Bom dia pessoal bom dia a todos eu já vou compartilhar aqui a aula pra gente começar tá professora Com licença Bom dia eh a gente tava conversando aqui no no grupo né que a gente tem que lá no ava a aula um de crista neural tá dando que não pode carregar o vídeo ah não tá conseguindo acessar é eu vou verificar isso só um minutinho gente que eu não tô ouvindo bem vocês Deixa eu aumentar aqui o Agora sim a aula um de Cristian neural não tá carregando isso vocês estão que vocês que você falou
não foi Stephanie isso na hora que clica no link ele fica carregando um tempo aí depois falou assim não é possível carregar o vídeo E aparentemente para todo mundo isso ninguém conseguiu acessar não vocês tentaram todos ontem de noite ou alguém tentou hoje de manhã eui hoje de manhã Hum então é algum problema Mesmo eu vou resolver tá vou carregar de novo o arquivo Obrigado professora só para avisar mesmo tá bom [Música] [Música] par [Música] eh Tem um pessoal pedindo para entrar eu acho que eu admiti agora mais três talvez já Tenham entrado agora [Música]
[Música] Vamos lá gente bom dia para todos vocês vamos começar Então hoje a gente tem que dar conta de terminar a neurulação e tem que sobrar tempo ainda para vocês assistirem a aula de crista neural tá [Música] Ana Carolina posso mandar pro e-mail da turma mas eu já mandei já tá lá no ava tá o pdf do da aula de Crista Ô Professor vou fazer o seguinte oi você postou a aula gravada de ontem postei tá bom obrigado tá bom Ana Carolina no final da aula de agora se você quiser que eu mande por e-mail
eu posso mandar também Aí você me lembra novamente tá bom É porque eu não queria perder muito mais tempo agora mas tá lá já [Música] Tá E só mais uma coisinha professora ontem eu não pude assistir a sua aula Quais foram os tópicos que você abordou ontem eu comecei a foi o início da aula de neurulação Então eu chamei a gente fez um intervalo no meio da aula então eu chamei a primeira metade de parte um a segunda metade de parte dois então tá lá no ava neurulação parte um neurulação parte dois e agora seria
parte três tá que vai finalizar esse esse essa questão da neurulação agora tá Bom perfeito então bom bom dia a todos nós vamos então dar continuidade à aula de neurulação tá então a gente viu anteriormente que a partir do ectoderma Ah o folheto germinativo mais dorsal se forma então o tubo neural certo então a gente retoma hoje começando a falar para vocês sobre como acontece a padronização do eixo do oro ventral tá vamos falar do eixo dorsoventral primeiro depois a gente fala do eixo anter posterior Tá Rostrocaudal bom então Eh falando do da padronização do
eixo dorsoventral a gente consegue ver aqui na figura a aquilo que a gente até já comentou ontem né inicialmente o tubo neural assim que ele se forma ele é influenciado principalmente por duas estruturas tá E por que que essas estruturas vão influenciar o tubo neural por conta das proteínas secretadas por essas estruturas Quem são elas tá a proteína Sonic Red hog H Shh tá ou simplesmente Sonic a proteína Sonic que é produzida pela notocorda e bmps que são produzidos pelo ectoderma superficial tá no no segundo momento células do próprio tubo tá adjacentes a essas estruturas
vão secretar essas moléculas então Sonic passa a ser produzido tanto pela notocorda quanto pela placa do Assoalho tá e o bmp passa a ser produzido também pela placa do teto do tubo neural tá esse bmp bmp4 Mais especificamente Mas enfim bmp expresso aqui pela placa do teto vai induzir a expressão de vários outros membros de proteínas da Super família tgf Beta Tá bom quem é a super família tgf Beta é uma super família de fatores de crescimento de proteínas secretadas tá que inclui que tá onde a gente inclui por exemplo os próprios bmps Tá mas
além do bmp4 Então esse bmp4 essa sinalização de bmp4 nessa região vai induzir a expressão então de outros membros da Família tgf Beta tá como por exemplo bmp7 bmp5 dorsal que também é um membro da família tgf Beta activina tá então essas proteínas da Super família tgf Beta vão ser expressas tanto pela tanto pelo pela placa do teto quanto por outras regiões dorsais também tá esse essa área de produção dessas moléculas aumenta um pouco mas sempre restrita a região dorsal do tubo neural tá isso vai acarretar eh na influência bom então eh Que que a
gente observa aqui na letra D na letra D A gente observa a influência que essas células do tubo neural estão recebendo dessas moléculas tá então existe um gradiente de Sonic ã existe um gradiente de Sonic da região mais ventral paraa região dorsal tá Sonic Red hog Então as células da região ventral do tubo neural vão ser influenciadas por uma grande Concentração de Sonic Red hog e as celas por exemplo da região mais medial do tubo neural vão ser influenciadas por uma concentração mais baixa tá chega pouco Sonic Red hog ali e proteínas tgf Beta é
o contrário tá existe um Gradiente mais concentrado na região dorsal e com menor concentração na região ventral tá de tem indas da Super família tgf Beta Ok tgf botar só Assim tá E que que isso vai e que que vai acontecer então os neurônios isso aqui a gente tá falando Mais especificamente do tubo neural na região da medula espinhal tá gente na região do tronco na região da cabeça existem influências um pouco diferentes bom os neurônios da região da medula eles vão ser de vários tipos dependendo da região onde ele se localiza tá por exemplo
neurônios da região mais dorsal são Neurônios sensoriais sensitivos tá e neurônios da região ventral são neurônios motores tá por exemplo e existem ainda os interneurônios tá que ficam distribuídos aqui na camada mais medial da da medula espinhal como que vai ocorrer essa diferenciação Tão fina para numa determinada camada os neurônios serem de um tipo na outra camada de outro tipo e assim por diante o que vai determinar isso é a Quantidade tem umas pessoas eh esperando para serem aceitas para entrar na na sala Engraçado não não apitou aqui para mim então esses neurônios da medula
espinhal a identidade que eles vão Assumir tá a forma como eles vão se diferenciar vai depender da quantidade como tá escrito aqui embaixo ó da quantidade e dos tipos de fatores parácrinos que as células daquela região recebem tá Então dependendo da ação dos Fatores das sinalizações celulares que estão sendo ativadas naquela célula ela vai ativar eh um grupo diferente de genes de fatores de transcrição Tá e isso vai levar dier uma diferenciação que vai ser diferente nas células ao longo desse eixo dorsoventral tá então aqui pra gente para vocês pra gente ver de fato ah
a posição dessas células né nessa figura é as células que estão em verde são as Células que estão produzindo Sonic Red hog tá então isso aqui é uma hibridização em cito onde para identificação do quê do RNA mensageiro dessas moléculas tá então RNA mensageiro do Sonic Red hog foi identificado com a cor verde nesse experimento já o é mensageiro da Doralina que é uma daquelas uma daquelas proteínas da Super família tgf Beta é identificado em [Música] azul tá E aqui Em Verde em laranja Quem que tá aqui em laranja são os neurônios motores tá e
os neurônios motores eles vão ser induzidos Cadê os neurônios motores aqui na figura e então aqui olha tá então aqui a gente tem neurônios da placa do Assoalho flor Plate neurônios interneurônios v1 V2 V3 são interneurônios tá e neurônios motores estão identificados aqui nessa cor laranja eles vão aparecer nessa Região aqui do eixo dorsoventral do tubo neural tá Então como que esses neurônios motores assim como os outros tipos também vão se diferenciar eles vão se diferenciar Onde tiver a combinação exata da de uma concentração específica da sinalização é induzida da sinalização de Sonic Red hog
induzida por uma concentração específica de Sonic e a sinalização de proteínas da família tgf Beta induzidas induzida por Uma concentração específica também tá então ali a gente vai ter a produção de neurônios motores e esses neurônios v1 por exemplo eles vão surgir numa região onde eu tenha maior concentração de proteínas da família tgf Beta e Menor concentração de snic Porque eles estão mais longe da fonte de Sonic não é e as e os neurônios da placa do Assoalho como que eles vão se diferenciar vão se diferenciar influenciados por uma alta concentração De Sonic então aqui
reparem olha isso aqui foi um experimento que fizeram em vdro tá em cultura e onde adicionaram a um tubo neural indiferenciado diferentes concentrações de Sonic Red hog quando eles adicionavam uma concentração de quatro nanomolar que é uma concentração alta os neurônios se diferenciavam em neurônios da placa do açáo quando eles eh adicionavam por exemplo dois nanomolar que é uma concentração intermediária esses neurônios se Diferenciavam em neurônios motores tá então a concentração de Sonic vai determinar o destino celular dessas células não só de Sonic mas ah também das proteínas tgf Beta que vão influenciar mais a
região do sal do tubo neural tá E aqui na figura G profess Esse é esse é o aoo da placa da do tubo neural né que você tá falando o aoo do tubo neural é essa região aqui onde eu tô passando pause Tá mas sim a região ventral seria A metade ventral do tubo neural tá tá bom aqui em cima já é dorsal tá esse azul para cima enfim tá já seria T eh mas aqui esse experimento foi com o objetivo de analisar a diferenciação da região ventral mesmo tá que já se conhecia que era
influenciado essa diferenciação era influenciada por Sonic Red hog enquanto na região dorsal do tubo neural a gente não tem Sonic Red hog né vamos lembrar Aqui do da concentração desse Sonic Hed hog Na verdade ele vai influenciar até mais ou menos do eixo do ventral só tá daqui para cima já não tem mais nenhuma quantidade de Sonic Red ou se tem uma concentração muito pequena tá é difícil determinar até onde chega o Sonic Red hog não existe um limite Claro mas se tiver mas onde se observa de fato uma influência na região ventral do tubo
Neural al concentração deic gera qual neur motor neurônios motores seria uma concentração mais intermediária esses aqui ó identificados em laranja alta concentração vai induzir a diferenciação dos neurônios da placa do Assoalho por qu gente por conta da proximidade da fonte a fonte de snic quem é an notocorda e a própria placa do Assoalho também produz sonnic olha aqui o que que a gente tá vendo Quem produz Sonic notocorda e os neurônios da placa do Aoal Desculpa as células da placa do Ário que ainda não teve diferenciação em neurônio Então a gente tem que falar as
