[Música] Olá pessoal sejam bem-vindos ao curso de especialização em neurociências da Universidade Federal de São Paulo Unifesp Campus Baixada Santista eu sou o professor Doutor Cristiano Mendes da Silva e o tema da nossa aula será vascularização do sistema nervoso central Nesta aula nós iremos estudar a irrigação arterial de estruturas encefálicas e suas implicações funcionais bom comentando alguns aspectos gerais né primeiro que o consumo de oxigênio e glicose pelo encéfalo ele requer um intenso fluxo de sangue a ponto de uma parada na circulação cerebral de apenas 7 Segundos é suficiente para gerar uma perda de consciência
de 5 minutos para já gerar lesões que podem ser irreversíveis no córtex é uma região no cérebro mais sensível ao déficit sanguíneo e outra característica bem peculiar é que as artérias cerebrais Elas têm menos filhos musculares e mais fibras elásticas e essa característica morfológica das artérias do cérebro faz com que elas sejam mais propensas até hemorragias se romperem consequentemente o indivíduo ter o famoso acidente vascular cerebral ou encefálico hemorrágico e consequentemente também ela tem uma menor capacidade de amortecer impactos então pancadas na cabeça podem gerar hemorragias né lesões nesses vasos nessas artérias aí cerebrais alguns
aspectos importantes também a serem mencionados da doença cérebro vascular primeiro que o acidente vascular cerebral avc ou ascendente vascular encefálico é a segunda principal causa de mortes no Brasil que de acordo com o Ministério da Saúde em 2017 já foram registradas 101 mortes decorrentes dessa doença segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia né entre Janeiro de 16 YouTube de 2020 foram quase 79 mil pacientes que apresentaram que tiveram acidente vascular cerebral e que foram a óbito tão dado bem gritante importante e perigoso deixa o total apurado um pouco mais de 50 mil ocorreram durante os sete
primeiros meses da pandemia de covid patamar que se assemelha ao registrado no mesmo período em 2019 né um pouco mais aí de 60 mil ocorrências e que os óbitos por AVC atingidom principalmente homens entre 70 e 79 anos e mulheres entre 80 e 89 anos de idade outro fato importante a destacar na doença célulascular em particular os dois tipos de acidente vascular cerebral ou encefálico que é o isquêmico e o hemorrágico Estamos vendo aqui duas faces laterais do encéfalo aqui uma ilustração esquemática de um acidente vascular isquêmico onde há um entupimento de uma de artérias
cerebrais Como estão vendo aqui e aqui um momento um pouquinho maior o entupimento gerado por um coágulo que bate aí numa porção de estreitamento dessa artéria cerebral com a placa Possivelmente aí de aterona uma placa de gordura gerando a isquemia essa região aqui escurecida né uma falta de sangue e uma isquemia gerando um acidente vascular isquêmico ali e esse Outro exemplo é o que acontece aqui em 80% dos casos esse outro exemplo que é o acidente vascular hemorrágico que ocorre uma proporção de 20% aí dos casos onde há um rompimento da parede arterial e um
sangramento e o tecido cerebral ele é extremamente sensível ao sangue é tóxico né exposto dessa forma para ele e é o mais sério e grave levando a uma situação de óbito muito eminente né segundo a Sociedade Brasileira de doenças cardiovasculares cerca de 70% das pessoas acometidas por AVC não conseguem ter condições de retomar as atividades profissionais em decorrência das sequelas dessa patologia metade desse paciente perdem autonomia precisando de cuidadores para realizar atividades simples no dia a dia né sei lá escovar o dente tomar banho etc segundo essa mesma sociedade embora o AVC atinja mais frequentemente
indivíduos com idade acima de 60 anos tem crescido ser um dado muito preocupante tem crescido também entre jovens e pode inclusive afetar crianças então algo muito sério bom duas características peculiares da circulação encefálico da circulação da semana nervoso central a primeira delas é que a irrigação arterial se faz da Periferia para o centro temos aqui uma imagem angiografia mostrando artérias de maior calibre que ficam na verdade circundando a face mais externa do cérebro e quando ela vai se ramificando vai penetrar ali entre os sucos entre os sucos e gíos ela vai se afunilando né e
