Espanha é legal. país a ser visitado. Você falou pra gente que era qual mesma? >> Costa Rica. >> Costa Rica. >> Esse é um bom que é perto, cara. A gente fal 8 horas de viagem aqui para lá, né? >> É o para lá. É já 6 horas horas. >> Estamos ao vivo já. Ótimo. Oh, sejam muito bem-vindos. A gente fica até meio sem protocolos Porque estamos com amigos aqui, amigos de verdade. E sejam bem-vindos a essa esse novo encontro pós Amazônia. >> Muito obrigado, papai. >> Não, eu que agrade eu só posso agradecer vocês.
Só posso agradecer vocês. Quanta coisa boa tem acontecido depois que vocês entraram na minha vida. Só isso. >> Ai, papai. Ai, papai. Você não secou até hoje, papai. >> O qu não, mas eu Tá, deixa eu falar. Eu tô há duas semanas. Hoje eu vou treinar sair daqui podcast. >> Tô medo. Tô medo. Só que por exemplo, ten dificuldade na China, por vocês treinaram na China? Não foram? Treinaram na China? >> Não deu. >> Não deu, >> não deu tempo. >> Eu vou ficar uma semana lá. Eu eu já Falei pro cara. Ade foi alimentação,
velho. >> É, >> alimentação na China é diferente, papai. >> É na lado esquerda, >> na travinha esquerda. Pior é que lá é um lugar que você não consegue achar comida fácil na tradicional do >> do acidente. Onde foi o esquerdo? Aqui ó. É aqui. Aqui. Aí você levanta um pouquinho e aperta e vira o botãozinho. Bothão. Aperta e vira. >> Nossa, fácil demais. Não, você só é precisa de um Não, tem que ser fácil assim. Melhor cadeira do mercado. Aliás, pichal. Muito obrigado por estar sempre com a gente. Estamos juntos. Estaremos juntos na África.
Irão paraa África. Pichau irá junto na África. Bom, >> eu falo, vocês você falando dessas coisas, >> você fica à vontade. Teve um lá da África que você perdeu, que vocês, aliás, esse cara tá levendo, né? >> Não foi na África, foi da Índia. Índia que você saia era complicado, porque da Índia foi convite técnico, entendeu? E coisa aí. É, ele não podia chamar era outro trabalho. Não, não podia não amig. Você, você sabe que dava para ter sabe, você sabe. Beleza. >> Ai, ai. Tá bom. Você Richard Rasmusen, o nosso biólogo mais Amado Brasil.
Richard, o nosso o nossa o nosso podcast podia começar com a seguinte situação que eu queria colocar aqui na mesa. >> Ricardinho a CF convidou você para fazer a travessia numa das rodovias mais perigosas do Brasil, mas também mais eh, vamos dizer assim, >> enigmáticas. >> Enigmáticas. >> Você topou, Ricardinho convidou a gente e vocês >> um portal >> fizeram uma travessia incrível. Nós fizemos, >> é, eu fui no final ali, mas me arrependo amargamente de não ter ido antes. Preciso aprender a dizer não para os compromissos de trabalho e sim para as coisas que
realmente fazem sentido às vezes pra vida. Mas tudo bem, foi um aprendizado para mim. Eu aprendi, pode ter certeza que foi a última vez que eu faço, que eu fiz isso. Eu a Responsabilidade de não ter ido o tempo todo e a responsabilidade, inclusive do meu arrependimento de não ter ido pela experiência que eu vivi em tão pouco tempo. O que começou como uma travessia inocente, >> despretenciosa, >> despretenciosa, se transformou num movimento, mas num movimento que no final, e aí eu tava lá no final, é como se nós Tivéssemos dado voz a uma região
que o cidadão da região não se sentia com voz. as a a o o que eu mais recebi de feedback das pessoas eram lá: "Muito obrigado por ter mostrado a gente pro Brasil, muito obrigado por ter permitido que isso, muito obrigado por ter lutado pela gente", né? Ou seja, o que vocês fizeram lá, >> nós fizemos >> na travessia da Transamazônica foi uma foi um trabalho >> para você ter ideia, o Senado Federal está com pauta, eu fui convidado tanto pro Senado como pro Congresso para falar com com pauta específica Transamazônica. >> Nossa, >> isso
mexeu com o Brasil. Mexeu com o Brasil. Ninguém entende. >> Senado, hein? Senado e Congresso Nacional estão discutindo esse assunto hoje. Eu vejo movimentos nas redes sociais, eh, no Pará, no estado do Amazonas, tão lá nos Instagram, nas Coisas os caras mexendo. Ã, Brasil acorda, Transamazônica tem não sei o quê. também vi algumas obras começando. >> Começou, tem obras começando. Eu acho que assim, isso é importante porque não, eu nossa história foi apenas deuns eh de uma turma de amigos que resolveu cruzar uma estrada. Era isso, fazer uma aventura. O que nós descobrimos, o que
era aventura para nós era o dia a dia Dos caras. Isso que mudou tudo a nossa perspectiva, porque nós nós vivemos vivenciamos aquilo no dia a dia de com aquele povo absolutamente carente >> de representatividade, >> largado, esquecido, o menor IDH, o maior menor índice, os maiores índices de pobreza num lugar que se o cara tá com o filho doente, não tem como chegar em lugar nenhum, mas morrer naquele perder aquela estrada vai morrer ali. Falei pro Júlio, Falei, teve uma hora que eu falei pro Júlio, Júlio, se o cara parar aqui, não tem, começar
aí, se o cara parar aqui, ele não tem, ele não tem sinal do celular, não tem seu público, ele não tem nada. Se uma pessoa começa a passar mal, se ele sofreu um acidente, bateu dois caros, sofreu um acidente, não chega, não chega a socorro assustador. >> Por isso que um ajuda o outro. Por isso que um ajuda o outro. Ali a lei é um Ajudar o outro, porque um dia você vai estar nessa situação. Então você não deixa o cara, se você vê alguém numa situação, você ajuda, porque um dia você vai estar nessa
situação. É empatia, né? >> A empatia. Ô, imagina se eu tá numa cidade e acaba a gasolina, não tem gasolina na cidade, abastecer. >> Você fez muita expedição na África. O Júlio falou para mim que quando ele foi na África, quando eu voltei, né, falei: "Júlio, como é que foi lá?" Ele falou Assim: "Rato, você ainda não viu? Você não viu? Você acha que você viu tudo? Você viu?" E aí, eh, eu tive esse confronto de realidade quando eu vi, quando eu me deparei na na no pequeno trecho que eu fiz da região norte, eu
vi, eh, pessoas carentes de coisa que a gente não se importa. Por exemplo, água, energia elétrica, a gente não se importa. Você não lembra disso >> não, porque você tem fácil. Exato. >> E para as pessoas, é, a gente parou num lugar para comer. Sen >> um casal, um casal de senhores super solícitos, ele tinha um geradorzinho de combustível para poder manter o estabelecimento, a geladeira do estabelecimento dele, velho. >> E comida boa, hein? >> Comidinha boa. >> É, >> você sabe que ali eu fui nadar ali Também, ali no fundo e eu levei umas
picad depois que porque ali ah a gente encontrou a gente de saúde, né? Aliás, graças a Deus, todo mundo tempos depois a gente todo mundo de boa, né? A malária ali sabe o que é nem quis falar nada ali, mas a fortísima, cara. >> É, eu fal em água corrente, não dá água parada. O anófiles que é um não é o mesmo mosquito da dengue, ele dá, você vai acompanhando aí se o pessoal depois vai comentando isso. Aliás, estamos com Super chat, né? Existe isso no super chat agora vem direto com a pra gente, não
passa pelo >> pelos patrões, vai diretófiles, ele é um mosquito que é o transmiss da malária que dá em água corrente, ou seja, fodeu. É lá >> qualquer lugar é possível. >> Qualquer lugar, cara, >> na hora que quebrou o nosso carro, a gente tava do lado de uma região de água ali. >> É. >> E é água e matinho. >> É >> F Maurício, >> os brejos, né? >> É certo mal. É certinho. >> Maurício queria pescar. Eu falei, você tá louco, você vai pescar uma malária. >> Maurício são maninha sempre querendo pegar a
vara o tempo todo. Nem car. >> Mas se se ele não tivesse pego lá na vara, ele ia ficar estressado todos os Dias. >> Fala mais comigo até hoje. >> Exatamente. [risadas] Quem alivi o Julião? >> Se não fosse o peixinho. [risadas] >> Se não fosse a pescaria psicólogo. Se não fosse o peixe psicólogo. >> Maurício. É um peixe pescaria preteratura. >> Chegou a pegar um peixe? Não pegou nada. >> Pegou? Pegou uma tainha. Tainha é [ __ ] [risadas] Desgraçado. >> Pegou. >> Ah, você bateu nas balas. Você bateu >> foi que só vou
viagem. Não tava ferrado. Não, vocês t muito que agradecer ele porque ele veio lá só no molejo daquela rancara, ó. Ele veio tranquilão, cara. É um cara consciente. >> Consciente. >> Igual eu. >> Cara consciente. É sim. Você tá louco Para quebrar os >> Quebrou a o a roda com quem foi? Com o Julião. >> Ah, foi o outro. Aquele que você veio de carona chorando o tempo inteiro. >> Quem veio chorando? >> Você que tava abandonado, sem carro. >> Eu só falei a verdade. Eu só falo a verdade. Eu só falo a verdade. >>
Uma hora que eu >> às vezes tem um pouco de exagero, né? Mas eu só falava, [risadas] Eu tava olhando as lives e e assim o Júlio acendeu uma bomba desse tamanho. [risadas] Carlos mandou R$ 20 >> Sabor Mauricião. >> Ah, por causa da título e da Sambor. Ah, sabor Mauricião. Ah, porque você era a gente não sabia. Eu acho que eu informei que vinha você e o e o Maurício >> não >> é. Avisou. Avisou. Eu avisei ele. Mas eu Avisei >> alguém comeu bola aqui. Avisei. Eu mandei o áudio lá. >> Foi Gustavo.
Foi Gustavo. Aí sabor Mauricão. Eu tô na casa. >> É bom. Teve uma hora que eu olhei, eu ia rodando as lives ali. Teve uma hora, tá? O Júlio com aquele fone que ele coloca na nuca aqui, óculos escuro, >> star >> gritando na traseira do Lucivaldo, empurrando o Lucivaldo lá, ele >> empurrando ele por trás. >> Aí virava para você, você louco >> chovendo, você louco. >> Mas não tinha alternativa. Não tinha alternativa. Mas você sabe a verdadeira história, né? Eu vou te contar. A verdadeira história mesmo é que eu cheguei lá e não
tinha carro para mim. >> Não, é verdade, não tinha carro. E aí eu eu tinha a CF tinha falado para mim tanto que era era o seguinte, a história era para ser o o Ricardinho era para Levar a minha plataforma com o meu TV para lá. Aí >> esse aqui tá baixo. >> Esse que tá aqui. >> Mas ele não tem velocidade para aqui. >> Tem, tem. >> Nossa, achava que ele era >> aquele é mais potente, mas esse aqui, esse aqui passa de 100 por hora. >> Passa de 100 por hora. 100 por hora.
Não, >> só que vou te falar que ele é mais Seguro do que esse. >> Mais seguro. Mais seguro. Não, esse aí eu ia tombar. Aquele ia tombar lá. Esse ia tombar. >> Esse ia tombar porque não é feito. Para assim, é de trabalho. É de trabalho. Não, isso é feito para trabalho. É utilitário. >> E aí eu eu e aí não deu certo. Aí cheguei lá, falei: "Puta, não tem carro". Aí os caras da como não dava para ah, ele não quer transportar tal o Carro, ele ia levar o meu carro. Foi muito trabalho,
vou levar até lá essa [ __ ] na plataforma. Esquece. >> Falei: "Tá bom." Aí a CF me ligou. O a CF o do dos dos UTV me ligou e falou: "Você não quer que eu ponha não no pessoal do do do UTV mesmo, não quer que eu ponha lá um para você?" Aí eu falei: "É, mas eu vou estar sem plataforma, nada". Falei: "Ah, deixa quieto". Quando eu cheguei lá e vi que tava sem carro, eu liguei pr os caras, falei: "Eu acho Que eu vou precisar desse veículo porque senão eu vou ficar no
banco de trás e não vou dirigir essa porra". Certo. >> Só um pouco de sorte precisa na vida, né? Saiu melhor que o Soneto. >> Saiu melhor que o Soneto. É. Aí essa foi a história verdadeira. >> Mas a emenda saiu melhor que soneto. >> E aí não tinha o que fazer. >> Tinha 25.000 1 pessoas ao vivo em simultâneo vendo um louco dirigindo o TV e ultrapassando todo mundo. >> Milão no >> e a galera assim você ia no chat era bizarro, entendeu? Velozes e furiosos, [risadas] entendeu? Alguém interna esse velho, ele tá louco,
entendeu? Vai morrer, segura peão. >> É o velhote. [risadas] Velhote do vinhote, cara. >> Muito bom. O chat tava muito bom. >> Não, foi bom no fim. Foi bom a história. Porque ficou uma corrida maluca. E sabe o que foi interessante? Esse é uma que Para mim foi a primeira vez, não sei se vocês já tinham feito assim uma coisa assim essa eh não que não é um ao vivo, né? Ele é ele é é a vida ao vivo. É a vida ao vivo, né? >> E as pessoas ligavam, queriam ver o a perspectiva de
todos nós. Todos nós estávamos com milhares seguidores ali, milhares de pessoas olhando ao mesmo tempo querendo saber onde estava cada um, entendeu? E avisando o chat. Foi muito legal. Tem muita coisa. Eu tava Com aquele capacete. É isso aqui, aquele capacete lá. Você olha para ele, não tem um visor. Tem viseira? Não tem viseira. Só que tem uma viseira que eu já muitos anos não uso esse capacete, só que ela fica embutida ali dentro. Tem um botão que aperta e eu limpando toda vez aqui a cara porque vem aquele m de lama e os caras
fala: "Baixa a viseira, baixa a viseira". E eu falando pro chat, gente, não tem viseira. Tem sim. Olha o botão do seu lado. Pum, apertei o vê. Pega lá, Pega lá. >> Mentira que a que o chat >> o chat te ensinou. O chat me ensinou. Os caras são [ __ ] O chat segue de uma maneira. Eu fiquei, o que mais me impressionou foi o chat de toda essa experiência. Dá, dá para ver a viseira. >> Oi. >> Mas dá para ver a visira. Eu não tinha visto, ó. Tá lá dentro, cara. Só se
ele nunca tinha percebido, >> man. Eu não tinha visto isso aqui, ó. Isso aqui. Onde é que tem uma aqui, ó? Isso salvou minha vida, [risadas] cara. Tá um pouco sujo. Isso salvou. Salvou minha vida. Isso aqui vai ficar junto com aquela prancha. Pororoca. E isso aqui para mim foram item. A transamazônica poroloca vai ficar que nós vamos falar sobre poroloca hoje que eu tenho covid para fazer para vocês. Eu, na verdade, eu queria estimular, já que você falou, acho muito legal, foi uma brincadeira nossa, uma experiência Legal que se transformou em algo muito maior.
