eu salvei não estamos de volta aqui mais uma vez com esse quadro que já é clássico daniel como é que pode ele já classe a e aí é exatamente estamos aqui no nosso quadro história econômica do brasil hoje nosso segundo vídeo para você que está acompanhando o roteirinho dos filhos esse nosso quadro que conta um pouco do desenvolvimento econômico do brasil ao longo de toda a sua história de hoje a gente vai para o segundo capítulo dessa história né dela falar sobre a questão do famoso maravilhoso necessário e fundamental café não apenas do ponto de
vista econômico mas também né existencial foi isso aí é aguentar mais na quarentena que estamos vivendo aqui cuidado com café no 40 ela fica mordendo o pescoço dentro de casa é um grande prazer estar na boca de vocês mais uma vez eu sou gabriel feitosa muito boa tarde gabriel mendes bom dia boa tarde boa noite a vocês e sim é a ideia é analisar aqui na nossa nossa segunda episode da incrível história econômica brasileira essa saga para entender nossas características tá chegando a linha do tempo o fio condutor e acho que é interessante pensar como
o café rende um episódio neném onde peso só para isso essa pontinha maravilhosa exatamente até porque a produção do café sistema império a economia cafeeira né se ele império e se estende até o brasil república até primeira república né então que passa dois períodos históricos o café vai se tornar de fato principal produto de exportação do brasil na segunda metade do século 19 na primeira metade do século 20 e portanto merece um episódio próprio porque a partir do café também né biel vai perceber uma série de atividades econômicas paralelas inclusive falaremos de dois sucos industriais
ou nessa aula outro numa aula mais acende para entendermos que a própria o próprio industrial que o brasil vai né quem sabe na segunda tem relação do castelo também é muito importante é por isso que o episódio só para essa plantinha maravilhosa que tem a sua chegada ao brasil aqui a gente começa já analisar um pouco dessa história no século 18 é o século 18 é um século basilar ali na linha do tempo europeia a gente usa o 18 como marco para o início da nossa era contemporâneo onde temos a revolução industrial revolução francesa a
revolução americana também a nossa independência das treze colônias e tudo isso acaba desenvolvendo possibilidades de novos padrões culturais novos padrões de consumo café acaba entrando um pouco nessa nessa nova etapa é de uma cultura burguesa de cultura dos papéis em viena dos cafés em paris e tradicional mente né é bom deixar claro fácil uma lembrar que é uma correntinha oriundo ele dos planaltos da etiópia e depois vai ser desenvolvido na arábia propriamente na idade média né aqui na península arábica e durante muito tempo né esse inclusive já foi gemma no enem como o café foi
visto como uma bebida diabólica pelo homem europeu e de estúdio da sua origem árabe da sua origem africana e o consumo do café moído passou ali se desenvolvido na arábia eles vão morrer né a plantinha para fazer isso não era algo tão difundido na europa medieval e ele na europa moderna só passa a ser realmente um padrão cultural pode 1720 pode 1730 e aí essa essa burguesia francesa fora presente um pouquinho da burguesia germânica também para ele vai passar o ar é tendo certa apego pelo exótico é interessante como a burguesia ela vai entrar nessa
onda de domesticar o exótico muitas então e a tendência árabe certa como influência africana acaba inclusive até pegando muito para o imperialismo do século 19 essa ideia do fado nuvem branco de um destino manifesto o café outro pouco nisso é aquele aquela bebida exótica que vai sendo domesticada pelo francês e pelo germânico e logo logo chega na américa com uma pressão econômica interessante pontuar que os primeiros registros históricos sobre plantio de café no brasil só ainda do século 16 no início da colonização trazida por jesuítas pelos noviços claro que o café estimulante então alguém me
ajudava tanto nas orações quanto no trabalho dos jesuítas ali nas suas pontuações obras nos 500 e também né é exatamente nesse momento em que faz muito bem que isso né é muito bem daquelas tardes pós-almoço na biblioteca da usp né depois de comer aquela o fim de bicarbonato que você você sentir era limpando a gente tomou café para dar aquela acordada mas de fato e essa como você colocou aí no slide para galera acompanhar é no século 18 que a gente começa a observar as primeiras mudas de café sendo produzida numa escala maior beleza e
o primeiro indício que a gente tem você colocou muito bem no pará oficial irmã me francisco de palha melo e no ano de 1727 exatamente nesse contexto que você chamou atenção bial produz ali na região parar a província do pará dada isso hoje nações inclusive territoriais para ir por ali faz as primeiras experiências com café visual café passa principalmente na região centro-sul do brasil a ganhar mais espaço e a partir daí gente começa a observar uma produção café ganhando espaço e por que ganhou espaço dela é bom são iguais porque estamos falando do século 18
