o olá estudante de anatomia humana seja bem vindo aqui no canal anatomia cura eu sou o professor gustavo cura e na vídeo aula de hoje vamos estudar anatomia dos nervos cranianos o termo nervos cranianos está relacionado a origem destes nervos que atravessam as paredes do crânio portanto todos os nervos cranianos atravessam as paredes do crânio 12 pares de nervos cranianos apresentam uma origem real dentro do encéfalo todos estão se originando em núcleos situados dentro do encéfalo é basicamente os núcleos dos nervos cranianos estão distribuídos ao longo do tronco encefálico e estes nervos surgem na superfície
do encéfalo portanto nós vamos utilizar o termo origem aparente dos nervos cranianos para demonstrar o local aonde estes estão emergindo na superfície do encéfalo são na sequência da aula vamos abordar a origem aparente dos nervos no excesso ou seja aonde eles estão emergindo e vamos também abordar a origem aparente do crânio aonde eles estão atravessando o crânio e vamos ver também as funções primárias de cada um dos nervos tá bom já são 12 os pares de nervos cranianos e dos doze pares de nervos cranianos existentes 10 estão emergindo no tronco encefálico e dois deles estão
emergindo no encéfalo portanto a grande maioria dos nervos cranianos está emergindo apresenta a sua origem aparente no tronco encefálico e os doze pares de nervos cranianos tem um nome específico que está relacionado com a sua morfologia e com a sua função e esses doze pares também são enumeradas em algarismo romano de 1 a 12 e essa numeração está relacionada com a sua posição de superior para inferior portanto o primeiro par craniano se posiciona assim mas acima oi e o 12º par craniano é o nervo craniano localiza-se mais abaixo vamos ver agora em detalhes o primeiro
par craniano nervo olfatório e como comentei com vocês vamos ver em cada um dos nervos cranianos a origem aparente no encéfalo a função primária e a origem aparente no crânio muito bem o nervo olfatório e tem origem em uma estrutura em uma dilatação que denominamos de bulbo olfatório estamos observando esta dilatação o bulbo olfatório que marca a origem aparente do nervo olfatório com este dinheiro e é sensitivo ele é responsável pelo olfato as fibras o melhor os neurônios olfatórios provenientes do nervo olfatório atravessam a lâmina crivosa do osso etmoide para alcançarem a cavidade nasal a
origem aparente e no caranha do nervo olfatório é portanto a lâmina crivosa do osso etmoide e nesta gravura nessa figura e estamos observando e o trato olfatório que vai levar essas informações do nervo olfatório até o encéfalo na extremidade do trato olfatório observamos o bulbo olfatório e aqui o trato olfatório e aqui o bulbo olfatório as fibras e sensitivas do nervo olfatório atravessam a lâmina crivosa ou lâmina cribiforme do ethmoid penetrando no interior da mucosa da cavidade nasal assim o ar que passa pela cavidade nasal é interpretado pelos neurônios sensitivos do nervo olfatório então você
consegue sentir os odores que estão presentes no ar através das informações do nervo olfatório são levadas até o seu encéfalo assim você vai interpretar se esse odor é bom ou ruim o segundo par craniano nervo óptico o nervo óptico apresenta a sua origem aparente em uma estrutura que denominamos de que a cima ó fiz a sua função primária é sensitiva especial ou seja ele é responsável por levar até o encéfalo informações visuais o quiasma óptico é o nome que damos para esta região do encéfalo onde os neurônios do nervo óptico cruzam para o lado oposto
ou melhor no quiasma óptico uma parte dos neurônios e sensitivos do nervo óptico cruza um para o lado oposto então aqui na imagem estamos observando que as mal óptico e nesta outra estamos observando também o que asma óptico que segundos os anatomistas e considerado a origem aparente do nervo óptico no encéfalo quanto à origem aparente do nervo óptico no crânio um e este atravessa o crânio através de um canal que denominamos e canal óptico o nervo óptico atravessa o canal óptico em direção na órbita onde este alcança o olho chegando até a retina nós estamos
