a ideia da nossa Live da nossa conversa de hoje é falar um pouquinho sobre esse estudo que saiu recentemente e que causou um certo enfim cada pessoa recebeu de uma forma sobre o uso do DI e o aumento do Risco do câncer de mama tudo que a gente vai falar aqui hoje realmente é um bate-papo a ideia não é julgar ninguém que usa nenhum tipo de contraceptivo Acho que pelo contrário a ideia da gente tá fazendo esses tipos de conversa é cada vez a gente abrir nossos horizontes para algo que foi sempre muito fechado dentro
da Saúde feminina que é uma muitas vezes uma única opção uma única conduta aonde a gente tem que escolher entre o ruim e o pior ainda então cada vez que a gente tem essa conversa em grupos de mulheres ou que a gente Traz essa reflexão acho que a ideia é muito a gente trazer essa reflexão sobre como as condutas dentro da Saúde feminina são feitas e principalmente como a gente tá sendo informada dessas desses efeitos colaterais Talvez né então eu diria assim quem não viu essa notícia enfim a notícia era sobre o aumento do risco
de câncer de mama em 40% em usuários de Dil Mirena né então seria o d hormonal ou a gente tem outras opções aí de di doil de cobra doil de prata mas seria o diil hormonal e eu ainda considero esse o método contraceptivo hormonal menos pior porque que ele ainda permite que as mulheres continuem ovulando Principalmente depois do primeiro ano de uso quando eu falo menos pior não é que eu indicaria mas se uma mulher tem que fazer uma escolha se ela tá com sintomas muito graves e ela precisa de um alívio enquanto ela faz
condutas tratamentos que vão trazer esse alívio de forma efetiva é uma sugestão digamos menos pior comparado com pílula ou coisas do tipo porém um ponto importante que a gente tem que entender e isso mesmo quando a gente procura em estudos é que se confunde muito o termo o nome de progestina ou progestágenos com progesterona e isso nos estudos científicos comumente é confundido se você der um Google e colocar progestina causa câncer ou progesterona causa câncer os termos muitas vezes são usados de forma errônea e eu acho que isso é um ponto importante pra gente entender
porque eu muitas vezes já ouvi de mulheres falando que elas estavam tomando progesterona quando na verdade elas estavam tomando um conta receptivo com progestina e é importante a gente entender isso porque esse é o ponto da de análise dessa pesquisa né então no caso foi o levonorgestrel um nomes meio complicadinho que é uma molécula mais parecida com a testosterona do que com a progesterona em si e são esses tipos de compostos a gente tem outros nomes que geralmente são usados como os progestágenos então Teoricamente quando vão explicar muitas vezes falam que parece com a erona
mas na verdade a molécula é mais parecida com o da testosterona e isso coloca a mulher em uma ausência de progesterona porque ele vai bloquear muitas vezes a ovulação não é o caso do DI Depois do primeiro ano no primeiro ano sim mas esse bloqueio da ovulação é um dos fatores que leva a gente para um desequilíbrio hormonal a partir do momento que eu não tenho a progesterona muitas vezes esse estrógeno continua atuando ali funcionante então é justamente essa presença dos dois quase como um um um quente um frio um in um Yang ou opostos
né então da mesma forma que os opostos se equilibram estrógeno e progesterona no nosso corpo tem esse papel de se equilibrar e quando a gente tem só a presença de um sem o outro isso pode favorecer para alguns desequilíbrios ou quando a gente tem ausência de todos os dois né O que muitas vezes gosto de chamar de castração hormonal que nas mulheres somos colocadas em tratamentos aonde a gente fica totalmente deplet de hormônio Lembrando que hormônio não é só pra gente engravidar o hormônio é pra nossa saúde cerebral pra nossa saúde ósea pra nossa saúde
cardiovascular pra nossa felicidade pra nossa saúde cognitiva então sempre vale é importante a gente ressaltar essas questões e aí um outro ponto que me troue né me chamou a atenção nesse estudo é que talvez vocês já escutaram isso ou já leram ou muitas vezes pode ser que alguns profissionais falem isso que o d hormonal ele fica o hormônio fica ali no útero e talvez isso nem era para uma má fé do profissional mas talvez uma questão que entendíamos ali como conceito de bioquímica dentro do corpo de que esse composto tinha efeito mais local porém a
