essa essa galera que tá nesse grupinho Índia, China e Brasil, a gente pode desviar as nossas exportações para eles. Só que aí o que que acontece? Se eles desligarem o Swift e talvez até desligarem o GPS, que ainda tem essa questão, >> a China ia oferecer esse serviço pra gente e já está, isso já meio que tá acontecendo, porque ontem chegou o Union Pay ao Brasil, que é o sistema chinês de pagamento.
Quando eu olhei, você viu isso? >> Não vi. foi ontem com vinculado a uma fintec nacional que vai oferecer esse serviço e eles estão programando para até o final do ano já ter serviço cartão de crédito, porque o que acontece na Rússia, por exemplo, e aí em vez da gente ir no caminho Colômbia, a gente se for paraa Rússia no visa e Mastercard não funciona mais aqui.
E aí como é que fica? Aí vem o CIPS, que é um sistema chinês, e mais o Union Pay para fazer esse pagamento. Só que aí o que que acontece?
a gente fica na mão da China, meu irmão. A China tá com alguns problemas porque eh o crescimento chinês tá abaixo do esperado, tem alguns algumas questões internas também complicadas. Então, se a gente ficar dependendo da China e a China meio que der uma pipocada, a gente vai pro vai pro saco junto.
Então, esse é o cenário do Brasil dar uma quebrada. a gente teria que se desligar completamente dos Estados Unidos, o que tudo aqui que a gente tá falando é muito improvável, a chance é mínima, mas é, se você me perguntasse, Daniel, qual seria o cenário pior, pior podrão que poderia dar uma quebrada? É esse cenário da gente ser desligado do comércio internacional, eh, substituir o nosso sistema de pagamento pelo sistema chinês e a China ter alguma dificuldade econômica e uma crise lá resvalar numa crise aqui.
Seria essa dificuldade. Mas lembrando, é um cenário altamente improvável. O mais provável é que seja um cenário, uma crise mais light e daqui para frente, quem sabe se os Estados Unidos conseguiram chegar a um acordo comercial até com a China, pode chegar com o Brasil também, né?
Então, pode ser que haja um meio termo. Essa essa é a esperança. Mas eu acho muito prudente às vezes a gente viver um lema que é espere o melhor, mas prepare-se para o pior, né?
Para você não ser pego de surpresa. Você não vai se ficar igual maluco, mas você pode, pô, cara, se acontecer, eu tenho um planinho já. Não vou botar dinheiro nisso nem nada, mas já pensei sobre isso.
Eu acho que vale a pena pensar nesse momento. Agora, se a gente tiver outros fatores, né? Tem pessoas que acham que as tarifas americanas podem quebrar os Estados Unidos, podem quebrar o mundo.
Se a gente pega, por exemplo, eh, eu sempre parto daquela ideia, né? Quem não conhece história está fadado a repetir os erros do passado. Essa ideia de tarifa é uma ideia que Napoleão Bonaparte usou quando ele fez o bloqueio continental contra o Reino Unido, né?
Que que ele falou, ó, ninguém vai poder mais comercializar com o Reino Unido para sufocar o Reino Unido. O que que ele fez? Ele quebrou a Europa e quebrou a França.
Ele tentando quebrar o inimigo, ele se quebrou. E aí começou o contrabando, começou o mercado paralelo, a galera começou a fazer o Portugal, a família real veio pro Brasil, continua fazendo esse comércio. Então assim, isso já aconteceu algumas vezes e ao contrário do que o Scott Berson, que é o secretário do tesouro, diz que tarifa é deflacionária, vai baixar o preço porque as empresas vão voltar paraos Estados Unidos e aí vai ficar tudo mais barato.
Só que, pô, até a empresa voltar e ficar mais barato. >> Aí tem uma infra, né? É, especialmente porque assim tem coisa, apesar dos Estados Unidos não importar muito assim em em comparação com todas as importações dos Estados Unidos, a gente é pequeno, eh a gente a gente exporta para eles um uns itens que são as os americanos estão acostumados já, tipo café e laranja, >> né?
