E aí eu tenho pessoal tudo bem meu nome é Igor castelando eu sou professor de relações internacionais da Universidade Federal de Santa Maria e se ficar mente questões de Segurança Internacional e vinculados os estudos africanos do continente africano e eu vou trazer aqui para vocês uma vídeo aula é vinculada à relações internacionais da África uma disciplina Que leciona aqui na graduação de relações nacionais e no curso de pós graduação em relações internacionais que vai tratar especificamente nessa aula sobre o estudo da África né ou das diversas áfricas na África na sua diversidade também das sub-regiões
dentro das áfricas ou da África é de forma a gente compreender diferentes dinâmicas sub-regionais Ah eu acho que essa aula vai servir muito para estudantes de relações internacionais Mas também para estudantes que eventualmente tem interesse de compreender a África né nas disciplinas que Oi irmã seleções nacionais por exemplo sem sociais em ser política sociologia história antropologia economia e por aí vai tão sequinho quem tiver interesse na realidade de compreender esse objeto de pesquisa né o continente Africano como uma região acho Que vai conseguir tirar bons proveitos dessa aula então vamos Sem enrolação começar aqui a
nossa vídeo aula Tudo organizar Aqui na minha câmera para não ficar na frente de vocês e partindo então para nossa discussão aí daí a justamente trazer uma um debate sobre como estudar afinal de contas a África tem um desafio a gente tem um semestre aqui pela frente não é para pintar cursando a disciplina o desafio é tentar estudar porque não sou diversidade como Fazer para simplificar a vem 60 horas numa disciplina introdutória aqui sobre o continente Africano né que tem a sua diversidade é uma continente em termos em termos territoriais o que a gente vai
poderia avaliar e também tem uma população aí de quase 1 bilhão de habitantes que tem uma diversidade fundamental que o nosso proposta aqui é trata a África como sistemas internacionais ou como subsistema em sub-regiões da África como subsistema Do sistema internacional e que significa significa que a gente vai tentar encontrar na região e nas sub-regiões do continente africano um uma ideia abstrata né de sistema de sistema internacional sistema de interação entre Estados entre atores sociais entre processos em processos políticos sociais econômicos e culinária é isso eu vai ser possível porque as relações internacionais Principalmente ao
estudo das relações internacionais ele tem Passado por grandes transformações por um aprofundamento e uma expansão desses estudos no pós-guerra fria principalmente pelos os sistemas regionais como sistemas complexos capazes de terem em suas próprias dinâmicas né rompendo com a ideia de que por exemplo era muito comum nos anos 70 e 80 kg regiões periféricas como essas regiões que se situa num correntemente africano seriam Totalmente Dependente Das dinâmicas do sistema internacional do sistema global que a gente sabe que é puramente não é não é correto é Teoricamente é um problema problemático e historicamente em preciso então vamos
tentar entender que outra forma a gente tem para entender para compreender sistemas internacionais na África é a forma como a gente coloca aqui é a forma de entender sistemas africanos como sistemas complexos que envolvem isso envolvem compreender que eles assim como Sistemas autopoiéticos né como a gente vê naturologia na Química na Física ele pode ser compreendido como um sistema que não é totalmente autônomo frente o ambiente ele tem uma certa o certo o operacional que eu tenho dinâmicas que ocorrem ali na África ocidental da África austral na África Oriental que vão ser próprias daquela região
mas é aberta também a dinâmica de outras regiões Ou seja a gente não precisa ter um sistema totalmente fechado totalmente Autônomo é para entender que existe um sistema não tem uma pré-disposição também para a ordem para a desordem ele não não não há necessidade de haver um sistema totalmente ordenado para que a gente considere aquele aquele espaço um sistema não há necessidade de ter faz operação para que a gente entenda que ela região como um sistema portanto a gente pode também estudar sistemas instáveis sistema de conflito O que é bem comum em regiões em processo
de Formação e transformação né das suas instituições como o caso da África América Latina Oriente Médio e da Ásia Sudeste Asiático Leste asiático Então essas regiões ainda não precisa ter paz e cooperação nas regiões em comum elas como sistemas internacionais e Justamente não existe um processo que vai gerar necessariamente o ordem ou necessariamente desordem nessas regiões existem certamente o incerto né a única certeza que temos aqui existe mudança e Incerteza nesses sistemas complexos que são próprios das relações internacionais existe também uma constituição entre agentes e estruturas a estrutura de poder estruturas econômicas estruturas interação não
surgem de forma independente dos agentes a gente por sua vez só existem como decorrência das estruturas por exemplo colocar colonizados e colonizadores só existem devido a este processo internacional que o processo de colonização é escravos e Chefe de skar os senhores de escravos só existem decorrente deste processo que se chama né escravatura ou escravidão Então essas identidades são e são constituídas de Agentes e estruturas a partir da interação e também importa nesses sistemas complexos que as relações nacionais começam a adotar a partir dos anos 80 e 90 essa compreensão sobre sistemas complexos também a ideia
de mudança é Não podemos pensar que esses temas vão permanecer sempre iguais né Que a Unidade dos tipos de unidades estados coloniais em algum momento vamos transformar estados pós-coloniais eventualmente vão ter algum tipo de reparação de fragmentação que pode fazer com três estados deixam de ser estados soberanos como a gente ir conhece nas relações tradicionais as suas unidades passam por um processo de mudança as interações passam por processo de mudança na regiões em que há grande cooperação Em algum momento passa no até É passa a ter grande conflito o alto nível de conflito e vice-versa
e as estruturas de poder a a frase inscrições de cooperação na a distribuição de poder entre os Estados dos atores mais relevantes também acaba mudando durante o tempo e essas mudanças são fundamentais para gente compreender o comportamento de sistemas internacionais porque eles são sistemas internacionais que só se modificam ao longo de uma história longa da macro história por Isso precisamos compreender macroprocessos né assim como o autores como que faz Hidden probnp Charles TNT descobre que vão tentar perceber processos sociais de macro-escala e portanto eles não precisar da história né de grandes períodos históricos para observar
esses processos né um autor chamado Barry buzan nos anos 90 em já nos anos 80 e início dos anos 90 propõe que nós Podemos compreender esses processos muito mais numerosos o amor estudar sistemas menores do que o sistema global que nós formos estudar sistemas regionais ou sistemas menores né sistemas imperiais ao longo da história dos Estados não modernos não estados pré-modernos e esses ditados pré-modernos e os sistemas que produzem podemos dar grandes Ensinamentos sobre como funcionam as relações internacionais naquele caso Interestatais porque estados nacionais só vão existir a partir efetivamente do século 17 18 e
19 concordam então sistemas interestatais É Mais parte aqui para utilizar um jargão das relações internacionais temas internacionais Vamos colocar assim como algo genérico mas já sabemos de partida que estamos tratando de sistemas interestatais não necessariamente entre estados nacionais e talvez nem entre Estados soberanos como conhecemos talvez entre cidades Estados talvez entre Estados fragmentados né estados que não tem a sua estrutura tal qual o Estado Moderno como a gente conhece estados coloniais por exemplo é ou estados né É pré-coloniais como existiu na África pré-colonial sistemas estados um sistema interamericano de relações muito muito antes séculos antes
dos das relações com os impérios europeus então nas relações nacionais que a gente vai lidar com esses temas como regiões Importa a gente vê também algumas teorias sobre as regiões né como elas funcionam é que sistemas regionais são conformadas ao longo do período do pós-guerra fria e antes disso irrita também houve um desenvolvimento essa expansão né das relações tradicionais diz respeito justamente à esse essa observação para regiões para a teoria novas teorias sobre regiões sobre como regiões funcionam e também novos estudos químicos sobre e para além das Regiões mais tradicionais da Europa na América do
Norte vamos ajudar também regiões de Deus periférica sistema internacional e isso é decorrente também de uma expansão qualitativa e quantitativa nos processos de regionalismo que envolve em processos de acordos formais de comércio ou instituições é de cooperação Regional de integração Regional que se expandem no período da Guerra fria né de 4595 pós-1990 15 fechando 2010 para Fala aí 12 anos né mas ainda já temos aqui uma lista enorme de organizações regionais né que se expandem quantitativamente em número e também qualitativamente em é em qualidade diferente né então tipos né organizações regionais que outrora me é
