quer dicas para ajudar os seus alunos com dislexia na verdade você precisa de atividades que funcionam de verdade então não saia daí Até que esse vídeo termine e hoje eu tenho uma oportunidade incrível de aprender com a professora Maria do virges aliás eu e você né uma especialista em educação especial e ela vai compartilhar conosco estratégias de ensino e atividades práticas para melhorar o aprendizado de alunos com dislexia não esqueça então de se inscrever no nosso canal ativar o Sininho para mais conteúdos como esse Professora Maria de virgens estamos ansiosos para aprender com [Música] você
Trabalho há alguns anos nesta instituição e eu tenho aprendido muito com ela né E a gente vai atrás de mais conhecimento a gente investiga a gente atende essas crianças então a gente sai da nossa zona de conforto e isso nos faz o quê cooperadores não melhores não são melhores que nós somos nós somos cooperadores para fazer o mundo melhor então que seja um dia de de alegria né e de agradecimento a Deus para que a gente possa eh auxiliar mais pessoas Então como atender essas pessoas então para atender eu preciso conhecer não tem como eu
na sala de aula eu no consultório eu como mãe como que eu vou entender essas pessoas atender essas pessoas se eu não conheço quem ela é então quem é essa pessoa que nós chamamos de disléxico que nós chamamos de dislexia e que cada vez mais ela tem nos nos desafiado né porque não existe dois dislexo iguais como não existe nem um transtorno do neurodesenvolvimento igual né duas pessoas iguais então o disléxico ele apresenta neurologicamente algumas alterações e essas alterações atrapalham essa criança nas suas habilidades de leitura O que que significa habilidades de leitura vamos lá
uma letra tem formas uma letra tem tamanho uma letra tem posições nesta letra Então a gente precisa perceber que para ler qualquer código qualquer letra Eu preciso de uma habilidade eu preciso ter noção noção espacial eu tenho que ter uma noção de quantidade o número de letras eu tenho que ter a discriminação de posições noção espaciais como eu já disse então isso são habilidades que às vezes a gente acha que é só mostrar a lei letra mostrar a essência do texto a criança já ler não são uma série de desafios que nós temos que apresentar
paraa criança para Que ela possa criar memória de trabalho para Que ela possa aprender Então essas habilidades de leituras prejudica também o processo de escrita quando eu não interpreto uma leitura quando eu não sei o que significa logicamente a minha escrita é é prejudicada e com isso apresenta uma série de de desafios Eu não falo dificuldades é Desafios que essa pessoa tem ao se encontrar com o processo da leitura e da escrita então nós vemos cada vez mais que essas crianças e essas pessoas tem são desafiadas dia após dia mas isso não significa que ela
seja uma pessoa com deficiência de forma nenhuma Ela não é uma pessoa com deficiência ela só não consegue associar a imagem letra com a com o significado é como se aquilo tivesse muito embaralhado na sua cabeça uma vez eu escutei um disléxico falar e ele disse assim parece que as letras saltam né parece que as letras saltam na minha frente parece que todas as letras são diferentes mas ao mesmo tempo iguais e a gente não consegue discriminar ela não consegue discriminar os sons ela não consegue discriminar a forma das letras e com isso a gente
percebe essas crianças estão nas salas de aula e apresentam alguns sinais que a gente precisa observar nós damos laudo nós professores nós terapeutas damos laudo dessas crianças não nós não laud essas crianças mas simplesmente nós observamos essa criança e percebemos que ela tem ela tem 7 anos ela tem 8 anos ela tem 6 anos mas ela apresenta um atraso no processo da discriminação de sons de letras e que pode ser diferente comparado com crianças da sua idade então o que que a gente percebe é uma criança de 6 anos de 7 anos de 8 anos
