As narrativas compartilhadas têm o prazer de continuar ouvindo Sônia Hase. Racionalize vai falar agora para nós daquilo que ela viu acontecendo no Getúlio Vargas a respeito de teatro, tanto em sala de aula como em outros espaços. São vários professores, como também no Festival Inverno Teatro, que acontecerá logo no salão da escola e transformou-se no teatro.
Então, com a palavra, a Sônia, receita que eu, como, que era, como você via acontecer essas atividades teatrais? Definição: seguem algumas coisas que aconteceram com os professores em sala de aula e depois, dia também, pobre João. E isso foi.
. . Então, como era isso?
Então, os professores Roberto, o Carlos, da Rosa, Aline e o Carlinhos, tem mais essa parte. Existe atrito entre literatura e como nós temos um salão. Ficou poderia ser usado HP.
Quer eles resolveram criar o Festival do Teatro do Getúlio? Foi o céu! Se desconecta anterior.
Eu, pessoalmente, não entendo muito de teatro, mas ao meu apoio para tudo o que eu disse que ia fazer, eu dava certo. Então, eles começaram dentro da sala de aula a fazer o teatro, a fazer um representar muita quarta de literatura que foi dada. E depois começaram os próprios alunos.
Depois de toda essa experiência, eles começaram a produzir alguns textos, e aí o Roberto começou a transportar, fazer em forma de peças e apresentar no teatro da escola. Foi para eles um desenvolvimento inacreditável para usar, tanto para desenvolver a cultura deles, mas o amor pela arte. E foi de grande importância para a escola, porque vai formar grandes grupos de teatro.
Inclusive, hoje nós queremos os intervalos. O Rian Brander é o redutor de textos para teatro em São Paulo. José Henrique, José Henrique, José Henrique de Paula, que hoje vamos ver em São Paulo, ele começou no Getúlio com Roberto, foi na sala de aula que começou a desenvolver.
Papai, a Rosa desenvolveu a parte dela, o Roberto desenvolvia, Carlinhos trabalhou muito também, dragão. Isso por somente. .
. No caso, o Marcelo Marreco Marques, alerta de as pessoas e o sensível. Tudo, o próprio presidente dos antígenos, nossa, trabalhava também muito.
Tudo. Então foi assim, uma fase do Getúlio que, para mim, foi assim, um áudio nada da escola, porque desenvolveu grandes artistas de tudo, né? Que hoje devem estar aproveitando de tudo aqui, se não se tornaram artistas, mas pelo menos, cultura, eu teve bastante interesse.
Mais uma fase que eu fiquei muito realizada, muito feliz. Apoio em todos os setores que podia, mas, depois de um tempo, infelizmente, uma chuva que aconteceu, uma tempestade desabou o teto do sul do Crato, o primeiro do saguão, né? Caiu no pátio.
Isso aí, quando eu lembro, seu pouquinho, aí o parte de puxou isso, corretor, salão do Getúlio. E aí, aqui dentro, ligar para você foi uma loucura, porque a gente estava com medo e tivesse dentro, e, mas, graças a Deus, não deu nada com ninguém. Mas foi um pouco a atividade da escola.
Aí não era música. Muito bom. E não foi uma, nem duas, em dez vezes que nós pedimos para a reconstrução naquilo.
E foi muito difícil conseguir. Depois de muito tempo, acho que, eu não sei se foram três anos, anos ou mais ou menos isso, que a prefeitura resolveu dar uma ação no teatro. Hoje, infelizmente, ele tá lá e me parece que não tem muito uso.
Essa usar mais é um espaço bom, lógico, né? É uma beleza. Muita coisa foi feita na escola, mesmo.
Lembra a formatura? Você fazia tudo lá. Então, você vê que mudou junto àquela época e hoje, eu acho que os professores, dentro, eu digo, há anos atrás, eles tinham mais vontade, mais garra e mais cabeça para administrar essa criançada.
Mas eu. . .
Hoje, tá, eu vi um celular melhor também, né? E eu também tinha um salário melhor. Hoje, nós somos muito desvalorizados, porque eu acho que é um professor como nós tivemos no Getúlio, é uma elite de professores.