apenas com questões comerciais ou apenas com pessoas infectadas por exemplo importân é o questões comerciais como a comunidade Econômica europeia acabam se Complexificando e lidando com várias dessas questões ao mesmo tempo vamos pegar aqui principalmente no continente africano fazem cujas instituições regionais são instruções muito consolidadas e muito complexas por exemplo saldana African development cooperation unindu Tim ou da África development community in agora né antigamente tinha mais um serviço na sua melhor então essa organização ou organização é da CDA o né da comunidade De desenvolvimento da África ocidental ou do idade né da intergovernamental Store in
on development da África Oriental são organizações que carregam é protocolo a dança sistema de cooperação comercial previsões de integração aduaneira e monetária é eventualmente até parlamentos regionais Como o próprio Mercosul já tem hoje em dia o Mercosul também um exemplo de expressão complexa a unasul seria ainda mais ela está um Processo ainda de frio mas todas essas organizações regionais acabam criando uma expansão qualitativa também isso é muito importante isso faz com que cada vez mais a gente começa a olhar para as regiões como tem ele em alguma coisa interessante que a gente pode estudar por
si sono não precisa ficar olhando só para o sistema global de interações Estados Unidos Rússia e China a gente também pode usar o olhar para as regiões de forma mais objetiva né mais dedicada Para compreender as suas relações primeiro regionalismo esses processos de integração Regional que são apenas uma das formas de regionalização e muitas vezes regionalismos a organização organização é essa interação cada vez mais próxima entre atores e uma mesma região essa interação Econômica social política é muitas vezes pode resultar em regionalismo outras pode não resultar em jornalismo se tem uma interação por exemplo Brasil
Colômbia Venezuela e que Talvez não produzam uma organização Regional né e o oposto também pode ser verdade você talvez tem uma organização Regional Como por exemplo o Mercosul e em certo momento não vai produzir incremento das relações que não é o caso mas o produziu muito incremento de relações principalmente comercial entre Brasil Argentina Uruguai Paraguai mas há casos por exemplo de organizações regionais que não vão ter resultados os resultados previstos Liga Árabe por Exemplo né Tem uma uma formalidade mínima né Hum hum uma cúpula entre Estados mas não tem o Guido efetivamente nenhuma resposta conflitos
em dos quais os alunos participo por exemplo né conflitos envolvendo Aliados ao Irã que não é árabe né E aliás Arábia Saudita que árabe mas não não acaba conseguindo reivindicar a qualquer tipo de liderança entre os países alimentos então a ligaram não tem ajudado como uma organização do regionalismo importante Que não produz uma regionalização cooperativo Então essas duas formas em ver regiões algumas das formas que a gente pode observar e também perceber evolução das teorias que vão estar com regiões antigamente a gente teria muito teorias duras que vão ver regiões muito nessa lógica sendo periférica
ou geográfica né a partir da geopolítica Então temos o hinterland é daquela região a tua região ela tem que se preocupar muito normativo Também tem que se preocupar com a defesa do seu interior vamos ver o circo o cêntricos chegando a absurda a proposta absurda de que existia uma região hemisférica né do Hemisfério ocidental que o Brasil deveria enfim seguir subordinadamente os Estados Unidos como a geopolítica brasileira sempre pensou na e aqui na realidade geopolítica é uma forma de ver né o dever ser da postura estratégica de um estado agora a gente tá vendo aqui
Uma forma um pouco mais analítica né tentando entender as regiões a partir das suas interações importa que o Brasil devem fazer de acordo com opinião de algumas elites políticas como é que que tá acontecendo aqui afinal nossas região essa região não o que eu gostaria que acontecer que tá acontecendo afinal de contas né e não apenas pelas organizações como que falar né as organizações não são necessariamente eficientes Então vamos Para a dinâmica real vamos para complexidade sistêmicas que essas regiões apresentam E aí o novo Rei e faz muito disso né a visão de que regiões
elas podem estar interagindo por várias dimensões se eu pegar uma dimensionalidade Econômica pode ser cria uma região é com suas fronteiras regionais não seja a mesma que se eu pegar pela a dimensionalidade da segurança ou da identidade ou das interações econômicas do pode variar e Dimensão a dimensão Então são sistemas variados a partir dessas dimensões e a gente vai poder quanto mais observar regiões mais a gente vai ter casos de comparação em relação às teorias de relações internacionais né a apostas hipotética sobre como as relações internacionais interestatais intersociais funciona Então essa é a proposta aqui
por exemplo eu tenho uma proposta um pouco mais específica de como observar regiões Então vem né a Partir dos textos do Barry buzan né lá de 1900 a glória da loja of Anarchy de 1993 que ele vai produzir com alguns autores né e o Robertinho Pink 1981 já havia pensado em processo de incômodo alisar sistemas a partir de elementos de observação elementos analíticos que vão nos ajudar entender mudanças bom então com essas duas proposições não fiz uma combinação coerente dessas proposições tentando entender regiões como sistemas complexos e isso Apresentei né A Minha tese de doutorado
2015 aqui tá 2014 porque esse modelo já tinha sido criado 2014 e depois sair um livro 2017 né política externa na África austral um lido como uma região e tenta entender um fator dessa região que a política externa como que ela se forma e em relação a quais outros fatores ela é influenciada quais os fatores influenciam a formação dessa política externa sendo que os elementos principais da leitura das regiões são Esse todos fatores que eu mostro aqui né na estrutura Regional o fundamento estrutural seja qual a natureza predominante das unidades isso depois ó ó tem
que fazer também a devida referência é o barbante em 2000 quem vai desenvolver essas categorias também para os estudos as regiões então no Rio de Janeiro Power com ele ver ele vai trazer também categorias muito próximas a essa que eu tô que eu tô usando aqui em 2014/2015 com exceção de alguns alimentos padrão de cooperação e conflito ele não adota o conceito de ordem regional também é bem diferente ao que eu adoto e as características da unidade eles também vão trazer com uma forma muito Sutil assim de do que são atributos as unidades eles acabam
não desenvolvendo nem a política externa então é um modelo que expande E converge logicamente algumas contribuições anteriores que postando a Contribuição original ao lado do Barbosa em 1993 sem a qual não existia qualquer contribuição 2003 então voltando aqui os elementos estruturais fundamentos natural natureza e o tipo predominante das unidades sistema hierárquico sistema anárquico que se as unidades são comuns a colonial de pré-colonial como que a gente percebe né os fundamentos estruturais a estrutura profunda dessas de sistemas regionais a ordem Regional que é organização institucional formal e Informal dessa região que tipo de princípios médicos que
constrange comportamentos regras valores né que constrangem comportamento existem nessa região a polaridade que a distribuição exclusivamente de Poder é de capacidades materiais e imateriais entre Estados e entre atores principais a reunião dessa região foram as fronteiras regionais que são aos limites da região nos estados da região e ciência né a região da África austral acaba onde acaba no Congo acaba Lá em Ruanda acaba na África Central na República centro-africana onde acaba a região não vou já acabe os estados Às vezes a região pode ir acabar no meio do estado tem que fazer corte na fronteira
dos Estados com o Barry buzan o river em 2013 colocam É sim inclusive de vida em ali o Congo é o leste do Congo fazendo parte de um de uma região enquanto o oeste de como fazendo para o Oeste por como fazendo parte de outra região vem no caso nos estudos africanos Então aqui no meu caso dos Estados não podem ser divididos pelas regiões porque eles têm uma estrutura muito mais consolidada do que a própria cultura regional em geral né mas eventualmente algum dia a gente pode ver isso acontecer não é o caso hoje interação
elemento internacionais a forma de interação mais construtiva mas cooperativa de autores na região e essa interação produzindo eixos de aliança e rivalidade apresenta hoje em dia qo Ocorrendo na guerra da Ucrânia a gente percebe que o nível de polarização entre os antigos Aliados Estados Unidos e Europa frente a União Soviética na ex-união Soviética Rússia e os seus aliados de Fronteira a cada vez mais tenso esses blocos vezes tinham como blocos um certo período histórico mesmo os anos 90 que era baixa polarização - mesmo nos anos 2000 Mas agora ele se torna muito polarizado vocês não
é apenas a Classificação de alianças em validade mas o grau de tensão entre essas essas redes de aliança e rivalidade a e o bom padrão de comparação de conflito a gente já viu política externa são as opções as atitudes e os comportamentos individuais de cada estado que somados produzem é um chute para que esse sistema funcione as características das unidades os seus elementos domésticos desses estados é como que esses estados essas elites decisórios de política externa vão Perceber o sistema e vão entender pressões para agir nesse sistema e vão além de querer agir também vão
