[música] Salve, meu povo. Sejam bem-vindos você aí que passou esse domingão fazendo a prova do concurso público nacional Unificado 2.0. A gente pode falar com conhecimento de causa, né, Amanda? Porque nós acordamos madrugada dentro. O Graciel também tá aqui conosco. A Júlia tá lá de Brasília. Eu saí de casa era 4 da manhã para fazer essa prova do CNU e a gente ainda pega Uma prova que eu diria num certo nível de dificuldade. Eh, e nós vamos falar sobre isso. Nós vamos falar para vocês não só sobre os temas, também passar a nossa percepção, tentar
acalmar esse seu coraçãozinho aí que deve estar nesse sofrimento, pensando: "Meu Deus, tinha tanta coisa e apenas 30 linhas, 2 horas nos blocos de nível médio, 3 horas e pouquinho nos blocos de nível superior. E realmente eu Acho que a lição, eu já vou passar para o nosso super especialista em discursivas aqui, que é o Gracioli. Eu acho que a lição, a, a missão principal era selecionar o que falar entre tantos assuntos. Isso parece que foi meio geral, né, Graciol? >> É isso. Boa tarde, pessoal. Sejam todos bem-vindos à nossa transmissão. Eh, algumas questões aqui
pra gente organizar, né? Eu já vi o pessoal no chat falando: "Ah, mas a prova de ensino Superior ninguém esperava um texto dissertativo argumentativo e a banca traz ali na proposta essa orientação, né? Isso causa uma estranheza, porque de fato a gente até voltou aqui no edital e no edital tem lá que são questões discursivas, né? E aí conhecendo um pouco do histórico da banca, né? Acompanhando muitas provas, gente, ela vai ter essa flexibilidade para pedir um texto dissertativo argumentativo. Porque qual que é a pegada da argumentação? Sempre que a gente tem um texto dissertativo,
argumentativo, você tem a necessidade de defender uma tese. E uma tese é um posicionamento. É, por exemplo, que aconteceu no bloco 8 e 9, mas que ela já havia antecipado, né, de modo, né, anterior. Aí quando ela traz isso. Então assim, até olhando aqui, aí os professores vão analisar mais tecnicamente, alguns itens que são solicitados na prova de conhecimento específico, né, do Ensino superior, eles permitem uma análise eh defesa de um ponto de vista. Então você tem sim uma leitura mais técnica em alguns pontos, mas você tem essa possibilidade que aqui, né, é margeia um
pouco desse aspecto subjetivo de defender um posicionamento. Então, eh, é assim, surpreende, lógico, né, porque não é o que a gente tava esperando. Geralmente essa apresentação ela já é mais explícita no edital, né, se tratando inclusive da FGV, que tem aí Suas peculiaridades, mas, né, não acho que vai ser o nosso problema aqui. É importante você entender que muitas vezes ao escrever sobre um raciocínio técnico, você já está com um viés. Então, talvez você nem percebeu aqui para você, ai meu Deus, né? Mas eu não montei aquela estrutura do texto dissertativo argumentativo, que na introdução
eu faço lá a citação, apresento a minha tese, no desenvolvimento eu defendo a minha tese E na conclusão eu retomo. Porque realmente não era essa a proposta da prova de conhecimento específico, né? A questão discursiva, entendo eu, tá? Isso aqui é um é um pouco da nossa experiência com a banca. Entendo que se você em algum momento em algum dos tópicos apresentados você traz essa leitura de posicionamento, isso já vai ser validado. E a gente até trocava a figurinha aqui nos bastidores. Eh, eu vi o pessoal reclamando aqui de alguns Blocos, né? O a capacidade
que você tinha que ter de sintetizar o raciocínio, né? de trabalhar com a coerência, com a coesão, obviamente que são elementos fundantes no bom texto, mas assim, diante de tanto repertório que a banca solicita, você conseguir trazer isso de um modo sistematizado dentro dessa sequência que ela apresenta, né? Não é a tua que ela traz ali, entre aspas, ela enumera os tópicos que você tem que apresentar. Muito Parecido com o Cebrasp, né? Até comentei aqui com os professores que isso é uma característica da discursiva Cebrasp, que é uma discursiva tradicionalmente conteudista. Então ela ela já
tá selecionando ali, porque realmente tem hora que a gente se empolga e aí eu vi alguém falando: "Ah, eu não consegui responder tal tópico da minha prova". Por quê? Porque faltou a capacidade de síntese, né? E essa acaba sendo uma dificuldade geral. E aí eu vou passar Pra professora Amanda, até porque a gente compartilhou isso, né, Amanda? A dificuldade aqui, né? é uma dificuldade generalizada. Então, eu sei que você nesse momento talvez tá mais apreensivo, né? Ai, mas e agora como que fica isso? Mas e essa do texto dissertativo? E e essa análise mais técnica,
como que eu equilibrei isso no meu texto? Mas pelo que a gente percebeu, foi algo meio que geral assim nessa dificuldade. >> Isso. Eh, boa tarde, pessoal. Dizendo Ali ao Charles que sim, a gente viu triplica da terça-feira, foi bom para caramba. E acho que um diferencial da gente aqui, Graciolle, é que a gente foi fazer prova aqui, ó. Ah, e foi foi gerenciar com vocês tempo de conteúdo. Eu, o tópico dois aí não vai dar para ver, mas eu coloquei, ó, ali, eu comecei escrever aí, passou as linhas, eu escrevi aqui, ó. >> Gabarito
tá aqui, ó. vocês pegam o gabarito aqui com a [risadas] >> e assim, de fato, eu tava conversando com Gracioli, eh, e com Reb também, era muita coisa pra gente poder fazer um bom texto. Eh, era muita coisa para responder tudo para não levar uma uma ausência de resposta para pouco tempo. Eu tava conversando com Gracioli. Inclusive, tem um ponto na no CNU, 50% da nota é nota é da prova é de português, parte de língua portuguesa e 50% da nota de conteúdo. Então não à Toa, eu acho que a banca fez isso porque precisava
fazer um gerenciamento de poder de síntese, porque tinha que explicar tudo. E na hora que tinha que explicar tudo, tinha que fazer os conectivos adequados, a gente sabe que a banca quando pede na ordem tem que responder ali naquela ordem. Então tinha que ver como é que iria concatenar os assuntos. Então foi uma prova desafiadora. No caso do da do bloco se que foi o que eu fiz, eh eu não achei Que foi uma prova difícil em termos de conteúdo. Assim, quem quem estudou bem o conteúdo sabia responder sobre mercado de trabalho e sabia responder
sobre a parte de extensão rural, mas era muita coisa para pouca linha. E aí o exército, eu falei para vocês, se tiver muita coisa na boca linha, pega uma caneta de ponta fina e aí escreve espreme para poder rentabilizar ali a não é isso que >> para rentabilizar ali a a linha para Conseguir fazer uma coisa bem feitinha e é a caber no tempo. É cabelo novo, minha gente. Olha ali, fiquei de [risadas] gostaram? Amanhã vou fazer 10 anos de casamento, eu tenho que sair daqui para casa. Aí eu arrumada. Eh, mas é isso. Então,
assim, a gente de fato foi para todo mundo, alguns acho que o bloco cinco, a gente tava conversando aqui, que foi mais desafiador pro bloco seis, eu vou falar um pouquinho mais sobre as Questões, foi mais dentro do que a gente esperava, mas eh precisava gerenciar tempo, precisava gerenciar linha, era muita coisa para escrever em em pouco espaço. antes de eu passar paraa Júlia, eh, falando aqui brevemente também sobre o bloco cinco, que eu acho que é o bloco da maioria dos candidatos, e é onde a gente vê aí a as maiores reclamações. Eu fiz
a prova do bloco nove, eu tive essa percepção que o Gracioli já passou de, eh, a existiam Muitas soluções disponíveis paraa questão de mobilidade urbana. Não tem como pra gente falar tudo ali, dava pra gente tomar um cafezinho e ficar até amanhã debatendo. Então você ia ter que ter eh dados porque você está selecionando aquelas soluções e escolher algumas soluções entre as milhares eh disponíveis. Talvez na questão da agência reguladora, a o campo de de soluções ou a ação, ele pede a ação, né, seria um pouquinho mais restrito. Agora, No bloco cinco, aquele tema do
Emirovsk, da lei 13019, é um tema que eu acho que pega mais ou menos essa questão de 50%, porque são dois tópicos expositivos direto, apesar de que o segundo tópico não tem uma resposta tão direta na legislação e dois temas com que você vai apresentar seu argumento e propor uma solução. Então você vê que tem essa o meio a meio, não sei se foi proposital na hora que eles quiseram organizar para atribuir as Notas dentro dessa estrutura. E Júlia, como é que foi o bloco dois? Já adianta pro pessoal aí pra gente, por favor. >>
E aí pessoal, tudo bom? bom estar aqui com vocês hoje. E aí também estive, né, nessa missão hoje para fazer a prova, né, também passei exatamente por essa mesma dificuldade que tá todo mundo comentando, né, do tempo de prova, de realmente termos ali questões, eh, cobrando muitos detalhes e pouquíssimo tempo e espaço paraa Resolução, né? A Amanda tava comentando ali, eh, na minha prova eu escrevi para 45 linhas e fui cortando depois para acaber nas 30, né, por conta das exigências que a banca fez. Mas falando especificamente sobre bloco bloco dois, a gente teve então
uma questão sobre inclusão digital, trazendo um conceito de conectividade significativa, então cobrando não só o aspecto técnico da inclusão digital, dos equipamentos necessários para isso, mas também das Competências eh emocionais, as competências eh educacionais necessárias para essa inclusão. Então, o candidato tinha que realmente trazer eh essa visão mais integrada sobre o assunto. Então, colocando, por exemplo, a questão da desigualdade social também, que afeta, né, justamente essa capacidade de compreensão das informações, né, e consequentemente do uso de plataformas digitais. E na segunda questão a gente tratou mais Sobre o ponto da cultura. Então, ele falou da
política nacional de cultura viva, trazendo ali o eh o cadastramento de pontos de eh entidades culturais, de coletivos, de movimentos culturais eh nas regiões, nos municípios e como que esse cadastramento trazia um impacto pra promoção da cultura no nosso país. Então, foram esses dois temas que a gente tratou. Eh, eu considerei uma prova muito bem feita, né? Questões complexas, eh, questões que exigiam e Propostas também, né? Então, nos dois casos, a gente tem essa percepção e na na primeira questão eh de inclusão digital eh mais claramente, né, exigindo uma proposta do candidato. E aí, pessoal,
acho que um ponto que eu queria até discutir com vocês, eh, foi o seguinte. Na primeira questão do bloco dois, a gente teve essa esse pedido de uma proposta conforme a área de formação do candidato e conforme eh o seu conhecimento. Eu achei isso bem Interessante porque eles consideraram o fato de terem pessoas com formações diferentes dentro do bloco, né, e deixaram isso de maneira muito clara, eh, dentro da prova, dentro da proposta. Então, achei que foi uma solução interessante da FGV para valorizar também, né, esse fato de termos eh diferentes formações, então pessoas de