gente sabe que dificilmente a gente vai passar alguma coisa no nosso corpo ou introduzir alguma coisa no nosso corpo e ele vai ter só um efeito local a gente pode pegar aí exemplos de coisas que a gente passa na pele dos protetores Solares que temos toda uma discussão de que eles atravessam a barreira hematoencefálica não vou generalizar aqui mas alguns compostos químicos de alguns protetores Solares podem atravessar a barreira hematoencefálica que é a barreira que protege o nosso cérebro se a gente passa algum produto na nossa pele isso tem um efeito sistêmico também vimos todo
o processo de de manifestações né de mulheres que colocaram silicone e tiveram um efeito imunológico então a gente acho que já deu para entender que qualquer coisa que a gente coloca no nosso corpo dificilmente vai ter um impacto local geralmente esse Impacto vai ser sistêmico em pequeno ou grande escala E aí quando a gente vê um estudo como esse ae tem um dispositivo que Teoricamente seria só local tendo um efeito mais sistêmico a gente confirma e comprova isso mas isso na verdade não é totalmente uma novidade já tínhamos estudos aí relacionando esse tipo de progestágeno
com depressão principalmente estudos feito dentro do do âmbito da pílula e não do DI então o levonorgestrel tem essa relação já estudada com o aumento de depressão e mesmo o diil de cobre a gente já vê relatos de efeitos sistêmicos de um aumento do nível de cobre não ativo né não não disponível necessariamente pro corpo e aí eu não tô falando que esse método é ruim ou bom mas como tudo na vida ele tem prós e contras então acho que faz parte da nossa atitude como mulheres sábias e capazes de nos informar de conceitos e
conteúdos que temos hoje acesso daa gente ter acesso esses conteúdos e tomar nossas próprias decisões então fica aí algumas enfim insights de tudo que veio aí desse assunto né na minha mente pra gente conversar hoje e claro quero que realmente seja uma conversa que vocês colaborem e até pra gente pensar e refletir sobre esse risco de câncer de mama ten um eu tenho a percepção que muitas vezes algumas pessoas tem o sentimento de que certos hábitos vão bloquear elas de qualquer tipo de doença e claro hábitos saudáveis certamente nos protegem contra doenças isso é um
fato mas as doenças não são só consequências da nossa estrutura fisiológica Então a gente tem hoje consequências ambientais que eu pessoalmente acredito que é cada vez mais uma causa das alterações de saúde principalmente em nós mulheres quando falamos de contaminantes ambientais aí entram plásticos agrotóxicos dioxinas temos estudos já mostrando que a exposição a dioxina no ventre enquanto na gestação aumenta as chances Deste bebê ter endometriose por exemplo ter alterações de câncer de mama então muitas vezes a gente se blinda com o que a gente pode mas temos que entender que a alteração da Saúde ela
é um contexto muito maior né então teríamos os fisiológicos os ambientais e eu coloquei aqui colocaria o social no sentido emocional saúde mental e sim social também e isso é até um ponto importante quando a gente avalia os estudos de blue zones que são as regiões mais longevas do mundo então a gente tem seis se eu não me engano seis principais regiões mais longevas do mundo e quando eu fui ler esses estudos eu tava assim uau o que que essa galera come eu quero saber o que que eles comem né claro como nutricionista eu queria
saber como era a dieta desses povos mais longevos e o que se destacou nesses estudos foi justamente as interações sociais você está em um grupo aonde você se sente seguro você ter pessoas com quem compartilhar então é claro quando a gente avalia fatores como este que é um fator fisiológico um contaminante ou um uso de um tratamento aumentando o risco de câncer a gente tem um fator mas muitas vezes algumas pessoas vão falar ah mas eu nunca usei ou eu já usei e não tive então assim a gente sempre tem que entender esse conjunto esse
contexto eu já vou falar um pouquinho mais de como a nutrição tem o papel também nessa parte dos impactos amb mentais mas aí eu só queria completar com essa questão do social e por muitos anos eu comecei o meu meu curso com esse estudo que era é um estudo do de um psiquiatra canadense se eu não me engano que é chama gabor Mat ou gabor Mat e ele fazia uma relação de dois grupos mulheres que tinham tido câncer de mama as mulheres que tinham recidiva e as mulheres que se curavam e o que ele mostra
