Olá, boa noite a todos. Sejam bem-vindos. Carola, Jer Marilene, P, Nori, Gabriela, Sheila, Jéssica, Silvia. Uma boa noite a todos. Rafaela, sejam todos bem-vindos. Hoje vocês vão eh hoje vocês irão aprender sobre o mapeamento o mapeamento biográfico, Como fazer o mapeamento biográfico, como usar o mapeamento biográfico no atendimento do paciente. Então, sejam bem-vindos a essa aula, a primeira aula técnica mesmo, né, que vocês vão começar já a atender. A partir dessa aula vocês já podem estar atendendo, tá? Esse primeiro atendimento que vocês vão fazer de mapeamento biográfico é um atendimento em que vocês não vão
cobrar, vocês vão fazer esse atendimento de Forma gratuita para aprender a pegar a leitura do inconsciente do paciente. Eu fiz 100 atendimentos gratuitos antes de começar a cobrar. Quanto mais atendimentos gratuitos vocês fizerem com mapeamento biográfico, mas vocês vão ficar eh atentos, espertos, mas vocês vão pegar, né, o que que está por trás do inconsciente da pessoa, mas vocês vão ficar desenvolver Uma visão de análise profunda daquilo que está bloqueando. o paciente. Tá bom? Então, o que me diferenciou como terapeuta de outros terapeutas é que a pessoa me traz algo e eu rapidamente já sei
o que está por trás do inconsciente da pessoa de tanto mapeamento biográfico que eu fiz. Essa visão nova, essa leitura nova do paciente é o que vai fazer a diferença No seu atendimento clínico, tá? Quando você, quando eh o profissional ou terapeuta atende, mesmo pela psicologia unguiana ou pela psicanálise, nós não, o psicólogo, o psicanalista, ele não pode induzir o paciente a tomar uma conclusão sobre aquilo que está acontecendo na vida dele. terapeuta neuropsicogenealogista é o contrário. O psicanalista e quando o paciente chega e fala sobre Um problema, o psicanalista ele vai observar e não
vai dar respostas. O ter o paciente ele vai no processo dele tendo as respostas, tendo os insightes e devido a isso a terapia é mais longa. Já no atendimento com a neuropsicogenealogia é o contrário. Nós vamos dar as respostas para o paciente. Só que essas respostas são as respostas Do que está por trás no inconsciente da pessoa daquilo que a pessoa está vivendo. que isso nem sempre é agradável, porque a maioria das pessoas elas floreiam a infância delas. A maioria das pessoas não têm consciência do que seria uma educação saudável, uma infância saudável para uma
infância disfuncional. A maioria das pessoas, elas não têm nem eh um discernimento, um um uma referência. É essa palavra daquilo que é saudável para aquilo que é disfuncional e tóxico. Então eu tenho um lar saudável. Lembra tudo que a gente viu nas aulas anteriores do setênio, que o primeiro setênio, aquilo que não ficou legal vai influenciar nos segundos setênios, os primeiros momentos de vida, os traumas, Aquele trauma programado no cérebro vai desencadear uma série de repetições de padrões, né? Mas a maioria das pessoas elas não fazem ideia do que é um lar disfuncional para o
que é um lar saudável. E na consulta do mapeamento biográfico, a gente vai escancarar aquilo que não foi legal na vida da pessoa, nos primeiros anos de vida da pessoa, que estão fazendo com que ela entre em uma em um looping de repetição De padrão. Então, a gente já vai chegar na raiz logo na primeira consulta, diferente da visão da psicanálise, da psicologia clínica até da psicologia unguiana, em que a pessoa ela vai descobrindo que ela vem de uma mãe tóxica, ela vem de um pai tóxico, em que o que ela viveu na infância foi
difícil, a gente já na primeira consulta vai falar pra pessoa pessoa que o que ela viveu não foi Legal. A gente já vai dar uma referência pra pessoa do que deveria ter sido legal, do que não foi legal e que se ela não tratar isso, isso vai ficar se repetindo na vida dela. Entenderam a lógica do mapeamento biográfico? Tá entenderam a lógica? Então, a maioria das pessoas vai chegar no seu consultório achando que o problema tá no chefe, o problema tá no relacionamento, O problema eh tá fora. E aí você vai chegar e vai falar
assim: "Ó, o problema foi com a sua mãe, o problema foi com o seu pai, o problema foi no seu parto, o problema foi que você veu lá no útero, o problema tá na ancestralidade e se você não curar isso, não adianta, você vai ficar repetindo esse padrão. E quando você cura, olha, você isso vai rapidamente mudar. Tá claro? Vocês vão fazer 10 mapeamentos Biográficos. De 10, pelo menos três pessoas vão chamar vocês de malucos. Por quê? Lembram na primeira aula, no primeiro módulo da psicologia unguiana lá na plataforma que eu falei dos mecanismos? Isso
está lá gravado. Na primeira aula da psicologia unuiana, nós temos mecanismos de resistência, né, de negação, de fuga. Então isso daqui, O mapeamento biográfico já vai quebrar esses mecanismos. Mas tem pessoas que elas estão tão de esquecimento, né? Mas tem pessoas que elas estão tão presas no mecanismos, nos mecanismos que vão chamar a gente de maluco. Se vocês estão me acompanhando no Instagram, eu fiz agora. Eu fiz agora uma série de postagens sobre traição. Deu um bafafá, porque lógico que ali no Instagram tem um monte de pessoas que não tem a consciência de que o
problema está em si. Uma pessoa que é traída, ela vai sempre falar que o problema está no outro. que o outro traiu ela, ela nunca vai conseguir enxergar que a traição vem de uma programação inconsciente que faz ela viver uma repetição de padrão e que inclusive o inconsciente dela vai buscar Alguém que vai atrair porque ela está buscando aquilo que é normal, confortável pro cérebro dela. Ela vai buscar a dedo alguém que vai atrair, porque o pai dela atraía ela na infância, atraí a mãe na infância. Ela vai buscar alguém que vai a atrair, porque
lá na infância ela foi muito compada e quando ela é traída, ela se compara com a outra. Então, ela está numa configuração de comparação e o nosso cérebro, nossas células Vai atrair aquilo que a estamos acostumados, né? E é mais ou menos isso que nós vamos falar no mapeamento biográfico pra pessoa, tá? Nós não vamos curar nessa primeira consulta. Nós só vamos mostrar o problema pra pessoa. Num primeiro mapeamento que você for fazer, você vai se sentir, ai, eu não sei se eu falei certo, não sei se aquilo que eu dei de resposta pra pessoa
é isso mesmo. Eu não sei se foi essa a lógica. Não importa, gente. Por isso que fazer gratuito te tira do peso de estar fazendo errado. E é importante esse processo de fazer gratuito. Vocês terão dois meses para fazer mapeamento biográfico gratuito. Pode fazer com a mãe, pode fazer com o pai, pode fazer com o irmão, pode fazer com avó, pode fazer com familiares, pode fazer com todo mundo, pode fazer com cabeleireiro, pode fazer com eh o primo, pode fazer com o marido, Pode fazer com todo mundo, tá? E se errar e ninguém vai estar
lá julgando vocês porque também sabe o que vocês vão estar trazendo. E tudo que vocês forem fazendo, né, e e sentindo dúvidas, vocês vão perguntando para mim. Mas é mais ou menos isso. Vamos lá. Eu trouxe aqui uma série de posts sobre traição. Aqui eu coloquei um aqui, ó. Homem trai, mulher chata, né? Homem trai, mulher chata. Porque o homem que se sente desvalorizado, ele buscando um valor, ele vai buscar uma outra mulher para ter esse valor. É a biologia do cérebro da energia masculina. Só que o desvalor dele não tá vindo do casamento, tá
vindo da primeira mulher dele, a mãe. Aí vai um homem te procurar, fazer um mapeamento biográfico com você. E eu coloquei tudo isso no post, ó. Eh, segundo a nova medicina germânica, a traição não começa na cama, começa no cérebro. Quando o homem sente que nada do que faz é suficiente, que é criticado, que é diminuído e desrespeitado, o cérebro dele entende isso como: "Minha posição no território está ameaçada". Então é um homem que está traindo porque no casamento ele não Se sente valorizado. Só que para o homem não se sentir valorizado no casamento, ele
já não se sentia valorizado pela primeira mulher dele. A mãe escreve tudo isso no post. Imagina que um homem te procura e ele vai falar assim: "Olha, eu estou casado e eu traio minha mulher. Atendo, tá? Atendo homens que me procuram por causa disso. Eu traio minha mulher, já traí. É minha Mulher com há 10 anos eu venho traindo minha mulher. Eu não gosto da minha mulher, não consigo me separar da minha mulher, só que eu também não consigo dar certo com outra mulher. E eu estou nessa confusão de viver uma vida dupla e eu
não aguento mais isso. Muitas, muitos homens já me procuraram por causa disso, tá? Então a gente tem que, né, quando o mundo lá fora fala: "Ah, todo homem homem trai porque é safado". No Consultório, a referência que a gente tem é outra. São homens sofrendo porque estão traindo e esses homens nos procuram. E aí a gente não vai poder julgar este homem porque está traindo. A gente vai precisar fazer um mapeamento biográfico do que está acontecendo com ele, que está fazendo ele trair. E rapidamente eu pego isso e falo: "Olha, você está traindo porque você
não é valorizado no seu casamento, não é? É, ela me trata Mal, ela me xinga, ela não sei o quê, não sei que lá, não sei que lá, não sei que lá". Então, só que para o seu cérebro, aquilo que você vive no seu casamento é referência do que você viveu lá atrás, no primeiro casamento que você acompanhou dos seus pais. E mais do que isso, a sua primeira mulher foi sua mãe. E o que você vive diante da sua mãe fica programado no seu cérebro e faz com que isso se reproduza na sua vida
amorosa. Então, você não é valorizado no seu casamento porque a sua mãe te tratava mal. E não adianta você trocar de mulher, porque você vai continuar no começo, vai ser lindo e maravilhoso. Vai passar 7 meses e você já vai se sentir tratado mal. Aí ele fala assim: "Sim, foi isso que aconteceu mesmo". Para a gente curar isso, você vai precisar fazer um programa intensivo de Cura interior, porque nós vamos precisar fazer sessões de renascimento. Nós precisamos olhar esse padrão de eh honra, de traição com os seus ancestrais. Talvez você vai esteja buscando uma referência
do seu masculino nisso. Nós vamos olhar, precisar olhar para essa questão com a sua mãe, com a sua infância, com o que aconteceu lá atrás. E depois que nós encerrarmos a consulta, eu vou te passar um protocolo de como Nós vamos tratar isso, tá bom? A pessoa fala: "Tá bom, entenderam que é o mapeamento biográfico? A pessoa te traz um problema e você diz a causa que vem lá de trás e aí você dá a solução, fechar um protocolo terapêutico com você, que são as 10 sessões, tá? Problema? Primeira consulta, você vai dar a causa
e você vai dar paraa pessoa um protocolo de atendimento de terapêutico. Às vezes um um mapeamento pode demorar coisa de 40 minutos se você tiver bem treinado. Pode ser que demore mais. Pode ser que demore 1 hora meia. No começo, as sessões que eu faziam demorava 1 hora20, 1 hora30, porque eu não estava treinada. Hoje eu fecho um pacote com o meu paciente, eu já não faço a primeira Consulta separada, então vou explicar para vocês o meu processo. No começo eu fazia o mapeamento biográfico, tá? E depois eu fazia vários mapeamentos biográficos e depois eu
fechava o pacote terapêutico. Então eu só agendava o mapeamento biográfico e depois eu fech agendava o pacote terapêutico de 10 sessões, tá? Só que o que que eu comecei a fazer? Eu Escrevi um livro falando tudo que eu falo no mapeamento biográfico, que foi o meu livro Você é poder e você é Amor. No livro Você é Amor, se vocês lerem, vocês vão ver lá que a pessoa que nasceu num que nasceu com eu falo sobre problemas de nascimento, problemas ancestrais. Por que que eu fiz isso? Eu estava preparando a pessoa para fechar o pacote
terapêutico comigo. Entenderam? O meu Instagram, o que eu posto, nada mais é do que mapeamento biográfico. Eu fiz um outro post aqui, né? Eh, esse daqui, mulheres são traídas no amor porque eram compadas na infância. O que que é isso? O mapeamento biográfico. Ó, mulheres são traídas no amor porque eram comparadas na infância. Mulheres são trocadas por outras. Mulheres que são trocadas por outras Eram comparadas com outras na infância. Quando uma mulher é repetidamente traída ou trocada, porque aí muitas muitas pessoas procuram a gente por isso. A pessoa ela entra em relacionamento, dá três meses,
o homem troca ela por outra, tá? Ou ela é sempre traída. Então, quando uma mulher é repetidamente traída ou trocada, há por trás um conflito não resolvido que foi registrado no inconsciente, na infância, que cria um programa automático de Atração e repetição. Mulheres que são constantemente traídas viveram na infância experiências em que não se sentiram escolhidas ou não se sentiram prioridade diante de comparações. Falei de uma forma técnica aqui, só para dizer que mulheres que são traídas eram compadas à infância. Isso pode acontecer quando o pai dava mais atenção à mãe ou a irmã, a
mãe desvalorizava a filha comparando com Outras meninas. Geralmente a menina eh quando são duas irmãs e tem uma mãe narcisista em que a mãe narcisista ela tem a filha de ouro e a bode expiatória. Eu vou falar isso mais para vocês, tá? Quando uma todo pai e toda mãe narcisista faz a diferenciação do filho. Ele escolhe um filho para ser o filho de ouro e o outro bode expiatório. Então quando eh a mãe faz isso, né, com duas meninas, ela vai fazer com que uma das filhas seja a filha de ouro e a outra filha
o bod expiatório. Outra filha que é bod expriatório, ela é sempre comparada com a filha de ouro, com se sentindo um nada, se sentindo um erro, se sentindo mal. E esse sentimento de comparação e desvalorização faz com que ela projete isso na vida amorosa e ela vai se sentir trocada, vai Se sentir traída, ela vai ficar se comparando todo o tempo com outras mulheres com sentimento de inferioridade. Eu, Silvia, você já entendeu da onde tá vindo sua programação, tá? ou quando o pai ele dá mais atenção à mãe ou uma irmã. Então você tem uma
