o olá amigos tudo bem meu nome é bruno sankey e hoje estaremos dando continuidade a leitura de ser tempo eu peço a vocês que já deixei o seu like a se inscreva no canal caso você não seja inscritos do canal de tudo sem rider o e ative o sininho para você receber novas notificações hoje estaremos considerando os parágrafos 14 15 e 16 de setembro então vamos lá nós vimos na última vez no último vídeo o que o rádio vai tratar da questão do ser-no-mundo analisando os diferentes momentos da estrutura do ser do mundo então por
mais que essa estrutura ser em um mundo seja uma estrutura unificada uma unidade ela pode ser atualizado em diferentes momentos constitutivos e aí o rádio que vai precisar três momentos constitutivos do ser em um mundo o primeiro é o que seria o mundo o que é a humanidade com segundo seria a considerar o próprio ser-aí esse ser que é no mundo e o terceiro ser a considerar o serem o que significa ser em na expressão ser em o mundo bom e depois do mas no final o rider vai considerar aquilo que da unidade a essa
estrutura que seria a preocupação hoje nós vamos considerar a primeira análise constitutiva ou iniciar essa primeira análise que análise da multidade que vem a ser o mundo o que é mundo o raio então vai dedicar o terceiro capítulo da obra se ele tempo setembro para discutir a mão de idade do mundo e o parágrafo 14 vai começar falando da ideia da muito idade do mundo em geral do que a gente sabe que o ser no mundo tem como estrutura fundamental ou tem como um dos seus momentos constitutivos fundamentais a própria unidade mas o que significa
a a mundo o que significa a expressão mundo e no na estrutura ser no mundo então a gente sabe que o mundo é um horizonte em que nos venham encontro uma série de entes uma série de coisas então eu estou aqui no mundo e me ver eu encontro várias coisas a minha frente ao computador a que eu tenho um livro eu estou do lado de uma estante e ali tem uma janela então se várias coisas estão vindo ao encontro no interior do mundo e aí o rádio então questiona será que se a gente conseguir descrever
as coisas que nos vem ao encontro no interior do mundo será que isso nos ajuda o nos responde o que é o mundo será que é suficiente eu descrever os as coisas que me venham encontro esse eu disse que ele ver essas coisas eu chegarei a mundo de idade eu chegaria aquilo que o mundo é o seu sentido mais fundamental será que é isso então rádio eu perguntei isso ele fala a descrever fenomenologicamente o mundo deve significar mostrar e fixar conceitos categoriais o ser doente subsistente do interior do mundo já dizemos que é a gente
usa a expressão categorial para se referir às características que caracterizam os dentes que não consigo modo de ser do dasein enquanto nós chamamos de existencial aquelas características fundamentais do ser que tem um modo de ser é específico do design então a gente sabe que o da saia ele tá no mundo mas no interior desse mundo vem ao encontro das áreas um monte de entes intramundanos a gente também já fez essa distinção só o das áreas habita o mundo só das vai embora no mundo como tendo o mundo como sua casa estabelecendo relações de familiaridade com
o mundo e já as outras coisas como a caneta ou o livro ou o computador eles não habitam no eles não moram mundo eles não têm consciência do mundo e nem estabelecem relações de familiaridade com o mundo nesse sentido ele simplesmente estão dentro do mundo ele tem um ser dentro e não ser em eles não habitam o mundo então eles não têm serem serem significa habitar mundo serem é só um ser em o mundo que possui serem mas os dentes e não consigo modo de ser do da sai ele simplesmente estão dentro do mundo assim
como por exemplo é um lápis pode estar dentro de um guarda lápis né ou uma água dentro de um copo então esse ser dentro é o que caracteriza ausentes entra mundanos ou seja os dentes que estão dentro do mundo e os dentes que estão dentro do mundo são ah e não possui o modo de ser de design e sempre que a gente se refere a uma característica dos dentes se não possui o modo de ser da saia ou 200 então mudamos nós chamamos esses caracteres de categoriais rádio eu pergunta vamos dentes então mudamos nos vem
ao encontro do interior do mundo será que de se inscrever esses dentes intramundanos será que consideravam ser desses dentes então mundanos é suficiente para que possamos compreender o que é o mundo a rádio coloca essa questão e aí se a gente for pensar nas coisas que nos venham encontro no mundo nós podemos fazer uma distinção entre duas coisas as coisas naturais como aquelas coisas que já estão naturalmente no mundo com uma árvore a pedra é o rio a água e as coisas de valor que só aquelas coisas que a passo até um caráter de valor