observando uma figura de vista inferior onde observamos o nervo óptico alcançando o olho alcançando a retina este e no quiasma óptico parte das fibras do nervo óptico cruza para o lado oposto e esses neurônios sensitivos agora alcançam o corpo geniculado lateral que é uma estrutura localizada lá no dia stephanie observe que os que as fibras sensitivas da via óptica e estão agora se direcionando até o córtex visual até a principal região visual do córtex cerebral que está localizada nas bordas do sulco calcarino o terceiro o quarto e o sexto par craniano o que são nervos
envolvidos na motricidade do bulbo do olho bom então esses três pares cranianos a mulher vo óculomotor o nervo troclear e o nervo abducente fazem a inervação motora dos músculos que movimentam o bulbo do olho como observamos na imagem bom então vamos ver agora e em detalhes os nervos motores do bulbo do olho nós começamos pelo terceiro par craniano nervo óculomotor o termo óculo motor está indicando que e este nervo está envolvido na motricidade do olho a origem aparente do nervo óculomotor é no interior da fossa interpeduncular do mesencéfalo estamos observando o mesencéfalo e entre os
dois pedúnculos cerebrais localiza-se a fossa o interpeduncular a onde no interior da fossa interpeduncular emerge as fibras do nervo óculomotor e como estamos observando nesta figura de vista inferior a função primária do nervo óculomotor é motora ele é responsável pela motricidade de vários músculos que movimentam o nosso olho a visualizamos o nervo óculomotor alcançando os músculos reto superior reto inferior reto medial oblíquo inferior e também o músculo levantador da pálpebra superior e além destes músculos do nosso olho dois músculos localizados no interior do bulbo do olho o músculo ciliar e o músculo esfíncter da pupila
são inervadas por fibras provenientes do nervo oculomotor é a origem aparente do nervo óculomotor no crânio essa é a fissura orbital superior portanto o nervo óculomotor atravessa fissura orbital superior alcançando então a órbita aonde no interior da órbita situam-se os músculos responsáveis pela motricidade do bulbo do olho o quarto par craniano nervo troclear recebe este nome em alusão as uma estrutura no qual e as fibras do músculo oblíquo superior estão contornando o nervo troclear ele faz a inervação motora do músculo oblíquo superior e as fibras do músculo oblíquo superior com tornam uma alça o que
recebe o nome de troca então em alusão a esta alça que é contornada pelas fibras do músculo oblíquo superior o qual o nervo troclear faz a inervação era aí que vem o nome do nervo troclear o nervo troclear tem a origem aparente no encéfalo lá na face posterior do tronco encefálico como estamos observando nesta imagem de vista posterior do tronco encefálico e ela está o nervo troclear emergindo lá na face posterior do tronco encefálico aqui estamos como uma imagem é de vista lateral onde observamos o nervo troclear direcionando-se para face anterior do encéfalo e e
o nervo troclear ele é puramente o motor ele faz a inervação motora do músculo oblíquo superior e em relação à sua origem aparente no crânio e este atravessa a fissura orbital superior para alcançar a órbita e assim fazer a inervação do músculo oblíquo superior o sexto par craniano nervo abducente o termo abducente remete a palavra abdução e o nervo abducente inerva o músculo reto lateral que é responsável pela abdução do bulbo do olho portanto o nome do nervo em alusão a inervação de um músculo que responsável pela abdução do bulbo do olho o nervo abducente
apresenta a origem aparente no encéfalo no interior do sulco bulbo-pontino como estamos observando nesta figura então a origem aparente é no sulco bulbo-pontino e este nervo é puramente o motor a sua função primária e motora onde ele inerva o músculo reto lateral responsável pela abdução do olho a origem aparente do nervo abducente é a fissura orbital superior o nervo abducente atravessa a fissura orbital superior alcançando a órbita e assim realizando a inervação do músculo reto lateral e finalizando então um resumo dos teus nervos cranianos responsáveis pela inervação dos músculos que movimentam o nosso olho então
