G1 o olá pessoal hoje nós vamos então começar a estudar a fisiologia do sistema nervoso e a nossa ideia então é a gente relembrar um pouquinho daquele conteúdo que a gente já viu de potenciais de membrana potenciais de ação isso tudo vai ser essencial para que vocês possam acompanhar essa parte com mais facilidade então como a gente já estudou esse conteúdo anteriormente Acredito que nesse momento a gente já pode entrar direto na organização e no funcionamento das diversas partes do sistema nervoso e nessa aula de hoje a gente vai começar conversando sobre o sistema nervoso
periférico tá bom o sistema nervoso ele tem uma organização hierárquica então se a gente puder dividir inicialmente o sistema nervoso em duas partes a gente consideraria o sistema nervoso central que é aquela e envolve o encéfalo e a medula espinhal E o sistema nervoso periférico que é formado por porções de nervos aferentes também chamados de nervos sensoriais ea divisão eferente que é composta pelos neurônios motores né bom porque que a medula espinal e o encéfalo são considerados sistema nervoso central porque nesses dois locais a gente consegue ter a um nível de decodificação do sinal obviamente
no sistema nervoso central superior mas por exemplo na medula espinal a gente já consegue Coordenar um arco reflexo ou seja eu consigo pegar uma informação que é sensorial e converter essa informação sensorial numa informação motora né só se a gente pegar por exemplo aqueles conteúdos que a gente estudou onde nós vemos o reflexo para como por exemplo a a medula é essencial porque ela é um local onde a informação que vem da periferia que é uma informação sensorial ela vai ser convertida numa informação motora né Então eu consigo fazer esse grau de integração e isso
faz com que a medula não seja simplesmente um local no túnel de passagem em direção ao cérebro na realidade ela consegue coordenar atividades óbvio que um nível de de atividade bem mais simples do que aquilo que o cérebro consegue interpretar é o que outras regiões superiores mas em razão dessa capacidade de já coordenar uma atividade sensorial e fazer ela virar uma resposta motora já dá aos Tratos então a medula de sistema nervoso central o encéfalo e a medula e obviamente o tronco encefálico né em todas as estruturas e nós vamos estudar na sequência a nas
próximas aulas né hoje nós estamos iniciando e a gente vai começar então pelo sistema nervoso periférico né ball como eu disse o sistema nervoso periférico ele tem uma divisão aferente que também é chamada de sensorial que é aquela divisão responsável pela Percepção da sensibilidade então seja informação de dor a informação do lado da visão do tato do olfato da audição e também a sensibilidade dos órgãos internos ela é captada então por essa divisão né que é uma divisão que vai em direção ao sistema nervoso central já a divisão diferente ela é a divisão motora então
nessa divisão a gente nem os neurônios motores só que os neurônios motores a gente já estudou um pouco nas aulas anteriores que eu tenho o sistema Nem é diferente somático que é aquele neurônio que vai para o músculo esquelético né então a gente pode pensar por exemplo no motoneurônio-alfa que é um neurônio bem calibroso e que ele é responsável por ativar o músculo esquelético de forma voluntária e o sistema nervoso autonômico que nós vamos estudar bastante nessa aula de hoje ele tem duas subdivisões que é o sistema nervoso autonômico simpático eo Parassimpático e sistema a
gente costuma estudar ele no ensino médio ou em outros cursos de graduação também né é bastante conhecido e estudado estudado e e costuma-se dizer que são dois sistemas que trabalham em antagonismo o que não é a mentira é eles realmente trabalho muito em antagonismo mas a gente vai ver que existem algumas situações em que eles são complementares e tem outras situações onde eles atuam sozinhos né então existem órgãos que Somente tem inervação simpática por exemplo tá bom então o nosso foco da sala de hoje ele é muito voltado para o sistema nervoso periférico né e
principalmente nós vamos dar um enfoque bem maior na parte motora é especialmente no sistema nervoso autonômico a divisão aferente a gente vai estudar nas aulas seguintes mais para o finalzinho né do semestre onde a gente vai conversar sobre a transmissão sensorial para nós vamos mais para Frente conversar sobre como é que é feita a captação da audição e do paladar e do olfato o tatuador temperatura então esse conteúdo a gente vai estudar nos próximos capítulos ok tá bom então pensando então no sistema nervoso periférico na cor são sensorial a gente tem então de uma forma
muito simplista e genérica inicialmente nós temos receptores periféricos que são estruturas capazes de capital uma informação sensorial seja um estímulo Mecânico seja um estímulo a térmico sejam o estímulo elétrico sejam o estímulo químico e esses receptores eles vão fazer o processo de transdução do sinal né do estímulo a gente já estudou eles também quando nós estudamos potenciais de membrana e potenciais de ação que esse estímulo ele vai então iniciar uma obra de potenciais de ação que vão ser então levar os por exemplo nesse caso que eu tenho um estímulo doloroso ao ocorrer esse estímulo esse
Neurônio vai expor izar através da transmissão de esse estímulo mecânico e em um sinal elétrico que é a linguagem que o sistema nervoso fala e é essa transição vai então converter um sinal mecânico em um sinal elétrico então essa informação sensorial vai ser levada por neurônios aferentes em direção ao sistema nervoso central bom é essa informação sensorial ela vai se levado até à medula e da medula essa informação vai ser encaminhada para centros Superiores para que para que eu possa interpretar esse sinal então eu preciso decodificar essa informação né ela é uma informação de tatuou
ela é formação dolorosa é uma dor aguda ou é uma dor lenta em queimação é um estímulo mecânico ou é um estímulo químico então esse tipo de discriminação da informação sensorial a gente só consegue fazer em centros superiores por quê porque o nosso e ele vai pegar essa informação e vai Comparar com experiências anteriores cada uma das nossas partes externas do corpo elas têm uma representação no córtex cerebral nós temos diferentes populações neuronais para cada parte do corpo e de algumas áreas são mais sensíveis outras áreas são menos sensíveis a mesma coisa em relação às
áreas periféricas né algumas regiões do corpo a gente tem uma sensibilidade mais precisa outras menos precisas porque eu tenho a população de receptores táteis Que tem também uma distribuição a desigual em relação as partes do corpo então tudo isso é levado em consideração para interpretar esse sinal sensorial né que tipo de sensor foi ativado qual via foi ativada qual é a velocidade dessa via para que região ela tá sendo refletida no sistema nervoso central superior então tudo isso é muito eu quero fazer codifi cação do sinal mas ao mesmo tempo especialmente quando a gente tem
