Meu nome é Abel Martins. Eh, eu tenho 47 anos, tô casada 23, tenho cinco filhos de idades, assim, eu tenho um r meio grandinho assim, de tem 12 anos de diferença, da mais velha pro mais novo, pra mais nova. Eh, Maria tem 20, vai fazer 20. O Pedro tem 17, José fez 14, o Francisco vai fazer 10 agora essa semana e a Teresa vai fazer oito em julho. Tem sete, vai fazer oito. Então eu peguei várias fases assim, né? Eu falo assim que eu eu tive uma amostra muito prática na minha própria casa e sou
de São Paulo, né? família meio não é uma família tradicional paulistana, porque minha mãe era espanhola, minha mãe já é falecida, eh, minha mãe é meu exemplo de fé e tudo que eu faço, eu tenho certeza que ela ten intercessão dela muito forte lá no céu. E sou de uma família, então meu pai brasileiro, mãe espanhola, então não é Uma família tradicional, nem paulistana e nem brasileira, então a minha família tem muita mistura de cultura. Então o fato é que a minha filha mais velha estuda e faz faculdade lá na Espanha, né? Então a gente
tem essa vida de duas nacionalidades muito presentes na nossa família. Bom, enfim, que que eu quero, né, eh, falar hoje para vocês, que eu quero traçar aqui hoje. Então, primeiro vou me apresentar rapidamente, vou contar um pouquinho do por que que eu Cheguei até aqui, como foi essa minha evolução, né? Como como que eu comecei a escrever, como é que eu comecei a editar livro, como que isso veio na minha vida e como é que veio esse papo agora de adolescente que nem então assim, e depois eu quero descrever o retrato de que de como
as famílias eh que bem adolescentes, né? Como as famílias são hoje, né? Por que que a gente tá no ponto que a gente está hoje? Que que tá acontecendo dentro dessas casas? Então, Eu quero colocar um retrato aqui que com certeza todo mundo vai conseguir se identificar, né? Ou pelo menos vai conseguir identificar alguma família, alguma pessoa. Vocês vão ver que o decorrer que eu vou falando, vocês vão falando: "Nossa, parece que a Bel tá descrevendo tal pessoa, parece que a Bel tá descrevendo tal família". Depois eu vou falar sobre os riscos reais, os riscos
reais mesmo das telas, que é o que que eu venho alertando e que eu Quero fazer essa chacoalhada geral aí. e que a gente realmente tem que acordar e que os riscos já chegaram, tá? O perigo já chegou e a gente não pode achar que isso só acontece com a família dos outros. E algumas dicas do que fazer, né? O que que a gente faz, Bel? O mundo digital não vai voltar, não vai dar ré, né? Como que a gente age nesse mundo que nos apresenta, né? Então, tudo na vida, assim, acho que a gente
chega nos extremos para depois a gente chegar Na média, né? Então, a gente bateu no extremo e agora todo mundo tá tá o mundo percebeu os malefícios, os malefícios das telas assim, né, ilimitadas, né, em todos os todos os cantos, em todas as famílias, em todas as relações. Então, eh, como que eu comecei a estudar sobre educação, sobre sobre eh não só não só educação, na verdade, o meu primeiro livro chama Mãe Sultoria, eh eu comecei escrevendo desde dicas Assim de como engravidar, amamentação, como preparar o corpo pra gravidez, desde antes da gravidez até aí
dicas de educação, é, até uns 7, 8 anos de idade. Então assim, essa primeira infância e eu comecei a escrever na época dos blogs, na época que era 2011, eu tava, o José meu terceiro, 2011, o José tinha acabado de nascer e tava essa febre de blog, eu falei: "Ah, quer saber? Entre uma mamada e outra, eu vou começar a escrever. Adoro escrever." Falei: "Isso aqui vai Me preencher eu vou estar me sentindo útil, vou falar". Eh, sempre tive esse propósito de cortar o caminho das pessoas. Eh, sabe, eu sofri, eu passei, então eu vou
encurtar o caminho. Então, o blog era isso e esse meu primeiro livro é exatamente isso. Como que eu posso encurtar, né, dar atalho para que as pessoas eh não passem por tantos perrengs? Vão passar, mas assim, pelo menos, eh, Eu também passei, entendeu? Se eu conseguir, você também vai conseguir. Então eu dividir essas dores, essas angústias com as outras mães e dar atalho mesmo, dica de educação, quando nasce o outro filho e mais o outro como é que faz e briga e coisa assim. Ela falou assim: "Eu estudo para mim e por não dividir com
os outros". E foi assim que nasceu meu primeiro livro. Só que meus filhos foram crescendo, crescendo, as demandas foram mudando, o mundo foi Mudando e eu continuei estudando. Continuei estudando para usar na minha própria casa. falei: "Man, eu tenho que fazer o meu segundo livro, que é para adolescente, né? Que esse que esse é o meu último livro, que felizmente eu consegui eh lançar ele no final do ano passado. Eu acho que o momento foi muito oportuno. Acho que Deus queria mesmo que eu estivesse nessa época do mundo, agora Nesse momento, falando sobre isso e
me deu os dons que eu precisava para eu falar para essas mães e para essas famílias. Eh, então foi assim, escrevi o o os dois livros estão a vendo. Depois se vocês quiserem entrar no meu Instagram, vocês podem olhar lá. Se vocês tiverem de dúvida, depois vocês vocês me perguntam, eu ajudei vocês. E eu não, eu continuo estudando, tá? Porque agora meu maior Desafio, eh, meu maior propósito é o resgate das famílias. Então assim, eh, comecei pela educação das crianças, só que agora a gente tem que resgatar as famílias para que a gente consiga dar
educação para as crianças. Então a gente tem que fazer esse movimento de resgate familiar mesmo. Então eu vou começar um mestrado agora em setembro de matrimônio e família, que se Deus quiser vai sair meu meu terceiro livro desse mestrado. E tô muito feliz, muito feliz mesmo. E e De novo, né, com o objetivo de encurtar e ajudar e mostrar a importância da unidade familiar, né, como célula principal de uma sociedade. Então eu não há, né? Eu acho que as pessoas querem desconstruir tanta, quiseram desconstruir tanta coisa e viram que desconstruir a família deu ruim, não
foi bom. Então é, são dores para todos os lados, né? Dores pro do pro pais, dores pros filhos, né? Assim, a gente tá vivendo numa sociedade doente que eu Falo, não vai ter, não vai terapeuta para todo mundo, não vai ter. Então assim, quem tá estudando aí, trabalhando estuda muito, gente, porque vai precisar de ajuda. As pessoas estão precisando de ajuda, porque a gente chegou realmente num limite, né? Então assim, entrando no retrato do que a gente tá vivendo hoje, eh, de das famílias, né? Então, a os pais de adolescentes hoje, então é minha geração,
né? Eu tenho 47 anos, eu nasci Analógica, né? Nasci com telefone de escado e com fita cassete, né? A gente gravava as músicas para poder escutar depois. E a gente viveu toda a revolução digital, né? Toda essa revolução e a gente entrou na inteligência artificial. Então é muito maluco isso, né? A gente viveu, né? Muito parecido aí com o que viveram os nossos avós, os nossos pais, sem grandes mudanças. na entrada da TV, sei lá, o rádio na vovó, teve, mas assim, essa revolução digital a nossa Geração viveu. E assim, sem essa referência, né? Como
