efe am/an [Música] a todos é um grande prazer estar aqui novamente é falando um pouquinho do idoso é de como a gente pode vê lo ver o idoso como a gente pode identificar situações de agravo como a gente pode melhorar a qualidade de vida então hoje a gente vai dar continuidade a esse assunto é um assunto inicial tem muito mais coisa que a gente falar né é ea gente vai falar e se conscientes são super importantes para todos que esbarram com o partido não é bom então a primeira coisa que a gente tem que reforçar
ea gente tem visto isso massivamente na mídia nos estudos que a população tem franco envelhecimento aqui é um pouco da projeção do ibge a nossa pirâmide etária eo que a gente vê aqui a nossa própria pirâmide ela vem mudando de formato e em breve em 2005 ela já vai ter praticamente perdido seu formato de pirâmide em 2050 vai começar tem até uma configuração até um pouquinho quase invertendo a pirâmide de 2000 né isso traduz o rápido envelhecimento que o brasil vem sofrendo é é a gente está com uma diminuição da taxa de natalidade as pessoas
estão vivendo mais a gente está tendo que é repensar todos os modelos repensar a cidade repensar os serviços para tempo e essa população tão específico então crescente e chama a atenção de todos que a população que mais cresce no nosso país em velocidade de crescimento em a população acima de 80 anos então aqui esse gráfico vem mostrando isso né que a população vai crescendo à população a octogenária que era muito pequenininho muito pequenininho em 2000 vem crescendo crescendo e não é raro e hoje eu diria até relativamente comum a gente esbarrar com uma pessoa de
80 anos uma honra até o dia 30 anos perto da gente é não é raro a gente esbarrar com alguém chegando aos 90 e também não é tão incomum agentes barra até com pessoas chegando a 100 cem anos e passando dos 100 anos é e porque eu estou trazendo esse dado porque essa população acima de 80 anos é uma população realmente estratégica que tem necessidade diferente que precisa de um olhar diferenciado para a gente entender melhorar a qualidade de vida desses indivíduos um outro dado muito importante mudar de pneus lógico que a gente tem visto
e que está acontecendo no brasil agora é que enquanto aqui esse gráfico mostra enquanto os países desenvolvidos aqui tem a frança suécia inglaterra enquanto os países envolvidos levaram praticamente 100 anos ou até mais para envelhecer o que está acontecendo os países sub desenvolvidos como o brasil aqui tem o brasil eles estão envelhecendo muito rapidamente né a gente começou o processo de envelhecimento ea gente está envelhecendo e atingir proporções na população com 20% de da proposta embora a gente vai atingir isso em 2035 em saúde pública é um é algo muito rápido né isso está levando
1020 anos 30 anos né então isso é quando não há preparo isso pode trazer uma série de conseqüências que a gente vai estar falando um pouquinho é é a outra questão interessante que a gente fala é sobre envelhecimento expectativa de vida a expectativa de vida do brasileiro então de 75 anos porém se a gente pensa num indivíduo que chega aos 60 anos o chega aos 70 anos a expectativa de vida dele é maior na verdade ele consegue indivíduo 70 anos né aquisição são as mulheres se no intervalo no percentil 50 se tudo também que a
pessoa chegou a 70 anos se tudo correr bem ela consegue ver mais 15 anos ou seja a pessoa idosa agora se ela tiver bem ela vai chegar aos 80 ou 90 anos porque ela passou toda a sua infância sua juventude na vida adulta ela resistiu a uma série de agravos né então essa é uma expectativa de vida relativa a gente tem pensado bastante e aí vem uma outra ideia importante em geriatria é a idade de 75 anos tem sido colocado inclusive pelo ministério da saúde como uma idade estratégicas para a gente avaliar aquele indivíduo acima
de 75 anos porque porque é onde a expectativa de vida média de quem chegou a 75 anos fica em torno de 10 anos aqui na no gráfico de mais escura é uma pessoa que está muito bem de saúde então ela vai viver um pouco mais aquela pessoa que estava mal de saúde ela vai viver - quando a média pegando mulheres e um homem a expectativa de vida ao do brasil que chega do da pessoa chegou a sete e cinco anos em torno de 10 anos no brasileiro um pouquinho - então é uma idade que a
gente passa a ter um olhar diferente né é então a gente está vivenciando uma transição demográfica muito importante a gente está vivenciando uma transição epidemiológica que é a mudança do perfil das doenças a população está envelhecendo ea população está mudando o perfil da sua saúde e das suas doenças enquanto antigamente as pessoas morriam por doenças infecto-parasitárias com a melhora das condições de saúde melhore da alimentação do saneamento a gente está passando por esses momentos vai mais vulneráveis principalmente a infância está sobrevivendo e tá chegando a velhice e desenvolvendo o que a gente chama de doenças
crônico degenerativas então isso que chama de transição epidemiológica é a mudança no padrão das doenças então hoje os nossos pacientes eles são repletos de doenças crônicas ea gente vai entender a importância da gente entende é a gente olhar esse conceito em cima do idoso é o idoso não é um indivíduo cheio de doenças ele é muito mais coisas que a gente vai tentar falar e aí vem uma transição necessária que a gente ainda não começou talvez muito muito devagarzinho mas que já vem acontecendo fortemente principalmente na europa que a transição clínica ou seja mudar os
