[Música] h todo mundo vendo aí tudo certinho vou entender o silêncio como um sim tá bom assim como fizemos de manhã fiquem à vontade para compartilhar para fazer que perguntas para trazer exemplos no momento que vocês quiserem só me interromper de repente se me chamarem no Chat eu não V pode me interromper tá bom eh tô vendo aqui que o Fábio colocou que ele é educador físico mediador do filho com tea E a profissão é bombeiro militar no Rio de Janeiro ah no Rio também seja bem-vindo Fábio eu tô aqui em São Paulo eu acho
que aí no Rio tá o calorzinho um pouquinho maior né então Então vamos lá você pelo que eu tô entendendo Fábio você iniciou aí a psicopedagogia acho que para motivado aí por esse diagnóstico do seu filho né Então a gente vai tentar fazer esses ajustes aí para trazer algo para você também tá bom Marina depois se puder pô para mim aqui também agradeço tá Marina Susana bom vou me apresentar para vocês que não estavam de manhã como eu falei para para pras outras alunas que estavam a é é sempre importante a gente saber né de
onde a gente fala de onde assim que lugar a gente se coloca Quais são as nossas Opiniões Quais são as nossas o nosso entendimento da Vida Quais são nossos valores nossos princípios quando a gente fala quando a gente emite opinião quando a gente dá uma aula sobre qualquer coisa né é importante que a gente tenha clareza desse lugar e que quem nos ouve também conheça esse lugar para poder fazer os filtros para poder decidir se leva aquilo a sério ou não se concorda com aquela informação ou não se ela é condizente ou não com seus
Próprios princípios né por isso que eu sempre gosto de ouvir vocês quem são de onde vem por querem esse essa aula e gosto de me colocar também até que vocês tenham essa liberdade de fazer esse essa filro do que eu falo aqui e Verê o que para vocês é é é aceitável ou não se aplica a prática de vocês ou não né Isso não é relativizar tem informações que elas são o que são Mas isso é um olhar crítico sobretudo que a gente que a gente absorve na vida né e a gente na Área da
Educação tem que ter sempre esse cuidado né do os discursos ganham muita força e a gente precisa saber de onde eles vem e qual a intenção de cada um deles né e e o nosso discurso sobre o aluno também é muito importante e aí já tem a ver com a aula de hoje com a aula de agora à tarde o o desenvolvimento infantil ele passa muito inclusive pelo que o aluno fala da criança o o pai fala da criança a mãe fala da criança né A Princípio é só um bebê é um bebê que a
gente ainda não conhece a personalidade não conhece os os os as características não conhece a voz não conhece do que vai gostar então a criança ela se E aí a psicanálise vai mostrar isso pra gente a criança ela se constitui no discurso do seu cuidador então por isso eh é importante quando a gente diz coisas a respeito de uma criança quando a gente eh afirma E aí vamos pensar nos nossos alunos né Faz algumas afirmações a Respeito dos nossos alunos é muito importante que a gente saiba que isso E como eles estão num período de
Formação isso determina muitas vezes o que eles vão entender o que eles vão assumir como identidade própria né o que eles vão eh assumir como o que eles são tá eh alguém mais colocou coisas aqui no chat Marina pedagoga mãe e a psicopedagogia vai me ajudar no trabalho com meus alunos e com os meus filhos Sou do Paraná e a Viviane é de Santo André que legal público bem diverso aqui e a maioria tem filhos né Acho que quase todos e então quem é a Marcela professora que tá aqui com vocês hoje eu sou mãe
também e gosto de falar disso porque eu acho que isso determina muito do que eu sou e do que eu faço né do que eu acredito determina a a forma como eu trato os meus alunos inclusive né Sempre tentando Eh a pedagogia não é um exercício de maternidade para não é para quem gosta de ser mãe não é para quem gosta de criança pedagogia é para quem tem paixão pela desenvolvimento né do ser humano pela educação Então falo né na escola eu não exerço a minha maternidade minha maternidade eu exerço em casa mas é importante
conhecer o o que é ser mãe né assim importante conhecer não é importante levar em consideração porque se você não é mãe não é pai você também Pode ser um excelente pedagogo mas a família é parte do nosso aluno né o nosso aluno é um pouco do reflexo da família que ele tem então é importante a gente levar isso em consideração esse olhar né do da parentalidade aí então sua mãe tem uma formação técnica antes da graduação que não tá relacionada à área da Educação e fiz a pedagogia depois da pedagogia eu me especializei em
gestão escolar e em psicopedagogia Clínica e Institucional e há há um ano e meio eu fiz a defesa do meu mestrado também na área de educação com foco na formação de professores inclusão e psicanálise né então Eh tudo que eu vou trazer para vocês hoje passa por essa minha formação pela minha prática eu trabalho como orientadora Educacional uma instituição de ensino profissionalizante eh Há 14 anos já dei aula pro EJA e turmas de alfabetização no EJA então a Minha maior experiência com adultos e como psicopedagoga atendendo crianças tá então eh Minha experiência é com jovens
e adultos né e adolescentes um de dois ensino médio daí ante mas a gente vai vai vai se aprimorando vai trocando experiências e vai trazendo essas questões também da Educação Infantil tá e do fund de um alguma pergunta aqui acho que não né então vamos lá ementa da aula essa foi a a a ementa Que eu recebi para essa aula que é desenvolvimento scio moral e emocional da criança principais abordagens sobre sobre esse desenvolvimento abordagem psicanalítica comportamental e cognitivista as regras dos jogos sociais a intencionalidade noção de mentira roubo e justiça as duas Morais a
heteronomia e autonomia possibilidad de aplicação da teoria do desenvolvimento moral de piag na formação de pessoas Morais então isso aqui é um é um é um é o objetivo da aula né a gente pode dizer E aí eu trouxe de manhã e vou trazer agora também porque tem gente que não tava de manhã mas você ser um pouquinho eh pode suar um pouco repetitivo mas a gente vai vai dando um outro rumo aí como a gente tá se baseando na teoria do piag sobre o desenvolvimento moral eh eu acho assim como eu já disse importante
a gente saber de que lugar Falava ou né então piag viveu entre 1896 e 1980 morreu velhinho né era suíço não era pedagogo era psicólogo e biólogo tinha interesse pelo desenvolvimento biológico né pela natureza pelo pelos seres vivos e pelo desenvolvimento da Inteligência da mente a parte cognitiva tá na mús Olha alguém tá com o microfone aberto na musiquinha aí fechou mar deixa eu aqui pronto PR abri Marina Você quer falar alguma coisa Não não né tá fechando aqui pronto então e ele fo iniciado pelo Jung que é um um um psicólogo analítico né Ele
é da o criador da psicologia analítica e que por sua vez era discípulo do Freud Né O pai da psicanálise psicanálise que mudou a forma como no mundo a gente passou a entender o poder do inconsciente o poder das nossas decisões né Será que a gente escolhe o que a gente decide o que a gente faz E aí o Freud veio com toda com essa mudança aí no que se entendia por por consciência e inconsciente né E essas ideias chegaram até piag e influenciaram piag um contemporâneo dele é o Vigot oi [Aplausos] um contemporâneo dele
