Olá amiguinhos da Medicina tudo bom então vamos agora dar início aqui à aula dos ah metabolismo de compostos nitrogenados né essa aula Ela vai envolver a uma primeira parte a a a que é a degradação dos aminoácidos né e depois ela vai entrar na síntese de nucleotídeos e degradação de de nucleotidos que tá envolvido aí com a formação de gota na realidade a Degradação de aminoácidos eh quando ela não é adequada também eu tenho o excesso de formação de amônia que pode conduzir a a um estado de coma no paciente a gente vai fazer um
comentário por cima disso você conhecer os ou as teorias postuladas né E E então aqui nesse quadro aqui né então os compostos nitrogenados eles então eu tenho a produção de aminoácidos né então nitrogênio e eh vai dar início à produção de aminoácidos né e ã o nosso Consumo então desses compostos desses aminoácidos Nós também temos alguns que se nós sintetizamos a partir de outros aminoácidos que nós alimentamos né ele vai dar origem aos nucleotídeos e também as porfirinas que nós não vamos ver nessa aula né quando a gente falar da do do metal do do
do do metabolismo da das bilirrubinas aí a gente vai dar uma olhada então nessa aula a gente vai se ater a parte só de aminoácidos e nucleotidos tá bom que tá aí ligado aí à Atividades que vocês estão fazendo aí no tutorial bom então os aminoácidos né de cara eles não podem ser armazenados né então o excedente dele deve ser e degradado que excedente é esse Então o que acontece é que diariamente nós temos aproximadamente 400 g de proteínas que são degradadas porque chegar ao final da vida útil delas elas vão se deteriorando elas têm
uma um um uma meia vida de depende da proteína algumas são mais curtas algumas São mais demoradas mas elas não duram para sempre elas não duram muito tempo né então elas são constantemente degradadas ao mesmo tempo que elas são constantemente também essas 400 G tem que ser repostas o tempo inteiro o que AC acontece é que dessas 400 G deáreas que são degradadas nós acabamos e Eh excretando 100 g diariamente Então o que se faz necessário o consumo de 100 g de proteínas diárias O que ocorre é que existe um excedente nesse consumo na Maioria
dos casos então a gente acaba consumindo mais do que a gente precisa para manter este pul né de aminoácidos aqui que são 400 G todo dia então eu tenho que ele degrada eu repon ponho mas como eu degrado 100 vai sendo excretado eu tenho que repor 100 mais o que passa desse pull né desse desse desses 100 g aqui esse excedente também vai ser excretado porque justamente nosso organismo não tem essa capacidade de e e armazenar aminoácidos né esses Aminoácidos Então vão dar como nós vimos no quadro anterior a composto nitrogenados que não são proteicos
né A partir daqui então eu tenho lá a formação de nucleotídeos porfirina tá E e só que pinas a gente vai ver eh na próxima aula então como é que funciona a degradação do aminoácido né então ela ela funciona em na realidade são três etapas né eu coloquei duas etapas aqui Inicial e depois o ciclo da aia são três Mas essas duas etapas é o seguinte é que o grupo Amino dos meus aminoácidos né Ele é retirado em duas duas etapas né que esse grupo Amino agora que vai lá pro ciclo da ureia o objetivo
desse processo de extração aqui é justamente ter no final esses dois compostos aqui aspartato e amônio aqui né na verdade a gente fala amônio mas esse é amônio porque em PH fisiológico a amônia está sempre protonada então esses dois compostos Aqui então como é que funciona isso então os dois perdão os dois compostos então eles vão lá pro ciclo da ureia para eles serem convertidos em ureia para poder ser excretado pela urina tá então eh eh nessa primeira etapa Então os meus aminoácidos eles vão transferir esse grupo Amino pro Alfa cetoglutarato formando o glutamato E
aí fica o alfa cetoácido agora que vocês vão ver depois quais são que são formados que vão lá para as vias Eh eh metabólicas energéticas né daí eles vão eles vão formar ou piruvato ou o acetilcoa ou alguns Inter mediários do ciclo de creves que a gente vai ver daqui a pouquinho tá bom o que acontece então aqui nessa parte então eu formo aqui glutamato alfet glutarato pega esse grup Amino e agora ele vai ser ele pode tomar dois caminhos né ou ele vai ser ele vai ser desaminado diretamente vai ser retirado esse grupo Amino
em um processo de E de oxidação né que a gente vai ver com detalhe isso daqui catalizado por essa enzima glutamato desidrogenase né ou ele também vai fazer ele vai transferir esse esse grupo Amino pro oxalo acetato formando aspartato e reconstituindo novamente alfac glutarato aí eu tenho esses dois compostos agora que vão lá pro ciclo da ureia Então vamos olhar com com um pouquinho mais de com a lupa né mais de perto aqui esses eventos tá então aqui Essa é aquela Primeira parte aí que eu acabei de mostrar para vocês aqui né quando o meu
aminoácido transfere o grupo Amino dele pro Alfa CET glutarato olha só que interessante ele faz uso dessa enzima que é essa coenzima aqui né que é a pirodo xal fosfato que é uma coenzima dessas enzimas aqui que se chamam aminotransferases ou transaminases olha que as flechinhas vão para lá e para cá né Por quê Porque a variação de energia livre aqui é muito próximo de zero né o Equilíbrio da a a constante de equilíbrio é muito perto de uma então elas a qualquer aumento de volume num sentido ou no outro ela faz desloca o equilíbrio
da reação então note aqui então como é que acontece Então o meu aminoácido então ele transfere inicialmente o seu grupo Amino para com enzima eh eh pirodo xal fosfato aqui né E ess então essa pirodo xal fosfato só lembrando que ela é produzida a partir da vitamina B6 Então Olha só mais uma vez né Essas vitaminas hidrossolúveis A importância delas né porque elas são hidrossolúveis então a gente discreta ela o tempo inteiro então a necessidade do consumo delas nutricionalmente é muito importante né então forma pirodo xal fosfato ele agora vai captura esse grupo Amino né
aonde essa coenzima agora é convertida a piridoxamina fosfato que agora sim vai vai então transferir aqui pro Alfa cetoglutarato esse grupo Amino né então Agora eu forma que esse esse glutamato aqui aqui nessa nessa primeira etapa aqui de desam ação de retirada do grupo Amino dos aminoácidos certo então pessoal a a os aminoácidos então quando são degradados né eles liberam então e eh eh esses Alfa cetoácidos né que no final das contas eles vão dar origem né a esses seis componentes aqui esses seis Alfa cetoácidos né quando eles são degradados né ou vai ser o