que mamãe fazia quando estavam todos olhando pra tela? Que que mamãe fazia? A gente não tem essa referência. Ah, mamãe dava três palmas e mandava todo mundo levantar. A gente não tem, a gente não tinha, aliás, a gente achava, a gente tinha certeza que a gente estava fazendo um bem enorme pras nossas crianças. Aliás, a gente achava que os nossos nativos digitais eram grandes gênios, porque eles nasciam Mexendo na tela, tocando e passando, fal: "Meu Deus, esse menino é um gênio, mas eles vão ser muito melhores que a gente". E foi assim que a gente
foi dando as primeiras chupetas digitais. A gente pha o Baby Shark, o neném ficava quietinho, comia tudo, né? É só pôr no Baby Shark lá o neném comia, ficava bonzinho, deixava a gente fazer todo o serviço da casa, deixava a gente comer tranquilo no restaurante. Falou: "Ah, solução da vida isso aqui." Só que a Gente não imaginava todas as consequências, né? A bomba de dopamina para esse bebê que não podia ficar sem. É. Por que que é chupeta de tal? Porque quando você tira, igual tirar chupeta, quando você tira o neném grita. Neném grita quando
tira o celular. Então assim, deixa eu só colocar. tem mais gente para entrar aqui. Eh, e a gente achou realmente que tava fazendo um bem enorme, que os nossos filhos eles iam ser eh geniais e a gente tinha muito Orgulho de tudo que eles faziam. Só que na verdade se a gente desse pra vovozinha, né, de 70 de 100 anos, vovozinha de 70, não, hoje vovozinha não tem mais 70, se a gente desse uma velhinha de 100 anos, ela ia conseguir mexer igual, porque é super friendly, é super fácil de mexer. Não é porque o
nosso bebê nasceu um gênio, é porque era fácil para todo mundo, foi pensado para ser fácil. Aí a gente viveu a pandemia, né, em 2020, que teve todo esse Movimento para as telas. E a gente precisou viver assim, né? Os meninos tinham aula assim, a gente estud a gente trabalhava assim, todo mundo nas suas telas dentro de suas próprias casas. E essas telas foram as babás de todas as famílias, porque os pais precisavam trabalhar e as crianças precisavam ficar se entretendo. E o entretenimento que não podia sair de casa, que que foi? Foi ficar cada
vez mais tempo na tela, só que não teve o Movimento de volta, né? Então, os que entraram e nunca mais saíram. Os pais se acostumaram. Muito bom isso aqui. Eu não tenho que ficar entretendo meu filho, eu não tenho que ficar criando coisas para eles. E continua, né? Eu vejo bem marcado na idade dos meus filhos, né? Por exemplo, o José, ele viveu muito mais essa influência da tela do que a Maria e o Pedro, que tem 19 e 17 anos. Então, dá para perceber muito, né, do José para baixo, ele tem 14 anos, que
é A idade crítica hoje, né, que a gente tem os maiores problemas da de adolescência, né, tanto de crimes de é a idade aí dos 14 anos, que foi a criançada que entrou nas telas bem nessa época da pandemia e não teve essa volta, continuou lá. Só que o mercado, gente, mercado é o mercado mais bilionário que existe, gente. Tem as bigtechs, tem muita gente pensando, eh, e os caras são muito bons em como fazer com que a gente fique grudado mais tempo possível nas Telas. Então a gente não pode achar que somos mais fortes
que eles, porque, né, os donos dessas empresas não deixam nem os seus próprios filhos usarem telas, porque eles sabem os malefícios, eles sabem o que eles usam para que deixar uma criança totalmente enlouquecida e viciada em dopamina. Então, eh, fora isso, né, juntando todo esse movimento de da pandemia que não voltaram, continuaram, as telas Continuam sendo babazos das crianças até hoje, os pais eh trabalham muito, né, uma geração que os pais trabalham muito para dar presentes e não para dar presença. Então, é uma geração que tá sofrendo por isso. pais que quiseram dar tudo, é,
para que as crianças tenham e não para que as crianças sejam. Então, as crianças têm falta de presença física, então muito cuidado com isso. Ai, não, eu fico pouco com os meus Filhos, mas o tempo que eu fico é um tempo muito, é um tempo muito valioso, né? Um tempo, não, como é que mede isso, né? A criança precisa de presença, adolescente precisa ser visto, a criança precisa ser olhada, a gente precisa estar sempre atento. É um tempo que a gente tem que dar aos nossos filhos. Então assim, não é presente, né? Não é trabalhar
mais para dar presente. É como eu vou fazer para organizar minha vida, para que eu dê mais presença. E isso a Gente tá uma sofrendo, tá? As crianças estão emocionalmente órfãs. Isso dado. Isso está acontecendo. Eh, os lares hoje, a maioria dos lares, ou só tem mais da metade, tá? Ou só tem o pai ou só tem a mãe. Então, assim, é menos gente para est presente, né? Menos gente para estar com eles ou ou estar ou estar com um ou estar com o outro. Só que além disso, os pais também estão totalmente viciados. Isso
não dá para negar. Isso falo para vocês assim. Nós, A gente tem que ser policial, nós que lutamos para ter valores, para ter virtudes, tal, a gente ser policia, então imagino. E quem não tá nem aí para isso. Então assim, eh, os pais estão totalmente viciados e não tiram os olhos das suas telas. Isso tá abalando todas as relações, não só os pais com os filhos, mas também entre os casais. Então, isso é um problema também da nossa geração. Eh, todo mundo fechado no seu quarto, né? os pais nos seus Quartos, pai ou o pai
ou a mãe, né, que dificilmente agora nós temos os casais, eh, as crianças, cada uma nos seus quartos, fecham as portas e ali cada um vive o seu mundo independente, né? São casas que têm teto em comum, mas não existe vida familiar. Eh, ninguém conversa, não, não, não há refeições juntos, que é o momento mais rico da família, ninguém come junto, ninguém senta junto, ninguém eh não trocam, né, e ideias, ah, mas meu filho não fala Nada, mas o que que você fala com seu filho? As crianças aprendem com a gente, né? Então assim, você
também se abre, você conta como foi o seu dia, você é a primeira que sai correndo, deita lá, se joga na tela, fecha a porta do teu quarto e deixa cada um trancado no seu mundo. Então a gente tem que eh é é o que tá acontecendo, né? Não dá pra gente negar. Eh, depois esse esse movimento que eu falo dos pais, que eu falo que a gente Tem alguns tipos, né? Eu consigo categorizar os pais em alguns tipos específicos. Eh, os que moram na maionese, né, que não é que viajam, eles moram lá dentro
da maionese. Eh, é uma, eu falo que não, não é possível que sejam assim tão ingênuos, né, a tudo que tá acontecendo, porque a gente pega os dados, a gente escuta as histórias, a gente conversa com as pessoas e a gente vê cada história escabrosa, falando: "E Onde estão os pais, né? Onde estão esses pais que não estão vendo isso tá acontecendo? Ou é muita ingenuidade, muita ingenuidade, ou é muito egoísmo, né? Que a pessoa não consegue olhar além do seu umbigo, nem pro seu próprio filho. O cisco está correndo. Os pais amigões, né, que