é que os fatores fisiológicos pras duas eram iguais mas o que mudava nessa taxa de cura era justamente se elas se sentiam sozinhas sobre uma situação de estress então era como se fosse duas bolas assim de um gráfico né E aqui tava 80% maior de chance quando uma mulher está sobre uma situação de estress e 80% maior de chance quando uma mulher está sozinha porém se ela está sobre uma situação de estess mas não está sozinha esse risco reduz para 10% isso eu sempre gostava de trazer justamente para mostrar mostar como a nossa nutrição ela
não é só é química e e física e sólida ela é também etéria né ela tem essa nutrição do contexto sócioambiental aí não dei uma viajada aqui mas gosto de compartilhar essa essa visão porque parece muito que às vezes a gente entra no modelo matemático se eu como isso eu previno aquilo ok a gente tem as taxas de prevenção mas a gente tem outros fatores aí contando para esses processos eh de desenvolvimento de doenças e falando um pouquinho mais do contexto ambiental e da nutrição então assim nós temos enzimas no nosso corpo que vão processar
o mundo vamos supor né então principalmente essas enzimas quando a gente fala de processar o mundo É principalmente o fígado a gente tem vários processos bioquímicos ali no fígado que vão nos ajudar a pegar o que entra no nosso corpo e até neurotransmissores emoções então de certa forma a gente metaboliza as nossas emoções também se você teve um pico de adrenalina porque que você ficou muito nervosa com alguma situação você teve um pico de dopamina a gente também tem que eliminar esses neurotransmissores e dependendo da nossa capacidade de fazer essa eliminação a gente fica com
aquele nível de inflamação mais tempo no nosso corpo mas nós temos uma capacidade genética desses de detoxificar essas substâncias então quando a gente fala por exemplo de hormônios sintéticos ou mesmo dos nossos próprios hormônios ou de hormônios bioidênticos nessa três situações nós vamos ter que detoxificar essas substâncias algumas pessoas vão ter uma capacidade excelente de detoxificar essas substâncias Talvez seja o caso de você falar Ah a minha avozinha tem 100 anos de idade eu ten 80 anos de idade e ela fumou a vida inteira e bebeu a vida inteira e tá forte talvez ela ten
essa capacidade Super Poderosa de detoxificar substâncias e de capacidade de antioxidantes naturalmente que muitos a maioria de nós mero Mortais Não teremos então quando a gente a gente tem esses essas capacidades reduzidas e a gente conhece essas capacidades a gente consegue atuar também dentro da nutrição nisso aí vem a questão se uma mulher não conhece sobre a sua capacidade de detoxificação ou não nunca estimula essa capacidade de detoxificação hormonal ou de substâncias tóxicas ou não tem noção do que pode estar a contaminando ela talvez esteja mais suscetível a esse processo de desenvolvimento de um câncer
seja de mama ou de alguma outra questão que ela tem um fator favorável e ela tá se expondo então quando a gente avalia estudos populacionais a gente não consegue medir quem ali naquele grupo teve esse fator ou não mas talvez se a gente pegasse por exemplo um estudo aonde avalia A genética das pessoas junto da exposição a que elas estão submetidas a gente teria dados mais interessantes sobre isso então é sempre importante a gente entender e aí como Eu mencionei eu acredito que hoje a gente tá muito mais exposta a contaminantes ambientais se a gente
tem essa capacidade reduzida a gente pode vir a ter maiores chances de desenvolver alterações estimuladas por alterações hormonais então quando a gente fala por exemplo dos xenoestrógenos são contaminantes principalmente novamente em Plásticos e agrotóxicos às vezes coisas que são impressas né termo termossensíveis tudo isso a gente tem um contato muito maior hoje né E eles causam realmente uma bagunça hormonal no nosso corpo Então se a gente for somar tudo que a gente tá exposto anticoncepcional medicamento e todos esses contaminantes acaba sendo muitas vezes muita coisa pra gente eliminar versus às vezes uma situação onde a