ficando mais com calibre menorzinho tá pode ocorrer por exemplo o acidente vascular de tanto nas artérias de menor calibre quanto na de maior calibre E aí a gravidade desse acidente vascular isquêmico ou hemorrágico vai depender do território né de irrigação dessa artéria que foi acometida por esses acidentes vasculares isquêmico ou hemorrágico a outra peculiaridade que é muito importante mencionar é que a circulação cerebral ela apresenta poucas anastomoses entre arteríolas e capilares no interior do sistema nervoso central O que significa significa dizer que as fusões entre as artérias que ligam o sistema nervoso central os atalhos
são menores então quando a entupimento ou um rompimento de artéria o dano é muito grave tá porque não há esses atalhos para o sangue pegar e chegar naquela região que sofreu aquele acidente isquêmico ou hemorrágico e Aqui nós temos uma imagem publicada nesse estudo de caso em uma revista científica indexada no Cielo que mostra uma tomografia de crânio demonstrando um acidente vascular encefálico extenso aqui essa região aqui escurecida que um corte transverso né do encéfalo mostra uma excelente vascular encefálico da artéria cerebral média que nós iremos conhecer maior detalhe nessa aula acometendo mais de um
lobo cerebral por aqui nós conseguimos ver uma acometimento do lobo frontal e possivelmente e temporal também tá então comentando de Dois a três lobos cerebrais um acidente vascular Quem encefálico muito extenso bom E aqui nós chegamos a a um ponto onde vai ser até grande parte aí da temática da nossa aula o que chamamos de dois sistemas a dois sistemas vasculares que irrigam todo o nosso sistema nervoso central o primeiro sistema vem das artérias vertebrais que corresponde a 20% do suprimento sanguíneo que o cérebro recebe e o outro é das artéria carótidas mais precisamente das
artérias carótidas internas onde cada uma cada artéria interna direito esquerda confere cada uma 40% gerando um total de 80% do suprimento sanguíneo do nosso cérebro tá então Aqui nós temos né uma ilustração a partir do coração da origem dessas artérias tá que nós temos o coração a famosa arteria aorta o arco da horta né para ser mais exato do arco da horta saiu uma matéria chamada de tronco braquio cefálico que é essa daqui que dá origem a artéria subclávia e carótida comum da Art éria subclave nós temos a origem do lado direito e do lado
esquerdo das artérias vertebrais e da artéria carótida comum nós temos a origem das artérias carotídeas externa e interna as artérias vertebrais que saem da artéria subclave que tá aqui elas sobem pelos forames transverso transverso das vértebras cervicais mas precisamente das vértebras cervicais de um de ser um até ser 6 sobe por esse processo transversos entram pelo pelo forame Magno do crânio e vão irrigar estruturas do nosso cérebro né Essa irrigação endocraniana ao passo que a artéria carótida interna que é uma ramificação da carocha da comum temos aqui a Carol da comum subindo paralelamente as artérias
vertebrais externa vai para estruturas externas aqui da face e a cara da interna também entra por fora onde do crânio e vai se fuzionar se alastomosar corramos das artérias vertebrais para irrigar todo o nosso sistema nervoso central todo o nosso sistema nervoso central aqui nessa outra figura Nós estamos vendo as duas artérias subindo as vertebrais e a carótida interna e aqui na base do crânio as duas fazendo anastomose ou se funcionando para irrigar o nosso sistema nervoso central as artérias vertebrais Elas irão irrigar medula espinal as estruturas que estão na fossa posterior como troca encefálico
e CDB e as poções mais caudais ou mais inferiores aí do encéfalo já a artéria interna cada uma responsabilidade por 40% da irrigação do restante do sistema nervoso central mas precisamente aí do cérebro elas vão irrigar as porções mais hostrais do encéfalo vão irrigar o cérebro propriamente dito bom o primeiro sistema que nós iremos falar é o sistema que vem das artérias vertebrais que iremos chamar de circulação posterior e ou circulação sistema vértebrado basilar porque vértebra baseado Acompanha comigo olha aqui as artérias novamente as vertebrais aqui saindo das artérias subclávias da horta subindo aqui por
fora nos transverso das artérias vertebrais e essas duas artérias vertebrais direito e esquerda ela se funcionam ou se alastomose formando uma outra artéria que eu já mencionei para vocês que a artéria basilar é na aula de tronco encefálico lembram que na ponte há um suco bem em cima da ponte chamado de suco basilar esse suco recebe esse nome porque em cima dele passa uma artéria que tem o mesmo nome que artéria basilar que é essa daqui e essa artéria basilar é fruto da fusão ou anatomose nas duas artérias vertebrais que sobem do lado direito esquerdo