é o vigot que é um Russo e que também se colocou a entender o desenvolvimento humano como que a como que a gente se desenvolve como que a gente aprende só que o o foco do piage e do vigot é um pouquinho diferente né embora ambos juntos lá com valon a gente tenha como referência né pro pro construtivismo né O sócio interacionismo aí eh cada um teve um recorte teve um um um um foco na sua pesquisa não que desconsiderasse as outras questões mas não dá pra gente pesquisar tudo né Vocês tiveram aí pelo menos
uma experiência aí de pesquisa Provavelmente na graduação né E se já fizeram outras especializações também quando a gente escolhe algo para pesquisar a gente precisa focar reduzir o tema para que a gente dê conta de alcançar uma certa Profundidade Então é isso o Pag se se focou no desenvolvimento do sujeito na sua relação com o ambiente mas não deu tanto enfoque Nas questões dessa interação social que é o enfoque maior do vigotsky mas ambos se complementa então e a gente usa até hoje tá bom ele desenvolveu a teoria da epistemologia genética que são aquelas fases
os estágios do do desenvolvimento sensório motor Pré-operatório operatório a gente falou de manhã mas também se debruçou a entender o desenvolvimento da moral né E aí a gente vai partindo para essa questão agora que é o o assunto da nossa aula então o que que nesse foco aqui o piag pretende ele tem como pergunta de pesquisa como se desenvolve a Como se desenvolve a criança Ah desculpa Como se desenvolve a moral na criança tá errado aqui quando for para enviar para vocês Eu corrijo tá bom tem alguém tentando falar ou ou só abrir o microfone
sem querer tá então pro piag ele foi investigar a moral foi observar e assim como fez em outras situações eh como por para desenvolver os estágios do desenvolvimento ele foi colocando desafios dilemas Morais perguntas para as crianças a princípio com os próprios filhos ele tinha TR filhos em idades Diferentes né foi fazendo essas questões com os filhos e observando também outras crianças Claro é uma mostragem grande né ele nos baseou em três crianças para desenvolver ess essa observação dele mas ele começou ali com os próprios filhos tá e não é muito diferente do que a
gente faz também né quando eu fiz a psicopedagogia eu tava lá com uma filhinha de um ano e meio então chegava lá chegava da faculdade e and que ela fazia sempre procurava nela os sinais Que os professores apontavam é uma era muito bacana E vocês eu acredito que fazem a mesma coisa e Podem trazer inclusive esses exemplos aqui pra gente enriquecer a aula tá bom E aí ele chegou a h três três Não né são duas formas de autonomia de duas formas de moral e uma dela é uma delas é ausência de moral que é
a anomia anomia é a ausência da moral então a Gente nasce bebezinho nesse estado nessa nessa condição de anomia Então nós não temos noção de regras nós não temos noção de certo ou errado nós somos por instinto instinto de sobrevivência né Com o decorrer do do nosso desenvolvimento a gente passa a desenvolver essa moral mas essa moral ela ela vem ela não é algo que a gente constrói internamente ela acontece de fora para dentro então digam para mim aí Coloquem no chat Quem são os nossos eh qu quem que auxilia a criança nesse desenvolvimento da
moral coloquem aí para mim falem família família quem mais ah família escola isso Família escola então a princípio isso vem de fora para dentro Esse étero é de fora para dentro né e o pro piag não é uma obediência é um respeito às regras que tá que tá relacionado a você Eh a você aceitar a você concordar que essas regras são necessárias né e por isso você escolhe respeitá-la então a princípio essa esse respeito às regras ele não vai acontecer assim de forma natural né a gente observa a criança o que que ela vai querer
tem um bolo lá e o bolo é gostoso ela não vai pensar que o bolo é para sobremesa que não pode passar o dedo no chantilly ela quer chantilly ela vai passar o dedo no ela quer comer antes do do do jantar Antes do almoço vai comer por quê ela não interiorizou ainda uma regra essa regra essa questão que a gente já convencionou mais adequado né quem que vai fazer isso a família ó não pode você não vai fazer isso agora isso é depois aqui as coisas funcionam dessa forma é aqui que você vai guardar
o seu material na escola né quando a gente diz olha agora você vai deixar em cima da sua mesa só este livro só este caderno você não tá só desenvolvendo a Rotina com a criança você tá desenvolvendo com ela essa noção de que cada coisa tem o seu lugar de que aquele ambiente tem uma tem um um combinado de que estudar se faz daquela forma Então você vai desenvolvendo nela eh essa ção da regra que a princípio vem por coação né ou por algum estímulo alguma recompensa coação é uma palavra bastante forte Mas é isso
mesmo às vezes ó se você não obedecer algo vai acontecer né se você não Concluir essa atividade algo Vai acontecer se você não se você bater no seu colega algo vai acontecer né Então essa coação é o medo né É É o temor que que faz que a criança escolha seguir a regra mas ela por ela não seria daquela forma às vezes até a gente né ainda Traz uns resquícios de heteronomia Tem coisa que a gente não queria fazer mas a gente faz porque alguém de fora nos disz que é necessário então a gente traz
um pouquinho aí desse respício da da Heteronomia e a outra forma de desenvolvimento moral que é a autonomia a autonomia quando que ela vai acontecer ela vai acontecer a partir do momento que a criança mas aí já adolescente por volta aí dos dos 7 até os 12 anos passa a s não por volta aí dos 10 12 anos passa a interiorizar essas regras Aim entender se compreender como um ser social como um ser que está dentro de um contexto maior do que si mesmo e aí de manhã a gente viu Que existe uma fase do
Desenvolvimento Infantil que é o egocentrismo né que ela a a criança se entende como centro do mundo a criança se entende como todos todas as pessoas e tudo que está sua volta é uma extensão de si né então quando deixa de acreditar tá que o mundo é uma extensão dela quando ela entende que ela é só uma parte desse mundo é o momento em que ela entende que em que ela vai começar a ter condições de olhar para essas regras conhecer Essas regras escolher obedecê-las né segui-las respeitá-las E se convencer de que isso é o
melhor a fazer esse convencimento de que seguir a regra é importante é o que tá denominado pelo Pag de autonomia Então não precisa que alguém diga que você tem que fazer você simplesmente faz porque você acredita que tem que ser feito E aí eh eu já chamo vocês para pensar aí Lá na escola lá onde vocês trabalham as pessoas já estão autônomas os alunos estão autônomos que que características vocês percebem deles lá Tô fechando os microfone só para não dar ruído Tá mas quem quiser falar pode ninguém Oi professora Oi Carol Então apesar de Os
estudantes lá serem já adolescentes e muitas vezes jovens adultos eu não percebo assim essa autonomia em todo mundo não e e alguns colegas Também é o que eu falei né ficou resquício um pouquinho de heteronomia para todo mundo então mais alguém que não percebe isso nos jovens na escola ou nas crianças professora no meu caso já eh também eh funciona assim alguns a gente consegue autonomia outros não e principalmente porque eu trabalho muito com autista né É na pai e tem alguns já que eu na parte da manhã eu trabalho com a eh uma faixa