gente não consegue se alimentar com uma alimentação altamente densa em nutrientes o que é diferente de uma alimentação saudável você pode por exemplo comer salada de alface tomate arroz integral franguinho grelhado todos os dias e ser uma alimentação saudável porém não tão altamente densa em nutrientes E aí isso tudo acaba dificultando um pouquinho mais esse processo de detoxificação ainda a questão de como a gente tratar essas doenças primeiro na endometriose se você tá me assistindo agora e tem endometriose sugiro fortemente que depois você assista uma live específica de endometriose que tá lá no meu perfil
do YouTube se você tá assistindo isso no YouTube depois né que vai ficar gravado lá também vá ali procure no canal porque eu começo a Live falando que a endometriose não tem uma causa hormonal ela é estimulada por por hormônios mas ela não tem uma causa hormonal a alteração da endometriose é imuno inflamatória se a gente não atua nesse processo imun inflamatório você continua com o estímulo eu acompanho mulheres e posso dizer isso para vocês é muito comum ter recidiva de endometriose a gente tem taxas ali se eu não me engano de 50 a 70%
dentro de 7 anos mesmo usando contraceptivos E aí se a gente tem a clareza de que o contraceptivo não está atuando na doença a gente se agiliza para começar a tratar ela de outra forma senão a gente fica acreditando que tá tudo bem e depois você tem que se submeter a outra cirurgia e mais outra e mais Então você colheu ali efeitos colaterais por anos pelo uso daquele medicamento e de repente você tá ali numa mesa de cirurgia novamente porque ainda não resolveu aquela questão então é sempre importante a gente entender isso nem tudo no
nosso corpo é culpa do hormônio e quando a gente bloqueia os nossos hormônios a gente tá consentindo com esse pensamento na verdade novamente é um desequilíbrio imuno inflamatório de detoxificação às vezes de um estilo de pensamento que nos deixa mais inflamada às vezes de questões tão específicas como uma sensibilidade a estamina que tem maior relação com a endometriose também então assim no caso do que o médico indicou ou não você tá procurando um profissional que foi treinado dentro de um pensamento que segue essa conduta de ele ele foi ensinado que para uma um diagnóstico x
e usa medicamento y e assim por diante Enfim não quero julgar este a conduta deste profissional Mas foi assim que ele aprendeu E é assim que ele acredita que faz sentido e muitas vezes o medicamento ele é necessário para Izar uma situação que a gente tá muito debilitada com muita dor mas se você não olha pro que tá causando esse desequilíbrio Você vai continuar naquela situação quem tem endometriose assista um vídeo lá onde eu falo mais completo sobre isso a outra pergunta foi sobre gestrinona né então acho que gestrinona é um pouquinho pior ainda porque
a gestrinona é um é é um anabolizante né então se você fosse uma atleta e tomar a gestrinona você é pega no dopping e acho que a principal questão é que a gestrinona ela não repõe ela pode ser tem sido uma uma alternativa usada em algumas mulheres por exemplo na menopausa mas ela não repõe nem estrógeno nem progesterona a gestrinona basicamente é nos colocar num padrão masculino hormonal porque ela vai suprimir estrógeno e progesterona e vai aumentar os andrógenos por isso que tem mulheres que TM muitos efeitos colaterais com gestrinona né o cabelo ficar super
oleoso ter queda de cabelo ter acne E e ter os sintomas da queda hormonal tá então assim eu no geral eu não acho não sou da linha que pensa em usar medicamentos para para essas condutas pra gente falar um pouquinho de câncer de mama também né fatores que são associados ao aumento de risco Então a gente tem por exemplo em mulheres pós-menopausa Qual o um principal fator é obesidade ou sobrepeso por quê se a gente tem um aumento de tecido adiposo no nosso corpo a gente tá produzindo estrógeno a gente tá produzindo fatores inflamatórios então
a gente continua tendo muito esse estímulo tá e Geralmente quem tem essa condição nem sempre mas geralmente tem maus hábitos ou tem uma resistência à insulina né então tudo que a célula que cresce de forma exagerada vai ser alimentado por essa glicose por essa insulina e todo tipo de célula que cresce de uma forma errada como no caso das células cancerosas são células que desrespeitaram a ordem a ordem social das células que é se você tá doente você se mata que é a autofagia e esse processo Esso de limpeza de detoxic de antioxidantes sempre presente