e principalmente a partir da segunda metade do século 18 nós temos europa mais especificamente na inglaterra rolando a revolução industrial revolução industrial da espada e o operariado o operário um operário precisa do café para se manter acordado além do afrodisíaco entre a burguesia europeia também se torna um estimulante necessário para manter os trabalhadores ingleses que trabalhar com durante o longa história nas suas atividades por mais eu gostaria de chamar atenção do café no século 19 é o principal para mais aqui não tem em alguns mercados na inglaterra igreja já tinham o costume de tomar chá
esse interessante a gente vai inclusive os ingleses são importantes financiadores do café no brasil mas eles não tiravam brasil comércio do café uma atividade tão necessária para ele mas nesse início nesse start principalmente lá na inglaterra no século 18 a gente vê até atenção e depois aqui a gente vai observar que essa cultura não se fez para ele é um presente na inglaterra a gente ficou para a alemanha por exemplo no século 19 é uma outra história que a gente outros estados unidos nosso principal comprador de café é a maior da história a gente percebe
que isso está relacionado eu sempre temos nas aulas a uma mudança de hábito como você comentou uma mudança cultural ea claro que a revolução industrial o capitalismo industrial obviamente impacto nesse nessa mudança de aço né essa mudança de costumes em nosso é muito importante até para gente começar aqui analisar essa primeira fase da cafeicultura que é uma faz e tímida ainda é a gente tá pegando uma visão galera que tem clássica tarde do ciclo da cafeicultura no seu âmbito mais tradicional século 19 geralmente os autores dividem em três grandes fases de expansão e aqui a
primeira etapa tv ela eu tô até estendo o tempo dela aline 720 até 1.850 porque é um período ainda de uma certa timidez vamos colocar assim numa produção ainda em um modelo de pequenas hortas próximas ele ao interior do rio de janeiro já começando a penetrar na região do vale do rio paraíba e como vai ser bem colocou tá seguindo o novo padrão cultural absolutamente burguês embora o brasil ainda não tem uma burguesia plenamente consolidada mas ela vai caminhando lentamente aqui e com experiências é bem bem cirúrgicas na região de vassouras e de valença que
conseguirem hoje mais ricas do café no primeiro com tático tá só para deixar claro aqui o brasil vai ser tão importante nessa produção de café na segunda metade do século 19 a gente chega aí a produzir quase metade de todo o café consumido primordialmente na europa e nos estados unidos sobra inter-relações entre essas o que você chama muito bom essa semana vai juiz da produção do café no brasil chegou essa lógica dos pequenos valores 10 órgãos isso muito acompanhante do modelo que vai ser utilizado de fato de grande parte da américa latina no brasil que
a gente fazer uma diferença da transformação dessas pequenas de uma coisa olha depois da produção nas grandes latifúndios obedecendo aquela lógica do plano texto um principalmente com relação ao vale do paraíba a gente pegar e aí tem um estudo fantástico a gente vai colocar aqui no link depois lembrando né biel que nossas aulas de forma chip aí né dentro dessa linha do que a gente tá se pocando tipo zenix aqui na parte de baixo para vocês poder estar faculdade existe o historiador chamado rafael martese ele faz benefícios que ele faz um estudo bem interessante estudo
comparativo sobre a questão da produção do café a utilização da mão de obra escrava e ele faz uma análise comparativa pegando o brasil cuba colômbia onde você se tipo de produção que diferente mas obedecendo essa loja a importância da mão-de-obra escrava principalmente na primeira fase a gente vai perceber inclusive um dos fatores que nos ajuda a explicar a posterior decadência dessa região da produção do amazon do vale do paraíba é exatamente o face da concorrência de uma mão de obra assalariada livre e começa entrar no brasil pouco mais à frente exatamente a partir de noite
é 50 efeito essa região aqui inicial a gente pode caracterizar com uma região de elementos mais clássicos do ponto de vista econômico tanto que alguns vão chamar de região velha do café porque não vai estar se adaptando com os mente bem colocou não vai se adaptação na ao longo do tempo aos novos padrões de mão de obra as novas técnicas agrícolas as técnicas aqui são bem tradicionais bem rudimentares até em vários pontos tv você tem um amplo sucesso pela proximidade que vassouras e valença tem composto do é mas as estradas que conectam essas regiões com
o porto ainda são estradas é organizadas por mim elas depois você nem tem ainda o sistema ferroviário plenamente consolidada embora claro a gente vai ter ali uma ferrovia matinho da ferrovia no período de mauá e depois ele também me cima da república velha onde você ainda tinha um modelo ferroviário ainda penteando a logística brasileira mas isso não é plenamente consolidada aqui então esse processo de escoamento ainda é feito igualzinho a gente usava no período colonial é é longo de jegue de mula da maneira mais simples possível gostaria uma região muito clássica e muito tradicional aqui