de 17 até 20 anos eles Têm quear um pouco a atrasado né mas alguns já TM sim autonomia já eles já sabem né O que é errado o que pode fazer o que não pode uhum mesmo tendo algum tipo de de transtorno né isso isso mesmo uhum entendi mais alguém comigo também professora eh no caso a gente trabalha muito combinados na educação infantil né O que pode que po e tal e assim eh no no início do ano nós vamos trabalhando essa Autonomia com eles tal e agora a gente já eu eu consigo já perceber
que eles estão mais autônomos conseguem guardar seus materiais seus cuidar essas coisas quando faz algo que não tá no combinado eh vem e fala a professora eu fiz isso mas eu sei que não pode desculpa uhum aos poucos né alguns não entendem continuam fazendo mas já teve uma grande melhora do início do ano para cá e Rod Você acredita que isso acontece porque eles Eh tem medo da consequência existe uma consequência para quem não cumpre esses combinados sempre tem né ah vai ficar do lado da professora na hora do parque vai você tá aqui um
pouquinho vamos pensar no que você fez aí muitos sentam dois minutinhos professora Já pensei tá errado mesmo posso brincar então é mais pela consequência acho do que o que é certo ou errado Entendi então a gente pode acho que a gente pode dizer né que eles estão nessa heteronomia ainda né Eles conseguem e escolhem respeitar Mas pelo medo do da da consequência é virar depois é a gente já volta lá nos adolescentes tá bom Carol eh Obrigada R imagina tem tem uns aqui no chat deixa eu ler depende da Criança e do ambiente a Viviane
né Depende da Criança e do ambiente trabalho com crianças na educação infantil porém são bem dependentes aí aqui Viviane é é essa a diferença tá quando essa autonomia que Nós estamos falando aqui é a autonomia da do respeito à regras né nem tanto do por exemplo do se vestir do se alimentar sozinho nessa autonomia de ação e de autocuidado bom não sei se é só pra gente deixar claro que às vezes o mesmo termo eh a gente usa para duas funções diferentes e aí pode atrapalhar um pouquinho aí na compreensão tá bom Marina Algumas crianças
têm dificuldade de seguir as regras acredito que a família precisa se envolver mais Para que isso melhore Ok vamos falar disso eu trabalho com crianças de creche e acho elas bem Independentes são bebês muito bem desenvolvidos mas creio pelo fato de eles serem criados com mais autonomia brinca na rua a mesma coisa tá Jéssica e essa autonomia que você tá apontando é essa autonomia da da da ação mesmo né Eh o que que é importante a gente a gente olhar aqui nesse recorte é autonomia com relação ao respeito às regras à moral ao julgamento moral
que As crianças fazem do que é certo o que é errado do que pode do que não pode tá então é é é para esse olhar que a gente tem que eh é com esse olhar que a gente tem que estar aqui nessa aula tá que que a gente viu a Carol trouxe a questão dos Adolescentes né que dos jovens lá que nem sempre tem até alguns colegas de trabalho também não tem que é isso eh Vocês ouviram falar por exemplo que tá se considerando que uma pessoa é jovem até por volta não é Não
antes a Gente se tornar era considerado adulto por volta dos 18 anos né agora essa adolescência essa Juventude tá se estendendo até os 24 Vocês ouviram falar disso ainda não é novo para mim Professor Pois é depois vocês dão uma pesquisada Por quê É mas isso é o entendimento de juventude e adolescência porque as pessoas estão saindo mais tarde da casa dos pais estão demorando mais tempo para serem responsáveis pelo próprio pela Própria vida pelo próprio sustento né Eh ficam dependentes da das famílias dos da do dos Pais por mais tempo então percebeu-se uma uma
extensão desse comportamento desse perfil adolescente e jovem que antes era menor e agora tá ainda até aos 24 anos tá então isso tem relação com essas questões que a gente tá observando na escola de Às vezes a pessoa não tem ainda aquele respeito à regra internalizado ainda não não se vê como parte de um contexto maior de uma Sociedade que já tem combinados como a gente tem lá na educação infantil essa pessoa ainda não consegue seguir esses combinados sem que alguém esteja regulando ela né então isso também tem a ver com essa questão do do
do perfil de jovem que a gente tem outro hoje em dia e o e e o que que a gente tá entendendo por Juventude como essas pessoas estão vivendo e aí aqui cabe uma uma ressalva né Eh a gente não não usa mais o termo Juventude como eu tô usando aqui a gente Usa juventudes Por quê vocês acham que a vida de um jovem e aí deixa eu ver alguém que é do do do Rio aí fala para mim o nome de um bairro bem periférico no rio Tem o quê professora não entendi um bairro
periférico no Rio de Janeiro Ah não Subúrbio acho que vocês chamam aí né é Ah enfim pode ter Subúrbio que aí já Mas um bairro um bairro assim do subúrbio um bairro mais simples que as pessoas têm um poder aquisitivo mais baixo Ah eu acho complicado falar um assim mas acho que a gente pode botar Subúrbio que já generaliza tá então alguém do subúrbio eh vocês acham que a juventude possível no subúrbio é igual o Fábio colocou aqui Baixada Fluminense né o um jovem que tá lá na Baixada Fluminense a juventude dele é igual a
um jovem que tá lá e aí eu vou falar aqui sem conhecimento de causa mas é porque eu vejo na novela tá em Copacabana Será que a juventude que os dois vivenciam é igual não é né Fábio não tem como ser E aí eu vou falar aqui de São Paulo a gente tem eh bairros no vai no extremo leste vamos ver lá hermelino Matarazo é muito na periferia de São Paulo né Periferia é é muito afastado do centro de São Paulo e aí a gente tem aquela Juventude e tem o jovem que mora num bairro
aqui eu nem vou falar um dos bairros mais assim que as pessoas que moram lá tem mais poder aquisitivo lá um bairro médio na Vila Mariana por exemplo que é um bairro de classe média não é a mesma Juventude vamos ver por que não é a Vila Mariana tá coladinha no centro tá Pertinho a escola onde eu trabalho ela fica no Bom Retiro que é um bairro Central aqui em São Paulo eu tenho alunos que vêm da Vila Mariana eles levam 30 40 minutos para chegar na escola e pegam uma condução quando vão de transporte
público né porque como é perto Às vezes a família acaba levando de carro antes de ir trabalhar mas eu tenho chas que vem lá dorm no Matarazo que levam 2 horas E3 para chegar na escola para uma aula que começa às 8 da Manhã e eles pegam umas quatro eh conduções fazem umas quatro baldeações só isso já determina a qualidade de sono dele a capacidade de concentração que ele tem a chegar nesse escola talvez até o valor que ele dá para essa escola onde ele tá vindo estudar para esse curem que que ele está fazendo
eh os problemas que ele tem e que os jovens que vivem no mesmo lugar que ele vive tem são de outra ordem que não necessariamente seja até financeira né Não Não e aqui não tô dizendo que a questão financeira é determinante para o sucesso ou não né mas a gente sabe que faz diferença né se a gente a gente não pode cair no discurso da meritocracia num país tão desigual né em onde eh situações tão desiguais estão presentes então por isso que a gente usa o termo juventudes Porque dependendo da onde você vai da região
do da sua cidade né não precisa nem mudar de cidade da Região da cidade que você está você vai ter pessoas experimentando a juventude de forma diferente então por isso que as políticas públicas por isso que eh tudo que se faz por isso que na escola a gente precisa ter esse olhar mais aprofundado esse olhar mais demorado sobre cada um dos alunos né quando a gente vai atender e entender bom voltando aqui né Essas juventudes estão dentro da nossa escola mas de uma forma Eh um pouco gente aí tá vendo essa mudança desse perfil né