Eu acho que isso para mim, e eu acho que para vocês também >> foi um experimento social, né? >> Foi um experimento social que despertou a chama. Eu quero fazer de novo e quero escolher outras regiões do Brasil. A gente tá falando, por exemplo, tu me fala de Amazônia, a gente esqueceu que a gente tem um bioma chamado catinga, que é um bioma maravilhoso, que inclusive aquelas duas araras que estavam, uma Delas que desapareceu completamente, uma arara desapareceu foi da catinga, só existe lá aquela arara. E assim você vai ver também o povo de lá
como é recepível no concordo. Eu concordo >> a gente bolar uma sequência de experiências como essa que traga além da gente as pessoas acompanharem ela possa a gente passar e mudar a situação daquele local. >> Eu brinco com isso. Eu falo que eu sou um nordestino frustrado porque eu amo Nordeste. >> É o lugar que eu do Brasil que eu mais gosto assim de de passear, de ficar, de viver. E eu amo o nordestino. Nordestino ele é muito receptivo, cara. Muito sou filho de nordestino, sou suspeito para falar. >> Eu sou filho de nordestino, sou
suspeito. >> Nordestino frustrado porque eu sou apaixonado pelo deste país e não é só pelas belezas naturais do nordeste, mas O povo nordestino. O povo nordestino, cara, >> isso é um bl a gente, >> eu acho que eles foram refinados pelo sofrimento, sabe? >> Foram exatamente refinados, poéticos, >> os cordel, a literatura de cordel é só poesia. Poesia rica. >> Se você pegar a cultura nordestina, ela é muito rica. A parte mais rica do país é a cultura na >> É verdade. Impressionante. >> Fernando Baleiro mandou uma pergunta para você. Agora tá na frente dos
caras que quero ver. Ó, Richer, conta aí quem que é o mais medroso. É o Júlio ou o Renato? Ele mandou R$ 10 aí. Valeu, Fernando. >> Não, o Júlio não. Por gente, a gente tem que a linha que separa a coragem da estupidez é muito fina. >> Concordo. Entende o que eu quero dizer? Concordo. Falar não, só tô joguei joguei joguei >> joguei. O Júlio não pensa certas coisas. O tiozão ele é mais racional, entendeu? >> Fala, >> não são vários exemplos, né? Ele, o Júlio não pensa. Júlio, a gente mergulhou, vai sair na
no canal de vocês agora. Vai sair. A gente gravou mergulho tubarão, >> tá? Não vai ser no canal do do canal não sabia mergulhar. Tava assim ainda. [risadas] Não afunda que nem uma >> elogiou até agora. Você viu? Você viu Como ele >> ele afunda que nem uma âncora. Ele afunda que nem uma âncora. Afunda >> afunda. Pensado. >> Caiu dentro. Foi lá pro fundo. [risadas] Parecia uma um lula molusco lá pro fundo. Não podia respirar. Em 3 minutos que ele se sentiu um pouco mais seguro, >> ele olhou o tubarão, cresceu, ele olhou o
tubarão >> e ele tava sem nadadeira. Graças a Deus a gente não deu nadadeira para ele Porque senão ele já tinha, ele tentou andar, ele tava começou a andar embaixo da do no fundo do do aquário, né? E o cara teve que segurar porque ele já tava com a mão assim para no tubarão. >> Ah, queria passar a mão no tubarão. >> É, não, ele já tava com os peixes, pegando os peixes, pum, aqui, ó, pegando os peixe aqui. >> E aí não, os caras [risadas] do aquário com ele desse tamanho já, assim, tipo assim,
já deu, já deu, tira esse cara Daqui >> assim, tava assim sem querendo passar a mão no tubarão e o cara segurando ele pro cinto de laço dele para ele >> não muito barantinho. >> Ah, não, não posso muito barulho. >> Não, mas é outra situação. >> [risadas] >> é outra situação, >> mas é porque o tubarão passou por cima de mim e eu toquei o ventre dele, deixei ele passar, você já tava indo na frente. >> Tuarão tava vindo e você tava assim, ó. [risadas] >> Eu não sei o que você queria. >> Ideia.
Ide. Não, sem noção. Sem noção. Ideia. >> Não, [risadas] esse negão aqui ideia >> fazer carinho no fo. >> Então, eh, o tiozão, ele é mais, ele pensa mais consequência total. Mas ó, todas as vezes que eu estive do lado do Richard olhava pro Richard e fala assim: "Pode, >> tem que tomar cuidado que vocês pode. >> Não, não é muito muito >> não, porque senão uma coisa que eu não gosto das pessoas tem levar experiência ruim. >> Agora ele procura isso, é diferente. Aí com ele falou: "Eu já falo assim, você vai se com
ele". E ele falou: "Ok, beleza, então vamos". [risadas] >> Semana passada aquela tartaruguinha que tava aqui é um tracajá, né? >> Que morde, né? Você queria que eu desse Um beijo nela aqui. >> Eu queria que você escrev [risadas] ele quer que eu uma tartaruga que morde e assim ela faz um pierce, se ela morder. Não, não, não é outro que você f >> não nós estávamos lá. >> Ah, no visouro. No visouro não, aqui foi estúdio. Essa foi quando eu comecei a gente tava no >> na casa de um dos convidados >> a quinta-feira.
Nós pulamos a piscina. >> Ah, que tá todo mundo pulando. Tá ao vivo. Pamos a piscina. Aham. >> Aí um gigante lindo, né, cara? Rinocão. Chifrinho. >> Gente, pegou isso. [risadas] >> Ab e abriu a boca. >> Abri a boca. >> Só que o Richard esqueceu de uma coisa. Esse visouro tem uma espécie de serda nas patas que trava, que gruda, >> gruda, gruda, >> gruda como se fosse arame farpado. [risadas] E quem diz que o Richard conseguiu tirar? >> Ô, eu peguei o [risadas] >> Aí eu passei a linha da coragem pra estupidez. Passei,
>> eu peguei o besouro, coloquei na mão para eu tirar o besouro na mão, cortou minha mão inteira porque ele só arranca, você sabe >> parece um dia ele botou na língua, Velho. [risadas] >> Mas mantive a postura. Não, manté a coisa. Ele fal depois ele se xingava. Você sabe qual que era, né? Era rola bosta. >> É, não, >> não era não. [risadas] >> Não era não. [ __ ] >> é o, é o Hércules, né? É tipo, é tipo >> ai [risadas] onde eu passei da coragem para est deles foi. >> Mas eh
divert aquela m especial. >> Mas você vê que louco ele também quando ele fez a tucandeira tem gente que vai fazer o cara vai pro hospital passar mal, ficar sei lá podre. Você ficou meio ruim. Não, mas aparenta que você foi mais >> eu controlei a criança de 12 anos 12. Então, lembra quando você levou a galera para tomar aquela, não sei, não sei que que Eles batem, mas bate na costa galera. >> Então, tem gente que nossa meu Deus, meu Deus. Ele, ele, ele, ele quer aparecer para ral. >> Quem tomou, quem tomou surra
de cinco sa >> É, >> é. Quantos anos você tem? >> Eu tenho 35. >> 35. Não apanhou você. Você é de uma geração. Você não apanhou quer? >> Pior que eu apanhei de vara de marmelo. Vara de marmelo. >> Seu pai era o descu. Então isso >> é que é do interior. >> Interior. >> Minha avó pegou eu uma vez. Minha mãe, ela tinha, eu se, eu, eu já falei isso algumas vezes, [risadas] eh entre a cozinha e a sala, minha mãe tinha um chaveiro, um porta-chaves no formato de peixe, e ela mantinha três
diferentes cintos ali para três diferentes níveis de delito. Então, ela tinha um cinto Leve para pequenos delitos. Ela tinha um cinto grosso, fivela, um cinto grosso quando a gente começava a brigar entre nós, irmãos. E ela tinha outro cinto que ela batia com a fivela. Aí esse era, se por exemplo não grudou na porrada e não se desgrudava, ela vinha na fivela, só batia na fia. E assim, tá? Era de olho fechado. Se pega na cara, na perna, não importa. >> Onde vai? >> Não, onde vai. Aí era rasgo na cara. Eu fui criado, eu
fui criado num bairro extremamente perigoso, >> aonde 80% das pessoas que que cresceram comigo viraram bandido. E minha mãe falava assim: "Cara, se eu não botar essa molecada na porrada aqui, vai criação desculpa". [ __ ] é interessante como o ser humano é evolutivo, né? E eu falo isso, independente se você concorda com esse mecanismo De educação ou não. O ser humano evolutivo. Eu nunca toquei num filho meu. Um de 26, um de 13 e um 24 de quatro. Nunca toquei. Eu olho pro meu filho, ele já sai. Então ali ele tá causando. Eu olhei
para ele assim, ó. Eu olhei, ele para. Você apanhou? >> Ele para. Você apanhou Isabela? Abre. Você apanhou De mim? É muita puninha. [risadas] Táinha na bunda. P muita coisa. Nunca. Nunca não teve. Mas também olhava você. Não sabia a hora que que horas foram comigo. Mas você tinha respeito. Tinha. Quando eu olhava assim, sabia que oração é exata. >> Só olhava, eu só olho. Só olho e par. Tudo que você pode mirar coisa de ter tapete, chicote em cavalo, tijolo, galera. Pedaço de pau, tudo, mano. >> Eu era ter >> eu era ter. >>
Eu apanhava era n, >> eu merecia. Eu não merecia, cara. >> Merecia. >> Eu não merecia. >> Apanhava. >> Apanhava. Apanha. [risadas] Eu apanhei. >> Hã? Eu masente investido. >> Eu tinha um amigo da minha idade que assim, o cara entrou na minha escola, ele já tinha sido expulso de três na minha cidade e ele quando eu eu fiquei amigo dele, eu ia na casa dele, ele podia fazer o que ele quiser que os pais manhã, tá suave, eu ficava, mano, meu Deus do céu. E a última escola que ele tinha sido expulso para entrar
na mina, tinha inundado a escola. E aí eu falei: "Cara, ele não tem, não tem, esse cara não tem R. Eu >> só, eu só foi sério à noite, montava, eu fazia, bombava monte para estudo, fazia, pegava, usava munição que eu achava mexia na casa inteira, achava munição. Aí testava as armas de pirata, tiro com as armas de pirata explodia tudo, fazia mais assim, nunca contra os outros, sempre contra mim mesmo, cara. fazia, aprontava assim, mas faz parte. Acho que é uma geração que gerações diferentes, mas também era o seguinte, a geração dos Nossos pais,
pelo menos do da maioria dos que eu conheci, eles não tinham a capacidade que nós temos de externar amor. É, >> minha mãe, ela era uma pessoa cuidadora, mas ela não era de den. Meu pai era o provedor da casa, era o homem da casa. É muito interessante porque meu pai trabalhou 38 anos na mesma empresa. Na mesma empresa. Então ele tinha uma folga de final de semana por mês. Uma folga de final de semana por mês, mas tem que Trabalhar no texto. E qual era o orgulho do meu pai? Eu tenho a família, saber
que minha mãe era uma dona de casa que a gente vai trabalhar e que os filhos eram bem criados. Então chegava em casa, todos os filhos já tinham padom, sentava uma mesa, jantava, dava o Jornal Nacional, assistia o Jornal Nacional, subia pro quarto, radinha no ouvido para dormir, pedia acordar de uma presença dele com a família e a Minha mãe aqui, ela não teve dor, sabe? Só que eu não me recordo de pai de novo, me recordo da minha externar. Essa geração é uma geração que sinta mais externa mais sente mais sentimento, pelo menos na
sua grande maioria. E aí isso cria um vínculo mais poderoso que uma troca de olhar demonstrando reprovação já mostra para um filho uma quebra de confiança. E aí o filho dá uma boa uma Boa leitura, >> entendeu? Porque o meu filho, por exemplo, ele é extremamente amoroso comigo. Me garoto de eu converso muito com ele. A gente conversa muito, perguntoas meninas, as gatinhas, namorada, sento com ele, explico as coisas, sou amoroso com ele, eh motivo ele. Pô, filho, você tá bonito, pô. Parabéns, você emagreceu, você treinou, você tá estudando, converso muito com ele. E a
gente cria um Vínculo. E aí quando eu olho para ele, opa, ol, quero quero estressar, não quero quebrar isso. E é um olhar e é um olhar que nunca foi, ó, o olhar vem pra punição, né? Porque aí olhou para mim, vou apanhar quando tiver em casa. Não, não, não. Então era um olhar do tipo assim, você acha certo sim. E a nossa aliança que nós temos aqui é legal isso. >> Então é isso que eu tentei construir, entendeu? Acho que acho que é por aí. >> E tem cada geração, né? Porque tem diferentes gerações,
né? É. E aí? E os três foram iguais. [risadas] Era [risadas] um evento, então >> era um evento, era, >> mas melhor nisso escrever se tiver escrever 1000 vezes, não deve fazer >> não, isso nunca aconteceu, graças a Deus seria pior. Seria pior. >> Eu preferia, eu preferia apanhar do que minha mãe falando no meu ouvido sem parar. >> Já termina, já termina logo aqui esse assunto. Eu também. Arrebenta também. Para de falar pelo amor de Deus que eu não aguento mais. Ou seja, o DNA do homem sempre está Calvin toda hora a mesma coisa
do mundo. >> Pronto, >> já começa com a mãe. >> Ai ai. Bom, o que eu quero provocar que A gente possa em uma das coisas que foi muito legal para todos nós, para a região e eu queria provocar para que a gente continuasse o que er do do cardí estão querendo que a gente realmente crie uma um programa para que a gente possa fazer isso mais vezes em outros lugares que possam ser interessantes coisas para jovem logo você tem muitas crianças O escândalo, né? Escândalo. Você sabe, etc. Então, eh, e que a gente vai
mostrar as belezas, nós estamos lá para mostrar as primeiras belezas, mas que a gente, né? Queria para táar pororoca. Queria ligar vocês você lembra do nosso trato desde o começo >> pororoca tá entre os seus vídeos mais emblemáticos da história. >> Talvez o mais. >> Ó, muitas pessoas conhecem o Richard Correndo da pororoca. Aí, ó, >> corre. >> A pororoca me colocou dentro das redes sociais, tingulou foi o elo da televisão, o elo perdido meu da televisão para o as redes sociais. Então eu queria fazer, queria fazer por queria fazer maravilha, queria fazer quero, quero,
quero, >> eh, se eu quero, eu posso a gente fazer a ligação norte para Pessoal baixo. Será >> é o microfone microfone? Pô, mas se nós tivermos lados, acho que >> bom, mas dá pra gente continuar, vamos continuar, >> tá? >> E outro lugar que eu eu gostaria de é no Nordeste, Fazer uma rota na catinga, porque, por exemplo, você ama o Nordeste? Mas eu vou te fazer uma pergunta. O que que você ama do Nordeste? Litoral. >> Não, litoral. >> Aquilo que tem de aquilo que tem de belo e confortável. >> Litoral. Litoral. >>
É aquilo ali é um décimo da catinga pro sertão. Eh, >> aquele cara da agricultura pequena que fica ali dois, três meses sem chuva. Esse cara que depende de um jeg, é que ele planta palma, planta cactos para poder alimentar o gado, que vai buscar água na cacimba, com jeg, entendeu? Esse é o Brasil que a gente, >> geograficamente falando, a região da Catinga ali compreende eh quais estados, principalmente? >> Todos os estados, praticamente todos os estados nordestinos. Tem Bahia, tem Cana, Bahia, tem Paraíba, eh tem tem Ceará, tem eh eh Alagoas, tem ali, eh,
o Sertão ali também tem Sergipe, grande parte dos estados tamb subindo, >> é, então fazer uma rota. A gente podia fazer uma rota, por exemplo, que inclua a Serra da Capivara, que já tem toda aquela questão dos grafismos. Você sabe que lá essa mulher, infelizmente já foi a eh Nied Guidon, era uma pesquisadora que cuidava da Serra da Capivara. Ela descobriu seu, a gente acha que o ser humano tá quanto tempo aqui nas Américas, que usou o estreito de Bering A na última glaciação há 12.000 anos. Essa sempre foi a teoria que há 12.000 anos
tá aqui. Ela tem caveira, ela tem caveiras, ela tem >> não, eh, fogo, eh, resto de fogueira datado com carbono de 50.000 anos. O homem já estava na América do Sul há 50.000 anos atrás, que podem ser ou caras que vieram da micronésia e polinésia navegando, ou podem ser vikings, não se sabe, mas >> perdidos, né? >> Exatamente. Mas já esteve, já esteve o ano, esteve 50.000 anos. >> An, >> ou seja, >> é que a gente tem as histórias dos vikings são 700 anos antes de Cristo, >> é, os caras têm, os caras tm
uma história muito muito longa, né? Os primeiros caras que chegaram na América do Norte, a gente já sabe que foi o Wick foi eh Marco Polo. Caraca. >> E perdidos, né? >> Perdidos, navegando. Os caras eram ou não, ou é em busca de novas terras, né? Só >> passava rota e embora. Sa li as estrelas, né? Eram grandes navegadores. Então assim, >> e quando >> o quê? Fazer essa em julho. Julho, agosto, certo? Fazer o Acre. fazer um resgate essa parte toda indígena que é muito legal. >> Essa >> abril não tem nada. Abril, eu
acho que tá curto. Podíamos podemos, né, traçar o >> fazer um por mês, abril, maio, junho, julho. Porque se você parar e falar assim, vamos fazer qu c dias >> é acho que qu c dias é um tempo legal até pr as pessoas porque senão fica muito longo aí porque >> não e não dá para fazer mensalmente porque você tem seus compromissos. Exato. E o pessoal é gostoso que o Pessoal tem fica com a vontade de mais vontade. Quando terminou muita gente comentou que tava >> e acabou num sábado, domingo, a postagem da galera era
meu domingo sem a live, >> meu domingo sem a live. O cara olhando pro nada assim, tipo, meu Deus, >> ressaca. É, os caras tem muito memos caras. >> Vocês chegaram a ver os o meme da corrida, né? >> Na sexta-feira, sabe o quê? Na Sexta-feira abria cada canal em simultâneo. Cada canal tava com 20.000. Então você pega 20.000 no nosso, 20.000 no seu, 20.000 no no Ricardinho e os outros canais assim, 7, 10 que tinham do rato borrachu, do rato do rato rato tava tava tava rato. >> O rato tava do gordoxon >> do
Tony Mac também, né? Exatamente. E aí você olha e fala assim: "Caramba, na estatisticamente falando tinha gente abrindo em três, quatro lives, mas a Maioria tava numa live sala." Ou seja, olha o somado, >> quantidade de >> mais de 100.000 pessoas >> todos os dias, >> simultâneo todos os dias. Mas eu acho que também a dinâmica foi muito importante, por isso que eu proponho em dinâmica que a gente possa eh isso. Aliás, eu queria muito fazer e levar vocês para festa do boi em Parentins. Eu não sei se a gente consegue, queria Muito. Quer até
ver se alguém lá do estado do Amazonas pode sei que tá em cima do laço, porque é muito concorrido. É tipo um carnaval do Rio >> e é junho. >> E é mais bonito que o carnaval. É junho. É final de junho. >> Na verdade é o verdadeiro carnaval. Tem camarot. >> Não tem. É, é, é uma festa linda. Eu já fui lá. É uma festa região você vai cair quando você vê os carros alegóricos um Sair dentro do outro, cara, é uma coisa, a música, as toadas, cara, você tem vontade de Nossa, eu acho,
eu gosto mais do que carnaval. >> Eu acho porque tem uma tem um apelo cultural e o carnaval mais forte, mais forte de Amazônia, de Brasil, é [ __ ] >> É a parte, a a parte cultural fica muito pesada. É o o >> Mas se fôssemos pensar em abril, temos que >> Maurício, a gente tem Fibo que quando Dia 14, 15. >> É, acho que é >> teria que ser tipo na primeira semana de abril, >> 13. A primeira semana tem a gente comprou isso >> na onde >> qu dias normalmente ser o roteiro
de transparência. >> Dia dia dia 7 a gente comprou isso. >> É Pantanal também. Pós Frankfurtal Sul depois do dia 21. >> É, deixa eu ver. A gente chegou acho que dia 20. >> Pantanal sul é legal. Pantanal é essa viagem depois volta. >> Qu do >> Qual que a diferença de Pantara sul pro norte? >> Ah, >> a gente chega dia 20 aqui >> além da localização. >> Qual dia é o Arnut? Eu ainda é norte o roteiro próximo final de semana. O Arnold é um outro final de semana e tem onça pintada. >>
Pantanal mais água. >> Pantanal não é com mais água, mas é bom também. Pantanal é bom também. >> Certo. >> Mas nessa época fica >> ó se aqui vem um negócio legal para fazer a transpaneira A partir de 27 >> segunda-feira. Segunda-feira >> 27 de abril >> 27 28 29 30 >> 27 28 29 30 de abril terça, quarta e quinta >> isso aí. >> Fazer a transpantaneira, >> tá? >> E aí >> é Manaus, depois ficar de Manaus, eu vou vou olhar, vou olhar. Eu agora tô pegou No pulo, cara. >> Mas aí fazer
o Pantanal, então >> fazer transpantaneira quatro dias. >> E aí tem a gente tem outra coisa muito legal pra gente trabalhar, >> ver com o Ricardinho se ele pode, né? A parte social lá também é bem legal para >> Então isso é importante. Eu acho que ficou um aprendizado da Transamazônica. Existem três pontos que vale a pena atingir para para trazer propósito para Isso. Primeiro, a diversidade eh cultural é muito legal entender e conhecer a cultura. Segundo, as adversidades, >> os problemas. >> Os problemas. E terceiro, o povo tem mais contato com a galera. Foi
muito fera comer na lá na na no restaurante da tiazinha ali ou e todas as outras coisas fizeram mostrar aquilo ali, entendeu? A galera curtiu muito Isso. >> Mostrar o Brasil do brasileiro. >> É de 27 a 30. 27 >> dá, dá para fazer. Eu vou só vou ver a meu kill que eu tenho lá para abrir e vou abrir espaço. Coisas que eu puder mexer, eu vou mexer. >> Anota aí pra gente conversar com o Ricardinho. >> Nossa, vai ser um bicho. E tá, e tá no prazo ainda, sabe porque a gente tem 50
dias. Hoje é dia 9, então tem muito tempo ainda. Dá para programar bem, programar, esquentar, avisar a galera, conversar. >> E esse ano você vai me levar no Leandro também. Eu e o Tiozão. >> Quem é Leandro? Leão Silveira do Instituto Tonça Pintada. Instituto Tonça Pintada. É >> lá tem que ser uma visita fazer live assim. A gente faz uma visita técnico. Lá é vídeo igual a gente fez. Trabalho. Trabalho Goiás na Mineiros. Mineiros Cidade de Mineiros >> cara. 27 Mauricião. >> Goiana é perto de Goiânia. R. >> Depois da amanhã você vai para Paris.
