e o lápis eu tenho muita coisa para dizer muita coisa para publicar e eu pretendo fazer vídeos de todos os textos do Antigo Testamento que eu já traduzi já interpretei o dos quais já publiquei peixes da internet e mais é uma até que eu faça a inauguração para dentro dos próximos dias eu vou fazer a inauguração oficial aqui do canal eu quero ir retirando o canal experimentando e treinando com pequenos comentários Gerais não exagere ainda eu preciso dominar algumas técnicas de apresentação aqui para vocês mas alguns comentários gerais sobre o canal sobre a exegese e
o sobre a Bíblia e eu quero aproveitar então esses minutos desse brevíssimo vídeo para esclarecer algumas questões sobre o tipo de interpretação que eu faço e Vamos separar a toda e qualquer possível Interpretação da Bíblia em três grandes Campos o campo acadêmico no sentido Universitário investigativo crítico e o campo literário tudo bem é um Campo Universitário acadêmico mas ele tá marcado por outras preocupações e principalmente nas suas nadadora maioria é pela teoria pela declaração do Roland barthes de que o autor está morto Então nesse sentido é um tipo podia para o celular sua Bíblia completamente
diferente do tipo de aproximação que eu faço o Divaldo que as leituras literárias da Bíblia não são de meu interesse ainda que acabei me não me interessa o porquê para mim o leitor não está morto o leitor não o autor não está morto estivesse para mim o autor o nome do canal não seria a tenda do necromante e finalmente as leituras religiosas da Bíblia de qualquer natureza mesmo aquelas feitas na universidade mas que são leituras religiosas disfarçadas de leitura acadêmica mas não importa o caminho que o sujeito trilha em vai chegar no Dogma numa purificação
do dogma Numa pesquisa e aperfeiçoamento do dogma é muito bem então estou braveza estão três possibilidades a leitura acadêmica crítica da Bíblia a leitura acadêmica mais literária da Bíblia e a leitura religiosa da vida esquece a leitura religiosa da Bíblia tinha o que você quer é uma leitura religiosa esse não é um canal para você Não esquece a leitura literária da Bíblia que o seu interesse é ouvir alguém transformando a Bíblia em Literatura Porque para mim a Bíblia não é literatura a Bíblia um conjunto de documentos históricos e políticos não literários e não é literatura
no sentido moderno do termo É sim o seu interesse é uma leitura literária da Bíblia também esse não é o seu canal agora se o seu interesse é leitura acadêmica crítica da Bíblia esse é o seu canal é aqui onde você deve e marcar seu ponto aqui é o seu Point mas não é uma leitura crítica da Bíblia qualquer Não no sentido de que ela é a especial a melhor não não não tem essa vaidade mas ela é muito marcada ela é muito específica ela tem uma prerrogativa muito direcionada hidratada o primeiro e o meu
compromisso é radicalmente com abordagem histórica da Bíblia e não é um método histórico e é uma abordagem crítica da Bíblia daí método histórico-crítico hoje eu vou falar sobre isso mais detidamente no futuro mais aqui já deixou claro que as metodologias chamadas histórico Críticas não foram inventadas pelos iluministas circula na vulgata essa declaração de que os métodos histórico críticos derivam das a e do período Iluminista do século 18 e 19 na Europa Não não é verdade isso os métodos histórico críticos o seu embrião e o seu desenvolvimento histórico se dão dentro das igrejas reformadas e luteranas
na Europa a partir do século 16 em diante com o lema da reforma protestante de ide a Bíblia a reforma protestante mandou as pessoas lerem a Bíblia o clero leu a Bíblia os petistas principalmente ler a Bíblia com muito zelo e carregados de oração São para ele já num processo místico-religioso piedoso Veloso e na verdade amiga em relação com a Bíblia simula esse período eu a minha trajetória com a Bíblia foi assim uma leitura pia artista no início da década de 80 velloza uma leitura que se convertia ao mesmo tempo em leitura atenta zelosa e
religiosa piedosa o que aconteceu comigo a mesma coisa que aconteceu com a história da leitura da Bíblia na igreja protestante que foi à medida que os pastores luteranos reformados leu a Bíblia com muita atenção e eles começaram a descobrir um após o outro as centenas e centenas e centenas de contradições internas nos textos em 300 anos eles desmontaram praticamente a Bíblia inteira sim pastores luteranos e reformados da Europa não os iluministas e e até certo ponto iluminismo é consequência do desmonte luteranos e reformados da Bíblia em 300 anos e não a causa lamento se você
comprou o peixe errado é óbvio que a medida que a Bíblia foi sendo desmontada por um processo muito é e não planejado não havia metodologia crítica desenvolvida mas já havia leitura histórico-crítica por exemplo o desmonte aqui Lorenzo valla havia feito com documento a doação de Constantino bom então o zelo protestante zelo luterano sendo reformado foi se aliando com ferramental das humanidades que se espalhavam pela Europa e o WhatsApp disso foi o desenvolvimento cada vez mais profissional cada vez vai sistemático que é coroado no século 19 seja século 16 17 século 18 o século 19 do