células neuroepiteliais da placa do asso ário tá aqui Prof Oi diga eh na placa do teto Então a gente vai ter as células neuroepiteliais mas que foram induzidas pelo pela família tgf né isso que vão sofrer uma influência maior pelas pelo pelas proteínas da família tgf Beta mas aí esses neur futuros neurônios Eles Serão sensitivos ou motores da região dorsal sensitivos da região ventral motores Ah tá bem obrigado deixa eu mostrar para vocês o que que acontece aqui na figura g na figura G bom então a influência dessas vias de de sinalização que estão sendo
ativadas nessas células ah Qual é o resultado dessa influência diferenciação dessas células em tipos específicos de neurônios tá e cada tipo de neurônio vai expressar fatores de Transcrição específicos daquele tipo neuronal tá então aqui nessa figura g a gente tem uma hibridização in cito mostrando a a presença de rnas mensageiros específicos de cada subpopulação dessa então em azul a gente tem os rnas mensageiros de Pax 7 marcados em azul tá então o Pax 7 tá aqui no texto ó ele é um fator de transão típico das células da região dorsal do tubo neural tá região
ventral do tubo neural as células dessa região Ventral do tubo neural vão expressar Pax 7 não tá Pax 6 seria de uma região intermediária tá e nk6 é um fator de transcrição específico da região do flor Plate tá da placa do Assoalho e a região dos neurônios motores ela vai expressar os dois tanto Pax 6 quanto nk6 então se eu tenho uma célula que tá expressando que tá emitindo uma fluorescência verde e uma fluorescência Vermelha a florescia ess resultante é amarela tá dessa colocalization Ok precisa decorar todos esses fatores Oi precisa decorar todos esses fatores
Não não precisa decorar todos os fatores mas precisa entender tá bom os fatores de transcrição não precisa decorar mas os fatores de crescimento Eu recomendo fortemente que vocês guardem aí na verdade não vai ser muito difícil né porque a gente já fala de bmp na alma Superficial desde outras aulas e Sonic na notocorda a gente também já falou ontem então isso aqui é importante Se vocês entenderem bem esse conceito vocês vão acabar aguardando tá eu perguntei em relação a esses novos que você apresentou os fatores de transcrição não Ah então precisa entender a lógica precisa
entender a lógica Então você não sabe o nome desse fator de transcrição que tá sendo expresso Aqui em azul Mas você tem que saber você tem que entender que ele independente do nome que ele tenha ele vai ser ele vai ser induzido a expressão dele vai ser induzida por via de sinalização de alguma proteína da família tjf Bet tá professora Você entendeu o conceito sim então a gente ficou um pouco na dúvida aqui no chat em relação à à parte dorsal né que ela vai expressar bmp aí o bmp é um integrante da família tgf
Beta ou o bmp vai induzir o tgf Beta as duas Coisas vamos lá a super família tgfb tá enorme tá quem tá incluído nessa super família por que que a gente chama super família porque dentro da família tgf Beta a gente tem subfamílias uma dessas subfamílias é a família do bmp outra subfamília por exemplo é a família do nodal lembra a gente falou de nodal lá na estabelecimento de eixos Ok mas não precisa gente não não espero que vocês saiam Saiam daqui decorando tudo isso o que que eu quero que vocês entendam Antes a gente
tem só duas moléculas influenciando aqui na na camada superficial aqui eu trago até uma informação mais detalhada né que é o bmp4 e o bmp7 mas antes quando eu falei para vocês de como o tubo neural se forma que eu falei que tem o bmp que precisa ser inibido por noguinho para formar aquelas aqueles pontos de articulação então desde aquele momento a gente já tem bmp na coderma superficial né na verdade desde antes desde a época Da indução neural para formar placa neural existe bmp em todo ectoderma que precisa ser inibido por NOG enfim eu
só eu só trouxe proteína bmp de modo geral não especifiquei qual era aqui eu até especifiquei bmp4 bmp7 mas não precisa gravar Qual é tá bmp eu tenho proteínas bmp aqui essa proteína bmp antes num primeiro momento ela vai ser expressa só na camada do heerma superficial depois ela vai ser expressa também na placa do teto Essa sinalização induzida por proteínas bmp vai induzir a expressão de outras proteínas secretadas outras várias outras tá o próprio bmp4 o próprio bmp7 mas aí a gente inclui outras bmp5 Doralina activina e todas essas curiosamente são membros da Super
família tgf Beta então a gente usa eu falo aqui para vocês super fam eu até ressalto aqui a super família tgf Beta Para justamente vocês não precisarem gravar todas elas tá mas A questão é qual é o qual é racional aqui que é importante vocês entenderem no início a gente tem duas proteínas enfim só vamos lá vou nem falar de número mas só proteínas bmp influenciando aqui tá no num segundo momento no momento posterior a gente já tem uma grande quantidade de proteínas influenciando aqui essa região dorsal do tubo neural tá E essas proteínas são
todas induzidas pela sinalização de bmp4 chega nesse momento não tem só bmp4 Tem bmp4 e várias outras tá E todas essas fazem parte da Super família tgf Bet Entendi ficou Claro agora obrigada professora tá bom bom então aqui olha simplificando tgf Beta super família tgf Beta e aqui eu vou até completar então quem tá incluído aqui incluindo vou botar só assim tá embora esses estranhos abreviar incluindo assim BM bom então aqui uma uma visão um pouco Mais simplificada dessa história mas que resume o que a gente falou antes tá então a região ventral do tubo
neural vai ser influenciada por proteína pelo fator secretado snic Hed hog tá e a região dorsal do tubo neural vai ser influenciado por proteína bmp e outras mais ã que fazem parte também da Super família tgf Beta Tá além de bmp A gente pode complicar ainda mais um Pouquinho essa história não é só a super família tgf beta tem também uma outra proteína que vai influenciar aí que é o int tá o int também tá Expresso no ectoderma superficial na região da medula e vai ser importante também para ajudar nessa padronização Do or ventral do
tubo neural tá aqui uma imagem interessante embora seja na mesma ideia dessa imagem aqui né aqui todo mundo que tá em verde tá expressando Sonic Hed hog aqui é uma a Técnica um pouquinho diferente não usa fluorescência usa um cromógeno que a gente diz então fica uma cor marrom mas todas as células marcadas em marrom estão expressando Sonic head hog tá na verdade aqui é a expressão da proteína aqui tá mostrando a expressão do RNA mensageiro como é que eu sei o RNA mensageiro ele tá restrito a região intracelular não é então eu só vejo
Sonic RNA mensageiro dentro das Células eu não tem um verdinho mais claro aqui na região mais externa por exemplo se eu falo da proteína e a gente sabe que a proteína Sonic ela é secretada pro meio externo então eu tenho que encontrar ela tanto no meio intracelular quanto no meio extracelular então seria Natural eu ter um verdinho aqui fora se tivéssemos falando de proteína aqui mas aqui no caso RNA mensageiro a aqui já é a expressão da proteína Sonic reparem Então eu tenho Uma forte concentração aqui dentro das próprias células que estão produzindo mas eu
tenho também a expressão de Sonic no meio aqui n ao redor né ao redor Então por quê Porque as celas daqui que estão produzindo Sonic e daqui também estão secretando pro meio extracelular então eu tenho Sonic também no meio extracelular tá ok pessoal deixa eu dar uma olhadinha aqui no chat sobre a questão da superfamília já Já falamos bmp é na indução neural um fator de ventral e agora ele estimula as células dorsais É isso mesmo é isso mesmo Jean tá aqui já estamos falando de um segundo momento e as células dorsais do tubo neural
mas aqui a gente não tá mais falando de dorsal porque o órgão o órgão não né É tá o tecido neural dá para dizer órgão a estrutura o tubo neural já tá formado tá então agora a influência do bmp vai ser outra a influência do bmp vai ser outra tá então A gente já não fala mais aqui que ele tá ventral ou dorsal naquele primeiro momento que se que a gente precisa formar estruturas mais dorsais é necessário inibir o bmp tá a Júlia já tinha até escondido é isso mesmo a cada momento elvar de uma
forma exato bmp não é inibido por NOG guim Cadê ele sumiu João Gabriel Então nesse momento o noguinho não tá mais sendo expresso aqui tá o noguinho ele é expresso no momento de fechamento do Tubo neural vamos lembrar quem é que expressa noggin rapidinho quem tá expressando noggin aqui são as células das bordas neurais essas células depois que o tubo neural se fecha tá formado já essas células vão dar origem as células da Crista neural então elas não vão mais compor o tubo neural tá o tubo neural vai ser comp não vai elas não vão
mais compor o tubo neural então a gente não tem mais esse ponto de expressão de Noggin no tubo neural nesse momento aqui só produzir noguinho para fazer a curvatura ex é mais ou menos isso Stephanie não deixa de ser tá a expressão de noguinho na parte dorsal não deveria atrapalhar a maior Gradiente nessa região bom foi o que a gente o que eu acabei de explicar para vocês né então vamos avançar Vamos falar agora da padronização do eixo rostrocaudal do tubo neural tá então eu trouxe essas Imagens aqui da esquerda para vocês pra gente para
relembrar que o eixo rostrocaudal enquanto tubo neural tá se formando ainda ele já é diferente na região mais rostral em relação à região mais caudal né a gente viu que a própria placa neural aqui olha a própria placa neural antes de começar antes de fechar o tubo neural ela já é muito mais larga na região cefálica tá do que na região do tronco OK ela chega a crescer um pouco Por cima existe como se fosse uma do aqui embaixo tá isso fica mais claro nessa imagem aqui do lado reparem como a crista neural ela é
muito mais larga nessa região mais anterior tá desculpa a placa neural a placa neural ela é muito mais larga nessa região mais anterior bom conforme esse tuo neural vai fechando o primeiro ponto de fechamento é na altura dos primeiros somitos tá então aqui a gente vê ó olha os somitos aqui aparecendo já um dois Três lembrando gente que somito é uma estrutura mesodérmica está por baixo da ectoderma superficial Tá bom então na altura dos primeiros somitos a gente usa os somitos como referência aqui da localização no eixo rostrocaudal na altura dele existe o primeiro ponto