porque passa até o valor cultural como por exemplo meu celular só que a gente for parar para pensar ou os bens culturais a gente foi pra pensar jeová para pensar todos os bens culturais todos os bens de valor e teza eles vêm dos dentes naturais então se meu celular celular porque ele é feito de materiais que já se encontram no mundo ah é então assim todos os dentes mesmos os dentes de valor eles possuem uma substância idade que retorna as coisas naturais então parece o mais fundamental da realidade são as coisas naturais porque tudo bem
delas e aí é uma outra proposta então que poderia nos parecer diante disso é que a gente conseguir entender a natureza a gente consegue entender o que é o mundo porque se tudo que vem ao encontro do da sai no mundo são coisas naturais ou coisas de valor decorrente das coisas naturais então parece que a natureza da conta de tudo aquilo que o mundo é bom então parece que uma ontologia da natureza conseguiria elucidar o seu número do mundo o das ai não concorda o rider não concorda com esse tipo de posição ele vai dizer
assim que o universo natural mundo natural ou as coisas atrás melhor dizendo elas venham enquanto já no interior do mundo então assim se a gente pensa nas coisas materiais ela somos veio enquanto porque elas um horizonte as precede a horizonte que precede as coisas naturais eu só consigo até mesmo pensar no universo material com todas suas estrelas e galáxias sobre esse universo material também que tem que ele me surge no horizonte de 11 bom então nesse horizonte da totalidade tem que tudo me aparece então a natureza ela própria nos veio ao encontro no interior do
mundo a própria natureza é entra mundana da a própria da presa ela só nos aparecem no interior ou no horizonte do mundo por isso é analisar a natureza não esgota aquilo que o mundo é não é suficiente e por isso rasga vai dizer assim nem a descrição ótica doente do interior do mundo nem a interpretação ontológica do ser deficiente atingem como tais um fenômeno do mundo tem o que ele quer dizer descrição onde que é o que é onde com o outro é tudo aquilo que diz respeito ao mente as coisas então se nenhuma descrição
das coisas do interior do mundo nem a interpretação ontológica do ser ou seja nem que apresentação antológica do ser desse ciência o que é ou seja cadeira que a cada idade o que é o seu do sapato que essa parte cidade para se dizer nem a essa descrição é capaz de nos dar o fenômeno do mundo porque o mundo ele é mais do que as coisas que nele aparecem tem uma frase da gestalt né que o todo é maior que a soma das partes o mundo ele é mais do que a reunião de objetos e
de coisas que aparecem no interior dele o mundo é mais amplo é mais abrangente do que isso e por isso uma simples descrição das coisas que nos vem ao encontro no interior do mundo é isso e pronto se proporcionar uma compreensão daquilo que o mundo é não te amar es essas coisas não podem ter sua utilidade mas elas por si só não são suficientes para entender amor diário e o rádio ecológico coloca desse pergunta pelo mundo deve ser feita comum do visado bem este nem aquele nem algum de dar massa multidade do mundo em geral
trouxe o que a gente quer ver é simplesmente ao mundo da natureza a gente quer saber o mundo em geral a multi dade no seu sentido mais fundamental e essencial e a gente já sabe até aqui que a mundo de idade ela é um momento estrutural do ser no mundo e o rádio antes unidade é um conceito ontológico então se imunidade não é uma questão de estão aonde que a mesma questão sobre os dentes é mais do que isso é uma questão sobre o ser do mundo mundo idade me diz respeito ao ser do mundo
igual quando a gente usa a expressão triangular idade para ser ferido ao ser do triângulo quer ter e o caderno idade para se referir ao sair da cadeira que é servir de assento a gente se usa o termo de idade para servir a ao ser fundamental do mundo nesse ser fundamental do mundo só aparece com uma determinação existencial do dasein lembrando que existencial são aquelas estruturas ontológicas do das a gente já fez uma distinção entre existencial e existencial essencial são as estruturas ontológicas fundamentais da saia como ser em um mundo ser em agora esse censitário
suas características concretas o bazar é na sua existência identificada como por exemplo se eu sou professor ou se eu sou aluno seu sou branco ou preto se eu sou alto baixo essas características elas não são essenciais ao design então elas são características exystence áreas né pra diferenciado categorial porque eu categorial diz respeito somente ausentes que não são dados agora as a respeito ao das elas podem ser ontológica quando elas são então existenciais como ser em um mundo são fundamentais elas podem ser um dicas dizendo respeito à existência concreta de meses sentido é em relação à