que a gente ensina metodologicamente como a gente ensina a todo mas ela não aprende Ah ela é menos inteligente não nós é que não estamos sabendo entender essa criança tendo dando um apoio necessário pro seu desenvolvimento e com isso ela apresenta um atraso no seu desenvolvimento com relação à leitura e a escrita Olha bem no segundo ali outros sinais que nós temos que observar Como eu disse nós não laud mas nós na sala de de aula no processo da clínica nós somos as primeiras pessoas que identificamos essa dificuldade dessa criança então ela tem dificuldade em
pronunciar palavras tá ela tem um atraso na fala ela tem um atraso não só motor na escrita mas também na fala ela demora para adicionar novas palavras no vocabulário ela sempre fala as mesmas palavras as mesmas fras então a gente cada vez mais percebe uma demora para esta criança para esta pessoa adicionar novas palavras ao seu vocabulário e ela também tem dificuldade de lembrar a palavra certa numa conversa por isso eles são mais quietos por isso eles são retraídos e eles têm dificuldade o que a gente percebe de entender e fazer rimas tá qualquer música
Borboletinha tá na cozinha fazendo chocolate para a madr é uma rima é uma organização de frases com sons com letras isso para ela é muito desafiador então observem bem uma criança que está na sala de aula e que às vezes a gente pensa e discrimina ela pensando que é uma deficiência e não é é simplesmente uma alteração no processo da leitura e da escrita não é é deficiência porque ela sabe ela sabe conversar outros assuntos ela sabe discriminar outros assuntos mas na hora que se depara com o grande desafio da leitura e da escrita ela
tem esta dificuldade então esses cinco sinais são sinais que nós precisamos observar desta criança para Que ela possa entender observem agora quando eu falei das alterações neurológicas observem a bem esse cérebro do disléxico aqui né é uma imagem que eu ache que está na internet que vocês todos vocês podem ter acesso mas olha bem ali vamos lá no lobo frontal em forel aqui está toda a memória de trabalho nesse lobo frontal é aqui que eu e vocês trabalhamos com esta criança por que que a gente fala que o lobo frontal é uma nosso maior desafio
porque aqui está tudo aquilo que a gente guarda aqui está tudo aquilo que eu apresento para um aluno então eu sempre pergunto você encheu a caixa de memória de trabalho do seu aluno que está nessa região frontal o que você não encheu você não teve ferramentas necessárias para entender essa criança e para encher essa caixa de memória de trabalho mas a nossa criança nessa região frontal que é região de planejamento que é a região de eh emoções de controle do seu comportamento é aqui nessa região e ela não consegue ela tem uma alteração nessa região
frontal então observem bem uma criança que tem uma alteração nessa região como que ela pode discriminar tamanhos discriminar formas de letras como que ela pode decodificar os sons se nessa região Ela já tem uma alteração então vejam bem por isso que eu preciso conhecer porque às vezes eu falar ah ela não sabe ler e escrever falar não sabe ler e escrever nos pressupõe uma série de desafios o que que eu estou fazendo para atender esta criança e às vezes eu vejo profissionais da Educação do ensino fundamental da sée da educação infantil que não não consegue
entender esse processo mas eu tenho que apresentar essas letras de formas diferente depois nós vamos falar sobre as formas de trabalho mas essa alteração é significativa pro desenvolvimento da criança depois nós temos ali atrás onde eu vou colocar o mouse Olha bem Aqui é a região parietal observem bem que essa parietal então é uma região importantíssima do cérebro então nós temos o lobo frontal parietal e aqui o ospital são praticamente o cérebro todinho e aqui atrás nós temos o cerebelo mas nós estamos falando só dessas três dimensões três áreas do cérebro nessa região eh temporal
desculpe eh parietal temporal essa criança que eu essa região desculpe que eu percebo todas as minhas áreas sensoriais aquilo que eu ouço aquilo que eu pego aquilo que eu como aquilo que eu aprecio essa região Essa região é importantíssima pro processo de alfabetização como é que será que eu percebo discrimino os sons através dessa região Então olha bem ela tem um lobo frontal que tá no controle das emoções do planejamento o lobro parietal que tá na percepção dos sons na percepção do tato na pressão do meu corpo tudo isso está alterado e temos mais uma