piruvato Acetil com enzima A ou Alfa cetoglutarato succinil com a fumarato e oxalacetato né o que acontece é que somente a lisina produz aqui acetilcoa então ela é conhecida como aminoácido cetogênico porque o atil com enzima A vai vai no final das contas é porque quando ele tá sendo degradado você tem a baixa energética você não tem muito disponível muita glicose ele vai se acumulando como a gente viu lá na aula de metabolismo de lipídeo formando copos Cetônicos né agora o restante deles né eles podem ser eles são simultaneamente ou glicogênio ou cetogênicos né quando
eles está eles estão produzindo acetil com enzima A né eles são exclusivamente cetogênicos quando eles estão produzindo piruvato ou qualquer um desses intermediários aqui do ciclo do de crebs eles são glicogênicos porque aqui né eu vou ter o consumo aqui de mais um carbono aqui né e eh mas no final das contas eu tenho Xalo acetato que vai ser desviado pra gliconeogênese né então na realidade o piruvato vira oxalacetato depois ele Via F penal piruvato e segue a via da gliconeogênese tá o que acontece é que só para vocês saberem existe alguns aminoácidos que não
tomam esse caminho que a gente conheceu ainda a pouco né de transaminases com a captação do CET glutarato formando glutamato eu tenho vias específicas mas que no final das contas a lisina prolina e a istidina Elas vão vão produzir glutamato no final mas a glicina metionina e treonina elas TM um caminho de desaminação específico delas que no final das contas elas já liberam o o o amônio aqui né aqui nessa situação amônio porque tá protonado em PH fisiológico Tá bom então essa daqui é a segunda etapa então então depois que eu formei o glutamato Então
a gente vai se concentrar nessas vias da maioria aí dos aminoácidos que vai dar origem ao glutamato ele pode tomar dois dois Caminhos na segunda etapa ou ele vai ser ele vai ser sofrer uma transaminação catalizada pela aspartato aminotransferase né aonde ela vai transferir esse grup Amino pro oxaloacetato formando o aspartato então meu grup Amino aqui vai agora formar o aspartato né ou então eu sigo esse outro caminho aqui que é via glutamat desidrogenase um processo oxua aqui né catalizada pela glutamato desidrogenase que usa olha só é único enzima do nosso Corpo que faz isso
ela pode usar tanto NAD quanto NAD p como coenzima para captação de prótons e elétrons né no processo de de oxiredução né então eu tenho oxidação do glutamato as custas da redução ou NAD ou NAD PH H que vai ficar né e reconstituindo o alfa cetoglutarato agora né então Alfa cetoglutarato é reconstituído liberando então amônia e agora esses dois componentes aqui que vão entrar no ciclo da oreia Mas tem uma uma cocita né o ciclo da Ureia ele acontece lá no fígado né então aquele evento lá no fígado não tem problema nenhum Mas e quando
eu tenho uma degradação de de aminoácidos nos tecidos extra hepáticos e no músculo né Isso é um problema porque a amônia é tóxica ela não pode ficar se acumulando no nosso organismo ficar sendo transportado aí pelo plasma né então como é que isso funciona dos músculos né eu tenho transaminases aqui que vão agora retirar Esse esse meu Ah esse meu amônio aqui dos aminoácidos e transferir para o piruvato produzindo a lanina que olha só que interessante a lanina ela não só não é tóxica mas ela é lipossolúvel então ela consegue sair do músculo com facilidade
e e se dirigir até o fígado quando passa pelo fígado Então ela é lipol ela entra no pató com facilidade e lá uma transaminase agora transfere né aquela lá que você já viu né formando o glutamato que vai agora lá Pro ciclo da ureia na idade ele vai ainda né ele vai entrar aí na no processo ou de ou de formação de aspat ou a desaminação Direta em amônia para ir pro ciclo da ureia certo e nos nos outros tecidos que não no músculo né eu tenho lá eu a formação não agora de alanina mas
eu vou ter a formação de Glutamina Então eu tenho a Glutamina sintetase que faz uso de energia né então ela usa uma ligação anidros fórica para conduzir Essa reação aqui né ela cataliza então essa essa essa transferência aqui do meu do meu da minha amônia na realidade ela tá fazendo uma condensação né da mi amônia com glutamato Então já tem o glutamato que está formado ali dentro mas ele não pode ficar sendo transportado pelo plasma e a glutamin sintetase cataliza a condensação desse grupo Amino aqui né formando Glutamina que também é um composto hid lipossolúvel
né E pode ser transportado Sem problema algum na corrente sanguínea até chegar no fígado quando eu chego no fígado Note que a reação ela é Irreversível aqui ó tá vendo ela é Irreversível então lá no fígado eu tenho outra enzima que vai catalizar essa essa essa clivagem essa cisão essa retirada do meu da minha amônia ali né da da da minha amônia ali da minha Glutamina formando novamente constituindo o glutamato que vai poder ser transformado em aspartato ou amônia né para entrar no Ciclo da Aurea essa reação aqui ela é catalizada pela glutaminase tá Então
veja que não é a mesma enzima ali que tá nos tecidos extrahepáticos que está no fígado Então pessoal esse daqui é o ciclo daur né então é só lembrando que ele vai ser produzido n vai ser sintetizado a partir do aspartato né a amônia que veio né lá da da lá da desses processo aqui desaminação aqui dos aminoácidos degradação dos aminoácidos formação as Patato e bicarbonato né O bicarbonato ele é proveniente ali da lembra que o nosso eritrócito captura o gás carbônico né e ele tem aquela anidrase carbônica que a enzima mais velosa a catalise
mais rápida do nosso corpo que catalisa a formação de ácido carbônico né que é o gás carbônico com a água e como o PK dele é próximo de três ele imediatamente quando ele é produzido ele desprotonado pela hemoglobina que e Acaba tamponando né o interior do eritrócito com essa captura do próton pelas histidinas dela e liberando O bicarbonato agora que é colocado para fora né Ele é transportado para fora do eritrócito por um trocador cloro bicarbonato E aí isso daqui acaba fica tamponando mas no final das contas carrega gás carbônico né então a o ciclo