mostrando desta mais atenção a gente entendeu conto como essa característica da produção do café no vale do paraíba vai se diferenciar depois da produção no oeste paulista faz bom primeiro algumas características que mostram como essa produção o que é o destino o rudimentar mas não tá do que vai ser aquela vai ser organizada norte paulista boris fausto até a sala na história do brasil e para se abrir uma produção nessa iniciar a produção do café na no vale do paraíba necessário e chá de foi era os dois principais equipamentos utilizados na produção do café no
vale do paraíba ou seja atividade plenamente é esse identidade da mente é colonial e utilizada facilmente utilizada pelos escravos energia na baixa técnica para você poder iniciar a produção aline para você começar a produção do café no vale do paraíba ea produção de café de forma geral o tempo de produção tempo entre o político a colheita de mais ou menos quatro anos e aí a gente tem no meio dessa na entressafra da produção do café na região do vale do paraíba outras produções que basicamente era um prato inteiro costa fazenda a mandioca milho feijão e
também que isso se a produção de algumas árvores que serviam como sombra para permitir o franco crescimento desse café utilizada mão-de-obra escrava e como vai ser muito bem mencionou estradas extremamente rudimentar i muito esse período colonial e que eram feitos principalmente no lombo de burros que levaram até o porto do rio de janeiro naquele momento principal posto de escoamento e interessante o mais forte até chamar atenção para imprimir de alguma importante essa relação entre o cafeicultor e o exportador tava no posto rio de janeiro bial é o comissário isso é muita atenção para esse cara
que o comissário é justamente o cara que faz esse intermédio entre o cafeicultor e o exportador e vai levar o café para fora de interessante porque na volta da viagem esses esses cursos que levavam as sacas de café muitas das vezes eram trazidos os alimentos como por exemplo bacalhau que viu e na europa era um brasil dos produtos de luxo eram utilizados e vão ser utilizados por essa elite né do vale do paraíba é uma atenção até pro outro fator gabriel a gente vai falar daqui a pouco todo chamado dos barões do café não ficaram
conhecidos essa elite do vale do paraíba e se a gente for buscar uma raiz social dessa elite que vive na região do vale do paraíba a grande maioria deles não era daquele jeito daquela elite olhar o rica que existiam anteriormente e até o bóris fausto chama atenção também para isso como a disputa ali de terra na internet no início do século 19 a região do vale do paraíba era feita na base da porrada mesmo porque ela lutava potenciações terra a questão da escritura das terras eram ruim difícil que geravam várias vagas para altos então a
parada de água morte não era bagulho de bang-bang real então esse ficares forno de carvoaria sua burra a utilização por meio da violência por meio da decoração estrutura exatamente dessa estrutura colonial do plantation monocultura escravidão latifúndio que a partir daí essa ele foi se formando criando essa galera que a gente chama aí dos barões do café mel então você vem quanto europa e recebi batinha inglaterra frança tá entrando também ali nos países baixos então vivendo a sua primeira revolução industrial aqui é o brasil tá na verdade insistindo no modelo arcaico de agricultura que desenvolvia pela
mente no século 16 e que continua no início do século 19 e não à toa e agora a gente tá mostrando aqui que na interesse safra é que a fazenda vai produzir ali itens variados mas esses itens são consumidos pela própria fazenda e o significa dizer que o vale do paraíba era uma região produtora de alimento e agora será uma uma a leitura de alimento deixa de desenvolver a produção alimentícia por em torno e agora vai produzir alimento só para sim logo vai depender exatamente comumente colocou dessas mulas trazerem de volta algum tipo de alimentação
para sustentar essa população do vale por isso que eu tô mostrando aqui vocês estrutura a produção de alimentos porque a lavoura cafeicultor hematoma tudo pelo menos ela tem que tomar grande parte da zona agrícola e não sobra muito espaço para plantar comida para vender comida então acaba que ele se importarem mesmo isso então mostra uma pressão dessa economia cafeeira em conta uma monocultura as fazendas essa diversidade de grão essa diversidade de técnicas não há uma característica desse conceito e personaliza a fase dois a gente avança um pouquinho na linha do tempo aqui essa segunda fase
de expansão nada mais é do que a consolidação do vale do paraíso o vale ele vai aos poucos tô na fase timidamente como a gente tá mostrando no modelo de horta e expandido plantation para essas zonas do interior e a fase dois seria a ideia do brasil é o vale seja o vale do paraíba agora representa a zona de ouro essa produção cafeeira sobretudo ali né os lei eusébio de queirós de 1850 até 1870 onde inclusive teoricamente a escravidão está decaindo mais interessante é interessante porque é uma frase dessa época perdeu algum desses aparelhos o