Essa mudança desse perfil no que diz respeito ao tempo que os jovens estão ficando dependentes das famílias e estão sendo considerados eh im maturos ainda por mais tempo e o que reflete nessa autonomia nessa capacidade de se responsabilizar por seguir as regras por internalizar e nessa questão de ainda precisar que alguém venha de Fora para dizer o que é Certo e que é errado né como alguém apontou aqui acho que a marina que precisa mais desse envolvimento das famílias né outra vez a gente acaba tendo que passar pelas questões sociais né Eh hoje as famílias
precisam se e precis os os responsáveis seja o pai a mãe os avós a gente tem tanta tantas configurações familiares eles estão muito ausentes da casa porque precisam V trabalhar e muitas vezes vão trabalhar Muito longe e passam muito tempo no trajeto e perdem esse contato essa proximidade então a escola acaba assumindo cada vez mais esse papel de de desenvolver essas questões que antes eram muito mais da família né a gente precisa que a família se se responsabilize que a família entre no jogo precisa sem ela a gente não faz nada mas eh a escola
tá tendo que assumir alguns papéis nesse sentido o Fábio colocou aqui cada bairro tem uma Cultura e uma regra assim o que pode ser moral em um lugar pode não ser em outro Exatamente são princípios né são valores que são construídos ali dentro daquela comunidade né e cada comunidade cada bolha né que a gente ouve muito esse termo Hoje vai ter aquilo que é aceito ou não aquilo que é certo ou não eu percebo muito nos alunos lá nossa gente eu não sei se vocês mas eles se xingam o o tempo todo e aí eu
falo com eles eu falo assim Pelo amor de Deus vocês eles estão na minha sala vão em bando lá na minha e ficam lá causando conversando brincando e aí eles se xingam e eu falo Gente pelo amor de Deus não não é assim Vocês não podem se tratar não mas a gente se chama assim porque a gente se gosta eu falo ó Então vamos fazer assim eu até entendo que vocês se gostem mas aqui na minha sala vocês vão vão se tratar sem se xingar combinado E isso acontece muito vocês Percebem isso Jéssica vai falar
lá seu microfone tá aberto ah deixa a Marina eu moro no interior e onde eu moro a diferença de um determinado bairro e da região central é muito grande até mesmo alguns colegas fazem um certo tipo de determinismo nessas crianças isso mesmo é um cuidado que a gente precisa ter né porque aí falar assim ah vem lá do subúrbio como a Carol falou ah eu fico até construida de falar um bairro exato porque às vezes se você fala um nome talvez você vai rotular não é nossa intenção aqui era mais para para uma questão de
localização geográfica mesmo mas a gente tem que ter esse cuidado né de manhã eu contei um exemplo aqui de uma aluna que ela ela é da periferia de São Paulo e extremamente agressiva e e os professores não estavam acostumados com aquele tipo de tratamento ela era muito Grosseira nas palavras na forma de tratar enfim mas a gente foi descobrindo que eram questões familiares que na verdade não estão relacionadas a onde ela mora mas a forma como a família dela se relaciona né Tem um contexto lá de de violência doméstica enfim e ela só sabe falar
daquele jeito bruto Grosso mas é uma excelente aluna no dia que a gente no dia que a gente conseguiu conscientizar os professores de que aquele de que ela era um diamante a ser Lapidado de que teria coisas básicas que a gente precisava precisaria ensinar para ela porque ela não teve esse ela não foi ensinada em casa como por exemplo a entrar na sala e pedir licença se você tá falando outra pessoa ela já chegava bruta falando a gente teve que ensinar tudo isso e quando a gente se colocou nesse lugar de de entender aquele contexto
que em que ela estava inserida familiar e ensinar essas questões para ela ela é Uma aluna um exemplo continua ainda eh eh sendo uma aluna assim que a gente tem que de vez em quando chamar e conversar um pouquinho continua mas porque ela foi criada ela tem 16 anos foram 16 anos tem um um referencial de como se se comportar fora daquela cultura ali familiar que ela tava Tá bom mais alguém quer falar eu tô achando que eu tô falando muito nessa aula hein Então tá bom vou continuar E aí com Especialmente com as crianças
a gente vê que esse desenvolvimento da Moral e essa a questão da criança experimentar o que ela pode o que ela não pode dela internalizar o que é certo o que é errado naquele determinado contexto existe o jogo simbólico o que que é esse jogo simbólico é brincar de casinha é brincar de boneca é brincar de carrinho no trânsito é brincar de que mais de de vai no médico vai no banco tudo isso ela tá Simbolizando aquelas relações que que que a gente estabelece no nosso dia a dia que ela observa e ali ela vai
testando os comportamentos aceitáveis ou não ela vai testando as regras que ela já vem já vem sendo orientada a seguir ou não né então é através desses jogos e aí como que a gente psicopedagogo né trazendo voltando aqui vocês T que me puxar senão vou vi Como que o psicopedagogo a psicopedagoga vai trabalhar isso Primeiro que a gente tem ter isso em mente né que nessa fase da infância eh existe essa heteronomia da moral né então a gente tem que dizer a gente tem que ensinar como fazer né E tem coisas tem fases que não
adianta nem a gente tá explicando muito a gente diz que é certo que é errado E é assim que é feito e conforme a criança vai crescendo você vai dando para ela espaço você vai argumentando você vai dando para ela explicações para que ela se torne Autônoma nessa moral tá E aí dentro do do consultório dentro da da instituição como é que a gente prepara isso então com as crianças através dos jogos os jogos de regra né é aqueles jogos em que você tem ah jogo de tabuleiro por exemplo é um jogo que tem bastante
regra você tem que jogar o dado conforme apareceu tantos números você tem que pular só aquele tanto de número nas casas aí às vezes a criança quer ganhar ela P uma casa a mais e aí você Traz Ela De Volta F assim olha não é assim por que que não pode mas eu quero chegar mas eu tô com pressa e aí que você vai fazendo esse trabalho vai desenvolvendo essa consciência né ã que outro tipo de jogo de regra vocês acham que dá pra gente usar para trabalhar essa questão que jogo vocês costumam jogar aí
com seus filhos que vocês percebem que dá um conflito neles de certo e errado aquele jogo de Carta jogo jogo do Uno por exemplo o Uno Uno dá Briga até com adulto né dá D Briga até com adulto é ele tem umas regras que a gente às vezes não quer seguir é muito bom para lidar com isso que mais tem até regras paralelas né exato pessoas que criam regas que não existem exato exato isso mesmo que outro jogo que a gente vê vocês estão brincando pouco hein vou falar um aqui que todo mundo brincou Olha
eu não tava lendo o chat Olhei agora que eu i falar o stop isso mesmo todos nós brincamos de Stop né qual que é qual que é o grande Dilema do to Qual que é a dificuldade o o o desequilíbrio que a gente tem usando termos aí do Pag quando a gente joga Stop Será que no Brasil inteiro chama stop agora eu tô na dúvida o stop é é um jogo que ele é assim eu e aí eu vou explicar rapidinho porque não sei se todo lugar tem o mesmo nome você tem lá várias Várias