das relação existencial ios lembrando que se chama especial e evidenciar porque eu sou o design tem um modo ser fundamental da existência lembrando que existência tem a noção de sair para fora next existência né aquilo que vai para fora e que tem um caráter de manifestação né que tá ali e sai desse né e só das ali ele tem esse negócio de sair de si mesmo porque ele é sempre abertura para o mundo então olha que os termos especial existência eram para se referir aos caracteres o design em contrapartida como termo categorial que é usado
para se referir aos caracteres dos dentes então mudança é os os caracteres da série podem ser antológico e eles são existenciais pois podem ser onde cozy nesse sentido eles são existenciais e bom então o mundo nesse sentido fundamental ele acaba sendo uma determinação doente que tem a sua essência o modo de ser da sign in é isso não significa que a compreensão dos dentes então damos não seja importante para compreender o que é o mundo embora elas não sejam suficientes elas podem ser a tem sentido necessárias não são suficientes não por si só não vão
dizer que a unidade mas também direito os dentes então mudamos eles não tem alguma relação com o mundo no medida em que eles aparecem sempre no horizonte do mundo compreender os pode nos ajudar a compreender o mundo mas não é suficiente precisa ir a lei dessa análise dos dentes é então mudando então assim pode sim analisar os entes intramundanos eles vão ser para nós de deus vai ser importante para compreender a quantidade mas não vai ser suficiente a gente precisa ir além porque o mundo é mais amplo do que os dentes então mudamos que venham
encontra no interior dele aí o rappi que vai dizer assim que nós podemos então falar do mundo em quatro sentidos então a gente pode falar da do mundo usar o termo mundo em quatro sentidos o primeiro sentido o mundo ôntico categorial o que que é o mundo ôntico categorial então vamos aqui primeiro sentido mundo ótico categorial o que que é óptico ótico é tudo aquilo que diz respeito aos entes ea que a gente vai tá entendendo os dentes intramundanos e categorial é aqui onde categorial categorial tá defendendo central mundanos lembrando ontem ué tudo de respeitar
a gente categorial é tudo todos os caracteres que diz respeito aos dentes que não tô seu modo de ser da sanha isso também é os dentes entram dados então mundo no sentido onde qo categorial se refere ausentes entra mundanos é a totalidade dos dentes então mudamos teste é o piercing sentido de mundo mundo como totalidade 200 intramundanos que a gente então esse sentido de ótico categorial o segundo sentido é o odontológico categorial o que que é um tô lógico é aquele que respeitar o ser e aí não é mais ruim mas ao ser que estava
fundamento doente o fundamento de aparição doente e categorial desrespeitar os dentes intramundanos então se a gente usa a expressão odontológico categorial a gente está sem frente ao ser 200 entra mudança então se você da cadeira que a cadeira idade ser do triângulo que a triangularidade o ser da do sapato que é sapato cidade onde foram assim dizer esse ser dos dentes então mundanos é no dizer que eu vou com os compreendo eu posso compreender eles como mundo em certos sentidos então quando eu me refiro ao ser 230 mudamos essa totalidade do ser 200 então mudamos
eu posso falar de mundo que é o segundo sentido então mundo passa a ter a função de termo teológico que significa o seu doente uma região abrangendo cada vez multiplicidade de então se a gente for uma pensar os dentes então quando ele tem diferentes modos de ser então existe os dentes tem a vida né os dentes vivos como o cachorro é o peixe a gente e esses abstratos como os números a figuras geométricas e acho que tem os dentes utilitários como a caneta né os instrumentos que eu uso se a gente for parar para pensar
cada então hoje tem uma certa região por assim dizer então os entes vivos constitui uma região de antes que tem um modo de ser da vida é a que tem um outro seria o modo de ser dos números ele pode vai ter diferentes mundos como muito da vida mundo da matemática mundo dos utensílios essa noção de mundo que faz referência ao ser 200 intramundanos é um modo de ser de cada entrando é o segundo sentido ontológico categoria e aí a gente pode falar de mundos ligado sentidos mundo matemática o mundo da vida esse é o