>> Eu volto antes do Arnold. Tenho Arnold. Certeza. Fica tranquilo. Tá. >> Tá. Você vai para Paris essa semana? Ainda >> não, eu vou para Paris na Fibo. >> Ah, não, só na Fibo. >> Na FIBA. Então, dia 27, >> se você conseguir liberar a agenda de Segunda >> a quinta, vai de, vamos falar de segunda a sexta, né? Porque pra gente voltar, estar aqui na sexta, faz segunda, a quinta, quinta à noite, acorda, volta. Se você conseguir liberar essa semana e Ricardinho liberar essa semana, a gente dá um jeito de liberar aqui a nós
também. Acabou. e faz a transplantaneira em abrir. E lembrando aquilo que a gente conversou, era importante. Nós vamos levar, Vamos levar, eu vou levar meu novo trailer, vamos levar o TV. Lá eu consigo o TV. Que trailer, hein? >> Isso é pra guerra. [risadas] >> Que trailer da guerra. >> Isso eu fiz vídeo lá. Bem bacana. Poroca que você vai levar >> o Não, não, não. Vamos de caminhonete. Vamos de caminhonete. >> A pororoca você, você acha que vai ficar onde? >> Agora nós temos que cozin caminhonete porque o Ricardinho sempre tem os cupincha nele.
Você arrumaram dois os cupincha bom lá. Agora tem que arrumar uns agora. Tem que mexer nisso. >> Arrumar. Te arrumar. >> Tem que mexer aqui. >> Agora a gente tem a facilidade, né? A gente já mostrou. >> Nós já mostramos nossa força. Exatamente. >> Entendeu? >> É. Já mostrou nossa força. Então para conseguir patrocinador vai ser muito mais fácil. Os caras do tamanho do movimento. >> Alô, alô patrocinadores. Já fiquem de olho aí, ó. Entendeu? >> Os UTVs eu garanto e nós vamos levar os UTVs. Essa é uma viagem que dá para levar os UTVs
nas plataformas, >> tá? A gente vai conseguir plataforma para levar, vai conseguir. A única coisa é só a linha rapidinho, entendeu? Quanto Antes puder pra gente poder já começar a anunciar e já chamar parceiro para esse trabalho. >> Então tá lançada a ideia. É isso. >> Tá lançada a ideia. >> Abril seria Pantanal. Transpantaneira de 27 a primeiro de maio. >> Tem que falar com o Ricardinho e já tocar o pau. >> Falar com Ricardinho. >> É muito legal ver porque agora vocês estão propondo essa ideia que é do Caramba, mas eu lembro dele quando
o Ricardinho tava propondo a Transamazônica reclamando. >> Não, não, não, não. Ele chega medo na gente. >> Eu tô, [risadas] ele falou assim, eu tô indo por causa de vocês, tá? Porque ali não se vai, não sei lá. Uma merda essa vi. Ele chegou, meteu, é, exatamente. Ele chegou e meteu um TV lá. Teve uma hora que ele levantou, eu vou sair daqui, foi pro banheiro e os caras Ficaram, meu, vamos. >> Vocês querem ir na pior época do ano, vocês não tem noção de como é aquilo. >> E foi desanimou, Renato e falou: "Mano,
a gente não vai ter lugar para dormir". >> Foi culpa minha essa desanimação. Culpa sua [risadas] >> ele, mano, não quero ir, não quero ir. Quantos quilômetros por dia? Você tá louco? >> Fala, papai. >> Ô, estamos ao vivo aqui, eu sei que você Vai entrar agora daqui a pouco também. Deixa eu falar. É variar vai começar pontualmente atrasado, [risadas] >> mano. Velho, Transpantaneira, final de abril rola. >> Final de abril eu tô no Japão. >> Que data você tá? >> Eu vou dia 27 em cima do negócio, cara. >> Vai ficar 15 dias lá,
eu acho. >> É, vai ficar. Tá, nós temos que planejar isso. A gente precisa conversar depois. Se quiser depois dar uma ligada depois que acabar aí o teu teu aí no flow, quiser dar uma >> quiser dar uma ligada para mim e a gente conversar um pouco, cara, pra gente, nós estamos com planos aqui terríveis. >> Vamos me interessa [risadas] muito. >> Então, bora lá, tá bom? >> E pelas risadas aí na mesa, mais ainda, Moleque. Ah, moleque, >> está com ideias ruins e muito mal acompanhada. [risadas] >> Ó, nós estamos criando o Mr. Bonus
e você vai participar, hein? Vamos embora. >> Bom podcast aí, irmão. Fica com Deus, tá? >> Valeu. >> Beijo. Valeu, mano. Falamos. Tchau. Tchau. Tchau. >> Tchau. >> E a plataforma do da Ratonete é imprescindível, tá? Ela tá melhorando bastante. Ela é imprescindível pra gente trabalhar. >> Não, imprescindível, mas assim, só faz sentido se Ricardinho for junto, entendeu? Ficar mal, >> tem que ter time, tá? >> Tem que ter time, >> tem que ter time porque não adianta isso seria, não. Isso seria injusto e sem ele, entendeu? >> Não, é o time. >> É o
time, >> é o time. Certo. Então, a gente vai achar outra data. Tem problema. da que sabe o que a gente pode fazer se você conseguir travar essa agenda, entendeu? Em vez de a gente fazer as travessias, a gente nós íamos lá no Instituto Onça Pintada. >> É, a gente pode pegar essas datas ir no IOP, até porque ele tá com >> aí, aí não são tantos. >> Pessoal falou aqui que tá com filhote de onça lá, né? Nasceu. Você tá ligando para ele? >> Eu sou, eu não gosto, não gosto de que deixar para
depois não as coisas >> ligar pro cara. Eu quero muito conhecer esse cara, velho. Esse cara não, eu sou fzaço dele, velho. Bravo. >> Esse cara é [ __ ] >> Ele é bravíssimo. >> Ele é, >> ele tem cara, ele tem cara de ser [ __ ] >> Ele é quem cuida do instituto. >> Ô, deixa eu falar uma coisa para você. >> Fala que ele tá ao vivo, hein? Coitado. >> Você tá ao vivo. Tá >> ao vivo. >> É o Júnior, meu pai. >> Tá. Eu tô com Cariane e Julião aqui na
minha frente cobrando que queriam muito conhecer o seu trabalho no IOP. Então voltou, juntou fom vontade de comer, tem maior interesse deles aqui e deixa também. Serão muito bem-vindos. Um prazer grande teros todos vocês aqui. >> Posso coordenar? >> Pode. >> Final de abril estão pensando 27. >> Tá. Deixa eu ver. Deixa eu a data e deixa eu a agenda que tá viajando. 27. Tá. Eu vou passar depois com calma para ti, tá bom? Beleza, cara. >> Beijo no coração. Saudade, irmão. >> Beijo vocês também. Um abraço. >> Nossa, velho. Imagina. Será que dá para
Passar a mão no mão assin? >> Nossa, vai pegar o bebezão da grand. Eu quero ir lá nas grandes. Eu lembro que aquela que eu tinha brava e a outra que era mansa. Aquela lá não dá. Eu sei que uma que não dá para mudar. É, muda a perspectiva, Não, aquilo lá, tiozão do céu, >> eles fazem um trabalho maravilhoso. É, é o único plantel, >> eh, >> é o maior especialista do mundo. Isso. >> O único plantel no Brasil que realmente se sabe a origem de cada um dos animais e que se pode fazer
realmente conservação, exito. Se precisar, como eles fazem, reprodução, você sabe a origem de cada de cada um pintado, porque você não pode misturar lé com creme. Muitas vezes isso é feito em zoológicos, até porque recebe um animal que vem e do norte com um animal que vem do Pantanal e você tá misturando genéticas diferentes, né? E lá não, lá o Negócio é cada, sabe? A origem de cada. Então eles fazem realmente é um plantel viável. Se amanhã a gente tiver uma dor de barriga com onça pintada, pode contar com >> Se eu cruzar, se eu
pegar uma onça pantaneira e cruzar com uma onça amazônica, eu tenho diferença por causa do do tipo de animal que ela se mesma espécie mesma espécie. O não, não, você vai ter a mesma espécie. O problema que você tem um animal que eh ele Geneticamente é diferente, é uma de uma origem diferente. Então você pega a onça do pantanal é muito maior, por exemplo, do que a uma onça da da o dobro do peso de uma onça da Amazônia, porque na Amazônia ah, o bicho precisa ser esguio para, né? Tá ali, áreas abertas no >>
epigenética, né? O fator epigenético, né? É >> fator epigenético mudando a constituição genética do animal a cada geração. >> Então, e lá eles fazem isso muito muito Bem, né? Não, não mistura lá com cré não. >> Eu tinha uma dúvida que eu fazia tempo que eu iria te perguntar. Existe uma explicação eh para tamanha variedade de fauna e a riqueza de fauna no continente africano? Porque eu acho que a maior variedade do planeta tá tudo ali, não é? >> Biodiversidade aqui, né? >> Biodiversidade maior que nós estamos 30% da biodiversidade do planeta tem tem no
Brasil, né? É, é um lugar muito biodiverso também, né? Eh, mas eh em termos de variedade é difícil assim dizer aqui. Eu acho que aqui no tropical acho que tem mais brutalidade seria a palavra, né? Tem a maior biodiversidade, né? Aí lá tem a maior biodiversidade de mastro, né? Mastrofa. >> É, são mega mega mega fauna, né? São mais grandes ainda. É. >> E tem uma explicação para isso. >> Por que que lá tem animal grande? mais >> mais porque lá o homem ainda foi, o berço da humanidade é lá e o homem foi se
especializando em caça à medida que ele foi evoluindo, >> foi extinguindo os pequenos animais. >> É, nós nós tínhamos nós tínhamos eh eh animais da megafauna, nós tínhamos aqui também no no Brasil, nós tínhamos na América do Norte, mas esses são os caras que a gente foi rapidamente sem f >> eliminando. É, >> tinha algum animal Marcia? >> É, como que pintada? Nós tivemos em outra época, né? Um estigo dengue de sabre, né? >> Era daqui. >> Era daqui? >> América do Norte. Não, do Norte. >> Ele pra América do Sul. A gente tinha espém
sab >> mamute também era América ou não? >> É >> sério, caramba, bicho. Aí é [ __ ] >> E aí nós fomos especializados, né? Ficamos caçadores muito muito bons, né? A gente tinha aqui caras que convam com a gente, por exemplo, aqui na América do Sul, bicho preguiça de 4 m, tatu gigante. >> Nossa, o tatu do tamanho de um Fusca. Imagina tá tudo do tamanho de um Fusca. Existia isso, mano. >> Existia isso. Eu juro para você, você vê as fotos, você não acredita. >> Quantos milhares de anos atrás? >> 10.000. >> O
homem tava aqui. >> Caramba, o homem já tava aqui. Já tava aqui. >> Te comeu esses caras. >> Caramba. Para comer um tatu de de tamanho de um fusco. Imagina >> o dodô, né? O Dodô que que uma ave pré-histórica, acho com extinção não faz faz pouco tempo. O Dodô, né, que também é um bicho que era pré-histórico e hoje em dia. >> É, não é não é pré-históri assim, é, mas é o homem também é Ilas Maurício, né, se não me engano. >> Hum. >> A gente comeu eles também que >> era tipo um
patinho. >> E só que a gente, eles estão querendo reviver, né? Que tem material genético de tecido mole pena. >> E aí vai pra célula tronco, fazer reprodução. >> Tem muita gente que é contra isso. Eu eu Sei lá. É aqui eu sou curioso. A favor, pelo amor de Deus. Favor. >> Preserva começou assim genética. Tem o filme do juro, o filme, né? [risadas] >> O que deu errado. O que deu errado, né? >> Eu sou absolutamente a favor disso. >> É muito louco. >> De pegar material genético, fazer reprodução de DNA, constituir novos tecidos
e fazer reprodução desse nosso tecido. >> Muita gente que que não ético porque é um animal que se chavou extinto, não tem que voltar ele. Mas eu assim cientificamente eu acho curioso, cara. Eu acho isso muito curioso. Biológico fmente falando, eles não eles não acharam um mamute, um filhote. >> Nós temos mamute, nós temos eh rinoceronilanuoso que tem tecido que dá para recuperar, o dodô que dá para recuperar >> dodô. >> E agora no permafrost, como vários animais vão surgir, né, que são animais que foram congelados inteiro, vão começar agora com descongelamento, vão começar a
surgir cada vez mais oportunidades. >> Lobo, né? O lobo >> é o lobo gigante lá. O, >> teve um cara no chat que mandou um negócio muito interessante. Vamos lançar essa aqui para todo mundo. Existiram homens de 4 m no planeta. Isso é real? >> Não, até a história do pé grande, não é? >> O que existe história bíblica. Na Bíblia fala sobre Neflins. Neflins e pela Bíblia, tá? E aí a Bíblia tem todo um lado de fé e de interpretação. Para mim, a Bíblia tem três pontos aí a serem considerados. Primeiro, a a minha
visão, tá? E aí eu respeito a visão de todo mundo, pelo amor de Deus. Existe uma forma de construir Legislação sanitária para aquele país, para aquela comunidade da época. Então, do tipo, Moisés vai lá, pega a tábua e fala assim: "Olha, você não pode comer animal de casco fendado, não, não se alimente de sangue e tudo mais." Foi um mandamento de Deus. >> Para quê? Porque ele tava pegando um povo, tirando da escravidão do Egito, atravessando o deserto para ir para outro lugar. Então, o que que ele queria? Ele queria criar condições Sanitárias para aquele
povo sobrevivesse. E >> como é que eles iam obedecer? Deus mandou. Pero, perfeito. >> Só que hoje, até hoje, religiões levam isso como algo determinado por Deus. E muitas religiões não fazem uso de animal de casco eh fendado, eh de carne carne de porco, entre outras coisas. >> Sim. Certo? E eu respeito, pelo amor de Deus, é o livre arbítrio, mas é minha visão. Existe uma outra visão. Existe a Visão eh divina de coisas que foram registradas, milagres e acontecimentos. Aí você tem que acreditar e eu também acredito. Não, como a presença de Jesus Cristo
e tudo que ele fez. Existe um outro ponto também, né, que é super relevante, que é o ponto aonde relatam casos da história que acontecendo na época. >> Sim, claro. >> Eu eu fico imaginando, por exemplo, e Noé, a arca e tudo aconteceu e tudo aquilo. >> Sim. Davi Golias. >> Davi Golias. E a Bíblia fala que houve uma época que haviam nefilis, eram criaturas, eram homens gigantescos que que tinham uma barreira de 4 m de altura. E para a Bíblia eles diziam que eram anjos que tomaram eh matéria física em carne, tiveram relações com
mulheres e o fruto dessa relação fizeram homens gigantes Acontecer. Foram os neflings. >> Foram os neflens. Certo. E aí é isso. Mas eh é um registro que tá na Bíblia. >> Uhum. >> Talvez essas pessoas realmente existiram e eram aberrações perto dos outros. Tanto que há eh há quem diga que Davi e Golias, Golias era uma espécie de Neflis e Davi era um cara, >> um anãozinho. >> Não era um anão. Um cara de 1,70 m contra um cara de 3 m. >> Entendi. >> Entendeu? Mas a resposta bíblica era isso, que talvez na época
eles não conseguiam entender do tipo, porque há um homem tão grande assim, ah, eles são, então aí você precisa entender, tem afeto, tal. Mas a Bíblia fala em registros de homens gigantes, de estatura totalmente desproporcional aos homens daquela época. E eles respondiam aquilo como fruto de uma relação de anjos que vieram à Terra, Tomaram corpo para ter relação com mulheres. >> Caraca, talvez >> espertinho esses anjos, né? [risadas] É, que que você acha grandão? >> Cara, eu vi, eu tô eu tô olhando aqui uma cena que quando vocês falaram nisso, eu vi há um tempo
atrás um vídeo com uma cena, não sei se chegaram a ver, ó, esse vídeo aqui agora não sei qual que é a veracidade disso. Uma sombra, uma sombra em uma caverna, numa montanha, >> com >> parecendo um nefing de 3 m dentro. Agora eu não sei qual que é a velocidade disso. É, >> eu acho que a verade é zero, Junão. Sabe por quê? Hoje em dia com Iá >> é complicado. >> Hoje em dia com I não dá para acreditar mais em nada. >> Em nada, mais em nada. >> Ah, o animal que salvou
a criancinha. Iá. >> Iá. >> Esses esses cachorros salvando criança. É tudo iá, gente. É tudo iá. Muito louco. >> Aqui você viu aquela imagem do dos dois cachorros em cima do outro um cavalo de um animal numa numa num alagamento também. Era tudo, >> mano. Tudo tudo. >> A minha mãe me mandou um ai você viu que Que terrível do do abutre pegando a criança. >> Não dá pr você ver se [ __ ] >> na praia, né? Assim na praia vem assim ó um gavião, sei lá, pega assim, leva criança e a gente
tá em 2026, daqui 3 anos vai ficar tão perfeito que esquece aí vamos levar você porque vamos fazer a imagem. Nossa caramba, um gavião levou um rich e tá desaparecido. [risadas] Entendeu? É assim daqui a pouco >> depois desse negócio da Transamazônica, Né? Teve vídeos gerados por Ia falando que o Richer invadiu madeireiras ilegais com drone e UTV para poder fazer o que o governo não faz. >> E tá complicado. >> E só me só me botando numa roubada, né? >> Vai que alguém ficar com raiva de mim. Não fiz nada, meu. Tava só passeando.
