Fala onda duras, sejam muito bem-vindos ao roteiro dessa semana. Eu sou o pastor Gustavo Cypers e é muito bom estar aqui com vocês nessa semana para finalizarmos o tema contra a cultura. Já faz mais de um mês que nós iniciamos esse tema.
Estamos então durante todo esse período conversando sobre os valores do reino de Deus, aquilo que a partir do reino de Deus nós aprendemos sobre práticas, formas de pensar, forma de viver e o quanto que isso está em contraste oposição a muitas das práticas e a muitas das culturas que o nosso coração pecaminoso produz nesse mundo. A gente já falou sobre vários assuntos relacionados a isso e hoje nós vamos ver como que é contracultural ser cristão em meio ao sofrimento. Por exemplo, em meio ao sofrimento, muitas pessoas agem com murmuração.
Mas nós vamos conversar hoje sobre como viver com alegria em meio ao sofrimento, ao invés de viver com murmuração. O que que a mensagem do reino dos céus, os valores do reino de Deus tem a nos ensinar e a nos encorajar a respeito desse assunto? Eso que a gente vai conversar hoje.
Mas antes, eu quero saber de você se você participou, assistiu, acompanhou um culto da ondadura nessa última semana e se sim, como foi isso para você? Vamos encorajar uns aos outros a acompanhar o culto e conversar sobre isso. E eu já volto.
Quero agora também incentivar vocês a um tempo de louvor, por isso vamos agora nos concentrar em louvar a Deus. Alguém pode fazer isso ministrando, tocando violão, cantando, tocando teclado, enfim. Mas também a gente pode fazer isso colocando uma música no YouTube, no Spotify, no aplicativo da sua preferência e tirando um tempo para louvarmos juntos ao nosso Senhor.
Vamos fazer isso agora, nos concentrando na presença de Deus, clamando por ele, elogiando ao nosso Senhor, louvando a ele. E eu já volto. E antes ainda de lermos o texto de hoje, eu quero te fazer uma pergunta.
a gente pode rodar essa pergunta entre nós e vamos ser bem honestos, bem sinceros, enfim, compartilhar com coração livre sobre isso. Mas existiu alguma coisa nessa última semana que fez com que você reclamasse? Você fez alguma coisa, alguém fez algo para você, mas que nessa última semana aconteceu algo na sua vida que fez com que você reclamasse de alguma coisa?
Provavelmente sim, né? Vamos compartilhar um pouco disso, enfim, para quebrar o gelo aqui juntos. Eu já continuo recomendando para vocês qual que é o texto bíblico que nós vamos ler hoje.
Paraa nossa leitura bíblica de hoje, eu quero te convidar a abrir sua Bíblia em Atos. Atos capítulo 16. E vocês vão ler então dos versículos 16 até o 34.
Atos 16 do versículo 16 até o 34. Essa é a porção de texto que a gente vai ler hoje para então a gente continuar conversando sobre esse assunto. Esse texto ele é muito interessante.
Ele está na no livro de Atos dos Apóstolos, justamente numa porção de texto onde tá sendo tratada da segunda viagem missionária do apóstolo Paulo. Apóstolo Paulo teve algumas viagens missionárias que são retratadas no livro de Atos e aqui ele tá no meio de uma missão. Ele tá plantando igreja, fazer, pregando o evangelho, indo por todo mundo e cumprindo a missão que Cristo lhe confiou.
E ele tem cooperadores fazendo isso junto com ele. Mas é interessante que nesse contexto aqui, eles chegam numa cidade e nessa cidade eles começam a pregar o evangelho, começam a curar pessoas, começam a ajudar pessoas. Mas existe uma pessoa em específico, uma mulher que tá sendo dominada por espíritos malignos, espíritos de adivinhação.
E através disso, então, numa interação com essa mulher, eles libertam ela. Existe ali uma espécie de um exorcismo. Eles libertam ela da influência desses espíritos malignos.
Só que qual que é o ponto? A princípio isso é algo muito bom, né? E realmente é, mas não para as pessoas que lucravam com isso.
Existiam pessoas, senhores de escravos, que eram senhor dessa mulher. Essa mulher era uma escrava de algumas pessoas e não só uma escrava financeiramente falando enquanto uma propriedade dessas pessoas, mas ela era inclusive uma escrava espiritual. Ela então como escrava desses senhores, influenciada também por um espírito maligno, fazia truques de adivinhação e por meio desses truques ganhava muito dinheiro.
Só que esse dinheiro não ficava com ela, ia para os seus senhores. Agora, então que ela foi liberta pelo poder de Jesus dessa opressão, ela não mais tinha esse espírito de adviação e consequentemente ela não mais lucrava para os seus senhores. Os seus senhores então ficam extremamente revoltados com isso e descobrem que quem fez isso, quem promoveu isso foi Paulo e quem estava ali junto acompanhando ele, os seus cooperadores.
