Módulo 7 aula 18 Agora que nós já falamos bastante sobre DTT, vamos falar sobre uma outra estratégia diferente do DTT, mas que também é muito importante e que deve ser usada em combinação com o DTT. É o ensino naturalístico ou ensino incidental. O ensino naturalístico ou ensino incidental, tem ainda um outro nome que é NET, que é a sigla para Natural Environment Teaching, ou Ensino Em Ambiente Natural, em Contextos Naturais.
Aqui vale um adendo em relação à terminologia. Algumas pessoas falam em ABA naturalista. Esse termo naturalista não é correto.
A gente deveria falar ensino naturalístico. É uma estratégia utilizada dentro de programas baseados em ABA. Então não existe ABA naturalista, ou mesmo ABA naturalístico.
É uma estratégia de ensino que deve ser implementada em conjunto com outras atividades. Existem algumas abordagens que utilizam mais estratégias de ensino naturalístico do que de ensino estruturado. Mas isso não significa que exista uma ABA que use só ensino naturalístico ou que seja só baseada em ensino naturalístico.
Geralmente nós precisamos combinar as duas estratégias para ter o melhor resultado. O que é um ensino naturalístico ou NET? NET é um ensino guiado pelos interesses e pela motivação do cliente em ambiente natural.
Vamos falar sobre algumas características. A primeira é que a iniciativa é da criança. A criança que toma a iniciativa para iniciar as interações.
Ou seja, as oportunidades de ensino são iniciadas pelo seu cliente e não por você. Perceba que essa é uma diferença importante em relação ao DTT, no qual as tentativas de ensino são iniciadas pelo terapeuta. Os materiais e as atividades também são selecionados pela criança ou pelo cliente.
A seleção não é feita pelo terapeuta. O terapeuta até pode disponibilizar alguns materiais que possam favorecer a escolha da criança em alguma direção. Mas quem escolhe em última análise qual é o material que vai ser utilizado, o que vai ser feito é a criança ou o cliente.
Os comportamentos alvos são mais gerais do que no DTT. No DTT nós temos alvos de ensino, programas muito específicos e muito bem delineados, antes que o ensino comece. No ensino naturalístico isso não acontece da mesma maneira.
Como é pelo interesse da criança, então a gente pode ter objetivos um pouco mais ampliados com alvos de ensino mais genéricos às vezes. As topografias dos comportamentos não vão ser tão específicas, algumas vezes, por essa característica, de que quem inicia as atividades é o cliente e não o terapeuta. Igual ao DTT, a gente usa as dicas de resposta.
Então aquilo que nós vimos sobre dica física, dica verbal, dica gestual, isso também se aplica ao ensino incidental. As dicas de resposta são aplicadas, só que de forma mais solta, ou seja, menos formal. Muitas vezes a gente vai usar um sistema de retirada gradual de dica que é mais parecido com a orientação graduada ao invés daquelas outros sistemas que nós vimos que são mais para menos, menos para mais ou atraso de dicas.
A gente pode combinar algumas dessas estratégias, mas não é algo fixo, não é algo tão estruturado. O ensino incidental vai envolver um pouco mais de flexibilidade por parte do terapeuta no uso dessas dicas. No ensino incidental ou ensino naturalístico, a gente deve utilizar o reforçamento natural, ou seja, pelas contingências diretas sem o uso de reforço arbitrário.
O que isso significa? Significa que o resultado direto das atividades é que deve ser o reforçador e a gente deve evitar usar reforçadores arbitrários, por exemplo, a criança fez uma determinada habilidade e eu vou dar acesso a um brinquedo que não tem nada a ver com aquela atividade. Ou eu vou dar um reforçador comestível que não está nem um pouco relacionado com a habilidade que a criança acabou de mostrar.
Então a gente deve evitar isso no ensino incidental. Os reforçadores são NATURAIS. Então se a criança falar, caminhão, como um pedido, então eu vou pegar o caminhão e vou entregar o caminhão para ela.