segundo sentido ontológico diz respeito ao ser categorial de respeitar ausentes então mudando ser 200 anos observou sentido é o sentido ótico existencial no que diz respeito ao contexto concreto em que vive o básico é porque a lá vamos lá novo entendeu que é ótimo que é licenciar onde é tudo diz respeito ao ente então é uma coisa que respeita a mente não ser e existencial é tudo que respeitar o design é mas não as suas características essenciais então assim acho que tá falando aqui das características concretas de existência concreta então é o contexto concreto dentro
da saia e da saem é um existem ciario a gente tá ficando de existência da né diz respeito à existência concreta do design e é lógico porque eu não tô pronto do cedo da série mas eu tô falando da série enquanto doente que vive no mundo esse terceiro sentido que ela sentido antigo existencial importante é o ele tem um cheiro de contexto em que vive o dado então o mundo nesse sentido pode ser entendido em sentido lógico como não ser inferido massa aumente entra mudando então não é mais categorial mas existem ciaram mas ao design
é com aquilo em que vive olá pessoal a gente pode chamar esse mundo de mundo ambiente é o mundo é ambiental em que o da sai vive para ativar os a expressão mundo ambiente esse mundo é quem cuida tudo que está ao redor do da sai da sua existência concreta que ao meu redor está a janela a o computador livro expande tudo isso aqui tá o meu redor e forma de alguma forma o meu mundo ambiente nesse sentido é o contexto em que eu vivo contexto concreto por isso que é existenciais o que que é
o único é o quarto sentido que é o sentido fundamental que o rádio está buscando ela sente do odontológico existencial vamos lá odontológico é tudo que diz respeito ao ser então não tô falando mais doente eu tô falando mais da do fundamento daquilo que é originário daquilo que esse céu e eu estou usando a expressão odontológico existencial essencial são os caracteres que dizem respeito aos momentos constitutivos fundamentais da série tô falando de uma coisa essencial está na estrutura do ser no mundo já que é aqui é mundo no sentido do ser no mundo é do
ser no mundo do tecido essencial e ao ser do mundo não é mais o mundo como o conjunto de entes por exemplo é o mundo o seu ser da sua mundi idade no seu caráter fundamental de ser até por isso que esse esse quarto sentido é uma odontológico existencial e ele vai se referir a gente então a mundo de idade em geral que é é uma pior né que é uma constitutivo do da sai do segundo então é importante empresas 4cm esses quatro sentidos só fazem sentido se a gente entender que é um tô lógico
que é essencial que categorial e que é ontem foi o que é distanciado vocês temos não estão claros é importante retornar eles de alguma forma assistindo os vídeos anteriores mas eu vou passar aqui bem rápido cada um deles é código é tudo que diz respeito ao mente categorial é tudo que diz respeito aos dentes intramundanos ou ontológico é tudo que diz respeito ao ser e esses tense ário é tudo que vocês pegam alda sai na sua existência concreta e existencial é tudo que se respeitar os caracteres é fundamentais do ser do mundo e aí a
parte disso então a gente pode definir quatro conceitos possíveis de mundo o primeiro é o antigo categorial que diz respeito à totalidade dos dentes intramundanos o segundo o sentido é o odontológico categorial que diz respeito ao ser 200 então mudamos o terceiro sentido é o outro coexistence are you que diz respeito ao contexto indivíduo das mães e o corte sentido é o antológico existencial que diz respeito à humanidade em geral pode ser interessante a notar é esses quatro sentidos e anotar o sentido de ontem ontológico existencial especiário categorial se você não entende dos quatro concelhos
do mundo vamos começar tratando e vamos começar a tratando do terceiro sentido que é o único e licenciado café que é o mundo ambiente que é o contexto da sai vivo vamos costurar esse mundo ambiente para a gente tentar chegar nossa imunidade aos poucos então vamos primeiro ter nesse mundo no pobres das áreas tem inserido e isso que vem eu encontro no interior desse mundo eu acho que fazer um caminho para tentar chegar a noção de mundo idade fazendo chegar lá na mão de idade a gente precisa fazer um caminho a gente visualizar cada coisa
devagar pensava pensar um pouco sobre os dentes que vem no interior do mundo vamos pensar um pouco sobre o mundo que me cerca as coisas que me ver encontra o que que essas coisas são como elas se constituem o que ela significa um como isso se dá para aos poucos a gente ir é claro que não vai ser suficiente o nariz ausentes então mudando para chegar um conceito de identidade mas esse caminho é necessário não é suficiente mas necessário que a gente precisa trilhar esse caminho para ir aos poucos né desenvolvendo mandar o seu mais