das vértebras cervicais ok aqui um dado bem interessante para mostrar o caminho anatômico dessas artérias vertebrais até se fuso horário na artéria basilar passando pelos forames transversos das vértebras cervicais qual a importância Qual o fato novo aqui né a se destacar é que em 90% dos casos esse trajeto ocorre a partir da vértebra cervical C6 e vai até a C1 e aqui podem observar que esse trajeto pode ocorrer por C3 C4 até C7 que tem um fora no transverso mais de minuto né menorzinho mas o trajeto de C6 em diante é o que acontece na
grande maioria dos casos tá fora disso são situações de variação anatômica Então vai 16 até C1 então vejam aqui ratificando né o que eu falei olha as artérias vertebrais subindo pela história dos transversos passa pelas pirâmides bobagens que você já conhecem na aula de tronco encefálico e se funciona justamente formando artéria basilar que passa em cima do suco basilar sobre a ponte por isso que o nome desse sistema se chama sistema vértebra vértebrado e circulação posterior porque vai pegar as porções também Central mas posteriores com medula espinal tronco encefálico e cerebelo né a fusão dessas
fusão e tributárias dessas duas artérias né então aqui nós vemos em uma figura esquemática e aqui uma figura real numa peça cadavérica as duas artérias vertebrais se funcionando formando a artéria basilar sobre a ponte no tronco encefálico por aqui nós já Conseguimos ver das artérias vertebrais a artéria basilar Ramos que saem dela que estão indo para o cerebelo e para o tronco encefálico de fato estruturas mais posteriores no nosso encéfalo bom e aqui a gente vai destacar um pouco as principais artérias é que o brinco que já é um sinalzinho de spoiler para o que
vai vir mais para frente que é o famoso polígono arterioso do cérebro ou polígono de Willis né Então as artérias vertebrais que vão funcionar né para formar artéria basilar da vertebral nós já temos uma artéria que vai lá para medula espinal que artéria chamada de espinal anterior que é essa daqui da fusão das duas artérias vertebrais formando a artéria basilar vão sair as duas artérias que vão para o cerebelo que a artéria cerebelar superior que é essa daqui e até cerebelar inferior anterior que é essa e a artéria cerebelar inferior posterior numa Vista lateral e
no avista frontal Aqui estamos vendo as duas artérias vertebrais gerando artéria esse final anterior que vai para medula descendo aqui pelo Google a das artérias vertebrais sai a cerebelar inferior posterior da basilar já sai a artéria cerebelar inferior anterior que essa daqui eu indo para o cerebelo olha as duas aqui cerebelares e mais acima da artéria basilar então da base lá perdão da base lá na parte baixa ou inferior da artéria basilar sai artéria cerebelar anterior inferior anterior e mais acima sai a artéria cerebelar superior acima que da artéria basilar na lateral sai em artérias
menores chamada de artérias contínuas que está indo pelo tronco encefálico e aqui eu brinco que é o primeiro sinal de spoiler que é a artéria cerebral posterior essa daqui sai no final da artéria basilar ela bifurca no finalzinho na artéria cerebral posterior porque um sinalzinho aqui de spoiler aqui uma figura esquemática mostrando o polígono de Willis ou polígono anterioso do cérebro que aqui começa é o início do Círculo arterial do cérebro ou famoso polígono de Willis tá por isso que eu brinco que é o primeiro sinalzinho aí de spoiler mas aqui à frente nós temos
um detalhamento dessas artérias cerebelares Ramos que são chamados de Ramos circunferências longos que são os cerebelares superior e inferior anterior e posterior a artéria cerebelar e ver o que vai bem que possam posterior de tronco encefálico cerebelo e medula espinal tá artéria cerebelar superior ela vai ligar o lobo anterior do cerebelo logo no período do cerebelo que nós vimos na aula de CD já ter a cerebelar inferior anterior e inferior posterior inferior anterior essa daqui inferior posterior essa daqui essas duas artérias irão irrigar o lobo posterior do cerebelo ou Nel cerebelo E daqui a gente
já pode fazer uma analogia então Relembrando da aula de cerebelo né porque o logo anterior está relacionado com manutenção de postura com manutenção do torno muscular e o lombo posterior está relacionado com coordenação motora planejamento do movimento correção do movimento aqui mais abaixo duas imagens de tomografia mostrando uma área de isquemia afetando a artéria cerebelar superior causando aqui uma lesão no lobo anterior do cerebelo daí façam essas conexões né com as implicações funcionais da aula de cerebelo e uma isquemia um acidente vascular afetando a artéria cerebelar inferior que tem duas uma anterior afetando aqui o