paciente que ela tem ciúmes obsessivo, ciúmes compulsivo. Esses ciúmes vêm porque o pai na infância dava mais atenção para a irmã ou até para a mãe e deixava ela de lado. Ela vai entrar num relacionamento, vai projetar isso que ela sentia do primeiro homem no parceiro. E tudo que esse parceiro faz, ela sente ciúmes. De quem que ela tava sentindo ciúmes? Da irmã ou da mãe lá na infância? O cérebro lembra que entra no arquétipo. Qual é o arquétipo aqui que nós estamos Trabalhando? A outra, a outra mulher, a outra irmã. A outra amiguinha, a
outra prima, a mãe é a outra para ela diante do pai. Tá bom? Eu comparada com a filha do meu padrasto, Rafaela, olha aí, tá se identificando, né? Então, bora pra sessão de renascimento depois dessa. Percebem como é o mapeamento biográfico? Que que vocês estão sentindo disso que Eu tô falando? Ferrou, ferrou, preciso me curar. Não é? É essa sensação que a gente tem que deixar na pessoa quando encerra a consulta no mapeamento biográfico. Essa sensação, essa exata sensação, tá? Então, como eu coloco isso já aqui no meu Então, a menina que cresceu se sentindo
aí no final eu só falo, eu só falo o seguinte, eu não dou uma solução. No final eu só falo o seguinte, esse código de desvalorização fica agravado e a mulher repete isso nos relacionamentos. Com a neuropsicogenealogia é possível desprogramar isso em poucas sessões. Só eu não dou uma resposta do que ela tem que fazer porque gente não tem o que fazer. Você pode se vestir de ouro. Se você não vai lá e desprograma isso do Seu inconsciente, vem o primeiro gatilho. Uma mulher que tem um cabelo diferente que você, uma mulher que é 1
kg mais magra que você, já entra no gatilho da comparação lá na infância e você já vai ter ciúmes, já se vai se sentindo inferior e quanto maior o seu conflito, você vai ser traída, tá? Então, o que faz a pessoa ser traída? É o gatilho que ela entra quando ela está diante de outra mulher. Quando a gente desprograma a dor da comparação, ela não entra mais nesse gatilho e ela para de ser traída. Ela não se compara mais com outras. Ela não se sente inferior. Ela não se sente, ela não tem medo de não
ser amada. Ela fica tranquila, ela fica leve. Aquela sensação que eu disse para vocês de leveza, passou, passou o conflito. Como ela sai do conflito? elas saem Daquele looping de projeção. Muitas vezes a pessoa até sabe disso, já tratou isso, só que ela para pertencer ao sistema, ela ainda se compara. Então, além de trabalhar o sentimento de menos valia, de comparação, o complexo de inferioridade que veio disso e os gatilhos que surgem quando ela está diante de outra mulher, ainda a gente tem que quebrar a necessidade de pertencimento ao sistema, porque senão Ela continua presa
naquele looping, tá? Então a gente, o cérebro ele vai entrar numa repetição sempre que ele estiver preso em um pertencimento ao sistema ou sempre que ele tiver num trauma, engatilhado num trauma, tá? Por causa desses dois motivos. Ou existe um trauma em que o cérebro entende aquilo como um perigo, como algo de atenção, como algo que de sobrevivência Ou existe uma necessidade de pertencimento. Eu sempre vou trabalhar as duas coisas com o paciente. Isso, o que a gente trabalha são para as consultas seguintes. O mapeamento biográfico, a gente só vai falar as causas. Então, voltando,
no começo que eu fiquei que eu atendi, durante 2, 3 anos, eu fazia uma consulta com mapeamento biográfico e na consulta do mapeamento Biográfico eu vendia o pacote de 10 consultas, tá? Depois disso, eu falei assim: "Eu já vou já depois eu comecei a divulgar tanto a visão do mapeamento biográfico no meu Instagram, que as pessoas que eu já pulei a fase do mapeamento biográfico e as pessoas já chegam fechando o pacote de consultas", tá? E aí eu faço o mapeamento biográfico na primeira consulta em meia hora, porque Eu faço muito rápido. Eu já peguei
muito, são 7 anos. É uma namnese, só que uma é uma namnese em que nós vamos fazer uma vamos analisar a biografia de vida da pessoa, a biografia do que aconteceu nos primeiros anos de vida com a figura materna, com a figura paterna em relação às feridas emocionais. E nós damos, vamos dar uma devolutiva pra pessoa das causas. Só isso daqui já vai economizar uns 5 Anos de terapia da pessoa, né? Porque até a pessoa ficar indo na terapia e entender que ela é traída porque tem um sentimento de comparação, porque o terapeuta não fala
isso pra gente. A gente precisa entender que eu estou numa repetição de traição, porque lá na infância eu era comparada. E para pertencer ao sistema, eu ainda me coloco nesse padrão, é 2 tr anos de terapia, não é, Rafa? Que eu já te dei aqui uma em 10 minutos. O que é difícil, gente, isso daqui que eu tô dando é fácil. É isso, é isso, é isso, é isso. O que é difícil é que são tantas programações, tantos porquês do que a gente atrai que para vocês num primeiro momento vai parecer um pouco assim: "E
agora o que que é? O que pode ser?" Sabe? Mas com o tempo vocês vão pegando. Por isso que eu falei para vocês, quanto mais mapeamento vocês fizerem, Mais vocês vão entender os porquês. E o que me fez crescer nas redes sociais foi, eu atendo uma pessoa, eu atendo a Rafaela, a Rafaela me diz: "Ah, eu vivo isso". E aí eu dou uma devolutiva para ela. Eu pego, anoto, eu fico até com um caderninho aqui, ó. Eu anoto que aconteceu, ó. Homem traia esposa porque não é bem Ah, tava aqui no meu caderninho, ó. Homem
trai esposa porque não é bem tratado, porque um Paciente me procurou. E foi esse o motivo do pacote terapêutico que nós fechamos, tá? tava aqui no meu caderninho, veio da consulta e disso rendeu uns quatro, cinco posts. Então, conforme eu vou atendendo a pessoa, eh, eu vou anotando a situação ali e depois eu faço postagens e aquela postagem já vai me trazer mais pacientes, já vai trazer coisas. E gente, vocês não têm Noção o quanto eu fui eh xingada aqui, ó. Esse aqui, homem trai, mulher chata. Teve 500 comentários, uns 30 comentários de pessoas falando
que ia me deixar de me seguir, que eu era louca, que eu não sei da onde eu tirava isso, tá? Mas aí dessas pessoas aqui, elas entendem que Nossa, Roberta tá falando que o que é e ela tá cansada de pagar. para profissionais que não resolvem o problema dela. E ela entra lá no link da minha Bill e ela fala assim: "Caramba, a consulta dela é R$ 150, tá? R$ 1050 a minha consulta de renascimento. A a consulta dela é R$.00, mas o que ela falou faz sentido. Eu não aguento mais gastar dinheiro com terapia
e viver um Ciclo de traições em que eu sou abandonada. Eu vou pagar." E a maioria das pessoas elas me procuram e falam assim: "Roberta, você é a minha última esperança e eu vou pagar para você". E aí eu pego um paciente, eu tô atendendo uma moça agora que eu falo: "Não, não, não, não é possível, não é possível. Eu fico indignada. Ela tem 45 anos, ela faz no mínimo 10 anos de terapia. Na segunda consulta dela, eu trouxe respostas para ela, eu mudei o padrão dela, eu já mudei o comportamento dela. Eu falei: "Que
que essa pessoa está fazendo? 10 anos de terapia não resolve, gente, não resolve." Então, nós vamos quebrar um sistema engessado e para quebrarmos um um sistema Engessado, sim, as pessoas vão me falar que eu sou louca na internet, que que o que eu estou fazendo não é terapia, que no começo, no começo as pessoas agora tá mais normal, porque a constelação familiar abriu muito a consciência das pessoas. Graças a Deus. Mas no começo as pessoas me procuravam na internet e mandavam mensagens: "Quem você pensa que você é para você estar falando isso? Você é uma
charlatan". entraram em contato com a minha pós-graduação, Mandando mensagens para cancelarem o meu diploma de psicologia unguiana, porque eu falei que a traição estava no DNA, que se na ancestralidade os homens traíam, você vai atrair um homem que trai por honra sistema. Hoje é comum falar isso. Quando eu comecei a falar isso, quase me mataram. Então, é algo novo que nós estamos trazendo que eh quando a Gente traz aí para paraa massa, a massa vai ver isso como um problema, mas é isso que nos nos dá o retorno financeiro, porque nós trazemos diferenciação pro paciente.
E é isso que nós dizemos aqui. E eu falo isso pra pessoa, eu falava isso pra pessoa, ó. O que você traz aqui não adianta você fazer terapia. Você tá anos fazendo terapia, isso não tá resolvendo porque é profundo que você tem. Somente com o renascimento você vai resolver esse problema. E isso eu não tô vendendo uma mentira. Não estou vendendo uma mentira. O que eu estou vendendo é real. E por isso nós podemos cobrar pelo nosso trabalho. E aí vocês vão começar a cobrar 300 a consulta. Se vocês atenderem pessoas e essas pessoas já
quiserem fechar o pacote, vocês falam que estão com agenda cheia, não precisam falar que Vão se formar ainda, porque isso vai ativar complexo de inferioridade que vocês trazem, gatilhos. Se autovalorizem. falam que estão com agenda cheia, que vocês têm disponibilidade para tal data. Igual com agenda de médico, não é? Agenda de médico que demora do um mês às vezes para marcar a consulta. Vocês vão começar a atender agora e vocês vão começar quando caso a pessoa quiser agendar, tá? Você vai falar que você vai Ter vaga, disponibilidade para atendimento quando encerrarmos a nossa formação que
vai ser no dia 30 de outubro. Então vocês vão ter agora é dia 3, né, 3 de setembro vocês vão começar a atender. Se vocês fecharem alguém nesses dois meses, vocês já podem agendar para o início de novembro, tá bom? Então, muitas pessoas começam já A atender com mapeamento biográfico. Ai, Roberta, eu não sei se eu estou preparada. Não tem isso, gente, de estar preparado, porque o que nos prepara é a prática, é o entendimento, é a percepção, é tirar dúvidas no grupo do WhatsApp. Cada dúvida que você vier me tirar no grupo do WhatsApp,
ah, eu atendi um paciente, estava com esse problema, eu falei isso, foi certo? Eu vou responder para você. E se não foi, não tem problema. Eu, no início, eu falei várias coisas erradas e não tem problema porque nós estamos oferecendo algo gratuito, tá? E aí depois, né, você e aí vocês já podem ir fechando o pacote com as pessoas já agendando para novembro. Então já tiveram pessoas que já saíram assim, Várias pessoas, tá? Que já saíram com agenda aí de três, quatro clientes já fechados para novembro. Então, se você fecha um pacote de 10 consultas
a R$ 300, cada pacote é R$ 3.000. Três pacotes é R$ 9.000. Tá, eu acabei de fechar um pacote, foi segunda-feira agora que eu só vou atender a pessoa daqui duas semanas. A pessoa, ela transferiu para mim R$ 10.500, pagou a vista, só vou atender ela daqui duas semanas. As pessoas elas precisam de cura. As pessoas elas estão doentes, então já vão quebrando todas as crenças limitantes que vocês carregam e se autovalorizando. A terapia que nós oferecemos é uma terapia diferenciada. O trabalho que vocês vão trazer paraa pessoa é um trabalho diferenciado. Eu atendo três,
quatro pessoas, eu saio esgotada. Um terapeuta convencional, ele vai atender sete pessoas no dia e não vai sair metade esgotado do que eu saio na consulta, porque eu preciso quebrar resistências, eu preciso mostrar pra pessoa, eu preciso entender o que eu estou falando. Isso esgota. Por isso que o valor de atendimento que vocês vão começar a atender é R$ 300. Quem já tem carteira de clientes e já quiser cobrar mais caro, esse é um valor Eh mínimo que eu estipulo para vocês já começarem. É o valor de mercado aí dos terapeutas dessa linha que começam,
tá? Eh, quem já tiver uma carteira de clientes, já tiver nome, já tiver Instagram e já quiser cobrar mais caro, não tem problema. Não tem problema. Mas quando vocês forem, o por que que eu tô falando tudo isso para vocês? Porque vocês já vão vender as consultas no papeamento Biográfico. Eu quero que vocês sejam estejam imponderados do trabalho. Tem uma um um dos alunos, ele não tá aqui hoje, ele é da ele é da NPG 2. Ele demorou mais tempo para se formar. Ele foi fazendo com calma e ele se formou, vai fazer agora umas
três semanas. Ele já fechou cinco pacotes. Eu sou psicóloga clínica. Se você é psicóloga clínica, Matilde, o que que você pode fazer quando você tem um paciente que você percebe que o caso do seu paciente é mais complexo, você pode direcionar ele para o programa com renascimento. E aí você pode ter duas linhas de atendimento, o atendimento da psicologia clínica em que você vai cobrar um valor e o atendimento com o renascimento que você cobra outro valor, tá? E nos casos de pacientes que você percebe que são casos mais graves, você direciona para o outro
valor. Só que eu te aconselho fazer alguns atendimentos de mapeamento biográfico para você ir pegar essa linha de raciocínio do mapeamento biográfico. Faz alguns gratuitos, Matilde, para você pegar essa linha de raciocínio do que é o mapeamento biográfico, entendeu? Faz até com seus pacientes, você pode Fazer. Então, eu tenho dois dois modelos de atendimento. Eu tenho um atendimento que é um atendimento que é o mapeamento cerebral em que a consulta tem duração em torno de 50 minutos e eu cobro R$ 700 e eu tenho atendimento com o renascimento que a consulta é R$ 150. Então,
quem já atende pode fazer essa diferenciação. Eh, isso para você vai ser muito bom, Porque você já tem o seu paciente ali. Eh, eu no começo eu não tinha o renascimento, eu não tinha técnica do renascimento, eu só tinha técnica de PNL, de mapeamento biográfico e de teta healing. E quando eu fiz o renascimento, eu já tinha pacientes comigo que eu só falava assim, ó, precisa fazer renascimento, precisa fazer renascimento. Então, nas consultas, você vai trazendo pra pessoa que ela precisa fazer o renascimento, tá Bom? Como fazer o mapeamento biográfico e entregar para o paciente
no online? você vai atender, né, online. Nós vamos, eu vou fazer um a um aqui para vocês assistirem, tá, Camila? E você vai gravar a consulta, você vai fazer online, você vai mandar o link do Zoom paraa pessoa e você vai gravar a consulta e você depois vai mandar a consulta gravada para a pessoa. Você pode gravar em um app normal do celular. Esse que é o gravador, sabe? O gravador mesmo que tem no iPhone? Eu sempre gravei pelo gravador do iPhone e mandava pra pessoa a consulta, mas a gente vai chegar já nisso, tá?