região alterada que é o ospital ali está o processo visual ali está se ela tem uma alteração como é que ela vê as letras para nós é simples ver o b virado para pro lado direito o d virado pro lado esquerdo então eu discrimino porque eu sei posições eu sei tamanhos eu conheço formas isso é fácil para mim discriminar por eu não tenho alteração nessa região ospital temporal e a nossa criança é disléxica tem então eh a uma professora colocou aqui eu gostaria de saber como posso identificar isso sem que a criança se sinta constrangida
Não nós vamos brincar com a criança o brinquedo e a brincadeira é uma forma lúdica de você investigar essa criança você apresenta as letras você apresenta as formas porque nós hoje temos uma série de recursos de quando eu comecei a trabalhar eu tinha que confeccionar hoje nós compramos letras de EVA letras de madeira letras de diversas apresent ações e vou apresentando isso paraa criança Então por quê Porque aqui agora hoje vocês aprenderam sobre esse cérebro como é que você vai organizar esse cérebro nós vamos ver daqui a pouquinho mas aqui nós fomos apresentar nós podemos
apresentar sem nenhuma discriminação apresentamos brincamos com a criança por isso a educação infantil tem um papel importantíssimo nós não ensinamos a ler e escrever a nossa função na educação infantil é apresentar para esse cérebro colocar na memória de trabalho dele todas as formas todas as letras para nós isso é simples mas para eles disléxico é desafiador né por isso que muitas vezes é confundido a dislexia com a criança autista Por quê a nossa criança autista tem dificuldade de interagir com as pessoas pessoas interagir com o meio ambiente e não com o universo das Letras mas
para quando ela não interage com o meio ambiente ela se retrai então a gente fala mas ela não sabe ler e escrever então não ela só não sabe interagir ela não sabe se comunicar E com isso tem comportamentos alterados diferente de um cérebro do dislexia ele interage só que ele se retrai olha aí que está o nosso desafio ele se trai quando nós conversamos sobre o processo da leitura e da escrita eu gostaria que vocês colocassem se Vocês entenderam isso daí né se Vocês entenderam este cérebro Ok podemos continuar nosso próximo disléxico então agora nós
vamos começar a dislexia e as intervenções conhecemos o cérebro Vimos que o préfrontal dele é alterado Vimos que o parietal é alterado Vimos que o ospital é alterado mas agora tudo isso significa ele tem uma disfunção ele tem uma alteração Então a nossa criança nós já vimos apresenta uma disfunção uma alteração mas a sua inteligência é normal porque às vezes as pessoas quando vem uma dificuldade fala nossa ela tem uma deficiência não a inteligência o cognitivo dela as questões de atenção memória tá organização eh do pensamento tudo isso é normal e muitas vezes até ela
é prodigiosa Ela vai além só que a única coisa que ela tem ela não consegue entender esse mundo das letras para ela estar desordenado né então Albert Einstein a literatura nos informa que ele era um disléxico assumido Então olha bem como eu disse para vocês se essas pessoas alteradas eh que são no caso do Einstein não tivesse existido nós não teríamos conhecido a ciência dele né então devido à dificuldade de intervenção e tratamentos adequados as nossas crianças as nossas pessoas elas conseguem elas não conseguem aprender devido às nossas dificuldades de entendimento de metodologias mais adequadas
Então tudo isso nós temos que entender que nós precisamos ter tratamentos adequados e intervenções adequadas para que ele possa aprender a ler e a escrever tá o disléxico jamais vai dizer para você só depois que ele aprende como é que ele essas letras como é que ele Ava nesse universo das letras e eu tenho várias pessoas disléxicas adultas que eu conheço como foi desafiador o quanto que eles foram Discriminados porque achavam que eles tinham uma deficiência um transtorno do desenvolvimento intelectual achavam que eles tinham um transtorno do espectro autista achavam que muitas vezes eles eram