eu falo que são os BFFs, esses são um grande problema, porque se vestem igual a seus filhos, vão às mesmas baladas, eh querem os mesmos programas, eh não querem Envelhecer nunca, né? porque querem estar sempre parecido aí com envelhecer um problema. Eu chamo também os adolescentes eternos que não querem envelhecer, não querem amadurecer, morrem de pavor de de ser maduro. E aí que acontece? O filho que precisa de uma referência paterna ou materna não encontra essa pessoa. Ele encontra um amigo quando ele chega em casa. E ele precisa dessa referência para ter limite, né? Alguém
que tem autoridade Nessa casa que dê limite e que dê amor. Que eu falo que a autoridade é a combinação perfeita entre dar amor e dar limite na mesma proporção. Essa criança que busca isso, chega em casa, ela depara com o amigo. Que que essa criança é? Orfa, né? Orfa de pai e mãe vivos, porque ela não tem, ela não tem essa, não tem aonde buscar essa referência paterna e que é o que toda criança, principalmente adolescente, mais precisa, né? Essa presença de amor e de limite, cenário, paz, tá? Conseguiram identificar ou se identificar ou
ver muita gente aí? Eu acho que a gente consegue, né? Ou ou a gente consegue se colocar nessa situação e pensar em vários vários nomes que vem na nossa cabeça, né? A gente as cenas que a gente consegue ver de algumas pessoas. E agora vamos falar do que tá acontecendo com as crianças, né? dos filhos adolescentes. Então, Eh, estes nativos digitais é a primeira vez em décadas que a gente que que essas crianças estão perdendo inteligência, caindo QI. Então, várias vários testes estão sendo feitos, né? E as crianças estão perdendo o QI, estão ficando menos
inteligentes. Exatamente o oposto do que todo mundo imaginava. Nossos nativos digitais vão ser os gênios, vão salvar o mundo, todos vão ser bilionários, né? Vão viver não sei quantos anos. E na verdade é tudo ao Contrário. Por quê, né? Porque essas crianças só consomem, essas crianças não criam, essas crianças não programam, elas só consomem. consome e estão totalmente viciadas, adictas nessa dopamina rápida, né, que é esse do scroll infinito, dopamina barata que chega a um nível tão alto que pra criança, quando você tira a tela, quando você tira o game, a criança tem uma abstinência
mesmo, sabe? A primeira frase, primeira frase que uma criança Fala: "Quando você desliga, me dá esse, me dá esse péd, me dá esse". Não tenho nada para fazer. O que que eu vou fazer agora? Eu não tenho nada para fazer. Claro, por é impossível que alguma atividade, né, que ele fazia antes chegue a este grau de dopamina, a não ser que ele faça 20 gols no jogo de futebol. Aí talvez ele consiga chegar um pouco perto disso, mas jogar jogo de tabuleiro, cara, vai ser complicado. Então essa criança precisa passar por Etapas de desintoxicação, como
vício mesmo, desintoxicando. E como é que a gente consegue isso? sugerindo, olhando, investindo, arregaçando manga, dando opções, criando cenários, criando as oportunidades. Então, eu falo que o esporte para mim ele é o meu grande aliado da minha família. Então, assim, eu sempre eu sempre eh as opções lá em casa sempre acabam saindo muito pelo esporte, jogo de futebol, basquete, natação, corrida, Musculação, tem que sair de casa. Eh, depois a questão da a quantidade de crianças que já estão viciadas em pornografia. É muito triste, mas isso já está acontecendo, né? A pornografia ela entra aos 8
anos de idade. Vou repetir para quem acha que eu sou louca e que impossível uma criança de 8 anos ter acesso. Não tem. Não é que ela, mas impossível que meu filho não tem celular, meu filho não tem paz. Mas o Amiguinho dele tem, o amiguinho dele tem, o primo tem e chega, na verdade já chegou. Então assim que eu falo que muitos pais nem conversaram, né? nem falaram sobre sexo, sexualidade, nada, nada, nada, nem chegaram a ter esse assunto porque acham que imagina o meu filho, imagina o meu filho não. Então, na hora que
você for chegar, se seu filho tem 8 anos e você não teve essa conversa com ele ainda, ele não sabe, você nunca explicou o que é. Na verdade, Gente, eu até explico no meu livro como falar sobre sexualidade, que o sexualidade você começa explicando desde bebê, né? É uma educação, inclusive para que a criança se resguarde de abuso, de uma coisa que você faz, é um trabalho que se faz desde pequeno, só que agora os assuntos têm que ser chamar, tem que ser mais cedo. Por quê? Porque provavelmente a primeira relação, né, na primeiro, a
primeira imagem que seu filho teve sobre este assunto, sobre Sexo, foi através de pornografia. Então, você chegou tarde, né? todo mundo tá chegando tarde e isso, né, o cérebro é elástico, né, ele vai somando tudo isso. Então assim, são crianças que vão ter uma distorção, né, da sexualidade desde muito pequenas e uma iniciação precoce, porque são crianças que estão hipersexualizadas, crianças de 13 anos estão tendo relação sexual. Ah, não, você é muito exagerada, você é muito maluca. Não, não sou, não Sou. queria queria ser, mas são crianças que estão consumindo pornografia desde os 8 anos
e elas querem fazer o que elas assistem, né? Ninguém nunca falou que tá errado, ninguém nunca ninguém falou que não podia, né? Na verdade, as mães nem sabem que isso tá sendo visto ou consumido. Não sabem mesmo, a grande maioria. E está, né? Está? Digo isso por pesquisa, eh, pesquisa nacional, pesquisa internacional e amostras que eu conheço. Então, assim, muito cuidado, né, com isso assim. e de achar que dentro daquele quarto eh o seu filho tá quietinho, brincando, conversando com o priminho, conversando com amigo, não. Ele tá no mundo e tá tendo acesso a coisas
que talvez nunca nem você tenha visto. Eh, questões de ansiedade e depressão, a gente nunca teve tantos adolescentes. O número de adolescentes com ansiedade e depressão já é maior do que o número de Adultos. Isso que eu falo, não vai ter gente para atender todo mundo. Défico, de concentração, né, isso nem se fala, né, devido excesso de telas, isso é uma consequência. É, é o a primeira coisa, né, que a gente vê, né, simplesmente nas escolas, quando a criança não tá conseguindo se concentrar, estudar, ficar sentada na cadeira, geralmente é o uso abusivo de telas,
obesidade, sedentarismo, fica a criança sentada o dia inteiro, não anda, Não joga bola, não faz nada, não sai de casa, fica fechado no quarto. É aquela falsa eh falsa segurança, né? Ai, deixa meu filho aí. Nossa, o nosso país é tão perigoso, né? Tão perigoso ir pra rua. Aí a gente chegou num ponto que tá justamente ao contrário. É menos perigoso que seu filho fique jogando bola na rua do que se ele ficar trancado dentro do quarto com o celular na mão. Isso é real, tá? Porque o porque o risco Já chegou dentro do quarto.