informações de dor nós podemos Ter um arco reflexo que acontece no nível medular mesmo então por isso que a medula é considerada sistema nervoso central né bom esses neurônios aferentes uma coisa que é importante a gente vê é que o corpo celular né o corpo celular desse neurônio ele tá aqui numa região que a gente chama de câmbio é o grande é a presença de um corpo celular fora do sistema nervoso central então aqui eu tenho um gânglio da raiz dorsal que manda informações para periferia não é Nem que ele manda né na verdade é
um prolongamento desse neurônio que tá aqui na periferia e ele vai ser o início do estímulo nesse exemplo que eu tô dando aqui então uma vez que ocorreu o estímulo a gente vai ter a passagem da informação em direção ao centro e do sistema nervoso em direção a medula e aqui a gente já tenta uma sinapse aqui à medida que a informação de dor vai subir eu já tenho um estímulo motor para que eu já retire o meu membro de um Estímulo doloroso isso é muito importante para os reflexos de retirada na imagina se eu
tivesse que esperar informação ser decodificado para depois a informação motoras e gerada eu poderia até a perda de um membro de dedos né então nosso sistema nervoso ele adaptado para que essa informação reflexa seja bastante rápida ok bom como eu tava dizendo então nós vamos integrar e isso com uma informação motora que vai ativar um músculo então eu vou ativar o Motoneurônio-alfa que vai causar a contração muscular e essa contração muscular ela vai me fazer retirar a mão de um estímulo nocivo por exemplo é uma coisa interessante é que as fibras aferentes ela sempre penetram
na medula pela região dorsal né a gente diz que o corno do sal na medula enquanto que os neurônios eferentes eles deixam a medula pela região ventral né o corno anterior da medula ok bom então eu tenho um neurônio sensorial ou a frente e o Neurônio motor ou diferente ok bom nesse exemplo que eu tô dando aqui eu estou me referindo a um neurônio motor periférico somático por que que eu sei que ele assomatico porque ele tá indo para o músculo esquelético certo bom então nós temos o sistema nervoso eferente somático que aquele onde eu
tenho um corpo celular de um neurônio dentro da medula e ele vai então tem um prolongamento do axônio em direção ao músculo esquelético que tá na periferia E observe em que é um neurônio único né não tem divisão então anatomicamente isso caracteriza um neurônio somático bom na ponta desse neurônio somático a gente tem a placa motora que nós já estudamos em aulas anteriores e essa placa motora ela é designa uma sinapse muito próxima com a liberação né de acetilcolina que age em receptores nicotínicos que vai abrir canais de sódio e provoca despolarização que gera liberação
de cálcio do retículo Sarcoplasmático e a contração tão disso a gente já viu nas aulas anteriores a novidade agora é que a gente também tem o sistema nervoso periférico autonômico e os neurônios autonômicos né a inervação autonômica é caracterizada pela presença de um gânglio autonómico bom então a gente tem aqui o corpo o celular do primeiro neurônio saindo da medula a mais para frente a gente vai ver as localizações né e aí ele vai então em direção uma região onde ele vai Fazer uma sinapse com o segundo neurônio então é muito característico do sistema nervoso
autônomo que a gente tenha dois neurônios em sequência com um gânglio intermediário e aí a gente diz que eu tenho a fibra pré-ganglionar ea fibra pós-ganglionar né no caso do sistema nervoso somático o meu órgão alvo sempre é o músculo esquelético no músculo no sistema nervoso autônomo a gente também inerva músculo mas é o músculo liso ou o músculo cardíaco então o sistema nervoso Autônomo é aquele que responsável por controlar atividades que são automáticas que em geral independem do nosso controle voluntário e por exemplo as contrações da bexiga a inervação do intestino a inervação do
musculatura lisa uterina de glândulas né as células alfa pancreático as células alfa beta pancreáticas são células enervados então existe uma participação do sistema nervoso autônomo no controle da secreção de glândulas no controle da Contração do músculo liso do músculo cardíaco então são atividades viscerais né por isso que inclusive a gente às vezes ver a nomenclatura que o sistema nervoso autônomo pode ser chamado de sistema nervoso eferente visceral né bom a então eu tenho uma sinapse no meio do caminho e uma coisa interessante que há como eu comentei inicialmente os órgãos enervados pelo sistema nervoso autônomo
eles costumam ter uma dupla inervação e essa dupla invação ela também cos O antagônico então tudo que o para simpático estimula o simpático inibe vice-versa não é verdade para todas as ocasiões mas é verdade para a maioria delas né mais para frente eu vou comentar um pouco sobre as as exceções a essa regra bom uma coisa interessante da gente perceber é que no músculo liso né a inervação autonômica não é em forma de placa motora e isso eu já comentei nas aulas de músculo liso e lá no músculo esquelético no músculo liso a inervação É
a liberação de das vesículas contendo neurotransmissor ela é feita por varicosidades que são essas varicosidades são regiões abauladas do axónio que acontecem de forma repetitiva e dentro dessas varicosidades a gente tem vesículas contendo neurotransmissor então quando ocorre a disse e são como eu não tenho placa motora o neurotransmissor liberado aqui no líquido extra-celular e aí ele vai precipitando e ele vai buscar obviamente Os seus receptores específicos né e aí como eu disse normalmente a gente tem uma dupla inervação tá essas varicosidades elas não são com uma placa motora próxima né elas são um pouco mais
difusas ok bom a mais uma vez comparando então aqui a gente tem a inervação somática observa em que é um neurônio o único ele vem têm muita proximidade com a membrana muscular a gente vai ter então a partir da despolarização a liberação de acetilcolina só a gente Sabe que é acetilcolina que ela liberada numa fenda muito próxima e aí na placa motora a gente vai até a ligação com os receptores nicotínicos a então aqui tá acontecendo né e se those da acetilcolina que se liga a receptores nicotínicos que são receptores de o nos trópicos isso
vai abrir as comportas desse canal e aí a gente vai ter então uma sinapse excitatória com a participação do íon sódio na e lembra que eu comentei que Esse é um canal de sódio potássio não é a bomba é um canal controlado por ligante só de potássio é perante aos dois mas ele é mais permeável ao sódio por isso que ele é despolariza né bom o sistema nervoso somático ele controla atividades que são em geral voluntários mais do sistema nervoso autônomo ele faz o papel de controle daquelas atividades automáticas né então você não controla voluntariamente