modelos de assistência a essa população é e aí vem o papel muito importante tanto da diretoria quanto da atenção primária ter um olhar totalitário no idoso não adianta de fragmentar um monte de doenças têm uma visão mais global do indivíduo vai ser muito importante já cortando alguma coisa que a gente ouve muito quando a gente trabalha com geriatria é sobre a questão do anti envelhecimento eu já falo para vocês que envelhecer é uma grande honra a gente poder viver num momento em que a gente vai envelhecer e se tudo der certo e só tem uma
forma de não envelhecer e que tem dois exemplos de pessoas que não envelhecer é o ayrton sena princesa daiana aqui morreram antes da velhice então é esse movimento que a gente tem visto até com muito marketing de combater o envelhecimento a qualquer custo isso não tem sentido envelhecer é algo natural normal é uma fase do ciclo de vida e que se deus quiser a gente vai chegar lá ea gente tem tudo e vai chegar lá né é e aí vem uma coisa boa pra gente envelhecer bem os determinantes se a gente olhar os determinantes de
um bom envelhecimento a gente vai ver que apenas 30% depende de fatores hereditários o resto que vai depender do ambiente e 20% e 50% vai depender do nossas escolhas nosso estilo de vida então nós temos muita responsabilidade com o nosso envelhecimento e crescimento começa muito antes da gente sair 12 então é escolhas saudáveis são importantes desde o início da vida está uma notícia boa é então que é envelhecer então trago uma definição bem completo para a gente tentar entender o que o envelhecimento para depois de falar um pouco do idoso então segundo a organização panamericana
de saúde envelhecimento é um processo seqüencial individual acumulativo irreversível ou seja não adianta antiage porque ele é irreversível universal não patológico envelhecimento não é uma doença de deteriorização de um organismo maduro própria todos os membros de uma espécie de maneira que o tempo torne menos capaz de fazer frente ao estresse do meio ambiente e portanto aumente sua possibilidade de morte nessa definição bem completa da envelhecimento é importante a gente saber que existe todo um conhecimento em cima disso que está avançando né a geriatria faz parte desse conhecimento à geriatria especialidade médica que a capacidade de
atender o idoso e as doenças da velhice a gerontologia no universo muito mais amplo é o estudo do envelhecimento então a gente tem um profissional gerontólogo pode ser uma enfermeira que se especializou em gerontologia pode ser um assistente social cods um advogado que se especializam em gerontologia para estudar questões previdenciárias né então qualquer profissional que se envolva no estudo do envelhecimento ela estará estudando gerontologia e aí com conhecimentos de biologia molecular é da própria geriatria da própria envelhecimento a gente está desenvolvendo na ciência que se propõe a estudar o envelhecimento mas não como algo a
ser combatido para melhorar esse processo natural de todo todos os organismos vivos a geriatria foi criado pela doutora margerie movem nessa senhora inglesa que a mãe da gerente aqui eu trago ou a referência dela aqui porque ela já colocou desde a sua desde o início na sua percepção alguns conselhos conceitos muito interessantes pra gente que a gente usa até hoje é a doutora movem ela fez uma clara distinção entre envelhecimento e doença são os conselhos que vai falar de senescência sensibilidade ela falou assim eu acho que uma das coisas que é importante para todos nós
lembramos é a senescência o envelhecimento então a seleção em ciência é o processo de envelhecimento natural normal lento e gradual que todos nós estamos é estamos sofrendo no dia a dia é um processo lento fisiológico e aí ela coloca também se uma pessoa idosa de repente começa a cair começa é a ter apagões são as frases dela ou fica fraca muito rapidamente começa a crescer muito rapidamente isso não pode ser explicado pelo envelhecimento normal isso tem que ter um diagnóstico e aí vem a senilidade envelhecimento com a presença de doenças então esses conceitos eles são
bem diferentes importante a gente entender que o envelhecimento normal não é doença é um processo lento e gradual né ea doença que acomete a população idosa é um outro processo diferente que precisa ser investigada a gente não pode dizer que ele vai aumentar 60 com online é isso aí é normal de envelhecimento não é comum do envelhecimento mas não é normal preciso diagnóstico seja o tratamento é então aqui é um pouco a visão do sim dos senhores e pacientes gosta de aparência na nossa frente vão ser uma mistura do que eles envelheceram né as suas
células se os órgãos e zonta envelhecidos com o acúmulo de doenças crônicas que vão é estar presentes neste indivíduo afetando tanto os aspectos psicológicos conta aspectos físicos mas é bom separar estes dois termos para a gente não fazer confusão e sair do preconceito né bom e aí a pergunta quando a gente está diante do idoso né quem é esse idoso na minha frente é isso é uma pergunta bem difícil é ea informação que a gente tem aqui na prática a gente vê que é uma coleção talvez a mais heterogênea de todas as populações quando chegou
um indivíduo 80 85 anos nosso consultório a gente olha pra ele ver que ele ele é um ele é um ser com muitas possibilidades que foi acumulando uma série de questões e cada um é cada um isso é muito importante a gente tentar individualizar por isso a geriatria e o idoso a gente precisa fazer uma coisa que está muito na moda que a medicina centrado na pessoa individualizar o olhar aquele indivíduo como único e é isso é que é super importante a gente a gente tem em mente a outro conceito muito importante que aquele indivíduo