A gente vai eu vou chegar lá para que vocês tenham noção de tudo isso. Continuando, questões principalmente pras meninas. É essa comparação cruel, né? Instagram, TikTok, eh meninas com baixíssima autoestima, muito inseguras, eh viciadas em cosmético. Não sei se vocês conhecem eh esse nome também aprendi, eu tenho que dividir com vocês. Cosméticorexia, já ouviram falar anorexia? Vocês já ouviram falar porque era a doença da Nossa, talvez da nossa geração, né? Que era aquela época das modelos muito magras, né? esqueléticas e que um caso ou outro tinha aí de meninas que ficavam muito magras porque se
espelhavam em revistas, a gente não tinha essa comparação cruel diária, né? Então, as crianças pequenas, né, meninas de 8, 9, 10 anos, que não saem de casa sem maquiagem, não saem de casa mesmo de dar chilique, de não conseguir se olhar no espelho e estão ficando intoxicadas de Tanto de tanto cosmético. Eh, doidura, né? Não, mas é, eu aprendi também que existe cosméticorexia e as mães que acham muito bonitinho, ai que gracinha, levam na Séfa, leva não sei aonde, compra maquiagem, faz caixa de maquiagem, a menina fica já postando e fazendo vídeo e vira um
distúrbio, né? Além disso, problemas do sono, isso, isso também é uma consequência que eu acho que muitas mães vivenciam, né, ou sabem, né, que outras crianças que têm, Porque não dorme, né, a tela azul, né, pro cérebro é de dia, está é de dia, então não libera melatonina e essa criança não consegue dormir, dorme cada vez mais tarde, fica com o celular na mão e ir para o celular, ir com o celular pro quarto, eh, é o maior risco, porque a maior parte dos abusos, né, que a gente é grooming, que é abuso criança, né,
abuso de adulto com criança, extorções, Cyber bullying, acontecem de madrugada. Só o fato dos pais tirarem, só de tirarem o celular e da cama do filho, né, assim, tipo 9 horas, criar uma regra, regra, criança vai pular primeiros dois dias, depois todo mundo se acostuma. Então assim, não pode ter medo de colocar as regras. tira às 9 horas, celular carrega no quarto da mamãe, já evitaria quase, acho que 90% de abusos, de extorções, de cyber bullying. Só o fato porque o abusador Ele sabe, né, muito bem que essa a hora os pais estão longe e
aí que ele ganha espaço. É, então tudo isso, gente, esse cenário, né, esse retrato que eu tô trazendo pr vocês dos pais, né, e dos filhos, é um retrato como é que tá hoje. Eu acho que se vocês conseguem visualizar tudo isso que eu tô falando, os pais acabam achando é realmente, eu sei que isso acontece, né, mas isso não é o suficiente para tomar uma atitude, Porque acabam sabendo, né? Isso faz mal mesmo. Nossa, tem muita gente deprimida. Ai, que dó. Ai, sabe assim? Mas não chega ao ponto de falar: "Meu, não dá, eu
tenho que fazer alguma coisa". Só que esse momento chegou porque os crimes chegaram dentro das casas, tá? Assim, e chegaram mesmo, né? Assim, vocês sabem muito bem, vocês já devem visto casos eh tem a séria adolescência que mostra Isso, a gente teve casos reais que aconteceram pertíssimo da gente, tem inúmeros suicídios que acontecem e que a gente não fica sabendo porque não pode não, né? Não se pode falar sobre isso. Então assim, mas é muito, gente, muito. Então assim, a água bateu. Se ela precisava bater para tomar uma atitude já tá acontecendo. E tem gente
muito má nesse mercado e que ganha muita grana e que tá aproveitando desse cenário que eu descrevi para vocês, dos pais dessa Maneira e dos filhos dessa maneira. Então assim, em 100%, tá, dos casos de abuso e crime, eles falam que existe esse triângulo maldito. Que que é o triângulo maldito? Em 100%. Todos os casos que teve abuso, que teve crime, que teve suicídio, que teve eh distorção, todos. Que que é o triângulo maldito? Famílias disfuncionais, que é o que eu descrevi para vocês, bullying e excesso de tela. É o triângulo. Esse triângulo é o
que prepara para que o predador digital, né, que eu falo que é um gavião, o gavião ele vai sondando. E, gente, é muito fácil, é muito fácil ele pegar as presas dele, porque ele tem assim uma enxurrada de criança. Eh, e tem gente que ganha para isso. É, eu estudo, tem tem vezes que eu até choro os vídeos que eu recebo, passo mal, porque é é meu material de trabalho, eu acabo recebendo muita coisa. Então, assim, o predador, ele quer o seu filho, né? Ele quer essa criança, ele sabe onde encontrar, ele sabe que essa
criança está sozinha, ele sabe que essa criança não está sendo vista pelos pais, que essa criança realmente está sozinha, emocionalmente sozinha e que ele não tá sendo aceito pela família, né? Não existe nem diálogo, né? Então, uma criança que tá totalmente vulnerável. Como é que funciona este Movimento para que as pessoas entendam o perigo de dar um telefone, deixar que a criança a, mas não tem problema. Tá vendo TikTok, tá vendo só maquiagem? Ah, não tem problema. Tá vendo TikTok, é coisa de jogo. Como começa? Então, assim, v vamos entender os passos que o abusador
sabe muito mais do que eu e você, né? Ele é um craque nisso, é um cara que só estuda comportamento infantil na internet e ele ganha por Isso. Então assim, por cima, então ele atrai a vítima, né? Uma criança, tá? Tô falando vítima de 8, 9, 10 anos, é essa idade que eu tô falando. Ele atrai a vítima na mídia social, TikTok, Instagram, né? Querendo não, que são plataformas um pouco mais seguras e que os pais deixam, né? deixam usar e levam esta criança ou por concurso ou conversando no no próprio comentário do vídeo, levam
para uma plataforma menos fiscalizada que vocês têm que saber que Existe, que são Discord. Discord uma ferramenta tipo Zoom aqui, só que com uma potência maior, entra mais gente. Ela foi ela bombou na época da pandemia, porque os meninos usavam para jogos e conseguiam dividir, compartilhar a tela e você conseguia ver um outro jogando e tal. Então essas plataformas são menos fiscalizadas, Discord e Telegram, as duas menos fiscalizadas. E ali atrás essa criança e essa criança, né, esse adolescente ou Pré-adolescente é super acolhido, né, dão afeto, tudo que eles não recebem dos pais, ai a
gente te entende, a gente aceita do jeito que você é. Vão ganhando confiança, né? Ganhando confiança dessa criança. Aí começa, pede um nude, pede uma foto. Eu não tô brincando, tá, gente? É foto de criança. Vou repetir, 8, 9, 10 anos. Pede um nude. Às vezes eles conseguem fazer uma chantagem, né, ou uma extorção Com uma criança. Não precisa nem de foto. Só de falar eu tenho uma quantidade enorme de frases que você falou mal dos seus pais, que eles não te aceitam. já dá um desespero tão grande na criança que ela já já é
