Quando eu comecei a estudar neurociência, eu descobri que a maioria das coisas que eu fazia todos os dias estava literalmente destruindo o meu cérebro. E eu não tô exagerando. Eu tô falando de hábitos que parecem normais, que parece que todo mundo faz, mas que a ciência já mostrou e já provou que sabotam a sua memória, a sua capacidade de focar, a sua capacidade de produzir, a sua saúde mental e a sua produtividade.
E o pior é que ninguém te conta isso. Você cresce achando que essas coisas são normais e que tá tudo bem fazer cada uma delas. Até que você estuda como o cérebro realmente funciona e você percebe, caraca, eu passei anos me sabotando sem saber que eu estava me sabotando.
Nesse vídeo eu vou te contar quais são as sete coisas que eu parei de fazer depois de entender sobre neurociência. E eu já adianto, a coisa número cinco foi a coisa que mais mudou a minha vida, mas todas elas vão fazer você repensar completamente a forma com que você vive o seu dia, a sua rotina e a sua vida. Então, bora começar.
A coisa número um foi multitesking. A primeira coisa que eu parei de fazer foi ter muitas atividades sendo realizada ao mesmo tempo. E provavelmente você também faz isso o tempo todo, talvez até sem perceber.
Você já tá trabalhando num documento, lendo o e-mail. Enquanto isso, aparece uma notificação no seu WhatsApp, você pega para responder, aí você lembra que você tinha que ligar para aquela pessoa e você liga para aquela pessoa e depois você volta para ver o e-mail. Aí você tá numa reunião enquanto você checa o e-mail e você tá na academia enquanto você ouve um podcast e lê o livro ao mesmo tempo.
Você tá estudando enquanto vê sério, você tá pintando a unha enquanto vê um vídeo? Ou talvez enquanto você tá vendo esse vídeo você fazendo uma coisa completamente diferente. O que é que eu tô falando?
Eu sei exatamente o que é multitasking e isso parece produtividade, mas na verdade é algo que sabota a nossa vida. E eu também achava que por fazer isso eu estava sendo altamente produtiva. Afinal estava realizando muitas coisas ao mesmo tempo, achando que isso era normal.
Até que eu descobri que o cérebro humano ele não foi criado e ele não consegue, ele não é capaz de fazer multitesking de verdade. A neurociência mostra que o que a gente chama de multitesking, na verdade é task switching, ou seja, é alternância rápida entre tarefas. Não é fazer muitas coisas ao mesmo tempo, mas é você ficar abrindo e fechando várias gavetas mentais.
o tempo inteiro, sem conseguir focar em uma coisa só. Toda vez que a gente muda a atividade, a gente paga um o que a ciência chama de custo cognitivo. O cérebro precisa desengajar a tarefa anterior, ou seja, se desligar daquilo que ele tava fazendo, se reorientar e mudar a atenção para uma nova tarefa.
Tudo isso em frações de segundo. Isso consome muita energia mental e é por isso que depois de você fazer muitas coisas ao mesmo tempo, não ter realizado nada e nem terminado nada, você se sente exausto. Inclusive, o estudo da Universidade da Califórnia mostrou que leva em média 23 minutos para você recuperar o foco completo depois de uma interrupção.
Repito, 23 minutos. E a maioria das pessoas se interrompem a cada 3 minutos, na verdade, até menos do que isso. Isso significa que a gente nunca consegue chegar em um lugar de foco profundo, de concentração.
Então, o que que mudou quando eu parei de fazer multitesk? A minha capacidade de executar e de focar explodiu. Porque agora quando eu sento para trabalhar, eu trabalho.
Quando eu sento para olhar o meu celular, eu olho o celular. Quando eu sento para ver o e-mail, eu estou vendo o e-mail. Isso só.
E eu faço agora em 2 horas o que antes lavavam 6, 8 horas para eu fazer. Júlia, como é que você aplicou isso na sua rotina? A maneira mais simples que eu posso te explicar é: trabalhe em blocos de monotarefa de 60 e 90 minutos focado em uma única coisa.
Se preciso, coloque seu celular em outro cômodo, a notificação desligada, navegadores, todas as abas do computador fechados e só vai ser você e a tarefa. E você vai começar a perceber que produtividade não é fazer 10 coisas ao mesmo tempo, é fazer uma coisa com muita excelência. A segunda coisa que eu parei de fazer depois que eu entendi sobre o cérebro humano foi checar as notificações constantemente.