a clara do que é o mundo antes de chegar à noção de multidade se você não vai ser suficiente só para dessa análise a gente vai precisar ir além dela a gente precisa passar por ela então vamos começar analisando então a mudar o mundo melhor dizendo desculpa o mundo como o mundo ambiente que é um terceiro sentido que é o sentido de mundo é esse sentido antico existencial o mundo ambiente teste mundo mais próximo do design cotidiano que a gente vai começar por ele justamente por isso porque ele é um mundo mais próximo das vai
no cotidiano a forma uma qual a gente encontra o design na maioria das vezes é no seu cotidiano né no seu dia a dia é no contexto em que ele vive então a gente vai começar por aí é esse mundo ambiente já nos traga alguma versão de espacialidade né porque o da dany estavam contexto em que ele vive ele habita um lugar no espaço várias canções facilidade vai tratar ela mais pra frente mas o que o rádio eu coloco e é que o mundo é mais fundamental que a especialidade eu só estou no espaço porque
eu estou no mundo então a especialidade ela é decorrente da quantidade não contrário porque que o rádio eu falei isso que se vocês pegarem odecar por exemplo ele falava assim que aquilo que caracteriza a has é que extensa é intenção a resistência a gente pode ascender a que mais ou menos é grosso modo como sendo é o mundo ambiente né então se a gente tem um cog tu que é um sujeito e a reza que esteja que é o mundo é que se esse sujeito vive é o que caracterizaria esse mundo segundo de cada hora
esse mundo seria caracterizado pela extensão e o que é extensão extensão ocupação de um espaço então fica parecendo que aquilo que determina o mundo é o espaço o radler não concorda com isso ele acha ele entende que a unidade é mais fundamental que estou a espaço porque a mundo não é o mundo que determina a especialidade que determina o mundo ao contrário é um mundo que determina a especialidade bom então a gente precisa considerar aqui é que o espaço ele vai ser utilizada mais para frente o rádio já vai tratar dele mas não agora mas
ele já foi a hipótese que depois ele vai desenvolver de que o mundo é mais fundamental não quer especialidade bom então a especialidade a gente fala assim o caráter espacial que pertencem indiscutivelmente ao mundo ambiente só deve ser doce dado ao contrário a parte da estrutura da humanidade se ele ele já sacou assim olha espaço não tem dúvida que espaço tem a ver com o mundo ambiente esse espaço esse contexto em que o das a gripe mas esse espaço em seu contexto essa especialidade ela só faz sentido a parte da unidade o que será discutido
depois e aí ele faz então um esqueminha sumário das de como ele vai discutir essa questão da unidade em três partes primeiro e vai tentar determinar o que a unidade ele vai analisar a mão de idade analisar o mundo para tentar entender o que é a multidão deles ao mundo em geral para tentar entender o que é amante da di essa é a primeira parte que ele chama de ar a segunda parte ele vai tentar fazer um contraste entre a análise da mão de idade e a questão da interpretação bom e é um terceiro lugar
que a letra c ele vai considerar o ambiental do mundo ambiente ea especialidade do da sai ele vai considerar especialidade na letra c então se letra a comunidade em geral letra b contraste entre multidade e e interpretação letras e é a especialidade do design é uma unidade em relação a essa especialidade comecemos pois então pela letra a hoje a gente vai considerar uma parte da letra a gente não vai encontrar inteira porque é grande né então a gente vai só técnico o parágrafo 16 dá para gente comprar então um pouco da letra a canaleta mão
de idade do mundo ambiente e da unidade geral a gente precisa encontrar primeiro mundo ambiente para depois considerava santidade em geral é o primeiro a gente nós temos um ambiente pelo mundo no terceiro sentido que a fonte donde coexistence área para depois chegar no sentido ontológico e existencial então assim primeiro vamos pensar o que nos vem ao encontro no mundo ambiente né o que seria quando que o que constitui esse mundo ambiente eu tô aqui no meu mundo ambiente e eu que eu percebo muito claramente é que tem um computador tem um livro tenho uma