Então eles denunciam Paulo, eles vão atrás de tentar de alguma maneira calar Paulo, prender ele e acabar com a vida dele. Então, o contexto que a gente tá aqui é um contexto de um apóstolo Paulo, que já enfrentou diversos desafios na primeira viagem missionária, que está agora na segunda viagem missionária enfrentando também muitos desafios e agora ele está preso, ou seja, ele está num contexto, numa situação de sofrimento, numa situação de sofrimento. E diante dessa situação, a gente vai analisar o que que tá acontecendo com ele e qual é também a reação que ele tem, que eles têm diante de tudo isso.
Primeiro, eu quero saber de você qual que é a tua reação quando você enfrenta uma situação de sofrimento. Quando você tá passando pelo sofrimento, qual que é a tua tendência? Qual que é a forma como você age, como você reage?
Por exemplo, diante do sofrimento, você é uma pessoa que tem a tendência de se sentir injustiçado. Poxa, que pena de mim que eu estou sofrendo. Você tem esse costume?
Como você lida? Qual é a tua reação quando você enfrenta uma situação de sofrimento, ainda mais quando é um sofrimento, talvez que você pensa que até injustificado, que você se sente até mesmo injustiçado. Qual é a tendência da tua reação diante disso?
Vamos conversar sobre isso. Eu já volto. É interessante que muitos de nós vão vamos ter reações diferentes para enfrentar momentos difíceis, momentos de sofrimento, momentos desafiadores.
Mas o grande fato é que todos nós em algum momento somos tentados a enfrentar isso como quem quer chutar o balde, como quem quer simplesmente murmurar. Sabe, você quando tá enfrentando um período difícil da tua vida, você até tá perseverante, mas de repente teve um dia lá que te encheram tantas paciência, que deu tudo tão errado, que frustrou tantos teus projetos, que você até tá tentando perseverar, mas chega um momento que você pensa assim: "Ah, cara, quer saber? Eu vou chutar o balde".
Ou então você começa a pragrejar, a praguejar, a murmurar, a reclamar simplesmente isso é algo que tá presente no nosso coração, porque o nosso coração muitas vezes pecaminoso, não entende situações difíceis, situações de sofrimento e geralmente se sente com pena de si mesmo. Se sente: "Poxa, eu não merecia estar sofrendo, não merecia estar passando por isso". E por conta desses motivos, começa também a murmurar, pragrejar, a ficar de alguma maneira com o coração envenenado nessas situações e a reagir mal diante disso.
E ao invés então de ser uma reação diante do sofrimento que nos traga algo positivo, a nossa reação, muitas vezes diante do sofrimento, que já é uma situação ruim, nos leva ainda mais à ruína. Imagina aqui o apóstolo Paulo, ele estava preso. Dependendo a reação que ele tivesse, ele poderia se afundar ainda mais num contexto que já estava ruim.
Mas a reação dele não foi essa. A reação dele promoveu um outro resultado. E é isso que eu queria saber de você.
Qual foi a reação do apóstolo Paulo, dos seus companheiros, diante da prisão, diante da situação ruim, diante do dia difícil? O que foi que eles fizeram? Como foi que eles reagiram?
E a partir disso, o que que nós podemos aprender para nós agirmos e reagirmos diante das situações difíceis que podem nos cercar no dia a dia a partir do exemplo do apóstolo Paulo? Vamos conversar sobre isso e eu já volto. É interessante que a reação do apóstolo Paulo não foi uma uma reação de murmuração.
Por exemplo, o apóstolo Paulo, ao ser preso, ele não chegou lá na prisão e exclamou aos céus: "Deus, como assim? Eu tô fazendo a tua missão. Eu tô fazendo o que que você tá me mandando fazer?
Eu acabei de fazer um exorcismo. Eu tô pregando evangelho. Eu só tô fazendo coisas boas.
Eu não devia ser honrado. Não devia ser adorado. Não devia ganhar prosperidade, bens.
Não deveria ser idolatrado pelas pessoas, não deveria no mínimo, ganhar alguma bênção, alguma coisa de boa. Mas agora você permite que eu venha pra prisão. Como assim, Deus?
Não, não é isso que o apóstolo Paulo faz. Não é isso que Silas faz. O que que eles fazem?
Eles chegam na prisão e eles louvam ao Senhor. Eles agradecem a Deus. Deus, louvado seja o teu nome.
Nós estamos preso. Louvado seja o teu nome. Nós estamos sofrendo.
Louvado seja o teu nome. Nós estamos na missão. Glória a Deus.
Nós estamos fazendo isso. Amém. Hoje o dia tá difícil.
Amém. Hoje a gente não comeu bem na prisão. Amém.
Glória a Deus. Deus é bom. Eu vou louvar o nome do Senhor.