método histórico-crítico é a essa trajetória que começa com o procedimento espiritual religioso Místico e termina num processo crítico de desmonte completo da autoimagem que a bíblia apresenta desse é que o infinito isso é Método histórico-crítico nesse aspecto eu aqui repito a frase que está no livro do Marc Bloch a Apologia da história tá quase que ele diz assim o historiador é como o ogro da lenda onde está a carne humana aí ele pareja a sua casa esse pequeno trecho de Marc Bloch definir a minha aproximação a Bíblia o que era a história as pessoas por
trás da história não me interessa aos personagens a gente quer falar gente sabe relevante acho que personagens são ficcionais todas as personagens da Bíblia mesmo aquelas que tenham existido nós narrativas são mera ficção - instrumento mero boneco de ventríloco na mão de quem escreveu o texto Então a minha abordagem rigorosa e exclusivamente histórica um certo dia leu discutir academicamente de modo Cortez mais uma discussão com o André chevitarese é porque numa apresentação exegética que eu fazia da Bíblia Hebraica Ele cobrou de mim procedimentos de um Historiador e eu disse para ele que eu não era
o historiador não sou Historiador de projeto e o exegeta não deve cobrar de um Historiador que funciona e como essa Jetta nenhum Historiador deve cobrar de volta já tem que funciona como um Historiador fazer o reconheço em quantas Vegeta que é no Ofício do Historiador que eu encontro a minha comida eu não sei se o historiador reconhece no campo da competência do exegeta material com cobra ele deve lidar eu começa já tá reconheço que o meu material está sobre a mesa de trabalho dos historiadores em alguma medida eu preciso funcionar em quantas Vegeta como Historiador
das mentalidades e do texto da Bíblia que a minha mente não funcionaria historicamente para mim eu estou fazendo besteira no processo de ler a vida mas eu sou o exegeta não chorou o método histórico-crítico é um método para ser operado por essas retas não por historiadores agora um exegeta aqui e administra o seu pensamento pela trilha mata a dentro da história É mas no século 21 metros para o crítico sofreu uma inflação e eu acompanho essa inflação gosto muito da discussão do Norman gottwald sobre essa inflação E aí ao livro dele a introdução sócio literária
a Bíblia Hebraica que é o influxo das aproximações sociológicas a Bíblia Hebraica eu me aproximo disso com muito cuidado muito seletivamente mas eu incorporo a metodologia histórico-crítica as abordagens de interesse sociológico e de modo que eu menciono como o nome ou pelo menos parte do nome da metodologia que eu uso a metodologia histórico-social exegese histórico social a paisagem histórico-social é uma adaptação do ferramental histórico-crítico com o olhar contaminado pelas humanidades no século 20 Mais especificamente a questão sociológica que no meu caso está marcado sempre pela noção de conflito a palavra chave para compreender a minha
abordagem social Buzz textos bíblicos EA noção de conflito mais tarde eu vou falar sobre isso não fora a Bíblia um livro produzido quase que sempre e no conflito social na briga entre os grupos sociais que constituem aquela comunidade um seria possível a gente fazer leitura histórico-social da Bíblia Mas por que a Bíblia foi produzida em conflito no conflito de em São do conflito em conflito interno e internamente a própria comunidade se é que é possível fazer interpretação histórica e social mas ainda acrescenta um elemento porque a minha abordagem é histórico-social índice área porque indiciária porque
eu sigo o programa que um Historiador Carlo ginzburg estabeleceu propôs chamando de metodologia indiciária abordagem indiciária paradigma indiciário a investigação de um objeto perdido no tempo que se esvaiu no passado mais do qual sobreviveu algum vestígio O que é atividade do Historiador do arqueólogo do detetive forense da investigação forense da Medicina sobre algum aspecto da profissão que ele elenca quando ele apresenta o paradigma indiciário naquele artigo famoso que tá e mitos emblemas e sinais o artigo chamado sinais raízes de um paradigma indiciário ele não não meia a exegese como uma atividade índice área mas o
modo como eu compreendo a exegese que a interpretação desse texto que está aqui na minha mão o texto que sobreviveu esse esse aqui hebraico que tá na minha mão não é um texto ideal não é o texto original nada disso é aquele texto que tá na minha mão este pedaço de papel foi escrito por alguém sofreu o evento as transformações do tempo que indícios o que vestígios além dele próprio porque ele próprio é um vestido ele é um vestígio daquele momento em que alguém um homem uma mulher por alguma razão e se dirigindo a determinado