lobo cerebelar posterior Então são artérias cerebelares diferentes afetadas com sintomatologias diferentes apresentadas pelo paciente uma vez que o lobo anterior tem uma ação funcional embora motora mais diferente do Lobo posterior E vocês viram isso na aula de cerebelo agora nós iremos para a circulação chamada de circulação anterior o sistema das carótidas internas é a outra parte que corresponde ao 80% da circulação do encéfalo então artéria como eu já mencionei para vocês a artéria carótida interna ela é fruto da ramificação da artéria comum esse aqui é o mesmo ponta da ramificação aqui e aqui gera na
cara da interna que vai entrar no crânio né E se anatomosar com Ramos da do sistema vértebra base lá e aqui o que que é importante mencionar a bifurcação na borda a bifurcação da artéria carota comum em carote da esterna interna ela ocorre bem na margem superior da cartilagem tireóide que é bem aqui esse é o ponto onde normalmente essa bifurcação ocorre tá E aqui estamos vendo um ramo que sai do tronco black cefálico que é esse daqui tá mas também vai sair o ramo do lado direito Mas do lado esquerdo essa bifurcação também ocorre
mais ou menos nessa altura aqui da cartilagem tireoide da da laringe então um ponto de referência anatômico muito importante aqui um outro dado onde mostra que além da referência dessa bifurcação ocorrer na altura da borda superior da cartilagem tireoide da laringe Outro ponto de referência anatômico é que essa bifurcação ela ocorre em maior proporção como vocês podem observar aqui a de 30 e 35% entre os corpos das vértebras cervicais C3 e C4 Então esse ponto mais a margem superior da cartilagem tireóide da laringe é o ponto onde a bifurcação da Carol da comum em carótida
interna e externa ela ocorre Então isso é um ponto de referência anatômico muito importante para irrigação do sistema nervoso central particularmente essa irrigação anterior né que vai pegar lá no cérebro tá aqui mais uma vez a cara da interna o ponto daquele bifurcação a gente consegue visualizar aqui a cartilagem tireoide aqui da laringe e olha o ponto de identificação meio que exatamente sobre no nível né na altura da borda superior da cartilagem de tireoide mais uma vez aqui é vertebral também subindo e aqui pegamos a imagem detalhe essa cara da interna entrando no osso temporal
né do crânio ela em quatro partes né A primeira que literalmente essa daqui ó é chamada de cervical a segunda parte chamada de petrosa que é essa quando ela adentra pelo osso temporal essa daqui ela entra pelos temporal depois ela faz uma curvinha nessa região ela é chamada de parte cavernosa que é essa daqui ó é chamada de cavernosa porque ela vai passando no meio de um seio venoso que é um vaso de grande calibre chamado de seio Cavernoso que faz vascularização também do sistema nervoso central só que drenagem venosa não é irrigação arterial e
essa parte é cavernosa passa no meio desses vasos venosos Tá e por fim nós temos a parte cerebral da Carol aqui interna que é o finalzinho dela que vai gerar as artérias cerebrais média e artéria cerebral anterior que junto com a base lá ou sistema vértebrasilar vai formar todo o círculo arterioso do cérebro ou repita o famoso polígono de Willis aqui agora nós temos um detalhamento Olha o pontozinho de spoiler novamente alerta de spoiler olha aqui as partes da artéria carótida interna né a cervical que é o finalzinho dela antes de entrar no osso temporal
que a parte de Pedrosa a poção cavernosa que passa Eu mencionei para você isso aqui é um corte coronal tá de estruturas cranianas e aqui a artéria carótida interna sua poção cavernosa passando bem no meio desses vasos venosos aqui do cérebro que a parte cavernosa depois a sua parte cerebral que destacado em roxinho né parte cerebral como eu falei da origem a outras duas principais artérias que formam o polígono arterioso do cérebro que é artéria cerebral média que é essa daqui e artéria cerebral anterior olha aqui o alerta de espalha novamente com o polígono de
Willis ou ciclateral do cérebro mas aqui eu gostaria de destacar nessa porção aqui cerebral da artéria outras que são menores calibre mas de grande importância também como as artérias oftálmica que é essa daqui a comunicante posterior que é essa e artéria coroidal anterior muita atenção com essa aqui eu vou repetir bastante ela mais na frente artéria coroidal anterior então a artéria oftalmica vai para vai gerar as artérias e pófisárias que vão irrigar hipófise que também aqui ó artéria comunicante posterior vai irrigar o trato óptico o Assoalho do terceiro ventrículo que as nópico e infundido que