da Oria também é um processo muito bom de extração desses carbonos aqui dos dos eh dióxidos de Carbonos que são produzidos pelo nosso organismo podem ser excretados Ali pela urina né então bicarbonato participa dentro também da formação da ureia Porque nós não temos mecanismos de discreção da amônia né e amônia é tóxica ela não pode ficar sendo transportada pelo corpo assim né a gente vai depois daqui a pouquinho e eu vou dar uma passada por cima para vocês entenderem Por que que isso daqui e não pode né Não pode acontecer de eu ter o excesso
dessa Amônia então eu tenho que formar ureia né então como é que acontece então então essa amônia chega até a mitocôndria lá dos dos dos hepatócitos né E lá no hepatócitos eu tem essa cabam aí o fosfato sintet que cataliza a condensação da amônia com bicarbonato formando carbamoil fosfato às cursas de duas dois ATPS duas ligações de energia né Daqui a pouco a gente vai ver esse saldo energético do ciclo da ureia né agora o carbamoil fosfato dentro da Mitocôndria ainda ele se condensa com a ornitina que está vindo do ciclo então a ornitina faz
aquele papel catalítico como se fosse oxalacetato no ciclo de crebs né ela entra na mitocôndria se condensa então com carbamoil fosfato que acabou de ser formado formando citrulina e uma reação catalizada pela ritina transc transcarbamilase né então ela faz essa condensação aqui formando citrulina agora a minha citrulina então Aquele aspartato entra no ciclo aqui né Tá aqui o aspartato então ele entra no ciclo aqui né se condensando com a citrulina e uma reação formando arginin succinato por uma reação catalizada pela agenin succinato sintetase Note que essa reação ela é conduzida é uma reação acoplada né
e tem um consumo de duas ligações de energia por quê Porque o meu pirofosfato ele é hidrolizado a dois fosfatos inorgânicos pela pirofosfatase que agora eu preciso de dois e adps para Formar então novamente lá né duas moléculas de ATPS então eu tenho um consumo de duas ligações an hidr fosfóricas né então meu meu agino inato agora ele vai sofrer uma liase né ele vai ser ele vai ser clivado né em agenin fumarato pela ginin succinato dease o fumarato agora né eu tenho lá uma fumarase e e e citosólica que vai hidratar meu fumarato a
a malato que depois ele vai ser oxidado pela Amato desidrogenase Formando oxaloacetato né que pode então voltar aqui para esse processo aqui no citoplasma mas eu tenho uma produção de um nadh nesse momento né então eu tenho uma produção de um NAD H então pera aí que vamos já falar agora então né Então olha só eu tive um consumo de 2is ATPS depois mais dois são quatro mas nesse processo de restituição do oxalo acetato eu tenho a produção de um nadh então eu tenho um saldo negativo de 1 ATP E5 né pelo nós decidimos né
a gente Contabilizar né o o a gente contabilizar como 2,5 mas agora o novo livro é três Então seria o saldo negativo de um ATP Poxa um ATP para você jogar fora né a a amônia mas mesmo assim lembrem que eu tenho meus Alfa cetoácidos que agora podem ser aproveitados na produção de energia Então apesar do meu ciclo da aia tem um saldo negativo de um o saldo positivo que eu vou ter nos nos nos alfas cetoácidos que são liberados nesse processo de degradação compensa de longe Né então voltando aqui então eu tenho a produção
de arginina agora a minha arginina ela vai sofrer uma Hidrólise reconstituindo novamente ornitina para uma reação catalisado pela arginase produzindo ureia agora a ureia ela pode ser então transportada né lá para a pela minha corrente sanguínea porque ela é solúvel e pode ser excretada pelo rim né então voltando aqui o o nosso assunto aqui do do da amônia né o que acontece é que e eh lembre que eu tenho a glutamato Desidrogenase né que ela faz uso né ali a a minha glutamato desidrogenase ela vai eh desaminar o meu glutamato né e e liberar o
meu amônia formando alfa cetoglutarato o que acontece é que se as concentrações isso são teorias postuladas mas se você realmente realmente aumentar as concentrações de amônia no seu organismo você entra em coma e morre né então a teoria mais aceita hoje é que se as concentrações de amônia começam a se elevar muito o que Que vai acontecer eu começo a mover essa reação deslocar o equilíbrio dela mover ela no sentido de formação de glutamato com isso eu começo a sequestrar os Alfa cog glutos que estão sendo utilizados no ciclo de crebs E aí eu não
consigo concluir a produção de energia a partir de glicose no meu sistema nervoso central essa baixa energética faz o indivíduo entrar em em eh eh coma e aí né ele pode vir a óbito né Então essa Justamente por isso que eu Não posso ter eh Muita amônia no nosso organismo para não deslocar essa reação aqui no sentido eh no sentido contrário né que a aí eu vou sequestrar os Alfa cetoglutarato no meu sistema nervoso central Tá bom então pessoal a gente vai falar sobre a regulação do ciclo da oreia né então é interessante essa regulação
porque envolve componentes que não fazem parte né do ciclo da Oria né então esse componente então é o n atil e glutamato como é que ele é formado então Né Então o a degradação excessiva de aminoácidos que vai produzindo acetilcoa e glutamato né Elas ocorrem quando a pessoa tá numa dieta cetogênica comendo muita proteína ou ela tá num jejum muito prolongado né ou ela tem diabetes do tipo um então esses compostos são produzidos de forma excessiva porque eu vou ter que estar degradando os aminoácidos para poder liberar os alfos cetoácidos e ter energia né então
quando eles estão em a Concentração elevada deles eu desloco essa reação na produção de inace til glutamato catalizado por essa enzima intil glutamato sintase o que acontece é que o an n acetil glutamato é um efetuador alostérico positivo muito forte da carbamil fosfato sintetase um né então ele ele estimula essa enzima pra produção de carbamil fosfato e eu ativar né eu ter o componente aqui para condensar com ornitina e começar o meu ciclo da Oria paraa excreção desses Grupos amôni aqui porque nesse ponto aqui lembra o glutamato então ele tá ali eh e ele tá
ali né produzindo tem um excessivo dele ele tá produzindo eh liberando o meu grupo amônia lá produzindo as patato mas se tá aumentando muito a concentração dele é porque não está dando conta o meu ciclo da oreia então eu ativo aqui aaba meu fosfato o que acontece é que o Cico começa a girar começa a rodar se eu começo a produzir mu arginina ela começa A se acumular significa que eu não tô tendo ornitina suficiente para condensar com carbamil fosfato olha só que legal a agina é um efetuador alostérico positivo muito potente da in acetil