é o peristaltismo intestinal você não controla é as Contrações de forma voluntária existem alguns momentos né alguns sistemas que apresentam um esfíncter que é de músculo esquelético né que é de músculo de controle voluntário das esfíncteres externos mas os esfíncteres internos são todos de controle autonômico né então a gente vai ter modulação do músculo cardíaco da musculatura lisa em geral do intestino do útero duratherm da bexiga urinária e também algumas glândulas Exócrinas na liberação de sucos digestivos de forma controlada pelo sistema nervoso autônomo que independem do nosso controle voluntário né bom o simpático eo parassimpático
eles costumam trabalhar em antagonismo e e como eu disse isso acontece para a maioria das vezes e a gente consegue pensar muito bem nas reações fisiológicas do sistema nervoso autônomo é especialmente quando a gente começa a pensar nas funções de cada uma das Divisões então por exemplo o simpático é aquele que trabalha excessivamente ou mais ativamente no que a gente chama de reação de stress ou reação de luta-ou-fuga o que que essa reação de stress ou reação de luta-ou-fuga são aqueles momentos onde você tem o organismo em perigo então é aquele momento onde você encontra
um cachorro bravo que tá correndo atrás de você ou uma cobra você tá em perigo isso dispara uma reação simpática para preparar você Para lutar ou para fugir né então eu costumo brincar que a gente precisa muito decorar o que que cada inervação faz nos diversos órgãos e sistemas do organismo basta eu pensar o simpático quando ele está em atividade aumentada ele acelera o meu coração para aumentar o bombeamento de sangue por mousse o médico porque porque eu preciso lutar ou correr e o músculo esquelético tem que estar suprido de nutrientes e oxigênio então a
mais um efeito que a Gente tem que pensar é que além de eu ter aumento da frequência cardíaca eu tenho uma vaso dilatação no músculo esquelético e tem uma vaso constrição nas vísceras então não é momento de eu fazer digestão eu preciso sobreviver né eu tenho também uma vasoconstrição nos vasos da pele os mas periféricos por que que você tiver um ferimento e eu não vou ter um sangramento excessivo não é isso então aí por aí vai né eu tenho que ter o meu organismo preparado para lutar ou Fugir já ou para simpático ele é
aquele sistema em que eu brinco que é dormidinha depois do almoço e para simpático ele funciona muito mais ativamente quando eu estou descansando nos momentos pós refeições onde eu tenho que liberar muito sucos digestivos fazer a absorção de nutrientes então o parassimpático é aquele que funciona nos momentos de dormidinha depois do almoço digamos assim bom a as nossas funções autônomas elas são obviamente Desencadeados pela percepção que o organismo tem da do ambiente em que ele está né então é como se o sistema nervoso autônomo junto com o sistema endócrino eles são dois sistemas de regulação
e eles são ativados dependendo daquilo que tá acontecendo com o ambiente onde eu estou para que para tentar manter a homeostase e manter adaptado né então o sistema nervoso a melhor ajuda a manter a temperatura corporal como por exemplo manipulando a Vasoconstrição e vasodilatação periférica se tiver muito calor eu faço vaso dilatação periférica para o meu organismo perder calor com mais facilidade se tiver muito frio vaso constrição para eu concentrar o calor nas regiões mais internas né e e além disso a gente controla também funções bagagens né e o controle da alimentação da ingestão de
água então nós temos uma ligação muito forte né do hipotálamo e e do controle que o hipotálamo tem né Sobre o sistema neuroendócrino que a gente vai estudar lá em bases dois é é uma integração muito importante o hipotálamo faz porque o hipotálamo é como se fosse um centro integrador então ele integra as questões de equilíbrio hidroeletrolítico temperatura corporal é verdade a fome o apetite pelo sal a sede né então existem muitas funções vegetativas que são controladas pelo hipotálamo né incluindo o comportamento sexual também tem uma participação do Hipotálamo como integrante do sistema límbico então
a gente tem entradas sensoriais que vão ser interpretadas por receptores tanto periférico sensoriais como internos nas vísceras e também receptores que estão lá no hipotálamo e como eu disse o hipotálamo um ele tem receptores que captam as variações de osmolaridade de temperatura de concentração dos líquidos corporais que a gente estudou em outros momentos né os osmorreceptores e ele vai então Desencadear respostas neuroendócrinos de ajuste né o sistema nervoso autônomo ele visa manter a homeostasia então ele vai integrar funções motoras e atividades o autonômicas através da inervação simpática e parassimpática que vão gerar ajustes net aumenta
a frequência cardíaca vasoconstrição periférica atividades de glândulas então isso tudo vai se a coordenada dependendo do que que tá acontecendo comigo naquele momento né como eu disse as respostas Neurais elas são bastante rápidas mas a gente precisa também integrar isso com a respostas mais duradouras então hoje em dia é muito difícil a gente fazer um discernimento né de onde começa e onde termina o sistema nervoso eo sistema endócrino são dois sistemas que se comunicam fortemente né e inclusive é a manutenção da nossa homeostasia ela também envolve respostas comportamentais e digo mais até respostas comportamentais voluntaris
então por Exemplo e às vezes você tem uma necessidade vegetativa né como sede como fome e isso gera uma resposta comportamental que você se levanta e vai até a geladeira buscar o alimento dos calma água por exemplo então essa integração é muito importante para a manutenção da homeostasia e o senhor nervoso autônomo é um grande contribuinte desse papel né bom como é que o sistema nervoso autônomo ele tá organizado então essa Figura que é uma figura do livro do candel né que é um livro de neurociências em que me mostra ao centro os diversos órgãos
e sistemas então a gente tem por exemplo os olhos né ea pupila glândulas salivares os brônquios bronquíolos o músculo cardíaco fígado supra-renais as glândulas sudoríparas o intestino e assim vai tá bom ah se a gente olhar esses órgãos eles estão representados ao centro por quê porque eles recebem em geral dupla Inervação então eu vou receber por exemplo na minha pupila eu tenho inervação simpática e tem inervação parassimpática em geral é o que acontece do primeiro ação se a gente olhar para essa figura ela mostra que a divisão simpática esquerda e a divisão parassimpática direita a
gente já consegue nitidamente verificar diferenças anatômicas né as fibras simpáticas elas deixam a medula numa região mais intermediária né que a gente Chama de tóraco-lombar já as fibras para simpáticas elas estão nas extremidades né elas deixam o sistema nervoso central nas regiões extremas que a gente diz que é crânio sacral sé tá bom então anatomicamente a gente já tem uma primeira diferença uma outra diferença que eu vou comentar melhor mais à frente é em relação ao comprimento das fibras pré e pós-ganglionares então se vocês olharem a maioria das fibras simpáticas ela tem Uma parte pré-ganglionar