já virou assim, já já é uma vítima, já vai conseguir ser estorquida ou chantageada. Às vezes não precisa nem de foto, tá? às vezes não consegue a foto da criança, mas falou: "Não tem problema, eu consigo entrar no seu WhatsApp, eu tenho tudo Aqui que você falou mal dos seus pais, que você não aceita, que sua mãe é uma bruxa, que seu pai não te entende e que isso, que aquilo." Às vezes só uma só frase é o suficiente para conseguir estorquer essa criança. Qual que é o? Eu consigo acessar todos os seus contatos, eu
consigo falar para todo mundo, eu ponho a sua foto pra escola inteira ver e tal. Aí que acontece, se você não quiser que isso aconteça, Manda a criança entrar numa sala do Discord, por exemplo, que eles chamam de arena. E que acontece nessa arena? As pessoas pagam para entrar nessa arena, R$ 50, R$ 100. Abre uma live, 400, 500 pessoas que assistem ao vivo esta criança se mutilando. Mutilando. Estupro virtual, objetos pontudos, Colocando nas suas partes tudo que vocês puderem imaginar. Ao vivo, sacrifício de animais. Você tem cachorrinho? Então traz ele aqui. A criança tem
que sacrificar o animal nesta arena e até o último, né? O mais terrível que é tirar a própria vida. E os suicídios das crianças estão acontecendo assim. Vou contar um caso concreto que aconteceu. Deixa eu olhar meu relógio. Isso aconteceu em São Paulo. Em São Paulo tem, chama NOD, é uma é uma delegacia de crimes cibernéticos que entra aí dark web, Deep Web, eles entram em tudo, tá? tanto na web, Dark, de todas essas. E isso quem contou foi o secreto, secretário de segurança de São Paulo, essa história, por isso que eu tô repetindo, ele
falou numa entrevista e esse nod é o núcleo de observação digital que aconteceu eles estavam eh eles conseguiram entrar numa arena Dessas e e a menina, né, que tava sendo estorquida, ameaçada, ela chegou ponto último, né, que era tirar a própria vida. conseguiram achar o telefone da mãe que estava no quarto ao lado, porta com porta, a mãe fechada no quarto dormindo e a filha passando por todo esse sofrimento, passando por toda essa dor assistida por várias pessoas ao vivo. Conseguiram o telefone da mãe, ligaram pra mãe, a delegada liga pra mãe E fala: "Vai
agora no quarto da sua filha". Imagina primeiro a mulher devia achar que é um trote, né? Né? A gente nem atende porque tudo a gente acha que é trote. E falou: "Vai agora no quarto da sua filha porque ela vai". Ela tá com a corda, ela vai suicidar. A mãe falou: "Não é possível, imagina, minha filha tá dormindo". Não, a sua filha não está dormindo. Ela entra no quarto ao lado e a menina já estava, né? E ela já ia se enforcar. Então assim, desses deste Caso, milhares, milhares. Então eu falo assim, não é mais
achar, ah, é realmente a internet, ai, realmente a tela faz mal. Não, não. A tela não é que ela faz mal, até ela pode tirar o seu filho de você. até ela ela traz o perigo para dentro da sua própria casa sem você nem imaginar. Então fala que o primeiro passo, né? O primeiro passo que é o meu trabalho, a gente não consegue proteger se a gente não conhece. Se eu não sei o que tá Acontecendo, vou proteger de quê? Eu tô achando que tá tudo bem. Imagina, ele fica lá jogando horas e horas. Não,
não tá. Ele tem acesso ao mundo, ao mundo inteiro. Principalmente de madrugada, onde acontecem os maiores riscos. Então, eh, agora assim, não tem jeito, eh, da gente voltar para trás. A gente tem que aprender a conviver com as telas e a gente eu peguei algumas dicas aqui pra gente conseguir para não dar só a a Notícia, a tragédia e mas como que a gente pode fazer? Porque o mundo digital veio para ficar e a gente vai ter que aprender a conviver com ele, né? É isso. A gente, na verdade, o que aconteceu? A gente não
soube, a gente não soube usar todas essas ferramentas. A nossa geração não soube. A gente não soube gerir isso aí. A gente não soube administrar, não soubemos. E deu ruim, né? Está dando. Só que se a gente não agir rápido, vai ter muita dor, muita tristeza de todos os Tipos, né? Começando por ansiedade e depressão, de tantos jovens, até perder vidas. né? Perder filhos. Então assim, eh seu filho, ele é um nativo digital, né? Se você tiver filhos aí, eh, imagino que a grande maioria tá aqui por esse porque tem filhos e quer saber sobre
isso. Ele é um nativo digital, mas ele precisa de um adulto digital. Você tem que se preparar para ajudar o teu filho. Então, o primeiro passo, conhecer, né? Abre a tua Cabeça, fuça, aprende, abre seus ouvidos, conversa atenta. A gente tem que estar muito mais atento do que os pais antigamente. Eu falo que a gente tá num período que a gente precisa estar muito mais presente, muito mais em cima e os pais estão cada vez mais longe. Por isso que deu, por isso que deu esse, esse, esse abismo entre pais e filhos, porque era o
momento de estar, os pais estão trabalhando cada vez mais para comprar coisas em vez de dar presença. No momento que tudo isso aconteceu, eles precisavam estar totalmente em cima dos seus filhos, muito presente, de uma forma intensa, não sufocante, mas intensa, controlando, sabendo, né, o que tá acontecendo. E eles estão muito mais longe. Aí tá dando tudo isso. Então lembrar que seu filho, né, independente da idade, 5, 6, 7, 8 anos, ele sabe mexer em tudo, mas ele não sabe filtrar o conteúdo, né? Ele não consegue reconhecer um perigo, ele não sabe Porque você, eu
nunca chegamos para ele, né? Olha, meu filho, é assim que acontece. Você vai entrar, pode ser que tenha um cara que é um abusador que vai te chamar para uma plataforma chamar Discord, porque os pais não sabem disso, não preparam os filhos. Como a gente preparou a cuidado, não conversa com o estranho, não aceita bala de ninguém. Sabe essa preparação que a gente dava pra molecada ir pra rua? Não pega a carona, não assim, não converse com Estranhos, não entre no banheiro sozinho, sabe aquelas coisas? Só que agora é igual. Só que a gente não
preparou eles para isso. Eles não sabem que eles estão, não sabem que tem risco ali. Eles não conseguem reconhecer o perigo, muito menos lidar com frustrações online. E aqui é justamente o ponto que os jovens e que as crianças estão mais vulneráveis, né? Que entra, né? Recebe essas ameaças, gera essa frustração e não imagine um Pai que ela nem conversa, uma mãe que ela nem conversa, como que eu vou falar que tem um cara abusando, me abusando e querendo fazendo isso, essa maldade? Então não tem, não tem essa, esse ponte, não tem esse link, não