Que são coisas assim, [ __ ] café e laranja, que que os caras tomam no café da manhã? Ô, café, suco de laranja, né? Sim, padrão.
Então, >> consumo gigante, >> no mínimo. Eu suponho que o preço desses desses produtos aí vai aumentar pros caras ali, >> pode dar uma >> por volta dos 50% também, né? Porque o cara ele vai comprar, ele vai segurar, vai morrer nele.
Nunca vi isso, né? Ah, que nem que nem a taxa da blusinha lá. Não, vamos tá achando.
Estamos taxando. É a plataforma, mas quem paga é a gente, [ __ ] >> Quem compra, né? >> É.
>> Então, eh, fico pensando se isso também não atrapalha o próprio governo Trump. O que que tu acha que tá passando pela cabeça dele, cara? Cara, aí aí assim, eu vou para um cenário mais curupira aqui agora, tá?
Eu avisei que é curupira. >> Não, mas já te perguntei essa esperando. >> Existe interesse do Trump de quebrar os Estados Unidos também, pô.
Ele tem um interesse. Ele falou isso no início do governo. Ele falou: "Se o Jeron Powell, que é o diretor do Banco Central Americano, não baixar a taxa de juros, a gente vai criar uma reão para ele ser obrigado a baixar.
" Olha a maluquícia do raciocínio. Então isso já tava sendo falado antes da posse dele, depois da da eleição. Ano passado, a galera tá falando: "Trump vai querer dar uma quebradinha nos Estados Unidos para poder dar uma volta por cima e fazer o famoso pump and dump, né, que é você joga lá no lixo, compra tudo barato e depois joga para cima de novo.
Parece que tem uma estratégia dessa, por quê? Os caras têm trilhões de dívida americana para pagar. E a estratégia deles para pagar a dívida é criar uma recessão global, fazer com que o maior detentor de dívida americano hoje, que é o Japão, eles sejam o Japão o maior detentor segundo é a China.
Então, >> fosse a China, >> o Japão tem muito título da dívida americana. Aí o que que acontece? Se você tiver uma uma escassez de dólar, que é no nas finanças, ele chama teoria do milkshake do dólar, é quando os Estados Unidos tomam algumas medidas que fazem com que os os dólares voltem paraos Estados Unidos.
por exemplo, uma um cenário de incerteza global, os caras tiram o dinheiro de país emergente com medo do país quebrar e manda o dinheiro de volta paraos Estados Unidos. Quem tava com dinheiro investido em moedas de país emergente volta pro dólar, né? A galera corre porto seguro.
Então isso é a famosa teoria do milkshake do dólar, que é como se você sugasse o dólar num canudo, né? Então sugando o dólar e você tendo nesse nessa estabilidade um aumento do petróleo e o petróleo ainda em grande parte é comprado com dólar, né? famoso petrodólar.
É isso, o mundo inteiro tem que primeiro comprar o dólar para depois comprar o petróleo. >> E o Japão não é autossuficiente petróleo e é muito, a economia japonesa é muito sensível à questão do petróleo. A economia japonesa já tá fragilizada porque eh no Japão tem um negócio chamado que o mundo faz a partir da economia japonesa, que é o carry trade.
Carry trade é quando o Japão tinha juro zero. Aí que que o malandro fazia? >> Pegava dinheiro imprest, >> cara.
pegava mil devolver depois de 10 anos o mesmo milão. Só que ele pegava 1 milhão e aplicava em país emergência estava dando 15% de juros. Pô, Brasil tá com 10,5%, tá com 15, não, agora é 10, né, se não tô enganado.
Então, eh, só que isso só dá certo quando juros fica baixo no Japão. Se você pega uma fortuna no Japão achando que vai devolver igual e ele sobe juros, aí aí essa carta, essa House of Cards aí desmorona. Essa casa das cartas aí bem baixo.
