a nossa próxima palestra tem como tema as medidas tradicionais complementares e integrativas em saúde como estratégia de atenção integral do sistema público de saúde teremos a oportunidade de ouvir o Senor Rafael dalba consultor Nacional de serviços e sistemas de saúde da opas OMS bom novamente eu gostaria de agradecer esse convite ficar nessa posição de estruturar uma fala perante esse movimento tão forte do centrooeste perante essa revolução do Cuidado É uma honra eu vou como eu tinha prometido Ontem nós estamos seguindo uma uma estruturação de compor eu venho aqui apresentar o que significa uma estrutura que
é o conceito da da OMS da Organização Mundial de Saúde que é o nosso mandato pela organização Panamericana de saúde que são as medicinas tradicionais complementares integrativas e que o Brasil a gente tem se orgulho tão grande de ter tomado essa pauta construído uma política nacional que é de referência pro mundo bom o que seriam essas medicinas tradicionais complementares integrativas elas vão ser um amplo conjunto de práticas de atenção à saúde baseado em teorias e experiências de diferentes culturas utilizadas para promoção da Saúde prevenção e Recuperação termo em si a nossa querida Mad Teresinha luz
que embasou e construiu o conceito de racionalidades médicas que ajudou a construção da política nacional de práticas integrativas ela como da vertente filosófica e sociológica ela fala que o conceito importa então o que que vai significar por exemplo a estrutura tradicional a a medicina tradicional tem uma longa história uma ancestralidade uma tradição ela vai ser a soma de conhecimento capacidades e práticas baseadas em teorias crenças e experiências de diferentes culturas e vão ser explicáveis pelos métodos científicos atuais ou não utilizadas para manter a saúde e prevenir diagnosticar melhorar ou tratar doenças físicas e mentais esse
conceito ele nos gera às vezes um confundimento porque uma das grandes medicinas que são tradicionais como a Ayurveda que foi que tem uma base é muito forte uma ancestralidade na Índia ela vai ser tradicional na Índia assim como a medicina tradicional chinesa ela vai ser tradicional na China aqui no Brasil a gente assume uma estrutura que ela é complementar integrativa então o que que vem estruturar aqui no Brasil o que que seria o tradicional nosso nós temos as medicinas indígenas a gente tem as medicinas dos povos de matriz africana nós temos os saberes populares de
saúde nós temos todo esse conhecimento das plantas medicinais e fitoterápicos então o Brasil também tem uma forte e estruturante medicina tradicional que nos para dentro do sistema de saúde é um se apresenta como um grande desafio pra gente estar ofertando esses cuidados a partir de um reconhecimento e de uma estruturação para uma Equidade nesse processo de reconhecimento dessas práticas de saúde seguindo o outro termo nós temos a estrutura complementar que é justamente H um termo antigo que nós utilizávamos que era a estrutura da medicina alternativa eh caiu em desuso por quê alternativo significa o quê
ou este ou este né então não não utilizaremos mais essa estrutura alternativa nós vamos sempre caminhar por uma composição dessa estrutura das medicinas ressaltando o o caráter não só complementar mas integrativo delas e elas vão fazer parte desse arsenal de cuidados que vai ser ofertado pela estrutura eh dos serviços de saúde a o movimento integrativo eu acho importante importante a gente destacar ele é muito mais um movimento de integração do que um conjunto de práticas somente a reflexão válida paraa estruturação integrativa quando a gente tá no estado como Mato Grosso do Sul com uma forte
população indígena significa que a integralidade e essa estrutura de integrativa ela tem que partir de um movimento muito qualificado com respeito à tradicionalidade o movimento de ética e de estruturação e fortalecimento desses saberes para que depois num segundo momento essas populações decidam o que integrar a esse a a esse modelo convencional de saúde isso é um reconhecimento importante pra gente impedir que ocorram esses movimentos de colonialista do conhecimento das medicinas indígenas das medicinas tradicionais e que elas percam a sua origem estruturante e percam toda essa capacidade que elas têm em qualificar a população desses povos