de fechamento do tubo neural depois isso vai progredindo como se fosse um zíper calic caudalmente a gente eu até fiz um parênteses para vocês n na aula de ontem mostrando que é exatamente assim na Galinha nos embriões de aves mas no embrião de mamíferos tá de camundongo e humano existem outros pontos eh de adesão inicial do tubo neural na região mais cefálica principalmente tá de qualquer forma a partir desses pontos que se fecham o restante a essa esse fechamento continua tanto posterior quanto caudal tá mas eu não vou entrar nesse detalhe novamente não que a
gente já discutiu isso ontem que que eu quero ressaltar aqui nesse momento Que existe uma padronização e do eixo rostrocaudal que vai permitir com que a Região rostral do tubo neural seja diferente da região caudal tá então no momento que esse tubo neural acaba de se fechar tá ele acaba de se fechar no dia 27 O neuroporo caudal que é o último ponto a se fechar se fecha no dia 27 Então olha esse esse Aqui é do dia 29 o tubo neural acabou de se fechar pouquinho tempo e esse tubo neural acabou de se formar
e ele já tem uma Regionalização do eixo rostrocaudal na verdade essa regionalização como a gente viu já existe até mesmo antes da conclusão desse fechamento do dubo neural tá E aí a gente com esse como esse eixo rostro caudal ele é diferente ao longo ele é as partes do tubo neural são diferentes ao longo desse eixo rostrocaudal a gente já tem aqui diferentes vesículas a vesícula três vesículas cefálicas no momento que o tubo neural se fecha o prosencéfalo o Mesencéfalo e o rombencéfalo tá Mas isso aqui tudo isso aqui tudo é Lembrando que a gente
viu ontem tá e como acontece a padronização do eixo rostrocaudal bom se a gente olha aqui essa figura a tem aqui as três vesículas né prosen CF mesencéfalo rombencéfalo que é o Brain e medula espinhal Tá bom o que que se sabe que da região caudal PR região rostral existe muito o in produzido pelo Próprio ou pelo tubo neural ou pelo ectoderma superficial tá pelas regiões que V se a diferenciação desse tubo aqui no caso o in a gente tá falando da região do ectoderma que tá por cima desse tubo neural esse ectoderma que tá
por cima ele vai produzir o int e a gente vai ter muito int na região caudal então aqui a gente teria muito in E conforme isso vai avançando rostralmente a gente não tem a sinalização Win por quê gente porque existem muitos Inibidores de wint nesse ponto um deles seama dkk dkk é um inibidor da via de wint elee que o wit Ative o receptor etive a sinalização por in tá aqui tenho in send produzido P região ectoderma superficial e a região anterior da cabeça ela produz DK tá E qual outro inibidor que também é produzido
rostralmente pela região mais anterior desse ectoderma que Tá recobrindo o tubo neural NOG aquele nosso velho conhecido o NOG ele é nebor de quem gente de bmp certo NOG então a gente também tem muito bmp desse lado na região caudal e pouco MP na região cefálica Tá e isso permite o desenvolvimento da cabeça camundongos nocal que não tem a expressão de dkk nesses embriões a cabeça não se forma tá a gente não tem um tubo neural aão da cabeça como um todo não se forma Tá decak ele vai ser expresso também numa região chamada endoderma
viceral anterior tá que fica enfim é uma região do hipoblasto na verdade que fica ali na na borda entre o endoderma e o hipoblasto que tá revestindo internamente o saco vitelínico tá então deixa eu fazer aqui um desenho aqui tem in notocorda vamos supor aqui embaixo a gente já tem um tubo neural né Desculpa a gente já tem um tubo de endoderma aqui embaixo a gente já tem um tubo de endoderma mas antes de de existir esse tubo neural diferenciado a gente tinha antes do dobramento a gente tinha dkk sendo expresso aqui assim mais ou
menos tá em frente ao endoderma aqui já não aqui a fonte seria mesmo ectoderma superficial tá a fonte desse dkk bom então o que que é importante aqui é importante e inibir o in i bmp na região Cefálica para que se forme a cabeça para que o tubo neural adquira ah a sua morfologia mais larga e as vesículas cefálicas se formem Outro fator de crescimento que tá envolvido aqui é o ácido retinóico retinoic acid tá ácido retinóico o ácido retinóico ele vai ter uma alta concentração nessa região medial do eixo e aí essa concentração ela
diminui para Cá e essa concentração também diminui cefic tá também não tem o ácido retinóico para cá e nem para cá ácido retinóico é produzido somente nessa região mais central do eixo e o próprio ácido retinóico essa imagem aqui tá mostrando isso ele inibe a via de Win tá o ácido retinóico onde tem ácido retinóico vai haver uma inibição da via de Win então além do dkk existe também o ácido retinóico pelo menos nessa porção Aqui falando aqui aqui eu tô falando de região de tronco mas diferenciando aqui na própria região do tronco tá região
mais na própria região da medula uma região mais caudal e uma região mais anterior tá já naão da cabeça mesmo quem é o responsável por inibir o in dkk tá bom rapidinho é só uma pergunta e no caso NOG e o dkk eles exclusivamente atuam inibindo esse bmp Wi e essa Inibição faz com que haja diferenciação dessas células mais rostral eles também atuam nessa nesse processo de diferenciação dessas células Primeira opção eles atuam inibindo a eles são inibidores das vias mesmo tá o que se conhece como papel para essas proteínas é isso noggin sendo inibidor
da via de bmp se liga no receptor de bmp E aí ele impede que o próprio bmp se ligue e o dkk eu não sei eu não tenho agora Certeza se ele vai se ligar direto no próprio int e impedir que ele se ligue no receptor Ou ele se ligue no receptor direto eu acho que ele ele também se liga no receptor E aí ele impede que o Wind se ligue e vai e desencadeia a via de sinalização tá entendi obrigado professor professor Ai desculpa Mateus Pode falar Pode pergun rapidinho é só para entender se
esse ácido retinóico ele é produzido nessa extensão toda Dessa Barrinha verde ou se é só nessa parte mais à direita na extensão da Barrinha Verde Ah beleza obrigado tá isso aqui que eu desenhei pro lado gente talvez não esteja nem tão exato isso aqui eu eu quis dar a impressão para vocês que ele é o fator secretado também né então não tô falando besteira ó isso aqui não existe não tá ácido retinóico ele é produzido internamente nas células tá Ele não é um fator que vai se difundir igual o int bmp não tá ele vai
ser produzido pelas células do eixo ântero posterior nessa região mais rostral aqui apagem isso aqui deixa eu ver se eu consigo [Música] apagar Desculpa me confundi aqui com o bmp não pode repetir Qual foi confusão profess Oi pode repetir o que para mudar é vamos lá essa região que eu desenhei Aqui desenhei como se o s do retinoic tivesse se difundindo para cá e se difundindo para cá Aí eu fiz um risco aqui agora para mostrar que isso não existe tá Por quê Porque o ácido retinóico ele é produzido intracelular ele é proteína intracelular tá
não é um fator de transcisão mas ele é produzido intracelular então ele é produzido realmente só numa região definida de células e vai atuar nessas mesmas células onde ele é produzido é diferente Do wint do MMP por exemplo que são fatores secretados então esses fatores secretados vão ter um certo alcance vão atuar de forma parácrina nas células vizinhas até um certo alcance tá E aí eu fiz essa esse risco para cá e para cá porque por um lpso aqui eu eu pensei no ácido retinóico como tendo uma ação parecida do in do bmp mas não
tá ele é produzido intracelularmente vai ser realmente restrito a essa região aqui Interna do é medial do eixo Antero posterior tá são células mesodérmicas são células mesodérmicas ou ectodérmicas que produzem o ácido retinóico ectodérmicas do ectoderma superficial né é da ectoderma superficial hum beleza professora esse ácido retinóico ele faz exatamente assim o quê eu fiquei um pouco confusa ele atua tua na Regionalização do da parte do pescoço eu não sei ele é o inibidor da via de Wi o in ele tá presente na região caudal do embrião tá e não tá presente na região cefálica
mas vamos falar só de tronco agora esquece a região da cabeça mesmo na região do tronco existe falta de wi na região mais rostral e presença de in na região mais caudal essa falta de na região mais rostral na região do tronco isso aí quem vai promover é o ácido retinóico tá o ido retinóico inibe A via de Wi E aí eu tenho uma diferenciação ao longo do próprio eixo a PR ao longo do tubo neural na região da medula espinhal tá na região cefálica na região da cabeça eu também preciso ter inibição de Wi
tá mas aí quem vai ser o responsável por inibir o in nessa região é o kk Ah sim entendi e todas essas moléculas noin dkk bmp elas são produzidas pelo ectoderma superficial pelo ectoderma superficial tá obrigada Ô Professora desculpa você falou que esse Ácido retinóico é produzido pelo eh ectoderma superficial não seria pelo ectoderma do tubo neural não já que ele é apenas internalizado ele não é secretado como as outras moléculas é tal acho que ah boa questão eu eu tô confusa com esse ácido retinóico gente me deu agora um uma confusão mental aqui é
porque tipo assim se ele não for externalizado como o in bmp e tudo mais faz sentido ele fogo neural né uma vez que é justamente Nesse local que tá vendo essa diferenciação sim tem razão João Gabriel eu vou esclarecer isso para vocês tá vou buscar o texto onde isso está escrito coloco lá no ava para completar aí o entendimento dessa região dessa desse conceito Tá mas deve ser isso mesmo que você tá [Música] falando bom E aí eu preciso falar para vocês mais uma vez do genes rock o Genes Da família homeobox que a gente
chama de genes rock tá o Genes rock eu já apresentei eles antes para vocês quando a gente falou de padronização do eixo rostro eh do eixo ântero posterior no embrião de uma forma geral tá E eles estão envolvidos gente da padronização do eixo rostrocaudal do organismo inteiro Então a gente vai ter G Rox atuando na na na padronização do eixo ah anterior posterior do sistema digestório a gente Vai ter gen rock na padronização ao longo dos membros a gente vai ter genes rock se atuando para definir se vai se vai se formar membro superior ou