Transtorno do Déficit de Atenção e aprendizagem então nós uma professora colocou aqui a Jaqueline colocou pode diag ticar de a dislexia TDH sim ele pode ter duas dois transtornos Ok mas vamos agora a primeira pista para atender o disléxico vamos o eh tempo grande que descreve Einstein Ela diz que que é uma que é uma autista e ela no seu livro do cérebro autista ela fala sobre sobre a dislexia e sobre o autismo então Einstein pensava visualmente então ele pensava neste mundo tão grande de ideias é diferente o cérebro dele como funciona nós por exemplo
nós precisamos ler para interpretar para reconhecer por exemplo se eu passo na frente de um banco eu reconheço o que é um qual banco é por causa do nome agora o disléxico não ele já pensa já pensa de forma funcional para que que serve aquele banco Aonde se encontra os desafios daquele banco os prejuízos que esse banco tem os os os as oportunidades que esse banco me oferece então Einstein pensava visualmente então ele pensava diferente de nós não tinha bons resultados na linguagem na escola e utilizava métodos visuais para estudar que que significa quer dizer
quando ele pensava numa palavra ele pensava na imagem quando ele pensava numa numa num logotipo ele não pensava logtipo ele pensava na imagem tudo isso era desafiador uma pesquisa recente mostra que as pessoas que apresentam um crescimento do Hemisfério esquerdo né costumam ter mais talentos Então olha bem cada dia a ciência tem nos ensinado mais por isso que eu falo a ciência é que realmente caminha na nossa frente e nós temos que correr atrás como a Mara Diz cada dia tenho mais conhecimento então nós temos que sair da nossa eh zona de conforto e buscar
conhecimentos Será que se eu aquilo que eu aprendi H anos atrás sobre a dislexia é o mesmo conhecimento que eu tenho hoje não nós cada dia a ciência vai nos mostrando vai abrindo os caminhos e nós temos que correr atrás desses caminhos então a criança disléxica aisten como disléxico ele mostrou para nós porque ele ele pensava através de imagens e com isso eh cada vez mais nós podemos entender que ele tinha um potencial muito grande mas ele caminhava no mundo das imagens E aí está a nossa primeira pista para ensinar o disléxico não adianta colocar
as letras em primeiro lugar primeiro você apresenta a imagem embaixo a letra a imagem e a letra então aqui está a nossa primeira pista para entender a dislexia não é só Einstein que era dessa forma são todas as pessoas disléxicas ok todas as pessoas disléxicas elas pensam através de imagens por isso que para que ele possa entender eu tenho que que apresentar as imagens Ok essa é a nossa primeira pista conhecendo mais algumas intervenções Então como vocês podem observar quantos detalhes nós professores para começar nós que trabalhamos com crianças nós temos que pensar que nós
temos que intervir nessa ludicidade Então as atividades lúdicas são reforçador para a criança disléxica para a pessoa disléxica então todas as vezes que eu mostro para ele a imagem toda vez que eu dou atividades visuais eu estou investindo no processo de alfabetização tô investindo de estímulos a sua memória e estou trabalhando a percepção visomotora para que ele possa escrever nossa criança também além de ter essa dificuldade de entendimento das Letras onde nós temos que trabalhar as questões visuais é assim que nós apresentamos o mundo pro disléxico eles também seguram no lápis de maneiras diferentes e
aqui eu fiz algumas apresentações então aqui a gente percebe a grande dificuldade do disléxico na sua atenção na Sua percepção visomotora porque para nós pegar num lápis e escrever pegar numa escova de dente de forma correta pegar numa colher de forma correta é simples a criança aprende de uma forma muito mais muito mais simples eu atendo uma criança de 2 anos que ela não tem problema nenhum na atensão visomotora mas ela tem problemas no comportamento então disléxico ela não é entenderam Então a gente vai descartando conforme a gente vai adquirindo alguns conhecimentos a gente vai