que está na nossa frente ele é o acúmulo de uma série de condições que foram acontecendo durante a vida dele toda e aqui a gente mostra um pouco do que o idoso brasileiro 12 que aparece nos nossos ambientes de trabalho no ambulatório atenção primária enfim assistência domiciliar como é que o brasileiro a sua maioria né geralmente muitas de muitos dos nossos idosos tiveram mas com muitos filhos muitas vezes mãe na sofreu mais na juventude né foram crianças com diminuição de recursos né com problema de nutrição de acesso à escola e assim foram crescendo virar um
adolescente que talvez não freqüentaram a escola de forma adequada nossos idosos e mais qualidade baixa e foram crescendo dessa forma muitos tiveram um trabalho é informais em benefício sem descanso a trabalhos duros é muito também adquiram hábitos nocivos à saúde um exemplo o tabagismo a irmã outros hábitos como utilizo também que toda a gente vê bastante e esses indivíduos foram envelhecendo envelhecendo o ash ser um idoso que está na nossa frente é entender esse passado essa história desse indivíduo é importante a gente saber aquele indivíduo que está à nossa frente reconhecer isso né então a
primeira coisa que a gente tem que tirar da cabeça de preconceito que envelhecer não é um problema de gestão haddad na maravilhosa dos novos tempos é uma honra orgulho a gente está vivendo nesse momento que a gente pode ver até os 80 chegar a até 90 algum isso né é 70 já é uma realidade porém em descer sem saúde que é o problema ea gente vai falar o que é saúde a gente fala em geriatria que a gente fala no idoso que a saúde já que essa é uma população que chega pra gente praticamente com
doenças crônicas terá não ter doença talvez não seja a resposta dizer que uma população idosa é ou não essa é saudável porque ela vai ter doença crônica eu estou trabalho com idosos vulneráveis aqui no serviço de geriatria da ufs a gente faz uma triagem não só entre idosos mais fragilizados é todos têm doenças crônicas tom dizer que o indivíduo tem não tem doença é muito pouco a gente precisa ter um olhar mais aprofundado a gente falar um pouco desses conceitos daqui pra frente uma outra questão muito importante que que viram o funcionário a gente tem
que aprender a ouvir nossos pacientes dons eles têm autonomia assim vontades eles têm percepções um instrumento prático que está associado à a desfechos adversos entender como é que a percepção daquele indivíduo à sua própria saúde então é o paciente estiver na nossa frente a gente contar como é que o senhor percebe a sua saúde se ele fala que a saúde dele é ruim muito ruim realmente ele tem mais chance de morrer de adoecer de ficar frágil de ter perda funcional então ouvir o idoso né é muito importante o contrário também é verdade é verdadeiro o
pessoal da minha saúde está muito boa me sinto bem ele tem menos desfechos adversos e aí a gente tem que também tentar repensar esse modelo social que a gente construiu do envelhecimento hoje e principalmente neste momento que a gente está vivendo a gente vê o idoso como algo extremamente custoso é é um pouco do que a gente construiu idoso é caro o idoso do trabalho e dos pés de alguém pra pra cuidar dele o idoso não produz mais né ele não dá não tem contribuição para a sociedade nós criamos esse modelo em algumas outras o
indústria com a concentrar muito importante numa sociedade orientais no japão ele é uma pessoa decisório que pode participar das decisões da família do estado né então a gente tem que também repensar esse modelo porque nós seremos idosos todos nós envelheceremos se deus quiser seremos idosos é e aí vêm outras questões que também impactaram na na questão social que a gente vê no dia a dia tanto no hospital quanto na do domicílio na atenção primária vocês vão ver isso também cada vez mais é hoje a gente ainda tem os nossos idosos e eles ainda têm muitos
filhos né só que a gente está mudando a nossa geração agora tá tendo poucos filhos é um máximo dois e aí vem uma pergunta quem vai cuidar da gente né quem vai cuidar da gente em nosso estado ainda não consegue cuidar da gente talvez a gente não tem os filhos para cuidar da gente e aí vem um problema que a gente vê muito comumente o abandono social é os pacientes idosos muitas vezes com muitas necessidades não têm quem cuide deles ea gente vai ver isso cada vez mais então a gente tem que repensar isso é
que eu coloquei também uma outro problema que a geração canguru é hoje o idoso que tem uma fonte de renda ele às vezes sustenta uma família inteira que está desempregada né então se a gente não pensa nessas questões e tempo a se organizarem se organizar com a sociedade isso vai ter um impacto muito grande na saúde na questão da sociedade como um todo bom e aí na revolução do envelhecimento a gente também está mudando um pouco o modelo o modelo que é envelhecer tão antigamente quando a gente pegar uma pessoa que chegava a 60 anos
ela chegava muito cansada ela se aposentava ela ficava no recinto se for uma mulher ela ficaria fazendo crochê tricô né mas essa geração de idosos a geração que está chegando agora na velhice é uma geração totalmente diferente principalmente a geração pós guerra que os americanos chamam de geração baby boomers né é uma geração mais exigente e é uma geração que é estar assim quer envelhecer bem que estará ativo até onde der esse é um exemplo aqui dessa japonesa nec que ganhou esse troféu aos 80 anos em uma prova de natação então essa geração que vai
vir aí com muita força com essa exigência e é isso que a gente quer né não é deixar o idoso quietinho no canto esperando o tempo passar é outra questão muito comum do envelhecimento que a gente tem muita dificuldade de manejar e atenção primária tem um papel importante é a questão das doenças crônicas uma característica dessa população que elas têm uma duas três quatro cinco doenças crônicas e aqui vocês vão vendo conforme a curva esclarecendo é o número de doenças crônicas conforme a gente vai envelhecendo mais doenças crônicas de tal forma que a gente tem