o nervo óculomotor e o nervo troclear e o nervo abducente alcançam os músculos do bulbo do óleo e portanto estes três são nervos motores do bulbo do olho vamos agora estudar o quinto par craniano nervo trigêmeo este recebe o nome de nervo trigêmeo porque divide-se em três ramos observamos um um gânglio denominado de gânglio do nervo trigêmeo e posteriormente ao gânglio do nervo trigêmeo este vai se ramificar em três ramos o nervo oftálmico ou nervo mandibular e o nervo maxilar a origem aparente do nervo do trigêmeo é na superfície da ponte para ser mais preciso
entre a base da ponte e o pedúnculo cerebelar médio observamos a base da ponte e aqui o pedúnculo cerebelar médio então exatamente entre a base da ponte e o pedúnculo cerebelar médio emerge da superfície do encéfalo o nervo trigêmeo em relação a função primária e se um nervo misto que apresenta funções sensitivas e motoras estamos observando agora é um esquema e onde é visível o nervo trigêmeo alcançando um acúmulo de corpos neuronais que denominamos de gânglio trigeminal e através do gânglio trigeminal o nervo trigêmeo ramifica-se nos ramos oftálmico e alcança a órbita o nervo maxilar
que atravessa o seio maxilar e nervo mandibular que direciona-se para a mandíbula o nervo oftálmico é puramente sensitivo o nervo maxilar também é puramente sensitivo e o nervo mandibular é sensitivo e motor a parte motora do nervo mandibular faz a inervação dos músculos envolvidos na mastigação quanto à origem aparente do nervo trigêmeo e este após se ramificar atravessa as seguintes estruturas do crânio o nervo o oftálmico atravessa a fissura orbital superior e o nervo o maxilar atravessa o forame redondo e o nervo mandibular atravessa o forame oval estas são as origens aparentes dos três ramos
do trigêmeo no crânio e esta região que na a imagem está grifada em verde representa o território de inervação do nervo oftálmico a região que está grifada em azul claro representa o território de inervação do nervo maxilar oi e a região que está em vermelho representa o território de inervação do nervo mandibular então em resumo o nervo trigêmeo através dos seus três ramos através dos teus três nervos que originam-se do trigêmeo fazem a inervação sensitiva da face e agora vamos verificar em detalhes a inervação do nervo trigêmeo e o nervo trigêmeo é responsável pela sensibilidade
da face pela inervação sensitiva da face ou seja ele né ervas inquisitivamente a pele da face a mucosa nasal a mucosa oral ea mucosa dos seios paranasais e os ramos do nervo trigêmeo são responsáveis também pela inervação sensitiva dos dentes da túnica conjuntiva do bulbo do olho os ramos do trigêmeo também fazem a inervação da dura-máter e ramos do nervo trigêmeo também fazem a inervação sensitiva geral terços anteriores da língua é a parte motora do nervo trigêmeo inerva os músculos da mastigação e inerva o ventre anterior do músculo digástrico e também inerva o músculo tensor
do tímpano sétimo par craniano nervo facial o termo nervo facial remete a seguinte situação o nervo facial é responsável pela motricidade dos músculos da face quanto à origem aparente no encéfalo o nervo facial origina-se no sulco bulbo-pontino lateralmente ao nervo abducente como observamos o sulco bulbo-pontino aqui está o nervo abducente e lateralmente ao abducente está emergindo o nervo facial e quanto a função primária este é um nervo misto e tem o fibras sensitivas e fibras motoras a origem aparente do nervo facial é a seguinte ou seja o nervo facial primeiramente atravessa o meato acústico interno
e após atravessar o meato acústico interno o nervo facial surge na parte externa do crânio atravessando o forame estilo mastoideo após atravessar o forame estilomastóideo o nervo facial e cruza no interior da glândula parótida e onde ramifica-se para formar um complexo complexo intraparotideo a palavra plexo remete a um emaranhado de fibras nervosas e esse plexo como próprio nome está indicando intraparotideo localiza-se no interior da glândula salivar chamada de parótida após o surgimento do plexo intraparotideo e este nervo emitir vários pequenos ramos que são responsáveis pela inervação motora dos músculos da expressão facial dos músculos da