membro inferior no organismo todo então os GES Rox estão Associados à padronização de eixo rostrocaudal das diversas estruturas incluindo o tubo neural tá ã vocês vão ver inclusive na aula de crista neural eu trago esse dado para vocês que existe Ah aqui a gente tá falando de tubo neural né mas na própria crista neural também existe influência dos gênes rock para determinar o potencial de diferenciação daquelas células da Crista dependendo da altura do eixo ântero posterior de onde elas se originam então vocês vão ver que a crista neural que não mais rostral mais rostral da
região mais rostral do do organismo ela não expressa Rox A2 e a partir de um certo ponto para trás ela expressa Rox A2 Tá Mas eu vou parar aqui Desse exemplo de crista porque tá tudo explicadinho lá na aula e vocês precisam entender ainda outros conceitos de crista antes de eu chegar nesse ponto aqui é para mostrar para vocês mais uma vez que essa questão eh muito Wi bmp na região caudal nada de wi bmp na região cefálica isso vai acarretar uma diferença uma padronização rostro caudal do tubo neural Tá mas Quais são os genes
efetores né Quais são Os genes ã que são induzidos por uma alta sinalização de wi bmp na região caudal e baixa de sinalização de bmp wi na região caudal Quais são os genes efetores induzidos nessas células tá diversos tá cada região dessa daqui vai expressar um marcador diferente a gente não vai entrar nesses detalhes Mas eh e um desses e parte desses genes efetores S genes Rox então por exemplo na região ah do mesencéfalo A gente não vai ter G Rox por exemplo tá na região do rombo TR a gente vai ter a expressão do
Rox justamente do Rox A2 reparem que no rombo um e no rombo do no rombo um e no combo dois a gente não tem expressão de gente Rox nenhum na região mais anterior do tubo neural onde não tem a expressão de genes Rox tá na região do rombo 4 quem tá expresso aqui existe eh uma Rara situação onde um gen Rox mais tipicamente mais anterior acaba Sendo Expresso numa região mais posterior tá mas aqui ó rombos rombo c e rombo se quem tá expresso aqui Rox A3 e também Rox B3 e Rox D3 tá lembrando
que a gente tem quatro ã eh como é que eu digo isso aqui cópias É mas não são cópias exatas tá quatro eh variantes também não grupos esses quatro grupos pode pode ser quatro grupos de genes Rox que tem Homologia grande entre eles nos humanos tá na todos eles são evolutivamente relacionados ao genes Rox da drosófila ou seja de um invertebrados os invertebrados já têm genes Rox tá então inicialmente houve uma duplicação então ao longo da evolução né dos diferentes organismos aí que separam a mosca da fruta dos mamíferos por exemplo ao longo dessa evolução
houve uma primeira duplicação desse nos organismos tá e depois houve uma Duplicação do grupo aqui dos dois aqui tá Então a gente tem quatro grupos de genes Rox no nosso organismo humano tá nos mamíferos os camundongos também e que são relacionados que tem eh muita alguns deles são relacionados entre eles tá então o A10 é relacionado com o C10 e o D10 o B10 não existe tá foi provavelmente deletado ao longo da evolução Tá bom então que que é rombo gente eu tô falando essa palavra aqui para vocês mas Eu nem apresentei ainda eu apresentei
para vocês as três vesículas cefálicas prosencéfalo mesencéfalo e rombencéfalo o rombencéfalo inicialmente ele tem delimitações digamos assim a gente consegue identificar morfologicamente separações voltinhas que separam uma região inha da outra é tudo contínuo aqui tá gente não é não é um bloco individual não vamos lembrar que isso aqui é o tubo neural e ele é Contínuo mas existe uma certa segmentação aqui uma segmentação parcial digamos assim que delimita os rombos então rombo um rombo dois rombo trê tá em seguida isso aqui se diferencia para dar origem às partes do tronco encefálico professora esses grupos diferentes
de dos dos genes rocks não são genes parálogos ou eu tô confundindo sim são né tá só para confirmar mesmo Obrigada sim sim Tá Professor gente vamos começar Oi V fala a expressão desse genes rock vai ser só nessa parte do R encéfalo ou vai ser todo o eixo axial todo o eixo axial tá aqui mais para baixo na região da medula a gente também tem outros G rock aqui atuando a do rombo dois pra frente não tem expressão de G Tá beleza então só não tá sendo representado nessa imagem né os os outros isso
isso exato show de bola valeu tá Bom diferenciação do tubo neural gente então a gente viu que inicialmente o tubo neural ele é formado por uma camada única de células que que eu quero dizer uma camada única de células eu quero dizer que eu não tenho vamos lá vamos desenhar que ajuda a gente a entender inicialmente Eu tenho um tubo neural que é formado ó vou formar aqui o tubo neural se formando tá tentar fazer um desenho bacaninha Aqui Opa tubo neural se formando a partir da placa neural que é um epitélio formado por uma
camada única de células tá uma camada única que que eu quero dizer que eu não tenho duas células uma em cima da outra aqui eu tenho uma célula Lembrando que são células mais altas né mais espessas essa representação aqui agora que tô fazendo mais fininha fica um pouco mais fiel tá uma camada única de células tá essas Células são as células neuroepiteliais e elas estão representadas é exatamente assim é um bloco quadrado inicialmente é Tá mas em seguida as células o tubo neural já fechado a organização dele é essa daqui tá células neuroepiteliais são essas
aqui que a gente tá vendo na figura B figura B né porque veio do livro com a figura B mas essa figura da da esquerda Então olha lá como é que são as células neuroepiteliais é uma camada Única mas elas são Elas têm um corpo celular e elas têm prolongamentos finos tá então e nem todas elas o corpo celular é aqui em cima Às vezes o corpo celular é aqui embaixo e eu tenho um prolongamento para cima e um prolongamento para baixo tá de qualquer forma todas as células neuroepiteliais nesse primeiro momento elas vão tocar
tanto a região basal do tubo neural tá da membrana Basal do tubo neural quanto a região do lum do tubo neural Tá então vamos lá que eu quero dizer com isso aqui embaixo eu tenho qual é a região basal dessas células qual é a região basal dessas células aqui embaixo essa aqui é a região basal dessas células tá então ó região basal da célula e região apical da célula Ok então a basal seria externa e a pical dessa célula Tá então todas as células Neuroepiteliais elas vão se estender desde a região basal até a região
apical tá então estão aqui as células neuroepiteliais essas células neuroepiteliais elas vão se diferenciar em neurônios e células gliais então então elas são a fonte de células neurais do nosso sistema nervoso central tá ã em que proporção então em torno as células gliais são em torno de 10 vezes mais numerosas que os neurônios Então Reparem a gente tem em torno de no sistema nervoso central inteiro em torno de 10 a 11 neurônios tá 10 a 11 neurônios e 10 a 12 células gliais ou seja 10 vezes mais células gliais então para cada neurônio em torno
de 10 células gliais tá E essas células gliais que se diferenciam a partir das células neuroepiteliais elas podem ser astrócitos ou oligodendrócitos tá então Vamos lá gente Célula neure pelal é a célula precursora do tubo neural é a célula indiferenciada ela pode dar ela vai dar origem tanto a neurônios como a células gliais parte delas vai se diferenciar em neurônios parte delas vai se diferenciar em células gliais parte delas vai dar origem a células ependimárias que são também um tipo de célula glial tá poderia estar aqui listada aqui célula ependimário também tá astrócito oligodendrócitos e
células Ependimárias também são derivadas das células neuroepiteliais tá quem são as células ependimárias as células ependimárias são essas aqui olha são células que vão revestir o lummen do tubo neural Então essas células que estão aqui em Rosa elas são as células ependimárias são células gliais que estão revestindo o lumem do tubo neural tá bom falando dos tipos celulares eh a Gente tem o neurônio esse aqui seria um neurônio tá o amarelo aqui desenhado em amarelo Ele tem dendritos ele tem uma projeção mais longa geralmente que é o axônio tá o axônio é que vai fazer
a transmissão sináptica tá para outro neurônio que estaria conectado aqui através dos seus dendritos os astrócitos são células estreladas que ficam ali no meio entre os neurônios tá diversas funções importantíssimas os astrócitos tem eles Vão controlar sinapses vão vão controlar o metabolismo do neurônio tá então elas têm uma função eh importantíssima para para pro funcionamento do sistema nervoso do tecido neural e os oligodendrócitos são células [Música] mielinização que se enrosca no axônio e essa mielina permite uma transmissão sináptica muito mais rápida através desse axônio neuronal Aqui tá mas a gente não vai entrar muito em
detalhes aqui que aqui já tá entrando em fisiologia não é muito a minha praia que que eu quero que vocês entendam aqui como essas células se diferenciam a partir das células neuroepiteliais tá então estão lá dois tipos de células são derivados do São derivadas das células neure repitela os neurônios e as células gliais tá o neurônio é a unidade funcional do sistema nervoso tá ele vai responder a Estímulos físicos e químicos ele vai produzir impulsos eletroquímicos vai liberar reguladores químicos enfim e as células gliais células gliais por muito tempo os astrócitos principalmente por muito tempo
se pensava que eles eram simplesmente sustentação pros neurônios tá daí que vem o nome glia glia vem de glue que é Cola então inicialmente se pensava que era apenas uma colinha que tava ali para sustentar os neurônios hoje hoje em dia já se sabe que elas têm Uma importantíssima função vão constituir ponte metabólica entre as entre as diferentes células do tecido entre os próprios astrócitos entre os astrócitos e os neurônios vão regular concentração de íons vão ah estar ativas na bainha de mielina no caso do sistema nervoso central a gente tá falando dos olig tendos
aqui tá e v modular as sinapses dos neurônios também tá E aí nesse caso quem tem mais essa função seria o Astros Aqui embaixo a gente vê três tipos de células gliais astrócitos oligodendrócitos e aqui aparece um terceiro tipo que é a microglia mas a microglia ela não é originada das células neuroepiteliais ela tem uma origem embriológica diferente tá na verdade a microglia ela ela ganha esse nome porque ela é uma célula presente no sistema nervoso porque ela não é neurônio Então classificaram ela inicialmente quando ela foi ident ada Como um tipo de glia mas