contextos eh muito distintos ali. Posso posso só ventilar um aspecto que a gente também compartilhou aqui? >> Eh, se a gente pegar mesmo a os blocos que tem aí o, né, o ensino superior, o conhecimento específico, dá para entender que a banca ela acaba sinalizando discussões relevantes socialmente, né? Então, por exemplo, a questão da conectividade tá muito dentro do eixo tecnologia. Eu vi alguém falando que um bloco explorou lá, pessoa, a gente falou de mobilidade urbana no bloco nove. Então, dá para entender que assim, a Banca parte de um aspecto geral, né, de um tema
de ampla relevância. E aí, óbvio, que ela vai afunilando dentro dessa leitura mais técnica, né? E novamente reforçando que esse grau de eh de afunilamento no aspecto técnico, ele também vai ser um grande diferencial, porque a impressão que eu tenho, principalmente olhando o bloco cinco aqui, na hora que eu cheguei a me deparar com o bloco cinco, fui tentando entender tudo que ela pedia e a Exigência é um candidato que tenha várias habilidades assim de relacionar partes dentro de um mesmo tópico, de relacionar uma parte de um tópico com outro e e é extremamente seletivo
isso, né? Porque às vezes você tem o conteúdo, né? Você chega ali com o domínio técnico, mas a maneira como você vai ter que construir a sua resposta é o grande diferencial. Eu acho que eh isso talvez seja uma trava ainda, né? Eu vi o pessoal falando aqui: "Ah, mas eu eu Abordei, eu consegui fazer uma abordagem que parecia fluida, de repente chegou num ponto, eu travei." E realmente isso é algo que vai gerar, né? Um prejuízo, vai ter um déficit. Então me parece que a banca assim ela é muito coerente, né? dentro dessa dessa
visão macro da do que ela apresenta para cada bloco, vejo como um ganho, e sempre falo isso, né? Eu defendo muito essa abordagem que eu chamo de metalinguística, né? Você vai para uma área, nada mais justo que você Ter que escrever numa discursiva algo do universo temático, né? E óbvio que pode ser diretamente relacionado ou indiretamente. E mesmo porque eu vou falar especificamente do bloco nove que o professor Herbert trouxe o tema pra gente. Cara, o bloco nove assim e lógico, tem lá o raciocínio técnico para você pontuar também para discutir mobilidade urbana, mas assim,
não existe um gabarito fechado, né? A gente tem múltiplos raciocínios, tanto é que é um Tema atemporal, né? Ele é um tema atual, mas é atemporal. Eu comento essa questão da mobilidade urbana já há algum tempo. Então me parece, não sei se vocês concordam, que a banca ela faz esse trabalho, né? Ela tem essa preocupação de trazer uma grande discussão, mas ao mesmo tempo aí na prova de conhecimento específico de trazer esse afunilamento mais técnico, porque é onde ela vai conseguir ponderar. Ó, aqui eu tenho um candidato que realmente conseguiu Destacar todos os pontos que
eu trago. Esse daqui não, esse aqui acabou ficando pelo caminho. >> Exato. Eu acho que é essa que vai por aí, não? Não haverá. A gente tá muito acostumado com aqueles textos com o pessoal que faz nível superior, com textos extremamente técnicos, com uma única resposta possível e acabou. Eu acho que o campo que vem, e aí por isso que eu falo que a gente quer acalmar o seu coraçãozinho aí, que primeiro a Dificuldade todo mundo passou, >> inclusive nós professores fazendo a prova passamos por essa dificuldade. >> E segundo, eu acho que na hora
da correção, ela não vai ser aquela correção eh ter que acertar o prego, a cabeça do prego a 100 m, ela vai ter uma resposta mais aberta. Claro, naqueles temas mais expositivos, ela vai ser um pouquinho mais direta, mas nos outros dois tópicos mais ou menos que tem para cada uma das questões, ela vai ser mais Geral. Vamos começar então. >> É o que vai ser um desafio, né? Porque esse espelho, esse espelho então tem que ser um espelho mais amplo agora, porque >> mas você sabe que a FGV ela já tem eh no nas
provas, pelo menos de atualidades, ela nem sempre ela traz, né, o padrão de resposta, mas quando ela traz, ela já tem, né, essa abertura mais uma resposta mais genérica, >> mais preocupada em observar se o candidato ele realmente cuidou de cada Parte do tópico do que necessariamente falar o conteúdo que ele deveria ter abordado. até apresentar, ele poderia falar disso, disso, entre outros aspectos, mas assim, ele relacionou as partes do tópico, ele detalhou, ele só ficou no campo da citação de uma análise superficial. E e eu sei que é uma é uma dor, né, da
galera que ainda tá naquele momento pós-prova, ainda meio cansado, né, tudo muito confuso. Então parece que, ah, se eu não escrevi o que o meu Colega tá falando aqui no chat, eu fui mal, eu zerei o meu tópico, eu não consegui um bom desempenho. E na verdade não, gente, não é muito, né, essa linha de raciocínio. >> E e eu acho que em relação a isso também, né, pessoal, eh, manter uma coerência com o que foi pedido no item, né? Então, ter essa clareza, porque o examinador vai fazer esse comparativo, né, em relação à solicitação
e manter uma coerência em relação à própria Proposta que foi apresentada. Então, apresentar a proposta ali dentro do item com uma justificativa que seja adequada, que faça sentido até em relação ao que você escreveu anteriormente, né? Então eu acho que esse fator da coerência da correção, né, Rodolfo, muito provavelmente vai ser até mais importante do que é necessariamente ter escrito A ou B dentro daquele contexto, já que a gente tem várias possibilidades de propostas, várias eh ideias que podem Ser apresentadas ali que seriam compatíveis, né, com o que se espera, né? >> Bacana. Bora começar
com o bloco nove, então depois nós vamos avançando nos demais blocos com cada um dos nossos professores. Eu só vou colocar ele aqui na tela daí para o Graciol começar a a ideia. Ô Graciol, só vou fazer, ficou esquisito aqui o slide, não sei se o pessoal da operação consegue dar o ajuste aí pra gente. Só dar um acho que Tá com zoom >> na nossa tela. Tá com zoom alto? Acho tá no modo do apresentador. Talvez seja isso. Será que é? Deixa eu ver se eu consigo. Ajustou? Não. Não ajustou. >> Não ajustou não.
>> Tá. Se Então se o pessoal puder ajustar aí pra gente. Agora foi, agora foi. >> Ah, agora foi. Então agora eu tenho que botar em tela cheia. Ah, aqui. Pronto. Agora ficou boa. Eles deram pra gente quatro textos. O primeiro texto falando Sobre as diretrizes da política nacional de mobilidade urbana. O segundo texto que eu lembro não era exatamente isso aqui, mas o às vezes o professor de atualidade ele vem fala: "Eu abordei na minha revisão". [risadas] Aí, enquanto eu estava no táxi vindo pro Estratégia, eu vi um trecho da aula do Graciol na
sexta-feira e ele falou sobre isso aqui. Então, não é ele que tá dizendo que falou, é eu dizendo que ele Falou. Aí, mas aqui trazendo numa outra ênfase, o o Grácio ali focou na questão de quanto as pessoas vão com carro próprio para o trabalho e aqui eles falando sobre o tempo dispendido por cada na nas grandes cidades no trânsito. A gente considerar que mais de 50% das pessoas gastam mais do que uma hora em deslocamento. Eu tenho a honra de fazer parte dessa estatística, [risadas] né? E o item três, ele vai tr sobre o
momento crítico, só que o meu meu mais de uma Hora para levar e trazer os filhos da escola, porque eu trabalho em casa, né? Mas aí tem o outro lado também. >> Ah, deu certo, né? Eh, fala assim sobre a questão da tragédia da mobilidade >> urbana e também da questão de que hoje a gente tem uma as pessoas têm utilizado menos o transporte coletivo do que utilizavam antes, substituindo, por exemplo, por Uber e outras coisas individuais. E a Situação do coisa de pobre, e eu tava até comentando como a experiência individual, eu quando posso
viajar, eu adoro ir para esses países assim, usar metrô e tal. E aqui no Brasil eu não uso transporte coletivo há mais de 20 anos. Então assim, a gente vê o quanto que o brasileiro foge na sua terra do transporte coletivo, enquanto está fora, acaba utilizando o transporte coletivo. E para finalizar, o último texto, ele fala sobre o papel da melhoria da Mobilidade urbana na qualidade de vida da população, né? E aí vai trazendo aqui já trazendo foco para agência reguladora, dizendo que não existem ou que existem poucas agências reguladoras no Brasil que t ênfase
na expertise na questão do transporte coletivo. E aí já faz um gancho, já pode trazer pra gente esse último texto, já faz um gancho naquela segunda medida que ele coloca lá. Pode abrir para todo mundo. Eu acho que eu acho que eu zoei toda o slide Aqui, acabei com tudo. Tô destruindo a transmissão. [risadas] >> Opa, o >> o último texto ele já para fazer uma ênfase com a o segundo pedido da banca, que é a situação das agências reguladoras. E aí, Graciol? É assim, a eu até comentei aqui com o Herbert logo na no
primeiro contato com o tema que a gente tem um dado divulgado aqui em outubro, né, que fala exatamente sobre a Maneira como o brasileiro se desloca, né, o dado do IBGE, que é uma fonte fidedigna e que reforça um pouco desse desafio de infraestrutura, né, pra nossa mobilidade que vai afetar diferentes setores. Então, por exemplo, 32% brasileiros se deslocam de carro, né? O ônibus vai aparecer na segunda opção. E além disso a gente tá falando de um percentual estatística, né, um dado quantitativo. Você não tá falando nem sobre a qualidade, o quanto isso Logisticamente é
um desafio, o quanto isso se revela como um problema. A Júlia comentou, né, que dentro da abordagem do bloco dela daria pra gente falar sobre desigualdade. E aqui também, inclusive reforçando que quanto maior o acirramento da desigualdade dentro de uma realidade, maior é a dificuldade de você acessar um transporte coletivo de qualidade, né, de você se deslocar, principalmente porque muitas pessoas que moram em áreas periféricas, elas Precisam se deslocar de modo pendular, porque a oferta do trabalho está em uma outra região da cidade, né? E aí o aluno mais arisco, ele conseguiria lembrar que a
gente tem 16.4 milhões de pessoas vivendo em favelas no Brasil, segundo o IBGE, 12.300 favelas, um deslocamento pendular, né, cotidiano, que vai gerar um impacto natural para esse processo, né, de garantia da mobilidade urbana. Agora, um ponto importante aqui que eu revelaria também, sempre falo nas aulas, É a gente trazer a ideia de desenvolvimento sustentável, né? A ONU tem os 17 ODS, o ODS de número 11, ele fala de comunidades e cidades sustentáveis. E uma das metas é você trazer o transporte seguro pra população. Eh, comentando aqui nos bastidores, né, uma das preocupações da utilização
do transporte coletivo, do transporte público em grande parte das cidades, primeiro é que nem toda a logística é garantida, a malha não é uma Malha que vai abarcar todas as localidades. Às vezes você tem que ter uma via intermodal, então é o metrô associado ao trem que associado ao ônibus, enfim. Então você tem que combinar fatores, né, o que também traz essa dificuldade. Mas o o grande ponto aqui é também a segurança dentro desses espaços, né? A gente tá falando de um país que nós temos vagões exclusivos para mulheres como discussão nos últimos anos, né?