descartando outros Então essa criança que escreve legal que desenha legal que pega no lápis legal quando eu falo legal adaptado legal significa adaptada então eu começo a perceber o grande desafio também o traço de registro escrito dos alunos Ora se apresenta forte Ora se apresenta muito fraco por quê Porque nós sabemos que para pegar qualquer objeto um lápis qualquer objeto nós o que que nós fazemos nós nós temos que melhorar a nossa prão aqui eu posso apertar aqui eu posso ser mais leve e a nossa criança não tem essa esse esse registro da preensão ela
sempre aperta Ora mais forte ou senão aquela criança que é tão leve que ela ela nem deixa o traço da da escrita então nós começamos a observar Então ela tem dificuldade na discriminação das Letras dificuldade de entendimento das rimas e também nós começamos a perceber no traçado das suas letras por isso que nós temos que investir em atividades lúdicas investir no desenho vamos ver mais algumas intervenções que nós podemos fazer com disléxico então nós temos que ensinar o esse a pega do lápis quer então tem algumas orientações aqui algumas orientações então ensinando a pega do
lápis e aqui tá uma uma série A Série de orientações para que você possa ensinar a criança na pega do lápis e o mais simples né o mais simples é o pregador né que daí ela fica ela tem como segurar né como é muito difícil essa habilidade para nós é simples é essa habilidade para nós é simples essa habilidade de pegar para eles não então quando nós colocamos uma um um pregador fica muito mais fácil para ele colocar e ali nós temos ali uma uma criança com uma luva também tudo isso para mostrar ludicamente e
informar esse cérebro para pegar este lápis para posicionar esse lápis para ter não ter dificuldade na apreensão do láp lápis Ok digam para mim se vocês estão entendendo a Rita de Cássia disse o seguinte Bom dia meu filho tem 10 anos e autista e tem TDH e estamos investigando a dislexia Realmente nós estamos vendo crianças que às vezes não apresentam só uma alteração às vezes eles apresentam mais outras alterações neurológicas então isso o faz deficiente não isso simplesmente olha olha o nosso papel como profissional tanto na área Clínica quanto na área da escola o nosso
papel é investigar saber como fazer com essas pessoas nós não podemos ensinar como ensinamos o qualquer outra criança tá então ela precisa de de técnicas diferentes de metodologias diferentes para cada criança imagine como a a Rita colocou tá essa criança tem tem TDH tem teia e está investigando a dislexia Então como que esse professor tem que saber então às vezes eu vejo os professores fal professora eu tô perdida eu falei gente perdido está em quem não estuda nós precisamos estudar porque fosse o tempo que a gente poderia ficar somente com aquele conhecimento da minha da
minha da minha da minha formação Inicial Eu Preciso de muito mais conhecimento para poder atender essas criança então aqui vejam atividades de discriminação visual quantos detalhes Olha bem marca eh marca as palavras igual ao modelo então ali nós temos mano nós temos mana mama mamou e mano porque é tudo muito parecido como eles têm uma essa dificuldade de identificação visual no universo das Letras as letras são muito parecidas e ele como se a a letra tivesse dançando na frente deles Então como que faço eu tenho que organizar então vocês observaram que que a letra que
eu que a palavra que eu quero está até em amarelo por quê para discriminar para saltar para ressaltar esta criança então ali estão as letras e e automaticamente ele vai pintar a letra igual também em amarelo a palavra igual desculpe também em amarelo e depois escreva o nome dos desenhos Lembra que eu falei que ele tem dificuldade também no universo de reconhecer as letras eh que não se eu não colocou as imagens é muito sempre é necessário para o disléxico eu apresentar em primeiro lugar a imagem porque quando eu apresento a imagem ele já começa
a transitar neste universo das letras e que mais Aqui nós temos dois dois slides dois o mesmo slide com duas imagens observem aí esse do do lado esquerdo são orientações da Associação Brasileira de Dislexia são orientações da Associação Brasileira de Dislexia por quê Por que que nós temos uma associação para que possa dar eh primeiramente eles nos informam as eh com artigos científicos eles nos informam Como que essa criança funciona e do lado de cá nós temos como o ambiente da nossa sala de aula da nossa casa deve ser para estimular as funções executivas as