na verdade ela é uma célula de sistema imune tá Apesar do nome microglia ela não é exatamente uma glia tá e mas o nome se Manteve e ela é reconhecida como microglia mesmas Elas seriam [Música] ã células de sistema imune mesmo tá Elas seriam equivalentes aos macrófagos tá presentes no restante do corpo seri os macrófagos do sistema nervoso central Equivalentes aos macrófagos claro que com suas especificidades Então a gente tem os oligodendrócitos os astrócitos os oligodendrócitos são as células que fazem bainha de mielina no sistema nervoso central tá então eles são oriundos das células neuroepiteliais
as células de chivan elas também são células que fazem mielina Mas elas são parte do sistema nervoso p periférico tá na aula de crista neural vocês vão me Ver falando desse tipo de célula aqui que é originado da Crista neural e não é originada do das células neure repitel do túbulo tá então estão lá ó um esquema mostrando as células neuroepiteliais reparem como elas são Compridas e elas sempre alcançam aqui o tanto o lumem quanto a região basal do tubo neural bom então inicialmente o tubo neural ele vai ser todo constituído Pelas células neuroepiteliais tá
essas células neuroepiteliais elas estão em intensa proliferação o tubo neural ele cresce muito então para proliferar essa célula ela se desprende de qualquer ponto de adesão que ela tenha tá isso acontece com todas as células tá gente para proliferar a célula se desprende dos pontos todos os pontos de adesão que ela tem se torna uma bolinha se divide em duas e E aí sim adquire novamente a sua conformação tá a sua morfologia tá Uma vez essas células elas podem proliferar e dar origem a duas células neuroepiteliais é o que acontece no início tá intensa proliferação
Mas a partir do momento que começa a ocorrer ter diferenciação essas células vão dar origem essas células que proliferam a partir das células neuroepiteliais elas vão dar origem ou aos neurônios e nesse caso inicialmente elas se diferenciam num neurônio jovem que a gente pode chamar de neuroblasto e Esse neuroblasto se diferencia em neurônio neurônio maduro tá essas células podem se diferenciar da mesma forma que elas podem se diferenciar num neuroblasto elas podem se diferenciar num glioblastos e esse glioblastos pode dar origem futuramente pode se diferenciar tanto em astrócito quanto em oligodendrócito tá essa célula pode
se diferenciar em célula ependimário que é Um tipo de célula glial também né que a gente já falou antes ou essa célula neuroepitelial ela pode dar origem a um outro tipo de célula precursora chamada glia radial tá a glia Radial como eh Como Eu mencionei ela também é uma célula precursora Então ela ainda é indiferenciada ou seja ela pode ela vai futuramente dar origem a neurônio ou glia seja astrócito seja oligodendrócito tá então é uma nova é uma é um novo tipo de célula precursora Que num determinado momento vai substituir as células neurop telaris tá
Quando essas células já se diferenciam o tubo neural já tá se especificando nos diferentes tipos de neurônio de glia eh essas células neuroepiteliais que estão se diferenciando mas ainda não tem um destino neural nem um destino glial astrócito oligodendrócito ela vai se diferenciar em glia Radial que posteriormente vai seguir esse caminho De diferenciação neuronal ou diferenciação glial mesmo seja astr seja igr óo tá então gente isso aqui é um recorte disso aqui tá então reparem a camada ependimário são essa camada aqui onde estão os corpos celulares em Azul vamos reparar aqui a camada do manto
camada ventricular por quê Porque são as células que estão em contato com o ventrículo que que é ventrículo Ventrículo é buraco é cavidade tá lum então camada ventricular é aquela que tá em contato com o ventrículo em seguida tem a camada do manto tá que seria a substância cinzenta que aqui ó substância cinzenta e essa camada do manto é a camada onde vão se situar os corpos celulares dessas células tá seja dos neurônios seja célula angli Tá e aada Margin a camada da margem é a camada onde a Gente vai ter simplesmente as projeções neuronais
as projeções celulares de uma forma geral tá mas a gente não vai ter corpo celular então tá aqui ó essa região branca aqui substância Branca tá não tem corpo celular aqui tá bom E aí reparem que tem uma raiz ventral saindo aqui desse tubo neural essa raiz ventral é a raiz motora tá aqui gente a gente tá falando de uma maneira geral começa dessa forma em todo o tubo neural depois isso vai Ganhando particularidades de acordo com a Região do tubo neural que a gente tá falando dependendo se é prosencéfalo se é mesencéfalo se é
romb encéfalo ou se é medula espinhal tá aqui em cima ele já coloca no esquema pia Mater que é a primeira Ada da Menin Tá ok professora você estava falando até no último slide que as células neuronais elas estavam em contato tanto com a Membrana apical quanto com a membrana basal só que não pareceu pode voltar no outro slide Antes desse rapidinho Esse é isso isso esse aí não tá apendo que todas asas estão conectadas a membrana apical você tá falando aqui da figura a ou da figura B da A então é porque aqui ele
tenta fazer um corte do e tenta ser um corte fiel tenta reproduzir eh fazer um esquema de um Corte do tubo neural então por exemplo essa célula aqui olha eu concordo com você a gente não vê a extensão dela lá em cima né na região apical aqui na na região basal aqui mas ela estaria por baixo dessas aqui né a gente tem que lembrar que isso aqui é uma coisa 3D então estaria por baixo ali entendi com por conta dos prolongamentos né isso aqui por exemplo essa daqui ó ela tá exprimida entre essa e essa
mas ela certamente tá aderida a região basal Também Provavelmente por trás ou pela frente da altura desse corte que a gente tá olhando entendi tá no isso já foi foi visto isso já foi visto em laboratório tá por isso que se afirma Então se experimentalmente a gente tenta buscar onde essas células aqui se conectam os pesquisadores já já identificaram que todas elas se conectam Tanto à superfície basal quanto a superfície apical Tá ok uhum exceto aquelas que estão em divisão celular Essas se desprendem aí elas vão se desprender tá Então essa daqui por exemplo tá
em divisão celular se desprendem da região ã basal tá e ficam aqui somente e ficam aqui acomodadas ã adjacentes ao Lumen adjacentes na camada ventricular a gente pode dizer tá Então essa daqui tá em divisão essa daqui pela organização dos dos cromossomos Mais condensados também tá em divisão essa daqui também essa daqui já estaria em anáfase Tá Vendo Aquela fase de separar Aqui então tem uma intensa prolifer a celular num primeiro momento e inicialmente essa proliferação celular é simplesmente para autorrenovação dessas células então uma D origem a duas exatamente iguais e assim por diante chega
um determinado momento que começa a diferenciação tá E aí a gente tem esse Panorama aqui e nesse Panorama aqui a gente viu que essas células neure repitel elas podem dar origem a células de glia Radial além de ter esse potencial multipotente de diferenciação em neurônio em células da glia a glia Radial ela vai ser importante também para que os neurônios se posicionem corretamente na camada neuronal onde eles tem que ficar tá então aqui por exemplo nessa figura C essa figura C aqui é mostrando um esquema da região do córtex cerebral tá proveniente de onde do
prosencéfalo aqui nesse caso é o córtex cerebral Tá mas o mecanismo Semelhante vai acontecer nas outras regiões também então reparem aia Radial Cadê ela tá aqui ó essa celulinha aqui ó com corpo celular aqui com prolongamentos fininhos que vão se ah estender desde a região do Lumen até a região basal aqui tá essa região ventricular né Zona ventricular é onde ocorre a divisão celular então tá vendo aqui ó divisão celular acontecendo da origem é uma célula eh de glia Radial que vai se estender os neurônios ele Eles são vamos supor uma célula dessa daqui que
está se dividindo pode dar origem a um neurônio também esse neurônio se diferencia inicialmente ele se se localiza na região de origem né aqui próximo a célula mãe que tava se dividindo e como é que ele alcança a região cortical a região no caso aqui é o córtex cerebral mas a região eh ao longo da espessura do tubo neural como que ele como é que ele alcança a Camada à qual ele vai pertencer migrando através da glia radial tá então reparem que ele se enrosca na glia Radial usa a glia Radial como um guia né
como enfim ele vai vai subindo pela pelo prolongamento da glia radial até que ele migra e se coloca na camada onde ele vai a qual ele vai pertencer o córtex cerebral gente ele tem seis camadas tá de neurônios Então esse aqui por exemplo pertence a sexta camada tá aqui a gente já tá falando de Um momento um pouco mais avançado do desenvolvimento e o que que é o que que que que é importante aqui para mim que vocês entendam tá a gente não vai detalhar mecanismo molecular aqui nessa parte mas é vocês Eh preciso que
vocês entendam a existência da glia radial e a importância dela tá bom a glia Radial além dela ser célula precursora ela é importante para que os neurônios alcancem a sua localização definit professora Sim e eu só não consegui Visualizar uma coisa essa glia Radial Ela tá presa e base na membrana basal e também apicalmente naquela camada única de células é isso sim é aqui ela tá aqui aqui a gente já pode chamar de camada ventricular tá e a e a camada basal a região basal das células seria seria aqui né região basal das células seria
aqui onde vai se localizar a pia Mater né ao redor do tubo neural então a gente pode dizer que o neurônio ele tá por exemplo ele tá Migrando da por exemplo n da camada marginal até a ventricular assim até se aproximar do Lumen mais ou menos isso não oo contrário da camada ventricular ele sobe pra camada do manto tá e a camada Marginal vai conter simplesmente os prolongamentos essa camada do manto é ela que vai se dividir em seis eh camadas Ah entendi beleza tá e o neurônio ele não vai se manter conectado não ele