Então isso também reforça um Pouco desse desafio, né? Para você viabilizar um plano de mobilidade urbana que realmente garanta o deslocamento e o que dentro da geografia a gente chama de direito à cidade para as pessoas, né? Porque isso revela uma natural segregação socioespacial de deslocamento, de acesso a serviços, de acesso a espaços públicos de qualidade. Quando a banca traz as agências reguladoras, até foi uma pergunta da aula de sexta-feira, né, professor, você Acha que vai ter essa esse direcionamento? era uma possibilidade, né? Porque o bloco ele discute, né? O bloco tá inserido nesse contexto.
Eu acho muito oportuno, né? Apesar de que hoje a gente não tem uma agência reguladora que vá tratar exclusivamente da questão da mobilidade urbana. Mas aí que tá, né? Aí lá dentro da estratégia da conclusão que a gente sempre fala, tente pensar numa intervenção plausível, exequível, coerente e por que não você Dispensar aqui porque a banca cita a NTT no texto 4, se eu não me engano. Porque você não pensar numa agência que de fato tenha esse crio, né, de mobilidade urbana, se articule com outras, por que não, mas que nça que surja, que tenha
a possibilidade de efetivar um plano com uma gestão, com controle de metas e com tudo que uma agência reguladora pode fazer, pensando em um tema específico infraestrutura e o que a mobilidade urbana exige. Então assim, gente, eu Acho que o tema para quem, se você se surpreendeu com esse tema, eu sugiro que você retome essa preparação no que diz respeito ao conteúdo, né? Porque ele é um tema atemporal, ele não é um tema ah, que tema surpreendente. Eu até brinquei na nossa aula de sexta que a banca tem dois perfis. Ou ela é preguiçosa, ela
traz um textinho de três linhas e pede lá um comando, ou ela é bem rebuscada. E aqui ela foi rebuscada. [risadas] Mas fazia sentido também, né? Porque é Uma prova só discursiva, você não fez objetiva hoje. Então assim, os caras trabalharam em cima desse tema, né? Então naturalmente a gente esperava algo mais complexo. Então se você se surpreendeu com esse tema, é hora de retomar, dar dois passos para trás, tentar olhar um pouquinho quais são esses eixos temáticos, esses conteúdos e reforço. Eh, quem é o concurseiro raiz que, né, faz fez muita prova FGV, né,
treinando ou que fez concurso mesmo, mas Que fez outras bancas. Cara, esse tema foi um tema assim queridinho da banca Cebrasp por muitos anos. Então, era bater ali tema Cebrasp, mobilidade urbana, desafios da cidade, etc. E a FGV em 2024 e 25, comecinho de 25, ela cobrou muitos problemas das cidades, só que aí ela abria pro cara falar de violência, o problema do resíduo sólido do lixo, a questão da da própria mobilidade urbana como um dos tópicos, é que aqui ela direcionou. Então eu Parabenizo a banca, acho que a banca foi bem, fez uma boa
seleção. Eh, entendo que o rigor aqui vai ser mais o rigor de raciocínio, de uma sequência lógica que você estabeleceu, da dita coerência e coesão do que necessariamente o conteúdo pelo conteúdo, né? Porque me parece que é aqui o grande foco do CNU, realmente ver se o cara tem essa capacidade de produzir um texto que tenha do começo ao fim um raciocínio bem plausível. Bacana. E bem alarrado, pessoal. Só a Júlia a >> Pode falar, Júlia, desculpa. Não, imagina só um ponto sobre isso, sobre ser um tema atemporal, né, no que veio pro nível médio.
Eh, no bloco dois, na par, quando foi falar sobre cultura, um dos pontos, um dos textos de apoio foi justamente sobre mobilidade. Então, eles pegaram a temática geral da mobilidade e colocaram em relação ao acesso eh a museus, a salas de espetáculos, a cinemas, né, com uma Dificuldade de grupos que são socialmente vulneráveis, né? Então, é justamente isso que você comentou, né? um tema totalmente atemporal que se relaciona também com outros assuntos. E aí, especificamente nesse caso, eles trouxeram nessa contextualização da cultura, né? Então, achei bem interessante aí eh observar isso em relação à banca,
né? >> Muito bom, show de bola. Eh, e ver como é um tema rico. Eu vou evitar até Comentar porque eu tava falando pro Graciol que eu olhei aquele tema a luz. Eu não sou o concurseiro agora, não tô no nível de atualização, mas eu olhei assim a luz da minha experiência, é o como que é a minha vida, quais são as minhas dificuldades e as minhas necessidades e o que que eu já vi de bom mundo aa sobre transporte urbano. Então, o quanto é rico o tema, o quanto existem eh opções pra gente abordar.
É, e eu sempre falo assim, ó, todo concurso e Esse mais do que, né, nunca melhor do que qualquer outra prova, é um concurso que a imprensa vai comentar, os alunos, cara, os familiares dos alunos, de repente tá todo a gente tá fazendo uma cobertura aqui pós-prova, daqui a pouco isso tá nos blogs, então é sempre uma chance de você apresentar uma discussão de relevância, né? Então, acho muito assertivo porque é um desafio de muitas cidades no Brasil e que automaticamente vai repercutir, assim como os outros Blocos, né, temas importantes também. Pessoal, nós não vamos
abordar integralmente todos os blocos porque a a partir de amanhã com a divulgação oficial dos cadernos, as nossas equipes especializadas vão chegar aqui também e fazer outras análises complementares quando houver necessidade. Então, por exemplo, bloco oito, que é um bloco mais da área da saúde, outros blocos, nós vamos fazer o comentário oportunamente. Eu vou trazer aqui o nosso comentário do Bloco cinco. Só, só uma coisa antes, é aqui a gente quer trazer essa visão geral e acho que assim, olhando o bloco nove cinco, teve o bloco seis que aí tá com você fez o dois
com a Júlia, >> o dois com a Jú, a gente tá vendo algum padrão que vai se repetir nos outros blocos, que é uma prova que tem muitos tópicos, uma prova que vai ter muito gerenciamento de tempo, uma prova que vocês vão precisar ter muito mais eh cuidado na hora de resolver, porque Senão ia se embananar nos tópicos. Então isso a gente, apesar de não adentrar exatamente em todos os tópicos, essa visão, essa percepção geral é pra prova toda, assim, acho que a prova foi bem feita, sim, eh, e exigiu do candidato o poder de
síntese muito forte para poder falar o que é essencial e falar sem eh sem se enrolar ali e pagar tudo. Então isso vale para todos os blocos, mesmo que a gente aqui não vá debater todos os blocos, como rebert Disse, amanhã vão ser liberados os cadernos e aí as equipes vão todas trabalhar para poder trazer as percepções para vocês. >> Bacana, pessoal. Eu vou falar bem brevemente sobre o bloco cinco, tá? Ah, e aqui eu não vou dar uma única resposta possível, porque esse bloco ele veio bem detalhado, tem algumas coisinhas que a gente vai
ter que esperar qual vai ser a percepção inclusive da FGV no momento da correção. Mas colocando aqui no nosso Quadro, então bloco cinco fala sobre, olha como a FGV foi ou ela trouxe um tema temporal ou ela trouxe um tema muito oportuno. E o tema aqui é a questão da emenda parlamentar. É um tema extremamente capcioso. Isso aqui teve debate desde o governo passado. Nesse governo também é um uma briga, Congresso, poder executivo, STF, sociedade. E eles juntaram aqui também uma questão que é a situação das parcerias. E aqui em especial trazendo o tal do
Emirossk que trata da lei 3019. Isso é um ponto, às vezes eu comento com vocês em concurso, eu não quero fugir demais aqui, pode cortar pra gente na câmera, como as bancas às vezes elas falham na hora de elaborar os seus editais, porque existem alguns temas que estão caindo em toda a prova e que são meio que irrelevantes e temas que são extremamente quentes para quem está na administração pública e que não refletem O edital. A lei 3019 é um exemplo clássico. A maioria dos concurseiros não estuda 3019 porque não cai na maioria dos concursos.