Essas relações entre as respostas e as consequências são muito mais naturais. Então se a criança fala abrir para um pote que está fechado e ela não consegue abrir, qual é o reforçador natural? É ter o pote aberto.
Então eu vou lá, vou abrir o pote, vou entregar para ela o pote aberto e aí ela vai ter acesso ao que tem lá dentro. Esses são reforçadores naturais. O foco no ensino naturalístico geralmente vai abranger três áreas principais, que é a linguagem, as habilidades sociais e o brincar.
Essas são três áreas mais gerais, mas que nós podemos, conhecendo um pouco sobre desenvolvimento infantil, ajudar a criança ou o cliente independente da idade a aprimorar essas habilidades. Então a gente sabe o que é esperado em termos de linguagem, de desenvolvimento social e de habilidade de brincar em faixas etárias diferentes. Então eu devo priorizar essas habilidades considerando a faixa etária do meu cliente, considerando as habilidades atuais do meu cliente e ajudar ele a fortalecer essas habilidades que ainda não tem, ou não estão muito bem estabelecidas, ou mesmo praticar habilidades e atividades que já estão bem estabelecidas, mas que ele precisa manter uma vez que ele esteja interagindo com as pessoas.
Vamos falar então um pouquinho sobre como acontece o ensino naturalístico. Antes de a gente iniciar uma sessão de ensino naturalístico, a gente deve identificar os comportamentos alvo. Como eu disse, eles são mais gerais, mais abrangentes, mas a gente deve identificar quais são alguns objetivos e portanto quais são alguns comportamentos alvo que eu quero ensinar naquela sessão utilizando ensino naturalístico.
A gente também deve preparar o ambiente. Isso significa que eu devo me atentar para o que está em volta, se é numa sala de atendimento, se é na casa do cliente ou mesmo na escola, o que é que o cliente vê, o que é que ele tem acesso para que ele não tenha acesso livre a todos os objetos, a todos os estímulos ou mesmo a todos os itens de interesse dele, para que ele precise interagir comigo, terapeuta ou com alguma outra pessoa da casa, como a família, para que a gente tenha a oportunidade de promover melhoras de repertório e melhorias de habilidades. Um terceiro passo é promover iniciações.
Então, quando eu preparo esse ambiente, eu estou controlando o acesso aos materiais. Eu posso brincar com alguns brinquedos preferidos da criança para que a criança precise iniciar as interações. Então, quando a criança não está tão motivada, tão interessada, eu pego alguns brinquedos que eu sei que ela gosta bastante, eu começo a brincar com esses brinquedos de uma maneira que eu mostro que essa é uma atividade muito divertida e eu posso atrair a atenção da criança para essas atividades.
A gente deve também priorizar algumas brincadeiras que sejam repetitivas, algumas brincadeiras que eu posso reiniciar e que elas têm uma duração relativamente curta, assim como aquelas pistas que eu coloco uma bolinha e a bolinha vai descendo e aí ela chega lá embaixo, eu preciso pegar a bolinha de novo, colocar no início da pista e ela vai descendo de novo ou, por exemplo, bolhas de sabão ou alguma brincadeira que eu posso fazer com um balão, que o balão vai voar pela sala, eu encho ele, mas não dou um nó e ele sai voando pela sala. Essas são estratégias interessantes porque elas vão requerer que um adulto ou terapeuta precise realizar alguma parte da atividade para que ela seja de fato divertida e reforçadora. A gente deve usar estratégias também que favoreçam com que o cliente faça pedidos, por exemplo, a gente usa uma estratégia chamada item faltante.
Então se a gente vai, por exemplo, fazer uma atividade de pintura, eu pego o papel, pego a tinta e não pego o pincel, uma vez que a gente esteja acostumada a pintar com o pincel ou se a criança está acostumada a pintar com os dedos, eu pego o papel mas não pego a tinta. Então eu mostro o material, entrego o material para a criança e vejo como ela reage com o item que está faltando. Ela já está acostumada com aquela atividade mas eu crio uma situação para que ela precise pedir por um item.