glutamat sintase o que faz com que eu aumente então a produção aqui de n acetil glutamato ativando mais aqui a minha via né Para que eu consuma a minha ornitina fazendo com que eu mova a minha reação na produção de mais ornitina certo Então olha só que interessante como é o ciclo Que ele se regula para que ele aumente a a velocidade dele à medida que eu aumente a degradação dos meus aminoácidos certo bom então Gente o que acontece é que os aminoácidos então eles podem dar origens né aos nossos ácidos nucleicos né E nem
todos na realidade Então quem participa aqui os os aminoácidos são a glicina Glutamina a acerina e o aspartato né E esses eh ácidos nucleicos são feitos de e de nucleotídeos ligados Entre eles né E esses nucleotídeos eles podem ser de dois tipos aqui vocês já viram em biologia molecular né mas só uma lembradinha né eles podem ser do tipo eh ele pode ter só lembrando da estrutura base primeiro né então o meu nucleotídeo ele tem uma base nitrogenada né ele tem um uma pentose né e a a a ribose c fosfato aqui que entra aqui
né a ribose fosfato né e eu tenho o meu grupo fosfato aqui que vão fazer as Ligações aqui e a o esqueleto né que é fosfato pentose fosfato pentose fosfato pentose né e e esses essa parte aqui né a pentose e o fosfato eles são sempre o mesmo eles não mudam então a diferença entre os nucleotídeos né adenina timina citosina e guanina está exatamente na base nitrogenada e essa base pode ser de dois dois tipos ou elas podem ser purinas quando eu tenho esse dois Anéis aqui o anel midaz cólico com segundo anel menor aqui
ou ela pode ser uma Pirimidina certo então as purinas eu tenho duas eu tenho adenina e eu tenho a guanina e as pirimidinas eu tenho citosina timina E uracila lembrando que a uracila só tenho lá no meu RNA daqui a pouco a gente vai ver a diferença é muito simples né do RNA a DNA é só um oxigênio no carbono número dois ali da ribose que faz a diferença mas é uma coisa importante saber é que os nucleotídeos eles não formam apenas os ácidos nucleicos né eles dão origem Eles São muito importantes eu então preciso
da produção constante deles Eles são carreadores de energia lembra o ATP o gtp queem carrega energia para poder ser utilizada né eles são componentes de cofatores o NAD né o FAD né adenina adenina com enzima aqui também né então eles são eles são componentes dos de cofatores eles são intermediários biossintéticos lembra lá o DP né quando eu utilizo para poder fazer síntese de glicogênio né E são segundo os Mensageiros MP cíclico e gmp cíclico né que são eh São eh ativadas pela dilat cicas é uma resposta de um de um receptor transmembran Nio ativado né
então eles desempenham várias funções não é simplesmente a função de DNA então preciso ter uma produção constante deles né e essa produção essa síntese desses nucleotídeos ela pode ter duas formas duas possibilidades né ou ela vai ser a via de novo né Esse é o nome mesmo né via de novo ou via da salvação né então A via de novo ela ela inicia com precursores metabólicos né então eu tenho os aminoácidos que fazem parte nessa produção a ribose c fosfato gás carbônico e amônia então esses são os os precursores metabólicos aqui depois vocês vão ver
também tem outras condições que entram vitaminas né que são muito importantes também né e a via de salvação na realidade ela cicla né aquelas bases livres de de ácidos nucleicos que foram degradados ali né de Nucleotídeos degradados e os nucleosídeos né Eh eh nucleosídeos na realidade eles são os nucleotídeos sem o grupo fosfato né e ele só tem a a o a ribose lá e a base nitrogenada não tem um grupo fosfato eles são chamados nucleosídeos eles são utilizados também nessas vias de salvação é uma coisa bem simples A gente vai ver bem al por
AL Mas aqui é o que mais nos interessa porque são nessas vias aqui onde eu tenho um problema né que e Eh no processo de degradação aqui né dos de de de de e ah de determinados nucleotídeos como vocês vão ver a seguir aqui eu tenho a formação de muito ácido úrico E aí eu vou produzir o rato de sódio que vai dar no final o problema chamado gota né que vocês conhecem provavelmente vocês fizer er um exercício aí no tutorial sobre isso a gente vai ver detalhadamente agora tá então a a gente vai começar
então falando dessa via de novo aqui então a Gente vai eh Lembrando que eu tenho os as purinas e as pirimidinas Então a gente vai começar falando pelos passos da síntese dos nucleotídeos púricos né das purinas né e ele tem uma diferença entre os os pirimídicas pinas né ah Ah tem uma diferença entre eles que é o seguinte ah quando eu vou formar a minha ribose né com a minha meu nucleosídeo né a ribose junto lá com o meu anel né o meu anel ele se forma ligado diretamente a Ribose desde o início e ele
usa então aminoácidos gás carbônico e o ácido fólico também vocês vão ver daqui a pouquinho né a vitamina B9 é utilizada aqui para formar um componente aqui que vai dar origem a alguns carbonos aqui desse desse anel e púrica da da Purina aqui da minha base nitrogenada Purina né e a união então desses dois então componentes no final das contas da minha via quando esse quando esse componente aqui estiver pronto eu vou formar um Intermediário chamado inosat né que é o IM né o monofosfato de de inosina né então eu vou formar esse composto aqui
e esse intermediário e aí sim eu vou dar origem então a gmp e depois a mp né guanilato E adenilato que vão ter processos aí de conversão aqui para trifosfato como vocês vão ver daqui a pouquinho que é a forma ativada deles né e eles também vão ter um caminho que é bem simples também eu vou passar para vocês que é o processo que eles vão se Tornar desoxi Porque até então Aqueles são ácidos ribonucleicos né né então eles vão se formar em em desoxirribonucleicos paraa formação do DNA Tá bom então pessoal aqui esse quadro
É para mostrar para vocês porque a maioria desses nucleotídeos né e com exceção ali dos pirimídicas eh eh em condições de monofosfato né então como é que isso funciona né então já de cara aqui olha só eu tenho aden latos eh Note que aqui Vocês vão ver pela primeira vez o cinase que é o que esse tradutor colocou né mas a palavra não se fala si é kinase né em english é quinase né então ele usa esse c Por isso que eu aconselho vocês usarem o baiardo né então Eh já aqui eu tenho uma conversão