O Japão tá começando a subir juros, meu irmão. Isso já gera uma maluquí no nesse sistema financeiro, porque tem trilhões de dólares envolvido nesse carry trade. Mas se o petróleo sobe, aí que que o Japão vai fazer, cara?
vai ter que caçar mais dólar para comprar mais petróleo para pagar mais caro. E se não tiver dólar, meu irmão, se os Estados Unidos tiverem chupado o dólar todo, eles vão ter que vender os títulos da dívida para transformar em dólar para poder comprar petróleo. Então é uma estratégia maquiavélica de quebrar o mundo, mas fazer com que os Estados Unidos consigam reaver ou reatar, retomar o controle sob a sua própria dívida.
E aí depois disso tudo numa crise, sempre quando no movimento do mercado tem uma crise, baixa a taxa de juros para aquecer a economia. Então teria um contexto favorável para baixar os juros, a dívida americana ia ficar muito mais barata, eles iam pagar mais barato e assumir o controle da sua própria dívida. Então, quebrar propositalmente o mundo é uma coisa insana, mas isso tem sido falado ipses líteres pelo Trump desde o início do governo.
É porque não circula muito esse tipo de ideia porque é contrainttuitivo. Você fala: "Não, ele quer que o os Estados Unidos seja próspero". Não, ele quebre, mas tem o interesse de dar uma quebrada para no final das contas o mundo quebra, o dólar vai lá em cima, o dólar fica super valorizado, eles imprimem uma tonelada de dinheiro de novo para pagar a dívida e aí conseguem pagar a dívida enquanto o mundo eh passa o sufoco e os Estados Unidos se recuperam mais rápido e vão virar os donos do planeta Terra, continuando nessa ideia dos Estados Unidos ser uma potência unipolar global.
>> Aham. E nessa ideia também, eh, eh, o por isso que ele gosta ou não gosta muito da ideia do quando a gente começa a falar em fazer trocas usando outras moedas, né? >> Nunca nem nunca nenhum presidente gostou de e várias guerras começaram por causa disso.
Isso é se você quer arrumar em cré Estados Unidos, fala que tu não vai usar mais o dólar, meu irmão. E é o que tá sendo falado, né? Os bricks a proposta é isso, né?
>> Bricks é o grupo dos países emergentes que não quer o mundo unipolar comandado única e exclusivamente pelos Estados Unidos. Eles querem um mundo multipolar com várias zonas ali, né, de potências regionais governando em em simultaneamente. >> Mas não é também a China querendo de certa, porque assim do Brix inteiro que tem país para [ __ ] agora >> tem agora tem 10 aí vai entrar mais gente, >> vai entrar mais gente.
É do Brix inteiro aí quem quem é potência para valer é a China. >> É a Rússia com potência bélica, mas tá enrolada com a Ucrânia. É, tá lá com >> a Índia tem a sua expressão também, né?
>> Mas a China é um outro patamar. >> A China é, a China é o grande é o grande oponente agora até do ponto de vista cultural, né? >> É o arco inimigo.
>> A China tem milhares de anos de sociedade, né? Um país >> que funciona meio que se depender, não sei, posso estar falando merda aqui, mas parece que se você tem um negócio e ele dá certo nas Chinas, nem precisa que dê certo em outro lugar mesmo, não, né? >> Sim.
Você já tem 1 bilhão e meio de clientes também. >> Pois é. Tá, tá.
Se tiver rodando lá, tá legal. Então, a a o Brix ele ele é meio que um eh não sei também, mas assim, aparenta que a China é quem manda, só que meio que dá as sombras de certa forma no no bricks, assim, no nas malandragens, os caras >> contratam capanga para fazer o serviço, >> isso estão jogando um jogo ali, né? Então, a as decisões que são tomadas no bricks ali, por mais que a gente isso aqui é total especulativo também, eh, suponho que assim é a China que toma, na verdade, as decisões ali no fim das contas, >> tem deve ter um peso enorme, né, >> porque é o maior de todos inteira ali.