café não podem se falam obviamente de forma bastante ambígua o brasil é o café e o café negro então essa ideia de que a utilização da como se fosse uma forma de legitimar a mão de obra escrava como sendo fundamental para que o café da por mês uma atividade econômica importante no brasil né e são esses caras que vão se a garrafa isso isso do vale do paraíba e bo a escravidão até o fim não se colocar você pode os opositores a todas as leis anti-escravidão antiplástico começam a ser assinada de forma mais aguda a
partir de 1850 esse lá em 888 quando houver né abolição da escravatura cúmplice isabel não se transformar os famosos já publicações depois de maio né efe eram que dessa elite conservadora estou prática mas que vão passar defender o modelo republicano uma pronta adão fez a marca ele não fácil de ser abolida a escravidão beleza então a gente percebe que essa ele que representa o que há de mais conservador na sociedade colonial na sociedade imperial né o século 19 no brasil exatamente neste momento e nessa região total não à toa né nosso grande és e aí
tem a elite do atraso como sua grande obra disse representa de fato uma o processo de capitalismo brasileiro o capitalismo ainda baseado em a kaiko o capitalismo num conceito bem tradicional ainda de característica dependente o capitalismo dependente ainda das diretrizes econômicas europeias e que só vai se construir ou pelo menos 70 construir autônomo é no contexto de guerra fria e mesmo assim é uma autonomia muito rala né esconder cicatriz um brasileiro nos anos 40 e 50 ali até 6465 de fato a gente tá vendo uma elite com base conservadores e que só poi a um
regime republicano inicialmente por pirraça vamos vamos colocar assim de maneira + rasteira é uma elite que vai para a república de pirraça a então você vai abolir a minha mão de obra sem me pagar nenhum tipo de indenização tá tudo bem vamos apoiar o movimento republicano ea daqui que nem esse movimento atender os republicanos de três de maio e faz referência a lei áurea na em 3 de mayo de 1808 e com assinatura de princesa isabel você tem a figura aqui de joaquim de souza breves é que se pega ali em casa na figura do
rei do café no rio de janeiro inclusive encarnando ele tentativa de revolta em algumas jornadas eu vou tosas a parte de 1842 neném selecionadas liberais no contexto político de transformação lá no parlamento onde dom pedro tava tentando ali hora agradar luzia sora agradar saquarema e você tem uma série de levantes liberais em 42 é promovido os pontos mas aqui elite cafeicultora por uma certa elite da classe média no rio de janeiro em minas e em são paulo isso é dom pedro nosso pedrinho ele só consegue um restinho de fato no projeto cafeicultor depois de resolver
essas tretas depois de resolver essa política externa brasileira que está caótica na década de 1840 1250 ele vai ter que lidar com que a dança ministerial e vai ter que lidar com uma revolta muito agressiva em pernambuco a chamada revolta para ele ali no curso de 48 pegando inclusive muita referência na primavera dos povos é europeia depois que ele funciona esses problemas internos ainda tem que medalha nos seus 45 anos da revolução ao varreu no brasil cabelo primeiro decênio do reinado de dom pedro segundo é bastante tensa e vamos lembrar que o 15 anos de
idade né assim então eu vou continuar ela nem maior de idade tem que lidar com essa série de problemas mas entendeu que a alternância de poder é lógica de funcionamento lá que o reinado dele funcionar se foi o que acabou acontecendo ele quanto ele manteve enquanto ele manteve essa essa relação de divisão né de alternância de poder o reinado dele conseguiu se organizar minimamente e é claro que toda vez que um grupo rival se colocava no poder e as vai abrir uma posição isso gerava alguns alguns resultados algum alguns algumas disputas mas é bom situar
né a gente já tá falando da segunda metade do século 19 e a gente também tem que é contextualizar economicamente que a gente tá passando pela segunda revolução já entrando e aí a gente tem ampliação do processo de integração e aí nesse momento sabe que a gente nesse momento que os estados unidos vão se tornar o principal país de compra e de venda né descobrir venda de café a gente precisar mensurar isso porque olha o tamanho dos estados unidos a pujante economia norte-americana na segunda metade do século 19 e como isso vai do espaço permitir
o desenvolvimento da produção do café e fusíveis para começar apresentados para a região do vale do paraíba e região é só ter muito interessante quais são os fatores que explicam a decadência da produção no vale do paraíba a usar a questão da mão de obra que a gente acabou de falar essa transição da mão-de-obra escrava para a mão de obra nessas alagada estão das posições terroristas pelo qual passava a escravidão de se mostrava no sistema e decadência absolutamente é militar já havia alcançado né o seu deus é que a gente pode falar sobre isso mas