então do meu monofosfato de adenosina né em difosfato por que que eu faço essa conversão usando ATP porque agora o ADP que é o aceptor Né da fosforilação oxidativa ou da fosforilação em níveis de substrato por Isso que eu tenho que formar o ADP agora nas vias glicolíticas lá ou então ali na no nível substrato lá na no no ciclo de créditos ou na Furação oxidativa eu faço ATP né mas os meus eh nucleosídeos ali nucleotídios monofosfato fazem uso do ATP também para eles virarem de nucleotídeos né então esse quem catalisa essa reação aqui então
eles são mononucleo n vocês viram que agora eles fizeram uso deste ATP para Poder se transformar em din nucleotídeos né de fosfato nucleotídeos de fosfato perdão aqueles são nucleotídeos monofosfato né então e ele usa o ATP para se transformar em nucleotídeo de fosfato em reações catalizadas pela nucleosídeo monofosfato kinases agora esses nucleotídeos de fosfato eles vão ser aceptores de do trifosfato que na maioria dos casos é o ATP que efetua essa esse trabalho aqui ele que é o doador né por isso que é d a De aceptor né Para que o meu nucleotídio seja trifosfato
e esteja na forma ativa né para processos biossintéticos né quem catalisa essa reação é a nucleosídeo de fosfato quinase simples assim Então pessoal aqui é o passo da síntese então dos nucleotidos píticos né diferente dos púricos ele forma primeiro anel chamado orotato para depois se condensar com fosforribosil aí vai dar origem ao TP que a partir dela eu formo CTP ou time dilato que aqui eu tenho a Participação então da vitamina B9 esse caso somente o aspartato é o aminoácido utilizado para síntese nesse processo tá então na síntese de de na de nucleotídeos via de
salvação é não é difícil é muito simples né então na realidade o que acontece é que eu tenho lá liberado ali as minhas adeninas né e e e as minhas adeninas então elas se condensam com esse e pir ribosio e fosforribosil pirofosfato perdão e Fosforribosil pirofosfato né e uma uma reação catalizada pela adenosina fosforribosil transferase né com consumo de energia então eu usei duas ligações de energia para essa formação e a minha guanina se condensa também com meu e eh fosforribosil pirofosfato né com a utilização de duas ligações de energia Tá formando e gmp é
professor de onde é que veio porque não tem ATP gente ele é um fosso ribosio Pirofosfato eu tenho duas ligações de energia na própria na minha própria ribose lá que é utilizado então né então Note que o que é Zerado aqui né eh é o meu fosso ribosio pirofosfato ele tá lá com as ligações fosfóricas ainda então ele usa dessa energia para poder reciclar né a o meu anel ali minha base nitrogenada ali se condensando formando aqui agora o meu nucleotídeo Ok e os meus nucleotídeos púricos é desconhecido nos Mamíferos ainda o processo mas acredita-se
que é semelhante né existe alguns estudos em bactérias mas eu resolvi não passar porque não é uma coisa coisa conhecida ainda tá bom Então pessoal agora a gente vai falar da síntese do inosat né que é justamente essa primeira parte aqui né que é a a formação do do anel das purinas né e depois é é a a na realidade ele já é formado como vocês vão ver juntamente com a ribose Então nós vamos Ver esse passo agora formação desse intermediário antes da formação de Amp e gmp né que são a os nucleotídeos eh purínicos
das das os purínicos né os púricos perdão né que nós vamos formar as purinas Então a gente tem que formar esse intermediário aqui que é o inosat que é o monofosfato de inosina Então a gente vai dar uma olhadinha aqui agora Como que é esse processo Então olha só que interessante Então a gente vamos já chamar prpp né que é a eh fosforribosil Piros pirofosfato né que é esse essa molécula essa ribosa aqui duplamente fosforilada sendo que uma fosforilação aqui no carbono número cinco um fosfato e aqui no meu carbono e eh número um Eu
tenho dois eh dois fosfatos aqui então por isso que é fosfo ribosio piro né Eh fosfato então ele já recebe eh um ele ele recebe um grupo Amino né da minha Glutamina e uma retação catalizada pela Glutamina prpp aminotransferase e ex exatamente né em Cima desse esse grupo amino que agora eu tenho a for que eu formo a 5 fó Beta D ribosio Amina né então esse componente é exatamente em cima desse esqueleto aqui que vai ser formado o anel pú tá bom então na segunda parte então agora a minha glicina então né ela transfere
Então ela é condensada né A minha a minha esse meu essa minha estrutura que vai esses cinco fós Beta rosil Amina né Eh formando esse glicinamida ribonucleotídeo que a gente vai chamar De gar para não ficar repetindo essa frase o tempo inteiro nessa palavra quase uma frase né é eh catalizada pela GR sintetase com consumo de energia então tem um consumo de um ATP aqui o que faz sentido começar a aparecer consumos de energia porque eu tô fazendo um processo de síntese né n então síntese é um evento desfavorável tem que ter consumo de ATP
para eu sintetizar alguma coisa certo agora essa minha G então ela vai ser formada né pela sn10 Formil H4 folato olha só que interessante aqui já aparecendo aqui e o ácido fólico a vitamina B9 mas a gente vai ver em outra situação onde a deficiência dele causa problemas muito sérios né então ela é formada né a formil glicinamida Rib nucleoti FG né por essa GR trans formase tá então numa próxima etapa agora essa eu formo então a minha form glicinamida ribonucleotídeo né que eu vou chamar agora de FG então a minha FG ela agora recebe
Mais um grupo aqui né um na realidade eu vou receber agora mais um grupo Amina que é cedido pela glutamina as custas mais uma vez de ATP de energia né Então tá aqui eu tenho mais um n que tá sendo formado então a minha fgr amido transferase transfere esse grupo aqui né a mais essa Amina aqui para cá amida na realidade para cá né é da da formando o meu anel e na no na formação do anel né e e e catalizada pela por essa e FG R amido transferase então eu formo então a Minha
formig glicina Dina né ribonucleotídeo que eu vou chamar de FG né agora a minha FG então ela vai e sofrer uma desidratação para fechar para o fechamento do meu anel as cursas de ATP né ele vai sofrer essa desidratação com a fecha o fechamento do meu anel formando o meu anel imidazólico Inicial né que agora vai tem a estrutura para receber o segundo anel condensado Então essa molécula se chama cinco amido amino Imidazol ribonucleotídeo que a gente vai chamar de R tá Air tá bom E essa reação aqui né ela é Ela é catalizada pela
ou ela pode ser chamada a sintetase ou FG ciclase né porque eu fecho o meu anel E aí eu tenho um anel cíclico agora aqui tá Agora a minha R ela vai sofrer uma carboxilação né olha só que interessante neste caso ela não usa eh eh eh biotina essa enzima para carrear o o gás carbônico né ele já é inserido diretamente na minha molécula catalisada Pela Air carboxilase né ela não faz uso da biotina para este evento isso é muito interessante e note que eu tenho um salto aqui das reações né né Eu tava na