>> Aproveitar que o Cari tem aqui tem um post, eu vi no Instagram assim que você mandou o cara fakeou na Iá, mas quer você. Opa, tudo bom, Cariane? Aqui eu Preciso de um Pix que não sei o quê. [risadas] com a voz dele, velho. >> Os caras fazem >> pediram para ligar pro ratão também. >> Ratão. Ligar pro ratão. Liga, liga, liga, liga. Aí os cara gosta que faz isso, cara. Ai, ai. Mas o ratão não tá com a CF? >> Tá com a CF. Eles >> Não, eles estão na estão na live. Tô
na live. É, estão na live. Mas eles estão Atrasados. >> Sou atrasado. Dá para ligar. >> Aí, por que que falam que a gente atrasa? Se o se o Flow sempre atrasa? >> Todo mundo atrasa. Não, podcast todo mundo atrasa. Quando a gente fazia, a gente também atrasava, né, Mauricio, a gente também atrasava. Leitecast, >> tá? Vai, primeiro mandar um recado. Vamos ver se é o Douglas. Douglas. Doug borrachoto. Bom, sabe o que eu queria Perguntar para ti? Porque isso foi fenomenal, foi emblemático, foi o melhor 30 contra um que eu assisti até hoje. Me
fala dos bastidores do 30 contra um. Um biólogo contra 25 veganos, cara. Foi incrível. Ó, eu assisti vários, fiz também. >> Para mim canibalisou muito >> muito legal o que eu fiz, pô. Foi uma experiência muito legal. Mas o seu foi o mais legal, porque a pauta é uma pauta agressiva, >> porque é uma bandeira aonde o vegano ele é um cara apaixonado, ele é um cara muito posicionado. >> E ele tem, ele tem um ele tem esse sentimento quase queal >> de um sentimento assim de um partido político assim, sabe assim emocionado. >> Mais
do que isso, quase uma religião. >> Uma religião. >> Uma religião. É quase que uma religião. Exato. >> Muito bem observado. É isso aí. Quase uma religião contra um biólogo raiz >> que não é politicamente correto. >> Nada, >> cara. Vai, eu vou, eu vou, eu vou. Toda vez, eu já vi umas 20 vezes. Toda vez que eu vejo a querida, que é uma pessoa muito querida, assim, uma pessoa do bem, a Luía Mel, chega para você e fala assim: "Você come >> mostra sua tatu pro tiozão que eu fiz? Você come porco? >> É
porque ela fala, você come, você tem porco em casa? Você come porco? Eu falo: "Não, não vou nunca comer meu porco." >> Mas você come porco? Aí você fala, você olha para ela, fala assim: "Nossa, delícia, costelinha no bo barbeque." [risadas] >> Ele provoca. >> Mas é delícia, cara. Delícia mesmo, cara. >> Mas não mexa com o meu porco. >> É, não com meu porco não. >> Nem com minha vaca. Se mexer com a minha vaca, eu mato. >> Não, a gente tava brincando com meus bichos até agora, cara. Nem aqui vai morrer e vai
ser enterrado aqui. Nunca. Não é um biólogo que não tem eh polidez assim para isso, não tem mimimi, não é político nas palavras. >> É >> contra 25 veganos. Quando você chegou lá, você já tava esperando? Você fal vai dar merda. >> Já já vi. Porque eu já vi a cara de todo mundo, uma lição de casa antes. >> Primeira coisa, eu pedi o Instagram de todo mundo para olhar, até para porque é porque muitas vezes no próprio Instagram do cara, o cara fala muita coisa, você vai no Instagram do cara já tá denunciado um
monte de tá >> um monte de incongruências. Então eu quis dar uma estudada, a grande maioria fechado, então ficou difícil. deixou desarmado. >> É. E me deixou desarmado. É muito fácil atacar uma pessoa que tem a vida aberta aqui nem a gente. Muito fácil, porque você tá exposto. Agora, quem são essas pessoas, né? Vai dizer que todo mundo é um santo. E sabe o que a a o que me me irrita um pouco com isso é a medalha que é colocada de bom moço ou bom boa moça >> de mérito para porque você fez a
sua opção alimentar. Coitado dos bichinhos. É uma pauta difícil porque você já sai perdendo porque o cara já tá, eu não Como os animais, eu quero salvar os animais. >> Você é fraco >> e o planeta. Você é não mais que isso, você eu já sou superior. Você é um cara que defende a tortura de animais, defende o animal como escravo, defende come os animais, exploração do animal. Então você já sai já lá atrás, ele já sai na frente. Então eu ten que ser, você tem que ser habilidoso na condição do teu para você emparelhar
e passar ele E comer e deixar ele na poeira. Esse é o grande desafio, né? Mas eh ali já tem algumas coisas que é fácil da gente matar, porque ali, além de tudo, era pauta era 25 veganos pais de pet. Fodeu. >> Era uma dupla pauta. >> Era uma dupla pauta. Todos eram ali na sua que não, a maior todos a grande maioria vegano. 225, acho que é três que não era vegano, mas era pai de pet e todos eram pai de pet. E aí é onde Fodeu. Por quê? Porque a primeira falei, alguém aqui
tem pet? É, vocês são veganos, né? Alguém que tem pet? Um todos levantaram a mão. Falei: "Bom, então eu já posso ir embora. Vocês já perderam ess. >> Mas não existe ração vegana. É um para existe, eu ouvi dizer que existe. se existe uma ação falou >> de maus tratos contra quem faz uma razão vegana que tá atendendo um público que Por questão ideológica escolheu para si e você pode fazer o que você quiser da sua vida, a vida é sua, mas a partir do momento que você passa isso, esquece que um animal, por exemplo,
um gato é essencialmente carnívoro, um cachorro é onívoro com preferência carnívora e você esquece isso e dá uma ração eh vegana, você tá e eh indo contra a biologia que é aquele animal e isso é para mim é maus tratos. Quem se tem uma empresa que tem que responder por conta disso, eu não Sei se tem, mas se tem que ter. pesquisa para mim. >> Não, e tem que ter e tem que ter uma e tem que ter uma ação de veterinários >> e responsabilidade >> de responsabilidade porque tá atendendo um público que tá querendo,
sabe, fazer sua opção. Eu não sei não. Tudo bem, não é que sua opção. >> Sabia que tinha razão. >> Lacrar >> e deve ser cara, >> mano. >> Não, cara e o bichinho, né? [risadas] Fica imaginando >> a dieta do bicho que se l >> fica imaginando o pobre do cachorro esperando um dono. Carção de >> Aí os cara vi e fala assim, ó. Tô sabendo que tá vindo um casal aqui. Tô sabendo. Tá vindo um casal aqui que é vegano. Não, pelo amor de Deus, velho. [risadas] Não me pegue. >> Não me adota,
pelo amor de >> É simples a coisa. Você coloca, você coloca, não sei o que vai dos ingredientes, uma ração vegana, coloca de um lado e coloca um bife no outro e deixa o cachorro escolher. >> Não é você que escolhe pro cachorro, deixa o cachorro escolher, mano. É o que eu falo, né? A gente começou a ser especialista em pet, né? Os caras são especialista em pet. Aí vira e eu gosto de provocar e Renato, porque eh para Fazer as pessoas pensarem. Então assim, virou tudo assim, ah, cortar, cortar a orelha e o rabo
do cachorro, tem muita gente que fica mais bonito, canicor, se fica mais bonito, lá fora pode, aqui no Brasil não pode. Eu não tô discutindo se é legal, se é bonito ou não e se deveria ou não fazer, porque no Brasil é proibido e não se escute o assunto. Vai fazer o quê? Já cortar a orelha e cortar o rabo. Não pode porque é para filmes estéticos e não pode, não sei o quê. >> Mutilando animal. Isso, isso é mutilação. Agora, e eu provoco os uns os veterinários e as pessoas que pensam diferentes dizer assim:
"Cortar o saco do cachorro é mutilação?" >> Claro que é. >> De acordo com eles, não. >> Se você perguntar isso para eles, vai falar: "Não, mas veja bem, aí começa as escorregadas para cá". Não, desculpa, vai no dicionário. Abre o dicionári perguntou se ele pudesse falar: "Ô Cachorrão, corta o teu rabo ou corta o teu saco? Escolhe aí ele". [risadas] Velho, >> deixa meu saco em paz aqui, cara. E agora nós estamos descobrindo uma série de problemas gerados por castrações desnecessárias. Desnecessárias, porque o a castração ela pode ser uma ferramenta muito legal em caso,
para evitar problemas de de câncer. Você para Mas quando tem indicação para isso, para você evitar Natalidade de raças que de cachorros quem você não quer reproduzir. Agora, pô, eu tenho um cachorro lá no meu quintal, sabe? Tenho ele só ele tá preso no meu quintal, não tá no meio da rua, não tá e não sei o quê. É melhor castrar ou não castrar? Não castrar. Pode perguntar para qualquer veterinário e tá em trabalho científico agora sobre isso. Não castrar. Ah, mas eu vou castrar. Sim. Você vai castrar e vai ter uma série de problemas
eh eh que por conta Da castração de hormonal, cara. Hormonal. Você tirou o saco do cachorro com qu meses de idade, idade, meses de idade, você vai ter vários problemas que vem em decorrência disso. >> Agora, você vai ter algumas coisas boas, por exemplo, você não vai reproduzir, não vai não sei o quê. Tudo bem, né? Mas é uma loucura isso, né? Então assim, a partir do momento que eu tenho um cachorro ou um gato e eu e eu sou vegano e eu quero estender isso ao meu pet, Eu tô agindo por ideologia e não
pela biologia, não pela ciência. E tá errado. Tá errado. Então eu falei, já já erraram por aí. No fim, foi uma discussão saudável. Eu não me exaltei. Eles ficaram mais. Teve uma primeira que já quis levar pro lado do pessoal, porque você é que eu tenho tem uma multa de bama, porque você teve teve, né, uma multa não tem mais, mas tem teve uma m de bama, você teve não sei o quê. Aí conquisto, tentando me desqualificar Para conversar sobre vaganismo. E aí eu já, pum, falei: "Olha, se for para para ofências pessoais, eu quero,
vou estudar a vida de cada um de vocês. Eu tenho certeza que vocês ser de podre aí que não tá entrando aqui, vou acabar com vocês." E aí vai virar pessoal, vamos discutir o assunto. Falei: "Então assim, troquem essa menina, põe outra que tem mais qualidade para discutir, porque essa aqui já não vou discutir com ela, senão vou embora, que o único que tem a Perder sou eu. Vocês que estão montando em cima de mim, não sou eu que em cima de vocês. Eu tô lá, tenho 6 milhões YouTube e 4 milhões no Instagram para
tomar pedrada. Eu falei, vocês têm 150, 200. Falei tudo fechado. Eu falei fácil atacar mim, né? Vamos discutir o assunto com argumentos. Então aí, pum, já voltei. Aí pelo menos começou uma uma forma de respeito. Agora é visceral, é uma discussão visceral. E trouxeram dados que eles tiraram nem tal 5%. Você Acha entre nós falar você nem precisa estudar. O cara trouxe que 5% do PIB brasileiro é o agronegócio. >> Como [risadas] 5% e um cara de óculos que ele falou. Aí eu falei: "Você". Ele falou: "Se você é cientista?" Eu falei: "Eu não sou
cientista, mas você divulga ciência". Eu falei: "Não, eu sim que as pessoas que estudaram". Eu falei: "Você é cientista?" Sou. Falei: "O que que você". "Eu sou arquiteto." Eu falei: "Você é arquiteto?" Eu falei assim, mas eu tenho especialização em meio ambiente, que é curso de um ano, a merda de um curso de um ano que qualquer um cara que fez, estudou lixo, lixo, o lixeiro pode que tem um curso de gração, pode fazer lá o coisa nada deles merecendo o lixeiro, precisamos de um lixeiro também. Mas tô dizendo, não tem nenhuma qualificação uma matéria
de ciência >> qualquer não. E eu falei, você produz Ciência? Sim. Eu falei: "Aonde? Me dá um trabalho científico com você". Não tinha peidou, não tinha um trabalho científico, tinha um óculos bonito, cara fortinho, bonitinho, que há 7 anos é vegano e aí agora virou um estudioso do assunto e trouxe. Eu falei, eu não estudei o assunto, mas eu posso te garantir, sem eu estar que é muito mais. Então que é 25% pelo >> a cara do louco, 5% do PIB. Eu falei, olha para você, tudo aqui tem agro aqui. A camisa que você tá
usando tem agro. O que que você comeu? Falei: "Você, você planta, você cria, você não cria porque você não come, mas você planta aquilo que você come?" Não. Eu falei: "Então sempre precisa do agro, cara. Você tá em casa, vai no mercado, escolhe as coisas e tá aí cagando regra pros outros". Eu falei: "Pô, menos". Eu falei: "Mos, irmão, menos". No fim, claro que é um embate meio visceral, que não é, o objetivo não é ofender o próximo, mas Desqualificar essa essa essa e essa e eh >> essa religião, >> essa religião que é imposta
para todos nós, porque se o cara você sabe como como é que você sabe se um cara é vegano ou não? >> Não, ele fal >> não se preocupa, ele vai te dizer >> exato. >> Entende? Porque ele acha que isso é uma [ __ ] de uma virtude. Eu sou vegano. Eu quero que você se [ __ ] que você é Vegano, mano. Você não vai resolver o problema do planeta porque você é vegano. E eu não tenho nada contra veganos. Eu acho que vegano é uma opção pessoal. Tem cara, >> é um estilo
de vida e seja feliz com ele. >> Não pode ser um estilo de vida datado com ar de superioridade. >> Eu faço algo que você não tomou uma atitude de fazer. >> Exatamente. Exatamente. E aí eu não Gostei. Eu não gosto desse discurso assim, eu sou superior a você. Ninguém super ninguém não. Todo mundo tem uma Aí o cara nesse momento é, mas usa algodão e não quer sair. Ah, mas não tem jeito de usar algodão. Não, não te vira. Então não faça da tua bandeira a bandeira da salvação do planeta. Aí usa o celular,
usa energia elétrica, nossa energia elétrica que mata um monte de bicho. Cara, ela pode ser limpa depois que, né, que ela tá em funcionamento, mas para Você instalar uma hidraelétrica hoje, você matou todos os bichos que tinha na região. >> Você já fez até resgate? >> Já fiz resgate fal, né? É horrível. Aí você pega esses bichos fodidos, joga em outro lugar que já tem equilíbrio, mata um monte de bicho que você meu. Então assim, aí a falar: "Ah, mas aí é difícil viver na vida, não tem problema, é difícil viver". Então fica quieto, viva
sua vida em silêncio e feliz por ser Vegano e ser um cara legal e tá, você tá feliz com a sua opção? Então vai em frente agora. Não queira que a sua opção é melhor do que a minha. Você não tem números, você não tem ciência para provar que é melhor. >> Pensar direito, você quando faz o alaramento da região estando pior até do que quando você faz uma queimada, porque queimada você repõe depois aquilo, você põe tudo para baixo da água e todos os bichos que foram ali morreram. Enquanto A gente tá aqui pensando
no peido da vaca, que não é peido é o arroto, né, e que é 2% do gás metano, porque aí se pensa um pouco, você tem, né, isso você tem lá tem um, eu tenho um gráfico de bar que a gente já até já divulgado pelo pelo pelo pelo é feito por trabalho nos Estados Unidos, eh, pelo norte-americanos. Eh, aí tem lá tudo que emite gás metano. Aí tem várias coisas, tem eh transporte é 20 e tantos por energia que é grande questão nossa, 20%, Isso a gente não mexe. Aí tem lá eh 4% é
eh pecuária, sendo 2% boi. E a gente tá querendo mexer nos 2% como fosse resolver tudo. Pera aí. É mais ou menos como você tem um orçamento familiar e você gasta e 30% em aluguel, 20% em escola, 1% em cinema. Aí fala pra tua mulher, gente, temos que mexer no nosso orçamento familiar, tira o cinema. Resolveu o orçamento. Não vai mexer nos grandes. Ah, mas mexer no grande é problema, não é verdade, né? Opa, Estamos no ar ainda. Estamos no ar. Piscou aqui. É o Musk. É, tá tudo bem. Ah, tá. Estamos ao vivo. Estamos
ao vivo. >> Talvez estejamos falando coisas. Ó lá. >> Ea! >> Alguém está contra nós. >> É como se falar de ideia elétrica, começar a piscar aqui. Então assim, eh, e aí esse esse esse esses predicados de bom moço, que isso é uma coisa que não é Legal, sabe? Seja vegano e seja feliz, mano. Tá tudo bem. Agora, estender isso ao cachorro gato, aí é uma coisa que você tem que se preocupar, porque você não tem esse direito de mudar a biologia de um de de de seres vivos, porque você acredita que para você seja
melhor. >> Uma informação aqui bem pertinente, ó, um geógrafo e ele tá falando aqui, ó, IBGE se refere à participação do setor primário da economia em 5% do PIB. O agronegócio é muito mais amplo Envolvendo agroindústria, transporte e comércio. Então é esse daqui que ele tirou esse dado. >> Do quê? >> Do 5%. >> Ou seja, >> mas o que que é o que que é? >> O IBGs se refere à participação do setor primário da economia nos 5% do PIB. >> É essa informação que eu não entendi. Como assim? Setor primário. >> Que que
seria o setor primário? Richard Setor primário que que é seria >> do agro? >> Não, seria só do agro por pelo agro. Porque o agro tem tudo. Quer dizer, por exemplo, se você ind, por exemplo, só pra gente ver como milho, milho a gente não planta para fazer pipoca, né? Tem também não. Milho tá no etanol. Hoje quase 50 tem 30% do nosso etanol hoje e tá subindo, é feito biocontínuo de milho, >> não da cana. >> Só isso são números que esses 5% você já engavetou. É que quando passou a ser industrializado, não é?
