o de de tudo que eu tenho visto, lido e conversado com os bilionários também, que são meus autores, todos unânimes. Isso é uma das leis, isso é unânime. Dinheiro nunca é propósito.
Pô, Marcelo, fácil os caras falar: "Não, não, não, não. É sério, dinheiro não é propósito. Eles têm um propósito, existe um valor, existe algo pela qual eles lutam.
" E aqui vem a questão da resiliência. O dinheiro vem como consequência desse propósito alcançado sempre. Então o dinheiro é meio e consequência.
Ele não é só consequência. Ele não é só meio. Ele é meio e consequência.
Mas ele não é propósito. Ele nunca é o propósito. Ah, o meu propósito, pode ver.
Quero dizer, ah, meu propósito é ganhar 1 milhão. Não, cara, o que que você vai fazer para ganar 1 milhão? Ah, não sei.
V não, não, não. O meu propósito é alcançar o maior número de pessoas possível. É resolver o maior número de problemas possível.
para essas pessoas e aí sim eu vou conseguir conquistar esse 1 milhão ou muito mais do que isso. Normalmente o cara que diz: "Ah, se eu tiver 1 milhão eu vou parar e não vou fazer mais nada". Ele não, ele dificilmente vai chegar a 1 milhão.
Exato. Ele dificilmente vai chegar a 1 milhão. Agora, se diser assim, eh, não importa o que aconteça, eu tenho esse projeto e eu vou fazer esse projeto a eu vou eu vou alcançar, eu vou eu vou fazer esse esse projeto estourar, esse projeto vai ser um sucesso e aí ele realmente vai ser um sucesso.
Não tem como não ser. Isso acontece sempre. Então assim, essa questão de a pessoa saber, saber o que quer e ter o seu propósito e colocar e colocar um valor como propósito, cara, isso eu não abro mão.
Foi isso que fez. Eh, isso trouxe o meu sucesso. Isso, isso eu vejo o sucesso de todos, sucesso de vocês, sucesso do grupo primo, o sucesso do Thago.
Quer dizer, e estabelece um valor e trabalha até o limite da estupidez. Às vezes, quem sabe passando do limite da subidez perante as pessoas, porque você não acha que as pessoas dizem assim: "Vamos lá, 2015, mais perto que o diabo, palestra em BH. " Na minha cabeça, na época, pô, vou fazer numa livraria num shopping top, era shopping BH Shop, pô, vai bombar, gente para caramba.
Gente para caramba, pô. 2015, ninguém conhecia mais perto que o diabo, tava começando e tal, só que na sua cabeça você já pensa assim: "Nossa, vai tá bombando". Aí você chega lá, tá as cadeiras todas armadas, shopping bacana, tem lá um um um banner legal, pô, tudo bacana, o pessoal esperando, pô, chegou aí o tradutor do livro e tal, aí aí o evento é para 7, aí você chega 6:30, aí bate 6:40, pô, mano, não tem ninguém ainda.
Acho que é normal, né, pôra? As pessoas atrasam, vai chegar 6,50. [ __ ] não tem ninguém, cara.
[ __ ] Aí faz 6:55, vai bate 19 horas, ninguém. Aí vem três mulheres, olham para mim e diz assim: "Quem você pensa que é para falar para falar do diabo? " Aí uma já faz o sinal da cruz, aí você tá lá ferrado, você tá [ __ ] não tem ninguém no seu evento.
Olha assim: "Meu, gastei o que não podia. com dinheiro que não tinha e agora tô aqui. E esse negócio, a primeira coisa que que as pessoas fazem é primeiro ter pena de si mesmo.
Outra das artimanhas armadilhas do diabo. Hum. Isso aí é muito cruel, né, cara?
Pena de si mesmo. A pena de si mesmo é terrível. Ela é terrível.
Ela é diabólica, porque o momento que você tem pena de si mesmo, você se tranca, você se fecha e aí você começa a ter medo, não? Você tem medo de tudo, você não vai mais querer fazer um outro evento desse, por exemplo. Você não vai fazer evento nenhum, você não vai fazer nada, nada.
Por quê? Porque o diabo tá sempre pronto para te alienar. Isso que aconteceu aqui hoje.
Eu acho legal até que seja dito, cara, nunca aconteceu de num podcast eu me perder no raciocínio. Hoje eu me perdi. Então o diabo tá pronto para alienar.
Sim. Se você para e pensa, pô, mas como é que pode, pô? O Marcel tão versado pode acontecer.