número cinco pulei seis e sete né o que acontece é que em bactérias e fungos eu tenho duas etapas aqui então como a gente gente tá falando de humanos Não interessa pra gente isso daqui né então eu dei esse salto aqui E esse evento é catalizado pela R carboxilas essa carboxilação da R né e agora eu formo o Carboxi Amino e imidazol ribonucleotide que a gente vai chamar de k né CR né k cir Pronto né a gente escolhe aí como que a gente vai falar depois tá agora olha só o aspartato entrando aqui então
tem outro aminoácido aqui que tá agora cedendo ele vai ceder o grupo Amino dele só que em duas etapas primeiro ele é condensado Acer formando sa né cinco succinil cinco amido Amino imidazol quatro carboxamida ribonucleotídeo que a gente vai chamar de Saik certo Por que em duas etapas porque o meu aspartato ele entra depois né Isso é uma reação catalisada pela ciker sintetase né e e agora ele sai tá vendo ó em uma reação catalisada pela seer liase ele sai o esqueleto né o esqueleto Alfa cetoácido aqui do meu aspartato em forma de fumarato né
pela clias né Ele é clivado e retirado aqui da molécula formando então é o aare né cinco amido imidazol quatro carboxamida ribonucleotídeo a gente vai chamar de Aare né agora o a então ele vai ser form milado recebendo mais um um carbono aqui ó na na minha molécula que na realidade é o meu último carbono que é recebido agora né no no meu anel eh púrica Purina né e em uma reação catalisada pela ier Transform milá mais uma vez olha N10 form H4 folato isso daqui é um componente derivado da vitamina B9 a gente vai
ver daqui a pouquinho a importância dela nesses processos aqui tá E agora o meu filho F ele vai agora Pela IMP e inosinato sintase né eu vou promover uma desidratação e o fechamento do anel e por fim então eu formo aqui o meu monofosfato de inosina né inosinato aqui no final dessa reação aqui então a gente falou até agora sobre essa essa parte formando inosinato né então agora a gente vai ver essa essa parte agora a formação do monofosfato de guan e o monofosfato de adenina aqui né então o guanilato e adenilato aqui a gente
vai ver agora a formação desses Compostos aqui nessas nessa nessa via metabólica aqui tá bom então o o agora vai acontecer a conversão do inosat adenilato E guanilato então como é que isso ocorre são vias Independentes né então note aqui vamos ver primeira a formação do emp do adenilato tá então a a primeira reação ela tem um consumo de energia mas olha só que interessante ela usa gtp neste caso aqui ó paraa produção de gmp eu uso ATP o contrário vocês vão Entender depois a importância disso daqui que é muito importante que aconteça esse evento
tá então eu tenho agora a inserção de um aspartato né pela catalizada pela adilo succinato sintetase com consumo de energia por gtp né e formando a a adil succinato que agora pela adil succinato liase eu retiro o meu esqueleto né Alfa cetoácido que é o fumarato que pode ser reciclado a gente já falou sobre isso daqui lá no citoplasma né ele tem a a fumarase Citosólica que hidrata am malato depois Amato desidrogenase formando oxalacetato E aí Seguindo os caminhos da demanda energética do nosso organismo né então esse esqueleto Sai Fora esse aqui é o fumarato
deixando o grupo Amino ali eu formei agora o adenilato né já no sentido no outro caminho então eu tenho um processo Inicial por uma hidratação seguida de uma oxirredução uma oxidação aqui do meu inosinato a chan tilat né com hidratação com a Redução de um NAD anad H né Então olha só uma compensação Zinha aí do consumo de energia mínima né mas rola de vez em quando aí na via né e catalizado pela e osid desidrogenase formando o chantilin lato Olha só mais uma vez a Glutamina entrando participando né transferindo aqui né para o grup
Amina dela né e e e agora formando o glutamato aqui né então ele ela libera a Glutamina Lembrando que ela pertence a aqueles compostos ali que T mais eh nitrogênios Né então ela ela pertence a aqueles aminoácidos com carga e positiva né porque ele tem justamente grupos aminos carregados né então ele transporta transfere esse Amino formando o glutamato no processo de hidratação e com o consumo de duas ligações de energia mas olha só que interessante eu uso ATP ao invés de gdp Que coisa né na produção de MP eu uso g na produção do a
eu uso eu uso o na produção do G uso a né Vocês vão entender por porque que Isso é importante daqui a pouco quando a gente falar da regulação então a catalizada pela gmp Glutamina aminotransferase formando finalmente então o glutamato E Agora Nós temos aqui os primeiros né os nucleotidos os nucleotidos monofosfato eh eh púricos né então adenilato e guanilato bom então pessoal agora a gente vai falar sobre esse processo de formação então Eh do anel orotato aqui né essa esse processo Inicial aqui eh a partir de agora nos Próximos slides depois a gente vai
ver essa outra parte aqui tá bom então a gente vai ver inicialmente aqui depois a condensação e a formação desses outros nucleotidos bom então a síntese do orotato ele inicia então com a condensação do carbom e fosfato e o aspartato esse carbamoil fosfato ele é citosólico ele é produzido no citosol e catalizado pela carbamoil fosfato sintetase 2 né pela condensação do amônio e bicarbonato né aí agora o meu Aspartato se condensa acabar o meu o fosfato e uma reação catalizada pela aspartato transcarbamilase formando in carbamoil aspartato sofre uma desidratação pela de hidro orote né formando
de e LD Hidro orotato e agora ele vai então sofrer uma oxidação pela de hidro orotato desidrogenase formando o orotato que é o anel que vai se condensar agora com o meu com a minha e com o meu fosso ribosio Ok então pessoal agora aqui é a síntese então do meu Nucleotídeo a partir do anel orotato né ele vai se condensar então com o meu fós ribosio aqui nessa reação aqui né ele usa a própria energia que está no pirofosfato né do fosforribosil e eh pirofosfato né no carbono número um Lembra eu tenho dois eu