>> E aí, então, uma guerra americana contra o Brix é quase que uma guerra direta contra a China, >> é uma antecipação dessa guerra, na verdade. É tudo isso que tem acontecido nas últimas décadas já é uma preparação para isso, porque esses planos geopolíticos assim para você programar uma guerra com a China, impedir a China de ser a nova potência global, conforme um grande investidor como Ray profetiza isso no livro Princípios por uma ordem mundial e transformação, que é um tijolo, mas tem um tem um videozinho legal, né, um resumo, eh, que qual é o racional? Racional é o seguinte, pra gente impedir a China de ser uma potência global, racional do Pentágono, né, dos planos lá da da da cúpula americana, a gente tem que, antes de eu brigar com a China, eu tenho que tirar de cena a Rússia e depois eu tiro de cena os amigos do Oriente Médio.
>> Eu precisa tirar a Rússia e o Irã de cena >> para depois os Estados Unidos partirem para cima da Rússia e da China e a China não tem nenhum amigo para ajudar. Então nós estamos vendo isso ser desenrolado já há muitos anos. Porque essa guerra que tá tendo entre Ucrânia e Rússia, na verdade, ela, os primeiros momentos disso em 2003, ela se esquenta em 2013 com a o movimento da praça Maidan, o Euromaidan, que a galera começou a reclamar contra o presidente falando, porque o que tava acontecendo é o seguinte, um presidente amigo da Rússia ganhava, Estados Unidos derrubava o cara.
Aí o amigo dos Estados Unidos tava no poder, a Rússia derrubava o cara. Aí ficava essas danças das cadeiras, né? Teve uma hora que aí o Anguedou, virou uma um conflito e acontece isso agora.
Então o que a gente tá vendo acontecer na Rússia, principalmente 2013 para cá, já é a preparação de envolver a Rússia num atoleiro para tirar os caras de cena, o cara chegar e falar: "Pô, China, tô enroladaço aqui na Ucrânia, não vou poder te ajudar agora não, meu irmão". >> E aí agora é a fase dois. A fase dois é tirar o Irã.
Então, devagarinho, depois do 7 de outubro, a gente vai vendo esse novo mapa do Oriente Médio sendo formado. Então, eu acho que a etapa um já rolou ou tá rolando ainda. A dois começa agora para chegar na três.
O objetivo é sempre pegar a China, meu irmão. >> E nesse sentido, então, a gente pode não pode esperar um um fim do conflito Russo e Ucrânia tão cedo, né? Se isso daí tiver de fato rolando, que é nesse é é tipo precisa que a Rússia invista eh seus recursos na guerra, gaste tudo ali >> para que para tá fraca, né, daqui daqui a um tempinho, porque assim, mesmo que a guerra se a guerra acabar daqui a uns dois tr anos, >> a Rússia vai estar fragilizada do ponto de vista econodô econômico.
>> Com certeza. Então acho que a estratégia é essa, botar a Rússia no atoleiro, depois botar o Oriente Médio no atoleiro também ou fazer troca de regime, porque sempre que eles falam assim: "Ah, a gente não quer trocar o regime iraniano". Mas é exatamente o que eles querem, sempre é sempre o inverso do que tá sendo falado, né?
Então, eh, a ideia é essa, tirar o Irã, tirar a Rússia para poder partir pra China. E isso tudo que a gente tá vendo acontecer já é a preparação desse cenário. É claro que partir para cima da China, o Ocidente partir, isso significa a terceira guerra mundial.
literalmente. Aham. >> Talvez seja esse fato, entre outros, que tem levado os bilionários a já fazer os seus bunkers ou querer morar em Marte, né?
Porque ele já sabe que tá na agenda essa encrenca. Alguns apontam aí para 2030, 2032, eu não sei como é que tá na agendinha lá do do pessoal do Pentágono, mas tá tá para essa época. Então, a galera tá correndo atrás aí do que dá para curtir antes do da zebra chegar, né?