agora de decadência mas para o século 19 seja um dos séculos são demais outro entrada de escravos na história do brasil sabb interessante é o período de áudio e ao mesmo tempo dependente tirolesa e o café tem uma papel importante tem uma parcela importante nessa cansada de escravos só que já não pensa internacional de enfrentamento com isso e a inglaterra coloca-se corta com uma grande liderança contra a escravidão no mundo e a lei do albergue em 1845 r41 a forma curta naquele momento isso vai ter reflexo inclusive aqui no brasil a lei eusébio de queiroz
1850 e também ali de terra incentivam ainda mais não apenas a chegada de imigrantes mas o frear da atividade no tráfico negreiro no brasil além disso bial ainda questão da mão de obra importante também fala da questão é de forma na legenda na região do vale do paraíba o fato de ser uma produção predatória no vale do paraíba fez com que a produção naquela região tivesse muito mais rápido se a gente for fazer uma comparação bel meu nome no vale do paraíba a posição do café geralmente levam cerca de um quarto de ferro a gente
pegar comparação quase paulista a gente tem uma produção perene e cerca de 30 anos então a gente percebe e alma diferença interessante importante também nessa questão do solo a questão geográfica dos próprios limites geográficos enquanto não a região do vale do paraíba rio de janeiro e mesmo a zona da mata mineira ao limite de fronteira jogar interessante oeste paulista que vai ser água corrente vai seguir daqui a pouco é um grande vazio o que permitiu também o desenvolvimento de forma mais plena da atividade naquela região ea claro no sobe extremamente propício para esse tipo de
posição ou seja enquanto a gente tem uma série de buraco a gente vai ver uma outra área de contando com uma ser favorável porque por formação da atividade do castelo a esse paulista a gente vai ver por exemplo e uma exceção de imigrantes assalariados e os movimentos de técnicas muito mais desenvolvidos na região do vale do paraíso isso é importante de 14 até a gente entender essa diferença porque questão de prova tu não não isso aí muito classe são paulo agora a cobrar isso essas características de contraste entre as duas regiões né é claro que
aqui você o governo também interessado em investir nesse tipo de atividade como a gente comentou dom pedro e segundos já tem uma certa política de coesão interna isso a favorece os investimentos econômicos o ciclo do café tradicionalmente nos livros ele colocado já começando na regência mas ele realmente ganha o investimento estatal pesado agora na fase do oeste de são paulo é uma região considerada a mais moderna as próprias técnicas de lavrar a terra de que adultos são melhores até porque a gente tá falando aqui da terra roxa habilidade assim em alguns explicam pela atuação de
imigrantes né que vem a terra avermelhada e ali não durmo nome né a do espanhol vermelho essa crise do tráfico negreiro a gente tem que danone aqui é isso a gente tá falando claramente da lei eusébio de queirós e a partir de 1850 que oficializa esse essa proibição do tráfico pelo atlântico porém isso não significa dizer que tráfico interprovincial também vai ser totalmente combatido pelo contrário você até aumento tráfico entre as províncias que agora você não tem mais um sistema tão organizado de navios negreiros a inglaterra já tinha pressionado ante com a lei bill aberdeen
em 45 e agora o brasil válida a sua predição traz mais tranquilo tem na real é muito forte né na real né bel as reivindicações inglesa em relação ao brasil é bem esse período joanino né e importei o processo é o seguinte pensar na lógica já do brasil independente já no processo de reconhecimento a nossa independência inglaterra já residiu no tráfico negreiro pensar que no ano de 826 já foi assinado o primeiro projeto de lei foi ali também né a assinar de 1827 e deveriam cães de guarda limpa e que somente o início da região
entre 1831 e uma chamada além de sabe que na verdade não tem nenhum não tem resposta nenhuma inclusive conhecida como lei para inglês ver diante dessa apatia do império brasileiro de adotar medidas mais práticas contra o tráfico negreiro contra a escravidão foi assinado uma lei internacional uma lei empresa chamada de lei de uma perdi te dava a marinha inglesa a autorização de intervir na vios traficavam escravos né inclusive estes navios eram eram apontados como atos de pirataria e os ladrões negreiros seriam julgados por tribunais joga 21 leis severas com relação ao tráfico negreiro e diante
dessa pressão externa e eusébio de queirós né ao ministro da justiça na época assim uma lei foi também só que eu é bem não significa o fim da do tráfico pelo menos não do plástico oficial e muito menos acho não a gente ainda vai ter pelo menos umas 38 anos de escravidão até que ela se realmente estiver né a gente tem até um quadrinho final da nossa aula a gente vai clicar e até a questão da mudança da mão de obra também tem a parte em relação como fator externo mais mas a gente fala sobre