tenho pirofosfato aqui ele usa essa energia para condensar então com o neurot formando oro lato agora o oro tidd lato é desse carboxilado ele pedde essa carboxila uma são catalizada pelo UTI Lato descaro descarboxilase formando UTI lato o UTI lato que vai dar urgem agora a a a timidilato certo e e só que ele tem um processo Inicial que é uma redução porque ele vai perder esse oxigênio do carbono número dois porque ele já é um desox eh lembra a gente as os outros eh desox nucleotídeos passam por esse mesmo processo de redução catalizada pela
ribonucleotídeo o redutase E aí eles pedem esse carbono esse desculpa esse oxigênio no carbono Número dois Ok mas daqui a pouco eu falo sobre esse processo porque ele tá envolvido aqui com uma com um problema pela deficiência de vitamina B9 né agora o ditil lata então ele vai ele vai ser eh fosforilado por quinases né então no tradutor aqui não foi muito feliz sinase mas são quinases né Eh e usa dois duas ligações de energia para eu poder deixar a minha uridina cinco trifosfatos é uma condição ativa biossintética e a partir dela eu insiro um
grupo Amino né que não Existia esse grupo Amino aqui né para eu formar então Eh o CTP voltando aqui então gente quando eu tenho essa desoxidação eu tiro esse oxigênio aqui do carbono número dois eu formo dmp e agora o dmp para ser convertido a a a tmp eh monofosfato de timid amida eh eu tenho que receber esse grupo aqui que é esse grupo metil sendo que o hidrogênio vem do potencial redutor aqui do NAD PH e o restante do grupo metil vem da serina né e e só que não é tão Simples né então
eu uso essa molécula aqui o tetrahidrofolato para receber o meu grupo Amina mas ele vem na condição de e eh de metil hidróxido mas esse hidróxido é repassado para o radical aqui dessa molécula né esse grupo R aqui da molécula e agora eu tenho esses carbono com dois hidrogênios que são agora e fundidos com são condensados com esse hidrogênio esse grupo metil agora vai para a minha dmp formando dtmp né monofosfato de timid amida que é o Timidilato tá então aqui eu formo então a minha o meu começo formma aqui o meu anel de timina
né para poder então ele ser depois e tri ele vai receber mais dois fosfatos aqui para poder ter energia na realidade recebe aqui no Carbon 1 para ficar biossintetizada no meu DNA o que promove rompimentos da fita de DNA né isso daí então vai cando então mutações que se atingir um um gene responsável pela mitose eu desencadeio o câncer ou então Eu posso fazer outros problemas produções de proteínas eh modificadas gerando encefalos patias e cardiopatias né E esse problema ele chega a atingir 10% da população mundial em regiões de eh baixa eh condição social né
vulnerabilidade socioeconômica pode chegar até 50% daquela comunidade local com o problema tá mais uma vez a importância nutricional das vitaminas hidrossolúveis que tem que est sendo consumida o tempo inteiro porque eh e e E eh nós excretamos o tempo todo porque elas são hidrossolúveis Ok então gente essa daqui é a regulação da s dos nucleotídeos púricos e ela ocorre em quatro em quatro condições Diferentes né Então a primeira é a inibição da síntese da rpp Então olha só lembra a ribose cin fosfato produzida ali na minha via pentosa e fosfato né então Olha que coincidência
não como a o processo evolucionário é maravilhoso né então quando eu tenho um excesso de ADP né significa que eu tô precisando produzir ATP tá faltando energia então eu paro a síntese de prpp ribose fosfato piro eh pirofosfato pela ribose fosfato pir fosfinas né RP sintetase né eu paro eu tenho uma inibição ele é um efetuador alostérico negativo eu promovo alosterismo negativo inibindo essa reação então quando eu inibo essa reação eu forço com que a minha ribose 5 fosfato volte para o caminho glicolítico paraa produção de ATP Olha só que coisa Né Então essa esse
ponto é o ponto que conecta exatamente a síntese de nucleotídeos com a produção de TP pela Via glicolítica é exatamente este local aqui tá e eu tenho um outro processo de regulação que é inibição sequencial pro retroalimentação então o que que é essa essa essa inibição sequencial pro retroalimentação é exatamente os meus produtos né então meu meus produtos das vias que né que é o eh o IMP o gmp e o m que inibem então Aqui a minha a minha primeira reação aqui né é Não só a primeira mas as outras reações aqui que são
intermediárias dessa via né Elas estão inibindo parando a minha reação então é uma inibição sequencial por retroalimentação os produtos da minha via e são são efetuadores alostéricos negativos das enzimas que catalisam as partes iniciais da minha via Eu tenho esse que é muito interessante lembra que eu falei né que a a síntese de de anp Depende da energia produzida por gtp e a gmp por ATP olha só que interessante eu tenho um arranjo recíproco nessa né nessa nessa nessa reação aonde né A minha dependência de AM de ATP para produção de gmp e a minha
dependência de da produção de MP por gtp isso faz com que eu tenha um equilíbrio um arranjo recíproco para que a produção seja semelhante entre as duas moléculas tá isso também tem um processo de retroalimentação aqui então quando eu Começo a ter muito gmp eu tenho uma retroalimentação que inibi a produção dela independentemente da produção de MP porque eu tenho também uma retroalimentação e simultaneamente elas trabalham em conjunto para ter uma regulação próxima de produção da entre as duas por esse arranjo recíproco né a dependência da produção de gmp por ATP e a dependência da
produção de m por eh ATP né E olha só eu tenho eu tenho uma Inibição exclusiva de nucleotídeos púricos né Eh nessa reação Inicial aqui então esses meus compostos eles produtos finais quando eles começam a se ceder eles têm uma uma inibição de uma reação exclusiva dessa reação dessa dessa via metabólica Lembrando que a a síntese de nucleotídeos pirimídicas não tem essa essa essa fusão Inicial Eu primeiro forma o orato para depois fundir com o anel aqui não eu Dependo dessa reação Inicial né da dessa produção dessa desculpa aqui dessa produção Inicial aqui dessa dessa
transferência do meu grupo A da minha glutamina do meu Amino inicial para eu ter o meu o meu e e fosforribosil pirofosfato e com o grupo jamina que vai formar de de esqueleto inicial de estrutura base Inicial pr pra sequência da minha síntese de gmp e Amp né Então essa essa transferência inicial aqui do meu grupo Amino é interrompida né Por Uma por uma inibição quando inibição alostérica aqui quando eu tenho um excesso de Amp e gmp tá bom Então já na regulação da síntese dos nucleotídeos pirimídicas né é muito simples na realidade a o