Olha só que interessante essa reação. Essa reação, ela nos ensina de que o mais importante pra vida cristã, o mais importante pra fé cristã, não é condicionarmos a nossa fé circunstâncias. Não é termos uma fé circunstancial.
Não é termos uma fé que se baseia se o dia tá bom ou se o dia tá ruim. se hoje choveu ou se tá com sol, se hoje eu consegui uma promoção no emprego ou se hoje eu fui demitido. Não, a nossa fé não está baseada nas circunstâncias.
A nossa fé está baseada única e exclusivamente no nosso Deus, no caráter de Deus. Isso o apóstolo Paulo e Silas sabiam muito bem. Eles sabiam que se eles estivessem livres, Deus era Deus.
Se eles estivessem presos, Deus era Deus. E era o mesmo Deus. E continuava sendo o mesmo Deus.
continuava sendo um Deus bom, um Deus de amor, um Deus perdoador, um Deus que havia os libertado do pecado, um Deus que havia salvado a vida deles, dado um derramado um propósito, uma nova vida sobre eles, continuava, permanecia sendo o mesmo Deus. E por isso, mesmo na liberdade ou na prisão, eles louvavam ao Senhor, porque o seu louvor, a sua fé, a sua vida não estava baseado em condições, mas no caráter exclusivo de Deus. Isso mudava tudo sobre a perspectiva de como eles encaravam a realidade.
Inclusive, a partir disso, eu quero perguntar para você, se você é uma pessoa que consegue se manter alegre, se consegue se manter, por exemplo, louvando a Deus, elogiando a Deus, agradecendo a Deus, mesmo em meio às provações. Talvez você se lembra de alguma situação em que você fez justamente isso. estava passando por uma dificuldade, por uma prova, mas você lá diante daquela situação louvou ao nome do Senhor, reconheceu quem Deus é, engrandeceu quem Deus é ao invés de ter murmurado.
Você se lembra de alguma situação assim? Você tem algum testemunho sobre isso para compartilhar? Algum momento difícil da tua vida em que você permaneceu louvando ao Senhor?
Se sim, por favor, compartilha aí que a gente quer ouvir também e acompanhar e celebrar os testemunhos da fidelidade diante daquilo que Deus é continua sendo mesmo em meio ao dia mal. Mas como eu disse, muitos de nós não encaramos uma realidade difícil, gerando um testemunho de fidelidade ao Senhor, de louvor ao Senhor. Mas pelo contrário, muitos de nós, diante do dia mal, muitos de nós, diante de provações, situações difíceis, agimos com murmuração.
Muitos de nós encaramos a realidade das provações, das dificuldades, dos desafios, justamente com murmuração. E a pergun quero te fazer é justamente sobre isso. O que que vocês entendem por murmuração?
E você tem alguma dificuldade com isso? Você se sente uma pessoa tentada a murmurar? Você consegue perceber que existe, por exemplo, abertura dentro do relacionamento com Deus para reclamar?
Você acha que dentro do relacionamento com Deus existe uma abertura para nós, eu, você, como filhos de Deus, reclamar, falar alguma coisa para Deus? E o que que seria a diferença de talvez reclamar e falar alguma coisa para Deus da murmuração? Por que que a murmuração é ruim?
Você consegue entender o que eu tô perguntando? Você consegue entender o por que a murmuração é algo negativo, destrutivo? Vamos conversar sobre isso.
O que que vocês entendem por murmuração em paralelo a isso? Será que existe alguma forma correta, então, de expressar uma coisa que tá te desagradando, de expressar alguma frustração diante do Senhor? Você acha que existe lugar para isso no relacionamento com Deus?
Quero ouvir de você. Você tem dificuldade com isso? Dificuldade em murmurar?
Dificuldade em simplesmente reclamar, em simplesmente praguejar contra o Senhor? Ou você acha que diante do dia mal, mesmo quando você precisa expressar algo negativo, você consegue fazer isso bem diante do Senhor. E como seria fazer isso bem diante do Senhor?
Vamos conversar sobre isso e eu já volto. Aqui é bem interessante, gente, porque aparece nessa pergunta que eu acabei de fazer e que vocês acabaram de conversar, aparece aqui a realidade da murmuração em oposição, em contraste com a realidade do lamento. Não quer dizer que diante do sofrimento, que diante da provação, a gente tem que fingir que tá tudo bem.
A gente tem que fingir que não tá sentindo, que aquilo não nos pegou de algum jeito e simplesmente fingir que eu sou a pessoa mais feliz do mundo e só vou sorrir. Não, não é sobre isso. Também existe lugar sim para nos colocarmos na presença de Deus e expressarmos aquilo que está fazendo com que a gente fique insatisfeito, frustrado, chateado.
Mas qual é aqui a diferença do lamento e da murmuração? A murmuração é algo que nos afasta de Deus. A murmuração é algo que nos leva para longe de Deus.