na nossa no nosso dia a dia na nossa alimentação é muito importante para promover essa limpeza celular né e através da nutrição a gente consegue estimular também esses processos de autofagia quando a gente usa Por exemplo berberina quando a gente faz um jejum adequado quando a gente faz atividade aeróbica eh Então a gente tem algumas coisas que estimulam esse processo de autofagia então basicamente e o desen des envolvimento de uma célula maligna ele não acontece em um ano né ele Acontece ao longo de muitos anos mesmo que você descubra um um muito inicialmente ele tá
ali há um tempo crescendo e sendo estimulado dentro do seu corpo e geralmente esses fatores de incapacidade de limpeza parecido com na detoxificação a gente tem um tipo de limpeza que é colocar para fora do corpo e no processo de antioxidantes é como se a gente tivesse tirando a poeira de dentro do corpo né então a gente tá ali limpando eh algo que naturalmente o nosso corpo vai produzir mas quando tem esse desequilíbrio muito grande a gente acaba favorecendo para essas células ficarem mais doentes e não se matarem quando elas estão doentes e então esse
esse aumento do do Peso é um fator importante eh o consumo de álcool também é relatado nem mulheres pós-menopausa Tá novamente como um fator importante e o consumo de carne vermelha em excesso não é consumir carne vermelha causa câncer consumir carne vermelha em excesso em mulheres pós-menopausa pode estimular um crescimento tá eh e aí que que seria o excesso eu penso muito no hábito do brasileiro que é o tal do fazer o churrasco comer às vezes 1 kg de carne num dia sem nada de antioxidante junto naquele mesmo contexto né então não tem um um
chá uma verdura uma fonte de vitamina C às vezes no dia se E isso se torna um hábito por anos associado Principalmente ao modo de cocção então o modo de cocção que deixa a carne mais queimadinha defumada Douradinha são todos fatores eh Vou colocar aqui como contaminantes né então isso gera muitos compostos eh e bioativos ali que são eh são toxinas vou colocar de uma forma generalizada aqui tá então se isso é um um um uma frequente é um hábito isso pode ser um fator também de estímulo sabe que um período muito eh vulnerável da
gente é na pele menopausa né então às vezes a mulher por exemplo ah eu tô sei lá muito próximo da menopausa tô com 50 poucos anos e descobrir ou um mioma ou uma endometriose porque é o momento que a gente tem Justamente esse aumento de estrógeno maior e se a gente tá num contraceptivo isso dá uma pioradas e com aumento de estrógeno e como o contraceptivo bloqueia a progesterona a gente fica Ainda mais nessa predominância estrogênica então muitas vezes é o momento que as coisas aparecem na nossa vida também E aí sobre os gens ligados
a essa parte de detoxificação então a gente pode considerar então quando a gente fala de genética pro câncer de mama tem aqueles tradicionais né que é o brac um brac do pra gente avaliar a tendência o risco na família mas alguns gens também são pontos pra gente ficar importante e pra gente ficar atenta né então quem tem S lá do da da da parte ativa do metilfolato mth RF a gente tem também o G da conte que é responsável por pelo metabolismo de dopamina mas também pelo metabolismo do estrógeno a gente tem o cp1 que
é o que tá conectado no consumo de café e estrógeno então ah eu sou sensível à cafeína mas eu ignorei totalmente isso da minha vida e consumo café absurdamente todos os dias você vai est detoxificando-as para proteger as nossas mamas eu tenho visto lá no no ciclos com as Minhas alunas que a deficiência deodo tá sendo bastante não é raro assim tem algumas meninas identificando e algumas que fazem o teste e realmente tá um nível bem baixo quem mora fora do Brasil tem que ficar mais atento a isso porque o sal não é iodado Mas
a gente pode eliminar mais iodo do nosso corpo quando a gente consome água com muito fluor ou cloro quando a gente consome muitos compostos alogênicos então brometo que às vezes vem em Farinhas refinadas eles eliminam muito iodo quando a gente tem uma sensibilidade à estamina a gente elimina mais iodo também então esse equilíbrio dos nutrientes acaba sendo um fator protetivo pra gente proteger esse processo do câncer de mama tá então iodo metilfolato vitaminas do complexo B Magnésio e todos os ápos detoxificantes que vão acabar atuando nessa eliminação e nesse encaminhamento correto de cada coisa beleza
meninas Eu Vou terminando por aqui um beijo e boa semana até semana que i