curta tam g o ganglio fica próximo à medula né enquanto que a fibra possa simpática é longa então a gente vê que o câmbio fica próximo à medula porque a fibra pré é curta e vamo para simpática o oposto a fibra pré é longa e o ganglio ele fica geralmente em cima encostado no órgão efetor visceral então já é uma outra diferença anatômica né o simpático tem a fibra pré curta e pós longa o para Simpática o oposto a fibra para é longa ea fibra após é curta tá vou aproveitar essa figura aqui porque a
gente costuma dizer que os gânglios simpáticos eles são para vertebrais porque para vertebrais ele fica ao lado da vértebra por quê que os gânglios são para vertebrais porque eles são a maioria próximos da medula então é como se a gente criasse aqui a uma cadeia de gânglios né então a gente tem uma cadeia simpática formando gânglios Paravertebrais e e no parassimpático a gente não tem isso porque porque como a fibra é longa os gânglios estão próximos dos órgãos efetores de cada órgão efetor tá numa região anatômica diferente então a gente não tem essa essa junção
dos gânglios como a gente tem no simpático tá então se a gente olhar né vamos pegar aqui o coração por exemplo ele recebe tanto inervação vaga ao para simpática né proveniente do nervo vago e e também Inervação simpática tá dupla inervação o simpático acelera o parassimpático desaceleram o músculo cardíaco então você já estudaram né o músculo cardíaco o sistema cardiovascular a gente tem em neve o sistema de modulação o coração ele não precisa do sistema nervoso autônomo para gerar sua automação automaticidade mas a gente tem o sistema nervoso autônomo ah é então se eu ativo
simpático ele vai liberar noradrenalina que vai agir Receptor beta um que vai provocar aumento da frequência cardíaca da força de contração que vocês devem ter visto né que é o que a gente chama de efeito cronotrópico inotrópico e dromotrópico positivos que que significa isso o aumento a força de contração e o aumento da frequência cardíaca e o aumenta a velocidade de condução então esses são efeitos da modulação dos simpático é como se o simpático tivesse falando para o coração olha coração eu sei que você Não precisa de mim para gerar potenciais elétricos por ser o
batimento normal porém tem um cachorro correndo atrás dessa pessoa e você precisa acelerar o batimento para que eu consiga bombear para que a gente consiga irrigar o músculo-esqueléticos de forma suficiente tá mais ou menos assim que funciona tá é bom existem exceções a dupla inervação que eu havia comentado com vocês né as glândulas sudoríparas a medula supra-renal e os vasos sanguíneos né as Arteríolas do músculo esquelético da pele das vísceras e dos rins são todos enervados por elevação somente simpática inclusive quando a gente começou as primeiras aulas do semestre a gente conversou um pouco sobre
essa questão né da do sistema de manutenção da homeostasia em que a gente tinha o vaso sanguíneo e a gente tinha questão de que se eu precisava fazer vaso constrição aumentava a inervação né as descargas elétricas e se eu precisasse relaxar não Tinha um outro neurônio que faz relaxar eu só tenho a inervação simpática que eu faço eu diminuo a descarga simpática então essas esses órgãos é mas aqui eles são exceções a dupla inervação porque ele só tem inervação simpática ok a gente vai conversar um pouco mais sobre esses formas como que eles funcionam né
mas por exemplo as arteríolas é eu gosto de chamar muita atenção porque aqui a gente tem efeitos opostos né então por exemplo as Arteríolas do músculo esquelético ou seja aqueles vasos que irrigam o músculo esquelético ao sofrerem ativação simpática mais intensa eles sofrem vaso dilatação ao passo que os vasos que irrigam a pele as vísceras e os rins quando eu tenho a atividade simpática aumentada eles sofrem vasoconstrição então a primeira pergunta que eu posso fazer é mas como assim a inervação simpática para os dois é a liberação provavelmente do mesmo Neurotransmissores resolver para mais para
frente que realmente é como é que em um local eu com a vaso dilatação e em outro local eu faço vaso constrição como é que isso é possível é possível porque eu posso ter receptores diferentes então por exemplo esses vasos que irrigam o músculo esquelético são receptores beta-2 quando a noradrenalina ativa esses receptores causa o vaso dilatação e já os receptores dos vasos da pele das Vísceras e dos rins são receptores que estão vinculados né são receptores do tipo alfa um ur estrutural falam um quando ele é ativado pela noradrenalina ele causa ativação nas vias
da fosfolipase c e aumenta a contração do músculo liso tá então a gente tem essa variação tá ok uma outra exceção importante e interessante é em relação à as glândulas salivares e aos órgãos sexuais masculinos por quê porque eles têm duplo inervação simpática para Simpático mas não são sistemas que trabalham de forma antagônica as glândulas salivares até são um pouco antagônicos em que o parassimpático estimula a salivação e o simpático ele tende a inibir só que não alô especial os dois sistemas eles causam aumento da salivação não a saliva é simpática é mais excluída ea
saliva para simpática é mais mucosa né bom mas o que que acontece esses dois sistemas eles são importantes eles são sinérgicos Porque se for ver os dois promovem aumento da salivação não só que a médio-longo prazo a inervação simpática lá acaba diminuindo o volume de saliva em razão da vasoconstrição que é associada à atividade simpática tá mas no primeiro momento os dois sistemas aumentam a produção de saliva mas o simpático quando o tempo passa dá aquela secada na boca quando a gente tá com susto né ou quando a gente está numa situação de luta ou
fuga acaba com a Nossa boca seca porque porque à medida que o tempo e a vasoconstrição gerado pelo simpático acaba diminuindo o fluxo sanguíneo das mangas que gera menos a livro bom já nos órgãos sexuais masculinos é mais sinérgico ainda porque porque o simpático eo parassimpático eles ativam mecanismos que possibilitam a relação sexual então a o simpático ele é responsável pela ejaculação e o parassimpático ele é responsável pela Ereção então são dois fenômenos que são a complementares eles não são antagônicos correto é bom a e em relação à diferença que eu já tinha comentado com
vocês né o sistema nervoso simpático ele pode ser chamado de tora para lombar pela questão anatômica em que a fibra pré-ganglionar é é curta e a fibra pós-ganglionar é longa então aqui a gente tem dois neurônios em sequência e no meio do caminho gente tem uma Assinatura já ou para simpático ele chamado de crânio sacral pela questão da localização da saída do sistema nervoso e a fibra pré-ganglionar é longa ea fibra pós-ganglionar é curta então a gente diz que até o neurônio pós-ganglionar é ele tá na parede do órgão efetor visceral vo e o ganglio