populações que podem chegar a oito doenças crônicas no mesmo indivíduo e por que eu tô falando disso porque ficar focado apenas em uma doença uma série de especialistas focais não vai trazer a solução do idoso porque o idoso tiver pra gente com 456 doenças crônicas então tem que ter alguém que vai fazer esse gerenciamento e aí vem o papel importante da atenção primária de ter essa centralização do paciente e encaminhá lo quando necessário algum especialista focal ou quando necessário o geriatra então essa é uma característica muito importante e aí outra questão também que a gente
fala muito com os alunos né às vezes a gente ouve que paciente duas ele pode que suso ele vem com muitas reclamações muitas muitas queixas é que realmente isso acontece e aí eu tenho um modelo de saúde muito fragmentado nosso modelo é assim ou seja a gente vê o corpo como uma série de órgãos juntos é e assim a gente construa especialidade então eu tenho um especialista no coração especialista no sistema nervoso especialista no estômago especialista no intestino né e aí você pega um paciente que vem com muitas queixas realmente a gente acaba colocando ele
em risco porque se eu pegar a escolher sintomas aleatoriamente consigo encaixar ele em qualquer doença existente é e aí às vezes eu submeto aquele indivíduo um tratamento ou ao método diagnóstico que pode comprometer sua saúde não necessário por isso o papel do geriatra o papel da atenção primária de ter um olhar total desse indivíduo né isso é muito importante aí vem o que a gente falou esse é o modelo médico atual modelo talvez eu diria do século 20 o modelo do século 21 que a gente tenha necessidade de avançar muito que já a gente vem
avançando que é a atenção primária à geriatria são as especialidades têm essa visão mais totalitária do indivíduo né é porque se você separar o idoso em vários ovos acaba não dando certo e aí é isso um pouco do que a gente falou quando a gente pega sinais sintomas no idoso a gente consegue encaixar em qualquer doença e aí vem outra crítica também as doenças também foram construções produto foram construções para o adulto eu consigo pegar às vezes sintomas que não são daquela doença e jogar encaixar numa doença isso a gente vê comumente na geriatria o
idoso está fragilizando está ficando mais cansado mais lento ele está ficando equilibrado ele pode erradamente um diagnóstico de depressão um diagnóstico de parkinson e aí recebeu um tratamento às vezes perigoso e não tão benéfico para ele então entender isso também é importante que às vezes os manuais de doença não foram feitos pra ele e aí como falar disso em doenças próprias situações que chama o que a gente chama de síndrome geriátricas próprias dessa população se no geriátricas nascendo os famosos cinco es é é e hoje a gente tem várias outras doenças encaixariam nesse modelo de
síndrome geriátrica a gente está falando em algumas delas é bem rapidamente a gente pode aprofundar em outro momento mais e ator gene a estabilidade postural que são as quedas né imobilidade insuficiência cerebral são as demências o delírio no ambiente hospitalar a incontinência urinária e fecal né esses problemas muitas vezes não se encaixa na tela as doenças são muito comuns nessa população gerando grande impacto na qualidade de vida dos nossos idosos já ter alguma síndrome geriátricas mais modernas né fragilidade sarcopenia anorexia da velhice é comprometimento cognitivo né a residência de comprometimento cognitivo leve dele e quedas
depressão demência pode farmácia fadiga tudo isso são os nossos novas síndromes geral que os problemas comuns de alto impacto e que não são corretamente diagnosticados o abordados então é isso um pouco que é o nosso indivíduo idoso é um indivíduo com muitas doenças crônicas o que gera complexidade e com uma série de situações que são as síndromes geriátricas que causa um imenso impacto na sua capacidade funcional não vê se um pouquinho do que a gente vê na nossa prática e aí já é bem sabido que os modelos tradicionais médicos não foram construídos para o idoso
os modelos é tanto hospitalocêntrico nos outros modelos não foram feitos para eles são modelos inefetivo ineficiência que eu trago um orth do jama discutindo isso idosos com múltiplas comorbidades extensão de complexas freqüentemente recebe cuidados fragmentados incompletos e eficientes e efetivos solução para isso fortalecer a atenção primária e fortalecer a geriatria né pra gente ter um olhar mais específico da população idosa outro problema 1 você também vem muito na atenção primária e que isso é próprio da também da geriatria é a iatrogenia ou prevenção com a ter na área ou seja o idoso por si vulnerável
ele às vezes é vulnerável próprio sistema de saúde é um remédio não foi feito pra ele quando a gente dá o melhor boa vontade acaba tendo um efeito colateral que coloque em risco é uma intervenção médica desnecessária uma colonoscopia um outro exame que não vai trazer benefício e vai colocar em risco então prevenir esses indivíduos é proteger e identificar os indivíduos mais vulneráveis da população idosa é quem chama de prevenção quaternária que é uma coisa muito importante a gente fala e ator gene ela vai surgir de alguns aspectos primeiro de populações vulneráveis a iatrogenia ea
prevenção quaternária vem muito da pediatria porque a gente sabe que que os recém-nascidos principalmente as crianças mais jovens são muito vulneráveis ao próprio sistema de saúde e essa ideia vale para o idoso também os idosos trajes são muito vulneráveis né um despreparo dos profissionais a gente tem ainda uma carência enorme do conhecimento de geriatria e gerontologia na formação dos profissionais saúde ainda têm instituições de ensino as pessoas vão trabalhar com idosos e não vão aprender nada igual na sua graduação vão ter que correr atrás e uma série de intervenções hoje assim saúde dispõe de uma