Essa é uma estratégia que vai envolver operações motivadoras. Então eu crio a situação para que eu favoreça uma comunicação, uma estratégia de linguagem aqui um pouco mais apurada com a criança. A gente também tem uma outra estratégia que pode ser usada no ensino naturalístico que é iniciar uma atividade favorita e então parar essa atividade.
Por exemplo, eu poderia estar com a criança pulando na cama elástica e de repente eu paro de pular com ela e espero para ver o que ela vai fazer. Então essa é uma estratégia que pode ajudar a criança a focar um pouco mais em olhar para o terapeuta, pedir para continuar a atividade. Então várias atividades podem ser feitas assim.
A gente tem até algumas atividades que a gente faz com crianças bem pequenininhas que é por exemplo fazer cócegas. Eu começo a fazer cócegas e de repente eu paro e eu espero para ver o que que a criança faz em relação a continuar essa atividade. Não continuar atividades favoritas, parar essas atividades, é uma estratégia interessante que pode ser utilizada.
Às vezes a gente vai lidar com clientes que têm pouca iniciativa em relação aos materiais ou em relação ao terapeuta. Nessas ocasiões a gente deve tentar aproximar alguns materiais da criança favorecendo com que ela interaja com esses materiais ou interaja com o terapeuta. Estar na sala de atendimento, ou mesmo na casa do cliente, com materiais fora do alcance da criança, para algumas crianças pode não funcionar muito bem.
Então às vezes a gente precisa pegar esses materiais, dar mais acesso para o cliente interagir um pouco mais com esses materiais para depois a gente usar essas estratégias um pouco mais avançadas de mudar os materiais de lugar. Vamos falar agora sobre coisas um pouquinho mais práticas de como usar um ensino naturalístico. A primeira coisa é esperar pela iniciação da criança.
A segunda coisa é pedir uma linguagem mais elaborada se nós estamos trabalhando com o foco em linguagem. O terceiro passo seria entregar o objeto alvo da iniciação e depois coletar dados. Vamos ver um exemplo de como isso poderia funcionar.
Vamos pensar que nesse ensino o comportamento alvo é pedir ajuda para alcançar um objeto que não está acessível. Então veja, nesse caso não é pedir o objeto que não está acessível, é pedir ajuda para ter acesso a aquele objeto. Qual é o pré-requisito?
Pedir, fazer pedidos usando uma palavra ou uma frase. É o pré-requisito, eu não consigo ensinar uma habilidade mais avançada, sem ter ensinado uma atividade ou uma habilidade mais simples antes. Qual é o arranjo ambiental necessário?
Eu seleciono um item de interesse da criança e disponho no campo visual dessa criança, mas fora do alcance dela. Muitas crianças com as quais a gente trabalha, vão ter muita iniciativa para ir atrás e resolver o problema sozinha. Então a gente deve tomar um pouco de cuidado com isso para evitar que esse cliente tenha acesso sozinho, porque por uma questão de independência, para algumas habilidades isso pode ser bom, mas quando a gente quer melhorar habilidades verbais, habilidades de comunicação, isso pode ser uma desvantagem.
Então nesse meu exemplo aqui o arranjo ambiental é dispor o item no campo visual, mas fora do acesso, fora do alcance do meu cliente. E eu vou esperar a iniciação da criança. Então a criança vai pedir pela atividade, pelo objeto ou pelo item, usando uma frase curta.
Por exemplo, a criança pede um balão, ela vê o balão, fora do alcance dela, e ela fala, quero o balão. Nessa iniciação ela disse, quero o balão. E eu posso reconhecer esse pedido, porque essa é uma habilidade que a criança já tem, eu não estou ensinando isso, eu estou ensinando uma outra habilidade, que é pedir ajuda.