Só que quem trabalha na ponta da linha, não tô falando órgãos de controle, tribunais, quem trabalha na ponta da linha, o poder executivo especial, é lei 13019, ali de acesso à informação, é LGPD. E lá e LGPD entraram também agora nos últimos 2 anos que ganharam ênfase a lá impulsionada pela LGPD. Agora a lei 3019 ainda não tá na Boca do povo. Agora eles trouxeram a 3019 ainda que de forma tímida nesse caso em específico. Aí vamos lá. Então, a gente vai tratar tanto da questão das emendas como também das parcerias, misturando um tema que
envolve direito constitucional, AFO, o direito administrativo em que no que se refere à lei 3019 e dois assuntos um pouquinho mais subjetivos envolvendo gestão e outros pontos, tá? Então, olha só, eh, há aqui eles trazem sobre as o Crescimento expressivo das emendas parlamentares, mas essencialmente eles pedem, primeiro, no primeiro item, indique as modalidades de emendas ao projeto de lei classificadas quanto a autoria. Quando ele fala aqui dos projetos quanto à autoria, ele está falando em especial você falar das emendas individuais, que é a que o parlamentar vai apresentar lá durante o seu debate. Nós temos
também aquelas emendas de bancada que podem aparecer, Emendas de comissão e emendas do relator. Então, basicamente seriam essas quatro categorias. E pede também pra gente debater quais são elas as impositivas. Existe aquela limitação de até quanto que você pode ter de emenda individual e de bancada. E as individuais de bancada são impositivas, a de comissão e de relator não são impositivas, tá? E esse é basicamente a resposta. Eu quero também aproveitar, mandar um alô pro professor Leandro Raviel, ajudou a gente aqui também na preparação desse comentário, porque é um tema extremamente técnico. E depois nós
vamos para dois critérios para que uma OSC possa captar recursos provenientes de emendas parlamentares. Esse tema aqui eu achei curioso, pode cortar pra gente, porque ele não tem uma resposta direta. na lei 1319, se você procurar lá emenda 3019, quais são os a lei 3019, quais são os critérios para obter uma emenda parlamentar? Não tem. Existem lá critérios eh em geral, por exemplo, da da análise de um chamamento público. Só que eu tava até comentando pro pessoal que a emenda, os recursos decorrentes de emendas são recursos que, como regra, não exigem chamamento público. Só que
não ter chamamento público não quer dizer que não haverá um critério para aquela escolha. E um critério plausível aqui é que você vai ter um problema que tem que ser resolvido. E qual que é a correlação Do plano de trabalho que você tá propondo, da ação que você está propondo para resolver aquele problema? Então, seria essa situação da especificidade. A ação que você está propondo realmente resolve o seu problema? Os objetivos, as metas que devem ser atingidas são alguns dos critérios, mas eu volto a dizer fica algo meio aberto, não dá para saber exatamente o
que que a FGV quis trazer isso. Talvez ela busque algum outro texto de referência, mas se eu buscar a 13.019, eu não tenho uma resposta tipo quais são as modalidades de licitação, pregão, concorrência, tal, tal, tal. Não tem uma resposta assim direta. Então eu acredito que tem essa situação da correlação com o plano de trabalho, da relevância da do problema. da situação ali, aquela situação, a questão relevante naquele momento, é um problema da sociedade que de fato precisa de uma atenção. São situações que tem correlação com a Captação de recursos e prioridade nas ações estatais.
>> É interessante porque assim, ao mesmo tempo que tem uma uma indicativo técnico, >> ah, não, você não topicaliza, né? Você não lista uma solução de imediato para esses critérios que apareceriam no contrtrol C, conttrol V da lei, né? por exemp. >> Então, me parece que a cobrança aqui, isso é muito do raciocínio do examinador FGV, pelo menos nas provas de atualidades, é mesmo por um uma capacidade do candidato de compreensão. E aí a gente precisa ver o que que eles querem de fato, né, com uma resposta, um padrão de resposta em compreender esse processo
e aplicar e talvez aí resida a argumentação, até a capacidade de argumentar aí, de trazer um pouco do que ele ele entende sobre o assunto e tentar, né, ancorar com esses critérios. Mas é algo, né, bastante desafiador Assim. Eu eu leio falando, né, >> vai ficar vai ficar pior [risadas] >> no próximo. >> Vai ficar pior. Os outros dois temas são temas puramente argumentativos. Não existe uma solução única em lugar nenhum. E aqui eu acho que o avaliador deu aquela, ele deu aquela viajada assim para fazer você sacudir a cadeira. Eu imagino quem estava no
bloco CCO fazendo a prova, Querendo jogar aquela cadeira na cabeça de alguém, tá? Apresente uma estratégia para uma OSC voltar à promoção da igualdade racial que pretenda captar recursos de emenda parlamentar junto ao Ministério da Igualdade Racial. Só uma coisa que é curioso, como é que ele vai captar uma emenda parlamentar junto ao Ministério da Igualdade Racial? Da igualdade Racial. Fica esquisito isso aqui, articulando a interlocução com os parlamentares e com os ministérios, tá? E aqui no caso não seria os ministérios, na minha visão, ela que se referir ao ministério, seria o ministério da igualdade
racial. Ministério, >> o que que eu posso imaginar? Pode cortar para mim, o que que eu abordaria se eu fosse tratar desse assunto? Eu chegaria no ministério, identificaria quais eram os problemas, quais as situações que precisavam ser resolvidas, mas que não tinham recursos suficientes para isso. E com base nessa lista, nessas propostas, Eu chegarei um parlamentar, pode cortar pra gente aqui a câmera, por favor? Chegarei um parlamentar, iria propor, olha, nós temos essas questões aqui para serem debatidas, é a falta de recursos, é um problema social, demonstraria a importância. Então você faz um cruzamento entre
a linha, as propostas do Ministério da Igualdade Racial com as propostas do relator para tentar conseguir alguma emenda eh parlamentar. Eu achei interessante Aquele comentário ali, ó, que alívio ver os profs não entendendo [risadas] o que se passa na cabeça da FGB. >> Não foi aqui o cara deu uma, não tô dizendo que tá ruim. Eu acho que isso aqui faz parte. A nossa capacidade é de dialogar com a banca. a gente ter essa capacidade, não pode ser só um carimbador. >> Volta para cá, minha gente. Volta pra gente. >> Eu vou, vamos só finalizar
aqui no Slide, tá? Justifique de que modo a estratégia proposta pode fortalecer a governança pública, a transparência na execução das políticas de igualdade, avaliando a sua pertinência e viabilidade. Se eu tivesse Agora, corta pra gente aqui, por favor. Agora, >> agora cortou aqui pra gente. Eu achei curioso isso aqui porque normalmente a gente tem um ponto de apoio e faz um debate. Por exemplo, eu tenho mobilidade, Papel do estado, papel da agência reguladora e aí fica aberto para debater. Só que aqui eles deixaram duplamente aberto, por a própria proposta sou eu que busco. E como
que essa proposta que eu já tive que entre aspas inventar no item três pode fortalecer a governança? pode fortalecer outros pontos. Vocês conseguem perceber que eu fico aberto tanto a solução proposta como que isso vai gerar uma consequência para a sociedade. Então, Por isso que esse item quatro ele fica extremamente aberto. Então, a gente tem que ter uma capacidade de selecionar bem o tema. Na hora que você fosse montar, você já tinha que pensar: "Opa, não adianta pensar bem no item três e não pensar depois o que você vai fazer no item quatro". E aí
eu acho que a gente houve um debate muito grande sobre a história do orçamento secreto, essas emendas, para onde que estavam indo esses recursos, existia uma verificação, Existia plano de trabalho, não existia plano de trabalho. E agora no momento que você traz o ministério também para o debate, o ministério que também já tem planos, já tem ações e você consegue elencar prioridades, isso faz parte da governança. Porque quando você tem emendas parlamentares que t finalidade meramente eleitoral, só para o parlamentar chegar na campanha e dizer: "Eu destinei tantas emendas para o estado, para o município".
Isso fica Desassociado de uma política pública mais planejada, porque vem mais de um ponto eleitoral ou algo da cabeça do parlamentar ou o que é pior ainda, um mero interesse individual do parlamentar. Quando você já tem o ministério envolvido junto com o parlamento, você tem o que? o representante da sociedade com o poder executivo, que é quem tem a o papel prioritário nas políticas públicas, você consegue equilibrar melhor. Isso faz Parte de governança, isso faz parte de transparência. Então, seria essa forma que eu faria o link entre os dois, mas aqui o tema é realmente
aberto, tá? Beleza? Deixa eu ir para a gente tem que passar rápido, senão a gente vai ficar aqui até amanhã e a gente tem que pegar um voo daqui a pouco, [risadas] >> né, mano? >> Mobilidade urbana. É, eu tem que ir até um aeroporto. >> Exato. >> Antes tem que pegar o Uber. [risadas] >> Antes tem que pegar o Uber. Tem que passar por um monte de perrengue aqui. >> Mas só pontura a gente tem o a questão dois. Aí >> eu já vou colocar na a dois do bloco cinco >> ou a dois
do >> É porque foi sobre comunicação. >> Aí eu coloquei aqui >> do bloco cinco. >> Eu já coloquei no slide. >> Show. >> Enquanto o Harsa aqui, deixa eu só então fortalecer o a explicação vai ficando ainda mais evidente aqui para mim. É, não é que foi ruim, né? É isso. É que foi realmente complexo. Talvez desse tópico três você conseguiria fazer um texto dele, né? E realmente você tinha que encaixar ele dentro [risadas] de um texto que já vinha acontecendo e que ainda tinha o tópico quatro. >> Exato. >> Então me parece assim
muito, né, uma certa gerade tinha que abrir que tinha que fechar. >> Isso que é um desafio e é seletivo. >> É. Ô Júlia, eh, você sabe que o segundo tema do bloco cinco, ele tem um, ele depende mais de você do que da gente, né? Eh, só o pessoal entender o contexto. Eles trouxeram uma eh o GOVR, todos os órgãos públicos, eles estão com um grupo de comunicação social que faz Esse trabalho de social mídia. E aí, por isso você vê que o a rede social do dos órgãos públicos, as redes sociais governamentais, se
você dar uma olhada nos últimos dois anos, você percebe que ela tomou uma uma um aspecto muito mais profissional de mídia social do que aquele cara lá engravatado falando um juridicace. Então, mudou muito a mídia social de tudo com que é org entidade. E aqui eles trazem o exemplo do canal GolvBR que conseguiu posições, pode Colocar aqui no quadro, posições relevantes no TikTok, cara. TikTok. É, é isso que eu tô falando assim. Eu não tô falando sentido pejorativo, eu estou falando no sentido atual. A gente tá falando o GoovBr no TikTok. >> Chegou >> Twitter,
né? No ex, o antigo Twitter. O a rede social sabe que ela não virou ex, né? Ela virou ex antigo Twitter. e também no YouTube. E aí depois vai Trazer mais adiante pra gente o papel da comunicação informal, da comunicação pública digital numa linguagem simples e da ética comunicacional. Eh, não é um tema que eu domino, mas eu só queria aproveitar e trazer que nós tivemos um debate importante semana h duas semanas, né, Graciolle, que foi a aprovação da legislação que trata da utilização de linguagem simples. Pode cortar pra gente. E aí inacreditável como tinha
muita coisa importante na Lei, só que o debate se concentrou num único ponto, né? E aí a gente não debate as outras. questão da própria utilização da linguagem simples e da facilidade de comunicação. E esse texto envolve um pouco eh desse aspecto. Você quer comentar alguma coisa ou a gente já pode passar pro próximo tópico, Júlia? >> Quero só comentar com o pessoal assim que obviamente, como nas outras questões, a gente tinha muitas formas de sair ali dos itens, né? Os itens são Muito abertos e cada item, na verdade, eh poderia ser uma questão discursiva
inteira, né? Então a gente também sofre com o mesmo problema nesse caso, mas era muito importante ter citado a a característica do foco no interesse público, na comunicação pública. Então um dos riscos que a gente teria ali dessa comunicação seria atender a eh objetivos pessoais ou ter uma hipervalorização da imagem do gestor público, o que aí faz a ligação até com A tua matéria, Herbert, na parte da impessoalidade, né, da administração. Então, a gente teria esse ponto poderia ser citado como um dos riscos e eh trabalhar também a questão da missão, visão, valores dos órgãos
como algo que precisa ser respeitado, apesar dessa adaptação de linguagem para diferentes públicos. Então, estar presente num TikTok, eh, numa ferramenta como Ross no Instagram, eh, por parte, por exemplo, da Câmara dos Deputados, do STF, que são Órgãos que fazem um trabalho eh muito bom nesse sentido, né, muito muito relevante nesse sentido, não quer dizer que eu vou perder esse cuidado com a veracidade da informação, com a checagem dos fatos, com a apresentação dentro e de normas corretas de expressão da língua, né? E para fazer um paralelo com essa parte da linguagem simples, deixar claro
que linguagem simples não é uma linguagem simplificada, é uma linguagem que preza pela clareza da informação. Então é uma linguagem que precisa ser compreendida pelo usuário, né? E para isso eu preciso fazer uma segmentação do meu público. Eu preciso necessariamente entender com qual público eu estou me comunicando para que aquela linguagem seja efetiva para ele. Então são alguns pontos que a gente poderia abordar ali, obviamente que na diferenciação, né, dos três itens, enfim, conforme os comandos, mas é uma ideia geral aí da questão do que poderia eh ser falado eh para Responder aí o tema.