aquela parte do hipotálamo que prende a hipófise e artéria coroidal anterior que essa daqui vai irrigar o trato óptico o único do giro para o campal um único dinheiro para ir para o campal onde por baixo dele está a estruturas como a amígdala e hipocampo e o finalzinho dela até cerebral média e até cerebral anterior que vai formar o polígono anterior do cérebro aqui um detalhe um detalhe elemento um pouco maior da irrigação da artéria anterior matéria coloidal anterior mostrando ela indo para amígdala para o globo pálido para o tálamo por exemplo dentre outras estruturas
tá todas essas estruturas aqui ó são irrigadas por ramos da artéria coroidal anterior que sai ali toda partezinha final da artéria carótida interna então hipocampo amígdala Globo pálido Caps interna calda do núcleo caudado putame que é um núcleo da base também estruturas que nós já vimos em aulas anteriores e aqui enfim chegamos ao ciclo lateral do cérebro ou polígono de Willis aqui a foto do Thomas Williams médicos fisiologista neurologista e que na sua carreira Teve teve início lá em Westminster trabalhou na universidade e foi um dos Pioneiros na pesquisa em neuroanatomia um desenho do seu
livro né de Patologia cerebral aqui a foto dele aqui um que é a ilustração que eu tava dando spoiler nos slides anteriores olha aqui as vertebrais passando sobre o bulbo se funcionando com artéria base forma artéria basilar o sistema Vectra basilar 20% do fluxo sanguíneo central e Aqui nós temos a artéria cerebral média e cerebral anterior que são Ramos da carote da interna onde cada uma corresponde a 40 a 40% do fluxo cerebral juntando tudo 100% temos aí 100% do fluxo E por que ciclo ou polígono de Willis porque a fusão do jambo de carocha
da interna mas sistema vertebrados de polígono de Willis ou ciclo arterial do cérebro através das suas tributárias que nós iremos detalhar um pouco mais Então nós temos as vertebrais que Dão origem a artéria basilar e artéria no final dela gera a artéria cerebral posterior que essa daqui ó artéria cerebral posterior e da carótida interna que tá vindo aqui se vocês perceberem com bastante detalhe vocês vão ver que tem tipo uma marca d'água aqui porque ela tá passando por baixo do Lobo temporal tá então tá representado esquematicamente com uma marca d'água ela tá passando por baixo
tá e a artéria Carol vai gerar cerebral média e a cerebral anterior da artéria cerebral posterior que é ramo da basilar ela vai emitir um raminho aqui onde estou apontando como exemplo Point chamado de ramo comunicante posterior esse ramo comunicante posterior vai ligar o posterior que vem da base lá corramos da carote da interna específica aqui cerebral média tá a cerebral média e a cerebral anterior que está aqui interna mas aqui acima as duas cerebrais anteriores que são mais fininhas vão se unir através de um ramo comunicante anterior Então vamos comunicante anterior une as duas
cerebrais anteriores e o ramo comunicante posterior urem o sistema vértebra basilar com o sistema da carochida interna e aqui a gente fecha o ciclo arterial do cérebro olha aqui vertebrais base lá cerebral posterior ramo comunicante posterior cerebral média cerebral anterior serão anterior aqui e a união das cerebrais anteriores pelo ramo comunicante anterior e veja que esse ciclo eles contorna justamente o que asma óptico e a hipófise como referência anatômica aqui novamente uma imagem esquemática em uma imagem real mostrando todo esse ciclo tesouro olha a cara vindo aqui e aqui também gerando cerebral médio cerebral anterior
as vertebras gerando a base lá que vai gerar cérebro posterior que se comunica com outro sistema pela o ramo comunicante posterior aqui é a mesma coisa ser vertebrais base lá cerebral posterior ramo comunicante posterior cerebral média cerebral anterior e ramo comunicante anterior olha aqui lindamente mostrando as vertebras subindo aqui que a medula espinal não estão aqui as vértebras né como vocês foram transversos mas aqui dá para ver ela subindo pelo pescoço até se funcionar gerando a base lá em cima da ponte outro detalhamento aqui ó base lá aqui e aqui uma figura real e na