grupo escreveu pondo no papel A projeção da sua consciência o que está escrito daquele papel é o que estava na cabeça de alguém há alguns séculos atrás então tanto a narrativa bíblica que sobreviveu não a Bíblia como um todo que ela é uma montagem mas cada uma das centenas de narrativas que foram coladas cada uma dessas centenas de narrativa de um vestígio que sobreviveu e nela estão vestígios a partir dos quais você consegue saltar eu já falo sobre isso como é possível esse salto e para a compreensão que estava na cabeça do escritor quando ele
produziu aquela narrativa Por isso a minha abordagem é índice área eu acho que estudar a minha Interpretação da Bíblia é uma materialidade que pode ser criticada por terceiros eu não faço Interpretação da Bíblia como especulações a partir do sonho e do Delírio eu não pego uma palavra e fica inventando coisas sobre esse texto eu faço uma exposição e fundamentada materialmente sobre o conjunto das palavras prestando conta disso de tal forma que qualquer pessoa minimamente interessada aí integrar pode acompanhar o que eu estou fazendo a criticar do que eu estou fazendo o meu coroaria o paradigma
fundamental paradigma hermenêutico da operação que move a minha saggese com a hermenêutica de schleiermacher e a suar malha considerado o pai da hermenêutica moderna desautorizado neste momento é praticamente de todas as interpretações da Bíblia e por isso a minha interpretação é tratada por alguns como anacrônica mas a minha hermenêutica é Flávia Mariana e eu penso de um texto quase que literalmente o que está é pensava na virada do século 18 para o século 19 para entender um texto e enquanto texto histórico e político como literatura mas a Bíblia não é literatura no sentido que se
da literatura moderna a Bíblia um conjunto de textos que são instrumentos de intervenção social e a bíblia é um instrumento que alguém usou para lidar com comunidades eu Quando me refiro a Bíblia me refiro a cada narrativa de modo que quando o Suárez mais redes que entender um texto a entender o que seu autor pensava quando escreveu é o que eu assumo é muito pouca gente se define assim a maior parte das interpretações da Bíblia hoje são de caráter literário e semióticos pós-modernas praticamente mesmo muita gente que se declara adepto do método histórico-crítico Quando você
vai ler o que está se produzindo ou muitas e raras exceções já tende por uma abordagem pós-moderna do texto a minha abordagem Não tem absolutamente nada de pós-moderno nada de medieval seja ela não é teológica ela não é literária ela tem um recorte histórico o que se desdobrou a partir do interesse da reforma protestante de ler o texto bíblico tempo consequência o desmonte do texto bíblico no sentido da recepção aquilo que a tradição diz no texto bíblico não corresponde ao sentido do texto bíblico em termos históricos bom e o que eu pretendo a ouvir os
blocos João arrumar postula a possibilidade de você ouvir more Fish Live varrer Está correto e por extensão que o que eu estou fazendo Está correto porque eu pretendo fazer o que falar mais existe é possível fazer eu ouço os mortos quando entendo exatamente o que eles escreveram no texto bíblico Oi cadê você membro do canal visitante que está passando por aqui esse interesse de criar raízes dessa pequena comunidade nós vamos acender uma fogueira aqui vamos sentar todos à volta da fogueira e vamos trocar as nossas informações sobre o texto cabe é você olhar para o
texto que eu estou apresentando Quando eu fizer a exegese separei muitas olhar o que eu estou dizendo comparar o que eu estou dizendo com a materialidade do texto e verificar se é uma boa proposta porque os mortos não vão se levantar literalmente e confirmaram que eu estou dizendo um o esmalte se foram como nós também nos iremos amanhã é mas eles deixaram a sua voz escrita Será que é possível pegar a voz de escrita deles e do Papel impresso hoje no texto hebraico traduzir o texto hebraico olhar para ele com zelo ou zelo protestante eu
abri o aparelho é possível para uma pessoa se a protestante para uma instituição não fecha aparelho e com o zelo protestante que criou a metodologia histórica evocar como necromante e a intenção original deste autor Se eu olhar para o texto e dizer para o texto como se estivesse dizendo para o seu autor eu entendi o que você disse e se emocionar pelo simples fato de ter ouvido a voz de alguém que morreu há 2.500 anos Ah eu Convido você a participar desta comunidade e a ouvir com seus próprios ouvidos e ver quando seus próprios olhos
é possível junte-se a nós se decidir e venha criticar no meu trabalho venha contribuir o que se alguma coisa que você pode fazer de bem para um profissional da saggese é criticar o que ele faz é um abraço