então seguindo uma estruturação do do quão importante elas são numa linha do tempo eh é uma linha do tempo política porque Se nós formos ver pela arqueologia e pela história as práticas por exemplo da a medicina Sida a a medicina Air Veda a medicina chinesa elas são datadas de milhares de anos atrás Se nós formos para os registros arqueológicos da da América do Sul por exemplo os povos indígenas já estão aqui há mais de 14.000 anos então com práticas de saúde com conhecimento do território da floresta da da natureza que são riquíssimos muito riquíssimos e
não devem cair numa estrutura de não serem reconhecidas como práticas de cuidado o que a gente tem como estrutura política que a partir de 1978 na uma em alma ata que era era a antiga capital do Cazaquistão teve um grande encontro para se discutir a saúde do mundo principalmente dentro da estrutura da saúde primária uma saúde para todos e dentro dos postulados desse encontro se colocou se a gente quer uma saúde pro ano 2000 né Eh de qualidade precisamos incorporar e entender mais das medicinas tradicionais nesse escopo da da composição do modelo de cuidado que
a gente tem que ofertar desde então a a estrutura da da Europa foi entendendo essas medicinas tradicionais e vendo o seu valor incorporando nos seus sistemas de saúde desde sempre a China sabia o papel da medicina tradicional dentro da atenção primária e ditou loco no caso que o Brasil também copia hoje como uma estrutura onde a atenção primária Ela é muito forte Ela ela é uma gigante dentro dessa estrutura dentro do SUS orbitando esse nível primário de atenção nós vamos ter os Estados Unidos também que vai desenvolver e vai incorporar essas práticas e hoje a
gente tem uma das entidades que cuida dos veteranos de guerra à Não só ofertando e investindo uma das maiores quantidades de recurso nessas práticas principalmente paraos para esses veteranos que eles voltam de guerra eh com sequelas muito graves principalmente de saúde mental com estress pós-traumático onde a medicina convencional já não tem mais o que ofertar e nessa estrutura ah essas medicinas tradicionais e medicinas eh que vem estruturando Uma nova oportunidade de cuidado deles eles estão apresentando resultados incríveis incríveis e recuperando pessoas que estavam desprovidas desse seu sentido humano nós vamos ter em 2002 uma estruturação
da primeira est estratégia Global da medicina tradicional que foi um dos primeiros Marcos um pouco tímido mas se apresentou como movimento Inicial pra gente organizar esse movimento Global das medicinas tradicionais e em 2003 nós tivemos na 56ª Assembleia Mundial de Saúde um Marco muito importante a Organização Mundial da Saúde ela declara e ela faz a a referência e a recomendação que que as medicinas tradicionais complementares integrativas devem compor todos os sistemas de saúde do mundo então quando vem essas dúvidas por exemplo se as pics são válidas e não a gente tem que ver por exemplo
que quando ã nós vivemos uma crise de saúde pública tão grande como foi a covid a recomendação de vacinação salvou milhares de vidas e esse tipo de recomendação de incorporar as medicinas tradicionais complementares em seguida no sistema de saúde ela vem na mesma estrutura de salvar vidas então o o nível de dúvida fica muito mais pelo desconhecimento do que pela pela pelos limites que as medicinas TM de responder alguns questionamentos científicos nós vamos ter em 2005 uma estruturação de informação muito importante para falar como é que se deu essa evolução a cochren que vai ser
um movimento científico muito importante para estruturar a metanálises científicas começa a se debruçar e e tentar entender através da da lente científica Como estão funcionando esses estudos e quais ofertas estão começando a catalogar protocolos e em 2014 nós lançamos um importante movimento que vai ser o a estratégia global de medicina tradicional complementar integrativa que vai ser agora prorrogado até 235 temos um uma caminhada longa para desenvolver esse esses resultados e com certeza a gestão de cada um de vocês vai fazer parte no fortalecimento desse relatório nós vamos ter então algumas no âmbito das Américas importante