Primeiro deve ser eh você vende, >> ser vender a vender o grão. >> É, vai vender o grão, vender a a a >> produção extração. Agora olha para nós onde tudo aqui tem tudo tem >> agro, cara. Entendeu? Então assim, >> eh isso chama-se manipulação dos números. >> Você sabe que a gente já teve isso na educação, por exemplo. A gente queria melhor melhorar a educação. Melhorar educação é complicado, né? índice de fuga de alunos da escola. Onde tá o grande problema? no pré a as a mãe coloca o filho no pré-primário, aí põe o
filho lá e aí ela já concebe outro imediatamente. Aí ela tira o filho do não vai, o filho não vai pro primeiro ano porque ele já tem que cuidar de outro irmão que tá em casa que Pequenininho, que ainda não dá para ir pro pré-primarário. Então já tem aquas muito grande do pré-primário pro primeiro ano. O que fizeram para melhorar a educação, os índices de educação? Incluíram o pré-primário como primeiro ano. Baixaram a régua. Pronto, você já tem menos evasão, porque agora o primeiro ano era o antigo pré-primário, temos que são 5 anos. Agora no
fundamental um era quatro, agora são cinco. Pronto, você resolveu. Isso é Matemática. Então o que essa turma trouxe foi usar números de matemática. É injusto. Você falar que é 5% do PIB, cara. Nosso PIB é só olhar em volta de você, cara. Não sabe o que tá falando. Mas usou, sabe? porque usou esse número de uma forma eh >> manipulada, >> manipulada para poder vir com, entendeu? E e é isso. Mas sabe o que foi bom? Todo mundo vê que é é muito Veja, seja vegano, não tenho problema nenhum contro isso. Não tenho nada contra
o veganismo. >> Jonath falou que o agro representa 23,5 a 24% do livro brasileiro, pesquisa de 2024. >> Esse é um número que eu tenho também. Esse é o número que eu tinha. Só que como eu não tinha certeza, eu fiquei quieto porque não podia dar um número. Eu tinha só o que eu falei é tenho certeza que você com esse 5% você tá Errado. Só isso. Tenho certeza disso. >> Não, você apavorou ele ali. >> Você fez uma bisteca para esses cara. Ô, traz uma carne para esses caras. Eles estão com fome. Falando em
agronegócio. >> Pode, pode assar. Pode assar aí trazer uma picanha para nós. Aqui tem picanha, papai. Ah, você >> é não tem essa não, meu Richard, eu quero saber o que que você achou da movimentação Política que aconteceu de partidos e políticos usando cortes seus na Transamazônica? >> Seus também, tá? >> Meus também. >> É, dizer isso >> para militar. >> É. e dizer como se fosse tipo aliado nosso ali. Cara, o que eu sabe o que eu fiquei mais chateado? Político, o político ele não perde, né? >> É que fala, não é que é
que falaram, Sabe que eu recebi também? >> Você tava brincando diretamente com a Marina, fiquei sabendo. >> Eu nunca falei com a Marina na minha vida, nem sei onde ela se encontra. >> Não. E e criaram uma situação como se fosse você contra ela. >> Não. E eu falando coisas e ela falando coisas. Ela não falou nada e eu não falei nada. Cada um >> duvido que ela falou alguma coisa sobre isso. >> Falou nada. Falou nada. Falou nada. Nós estamos no ano político, então vira toda uma coisa, né, cara? Não virou uma pauta, cara,
assim que eu desacreditei. Eu vi, >> começou a a o o Instagram começou a recomendar para mim >> deputado, vereador, essas coisas, os caras fazendo reaction de postagem do Richard, até minha, como se fosse do tipo, ó, esse cara me representa. >> É, até aí é porque eu vejo que assim, >> mas se ele falasse a senhora, isso, mas ele falou como se do tipo assim, tá vendo? Essa aqui é a minha pauta. >> Mas tem muitos caras que estão na nessa pauta, até essa pauta da estrada tem muita gente, tem muito político. Teve até
um senador, esqueci o nome do senador, mas do Amazonas que [ __ ] es quebreu para mim e falou assim: "Eu faz tempo que estou batendo nessa tecla aqui. Fico feliz que vocês tenham ido eh escancarar isso, que nem era a Nossa intenção. Nunca foi com intenção política isso, tá? Juramos por Deus aqui. >> Nunca foi com intenção política. Ele nem queria ir. Ele nem queria ir. Não queria ir. >> Ele não queria. >> Não queria. >> Você não queria. >> Por que que você não fala a verdade? >> Fala a verdade, cara. Você enchu
o nosso saco ainda. Falou: "Não, vão nessa Parada". Falei: "Vai ser foda." É que assim, era que eu tive que eu tive que eu vi que ia rolar mesmo, não tinha jeito, não queria ficar de fora. >> E foi bem na época do carnaval e eu tava cheio de pauta na época do carnaval para eu fazer. Nem era de pular carnaval, não era de trabalho, que eu tive que mexer nessa [ __ ] toda, mas foi a melhor coisa que aconteceu nos últimos tempos. Foi essa essa pauta em casa. >> Foi transformador, >> foi? >>
Inclusive ele gostou muito dessa parada da live, que até então ele era relutante com isso de ligar uma live, ah, mas o que que o povo vai? >> É, não é só a live, live a gente faz aqui, mas é assim, é como as pessoas interagiram na live. Eu, por exemplo, descobri que tinha tinha quebrado a base do meu, eu fui dar um banho no meu UTV e o cara falou: "Richa, você tá com amortecedor, a base Amortecedor rachada". >> O cara na live viu, >> eu falei, "Será?" E eu tava pronto fazer o trecho
noturno, que era um trecho pesado, noturno. Eu fui lá, olhei e falei: "Porra, tá mesmo". Eu não tinha visto, cara. Foi o chat que viu capacete. Foi o chat que viu. Eh, >> a carteira. >> Carteira. >> A carteira. Carteira foi [ __ ] >> O chat que viu o celular que eu esqueci, deixei o celular em cima, não sei o quê, e fui embora. Os caras escreveram: "Rer, esqueceu o celular, chat que viu". E na hora que quebrou na reta final, eles mandandoam mensagem pra gente: "Pô, ajuda lá o Richard, o cara tá enfiando
a faca nele. Conversa lá com ele. [risadas] Homem, uma mulher e o queijo >> colocar assim: "O homem e uma mulher, não, uma mulher com queijo e o Richard No carro. [risadas] E depois teve a pimentada final. Eu acho que o grande negócio que acabou sendo e aqui reforçando não poderia ser diferente. Não poderia ser diferente. Eu entendo. Eu fiquei mais frustrado. Eu vi eh que o tiozão ele é mais comedido, ele não não se altera limite. Eu não queria ver o tiozão bravo, não queria ver o tiozão bravo. Se esses caras que são calmo
assim, eh, [ __ ] Eu eu claro, ele o carro nem era meu coisa, mas por isso Tem a responsabilidade, né? quando a Polícia Federal nos nos abordou >> e que fizeram certo, eles não podiam deixar passar, eles tinham que abordar. >> Há quem diga que veio ordens expressas. >> É, >> muita gente acompanhando >> Mas eu eu vi que eles iam eles iam tomar o carro e e no fim eles falaram só põe em cima de uma plataforma e leva embora. >> Mas vamos combinar >> é >> assim, vamos ser justos. Os policiais rodoviários
federais pouco podem fazer. >> Pouco podem fazer e foram superedicados. >> Pouco podem fazer. Sabe por quê? Como é que se patrulha uma estrada >> que não é estrada? >> Que não é estrada. >> Estrada >> sabor estrada. O seu carro Que era pela legislação totalmente inapropriado para uma rodovia como aquela, na verdade foi o maior sobrevivente, >> era o maior mais apropriado. Foi o único que sobreviveu, >> sobreviveu sem nenhum tipo de manutenção. >> Ou seja, ficava indicado para isso, para aquele administrado, que é muito triste. E você tem ali iatos da presença do
poder público de 500 km. Por quê? Porque Não tem como o cara enfiar, o policial enfiar uma caminete lá dentro. >> Como que você vai perseguir alguém que você está na polícia? Não dá. Um comentário do Paulo aqui, ó. Melhor do que no início o policial falou: "A gente recebeu uma denúncia". >> Aí eu pensei, eu falei: "Cara, mas os policiais aqui com uma roucanzona, vão que vão tá quanto de autonomia ele tem para fazer isso? Ele morre na autonomia, ele não consegue levar moto. >> Não tem como, não tem, >> não tem como. Teria
que ir com uma uma moto e mais 50 L de gasolina ali para poder cobrir o percurso. É, não dá. Ele vai carregar gasolina com >> podiam ter feito o vista grossa, podiam, mas tomou uma uma dimensão tão grande nosso negócio lá que a gente nem percebeu. Foi perceber no meio do caminho, né? Que essa história nossa que é nossa quando a gente percebeu forte mesmo na sexta-feira. Quando a gente começou a parar e as pessoas começaram a se juntar. >> Ô, a gente passou por cidade, os caras estavam estourando rojão. Isso daí a gente
tava na na live, pô, na hora que chegar cidade e recebe a gente >> [ __ ] Mas aquela cidade que a gente passou antes, que eu tava, já cheguei na frente de vocês, que eu tava tomando café que vocês falaram: "Puta, não dá para parar, não dá para parar". Lá teve tevejão, >> cara. Crianças idosos com placas, >> com faixas, com celulares, todo mundo acenando a gente. >> Você estava igual Rockstar, velho. Você estava igual Rockstar. >> Você, velho, teve um aquele aquele parabéns para você foi [ __ ] >> Aquele parabéns ali, por
mais que você não goste, mexeu com você. Todo mundo arrepiou, mano. >> Ele adora receber. Ali foi gost. >> Nossa, Julião, >> por que você não gosta de aniversário? >> Foi cansativo. Não, porque eu acho uma música estúpida. >> Parabéns para você nessa data querida. Muitas felicidade, muitos [aplausos] anos de vida. >> Aê, papai. >> Que música idiota. Olha, eu acho [risadas] a música idiota, eu acho. Eu vou falar a verdade. Natal de Natal é, >> eu gosto de Natal, filho. >> Você gosta >> quando minha, quando as crianças eram criança, eu me me as
>> Você não se vestia de Papai Noel nem >> já várias vezes. >> Já >> várias vezes. >> Ah, é legal pr caramba. >> E eu imagina o Papai Noel beb, >> cara. Eu imagino você tentando descer até [risadas] >> viu o Papai Noel mais louco de Batman? Loucaço, velço assim, ó. [risadas] Feliz Natal. >> Dá um vinho aí pro Papai Noel. Loucão Noel. Papai Noel. Loucão Noel. [risadas] >> Velhote do vinhote, mano. >> Como é que você acha que vai ser o Julião papai? >> Ele vai ser uma primeiro que vai assim a o
Conan não vai desaparecer, vai ficar só na mão dele assim, né? Assim. >> Acho que o Conan vai nascer com 6 kg já. >> Não vai nascer grandinho. Eu acho que ele vai ser grandinho. >> Ah, ele vai ser um pai bem carinhoso. Vai ser um babão. Deus. Vai ser, vai ser um bab >> disse que o filho dele não vai usar chupeta, ele vai dar um carré de cordeiro pro menino chupar. >> É melhor chegando. Deixa melhor. Rai, raiz, >> raiz. Eu acho >> já vai sentindo sabores já da bom Churrasco dele de burras.