continua existindo então eu tenho uma sinapse no meio do caminho o box em relação aos gânglios simpáticos é a gente tem algumas possibilidades né Então aqui essa figura uma figura do galho então que ela mostra o seguinte aqui em vermelho está a fibra neuronal o neurônio eferente vó quando ele sai lá da da região intermediolateral que é onde está o núcleo do neurônio autonômico ele vai sair pela região anterior né pela raiz anterior ou ventral e ele vai poder seguir três destinos ou ele já faz uma sinapse no gânglio no mesmo nível onde ele saiu
que seria essa situação número um aqui onde Ele vai fazer uma sinapse com a fibra pós-ganglionar no mesmo nível em que ele entrou né então o ganglio ele está no mesmo nível medular e hoje ele acabou de sair certo só que nós temos algumas variações então a situação dois é aquela em que o neurônios ai e ao invés de lhe fazer essa sinapse no gânglio do próprio nível ele pode subir 1 ou de ser um e ele fazer então assinar psi com uma euronew no gânglio é acima ou abaixo então essa Situação número dois aqui
tá mostrando que a fibra referente ao sair da medula ela pode se dirigir para cima ou para baixo fazendo uma sinapse em outro gânglios e a situação 3 que é uma situação mais exceção que é aquela onde ele não um neurônio não faz uma sinapse nos gânglios paravertebrais ele vai percorrer uma distância um pouco mais longa o que não é muito característico do simpático por isso que eu disse que é um pouco mais de sessão E ele vai percorrer buscar essas mais longas e a sinapse vai ser um w mais periférico isso aqui é muito
característico do que acontece com a inervação da medula supra-renal que eu vou comentar mais à frente à medula supra-renal ela é um órgão autônomo simpático e a a fibra pós-ganglionar ela tá dentro da medula que é o que a gente chama de célula cromafim então a fibra pré ela vai ter que percorrer um caminho mais longo o que não é comum tu Simpático então seria também aí uma pequena exceção zinha que eu vou comentar mais à frente ok uma vez que acontece a sinapse no gânglio a fibra após vai para o órgão efetor que órgão
efetuei esse ah sei lá o músculo cardíaco músculo intestinal do útero da pupila os diversos órgãos inervadas pelos temos outro já o ônibus para simpáticos a gente viu que eles estão mais próximos do órgão efetor visceral então a fibra pré longa e a Fibra possa é curtinha então a gente vai ver que as fibras pré-ganglionares são longas e aí o gambá ele tá lá na parede do órgão efetor visceral uma coisa interessante né é que 75 por cento da inervação parassimpática ela depende do nervo vago então o nervo vago é muito comum inclusive a gente
vê na literatura ou em artigos a gente se referir a ação para simpática como sendo uma ação vagal né em razão do nervo vago ser o grande responsável pela maior parte da Inervação parassimpática a gente tem a participação de outros nervos cranianos né então a gente tem participação do olá tudo né facial dobro faríngeo e também a participação de nervos sacrais nas regiões mais inferiores né na genitália a na bexiga né no no caso da mulher na no útero mas é a maior parte depende de inervação do nervo vago oi vó mas para simpática e
simpático continuo divergindo em algumas outras coisas a em relação aos Neurotransmissores aos receptores nas sinapses tanto do gânglio quanto do órgão efetor a gente tem algumas semelhanças e algumas diferenças então aqui a gente tem uma figura básica mostrando a independente de ser simpático parassimpático a sinapse no gânglio sempre envolve a acetilcolina então independente de ser uma via simpática ou ser uma via para simpática o neurotransmissora dessa sinapse é sempre acetilcolina E já a sinapse da fibra após com o órgão efetor visceral depende se é inervação parassimpática continua com a sétima colina se enervação simpática passa
a ser noradrenalina é muito comum também a gente usar quando a fibra ela é liberadora de acetilcolina a gente chama de fibra colinérgica quando libera noradrenalina a gente usa o termo de fibra nora adrenérgica mas também é muito comum a gente juntar adrenalina e noradrenalina e falar que é uma fibra Adrenérgica se referindo a noradrenalina também isso é costume né e adrenalina e noradrenalina são duas catecolaminas relacionadas que tem atividades próximas né e são oriundas da mesma via de formação então é e você também leiam em algum livro falando que as terminações nervosas simpáticas são
adrenérgicas ok mas especificamente elas são nora né dicas tá bom então aqui tem uma tabelinha mostrando o seguinte que na a fibra Pré-ganglionar seja no simpático seja no para simpático o neurotransmissor sempre essa chocolino já a fibra pós-ganglionar ela libera acetilcolina se for uma fibra pós-ganglionar para simpática e se for uma fibra pós-ganglionar simpática libera noradrenalina e é bom exceções a essa regra existem fibras simpáticas que liberam acetilcolina no órgão efetor nas glândulas sudoríparas por que que essa fibra é considerada simpática porque Anatomicamente funcionalmente elas estão vinculados ao sistema simpático tá e os músculos piloeretores
mesma coisa e a gente tem uma outra a exceção seria que a fibra pós na medula supra-renal que na verdade não é exatamente uma fibra após ela é uma célula cromafim mas faz o papel de uma fibra após ela vai liberar como neurotransmissor ao invés de noradrenalina a adrenalina esse né a adrenalina e não noradrenalina então a essa é uma o A exceção à regra em que a gente tem a liberação de adrenalina e não noradrenalina e é bom em relação aos neurotransmissores que a gente tem no sistema nervoso autônomo no a gente foca muito
na noradrenalina no simpático e acetilcolina nos gânglios e no neurônio pós para simpático porque é o que representa a maioria das sinapses então se a gente pegar a noradrenalina ela é liberada no músculo cardíaco no músculo Liso das artérias uretra trato gastrointestinal dilatação pupilar a maioria das funções são vinculadas à noradrenalina e aos seus receptores alfa e beta a mesma coisa não para simpática né no gânglio a gente tem a o receptor nicotínico e a nas sinapses com o órgão efetor a gente tem os receptores muscarínicos que a gente vai ver um pouco mais à
frente mas que também são responsáveis a grande maioria dos efeitos para Simpático existem algumas poucas exceções a maioria dessas exceções onde eu tenho outros neurotransmissores eles acabam sendo co secretados com a ser tio colina com a noradrenalina então gente participação do neuropeptídeo y do óxido nítrico do vip do atp que geralmente eles são cor secretados um pouquinho sobre essa questão do curso da com secreção na sequência aqui então a gente tem alguns tipos de sinapse né a gente tem aquela sinapses autonômicas que Envolve a liberação do neurotransmissor e ele vai interagir com receptores pós-sinápticos esses
