar uma introdução da glicóle. A glicólise, como o próprio nome indica, é a quebra do açúcar. Então o açúcar depois que é metabolizado, depois que ingerimos carboidratos na forma de amíbido, na forma de açúcar, na forma, enfim, o carboidrato, ele é quebrado até chegar na forma da glicose.
A glicose, por sua vez, ela consegue entrar diretamente na célula. Quando ela entrar na célula, ela é fosforilada. Essa foss, meu Deus, essa fosforidização, ela é importante para que essa glicose ela não saia da célula mais, porque a célula não tem um transportador de de glicose fosforilada e aí ela consegue ficar lá dentro sem dispender mais energia.
E a glicólise, ela serve basicamente depois de passar por esse processo para transformar a glicose em piruvalto. O saldo energético dessa transformação é de dois ATPs. Por quê?
Porque a glicose ela produz, ela precisa de dois ATPs para chegar até o gliceraldeiro três fosfato. E a partir daqui que é a fase de pagamento, a produção de 2 N de H. Isso, esse elemento aqui, ele vai ser utilizado na fosforização oxidativa e quatro ATPs.
Então, fazendo o saldo, a gente tem quatro ATPs aqui, menos dois ATPs aqui. O nosso saldo energético do processo de glicólise é 2 NADH e 2 AT3. Agora que a gente já viu a glicólise, então agora que a gente já viu como a glicose chega no piruvato, a gente pode entrar na explicação da glicose anaeróbica, que é a glicose é a geração de energia sem oxigênio com uma produção de lactate.
Essa produção ocorre no citoplasma, é rápida, mas é pouco eficiente, só produz dois ATPs. e a produção do ácido lático. Esse ácido lático é aquela sensação de queimação quando a gente produz, quando a gente faz um exercício muito em tempo.
Então, lembra aí da última vez que você fez um exercício na academia, você deu uma corrida do seu músculo começou a queimar, é por causa da produção do ácido ágico, porque o seu corpo quis produzir energia de uma maneira rápida e esse é a maneira que ele encontrou. Então, é exercício de alta intensidade curta doção de 30 a 2 minutos. Então o piruvato ele tem dois, ele tem duas saídas, né, dentro do corpo humano.
Ele pode ir paraa fermentação lática e também durante a fermentação lática tem a reciclagem do NADH para NADH+. O nad H+ ele é utilizado nesse processo aqui da conversão do gliceral do 3 fosfato por 1,3 bisfosfato glicer glicerato. Se não acontecesse essa reciclagem aqui, a glicólise ela não ia acontecer e a gente não ia produzir mais energia.
Por isso que essa produção aqui é importante para gerar energia rápida. A energia da fermentação lática, da glicose ameróbica, ela é só desses dois ATPs gerado da glicose piruvo. Daqui para cá, do piruvat pro lactato, só tem essa reciclagem aqui que serve para voltar pra glicólise.
é o meio, é o meio que o corpo utilizou, o corpo achou para que a gente consiga produzir energia de uma maneira rápida e, infelizmente com pouca eficiência. Além disso, o piruvato também tem essa essa linha aqui, essa esse sentido, ela pode ir para acetilco A e o acetilco A, por sua vez entra no ciclo do ácido cítrico, onde ele completamente ele é completamente oxidado a CO2 e água. No ciclo do ácido cítrico, é onde acontece a oxidação aeróbica.
É onde acontece a oxidação aeróbica. A oxidação aeróbica, ela é a partir do ciclo do ácido cítrico, em que o piruvato é transformado em acetilcoa. E aqui temos o nosso ciclo.
Basicamente o ciclo do ácido cítrico, ele serve para produzir essas esses elementos, o N de H+, o NA de H e P de H2, que são transportadores de elétrons que vão servir para produzir o ATP na cadeia transportadora de elétrons, que é onde vai gerar a maior quantidade de energia, vai utilizar o O2 e vai liberar CO2 e aqui acontece efetivamente a oxidação. da glicose. Aqui tem as os elementos.