estante então a gente já percebe que aquilo que nos veio ao encontro no interior do mundo são uma série de entes intramundanos bom e que o que caracteriza acidente então mudando o que canteiro de computador a mesa a janela o cômodo onde eu estou eles são o que eles são instrumentos são utensílios são esses que estão à minha disposição para que eu faça uso deles e aí antes mesmo então deu tematizar esse gente já me aparece então eu já estou usando aqui o computador já estou aqui doses do filosofar sobre os dentes então mudamos eu
já estou no trato com eles que é anterior a tematização que a anterior a questão teórica que é uma questão prática na eles são utensílios ou instrumentos a mão com os quais eu me eu trato com os quais eu estabeleço relações de uso oi e aí o rádio vai lembrar que as coisas em grego eram chamadas de pragmata é que o uso dessas coisas era chamado de práxis então apague mata é aquilo com o que temos os temos de nos abrir no trato da ocupação então eu me ocupo com coisas essas coisas com as quais
eu me ocupo são os pra de matas o que é o pragmata são os instrumentos são os utensílios então tá muito claro que no interior do mundo as coisas me surge numa certa instrumentalidade um certo caráter utensili ar pra gente fala que dilma é utensílio utensil alidade ou instrumentalidade só que todo instrumento ele não faz sentido isolado bom então assim se eu vou por exemplo pegar uma caneta para escrever eu vou precisar de um papel eu vou precisar de uma mesa só de uma cadeira para eu sentar a caneta por si mesmo ela ela fica
sem sentido ela precisa estar dentro de um contexto e ela também que ela precisa também do contexto de uma obra por isso eu vou pegar a caneta para escrever um poema deve ter uma obra em mente quer escrever um poema a caneta sozinha isolada de tudo ela não tem simplesinho ela só tem sentido dentro do interior no contexto instrumental em que ela se relaciona com outros instrumentos e que e ela se relaciona como todo de uma obra então dando o exemplo do poema a caneta se relaciona como a obra total que é estejam poema e
ela se relaciona com outros instrumentos aos quais elas remetem como papel a cadeira à mesa escrivaninha então assim dele um ente é isolado tô doente faz parte de um todo instrumental que ele mantém relações que remetem aos outros que esta remissão as outras vezes a gente essa remeter ao seu presente ela o que são todos remetem ao 200 e a gente também coloca aquele sempre estão no contexto de uma obra ele tem um propósito né então usar caneta vai escrever um poema então ele tem um para algo eles servem para algo tão 2 tempos para
a gente usar para algo para dizer que o instrumento serve para alguma coisa para a concretização de uma determinada obra no caso até o exemplo de escrever um poema e ele também faz parte de um todo remissivo então a gente chama de remissão esse caráter construído tente remeter a outros instrumentos então o instrumento ele só ganha sentido nessa cadeia reino em cima e nessa instrumentalidade penso para você bem o tanto que essa redução importante se eu pegar um livro e colocar ele na geladeira vai ficar estranho vai vai fazer nenhum sentido porque eu vivo não
remédio geladeira não tem sentido nem tão facilita pegar um de guarda na geladeira livre guarda uma estante da biblioteca é de que eu até que a pessoal sei lá o que o nome na minha mesa de o seu pegar um livro colocar dentro da geladeira eu vou tá tirando ele do seu contexto instrumental colocando ele não aconteça tem nada a ver com ele então livro ele só faz sentido bom então e também as coisas ela só tem um sentido que tem no contexto isso metal que elas fazem parte então por exemplo se eu pegar o
celular o celular ele faz sentido no contexto que eu tô tecnológico em que eu uso ele para me comunicar com outras pessoas uma rede social em que existe a internet que existir a rede telefónica e por aí vai agora imagina que eu pegasse um nokia bem duro daqueles que não quebra e colocar seres numa máquina do tempo ele viajasse fosse parar lá na idade média se alguém contrato esse celular nokia ele está desligado seu contexto remissível que tem para nós ele ele ia perder o sentido que ele tem no contexto instrumental que a gente usou
ele hoje ele poderia ganhar outro sentido talvez alguém encontrar celular nokia não ia ser o celular para pessoas não faz ideia do que um celular aqui não é o celular para ele então ele poderia transformar aquele um martelo né porque é duro aí ele coloca um cabo amarra o nokia e bate as coisas aqui coloca ver o martelo teve outra coisa é aquilo que os instrumentos são de p o mental instrumento tirado do seu produto mental ele perde o seu sentido ele tem outra coisa ele perde o seu próprio ser ele deixa de ser o