receptores pós-sinápticos podem ser tanto no gânglio quanto no órgão efetor e também podem envolver tanto mecanismos ligados a receptores de onu trópicos com meu caso o receptor nicotínico do gânglio e os receptores muscarínicos da acetilcolina nos órgãos efetores então ela assistiu colino a agir nesses dois tipos de receptores e aqui já está vendo Um efeito a pós sináptico em tipos de receptores diferentes então isso é uma coisa que a gente já tinha visto né que o mesmo neurotransmissor ele pode ativar mais de um tipo de receptor com mecanismos de ação distintos e inclusive desencadear efeitos
opostos tá o outro caso que a gente tem aqui nessa situação é que quando eu tenho a liberação do neurotransmissor allen ele agir em receptores pós-sinápticos pode acontecer modulação pré-sináptica É isso a gente já tinha visto também na aula de sinapse e em geral envolvem receptores com atividades a modulatórios né que reduzem a ativação dessa via neuronal são inibitórios né o receptor alpha-2 é um exemplo clássico de um receptor inibitório que reduzem é física e a a gente tem o esquema da cor secreção então existem algumas terminações nervosas que além de liberarem por exemplo a
acetilcolina que vai agir o receptor muscarínico na Membrana do órgão efetor também ocorre uma cor secreção de vip né nem sempre o vídeo vai ser liberado junto porque normalmente essa liberação depende de altas frequências a para que essas membranas e é recrutado né a secreção principal a normalmente é a acetilcolina mas quando eu tenho às vezes frequências de disparos muito altas e se essa cor secreção ela vem normalmente para deixar essa membrana mais sensível da é como se Eu tivesse liberando um outro neurotransmissor junto para ele e incentivar e aumentar a sensibilidade agenda em outros
receptores e isso normalmente só é necessário quando eu tenho uma ativação com maior frequência e em relação às varicosidades do sistema nervoso autônomo eu já comentei né são aquelas regiões a baladas com a liberação de neurotransmissores de uma forma um pouco mais difusa ea gente percebe muitas mitocôndrias nessas Regiões porque aquele processo de ancoragem liberação e recuperação de vesículas que se fundiram com a membrana precisa de muito gasto de atp né para fazer a endocitose das membranas que foram fundidos durante a exocitose eu vou precisar muito atp e em relação a suprarrenal aqui eu queria
comentar com vocês que eu falei um pouco por alto né se a gente pegar essa figura ela resume bem o que a gente viu até aqui em ti as fibras para Simpáticas são crânio sacrais né enquanto as fibras simpáticas são toracolombares a gente percebe que não parece simpático a fibra para é longa a vibra após é curta e não simpática fibra pré curta fibra após é longa e os neurotransmissores né acetilcolina no gânglio seja do parassimpático seja do simpático e no órgão efetor eu tenho a liberação de acetilcolina pelo parassimpático enorme epinefrina pelo simpático ok
só que é isso urge a Supra-renal então é suprarrenal ela é um órgão vinculado ao simpático ela tem uma exceção de jah a fibra pré-ganglionar longa é a fibra pós-ganglionar são as células cromafins as células cromafins elas funcionam como sendo neurônios pós-ganglionares modificados e aí assassinato se aqui seria o ganglio né então eu liberam acetilcolina porque aqui seria um gânglio a sinapse entre essa fibra pré e uma fibra após que é a célula cromafim a Célula cromafim vai liberar principalmente a adrenalina e um pouquinho menos em torno aí de dez quinze por cento de adrenalina
e essa liberação ela é também um pouco diferente porque não é em um órgão específico a liberação de adrenalina da medula supra-renal ela acontece na circulação então eu vou liberar adrenalina na a ação e essa adrenalina vai pela circulação age nos receptores que ela Encontram o caminho então eu tenho efeitos bem generalizados quando eu tenho atividade simpática por liberação de adrenalina na corrente sanguínea e tal aqui mais uma vez mostrando isso eu acabei de falar as supra-renais são essas glândulas acima dos rins dos dois lados a suprarrenal ela tem o córtex e ela tem a
medula que a parte interna e a medula supra-renal é que é o órgão simpático porque o córtex é um órgão endócrino que libera hormônios Esteroides que a gente vai estudar no sistema endócrino e a que a gente tem então olha lá o neurônio pré-ganglionar ele vem na exceção de fibra longa apesar de ser simpática a célula cromafim instalar dentro da medula e ela funciona como sendo a fibra pós-ganglionar então aqui seria o câmbio liberam acetilcolina receptor nicotínico e aí a célula cromafim libera adrenalina na corrente sanguínea essa adrenalina vai para circulação procurando os órgãos-alvo que
Reconheçam adrenalina como ligante é a vó já que eu tô tocando nos assuntos dos receptores é importante a gente conhecer os receptores que participam do sistema nervoso autônomo então no gânglio a gente já sabe que o neurotransmissor é é seu tio colina assistiu o linda tem dois tipos de receptores nicotínicos e os muscarínicos no gânglio o receptor é nicotínico se eu tô dizendo que ele é nicotínico então eu já sei que ele é um canal iônico Controlado por ligante então eu libera sítio colina ela se liga no receptor que abre a comporta do canal de
sódio e eu vou ter uma sinapse excitatória e citando a fibra pós-ganglionar então é assassinado se ela sempre é excitatório no câmbio é só que aí a gente tem a sinapse entre a fibra pós-ganglionar e o órgão efetor que eu vou ter que separar ele simpático e parassimpático porque os neurotransmissores são diferentes no Gânglio tanto simpático quanto para se impacto liberam acetilcolina o receptor é nicotínico e a sinapse excitatória mas no caso da da sinapse da fibra após com o órgão efetor o parassimpático ele continua sendo colinérgico então eu voltei a liberação de acetilcolina de
novo se for uma fibra para simpática e os receptores que estão nos órgãos efetores são receptores muscarínicos o receptor muscarínico ele é um receptor de proteína g então a gente já estudou a Esse modelo de receptor a cada um o receptor diferente a gente tem receptores já conhecidos m1 m2 m3 m4 m5 eles estão espalhados e a gente precisa saber qual é o subtipo de receptor naquele órgão isso infelizmente a gente precisa decorar né e alguns são mais importantes são por exemplo receptor m2 cardíaco é muito importante o receptor m3 no trato gastrointestinal é muito
importante para a secreção de ácido e à medida que eu for comentando vocês vão Perceber aqueles que são mais importantes o receptor de proteína g é aquele que tem sede dominios transmembrana um componente trimérico né que é proteína g que vai pegar o gtp e atividade alfa gtp a zica vai fazer com que eu tenho a ativação de uma enzima e aí as enzimas lá pode ser o quadril ciclase no sistema mp cíclico ou ela pode ser falso lipases e com o sistema mp3 calço de acilgliceróis que a gente já conhece tá ok a por