Eu sei que isso parece tentador e inevitável, mas isso está destruindo a sua capacidade de focar. Isso tem muita relação com o multitesk, mas é um pouco mais grave, porque a notificação não é apenas uma interrupção, é um sequestro do sistema de recompensa do seu cérebro. Calma que eu vou te explicar.
Toda vez que você recebe uma notificação, o seu cérebro libera um pouquinho de dopamina e a dopamina gera uma vontade de você repetir. Então você fica num loop, notificação, a dopamina de pensar: "Meu Deus, o que é que deve ter nessa mensagem? O que é que eu recebi?
" Você vai checar o seu celular e a notificação libera de novo, libera mais dopamina e você fica nesse ciclo vicioso do seu cérebro e é aqui que tá o problema. Esse tipo de dopamina é uma dopamina rápida, rasa e de curtíssima duração. Ela não gera satisfação, ela não gera prazer, ela só gera ansiedade, porque você precisa ficar verificando o tempo inteiro, esperando a próxima notificação e muito ansioso para saber o que é que tem dentro dessa notificação quando ela chega.
E quando a notificação não vem rápido, você se sente desconforto. É por isso que você fica mesmo não tendo notificação a cada 5 minutos vendo o celular, vendo se algo novo surgiu no seu celular, mesmo que você saiba que nada aconteceu. E a neurociência mostra que a exposição crônica à noificação aumenta os nossos níveis de cortisol, que é o hormônio do estresse em níveis muito altos.
E o cortisol de forma constante destrói a nossa memória, trabalha até o processo de emagrecimento, destrói a sua capacidade de focar sistema imunológico, ansiedade, ou seja, tudo está relacionado com cortisol. Então a notificação, ela está afetando a sua saúde mental e física. Então agora trazendo pra mim a realidade, quando eu parei de checar notificações e desativei elas do meu celular, o que é que mudou na minha vida?
A minha atenção voltou e eu consigo sentar em ler um livro sem sentir vontade de pegar o celular. Eu consigo ter uma conversa semacar as mensagens e meu nível de ansiedade caiu drasticamente. E como que eu apliquei isso dentro da minha rotina?
Eu desliguei todas as notificações que não fossem realmente urgentes. Ou seja, a única coisa que apita no meu celular é ligação de pai, mãe, do meu marido e dos meus irmãos, por exemplo. É apenas um exemplo.
Ou pessoas do meu trabalho, eu desativo tudo aquilo que realmente não é essencial. Eu não tenho notificação do Instagram, não tenho notificação de nenhuma outra rede social, de nada que é trivial e que realmente não importa pra minha vida. Você não precisa saber em tempo real o que é que chegou no seu e-mail, nem o que é que quem curtiu a sua foto, nem quem que mandou aquela mensagem para você no WhatsApp.
Você precisa entender que é muito mais importante você decidir o que você não recebe do que ficar o tempo inteiro procurando para ver o que é que chegou até você. A terceira coisa que eu parei de fazer foi tentar ser perfeita. Isso parece bom, né?
Ai, eu busco excelência, eu busco ter uma vida extraordinária, eu busco ser incrível em tudo que eu faço. Só que perfeccionismo não tem nada a ver com excelência, nada a ver. Perfeccionismo, na verdade, é um dos sintomas da procrastinação.
Perfeccionismo é o medo disfaçado de alto padrão. Eu vou repetir, perfeccionismo é um medo disfaçado de alto padrão. A neurociência mostra que quando a gente tenta fazer algo perfeitamente, nosso cérebro ele ativa regiões associadas com ameaça e ansiedade.
E especificamente a amídala fica hiperativa, ou seja, quando a mí amítala tá super ativada, ela bloqueia o nosso córtex préfrontal, que é a parte nosso cérebro central. E ela é a parte responsável pelo pensamento criativo e pela tomada de decisão. Julia me explica isso em português.
Quanto mais você tenta ser perfeita, mais você fica paralisado. Porque eu não serve entre um modo de sobrevivência e um modo de eu vou me afastar de tudo aquilo que parece arriscado. E você não consegue executar o que você deveria executar porque você tá com medo de ter algum tipo de crítica de rejeição, porque aquilo que você fez não é perfeito.
E tem mais. O perfeccionismo, ele gera o que a psicologia chama de paralisia por análise. Você fica tanto tempo planejando, revisando, ajustando que você nunca executa.