série de intervenções que que são às vezes usada de forma aleatória que vão acabar trazendo um malefício ao indivíduo idoso e essa é uma situação que a gente chama de polifarmácia a situação muito comum na geriatria e que a gente tem que tomar uma série de cuidados isso acontece muito comumente consumidos somando vários vários fármacos dessa medicina fragmentada é um especialista que dá 2 3 genesis pensando no coração o outro que dá pro diabetes ou outro que dá pra lá de pressão para o cérebro e isso gera pacientes pole medicados e aí vem aí o
gene a a polifarmácia que um concerto de música os fármacos ao mesmo tempo né então acolhe farmácia traz um conceito muito interessante se eu tenho mais cinco remédios é uma das definições podem farmácia eu tenho que ficar muito atento esse indivíduo porque esse é um cesto remédio mesmo quinto remédio para esse indivíduo as interações entre eles são desconhecidas então já não sei mais se remetam a fazendo benefício o sitar trazendo malefício e às vezes muito comumente aquele idoso vai ter um sintoma um efeito colateral do da o pharma né a gente fala muito isso com
os residentes com nossos estagiários alunos que a gente tem contato que antes de você fazer um diagnóstico em geriatria primeiro pense que aquele paciente pode estar tendo um efeito adverso de algum remédio revise os remédios aqui fica a mensagem qualquer indivíduo tarde tomando muitos fármacos precisa de um olhar diferenciado da equipe de saúde né não é que a gente vai tirando tudo a gente vai rever tentar entender o benefício desses fármacos e alguma interação na propriedade há um conceito que é central na geriatria é a fragilidade e aqui um pouco essa imagem traduz esse processo
e esse entendimento do que é a fragilidade conforme a gente vai envelhecendo na cena e ciência que a gente falou lá no início a gente vai diminuindo as nossas reservas os nossos organismos ficando mais vulneráveis eles vão trabalhando de forma diferente até o momento as nossas reservas orgânica são baixas e aí qualquer agravo à saúde pode levar um efeito adverso inclusive a própria morte então esse é o conceito um pouco da fragilidade quando as reservas estão tão baixas né e aquele indivíduo fica muito vulnerável é uma infecção num mapa ea mania no idoso frágil que
o paciente acaba indo pro hospital fica mais tempo internado complica né é diferente de uma pneumonia no indivíduo adulto é e assim vale para tudo e fez 4 a 1 médio que ele não tolera aquilo pode levar a conseqüências desastrosas então praticamente é obrigatório a gente tentar identificar esses idosos mais vulneráveis dos chamados frágeis né é um dos eixos mais centrais da fragilidade que também vem crescendo bastante esse conhecimento é a sarcopenia a sarcopenia é a perda tanto da massa magra quanto da função dessa assim dessa massa magra que estados em músculo que acontece com
o envelhecimento então aqui se a gente olhar que esse corte de uma de uma coxa de um indivíduo de 20 30 40 50 anos vejam que aqui ó a cinza escuro é quantidade de músculo de massa magra aqui em volta desta quantidade de gordura conforme a gente vai envelhecendo se a gente não fizer nada a gente vai chegar aos 80 anos baixíssima massa muscular e muito tecido gorduroso e o que isso importa se importa muito isso é um conceito central na fragilidade e esses indivíduos extremamente a copenhague com ele vai cair mais e vai ter
menos resistência a uma série inclusive a resistência física ele vai fazer menos atividade física fica mais cansado então é isso também é bem interessante a gente fala esses indivíduos fragilizados eles comumente desenvolve sintomas atípicos que a gente fala e aí vem aquela questão da experiência de conhecer muito bem estar atento ao nosso paciente nada melhor do que o médico ea equipe de saúde que cuidam de uma pessoa continuamente para conhecer saber se aquele sintoma pode indicar alguma coisa mais grave do que uma equipe às vezes o idoso acampam socorro como é que nunca ouviu e
não vai saber interpretar a atenção primária conhecendo o indivíduo vai poder identificar sintomas atípicos e essa idéia de sintomático é muito comum a idéia clássica de que o paciente do uso mais fragilizados ele pode ter um infarto center e dor no peito ele pode ter por exemplo uma infecção grave uma set sem ter febre é e sem ter outros sintomas de sexy esse elenco se torna de certa ele pode ter uma peritonite quadro abdominal mais grave que precisa ser o dia sentem uma dor importante no abdome pode ter um quadro depressivo com outros sintomas que
aqui vêm alguns sintomas atípicos que a gente tem que estar atento e eu sinalizei aqui um talvez mais importante um idoso que fica confuso de uma hora para a outra precisa de uma atenção médica imediata então por exemplo as vezes dos fazer uma sepse urinar uma ficção nada mais grave ele não tem febre não tem a dor mas ele começa a ficar confuso muito confuso isso a gente precisa saber disso é difícil mas é uma coisa que a gente tem que saber que essa proporção têm sintomas atípicos e não sabe aquela coisa do livro do
padrão é uma posição diferente é e aí como a gente vem falando essa questão da fragilidade é a fragilidade do olhar central da geriatria e é a fragilidade um olhar central nas estratégias de saúde para abordar o idoso porque nem tudo é frágil o idoso que não é frágil ele tem que ter uma assistência específica fragilizado e tem um olhar mais pontual e diferenciado que a gente vai falar então identificar o idoso fry se torna a estratégia qualquer sistema saúde vistos o maior chance de eventos adversos com mortalidade declínio funcional e a transgenia e maior