falar da de uma estrutura de uma potente ag agenda da opas junto com a biblioteca regional de saúde que estrutura a a rede de medicinas tradicionais complementares integrativas das Américas que reúne os países da América para discutir a implementação desses dessas importantes práticas nós vamos ter o Global report que ele vai ter a informação são mais atualizada de como se encontram as medicinas tradicionais no mundo como importante definição de uma estratégia de implementação que a gente segue hoje fortalecendo nos países e no e como citado aqui o em 2022 a a Índia ela toma a
liderança Global criando o centro de medicina tradicional com uma com uma um grande investimento propondo uma estruturação muito importante de eixos de trabalho que vão des da formatação da evidência A análise de dados sustentabilidade e Equidade e inovação em tecnologia para dentro das medicinas tradicionais então o que que esse plano esse essa estruturação do plano das mtci ele busca ele vai provocar que os países desenvolvam uma base de conhecimento paraa gestão das políticas nacionais reforçar qualidade segurança e uso adequado e eficaz tanto dos eh equipamentos da dos insumos aqui a gente tem a Anvisa que
faz isso muito bem mas também regulamentar a formação que é muito cara pra gente e na Perspectiva da cobertura Universal potencializar e o que a gente vê hoje como plano no Brasil é que utilizar as essas práticas para aumentar o acesso e qualidade pro Sistema Único de Saúde isso é muito caro numa política nacional nós vamos ter agendas sinérgicas como os próprios objetivos de desenvolvimento sustentável nós vamos ter a inovadora estratégia de cooperação do país da opas com o ministério da saúde que é um dos primeiros documentos onde onde a linha a as práticas integrativas
dentro de um planejamento estratégico para desenvolvimento nas Américas nós vamos ter também a a estratégia de cobertura Universal onde as práticas contribuem muito e a estratégia e plano de ação sobre etnicidade em saúde que vai dar conta muito e vai nos ajudar a desenvolver a estrutura das medicinas tradicionais então recentemente o Ministério da Saúde e a opa tiveram a honra de participar na Índia na ã participando da declaração de Guajará onde os pilares da ação desse centro de medicina tradicional eles estruturaram a linhas muito importantes paraa qualificação dessas práticas em todo o mundo um delas
é a saúde e bem-estar das pessoas do planeta é a liderança Global em saúde nas medicinas tradicionais complementares integrativas pesquisas e Evidências cobertura universal de saúde na atenção primária e sistemas de saúde dados e sistemas de informação na rotina a gente discou discutimos isso muito ontem eh uso de inteligência artificial para estruturar uma uma uma estrutura e ferramentas que nos ajudem a a a maximizar o tempo com o usuário cuidando dele do que preencher essa estrutura do do do prontuário dialogar muito com a biodiversidade com sustentabilidade o nosso sistema de produção e consumo não sustenta
mais a vida no planeta vimos as tragédias e como o modelo de saúde pode estar ligado toda essa estrutura Nossa de produção essa riqueza da bi sócio biodiversidade do Brasil Olha as plantas medicinais que a gente pode eh junto com agricultura familiar promover um uso saudável racional inteligente da terra produzir renda dignidade paraa nossa população a gente pode estar dialogando isso com a saúde e com certeza isso junto com a estrutura de reconhecer os povos indígenas e sua cultura reconhecer os direitos humanos na Equidade e na ética Então nós vamos ter essa maioria desses países
em suma desses slides para mim não ã não passar muito o tempo significa que essa agenda a partir do da do encontro na Índia mais de 90% dos países declaram que fazem uso delas repito é uma agenda pública que necessita ser tratada como pauta de prioridade em todos os países do mundo e o SUS não é diferente nós temos uma necessidade de transformação do cuidado porque não há sistema de saúde no mundo que não contra uma dificuldade que não está passando por uma crise seja ela Econômica ou pela estrutura a nova estrutura da das mudanças
demográficas e das do nova configuração das doenças que se apresentam na sociedade principalmente saúde mental então é um investimento onde as práticas TM um custo baixo mas não significa que elas são gratuitas elas são elas não t custo nenhum elas precisam de investimento investimento humano na capacidade na formação pra gente estruturar um plano nós precisamos de investimento para ter informações mais acuradas para desenvolvimento de metodologias científicas para estruturar melhor essas práticas dentro dos sistemas de saúde então existem muitas evidências científicas nós participamos de mapas de evidência que produzimos junto com vários parceiros do Brasil evidências