Eu já vou orientar tudo isso para vocês. O pacote de 10 sessões é de renascimento. 10 sessões de Renascimento. 10 sessões de renascimento. Tá, Leilane, a única diferença é que eu separo o renascimento para trabalhar a criança ferida e o renascimento com psicodrama, que é para trabalhar a ancestralidade, mas mesmo o renascimento para trabalhar a ancestralidade, que aí a gente vai mandar usar a mandala dos ancestrais, eu faço com o renascimento, eu faço com a respiração, porque assim a pessoa Acessa melhor o inconsciente dela. As sessões de renascimento que estão na plataforma são para vocês.
Quando a gente atende um paciente com renascimento, nenhuma sessão é igual à outra e a gente não faz sessões de renascimento conduzidas. Mas a gente ainda não está na aula de renascimento e a gente ainda não vai dar renascimento para pacientes. Então a gente vai deixar as perguntas sobre renascimento para depois, Tá? Vamos focar aqui nas aulas. Vocês vão aprender a fazer renascimento, fiquem tranquilos. Vamos focar aqui e vocês não precisam ainda saber para vender o renascimento. Eu vou ensinar para vocês direitinho, tá? Na realidade vocês já sabem o que é o renascimento, porque vocês
estão fazendo lá na plataforma. Só que ali na plataforma vocês estão com como Pacientes em um programa em grupo que é conduzido ali diante de um conflito do grupo. O renascimento individual é diferente, é mais profundo, é focado na pessoa, não é conduzido, tá? Eu vou ensinar isso para vocês, tá bom? Então vamos lá. A primeira consulta é só para o mapeamento biográfico. Vou retornar aqui para vocês. Durante do anos, dois tr anos, eu fazia o mapeamento biográfico e e no final do mapeamento biográfico eu Vendia as 10 sessões de renascimento. Hoje eu não faço
mais o mapeamento biográfico porque eu fiz um livro em que eu trago todo o contexto do mapeamento biográfico e nas minhas redes sociais eu vou postando tudo que eu posto do mapeamento biográfico e a pessoa ela já me procura para fechar o pacote de 10 sessões de renascimento. No caso da Matilde, que já é terapeuta, ela pode com os pacientes dela, além da terapia que ela já aplica no paciente, Fechar com esse paciente 10 sessões de renascimento por um valor diferenciado e depois com o paciente ela continua fazendo a terapia que ela sempre fez com
esse paciente. Então ela já tem um canal para vender isso. O mapeamento biográfico, ele é também uma forma de vender o programa terapeutico. Por isso que quando a gente faz gratuito, a gente já vai captando clientes. Exatamente, Roberta. A gente marca uma sessão para fazer o mapeamento biográfico. Durante a sessão já damos a devolutiva pro paciente e o protocolo de como a pessoa vai tratar aquilo que é fazer 10 sessões de renascimento. Tá? Mais alguma dúvida sobre essa primeira, esse processo de como funciona o mapeamento? Aqui eu não ensino, Camila, aqui eu não ensino a
psicanálise. Aqui eu ensino a neuropsicogenealogia, que é um processo intensivo de terapia. Algumas pessoas elas já são psicólogos e essas pessoas que já são psicólogas, elas já têm clientes que já estão com ela há anos e aí elas vão indicar o renascimento para essas pessoas. é um caso separado, mas a maioria aqui ainda não é terapeuta e não vai estudar psicanálise e nem Precisa estudar psicanálise porque o que você vai aprender, porque senão a psicanálise vai até confundir o seu cérebro. Confunde, gente, porque é outra visão. Eh, o renascimento pode ser feito, tudo pode ser
feito online, tá? A psicanálise, ela vai entender sobre o Édipo, sobre o ego, sobre e a visão da neuropsiclogenealogia vai entender sobre traumas, vai entender sobre o cérebro, como está funcionando a Partir de traumas. A psicanálise, a pessoa vai ficar 10 anos na terapia e não vai ver resultados. com a neuropsicogenealogia, em uma sessão a pessoa ela vai sair transformada. Mas é uma visão totalmente diferente. Quem ainda não é terapeuta vai apenas oferecer terapia como renascimento. Você vai se oferecer no mercado como neuroterapeuta ou como terapeuta Neuropsicogenealogista, tá? Comercialmente o nome neuroterapeuta ele funciona muito
bem ou neuropsicogenealogista também funciona muito bem, tá? Então, quem ainda não é terapeuta vai fazer o quê? E quem já é terapeuta e sente que precisa mudar a forma de atendimento, vai fazer o quê? vai fazer a primeira consulta de mapeamento Biográfico, vai dar a devolutiva pro paciente e vai fechar 10 consultas com a pessoa de renascimento. Geralmente o paciente ele fecha de novo o pacote. Eu tenho pacientes que estão comigo há 2, 3 anos. Tem uma paciente que está comigo há 3 anos semanal. Ela paga R$ 800 por consulta. Ela tá com preço ainda
antigo. Eu não ajustei o valor dela porque ela tá Comigo semanalmente, né? E eu tenho pacientes que estão comigos quinzenais, que já fecharam vários pacotes e eu continuo atendendo quinzenalmente, tá? Há um ano, há 2 anos, eu atendo quinzenal. Tenho pacientes que já fecharam um, dois pacotes comigo e que me procuram só quando o negócio tá pegando de novo. Perceberam gatilho. E aí vou ligar paraa Roberta, vou mandar Mensagem pra Roberta. Aí me procuram aí a mulher me procura, o marido me procura, a família inteira já fez terapia comigo. Tenho pacientes que assim eh, a
a pessoa vai mandando, sabe? Ela faz terapia, aí o marido vai fazer terapia, aí o filho vai fazer terapia, aí a mãe vai fazer terapia, o eh a família inteira vem fazer terapia, tá? Tem pacientes fazendo há dois tr anos seguidos. As pessoas elas pagam o pacote completo. Eu só vendo o pacote completo de 10 consultas. E aí depois que ela encerra esse pacote e ela percebe que ela quer dar continuidade, eu faço mais um pacote de 10 consultas. Essa essa paciente que é semanal, que está comigo há quase 3 anos, a gente fecha pacotes
de 12 consultas. A cada 3s meses ela fecha um pacote novo. Então, a cada 3 meses ela transfere para minha Conta o valor de 3 meses antecipado, tá? Isso dá segurança para nós terapeutas, porque um dos maiores problemas que nós temos é não termos a garantia de agenda no consultório. E quando a gente vende um pacote, a gente tem aquela garantia. financeira caindo na nossa conta. Em 10 sessões não trata, em 10 sessões trata uma área da vida. O problema é que a pessoa entende como funciona e ela quer tratar a vida dela inteira e
ela Não consegue fazer mais nada sem eh entender o que tá acontecendo. Então, por exemplo, eu tenho essa paciente que ela trabalha com fazenda, tá? Se ela tem problema com o bezerro, a gente trata o emocional dela para entender qual gatilho ela está vivendo, que o bezerro tá com problema. Entenderam? As pessoas começam a entender. Então tá nascendo dois, três. Eu tenho Pacientes que me procuram assim, empresários, tá? Grandes empresários. E a pessoa ela me procura e fala assim: "Roberta, eu estou com problema aqui na minha empresa porque toda a minha frota está dando problema,
toda a minha frota de carros está dando problema." E aí ele, homem, homem, grande empresário. E aí ele vira e fala assim, ó, o carro X Deu problema tal, o outro carro X deu problema tal, o outro carro X bateu e o meu funcionário sofreu acidente, está eh paralisado, eu tô com funcionário a menos, então eu estou com cinco carros que estão parados e eu não posso ficar com cinco carros parados. Eu preciso saber em qual gatilho eu entrei para estar acontecendo isso. E a pessoa já chega e falando assim: "Eu acho que é isso,
isso, isso, isso, isso. Eu acho que é ancestral, Porque tá acontecendo esse problema com meu pai e eu já percebi que isso está se repetindo na minha família inteira e essa situação deve ter ativado algum gatilho e eu caí nesse gatilho e eu preciso resolver isso, Roberto. Eu não aguento mais meu carro ficar assim. Entenderam? Eu já tive pacientes que fechou 10 consultas. Uma paciente que fechou 10 consultas Para ela queria arrumar o namorado. Na quinta consulta eu resolvi o problema dela e eu falei assim: "Olha, a gente não precisa continuar. A gente não precisa
continuar. Eu já resolvi o seu problema. A sua infância foi maravilhosa. Seu único problema foi isso, isso, isso. Não tem mais o que a gente ficar falando aqui. Você já arrumou um namorado? Você é linda. Você, eu arrumei um namorado lindo para você. São lindos, são super Conhecidos nas redes sociais, tá? Não vou falar o nome deles aqui para não expor. A gente não precisa continuar. E eu parei de atender ela porque assim, já não tinha mais o que fazer. Eu já tinha resolvido o problema dela. Falei: "Você quer tratar outra coisa? Porque isso já
resolveu, entendeu? Então a pessoa ela fica do anos com a gente porque ela entende o processo. Então essa paciente ela resolveu o Problema que ela tinha com o pai, ela tinha problemas judiciais, ela resolveu os problemas judiciais, ela tinha uma fazenda que ela herdou de herança, que ela queria trabalhar essa herança. que isso foram uns 4 meses de terapia até conseguir vender. Então, cada cliente que chegava para oferecer um valor e ela sentia que era abuso, a gente trabalhava na terapia até ela encontrar o cliente certo para ela Vender pelo valor que ela queria. Ela
chegava na terapia e falava assim: "Roberta, eu estou em algum padrão de escassez, porque todo mundo que vem eh me oferecer pela fazenda oferece abaixo do que eu quero. E ainda eu atraio pessoas que falam que eu estou maluca por querer vender por esse valor, mas eu sei que é esse o valor. Então tem algo no meu inconsciente que está bloqueando eu vender pelo valor que eu quero." Nós estravamos isso, passou uma semana e ofereceram para ela o valor que ela queria. Aí a pessoa, ela só queria comprar uma parte da fazenda. Aí ela traz
assim: "Mas agora a gente tá com outro problema, Roberto, porque ele só quer uma parte da fazenda. Eu não quero vender as duas partes da as partes separadas porque senão eu vou ter problema. E eu não sei porque eu tô atraindo isso. Aí a gente trabalhou, aí ela voltou na próxima consulta e falou assim: "Roberto, o filho dele apareceu e o filho dele falou que ele quer outra parte da fazenda e pronto, fechei o negócio. Só que agora tô com outro problema, porque o meu pai ele deixou coisas presas de documentos, de coisas assim e
o processo que ia ser rápido agora vai ser longo." Entenderam? Porque a pessoa ficasse do anos comigo, tudo ela resolve na Terapia. desprogramando e ela sente o negócio acontecendo, tá? Eu sei que resolve, mas parece coisa de doido. E eu quero assim, eu quero que vocês estejam treinados para parecerem doidos olhando pro problema da pessoa. Eu quero que vocês pareçam doidos olhando pro problema da pessoa. Meu marido até hoje fala isso. Parece que eu sou doida. Só que nisso de parecer que eu sou doida, eu já comprei meu apartamento. Estou viajando em Orlando com meu
filho. Tenho 15 milhão e meio de seguidores nas redes sociais e sou referência em terapia no Brasil e no mundo. Será que eu sou doida? ou eu trago resultados ou eu fiz diversas formações para entender como funcionava o cérebro humano e que a psicologia, a psicanálise, tá tudo defasado. Só que vocês precisam entender isso, que o inconsciente funciona diferente do que a gente pensa. Aquilo que é claro pro nosso consciente, por inconsciente parece uma do O que aquilo que é claro pro nosso consciente não é assim que funciona no nosso inconsciente. O nosso inconsciente parece
uma doideira. E quando o paciente entende aquilo que eu tô falando, esse paciente se torna fiel e paga o valor que tem que pagar E não desgruda mais que você de você e vem diverso e vai indicando você para outras pessoas. Tá? Quero um pouquinho da sua doideira. E é isso que o mapeamento biográfico vai fazer com essa visão de entender o que está por trás do inconsciente. Tinha 500.000 1000 seguidores. E gente, eu tô falando para vocês de pessoas que me procuram e passam em Consulta comigo, que são trilharárias, não são milionárias, tem muito
dinheiro, muito dinheiro. tem muita consciência, já rodaram o mundo procurando terapia e elas pagam para mim que sou doida. Entenderam? Então eu quero quebrar essa visão de vocês, tá? para que vocês comecem a olhar o problema do paciente por essa nova visão, porque é essa nova visão que vai Trazer resultado. E eu quero que vocês quebrem também a visão que vocês têm sobre a si mesmo e sobre a vida ao seu redor. Tinha uma tinha um problema no meu ar condicionado. Meu ar condicionado tava é vazando. Eu comecei a trabalhar o meu inconsciente pro meu
ar condicionado Melhorar. Tinha chamado um técnico, dois técnicos, três técnicos. E vazamento é problema do quê? Líquido é problema do quê? Qual arquétipo é financeiro. Eu tinha que resolver logo meu problema financeiro. Estava com vazamentos financeiros. Enquanto eu não resolvia o problema que eu trazia do meu inconsciente, eu não conseguia arrumar alguém para resolver o problema do meu ar condicionado. Depois que eu tratei o meu problema Inconsciente, eu resolvi o problema do meu ar condicionado, tá? Essa negociação dessa fazenda, dessa moça, foi uma negociação de 30 milhões, entenderam? E pagaram o que ela queria e
foi feito do jeito que ela queria, tá? E são diversas diversas pessoas, eu atendo médicos quinzenalmente, Pessoa com problema no consultório. Ah, tô com problema no consultório, tá acontecendo isso, isso, isso. Eu tive um paciente que está me colocando na justiça. Vamos entender o que esse paciente está dizendo sobre seu inconsciente que precisa ser curado. Trabalhamos o inconsciente da pessoa, o problema se resolve. uma paciente agora que é quinzenal também, ela ia aparecer num programa de televisão, Num grande programa de televisão, e ela estava se sabotando totalmente. A gente foi trabalhando isso nas consultas, ela
voltou paraa consulta semanal e lá está ela no programa de televisão. Aí ela volta para as consultas quinzenais de novo. Então por isso que as pessoas continuam, porque elas entendem o que a gente faz, tá claro? Toda vez que fala sobre esse assunto me olham como se eu fosse doida. Eu não atendo mais presencial, tá, Rafa? Só online. Eu atendo só online. Liquido. Aminiótico. Nó totalmente perda. Olha só, Adriana foi andar de bicicleta, a corrente travou e depois voltou a normal, andar normalmente. Gente, acontece umas coisas assim que tudo lá fora muda quando a gente
vai mudar por dentro. Então vamos fazer isso agora. Vamos dar Uma passada nos itens do mapeamento biográfico, tá? E depois eu vou atender um de vocês, vou sortear e vou atender um de vocês para vocês entenderem como funciona. Então vamos lá. Alguma dúvida? Que que o mapeamento biográfico faz? Vai fazer você identificar a raiz do problema na vida da pessoa, dar a devolutiva pra pessoa e fechar um pacote de 10 consultas. Então você vai dar uma devolutiva paraa Pessoa e vai garantir a sua vida financeira também, tá? a sua tranquilidade, a sua, né, garantia de
ter estabilidade financeira, porque senão a gente fica dependendo ali só de uma consulta agendada e isso gera ansiedade. Como vamos fazer nessas 10 consultas? Isso eu vou explicar para vocês depois. Um problema específico. A pessoa, ela não vai trazer vários problemas para Você. a pessoa vai trazer um problema específico. É 10 consultas para trabalhar um problema específico. Geralmente a pessoa começa a trabalhar outros problemas no meio da consulta e aí eu já falo: "Olha, não vai dar só pra gente tratar 10 consultas para tratar tudo isso". Aí eu já vou induzindo a pessoa no pacote