vai pertencer a uma camada dessas aí tá a Mesma coisa o astroso a mesma coisa o óleo dendros que depois vai se enroscar nos nos nos dendritos e axônios tá beleza Professor obrigado então gente eu gosto dessa imagem porque mostra Como que o tubo neural inicialmente é um tubo né contínuo a gente pensa consegue perceber que ele é contínuo como que ele vai sofrer suas seus dobramentos seus os Novos ventrículos vão aparecer ali dentro tá até que se transforme a ponto de formar o nosso sistema nervoso central como ele é tá então a gente tem
aqui inicialmente as três vesículas prosencéfalo mesencéfalo e ROM encéfalo tá mais para frente na quinta semana a gente já tem cinco vesículas e não mais três vesículas tá o prosencéfalo se divide em telencéfalo e diencéfalo em seguida a gente continua tendo o mesencéfalo que não se divide não Aparece aqui o romb encéfalo se divide em metencéfalo e mielencéfalo e isso é contínuo com a medula espinhal e a partir daí existe toda uma diferenciação a gente já vai ver essas partes individualmente eh já já tá bom então para mostrar de uma forma geral como que isso
evolui Então tá lá vamos falar das cinco vamos falar dos das vesículas cefálicas inicialmente são três prosencéfalo mesencéfalo e rombencéfalo Três vesículas cefálicas em seguida na quinta semana a gente já tem cinco vesículas cefálicas tá o prosencéfalo se divide em duas telencéfalo e diencéfalo o telencéfalo gente é que vai dar origem ao que a gente chama de cérebro né aos hemisférios cerebrais então o telencéfalo vai crescer tanto vai dar origem aos hemisférios cerebrais o diencéfalo vai ficar pequenininho Então a gente tem os dois hemisférios Cerebrais o dipolo vai ficar pequenininho lá dentro tá E vai
se diferenciar em tálamo hipotálamo epitálamo tá o mesencéfalo já vai ser parte do tronco encefálico vai vir logo em seguida o metencéfalo se divide desculpa o rombencéfalo se divide em metencéfalo e mielencéfalo o metencéfalo dá origem à ponte e ao cerebelo e o miel encéfalo dá origem ao bubo tá o bulbo gente também pode ser chamado de medula Oblongata E aí por isso que dependendo da imagem que vocês vejam ele tá sendo chamado de medula tá porque em inglês a medula espinhal não é medula é spinal Cord tá cordão espinhal a gente chama de medula
espinhal e o bubo é chamado de medula oblongata tá também bom então ah tá a gente vai ter as diferentes partes se formando aí a partir dessas vesículas cefálicas então tá lá ó as vesículas encefálicas primárias as três primeiras Prosencéfalo mesencéfalo e romb encéfalo com os seus rombos 1 2 3 4 5 6 7 8 tá em seguida essas três vesículas se transformam em cinco né E já começam a aparecer flexuras que começam a dar forma ao cérebro tá então a gente tem flexura mesencefálica que fica na região do mesencéfalo eh a flexura cervical entre
ali o final do robo encéfalo e a medula espinhal e a Flexura pontina vamos lembrar aqui o metencéfalo da origem à ponte e ao cerebelo então está ocorrendo na região do metencéfalo é a flexura pontina tá então equivalentes essas duas imagens aqui um pouco mais avançado a gente já vê o telencéfalo que cresce muito recobrindo toda a região do diencéfalo que vai ser uma região bem pequenininha que ainda tá grande tá isso vai o o isso Vai ficar proporcionalmente bem menor em relação ao telencéfalo o mês encéfalo vai ficar aqui aqui a gente vai ter
ponte bulbo isso se segue com medula espinhal tá na região do bulbo e da ponte a gente vai ter os nervos cranianos Saindo dali e eles vão se conectar com gânglios cranianos esses gânglios são derivados de crista neural paro por aqui falo um pouquinho mais disso na aula de crista neural tá então Aqui a gente tem ó esses pontinhos amarelos mostrando a origem dos gânglios cranianos tá então o nervo craniano cinco nervo craniano 7 e 8 o nervo craniano 9 10 11 e aqui o 12 tá vamos falar tá quase acabando essa aula tá preciso
agora só o finalzinho mesmo gente dúvidas até aqui professora sim a senhora disse que os gânglios eh cranianos se ligam aos nervos né isso os nervos cranianos eles vão conectar eles vão se conectar a Gânglios que estão na região da face um exemplo só para contextualizar aqui para vocês é o gânglio trigêmeo é um que fica mais ou menos aqui assim olha na nossa tempora que é o maior gânglio na verdade que a gente tem e é o gânglio responsável por inervar os nossos dentes por exemplo vai inervar outras regiões da face também mas inclus
incluindo os dentes então quando a gente sente dor de Dent é por conta dos nervos do gânglio trigêmio que enervam esses dentes e aí Esse estímulo né de dor enfim é é levado até o trigêmeo e dali vai pro córtex e vai pro tronco encefálico e dali pro córtex cerebral tá enfim e esse gânglio esses nervos cranianos o gâu trigêmeo por exemplo se eu não me engano é esse aqui olha o nervo cinco é que vai conectar o sistema nervoso central ao gânglio trigêmio tá os gânglios cefálicos gente fazem parte do quê fazem parte do
sistema nervoso periférico tá quem é sistema Nervoso central tubo neural tá bom na medula espinhal eu acho interessante falar disso aqui porque até vocês vão conectar com o que a professora Catarina vai falar a camada do manto vamos lembrar a camada do manto é aquela camada Onde estão os corpos celulares das células e a camada Marginal é onde a gente tem só projeção celular né prolongamentos celulares Ah bom então a camada do manto na região da medula espinhal ela vai se dividir aqui ó zona do manto ela vai se dividir em placa alar ou placa
dorsal tá e placa basal ou placa ventral certo essa essas placas elas vão ser formadas por neurônios sensitivos tá é a placa alar então ela vai dar origem a coluna sensitiva e a placa basal ventral vai dar origem origem a coluna motora tá então quando iso se diferencia ganha Esse aspecto aqui da figura B então corno dorsal ele é o quê gente sensorial tá o corno ventral ele é motor tá motor então o corno sensorial é aquele que vai receber informações sensoriais gente informações sensoriais vem de onde vem do meio ambiente vem do meio externo
para dentro do nosso corpo então por exemplo eu encosto o meu dedo numa placa quente no Fogão tá quente essa informação vai atingir uma terminação nervosa aqui no meu dedo isso vai seguir o neurônio que leva lá pro gânglio da dorsal que tá do ladinho ali da minha coluna então o o corno dorsal vamos lá o corno dsal ele vai se conectar aqui a um gânglio que é o gânglio sensorial gânglio da ou gânglio da raiz dorsal Por Que gangli da raiz dorsal porque aqui a gente tem uma raiz D sal e aqui a gente
vai ter uma raiz que é ventral a raiz ventral ela é motora a raiz dorsal ela é sensorial tá aqui em cima ó a raiz a raiz dorsal ela é sensorial e a raiz ventral ela é motora então aqui tá a coluna A raiz dorsal conectada a um gânglio da raiz dorsal e aqui tá a coluna e sua raiz ventral a raiz ventral é conectada com algum gânglio periférico não tá os Neurônios saem daqui vão inervar por exemplo os músculos tá a gente tá falando que a raiz ventral ela é motora certo e a raiz
dorsal ela se conecta com gânglios da raiz dorsal que vão inervar todo o nosso corpo mas enfim com neurônios sensoriais então aquele exemplo que eu dei no dedo aqui ele tá dando com quando a gente fura o pé por exemplo uma taxinha Então eu tenho um neurônio que é ativado aqui neurônio de onde neurônio do gânglio Sensorial gânglio da raiz dorsal dorsal root ganglia ganglio da raiz dorsal Então esse neurônio Esse é o prolongamento de um gânglio essa terminação nervosa é de um neurônio do G da raiz dorsal Então essa informação aqui ela vai percorrer
esse axônio e vai chegar aqui no gânglio da raiz dorsal daqui essa informação vai ser passada pra medula E daqui a gente vai da medula a gente vai ter neurônio que vai conectar Com outro neurônio lá em cima na região do tronco encefálico e depois do córtex cerebral pra gente processar essa informação de dor Tá bom então eu tenho neurônios aqui nessa a região da coluna que são aferentes que que quer dizer aferentes quer dizer que são neurônios que estão indo em direção ao sistema nervoso central Então esse neurônio aqui ele é aferente Cadê esse
neurônio ele é eferente Ele tá indo em direção gente me dá um minutinho só para eu tirar esse cachorro daqui exterior do sistema nervoso central é um saindo da Periferia e indo pro sistema nervoso Então são neurônios aferente a reação imediata professor para tirar o pé Então essa informação tirar o pé não se se a senhora tá ouvindo Mas Você tá travando um bocado pra gente pode falar é porque a senhora tava travando agora a pouco mesmo você tava travado aqui acho que a gente perdeu um pedacinho da sua fala informação do sistema nervoso central
para Periferia então o neurônio por exemplo contraia é um neurônio eferente tá então neurônios da raiz ventral são eferentes neurônios da raiz dorsal são Aferentes Ok e gente vamos lá medula espinhal é parte do tubo neural é sistema nervoso central e gânglios da raiz dorsal gânglios da raiz dorsal são gânglios do sistema nervoso periférico eles são derivados de crista neural tá bom essa daqui é uma imagem da nossa coluna né do adulto então aqui a gente tem a medula espinhal aqui a gente tem a raiz dorsal Conectada no gânglio espinhal que é o gânglio da
raiz dorsal que é um gânglio sensorial tá a raiz ventral não tá conectada aqui é porque elas ficam essa raiz ela fica bem próxima aqui mesmo na saída do gango espinhal essas Du e a a a saída do gânglio com a raiz ventral se juntam num único nervo tá E aí a gente tem aqui o nervo espinhal exatamente aqui onde eu tô com o meu mouse esse nervo espinhal que é uma mistura de neurônios aferentes com neurônios Eferentes esse nervo espinhal ele se ramifica el se ramifica para quê paraar o nosso corpo tá então vai
se ramificar num ramo dorsal inicialmente carrega informação motora e ventral tá bom E aí a gente tem umângulo de raiz dors aqui a gente tem outro depois da outra vértebra a gente tem outra uma Digando professora tá aqui essa imagem a gente não consegue ver uma cadeia desses gangos ok aqui olha aqui já já mostra aquilo que eu tentei desenhar antes a gente né O que que tá acontecendo vou fazer o seguinte eu vou tentar tá travando bastante pra gente a gente internet provavelmente é né é tipo assim os últimos dois slides Oi usarem um