escolhe uma palavra Joga lá tanto põe Todo mundo põe o dedinho lá conta a b c d e de eu parou na letra e do alfabeto Então você tem que escrever várias palavras com a letra E então você tem que escrever um nome com a letra e um nome de cidade com a letra e um nome de carro eh um elogio pra sogra com a letra e e quem tem na primeiro grita Stop E aí para-se o jogo e vão conferir vai fazer a pontuação o qu Quantas palavras cada Um conseguiu escrever tá certo a
adedanha nossa que nome diferente Ah tá nunca ouvi falar em adedanha tá vendo e aí a gente para e confere Olha que que exemplo legal eu perguntei do stop ficou todo mundo quieto né que que eu poderia pensar pessoal não quer participar da aula mas eu falei poxa tem gente de cada lugar aqui aí eu fui per fui explicar o jogo fui contextualizar a minha fala que para mim parecia óbvia Que não era E aí vocês começam a interagir comigo aqui tá vendo como isso acontece o tempo inteiro e a gente precisa tá atento contextualização
é tudo gente preciso brincar mais Fábio eu brinco top de a adedanha não não tem amigo carioca [Risadas] Fábio e aí a gente e E aí o stop ou a adedanha é dessa forma Qual que é o grande conflito nesse jogo é parar Quando alguém grita porque a sua tentação de escrever mais uma palavrinha para fazer mais um ponto é muito grande e para criança isso é um baita um deema então criança que tem dificuldade para seguir regras para tem para para nesse desenvolvimento aí da Autonomia moral ninguém quer brar isso a gente vai brincar
lá no consultório a gente vai brincar lá na escola de atanha Nossa mas é para isso né a Criança vai para brincar vai vai para brincar mas é uma brincadeira com intencionalidade existe um propósito dentro daquilo e e eu não vou me lembrar agora quem que diz isso mas eu me lembro da frase que o brincar paraa criança é o sonhar pro adulto acho que eu Prof de falar isso eu vou olhar e falo para vocês então no brincar é onde a o que que ele quer dizer com isso né No sonho vem o o
inconsciente pro adulto né tudo aquilo Que aparece nos nossos sonhos é o que está no inconsciente e o inconsciente quer nos mostrar e para criança o que como que a gente acessa o inconsciente da criança na brincadeira então brincadeira que ela mostra esses conflitos mostra essas dificuldades que ela tem e aonde a gente vai trabalhar esconde esconde também né esconde esconde qual será que é o conflito do esconde esconde Deixa eu pensar aqui fala dá para escrever aí Marina o conflito do esconde esconde Ah eu eu tô imaginando aqui antes de você escrever Quem tá
lá no pique contando até 30 pro pessoal se esconder consegue ficar sem dar uma dar uma uma olhadinha para ver onde que o colega tá se escondendo também é um jogo de regr tá então tão vendo que são coisas simples são ações simples mas que quando a gente tem uma intencionalidade por trás delas elas se tornam Eh instrumentos ferramentas de intervenção psicopedagógico nesse caso tá jogo de dama jogo de dama Sueli alguém ou a Sueli ou alguém que tá aqui consegue dizer para mim que conflitos que a gente tem aí com relação às regras na
no jogo de dama PR na verdade eu não sei direito jogar o jogo de dama né mas eu já acompanhei alguns alunos jogando né Eu percebo que eles T que que se se chegar Junto tem que comer a pedrinha do Out né Eu acredito que também tem né algumas regras Nisse tem tem agora que você tá falando eu já tô lembrando de um conflito que tem na dama você chega vai tem a peça preta peça branca se você chegou com a peça branca perto da preta e você tem a chance de comer a pedra né
passar por cima dela e pegar para você você tem que comer né você não pode Escolher não comer e às vezes se você come essa pedra aqui o outro jogador vem e come duas suas E aí você fica nesse dilema vou ter essa vantagem mas o outro vai ter muito mais vantagem sobre mim aí você não quer comer e aí começa a briga porque você obrigado a ter aquela ação Então tá aí um dos conflitos da Dama também tem que ir na vertical e não pode voltar na Pedrinha ó Fábio tempo de jogo minha sua
vez respeitar a vez do outro muito Importante só isso de ser um jogo em que você joga uma vez de cada um que não é algo assim simultâneo isso já já promove essa essa questão também né ou pula a corda né ou às vezes a gente vê as crianças qual que é brinquedo que tem fila né ela vai brinca volta corre na fila já quer ir de novo sem passar na fila é tudo isso jogos de regras então aí está o segredo do Sucesso Prof desenvolvimento da moral hã eh tive alguns alunos que não não
Aceitava perder também isso também tem jogos para para isso né para eles entenderem que nem nem sempre a gente ganha né E tinha muitos alunos que não gostavam de perder Até chorava inclusive Ah isso tem muito para esses alunos que essas crianças que não gostam de perder diferente desses jogos de regras o que a gente vai usar é são jogos de azar porque vai ser inevitável que eles percam e eles vão ter que lidar com essa perda né então você vai jogar com um Aluno como esse você vai escolher jogos eh sei lá dado você
vai escolher Ai que outro aqui tava na ponta da língua eu tô lembrando aqui gente a aqueles jogos rouba monte sabe que vai saindo aleatórias você vai roubando o monte do outro e e dá um nervoso Você tá com um monte enorme vem alguém e pega na última rodada é são jogos que ele sobre os quais ele por mais inteligente por mais articulado por Mais que ele go que ele saiba jogar aquele jogo não depende só da habilidade dele depende da sorte e outra coisa também bingo né pro bingo bingo bingo também então SA el
são são coisas que que as muitas vezes a gente deixa de valorizar na nossa prática pedagógica E aí falando da pedagogia né de da gente como educador e na prática dentro do do da clínica pro psicopedagogo ou dentro da escola pro psicopedagogo institucional isso é muito importante tá Eh deixa eu ver se no chat tem mais alguma coisa não e aí eu vou lá pro Último Ponto né a noção de mentira roubo e justiça lembram que eu falei daquela fase em que a criança é egocêntrica a gente estudou isso de manhã com quem tava lá
de manhã e que a gente agora só tá retomando o termo aqui né entra essa questão da noção de mentira de roubo e de justiça se a criança entende que ela que o mundo é uma extensão Dela se ela entende que o mundo tem que ser justo então percebem que a mentira e a justiça e o roubo assumem uma outra perspectiva por quê eu sou uma criança e tô brincando com outra criança da mesma idade que eu vai uns três aninhos aí e aquela e eu vou lá e vejo que o meu coleguinha tá com
a boneca que eu quero eu vou lá e tiro a boneca dele porque eu estou eu a minha condição cognitiva psicológica biológica é Egocentrada eu estou centrada em mim o mundo sou eu eu tenho que buscar a minha satisfação eu vou lá e pego para mim isso é justo Qual outra criança que ficou sem a boneca para nós AD que entendemos o mundo de outra forma não mas pra criança que pegou a boneca é super justo porque ela não queria boneca ela fez o ela teve para ela e pode ser que depois ela vai dizer
assim não mas eu não tomei dela porque como é que ela pode Acreditar que tomou a boneca de outra criança se o se aquilo é dela na cabeça dela aquilo pertence a ela é parte dela extensão dela então não éa seno que que ela pegou e não que ela não é que ela tá dizendo que não pegou e pegou não é que ela tá contando uma mentira assim intencionalmente mas o conceito que ela tem a o entendimento dela do do que é justo naquela situação é diferente do que a gente tem como Justiça na fase