a fechar mais um pacote para trabalhar a outra área da vida dela, tá? E a pessoa entende porque ela vê que Ela tá trazendo mais coisas pra gente. Então vamos lá. Quando a pessoa chega, ela vai trazer uma questão. O problema da pessoa, você vai anotar o nome da pessoa aqui. Você vai anotar o nome da pessoa aqui e a questão que a pessoa está te trazendo aqui. Essa pessoa, ela está contando a situação e ela vai dizer: "Eu já vivi isso, isso, Isso em outros relacionamentos, no meu trabalho, em outras situações." Você vai colocar
o histórico aqui. Depois que a pessoa trouxe o problema e o histórico, que isso já veio acontecendo na vida dela, você vai começar a fazer as perguntas: sempre seguindo essa ordem, qual foi o maior drama da sua vida? Como foi a sua concepção? Como foi a sua gestação? Como foi o seu parto? Qual número de filho você é? Você foi amamentado? Como foi a sua infância? Como foi a sua adolescência? Como foi a sua mãe? Como foi o seu pai? Como foi o relacionamento dos seus pais? Como é o seu relacionamento com seus irmãos? Como
são seus avós maternos avós paternos? Tá? Às vezes a pessoa ela já começa a falar as coisas e a gente acaba nem Perguntando porque ela vai começar a falar da mãe dela e ela já vai falar: "O relacionamento dos meus pais eram terrí eram e eram terrível". E aí você já coloca aqui, você já começa a escrever na linha de baixo, você não precisa, né? já é lógico. E aí depois que você anotou tudo isso, você vai dar uma devolutiva. E a devolutiva a gente se baseia muito na ciência do início da vida e nas
cinco Feridas emocionais que tem um módulo disponível lá para vocês. E na próxima consulta eu vou entrar a fundo nas cinco feridas emocionais para vocês na próxima encontro. E eu vou também mandar um link para vocês das cinco feridas emocionais, um audiobook em cima do livro das cinco feridas emocionais para vocês lá na no grupo do WhatsApp para vocês estudarem mais a fundo, tá? Hoje a visão das cinco feridas emocionais está sendo muito usada por diversos diversas abordagens terapêuticas. Nós temos as as cinco feridas emocionais, que é a ferida da rejeição, do abandono, da injustiça,
da humilhação e da traição. Mas isso eu vou explicar para vocês a fundo na próxima aula, tá? Tem o livro das cinco feridas emocionais e tem um audiobook em cima desse livro no YouTube Que eu vou mandar o link para vocês. Não é minha referência, mas é extraordinário a visão das cinco feridas emocionais e isso traz uma visão fantástica para o mapeamento biográfico e para o renascimento, tá? Porque é mais ou menos isso. Se formou uma ferida emocional lá no primeiro setênio, essa ferida emocional vai ser, vai conduzindo a vida da pessoa por todos os
setiros, Tá bom? concepção. Se foi uma concepção não desejada, a pessoa não vai se sentir desejada. Se for uma concepção de como foi o momento da concepção, então a pessoa ela vai te trazer um problema. Ai, eu não consigo ser feliz na minha vida amorosa, nenhum relacionamento fica, meus relacionamentos não passam de 2 meses. Aí você vai perguntar como foi a sua Concepção. Ah, minha mãe, meu pai, minha mãe tinha 16 anos. Eh, meu pai e minha mãe, eles eram namorados. Eh, meu pai teve dificuldade de me assumir. Ninguém queria a minha mãe na vida
dela. Meu pai, a família da minha mãe não queria meu pai. A minha mãe, eu deve ter se sentindo muito mal. Então você já tem uma ideia de que essa concepção não foi desejada. E dois meses é mais ou menos o tempo que A mulher sabe que tá grávida. É mais ou menos 5 meses, né? 5 meses e meio. Então ela tá numa programação que vem da concepção, tá? Não fui desejada, mas recebi muito amor da minha mãe. Não adianta, a programação ficou. Tem uma programação de rejeição ali na concepção. E é isso que a
gente vai falar pra pessoa. Ai, eu não fui desejada. Ai, Minha minha mãe foi muito carinhosa. Não adianta. O trauma ficou ali e o trauma, uma vez programado, no cérebro, vai estar ali. E enquanto você não tratar esse trauma com o renascimento, você vai continuar se sentindo indesejada nas suas relações. E as terapias convencionais não resolvem esse problema, porque você precisa chegar até o momento do trauma. Somente ou renascimento vai resolver esse problema, entendeu? Pronto, já fiz o mapeamento da pessoa. A pessoa, ela vai dar mandar uma, vai falar, vai falar para você: "Ah, eu
eh eu sou muito traída. Como que foi a sua concepção? Ai, o meu pai, ele tinha outra família. Pronto, já veio de traição. Ah, eu não sei, mas a minha mãe, ela já tinha três filhos e ela já tinha três filhas meninas e ela queria um menino e eu vim menina. Pronto, ela já se sentiu indesejada. Ela já vai ter complexos de identidade. Ela vai ter atitudes mais masculinas para se sentir amada. Ela vai agradar em excesso. Ela vai tentar querer pertencer a todo custo. Ela vai se sentir mais uma. Como as pessoas não sabem
nada disso, eu vou mandar um texto para vocês em que quando vocês forem agendar a pessoa, você vai mandar esse textinho, Ó, estamos, vamos agendar para tal data. Para esse atendimento você precisa trazer algumas informações, como foi a sua gestação, se você foi amamentado, como foi o seu parto, tal, tal, tal, tal, tal. Tá? Eu vou preparar esse texto, eu mando para vocês e vocês no momento de agendar a consulta você passa esse texto para a pessoa, tá? Então, os tramos de concepção é como a pessoa chega. Se essa pessoa não é Bem-vinda, não é
desejada, veio junto com traição, a mãe usou a gestação para segurar o pai, esse esse casamento estava se separando e de repente a mãe engravida. Se esse pai abandona a mãe, se a família não aceita, essa pessoa vai ter problema com a sogra, essa pessoa vai ter o problema com a família do marido, se a família do pai não aceitava a mãe. Então, a história que a pessoa conta É a história de como a pessoa se sente em relação a ser recebida ou não nas relações dela. Se houve tentativa de aborto, essa pessoa aborta ou
é abortada. Eu já peguei muitos casos de pacientes que ficavam naquela compulsão de terminar relacionamentos. Vou terminar, vou terminar, vou terminar, vou terminar. Porque pensaram em aborto na gestação. Qualquer coisa termina, pensa toda hora em terminar, perde emprego sem saber. foi pensamentos de aborto na gestação. E aí tem a pergunta aqui, como foi a sua gestação? Ah, meu pai trabalhava muito e minha mãe se sente muito sozinha. Já começa uma dependência emocional ali por simbios o que a mamãe sentia no útero. Problemas de gestação. Tudo que a mãe sente no útero passa pro filho por
Simbiose. se a mãe era ficou ansiosa, se a mãe tinha problemas financeiros, se a mãe largou o trabalho, se a mãe ela eh se sentia muito sozinha, se a mãe foi traída, tudo é passado para na gestação. No caso de adotados, o conflito já é enorme, né? Concepção não desejada. E não precisa nem saber a história, a gente já tem Entende. Concepção não desejada, gestação. Essa pessoa se sente muito rejeitada, essa mãe passa muitos conflitos, essa mãe, ela traz um desprezo muito grande pelo bebê, sentimento de desprezo muito grande. parto existia um medo muito grande
de como ia ser e do que ia acontecer. Essa pessoa tem muito medo em relação ao futuro, ela vai ter muita ansiedade, tá? A gente não precisa saber a história exata, mas Se a pessoa vem de uma concepção não desejada, ela vai se sentir indesejada em tudo que ela faz. É regrinha. Se a pessoa, ela, o, a mãe ou o pai pensou em abortar, a família falou de abortar, o a avó falou de abortar, alguém falou de abortar, essa pessoa ela vai viver sempre num conflito de separações, de projetos que não concluem, situações que são
abortadas na vida dela. Se ela foi projetada, menino ou menina e veio no sexo diferente, ela vai se sentir um erro e vai tentar ser mais pro sexo oposto para ser aceita. São os problemas de concepção. É como eu sou recebida. os problemas de gestação, os problemas de gestação, se essa gestação foi muito conflituosa, muito problema, se eh Essa mãe era muito ansiosa, muito dependente emocional do pai, muito insegura, muito triste, com muita depressão, se bebia, se fumava na gestação, existe uma negligência muito mo grande contra o bebê, com o bebê, uma falta de amor
próprio muito grande dessa mãe. Se a mãe trabalhou até o final, se matou de trabalhar, essa pessoa, ela vai ter eh questões relacionadas a um trabalho, que ela vai estar sempre tendo que se matar de trabalhar. Se houve abortos anteriores, é preciso entender como foram esses abortos, se foram abortos provocados ou se a mãe perdeu o aborto, porque se foi provocado é um é uma é um conflito que a mãe passa pro bebê. se foi aborto que eh que aconteceu e essa mãe criava muita expectativa nesse bebê com medo de perda, já é outro conflito
na gestação, tá? Então, se esse aborto, se essa pessoa Vem após abortos e esse aborto foi provocado, o bebê vai sentir o quê? Medo de ser tratado como qualquer um de novo. Medo de ser abortado porque já tá lá no inconsciente. Será que esse aborto também já tem uma programação de abortos? Aí a mãe fala assim: "Ah, não, já abi duas vezes, não vou abortar de novo, né?" E essa pessoa só vem porque os outros Foram abortados. Agora, se foi um aborto biológico que aconteceu, essa mãe vai ter muito medo de perder de novo. Então,
essa pessoa, ela vai ter muito medo de perdas na vida dela. Culpa por ter nascido. Exatamente. Parto e pós-parto, os problemas de parto já são um pouco mais complexos. Se foi uma gestação, um parto que Demorou para nascer, ela, essa pessoa, ela vai ter problemas ali relacionados com o financeiro, com o dinheiro, com atrasos. Se essa pessoa, ela nasceu antes da hora, nasceu de parto prematuro, precisa entender o que estava acontecendo no ambiente pra criança nascer antes, o por que uma criança nasce de parto prematuro ou na ou porque na ancestralidade eh morreram Mães morreram
no nascimento e para preservar o bebê nasce antes. ou porque estava tão ruim lá dentro do útero que foi mais seguro o bebê nascer do que ficar lá dentro, porque ali corria risco de vida, tá? Então, bebês nascem de parto prematuro porque no útero corre mais risco de vida. É melhor nascer antes do que continuar lá dentro. Ou porque está muito desconfortável, ou porque na Ancestralidade tiveram muitos abortos. Estressãe, difícil estresse. Eh, só o estress da mãe assim ser uma causa de um aborto prematuro, tá? A não ser são, a não ser se é um
trauma muito grande que essa mãe vive. E aí, desculpa, um parto prematuro, tá? Não sei se é um mais é mais uma Mãe com muita raiva, uma mãe muito ruim, uma mãe muito Não é o strress da mãe, é uma mãe muito brava, uma mãe muito narcisista. O bebê nasce antes. Uma mãe má. Tá tão ruim lá dentro, tá tão ruim lá dentro pro bebê que o bebê nasce antes. Mas é mais comum partos prematuros ocorrerem por abortos ancestrais. Eu atendi uma paciente que ela nasceu de 6 Meses e meio. E quando a gente foi
investigar a árvore genealógica dela, o avô dela mandava matar todas as bebês que nasciam mulher. Naquela época não tinha, gente, história terrível. Naquela época não tinha ultrassom. E quando nascia um bebê mulher, o avô mandava matar. O primeiro filho tinha que ser homem, só nascia filha mulher. Até nascer um filho homem, o avô mandou matar vários bebês, várias bebês que nasceram. E ela, como foi a primeira filha, mulher que nasceu, nasceu de parto prematuro. E ainda o pai pensou em abortar. Tá? Porque a programação que vem do sistema. Essa moça, ela tinha um quadro de
depressão muito forte, bipolaridade. Camila, ótimo. Minha mãe esconde eu me engravidei. A minha gestação da minha Avó, do meu pai odiou a gravidez. Então, existe um abandono por parte de pai, um pai que não quer saber da sua gestação. E a mãe quando esconde a gestação, tá? A mãe esconde a gestação, essa pessoa, ela vai ter muitos conflitos em relação a aparecer. Se a mãe esconde, muitas mães fazem isso, mães novas, né? 16 anos, 17 anos, a mãe vai esconder, usa roupa apertada. Essa pessoa na vida adulta, ela vai sempre se apertar para caber, se
Encolher para caber, se esconder. Não pode ser vista, não pode aparecer. uma sensação de estar todo momento se encolhendo. Isso a gente vai dar essa devolutiva pra pessoa quando ela fizer o mapeamento biográfico. Minha mãe achava que o ginecologista abusava dela quando ia consultar durante a gestação. Então ali tem uma programação em relação À à energia masculina. Homem é perigo. Tem uma programação de abuso sexual. Nascimento de Fórcip. 12 horas de trabalho de parto é um tempo normal, não é muito tempo. 30 horas de trabalho de parto é um tempo normal. 40 horas de trabalho
de parto é um tempo normal. A mãe que fala: "Ai, você me deu muito trabalho para nascer, é uma mãe que se vitimiza." E aí você já vê que essa mãe é vítima, essa mãe já é frágil, essa mãe não Assume responsabilidade, tá? Já já a gente já tem uma mãe aqui, tá se vitimizando demais. Às vezes esse homem, esse ginecologista nem abusava dela, ela que se vitimizava demais, porque 12 horas de trabalho de parto para mamãe reclamar, já tá vindo uma suspeita aí de uma mãe vitimista. E é isso que a gente vai percebendo,
entende? Gente, eu fiz dois partos, Eu me formei como doula. Eu fiz dois partos para entender como funcionava todo esse processo de nascimento de uma criança. Um dos partos foram três dias, três dias de trabalho de parto. Tá? Nascimento, a forma como a pessoa nasceu vai trazer os conflitos relacionados ao mundo, a como vai pro mundo, a encerrar projeto. Então, a forma da concepção é o início, O início de um relacionamento, o início de um trabalho, o início de um projeto. E o e a e o parto é o término de um projeto. Então eu,
como tive um trauma de parto, eu começo um projeto, eu faço, faço, faço, no final eu começo a procrastinar, porque pro meu cérebro é perigo finalizar. E aí vão acontecer sucessivas coisas que vão fazer com que as coisas não deem certo até que eu desprograme aquele Padrão. Eu vou atrasar, eu vou ficar ansiosa. A minha mãe falou que como ela tinha medo de eu não nascer, de acontecer alguma coisa comigo, ela batia a cabeça na parede. Realmente ela se martirizava. A minha mãe falou exatamente essa palavra. Ela se martirizava. Toda vez que eu ia finalizar
um projeto, eu me martirizava. E quando eu entendi isso, que o finalizar o projeto era um gatilho E eu agia como a minha mãe me martirizando, eu desprogramei esse padrão e eu programei no meu cérebro, que era seguro finalizar um projeto com calma, tranquilidade, confiança. E ela se martirizava porque ela não tinha o apoio do meu pai e dos médicos. E eu reprogramei que eu poderia finalizar um projeto com calma e com apoio. E ela não se sentia escutada. E eu programei que eu poderia finalizar projetos me sentindo escutada. Só que para eu programar isso,
eu precisei acessar, liberar com o renascimento, soltar aquilo, sentir aquilo e fazer a reprogramação que eu vou ensinar para vocês depois. Agora é só a causa, tá? Como minha gestação não foi planejada, eu descobri que foi um peso paraa minha mãe. Aí você só atrai pessoas pesadas na sua vida e você também é uma pessoa Pesada. Adriana, reflita se muitas vezes você não coloca peso excessivamente demais nas coisas. É isso que eu falo pro paciente na primeira consulta, que ela precisa de mais leveza, tá? Parto. Se a pessoa ficou eh numa incubadora, ela vai ter
conflitos relacionados à incubadora, não ser tocada, não se sentir abraçada, não se Sentir incluída. não se sentir pertencendo, se sentir sozinha, um conflito de dependência emocional muito grande, se a mãe teve medo de morrer, se foi problemas de líquido, se foi problemas que ela não saiu, ela ficou entalada a questão do fórceps, ela ficou entalada, essa pessoa vai se sentir entalada, bloqueada em tudo que ela faz. Teve uma paciente que ela ficou eh num Num trauma de nascimento entalada. Um irmão já tinha falecido num parto anterior, então já tinha o medo do dela morrer também.