funções executivas é a forma de aprendizagem de qualquer ser humano Por exemplo quando você está na sala de aula você está and as funções executivas que é memória de trabalho que é flexibilidade cognitiva e que é controle inibitório que que significa isso significa que para aprender eu preciso a como professora encher a memória de trabalho encher o que que eu tô apresentando para criança de todas as formas de todas as maneiras aqui e Deus coloca a memória de de trabalho bem aqui na frente né então Aqui nós temos a memória de trabalho e depois essa
criança vai ter que aquilo que você apresenta que você enche a memória de trabalho ela vai ter que aprender fazer realizar em diferentes situações por exemplo ela lê na escola ela vai ter que ler em casa ela vai ter que ler nas placas de supermercado nas gândaras do supermercado Então tudo isso é flexibilidade cognitiva e o controle libit é utilizado daquilo que eu posso fazer e aquilo que eu não posso fazer então o que que nos orienta Associação Brasileira de Dislexia a prática de leitura deve ser reduzida quer dizer devagar não que nós vamos tirar
nós vamos diminuir Não nós vamos dar passo a passo palavra por palavra frase por frase contar histórias Ok Histórias Curtas devemos Trabalhar leitura silenciosa por quê como eles têm grandes dificuldades na leitura e na escrita essa leitura eles têm vergonha medo incerteza mas ele não vai dizer isso para você Então trabalhe a leitura silenciosa para todos ok Um Tempo Extra tem um tempo maior pro disléxico um tempo estra para ele e simplifique instruções às vezes eu vejo professores como acha que ele é uma criança que entende todas as coisas dê uma instrução de cada vez
ensine também a família a dar uma instrução de cada vez porque senão a mãe fala assim vai lá no seu quarto pega o teu travesseiro e traz a tua mamadeira e e se você vê um alguma roupa no chão cata para mim gente quantas informações simplifique simplifique este cérebro vai entender sim mas uma instrução de cada vez por isso eu sempre falo se eu quero trabalhar com cérebros desatentos com cérebros disléxicos eu preciso dar uma instrução de cada vez vocês observem bem o quanto que nós estamos ficando desatentos nós cérebros normais sem alteração por quê
nós não fazemos uma coisa de cada vez Então essa orientação de simplificar as as instruções isso é válido para todas as crianças nós estamos enchendo a caixa de memória de trabalho com instruções que muitas vezes não são necessárias Vamos diminuir as nossas instruções e simplificar as nossas instruções por exemplo você que tem seu marido Uma instru que disléxico uma instrução de cada vez Ok e como deve ser o ambiente Por que que a importância do ambiente às vezes eu vejo consultórios sala de aula casas com muita informação com muita informação então diminua os estímulos externos
observe a sua sala de aula você que está aqui me acompanhando observem a sala de aula sua se você tem um disléxico um provável disléxico veja se não tem muita informação veja se não tem muita informação às vezes na sala de aula tem alfabeto sistema de numeração eh cartaz de festa de aniversário e assim vai a rotina e assim vai Quanto quanto desafio então Vamos diminuir Vamos diminuir não só por causa do disléxico mas por causa também de todas as Crianças A Hélia Medeiros colocou assim meu irmão teve e foi muito difícil para ele hoje
tem 62 anos foi por muito tempo chamado de burro que bom ter hoje em dia que bom ter hoje em dia quanta a informação antigamente essa criança Estava eh o o o qual era o laudo dessa criança há 62 anos atrás todo mundo em todas as alterações neurológicas do TDH do do Teia do Tod o que acontecia todas essas pessoas disléxicas e outras alterações neurológicas elas desembocavam tudo no mesmo lugar que era naquele tempo 62 anos atrás que era chamado de deficiente mental burro e assim por diante hoje não hoje por isso que nós precisamos