ter certa habilidade ou não ou inabilidade de agir condições de agir no sistema fatores externos são como atores e fora do sistema o globais que são aquelas conseguem projetar o seu poder para além da sua própria região elas vão agir no sistema salientes né naquele naquele naquela região que a gente está analisando como Que potência do baixo como Estados Unidos Rússia China até mesmo Brasil gente for pensar no caso africano penetro nessas regiões né nas regiões causa que a África e e vão ter modelo de cooperação ou conflito para essas regiões e agora finalmente vamos
para a observação da África ou áfricas como regiões da África como região ela vai poder ser observada a partir de diversos critérios Como mencionei anteriormente aqueles mesmos critérios é mesmo a discussão sobre como ler regiões aí pode fazer também aqui para a África é será que a gente vai observar regiões dentro da África ou que reconstitua o próprio continente africano a partir de fatores geográficos mais físicos na demográficos ou fatores históricos ou fatores como desconstitutivos como instituições formais de relações entre estatais ou instituições informais em algumas Comunidades imaginadas comunidades linguísticas o mesmo interações reais em
múltiplas dimensões aqui a gente vai tentar como estamos lidando com sistema com Oi gente vai tentar integrar a maior parte desses elementos no limite da capacidade da gente analisar então não adianta entregar integrar todos esses elementos E aí não temos condições de observar os sistemas africanos então um trazer aqui né A Questão das interações como foco principal da observação de sistemas regionais em o primeiro vou colocar a pimentinha aqui no nosso no nosso vatapá ou uma Pimentinha aqui na nossa feijoada né ou no nosso feijão né ou no nosso ficar aqui o nosso carreteiro que
preferirem mas essa Pimentinha ela vai trazer um pouco de problematização que que essa problematização é assim gostem problemas Por favor vou esse selecionar estudar a África a partir das regiões de cooperação original economic cooperation o caminho disse como a união africana nos coloco ela trata de comunidades regionais econômicos regionais é que a gente pode traçar ali no continente africano elas por parte da União fica nossa um pouco mais coerência de isso aqui mas a gente fosse para pegar então as instituições as Organizações internacionais existentes o continente africano a gente acha e achar o que alguma
parte da literatura chama de espaguete e bom quê que é é um balde de espaguete espaguete todo emaranhado aquela que ele paga at né com molho vermelho e almôndegas né aquele espaguete bem rolado é que a gente só consegue comer se a gente enrolar cada vez mais ele não tem solução desenrolar um espaguete para ele tá enrolado tem usado ali é o que a gente tá vendo aqui É um espaguete em que ia ser e você não tem como a encontrar regiões que não estejam que não sejam justapostas em organizações regionais de cooperação que não
sejam justapostas que não estejam uma sobreposta as outras né você tem organização Olhe que lá na África austral que envolve aqui a saco e assalta na África que estamos em uma união aduaneira da África austral ao mesmo tempo você tem essa deck né a comunidade desenvolvimento da austral ao Mesmo tempo alguns E austral como tanzania vai vão participar da comunidade da África Oriental outros vão vão participar de organizações da África central com mesa que é uma tentativa de organização de propor livre comércio ao longo do continente né de Norte ao sul do continente naquela ideia
de representar aquilo que estiveste Worlds dos maiores imperialistas e construtores em infraestrutura na África né que tentava Integrar né o cabo ao Cairo ou Cairo ao cabo com redes e infraestruturas já começou tenta concretizar essa ideia né de freios industriais e comerciais integrando o continente o idade também tem países que participam de todas essas organizações E aí por diante então é difícil a gente criar regiões o que seja muito mutuamente excludentes a partir da ideia de o organizações regionais se precisar regiões a partir de organizações mas tem esse problema aqui De partida outra questão de
geografia você tem aquela ideia de que a gente realmente o Saara dividir a África você tem na África subsariana e África essa Ariana né ou norte da África mas não necessariamente o Sara vai bloquear algumas outras interações pelo contrário hoje a região do Saara Israel é um espaço de grande mobilização em Movimentação de grupos terroristas em isso tem integrado continente tanto subsaariano quanto do norte da África e Ações e mobilização anti-terrorista a mesma coisa né a floresta equatorial essa região aqui né Tanto do Golfo da Guiné que essa região do litoral quanto a região da
África Central é esse espaço que seria um espaço de dificuldade de estabelecimento das instruções a Island infraestrutura de projeção de força mas também de instruções desenvolvimento no estado acaba integrando as regiões pela fragilidade aqui ó projeta né EA Incapacidade dos Estados em fornecer em que eles vieram para fazer que é segurança desenvolvimento e inclusão para populações acabam fazendo e essas regiões acabamos no regiões de grande instabilidade é devido aos bloqueios geográficos e não o contrário elas integram por essas por esses desafios geográficos então se não tenha coerentemente como simplesmente dividir a África subsariana África do
Norte achar que está ok só porque tem uns a ar Ali não não quer dizer não existe África Subsaariana sem o trânsito do Saara sem a formação impérios fundamentais como império songhai império do Mali império de Benin império e não existe essa capacidade de pensarmos África sem esses fluxos migratórios tá mesmos fluxos migratórios do Norte das florestas equatoriais né da população do tronco linguístico banto né sudanesa e banto que migra ao sul da África a partir lá do século 5º depois De Cristo até o século 15 e 16 e essas comunidades vão se formando Então
como a gente vai dizer que romper com os fatos históricos né os movimentos históricos dizendo que o que divide a África é a geografia é o Saara ou as florestas equatoriais não dá não tem como porque as próprias populações africanas já mostraram que isso é talvez até um elemento de integração mais do que de desintegração nessa a gente for ver do conjunto dos povos nos Estados Daí é outra coisa que outra possibilidade a vamos analisar a África pelo que foi a divisão a Colonial assim mas aí a gente vai ter que dividir então aqui no
sul da África ela ficou astral aqueles que foram colonizados por Portugal aqueles que foram conduzidos para o Reino Unido aqueles que foram usados por pela né primeiramente pela Bélgica ou pela Alemanha né e depois pelo Reino Unido né ou aqui no caso pela Alemanha ruanda-urundi né e depois pela Bélgica e aqui mesmo na África ocidental vamos ter que dividir então quer dizer aquele que foram colonizados pela França e os que não foram então é ajuda a entender certas afinidades e identidades mas não é tudo momento que a gente vai organizar as três regiões não ajuda
a gente simplesmente cortar a facão como a gente né dessa forma a mesma coisa bom colônias e as colônias inglesas aqui no chifre da África um país que se Manteve Independente durante todo o período né foi o Perry a minha aí depois acabou se mantendo né durante a competição imperialista europeia como estado independente a Etiópia e outros que foram colonizados por Itália por por França por Reino Unido é com meu caso aqui no chifre da África Então não é fácil né mas também não é assim não é resolvido de uma maneira de curta a simplesmente
aqueles países que foram colonizados Portal antiga Metrópole deu assim a gente estuda a África é descomplicado de adotar esse tipo de respectivo bom aquilo que eu já falei né vegetação e dificuldades de entender a África apenas por por divisões geográficas próprias outra questão é a nossa nossa ideia muito simplista de que a África é uma coisa só né Eu costumo fazer várias palestras e escrever vários textos inicialmente para tentar desmistificar o ou desmitificar a nossa visão Preconceituosa na Não termos pejorativos mais preconceituosos do ponto de vista conceitual né a gente não tem conhecimento sobre a
diversidade continente africano a ponto de não entender que regiões da África que encheria aqui que seria própria de um deserto na realidade tem que tem pinguins uma região geladinho cima né com uma paisagem que poderia a replicar até mesmo o norte da Europa e outras regiões que nunca acharia que seria Propriamente da África não é África isso aqui fazendo Deserto do Atacama na América do Sul É e aqui uma praia uma praia na África do Sul tem a presença de né de pinguins como uma tá natural já deles né algumas décadas a gente vai passando
Zane naquele mangaram paisagem claramente né parecida com Alpes Suíços por então a velocidade constante é muito importante a gente entender é tanto uma diversidade da figurinha Rei Leão né que A gente costuma lembrar o macaquinho lá levantando o Simba que legal essa é a África não necessariamente África é um lugar de florestas equatoriais é um lugar de Savana muito parecido com o nosso errado aqui em por exemplo não é um lugar de desertos um lugar de zonas de grande altitude é um lugar de clima árido semear um lugar de clima é me Serra Serrano tal