Ela ficou entalada no momento do nascimento, só que cabeça virada. Enquanto ela não virou a cabeça, não podiam puxar ela, porque senão ia dar o a cervical, traumatismo na cervical e ela iria morrer na hora. Então, imagina o trauma dessa pessoa, imagina quantos gatilhos. Foi umas cinco sessões de renascimento só para trabalhar o trauma de nascimento. Ela era casada com narcisista, ela não conseguia se separar. Medo de dar conta da vida, de dar conta do mundo, de ir pra vida, de conseguir fazer as coisas. O trauma de nascimento. Meu parto foi natural e tinha um
cordão eh umbilical enrolado no pescoço. Tenho Dificuldades de usar roupa de gola, então tem uma questão relacionada à laringe. Nós vamos trabalhar esses traumas de laringe, problemas de fala, problemas de se sentir sufocada, tá? Tem algum conteúdo disponível sobre todos esses detalhes sobre concepção e nascimento? O módulo três da ciência do início de vida, que está lá na plataforma e o módulo um do programa avançado terapêutico que eu falei para vocês assistirem. Vamos lá. Se no momento do parto a mãe corre risco de vida e o médico diz: "Ou ela ou a criança sempre vão
escolher a mãe." Essa criança sobrevive e o que ela faz, ela vai estar sempre priorizando o outro, porque ela está na programação. Ela nunca vai escolher para si só. Ela não vai ter escolhas de vida. Eu atendi uma paciente que ela ela a vida inteira, ela tinha 47 anos e ela disse: "A vida inteira eu vivi pro outro". Quando a gente liberou esse programa no parto, ela saiu da síndrome do Salvador e ela começou a falar não e começou a fazer escolhas para ela, tá? Se a mãe desmaia, o bebê sente que essa mãe morreu.
E vem um sentimento muito grande de luto e culpa. Por a mãe desmaiou por causa de quem? Do nascimento do bebê. Então, uma pessoa que também vai Carregar esse sentimento de luta, que vai estar sempre sacrificando pelos outros. Essa pessoa também vai ter problemas financeiros, problemas no trabalho. Todos os problemas de parto vai trazer problema no trabalho, porque é o trabalho de parto. pode atender familiares, amigos do seu namorado, pode atender todo mundo fazendo um mapeamento biográfico. Financeiro, a gente cai no problema de Líquido. Problemas de líquido no parto são problemas financeiros. vai trazer problemas
financeiros, problemas com alcoolismo, com tudo que é relacionado a líquido, tá? Problemas de rejeição no útero pode levar, pessoal, ao alcoolismo. Problemas de ansiedade no casamento relacionado a um parceiro alcólatra. Pode ser a ansiedade da mãe com o pai, que essa pessoa vivia no líquido e o pai pode ser que não era alcólatra, mas como ela viveu no líquido, aquilo ela projeta pro pai. Se a mãe tiver teve problemas no trabalho, na gestação, essa pessoa vai ter os mesmos problemas no trabalho. Se essa mãe teve medos financeiros na gestação, o pai teve medos financeiros na
gestação, teve perdas financeiras enquanto a pessoa estava sendo gestada, Porque quando o bebê é gestado existe a preocupação financeira, vai ter essa pessoa vai ter os mesmos problemas financeiros. Crianças podem ser atendidas? Não, porque essa criança ela não vai ter consciência de como ela foi concebida. Você vai precisar fazer o mapeamento biográfico na mãe ou no pai para dar a vida devolutiva da criança. Quando a gente vai atender uma criança Fazendo mapeamento biográfico, a gente atende primeiro a mãe ou o pai, a não ser se for adolescente. Você não vai perguntar para uma criança de
7 anos como foi o seu parto. Essa criança nem sabe. Você vai perguntar pra mãe como foi o parto dessa criança. Então é por isso que essa criança é ansiosa, tá? A minha mãe se jogou do trampolim comigo na barriga. Como foi esse se jogar do trampolim? Foi uma diversão, foi uma Alegria? Então não tem problema. A gente tem que entender o contexto emocional do trauma vivido na situação. Ah, minha mãe, ela caiu, escorregou. Tudo bem. Agora minha mãe caiu, escorregou. Ela tava sozinha. O meu pai não tava perto dela, não tinha ninguém perto. Ela
estava quase para perder o bebê. Ela ficou desesperada, ela ficou ansiosa. Qualquer pessoa que qualquer coisa que a pessoa vai fazer na vida, ela vai ter medo de escorregar, de Perder e ela vai ficar ansiosa. Então, depende do contexto da situação, tá? No caso do maurcólatra, quando a gente se cura, como isso reflete no casamento? Você vai ter uma postura diferente diante do alcoolismo do marido. Você vai sair da retroalimentação porque o seu marido ele vai ter problemas com líquido, por isso que ele é alcólatra. E você que vai ter os seus problemas de Líquido,
vai estar retroalimentando essa relação. Quando você sai do problema e você se cura, você tem uma postura diferente diante do problema do seu marido e abre-se um campo que o seu marido começa a ter uma percepção diferente sobre o conflito. É preciso ver o quanto esse marido está disposto a querer tratar isso ou não. Mas geralmente quando a pessoa se cura, ela não fica mais aceitando as coisas daquela forma. Ela vai ter uma postura Diferente. E como nós mudamos a postura, a relação tende a mudar também. Minha mãe caiu na gestação, ficou internada. Existe um
perigo de perda, existe um perigo de desapamento, existe um perigo de eh morte, existe um perigo muito grande. Então, sim, vai ter um perigo aí muito grande que vem da gestação. Quando a pessoa se casou com o marido que não queria se casar e queria e e queria ser solteiro por não saber dizer Não. Aí a gente vai precisar, Camila, entender o porqu essa pessoa, ela não pode dizer não. Qual a vantagem do cérebro? Qual o perigo do cérebro? Ela não diz não. Vantagem por pertencimento. Se a minha mãe não falou não pro meu pai,
eu também não falo não pro homem que eu conheço por pertencimento. Qual a vantagem? O por que a pessoa não Fala não? Geralmente pessoas que vem de uma gestação não desejadas, não desejada, se falassem não para ela, ela seria abortada. Então, falar não é um perigo e ela não fala não para ninguém. Lembra do da do gatilho que eu falei para vocês do não da na no encontro passado? falar não é um perigo. E aí essa pessoa se casa com quem não quer, trabalha onde não quer Porque ela está no gatilho do perigo de não.
Então todos que vieram de gestação não desejada vão ter problemas de falar não. Todos que passaram por tentativa de aborto vão ter problemas de falar não. Porque se falassem não, todos que vieram com abortos anteriores provocados, né, eh, vão ter ou naturais vão ter problemas com não, porque se falar não para si, pro outro é como se falasse não para si mesmo, pra vida. O cérebro entende que é um perigo, não. Tá claro? Minha mãe tinha um caso com meu pai. Traição. Não contou para ele. Escondeu, se anulou, voltou a montar ar no interior, na
casa dos meus avós. Foi conhecer ele com 12 anos quando eu quis conhecer. Então, existe um grande conflito aí de abandono, de identidade. Quem sou eu? Qual o meu lugar no mundo? Qual o meu nome? Um complexo de inferioridade, de lugar, do quem sou eu, Enorme, tá? Todos os filhos sofreram acidentes graves com três a 4 anos de idade. O que devo ter passado nesse período? precisa ver se os filhos vivem acidentes com tr a 4 anos de idade. Precisa ver o que o pai ou a mãe ou os oss os ancestrais viveram com 3
4 anos de idade. Geralmente tem mortes ancestrais de crianças com 3 4 anos de idade, tá? Então agora Eu vou Tá claro para vocês? Alguma dúvida sobre isso? Não. Então agora eu vou sortear um de vocês para fazer o mapeamento biográfico. Precisa treinar e estudar, tá? Aqui tem um copinho com o nome de vocês. Silvia, caso alguém não queira, se for sorteado e não quer se expor, vai ficar gravado. Vai lá paraa plataforma, todo mundo vai assistir, tá? Todos que estão se formando, caso você for sorteado e você não quer expor, você me fala que
aí a gente não, eu passo para outra pessoa, tá? Então, a Silvia aceitou, >> Silvia, eh, deixa eu achar você. >> Já vou abrir a câmera. >> Olá, tudo bem? >> Tudo bem. Eu sonhei que eu ia ser sorteada, então. Olha que legal. Bacana. Então vamos lá. Eu vou mostrar para vocês como eu faço quando a pessoa chega no consultório, tá? Silvia, seja bem-vinda. Prazer. Obrigada pela confiança. Hoje nós vamos fazer um mapeamento biográfico em que eu vou fazer uma análise da sua biografia de vida, uma análise das causas do porque você está vivendo a
situação que você está vivendo hoje na sua vida, tá? Tudo que a gente vive, eu explico pra pessoa O que vai acontecer, tá? Tudo que a gente vive na nossa vida começa lá atrás, nos primeiros anos de vida, com a nossa figura materna, com a nossa figura paterna. Que a gente vive hoje, não começou hoje, vem de uma repetição que começa nos primeiros anos de vida. Aqui eu vou te trazer as causas dos problemas que você está vivendo hoje. Nós vamos mapear isso tudo para que você encontre um caminho. Porque quando você Desprograma isso, rapidamente
a sua vida muda. É coisa de 2, 3, 4 dias, a sua vida já muda muito rápido. Tá >> perfeito. Bom, eu vou deixar gravado para você escutar depois. >> Uhum. >> Tá. Para que você possa eh escutar mais vezes, para você eh poder entender a fundo o que está acontecendo. Ficou com alguma dúvida? Não, >> não. Silvia, eh, me fala, eu quero que você, eu sempre falo isso pra pessoa, tá? Eh, porque quando a gente quebra a resistência, a pessoa ela se sente à vontade para falar dela. Então, eu sempre falo sempre com essas
falas. Silvia, eh, eu quero que você me tenha como uma amiga e que você converse aqui comigo como se fosse uma amiga. O que que está acontecendo na sua vida hoje que não tá legal? que você me procurou? >> A minha questão seria financeira, né? >> Uhum. >> Eh, tenho bastante dificuldade em, eu tenho facilidade em iniciar projetos e finalizar os projetos. Quando a coisa está começando a decolar, algo acontece, eu tenho que começar tudo de novo. Isso se repete tanto na vida profissional quanto financeira, né? E em Relacionamentos também. >> Em relacionamentos também. >>
Uhum. Então você começa projetos, você se doa para esses projetos e de repente coisas acontecem que você não entende onde vem ou você se sabota. Como que é esse processo? >> Hoje eu percebo que eu acabava me sabotando. Antes eu achava que era algo que vinha, né? Não, mas no fundo eu Normalmente me saboto. Eu acho que não é, não sou digna daquilo, sabe? >> Que eu não vou ser suficiente. Eu começo a colocar impedimentos no meu subconsciente. >> Uhum. >> Que me fazem me sentir mal. Eu vou bem até uma certa trajetória e sei
da minha capacidade, conhecimento e tudo mais. Tenho facilidade de pegar informações, tenho facilidade de me comunicar com as pessoas, ajudar os outros, né? Bem Narcisista, descobri faz pouco. E mas aí eu começo as minhas sabotagens, algo acontece para justificar que aquilo vai dar errado, sabe? Aí eu me tranquilizo e eu sei que eu vou começar um outro projeto de novo e vou vou encarar e vai dar tudo certo, porque eu sou forte. A, e relacionamento é pouco parecido também. Eu tenho dificuldades de me Relacionar com com as pessoas, com o homem, né, por esse insegurança
e medo que eu sinto. E aí quando eu tenho a o relacionamento, eu percebo que que eu também não sou boa suficiente, que não tô agradando e é o mesmo padrão assim nos dois casos. Você percebe que você fica ansiosa ou fica mais depressiva? O que que você sente quando você percebe que começa a vir esses pensamentos? Eu fico mais pensativa assim, entend, querendo entender o que que tá acontecendo. Triste. Você começa a sentir uma tristeza, >> eu começo a me fechar. >> Se fechar. >> Uhum. Aí eu já não quero mais sair. Eu fico
por um tempo enclausurado assim, >> tá? >> Aí me liberto de novo. Mas é pouco tempo Assim, >> tá? Eu preciso desse tempo assim fechado. >> Você vai atrás da pessoa, você manda mensagem ou não? Você vai se fechando? Se fechando. Eu vou me afastando. >> Se afastando. >> Eu faço o oposto. >> Tá. Você já tem consciência? Você consegue se perceber se nesse processo vem algum gatilho ali que acontece que Eh, gente, quando eu percebo que a pessoa já tem um pouco de consciência, eu vou indo um pouco mais a fundo naquilo que a
pessoa pode me trazer de informação, tá? Você percebe que se tem algum gatilho ali de eh do que acontece de você ficar esperando as situações, esperando o outro? Percebi já que eu sempre quando eu percebo que eu vou ser comparada ou vou nesse quando tu falou da irmã ali, ficou bem óbvio assim que eu tenho eu e a minha irmã e a minha mãe É bem narcisista. Então eu sempre fui aquela o problema da família, né, por todas as ideias que eu tive, situações. >> Uhum. >> E a minha irmã, por mais que fez tudo
que fez, né? Eh, a pessoa sempre quer acolhida e tudo mais. Eu lembro muito assim da minha infância eh a comparação. Ah, porque você não faz? A tua irmã faz isso, a tua irmã é isso, porque você não faz igual a ela. E eu era. E como eu sou mais velha 1 ano e 10 meses, porque tu entendeu o que a tua irmã, >> você é a primeira filha. >> Eu sou a segunda. O meu irmão é o primeiro, sou do meio e a minha irmã é a terceira. Tá. Eh, ela foi falando e como
eu fui sentindo eh caminho, eu já perguntei a ordem de filho. Então, eu não fui na sequência, eu já vim aqui, ó, na ordem De filho, tá? E aí, eh, você sempre, então, você percebe, vamos pegar, né, que mais ou menos a linha aí quando você está, você vai desenvolvendo projeto, desenvolvendo projeto, desenvolvendo projeto, tá em você. Quando você sente que você vai colocar pro mundo, que de repente tem um concorrente, tem alguém, você percebe um pouco isso? Sim, eu percebi. Aceita ou não. >> Começa a vir uma autossabotagem, você começa, >> tenho medo da
rejeição, né? >> Aí eu já >> antes que alguém me rejeite, nunca me rejeitaram no final, pensando bem, né? Mas é que eu me sabotei antes, né? >> É que antes de ser rejeitada você já foge, né? >> Exatamente. >> Já foge. >> Isso. E o nosso as empresas que eu Trabalhei, eu saí. >> Uhum. Eu digamos achei um problema para mim sair, né? Mas todos queriam que eu ficasse, né? Porque profissionalmente não existe, eu tenho potencial, né? Mas eu eu chego que aquele lá meu final de ciclo, digamos. >> Uhum. E não sei, as
coisas fluem de um jeito para encerrar mesmo. >> Você você acha que às vezes você vê rejeição onde não tem, você se sente não aceita e no fundo é só coisa da sua Cabeça de >> Agora esses últimos dias eu tô refletindo bastante sobre eu acredito que seja que nem eu te falei, não cheguei ao ponto de ser rejeitada, né? Mas às vezes você já fica ali pensando que você pode ser e isso já >> antecipadamente você vai um escudo que eu coloco já uma proteção que nem sei se vai existir. >> Uhum. >> Tô
me blindando. >> Uhum. >> E uma coisa que eu não sei se disser assim que vai ser rejeitada, olhando racionalmente ultimamente eu vejo que não. >> Às vezes nem é, né? Uhum. >> Às vezes nem é mais é o gatilho que um medo tão grande que já te paralisa, né? >> É. E antes que E esse sistema, né? Antes Que rejeitem, eu pulo fora. >> Você pula fora. Ã, vamos lá. Quantos anos você tem? >> 45. >> Qual sua data de nascimento? >> 24/5. de 80. >> Gêmeos. >> Uhum. >> Você é solteira? É casada?