isso é essa escravidão aqui tá tá usando o conceito de segunda a escravidão aqui que eu consegui isso até polêmico nem todos esperando eles concordam com essa com essa noção mas que américa especialmente aqui brasil em cuba é você se for para meu caso de colômbia essa região e do caribe venezuelano também se você vai ter uma nova onda de uma escravidão tradicional não é porque você tem impressões europeias que a escravidão nesse território brasil cuba e venezuela e colômbia escravidão diminuiu pelo contrário você tem um novo ciclo de exploração e essa mão de obra
escravizada africana que vai pendurar até ali as leis abolicionista no caso da lei a hora de 88 e isso segundo multiplicadores impede a formação de uma classe camponesa plenamente livre no brasil essa ideia de que o brasil tem uma brecha camponesa onde na prática nossa mão de obra rural livre ela só se forma de fato lá para década de 20 e 30 não à toa o movimento rural brasileiro ele tem uma organização tão difícil na sua estrutura é de movimentos sociais só nele se consolida no governo jk e posteriormente de alho joão você está falando
dos anos 60 com as ligas camponesas lá na frente com o mst vai ser outro copo e tiver entrar nisso quando chegarmos lá mas é só para ver se eu tinha essa dimensão o debate acerca da abolição escravista ele ele bate o ponto aqui e é muita gente falacioso aí daí ele tá escrevidão diminuiu necessariamente tem que cumprir e ela foi reforçada muito por conta do vale do paraíba e oeste paulista também batendo no pouco do refugo desses escravos embora experiência livre começa timidamente aparecer no caso de italianos e alemães no início de uma negação
se você se os nossos telespectadores e internautas quiserem procurar é é possível ver análise de dados do número de entrada de escravos e interessante no início do século 19 entre 1811 1828 você tem menos estragos do que entre 1820 e 1831 840 mil 50 quando os números foram tão exatamente no mesmo momento que começam a ser assinado dessa vez anti-escravidão então é interessante fazer essa comparação e pegando dados fica ainda mais resistente e não necessariamente o século 19 acompanham a decadência é correto nova o carrinho do caindo caindo caindo caindo é mais diogo fica é
somente você pega a as tabelas de 1850 em diante elas mostram até uma certa diminuição do fluxo desse tráfico interatlântico o conto da lei eusébio de herói mais galera a um reforço absurdo de me escravidão por exemplo do ceará para o rio de janeiro da bahia para são paulo de pernambuco para minas gerais você começa a ter aí o sudeste importando muito muito a mão de obra nordestina é para você assistir um passo a economia cafeicultura essa fotografia aqui do marcos r aí eu sempre confundo a força marcos ferreira marcos perde enfim é o nosso
grande fotógrafo do século 19 de origem francesa brasileiro de origem francesa que enfim clássico em prova essa este ensaio esse cara muito cobrado aí essa sebastião salgado do século 19 né é tipo isso que é um cara ali que vai atuar muito é uma fotografia de propaganda vamos colocar é isso ensaio que o cara faz no vale do paraíba olha a data a gente 1882 quando vai ser analisa fotos como essa presidente e só tira um efeito no calor do momento isso aqui é pousado é claro que o fotógrafo tem uma preocupação em buscar pose
desse trabalhadores quase como se estivesse pegando os caras aqui no cotidiano nega tô aqui um clique um flagra dessa largura claro que não existe essa dimensão onde você coloca as pessoas com as suas marcas escondidas que o corpo de trabalhador está muito bem coberto a gente não vê as marcas nos ford elas sobre essa mão de obra a ideia de que eles estão ali numa certa organização com instrumentos novos proposital na fotografia até porque a fotografia no século 19 ela não é tua caso não story que você faz aleatóriamente é tudo muito bem pensado para
trazer as ideias de uma humanização do escravo a realizou aqui e essas fotografias aparece muito em concurso posterior à data 82 tente a escravidão é cearense já tá acabando nesse contexto mas isso não significa dizer que nós já temos uma plena liberdade no brasil acho que essa foto não é força ainda mais a ideia de uma segunda escravidão nós valores do rio de janeiro sintetizam né que história processo ele não existe movimento distantes uma cor o cara morre medieval ou dorme medieval nasce moderno dorme escravo e me dá para mim falar me limpo mais que
uma treze de maio ele fosse escravo outra coisa se esquece milho isso foi um processo rápido o livro foi liberto do dia para a noite eu não é sempre linear essa ideia deles acho que relação de causa e efeito sempre gera uma linearidade nos fatos nem sempre é a que a gente está vendo na verdade um fluxo escravidão que nem o ser humano bastante muito criticada a europa mas a elite brasileira vai se mantendo a pegada esse modelo de mão e acreditavam piamente que se a polícia discriminam aqui a economia entrar incoaço é ser a
visão da elite do brasil se abolir a escravidão este país quebra nós não temos como sustentar sem escravo olha aí a análise de pode puxar pela qualidade quando você fala por exemplo o salário mínimo como se fala por exemplo de lei trabalhista e coisas do tipo a mesma o mesmo discurso era muito forte nesse contexto o território da terra roxa o chamado oeste novo né como a gente fala até lá era vargas até a década de 30 a 35 até o início dos anos 40 é um território fundamental agora como zona mais moderna o mente