A murmuração é quando você enfrenta uma provação, um sofrimento e uma dificuldade e você acusa Deus disso, reclama contra Deus sobre isso, coloca Deus como teu inimigo nessa situação e se afasta então de Deus. Vai para longe de Deus. Enquanto que o lamento é uma expressão do nosso coração de nós compreendermos uma vez que somos filhos de Deus, uma vez que ele é o nosso pai eterno, nós compreendemos de que sim podemos expressar diante do Senhor o lamento.
E qual é a diferença fundamental entre os dois? A murmuração, por um lado, vai te afastar de Deus, mas o lamento vai te levar para mais próximo de Deus. O lamento vai te levar a perguntar: Deus, por que que isso tá acontecendo comigo?
Senhor, eu tô num dia mal. Senhor, que situação difícil, que injustiça eu tô passando. Mas perceba, a murmuração e o lamento às vezes vão começar do mesmo jeito.
Senhor, que dia mal, que dia difícil, que dia ruim, que injustiça, por que que isso tá acontecendo comigo? Mas a murmuração vai terminar falando mal de Deus, criticando o Senhor e se afastando dele. E o lamento vai terminar dizendo: "Ó, Senhor, tudo isso tá acontecendo, mas ainda assim eu confio no Senhor.
Mas ainda assim eu confio na Tua bondade, mas ainda assim eu sei que eu não entendo todas as coisas. O Senhor entende e justamente por isso eu me entrego totalmente nos teus braços. Cuida de mim, Senhor.
Me livra face do mal, Senhor. Me preserva. Eu estou me sentindo injustiçado, cansado, frustrado, mas eu sei que o Senhor é bom e eu quero estar mais próximo de ti.
Você entende? A murmuração vai te afastar de Deus, mas o lamento pode te levar para ainda mais perto do Senhor. Inclusive, se você for olhar paraos Salmos, um quinto dos Salmos, uma grande quantidade de Salmos, é justamente sobre o salmista lamentando diante do Senhor, falando, reclamando, explicando, falando quanto que se sente injustiçado, quanto se sente frustrado, mas no final se aproximando de Deus, no final declarando a sua fé no Senhor e confiando na soberania de Deus.
E diante disso, eu quero te perguntar sobre uma outra ação que é muito interessante, que é como o texto finaliza. O texto finaliza mostrando que a atitude aqui de Paulo e Silas produziu algo bom, produziu bons frutos. Aquilo que eles fizeram fez com que através da sua alegria, através do seu louvor, através da sua postura diante de Deus, pessoas fossem alcançadas pro evangelho, pessoas fossem alcançadas pela mensagem de Jesus.
E aí que eu quero te fazer é se em algum momento Deus já usou a alegria da sua vida, o louvor da sua vida para de alguma maneira testemunhar a salvação a outras pessoas. Ou será que a forma como você testemunha da tua vida de fé é somente tão pesada, tão sobrecarregada, tão ruim, tão negativa, que até mesmo isso gera uma estranheza e um afastamento das pessoas? Perceba, a postura de Paulo e Silas foi uma postura de louvor e testemunho alegre mesmo diante da aprovação.
E isso gerou a conversão do carcereiro e de toda a sua família. Mas e você, será que a tua alegria e o teu louvor tem marcado a vida das pessoas? Vamos conversar sobre isso e eu já volto.
Que no nome de Jesus o nosso agir, a nossa atitude, a nossa postura diante das circunstâncias nos levem a marcar positivamente a vida das pessoas. E marcar positivamente a vida das pessoas é marcá-las com o evangelho. É marcá-las podendo ter uma porta aberta para pregar o evangelho, para falar de Jesus.
Por isso, diante da situação ruim, diante do dia mal, diante da provação, você pode sim lamentar diante do Senhor. Mas lembre, não confunda isso com a murmuração. A murmuração vai te afastar de Deus, o lamento vai te levar para mais próximo de Deus.
Mas mesmo diante do lamento, nós somos convidados a nos lembrar e a não nos apegarmos às circunstâncias, mas nos lembrarmos do caráter de Deus. E diante do caráter de Deus, temos motivos suficientes para nos alegrar, para louvar, para adorar e para testemunhar com alegria a respeito do nosso Deus. Aproveito e convido para que vocês encerrem esse tempo compartilhando uns com os outros motivos de oração, motivos de gratidão e orem a Deus sobre isso.
E no final, então, vamos todos juntos finalizar com uma oração para encerrar esse tempo aqui do nosso encontro do núcleo. Aproveito e me despeço de vocês. Desejo que Deus os abençoe, que vocês tenham uma excelente nova semana e semana que vem estaremos aqui não mais para falar do do contra a cultura, mas enfim novo assunto maravilhoso.
Deus te abençoe. Até semana que vem.