>> Você não vai ser vegano não. [risadas] Você >> vai honrar seu pai ser carnívoro. Isso é dominante. Dominante. É sobre isso. >> Mais com tutano, né? É. Chupar um tutano já cozinhar lá um buco para ele. >> Prima do ratão mandou R$ 20. Tio Cariri, >> agora deixar comigo. Dia 25 tá marcado, hein? >> Com quantos com quantos com quantos anos Ele vai começar a treinar? >> Se meses. >> Meu Deus. >> Não tá ouvindo? Se meses, >> seis meses já vou começar o treinamento dele amarrando pequenas quantidades de açúcar dentro de saquinhos e
colocando no pulso na canelinha dele. Já [risadas] bastão ficar de pé. >> Botar bastão. Que com ano a criança tem que tá pendurada já na barra. >> Pé posso falar uma coisa? Eu acredito Que ele vai fazer isso mesmo, cara. >> Não vai. >> Não tenha dúvida. Vai fazer isso mesmo. >> Vou fazer um experimento com ele. Vou >> escuta. Como é que ele vai viajar? >> Hã? >> Não tem. Vou deixar todo mais. >> Não, não, não, não. A viagem é assim, né? Tem que trabalhar. Tem que trabalhar. Por isso que eu falei viagem
de cinco dias. >> Tem que ser quatro, cinco dias. É viagem C dias. Mas o Jul não tem estrutura em casa. Mas dá para ir. >> Mas eu vou deixar tudo estruturado. Loren não vai ficar sem estrutura nenhuma. Durante o período que eu tiver, ela vai est censuradíssima, não tem como. >> Felipe Giovani mandou aqui. Richard falando em música, reproduz aí o clipe que eu fiz em sua homenagem. Lembra daquela outra? Rei da pororoca. Agora eu piso o rei da Transamazônica. Não se Preocupa com Beóis, eu sou o autor. Abraços. Ah, tá, tá. Essa música
não tá lá também no nosso site, né? A gente colocou. Que legal. >> Tirou, perdeu todos. >> Fres water >> até Raw. Que cagado ainda. >> Fresh Water se ferrou. Um atleta >> é assim, né? É, é. >> Ele falou isso. >> Não, um atleta de fisiculturismo. Existem talentos natos. E esse atleta, Ele é um grande talento, geneticamente falando. >> Como chama o cara? Eh, Martin Fritz Water, Martitzwer é >> americano, apesar do sobrenome que deve ser alemão, alguma coisa assim, mas é americano. E ele é uma grande promessa do fisiculturismo da Open. E semana
passada, esse final de semana, nós tivemos o Arnold Classic Ohio, o Arnold Sports, que depois do Mis Olímpia é o Evento mais importante e ele tava lá competindo, ele ficou na quarta colocação. E aí ele teve uma crise, cara. Primeiro que ele começou a a a empurrar, a provocar, eh, tentou tentou ir para cima do cara no backstage do Nick Walker, que é um atleta muito querido pelo público americano, de trocar empurrão. >> Depois depois é trocar empurrão assim >> em frente das câmeras >> assim de uma idioti sem tamanho. >> Depois ele disse que
ele ia bloquear todos os seguidores que dessem parabéns para ele pela competição, porque parabéns se dá pro campeão, não era ele. E aí ele descarregou todo o ódio dele em cima dos seguidores, que não tinha nada a ver com isso. >> Nada a ver com isso. >> E por último, ele começou a a gritar ali na internet, a esbravejar e tudo mais. Acontece. O esporte não é feito só de ganhadores. O esporte é feito de ídolos, >> não é verdade? De heróis. E aí, que tipo de herói é esse que não aceita uma derrota, não
tem postura contra o seu oponente e o pior, maltrata seus seguidores. Aí os todo o ecossistema de patrocinadores que ele tinha, ele perdeu, >> desprencou tudo >> e aí ele culpa dia para noite, >> ele tá, >> vocês conseguiram o que vocês queriam. Ué, ele cavou [risadas] que >> ele cavou, >> ele cavou. >> Mas fica um aprendizado, né, para para todos nós, né? A boca fala e o preço vem depois. Então, às vezes o seu orgulho, a sua arrogância te faz altivo nas palavras, né? Só que depois vem o começo. E aqui na internet
nós temos que ser especialista nisso, né? Que nem você falou: "Pô, Renato, você tem muita paciência, às vezes eu tenho". E é muito interessante como às vezes eu vejo o cara destilando um veneno sobre mim e ele nunca apertou minha mão. Ele não tem nem noção de quem sabe isso aí. Ele cria um estereótipo de quem é o Renato Cariani, bate, mas eu me mantenho calado, quieto. >> Geralmente trabalho não é para essas pessoas. >> Geralmente depois pede água. >> Você perguntou do bafão do do que que deu lá no nos 24 versos 1, né?
>> Aham. >> A única. Oh, rapaz. Aí, ó. Aí sim, hein, papai. Que provocação pros veganos, hein, gente? >> Provocação. Falando em veganismo, tá aí. Olha >> que provocação pros veganos. >> Pura saúde. É. Au. >> Nossa. Hum. Biólogo bom de churrasco, hein? Um quer comer um tem aí. >> Suculento, hein? >> Manchando, hein? >> Nossa, tá gostoso. >> A provocação que você faloufão que deu no 24. >> Come pantera, pelo amor de Deus. A minha mulher come >> a minha mulher, como é que foi? Perdeu a estribeira porque ela ficou brava. Eu entendo ela,
mas é porque ela toma muito as minhas dores. Ela fica muito, ela às vezes vê certos comentários na internet, >> ela dói a injustiça. >> Ela fica assim, [ __ ] >> porque ela sabe o homem que ela tem em casa. >> Exatamente. Como é que falam isso de você? Entendeu? Que não te conhece. >> Eu aí no final algumas das pessoas tiraram foto, falam tirar foto. >> Aí ela ela foi para cima e ela foi para cima. Você falou tudo, não sei o que e agora vem tirar a poto que não sei o quê
que E eu falei para ela: "Não d >> eh maturidade emocional assim, não pode, Barbar, não pode. Deixa que eu não me defenda, deixa eu me três coisas que uma figura pública precisa ter. Primeiro, para mim regra primordial, gostar de gente. Se você não gosta de gente, cara, não tenha, não se torna uma pessoa pública. Por quê? Porque quem não gosta de gente não gosta de contato, não gosta de abraço, não gosta de foto, não gosta de conversa. E é normal, é o jeito do cara. Tem gente que tem gente fala assim: "Ah, não me
toca. Ah, mas eu não sou obrigado, amigão. No momento que você escolheu a vida pública, você é obrigado." >> Você acha? Eu eu já eu já disse o seguinte, não. Mas você é obrigado a tirar foto com todo mundo? >> Não, não. Você não é obrigado a tirar foto com todo mundo, mas você é obrigado a proporcionar uma experiência especial pra pessoa. Sabe por quê? Porque para você, ela não é ninguém, você nem a conhece. Para ela, você às vezes é a pessoa que tirou ela de uma depressão, >> deixou ela, tirou e ela quer
>> transmitir para você toda a energia porque você é amigo dela. >> Ela não é sua amiga, você é amigo dela. Então, quem tem empatia vai olhar e falar assim: "Pera aí, cara, eu não tô um dia bom, não tô, tô de saco cheio, mas esa aí essa pessoa, vem comigo agora. Isso não dá abertura para falta de educação. >> E se a pessoa vira para você, tá tirando foto sua, você tá lá tirando foto e a pessoa vira para você, fala assim: "Quem mandou ser famoso? Você é obrigado a tirar foto?" Educação, >> educação.
Fal educação. >> OK. >> Uma vez eu tava, uma vez eu tava no hotel, a pessoa veio gravando, ah, não se esconde não, tá? Ó, tô vendo você aí, ó. Aqui, gente, ó. Tá se escondendo do público. Não chega, não chega filmando. Às vezes eu tô conversando alguma coisa, tal. Então, a educação vence tudo. Richard, cara, sou muito seu fã. Você não tem noção do quanto você alegrou os meus dias dentro da da minha casa. Você é uma pessoa especial para mim. Posso tirar uma foto? Duvido que você fala: "Não." >> Ah, não. Eu tiro
foto com todo mundo. Mas e me irrita essa frase. Você é obrigado a tirar foto. Quem mandou ser famoso? >> Ah, eu acho. Gosto. Eu não gosto dessa dessa frase. Eu não gosto dessa frase. >> Então, primeira coisa, tem que gostar de gente. Uhum. Segundo, tem que ter equilíbrio emocional, tem que ter inteligência emocional, porque senão você vai quebrar o pau o tempo todo da internet, cara. >> Uhum. Deixa eu falar. >> A Tati, ela fica brava às vezes. Tátia fica brava >> demais, demais, demais, demais. >> Ela quer defender você. >> E eu já
discuti várias vezes com ela. Falei: "Por favor, não me defenda. Não me defenda." E eu não estou me defendendo por um único motivo, porque na internet não cabe você se defender. Eu falo para ela, você tem consciência de quem eu sou? Eu tenho consciência de quem eu sou, então não preciso bater boca com ele. >> Por justo nosso justificamente. >> Eu não preciso bater boca com ele, porque no primeiro momento que eu começo a discutir com a pessoa, chega, >> não, não. Eu tô botando, é exato. Eu tô dizendo que eu não tenho autoconfiança de
quem eu sou e eu preciso provar para vocês. Não, não, não. O máximo às vezes que eu faço, quando o cara é muito amargo ali e tudo mais, e ele não tá na minha rede, eu mando um direct para ele e falo assim: "Querido, O dia que você apertar minha mão e conhecer pessoalmente, você vai mudar a sua referência sobre mim, porque você não tem noção de quem eu sejo para você dizer um negócio desse." >> Mas tem gente que não tá preocupado com isso, tem gente que é mesmo se destilar >> é o áudio
gratuito é a frustração da vida dela transmitida por um texto de rede social, certo? Então tem que ter inteligência emocional. E terceiro, é muito Importante, tem que ser original, porque toda hora tem uns hypezinhos dos personagens, depois vai embora, >> vai embora, >> vai embora, o personagem vai embora, velho. Cara, que é personagem, que fala diferente, que faz brincadeira diferente ou que milita demais, não tem longevidade. O militante não tem longevidade. E esse é o que é o cancelado. Quer a receita do cancelamento? Não seja Você. >> É, >> não seja você. Essa receita do
cancelamento, você vai servir um público que não é seu porque você não, você não tá sendo você. Então você vai cair uma hora, você vai cair no cavalo. >> Vida não é um teatro. >> Essas bases. Vida é um exato. Já é um teatro. >> E todos nós temos defeitos. Todos nós somos humanos, cara. E as pessoas querem Se identificar com pessoas que sejam humanas, sejam verdadeiras, entendeu? Eh, você tentar ser quem você não é, é, seria muito mais fácil para mim na minha posição assim, eh, por ser o cara, por exemplo, ser vegano, ser
muito talvez tivesse o dobro do meu sei lá, se eu que eu se vendesse algo que eu não sou de verdade. >> Pautas de lacração. >> É pautas de lacração, né? >> Pautas de lacração que na biologia tem Demais. Vixe. >> Nossa, que é lacrar na biologia é muito é muito forte, cara. Sim, sim. Mas você sabe que eu tô chegando na como se falava assim até eh, a maioria do Não é a maioria, é uma minoria que grita alto. É uma minoria que grita alto, que faz barulho. Exatamente. >> E tudo bem, tudo bem.
Eu >> que você nos é Júlio, desculpa. Pessoas como Richard mostram que a biologia vai além de você dar aula pro primeiro e segundo lugar. >> Muito, >> entendeu? Então o trabalho que você faz para categoria é o trabalho que nós fazemos paraa categoria dos profissionais da área da saúde, >> mas a maioria >> apoia. >> Maioria apoia. É que a maioria conta, Você deve ter perdido a conta e você talvez nem tenha essa estatística do número de pessoas que escolheram fazer biologia por tua causa. Isso >> próximo. >> Mas aí o cara entra na
academia e ele tem a o doutrinado, o professor que é um cara de esquerda, >> entendeu? Que é um cara que nunca saiu atrás da da da mesa e tá e e e tá ali, né, com os mesmos conceitos 50 anos Atrás de conservação, já mudou, entendeu? funcionário público de carreira. Então ele tem eh acima de tudo a como é que eu posso dizer assim? Ele tem, acima de tudo, a obrigação de defender algumas pautas e isso aí eu respeito e entendo, mas que acaba dentro da formação do aluno primário. Isso é isso. Então é
como é que nós estamos só porque eu tô tô preocupado com >> Olha o pé. Is um pé palmado. >> Prima do ratão mandou R$ 20. Tio Cariri, Fiquei chateada com você. Vocêá, >> ué. >> Ué, >> olha o pé. É um pé palmado. Marcos mandou R$ 15. >> Olá, pessoal. Sou muito fã de vocês. Richard chama o biólogo Henrique e apresenta ele pro time. Abraço. Levar o Henrique para >> Quem é Henrique? Henrique tá quase pronto pra gente. >> É um biólogo seu? >> É um hoje é um hoje é um dos maiores divulgadores
da tatuagem que tem o Ragem vermelha. hoje é um dos maiores divulgadores de ciência que a gente tem na empresa. É >> aquele rapaz que eu te mandei a aquele rapaz que eu te mandei a postagem, >> eu te mandei a postagem de um rapaz, lembra? Não lembra? Lembro, >> [ __ ] Semana passada, velho, eu te mandei um perfil de um cara, >> te mandei o perfil do cara e falei assim: "Você conhece esse rapaz?" Ah, ele, verdade. Foi ele, ele, ele. O Henrique é maravilhoso. E o Henrique, eu acho que assim, eh, eu
falar, tá, Henrião, vou falar. Eí que tinha muito estigma de professor, que ele é professor. E aí eu faço um esforço intelectual junto com ele, ele é um cara de mente muito aberto e muito inteligente, de tirar ele um pouquinho Das pautas mais ahã left, >> tá? >> E trazer ele para uma coisa mais centro, entendeu? Assim, eh, e aí nós temos coisas que nós divergimos, não tem problema, mas eu eu respeito, ele me respeita. A gente é amigo de verdade e tem coisas que a gente não concorda e tudo bem, né? E por isso
ele, né? Eu demonizo ele e me demoniza e e tá tudo bem, a gente segue em frente. Mas eh eh ele é um cara importante na Divulgação e é um cara que a gente, eu tava em Brasília agora, final de semana com ele subindo no palco, eu vi loucura, meu. Tava todo mundo lá, [ __ ] a gente faz uma combinação muito boa, ele e eu, e eu tô muito feliz de ter um aliado com ele nas pautas que eu acho esse negócio contra, sabe? Ele até ele ele é mais até usado que de veganismo,
de que achar que é um crime da alface para cachorro e gato. Eh eh a questão de conservação eh da fofouna, sabe? essa coisa de Transformar tudo em fofo e e ele ele tem sido um aliado muito forte, cara, porque eu tava muito sozinho nisso mesmo. Tava sozinho na biologia nisso e ele foi um cara que abraçou, graças a Deus, cara, assim a ele, né, que e e eu tava precisando de amigos na biologia. >> Estar sozinho é muito difícil, cara. >> Porque você começa a ser vencido, porque é a voz, né? >> Exato. >>
Muita voz para um lado, pouca voz pro Outro, acaba ofuscando ali, né? abafando a voz. >> E a biologia ela tá na hora de se unir. Eu eu fui eu fui abordado pelo pessoal do Conselho Federal de Biologia enquanto eu tava lá dele dizendo: "Olha, a gente precisa reverter isso." A a presidente do Conselho Federal de Biologia, que é do estado do Amazonas, eh, que é da Amazônia, você, ela pediu para eu que viesse aqui entrevistasse você. você eh eh não é um um biólogo ortodoxo como a Gente maioria, mas eh você tem um espanhões
relevantes, você muita gente se espelha com você na biologia e só que assim, nós fizemos um post aqui sobre esse evento no Conselho Federal e de 2600 comentários, 2400 foram contra você. >> Quê? É, >> não, não, pera aí, me explica melhor isso. >> Essa essa postagem era era uma postagem onde a gente tava dizendo: "Olha, e o Biólogo Henrique e o Richard estão aqui na eh nesse evento que era o evento do Serjão dos Foguetes, né? Era o evento do do Space. >> E aí houve a a >> dois ali me comentaram comigo 2600
comentários conta >> 2400 eram conta dos 2600 comentários de profissionais da área. Aí eu até brinquei com o pessoal, falei: "Pessoal, falei tava lá tinha 20.000 pessoas no evento. Eu falei, entra lá no Conselho Federal de Biologia nessa postagem e vão virar esse jogo aqui, entendeu? Porque, enfim, mas é é a é como a mentalidade. >> Qual tua leitura disso? >> Hum. >> Qual a tua leitura disso? >> A minha leitura é que a gente é assim, você pode eh discordar dos meu dos meus métodos. Eu acredito que hoje a conservação ela passa principalmente por
um problema de eh comunicação, né? E e eu já falei isso com vocês. Conservação Se faz com a gente de barriga cheia. As pessoas enquanto fala estão preocupados com a floresta, né? A primeira coisa tem que preocupar é quem vive ali em volta daquela floresta. Se aquela pessoa não tiver os seus ens econômicos, básicos, eh eh eh eh repletos ou ou atendidos, você não vai ter conservação, né? Brinco brinco não, eu falo qual o projeto hoje que vem à tua mente de conservação que mais deu certo no Brasil. Tu fala assim, putz, que vem na