adulta na Fase autônoma da moral tá então isso é é importante né Às vezes a gente é bastante Severo as crianças né a gente é muito rígido olha não se faz N Ou você tem que dar você tem que dividir Agora você tem olha seu coleguinha Ele quer o boneca dá para ele não calma né o tempo dela é diferente o entendimento dela daquela situação daquele conflito que tá se estabelecendo ali é muito diferente do seu então a gente tem que às vezes ir por outros caminhos entendendo todo esse Contexto para que a gente respeite
também essa característica da criança né não é não não não é não ter Limites não é não é não educar não se trata disso se trata de consciência do que é possível naquele momento paraa criança e para quem está à volta dela tá bom E aí nessa questão de de do prazer de se satisfazer de se regular a gente vai vai um pouquinho para entender isso dentro da pisica análise mas antes de vir para cá eu quero ver se vocês têm alguma dúvida Alguma questão para perguntar sen não só põe um Nozinho aí no chat
e a gente continua e aqui eu tô lembrando o Fábio né falou que tem o filho com tea eh dentro do eu não preparei nada dentro disso para o transtorno do espectro do do autismo Fábio mas o que me algumas perguntas que me vê aí alguns pensamentos nesse caso eh a gente sabe que quem quem tá dentro do transtorno do espectro né tem essa Dificuldade de perceber os sentimentos do outro né a linguagem não verbal né aquilo que tá subentendido tem essa questão aí de de compreender né E aí o quanto isso pode se relacionar
Também com esse desenvolvimento da da Autonomia com relação à moral né então por isso que às vezes uma uma criança com com autismo precisa de de intervenção precisa de terapia para que alguém de fora diga para ela né como perceber o sentimento Do outro como perceber os limites da atuação dela para que respeite tá essa esse é um link que eu consigo fazer tá Fábio com com com essa questão aí que é um é uma questão com certeza do seu interesse tá E aí por que que a gente vai lá pro isso isso mesmo por
que que a gente vai lá pro aparato psíquico né Que que é isso personalidade para que que a gente vai pisar na psicanálise Freud porque tá tudo interligado né quando a gente nasce A gente vocês estão vendo isso é um iceberg já viram esse já devem ter visto esse exemplo na faculdade isso é um iceberg né E aí ele é usado para para ilustrar Como como é o nosso funcionamento psíquico né Tem uma partezinha do iceberg que tá lá visível para todo mundo que é a parte consciente né da do nosso aparato psíquico aí é
aquilo que a gente fala que a gente vê que a gente opina que a gente Transmite mas olha o tanto desse aparato psíquico que tá submerso que está inconsciente que está no campo de que nem mesmo eu Marcela tenho consciência da profundidade dessas questões que estão imersas né então pro Freud é assim ele entende que a gente tem essas três instâncias aí essas instâncias a gente chama cada partezinha aí do iceberg que é o Id Ego e superg E aí eu vou explicar um pouquinho para vocês e vocês vão enxergar suas crianças Aí ID todo
mundo nasce só com o ID existente que é o quê o princípio do prazer a gente não nasce sabendo regra a gente não nasce com vergonha de de fazer o xixi onde tem vontade a gente não n com vergonha de chorar não vergonha de nada a gente é prazer o que eu quero fazer eu fao naquele momento é o bebê tô com fome choro tô com sono durmo ou às vezes briga com sono né tô tô com tô feliz dou risada fico acordado O prazer É o que eu quero satisfazer naquele momento não tem juízo
de valor certo ou errado bem ou mal nada busca satisfa ão a Qualquer Custo tá cortando muito agora que eu tô vendo que tô mexendo muito o braço aí o som fica ruim né vou tentar fazer menos não consigo E aí com o tempo com essa heteronomia cortando um pouco né vou parar prometo com essa heteronomia que é o quê os adultos Responsáveis por aquela criança dizendo para ela o que é certo que é errado a partir de a partir disso a criança vai desenvolvendo o super Ego e o ego o ego é o que
fica no meio é o que faz a conversa entre o princípio do prazer e o princípio do dever que é o é a partezinha do superg que a gente chega lá então o ego ele faz essa essa ponte ele equilibra entre só eh atender aos instintos Só atender ao que dá prazer e Equilibra com atender a regra atender o que é convencionado atender o que é certo atender o que é errado tá o superg Se a gente fosse imaginar aqui o ID é o labrador aquele que chega causando uma bagunça o superg é aquele cachorro
velhinho mal humorado que você chega lá ah ele tá sentado tá olhando você assim você vai assaltar a geladeira de noite ele tá lá parado olhando para você vendo o que você tá fazendo Esse é o superg tá ele é O princípio do dever como é que a gente sente o sug dentro da gente Aquela culpa aquela sensação El ele tá sempre dizendo para você assim olha mas isso daí não é bom mas isso é proibido mas isso tá errado mas isso ainda não tá perfeito né você faz um trabalho nunca considera aquele trabalho bem
feito você prepara a aula e nunca acha que a aula foi suficientemente boa você é Mãe você é pai e nunca acha que cumprir Completamente a sua missão isso é o superg tá e o ego o que que ele é ele é o que faz o equilíbrio entre essas duas funções psíquicas porque senão a gente entra em desequilíbrio aí né não dá pra gente viver só pelo prazer e nem só pelo dever precisa ha esse equilíbrio equilíbrio vem do Ego tá bom e aí o que que acontece quando a gente desenvolve esse sug que ele
vai ser desenvolvido lá por volta dos vai concluir a desenvolvimento dele Lá por volta dos 6 anos é bem aquela etapa onde a criança tá entrando no ensino fundamental né ela tá chegando na escola que ela deixa de estar dentro daquele núcleo protegido da Família com regras próprias né com princípios próprios e vai pra escola claro né As crianças menores também vão vão pra creche vão pro vão pro mas assim é ali no no ensino fundamental que a criança vai ter mesmo Essa experiência de sociedade né dessa diversidade de pensamento dessa diversidade de cultura e
aí ela vai se expor todas essas questões aí e vai vai ter esse salto aí no no no desenvolvimento com relação à moral também tá bom é a hora que ela se abre pro mundo Deixa de tá ali só de olho na na família em quem tá exercendo lá a maternidade a paternidade para quem exerce essa figura dentro da família Dela e ela vai olhar pro mundo para pras aprendizagens que são possíveis ela vai na psicologia que a gente chama de sublimar né então ela vai desenvolver o interesse pela cultura pela pelo pela pelas ciências
de uma forma geral tá ela vai mudar esse olhar dela e é aí que que mora essa influência da psicanálise na teoria do Pag da do desenvolvimento moral tá essas instâncias psíquicas que funcionam aqui inconscientemente na gente e que vão influenciar nessa Questão alguma dúvida aqui até aqui alguma coisa que vocês queiram colocar vocês tô falando aqui aí vocês lembraram de alguma coisa específica que é legal nadinha nadinha aqui ó aqui é o o ID é o diabinho ali na na na orelha do Homer faz faz o que você tem vontade vai se você quer
você faz e o superg é o é o o anjinho ali do outro lado não bem assim você não pode isso Não tá certo e o ego é o do meio é vamos equilibrar vamos ver o que dá para fazer tá bom E aí eu trouxe esse quadro aqui só para vocês verem a nossa relação com todas essas teorias aí como psicopedagogos tá eh embora o Freud acreditasse que era possível associar psicanálise com educação ele não explorou essa possibilidade né Ele fala disso em alguns textos Mas o foco dele não era Esse é aquilo que