custo da saúde quando a gente não identifica é aquele doce pra ficar muito tempo a gente não consegue prevenir vai ficar muito tempo no hospital vai abrir uma úlcera vai deteriorar entrou falando vai ficar confuso e vai sair sem falar né aquilo que todo mundo já esbarrou numa situação dessa é extremamente desgastante onerosa o sistema de bastante para todo mundo tanto a equipe de saúde enquanto os familiares que cuidam desse indivíduo é e aí vêm as decisões em cima da questão da fragilidade é esse é o modelo que a geriatria preconiza e tentar identificar a
fragilidade e entender que as intervenções desses indivíduos são diferentes conforme a fragilidade não conforme a idade eu posso ter vidros da mesma idade que vou ter intervenções diferentes porque porque a fragilidade é diferente a funcionalidade é diferente então avaliando a fragilidade se eu tiver um indivíduo melhor robusto parece mais com adultos esse indivíduo merece toda atenção específica que a gente faz produto merece as intervenções diagnósticas não é porque ele tem 70 e 80 anos se ele está bem que a gente não vai fazer os exames esse é um outro preconceito né galli tem 80 anos
pra que vou fazer essa cirurgia para operar colocar uma prótese se ele já tem 80 anos não é essa ideia se eles também saúde ele vai se beneficiar conforme a gente vai fragilizando e principalmente aqui mais embaixo no indivíduo mais fragilizado a gente define que ele tem sido na fragilidade esses indivíduos acaba assim eles acabam sendo mais vulneráveis eles acabam se beneficiando tanto de medidas são invasivas então eu digo pra fazer uma cirurgia e não vai resistir ou vai ter muita complicação então olhar diferente uma população intermediária que está fragilizado mas não está totalmente frágil
a gente vai ter que individualizar a gente vai ter que olhar caso a caso ver as preferências do nosso paciente o que é importante para ele é importante para a família para tentar usar as evidências da melhor forma de fogo e de forma individualizada para aquele para aquele indivíduo e assim vale para muitas outras coisas que estão acontecendo esse é um protocolo para o tratamento e abordagem do idoso hipertenso e com diabetes isso cada vez já está mais amarrado que por exemplo idosos muito frágeis e vulneráveis às metas do controle glicêmico e as metas da
pressão arterial elas são diferentes é um exemplo prático a gente vê no dia a dia e às vezes os colegas médicos a equipe saúde não compreende isso por exemplo idoso muito frágil né a pressão pra ele até 150 de pressão sistólica é adequada se eu colocar ele compressão de 12 ele às vezes a pressão diastólica ele vai descer tanto que ele vai ficar tonto ele a cair até uma fratura então os alvos são diferentes pelo perfil de fragilidade do paciente não pela idade da mesma forma o diabetes hoje já está bem amarrado entre a sociedade
geriátrica sociedade de endocrinologia aqui o idoso fragilizado que tem uma tendência que está o taka amado eu não vou tentar controlar a glicose dele como o controlo de um adulto mais jovem porque se eu quero fazer isso eu vou trazer uma série de complicações com uma hipoglicemia ele vai ficar tonto ele vai desmaiar ele vai ter uma isquemia cerebral ele vai ter uma crise convulsiva então o controle da hemoglobina glicada por exemplo e diabético idoso frágil é maior a gente tem que ser um pouco mais tolerante ele também não vai ter tempo de todas aquelas
complicações do diabetes que levam muitos anos então esse é um exemplo só para a gente entender essa questão a outra coisa muito importante que a gente tá na era que a gente ficar falando muito da medicina baseada em evidência é o que a gente faz no idoso isso aqui é um galã da sociedade americana de geriatria sobre o manejo de idosos com multi mobilidade que a evidência científica dessa população muito pobre porque porque os idosos são tirados do estudos todos os estudos científicos a maioria deles não com o tempo essa população e aí a gente
faz uma medicina com os idosos baseado em está a população a gente pega um conhecimento e uma proposta mais jovem usa produtos a gente está mudando isso principalmente a carne em cardiologia endocrinologia já está fazendo estudos mais detalhados dessa população mas ainda é muito pouco então a gente tem que tomar cuidado seguir um protocolo muito estrito no idoso porque senão a gente vai levar a iatrogenia né e aqui é um pouco essa idéia quando a gente pega os idosos que estão os estudos são idosos que também aquele idoso que a gente vê muitas vezes no
dia-a-dia do consultório vocês vão ver domicílio né o idoso fragilizado problema geriátricas com demência depressão queda esses idosos estão de estudos então entender isso é importante pra gente não seguir cegamente um protocolo simples de uma doença específica temos que individualizar o cuidado do idoso e aí vem um pouquinho das das síndromes geriátricas né é ela a queda a gente fala que a queda talvez é uma das principais símbolos geriatras como eu falei pra vocês se a gente olhar nos manuais de doença a gente não vai ver queda estabilidade postural mas é um problema de saúde
pública no idoso o idoso ele cai por vários motivos ele cai porque ele está com um problema de visão néné é um problema auditivo está com um sistema vestibular está tendo uma tonteira ele cai porque ele tá esquecendo está confuso e tem um delírio ele cai por efeito adverso de remédio é muito comum e hipotensão postural alguns remédios causa impotência postural é importante avaliar o potencial funcionando os pacientes idosos e ele cai porque a gente viu que 12 muitas vezes ele vai perdendo massa muscular ele tem pouco da massa muscular e não consegue se proteger