E sem execução não tem resultado. E sem resultado você se frustra. E a frustração reforça a crença de que você precisa ser ainda mais perfeita, ou seja, você se torna ainda mais perfeccionista.
Percebe que é um ciclo vicioso? Então, o que é que mudou na minha vida quando eu parei de ser perfeccionista? Eu simplesmente comecei a executar.
Eu publico um conteúdo imperfeito, eu lanço um projeto antes dele estar 100% pronto, eu saio de casa com um look que não é o melhor look do mundo e eu aceito que bom suficiente é melhor do que perfeito e inexistente. E como que eu apliquei isso dentro da minha realidade? Eu criei uma regra de imperfeição intencional.
Quando você terminar algo 80%, você publica. Se ficar 80% bom, eu vou. Eu não reviso mais uma vez, eu não ajusto mais uma vez, eu não mudo os detalhes, eu solto no mundo e eu vou aprendendo com o feedback real do resultado que me gerou ao invés de uma crítica imaginária na minha cabeça, pode parecer muito ruim e muito arriscado, mas eu te garanto que isso vai mudar os seus resultados.
A quarta coisa que eu parei foi de ficar llamureando e ruminando sobre os erros do meu passado. E ruminar é diferente de refletir. Refletir é você pensar sobre o que aconteceu, tirar uma lição e seguir em frente, não cometendo mais o mesmo erro.
Já ruminar, ficaremoreando e pensando, revivendo esse erro, é você reenfrentar o mesma dificuldade, o mesmo cenário de novo, sem sair do lugar. literalmente quando a gente fala sobre perspectiva neurocientífica, porque a neurociência ela mostra pra gente algo muito importante. Toda vez que você pensa em algo, você reforça a conexão neural associada à aquele pensamento.
Ou seja, é o princípio de que os neurônios eles se disparam juntos e eles se conectam juntos. Então, quando você fica ruminando sobre um erro, pensando, lamureando e revivendo esse erro várias vezes, você não tá só lembrando ele na sua mente, você está tornando ele ainda mais profundo no seu cérebro e você está revivendo o mesmo sentimento que você sentiu na momento que você cometeu erro, tudo de novo. Você tá fortalecendo o padrão neural negativo e com o tempo aquele erro vira parte da sua identidade.
E essa ruminação nossos erros é relativo que os neurocientistas chamam de rede de modo padrão. O que que é isso? É um conjunto de regiões cerebrais associadas com pensamento autorreferencial negativo.
Deixa eu te explicar. Quando essa rede fica hiperativa, ela aumenta o risco de depressão e de ansiedade. Então, o que é que isso impacta diretamente na minha vida e na sua vida?
Eu, quando comecei a parar de ficar pensando sobre os meus erros antigos, eu comecei ser capaz de ter uma paz mental que eu nunca tive antes. Porque agora quando eu erro, eu reconheço, tiro a lição e solto o erro. Eu não fico presa no erro, eu não fico três dias pensando sobre aquilo, eu aprendo o mais rápido possível com o meu erro e eu mudo o mais rápido possível para que eu tenho certeza que eu não precise ficar revivendo esse erro de novo e de novo.
E como que eu aplico isso dentro da minha realidade de modo prático? Eu crio um ritual de fechamento. Quando algo ruim acontecer, você senta, escreve o que aconteceu, escreve o que que você aprendeu e o que é que você vai fazer diferente quando você surgir uma situação semelhante.
E depois você fecha o caderno e move on e vai lá e não volta mais aquele assunto, porque agora você já aprendeu, já processou, agora é seguir a coisa cinco. Eu juro que ai meu Deus, se vocês entendessem o poder disso, a quinta coisa que eu parei de fazer depois de entender sobre o cérebro humano é que eu nunca mais durmo menos de 7 horas. Eu sei que você já ouviu isso mil vezes, todo mundo fala sobre isso, a sua mãe te falava sobre isso, mas deixa eu te contar o que que a neurociência mostra de verdade sobre o sono e a maneira como você consegue ganhar dinheiro, tá?
tá relacionado com o seu sono. Vamos lá. Durante o sono, enquanto você dorme, o nosso cérebro faz algo chamado de consolidação de memória.
Ele pega tudo que você aprendeu durante o dia, que você viveu, que você lembrou, que tinha que fazer, enfim, pendências e ele transfere da memória de curto prazo para memória de longo prazo. Quando você dorme menos de 7 horas, esse processo de aprendizagem ele é interrompido. Tudo que você estudou, trabalhou, se esforçou para aprender, não fixa.
