[Música] a educação escolar brasileira ela optou por dividir o início da escolaridade com um tipo de de organização e o final da escolaridade do ensino fundamental com outro tipo de organização predomínio nos anos iniciais como a gente já falou o professor um docente e nos anos finais de um modo geral também predominam os professores por componentes disse proença então existe uma passagem do quinto para o sexto ano que não pode se tornar um trauma por causa disso exige a ua preparação do aluno para fazer essa passagem tem que ser feita de modo a iniciar este
aluno num outro ethos escolar não é o outro ethos escolar é o ethos do professor especialista é o ethos dos de vários professores e não mais de um único professor e isso precisa ser trabalhado com o aluno é tão simples quanto isto não é agora é importante prestar atenção nessa progressão não vamos esquecer que esse aluno que está passando do 5º professora de um modo geral ele está transitando pela puberdade e aí vem um lado do desenvolvimento que é importante né ao transitar para a puberdade tem uma série de coisas que estão acontecendo com ele
todos nós lembramos como é que foi a nossa puberdade todos nós já vimos filhos ou parentes que passaram por isso é uma fase dela da criança que nós e que tem características muito próprias e nós não temos no terceiro problema que muitas vezes essa criança que sai do que vai para o sexto ela está mudando o sistema está municipal pelo sistema normal é muita mudança para uma cabecinha só então tab as duas redes as duas escolas cuidarem para que isso deixe de ser um trauma não acho que sob o ponto de vista da da base
eu acho que a base oferece um belo retrato das dessa promoção da aprendizagem né até o 5º ano depois do quinto ano processo de 70 quando a gente entrar na no mérito do dos resultados do desempenho dos alunos no ensino 10 finais a gente vê que há problema também aí nesse segmento então por exemplo quando se pega os resultados do saeb de 2017 professora guiomar a gente vê que no enquanto no quinto ano nós tínhamos também o resultado que não era satisfatório mas a gente tinha 12% de alunos no nível adequado de aprendizagens nessas avaliações
de 2017 de língua portuguesa quando se chega no 9º ano do ensino fundamental a porcentagem dos alunos no nível adequado cai pra cerca de 3% é muito é muito pouco então a gente vê que de certa maneira os alunos estão enfrentando o mesmo um problema aí quando chegam ao ensino da os anos finais do ensino fundamental eu acho que é a mesma conversa que se tenha o mesmo compromisso que se tem em relação às aprendizagens nos anos iniciais que a gente já conseguiu de certa maneira melhorar os aprendizes as aprendizagens dos alunos a gente tem
que ter esse mesmo compromisso aqui o aluno externo nasceu está precisando de uma pedagogia adequada à puberdade a essa transição não é que não é só uma transição física uma transição social importante né e acho que é uma transição o que tem que estar atenta também às metodologias e com certeza quando a gente diz exatamente isso né a base está à procura de um informal um aluno o cidadão é investigativo com curiosidade é que seja criativo estas mesmas questões são receitas geradas aqui no chino nos anos finais reais quer dizer as metodologias ativas com as
pedagogias ativas como pelo principalmente no ensino superior se usa chamar elas têm que tá transversalizadas e todo esse currículo talvez a coisa mais importante do aluno se familiarizar na passagem é que ele vai encontrar metodologia similares uma reza eu acho que isto é e neste ou na base é muito sábia porque embora base tem uma ênfase grande no letramento ltda da linguagem oral e da linguagem verbal e da matemática ela mantém a divisão dos componentes né nos anos iniciais que é uma maneira se não tivesse nenhuma divisão de componentes também seria complicado né então a
maneira de que tem de fazer essa transição que o aluno já começa a se acostumar no quarto e no quinto ano ele já está acostumado com estudo da geografia estudar história estudar ciências além de língua portuguesa e matemática agora quando a gente vê os resultados da matemática né para além da língua portuguesa a gente vê que estranhamente para muitos alunos matemática o bicho papão ainda né do currículo ea gente vê que no quinto ano ele estava o adequado está lá por volta de 15% aqui no 9º ano do ensino fundamental cai para 46 por cento
a porcentagem dos alunos no nível adequado mas que também é muito baixo e se comparado com a língua portuguesa você vê que repete o nível de dificuldade x encontro nos dois componentes que é óbvio que eles devem estar carregando algumas dificuldades de aprendizagem lado o ensino fundamental dos anos iniciais eles não consolidaram essas aprendizagens mas isso se repete também se reflete também perdão nos níveis de aprovação se a gente dá uma olhada nos níveis de aprovação professora guiomar você verifique por exemplo terceiro ano você tem 10% dos alunos sendo reprovados o que já é muito
em princípio no final desse ciclo basicamente a avaliação diretor de matemática e língua portuguesa quando você chega lá no 6º ano e representa esse choque do qual nós estávamos falando esta porcentagem de aprovação cai para 15% ele é muito e ver exatamente reflete essa dificuldade do 6º ano e acho que a gestão escolar os professores devem dedicar especial atenção pra que este fosso entre essas séries aí possa ser transposto com os qualidade com certa facilidade pelo alunos quando você vê esse dado mais pra frente você vê 23 por cento de reprovação no primeiro ano do
ensino médio e não estão tratando especificamente do ensino médio aqui mas dá pra perceber como é que dos anos iniciais para os anos finais você tem aí um gap uma dificuldade e como essa mesma dificuldade ocorre lá no início do ensino médio eu acho que de certa maneira é pinto também se reflete na defasagem que ser todos os resultados quando a gente vê estudos de avaliação que relacionam os fatores que impactam no desempenho dos alunos você verifica que há defasagem idade série ou seja a diferença entre a idade prevista para a série ea idade que
o aluno tem quando telas ela é de dois anos ou mais isso caracteriza a defasagem idade série quando você verifica isto nos anos finais se vê que no sexto ano ela está em torno de 27% e z é mais é que um quarto de crise é que não conseguem deixa só que tem mais de dois anos de defasagem logo no início do dia chegou a sacar r mas só há passagem eles carregam a fazer passagem e isso tem impacto na aprendizagem se houver um planejamento curricular conjunto do estado e do município isso a isto vai
facilitar muito que nós temos que pensar esse currículo não é um currículo municipal ou estadual este é um currículo da educação básica nos cidadãos brasileiros que moram naquele território não é e isso tem que ser pensado como uma continuidade como uma progressão eu enfatizo muito essa história da progressão porque realmente nós estamos com um problema como como dizia um filme dos astronautas hilton temos um problema porque realmente temos um grande problema neste período da do 6º para o 9º ano mas eu imagino que o desafio é o de sempre e o que a gente já
comentou se orientar na base que define as aprendizagens de chegada organizar um currículo e lhes as avaliações para iluminar exatamente as alterações que devem ser enfrentados e município é que é a questão realmente pelo menos no que diz respeito à transição da parte institucional que ela não exista na ele acha que tem mais um aspecto que se agudiza aí nos anos finais que exatamente é prevê a articulação entre os diferentes componentes não uma interdisciplinaridade forçada mas que os componentes trafeguem trabalhem caminhe no sentido de assegurar as aprendizagens 10 competências e as aprendizagens específicas dos seus
determinados componentes que esse é o desafio mesmo [Música]