>> Bacana. Eu tô, eu vislumbro causa e confusão no quando saíram os espelhos e quando sair a correção, cara, >> porque eu tô imaginando assim qual critério que eles vão usar para avaliar esses sempre esses últimos itens aqui que estão mais cabulosos, quando a gente normalmente esperava um tema mais técnico, >> mas tudo bem, vai dar tudo certo, >> faz parte. >> Bora lá então. E aí, >> vamos >> nosso economista pro bloco seis. Essa essa letrinha aí é minha, viu, minha gente? Essa essa essa é a minha letra que vocês não conhecem, letra cursiva.
>> Ela vai apresentar o gabarito para FGV. Agora [risadas] >> vejam, é uma questão muito bacana que fala sobre mercado de trabalho. Eu sou suspeita porque eu acho mercado de Trabalho um tema muito interessante. E aí, o que que a gente vai ter? Vou inclusive passar aqui para o comando poder voltar. Ele pede aqui apresentar uma breve introdução sobre a evolução recente do mercado de trabalho no Brasil. E aí, então aqui era ali volta para mim, era uma característica bem ampla de introdução e que vou falar aqui sobre as características gerais. Então, inclusive eu tava
vendo, eu tava vendo que essa Semana saiu a veja dessa semana falar justamente sobre isso aqui. Então, se não vou comprar no aeroporto, a banc a revista tava fechada, mas é bem isso. Então, o que a Mercado trabalhou hoje é de um país que bateu a menor taxa de desocupação da sua história. Desde desde 2012 para cá, nunca se teve tão uma taxa de desemprego tão baixa. Então, quando ele fala aqui, apresenta uma breve introdução falando, deixa eu táar aqui, falando sobre a evolução recente do Mercado de trabalho, não é isso? Craciol, >> isso >>
é esse que ele queria. Aí ele vem aqui e fala e aí aqui é que vem a questão argumentativa, né, que é explique a o aparente paradoxo entre a queda da desocupação, ou seja, uma redução da taxa de desemprego e o aumento dos requerimentos do seguro desemprego. Isso aqui tá associado a esse gráfico que tá aqui, ó. Eu tenho Uma redução da taxa de desemprego. Ele bateu aqui 6,5. A taxa de desemprego tá menor que 5% na casa de 5 e pouco. E um aumento aqui então da nossa solicitação de seguro desemprego. E aí por
que que isso acontece? Ele fala aqui que é um aparente paradoxo. Aqui tem argumento pra gente. Ele fala desenvolvendo. Aí já bota aqui os três argumentos amarrando então um texto dissertativo, argumentativo. Então aqui eu já teria que fazer isso. O primeiro é Diferencia o conceito de desempregado e de desalentado. Aqui é descrição. É você vai fazer, você vai escrever quem é o desempregado. Volta para mim aqui. O desempregado é a pessoa desocupada que está ativamente em busca de emprego. Graças na cabeça. [risadas] Então ele tá atuando, está tomando alguma providência na semana de referência para
buscar o emprego. E quem é o desalentado? é aquele que está que não busca emprego por não acreditar que existe uma vaga Para ele. Essa é uma alibança na cabeça, não combinei com ele. >> E eu achei maravilhoso essa definição aí porque realmente principalmente o desalentado, né, o BGE, a cada nova divulgação de dado ele traz, né, a referência e tem muita gente que não sabe a diferença do desempregado e do desalentado. >> Desalentado. Então a pessoa não procura emprego porque acredita que não tem. E aí aqui um aprofundamento, O desempregado, o cara que tá
desocupado, está buscando emprego, é ele que tá na taxa de 5% da nossa taxa de desemprego. O desalentado, ele está desocupado, mas ele não busca emprego. Logo, ele não pressiona a força de trabalho, logo ele não pressiona a taxa de desemprego, o que é uma confusão. Isso que muita gente não concorda, mas é assim que se calcula. Então, eu estou jogando frescoball na praia. Eu não sou desempregada. Eu estou desempregada se eu fizer algo específico, direcionado para me ocupar. Me inscrevi em um concurso, comprei um curso para concurso, o que foi que eu fiz. Aí
ali eu aponto que eu tô desempregado, tá? E aí aqui tem essa diferenciação, desempregado e desalentado. Beleza, vamos embora aqui. Aí ele pede e e aí eu achei confuso, mas aí meu professor de português me ajudar ali. Explique o fator econômico e conjuntural. Eu entendi que era um fator Só econômico e conjuntural. >> Sim. >> É isso, né? que contribua para essa tendência, paraa tendência de essa tendência de que eu tenha uma redução da taxa desocupação e um aumento do requerimento do seguro desemprego. Aí volta para mim aqui. Isso aqui, pô, ah, >> conseguimos. Isso
aqui acontece porque quando eu tenho uma taxa de desemprego muito baixa, taxa de desocupação muito baixa, o trabalhador sabe que se ele Sair de um emprego, como tá todo mundo ocupado, ele vai rapidamente se recolocar. Então eu aumento a taxa de rotatividade no mercado de trabalho. Então o que acontece é eu vou ter, eu vou conseguir empregar mais rápido, então eu fico girando mais. Quando o mercado de trabalho tá muito desaquecido, que tá com a taxa de desemprego de 10%, por exemplo, ou de 15%, aí eu não saio do meu do meu meu trabalho, porque
eu sei que se eu sair, Eu vou demorar mais tempo para poder me recolocar. Então, seria esse o fator. E aí avalia as políticas assistencialistas que a influenciam. E aqui um outro ponto que é isso, a política assistencial e pensando especificamente no Bolsa Família, pensamento para regiões muito pobres, pensando no caso da região Norte, Nordeste, ela aumenta o salário de reserva. O cara faz: "Pô, eu vou trabalhar por salário mim e vou ganhar R$ 1.00 ou vou receber minha bolsa Família e vou ganhar 600?" Então ele faz: "Pô, eu não vou ou eu vou eu
vou trabalhar sim se eu fizer e se eu ganhar mais." Então o a política assistencial ela vira um salário de reserva mínimo. O cara não vai querer receber tantos Xais eh para poder trabalhar. Ele ele pressiona o mercado de trabalho. O que é que acontece nesses três pontos? Qual é o problema? É articular tudo isso em 30 linhas. Porque, OK, eu vou vou abrir explicando que a taxa de desemprego é Muito baixa. Depois eu tenho que explicar o que é desalentado e desempregado. OK. Eu explico a taxa de desemprego muito baixa e já explico. Olha,
mas isso aqui não considera desalentados. Então eu tenho uma conexão. E o que é que faz se a taxa de desemprego ser tão baixa? Aí eu tenho uma melhora no mercado de trabalho e por conta da melhora do mercado de trabalho eu vou ter mais rotatividade. E aí a política assistencial faz com que As pessoas pressionem o mercado de trabalho. E aí ele vem e fecha. Eh, conclua o texto destacando os efeitos dessas dinâmicas todas sobre o mercado de trabalho brasileiro e também sobre a proteção social trabalhador. >> Fácil demais, super tranquilo, complexo. >> Tudo
linhas, 10 linhazinhas. >> Pouca coisa, [risadas] pouca coisa, gente. >> E aí o que eu vi quando eu fui fazer meu texto, essa parte foi a maior, não foi? Não foi a maior parte, não. Foi a menor menor parte. E tem que concatenar tudo e retomando, né? Olha, eu tenho o mercado de trabalho mais ativo que gera mais rotatividade, >> é bloco seis, tá, pessoal? seis em que eu tenho mais rotatividade, em que eu tenho uma maior, então maior rotatividade concatenando com mais informalidade que o que tá no texto de base. E isso tudo faz
que o mercado de trabalho seja mais parrudo. Aí o que Deixa esse mercado de trabalho mais parrudo também são as políticas de proteção ao trabalhador, seja via bolsa família, seja via seguro desemprego. É o que eu vislumo pr escrever o desafio. Botar isso em 30 linhas. Botar isso tudo aqui nas 30 linhas é o desafio. E eu tinha falado pr vocês, se graciol concorda comigo, foi levem duas canetas, uma bico bem fininha e uma bico bem grossinha. A que eu, a minha era bico grosso, eu ficava limpando assim a Caneta na calça para poder ficar
bem limpinha assim assim tinta [risadas] e fazendo para poder caber nas 30 linhas, porque era era muita coisa para escrever. >> Agora é um tema extraordinário. Se a pessoa tá minimamente ligada em testa de desemprego saiu semana passada, foi semana ou passada ou retrasada, então tá muito quente na cabeça. O Brasil e isso tá em tudo que é jornal. No Brasil alcançou as menores taxas de Desemprego da série histórica. Isso é muito importante. >> É, e é interessante porque é uma prova do CNU, né, que a gente sempre espera alguma coisa de alguma forma relacionada