fazer nossos cursos de PS porque as informações chegam dia após dias e nós estamos sempre reciclando sempre informando vocês então diminua os estímulos externos rotinas de isso é importantíssimo para um cérebro disléxico ele precisa de você ensiná-lo a fazer uma rotina diária do que eu faço agora do que eu vou fazer depois porque isso faz com que esse cérebro que capta todas as informações juntas misturadas de letras de sons tudo você organiza esse cérebro tá então rotinas diárias também trabalhar com as informações verbais e visuais todas as vezes que você se dirigir no início e
por muito tempo por um vasto tempo do processo de alfabetização a ele se dirija com informações verbais e também visuais Ok qual outra orientação escrever palavras e frases com materiais táteis lembra que eu falei para vocês do lobo pariet que ele tem uma dificuldade do Lobo parietal que é a percepção sensorial Então quando você dá informação a nível tátil também usando Cola glitter areia macarrão você está ativando esta região cerebral Olha bem nós não somos médicos Nós não somos cirurgião de cérebro mas nós sabemos ativar essa região cerebral então vamos organizar o lobo parietal trabalhando
com quê com materiais táteis caça o tesouro quantas brincadeiras que nós vamos estimular são atividades lúdicas que vão organizar essa criança então neste n só nessa lâmina a gente já tem uma série de orientações tem 3 5 sete nove orientações do lado esquerdo da organização da Associação Brasileira de Dislexia e do lado de cá o que que eu trouxe para vocês da prática do dia a dia de sala de aula então vamos lá as brincadeiras que ajudam a melhorar a o seu aluno com dislexia desenho o desenho gente por que que às vezes eu gosto
de dar coisas prontas Claro vou também Dar coisas prontas para ele poder copiar para ele desenhar para ele recortar para ele colar né então desenho uma das brincadeiras mais importâncias na infância e principalmente pro disléxico é o ato de desenhar porque através do desenho ele começa a escrever o desenho é a primeira ferramenta da escrita o desenho então a coordenação motora e e o esquema corporal Devem ser trabalhados através de um simples desenho mas por que trabalhar também o esquema corporal o esquema corporal não é para que a criança saiba nomes quando nós falamos o
esquema corporal é para que a criança Tenha consciência do seu corpo consciência corporal do a funcionalidade do meu corpo para que serve minhas mãos meus pés meu joelho a o meu quadril para que que serve cada parte do meu corpo Isso é uma consciência corporal isso é o trabalho de esquema corporal desenhe no chão no Papel Craft na cartolina gente as pessoas hoje só querem a carteira parece que aquela aquele modelo de escola perpetuou mas nós sabemos que uma criança de zero a 12 anos ela precisa de atividades lúdicas mas principalmente do zero aos 6
anos nós vamos organizar esse cérebro do disléxico para quê dando atividades lúdicas dando atividades de desenho Vamos colocar no chão papéis grandes craft do cartolinas do jeito papelão do jeito que vocês quiserem paraa criança desenhar coloque Papel Craft na parede ensine a criança a pegar vocês sabiam que quando você coloca papel na parede e que você coloca tinta na mãozinha da criança você está ensinando e ela vai na parede vai na no chão desenhando você está desenvolvendo movimento de garra então quantos detalhes paraa criança num desenho então desenhe no chão nós professores nós terapeutas precisamos
brincar de adivinhar desenhos tudo isso a criança desenha ela pode perguntar professora O que é isso ou eu desenho e pergunto por quê Porque muitas crianças principalmente o disléxico vai apresentar dificuldades nesse desenhar na discriminação do desenho né então você observa uma criança de 2 anos ali você já começa a receber a dislexia a criança de 2 anos ela pega um lápis ela faz isso né Ó esse movimento que ela faz ou senão ela fica ali rabiscando assim ó esse movimento é só um movimento de cima para baixo de baixo para cima mas ela já