Esses elementos são transportadores de elétrons. E esses transportadores de elétrons, eles vão fazer a força eletromotriz na mitocôndria. Então, com a força eletromotriz criada, há um grande gradiente de prótons na matriz, na no espaço intermembrano da mitocôndria.
Esse essa força potromotriz, ela gera o movimento para fornece energia para ATP pela ATP sintase. Essa ATP sintase ela vai rodando. Enquanto ela roda, devido a essa força gigantesca aqui, ela consegue sintetizar novos ATPs a partir do ADP.
Deixa eu ver se tá faltando mais alguma coisa. Esse processo aqui é bem complexo, tá, gente? Eh, eu não vou entrar muito em detalhes porque não vai ser necessário para esse curso, mas se vocês quiserem dar uma olhada depois, eu recomendo o livro o Lend, porque ele explica muito bem.
Acho que foi o melhor livro que eu achei disso. E, enfim, se vocês tiverem curiosidade, recomendo. Então, a contribuição energética versus o tempo.
A gente tem que todos esses sistemas, tanto o ATP, PCR, quanto a glicólise, quanto o oxidativo, que é a fosforização oxidativa, eles iniciam sempre ao mesmo tempo que a gente começa a fazer um exercício. Então a gente começou a fazer os três são ativados, só que eles produzem energia numa velocidade diferente. Então a PPCR vai produzir energia muito rapidamente e dura ali no máximo 30 segundos.
A glicólise ela vai demorar um pouco mais para produzir a quantidade de energia e ainda produz energia, só que ela dura ali cerca que de 2 minutos e começa a decrescer, a decair. E o sistema oxidativo é o que mais demora para engrenar, só que é o que mais produz energia. Então, ao longo do tempo, se você for fazer um exercício de longa duração, esse daqui vai ser utilizado o sistema oxidativo.
Se você fazer uma um exercício de curta duração, como por exemplo um sprint, como por exemplo a prova de 100 m, o ATPCR vai ser o sistema utilizado. E se você for fazer um exercício de média duração, como por exemplo, eh, uma corrida 400 m, vai ser utilizado esse daqui, a glicólise, a glicose, o sistema glicolítico anaeróbico, onde tem a produção do lactopat. E aí a gente consegue associar esses tipos de esse essas vias energéticas com as fibras musculares.
Então as fibras do tipo um elas têm predominantemente o metabolismo da oxidativo, o aeróbia, ou seja, esse daqui que utiliza um círculo ácido cídrico. E além de ter a mitocôndria, elas possuem uma alta resistência à fadiga, uma densidade mitocondrial alta. Por isso que esse essa esse tipo de fibra tem esse metabolismo principal, porque esse tipo de metabolismo ocorre na mitocôndia.
E a gente tem que os exemplos de atletas são os maratonistas e os músculos exemplo pode ser os músculos de estrutura. Então os músculo que segura ali, então o sólidos, que é um músculo antigravidade, que ele fica atrás da do osso e entre a batata da perna, ele serve para segurar. Por isso que ele tem muita, ele tem que durar muito sem fadigar, né?
Porque se a gente começar a andar por muito tempo, a gente consegue as cívros tipo dois são tem um metabolismo principal glicolítico, tanto o glicolítico quanto o PCR ATP. tem uma resistência de fatiga baixa, moderada. O glicolítico, a fibra do tipo 2A, que é do glicolítico, elas existem mais do que a tipo as fibras do tipo 2x.
Tem uma baixa densidade mitocondrial e elas estão presentes ali em atletas de sprinter, em as plantas de sprinter e bodybuilder. Então, uma corrida de 100 m vasos e o bodybuilder que ele faz um esforço rápido. Por isso que também tem a diferença entre o biotipo desses atletas aqui.
Os maratonistas em geral eles são mais magrinhos porque essas fibras elas têm uma quantidade menor de de volume. Já esses dois atletas aqui eles são mais fortes, mais musculosos, porque essas círlulas têm um calibre maior. e músculo exemplo é o gastrinâ que é a batata da perna, que é um músculo utilizado para explosão.