a gente falou né o foco do pesquisa não era esse não quer dizer que ele não estivesse atento a essa relação então eu sei que a que o foco da aula não é esse Mas aqui é bastante pertinente esse conteúdo Ah esses são autores da psicanálise que contribuem paraa questão da do desenvolvimento da compreensão do desenvolvimento moral e psíquico das Crianças tá bom das crianças que se tornam adultos e Que são nós né do desenvolvimento humano então o inicot Traz essa questão da mãe suficientemente boa do objeto transicional da importância de brincar Melanie Klein da
ludoterapia que é a terapia com a brincadeira de a psicanálise infantil Ah ela que fala ó daqu violência entre o brincar da criança e o sonhar do adulto pichon rivier teoria do vínculo grupos operativos questão de questões de medo e de perda Ana Freud filha do Freud Né que que desenvol aí a questão da educação terapêutica manoni que a relação criança e família e suas dificuldades de aprendizagem percebam né Cada um tem um recorte então é é é legal que no decorrer da prática de vocês vocês vão procurando esses autores vendo onde que eles atuam
porque no dia a dia a gente vai vendo né Cada cada criança é única cada jovem é único né e para cada um deles a gente vai ter que recorrer a Alguma dessas teorias a alguma dessas experiências aí alguma alguma dessas dessas ferramentas inclusive para conseguir auxiliá-los nesse processo de aprendizagem tá e a última aqui nossa tem uma coisa na frente eu não consigo ler Deixa eu só ti nada aqui Sara Paim Alícia Fernandes já já tiveram que estudar alguma das duas agora aqui no na pó hein pessoal estudaram Alícia Fernandes Sara Paim ainda não
ainda não já foram citadas em aulas anteriores tá eh deixa eu ver se eu tenho aqui ó Alícia Fernandes f por aqui ela é a Bíblia do psicopedagogo tá bom sugiro que vocês adquiram esse livro aqui a inteligência aprisionada vou pôr no chat e ela fala da do da da psicopedagogia Clínica com a criança e com a família então aqui é leitura obrigatória para quem quer atuar Com com psicopedagogia tá muito muito importante então em algum momento vocês vão ler vai ser solicitado a vocês aí dentro da pos que faç essa leitura mas já se
vocês puderem Se quiserem Às vezes a gente encontra até em PDF esse livro eh vale muito a pena Tá bom depois eu eu coloco também nas referências dos slides não tá mas eu acrescento para mandar para vocês e aí o que que a Sara Paim e a Alícia Fernandes vão falar né né vão Fazer a articulação entre a psicanálise e as teorias piagetianas e elas vão falar das modalidades de aprendizagem que é algo legal pra gente saber também pelo seguinte eh Às vezes o que a criança tem E aí tem esse termo aí que o
pessoal usa é não é dificuldade de aprendizagem ela tem dificuldade de ensinagem porque alguém não ensinou do jeito que ela aprende e é importante a gente descobrir a modalidade de de de aprendizagem dos nossos Alunos porque a gente acaba sendo tendencioso a ensinar da forma que a gente aprende que a gente tem mais facilidade eu eu sou muito visual Então até nos meus slides eu procuro deixar mais esquemas deixar Menos palavras deixar as coisas de um jeito que sejam fáceis para eu entender eu sou uma pessoa que gosto de de assistir aulas em que o
professor fala bastante porque eu sento lá fico Ouvindo fico anotando e tal então eu acabo sendo uma professora um pouco mais falante eu tenho que me regular para deixar os alunos falarem também então isso é algo que eu já conheço em mim e é importante que vocês visualizem isso em vocês também tá quando você vai trabalhar com uma criança lá na clínica ou na escola né nesse na sua posição de psicopedagogo ou psicopedagoga tem que ter este cuidado também porque senão você vai acabar Reproduzindo O que é feito na escola tentando ensinar aquele aluno do
jeito que a escola pensa não do jeito que ele aprende e o olhar do pedagogo sempre tem que ser como a criança aprende tá para ir fortalecê-la para aprender em qualquer situação tá bom Deixa eu pôr aqui o nome do Listo tá aí tá para quem tiver interesse pessoal alguma dúvida tenho medo quando não tem Dúvida Tudo certo e agora sim para mim tá vamos ver aqui só ver uma coisinha aqui aqui um [Música] minutinho eu vou mostrar para vocês mas não vou me aprofundar nisso só para que vocês tenham se referencial tá bom tirar
da pausa aqui aqui são algumas contribuições da psicanálise paraa educação né além dessas questões da moral que a gente Abordou até agora eh mas o que eu quero mostrar para vocês é sobre as modalidades de aprendizagem que eu comentei agora a pouco né então aqui elas ela Sara Pain Alícia Fernandes nomeiam dessa forma em hipoassimilação não vamos aqui não aqui é da sar painha o primeiro primeira coluna A segunda da Alícia Fernandes Vamos focar no da Alícia Fernandes tá hipoassimilação que é onde o aluno tem pobreza de contato com o objeto que redunda em esquemas
de Objeto empobrecidos déficit lúdico e criativo a gente falou um pouquinho disso hoje de manhã como as crianças que estão vindo da do pós-pandemia né às vezes não sabem brincar não sabem o que fazer ão dentro dessa dessa modalidade aí hipo assimilativa tá e tem essas outras aí que vocês vão poder ver nesse livro da Alícia Fernandes da inteligência aprisionada tem esse esse quadro tá bom só para vocês conhecerem aqui e aí aqui Ó vou ir um pouquinho paraa frente da questão da Moral e só trazer aqui alguns exemplos que eu sei que é legal
quando a gente tem algum exemplo do que fazer né em determinada situação então quando a gente vê que uma criança tem dificuldade de contato com objetos de conhecimento que que a gente pode fazer do que que a gente pode brincar trabalhos manuais de contato com materiais diversos eh argila massinha pintura dedo é pôr a criança para se sujar para pegar nas coisas para Explorar hiper assimilação desrealização do pensamento com o predomínio do lúdico então a criança que só quer brincar né Então aí é o outro é o outro o outro ponto Então você vai exigir
vai trazer para ela trabalhos que exijam com respeito às regras e aos nimigos então recorte Não dá para ser recortar de qualquer jeito você tem que ir devagar você tem que seguir aquele caminho pontilhado alinhava ela tem que passar naquele buraquinho tem que ser na ordem Certa tá tudo isso vai vai causando essa regulação pra criança a hipoacomodação São esquemas mentais empobrecidos e repetitivos pobreza de contato com objeto do conhecimento que que a gente faz esquema corporal percepção de detalhes trabalhos manuais faz um boneco do corpo faz história com desenhinhos né os pictogramas também argila
massinha hiperacomodação dificuldade de contato com a subjetividade Então aquela Criança que quer ficar na superfície você propõe uma coisa para ela que tem mais conflito ela não quer ou você vai ler uma histó his por exemplo né vai ler uma história que essa história pode remeter a alguma questão emocional que a criança tá tá vivendo ali ela tá com você ali na clínica ela se afasta então o que que você vai fazer trabalhos emocionais e de autoconhecimento história da vida então vai para ela fazer um um livrinho da História da vida dela uma biografia e