puxou aqui a ideia da lei de terras e fica só com essa análise legal né pensar na lei de terra e como uma tentativa de modernização da estrutura agrária brasileira a ideia de uma propriedade privada ou seja agora você pode comprar a terra por meio de leilões por meio da atividade portuguesa por é verdade só perpetua ainda mais uma estrutura agrária e concentra terra na mão de quem tem sobrenome na mão de quem tem sangue azul na na mão quem tem poderes breve é bom para ficar mais claro do que isso não entender que antes
do colonial e se dava por meio de doações e as doações ela fez as principais mídias os mais ricos o que já estabelecendo o início do atitude e além de terra basicamente só consolida é isso tornando isso uma premissa jurídica né do estado uma política de estado que se dá através da compra né então leilões ele deixe o que apenas os mais rico obviamente tinham condições de ter acesso e comprar por mais que interessante na bel se fosse vendido fora do brasil alguma maneira de incentivar a vinda de imigrantes mas a lei de terra que
precisava justamente impedir que esse um trabalhador imigrante se for lá cima exatamente um proprietário que não tem não à toa imigrante só poderia ter acesso à terra depois de três ou quatro anos estadia no brasil ou seja a dificultar também que as a mão de obra é potencial se tornasse diretamente um proprietário e passar para disputar ali com o oposto a posse dessas terras do quadrante proprietários a posse dessas terras né a então significou sim das clouds para se ganhar do brasil em vai pensando assim né inclusive a lei de terras foi feita a consolidação
do latifúndio da concentração fundiária way foi cristalizado nesse momento e bagulho de reforma agrária né biel nem canal horizonte avisada não a gente tem aqui na verdade essa perpetuação de uma estrutura agrária que que prioriza realmente e sobrenomes os para é o chamado isaías elite carioca né fluminense me disse assim e que vem se perpetuando no brasil desde as capitanias hereditárias extra grana ela se consolida se cristaliza comente colocou dá para você também fazer um comparativo aqui dentre vale do paraíba ea oeste paulista na questão portuária agora o posto de santo tiver muito muito um
valor absurdo né então a tua nossa primeira bolsa de valores surgem são depois de que ela vai alterar no e depois então o perry em são paulo né mas você tem a formação de uma bolsa de valores em são mediante ali esses grandes investidores do café que querem comer só botar o seu dinheiro em outras atividades até pena com o esperado ao recrudescimento desse tráfico interatlântico você tem que usar o seu dinheiro para investir em outro outras questões que o cara vai investir em bolsa para ver este ferrovia o cara começa a investir em pecuária
ele vai investir gradualmente no cacau no mate e outras atividades agrícolas coisas que são encher e também nesse momento de aproveitar essa fase o e alguns historiadores chamam de burguesia do café assim porque esses caras também passam a diversificar os investimentos mediante a esse vultuoso a corte vestimos na capital proveniente pronto lá no criatividade é o único do café quanto também é importante a gente mencionar né de mecanismos adotados internamente pelo estado brasileiro e também vão provocar uma proteção do nosso mercado uma lembrar que em 1844 a gente tem a tarifa alves branco e é
uma a tarifa protecionista o que também permite o desenvolvimento por exemplo de uma certa atividade industrial no brasil exatamente nesse período livre 1850/1860 cujo principal personagem e as cores popular de industrialização a gente vai antecipar com esses industriais a gente pensa na era irineu esposa que o cara que investe muito em ferrovias por exemplo não apenas na região do vou falar com a estrada de ferro central do brasil mas também com ferrovias na região de são paulo do paranaense ferroviária exatamente o japão do porto de santos né falado da principal ferrovia nesse momento é a
jundiaí santos rodrigo essa ferrovia que era ali controlada concedida pela são paulo harry que era uma concessionária né é inglesa e que depois deveria fazer e acabam fazendo questões logísticas uma criação dessas em rodovia de jundiaí até rio claro você que acabou não acontecendo então a gente percebe que eu até o momento mais aulas no face você também mas sim o momento de expansão ferroviária no brasil se deu exatamente no mesmo momento de expansão ferroviária nos estados unidos que é maior a desesperança a diferença que os batimentos rolou mano foi mantida essa essa expansão aqui
hoje os estados unidos é postado por ferrovias dentro do saudoso de cabo de bode correndo muito sobre isso sim sobre essa falta de investimento do brasil né fez ao longo da sua história me sinto lá na bel exatamente de ferrovias no brasil e quantos estados unidos manteiga esse investimento tudo isso então crie uma estrutura muito mais moderna e você utilizar essa palavra muito bem gabriel essa modernização é da estrutura do castelo brasil a gente vem cozidos não apenas da questão do escoamento mas também na própria produção do café a gente vai ter diferente no vale