da queda ele cai porque ele está tonta desequilibrado nessa integração está nervoso central ou alguma doença específica que afeta o equilíbrio e ele cai por fatores ambientais também aquela calçada que não é feita por idoso é aquela casa que não foi feita pra ninguém pensou no idoso né com a queda traz essa idéia de uma proposta de uma cirurgia bariátrica um problema muito importante e aqui só vocês verem né aprofundando um pouquinho trouxe a queda porque eu falei para vocês a queda não tem nenhum manual de doença da medicina geral mas quando se fala em
geriatria é algo muito relevante 30% das pessoas caem com mais 65 anos e mais de um sócio uma queda ao ano e 50% reside nessa nessa na queda né o brasil as quedas aconteceram causa de mortalidade em idosos segundo a pesquisa da fiocruz 37 6 por cento dos idosos no estado caíram no último ano trazendo conseqüências com fraturas medo de cair de uma coisa que traz impacto horrível no idoso é muito comum a gente ver com sólidos que está caindo saí ele fica mais fraco e começa a ficar deprimida não quer mais e na rua
sozinho né perda funcional e começa a fazer as coisas que ele fazia sozinho ele precisa de um cuidador e 19% evoluem para a imobilidade o que é um problema grave de saúde pública que vai mobilizar um recurso cuidado alguém da família né mortalidade altíssima de quem cai de fratura no fêmur 20% em um ano 50% das mulheres muito idosas caiu pelo menos uma vez ao ou seja é um exemplo clássico que a gente tem que ter um olhar diferenciado para essa população e pensar nela nas suas necessidades não necessário do adulto quer um olhar específico
para ela o outro problema grave que é uma epidemia também é um número de pacientes com demência o envelhecimento é o principal fator de risco para a gente desenvolver demência a principal delas é a doença de alzheimer que é só um dado que a gente sempre coloca quando a gente fala de demência que a prevalência em verde escuro de países subdesenvolvidos da demência vai subir muito porque a população está envelhecendo rapidamente então a gente vai toda hora encontrar pacientes com demência que têm necessidades específicas tem que ter um olhar específico eles são por si só
vulneráveis ao sistema de saúde então a gente entender também isso fazer um diagnóstico precoce de 2012 a denunciando tá tendo ele está mais isolado e já está saindo de casa às vezes esse diagnóstico leva muito tempo até chegar num especialista em geriatria outro especialista ele já chegou a uma fase mais grave não tentar entender e e aí a gente falou bastante que às vezes não dá pra falar do idoso e avaliar sua saúde conforme as duas doenças o que realmente é importante para o idoso é sua capacidade funcional esse é o marco de saúde eu
posso ter idosos com muitas doenças que estão bem funcionalmente eu posso ter um idoso com uma doença única que está e funcionalmente a capacidade funcional nossa capacidade de realizar as atividades de vida diária as atividades avançada de vida diária e no clube se relacionar num centro comunitário trabalhar atividades instrumentais e no supermercado usar o telefone é atividades básicas poder poder fazer a transferência da cama para cadeira sozinho poder comer sozinho poder se investir sozinho isso que interessa é que o idoso tem autonomia e independência a autonomia vai depender muito da nossa capacidade de decisão então
vai depender da nossa comissão e do humor por isso que uma demência com a depressão no idoso dos problemas geriátricos comuns na geriatria vão afetar nossa autonomia ea nossa independência nossa capacidade de executar alguma coisa que vai depender da nossa os órgãos músculos esqueléticos ou seja sou um dos que mais trouxe graves já não vou conseguir fazer as coisas que eu gostaria que vai depender dos nossos órgãos de comunicação nossa visão audição é e outros órgãos negros sensoriais então essa é a visão do idoso que a gente tem que ter ciúme 12 perdeu sua capacidade
funcional aquilo tem que ter uma resposta aquilo tem que incomodar a gente e daí vem todas as síndromes geriátricas um pouquinho a gente falou autonomia e independência vão afetar a cognição é é um depender da cognição de humor independência da mobilidade da comunicação é bom e aí vem o papel ea relação entre a atenção primária ea geriatria é muito importante que esse paciente idoso tenha acesse tem-se um olhar diferenciado na atenção primária atenção primária é fundamental porque ela vai ter todos os pacientes idosos com identificar o paciente mais frágil mais complexo é importantíssimo rastrear problema
geriátricas também é fundamental como demência e queda essa são estratégicas importantes para a atenção primária e aí passei mais complexos mais graves no geriátricos o apoio de uma equipe direto e entrou hoje vai ser importante assim como o apoio da atenção primária para essa equipe porque atenção primária vai estar focado no ambiente do idoso para poder coordenar os cuidados de uma forma mais específica porque vai estar lá para poder coordenar os recursos que aquele idoso tempo e recursos comunitários muito importantes do idoso né às vezes a igreja o apoio é de algum órgão ou apoio
do vizinho né isso atenção primária pode ajudar muito nessa interface geriatria atenção primária né então esse é um pouco a gente recomenda essa relação à geriatria pela semifinal tem que apoiar atenção primária porque o idoso vai estar na atenção primária e aí vêm os modelos de prevenção que são importantes quando a gente trabalha no idoso a gente entender também aquele idoso que está bem ele pode ter a prevenção primária que é estimular a fazer exercícios físicos melhorar sul só dietas seus atos alimentarius cessação do tabagismo e do alcoolismo a vacinação é importante você estar bem