a gente fez isso quando eu dei aula para e a gente fez Fiz um projeto junto com a com a biblioteca da escola e a gente fez um um uma coletânia de músicas né que marcaram a vida deles eh fizemos o boneco né eles se desenharam no Papel Craft se personalizaram tudo porque é importante para o o o aluno da e essa questão da identidade da questão e e do contato com subjetividade né que eles já chegam com uma uma autoestima tão baixa Né porque não sabem ler não sabem escrever e a gente mostrar para
eles essa história como é Import important né então aqui são alguns exemplos que eu vou deixar para vocês também e Quem elaborou esse quadro foi a professora Janaína que é coordenadora aqui do curso de vocês tá tá aí na a fonte aí que é muito bacana e que no momento aí que vocês forem paraa prática vale a pena dar uma uma nova consultada tá o que eu separei de de conteúdo para nós eu tô Terminando aqui com essa imagem que eu acho que ela é muito bonita e dá pra gente viajar bastante que que vocês
estão vendo aí contem para mim não tem resposta certa tá duas crianças Presas no corpo de AD Uhum é a mesma coisa que eu que eu vi também professora duas crianças presas e o que será que a pessa que fez esse essa escultura queria dizer hein Olha vou arriscar hum eu acho que Ele passa na imagem aqui a criança que tem cada adulto né E que muitas coisas que a gente possa não tem dificuldades na vida de adulto tá lá vem lá da infância Hum muito legal que mais gente aqui no chat né Deixa eu
ver aqui duas crianças tentando se libertar as crianças presas dentro de cada adulto que somos reflexo da infância que vivemos é tudo isso e muito mais né Gente né as imagens dos adultos parecem estar bem tristes né sim verdade eu gosto de de olhar para essa imagem e pensar né ó eu vi dois adultos que não tiveram uma infância saudável e consequentemente são adultos infelizes também eh sempre que a gente lida isso é muito importante isso vem da psicanálise também e serve pra gente pensar a questão da moral Tá sempre que a gente lida com
uma criança não é o nosso adulto que está lidando com aquela criança é a nossa criança que a gente usa um termin psicanálise que é a nossa criança recalcada está lidando com aquela criança que é a criança recalcada é a criança que teve que crescer é a criança que foi dito para ela que agora o lugar dela é lá inconsciente lá quietinha porque agora você cresceu Agora você é uma mulher agora você é adulta agora Você não pode muitas coisas então é essa criança que foi escondidinha lá dentro da gente que aparece quando uma a
gente vai trabalhar com uma criança e aquela criança nos incomoda então vocês podem perceber eh uma criança que que às vezes pra gente é mais difícil de lidar um adolescente às vezes que às vezes nos causa mais conflito a gente tem aquela questão que a gente se pudesse Ah nem dava aula para ele nem atendia nem fazia Eles estão conversando com as nossas crianças e os nossos adolescentes internos Eles estão conversando com aquilo que foi proibido em nós eles estão provocando aquilo que é indesejado na gente né então a gente precisa ter essa consciência de
que quando a gente tá lidando com uma criança existe a nossa criança interna que às vezes é ferida não mas que essa criança tá ali junto com você nesse atendimento então Eh os julgamentos Morais que você faz Com relação àquela criança os julgamentos Morais que a gente faz com relação à família daquela criança os julgamentos que a gente faz com relação ao lugar de onde aquela criança vem estão relacionados com a nossa história com a nossa nos Infância com a nossa criança então você vê aí os adultos além de parecerem tristes Eles não estão voltados
um pro outro né eles estão brigados então parece que nada do que eles estão de costas um pro outro mas as Crianças estão procurando esse contato Então são essas crianças que estão aí também tá Vocês conseguem lembrar de algum aluno criança que provocou em vocês Sensações ruins assim e que depois Você parou para olhar falou nossa eu era igualzinho Nossa essa criança me lembra tal coisa conseguem pensar nisso não não precisa contar não Só me diz se sim ou se não se quiser contar eu quero ouvir deixa eu ver aqui sim Sim né tem né
Sempre tem toda turma vai ter toda a escola vai ter e é isso E aí o que que a gente faz né com esse sentimento ah a gente não vai deixar de sentir porque tá lá Isso é o que você é mas a é importante você saber que isso está acontecendo que essa dinâmica está presente Porque aí você consegue tentar administrara melhor não ser tão Rude com aquele criança com quem está falando ou olhar sobre um outro ponto de vista né O Que que a sua criança poderia ter vivido de diferente né E aí você
tentar proporcionar para aquela que você tá atendendo tá bom isso é muito importante gente eh de conteúdo eu termino por aqui eu acho que foi bastante coisa mas a gente tem aí ainda meia hora e eu gostaria de ouvir um pouquinho de vocês o que que vocês acharam Tragam aí para mim pelo menos uma frase uma palavra que essa aula aí possa ter acrescentado aí para dentro da Expectativa de vocês dentro do da prática de vocês para eu poder ir aprimorando ela também né nas próximas vezes por favor PR eu agradeço pela aula de hoje
foi muito rica Aprendi muita coisa e vai me ajudar bastante agora na no meu estágio né algumas coisas que foi falado vai vai servir muito para mim para começar né e é isso aprendi bastante coisa foi bem bem rica mesmo que bom tá na pai né Sueli na pai Hum tá legal Obrigada de nada como eu disse como eu disse pela manhã tô fazendo esse curso para aprender mais ainda e conseguir ajudar meus alunos né nessa fase aí da vida da adolescência alunos do ensino médio depois de uma pandemia que nós vivemos estamos com a
sociedade como um todo adoecida os jovens com crise de ansiedade muitas das vezes Eles não conseguem nem identificar direito aí já chegam lá ou então já se autod diagnosticam já chego lá na sala não tia Eu acho que eu tô com crise de ansiedade Obrigado pelas experiências pelos relatos que você fez vai me ajudar muito obrigada Que bom nada professora ela foi muito esclarecedora abriu meus olhos para muitas questões né Principalmente com meus alunos com meus sobrin Uhum E foi muito boa essa aula muito aprendizado muito obrigado viu Obrigada Vocês não precisam só elogiar não
viu gente Pode ah elogios quando a como a gente diz lá onde eu trabalho pode apontar as oportunidades de melhoria para não falar os defeitos [Música] tão vendo os comentários do chat também muito obrigada que bom eu fico feliz de ter agregado aí para vocês tá então eu vou fazer o seguinte a gente vai parando por aqui tá bom eu vou mandar daqui a pouco paraa professora Janaína o formulário Com relação a essas duas aulas de hoje que vocês têm se eu não me engano acho que sempre preencher até o fim do domingo né para
fazer a correção então eu vou daqui um Daqui uns 30 minutos eu vou mandar para ela porque eu vou fazer uns ajustes aí de acordo com o que a gente conversou na aula tá e mando o link para que vocês preencham também vou mandar se não hoje mas em breve os slides tá porque aí eu vou pôr a a as referências desses livros que eu mostrei Para vocês e mandar também tá bom tem meu acho que aqui tem meu contato deixa eu ver tem meu contato aqui se quiser me chamar no WhatsApp pode chamar não
tem problema tem meu e-mail e aí a gente troca uma ideia tá bom a gente sempre aprende e é é é gostoso eu gosto muito a gente sai maior e melhor né quando a gente fica junto tá bom gente muito obrigada vamos aproveitar o sábado aí para alguns de sol para outros de Garoa e vamos vamos Em frente tá bom vou parar a gravação agora