não nos faltam as evidências clínicas inclusive mas muitas das práticas não tem e esse direcionamento Clínico o que a gente tem que provar é um desafio para as Universidades é uma evidência do cuidado é uma evidência da promoção da Saúde isso a gente pode muito então o que nós temos um importante nós apresentamos isso como uma estrutura importante da do mapeamento das Américas que Islândia apresentou ontem e mostra a potência da América Latina e de toda a América na produção e no e no desenvolvimento dessas práticas Então a nossa região das Américas é um é
um potente celeiro dessas práticas onde a gente pode trocar informações pode fazer cooperação técnica e desenvolver nossos sistemas de saúde aqui eu falo uma provocação estruturante de quando a gente coloca a a nossa matriz da UMS da medicina tradicional complementar integrativa sobreposta a nossa estrutura legal do Brasil a gente não vai dialogar só com as pics a gente vai dialogar com mais de oito políticas estruturantes do sistema de saúde além daquelas que fazem a interface com atenção primária com hospitalar de insumo de medicamentos nessas políticas temáticas nós vamos ter a política nacional de práticas integrativas
que é referência pro mundo também vamos ter a política nacional de plantas medicinais e fitoterápicos que é bastante reconhecida pela sua robustez mas principalmente pelo potencial que a gente tem a partir do nosso capital biológico no país a política nacional de atenção à saúde dos povos indígenas a política nacional de saúde integral da população do campo das águas e das florestas a saúde Nacional a política nacional de educação popular em saúde a política nacional de promoção da saúde que ela vai englobar todas essas outras políticas e dar um Norte teórico e ético pra integração e
estruturação dessas políticas a partir do Sistema Único de Saúde nós vamos ter também a política nacional eh integral da população negra e da população do povo cigano Romani Então o que significa trazer esse conceito e discutir essa perspectiva a gente tem uma possibilidade maior de massa crítica de mais gente trabalhando junto na disputa do modelo de cuidado Então temos uma um desafio muito grande que é parar as arestas políticas que existem esses movimentos e unificar e olhar junto essa esse potencial que é o sistema o fortalecimento do do Sistema Único de Saúde e a transformação
desse processo de cuidado nós temos a nossa política nacional de práticas integrativas que ela já tá vai fazer 17 anos e tem eu deixo para vocês essa apresentação depois e a riqueza dela ela vai ela vai cobrir essa estrutura que essas informações do Ministério da Saúde São muito ricas e a gente precisa agora nesse nessa nova fase atualizar o a população do Brasil é cerca de 208 milhões de de pessoas e 150 milhões dela são SUS unicamente dependentes elas não vão ter um plano de saúde privado para cuidar delas isso é muito importante numa perspectiva
de justiça social a gente ofertar uma qualidade e uma uma oferta onde a pessoa tenha o potencial de organizar seu processo de saúde dentro dessa oferta do serviço Então essas práticas vão estar em mais de 16.000 serviços da rede de assistência à saúde em mais de 15.000 Serviços de Saúde principalmente na atenção primária é muito esses dados quando são visto fora do Brasil eles impressionam muito então como desafios estruturantes assim e compartilhando com vocês nós temos a uma missão da qualificação das evidências científicas cujo formato atual das evidências em saúde hoje não nos não não
nos ajuda e nós precisamos criar metodologias inovadoras A partir dessa dessa união com serviço Universidade juntos às vezes eu sou da academia também às vezes eu acho que as nossas universidades ficam no castelo enquanto que o serviço de saúde Onde fica com tanto trabalho e onde ajuda de cima com outro olhar já ajuda muito as residências multiprofissionais como é bacana chegar um profissional novo ou novato nessa estrutura e dar um olhar diferente no serviço Onde muda tudo muda o serviço Então essa união de ensino e pesquisa é fundamental paraa estruturação das práticas e melhoria do