qual aqui por exemplo né as regiões serranas e da Mata Atlântica Do Rio Grande do Sul que os Vinhedos por exemplo na África do Sul é então assim a gente vai com conhecer a África nessa diversidade E é isso que a gente tem que levar em consideração e não divide a África numa coisa só ou em coisas muito estáticas aqui os trocam os troncos linguísticos e a gente a pesquisa aplicar cheia de tribos e tinha diferente orando sim Com certeza de identidade de uma diversidade fantástica mas alguns troncos Linguísticos que que produzem proximidade né como
por exemplo Guarani é o tupi-guarani aqui na América do Sul em que você tem capacidade de compreensão mútua nas diferentes nos diferentes dialetos a mesma coisa acontece ou mesmo do latim né no sul da Europa na Europa e do Mediterrâneo uma pessoa que fala Catalão consegue entender um francês e um pneu espanhol mesmo tempo e o Italiano então não há diferença ter um grande neste tronco Linguístico Latino né que a gente não se comunique com meu caso até hoje na América Latina a gente comunica é compreendendo o Castelhano e e compreendendo um português né todo
nordeste como no sul do Brasil aqui na África também a gente tem troncos linguísticos que vão produzir proximidades linguísticas nessas né E nós como por exemplo essa região que permanecem com o tronco linguístico níger-congo a e permaneceu nessa região Né do ocidente do ocidente africano é do oeste africano é que permaneceu historicamente nessa região e uma zona em que o tronco níger-congo B que a gente chama aqui né vai migrar a partir do século 5º depois de Cristo e vai compor tudo uma região que já lava e tava né essa esse esse núcleo de linguístico
também formado por caçadores-coletores dos khoisan que também tem uma estrutura cultural e Linguística na ideacional muito própria E aí essas misturas vão acontecer claro umas vai assistir também uma certa linha o certo fio condutor entre em diferentes regiões essa diferentes etnias é a troncos ou etnias né derivadas do tronco linguístico Nilo saariano nilóticos também vão ter uma influência muito importante aqui o sua rir né o árabe sua Renda e penetra muito com influência é do religião muçulmana do islamismo EA presença do Comércio árabe nesta região oriental da África em norte da África Então se tornam
a língua falada por milhões de Africanos não é quase como uma grande língua integradora ou a visto árabes sua ele dá ficou oriental do norte da África e a gente tem condições de se compreender mutuamente muito com essa mistura com o eixo né do tronco linguístico no erótico E também o Afro-asiáticos n é essa presença né de cupom o arábica com aramaico por exemplo in com a influência muito grande do Árabe aqui sobretudo por causa da presença da no Islamismo como elemento integrador e unificador inclusive essas regiões estão isso é bem importante a gente mostrar
e inclusive né Você tem uma presença depois né no período colonização isso Naquele período pré-colonial né no período colonização a gente vai ter uma presença de diversas outras culturas né e linguagens idiomas que vão estar tá na África sobretudo pelo processo de colonização pela vinda de mão de obra né Recursos Humanos de outras regiões por exemplo Império britânico trouxe muitos chineses e indianos para o trabalho remunerado é mas precário né que o terno trabalho é [Música] totalmente pecado no continente africano inclusive esse trabalho precário no continente africano produziu um grande líder para Independência indiana né
que foi uma raça uma grande que trabalhava justamente nas regiões de grande produção mineral na África do Sul Então essa foto aqui por exemplo é da colonização indiana na África e no leste africano nós temos uma grande comunidade indiana uma grande comunidade chinesa Que não é devida apenas a esse momento disposição da China né uma grande comunidade árabe-muçulmana tem umas a gente chega em regiões em subúrbios e bairros e cidades Africanas a gente não tem de que a África porque a gente acha que a África vai ser é uma região que está lá nos filmes
né pobreza negros morte conflitos Então essa diversidade é muito importante a gente entender né tanto a formação após de ar e no norte e Leste africano o sul da África com esse Biotipo digamos mais tradicional do de Corsan o arábico né brancos na nilóticos bantu das suas diferenças suas diversidades indianos e essa diversidade de origens é claro que né é populações originárias do tronco bantu e do tronco do tronco do tronco E é claro que populações originárias do tronco níger-congo se tornaram Predominante em todo o continente mas no norte da África Você tem uma mistura
a miscigenação né com africanos que são afro-asiático são Berry e não são menos africano todos são africanos no sul da África você vai ter uma presença muito maior de populações que são originais esse tronco níger-congo e todos só fica tão África tem que ser compreendido nessa diversidade também é claro que a maioria né é uma maioria Fundada nesse nessa nesse etnia e tronco linguístico me dizer Congo e essa imagem que a gente veio da África mas não é apenas isso e todos que estão ali e que você sente africanos é decoração e de origem tem
que ser considerado e respeitado como africanos é a multipresente branco na África do Sul que não foram adeptos ao Apartheid é o que não forem brancos né na África D o que engorda e também só fica aí tô com a gente fazer africanos a imagem que nós Temos é negros sim a maioria mas não só em isso tem ficado Claro quando qualquer na lista vai estudar a África até para entender o tanto de africano que tem o Egito tanto de africano que tem Argélia o tanto de africano que tem uma óculos né E isto é
africano africano é importante como por mais mais importante como uma origem em uma ideia então a África também possuem uma religiões em regiões e religiões predominantes por exemplo o cristianismo Penetrou amplamente nessa zona do sul da África a medida em que a medida que as religiões tradicionais acabam por por serem absorvidas pelo sincretismo religioso ou mesmo se mantém é muito no interior desses países e rurais são regiões muito rurais vinculadas a terra a natureza é o contato com a família é o contato com os ancestrais aos locais que foram Fundadores daquelas comunidades esse nas religiões
tradicionais africanas e já o Islã eo cristianismo são refeitos religiões que se adaptou muito a urbanização ao comércio ao fluxo Sul nessa empreitada moderna justamente pelo ser humano tem isso então existe identidade povos muito muito mais distantes né então mas mesmo assim Apesar dessa dessa grande divisão que a gente faça a gente muito adversidade também dentro desse território a Composição do Judaísmo hinduísmo né das religiões endógenas também interior de vários países e assim por diante Então a gente tem por exemplo né em alguns países os canos uma parcela da população muçulmana muito grande dentro dessa
foto a gente vê o que que é África aqui a África era esse essa foto aqui debaixo né inferior aqui direita não sai daqui é uma foto tirada no interior da Bahia a gente que uma ideia então o que é religião tradicional africana às vezes Permanecem mais na diáspora como no Brasil do que em muitas localidades na África é o que seria tradicional daquele tronco níger-congo né Lembrando que ele não é o único originário do continente africano tem outras religiões o próprio é o uso que se faz das religiões islâmicas e muçulmanas também pode ser
tido como African né e ou muito seu tio piso dizer que o cristianismo surge né a origem do Cristianismo é no continente Africano mas assim a gente não tem essa imagem e aqui e muçulmanos rezando não parece seu continente fica mais é né essa imagem aqui sim eu não me engano é de nairóbi num templo muçulmano então é importante a gente ter essa noção das diversidades aqui por exemplo um templo hindu que eu pessoalmente tive oportunidade de tirar uma foto um Soweto na África do Sul a gente tem maior templo da Igreja Universal em tempo
cristão No continente africano então a África tradicional como a gente conhece no Brasil como em cima e não é precedente e uma tradição religiosa original que veio Sobretudo com uma vinda de imigrantes de escravos né Tem um trabalho forçado e que felizmente conseguiu permanecer pela luta essa população né para emagrecer vivo no Brasil às vezes está mais vivo no Brasil do que em algumas regiões na África na África ocidental felizmente pelo em algumas comunidades fortes consolidados como por exemplo de fechar Embu na Nigéria o in Benin é comunidade que Conseguiram manter as tradições de religiões
africanas mas no sul da África particularmente é muito difícil de encontrar no centros urbanos é daí vocês a gente vai assim para as montanhas regiões mais afastadas que tem natureza nas cidades Aí a gente vê grupos Fazendo algum tipo de liturgia e algum tipo de ferimento com até com uso de tambores né felizmente as a gente consegue encontrar em Mas já tem um sincretismo com o cristianismo assim como Houve aqui com no Brasil então é bem comum também o cristianismo ou sincretismo ocorrer o Então dentro dessa diversidade como é que a gente vai conseguir organizar