que é igual nokia deixou de ser celular para se transformar em um martelo então instrumento ele não tem sentido de ser próprio dele independente do seu contexto instrumental não tem como eu pensar o instrumento isolados um instrumento só tem sentido em seu contexto instrumental e esse conjunto essa visão de conjunto da obra que envolve os instrumentos que envolve o seu para algo a sua serventia para algo que volta a sua cadeia regressiva não pode remédio outros instrumentos eu chamo de circunvisão ou dizer ao redor que a visão do conjunto do todo da obra então todo
instrumento que ele faz parte de uma circunvisão de um todo de um conjunto da obra do qual o dano compreendiam os a sério quando ele vai escrever um poema não teve compreende a totalidade da cadeia neles iva né que em volta a cadeira que envolve só escrivaninha que volto a pele igual a caneta e essa visão de conjunto a gente chama de ser com visão ou dever ao redor então todo instrumento ele tem um para que e ele faz parte de uma cadeia de missiva no qual ele remete a outros instrumentos e isolado dessa cadeia
aqueles iva isolado desse propósito instrumental da do todo da obra o emd ele perde o seu sentido e ele perde o seu sentido eu que ficamos mais caro porque que o mundo era mera soma dos dentes né porque eu levo eu vou colocar um monte de gente junto e pronto não ele tem que manter relações instrumentais ele tem que manter relações de sentido não pode ser só uma coisa que se junta é ele simplesmente fica ali juntado não faz sentido tem que ser uma coisa que que vai além né teve o rádio e fala assim
da interpretação descende do interior do mundo ou seja dos entes intramundanos os utensílios os instrumentos o mundo já foi sempre por nosso pressuposto porque esses dentes eu falei da camisa do papel eu não falei do mundo eu falei das coisas que tem dentro do mundo vai jogar pressuposto que tem mundo porque essas coisas não aparecem do nada né não tem como conversar com a pensar que a caneta sem o mundo não a caneta tá sempre interior do mundo então tudo que me ver eu encontro me deu encontra no interior do mundo então mundo já está
pressuposto da simplesmente a soma a junção desses dentes não resulta no mundo o mundo não é é simplesmente a soma dos dentes é mais do que isso é né não é eu já vou juntar um monte de gente e pega o mundo não o mundo não é a totalidade ou a soma dos dentes então mudamos o mundo esse sentido mais fundamental é o horizonte em que existentes aparecem pense horizonte presente as próprias coisas bora a gente pode ir para o parar de 16 sente tula a conformidade arrumo do mundo ambiente que se anuncia no interior
do mundo e aqui o rádio vai colocar quando é que o instrumento ele revela a sua utensili a sua uti iniciar habilidade instrumentalidade fica melhor de falar então vou dar um exemplo de novo do poema toda vez que teve um poema eu tô ali pegando a caneta a caneta para mim não faz diferença o que eu quero saber é daniel eu quero escrever um poema eu não tô ali precisando eu vou pensar aqui na frente o que é uma caneta para que que ela serve não a caneta simplesmente tarde eu nem penso nela automático pego
você ver poema ok tamo aqui tem que eu tô escrevendo oi e a caneta tá de boa ele não dá nenhum defeito ela não importa o que ela é o que ela deixa de ser não faz diferença eu não tô preocupado com vocês acreditam que eu paro com a minha obra escrevendo um poema mas se de repente essa caneta estoura né a tinta história da caneta agora eu preciso de voltar para ela eu não tava nem pensando na cadeia até agora eu tenho que pensar olha aqui essa retornou agora eu preciso era para escrever aí
olha que interessante já percebi porque que ele tá certo quem tá certo para você escrever e acredita que não tava no seu plano preocupação aparece né então a gente pode pensar no que ele estava chama de figura isso segura aqui tá diante de nós e fundo aquilo que fica do panorama por trás né por exemplo até quadro da monalisa a monalisa que aparece eu fui embora o contexto a imagem a passagem à tarde seja importante ela não chama atenção né o que chama atenção imagem da mulher da mesma maneira pode ter esteja num poema a
atenção minha obra final tchau poema agora a caneta ela aparece ali no todo da obra mas eu não é importante ela não tem uma imagem de segurança fica no fundo mas se ela quebra aí a coisa diverte a figura é a caneta que estava no fundo ela vem em forma de figura ela assumir a frente eu vou pensar de segura aquilo que está diante de nós chamando a nossa atenção e fundo aquilo que faz parte do todo dessa obra mas fica ali meio que por trás né e o que que acontece tô escrevendo um poema