com o contexto nacional. Até tem muito da realidade brasileira, né? Se você voltar ali na primeira etapa do concurso em algum alguns blocos. E aí o que eu acho interessante é assim, o candidato, gosto muito da sua fala final, Manda, o candidato minimamente informado, ele ele Conseguiria se virar. Não sei se na exigência que a banca talvez, >> né, realmente crie a partir dos tópicos e reforço. Você tá indo para esse bloco, esse tema te surpreende absurdamente, é hora de retomar, né, fazer aquela autoavaliação, momento sempre de pós-prova, né, que pé que eu tô aqui
na minha preparação, porque de alguma forma é um tema que, né, você tem que transitar aí nesse bloco. outros também o tema de caráter socioeconômico do Brasil que impacta diretamente no nosso dia a dia, né? >> Hum. E para todo mundo, né? Porque desemprego é para todo mundo, desemprego reduzi, reçõ desemprego reduz violência, é muita coisa em torno do mercado de trabalho. Então eu fiquei muito feliz com com o tema. >> A FGV selecionou muito bem os temas e assim e >> óbvio que a gente tem que ver qual que vai ser a perspectiva de
dos próximos CNOS, mas faz com que o pessoal do nível superior, que são temas técnicas ter que treinar para discursiva de forma diferente. >> Sim. Porque se eu fosse concurseiro hoje, eu não teria me preparado dessa forma. Eu teria me preparado para um tema como é assim. E não é que tá errado, a gente tá seguindo pelo histórico. Se você pegar os últimos 10 anos da FGV de cargos de nível superior, quando a gente espera um texto Dissertativo, você tava querendo saber lá qual que é a modalidade de licitação, qual que é o isso, qual
que é aquela. Agora muda o negócio. Exato. >> Né? Dá para fazer, mas é diferente. >> É uma pergunta ali do >> É, ficou muito mais >> Oi, fala Júlia. >> Não, ficou muito mais abrangente do que o esperado, né? Assim, eles abriram muito as possibilidades de resposta, o que pro tempo de prova talvez dificulte Um pouco o raciocínio, né, do ponto de vista de você encontrar uma solução que seja coerente, mas ao mesmo tempo eh facilitou no sentido de que você não teria que decorar necessariamente um outro ponto, né? Então tem tem o pró
e o contra nesse caso, né? >> É só uma pergunta que fizer de professora. A pergunta é sobre o fator que contribui paraa redução da da taxa de desemprego e o aumento de requerimentos. é rotatividade, eu vou Girando de emprego porque o mercado de trabalho tá muito aquecido. Fala assim: "Ah, eu não quero mais trabalhar com Herbert, não quero trabalhar com Gracioli, então eu vou vou trocando de emprego." Então o mercado de trabalho quando ele aquece ele beneficia o trabalhador, aí o trabalhador gira ou ele ganha força para barganhar melhores condições de trabalho. E aí
não à toa se fala da escala se do fim da escala 6 por1, se fala de melhoria no salário Mínimo, dos benefícios que as empresas têm que dar, porque plataformização do trabalho, que hoje é uma discussão muito em alta, né? Como isso afeta a questão dos direitos trabalhistas, enfim. >> Exato. Então, assim, eu começo a trazer para pra discussão outros elementos e mercado de trabalho é essencial. Me surpreendeu o tema. me surpreendeu inclusive porque isso não tá na parte de economia, isso deve est na parte mais de de atualidades ali, não tá explícito ali Em
economia. Eu esperaria alguma coisa economia brasileira, mas que bom que ele trouxe um tema que é econômico e que é tão absurdamente importante para entender a realidade do do país. Pensando eh não pensando nas reguladoras que estão no bloco se, mas pensando no MGI, por exemplo, que tem muita vaga, tá muito aderente. >> Legal. Vamos lá aqui pra outra a última questão que é uma questão essa eu achei um pouquinho mais trabalhosa. >> Quer jogar aí? >> Ainda vou botar aqui. Desculpa. É, é um pouquinho mais trabalhosa. E eu vou explicar porquê. Ele fala sobre
a questão da extensão rural, né? Então, com base nessas observações sobre o setor agropecuário e a formação do seu sistema nacional de inovação consolidado ao longo de mais de meio século. Três tópicos. explique o papel da extensão rural para disseminação de conhecimento técnico e Científico entre os produtores. A questão tinha como comando eh a perspectiva da Embrapa e do benefício que foi trazer a Embrapa pro Brasil na modernização do setor agrícola brasileiro. Então aqui a gente no texto ele fala, ó, a gente tinha um problema de escassez de alimentos muito forte, uma agricultura muito precária.
vem a Ebrarpa e muda isso. Que que ela faz? Ela consolida a pesquisa. Que que a extensão rural faz? Ela joga pro pequeno Pro pequeno produtor para que ele produza. Não é isso que >> sim >> extensão rural é isso. É democratizar esse excesso. O que é que eu achei ruim? Foi a ordem aqui, porque a extensão rural ela vem depois que a pesquisa é feita. Eu faço a pesquisa, ela se consolida e eu faço a extensão. Que que eu achei ruim da ordem? Vamos lá. Aqui fala que é que ele pede para explicar o
papel da extensão rural para e ele no Final ele fala o que é. explica o papel extensão rural na disseminação de conhecimento técnico e científico entre produtores. Ele meio que já disse o que é que ele queria que explicasse e é isso, é chegar perto. Aí ele vem, caracterize a pesquisa agropecuária com destaque para a criação da Embrapa e para a formação de um sistema nacional de pesquisa agropecuária. E aí aqui a importância da gente ter um centro de pesquisa que no Brasil a gente Já sabe, existe uma distância muito grande entre o que é
construído nas universidades e o que chega na ponta. Então a gente tem muitos artigos científicos sendo escritos, mas pouquíssimas patentes sendo criadas. Então é a Imrapa vem para quebrar isso. Então aqui ele fala caracterizar o quê? A pesquisa. Então vamos dizer, isso é importante para melhorar aqui o processo de modernização, podia falar de forma mais ampla e aí com destaque pra criação Da Embrapa, que vai disseminar para todo mundo e a formação desse sistema nacional de pesquisa agropecuária dentro da lógica dos sistemas nacionais de inovação, né? Então ele tá dentro dessa perspectiva de que eu
tenho um sistema ali em que eu pego o governo, universidade e eu chego até o produtor e ele vem aqui para finalizar. Apresente. É isso aqui. Eu achei uma maldade, minha gente. E aqui eu quero ver como é que vai ser feito. Apresente duas parcerias públicoprivadas e o modelo da tríplice, da hélice tríplice, da hélice tripla ou tripla hélice, com mecanismos de inovação e de integração entre governo, universidade, setor produtivo. Isso aqui é muito, muito, muito, muito, muito abrangente, porque o meu repertório de parcerias público-privadas vão ser de Pernambuco. >> Eu vou ter lá, ó,
tem o Porto Digital, Eles fazem inovação e também levam pro setor rural. E eles têm o Innova PE, que é um programa de subvenção estatal, que também dá dinheiro para empresas que querem fazer automação setor rural. >> Mas, ô Amanda, deixa eu te fazer uma pergunta. O termo parceria aí tá sendo utilizado no sentido genérico? ou no sentido da lei das PPPs, que é um contrato de concessão. >> Pois é, só que eu, como eu vi tudo agora, graças a me ajudar, como tá tudo Minúsculo aqui, >> eu acho que é genérico. >> Eu achei
que era genérico, >> ó, porque a expressão parcerias públicadas, é concessão de serviço público, né? Na hora que eu li o tema, eu não fiz a prova, eu já imaginei a lei das PPPs aqui. >> E eu pensei, eu trabalhei PPP, sei lá, 5 anos, ele cara não tem PPP pra parte agrícola. >> Uhum. Não tem, tem, ó, tem urbana. Aí eu fiquei pensando, tem a parte urbana, não tinha. Aí eu disse, tá tudo minúsculo, eu vou colocar aqui duas experiências. >> Teria, teria um debate, mas aí assim, aí eu acho que a FGV é
no nível, quero cortar o pessoal de todo mundo, >> que na forma de concessão administrativa, você não precisa ter necessariamente um serviço público, pode ser um serviço, tem doutrina que separa essa ideia. Aí você poderia fazer talvez Algum trabalho de pesquisa, de inovação, isso. Mas cara, é demais assim, eu acho que é, eu acho que é genérico também, é uma parceria com a sociedade civil. >> Isso porque depois ele fala aqui como mecanismo, como meismo de inovação e integração entre governo, universidade e setor produtivo. Então o que é que eu entendi? E aí aqui é