tua mente na hora. Tartaruga. Tartaruga. Por quê? Onde tava o problema? Pescador. Eles não pensaram primeiro na tartaruga. Eles pensaram primeiro no problema. Quem era o o o pescador? >> Quem era o predador? >> Pega a rede, mata o tartaruga na rede, pega os ovos da tartaruga. Então o que que eles fizeram? Chamaram o cara pescador, falou: "Ó, você não pesca o tempo todo não, né? Nós vamos dar um emprego para você ser guia nosso, para Se achar nisso, porque eles têm experiência nisso. É o conhecimento empírico. Vocês acharem isso, para vocês entenderem que assim,
não tem, nós estamos no mesmo lado. Quando pegar uma tartaruga na rede, não precisa ficar, solta ela de volta, faça uma uma faça um o verifica sua rede de tanto em tanto tempo para se tiver tartarug ela morre afogada. E nós vamos te dar, você vai ter, vai receber aqui uma grana para ser nosso guia. Pega a mulher dele, vai Costurar tartaruguinhas para vender na loja. pegou o filho dele e colocou um curso técnico dentro do projeto Tamar, ou seja, você trouxe negócio paraa vila >> e é o que ninguém cons o pescador olhava e
falava assim: "Essa tartaruga sustenta a minha família também. Essa tartaruga tá me dando emprego, essa tartaruga tá na minha mulher tá ganhando agora um dinheirinho costurando. Fiquei simpatic gostei do projeto trabalho. >> É o primeiro a lutar. Vou ajudar eles a Realizar essa missão deles. E hoje você tem tratar hoje saindo por uns tantos. É um projeto de maior sucesso no Brasil hoje é o projeto Tamara porque incluiu o ser humano, não excluiu o ser humano. Isso é conservação. E nós estamos nessa pauta filosófica da da da conservação eterna não reconhecendo problemas. Quando você não
reconhece, né? Porque a gente só reconhece, ah, tá faltando o bicho, tá faltando. Quando a gente tem um problema ao contrário, quando tem Mais eh uma população, ela saiu fora de controle de uma determinada espécie e você não tem ou tem problemas que envolvem determinada espécie com o ser humano e você não cuida disso, você faz de conta que não tá acontecendo, você tá relegando ao ao a quem tá sofrendo o problema a tomar uma decisão do que fazer e eliminar o problema. Se eu tô eh perdendo gado pra onça pintada e ninguém tá dando
uma pelota para mim, eu vou matar a onça pintada, porque ninguém tá, O estado não tá olhando para mim e resolvendo o problema. Porque nem você sabe quem mata onça pintada assim não sou eu. Segundo o próprio Leandro Silveira Onça Pintada tem entrevista minha com ele dizendo, é o pequeno, não é o fazendeiro. Fazendeira não mata, ele se apropria. A maior fazenda do mundo é arroncador, perde 1 milhão. Eh, 1300 cabeças por ano. Entra média 1300 cabeças por ano de de cabeça de gado. Multiplica isso por 5.000. Veja quanto Dá. Que que eles fazem? Eles
têm uma carne gourmet, que é o mesmo contrafelé que todo mundo vende no açogue da esquina. Só que o deles tem o selo da onça pintada e ele vende pelo dobro de preço na no armarinho Santa Luzia. Ou seja, >> porque o rico paga pela conser não >> é >> o lucro líquido dele tá igual. >> Ele paga conta dessa pintada, ele tizou o produto porque levou o selo. Ele tem Quatro selos na carne dele para e vende Então agora que o pequeno que perde que tem 100 cabeça e perde 10 cabeças ligado e tem
100 cabeça, ele fala: "Meu saco". Esse é o que a gente tem que botar dinheiro. Tem tanto dinheiro vindo para esse país para ajudar a conservação e e só tá, né? Vamos colocar no lugar certo. Esse é o cara que a gente pode ajudar e falar: "Tá aqui o dinheiro das bacas, deixando isso aí". Entendeu? >> Você quer ver um exemplo muito prático Disso? E que nós vivenciamos isso na prática? Quando você sobe e fala novamente da nossa expedição da Transamazônica, sabe que nós mais ouvimos da comunidade lá? Primeiro, a miséria que tem passado os
garimpeiros. Absoluta miséria. Tipo assim, tendo que caçar animal silvestre dentro da mata para poder sustentar. E a condição dificultosa de madeireiro. Por quê? Porque não tratou, assim como Foi feito no projeto das tartarugas, no projeto Tamar, não tratou o que fazer. Tá bom, fechei o garimpo aqui. Ninguém mais pode utilizar como foi fechado lá. Legal. E vocês se vira. Vamos comer o quê? >> Se vira. Ess cara falou assim, esses cara falando pra gente, ó, a gente tem que comer, mas a gente tá matando, a gente tá matando bicho aí, pegando qualquer bicho aí, até
rato do mato, essas coisas, >> tudo. Capivara, rato do mato, para assar, porque não tem, >> pô. Pera aí. Existe uma questão ambiental envolvida e aí eu não sou um expert para entender. Deve ter havido medições e tudo mais. Pô, diante disso, nós vamos fechar o garimpo. Antes de fechar o garimpo, os garimpeiros, cara, vamos catalogar. Quantos são, cara? Até ontem esses caras estavam aqui. >> Até ontem eles estavam aqui. Quem são? Quais são famílias? Quantas? Quantos quantas crianças >> nós temos? disso. Nós temos casos de pessoas que estão 40, 50 anos numa área vivendo
e e não foram titulados. Ninguém deu título, tão ali ainda ou foram assentados pelo próprio Incra. E aí simplesmente tem um decreto de alguém que tá em Brasília e fala: "Terra indígena agora vai ampliar, dobra o tamanho". E passa em cima da casa desses caras. Esses caras tem tudo Destruído na vida dele. Casa queimada, gado tirado. Exatamente. Tá vendo? É só começar a olhar a internet e ver isso. Então assim, [ __ ] passaram por cima desses caras que são pequenos pequenos agricultores. Não é o grande que nós estamos falando. Nós estamos falando de gente
que tem que tenha 30, 40, 50 coisas ligado, meu. Entendeu? O cara pequeno. E aí bum, passam em cima de tratoram eles e cadê o poder público que cuida do desamparado, que cuida do Menos eh favorecido? Onde tá isso? Tá acontecendo na Amazônia, em vários locais. É só vocês pesquisarem isso não tá certo. Não é essa conservação que a gente tá se propondo a fazer. Tá errado isso, cara? Um, pegando esse gancho que você falou, um outro exemplo que a gente pode estar usando são os jumentos do de Natal que estão acabando. >> Os jumentos
do Nordeste inteiro. E agora você vê esses fóruns aí, ah, coitado, os jumentos estão dizendo, precisamos Salvar o jumento. Meu, vocês tiraram a utilidade do jumento. O jumento não pode mais carregar nada, porque o jumento é feito para carga, meu irmão. Foi desenvolvido, selecionado para isso. O Nordeste foi construído no lombo de de um jumento. Ah, não pode. Ah, carregar não, não pode não. Não pode não. Maus, pera aí. O animal serve para isso. É que nem você dizer que um cachorro que se vai na lama ou que faz um trabalho policial, que faz Um
trabalho de boiadeiro, ele é maus tratos. Não. Maust manter um cachorro dentro de um apartamento vestido com roupa. Isso é maus tratos, mano. [risadas] >> Isso é maus tratos. Seu doente. >> É porque as pessoas acabam pegando o exemplo do cara que é realmente um cara que maltrata o animal e usa ele até ele morrer para carregar algum. >> Claro. E esse é o exemplo que usa e generalizam. Não é a condição. Agora eu >> é igual pitbull. >> É a mesma coisa. >> Mesma coisa. >> Então assim, é essas coisas que assim é e
aí é onde onde f acabaram não pode mais usar o jumento e aí agora estamos com o pênuso. Tá desaparecendo. Claro. Vocês tiraram a funcionalidade de jumento. Por que que tem boi hoje? Porque tem demanda. Porque tá aqui ó, o boi tá aqui ó. Porque tem demanda. Se Amanhã todo mundo para de comer boi porque ninguém pegando. Que que vai acontecer com o boi? Extinensão. >> Extinção, extinção do boi. Boi só existe porque a gente come ele. O o joelho só existe porque ele levanta, leva car. >> Ele tá sendo usado mesmo na China para
ser >> Tá. Eu tô indo agora pra China depois de amanhã para ver como é a criação >> e o processo de jumentos que lá eles se Alimentam de de Ah, que horror. Não é que são pera aí que horror. Mesma coisa com coelho. Coelho é a mesma coisa que comer um boi. Não importa com veja se se você criou o animal para aquela finalidade, ele teve uma vida digna até o momento de ser abatido. É que nem os veganos lá falaram, 50% dos abatedores do Brasil são ilegais. De onde saiu esse número que ele
foi bom? >> Pelo amor de Deus, de onde você tirou esse número? Podia ser 47, 20, 10. Qualquer número que você cuspiu aqui na mesa, eu tenho que comprar ele. Você tá louca, você não sabe o que você tá falando. >> Você não sabe, você não sabe o que é genética no Brasil. O Brasil é líder. Aquele boi que veio, aqueles os os primeiros que vieram pro Brasil, os primeiros, como chamou, não sei jog branco, o Nelor, olha o primeiro Nelore que tem acho que um palhado lá no em Minas Gerais, na na CZB lá
no na Associação dos dos Ebuíos. Primeiro Nelório que chegou e olha o Nelório que é hoje, cara. Você olha o Nelório falando que que máquina, >> um fisiculturista, >> que um físico nós transformamos geneticamente uma coisa. Brasil é líder, é líder na pesquisa hoje de canto, cara. Nós vamos biológicos, não existe um país no mundo que tem os biológicos. A gente tem a gente é o uso de usar eh eh fungos e bactérias para não ter que usar Químicos, para auxiliar a defender as plantas. >> Ah, transgênico é não sei o quê. O único trans
que não pode no Brasil é o transgênico. O resto tá uma festa do [ __ ] Pode ser o que quiser. [ __ ] o transgênico é a forma de você modificar. Isso não vai transformar você num num jacaré. É forma de você fazer com que aquela planta se defenda. E se você não tiver isso, você vai precisar triplicar, quadruplicar a área de plantil para Obter o mesmo resultado que a gente tem hoje numa área menor. E é isso que a gente quer. É isso que a gente quer. Vamos começar a abrir mais floresta então
para plantar. E aí vamos ser orgânico. Ó, ó o a boca de Olha que boca bonita, ó. >> Olha essa boca. Que boca maravilhosa. Que boca maravilhosa, hein? Que boca palmada. [risadas] Cascudo. Minha mulher olha para isso aí e fala: "Isso aqui é um recurso Alimentar no no no na Amazônia. É o cham de bodola. Bod pé palmado. >> Luiz Carlos mandou R$ 15. Richard virei um grande fã das lives. Abraços Cariane e Julião. Serve que no patrocínio? C >> Caleb também mandou um aqui, ó. Mandou R$ 10 aí. falou: "Richard, só a moral que
você deu pro caminhoneiro que precisou do sinal de internet na Transamazônica já valeu a viagem". >> Mas ali é obrigado, todo mundo precisa te ajudar. É, você falou, >> todo mundo precisa se ajudar. >> Ali é união que faz a força. >> União faz a força, porque você não tem o tem omissão do estado, do poder público, então você tem que segirar, >> igual aconteceu no Sul. >> Exatamente. >> Não teve não teve a omissão do estado, o povo se ajudou ali a se reconstruir tudo. >> Exatamente. Exatamente. >> Olha o pé. Isso é um
pé palmado. >> Cristiano Zanelato mandou R$ 15. Boa noite. Primeira pergunta. Richard, você vai devolver a Tattoo LM em forma de dedo no Julião? >> Ah, meu Deus do céu. >> Cobrado, he? >> Eu fiz exame, você tá ligado? Exatamente. Ele fez exame. Exame? Não, fez exame >> não. Ele fez mesmo. Tomei uma mangueirada, cara. >> Vem cá, pera aí. Você fez o exame de Próstata? >> Não. Calma. >> Você fez colonoscopia. >> Colonoscopia. Endoscopia. >> Coloscopia pros fracos. Não. Coloscopia. Você tá dormindo, você nem sabe o que aconteceu. Eu quero ver você acordado levar
uma colonoscopia. Preparedad colonoscopia. Prepara é horrível. É cedado colonoscopia. >> Não, coloscopia é sedado é tipo endoscopia. É tipo endoscopia mesmo. >> Depois toda hora que você vai >> eles fazem ao mesmo tempo. >> Ah, não, para. Não sente, não sente, não. >> Não sente, não sente. A única coisa. Sai queimando, sai queimando. >> Não, não sente. >> Você não sentiu porque já entrou tudo aí. Eu sai dali como se tivesse nada acontecido. Nada. É bobagem. Bobagem. Não, nunca entrou dedo. Dedo >> vários. Todo ano entra dedo aí. Não, Todo ano entra mesmo, cara. >>
Todo ano entra. [risadas] Eu eu sei que minha prósta tá bem pequenininha. Tamaninho de um gosto, ele gosta >> grãozinho de arroz >> e todo ano você fica louco para levar. >> Cristiano Zanelato mandou R$ 20. Julião, o trailer off road e lindo. Na próxima expedição você poderia levar o ouro. Ross. Convida ele. Ross. Não conheço. >> Ouro Não. >> O ur >> Ah, urologista Rosse. É, deve ser um cara. Você conhece o urologista Ross? Como fala? >> Vou te apresentar. Ele urologista. [risadas] >> Olha o pé. >> Eu vou dizer uma coisa. >> Cristiano
Zanelato mandou R$ 16. Cristian é >> Cariane na reta final da expedição ia Ganhar um abraço do João Canabrava. Que situação! >> O bêbado. >> O bêbado >> que passou pela gente, lembra? >> Tentando lembrar que momento que foi. Era tanta coisa que acontecia, cara. >> Na hora que a gente estava ali na na padaria, perto da padaria, lembra? >> Padaria? >> A padaria da menina que ajudou a gente a atravessar a base. Tinha um bêbado lá? >> Tinha. Ele veio trocar ideia e tal, não sei. >> Os cara não perdem nada, mano. É impressionante.
>> É legal porque mostra o quanto a galera. >> Diogo Pereira mandou R$ 15. Vcs, deveriam fazer um projeto levando uma academia na cidade do pessoal do @invernonatransamazímica. >> Ah, tem a galera do inverno na Transamazônica que o Ricardinho tinha comentado, lembra? >> Os os nossos socorristas, caras cara lá, né? É, sa eles também se foderam. >> Quebraram também >> quebraram. Quebrou todo mundo, tio. >> Teve ninguém que passou ileso, mano. >> Meu Deus. Ninguém. >> Ninguém. Que estrada é essa? A nossa aventura é o dia a dia das pessoas que vivem lá. >> Exatamente.
>> Para nós era uma aventura, para eles é um pesadelo. >> Todo dia aquilo uma tormenta, cara. Imagina, me dá aflição. Só eu eu teve um, a gente passou, eu tava com Adriano aí, tinha uma família inteira na frente na estrada, na rodovia, com uma casinha no fundo e todos assim estavam seguindo lá daquela todos. >> Aí v passei eu, aí eu olhei aquelas crianças, tinha tinha umas cinco crianças e o pai pai e mãe e cinco crianças. Eu passei Adriana, vamos voltar. Eu est aqui na frente mesmo de Todo mundo. Vamos voltar. Ah, voltei
para lá, entrei ali para tirar foto para lá, car. Eu vi aquela escadinha de criança, eu falei: "Porra". Falei: "Olha, nós estamos". Falei: "Se uma criança sua fica doente". Eu falei: "É, é problema, né, cara? Aqui está meio isolado, né? Ou seja, imagina violent. É o que a gente tem mais, é próximo do MadMex, o que que a gente tava vivendo, >> mas era mesmo >> uma, uma luta por sobrevivência com Gasolina, água, mantimento, tudo ali é outro valor. >> O Maurício falou para mim que um dos piores trechos a a que foi feito foi
o primeiro de Santarém a Itaituba, que era os >> falou que é de estrada, mas é tanto buraco, tanto buraco. E ali é algo que as pessoas fazem direto, porque Santarém é uma cidade maior em Itaituba, tá ali >> e os caras fazem aquilo ali direto >> todo dia. >> Então você, o ser humano é, é muito adaptável. Você começa a se adaptar. >> Você acha normal isso? >> Acha normal, mas não é normal. >> O Redcast mandou, >> não é normal, cara. Não é normal, né? >> O Redcast mandou um super chat, ó. Um
salve pro Pantera, pro Balestr, o rei do abraço do urso, Richard, que é o terror dos veganos, menos pro Cariane, que chamou a minha BMW de ambulância. Redcast. >> O Júnior, >> o Júnior é o seguinte, Júnior tá rico com esse negócio de 30 por >> Júnior estourou. Parabéns, Júnior. Vai tá de trabalho. Mas foi o seguinte, antes de ele comprar, nós fomos lá na loja do Tecá, eu falei assim: "Iso aqui é ambulância". Aí depois passou 15 dias, ele comprou a ambulância dele. Comprou [risadas] >> igualzinho. >> Tava lá o carrão dele. >> Tava
lá o carrão dele. >> Olha o pé. Isso é um pé palmado. >> Eduardo palmado pegou. Rally dos sertões tem todo ano na BR com o TV. A lei exige ofício previo às autoridades sobre a via. É, você fazer para é muita gente falou que é pode fazer a solicitação ter feito fazer a >> tem muito passeio de TV que assim que evento que os caras pedem autorização para poder fazer isso. Fica aí a lição Pra gente pensar numa próxima >> dependado. >> Pat mandou R$ 15. Como faço para enviar um presente a você, Richard?