E aí eu vou pedir uma elaboração. Então essa é parte da estratégia, pedir uma elaboração melhor, um avanço nessa habilidade de comunicação. E eu posso responder com um comentário para essa criança que pode informar para ela que eu sei onde está o item, eu só estou reconhecendo o pedido que ela fez, mas eu ainda não estou reforçando esse pedido.
Eu posso dizer claro, o balão está na prateleira, e eu não estou reforçando ainda. Veja, essa criança já tem a habilidade de pedir por esse item. Se não houver um pedido de ajuda, eu posso dar um modelo do pedido, que pode ser um pedido direto, por exemplo, me ajuda, ajuda a alcançar o balão e aí sim eu vou reforçar esse comportamento.
Ou pode ser um pedido um pouco mais indireto, por exemplo, eu não alcanço, que parece uma descrição em termos de topografia da resposta, eu não alcanço, pode parecer um tato, mas pode funcionar na prática como um mando. Então eu posso até variar o ensino entre estratégias que vão ser pedidos mais diretos, como me ajuda ou um pouco mais indiretos, como, eu não alcanço. O ensino incidental ou naturalístico tem essa característica, nós não precisamos ensinar a mesma topografia toda vez.
A gente quer na verdade, produzir um repertório comportamental mais variado, mais diversificado, porque torna as habilidades e o repertório desse cliente mais naturais no convívio com outras pessoas. E aqui terminando o meu exemplo, o que eu faço? Eu vou entregar o objeto alvo da iniciação.
Então eu vou confirmar que a resposta está correta e entregar o item solicitado ou facilitar o acesso a esse item, por exemplo, ajudando a criança, levantando a criança para conseguir pegar o balão. Existem outros exemplos do uso do ensino naturalístico ou incidental. E aqui eu vou citar alguns.
Fortalecimento de apontar para pedir quando o cliente não faz nem isso para pedir. Então se ele ainda não faz pedidos vocais falando, eu posso fortalecer com que ele aponte para os itens que ele quer. Já é um repertório um pouquinho melhor do que só olhar para os itens ou chorar.
Chegar perto do item e chorar ou levar a mão do terapeuta até o item, que também é uma resposta muito comum em crianças pequenas com TEA. Outro exemplo, ensino de respostas verbais com combinação substantivo mais adjetivo para mandos e tatos. Por exemplo, a criança dizer carinho azul ao invés de só dizer carinho.
Então eu preciso ir tornando esses pedidos mais específicos e mais completos. A criança pode dizer carinho azul grande ou quero carinho azul grande. Então eu posso ir enriquecendo com mandos de três, quatro palavras usando ensino incidental.
Há de verbos de lugar, por exemplo, aqui e ali, lá dentro, fora, atrás. Eu posso ensinar tudo isso usando o ensino incidental ou ensinar isso com DTT e produzir a generalização, favorecer o uso natural em situações naturais com o ensino naturalístico. Aumento da extensão de respostas vocais, aumentar a quantidade de palavras nas frases que o cliente emite, dando dicas ecoicas, dicas vocais ou produzir também vocalizações espontâneas durante brincadeiras.
Essa também é uma estratégia interessante. Eu ensino frases que o cliente pode dizer durante brincadeiras, comentários que são comuns de se fazer em uma brincadeira e esse cliente também vai poder falar essas frases em outras situações quando ele está brincando com outras crianças, o que torna também a interação com pares mais interessante. As crianças podem ter mais interesse em brincar com o meu cliente e essas relações avançarem para relações mais próximas, relações de amizade, o que é muito bom para os clientes com os quais a gente trabalha.
Em termos de procedimentos, a gente utiliza no ensino incidental algumas coisas que nós já vimos. Por exemplo, reforçamento diferencial, que é reforçar sons de fala em geral, ou reforçar diferencialmente formas de interagir socialmente, por exemplo, pedindo um brinquedo ao invés de tomar o brinquedo do colega, ou compartilhar o brinquedo. Então são estratégias, reforçamento diferencial, o uso de dicas, físicas, verbais e gestuais.