>> Solteira. >> Já casou? >> Não. >> Não. Qual foi o maior tempo de relacionamento? >> Só um pouquinho, tá? Ah, pronto. >> O maior tempo de relacionamento foi 3 anos de namoro, né? >> De namoro, 3 anos. >> Uhum. Quanto tempo você está solteira >> agora? Do anos. >> Do anos solteira? >> Uhum. >> Gente, por que que eu vou perguntando tudo isso para ela? Para saber a gravidade da situação, tá? para saber a intensidade, a massa do conflito que ela tá vivendo, como é a massa do conflito. Eu vou perguntando a fundo, né,
a emoção que ela sente, como ela está vivendo a Situação, como são os mecanismos dela para lidar com o conflito que ela vive, tá? Para dar uma devolutiva para ela mais precisa possível. Você não tem filhos? >> Tem. Tem, >> tem uma filha, ela tem 14. >> Você tinha 30 anos? 31. >> 30. >> Foi com esse relacionamento de 3 anos? >> Não, foi num outro relacionamento. >> Tá. O pai assumiu? Ele é presente da sua filha. Mas é, a gente mora bem, ele mora em Santa Catarina e eu moro no Paraná, né? Atualmente, há
dois anos que eu me mudei para cá, né? >> Tá. >> Ele nunca teve uma aproximação muito. >> Vocês chegaram a morar juntos, alguma coisa assim? Como que foi a concepção? >> Não, foi e a gente tava namorando, aí a Gente tá terminou e eu descobri que tava grávida. Aí eu optei por não morar. Ele queria, né? Mas eu achei melhor, não era um uma criança que ia fazer a diferença naquele momento, né? >> Tá. >> Eh, a gente conversa, convive super bem, eu com a família dele e tal, mas eu optei por não tá.
Como foi a sua concepção? A princípio que meus pais falam foi foi bem vista, né? Porque o meu irmão é 7 anos mais velho, então >> eles já estavam numa fase >> e financeiramente eles já estavam bem também. E a princípio, como era o primeiro filho, um homem, eu era uma menina, já foi, foi super bem amada. E a gestação, você sabe alguma como que foi conflitos que a sua mãe teve com seu pai de casamento de trabalho? >> Olha que a a que a minha mãe falou foi isso, né? que eu no parto. Daí
eu eu tinha o cordão umbilical >> ah >> em r meu pescoço. >> E eu lembro que ela comentas eh várias vezes no sentido porque como eu e a minha irmã tem um ano e 10 meses de diferença, o meu pai saía, ficava a usite para trabalhar, né? E ela tinha que cuidar das duas meninas pequenas e o meu irmão era um pouquinho mais velho. Eu tenho um pouco desse tipo, parece que uma culpa, sabe, de ter dado trabalho. Quando você tinha três meses de nascimento, sua mãe engravidou de novo. >> Uhum. Ela te amamentou,
deu grávida? >> Amamentou agora não sei quanto tempo. Nunca eu questionei também. >> Depois pergunta para ela. Uhum. Porque talvez ela tenha parado de amamentar por Causa da outra gestação. >> É esse sentimento de ser ter sido deixada de lado. Eu tenho, >> eu acredito que é um corte de conexão, corte de vínculo que começa quando a sua irmã, quando tem a gestação da irmã. A gente já vai chegar nisso, >> tá? >> Tá. Eh, então a sua mãe, ela se sentia muito sozinha porque o seu pai trabalhava Muito. >> Isso dele, ele na realidade
ele trabalhava numa outra cidade, né? Ele ficava, digamos, uma semana fora >> e ela ficava sozinha uma semana. >> Isso. E eu lembro assim já para contribuir que eu era a única que ficava doente, né? Meu pai voltar. Você ficava muito doente? >> Sim, com febre, tendo que ir pro hospital. Seu pai ficava nada, mas era aquele Jeito de eu acho que chamar atenção, né? >> E como que era o temperamento dele? >> Do meu pai? Sempre calmo, tranquilo. >> Só um minutinho. >> A minha mãe é brava. >> Só um minutinho. >> Uhum. Ele
era calmo. Ele era >> Sim. >> Não, meu pai sempre foi bem doce, bem. Então, meu pai sempre foi calmo, tranquilo, bem carinhoso. >> A minha mãe quer abar assim. >> Pronto, pode falar, pode falar. Desculpa. >> Tá. O meu pai sempre foi tranquilo, super calmo, super carinhoso, assim, bem um bom ouvinte. Eu lembro muito do meu pai assim com acordando a gente com carinho, com tudo mais, sabe? Ou afeto mesmo. A minha mãe que era brava assim, que ela tinha bastante dificuldade, >> agressiva, brigava, batia. Tem >> bater. Eu lembro que ela me bateu
uma Vez, ela me deu uma varada só. >> Ah, >> mas assim, ela sempre falava alto gritando, sabe? >> Tá. >> Vai bater assim só uma vez. Foi uma situação e nunca mais, mas eu já tinha uns 8 anos, eu acho. Nunca, tipo, apanhar, apanhar. E aí ela cuidava de vocês três sozinha. >> Uhum. >> E o seu pai sempre uma >> sendo mais velho, então ele acabava no ajudando, né? Cuidar de mim, de mim e da minha irmã. >> Ele era mais velho. >> Sim. Eu tenho 7 anos de diferença dele. >> Ah, do
seu irmão. >> Uhum. Hum. E e o seu pai ajudava sua mãe. Como que era a presença dele com a sua mãe? Como que era o relacionamento deles, do seu pai e da sua mãe? >> Ele não, eles a eles a volta, a mãe sempre ficava reclamando porque ele ficava dando atenção pros outros. Meu pai também eh participava da igreja como ministro. Ela tinha, não sei, ela, eu lembro dela várias vezes discutindo com eles, mas a gente acabava se afastando e não ficava presente. Eu não gostava daquelas situações. >> Ele tinha vícios? Não, >> não.
>> Como que era essa questão dele ajudar Muito a igreja, os outros? >> Na realidade, ele ele particip ele ele, como é que eu posso dizer? Ele conversava com o pessoal, tudo. Se alguém chamava para levar ele para a gente morava no interior, né? Uhum. >> Para cidade. Meu pai sempre tava disponível para ajudar os outros, >> tá? >> Ah, o que precisasse para levar no hospital, fazer rancho, o que fosse, ele tava disponível. >> E a sua mãe sempre muito abandonada. Isso. Mas é, hoje eu enxergo da fala dela assim o que ela passou
na infância dela, né? Foi mais ou menos assim. Como que foi? Fala um pouquinho mais de conflitos que você teve na sua infância com a sua irmã. Ah, com a minha irmã eu lembro muito disso de comparação, >> tá? Eh, e ela também sempre Se aproveitando disso. Hã, [Música] na realidade, eu tinha que sempre tá acompanhando ela. Eu deixava de fazer as minhas coisas porque eu tinha que cuidar da minha irmã, digamos. Tá, eu tinha que abrir mão às vezes das visitar as minhas amigas porque eu tinha que cuidar dela ou às vezes eh a
responsabilidade, ah, você foi numa festa, você tem que dar a tua Irmã, sempre >> Uhum. Sabe? >> Uhum. >> Eu tinha que sempre me dedicar a à pessoa. Isso foi a vida inteira me dedicando aos outros. Realidade, eu acabei a vida inteira priorizando outras pessoas e não me priorizando. E a sua adolescência como foi? >> Foi, Posso dizer? Eu sei, sou geminiana, né? Eu gosto de conhecer, de experimentar, de me comunicar, tenho facilidade, mas isso não era bem visto. Então eu lembro assim da minha mãe falando: "Ah, tu vai se drogar, tu vai engravidar, tu".
Sabe todas essas questões que aí ela ela me botava medo, né? Ah, você não pode isso, não pode aquilo. Mas normalmente ela falava: "Ah, desse Jeito você vai engravidar cedo, desse jeito tu vai se virar uma drogada, sabe?" No final, eh, que eu não ia ter, no final fiz a faculdade, tudo, os meus irmãos não fizeram. A minha irmã engravidou cedo. Na verdade, a minha irmã era sempre a a ela não olhava paraa minha irmã, ela via só a minha pessoa, né? E eu conforme ela vinha falando, eu tentava viver minha Vida. Eu saí para
trabalhar com 16 anos. >> Então eu sempre quis ser a minha, eu busquei a minha independência. >> Uhum. Tanto eu fiz minha faculdade, eu paguei ela, eu morava os móveis da minha, sempre fui independente, >> tá? >> A partir disso. E e daí começou os negócios de relacionamento também. Eu lembro dela querendo arrumar um um namorado Para mim que eu não queria. Aí os namorados que eu apresentava assim, ela rejeitava, né? Uhum. >> Não era do gosto dela. Aí foi, aí começou a a bagunça relacionada de relacionamento. Tá bom. Ela já me trouxe tudo, né?