quê que ele Recebeu esse nome né mos karina porque eu já comentei lá olá de sinapse que são agonistas né agentes farmacológicos que são seletivos então esse veneno presente em cogumelos ele foi descoberto que ele era capaz de ativar o receptor colinérgico muscarínico seletivamente não ativar o nicotínico da mesma forma que a nicotina ativa receptores a seletivamente nicotínicos e não afeta os muscarínicos então como eu disse né no gânglio a gente tem receptor nicotínico Do tipo m2web um é aquele da placa motora a usa e muscarínicos eles geralmente são numerados de 1 a 5 tá
eu tenho m1 m3 m5 que são muito presentes tanto no sistema nervoso mas também a nos órgãos efetores da musculatura gástrica né e glândulas gástricas por exemplo as células parietais eles são principalmente excitatórios e vinculados ao sistema a fosfolipase c mp3 causa de acylglycerols né então por exemplo receptor m3 é tá Envolvido com o estímulo na liberação de ácido clorídrico e já os receptores paris neva m2 m4 eles estão presentes também diversos órgãos né por exemplo m2 é cardíaco e ele é inibitório então ele tem a ver quando a seu tio colina é liberada no
músculo cardíaco por um neurônio parassimpático vai acontecer né a diminuição já e psíquico e isso gera diminuição da frequência cardíaca da força de contração e por aí vai a em relação a Liberação de acetilcolina na fenda nas fibras que são colinérgicas né a gente também já estudou anteriormente que assistiu colina ela vem de uma junção das acetilcoa com a colina e isso é feita pela ação da enzima colina-acetiltransferase uma vez que ocorre essa junção ela vai ficar na vesícula e quando esse neurônio bipolar isa ela é liberada na fenda ela se liga e tu e
ela liga desliga e já é degradado então a gente tem as Acetilcolinesterases aquela verdadeira que fica na fenda que é a que a gente chama de acetilcolinesterase verdadeira e a gente tem a pseudocolinesterase ou butirilcolinesterase que está presente no fígado e no sangue para neutralizar qualquer seu tio colina que possa ter sido de sofrido difusão da sinapse para a corrente sanguínea e a assinar-se agora do simpático a gente lembra que ela libera principalmente nos órgãos efetores Descer as noradrenalina e a gente tem uma parcela né de adrenalina principalmente pela medula supra-renal a noradrenalina e adrenalina
ativam receptores alfa e beta e todos os subtipos são dependentes do sistema proteína g né então tantos receptores alfa quanto os receptores beta que são os receptores de adrenalina e noradrenalina todos são proteínas g a gente também já estudou processo de síntese né da adrenalina e noradrenalina Eles são é a mímicos né são feitos a partir do aminoácido tirosina então a gente tem as etapas né de formação na própria terminação adicional então aqui a gente vê que a tirosina a criação da tirosina hidroxilase ela vai ser convertido em do papa depois sofre a ação de
uma outra enzima que a dor para descarboxilase que vai converter em dopamina a dopamina depois sofre mais uma ação da dopamina dessa hidroxilase que vai converter essa Dopamina em nossa pneu e fina e aí nos neurônios simpáticos normalmente a gente para o processo aqui né a porém na medula supra-renal a gente tem uma etapa adicional onde a gente tem a colocação de um radical metil a mais e aí a gente vai converter a nora que nem frio nem epinefrina a as catecolaminas né tanta adrenalina noradrenalina elas são é catecolaminas porque elas têm um radical catecol
que é o três quatro de hidroxibenzeno e o que muda É radical né e no caso da adrenalina ela tem uma um meu tio a mais as duas têm afinidade tanto pelo receptor alfa quanto pelo beta mas essa afinidade depois vocês vão estudar lá na farmacologia que ela muda né então por exemplo o receptor beta2 ele tem uma afinidade maior pela adrenalina do que pela noradrenalina né então isso é na farmacologia que vocês vão estudar um pouco mais a fundo mas a princípio ela se liga nos mesmos receptores né uma vez Que eu libero esse
neurotransmissor ele pode sofrer recaptação neuronal ele pode sofrer difusão para fora da fenda e vai ser metabolizado por enzimas na corrente sanguínea no fígado e as catecolaminas a gente tem duas enzimas que fazem a degradação a account que é a catecol-ometiltransferase ela é uma enzima de fenda então ela fica aqui na fenda e uma vez que ela encontra na hora que nem fina ela provoca a degradação e Vai ser eliminado já a monoaminoxidase ela é uma enzima que fica presente no citoplasma que determinação é opcional e aí uma vez que ocorre essa recaptação é normalmente
a gente tem um processo de ressíntese então eu de grado a norepinefrina e reconstruo ela só reaproveitando os constituintes tá bom os receptores adrenérgicos de novo é uma questão assim a gente acaba tendo que decorar um pouco porque não tem muito como a gente saber se a alpha um selfie Dois aberta um sapato dois então existem alguns mais importantes né por exemplo os receptores alfa-1 eu já comi e ele é aquele que está nos vasos da pele das vísceras que quando eu tenho uma situação de luta ou fuga eles causam vaso constrição da pele das
vísceras e eu vou direcionar o sangue para o músculo esquelético né o receptor alfa um quando ele ativado ele é via proteína g e ele vai causar então ativação da fosfolipase c que está vinculada à vida Mp3 causa de acylglycerols então lembra que isso que faz todo sentido né o aumento do cálcio intracelular no músculo liso vai gerar né aquele balanço positivo para ativação da miosina aqui nas dica dela é vi que gera a contração muscular a e aí eu tenho vaso constrição muitos anestésicos locais eles são providos né por exemplo a lidocaína ela é
administrada muitas vezes em associação com adrenalina a noradrenalina ou com fenilefrina que São drogas que causam vaso constrição para quê para para que eu mantenha o anestésico mais tempo ali no local onde eu administrei e eu não uso vaso constritor que que acontece esse anestésico ele é difundido para circulação e ele é degradado rapidamente está o tempo de anestesia muito curto né então vocês vão ver quando vocês começaram a da ponte no hospital e tudo mais que os anestésicos locais eles são geralmente associados a gente os Vasoconstritores via mecanismo alpha 1 o receptor alpha-2 geralmente
ele aparece lápis que ele inibitório é aquele exemplo que eu mostrei né do receptor alpha-2 a causando modulação da liberação de um neurotransmissor pré-sinaptica mente e os receptores beta eles são todos ligados aumente a intensifico né a proteína ágeis estimulatório então por exemplo o receptor beta um mais famoso é o cardíaco o beta 2 mais famoso aquele do Músculo liso tanto vascular do músculo a é o músculo liso dos vasos que irrigam o músculo esquelético que eles causam vasodilatação a também em relação ao músculo liso brônquico né existem várias drogas por exemplo aerolin né que