do paraíba com a utilização da pois da enxada a gente vai ter a utilização do arado na região do oeste paulista a gente vai ter a utilização do disco voador e também contribuiria para facilitar né a produção do café os próprios imigrantes europeus que tinham conhecimentos mais técnicos na produção agri olá tudo isso permite e emotivo e desenvolve atividades do café de como mais com ela nessa região do oeste paulista pegando o norte do paraná sem falta de muito da zona da mata mineira que muita das vezes colocada mas a região de são de juiz
de fora por exemplo todas as vezes a gente deram uma produção um importante só que nesse momento que a gente começa a observar meu e alguns historiadores que não gosta multiplano essa comparação da elite oeste paulista com a elite do vale do paraíba mas essa comparação pode ser pode ser vista a gente vai ver uma elite paulista e começa inclusive e principalmente a partir da década de 1870 desde a entender não pensamentos até mais progressista do que aquele dos balões de papel beleza para a gente pensar que o primeiro partido republicano do brasil em são
paulo manifesta não foi feito o ar é ali que a gente começa a ver uma elite com pensamento mais antenado a prefeito o mal mais um senado a perspectiva do capitalismo liberal de fato né o mais que se escreve defensores visualização no brasil é importante frisar mas não é deixar claro sempre pautada na profissão para ser importante destaque hálito né que você falou de rp do partido republicano a famosa convenção de tu aí você vai fundamentando as bases de nossa republicanismo na década de 1970 exatamente comer de colocou é uma elite no seu aspecto político
pelo menos né que se projeta politicamente te informa mais moderna é defendendo um projecto liberal para o brasil o mais que seja um liberalismo alatur piniquinho o liberalismo é tropical digamos assim o nosso liberalismo com jeitinho brasileiro mas é uma proposta de republicanismo liberal isso aos poucos vai ruim duas bases da nossa monarquia então falar de café do do da ascensão de dom pedro segundo mas eu também falar da sua queda da sua crise e das bases da nossa república chamada república velha se fundamenta primeiro com militares e depois com os próprios agricultores então dá
para a gente fazer essa análise que começa a falar de política que é a base do nosso programa aqui da nossa série mas que puxa política que puxa cultura que puxa a sociedade o maravilhoso materialismo histórico muito servindo como base metodológica para análise da realidade embora que hora a gente possa interessar de várias outras formas mas eu ainda gosto muito dessa dessa forma de analisar e cai em prova de essa análise cai muito isso a gente não pode abandoná-la aqui né essa tabela só para gente encerrar o assunto né ela faz ele tem que salvar
esse comparativa essa produção do vale do paraíba e no oeste de são paulo na década de 1850 você percebe a arrobas de café muito mais produzidas no vale do que em são paulo depois 2077 e a produção nacional voltada para a região carioca joão fluminense entrando já na na década da lei áurea a gente já inverteu a lógica assim já tá vou de oitenta por cento de uma produção não ache paulista e não à toa é essa elite de são paulo a elite cafeicultora de são paulo que vai puxar o barco pelo movimento republicano e
ele será declarado no ano seguinte a lei áurea daquela declarado no trade de mais de 88 a república declarada é em 89 então famoso movimento chame de declaração proclamação evolução golpe enfim se cair os monarquistas de plantão apareceu nos comentários foi o golpe republicano viva a monarquia em aparelho você são divertidos todo mundo aquele vestido né apareço aí então prática só só um problema quando ele dirige é complicado deveras difícil é isso eu e aí por aqui você filho mas é isso só para finalizar dizendo essas essa mudança econômica do da terceira fase vão ter
implicações políticas importantes que vão catapultar uma nova classe autor de o grupo econômico hegemonicamente econômico do país também vai se tornar o grupo hegemonicamente político a partir da proclamação da república em 839 dando margem para novas aventuras em marrazes e analisáveis e discutir e mais quero assistir cenas dos próximos episódios sobre surtos industriais e falar dos surtos seu negócio produzindo muito nós vamos falar do assunto industriais no episódio três é o que vocês querem revolução industrial eu quero a csn calma um chegarem vargas a esterilização brasileira segundo monte um outro episódio 13 20 não vai
preparar o terreno para a getuleão ao longo das nossas nosso sul e seguimos essa maravilhosa série que eu espero que vocês estejam gostando nos acompanhando e galera grande não percam os próximos episódios não perco artigos que vamos colocar em abaixo uma atitude conhecimento é revolução amigo conhecimento beijos isso por favor beijos do walle amo vocês até breve a diga quarentena o amor