Toda a história. Eu já fiz aqui, ó, preenchi tudo que eu podia, algumas coisas. Eu tudo que ela foi falando eu fui anotando. Se fechar aqui, ó. Se fechar, se enclausurar. Eh, pai ficava uma semana fora, sempre ela sempre reclamava dele. Foi anotando. E agora eu vou dar devolutiva para ela, tá, Silvia? Eh, vamos fechar os olhos. Faz uma respiração profunda, relaxa, solta quadril, pernas, pés. Relaxa, solta ombros, peito, abdômen, braços. Relaxa, solta cor cabeludo, testa, bochecha, pescoço. Tudo que eu vou te trazer aqui é ser respostas do seu inconsciente que você vem procurando há
muito tempo. E o seu, eu vou falar do meu coração para o seu coração. Pode fazer uma respiração e abrir os olhos. Eu faço um breve relaxamento muito Rápido, só pra gente, eu e ela, entrar no inconsciente, entrar em outra frequência, tá? Nessa hora eu faço a gravação, eu coloco para gravar. Silvia, tudo aquilo que eu vou deixando ver muito do inconsciente, tudo aquilo que a gente vive nos momentos iniciais de vida vai trazer eh conflitos, gatilhos, que isso vai se reverberando pros momentos futuros. Quando um bebê nasce, esse bebê ele precisa de atenção, de
amor, de afeto, carinho, todo tempo. E quando nasceu e quando a mãe e essa necessidade do bebê precisa acontecer até por volta dos 2 anos e meio de idade, o bebê se sentindo único para essa mãe quando nasce. Logo na sequência, um outro bebê, o bebê começa a não se sentir único. A sua irmã, ela vem, a sua mãe descobre num susto, né? Após 3s meses do seu nascimento, você ainda estava no pós-parto. Então, a sua mãe, ela vive um susto na maternidade. E naquele momento não é só mais você e sua mãe. Vem um
outro bebê, uma outra bebê nessa relação e você não se sente mais única, você não se sente mais especial, você não se sente mais amada, você Começa a se sentir trocada, substituída. A mãe não tem mais olhos só para você, ela vai ter olhos para uma outra. E é uns ol, é um olhar de preocupação, é um olhar de problema, é um olhar de dor. Então aquilo que deveria ser exclusivo para você passa a se tornar eh um peso. A maternidade se torna um peso. E a sua mãe começa a dizer: "E agora? O que
que eu vou fazer com duas?" Fora isso, existe um conflito muito grande, que é a falta da figura paterna. E a sua mãe, ela já se sentia abandonada e ela já começa a vir o peso da maternidade. Você é mãe, você sabe, não é fácil cuidar de uma criança, não é fácil cuidar de duas, cuidar de três crianças é um fora sem a figura paterna, já é um conflito muito grande para essa mãe eh enlouquecer, entre aspas. E aqui não é um julgamento, é uma análise de como a sua mãe ela vai se perdendo de
si. A questão é que para Você, nesse momento que ela descobre a gestação da sua irmã, uma desconexão com o amor, com o afeto, com o carinho, com a exclusividade, acontece. É diferente de quando vem bebê gêmeos, que já existe uma conexão ali com o gemelar. E esse bebê ele chega com, né, essa conexão do gemelar com a mãe. No seu caso, existe um trauma, uma ruptura, uma desconexão. E eu sinto que essa desconexão existe Dentro de você, entende? A minha desconexão com a minha mãe se torna minha desconexão comigo mesmo. Faz sentido para você?
>> Faz. >> Até porque às vezes eu não acredito em mim mesma e tudo mais, né? >> Sim. E talvez a sua dificuldade de se, eu não vejo como se fosse uma dificuldade de concluir projetos, mas eu vejo como se fosse uma desconexão profunda consigo Mesma, como se fosse como se faltasse aquela, sabe, alegria, aquela vontade, aquela sabe, >> pode ser porque iniciar eu tenho vontade, então talvez quando eu fui concebida, eu fui realmente s anos diferencia Sim. >> Aí depois a segunda filha, mulher, veio toda uma, olha, tô ficando até arrepiada. E a Gente
fica mesmo, vem todo um planejamento, um desejo, né? A concepção, nascimento, só que de repente uma desconexão. E essa desconexão, eu sinto que você eh vive isso com você, sabe? E a causa dessa desconexão é a outra, é a irmã. Mas eu sinto que é maior essa causa da desconexão. É a falta do apoio do pai, é a falta do apoio do homem, é a falta do apoio do outro, que talvez se você tivesse um Apoio do seu lado, você teria força para dar sequência em projetos. Talvez você fique apoiando, esperando um apoio de alguém.
Talvez você fica esperando a palavra do outro que fala e vai lá, você consegue, você pode, eu tô junto, vai dar certo. Talvez esse relacionamento que acabou e você cuidou da sua filha sozinha, foi porque você já não sentia nesse homem essa segurança, esse apoio. E eu sinto que o problema não está na sua mãe, por mais que você Ache. Porque quando a criança ela convive com uma mãe reclamando e sobrecarregada na energia masculina, principalmente para filha mulher, ela vai achar que o problema tá na mãe, mas o problema não tá na sua mãe, o
problema tá no seu pai, na falta do apoio, da proteção, do suporte, da presença, que nem quando ele tava lá, ele tava, a prioridade era o outro. E talvez você coloque o outro como prioridade, buscando pertencimento ao seu pai, Porque se eu priorizar o outro, eu vou ser mais amada pelo meu pai. Eh, eu eu sempre busquei realmente uma provação do meu pai para certas coisas inconscientemente, sabe? Eu nunca verbalizei isso, >> mas às vezes eu pensava: "Ah, será que meu pai ia gostar disso?" >> Sim, sim. E se você ajudar o outro, você vai
ser amada pelo seu pai? >> É, eu fazia as mesmas coisas que ele na realidade, >> viu? Então, tem uma tendência aí a pensar no outro em primeiro, >> buscando pertencimento ao sistema e se sentir amada pelo seu pai, tá? Tá bom? Sim. Faz sentido para você? >> Faz. >> Toda mulher sem a presença do homem, com com um marido indisponível e três filhos para criar enlouquece. Lógico que a sua mãe já tem conflitos da infância dela. Lógico que a sua mãe tem um feminino ferido muito grande já para trair um pai. Um homem disponível
que fica uma semana fora e quando chega prioriza a igreja do que a família. Ela já tem uma dor de abandono que vem lá do pai dela. Ela já tem uma dor de eh pertencimento ao sistema dela. Talvez a mãe dela também se sentiu abandonada pelo pai. Talvez já tenha uma falta do masculino nesse sistema. Até por isso Que você repete isso pra sua família. >> Uhum. >> Para sua filha. Tá. Você dá paraa sua filha a mesma coisa que inconscientemente você viveu sem perceber a falta da presença do pai no lar. Porque imagina quantas
situações que você não deve ter vivido que o seu pai não tava lá de manhã cedo, não tava lá à noite, não tava lá na escolinha, não tava, não viu você Crescer. Uma semana o pai fora, entende? E aí quando esse pai é presente ali dá um pouco e essa mãe tá gritando, a criança ela entende que o pai é legal e que a mãe é um problema. Só que essa mãe tá fazendo o papel dos dois. Essa mãe, ela tá educando um filho de 7 anos e mais duas meninas sozinha. Ela precisa virar homem
para educar. Então ela precisa ter energia masculina para cuidar do sistema, porque esse pai ele Não tá presente. >> Sim, >> não é culpa de ninguém, é uma análise da situação. Então, existe uma desconexão com o feminino em você, com o amor, com a confiança, com acreditar, com o que você pode, devido a uma falta de apoio da energia masculina, que talvez se você acaba vivendo situações em que você não se sente eh motivada externamente e o seu inconsciente precisa disso porque Faltou esse pai, tá? E aí vem os conflitos que vêm disso, que são
secundários. >> É, até porque a minha trajetória profissional sempre foi forte de guerreira, né? >> Uhum. >> Um lado masculino muito forte de aguentar. Não é uma lado masculino muito forte, é o seu feminino ferido. >> Ah, >> igual o feminino ferido da sua mãe. >> E tinha que suportar tudo porque precisava >> isso. E aí ajudando todo mundo, procurando seu pai dessa forma, entendeu? >> Uhum. Entendi. E eu lutei muito para entrar nesse curso. Eu me sentia chamada, mas eu ainda relutava, será que eu vou ser competente o suficiente? Na realidade, falta energia masculina
em você, porque a energia masculina ela traz essa força. Eu não preciso de ninguém, eu não preciso de nada e eu dou conta de tudo e eu faço tudo, eu acredito e eu confio, eu vou e eu faço. Só que ela não é sustentada pela energia feminina, porque o feminino tá muito ferido. Agora você me deixou uma coisa bem clara, porque >> entendeu? sempre achava que eu tava no Lado e com energia masculina. é a energia masculina que vem do feminino ferido e não a energia masculina que vem, porque o feminino ele é tão fortalecido
que você vai pro mundo conquistando aquilo que tá no seu propósito. A força da mulher começa de dentro para fora. >> Aham. Entendi. >> Entendeu? Agora ficou claro. Exatamente. Eu tava interpretando errado. Agora tem tem lógica que você não era forte de de energia realmente masculina, era uma força força >> para suportar, para sobreviver. É uma era uma sobrevivência. >> Exatamente. Não era força para fazer. E aí você honra sua mãe nisso, porque se eu eh gerei esse problema paraa minha mãe E a minha mãe precisa ser forte e suportar tudo, eu também vou ser
forte, suportar tudo. Aí vem a honra ao sistema, que eu acredito que isso já é ancestral, tá? >> É sim. Pelo a minha avó foi escrava e tudo mais, então >> você tá brincando. >> Uhum. Porque assim, quando nasce uma filha mulher, quando ela tem um filho homem, tá tudo bem, ela tem, ela cuida desse filho, tal, quando nasce uma filha E uma mulher, começa a vir um peso maior. Então, o que está dizendo que esse feminino é muito ferido. Olha, a sua irmã, ela teve uma filha, ela engravidou com 17 anos. Feminino, a sua
irmã tem um feminino mais ferido que você, porque ela não foi desejada. Ela já foi a que trouxe o peso maior pro sistema. Ela já deve ter dado mais trabalho ainda paraa sua mãe. Deu mais trabalho para você. A sua irmã Sim é o feminino ferido Encapsulado nela. >> Ela é exatamente multiplicado. Parece que tudo. >> E você como chegou e ela veio depois, isso trouxe muita raiva para você. Então, nesse sistema familiar, eu sinto que lá na ancestralidade, qual a origem da sua família? Eh, >> a parte do meu pai italiana e da parte
da minha mãe, o meu avô eh materno é alemão, mas a minha avó, ela, os pais dela eram descendência de escravos, >> tá? Porque existe uma desunião do feminino, né, muito forte. E eu sinto que essa desunião não começa entre você e sua irmã, começa do feminino ferido que vem lá de trás, sabe? >> É, a minha mãe sofreu muito na infância dela. Ela ontem assim, sabe? Foi muito sofrida porque eh e daí o meu, >> olha só onde é sua sabotagem, Silvia, deixa eu deixa eu falar só para não perder onde olha a sua
sabotagem. Quando Você vai conquistar algo muito bom, você se sabota porque o seu inconsciente fala assim: "Não, você não pode ser feliz. Você tem que ser uma escrava. Você tem que sobreviver. Você tem que se sacrificar. Você tem que se matar. Você não pode ter um homem legal do seu lado. Você tem que pertencer ao sistema sobrevivendo. >> Ah, e daí o o meu avô eh materno que ela >> entendeu? >> Sim. Antes de continuar, entenda isso, Interioriza isso. >> Só tô complementando assim, ã, os pais do meu avô, os pais da minha mãe, né?