é um medicamento que a gente usa para causar broncodilatação ele é um agonista beta-2 porque ele se lhe o receptor e causa relaxamento da musculatura lisa brônquica a o receptor beta-3 né o aerolin na verdade é o salvo Tanol né o receptor beta-3 está muito presente nos nas células do sistema metabólico - adipócitos do trato gastrointestinal e ele causa lipólise e se vocês olharem essas minhas imagens aí nos slides eles têm algumas informações estão entre parênteses elas estão relacionadas a sensibilidade desses receptores em relação a adrenalina e noradrenalina então por exemplo receptor beta um ele
tem sensibilidade afinidade igual para noradrenalina e adrenalina Mas o beta 2 como eu disse ele gosta mais da adrenalina tem maior afinidade pela adrenalina e menor que ela noradrenalina tá então essa questão de afinidade seria a facilidade com que ocorre a e não entre o ligante o receptor bom então aqui a gente tem um resumo né sobre esse sistema nervoso periférico se a gente pegar o sistema nervoso somático eu tenho um neurônio só único que liberam acetilcolina e aí vai agir Receptores nicotínicos causando despolarização a já o sistema nervoso autônomo eu tenho havia simpática e
parassimpática o parassimpático tem dois neurônios em sequência assim como simpático só que o parassimpático a fibra é longa a fibra após é curta e o simpático ao contrário no gânglio dos dois acetilcolina com receptor nicotínico e pó silabicamente no órgão efetor no simpático na hora adrenalina com e setores alfa e beta e no para Simpático acetilcolina com receptores muscarínicos a que a gente tem a exceção bom dia que vai para medula supra-renal e tem uma fibra simpática que é um pouco mais longa do que o normal a célula pós-ganglionar é a célula cromafim que é
uma célula pós-ganglionar modificada né um neurônio pós-ganglionar modificado e aí eu vou ter a liberação principalmente de adrenalina que cai na corrente sanguínea e vai buscar os receptores alfa e beta por onde ela passa E a gente finalizar né a sala de hoje eu queria comentar um pouco sobre a questão dos reflexos autonômicos porque a gente conversou sobre os reflexos do músculo esquelético né ah o reflexo monossináptico pode ensinar tipo reflexo cruzado bom aqui a gente tem um exemplo do controle do mecanismo de controle da bexiga urinária em relação ao volume de urina então esse
reflexo autonômico ele acontece na sua maior parte de forma involuntária e aí a medida que a bexiga Está cheia é que você voluntariamente vai controlar só o esfíncter externo né então através do nervo pudendo você vai controlar esses fim que ter que é provido de música esquelética e controle voluntário mas todas as outras etapas né de sensibilidade e de mecanismos de controle estão vinculados um automóvel então a gente tem a situação em que o volume de urina na bexiga ele tá baixo nesse momento predomina a atividade simpática se a Gente olhar nesse caso aqui a
gente tem a estimulação simpática via receptor beta-3 causando inibição aqui nesse caso né e a gente também tem uma via inibitória via receptor alpha-2 onde a gente inibe a resposta para simpática então aqui existe um neurônio vocês estão vendo ele aqui ó m3 esse receptora esse receptor m3 ele é ativado por uma via para simpática mas no momento em que a gente está com predomínio da atividade simpática a atividade simpática ela Mantém o mousse a dor da bexiga relaxado além dele manter o músculo relaxado ele inibe a atividade parassimpática né e a a gente também
pode ver que aqui a gente tem um estímulo via alpha um que é simpática e vasoconstritor que ele causa a o fechamento né do esfíncter então a uretra ela fica com os trinta e o esfíncter externo fechado também por mecanismos simpáticos tá bom à medida que a bexiga vai se enchendo vai se Enchendo vai se enchendo a gente tem um estímulo sensorial que enviado via nervo pélvico e ele causa o estímulo da região que a gente chama de substância cinzenta periaquedutal quando a bexiga então tá com volume alto ocorre o aumento da atividade sensorial e
esse aumento da atividade sensorial ele causa uma mudança bom e o que era simpático para uma excitação para simpática então por isso que a gente fica numa gangorra né hora Predomina o efeito simpático a bexiga encheu agora vai mudar e vai predominar o efeito sim para simpático perdão e aí o que que acontece à medida que eu tenho esse estímulo para simpático a gente tem mecanismos medulares de inibição das vias simpáticas né então se a gente pegar aqui ó eu tenho uma liberação de gaba que é um neurotransmissor inibitório e ele vai inibir as vias
simpáticas no gânglio simpático mesentérica inferior e isso vai reduzir A excitação simpática e aumentar a estimulação parassimpática nesse momento então de excitação para simpática a gente tem já a os é de contração do músculo detrusor e eu tenho um controle do esfíncter externo por mecanismo voluntário músculo-esquelético um outro mecanismo que a gente tem também reflexo autonômico entre balanço simpático parassimpático está no controle da pressão arterial se devem ter visto né Que a gente tem os barorreceptores e também os quimiorreceptores localizados os c&a o no seio carotídeo no arco aórtico e aí o que que acontece
eles são sensíveis ao estiramento então se a pressão tá muito alta ocorre muito estiramento isso manda uma informação sensorial né para região do núcleo do trato solitário que fica no bulbo e a partir disso a gente tem mecanismos que inibem a resposta simpática a gente sabe que o simpático ele tá agindo tanto no Coração aumentando a frequência a contração quanto nos vasos causando a vasoconstrição só que se a pressão tá alta eu tenho que diminuir esses mecanismos e aumentar estimulação parassimpática então eu vou ter inibição da ativação simpática associada a um aumento da ativação parassimpática
e isso vai gerar ativação do receptor m2 pelo parassimpático acetilcolina e aí eu vou ter bradicardia só que eu não tenho inervação parassimpática nos vasos que Que eu tenho que fazer reduzir a ativação simpática então ao diminuir a ativação simpática eu tenho vaso dilatação então essa junção de efeitos tudo feito de maneira automática né o bar receptor que detectou modificou a a vasculatura modificou a frequência cardíaca tudo sem que você tomasse consciência disso né e se a gente for pensar no sistema nervoso autônomo como todo todo livro de fisiologia tem uma tabela a parecida com
Essa em que mostra qual é o órgão efetor geralmente eles vêm fazendo mesmo nesse sentido né de pupila coração vasos sanguíneos pulmões trato gastrointestinal e a aqui nessa tabela a gente tem quais são os receptores e quais são as respostas desencadeadas pelo simpático nessa tabela aqui que eu coloquei né e o parassimpático nem todos os livros costumam trazer discriminado cm 1 cm 3 cm 5 cm 2 eles colocam só que é muscarínico né o que é mais geral mas Existem alguns receptores mais importantes não m2 card e o caminho três gastrointestinal mas isso são informações
que vocês podem pegar e consultar em qualquer livro de e eu tenho uma tabela como essa tá ok bom galera essa é a aula de hoje espero que vocês tenham gostado dúvidas por favor coloquem lá no fórum para que a gente possa conversar e a até a próxima aula abração