figura esquemática basear amo comunicante posterior os anos comunicantes aqui a cerebral posterior aqui e aqui o ramo comunicante anterior artéria cerebral média e Arte era cerebral anterior cerebral anterior ramo comunicante anterior E cadê o ramo comunicante aqui anterior bom e desse polígono de Willis ou ciclo arterial do cérebro nós iremos enfatizar essas três principais artérias tá que a artéria cerebral posterior que vem do sistema vértebrado e as artérias ramos da artéria carótida interna que a cerebral média e a cerebral anterior que aquele taticamente estão destacadas a cerebral posterior está destacada em laranja a cerebral média
em lilás ou roxo e a cerebral anterior em verde lembra que carótida interna Carolina interna 40% do fluxo sanguíneo por cada um então 80% e 20% vendo sistema vértebrado vejam essas duas imagens na face super lateral e na face medial do encéfalo que você já foram apresentados na aula de cérebro e pegando essas cores como divisão didática a gente pode observar que a artéria cerebral média da carote do interna ela vai ser responsável pela irrigação de grande parte da face dos lobos na face super lateral do cérebro frontal parietal temporal e aqui a gente já
pode fazer uma associação funcional né lembra de giro pré e pós Central área primária da motricidade da sensibilidade quando o indivíduo tem um acidente vascular encefálico cerebral dois sintomas típicos que eles apresentam é a perda de parte da capacidade motora e sensorial do lado contrário da lesão do acidente vascular né perda de fala né que também é comum no indivíduo que tem um acidente vascular encefálico cerebral Olha o giro frontal inferior tá sendo irrigado pela artéria cerebral média e tem também irrigação das outras das outras artérias né da cerebral anterior e posterior temas vejam que
predominantemente quem tá mandando ver aqui nessa nessa fase lateral é cerebral média né já na face medial do encéfalo a gente percebe aqui que na região anterior aqui logo giro do símbolo giro frontal Medial e superior é irrigado pela artéria cerebral anterior destacado aqui esquematicamente em verde já em laranja né a porção posterior e inferior como girocúnio é giro precurso calcarinho na área primária da Visão aqui também aqui né é irrigada pela artéria cerebral posterior por isso que a circulação é posterior aqui tem uma vértebra base lá e aqui a circulação via carótida a irrigação
via a circulação anterior via Ramos da carótida interna pegando cerebral média e cerebral anterior aqui enfatizando né novamente irrigação da cerebral média Face super lateral os lobos frontal parietal e também temporal e na face Medial aqui anteriormente cerebral anterior e posteriormente cerebral posterior Lembrando que a célula posterior vem do sistema vértebrado aqui dá para ver nenhuma peça anatômica real Ramos que estão lindamente demonstrados da artéria cerebral anterior indo para logo frontal ou córtex pré-frontal giro do símbolo também então analogia a essa imagem aqui bom aí fazendo uma correlação funcional áreas de território de inovação da
cerebral anterior da cerebral média giro pré e pós Central logo transtorno sensório-motor podem ocorrer indivíduos que tem um acidente vascular na cerebral média assim como a área de brocal no giro frontal inferior e área de Werneck no giro na posição posterior do Giro temporal superior então problemas de linguagem podem ocorrer indivíduos que sofreram acidente vascular encefálico cerebral na cerebral média e aqui território de irrigação da cerebral anterior e cerebral posterior no caso da cerebral anterior pode acometer o corte que sensório motor aqui também atingir o giro atingindo giros pré e pós Central E no caso
da cerebral posterior pode haver complicações visuais porque Ramos que vão aqui para o calcarino o loboc hospital são frutos de irrigação da artéria cerebral posterior então uma topografia funcional desse ciclo arterial do cérebro e Aqui nós temos as áreas né Os territórios de irrigação territórios vasculares em azul o território de irrigação da cerebral anterior em vermelho da cerebral média e em amarelo da cerebral posterior vejam que realmente cerebral média pega grande parte dos lobos cerebrais na face superior na face lateral as outras pergunta bem pegam mas olha a área que é menor nessa área de
irrigação já na face Medial a relação inverte né Nós temos grande parte da face Medial anterior aí irrigada pela cerebral anterior córtex pré-frontal giro do símbolo indo até o logo para central né o corpo caloso já a ter a cerebral posterior pegando fazendo jus ao nome né pegando estruturas mais posteriores aqui do cérebro também como suco calcarino giro cunho e Precon então a área de processamento da informação visual por exemplo esse mesmo mapeamento Estamos vendo aqui numa Vista inferior e não à vista superior né olhando por baixo e olhando por cima e olha aqui o