E o que eles davam a vida pela escola, tudo o que a direção queria fazer, eles eram os primeiros a ajudar, a trabalhar, até ideias, a colaborar. Eu nunca tive problema na casa da escola, nem com as coisas normais de crianças. Os pais participavam muito do seu trabalho.
Eu, quando assumi a direção, imediatamente fiz uma reunião com os pais, expliquei a minha maneira de trabalhar. Eu era meio brava, mas também eu era amiga dos alunos. Então, os momentos que eu precisava ser médica, eu era, e também os momentos que eu precisava ser amiga deles, que eu também era.
E você tem partes da música do Chris, parece, né? De WhatsApp, falou que eu tenho, acho que, são inteira, que a gente se conversa pelo WhatsApp. E é muito bonito ver que o que foi o estudo no Getúlio Vargas, eles continuam amigos até hoje.
Amigos, primeiro, o capacitadíssimo, seus filhos, do que a nossa escola era forte. Era. .
. Os professores eram de primeira categoria. A média era sete para cima, que era sete e hoje, porque a gente vê com os alunos, adota muito bem.
Então, eu me conto assim, né? Por gentil, ao menos um terço da sua realização, você como uma pessoa como educadora, já diretora de escola. Que é o que você traz hoje, nem de assim, vamos a fiscalização fazer conta, um pouquinho de.
. . Se sente hoje?
Eu nunca quanto eu fui casada. Depois, separei. Eu não vi.
. . Imaginei que um dia eu seria bandeira, bom.
Então, quando me delegaram esse cargo para mim, foi assim, uma emoção muito grande. É. .
. E eu realmente me realizei como diretora da escola. Eu fui um tempo muito feliz da minha vida.
Tenho uma saudade imensa do Getúlio e, depois que eu saí de lá, nunca mais eu tive coragem de lá voltar. Mas eu amava meus professores, eu amava meus alunos. Alunos, atrás de ser bravo, era bravo, mas eu acho que o diretor tem que ser bravo, mas também tem que ser humano, né?
Então, eu procurei, e eu acho que consegui realizar tudo isso, porque hoje, quando encontro com meus alunos, é uma festa; eles falam, é uma alegria que eu fico até emocionada de ver como é bom você plantar para colher. Muito tarde! E não que eu fui bobinha, não; eu era brava, e quando tinha que chamar, chamava.
Quantas excursões eu fiz, centenas de anos, muitas, muitas excursões! Eu ia junto porque nossos pais não deixavam. Você mesma, como diretora, ia; ia com eles.
Eu nem dormia direito, só trabalho. Olha, foi uma realização! É difícil de você explicar a emoção que eu queria dizer para você.
Em nome desses alunos, os professores, né? E nós, todos os educadores, que vivenciamos muitos momentos com você, da nossa gratidão e da nossa admiração, né? Aquele momento que você estava realmente com apoio total para a gente.
Um dia, por exemplo, você chegou e fez as reuniões de redação no pátio e não na quadra, e você chegou um dia e falou assim: "Você não quer os bancos para você, para evitar? " Daí, eu sei, eu falei assim: "Ah, eu acho que seria uma boa, então vamos comigo para nós comprarmos. " Podem ser aqueles bancos de jardim para aqueles que vendem.
Aí você, na mesma hora, falou: "Pronto, agora somos da mesma hora que ele comprou os 12 bancos. " As coisas aconteceram, os bancos de jardim, e naqueles espaços variados se baseavam em alguns cantos com sombra. Você deu um suporte muito grande, principalmente porque você também deu força para nós fazermos reforma na sala em cima, né?
Então, você realmente foi uma grande companheira ali dentro nos auxiliando. Em nome dos professores da união, você tem uma lealdade muito grande entre a direção e os problemas. Isso que é o importante na escola, principalmente para a juventude.
Nem sempre o teatro é bem recebido, e você não recebeu muito bem, né? Porque você sempre me motivou, e isso é fundamental, porque meus pais tinham um certo receio, e os já estavam um pouquinho. Então, é isso; foi muito importante.
A nossa gratidão. Deus abençoe você. Obrigado!
Agradeço, porque você entendeu, deu muito apoio, muito forte. Com Deus, estou aqui. Era muito querida, você também.
Obrigado! Agradeço à Sônia, e nós, brevemente, estaremos juntos novamente. Muito obrigado!
Até breve!