pouquinho que eu vou Tentar rotear o sinal do meu celular aqui aqui para ver se eu mudo a internet só um minutinho professora você tá falando mutado tava mudo né Eu tentei rotear a internet do celular mas tá pior eu acho que a mudança de tempo aqui que tá atrapalhando a minha internet tá péssima Pelo [Música] visto agora eu tô falando vocês estão me ouvindo Será que a gente tenta de novo Parece que sim então vamos lá eu vou tentar de novo qualquer coisa vocês tentem me avisar que eu travada E aí se não der
eu termino essa parte de gravar essa parte e coloco para vocês no Av vocês assistam depois tá bom mas vamos lá Falta tão pouquinho nos últimos slides só preciso fechar esse raciocínio mesmo com vocês é que hora que tava falando do de tirar o pé da taxinha foi ali que começou a Travar Tá então vamos lá deixa eu só garantir bom tá gravando deixa eu compartilhar falta bem pouco é realmente a parte final pronto vocês estão me vendo né sim então vamos lá mais uma tentativa retomando quando a gente por exemplo pisa numa taxinha isso
traz uma informação sensorial pra gente como que isso acontece esse neurônio essa terminação nervosa vai levar essa informação para o gânglio da raiz dorsal Tá para o seu corpo celular né é uma é uma informação que vai percorrer essa projeção neuronal esse neurônio tá conectado com outro neurônio dentro da medula espinhal e isso essa informação vai pro cérebro então a gente sente a dor tá e o outra informação que vem da região do do cérebro é a informação de que a gente tem que tirar o pé logo a gente tem esse reflexo rápido né de
tirar o pé como que isso acontece vem uma informação do sistema nervoso Central para a periferia então quando a informação é da Periferia para o sistema nervoso central a gente tá falando de neurônios aferentes Ou seja a raiz dorsal Ela é formada por neurônios aferentes quando a gente tá falando de uma informação que faz o caminho inverso que vem do sistema nervoso central para a periferia ou seja para o músculo para a periferia do nosso organismo para o músculo a gente tá falando de neurônios eferentes ou seja Eferentes ou seja a raiz ventral ela é
eferente tá então aqui olha a placa Lar ou placa dorsal se conecta placa Lara ou placa dorsal o corno dorsal aqui da medula se conecta através da raiz dorsal que é sensorial ao ganglio espinhal ou ganglio da raiz dorsal tá já a raiz ventral é uma raiz motora Ok E aí então motora Essa é a raiz ventral e essa raiz ela é motora tá os neurônios que saem do gânglio espinhal junto com os neurônios da raiz Ventral eles vão formar juntos a o nervo espinhal E aí eu tava mostrando essa imagem para vocês que é
a imagem do nosso organismo adulto a medula a raiz dorsal que se conecta com o gânglio espinhal ou gânglio da raiz dorsal a raiz ventral essa raiz ventral gente ela não tá conectada aqui ao gangle não tá É porque ela tá bem próxima e a imagem aqui pode nos atrapalhar um pouco porque tá bem pequenininho mas ela vem margeando aqui tá E ela vai se se juntar Os neurônios daqui vão se juntar com os neurônios da raiz dorsal para formar o nervo espinhal que é justamente aqui onde eu tô passando e é esse aqui esse
aqui nervo espinhal tá esse nervo espinal ele vai ser composto Então por por neurônios aferentes sensoriais e neurônios eferentes motores e esse nervo espinhal vai se ramificar então inicialmente em ramo dorsal e ramo ventral mas depois Isso se ramifica várias vezes para poder enervar o nosso organismo todo tá e a gente tem vários nervos espinhais tem nessa altura aqui tem outro nervo aqui nessa altura aqui outro aqui nessa altura então é uma cadeia de gânglios espinhais uma cadeia de gânglios sensoriais tá que se conectam ali com a nossa medula espinhal bom medula espinhal medula espinhal
é tubo neural Ok ou seja sistema nervoso central e gânglio da raiz dorsal vem do tubo Neural não ele é parte do sistema nervoso periférico ele é derivado de crista neural tá vocês vão ver na aula de crista neural como que que ele aparece aqui tá bom aquele esquema lá no embrião seria esse aqui tá então tá lá o gânglio da raiz dorsal gânglio da raiz dorsal o nervo espinhal É esse aqui tá junção da raiz ventral com os neurônios aqui do gango espinhal né que estão chegando ao gango espinhal esse aqui é o nervo
Espinhal que se divide inicialmente em ramo dorsal e ramo ventral esse ramo ventral vai se ramificar ainda várias outras vezes para Pod inervar Por exemplo essa faixa aqui em marrom que vai dar origem aos músculos corporais esse R ventral vai ter ainda uma ramificação que vai enar os músculos dos membros tá o r dorsal vai se ramificar para para inervar o que futuramente vai dar origem aos músculos das costas por exemplo tá Bom E essa então min a bibliografia eh rapidinho Esse daí é em que semana o desenvolvimento essa daqui isso à Não sei te
precisar isso não deixa eu pensar aqui Deixa eu pensar aqui crista neural migrar na quarta semana eu tenho sistema nervoso formando até 18 semanas eu acho que aqui é por volta do terceiro mês 12 semanas por volta D Tá Por volta D Ok já é um período já é uma fase bem mais avançada do desenvolvimento reparem que a gente já tem até a vértebra formada aqui ó Entendi valeu Prof tá bom em torno D tá gente não sei precisar isso talvez vocês consigam essa informação na aula da professora Catarina que vai abordar com vocês formação
de vértebra formação de músculo tá bom tecido mesodérmico em geral profe tem uma Pergunta no chat de uma pessoa que tá sem microfone Ela perguntou como que os impulsos elétricos não se confundem na hora que os nervos se juntam já que eles estão indo em direções opostos como que eles não se respondem Boa pergunta não olha não vejo muito uma forma disso acontecer porque olha aqui aqui ele só tá nessa imagem aqui por exemplo ele só tá identificando o o o neurônio sensorial Tá mas do ladinho dele dentro do mesmo nervo bem do ladinho ali
ó justa posto ali adjacente teria o prolongamento do neurônio do neurônio motor tá aqui eu tenho é um neurônio aferente Então as informações vão chegar vão daqui para cá tá esse esses neurônios do gango sensorial são neurônios bipolares Deixa eu ver se eu ajudo a esclarecer um pouco isso são neurônios bipolares não são aqueles neurônios com Vários dendritos tá são neurônios bipolares que vão ter um axônio e um dendrito e no caso esse aqui seria até um dendrito esse Comprido aqui tá porque ele tá recebendo informação então leva informação até o corpo neuronal e o
axônio vai fazer a sinapse com os dendritos dos neurônios aqui da medula tá então esse neurônio ele só manda ação nesse sentido tá e o neurônio que tá a fibra que tá aqui do lado por exemplo Enervando o músculo aqui do pé o músculo da Sei lá o músculo aqui da Batata vamos supor que esse aqui seja um músculo da batata da perna ele tá aqui tá ou pode ser que eu tenha músculo motor aqui também junto aqui a questão é esses neurônios são diferentes são são diferentes tem propriedades diferentes não tem como a informação
são e são unidades independentes por mais que eles estejam um do lado do outro não tem como a informação vir de um e cruzar pro Outro não e são unidades fechadas com as suas membranas plasmáticas individuais então não sei se eu respondi não sei se eu entendi bem a pergunta na verdade eu acho que era isso mesmo eu agora tenho uma pergunta minha eh que antes tava falando das células neuroepiteliais que dar origem a neurônio e célula da glia isso é válido somente para dentro do do canal medular e do do sistema nervoso central então
tanto esse tanto esse sensitivo quanto o Motor no caso vai vir da Crista neural então não não olha isso aqui calma aí não sei se acho que você tá fazendo confusão isso aqui é o qu gente isso aqui é um corte da medula espinhal que é tubo neural então isso aqui olha placa lar e placa basal é a camada do manto então isso aqui antes de ser neurônio e glia que estão aqui que é constituindo essa região era célula neuroepitelial então isso aqui sistema nervoso central o que vem de crista neural é o que tá
Externo a medula Então esse gânglio aqui que é o gâi esse gânglio aqui ele é periferia ele é sistema nervoso periférico ele vem de grista isso mas ele ele vai interagir dentro da medula certo vai ter um prolongamento dele adentrando a medula e o efetor também ele tá saindo de dentro da medula e indo para fora só que a origem dele vai ser da neuroepitelial ou vai ser da Crista também esse aqui você tá falando isso porque ele tá interagindo lá dentro mas Ele tá indo para fora entendeu isso então ele é tubo neural tá
ele é tubo neural ele vem ele é da medula Então esse esse esse esse esse esse nervo aqui esse essas projeções neuronais esses axônios aqui Eles são de neurônios da medula sistema nervoso central e esses aqui são de neurônios do gânglio periférico desculpa do Gang espinhal que são de crista a origem embriológica é diferente tá é só pensar Onde tá o corpo celular então no caso se o corpo celular Tá fora do da medula ele é da Crista se o corpo celular tá dentro da medula então ele é esse raciocínio mesmo tá Deixa eu olhar
lá o chat pode falar aqui desculpa sou eu que tô com fiquei com essa pulga atrás do Orelha Quando a senhora explicou sobre o nervo de Pinhal eh na minha cabeça né quando tá indo o impulso elétrico da planta do pé pra medula né a gente sabe que o impulso ele é unidirecional só que no mesmo nervo a Gente tem vários neurônios né que vão constituir tanto levar impulsos paraa medula quanto retornar por per Tá certo até aí certo aí eu fiquei confusa com isso eh se tem alguma algum alguma coisa isolando esses neurônios pro
impulso elétrico deles não se não se é não se confundirem não se misturarem sabe entendi entendi como se os dois tivessem ali enervando e aquele estímulo tivesse chegando nos dois por que que só um recebe a informação e outro não essa A sua dúvida Não não é que não tem no espaço entre as bainhas de mielina sim ali tá tá acontecendo o impulso elétrico E aí por exemplo esse impulso que tá ali se ele não interfere no impulso do outro neurônio sabe entendi sua pergunta agora foi Franciele será que eles se modulam de algum jeito
eu acho que não eu acho que abertura de canal né Eu acho que não tem um estímulo para abrir o canal do Outro só vai abrir o canal daquela mesma célula porque a célula não tá grudada uma na outra não tem como o canal de uma ativar a abertura do canal da outra mas tá perto isso que diz mesm grudado tipo perto não é grudado mas tá Ah pera aí entendi o que você disse a questão da abertura dos canais entendi é a despolarização da membrana eu acho que não tem Como Influenciar uma outra membrana