Aí J porque eu esqueço das coisas. Sério, por que será? Só que não para por aí.
Durante o sono profundo, o cérebro ativa o sistema linfático. E o que que ele é? Basicamente, ele é o sistema de limpeza do nosso cérebro.
Ele remove as toxinas que se acumularam durante o dia, incluindo proteínas associadas com o Alzheimer. J está falando que você não dormi posso ter Alzheimer. Tô.
Eu não. A ciência tá. Quando você não dorme suficiente, essas toxinas elas se acumulam na sua mente e esse acúmulo crônico aumenta o risco de declínio cognitivo.
Fica burro. Aham. E ainda piora.
A falta de sono reduz o volume à massa do córtex pré-frontal, que é simplesmente a parte do seu cérebro responsável por controlar o impulso, tomada de decisão, regulagem emocional e muito mais. Todos os cristas ficam nesse lugar. Ou seja, quando você dorme mal ou dorme nos horários errados ou dorme menos do que você precisaria dormir, você fica mais impossível, toma decisões piores, regula sua emoção pior, sente mais tristeza, mais ansiedade, tudo por conta do sono.
Então, o que que mudou na minha vida quando eu parei de dormir pouco? tudo. A minha memória melhorou, minha capacidade de aprender melhorou, eu parei de sentir dor de cabeça.
Emagrecer ficou mais fácil, o meu humor estabilizou, a minha produtividade aumentou, porque eu não tô mais funcionando com o meu cérebro pela metade. E como que eu apliquei isso na minha vida? Eu trato o meu sono como algo não negociável, não é?
Ah, e se eu conseguir ajeitar minha rotina, durmo 8 horas? É, eu preciso dormir 8 horas, então eu vou realizar minha vida em torno disso. Se eu tenho um compromisso mais tarde, eu vou no compromisso e vai embora mais cedo.
Eu mudo o horário do compromisso. Não adianta. Sono não é algo que pode variar, que pode negociar.
É literalmente todas as áreas da sua vida estão relacionadas com o seu sono. Se nosso, se nós dormimos, nosso cérebro funciona. Se nós não dormimos, a nossa vida não funciona.
E essa foi a quinta coisa. Estamos chegando no final. A sexta coisa que eu parei de fazer quando entendi sobre neurociência foi consumir informação sem filtro.
E isso é uma epidemia. A gente já acorda e já tá consumindo notícia, rede social, podcast, vídeo, música o tempo todo, sem parar, sem critério, sem analisar. E o que é que a neurociência nos mostrou é que nosso cérebro tem a capacidade limitada de processar informação.
É o que os pesquisadores chamam de carga cognitiva. É quando você ultrapassa a capacidade do nosso cérebro cognitiva de absorver informação. E essa sobrecarga gera fadiga mental, reduz capacidade de decisão e prejudica a nossa memória.
Ou seja, absorver conteúdo de mais é tão ruim quanto absorver conteúdo de menos. Tem um conceito chamado fadiga de decisão que explica isso perfeitamente. Toda decisão que você toma consome energia mental.
E quando você consuma informação o tempo todo, você está tomando milhares de microdecisões o tempo inteiro. Vou clicar nisso, vou ler aquilo, vou assistir esse, vou voltar, eu vou ir para esse lugar, vou tomar uma decisão baseada naquilo que eu vi. E no final do dia você esgotou a sua energia mental completamente com decisões que não importa, que não te levaram a alcançar seus objetivos e nem alcançar suas metas.
Então, o que que mudou na minha vida quando eu parei de fazer isso? Eu ganhei uma clareza mental que eu nunca tive, porque agora eu consumo informação de modo intencional. Eu escolho o que eu vou ler.
Eu escolho quando eu vou ler. E eu penso se realmente existe um porqu eu vou ler. Eu não fico rolando o feed esperando algo interessante aparecer.
Eu vou atrás daquilo que eu preciso, da informação de modo proativo e não reativo. Como que de modo prático eu apliquei isso na minha rotina? Eu basicamente criei uma dieta de informação.
Eu defini quais fontes que eu queria consumir, com qual frequência e com qual propósito. Por exemplo, eu leio 30 minutos por dia livro sobre o tema X, Y, porque isso me ajuda a crescer profissionalmente. Eu vou fazer pesquisas todos os dias sobre esse assunto do meu trabalho, porque isso vai me ajudar a performar melhor e tudo que não tá nessa minha dieta, eu corto, não consumo e não assisto.