território das três vejam que artéria cerebral posterior está pegando bem aquela região de um com gira o padre lembre que o hipocampo também aqui embaixo né do corte inclusive amígdala né tá bem baixa aqui do único aqui nesse córtex óbito frontal temos irrigação tanto da cerebral anterior como um pouquinho de cerebral média nessa Vista superior também é o cérebro anterior cerebral média e cerebral posterior aqui essa mesma analogia só que fazendo alguns cortes transversos onde a gente pode ver que núcleos da base sendo irrigados por essas artérias putame por exemplo e claustro e núcleo caudado
sendo irrigado a que representado aqui na tonalidade meio que esverdeada né pela cerebral anterior em amarelo olhar artéria coroidal anterior irrigando Globo pálido e tocando aí eu tinha falado dessa artéria lá no início né como raminho da parte cerebral da matéria numa Vista Medial na face Medial novamente observando a matéria anterior irrigando Globo pálido e pocampo putame Castro sendo irrigado aqui pela cerebral pela cerebral nosso dedinho aqui me fugiu gente voltar pela cerebral média aqui em cortes coronais e transversais o corte coronal e corte frontal a mesma analogia artéria cerebral anterior aqui meio que em
vermelho artéria cerebral média em verde e artéria cerebral posterior em azul e o amarelinho representando a artéria coroidal anterior então novamente a Globo pálido e o hipocampo que também aqui embaixo pela artérial anterior média então irrigação mais profunda aqui eu não vou entrar nesse detalhamento mas vocês podem observar pelo slide depois estudando mais a Fundo via material complementar que o no interior do polígono de Willis ou do ciclo arterial do cérebro nós temos na minhas que saem que são anteromediais pôr mediais e postulas laterais que vão para estruturas mais internas do cérebro né como tá
lá hipotálamo e aqui dando um exemplo de um acidente vascular atingir nesses Ramos mais profundos particulamente da artéria cerebral média precisamos que estão indo para os núcleos da base olha aqui atingindo o núcleo caudado atingindo putami atinge no Globo pálido e olhando observando até aqui atingindo até o Talon também gerando repercussões funcionais nas funções realizadas por esses núcleos da base e por essa estrutura de encefálica como tal e Aqui nós temos algumas consequências de obstrução dessas principais artérias né então lesão na artéria cerebral anterior pode gerar uma mparesia né com o sem o déficit sensorial
uma lesão de artéria cerebral média gerando é uma mparesia com ou sem um déficit sensorial mas principalmente afetando aí braço né membro superior membro inferior também Possivelmente também afetando áreas de linguagem como áreas de brocar e Werneck né da área de linguagem de controle da palada da motricidade da Palavra Falada e da compreensão da Palavra Falada escrita Como já mencionei para vocês gerando afasia o indivíduo ver aqui a maçã por exemplo ele pode até saber que é a maçã mas ele não consegue falar que a maçã porque a área de brocar foi atingida por uma
lesão na artéria cerebral média e uma lesão na artéria cerebral posterior acometendo por exemplo informações visuais que como Vocês acabaram de ver nos slides anteriores artéria cerebral posterior vai lá para o calino que são regiões primárias de processamento da informação visual então aqui novamente dois exemplos de acidente vasculares isquêmico e hemorrágico Esse é o mais comum 80% dos casos o isquêmico hemorrágico atingir uma proporção Menor Mas no geral mais grave e pelo que nós acabamos de ver bem nesse território aqui de vascularização parece que é uma predominância de acidente vasculares cerebrais encefálicos atingirem a cerebral
média em comparação as outras duas Resumindo então nós temos dois grandes sistemas de irrigação arterial do cérebro um que pela vértebrasilar que corresponde a 20% da irrigação do sistema nervoso central e um via carótida interna através das artérias cerebrais média e anterior que corresponde a os restantes dos 80% de irrigação cerebral é vimos os principais territórios de inervação de vascularização que a cerebral média pega predominantemente a face super lateral do cérebro e a cerebral anterior e posterior pega predominantemente a face medial do cérebro Essas são as referências bibliográficas ilustradas Muito obrigado [Música]