tem nem como chegar, não sabe lidar com todas as frutações que aparecem. E aí que a gente tem que, né, a gente tem que entrar. Então, do mesmo jeito que a gente ensina a escova dente, do mesmo jeito que a gente ensina a Amarrar sapato, a gente também tem que ensinar a usar a tecnologia do mesmo jeito. E isso a gente não fez. A gente entregou o mundo, viramos as costas, ainda fechamos a porta. Não é que a gente não ajudou não. A gente entregou o mundo, virou as costas, fechou a porta e aí tudo
tudo isso aconteceu e a gente tá colhendo agora, né, os frutos dessa porta fechada, né? Então assim, como é que a gente tem que pensar as telas, né? Eu acho que acho Que isso é ilustra bem. Você não deixa uma criança de 8 anos brincar com faca, nem com fogo. Deixa não. Ninguém deixa. Você dá uma faca para uma criança de 8 anos. Não dá. Por quê? Porque se ela não souber usar, ela vai machucar. Mas agora o seu filho mais velho, 14, 15 anos, você já deixa ele cortar, já deixa te ajudar na cozinha,
já deixa ele. Por quê? Porque ele já sabe usar. Ele não vai se machucar. É isso. Então assim, lembra da faca e lembra do fogo. Não Deixa. Você deixa a criança de 8 anos ficar sozinha brincando com o fogo ou com a faca? Não. Então a tela é a mesma coisa, é a mesma relação que a gente tem que fazer. Separei aqui cinco, seis princípios fundamentais paraa educação digital. Sei vocês vão ter que escrever. Eu sou professora, gente. Eu tenho. Vocês vão ter que escrever. Pega aí que vale a pena. Seis regrinhas, princípios fundamentais pra
educação digital. Número um, sem pressa. Não precisa dar celular aos 8 anos porque todo mundo tem. Não é para dar. Quanto mais tarde, melhor postergar o máximo. Compreendido? Ai, Bel, qual a idade certa? Putz, se pudesse só com 16 anos, melhor. Não tem como. Então, 14. Não dá celular. Ah, então meu filho não vai ver tela nunca. precisa de entretenimento, marca o tempo, assiste um filme com ele, faça Outras coisas com essa criança, mas não dá um telefone porque todos os amiguinhos vão ter, todos os amiguinhos. É nadar contra maré, gente. É arregaça a manga
que nós vamos ter que nadar contra a maré. Segundo, então, sem pressa. Segundo, o conteúdo precisa ser adequado à idade. Verifica o jogo. Não fica que nem uma tonta achando, ai não, que que jogo que você tá jogando? Ah, eu nem sei, nem conheço. Ai, Roblox. Ai, coisa. Vai Olhar, senta do lado, vai deixar jogar. Você tem que ser, você tem que ser o provador primeiro. Você para que que vai deixar o menino provar antes? Quer deixar jogar? Vamos lá. Vai deixar a criança jogar? Pergunta: Sim, vou deixar. Então você vai jogar primeiro ou você
vai jogar com ele e essa criança vai ter tempo para jogar. É assim. É assim que se brinca com fogo. É assim que se brinca com faca? Não é? Não é assim que a gente faria? Terceiro, nunca deixe a criança sozinha na internet. Porta fechada jamais. PC, notebook da casa em ambientes comuns, sala do lado da televisão. Ai, B, mas fica horrível. Mas seu filho vai ficar salvo. Quer deixar um computador? Não ponha o computador no quarto dessa criança. Não faça isso. Tira, põe em lugar comum. Na minha casa é um lugar comum. Eles têm
um computador Para fazer trabalho de escola. T t tã. E a hora que tá jogando is tem mais, tem plateia. Todo mundo tá vendo, todo mundo sabe o que essa criança tá fazendo. Não é impossível ele conseguir conversar com alguém. Se um não grita, outro fala é impossível. Lugares comuns evitam muita tragédia. Então assim, até os 14 anos, gente, supervisão é regra. Mesmo que essa criança fale que já sabe tudo, que não Vai fazer nada. Regra supervisão total até os 14 anos. Depois pera aí, só baixar aqui o desligar. Quatro. Então, sem pressa, conteúdo adequada
idade, nunca sozinha, criança sozinha com a internet. Quatro, normas claras, regras. Tem que criar regras, mas até aí você vai ter que sentar e botar regra. Você vai ter que escrever as regras, porque sabe o que acontece? A gente, a gente acha que alguém vai fazer isso pra gente. Não vai, não vai. Você Vai ter que criar as regras. Quer o mais fácil? Não dá. Então, não dá. Dá uma bola, dá um elástico para pular, quer dar? Tem regra. E combinados são combinados. Crianças amam combinados e cumprem combinados. Então, normas claras, dia, horário, onde pode,
onde não pode, porque sem regra o caos se instala, o caos na família se instala se não tem regras. Cinco. Converse muito e sempre converse. Pergunta o que que que viu, que meme que Assistiu, que que tá olhando, que que tá fazendo. Conversa. Tô falando os maiorzinhos já, né? Fala você o que pegou esse negócio, tá? Tem alguma? Eu achei que tinha sobrado até um pouquinho de macarrão, mas sobrou. Pera aí. Tem, tem, tem. Bom, acho que eu fechei. Vamos lá. Converse muito e sempre. Pergunta o que que viu, né? Faz, mostre exemplos do que
são coisas legais para Ver na internet, fazer na internet e o que é lixo. Mostre. Você ensina. A gente precisa ensinar esta criança a ter senso crítico. O que que é bom, o que que não é bom, o que que pode, o que que não pode. Porque ninguém ensinou. Porque se ela abre uma tela de pornografia, ué, minha mãe nunca falou que não pode. Ela não falou que isso é ruim, que isso faz mal paraa minha cabeça. Não falou. Ela me deu celular, ou seja, tá tudo liberado. Essa mãe nem sonha, né, que isso pode
chegar na mão dessa criança. Então, fale o que é lixo, mostre, porque a gente tem que formar senso crítico nessa criança. A gente lembra, a gente tem que ser o escudo digital, proteger do que a gente pode, mas a gente não vai poder tudo. A gente tem que formar essa criança de dentro para fora. E como é que a gente forma essa criança de dentro para fora? Criando senso crítico. Filho, isso não pode. Isso vai te fazer mal. Isso vai te fazer mal. Por isso, por isso, por isso. Isso vai contra os nossos valores. Isso,
né, é perigoso. Isso gera e e você pode tá correndo risco. Aqui acontecem crimes. Pode ligar, pode ligar. É, então tô. Então, eh, lembra, então, somos o escudo, mas a gente tem que formar essas crianças de dentro para fora, porque é o único jeito, tá, gente? O único jeito de um filho, né, de uma criança conseguir se defender, é sabendo o que que é Certo, que é errado, né? Porque na hora que ela tiver que decidir, não, isso eu não vou olhar porque isso faz mal para mim, ela tem que saber, alguém tem que formar.