compreensão, interpretação de texto. É que não era para lei das concessões. >> Sim, também acho que não. >> Também acho que não. >> Mas e não sendo ficou pior. >> Tem gente que vai >> que vai colocar. Não, se alguém colocar a concessão também não tá errado. >> Uhum. desde que tem um argumento adequado, >> desde que justifique. O que eu acho é que se isso for genérico, cada um vai usar de acordo com seu repertório. E aí o examinador para validar cada resposta Vai precisar muito aqui. Nós estamos no bloco seis, tá? A gente
já tá terminando o bloco seis. E aí eu acho que o examinador aqui ele vai precisar, se isso foi já aberto, olhar o Porto Digital de Pernambuco, Amanda colocou certo, ele realmente tem alguma prestação de serviço pro meio rural e aí vai criar um problema dandesco para ele, vai ser um inferno isso aqui. Mas enfim, ficou confuso. Eu ainda pensei, será que é uma PBP mesmo? Ainda pensei aqui o que Seria essa parceria em termos de contrato e concessão. Disse não achei. Vamos botar aqui para fazer genérico mesmo. E aí vamos esperar de novo. Esse
eu comecei fazendo esse. E aí esse aqui eu comecei fazendo com a letra enorme. E aí eu queimei logo aqui seis linhas aqui. Aí escrevi aqui. Ah, cadê? Escrevi aqui. Escrevi aqui. Disse: "Peciso gerenciar mais meus papéis". Mas é isso, então. Mas a mesma coisa dos outros blocos, era muita coisa, era eram muitos Tópicos, era uma necessidade muito grande de fazer coesão e coerência para amarrar, quando na minha visão não estava tão eh eh logicamente estruturadas os pontos que estavam propostos pela banca. Mas enfim, é só uma percepção. >> É isso. Bloco seis. Julian, bora
falar do bloco sete. Você quer que eu coloque no slide aqui? Você vai falar onde eu vou sublinhando ou você consegue Falar daí? >> Pode ser. >> Então vamos lá. >> Não, acho que tem que ser daí de São Paulo, gente. >> Calma aí, calma aí. Pode mandar bloco dois agora, tá? >> Bloco dois. Pessoal, a gente teve aí um primeiro texto falando sobre a questão da conectividade eh plena, né, de uma conectividade que de fato se expande para além da questão Eh técnica das infraestruturas de informática, mas vai também para essa capacidade de utilização
dos serviços. Então, eh, ele até lista ali algumas, eh, atividades, né, colocando, por exemplo, o uso de serviços públicos, o uso de aplicações bancárias como pontos principais de um uso de alta complexidade, né, das redes. E ele traz essa necessidade, então, da gente entender é inclusão digital, não só como acesso técnico, mas como capacidade de Uso, né? Esse é o ponto principal. E aí, pode passar o slide, por favor. passa para mim o texto dois. >> Pode avançar. >> E aí o texto dois é um texto Não, só volta dois. Voltei, voltei. Voltei. >> E
no texto dois, a gente tem um texto muito mais filosófico até, né, sobre as capacidades humanas, sobre o pleno desenvolvimento de alguém, principalmente que está numa posição de baixa renda, né? Então, com dificuldades De acesso, né? E aí ele relaciona muito as liberdades de escolha, né? Aos próprios direitos fundamentais, né? o exercício desses direitos. Quando a gente vai pra questão, e aí a gente pode avançar pegando nos três tópicos, né, que ele apresenta pra gente. Eh, no primeiro ele pede essa relação entre o primeiro texto, né, que traz o conceito de conectividade significativa com o
conceito das capacidades humanas que vem No segundo texto. Então, eu vi alguns alunos comentando ali eh no chat falando: "Ah, a resposta estava nos textos. Calma aí, você tinha os conceitos apresentados de fato, ele não cobrou esses conceitos, mas você tinha que fazer uma interrelação entre eles. Então, como eu quando eu tenho uma conectividade significativa que amplia o meu acesso à informação, que amplia a minha capacidade eh de compreender a sociedade, de participar enquanto Cidadão, eu estou por meio dessa conectividade ampliando a capacidade humana de um determinado grupo social. Então essa relação que você tinha
que expressar ali no ponto um, tá? Então isso tinha que ficar muito claro falando então sobre como a gente incentiva, por exemplo, uma participação cidadã, que é uma expressão de uma liberdade, que por sua vez está ligada à plena capacidade humana, que vem por meio de uma conectividade significativa, tá? Então a Gente interrelaciona esses conceitos. No ponto dois, ele pede esses dois fatores que dificultam o alcance dessa conectividade no contexto do país. Nesse caso, gente, e entra no mesmo problema que a gente teve na prova da Amanda, na prova do Rodolfo, na prova do Ebert,
né, nos outros blocos, que é a quantidade de fatores que nós temos para justificar essa dificuldade de conectividade. Então, a gente pode falar de custo dos equipamentos, né, de um alto custo. a Gente pode falar de da dimensão territorial do país que acaba dificultando que a gente chegue, por exemplo, em comunidades ribeirinhas com esse acesso à e conectividade. A gente pode falar da própria desigualdade social no sentido de acesso à educação, né? Só que você tinha que lembrar nesse ponto que a gente tá falando não só de aspectos técnicos, mas também da capacidade de uso
para eh essas tecnologias. Então, quando eu falo de Desigualdade educacional, eu estou falando sim desse uso, né, dessa capacidade de compreender como uma plataforma digital funciona e como que eu vou de fato aplicá-la no meu dia a dia, né? A questão do analfabetismo também, né? O analfabetismo funcional. A gente tem dados mostrando ali que em torno de, salvo engano, 30% da população eh consegue de fato ler e interpretar textos de maneira correta. E aí, provavelmente, o Rodolfo vai ter esses Dados melhores do que eu. Eh, mas a gente tem dados sobre isso, né, que podem
ser considerados eh aspectos relacionados então a essa dificuldade do uso e a não ter essa capacidade plena. Então, FGV deixou muito aberto, né? Você teria necessariamente ter citado esses dois fatores e aí para fechar ele pede essa proposta, né? Ele pede essa ação ou estratégia que vai eh justamente permitir que a gente amplie esse acesso, né? Eu achei interessante o fundamentado Na sua área de conhecimento, né? Então, pedindo ali eh trazendo uma relação com a área do candidato, né? A gente tinha no bloco dois pessoas formadas na área de cultura, né? De produção cultural, tinha
o pessoal da comunicação social, de fato, tinha o pessoal da parte da pedagogia, né? Então, veja que isso eu acho que favoreceu muito essa análise, né? Apesar de termos cargos tão distintos, permitiu que houvesse essa valorização, né? Ébert até colocou na Tela ali para mim. Eh, então eu acho que isso foi muito muito positivo. E aí na minha redação, na minha discursiva, né, eh, tive que puxar um pouco a sardinha para área de comunicação, né, naturalmente. E aí coloquei a comunicação pública como conceito fundamental, né, então era um caminho que vocês podiam ter seguido, né,
comunicação pública como estratégia, né, a partir, por exemplo, da entrega de informações qualificadas pra população. Então, a partir de iniciativas, como, por exemplo, eventos presenciais, cartilhas educativas, né, treinamentos eh dados sobre o tema paraa população, né? Lembrando que não posso me restringir se a gente fosse seguir por esse exemplo, somente em iniciativas digitais, porque eu tenho uma parcela que tem pouco ou nenhum acesso. Então, eu também tenho que ter iniciativas presenciais, iniciativas no meio offline para isso, né? E aí seria uma das formas Da gente implementar isso em termos práticos. Então, temos algumas eh propostas,
né? Ali viam o pessoal falando de editorias com influenciadores, né, para chegar na população, né, algumas outras propostas que o pessoal colocou ali. Então, são alguns caminhos que a gente tem e agora a gente aguarda para ver o que que a FGV vai eh trazer nesse espelho. Então, esse foi o primeiro texto, né, o primeiro tema e a gente tem um segundo que foi Mais pro pessoal da parte eh da cultura, né? né? E aí o que eu tinha comentado mais cedo, né, Rodolfo, a gente tem ali um gráfico mostrando essa relação da mobilidade com
acesso a museus, cinemas e salas de espetáculos, tá? Eh, e no segundo texto, ele fala mais sobre a cultura dentro das comunidades locais, então entidades, coletivos locais, né, trazendo ali, eh, em primeiro lugar, né, no texto um, uma manifestação cultural dentro de espaços institucionalizados. Então, dentro de espaços muitas vezes privados, inclusive, mas enfim, públicos e privados, mas de uma maneira mais institucionalizada, tá? E no segundo texto, eu tenho a cultura na população em si, né? Eu tenho a expressão do hip hop, da dança, eh das artes mais relacionadas ali ao contexto mais próximo das pessoas.