Tenho um produto de limpeza pet chamado tira facio. >> Já fez o Já fez o comercial já. R$ 15. [risadas] >> Manda para mim. Manda para mim lá. >> Manda, manda pro Pantera. Manda pro Pantera. Vamos dar uma olhada o que que é. Vamos dar uma olhada o que que é. >> Vamos lá ver se a gente pode ajudar em alguma coisa. >> Vai que cola. Pé um pé palmado. >> Pesão do Kite Sururf mandou R$ 15. Vai levar o Cariane para a pororoca? Estou ajudando o Noélio via lei de incentivo ao esporte. Ah, o
Noélio é um, tô conversando com o Noélio. Noélio é um cara local que surfa a pororoca. Ah, >> e acho que é uma, foi o maior e recorde. Acho que uma hora e tanto surfando a Mesma onda. Cara, essa onda não para, ela vai embora. >> Uma hora. >> Ficou uma hora em cima ali. >> Tô conversando com Noel. Noel é brother, foi o cara que me colocou primeira vez também na na pororoca. Gente boa lá. Já estamos organizando aqui a viagem da pororoca, meus amigos. >> É pororoca e maio agora. >> Olha o pé.
Isso é um pé palmado. >> Luiz Stark mandou R$ 20. >> Richard, sou muito seu fã. Te conheci em Lontras SC. Bati até foto contigo. Gostou de SC? >> Ah, Santa Catarina. Santa Catarina para m é o estado mais assim, se eu fosse falar onde você iria morar no Brasil, Santa Catarina. >> A nível de estado, né? É porque as cidades são cidades pequenas, acolhedoras, totalmente com tudo, toda Infraestrutura, só que com uma mata em volta. >> Elas são muito bonitas cidade. Santa Catarina é Joinville, uma cidade muito bonita e bem industrializada, ou seja, tem
oportunidade, >> tem >> Florianópolis, capital, eh, já tem aquele trânsito de cidade grande, aquele movimento tal, mas praias lindíssimas. Balneário é como se fosse a Miami brasileira. Então ela tem aquela vibe Diferente. Parece que você tá ali num num outro país, né? >> É, parece num outro país. Então, Santa Catarina, mas também é mais fácil para administrar, né? O estado pequeno. É, >> né? >> Caraca, que da hora esse super. >> Olha o pé. Um pé palmado. >> Morango de pescoço mandou R$ 15. >> Salve a todos. Cariane vai medir a pressão. Tá mais vermelho
que morango do amor. >> É que eles não sabem o que aconteceu antes. >> Tem que assistir o vídeo. >> Ah, você vão saber o >> vocês vão entender o que que eu que eu passei aqui, qual foi a experiência. Vocês vão entender o por isso vão assistir só num vídeo lá do canal do Carenhan só que aconteceu aqui. Uma coisa legal, ó. Boa noite, há 5 meses eu faço o corte de vocês no TikTok. Isso mudou minha vida. Posso continuar Fazendo os cortes? Desculpa por ter feito sem permissão. >> Deve deve deve >> deve
aí cant e parabéns por fazer um bom trabalho e monetizar. Continue fazendo nosso quarto. Você tem autorização total. >> Inclusive corta essa agora >> aí ó. >> Ana Cláve mandou R$ 5. Eu gosto tanto de você. >> Cristiano Zanelato mandou R$ 17. Chama o Thiago Noronha. Ele faz a Transamazônica de moto quatro vezes. Ele tem muita história sobre >> de moto. Vocês teriam coragem? >> Eu não sei pilotar, >> cara. Eu piloto moto. Mas >> mano, é muito bro. E assim, moto cai um >> não. Vocês viram que caiu um cara bem na minha frente.
Teve momento caiu um cara bem na minha frente. >> Moto, mano. >> Ele foi tirar foto, cara. Ele pegou o Celular para tirar foto da gente, mas bum. Foi pro chão. Coitado. Eu parei ali para dar uma força. >> Mas tava tão animado, ele queria que é muito diferente. Tirou foto. [ __ ] deu certo. Vocês ainda pararam aqui. Falou [ __ ] que eu caí. Tá ótimo. [risadas] >> Foi intencional. >> A Ana mandou R$ 5 o super chat. Eu gosto tanto de vocês, que sonho com vocês participando das aventuras, mano. A galera realmente
fica nessa de [ __ ] eu Queria est lá, eu queria est lá. E o >> Você percebeu isso no domingo? >> No domingo assim tava muita gente na bed aí porque não tinha >> não tinha mais >> não tinha mais >> não tinha mais e furou muita bolha porque tinha gente quea nem acompanha nada meu Deus o que que é isso que eu tô assistindo essa galera tinha gente que não era nem de acompanhar a live e começou a acompanhar depois disso. >> Muita gente falando assim: "Que que meu marido não sai dessa desgraça?"
>> É os caras é que que é que se eles estão assistindo que não sai daqui? Eu também não quero prar muito, cara. Já estamos são 8 horas 81. >> Vamos dois últimos live pics aí porque é I. Olha o pé. Isso é um pé palmado. Cristiano Zanelato mandou 18. Outro agregar é o aventureiro e jornalista Evandro Mato Grosso. Faz Expedir caiaque no MTI. Esse cara >> MIT >> de caiaque. >> De caiaque. Que da hora, hein? >> É. Aí tem que deixar a CF de F. >> Olha o pé. Is um pé palmado. >>
Juninho Pichu mandou R$ 50. Richard e Pantera. Vocês são top. Ansioso pelas novas aventuras. Salve Cariane e Julial. >> Salve. >> Quem é? >> Juninho. >> Ah, Juninho. Juninho Pixald >> prepara a mala pra África, papai. >> Ah, ele vai curtir pra África. >> Vai curtir pr caramba. >> Vai, vai João. Vai o Juninho. Três lá da Pixal. Vamos lá com a gente lá fazer >> fazer uma história lá na África. >> Olha o pé. Isso é um pé palmado. Pontes mandou R$ 15. Parabéns, Trave. De conscientização ambiental feito. Façam live para financiar um carro
novo para Inverno. >> Botar uma meta. >> Olha o pé. Um pé palmado. >> Jumbus Fish 3 mandou R$ 15. Boa noite, pessoal. Como esta a monstrinha já esta de boa, se alimentando. Não esquece da boquinha. Qu >> cara que mandou um peixe pra gente aqui. >> Olha o pé. Um pé palmado. >> Urso branco mandou R$ 50. Sou caminhoneiro e acompanho o VCS todos os dias enquanto dirijo, diz: "De Pequeno assisto o Richard." >> Vale a pena a gente falar uma coisa, só um ponto importante, o seguinte, >> caminhoneiros, >> duas coisas. Primeiro, eh
reinterar o que nós já falamos várias vezes do agradecimento que nós temos pela equipe do inverno na Transamazônica, tá? Os dois rapazes foram incríveis, mas é muito importante também caber que para eles foi uma experiência e uma oportunidade muito grande e eles Agradeceram muito a gente. Eles bateram recorde de visualização e audiência, bateram recorde de inscrição no canal e eles vivem do canal, entendeu, gente? Eles vivem do canal. Adicência, adicensal, dos seguidores, dos patrocínios que eles conseguem através do canal, eles vivem das lives. Então, ter a oportunidade de ter feito toda essa transposição ali conosco,
principalmente com a equipe aí, com a turma do Richard, com o Ricardinho, com O Júlio, toda essa essa essa e essa sequência que eles fizeram de live foi transformador para eles em número de inscritos e visualizações. E o mais legal, nós fomos embora e eles continuam lá. Então, toda a galera que gosta de assistir aquele movimento, continua lá. >> E você, se você não é inscrito, vai lá inverno na Transamazônica no YouTube, se inscreva no canal deles se você tá com saudade, porque eles estão lá mostrando O perrengue do dia a dia sempre lá. E
é uma forma de você reviver. Mas eu acho que a melhor forma que nós realmente pudemos contribuir para eles foi isso, mostrar o trabalho deles do tipo, ó, nós viemos aqui, eh, vamos assim, oportunamente, esses caras estão aqui há anos, então sigam esses caras. E nós falávamos isso o tempo todo, então foi muito legal. >> Não, para eles, eles ficam muito felizes. Foi também transformador. Eu Deu uma uma visibilidade maior ainda. É, né? >> Eu quero quero agradecero que é nossa parceira, né? que se você amanhã for comprar um saco de lixo e você vai
ter que usar saco de lixo, o plástico nunca foi problema, o problema é como a gente dispõe do plástico, né? Então o plástico é uma solução barata para você acondicionar o plástico. Embal oceano custo mesmo que você paga qualquer saco de lixo, só que com a tranquilidade de Saber que é plástico reciclado, retirado do mar. Uma grande iniciativa aí da e a Basic também que eh tá ali, a nossa parceira de roupa, tudo tudo de basic aqui, onde a marca é você. Por que prestigiar a marca? Acredite mais em você, seja você a sua própria
marca. uma livre, uma uma roupa top, mais barata que a que as com a mesma qualidade das de marca, só que não leva a marca porque a marca é você. Beleza, eu quero >> ah viajar é se você quer quer passar uma Experiência top com a gente, tem um um Qcode na tela que te leva pra experiência. Estamos lançando um outro produto de Amazônia que não é guiado pelo Richarda, mas é assinado pelo Richard, que vai com o biólogo, nosso biólogo de campo lá, que foi muitas vezes já comigo, Rodrigo Hidalgo, é uma Rodrigão, gente,
>> muito bom que >> é a mesma experiência, ele será o guia, não serei eu, mas a metade é custa a Metade do preço e eu quero que as pessoas vão até ele entende tudo lá, né, cara? Ele tem, ele tá até ele >> é filho do Richard, >> não, só estudante. Só estudante. A gente quer dar oportunidade para estudantes que normalmente tem menos verba eh, para fazer essa viagem, que é uma viagem assinada pelo Richer, a mesma viagem que se faria comigo, só que eu não tô presente, por isso que é mais barata. E
é assim uma oportunidade para você que é Estudante eh conhecer a Amazônia. Top. >> Pantanal, África, em breve Costa Rica. Então venha com viajar com a gente. Viajar é a melhor coisa para gastar. Não tem coisa melhor que viajar >> não. >> Não tem. Não tem >> viajar não. Tá. Viajar com uma boa mulher também é legal. Tudo bem isso que quer dizer. [risadas] >> É. Não, não tem coisa melhor que isso. >> Falar um Serjão e mau, entendeu? Entendeu, >> mas um cara, um cara que viaja é um cara que tem mais experiência na
vida, é um cara que nunca vai ficar sozinho, entendeu? E por isso que viajar é mais importante, porque você nunca vai ficar sozinho. Se você for um viajante, >> sempre haverá uma companhia. >> Sempre haverá uma companhia. Sempre >> sempre haverá alguém disposto. >> É. >> Ou disposta. >> É. É. É, o mundo é, o mundo é muito, é muito aberto para os viajantes. É, >> por isso faça como Richard, como camisinha no bolso, >> com três. >> Três e volte com duas. >> Tava ruim, tá? >> E põe a culpa nas crianças. >> Palu.
>> And, >> ande com camisinhas no bolso, >> nosso parça. É, ande camisinha com três [risadas] >> e volte com duas e diga que foi as crianças. >> Roubaram. Dá. >> É, fiz um balão pras crianças. [risadas] >> Se eu pudesse contar as histórias para vocês, vocês iam entender. >> Um dia você vai contar, né? Vai ser tudo mutado. É pi atrás de pi. >> Não, não é pi não. Só são são histórias que, enfim, só cheiro do >> três dosezinhas de whisky, ele é outro [risadas] cara. >> Sente cheiro do Goiás. Pixau, muito obrigado
por acreditar em mim. Nós somos parceiros de verdade e vamos viajar o mundo e o Brasil juntos. É isso. Vocês são [ __ ] Vocês vocês são [ __ ] Obrigado. >> Muito obrigado por mais uma vez estarem sempre aqui. >> Hoje inclusive nos socorreram. Não socorreram, não foi? >> Socorreram. Vamos falar, vamos falar. Socorreram porque teve mudanças e aí >> fui falar com o Mauricião. Mauricão, pelo amor de Deus, salva nós no domingo, né? No domingo. >> Eu gosto muito de vocês, em grande de qualquer coisa. Eu gosto muito de vocês, de verdade. >>
Maurici me chamou, deixamos, deixamos uns falando aí, já estão me mandando Mensagem. Cadê você? Cadê você? Suavida. Até porque é muito bom estar aqui. Sua casa tem uma energia diferente >> e junto com isso é muito bom estar em amigos. Então tá aqui para mim é muito prazeroso. >> É um QG pra gente aqui, velho. Na boa. >> É muito prazeroso. >> É um QG pra gente aqui. >> Ó, me recordo a primeira vez que nós trocamos mensagens. Primeira vez que nós trocamos mensagem. Eu cheguei e fiz uma Primeira provocação com o Richard. Chamei ele
no WhatsApp. Falei pro Richard. No WhatsApp não, no direct. Falei pro Richard se ele não queria fazer um trabalho de emagrecimento, fazer um trabalho em cima disso, acompanhava, era fã. Aí ele virou e falou assim: "Cariane, eu eu preciso, só que eu não tenho tempo, eu não tô pronto." Ele falou assim: "Eu não tô pronto. Quando eu tiver pronto, eu te procuro." Daí eu dei espaço para ele. Quando tiver pronto, te procuro. Aí passado, eu acho que um ano, >> é um ano, >> um ano, ele me mandou mensagem, ele falou assim: "Cara, eu tô
com um problema. Eu tô perdendo a minha capacidade de se locomover e isso tá impactando o meu trabalho. Eu tô ficando desesperado. Eu acho que chegou aquele momento que eu disse para você que eu tava pronto. >> E aí quando eu e o Júlio nós viemos Aqui, eu tava na Itália. >> Vocês mudaram a vida dele. >> Eu tava na Itália. Foi em maio do ano passado. Maio do ano passado foi. >> Nossa, Jaca. >> Mai. Boa. >> Quando nós voltamos, nós voltamos direto para cá e aí nós vimos um homem que tava levando a
vida de uma pessoa alejada. Eu achei que era um mendigo. Ele descia, ele descia as escadas Ancorado. Ele andava >> eh com uma postura totalmente compensatória >> e que tava trazendo uma reação em cadeia. E ele disse para nós o seguinte, ele falou assim: "Eu vivo com dor, a minha vida é administrador, só que eu tô preocupado que agora tá impactando o meu trabalho, eu tô perdendo a mobilidade, >> cabeça. Tá começando a pirar já, >> morfina. E aí você nem viu. Eu tava conversando com o Júlio. Na hora que nós Saímos daqui agora, fomos
atravessar para ver o os cavalos, você subiu a rampa, pulou, virou para cá sem nada de compensação. Eu olhei pro Júlio e falei: "Júlio, que alegria ver o nosso amigo 100% restabelecido." >> Ai, que nem criança, né? >> Nem fala >> mais magro, mais saudável. Tava andando que nem um compasso nem fal. >> Tá muito bem. Eu queria até agradecer sempre, vou agradecer os médicos também Que foram anjos, cara. Dr. José Carlos Garcia, que foi quem primeiro abraçou, e o cirurgião Marcão, >> qual o nome? É Marco. >> É Marco. >> Marco Antônio. >> Marco
Antônio. >> Dr. Marco Antônio. Que o médico cirurgião especializado nisso, porque cirurgia brilhante que eles fizeram, cara. Que trabalho brilhante. >> E ele se recuperou rápido. Isso foi Muito louco. >> Ah, mas é, mas é a mente de um jovem, né? Mente de um jovem que tava preso num corpo debilitado, >> já queria sair andando e hoje zero dor, né, meu irmão? Graças a Deus. Não, e sair andando da cirurgia, velho, >> baixando aqui, lembra aquele dia no podcast, sei lá, ainda tava se recuperando e já baixando, fazendo graça. >> Eu sou muito agradecido, ter
certeza. Muito agradecido, muito, agradec muito. >> Eu acho que o agradecimento é mútuo. Sabe por quê? Porque no momento que você entrou nas nossas vidas ali e o quanto você trouxe de aprendizado, de experiência, de vida, de amizade, de companheirismo, de lealdade para nós, pelo amor de Deus, o presente foi nosso. O presente foi nosso. Amamos você. >> Muito obrigado de coração. >> E faremos mais história pelas estradas brasileiras agora juntos tá acompanhando Nossas histórias, certo? Muito obrigado por estarem até agora com a gente. Eh, uma boa noite. >> Boa noite, pessoal. Até a próxima.
>> Estamos junto, galera. >> Valeu. >> É nós, >> sempre.