Não fiquem achando que ela vai aprender isso na internet, vai aprender isso do pai, vai aprender isso da mãe, mas tem que falar, mostrar, senta do lado, conversa, assiste junto. Isso é perigoso, isso pode, isso não pode. Lembra da faca e do fogo. Põe o dedinho, queima, corta. Isso é perigoso. Até aqui Você pode, meu filho. Aqui não. Isso não pode. Por causa disso, disso, disso. E o mais tão importante quanto não mais importante, sermos exemplo. Se você está sempre com o celularzinho na mão, não espere que o seu filho largue o dele. Então, muito
cuidado com isso. Ai, não, porque meu filho não larga o telefone. Você vai chegando na casa da pessoa, tá? Meu pai é a mãe o dia inteiro no celular, com o celular na Mão, não olha pras crianças, não sabe nem como chegou, se foi bem na prova, se brigou na escola, se a professora não, nada, porque tá com o telefone na na no rosto, gente, não olha pra criança. Isso é verdade, tá? Se policiem, porque isso é feito para deixar a gente grudado, tá? é feito e pensado para deixar a gente grudado. A gente tem
que ser, temos que dominar a máquina, porque a máquina está sendo feita para nos dominar e tem muito mais, tem muita tecnologia nisso. Então, Assim, eh, não sei se vocês sabem que o scroll de tela, esse scroll infinito do TikTok, né, que que que a pessoa não consegue parar, claro, só vem coisa que você gosta, o algoritmo é maravilhoso e fica uma coisa quando você vê 10, 20, 1 hora, 1 hora e meia, 2 horas, tá lá no scroll. Por quê? É a mesma tecnologia de caçaníquel, de cassino, é feito pra pessoa não parar, usa,
ativa os mesmos lugares do cérebro. Então não vamos Achar que a gente consegue vencer isso, né, de uma forma simples e amadora, porque a gente não vai conseguir. Então não espere que seu filho largue o telefone dele se você não larga o seu. Eles fazem o que a gente faz e não o que a gente fala, né? Não esqueçam disso. Eles vão fazer o que a gente faz e não o que a gente fala. Os efeitos da tela tem o lado bom, não dá pra gente negar, que facilita a vida muito, né? A gente sabe
disso. Ajuda nos Estudos, ajuda, ajuda a trabalho, ajuda a pesquisa, né? Tem um monte de coisa, aproxima de parente, aproxima de amigo, eu falo com a minha filha todo dia, né? P uma delícia, né? A gente é como se a gente tivesse, eu consigo almoçar com ela, né? Ela ela almoça sozinha, não deixa ela almoçar sozinha, a gente vai conversando. Então assim, as telas também podem ser muito criativas, podem ajudar a gente muita coisa no lado criativo, mas tem todo o lado perigoso, Que eu já falei, né, no início aí quando abri para vocês. prejudica
afeta o cérebro em desenvolvimento. Eh, isolam, viciam, distraem, deslocam da vida real. Exposição precoce a todos os riscos, principalmente a pornografia, violência, bullying. Pornografia, o mercado de pornografia de 200 bilhões de dólares ano. Tô falando de crianças viciadas. Por quê? Se a pornografia entra aos 8 anos, a estatística deles é que 20% vicia. Então, quanto antes chega na vida Das crianças, não é só menino, não, tá? Meninas também, quanto antes chega, você vai ter no mercado construído, né? Porque a gente tem muitos adultos viciados em pornografia, muitas famílias sendo destruídas por causa do visto em
pornografia. Então aí também vocês vocês têm que saber desses dados, desses números. Então os males, né, da das telas, o lado perigoso é esse acesso, né, a a pornografia, violência, bullying, geram comparação. Isso que eu Falei das meninas, baixa autoestima. distorções do corpo, etc. E quando usar a tecnologia e quando não, né? Três critérios que a gente tem que se se usar, não só pra gente, mas como para passar pras crianças, como educar, né, esses essas crianças no mundo digital. Três critérios. Pode anotar aí também. A professora tá mandando primeiro, por necessidade real. Então, que
que eu tô fazendo aqui? Eu tô me comunicando, tô pesquisando uma coisa Importante, eu tô resolvendo algo, um banco, coisa, eu tô mexendo no sistema da minha empresa, é uma necessidade real, cara. Isso não tem jeito, né? Segundo, criar, né? Para criar, sei lá, fazer vídeo, foto, material, escrever, programar, criar, criar. Ótimo, cara, usa, não tem problema. E depois para entretenimento, mas com limite, pô. Aí, aí pode gerar um espaço pra dúvida com horários combinados. É só assim que a gente consegue. Tem que ter um combinado Antes. Olha, você quer assistir esta série? Então você
vai assistir um episódio hoje. Você vai assistir dois episódios, vai dar 40 minutos. Então assim, eh, se pergunta, pode, pode, mas com limite. Evitar sempre usar tela para acalmar birra, menininho nervoso, chilique. Cara, não faz isso. Não faz isso, porque você depois você não vai desamarrar dessa chupeta, né? Você tá dando a chupeta digital, Então deu birra, não dá o iPad, deu chilique, não dá. Não faça isso. Pode facilitar tua vida na hora, mas vai te ferrar muito pra frente. Depois deixar a criança sozinha na hora da comida, né, do almoço, do jantar, com o
celular, com o tablet, jamais. Celular e tablet não vão pra mesa. Regra não pode ir. E usar a tela como recompensa e punição. Se você fizer isso, eu vou tirar seu celular. Mas se você fizer isso, você vai ficar com o celular mais tempo. Não Usar como moeda de troca. Se o celular decide a hora, o controle foi totalmente perdido, tá? Isso também é uma regrinha. Depois perguntas, Bel, quando que eu dou o meu primeiro celular, né? Que ninguém tem coragem de responder essa pergunta. Então assim, se você precisar dar, né? Vamos, vamos lá, vamos
jogar aí nos 14, os 14 anos. Se você precisar dar, vá aos poucos. Então, primeiro, o WhatsApp sempre é o seu do seu WhatsApp, o seu telefone. Depois dá um celular com Funções limitadas. Ai, Bel, mas eu tenho que dar celular porque eu fico super preocupada com o meu filho. Bom, se você deixou ele na escola, né, como é que era no nosso tempo? Sua mãe queria falar com você ou a escola queria falar com você, a escola te ligava no fixo, você ligava no fixo. Então isso é muito, né, a gente querendo, se você
deixou ele na escola, você tem que buscar ele na escola. a responsabilidade da escola entregar o Teu filho. É, mas não tem jeito, eu preciso falar com ele. Mas não precisa não. Um smartphone. Lembra do do Nokia? Lembro de tijolão? Existem existem esses telefones? Existem. Quer falar com o teu filho? É para comunicar. Então não dá um smartphone. Você dá um smartphone, você não tá dando smartphone, você tá dando o mundo para essa criança e todos os riscos que o mundo traz. Então assim, lembra aí, lembra, existem opções, existem até relógios que você consegue Localizar
teu filho e falar com o teu filho, um chipzinho só. Se é isso, não se engane, tá? Não se engane, porque no fundo, no fundo, você tá querendo é dar uma babazinha que te ajude a te dar um pouco de descanso e de suspiro, respiro e eh sem celular no quarto, né, que eu já falei, sem tela na mesa e sem uso livre, né? Então assim, assim que a gente vai dando os passos. Primeiro, o WhatsApp sempre fica no seu celular, um aparelho com funções limitadas, sem Celular no quarto, sem tela na mesa e sem
uso livre. Então, outra outra frase que vale ouro, quando você der o celular pro teu filho, meu filho, esse celular aqui não é seu, ele é meu, ele é emprestado para você. Eu estou te emprestando com regras. Se as regras não forem obedecidas, ele volta para mim. Ele não é seu, é o meu celular. Não, não, ele nunca foi. A partir hora que você entrega, você já Fala: "Esse celular é meu, mamãe". É um empréstimo. E esse empréstimo tem condições. Essas são as regras. Desobedeceu, celular volta pra mamãe. Acabou, gente, acabou. Ah, então eu posso,
eu tenho que ler as mensagens do meu filho. Não, você deve ler as mensagens do seu filho. Claro, no início você tem que ver tudo. É um empréstimo. Ai, não acredito que você tá invadindo uma privacidade. Que criança de privacidade de 8 anos, 9 anos Tem privacidade. Aí o abusador sabe disso e fala isso. Não, você tem sua privacidade. Mamãe não pode ver. A mamãe vê tudo. É um empréstimo pela segurança da criança. É isso que a gente vai, você vai falar pro teu filho. Explica que para ensinar ele usar, eh, você tem que ensinar
ele a usar e não punir. À medida que a maturidade cresce, o controle diminui aos passos, né? Então assim, e só depois que a criança souber, né, usar, que ele sabe se proteger, aí Você vai soltando. A regra é essa. Lembra da faca? Consegue usar sem se cortar, cara? Ele já consegui desenvolver esse senso crítico no meu filho, ele já consegue? Então você vai soltando. Ai Bel, qual a idade certa? Sei lá, não sei a maturidade do teu filho. Você tem que fazer que ele se torneuro digital. Não sei com que idade ele vai alcançar
essa maturidade. É, é, esse é o foco. Pode ser com, com 14, pode ser com 18, Pode ser que com 20 ele não seja maduro digital ainda, mas você tem que trabalhar para isso. Lembra sempre da faca e do fogo. Regras de ouro para casa conectada. Vale para todos, principalmente para os pais. Vale para todo mundo. Nada de telas em refeições, nada de telas nos quartos. Mais de 90%, que eu já falei para você dos abusos e cyber bullying seriam evitados se as crianças não estivessem com celulares nos seus quartos, né, Deitado na cama. É
péssimo para os casais, né? Isso, isso vale para toda a família. Tá acabando com a relação entre dos casais, dos casamentos, todo mundo com celular, ninguém conversa, né? Não tô nem falando, as pessoas não conversam no quarto porque perdem intimidade, porque tá todo mundo muito ocupado, com muita dopamina, vendo outras coisas. e vivendo mundos cada vez mais longe e deixando aquilo que tá deixando de viver o que tá muito perto, né? E assim os Casamentos estão acabando. Tudo em espaço comum, lembra? O computador, tudo que for mexer, sempre com todo mundo, nunca de porta fechada.