E no item um, né, quando ele vai abordar ali no pedido da questão, vejam o seguinte, eh ele pediu para identificar essas Formas de acesso, né, no texto um e no texto dois. Então, em primeiro lugar, eu falo de uma cultura mais institucionalizada dentro desses ambientes. E um aspecto que a diferencia, um aspecto que você poderia ter colocado até para fazer relação com o que vem depois, é o fato de que eu tenho uma dificuldade de acesso a essa cultura institucionalizada, porque normalmente fica concentrada nos grandes centros e em regiões mais abastadas das Cidades. Então,
comunidades periféricas muitas vezes tem uma dificuldade de acesso a um cinema ou a um museu, né? seja pela eh distância para esses espaços, seja por meio do custo, né, que é exigido para isso. Então acaba sendo uma forma de cultura que fica mais restrita para classes que têm uma condição econômica eh melhor. E aí no segundo ponto, trazendo então essa cultura mais local, uma cultura de rua, uma cultura popular, né, dos coletivos, Que são entidades que muitas vezes não recebem o devido financiamento, não recebem um espaço da grande mídia, não conseguem ter uma inserção eh
maior dentro eh do que a gente considera como veículos de comunicação de massa, né? Eh, produtoras audiovisuais muitas vezes não vão colocar um grande volume de recursos nesse tipo de cultura, mas é uma cultura mais acessível, é uma cultura que é uma expressão identitária de determinados grupos, né? O próprio eh Enunciado ali vai citar os povos originários, os quilombolas, vai citar eh a população indígena. Então tudo isso eh pode ser considerado como exemplo. E aí no ponto dois, só pra gente fechar, né, a gente tem ali eh uma relação entre a política nacional de cultura
viva, que é citada pelo enunciado, e os pontos e pontões de cultura, né? E como que isso se eh manifesta na prática, né? Como que isso se torna eh uma política cultural eh e qual o impacto dela, né? Então, a Gente teria que falar, por exemplo, que a partir do momento que eu catalogo essas iniciativas culturais e eu tenho um cadastro disso, eu tô gerando uma base de dados que, em primeiro lugar, é um reflexo do Brasil, é um reflexo da cultura nas suas mais variadas formas no território brasileiro. E eu consigo mapear isso paraa
distribuição de recursos. Então, eu consigo corrigir eh padrões históricos eh de desigualdade por meio da distribuição de recursos Para apoiar essas entidades, essas iniciativas. Então, um fundo de apoio à cultura, como a gente tem no Distrito Federal, que patrocina eh e traz recursos pro circuito de quadrilhas juninas, aqui, por exemplo, é uma forma de eu fazer essa distribuição, né? é uma forma, por exemplo, é de tentar corrigir desigualdade, de tentar proteger também a cultura regional de alguma maneira. Então são algumas ideias, né, que você poderia ter trazido, mas teria que fazer Essa relação então entre
a o cadastro, o financiamento, né, e a correção da desigualdade. Então, gente, breve análise aqui do bloco dois, né? A gente espera amanhã sair e esse espelho de correção, né, esse, enfim, essas informações da banca, >> né, >> e a gente fica na expectativa, né, pessoal, para não vir nada tão polêmico, né, e a FGV se manter minimamente coerente, né? Não sei se amanhã, como disse, como é que foi aquela análise do Oscar? Eu não tenho capacidade de opinar. [risadas] Eu acho que sai amanhã. Não sei porque normalmente saiu o espelho junto com as notas,
né? >> É, não, mas eu acho que eles vão divulgar o padrão antes, né? Assim, os cadernos vão sair, tá? Em em breve, né? Vão sair os cadernos. >> Eh, o pessoal tá pedindo, ah, o bloco X, o bloco Y. O que que nós fizemos de Estratégia aqui? Estratégia na estratégia. os os blocos em que nós os nossos professores foram fazer as as provas. Alguns fizeram de fato, outros só estiveram lá pra gente ver as questões. Eu fiz a prova, a Amanda fez a prova, a Júlia fez a prova, fez a prova de fato. E
aí nós conseguimos passar para a fase seguinte. Então nós quisemos trazer aqui a experiência do professor em loco e não só a experiência do professor comentando O tema. Então, >> gerenciando linha, >> bloco três, por exemplo, que o pessoal tá pedindo, [risadas] bloco sete, nós não tivemos professor em loco fazendo análise, então não foi nenhuma escolha, ah, nos deixaram de lado, foi simplesmente porque é, são os felizardos aqui que puderam trazer a análise para vocês junto com o Gracioli, que também eh nos ajudou. O Graciel veio para comentar o nove na prática ele Participou do
comentário de tudo porque tudo tem uma pegada dele. >> Não, eu ia até falar o tema da Júlia, o primeiro tema fala sobre educação midiática, letramento digital, que é uma pauta muito de atualidades. O segundo tema, explora acesso à cultura, né? Então, de novo, a banca certa na seleção aí de temas relevantes. >> Deixa só eu fazer um comentário bem rápido, gente, só para responder uma dúvida ali. O pessoal falando da questão Do financiamento, né, na política. Quando eu falo de financiamento, gente, eu quero falar de distribuição de recursos, tá? Eu tô falando de uma
maneira geral, de uma maneira abrangente, porque a partir do momento que eu tenho dados sobre o cadastro, né, dos pontos e pontões de cultura, eu consigo distribuir recursos para as iniciativas culturais de uma maneira mais eficiente, tá? Então, não financiamento no sentido de normas de Financiamento na PNCV, mas no sentido de utilizar o cadastro como subsídio paraa instalação de outras políticas públicas que faça essa distribuição de recursos para incentivo à cultura. Tá? Então, só para ficar claro para vocês do que que a gente tá falando e não causar nenhuma confusão ali no chat. >> Bacana.
Pessoal, quero agradecer primeiro, eu pedi o like, porque eu não pedi o like no começo. Então, deixa o seu like aqui Se você gostou. Isso deu um trabalho danado. Ó, a quantidade de gente que se deslocou até aqui em São Paulo para fazer essa prova. Quantidade de pessoas que estão envolvidas em toda essa correção. A Júlia lá de de Brasília. E agora nós vamos paraa próx nosso próximo desafio que não é tão não é no nível FGV, mas se assemelha ao nível FGV, que é voltar para casa. E eu sei que você também tá na
sua casa, nos seus desafios, enfrentando os problemas de Mobilidade urbana para chegar na sua casa também. E enfim, o que eu acho que a gente pode resumir aqui depois, não sei se vocês querem acrescentar mais alguma coisa, é que foi uma excelente prova. >> Sim. Eh, eu costumo falar que quando a gente não fala mal do árbitro é porque o árbitro fez um bom trabalho. >> Nós não estamos falando mal da FGV, nós estamos falando dos temas, >> por incrível que parece, >> nós estamos falando mal da FGV, fez um excelente trabalho, na minha visão,
é muito melhor do que foi o CNIL do ano passado em termos de qualidade da prova. uma evolução astronômica em nível tanto da prova objetiva quanto da prova discursiva. Falha tem, mas todo lugar em que houver o humano haverá um erro que é inerente e é isso que nos torna especiais. Então todo mundo vai errar, mas assim erra querendo acertar. Então, acho que foi um grande trabalho. É, no Mais, eu quero agradecer a participação de todos vocês aqui conosco e desejar que a correção seja uma correção bem feita, justa para fechar com chave de ouro
e que logo logo você possa estar comemorando o nome naquele tal do Diário Oficial da União, que é um momento que a maioria da equipe do Estratégia já poôde passar de ver o seu nome no Diário Oficial e nós sabemos o quanto que isso é transformador e o quanto que isso fez diferença na nossa vida e consagrou toda A batalha que nós tivemos. Então, que logo logo esse CNU venha o resultado e venha um resultado justo e você possa comemorar e ter uma vida melhor para você e paraa sua família. E mais, me disperço com
isso. Vocês fiquem à vontade. >> Eu queria agradecer primeiro tá nessa bancada de peso com a Júlia e diretamente de Brasília. Sempre uma satisfação. Eu ainda tenho um gabarito para fazer. vocês vão embora, tem um Gabarito para fazer hoje ainda. E e também concordo com o Herbert, acho que a banca foi muito inteligente na escolha, na construção. Óbvio que um elemento ali de maior complexidade, um apontamento a gente sempre faz, né? E e também a gente sabe que o pessoal tá sempre atento aqui ao estratégia também numa tentativa de melhorar. E o concurso não acabou,
né? A verdade é essa. Ainda temos etapas pela frente, tem aí o resultado, tem o padrão de resposta. Então é importante você tá atento às nossas redes, ao estratégia, acompanhar esse trabalho aqui. Tenho certeza que em breve, talvez você tá na bancada aqui contando a sua história. Naquele domingo à noite eu tava lá com vocês ralando, achando que não ia dar e deu. E esse é o caminho, né? O caminho de insistência aí. Se esse é o seu projeto de vida, sua hora chega. >> Isso. Eu queria agradecer a vocês, agradecer a todo mundo que
nos Acompanhou aqui. Foi uma missão, né? Eu, e a gente chegou, saíram de casa hoje, vai voltar pra casa hoje. Eu só chego amanhã que só chego uma hora, 2 horas da manhã, mas eh acho que é importante a gente passar por isso e e viver com vocês. Eu eu particularmente acho que fazer primeiro a objetiva e depois de um tempo fazer discursiva nos prepara melhor. Então acho que ninguém disse, nossa, a não ser acho que o tema do bloco cinco, ninguém Disse, nossa, isso aqui deu branco geral, ficou mais confuso. Eh, então eu acho
que foi melhor assim. Vocês concordam? >> Eu concordo. >> Eu acho que fazer é objetiva para esperar o resultado, fazer a discursiva, >> você se prepara de maneira diferente para cada uma das provas. Então, acho que isso ajudou muito. Eh, e no mais, vamos esperar sair amanhã as provas. A equipe dos professores dos blocos 1, 3, 4, 7 e 8, eh, vai atuar, essa equipe vai atuar para poder fazer os comentários, as percepções. Vamos esperar o padrão de resposta, a gente poder ver e aí depois vê os espelhos de vocês. E aí, achou que foi
injustiçado, entra com recurso. Eh, é sempre importante lutar por cada décimo que às vezes muda o ponteiro e vai você sair de uma pessoa que não foi classificada dentro das vagas, para uma pessoa que foi classificada dentro das vagas. Então é isso, meninos. Muito Obrigada. Eu acho que eu não volto aqui em São Paulo esse ano. Então feliz Natal com vocês também. [risadas] Meu Deus, tem até um sábio do do Jeda aqui atrás lá. Ó lá. [risadas] Zoando. >> Zoando. >> Fala aí. pessoal, eh, muito obrigado. Agradecer também Ébert, Amanda, Rodolfo. Muito bom estar nessa
bancada virtual, né, dessa vez com vocês e também pessoal que tá acompanhando a gente. Eh, essa Experiência de fazer prova, né, não mais como concurseira, mas do lado de cá, né, como professora. Eh, eu acho que ela tem um emoção diferente, né? E acho que vocês talvez concordem comigo, né? Porque a gente vai para lá sabendo que não é mais o nosso sonho que tá em jogo, mas é o sonho de tanta gente que a gente acaba conseguindo alcançar por meios digitais e que nem sempre a gente tem noção disso, né? A gente não tem
às vezes a dimensão de onde esse conteúdo Chega, né? Da quantidade exata de pessoas que a gente consegue alcançar mais ir para uma sala de prova, né? Encontrar os alunos, como eu encontrei hoje, abraçar, né? saber um pouquinho da história. É, tudo isso alimenta muito a gente, alimenta o que a gente faz aqui no Estratégia. Eh, e é de fato o que nos move a estar hoje num domingo à noite, 6:30, né, comentando prova depois de um dia cansativo. Ébert Amanda, ainda tem uma saga para voltar para casa, né? Então isso é algo que a
gente >> Graciol também não é igual a nossa, mas também é uma é parecida, tá? Eu [risadas] queria dizer que em 15 minutos eu tô em casa, mas >> quem me dera em 15 minutos no aeroporto. [risadas] >> Talvez eu pedi o Uber em 15 minutos. >> Mas só para fechar, então é acho que isso que deixa a gente muito feliz num dia como hoje. A gente quer torcer muito por vocês, né? Como vocês falaram, ter Uma prova justa, uma correção justa para essas provas. E tenho certeza de que até o momento em que o
nome sair no diário, a gente vai estar aqui do lado de vocês ajudando a cada passo. >> É isso. Obrigado, gente. Valeu. Tchau. Tchau. Feliz Natal para todo mundo. >> Feliz Natal. [risadas] >> Volto. Tchau. >> Tchau. >> Valeu. >> Tchau. Gente, >> tem a vinheta aí. เฮ [música] เฮ [música] >> [música]