alguma coisa coerente para entender a África como regiões Minimamente divididas então o busão e Oliver vão sustentar a ideia de com e regionais de segurança cujas dinâmicas de segurança são tão próximas é a conflitos armados zonas de conflito entre Total ou intra-estatal em que esses estados estão sempre juntos ali estão participando como rivais ou como aliado que não tem como pensar nessas relações entre interestatais securitária sempre de um estado sem pensar no outro então eles têm um alto Nível de mútuo a securitização para quem conhecem estudo segurança nacional e que a gente não consegue desvincular
um estado com outro aqui a Lembra que eu falei que o Congo estaria dividido aqui as a proposta mas então pelo menos eles conseguem fazer alguma organização que seja minimamente possível né a partir de elementos e internacionais o integre essas regiões de maneira coerente Então as interações a partir de uma lógica securitária eu tenho muito Acreditar em relação ao que eles propõem aqui até porque análise mais empírica que eles fazem uma análise muito superficial é claramente de acadêmicos que não são especialistas em África não lembro estudos africanos não lenha autores africanos e e nem autores
especialistas nesse tempo então além de criticar este próprio modelo que eles colocam né análise Clínica deles eu também sugiro que não focamos apenas na análise securitário mas também elementos Econômicos políticos sociais então A ideia é justamente a gente ter uma organização deixa eu ver se consigo encontrar aqui uma organização da África que tenha no mínimo essas quatro regiões e esses estados em cinzas aqui estariam ainda em né em indefinição se eles estão pertencendo a as regiões qual região que ele está pertencem sim ele pertence a África do chifre do norte ou acidental não sabemos eu
não a bateria uma terra que devemos fazer não é é aí que ele tá Pertencendo muito embora também poderia me dizer aqui ó o professor aqui a república democrática do Congo Uganda não pertence a África austral Só que não dá para bater o martelo também tudo bem sempre passível de crítica construção coletiva mas eu já tenho mais condições de argumentar né em relação ao pertencimento desses dois estados África austral do que do chá da qualquer uma das regiões que o certo então é mais ou menos nesse ponto aqui estou organizando Aqui em quatro regiões da
África do Norte chifre da África África ocidental EA África austral tem alguns elementos que vão dizer porque que essas regiões se integram e alguns elementos são justamente vinculados né a principais dinâmicas desses estados é que são dinâmicas é que estão envolvidas na a formação desses status né porque que ele se integram porque os estados modernos como o teorias deveremos dizer que existem né ou nos dias que existem eles Não se constituíram tal qual o modelo teórico ocidental sugere aqui no continente africano que os estados Eles são muito fragmentados tem uma dificuldades console da frente a
forças regionais né sociais econômicas políticas e também elitius é políticas muito fortes que existem nessas regiões que que não lentamente querem ceder ao estado poder institucional Então essa essa integração dessas regiões da muito pela fragilidade dos Estados não Apresentado à sociedade sociedade é muito forte e integrada por vezes transpassando as fronteiras estatais e é mas os estados do ponto de vista empírico Eles são muito frágeis embora do ponto de vista jurídico né comum uma representação da ordem internacional de que são estados pessoas jurídicas formalmente registradas no cartório da ONU é isso obviamente não existe na
massa Eles garantem um acento nas Nações eles são reconhecidos internacionalmente Ou seja formalmente eles são estado mas na prática sem grandes dificuldades em grandes instabilidades tem grande como grandes conflitos e embora grande também tentativas de superação desses desafios por meio da Integração Regional por meio de políticas de cooperação etc etc então que seriam as nossas regiões a África ocidental né que se integra sobretudo por essa relação de anglófonos e o sangue ó fiz no caso aqui que foram Colonizados pelo Reino Unido pela Inglaterra e francófonos aqueles que foram colonizados pela França mas o período pós-guerra
fria justamente uma tentativa de interação e de resolução de alternativas de como viveu Entre esses estados uma greve mesma coisa só que não anglófonos e francófonos mas Sobretudo o estados que foram colonizados por Itália por França né e por outro país que vão no período pós-colonial né ou mesmo por Inglaterra No caso do Egito mas que vão ter até uma Independência mais cedo precoce e que no período pós-colonial vão estar muito envoltos é do desafio de construção do ar Abismo de uma integração com o mundo árabe mas que no pós-guerra Fria se voltam também para
a região Africana e se efetivamente né o chifre da África né também esses desafios de Formação estatal de um país eu nunca foi colonizado que é mais forte do que todos Os outros que sempre foi um império na região e que tem na sua Fronteira também um outro estado que foi colonizado durante um período específico de 822 efe o século final do século 19 que foi o Egito Então são duas dos grandes impérios ex-império Sally e que é claro o jeito não se situa no chifre mas a sombra do jeito que tá sempre presente na
Etiópia EA Etiópia é um estado que está sempre cercado por outros estados com muita influência Árabe e muçulmana Então como que a Tropa se constitui enquanto o estado ali outros estados que foram colonizados e Etiópia tenta se manter autônoma né então tem uma disputa fundamental nessa região dos a mente pela formação EA fragmentação desses outros pequenos estados ao redor da Etiópia que a possibilita até intuitos né ou posturas mais expansionista cê imperialistas da Etiópia naquela região e vice-versa estado que Eu estou um Pouco mais forte como Sudão Somália eventualmente a cada pelo histórico também vão
ter contra iniciativas mais imperialistas África Central uma região de difícil também consolidação é de fragmentação de tal forma região que foi explorada intensamente por um império que não percebi na África quer tipo de possibilidade de colonização mas simplesmente de extração colônias extrativas da Bélgica né ruanda-urundi especificamente e Congo e Depois né a sua integração EA sua relação com antigas colônias também pouco colonizado digamos assim por parte do Reino Unido como Uganda e Tanzânia é que não foram muito pouco usados como foi a África do Sul por cento Então são é um lugar que cujas instituições
né pós-colonial em de Estado Nacional por um implantados uma maneira muito um frasco muito superficial e as vínculos vínculos identitários os vínculos de relação entre elites não necessariamente Respeitam essa essa lógica de Estado Nacional e a gente tem que discutir e vamos discutir bastante sobre isso e na África austral a gente tem um sistema muito mais consolidado de feijão vamos lá durante o período de colonização britânica portuguesa Então já tem uma região com muitas relações ali com uma rede emprestar o muito significativa sempre no centro a África do Sul uma as depois quando alguns estados
foram independe zadas por meio de movimentos De libertação Nacional mais críticos é mais Autonomistas como Angola Moçambique Zimbabwe e África do Sul civil pressionar nessa região e se produziu em conflito armado e eu hoje infelizmente a transição de regime na África do Sul a gente tem uma zona muito mais cooperativa pelo útil assim né é isso se a gente for analisar então especificamente alguns ali o elemento que a gente poderia analisar daquele quadro anterior é sobre Lembrei naquele Quadro dos elementos de análise sistemas dos jornais eu falei de polaridade de ordem é falei de política
interna polarização esse aqui a gente poderia trazer uma análise sobre polaridade em regiões e sub-regiões aqui ó e vermelhinho chifre em laranjinha né a norte da África em azulzinho sul da África então um exemplo de análise mais quantitativa nas Quem são as potências regionais aqui Por ordem na ele poder o I5 que é o índice de de composto de poder Nacional capacidade de materiais é um exemplo só não tô dizendo que isso vai ser o centro da nossa analistas chutando aqui um exemplo de como analisar a polaridade por exemplo né E como que esses países
por exemplo especificamente na enchente Nigéria sua pele foram tão a construção do panafricanismo de uma ordem Regional mais integrada Regiões também variações nas regiões né e norte da África né com muito mais capacidade Econômica mas não necessariamente significa capacidade política né mas essa capacidade econômica está vinculada sobretudo a abundância de recursos de naturais né Aqui no sul da África economias muito mais forte como África do Sul na ficou incidental também economias mais fortes como Nigéria e Senegal por exemplo países já Consolidados com como minhas forças nem o chip da África é uma região muito instável
ainda né apenas um país animais estruturados como é o caso da Etiópia a ordem uma ordem africana é algo Fantástico riquíssimo Encantador de estudar né os movimentos que estão africanistas é como isso surgir como parte do processo de independência já no século 20 nesse Esse é o movimento para não ficar em seguida surge no século 19 decorrente da própria Colonização e das independências nas Américas eu tenho muita relação com a Independência Que ocorria nas Américas as diásporas percebendo isso e perceber no ao mesmo tempo a colonização da sua Pátria do seu continente mãe que a