A transferência entre operantes verbais, como a gente falou no módulo sobre comunicação, comportamento verbal, ecóico para mando, mando para tato, são algumas transferências entre operantes verbais que a gente também utiliza no ensino naturalístico. Vamos então falar sobre algumas vantagens do NET, ou ensino naturalístico. A primeira delas é que o NET facilita a generalização entre ambientes, estímulos e pessoas.
Isso significa que esse cliente pode aprender habilidades e ele será capaz de desempenhar essas habilidades em outros contextos, em outros ambientes, diante de outros estímulos e com outras pessoas. Isso é essencial para qualquer programa baseado em ABA. Nós precisamos garantir que esse cliente, uma vez que ele tenha aprendido num contexto, ele também será capaz de desempenhar essas habilidades em outras situações com outras pessoas.
De nada adiantaria que esse cliente só conseguisse, por exemplo, fazer pedidos na minha sessão de ABA e não fizesse isso na escola, em casa, com a família, com a professora. Uma outra vantagem do NET é aumentar o acesso a reforçadores diretos. Então como a gente evita os reforçadores arbitrários, que nada tem a ver com a atividade, o ensino naturalístico trabalha com reforçadores diretos.
Então isso favorece a manutenção dessas habilidades nos contextos naturais, nesses contextos nos quais ninguém está explicitamente tentando ensinar nada para essa criança, mas ela está aprendendo. E esse é o nosso objetivo principal, que os nossos clientes aprendam nos contextos em que não tem ninguém tentando ensinar explicitamente. Uma terceira vantagem é que o ensino naturalístico aumenta a naturalidade no uso da linguagem.
Essa é uma crítica que muitos programas ABA já receberam e às vezes ainda recebem, que é produzir repertórios comportamentais que parecem robotizados, parecem muito automatizados. Então se a gente usa estratégias naturalísticas, a gente torna esses repertórios verbais muito mais naturais, especialmente quando falamos de linguagem, quando falamos de comportamento verbal. A gente quer que os nossos clientes falem de maneira natural, falem de maneira muito parecida com que qualquer pessoa fale, qualquer pessoa entenda, sem repetir exatamente as mesmas frases sempre.
Então a gente deve produzir e existem algumas estratégias que podem favorecer uma delas é utilizar ensino naturalístico. Mas o ensino naturalístico também tem algumas desvantagens. A primeira desvantagem é que pode permitir menos oportunidades de aprendizagem dependendo do cliente com o qual você trabalha.
Então se é um cliente que toma poucas iniciativas na sessão, no ensino naturalístico como a iniciativa depende do cliente, isso pode fazer com que ele tenha menos oportunidades de aprender. E é por isso que geralmente a gente conjuga o ensino naturalístico com o DTT, para poder dar mais oportunidades de aprender, porque o DTT fornece muitas oportunidades no período curto de tempo e o ensino naturalístico torna mais naturais esses repertórios, no entanto tem menos oportunidades de aprendizado. E uma segunda desvantagem é que o ensino naturalístico pode atrasar o aprendizado para aquelas crianças que ainda têm um repertório muito inicial, muito pobre em termos de habilidades comportamentais, porque depende da iniciativa do cliente.
No ensino naturalístico a gente tem que esperar a iniciativa do cliente, então quando esse cliente toma poucas iniciativas ele pode atrasar o aprendizado. Diferente do DTT que nós vamos propor várias oportunidades de ensino e aí aquela é uma vantagem do DTT, mas que também a gente já falou algumas desvantagens do DTT. Então aqui resumindo é importante que a gente aprenda a usar o ensino naturalístico, aprenda a saber a melhor forma de usar, quando utilizar e em combinação com outra estratégia, por exemplo DTT ou outras estratégias que a gente usa além do ensino naturalístico e do DTT.