também não se podem desconsiderar as críticas cristof tocou isso agora as críticas em vozes mais ou menos nítidas e intensas de que o poder judiciário estaria se ocupando de atribuições próprias dos canais de legítima expressão da vontade Popular reservada apenas aos poderes integrados por mandatários eleitos Nós não somos juízes eleitos Brasil não tem governo de juízes e é por isso e aqui foi mencionado pelo min que se afirma e se critica com vozes intensas denominado ativismo judicial que é mais ou menos uma pergunta simples Quem Somos Nós qual é o nosso conhecimento enciclopédico saber direito
e é difícil são milhões de dispositivos são 14.000 leis Com alinas milhões se souber tudo já é um grande uma grande vantagem pro Judiciário e quando se acusa o judiciário de se introjetar na C deis poderes isso para o judiciário é é uma preocupação cara e muito expressiva nós assistimos cotidianamente o poder judiciário ser estado a decidir questões para os quais não dispõe de capacidade institucional eu fui anotando aqui o que os eminente pares foram contribuindo ao assentar que não há que são outros órgãos que devem fixar essa gramatura e essa Gram em consequência que
que ocorre o sistema O Poder Judiciário é em estado as instâncias próprias não resolvem os problemas e o preço social é pago pelo Judiciário por porque nós não somos juízes eleitos nós não devemos satisfação a eleitor Então manda poder judiciário aí inicia-se um uso moderado das ações e o Supremo Tribunal Federal que é importante porque precisa da legitimação democrática das suas decisões passa a não gozar de confiança legítima da sociedade e eu sempre digo nós não temos de fazer pesquisa de opinião pública não nós temos que aferir o sentimento constitucional do Povo quanto mais as
nossas se aproximam do sentimento não é opinião passageira do sentimento constitucional do povo mais efetividade terão as nossas decisões e as direções que as nossas soluções indicam essa prática noto aqui tem exposto o poder judiciário em especial o Supremo Tribunal Federal há um protagonismo deletério corroendo a credibilidade dos tribunais quando decidem questões permeadas por desacordos Morais que deveriam ser decididas na arena política é lá que tem que ser decidido é lá que tem que pagar o preço social não é que nós tenhamos receio não mas nós temos de ter deferência porque num estado democrático a
Instância maior é o Parlamento no estado democrático a Instância maior é o Parlamento disse isso no discurso repeti agora porque pior do que não saber direito é um juiz que não tem coerência é e também eu também estou dizendo isso para mim tô dizendo isso para mim porque eu que fiz esse discurso respeito todas as opiniões tô fazendo o exame da minha consciência aqui essa disfuncionalidade desconhece que o Supremo Tribunal Federal não detém o monopólio das respostas e nem é o legítimo oráculo para todos os dilemas Morais político e econômico de uma nação tanto quanto
possível os poderes legislativo e executivo devem resolver interna corpos os seus próprios conflitos e arcar com as consequências políticas de suas próprias decisões aos nossos olhos o judiciário deve atuar movido pela virtude passiva devolvendo a Arena política administrativa os temas que não lhe competem à luz da Constituição mas quando excepcionalmente assumir esse protagonismo o judiciário poderá em lugar de intervir verticalmente atuar como catalisador indutor do processo polí democrático emitindo incentivos de atuação e coordenação recíproca às instituições e aos atores políticos isso foi dito aqui