CTP que é produzido né no final da minha via lá né Lembrando que no nos pirimídicas trifosfatos né eu não faço monofosfato né então eu já tenho trifosfato a não ser a AD Dtmp né que é o time de lato né de fosfato Aí sim ele tá em condição de mono mas depois ele é fosforilado pela aquela sequência de de transferências de grupos fosfatos que a gente já falou já no início da aula tá então o CTP ele é um alostérico eh um efetuador alostérico negativo um efetuador é um inibidor alostérico então né das patato
transcarbamilase que impede então a condensação do carbamoil Fosfato com as as patato quando as concentrações dele Estão elevadas é o que se conhece até hoje aí né nos estudos infelizmente esses estudos no com os nucleotídeos pirimídicas ainda mas a ciência está caminhando está sendo descoberto né então ela ela começa a se tornar mais veloz com com o surgimento de técnicas e eh técnicas e biomoleculares Então pessoal aqui na degradação dos nucleotídeos púricos né o processo é muito simples né então eu tenho um nucleotídeo o que que vai Acontecendo eu vou tendo Hidrólise né eu vou
tendo ações e da molécula de água e retirando fosfato então eu vou separando os pedaços do nucleotídeo né eu tiro o grupo fosfato eu dig tiro o grupo Amino eu tiro a ribose então assim que é dessa forma com que ele vai acontecendo Então o gmp então eu tenho uma ação da C nucleotidase né que por hidrolis ela retira o grupo fosfato Pronto agora eu tenho S guanosina que é o ar ribose mais a minha Base nitrogenada aí por uma ncleo núcleos idase através de Hidrólise também eu retiro agora a minha ribose roubando formando sobrando
só a base nitrogenada agora mais lembrando né que a minha guanina lá né ela tem ali mais um grupo Amino ali que tá faltando ali ó né ele tem aqui os grupos aminos dela então eu tenho mais uma desaminação por Hidrólise né formando xantina né então que essa forma cetônica aqui né e agora A xantina então ela vai sofrer uma uma Uma ação de da água com oxigênio né formando peróxido de hidrogênio aqui eh que é na realidade isso aquii é um Radical Livre né mas depois existe mecanismos de de de redução dele né de
oxidação desse desse composto aqui mais uma reação catalizada pela chantin oxidase que é muito importante no que a gente vai ver daqui a pouco formando ácido úrico o MP na realidade né ele tem uma desaminação primeiro né Para depois ele ter a retirada da minha ribosa então Eu começo tirando o grupo fosfato aqui também pelas cinco nucleotidase por Hidrólise agora a minha adenosina ela vai ter uma Hidrólise mas ela vai retirar o meu grupo Amino primeiro então ela retira formando inosina né agora a minha inosina então ela vai sofrer uma ação da nucleotidase por Hidrólise
tirando a Rib saindo fora e formando essa hipoxantina né hipoxantina que é uma forma também cetônica que né ela sofre então agora uma uma uma oxidação Também né então água e oxigênio formando peróxido de hidrogênio também catalisado pela xantina oxidase formando agora a xantina seguindo agora o mesmo curso formando ácido úrico o que acontece é que quando esse ácido começa a se acumular muito ele ultrapassa 7 MG por dcil plasmático ele começa a espontaneamente né formar esse ácido úrico enol né então Note que ele recebe aqui um hidroxil ele se torna enol e lá nos
rins né Com a presença Elevada de sódio essa alta concentração de enol começa a deslocar uma reação na formação de urato de sódio esse urato de sódio ele começa a se precipitar Car principalmente nas extremidades inclusive né na orelha isso é interessante eu não sabia eu fiz uma pesquisa sabe-se que na orelha também se acumula e esse urato de sódio começa a se acumular que ele é um sal né ele começa a formar esses cristais né de urato de sódio que se se acumulam nas Articulações Nas extremidades né então nas mãos nos nos pés né
nas articulações da mão dos pés principalmente e ali na orelha mas o que acontece é que este evento ele se chama gota e a gota na realidade ela tem esse esse fato né de ter acúmulo de cristais de sódio nas articulações da das dos membros né das extremidades dos membros mas ela também desencadeia inflamações em todas as articulações é uma característica né da Gota então a pessoa Tem dor nas articulações existe um tratamento que é a base de alopurinol o que que é o alopurinol alopurinol é uma molécula muito semelhante aqui ó a minha chantin
ali ó tá vendo ele só que na realidade ele tem ali o meu o meu carbono hidrogênio aqui ó e o nitrogênio eles são trocados de posições aqui ó tá vendo Então ele tem ele tem uma diferença aqui e ele tem esse meu grupo hidróxilo aqui o que acontece é que o alopurinol ele é um Competidor né ele promove competição é uma inibição competitiva ele compete pelo sítio ativo da a chantin oxidase da mesma forma que a hipoxantina e a xantina só que quando ele entra no sítio diferente de um inibidor competitivo ele é catalizado
pela Santin oxidase e ele forma oxipur inol o que acontece que o oxipur inol quando ele se forma dentro do sítio do sítio ativo dessa enzima ele não se desprende dela o que faz com que eu comece a acumular esses outros Componentes aqui que estão interiorização da chantin oxidase né que eles são mais e hidrossolúveis E aí eles começam a ser excretados Note que o tratamento não elimina os cristais de urato mas se impede com que eu continue produzindo mais e a doença avance né Por quê Porque eu tenho in imissão competitiva aqui dessas da
xantina oxidase pela formação de oxipur inol que se estabelece no sítio ativo da enzima e tira a atividade dela por completo Tá Bom então Eh e por fim a degradação dos nucleotídeos pirimídicas que eu falei que eles não são tão ainda muito estudados então coloquei esse quadro aqui resumido né que então eles são degradados ali né em alfa cetoácidos amônia e bicarbonato que vai pro ciclo da ureia eh na realidade existe o Datim conhecido um caminho de degradação dela do do desse nucleotídeo pirimídicas ela vai formar um semi Aldeído metilmalonato e o metilmalonato ele entra
numa via semelhante aquela via lá de degradação dos ácidos graxos ímpares né que vai formar no final das contas aí propionil com a depois ele vira l e e demeti malonil com enzima A ele mete o malun coima a depois ele vira eh succinil coa e entra na via de de degradação é o único dele que deles que é conhecido aí Tá bom então gente então acho que essa aulinha foi mais curta vai aliviar um pouquinho mais a tensão aí de Vocês que já estão bem sobrecarregados mas ela tem o suficiente de informação que é
para vocês que serão médicos ok valeu obrigado até a próxima