E a última coisa que eu parei de fazer foi tentar agradar todo mundo. Se você chegou até aqui, eu já quero saber qual desses pontos você estava fazendo e você quer parar de fazer, porque eu tenho certeza que essa troca nos comentários vai ser muito proveitosa. Esse sétimo ponto, ele conecta direto com a neurociência social.
O nosso cérebro, cérebro humano, ele tem regiões específicas dedicadas a processar a interação social. E quando você tenta agradar todo mundo, você sobrecarrega essas regiões do seu cérebro. Aham.
A neurociência mostra que a rejeição social ativa as mesmas áreas do cérebro que a dor física. Quando você é rejeitado, humilhado, criticado, excluído, você sente dor física, só que sem ser física, sendo emocionalmente. Quando alguém te rejeita, o cérebro processa como se você tivesse lavado um soco.
Quando você vive tentando evitar a rejeição, você vive um estado de alerta, de ansiedade constante, o tempo inteiro, com medo, sem não quero falar demais porque vão falar dessa coisa de mim. Não quero postar isso, não quero agir dessa maneira, não quero usar essa roupa. Ou seja, quando eu tento agradar todo mundo, eu estou ativando constantemente o que os neurocientistas chamam de rede de mentalização, que é um conjunto de áreas cerebrais responsável por pensar o que é que os outros pensam de você.
E quando essa rede ela fica hiperativa, ela drena, ela suga os nossos recursos cognitivos que nós poderíamos usar para criar, para executar. E nós vamos estar utilizando para pensar, ai meu Deus, o que é que o fulaninho achou sobre mim? Entendeu?
Então, o que é que mudou na minha vida quando eu parei de fazer isso? Eu ganhei energia, porque agora eu não gasto mais minha energia tentando decifrar o que o mundo quer de mim, o que o mundo pensa a meu respeito, o que é que eles querem, como que eles querem que eu me comporte. Eu sei quem eu sou, eu defendo quem eu sou e eu me movo na direção do quem eu sou.
E quem gosta, ótimo. E quem não gosta, tudo bem. Isso diz sobre quem a pessoa é e não sobre mim.
Entendeu a diferença disso? E como que eu aplico isso na minha rotina? Eu basicamente aceitei que desagradar as pessoas é parte de ter um posicionamento.
Só só agrada todo mundo quem não tem um posicionamento. Você não vai ser amada por todo mundo, nem Jesus foi e tá tudo bem. Você escolhe as pessoas cuja opinião realmente importa.
E aí que vem um grande ponto. Eu me importo com a opinião da minha família, dos meus mentores, dos meus professores e realmente a opinião deles me importa para mim. Mas o resto, o resto eu solto e literalmente não ligo.
Então, de modo resumido, eu parei de fazer multitesking, parei de checar notificação constantemente, parei de tentar ser perfeita, parei de tentar ruminar sobre os meus erros, parei de dormir pouco, parei de consumir informação sem filtro e também parei de tentar agradar todo mundo. E nenhuma dessas coisas foi fácil de mudar, porque são hábitos que eu tinha há anos e que eu tenho certeza que você também tem anos. Mas quando você entende a neurociência por trás, quando você vê que esses hábitos literalmente estão destruindo o seu cérebro, você não consegue continuar fazendo, porque agora você entende o porquê e o por trás de cada uma dessas coisas.
E a verdade é que essas coisas mudaram completamente a minha vida, a minha produtividade, a minha saúde mental, a maneira com que eu lido, a minha capacidade de foco, concentração, enfim, tudo melhorou quando eu aprendi e quando eu decidi eliminar cada um desses sete pontos. E você pode fazer o mesmo. E você não precisa mudar sete de uma vez, tá?
Você pode escolher uma. Eu vou mudar agora nesse mês a primeira coisa. Próximo mês eu mudo a segunda e a cada 30 dias você vai perceber que uma pequena mudança gerou um impacto enorme.
E se você quer transformar sua vida como eu transformei a minha, eu vou te mostrar, vou te encaminhar agora pro melhor vídeo que eu já gravei, um vídeo onde eu mostro o próximo passo e o nível de profundidade ainda maior. Então clica aqui e assiste. Afinal, eu sou a Júlia Vieira e eu estou com você de hoje.
até a sua vida extraordinária.