atento a caderneta do idoso tenha a caderneta de vacinas né e fotoproteção questão do câncer de pele a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis sabe que é uma população que tem um pouco de preconceito em relação ao preservativo na socialização com a prevenir a depressão em prevenir o isolamento é secundário o papel do diagnóstico correto de doenças acesso a alguns metros diagnóstico e terapêutica aqueles pacientes que precisam no entanto também é importante terciário quando a gente já precisa de reabilitação acesso a órtese prótese ter acesso a equipe de reabilitação que é muito difícil a gente tem
muitas fizeram na geriatria conta chega na atenção primária paciente precisa fazer fisioterapia cd fundo né então isso tudo também está ligada a atenção terciária quaternária é a proteção do ator gene que a gente fala muito bem né então esses modelos integrados a gente vai ter aqui é individualizar e usar os nossos parceiros nem tem muitos pacientes vão precisar de todos os os os níveis de atenção é e aí vem essa questão que a gente falou reforça né a fragilidade ea capacidade funcional vão ser importantes para a gente definir o papel é onde esse idoso precisa
ser assistida e qual o olhar que ele vai precisar de uma forma geral indivíduos mais fragilizados com ciúme geriátricas com declínio funcional já estabelecidos esse paciente não precisava do olhar da geriatra da prevenção terciária quaternário obviamente em parceria com atenção primária felizmente esses são poucos são os 20 por cento talvez por aí de 15 a 25 por cento que tem fragilidade instalado tem problema elétrico é mais sério o restante vão estar nessa roda maior nessa aqui menor com seus pacientes robustos ocupar e frágeis esses principalmente roubos não precisa necessariamente do geriatra ele vai precisar trabalhar
a prevenção primária e secundária de forma ótima né garantindo uma continuidade do envelhecimento saudável com ações de promoção à saúde palestras educativas é conscientização do tabagismo conscientização do da adesão terapêutica relação à hipertensão diabetes né em uma faixa intermediária de idosos vão precisar talvez uma interface mais próxima uma especialidade focal é um idoso não fragilizado mas tem uma doença cardiológica grave e precisava da equipe de cardiologia e cirurgia cardíaca é e alguns deles talvez da equipe direto essa interface aqui esse modelo hierarquizado o modelo tem de tentar organizar o sistema de saúde para o idoso
né a gente tem carência de atenção primária tem carência de serviço ea trilha né pra gente dar um seguimento de começar a pensar já no nosso fechamento é olhar o idoso também precisa que a gente entenda e de uma forma totalitária como a gente vem falando a avaliação funcional é fundamental a capacidade funcional mas não entender não esquecer que ele tem necessidade de múltiplas além da a avaliação médica a questão ambiental também na casa do idoso é reviver o ambiente um ambiente seguro se o ambiente propício ele cair a iluminação não é a questão econômica
a gente tá vendo aí um pouco de cimento uma crise econômica e isso afeta dramaticamente o idoso acesso à comida dá acesso a uma série de recursos há remédio né a gente está vivendo uma crise de quase não conseguir comprar os remédios têm acesso a remédios questão espiritual suporte social a questão afetiva isso tudo é como a gente deve olhar o idoso é de uma forma global e pra fechar eu trouxe aqui um exemplo de duas senhoras fictícias mas para a gente entender o que realmente importa na na geriatria como a gente pode mudar um
pouco esse aspecto aqui tem duas senhoras nascidas as duas mineiras é nascida do mesmo ano e no mesmo mês o tubo de 1942 as duas têm 75 anos né é dona silvia aqui pegando sol jardim dona hilda aqui alegre na sua cadeira de rodas vou olhar individualmente cada uma delas se a gente olhar dona silvia ela ponto de vista médico o papel de uma senhora que a professora aposentada que já fez já teve um câncer de cólon retirou em 2010 em uma paciente que tem hipertensão diabetes dislipidemia operou a catarata eo glaucoma que é o
colírio o diário teve um infarto e tem uma doença coronariana em 2008 colocou um stent tem uma osteoporose que ela está tratando e tem uma doença de rhesus a gente contou aqui sete doenças crônicas aqui está ela dona silvia já dona hilda é uma agricultura que não trabalha mais ela tem uma hipertensão nossa por osmar trouxe grave e fez uma cirurgia de quadril que não acabam não conseguindo voltar a andar em 2014 a gente colocou ela três doenças crônicas e vejam bem como o número doenças crônicas não é tão relevante a dona silvia mesmo tendo
tido um câncer que ela operou e tendo todas aquelas doenças crônicas como ela é funcionalmente ela consegue dirigir então ela sai do seu da sua casa de que ela cuida ela pega o carro na cidade contra tudo que ela precisa ela participa alegremente doce o seu baile semanal da idosos ela dança alegremente é uma pessoa muito ativa na sua comunidade enquanto isso a dona hilda que só tem três doenças crônicas real a gente já viu que ela é cadeirante ela precisa de um cuidador muitas vezes ela fica sozinha não consegue sair isolada ao sentir triste
e desanimada então um número de doenças ou focar só na doença não é tão importante quanto a gente garantir que esse indivíduo idoso possa ficar o mais tempo possível o ativo é respeitada a sua autonomia ea sua independência a gente fecha por aqui é eu quero agradecer colocar essa frase aqui do arnaldo antunes que não há nada mais moderno do que envelhecer eu espero que a gente vê beleza cada vez mais envelhecida com saúde e ficou disponível pra traz perguntas aí muito obrigado efe [Música] [Música]