que optar na minha frente é a obra total eu quero escrever um poema a caneta papel e outros utensílios eles aparecem ali no fundo eles são importantes mas eles não têm proeminência agora seca dessa quebra aí a caneta que eles estavam no fundo ela vem para segura ela passa a assumir um papel essencial porque eu passo ali voltar para ela e me preocupar com ela ela passa a se chamar a atenção na quebrou tô precisando dela é e aí então quando é que a instrumentalidade de algo você o potencial que quebra porque se ele não
quebrar se ele não tem um defeito a minha atenção não se volta para ele a minha atenção só se volta para o instrumento quando ele apresenta um defeito então eu chamo e se apresentar um defeito do instrumento de modo deficitária da ocupação então ele tava me ocupando aqui no baile e quebra ele vem apresentando uma deficitária idade um defeito então é esse modo deficitário da ocupação que a instrumentalidade de instrumentos tema de festa quando a ferrari de fraga vou rasgar fala que acontece três coisas né o das reagir a isso próximo dizer é de três
formas a primeira é pela surpresa então ele se espanta me surpreendi eu não tava esperando que caneta posso quebrar eu peguei apresentava pensando era para escrever nem tava esperando eu quebrou então essa surpresa importante porque ela volta nossa atenção para instrumento olha que quebrou aí minha atenção volta para caneta ela me surpreendi e eu escrevi lá poder tem que estar eu me assusto porque eu não tava esperando aquilo me surpreendi então surpresa é importante porque ela me faça voltar os olhos para isso mesmo depois eu vou ter uma certa imputabilidade importunidade que que é importunidade
o importunação né importunidade o importunação que esse desarranjo do uso eu não sei o que eu faço que ela tem reta tá estourado será que eu jogo fora será que eu tenho que concertar aqui no meio geram importunidade em terceiro lugar é a impertinência aquela caneta não vai mais pertinente para escrever um poema porque ela quebrou ela não vai funcionar ela não funciona espera impertinente então são três é reações diante do instrumento que quebra a surpresa eu me surpreendo quebrou a segunda é a importunidade aquilo lá não não sei o que fazer com aquilo né
está no certo desarranjo e terceiro aí pertinência aquela caneta na vida que ela tá quebrada ela não não não oi gente para escrita ela não serve para escrever mais ela perde sua instrumentalidade então é é só nessa desse modo de visitar da ocupação que a caneta ela ganha uma figura ela não fica mais no fundo a instrumentalidade dela passa a se chamar a atenção então esse quebrado instrumento permite uma abertura do mundo naquele sentido que a gente colocou do mundo antológico categorial né que é o serviço respeitar o ser 200 intramundanos porque quando uma coisa
me quebra ela faz aparecer no mundo a gente pode falar de uma certa desmultiplicação enquanto o davi está ocupado com as coisas porque número dele que eu tô ocupado por caneta ele não está preocupado com certeza caneta então ele me aqui dentro onde fica por assim dizer né porque ele não algum mundo no sentido do ser daquele ente não está manifesto ele fica no fundo então ele fica desde modificado por assim dizer porque ele ele só aparece o fio que implícito no fundo a gente vai ter demônios aquele sentido dos odontológico categorial dos que seriam
sente dor se eu não me engano número dois tinham conferir aqui é isso odontológico categorial que a gente dois que desrespeitar o seu 200 intramundanos esse mundo se abre a mim nesse ser 200 então mudando se abre a mim na medida em que lente quebra aí na vida tem que o instrumento quebra então essa esse quebrar de um instrumento permite né essa abertura do mundo e aí que a gente pode encerrar é eu peço para você aí que não deixou o seu like que deixe o seu like no vídeo para você que não é inscrito
no canal para que se inscreva e é isso são os três caracterizou vamos ver que lembrar no pará que foi 14 a gente tá tudo diferentes sentidos de mundo e a gente falou de quatro sentidos de mundo e que são o mundo no sentido ótico categorial que seria a totalidade 200 intramundanos o mundo no sentido ontológico categorial que devia respeitar o ser dos dentes então mudamos o mundo do sentido onde coexistence ar que é o contexto em que o da sai vibe e o mundo no sentido ontológico existencial que é o mundo da multidade em
geral o segundo parágrafo que o parágrafo 15 a gente falou um pouco do mundo ambiente né 200 que venham ao nosso encontro nesse mundo ambiente que são os instrumentos a e do parágrafo 16 a gente falou de quando o ser 200 intramundanos se manifesta que quando um instrumento quebra isso surpreendi é importuna e cria uma impertinência ea que a gente pode serrar até o próximo vídeo