SUS como um todo Ah nós participamos desse dessa luta que é uma disputa de modelo do Cuidado onde a própria dout Cristine eu tenho prazer de de de de fazer colaboração com ela uma gestora de de muita coragem de pautar isso as práticas para dentro com uma resolução da saúde para como um desafio da Saúde Mental a partir da atenção primária colocar as pics como um organizador desse processo Ela mencionou nessas tecnologias leves onde a norma hoje infelizmente são as tecnologias duras que são voltadas para mercado é muito mais fácil a gente estruturar uma licitação
para um medicamento que cabe numa prateleira do que um processo de promoção da saúde que é muito mais subjetivo então nós temos um paradigma biomédico e temos que superá-lo através Doom do paradigma de promoção da saúde a integralidade nesse caso e a estrutura integrativa vai ser muito importante não significa que a gente vai abolir o modelo biomédico quando chega um um politraumatismo numa emergência nós vamos fazer todo o Arsenal maravilhoso da da biomedicina para estruturar o cuidado e garantir a vida dessa pessoa que foi acidentada no momento secundário de recuperação as pics T um grande
valor nisso então o modelo é integrativo não é alternativo temos uma uma necessidade de uma qualificação e formação de profissionais eu fico muito feliz por pelo Secretaria Estadual de Saúde e a escola de saúde pública terem topado construir essas formação dentro da escola do SUS porque quem forma dita a maneira com Que estrutura o cuidado então ter o SUS formando seus profissionais é uma qualificação muito importante porque a demanda já sai o profissional já sai afiado pra demanda que ele vai ter que estruturar no território então e a nossa Grande Desafio dentro dessa dessa estrutura
e uma grande oportunidade que que a gente tem agora com o complexo produtivo da saúde que a disputa né por essa pela essa estrutura de produção do Cuidado onde o SUS pode gerar uma uma estrutura uma riqueza tão grande através da valorização e da criação de tecnologias Nacionais com desenvolvimento de uma soberania Nacional tecnológica aliá toda a produção da da nossa do nosso potencial agroecológico né da nossa Agricultura Familiar mudando culturas que não são que são deletérias paraa estrutura tanto do trabalhador Porque usam demasiado ã defensivos agrícolas agrotóxicos com processos de trabalho muitas vezes ligados
a escravidão Para retomar um processo íntimo da terra sem o uso de artificialidades uma potencialidade de cuidar do meio ambiente das águas onde todos viemos onde onde como foi dito na na mitologia indígena da estrutura onde a água gerou tudo e preservar ela é importante então onde a gente consiga produzir insumos da fitoterápicos que vão gerar renda para agricultor vão preservar o meio ambiente vão desenvolver uma cadeia industrial de fato Verde abastecer o SUS e gerar um um medicamento de qualidade né então a gente tem uma possibilidade muito grande de desenvolver a economia através do
SUS e por fim eu queria só o grande desafio é a nossa integração dessas medicinas não só na lógica da estrutura mas também na cabeça do nosso usuário quantas vezes nós estamos dentro do ambulatório vamos perguntar o que que você está tomando ah eu tô tomando o remédio da pressão o da perna o do olho do estômago e não fala nada da estrutura por exemplo não fala que tá tomando um chá Não está não tá fazendo um um um processo um escal da pesa não tá fazendo um um um conhecimento tradicional que ele está se
cuidando quando esses Isso é uma oportunidade perdida de cuidado pra gente entender do potencial que essa pessoa tem em se cuidar a gente prescreve um modelo que ele vai ter que tomar isso e é só isso na medida onde a gente vai fusionando essas diferentes esferas o os serviços se aproximando e colocando numa só lógica sobrepondo nós vamos disputando esse Genário social de saúde e falando que essas práticas são saúde sim e a pessoa tem sim a capacidade de se cuidar com apoio do serviço então isso é um reconhecimento de uma estrutura de uma revolução
de devolver as pessoas a capacidade de Cuidado então eu agradeço para você a gente tem muitos muitos colaboradores sem isso não seria possível fazer as nossas ações estar aqui com vocês e e sem principalmente os trabalhadores do do chão do nosso SUS obrigado gente