África é a formação da Libéria comum uma pseudo colônia dos Estados Unidos como retorno de Africanos né afrodescendentes em diáspora africana nos Estados Unidos para a África tem muito a ver com isso não vamos Vamos retomar a África como a Nossa nosso continente mãe isso produziu um sentimento panafricanismo Transatlântico não só nada nome cânticos uma do Atlântico Norte e isso produz um movimento que depois as independências vai ser internalizado cada vez mais ao continente introduzir a ideia de solução africana para problemas africanos isso teve importância no período da Guerra e muito embora nesse período as
grandes potências tinham muito mais interferência ingerência Nas questões Continente Africano mas o período do pós-guerra fria depois de uma grande estava lá nos 90 anos 2000 a reorganização da organização da unidade africana como União africana Restitui as ainda é de um panafricanismo revigoradas seria né a ideia de África para os africanos a ideia de um de uma de uma nova política foram africanista nesse continente tão merecedor desse processo de autonomização então sempre ouvi essa Disputa na ordem regional entre macro nacionalismo que o plano africanista integração o micronacionalismo que seria o Estado Nacional EA soberania e
as relações pós-coloniais com as antigas metrópoles né Como produzir um certo modelo de ordem Regional que Garanta seus interesses serem respeitados a mazy conto mais esses interesses diversos forem respeitados menos é constitutiva e efetivo será ordem Regional Então esse é um Desafio que a gente vai discutir Também é a diferentes organizações regionais as diferentes comunidades regionais o desafio aqui já indo para o padrão cooperação conflito polarizações o desafio que desde a independência né mas sobretudo agora né Nos períodos de feriado Paulo Guerra Fria que a África passa de conflitos muito regionalizadas conflitos armados existentes com
rivalidades entre Estados e com muitos atores não estatais também participam das confusões vai ter aulas específicas Sobre isso é um desafio de integração até comercial e entra África tem for ver relações da África com fora com continente é de 80 e poucos por cento e trinta e sete porcento relações entre a África comerciais em treze por cento apenas então isso em todos os em todas as regiões o terceiro e o periféricas é muito grave né mas assim por exemplo a gente teve um aumento é recente de relações entre África e mundo na mundo para África
e África por um aumento da Globalização e da importância da África para como a economia para um e não proporcionalmente este aumento para a a importância da África entre sim né Então esse é um grande desafio como os africanos vão conseguir serem complementares serem na ter em processos de complementaridade Econômica ser um processo de integração de maneira mais autônoma que não exija a participação de atores externos e aqui chegamos os atores externos penetração Essa Regional qual é o papel da África na política Global faz foram Quais são os interesses estratégicos das grandes potências naquela região
eu isso a gente tem que discutir tem que analisar né a política dos Estados Unidos é o combate ao terrorismo França como a ideia a aplicar ocidental e norte da África quase comuns ao do seu do seu espaço tá até Gico a Inglaterra ao mesmo tempo vendo essas comunidades como comunidades é importante para o seu Sustentáculo econômico identitária no sistema internacional com a como el Alemanha né tendo Talvez uma tentativa Alternativa de resolução de conflitos de reconstrução estatal mas muito tímida frente aos Desafios que Europa do leste europeu no pós-guerra fria é apresentam para Alemanha
então é Um Desafio muito grande e que se situa entre né um interesse Muito Sutil das grandes potências na África ou Seja comparativamente a África com outras regiões as grandes potências não se importam tanto eu não tenho uma intervenção direta como existiu no Afeganistão ou no Iraque nos Estados Unidos na África ele até uma tentativa ali na Somália com um grupo de operações especiais com as que produzi é justamente o oposto tem até daqui me fazendo de não ir para lá então assim ação é sempre terceirizado uma ação muito por proxies né enquanto que em
Outras regiões existe uma ação direta né dessas grandes potências em outras regiões então a África é menos importante para as doenças Potência em relação a outras regiões talvez por Brasil seja mais importante né em relação à as outras regiões Mas por outro lado o grande poder é frente assimetria de poder entre os africanos países africanos as grandes potências faz com que qualquer ação dessas grandes potências no continente africano Sejam ações muito impacta E aí você pega para esquecer um pouco mais interesse uma França né que tem ações diretas né de presença militar aí sem África
para a França pode-se dizer que é prioridade né então é uma exceção daquilo que eu falei mas ela fica para a França ou a prioridade qualquer ação a França na África vai ser muito impactante pela discrepância de poder né capacidade de projeção dos clientes potência então eu também levante a gente avaliar Entretanto também tem potências regionais muito importantes no continente africano que levanta que vão ter Impacto para a integração Regional para perguntar confrontar com as grandes potências eu não sei lá vamos negociar Tragam para mesa não é também sumam daqui Tragam para mesmo negociação a
gente precisa de reforço a gente precisa mais vai ser usado do nosso modo na nossa forma uma dessas potências regionais né a Líbia antes da Intervenção de 2011 Inclusive propunha a construção de uma moeda fica num Fundo de Investimento milionário continente Africano que mudaria talvez a estrutura econômica do continente e às vezes não é visto com bons olhos pelas potências ocidentais porque mais autonomia para as regiões em que há conflito em que a disputa de interesses significa menos presença em - garantia de interesses assegurados pelas grandes potências então E é claro que isso também é
um dos Motivos que envolvem né a intervenção externa na Líbia e o assassinato a sangue-frio de uma liderança política como uma marca daf né então isso não se fala muito né fala muito da Ucrânia e da Rússia invadindo o que é problemático extremamente terrível não é um tipo de invasão dessas a revenido direito internacional e da Autonomia daqueles povos lá inclusive para discutir o que vamos fazer né então uma intervenção armada é Sempre a última das opções e não né Tem defendida acho que for ninguém que tenha a sensatez agora é o que é feito
pelo ocidente o que foi feito pela otan no caso da Líbia foi um crime é frente a um país que eram maior IDH maior desenvolvimento humano do continente que tinha algum tipo pelo menos estabilidade tinha um ditador pode-se dizer que sim mas você vai dizer que o durante o shampoo também não tem aspectos ditatoriais então sim é quem vai Determinar o que vai acontecer no o segundo a maior parte das regras do direito internacional são os próprios nacionais é o que que vai justificar uma intervenção externa né Não Nada justifica não ser a vitória de
interesse de grandes potências então isso aqui é um outro ponto que a gente vai tratar na com seguinte eu estou me estendendo bastante e eu queria fazer por fim algumas poder ações metodológicas né mesmo com o risco de Fazer a sala ficar muito longa o ponto positivo é que essas ponderações metodológicas vamos trazer um pouco de estilo de vida para estudar a África de maneira é mais complexa e lidando com questões vinculadas à complexidade e particularidade né da história e do momento contemporânea que a África vive né nos diz valendo de alguns mitos simplificadores e
de metodologias muito duras que não permite o item a gente absorveu uma riqueza da história e da Experiência né das áfricas como a o mundo mostra né Por exemplo a gente tem na história oral né a capacidade de aprender um pouco da tradição oral né de sociedades africanas que eventualmente não desenvolveram não necessariamente pelo uma incapacidade mas por escolha de uma estrutura social que atribuem valor a interação ao sentimento a manifestação artística de tradições orais né que vão contar a história dos ancestrais a riqueza das sociedades vão contar a História desses povos e que muitas
vezes a gente não consegue observava com um métodos muito rígidos Então esse exemplo da tradição moral é o exemplo que a gente tem que levar para o estudo também da África contemporânea é porque África contemporânea é feita de sentimentos ela também é feita ela não é feita só de processos quantitativos materiais ela também é feito ideias de valores né de vontade de construção também de algo Diferente naquele continente eu tô sentindo levar isso acabo a gente vai ter um estudo frio morto sobre o continente Africano e não é isso que a gente quer porque a
África ela não é apenas um espaço geográfico ela é uma ideia é essa ideia tem vida por si só EA gente também no texto a ideia de vida então como estudar processo na África essas ponderações nas lojas vamos levar a tentar perceber que não existe a África central de finalidade não temos Como entender uma perspectiva securitária só contando tanques de guerra não temos como entender uma visão sociológica de identidade sem observar fatores político-econômicos e da violência e vice-versa todos esses elementos ele tem que ser combinados e observados mobilizando e combinando Fontes né para reduzir inclusive