E nem por isso eu tenho que parar de fazer. Nem por isso eu tenho que ter medo de fazer. Pô, tô no meio de um raciocínio, abre um parênteses, [ __ ] não conseguimos mais buscar lá.
Para tudo, meu, toma uma aguinha e vamos de novo. Sim, é assim que tem que fazer, não é assim? Uhum.
Total. É assim que se faz. Agora, se eu chegar aqui e dizer assim: "Pô, agora eu tô com medo, cara.
Eu não consegui costurar aquele raciocínio para cá, para lá e agora ferrou". Aí a mente congela e você fica com um medo absurdo. Um medo absurdo.
Então você tem que encarar o medo de frente. Sim. É uma coisa que acontece muito com pessoas que t problema em falar em público, né?
Ela vai se enrolando, vai enrolando aí, só que é ela com ela mesmo. Tá todo mundo tipo assim, tá tudo bem, cara. Tá tudo certo, né?
Ninguém nem às vezes o cara nem percebeu. Aí ela tá fica preocupado que ela tá tá errando e negócio fica lá. Aí ela se coloca lá, ela se coloca lá na plateia e já se acha estúpida, já se diminui, já sente pena de si mesma e ferrou.
Eu já vi, eu vi muito isso na época da XP, a galera apresentando coisas em reunião, pô. Às vezes tinha cinco, seis pessoas na sala de reunião, projeto era legal, só que a pessoa tava se autossabotando tanto, colocando defeito na própria apresentação, não tinha gê assim. E era realmente era meu, era um diabo ali na cabeça dela falando que ela não era capaz de apresentar aquele negócio.
É. E aqui entra uma coisa importante, mais uma das, a gente falou em fé, a fé inteligente, a fé aplicada inteligente, rimo também é uma arma contra o diabo. Rir de si mesmo.
Por quê? Porque quando você rir de si mesmo, você relaxa. E aí você diz assim: "Pô, eu não sou perfeito, pô.
Marcel, você tá acostumado a falar, então pô, hoje você perdeu o raciocínio aqui. Perdi, perdi, mas voltou. Tá aí, tá tudo bem, estamos aqui conversando, tá tudo ótimo.
Então assim, se você é capaz de de encarar de frente, agora você diz assim: "Pô, meu, vamos cortar tudo isso, eu não vou mostrar isso nunca para ninguém, pô, me perdi. " Não, cara, saiba que você é imperfeito. Nós somos todos imperfeitos.
Momento que a gente entende a nossa imperfeição, o momento que você conversa com bilionários e vê que eles também são imperfeitos, o momento que você conversa com o bilionário e ele acaba o livro, olha pro seu editor assim: "Marcelo, esse livro tá bom mesmo? " Aí você pens assim: "Pô, mas um bilionário não faria uma pergunta dessa faz? " Todos fazem.
Sim, mas eu acho que não tá bom. Marcelo, e como é que você diz para um bilionário que tem que ajustar? Eu digo da mesma maneira que eu digo para vocês, igual são pessoas, somos todos pessoas, somos todos imperfeitos.
A perfeição só existe, só existe depois que tá editado. Total. Então o momento que você precisa ficar editando a sua vida, porque você quer mostrar pr os outros que você é perfeito, você tá alienado.
Sabe uma coisa que esse livro ajudou muito a gente no começo do Primo Rico, cara? foi a mente mestre, cara, que a gente ter, o Thiago, ele sempre deixou muito aberto paraa gente sempre se fortalecer nas coisas que a gente fazia. Então, igual você falou, como você fala para um bilionário que o livro tá bom?
Aí, imagina a gente em 2018 como que dois estagiário chega pro Thiago Negro, que já era bem-sucedido, já tinha resultado que não tá bom alguma coisa. Uhum. Difícil.
Então, se você não tem a mente mestre, que você tem um ambiente onde você pode falar o que você quiser, não funciona. Quem quiser saber mais sobre o livro, a gente vai deixar um link aqui, QR code na tela, tá? A gente vai deixar aqui durante o programa todo alternando para você comprar o mais perto que o diabo aqui total e para você comprar também o homem que comprou o tempo.
Cadê ele? Aqui, ó. Mostrar aqui pra galera.
Novo livro do Thago. Ficou um tempão aí. Quanto tempo de produção esse livro?
quase do anos. Quase dois anos. É um livro do Thiago que é uma ficção.
Então ele se empenhou muito nessa história, criou os personagens, cara. Ele ficou um tempão super envolvido. Eh, vamos deixar também o o link para vocês aqui.