Abrem as portas, portas abertas de todos os quartos, tranca do banheiro, faz suas necessidades, mas quarto com porta fechada não tem privacidade. Ah, esse é meu. A privacidade vai ter quando você trabalhar, quando você tiver teu dinheiro, sua casa, você vai ter tua família, tua mulher, teu dinheiro, você Vai ter privacidade. Na nossa é nossa responsabilidade, porque se acontecer alguma coisa com o nosso filho, a responsabilidade é nossa. Então, portas abertas, não fechem. Regras por escrito. Senta, você teu marido, bolem as regras, prega na parede, conta para todo mundo e sigam as regras. Se não
respeitar, retira-se o privilégio. Com muito amor, mas com muita firmeza. Concluindo, nossos filhos vão viver no mundo cada Vez mais digital. Não tem volta, não tem como voltar para trás, mas quem ensina o equilíbrio somos nós. Está nas nossas mãos. Seja firme, com presença e não com presente. Não compra um celular novo para esse menino. Para de trabalhar que nem uma maluca, que nem o maluco para dar coisas, sendo que você tem que dar presença. Não tenha medo de remar contra a corrente. Remar contra a corrente, contra todo Mundo, contra todos. Então assim, você não
tá sozinho, você não tá sozinho, né? estamos aqui e vamos trabalhar junto e seu filho vai entender e ele vai te agradecer um dia tudo isso. Então, eh, não dá paraa gente achar que no mundo que a gente vive está vivendo, eh, que dá para educar por intuição, por bom senso, ah, imagina, educação é uma coisa natural, né? Não é não. A gente tem que estudar, a gente tem que est atenta, a gente tem que est para, a gente tem que Ler, a gente tem que saber, a gente tem que est fazendo curso, fazendo aula,
escutando muitas bels falando aí que eu tô estudando, encurtando o caminho de vocês, porque não é para amadores, tá? Não tem espaço para amador. Arregaçar as mangas que tá todo mundo atrasado nessa brincadeira, com certeza. E ninguém vai fazer por você. Não tem. E não tem como contratar, não existe essa pessoa. Não dá para pagar alguém para educar o teu Filho. Não existe o pique paraa educação. Não existe monjaro da educação. É bom esse exemplo porque eh educar um filho e fazer dieta tem muitos paralelos porque exigem sacrifício. E as pessoas não querem se sacrificar
para nada hoje, muito menos por um filho. Olha só que ponto que a gente chegou. O egoísmo é tanto, edonismo é tanto, é tanto, a busca pelo prazer é constante, né? É, tem uma sigla que se chama yolow, you only live once. Então assim, os Adolescentes eternos vivem nesse, né? Vivem no yolo. E assim, o filho é um tormento para esse momento, né? Porque imagine, eu ainda tô jovem, eu ainda quero ir pra minha balada, eu ainda quero, tô usando droga e essa criança aqui me atormenta, acaba com a minha liberdade. Sou extremamente coisa, gente.
E é assim, tá? Isso está acontecendo, isso está, já estamos vivendo isso. Então, não existe o Zenque nem mãojaro, raigaça tuas mangas, mas Pensa, são uns 6, 8 anos, 8 anos vai com muita dedicação e passa. É muita dedicação, com muita presença, com muito olhar, com muita, sabe, dando com autoridade, né? autoridade não é que eu falo, não é essa mãe chata, generala bruxa que a criança chega em casa, ele fala: "Não, já vem essa mulher me atormentando de novo". A mãe que sa que tem autoridade é aquela que dá de uma forma equilibrada amor
e limite. Dar limite e dar amor. Se Faltar, se der muito amor, essa menina também vai dar problema. E se der só o limite, essa criança também vai dar problema. Você vai cansar esse menino, né? você vai perder a autoridade, né? É verdade. Você perde a autoridade se você não chega nesse equilíbrio do amor e do limite, que é o que a criança, que é o que o que o filho precisa. Então, assim, 6, 8 anos de muita doação e com certeza, com certeza nós vamos colher os frutos e Não pagar o preço. Só que
o preço hoje, gente, antes o preço, sei lá, ah, eu vou ter que pagar terapia para essa criança pro resto da vida. Não, hoje o preço é perder o seu filho. Perder o seu filho, não é brincadeira. Eh, então é isso que eu queria assim, na verdade é uma palestra para abrir os olhos, né? Tem gente que fica muito assustada com tudo que eu falo. Eh, a gente tem que estar Muito atenta mesmo, muito presente. Eh, lembra sempre disso, né? Proteger, né? De fora para dentro e formar de dentro para fora, né? com valores, com
virtudes. Eu não não saberia fazer isso sem Deus, sem sem os sacramentos, né, que são os que me dão a força, né, para mim como mãe e com certeza pros meus próprios filhos conseguirem vencer nesse mundo que eles estão nadando também contra a maré, né, eu, eles, todo mundo. Então, assim, não não consigo ver sem os Sacramentos, não consigo imaginar porque é muito difícil, né? Então, a gente tem que tá eh lutando diariamente, né, para ter virtudes. Isso é e isso é uma briga da família, porque eles têm que ver que nós também estamos passando
por isso, a gente também quer isso e a gente também erra e a gente também pede desculpas e a gente também melhora e a gente mostra para eles que vale a pena. Então é assim, é uma é família, né? É a família, família como um todo. É o que eu falo, é o resgate familiar, que essa é minha luta, esse é meu propósito, que a gente tem que lutar muito por isso. Então, para quem tá me conhecendo hoje, quiser ver meu trabalho, eu tô tem muita coisa, muita, muito material meu no Instagram e disponível, né?
Tem muita coisa no YouTube também. Meu Instagram é @belcfreiremartins. Ó, esses são os meus livros que eu mostrei no começo. Tem lá também o link Mãeinsultoria.com.br. mãeinsultoria.com.br. Ali tem todos os meus cursos. Meu último curso chama Escudo Digital. Tá super legal, muito conteúdo e muito legal porque a gente estamos num num momento que a gente aprende muito pelos ouvidos. Então, coloca lá, né? Vai vai ouvindo. Dá para parar, dá para voltar, dá para, né, assistir devagar. Então, é, tá, as aulas são todas em vídeo. Então, ó, essa é Minha família. Não sei se dá para
ver aí. Vocês devem estar curiosos. Quem não viu, quem não viu, sou eu e os meus cinco. É com eles que me ensinam todos os dias a lutar para ser uma mãe melhor e para poder dividir isso com vocês. Então é isso. Eh, se alguém tiver alguma dúvida, quiser perguntar alguma coisa, tô aqui disponível. Super feliz de est de tá aqui com vocês hoje.