faz o disléxico ele vai ter dificuldade na apreensão já de 2is anos e ele já não consegue fazer esse movimento de baixo para cima porque ele já tem dificuldade na pega do lápis então a gente já começa desde cedo a perceber não que nós vamos sair dentro da escola dando nomes às dificuldades da criança mas a gente tem que perceber um caminhar dessa criança dentro do processo da da Educação Infantil e do Ensino Fundamental somos nós que organizamos que vemos as os primeiros as primeiras dificuldades da criança Brink de forc então o disléxico por quê
com alunos de 6 a 8 anos a importância de o tradicional jogo de forca o quanto que eu brincava do jogo de forca observem ali naquele jogo de forca que são as mesmas letras a ba desculpe são duas letras diferentes a k x tá então aqui são duas letras que formam uma letra que tem a b com tem um tem uma forma diferente do c Então olha bem Como que eu tenho que posicionar esses dois tipos de letra ao pensar em uma palavra Olha bem ao objetivo maior ao pensar em uma palavra e oferecer uma
dica simples para a criança ela terá que pensar nas letras para descobrir ela tem que ela pensa na imagem ela porque o disléxico tem que pensa por imagem para depois descobrir a discriminação sonora da letra que vai colocar ali Olha como não é simples é desafiador então quando você brinca quando você ensina essa criança desenhar quando você ensina de uma forma mais lúdica mais ampla para essa criança você está desenvolvendo o processo de atenção que está aqui na memória de trabalho você está desenvolvendo a memória dela olha quantos detalhes né quantos detalhes e você principalmente
você está diminuindo a intensidade de ansiedade desse disléxico Porque pensa bem as outras crianças ele vê que está aprendendo que identificam e ele não ele sabe ele sabe da sua limitação por isso a gente tem que ter muito cuidado ao conversar com as nossas crianças e Essas atividades são pontuais gente isso é muito importante eu conhecer para poder trabalhar então é preciso prestar atenção na forma como a criança resolve esse problema como é que ela vai fazer Observe se ele sempre repete a mesma letra ou se fica chutando qualquer palavra tudo isso você tem que
analisar trabalhar com músicas rimas por quê dentro as músicas infantis mais comuns todas elas possuem rimas quase todas então uma grande dificuldade do disléxico tá na noção de rimar borboletinha tá na cozinha fazendo chocolate Essa é sabe essa pontuação de ritmo é que eles têm dificuldades mas nós vamos trabalhar então quando nós trabalhamos com Olha bem todas essas informações e também com a rima nós estamos o quê orientando este cérebro que que é irregular para funcionar nós não vamos pôr ele para funcionar conforme um cérebro típico mas ele vai ter as alterações e ele mesmo
que vai produzir recursos para enfrentar este desafio Ok então vamos lá mais brincadeiras jogos de atenção de raciocínio de comprimento de regras controle de impulsos proporcionam movimentação corporal Mas por que que nós estamos preocupado com um corpo que quando um corpo trabalha quando um corpo trabalha lógicamente ele se organiza neurologicamente Experimente jogos de taboleiro Banco Imobiliário detetivo invente brincadeiras novas de acordo com a habilidade dos seus alunos caça tesouro tudo isso você está investindo na leitura e na escrita então quantos detalh né quantos detalhes se cada uma de vocês se cada um de vocês estiverem
e fizerem Essas atividades pelo menos Essas atividades você vai melhorar a condição desse disléxico Ok nosso aluno com dislexia precisa de profissionais capacitados para acompanhar o seu desenvolvimento e ainda tem aqui também Três livros de de sugestões de livros Como lidar com a dislexia um livro sobre dislexia e entendendo a dislexia [Música] né Obrigado por assistir até o final e se você gostou desse vídeo então não se esqueça de curtir e compartilhar com seus amigos isso ajuda muito a gente a disseminar o conhecimento para muito mais pessoas e se ficou algum uma dúvida ou sugestão
pode deixar aqui embaixo nos comentários que teremos o maior prazer em responder eu adoro quando vocês contam as histórias de vocês em sala de aula porque isso enriquece muito a discussão e aqui na Rema o conhecimento não tem fim quer saber mais clique aqui no vídeo que está aparecendo na sua tela para aprender ainda mais até a próxima