Não, o pai da minha, o meu avô paterno, ele, os pais dele vieram da guerra da Alemanha fugidos. Esquece isso. Escuta o que eu tô te dizendo. Você não pode ser feliz. Quando você está perto de ser feliz e ter a sua família e ter o seu trabalho e ter o seu emprego e o seu dinheiro, você se sabota. Não é só uma questão de baixa autoestima, é uma questão de maldição familiar. Você tem que ser escravo, você tem que viver sobrecarregada. Você não pode conquistar nada. Você não pode conquistar. É porque estudar inteligência tem
de sobra, mas não, >> você não podear. Dá para viver, mas nada que eu almeje. >> Você não pode conquistar, você não pode ser feliz. Você tá honrando o seu sistema, sendo escrava da sua infelicidade e você não vai conseguir ser feliz enquanto você não quebrar esses padrões. É muito mais profundo do que você pensa. Entenderam, gente? Como eu trago, aonde eu fui? Não está na sua irmã. O problema está no feminino ferido. >> Já de gerações. >> Já de gerações. E toda vez que você estiver perto de ser feliz, tudo vai dar errado e
você vai fugir, vai se deprimir, vai ficar triste, vai pensar negativo. Próxima. quando eu era mais jovem, eh, eu acho que eu me saboto bastante até agora, porque já aconteceu isso do nada, tipo, a minha felicidade foi pro ralo. >> Exato. >> Aí eu comecei a ficar >> Exato. Exato. Sua felicidade vai pro ralo. E aí, antes de a felicidade ir pro ralo de novo, sabe aquela coisa de que, eh, eu já tô com medo de me frustrar? >> Eu sei que vou me frustrar. >> Eu já, eu sei que eu vou me frustrar. Então
eu já vou desistindo, eu já sei. >> É que nem eu falei, parece que as coisas já se encaminham para aquilo que vai acabar mesmo, porque eu sei que não vai dar certo. >> Então não é uma questão de você sabe que você vai ser rejeitada, não é simplesmente uma ferida da rejeição, é um impedimento de ser feliz. É um pacto do feminino ferido que você tem com a sua mãe, que você tem com a sua irmã, que você tem com a sua avó, de que você precisa sofrer. E aí disso, disso vieram todos os
complexos que foram surgindo aí na sua infância, complexo de inferioridade, Eh, de comparação, que são isso tudo é secundário, tá? >> Uhum. É para mostrar aquilo que >> é, é só para fortalecer aquilo que já vem. A mulher sofrida, a mulher desamparada, a mulher largada pelo masculino, a mulher abandonada, a mulher que não é priorizada. >> Uhum. E é o fato de eu querer assumir a a o nascimento da minha filha sozinha e tudo foi para tentar sofrer menos, uma tentativa minha sofrer mesmo. >> Ah, sim, verdade. >> Entendeu? >> O fato de você não
querer ele na sua vida foi para você sofrer, foi para você honrar o sistema. Porque se você não quisesse sofrer, você estaria com um homem maravilhoso, que você é apaixonada, que você teria uma família linda. Mas não, você não pode ter. Você tem que ser mãe solo para você viver sobrecarregada, abandonada pelo masculino e sofrer. Entendeu? >> Entendi. >> Enquanto você não se programar isso, você vai continuar solteira, sem concluir nada e sofrendo. Aí eu falo para ela o que ela precisa fazer. Eu vou te mandar um questionário em que você vai preencher informações sobre
a sua ancestralidade a fundo. É, nós vamos fazer 10 sessões de renascimento porque nós precisamos curar Os traumas que vieram disso, que abaixa autoestima, a comparação na infância e nós iríamos trabalhar a ancestralidade também para quebrar os as fidelidades, as honras que se tornam até maldições na sua vida. E quando a gente quebra isso, são 10 sessões, rapidamente a sua vida vai andar. é muito rápido para fazer a sua vida andar, tá? Só que a gente precisa fazer um trabalho Intensivo com isso. A gente precisa trabalhar a sua infância para elevar a sua autoestima, o
seu merecimento, fazer você se conectar consigo mesma, trabalhando o trauma de pós-parto com o nascimento da sua irmã, que gerou a desconexão com a sua mãe e o seu acreditar em si mesmo. E precisamos trabalhar as honras que você traz com a sua ancestralidade, com a sua bisavó. Que eu honro mesmo, porque se tu me pedir uma coisa, eu cumpro >> com a sua avó, né? >> Sim. Por mais que eu não goste, mas eu cumpro porque, sei lá, é mais forte do que eu, tá? Então eu vou te mandar essa gravação para você escutar
depois, entender tudo que precisa ser trabalhado e vou mandar também no WhatsApp todo que todo o protocolo terapêutico, tá? Não, você não precisa fazer a vida inteira terapia, mas você precisa passar por um processo de desprogramação desses padrões paraa Sua vida funcionar, tá? Eu vou te passar um para um um protocolo terapêutico. São 10 consultas. Nessas consultas a gente vai trabalhar a sua infância e a e a quebra desses padrões ancestrais e rapidamente a sua vida vai andar. Você vai ver que a cada semana a sua vida começa a andar. Tá bom? >> Uhum. Bora
quebrar. >> É um investimento que você vai fazer pra vida, vai ser um divisor de águas. Porque enquanto você não desprograma tudo isso e quebra esses padrões, você não vai conseguir sair do lugar. >> Uhum. >> Mas é muito fácil isso acontecer, isso ser liberado, >> tá bom? Que graças a Deus você tá você está no lugar certo. >> Glória a Deus. >> Glória a Deus. Então, Silvia, eh, fecha os olhos. fazendo uma respiração profunda. Quero Agradecer esse momento de consciência, de respostas, de caminhos, de entendimento. Agora você sabe o que você precisa fazer para
se curar e ter a felicidade que você procura. E eu vou te deixar uma palavra aqui que vai vir eh como resposta de tudo isso. E a palavra é conexão. A partir do momento que você se conecta com a sua verdade, com o seu interior, com a sua cura, com quem você quer, quem você é e o que você deseja, a sua Felicidade vai chegar até você. Pode fazer uma respiração profunda e abrir os olhos. Tá bem? >> Sim. >> Tá claro, gente? O que agora eu vou trazer para ela, tá? o que ela vai
fazer, tá bom? Como a gente tem o programa avançado lá, eu vou dizer já para ela o que você vai que ela que ela como é que eu vou fazer, >> ó. Tá vendo como que você tá saindo? Desesperada, não tá desesperada para se curar? >> Não, aliviada. >> Tá, >> mas ao mesmo tempo eu já vejo uma luz, sabe? Na verdade, quando eu entrei no eu senti um chamado muito forte assim que eu precisava >> Fala Fala aqui dessa consulta, >> da consulta aliviada e ao mesmo tempo assim querendo resolver >> urgência, né? >>
Urgência. Eu preciso resolver isso logo, >> porque era uma coisa assim que me deixava eh presa, angustiada. Tava sempre com a garganta parecia >> Uhum. >> E como você ia falando, parecia que eu ia sentindo tudo aquilo, sabe? Tá. >> Aquela angústia, aquela >> Uhum. Então, gente, qual o trauma que eu identifiquei aqui? o trauma de pós-parto, Que foi o trauma quando a irmã nasceu. E em cima desse trauma, eu fui entendendo o emocional dessa mãe que se sentiu abandonada, fui perguntando coisas desse pai e fui tentando entender esse feminino ferido, entendendo a ancestralidade desse
feminino ferido. E aí eu dei a devolutiva para ela em cima daquilo que veio, tá? Lógico que para eu trazer essa devolutiva aqui para ela assim tão rápido, são 7 anos de atendimento. E isso ficou muito claro para ela, muito claro. Eu dei a resposta para ela e e foi engraçado que quando ela começou eu eu já senti é impedimento na quando ela começou a falar, eu falei assim: "Você sente que você se sabota ou sente o impedimento?" Ela falou que se sabotava, mas na no começo eu já senti que tinha um impedimento, eu já
senti Que era algum impedimento que tava vindo, mas enfim, eu fui deixando acontecer para entender. Eu indico você fazer a vivência de que está no módulo de ancestralidade. Tem uma vivência lá pra vó materna que é de abandono. Tem uma vivência de psicodrama. >> Uhum. >> Você precisa fazer essa vivência de psicodrama com a sua avó. Qual o nome Dela? >> Isaura. Nossa, nome de escrava, né? Da novela. >> É, você precisa fazer a vivência de psicodrama com ela, tá? mapearse. Eu acho que você tinha que fazer eh estudar o módulo de ancestralidade, aprender a
usar a mandala, mapear as fidelidades que está vindo e fazer a vivência de psicodrama com Ela. >> Não, super tranquilo, >> tá? É a primeira coisa que você precisa fazer para soltar o impedimento e aí depois fazer sessão de renascimento para chegar no momento dos três meses que a sua mãe descobriu a gestação. >> Hum. Certo. >> Sentir a desconexão, tá? reprogramar que você não precisa Mais viver desconectada, que você se conecta, que você já sente a conexão consigo mesma. Trabalhar essa quebra de desconexão que você tem com a sua mãe, perdoar a sua irmã.
Você tem que perdoar a sua irmã, entender que ela é vítima também. Tem raiva da sua irmã aí dentro. Enquanto você não liberar a raiva da sua irmã, a sua vida não vai andar paraa frente. Mas isso eu nem tratei aqui porque iria tratar nas 10 sessões, porque eu já Identifiquei isso, só que eu nem trouxe isso para ela, tá? Enquanto você não tratar a raiva da sua irmã, sua vida, não, ela não tem culpa, ela é vítima também da história mais que você ainda, tá? Trabalhar a raiva inconsciente que você tem da sua mãe
e perceber que o problema da sua mãe não está só na sua mãe, está no seu pai também. e começar a olhar a sua infância por outro ângulo, começar a perceber que a falta desse pai É talvez seja pior do que a sua mãe autoritária, que a sua mãe talvez só tenha sido como foi pela falta desse pai. E é muito fácil um pai sair como bonzinho da história. >> É, porque os momentos bons era quando ele chegava, né? >> Entendeu? E aí você vai fazer as pazes com o seu masculino, com os homens, e
vai parar de ajudar os outros e vai Pensar em você, porque você vai quebrar essa honra de se querer se sentir próxima do seu pai, porque a sua mãe era agressiva. Você vai se aproximar mais da sua mãe, tá? vai começar a ter uma visão de perdão para ela. >> É, com a minha mãe até não é tão, mas é mais a minha irmã, né? >> É, precisa perdoar a sua irmã, tá? >> Uhum. >> Fez sentido para você? >> Fez. E deu mais uma pergunta aí por causa da minha filha, né? Que eu acho
que isso já tá indo paraa outra geração já. É, tem que precisar trabalhar essa questão de abandono do pai. >> Uhum. >> Para você conseguir trazer um homem paraa sua vida e a sua filha entender que pode ter um homem presente na vida. >> Porque tá na programação da sua filha também a falta do homem. A mulher sobrevive sozinha e você tá sobrevivendo sozinho. Entendeu? Entendi. >> Que foi o que aconteceu com a sua mãe. Aí precisa quebrar essa honra com a sua mãe, trazendo a culpabilização da sua mãe pro seu pai. E dizer que
o seu pai priorizar a igreja não foi legal, Foi feio, foi errado. Ele faltou, que a sua mãe cuidou três filhos sozinha. Talvez você possa fazer isso escrevendo uma carta para ele, mas é o processo terapêutico que você vai viver. >> Uhum. >> Você vai vivendo isso. >> Sim. Não, bem tranquilo. Eu só queria estancar isso, sabe? que a minha filha também não sofresse e tudo mais, porque >> não é gostoso. É, mas eh quando você traz essa consciência, é um processo, quando você traz essa consciência do real conflito, de que o seu pai talvez
tenha sido mais o vilão do que sua mãe, que faltou a presença do pai e que você pode ter um homem presente na sua vida, você muda a informação do sistema e traz uma nova informação paraa sua filha, mas você vai resolver isso trazendo um homem para sua vida, >> ela precisa enxergar, né? Não adianta, >> você precisa enxergar que seu pai não foi presente. >> Uhum. >> E que você não deu um homem presente para sua filha. >> Aí quando você enxerga isso, você reprograma isso dizendo que você quer ter um homem diferente do
seu pai, um homem presente. Entendeu? Mas enquanto você não traz pro consciente que o problema vem do seu Pai, você continua repetindo o padrão de homens indisponíveis na sua vida. E aí a sua filha recebe isso também, homens indisponíveis. >> Uhum. Entendi. >> Entendeu? >> Uhum. >> Precisa vir pro consciente que o seu pai foi indisponível e que não foi legal isso. >> Assumir, né? assumir. E depois que você faz isso, você ter consciência de que tudo isso gerou um grande buraco na sua vida, que a sua mãe se tornou uma mulher totalmente desestabilizada por
causa disso. E aí você reprogramar, falar assim: "Não, eu quero um homem presente na minha vida. Não quero repetir a mesma coisa que a minha mãe viveu. Não preciso repetir a mesma coisa que a minha mãe viveu. Minha Filha não precisa repetir a mesma coisa. Tá, >> tá perfeito, >> perfeito. Obrigada, Silvia. >> Obrigada a você. >> E só continua que você tá no caminho certo. >> Amém. >> Um beijo, querida. Beijo. Dúvidas? Tão em choque. Muito bonito, né? A devolutiva é dada na hora. Eu me conecto e dou a devolutiva. As cartas não fazem
a mesma função para quebrar padrões ancestrais. Precisa fazer psicodrama. É bem mais profundo, tá? Principalmente no caso dela, se é coisinha pequena, tudo bem, mas no caso dela que é escravidão, é muito pesado. Talvez não vai ser só um psicodrama que Ela vai fazer com essa avó. Talvez ela vai precisar fazer em relação a relacionamento, em relação a trabalho. E eu vou ensinar isso como que vocês vão mapeando para si mesmo, tá? Vocês entenderam? Ela me trouxe o problema e eu fui lá, ó. Tá, tá, tá, tá, tá, tá. Gente, o problema dela de baixo
de cima é o de menos. É o de menos. existe uma profunda quebra de conexão consigo mesma que vem do Trauma de eh nascimento. Em um trauma que eu identifiquei de nascimento, eu consegui fazer a leitura da vida inteira dela e da ancestralidade inteira dela com um trauma de nascimento, tá? que foi o nascimento da irmã dela. Eu tive um paciente que o que o trauma dele de nascimento é que na gestação dele o pai abandonou a mãe. Foram praticamente 10 sessões de renascimento trabalhando isso. Os conflitos que surgiram pelo pai tá abandonado a mãe.
Porque o trauma vem e esse trauma que acontece nos momentos iniciais de vida vai desencadeando sucessivas situações traumáticas. O trauma, a irmã que foi concebida gerou o quê? Comparação, raiva, conflitos. A mãe enlouqueceu, mas a mãe só ficou assim porque o pai não era presente. Então tem um um um uma situação aí que piora o problema. Se o pai fosse presente, essa Mãe não teria ficado assim, ela teria tido apoio, tá? Lembra que eu falei para vocês? Um trauma de concepção gera um problema para toda a vida. E esse trauma dos primeiros anos de vida
vem de situações ancestrais. Eu tenho minha ancestralidade, eu tenho o meu nascimento e eu tenho a minha história de vida. Eu chego lá atrás no mapeamento biográfico, identifico os Traumas de nascimento dos primeiros anos de vida, do devolutiva paraa pessoa e trago tudo que tá trazendo ali aquela situação. Tá claro? Próxima aula a gente vai fazer outro mapeamento biográfico que eu vou começar a trabalhar as feridas emocionais e a gente vai fazer de novo. A minha sugestão é vocês trocarem entre vocês agora o mapeamento biográfico, Porque vocês estão estudando, então vai ser mais fácil pegar
um de vocês, assim como foi mais fácil para mim pegar ela. E depois que vocês trocarem entre vocês, vocês começam a pegar pessoas lá de fora, tá? Acho que sabemos muito pouco ainda para fazer o o mapeamento. É fazendo o que vocês aprendem. Por isso, se vocês trocarem entre vocês, é melhor, porque vocês estão aprendendo Entre vocês. E mesmo sabendo pouco, vocês vão aprendendo e melhorando paul paulatinamente. Exatamente. Para essa semana, estudem as feridas emocionais. Se sentiram que preciso estudar de novo? Eu estudei essência do início da vida várias e várias e várias vezes. O
meu livro Você Amor tem várias informações sobre os traumas de momento de vida. O primeiro módulo do programa Avançado terapêutico. Assistam de novo, vocês vão ter uma outra clareza. Gente, não tem segredo. Foi um trauma que ela me falou, a irmã que foi concebida com três meses que eu já fiz tudo para ela e ela já sabe o caminho que ela tem a seguir. A gente não tem muitos traumas. Às vezes são três traumas que a gente tem na vida. E esses traumas, esses três traumas são Os motivos de toda a nossa bagunça. O Bruno
que eu atendi, ele quando ele foi concebido, o pai não desejava ter o segundo filho. Quantas vezes a gente trabalhou esse trauma, Bruno? E quantas bagunças deu por causa desse trauma de concepção que você não foi desejado, não é? E tudo voltava nisso. Sempre voltava nisso, sempre caía nisso. Isso, gente. E aí vocês colocam as dúvidas lá no grupo e a dúvida que eu Responder paraa Carla vai servir para todos. A dúvida que eu responder para Bel, pro Bruno, vai servir para todos, tá? Podem se organizar nos grupos do WhatsApp, podem fazer uma programação lá
no grupo do WhatsApp, tá? Eu vou colocar lá para vocês eh a as perguntas que vocês vão fazer caso vocês agendem alguém e as per e uma lista de quem quer trocar a consulta. Todos que quiserem trocar consulta vocês vão colocar nessa lista lá no WhatsApp para saber quem quer trocar. Aí vocês vão se chamando entre vocês, tá bom? Quando vocês forem trocar a consulta, ajudem o seu colega. Não falem de vários problemas, falem de um problema, tá? Aí se for trocar consulta com outro, fala de outro problema. Então, amanhã cedo já vai estar disponível
essa aula na plataforma. Eu Vou mandar a as perguntas para vocês e vou mandar também a e vou deixar lá também a lista para vocês trocarem consultas, tá bom? Ansiosos para começar. Cura é poder. Exatamente. Quero agradecer mais uma vez a presença de vocês e me sinto muito honrada em estar trazendo essa visão para vocês, para que juntos possamos curar mais e mais pessoas. Gente, é muito fácil curar, é muito rápido tirar uma pessoa Do conflito quando a gente tem essa abordagem de chegar na raiz do problema. Não é difícil chegar na raiz do problema
quando a gente tem a clareza de que não temos muito traumas. É um, dois, três traumas que a pessoa tem na vida. Chegou naquele trauma, destrincha tudo que pode estar vindo daquele trauma. Tá bom? Um beijo no coração de todos e até a semana que vem. M.