mímica e aqui observamos a glândula parótida e akita observamos os ramos terminais do nervo facial energym du du plexo intraparotideo nesta outra imagem de cadáver estamos visualizando a glândula parótida e como comentado anteriormente o nervo facial no interior da parótida forma um complexo e este plexo emite vários ramos terminais e esses pequenos ramos terminais do nervo facial são responsáveis pela inervação motora dos músculos e da expressão facial ou em outras palavras dos músculos da mímica vamos a um resumo detalhado da inervação do nervo facial então como comentei o nervo facial é motor para os músculos
da face é motor para um músculo localizado lá no interior da orelha e o músculo estapédio ele é motor também para o ventre posterior do músculo de gástrico e quanto a sensibilidade quanto a sua parte sensitiva o nervo facial faz a inervação gustativa dos dois terços anteriores da língua e o nervo facial também é responsável pela inervação das glândulas lacrimais da glândula submandibular e da glândula sublingual oitavo par craniano nervo vestíbulo-coclear o nervo vestíbulo-coclear recebe este nome em referência às suas fibras que estão e alcançando duas estruturas da orelha interna o vestíbulo e a cópia
a origem aparente no encéfalo do nervo vestibulococlear é no sulco bulbo-pontino lateralmente ao nervo facial então nesta imagem de um encéfalo natural visualizamos o local aonde o nervo vestibulococlear e emerge na superfície do encéfalo quanto a sua função primário e este exerce funções e sensitivas especiais onde uma parte do nervo vestíbulo-coclear está envolvida com o equilíbrio e outra parte do nervo vestibulococlear está envolvida com a audição o nervo vestíbulo-coclear ele vai se ramificar em nervo vestibular e envolve-se com equilíbrio e o segundo ramo do nervo vestibulococlear o nervo troclear e envolve-se na função da audição
em relação a origem aparente do nervo vestíbulo-coclear no no crânio e este na verdade não atravessa o crânio ele simplesmente penetra no meato acústico interno mas não sai do crânio após penetrar no meato o interno o nervo vestíbulo-coclear alcança as estruturas da orelha interna que estão envolvidas na audição e no equilíbrio nesta representação o observamos a origem aparente do nervo vestibulococlear no interior do sulco bulbo-pontino o nervo vestíbulo-coclear cruza o meato acústico interno onde ramifica-se no nervo coclear que alcança a cópia a cópia é uma estrutura na orelha interna que está envolvida com a audição
e o segundo ramo do nervo vestibulococlear o nervo vestibular alcança os canais semicirculares e na região do vestíbulo na orelha interna os canais semicirculares da região do vestíbulo e estão envolvidos com o equilíbrio nono par craniano nervo glossofaríngeo e o termo o grosso representa a língua e faríngeo representa faringe então o nome grosso faríngeo está indicando que este nervo apresenta funções que estão envolvidas com a língua e com a faringe é a origem aparente do nervo glossofaríngeo no encéfalo é no suco lateral posterior do bulbo como visualizamos nesta figura de vista anterior e na imagem
de uma encéfalo natural visualizamos um conjunto de raízes dos nervos que estão surgindo no interior do sulco lateral posterior nervos estes que são o grosso faríngeo o nervo vago e o nervo acessório quando pensamos na função primária do nervo glossofaríngeo neste apresenta funções mistas ou seja ele tem uma parte sensitiva e outra parte motora a origem aparente do nervo glossofaríngeo no crânio esse é o forame jugular ou seja este nervo atravessa o forame jugular tá saindo então do interior do crânio e vamos então a um resumo das funções do nervo glossofaríngeo o nervo glossofaríngeo é