certezas históricas porque essas coisas não estão escritas e quem escreveu O geralmente a partir do século 19 foram os europeus os antropólogos sociólogos geógrafos exploradores espoliadores o sentido estrito da palavra mesmo se inscrevam explorar científicamente continente vão vou fazer expedições para exploração eles que observarão e não necessariamente a sua observação será uma observação que transmite a ideia é que foi vista pelos olhos nos mas não extremamente apenas a visão poderia compreender a ideia aquilo que Realmente está ali constatado por exemplo crvg né antigamente um fotógrafo brasileiro que se torna antropólogo quando vai é só observar
comunidades africanas da Costa da Guiné em Benin né e no processo se inicia numa religião tradicional EA partir da sua iniciação começa a relatar a sua observação como um africanismo que se torna então africanista ele não ele não é de partida ele se torna africanos a gente se Constitui em conta porque a lista estudando em vivendo a África e as infelicidades da África essa ideia da autenticidade da gente compreender dinâmicas do interior a partir do Polo africano dentro do possível se for possível ser que difícil do ponto de vista do financiamento de pesquisa mas quando
é possível a presença física né nos locais no em países africanos em comunidades africanas para tentar entender a Visualmente não apenas mas e mentalmente olfativamente né de forma de forma a cumprir a complexidade nossos sentidos absorver esse esse continente Há muitas vezes compreendendo também que o que a gente lê sobre a África não é o que realmente está lá a gente lê sobre a África algo que alguém por algum propósito teve que traduzir ou traduzir de uma maneira que não necessariamente é aquilo que que Representa uma realidade local Então a gente tem que atrás de
textos um pouco mais adequados textos que tenha origem em uma área acadêmica muitos textos mais de perfil ideológico Como lidar com a África ou com uma exaltação exacerbada ou com uma depreciação exacerbado eu vamos ter sua cadernos aqueles que passaram por o processo de crivo sobretudo por quem teve experiência no continente africano né O que tem uma Visão mais crítica mas é problematizado e complexa sobre essas sociedades por exemplo a gente tem que entender que algumas coisas que estão vistas pelo acidente na tradição escrita não necessariamente representa o história africana justamente por causa da tradição
oral a tradição oral se ela não é traduzida na leitura escrita e a gente não vai atrás a gente simplesmente esquece noventa porcento da história africana ou da realidade africana a não Existem comunidades tradicionais mais nada não pera aí não existem sobretudo nas zonas Urbanas em alguns algumas regiões africanas mas a riqueza da tradição oral permanece é o mesmo a não existem pessoas mais com o nome tradicional e tal e Urupá e da Nigéria é bom porque porque não processo de capitalização ou de cristianização da população ou de islamização da população mais para o norte
adotaram nomes né ou acidentais ou Árabes e o processo tradicional as contribuições tradicionais as visões tradicionais foram cinco escondendo na formalidade Mas isso não quer dizer que elas não existam que eles não estejam ali em que elas não estejam presentes por exemplo uso de tambores e dos Cânticos tradicionais em ritos evangélicos das religiões neopentecostais na África aqui no Brasil parece hoje o heresia total né os objetos vão matar os seus próprios ou Vão atacar os seus próprios membros não África aquilo ali é uma parte de um sincretismo que faz com que aquilo que não está
escrito É mas que é uma tradição é profunda daqueles povos permaneça vivo a as contribuições também positivas da África para desenvolvimento da humanidade O que que a África produziam de 2015 para nossa humanidade porque junto no Brasil em primeiro lugar né a riqueza linguística riqueza cultural riqueza política da filosofia Política filosofia política de cooperação e solidariedade uma filosofia política de identidade que problematiza também conceitos muito formais de bem eo mal essa noção de brasileiro informal a gente ver com um grande pessimismo É com grande crítica por parte de uma visão ocidentalizada de filosofia né que
que tem uma uma uma perspectiva meio porta única assim né de milenarismo o bem contra o mal a o Esclarecido é o iluminado e aí influenciadas pelo iluminismo iluminado contra um não é iluminado contra o ignorante hein a tricana não existe essa contradição que a gente estipula que foi basicamente né É sustentáculo do própria colonização essa tradição colonialista na Perspectiva filosófica filosófica africana não existe tanto esse elemento de dualidade de um presente parecer paradoxal no cristianismo é porque o Princípio seria a a unidade mas essa dualidade tá sem presente ir na Perspectiva africana O que
é bom ou é ruim o que é o causa que a ordem parece muito mais útil muito mais fluido então meu tempo tá dando uma aula você para e começa a cantar né e começa a tocar um tambor você começa a mostrar que a arte faz parte de todos os processos ao mesmo tempo que você tá uma conversa né a música a dança faz parte da manifestação artística Ah mas isso é fora de ordem é Fora de uma ordem né é uma ordem cartesiana podemos dizer assim Mas isso não é porque talvez uma filosofia a
menos rígida é parte da ordem né o caos EA reorganização a reconstrução EA reorganização é parte de uma ordem então a informalidade a formalidade também pode ser algo a contribuir ah e não como elemento negativo mas como elemento de valorização daquilo que somos e não somente daquilo que devemos ser aquilo Que Unity crítica né de seres humanos com cabeças gigantescas imensa somos só razão e não sentimento Então como essas populações africanas povos que não são esses povos ocidentalizados até a América pré-colombiana arte pré-colombiana porque não é uma visão um pouco mais humana é mais sentimental
do que o mundo realmente quer e essa noção de África total né que não pensa apenas uma África Subsaariana ou uma África do Norte ou seja isso pode Até ser feito né uma diferença de distribuição para análise mas que não por si só partida acha que existe uma divisão entre essas duas áfricas né o rompimento com uma história ou uma narrativa excessivamente fatual ou seja existem elementos não registrados né que uma entrevista pode buscar a entender que estudo sobre mitos sobre Mitos travestidos em em dança e música em arte pode nos levar a compreender certos
conceitos certos ideais certas visões Filosóficas até que vão resultar em política externa em ideologia política e que a gente não consegue entender que não tá escrito ali é porque eles não tem festa aqui ou isso aqui é o comunismo o cara é bem assim tenta entender realmente sim modelo comunista soviético realmente existiu na África em si não existem elementos próprios do continente africano assim como 15 ver viu na unita ou melhor no ML a não é familiar é um Mero instrumento da disputa entre as grandes potências a gente às vezes olha para a África e
não vê a sua autenticidade aquilo ali é parte do liberalismo neoliberalismo ou o Marxismo ou maoísta e não percebe a os elementos autóctones daquela visão daquela corrente então é claro que isso tem que ser visto também como ver as críticas sem sobrevalorizar uma coisa procissão a africano é linda não tem problemas tem Desafio sem conflitos sem opções políticas que vão levar a e estabilidades não é a conflitos a adorar sofrimento é mas debatem isso como algo que é próprio da África como uma mistura do que o mundo já trouxe para a África é Nossa responsabilidade
é compreender a complexidade desses desafios sem dar de partida Total agência para os povos africanos assim como a gente não dá Total agência para qualquer um dos povos né sempre a estrutura vai também Influenciar qualquer decisão os agentes mas também não eliminar a possibilidade de agência e de valores próprios de ideias próprias instituições próprias E essas ideias vão estar presentes nas a civilizações nas inscrições nas estruturas né em grandes visões na África que não são só datas específicas no estudo da História fetichista Assim digamos assim datas ecologistas mas em grandes processos que Aconteceram nesse e
para linda aquilo que a gente estuda ou não estuda na nossa formação de Ciências Sociais humanas e tradicional aqui no Brasil como estudar processos na área tá alguns comprimentos tem que ser feitos e aqui eu trago né ah não me Shazam né o Patrick Cabral vários autores que lidam com estudos africanos né o mesmo né o Joseph ki-zerbo que traz ali né já naquele livro aquele compilado incrível magnífico da Unesco na da história geral Da África alguns métodos estudos africanos a importância da do uso da história oral frasco investigar a tradição oral não são a
mesma coisa antigamente e aqui também rompendo com a ideia de que houve uma homogeneidade na independência de que tudo foi igual a independência 1960 todo mundo foi defendeu a já aconteceu não tem uma multiplicidade processo uma multiplicidade de trás diretor as tendências políticas né de consequências De tipos de movimentos de uso ou não uso de violência né a ideia de que Independência já tá de criança gente países ação independente ponto não existe uma uma dificuldade enorme de relações no sistema internacional mas que também tem alguns dos elementos que privilegiam essas relações né como esse direito