entendeu que não tá conectado mas ve que tá justamente relacionado por Esse processo de abertura e fechamento de canais entendeu exatamente você só consegue controlar a sua membrana você não consegue controlar a membrana da célula do seu lado entendeu Por isso que tem o neurotransmissor para transmitir esse impulso para para Abrir canais na outra entendeu não é só pelo contato de uma membrana out Entendeu essa é minha dúvida por exemplo ao mesmo tempo que tá subindo o impulso elétrico tá vindo outro no Sentido de descida então mas é que teria que ter neurotransmissor entre uma
membrana e outra entendeu Não tem como só pelo contato da membrana uma membrana despolarizar a outra tanto que tipo do para sair do neurônio um para ir pro neurônio dois tem que liberar neurotransmissor na junção para abrir o canal do neurônio seguinte entendeu Mesmo ele estando muito mais próximos não tem como só pelo contato Ah eu vou colocar o neurônio do lado do outro e Ver se o canal vai abrir entendeu não não não existe isso tipo você só controla você mesmo para você causar despolarização na outra você tem que enviar o mediador que vai
se ligar no no receptor que vai abrir os canais naquela próxima membrana Mesmo que tivesse tipo do lado uma da outra ah T tô eu tô aprendendo com vocês aqui porque aí já entra numa alçada que não é muito a minha especialidade né A questão Da fisiologia e do da transmissão sináptica vocês provavelmente estão tendo isso em alguma algum outro bloco dessa disciplina a gente teve biofísica e mas existe também um mecanismo muito fino de controle desse impulso justamente para não eh causar nenhum tipo de problema por exemplo a Bianca que falou sobre a a
degradação dos neurotrans ores por exemplo pela acetilcolinesterase e justamente para não dar nenhum tipo de Problema para liberar esses receptores para preparar para uma nova transmissão e não ficar transmitindo não ficar acionando impulsos e de forma ininterrupta descontrolada na verdade tipo assim eu acho que eu vou ter que pesquisar mesmo por ninguém tá entendendo meu raciocínio doido temum tem algum ponto ainda no raciocínio da FR que ainda não foi não eu entendi o que você quis dizer não não entendeu is você tá tipo assim achando Que eu tô falando de um induzir a abertura do
outro mas não é isso tipo assim se confluíram no mesmo instante no mesmo lugar dos canais estarem abertos Se um vai interferir sabe na inade não tem como interferir no outro entendeu porque não é o mesmo impulso mesmo que a célula tivesse grudada tivesse uma membrana do lado da outra não tem como uma membrana influenciar a outra entendeu não não existe essa ligação mesmo que a célula Tivesse unida só se tivesse tipo uma GAP entre um e outro talvez poderia causar mas não tem essa ligação GAP Entre uma e outro entendeu o que tá acontecendo
em uma célula não vai conseguir causar na outra entendeu Tipo assim não é uma não é uma corrente elétrica que que que gera um campo entendeu Tipo ela só age naquela célula mesmo se tiver outra do lado com o canal aberto ao mesmo tempo não tem como que estimula uma estimular outra entendeu Não tem Como você respondeu sim O que eu perguntei agora você respondeu que eu perguntei mas sa Perin Você tem certeza sim porque senão o corpo não funcionaria a pergunta foi do Talvez isso talvez isso aconteça numa situação patológica e por isso que
a pessoa tipo desmaia porque ela tá com um monte de de impulso trocado ao mesmo tempo entendeu agora num corpo que funciona normal você não pode ter o impulso de uma célula interferindo no funcionamento da outra Porque senão seu corpo pifa aí você não funciona entendeu então assim Fez todo sentido a sua resposta Mas e aí como é que isso se isola sabe um exemplo na minha cabeça vamos colar um neurônio do lado interromper vocês desculpa professora é verdade é porque já tinha acabado a matéria desculpa eu vou ver não nada não realmente já acabou
a matéria Deixa eu só eh pontuar uma coisinha aqui acho interessantíssimo que vocês estão tentando com Eh conectar o aprendizado da biofísica com o aprendizado aqui da gente da embriologia É isso mesmo tem que fazer isso que se espera de uma disciplina como essa o PCI que é tão difícil de organizar enfim se tem algum ponto positivo nisso é esse vocês conseguirem conectar o que vocês aprendem num bloco de uma disciplina com a de a outra enfim nos diferentes saberes Tá mas eu queria só pontuar uma coisa aqui para vocês eu explico essa questão toda
na aula porque Eu acho que é importante contextualizar para você para fazer sentido a origem embriológica tá mas para mim aqui na embriologia só para acertar aí o ponto onde vocês têm que ir na embriologia até na hora de estudar o que que é importante para mim a origem embriológica dessas estruturas tá então acho perfeito que vocês façam essa conexão Tem que fazer mesmo é assim é essa esse é o espírito do PCI tá mas aqui pra prova eh só para quem tá Acompanhando o debate de vocês e pode às vezes estar confundindo achando que
isso pode ser tema da minha matéria só para esclarecer que não tá o que que é importante para mim que que vocês tem que saber que tem que ficar claro medula espinhal é sistema nervoso central tubo neural origem tá câ da raiz dorsal é parte do sistema nervoso periférico vem de crista neural tá E aí vocês vão aprender mais sobre isso na aula que eu vou deixar lá agora para vocês eh vou só Responder a pergunta aqui do Mateus O Mateus perguntou por que que tem gânglio na raiz dorsal e não tem gânglio na raiz
ventral Mateus difícil responder essa pergunta evolutivamente foi assim que aconteceu mas é uma uma informação aqui que agrega eu acho pra gente entender isso é a seguinte informação sensorial tudo que vem de fora passa por gânglios de sistema nervoso periférico antes de chegar no Central então isso por isso existem os gânglios sensoriais da raiz Dorsal e aqui na cabeça então a gente não D audição é o gânglio vestíbulo coclear que fica lá na orelha interna que é não é derivado de tubo neural é também sistema nervoso periférico e vai levar essa informação lá pro troncoencefálico
mesma coisa o gânglio ocular a gente tem um gânglio que vai levar informação lá pro sistema nervoso central mesma coisa o gânglio trigêmeo que nervos dentes a Gente tem também o gânglio eh nodoso que fica aqui embaixo que faz parte do nervo vagal o nervo vagal faz uma grande conexão do tronco encefálico com o nosso sistema digestório com o sistema cardíaco enfim não vou detalhar isso na disciplina mas para mostrar para vocês que informação sensorial passa por por esses gânglios antes de chegar no sistema nervoso central e aí esses gânglios da Periferia em sua maioria
esses neurônios são de crista neural mas Nem todos os gânglios da raiz dorsal sim são todos de crista neural os gânglios cefálicos parte dos neurônios são derivados de glia desculpa parte dos neurônios são derivados de crista neural e outra parte são derivados de estruturas chamadas placoides e aí eu apresento isso para você vocês na aula de crista neural Tá bom então só para ficar claro aqui que eu até gostaria de entender mais do jeito como vocês estão falando aí como é Que passa a questão dos canais iônicos e tudo mas aqui pra gente na disciplina
é a questão da origem embriológica tá bom só para vocês não se perderem no estudo de vocês tá Franciele Não precisa se desculpar eu adorei ver essa discussão e ver que vocês estão conseguindo acompanhar o porque a sua pergunta demonstra que você entendeu o que eu expliquei então fiquei muito feliz com esse retorno tá eh o PDF da aula de crista por e-mail Vou mandar agora tá e vou revelar o problema que teve na aula de crista já vou botar ele agora lá para vocês em 5 minutos vai est lá tá bom e a parte
dois vai tá lá Mateus só um instantinho para eu fecharão já avancei na hora eu tô preocupada com o tempo que vocês vão ter para assistir a aula de crista neural que vai ser pouquíssimo e a aula já tá pesada e eu tô com medo de vocês não acompanharem amanhã aula da professora Catarina eu vou conversar com ela para ver se ela me cede um tempinho da aula dela amanhã de manhã para eu concluir a parte de crista neural concluir como tempo para vocês assistirem de repente a parte dois do vídeo a parte um tem
50 minutos que já vai estar lá em 5 minutos a parte dois é mais ou menos a mesmo tempo então são grandes também tá então vou ver se eu consigo um tempinho do horário da professora Catarina amanhã para que vocês assistam o vídeo da aula Da Crista neural porque eu sei que à tarde Vocês já tem outros compromissos aí na disciplina Tá bom Mateus Diga E então Professor eu só queria confirmar e a raiz dorsal ela vai ter ali uma guinada digamos assim mais sensorial e vai se conectar no gangle espinhal dorsal certo isso ventral
vai ser motura E aí os neurônios dessa raiz eles se unem para formar os nervos espinhais e aí forma o ramo dorsal e o Ventral né Isso tá então entendi isso do nervo espinhal ele já se separa em ramo dorsal e ventral e esses cada um desses dois ramos já vão se já vão se se ramificar várias outras vezes tá beleza obrigado Professor ok gente qualquer dúvida que fique podem colocar lá no no nosso fórum tá acaba que a gente não usou muito fórum mas ele tá lá para isso eu mando os recados por lá
por vocês e chega direitinho mandem Lá dúvidas que eu respondo tá bom o nosso tempo de encontro acaba aqui hoje e lembrem que todas as quartas-feiras tem monitoria vocês gostaram da monitoria acabou que eu não perguntei foi legal né Eu acho a monitoria na véspera do miniteste então el estão disponíveis para atender vocês toda quarta-feira meio-dia tá e se tiver um grupo grande que Se comprometa de fato a aparecer na monitoria Dá até para de repente se elas Tiverem um horário compatível com o de vocês marcarem um horário diferente que não seja quarta-feira a meio-dia
mas tem que se comprometer caso combinem com elas tem que se comprometer a aparecer tá que já aconteceu de grupos de outras disciplinas marcarem elas se organizarem para estar presentes lá e ninguém aparecer tá a notas Dom minita já estão disponíveis Mateus até amanhã provavelmente a gente libera Ok gente foi um prazer tá o contato com a turma de vocês a gente continua o contato lá pelo fórum tá bom tá bom Professora Muito obrigada Desculpa aí a bagunça n não tem problema não bom dia bom dia para vocês ciao [Música] [Música]