responsável pela sensibilidade geral e gustativa do terço posterior da língua quando eu falo em sensibilidade geral em relação à dor e calor e quando eu me refiro a sensibilidade gustativa é com relação aos sabores doce amargo azedo que a nossa língua é responsável por sentir por perceber e o nervo glossofaríngeo é responsável pela sensibilidade da faringe e da orelha média ele faz também a inervação da glândula salivar parótida faz também a inervação dos músculos constritores da faringe e enerva também o seio e o globo carótico que são estruturas localizadas na bifurcação da carótida como visualizamos
nesse esquema as fibras do nervo glossofaríngeo alcançando seio carótico o globo carótico lá na bifurcação da carótida seio carótico e globo carótico são regiões aonde nós o nosso corpo percebe a saturação de oxigênio ea pressão arterial observamos no esquema também fibras do nervo glossofaríngeo alcançando a língua como vimos o grosso faríngeo é responsável por pela inervação sensitiva da língua observamos a que fibras do nervo glossofaríngeo alcançando a glândula parótida e fibras do nervo glossofaríngeo alcançando músculos da faringe décimo par craniano nem o lago o termo nervo vago foi dado a este nervo devida à uma
característica do nervo vago que esse trânsito a vaga pelo tórax pelo abdome então é um nervo que muito extenso que ao longo de sua extensão vaga pelo interior do tórax e pelo interior do abdômen portanto esta é a definição do nome levo vago origem aparente do nervo vago no encéfalo é no sulco lateral posterior do bulbo inferiormente ao nervo glossofaríngeo nesta figura de um encéfalo natural observamos um conjunto de raízes dos nervos glossofaríngeo vago um acessório que estão emergindo no interior do sulco lateral posterior do bulbo em relação a função primária do nervo vago este
é um nervo considerado um misto pois apresenta as funções sensitivas e motoras em relação a origem aparente do nervo vago no crânio um e este atravessa o crânio através do forame jugular acompanhando a artéria carótida interna e a veia jugular interna o nervo vago está sendo visualizado neste esquema onde visualizamos o nervo vago fazendo a inervação de estruturas localizadas no pescoço no topo ah e também no abdome um resumo geral das funções do nervo vago o nervo vago e é responsável pelas uma parte da sensibilidade da dura-máter e meato acústico externo e ele é responsável
pela sensibilidade da epiglote da laringe faringe e traqueia e esôfago e é responsável pela motricidade de músculos da faringe e laringe e este nervo fazem inervação tanto motora quanto sensitiva das vísceras torácicas e abdominais então ele faz a inervação das vísceras torácicas coração pulmão e inervação de vísceras abdominais com intestino fígado e tem tantas outras mais 11º par craniano nervo acessório e o nervo acessório originasse no sulco lateral posterior do bulbo e este tem uma raiz craniana e uma raiz espinhal a raiz craniana emerge do bulbo e a raiz espinhal emergem da medula espinhal como
observamos nesta imagem e o nervo acessório é puramente o motor na sua função primária e motora e este é responsável pela inervação motora de dois músculos o músculo trapézio está situado no dorso e também na nuca e o acessório fazem inervação do músculo esternocleidomastóideo situado na lateral do pescoço o nervo acessório apresenta a sua origem aparente no crânio no forame jugular onde este atravessa o crânio através do forame jugular 12º par craniano nervo hipoglosso o termo grosso está relacionado com a língua portanto esse é o nervo hipoglosso é um nervo motor para os músculos da
língua a função primária do hipoglosso e motora ele é o nervo responsável pela inervação motora dos músculos da língua a origem aparente do hipoglosso no encéfalo é no suco lateral anterior do bulbo onde este situa-se anteriormente a oliva o nervo hipoglosso deixa o crânio atravessa o crânio através de um canal que recebe o nome de canal do hipoglosso portanto a origem aparente do nervo hipoglosso no crânio é o canal do hipoglosso muito bem e no final de mais uma vídeo aula aqui no canal anatomia cura obrigado pela atenção de vocês se você ainda não é
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