internacional formalista que diz que eles são estados com final e aí isso não dá nenhum incentivo para se constituir enquanto é um estado como Verdadeiras capacidades outras visões muito absolutismo né pobreza absoluta na rápida só conflito é só causa ou pelo contrário não é uma África que tá se renovando e que está renascendo o ponto né o renascimento aplicando como se fosse assim é algo uma panacéia né e por outro é né uma ideia de 15 de falta de mobilização social de que é para usar ela África não dá certo porque a população deixa a
população assenta A Dominação coisas que me surgem Né no senso comum que a gente ouve e diz que outra e nas nossas reuniões familiares por aí né ou em nossos grupos de WhatsApp quando a África surge como tema né conflito de apenas uma espécie aos Confins africanos ou tudo certinho as pessoas se matando lá as gatinhas não conseguem conviver umas com as outras da onde elas não tem mais a origem linguística ela não tem similaridades fantásticas Nem interessantíssimas que a gente pode Estudar então não existiriam grandes impérios e reinos africanos multiétnicos antes da colonização e
eu quer dizer que tinha não não vive entre entre si não coexiste como é que o estado francês que tem bretões que tem Francos que tem normandos todos juntos ali conseguiu viver é claro que se matavam sim durante muitos períodos mas constituíram e não deixaram ser grupos étnicos e linguísticos então quer dizer e tem uma solução aqui Em vários países africanos a solução já foi dada então simplificar é uma forma de emburrecer nós não apenas assim mesmo quanto aos outros que estão ouvindo as besteiras que a gente fala regimes homogêneos e autoritárias os regimes são
todos iguais são todo mundo regime absolutista Ban digitador né também outra coisa comumente que a gente ouve como muito ou vida né em aos nos botecos da vida é estados beirando o fracasso é verão ao fracasso a os estados eles Estão fracassando e. os estados que estão muito bem estão consolidados estão ajudando os seus vizinhos inclusive ir né e outras estão persistindo e dificilmente bom vamos para caçar no sistema internacional que dá ganhos positivos Recompensas positivas a permanência do estado do jeito que ele é bem formalzinho assim que não faça nada de muito efetivo e
que Garanta que o sistema internacional funcione com Estados bem fracos na periferia e grande potência no centro então é bem difícil Deixar de existir os estados a não ser que possa existir novos estados ainda mais fracos Como foi o caso do Sudão que se dividiu entre Sudão do Norte Sudão do Sul para fazer lá no segundo um estudo ainda mais fraco daí ainda justifica mais intervenção e mais 10 como essa que esses estados são eternamente dependentes dentro da gente nada sistema internacional da gente uma ousadia né Falar isso que o Brasil não não consegue resolver
seus próprios problemas e saldos problemas dos africanos tá É sim aqui traduzido né problemas e experiências comuns portanto não devem obscurecer o fato que não há uma mas muitas áfricas a conectar a continuidade de heranças separadas junto com experiências e padrões diferentes de mudança Tem trabalhado para diferenciar estados africanos uns dos outros Diferentes experiências e padrões de mudança e heranças vão influenciar estados africanos um dos outros cabe a nós e atrás dessas diferenças compreender quais são essas diferenças quais são essas heranças essas regras não estão escritas são os livros é muito pouco delas está escrito
nos livros sempre foram aqui no Brasil muitos poucos muito poucos livros né pouquíssimos livros conseguem trazer a complexidade da história da África Felizmente a gente tem alguns centros de pesquisa como cebrafrica né que produz aqui na Universidade Federal e importantes obras de história da África Professor Dário Ribeiro para São Paulo Vicentini professora Ana Lúcia Dani limite que trazem uma complexidade da África né o Centro de Estudos africanos da USP outros centros que vão complexificar e conseguimos trazer a complexidade dessa história mas é muito pouco é geralmente Esses trabalhos eles vão trazer em linhas Gerais como
que a gente vai aprofundados as experiências Depende de pesquisa e não só a pesquisa de novos textos de texto que são feitos lá e país africano sou o países centrais que tem recursos para fazer esse tipo de pesquisa mas também com pesquisa de campo e entrevistas com experiência prática por isso que assim que a gente vai conseguir absorver essas experiências essas heranças e um Processo de construção do Estado sociedade sem perspectiva Regional comparada vai nos ajudar a comparar a ter um mínimo de categoria de comparação tanto em perspectiva histórica né é como uma noção de
que estado são importantes como um elemento das relações internacionais não que eles sejam defendidos por nós mas eles foram marcadores de momentos né tanto o momento estado colonial o momento das Independências E essas marcações produziram incentivos nos símbolos mas também positivos a esses atores políticos agirem da forma como age nos dias atuais e as regiões mostra um pouco desse processo internacional a gente daqui também frases construir algumas ideias de teorias de generalista sobre como que as relações internacionais funcionam é modelos de democracia e paz democrática né resolução de conflitos é a formação Estados e tal
tem outras visões sobre como tudo isso ocorreu na África experiência na África foi particular ela pode ser comparada com outras experiências Mas a gente não pode me excluir de comparar e de observar o quê que foi experiência africana em o distrito né na sua própria experiência né a relação entre Guerra e Paz a relação é política os predicados principais né que vão informar política internacional da África a segurança nos No continente africano E aí por e assim por diante né África como um sujeito África como produtora em flocos de teorias de relações internacionais de teorias
sociais também tenham muitas iniciativas hoje de produção teórica para entender de maneira autóctone como o continente Africano funciona especificamente a quem as relações internacionais é isso gente aqui tem uma uma imagem né que mostra um pouco dessa dessas raízes ancestrais Ancestrais que envolvem Passado Presente Futuro é como a África ela é não só a origem da não é como um todo é biologicamente falando mas ela também guarda raízes às vezes ocultas né da sua própria história e cabe a nossa é movimentar a forma de alcançar suas raízes né com as vezes ao movimento de acesso
às raízes é por meio da arte por meio da experiência mais do que da leitura a leitura é fundamental mas a experiência Com a história e com este legado ficando essa herança africana no Brasil mas também nos países africanos atuais é fundamental então a gente traz aqui essa ideia de que não existe estudo africanos não existem experiências inocente o contato infelizmente a gente tem poucos recursos mas a gente pode pegar muito do que o Brasil já tem que influência Africana e trazer para o nosso dia a dia para Tentar entender África a é uma África
a Dimensional e impossível integral impossível de ser descoladas de experiências culturais e experiências artísticas de experiências linguísticas então um tentar Trazer isso também para o sul das relações internacionais deixar de ser que neste mundo formalista e eles humano mais humano é para um estudo mais íntegro mas o orgânico daquilo que a gente está observando nesse caso de um continente que constituem o Brasil assim Como outras influências que temos aqui esse é o continente talvez mais importante para a formação que nós somos hoje então é isso se você gostou desse conteúdo eu não vou pedir like
eu vou pedir que você comente né diz aí o que que tu achou que você gostaria que a gente tratasse mais o tipo uns corda O que concorda né e acesso a outros conteúdos aqui do canal Vou colocar aqui também como Card aqui em cima e eu acho que também como vídeos aqui no final Sugestões né de vídeos no final uma coleção que é difícil acesso ao forno coleção produzida pela Fundação Palmares e também com apoio do ministério da cultura que foi um documentário Mãe tô comentário específico né que quem vai trazer né o debate
sobre tradições orais EA tradição oral é na África no Brasil e como isso se Manteve presente a gente não tem acesso mais eu não sei se é uma biblioteca de você que está assistindo Aí de vocês tem tem esse material macio um material bem difícil né Desse encontrado eu vou colocar aí fez o upload no canal que a gente organiza também quer I am a galo que envolve essa ideia de em filosofia Mitologia e arte africana lá gente fez até upload e vocês podem acessar aqui também pelos livros que eu vou colocar tá bom turma
Valeu desculpe um vídeo gigantesco não tem como contar um pouco sobre a história africana e metodologia de Susan África Sem vivenciar um a vivência e leva tempo e cabe a gente também valorizar as coisas importantes que o tempo nos traz né a gente dá valor para tanta coisa dizem importante para o nosso tempo então talvez coisas mais importantes que não demore mais tempo mesmo E demora em momento e reflexão para gente ir conseguir amadurecer Tá bom até o próximo vídeo que com a gente se gostar Ah até mais Um abraço e [Música] E aí