Nós somos. Lá, ela tinha baús de fantasias, né? Baús de fantasia.
Ela falava assim: "Meu sonho é fazer teatro aqui com as crianças. " E eu falei: "Meu sonho, no dia que eu tiver um filho" (meu filho não tinha nascido ainda) "é trazer ele para estudar aqui na sua escola, porque eu fiquei apaixonada pela Escola Mundo Povo, pela proposta delas, construtivista, maravilhosa. " Anos depois, né, que eu tive filho, mudei para cá.
Meus filhos foram estudar na Escola Mundo Novo, né, legal. E aí eu fiz uma permuta com elas, né, que eu dava as aulas de teatro lá e tinha bolsa pros meus filhos, né? Parte eu tinha bolsa da prefeitura e parte da própria escola, né?
E assim foi, eu fiquei lá 6 anos. Foi muito interessante porque a Marilda fazia teatro comigo, a Ver dava pros professores, pros alunos, inclusive eles tinham uma turma de crianças com deficiência mental e também faziam aula de teatro, participavam. E eu gostava de sair com eles.
A gente invadia tudo quanto era sala, né, com as performances deles e iam apresentando. Era uma escola muito aberta, né, a todas essas propostas artísticas. Eu lembro que, num dia das mães, nessas comemorações, que eu cheguei para pegar o meu filho, eles estavam numa mini quadrinha com areia, né?
Porque era da pré-escola ali, onde as crianças jogavam e brincavam. Estavam as crianças ali e o Johnny Clire dava aula de música. Eles estavam esperando a gente, cantando "O Sal da Terra", né?
Gente, era só a avó, mãe e pai; pai chorando, eu chorando. Eu debulhando assim, sabe? Aquele meu pitito, né, com três aninhos, né?
Cantando "O Sal da Terra". Pensa, coisa mais linda do mundo, né? E quem estudava ali também era o Denis, filho do Wilson Vieira, que agora é maestro da Orquestra Jovem.
Ele estudava junto com o meu filho, porque titico também, né? Então foi assim, uma época muito rica, muito bacana. Aí, depois, eles acabaram com essa troca, essa permuta, né?
Porque aí assumiu, né, os filhos, né? E aí eles mudaram a política de como a escola lidava com isso, porque eles falavam que estavam trocando mensalidade por galinha, por ovo, por roupa, sapato, e as pessoas viam. Eles faziam porque elas eram muito abertas, muito generosas, né?
Então a coisa ficou mais profissional. E aí foi na ocasião que eu montei a minha escola, né? E a Elsa Tortel, sabendo da minha escola, o Artur também, porque ele sempre me patrocinava.
Eu ia, né, na AS, que ainda era ali na AS. Aí depois foi seu Irapuru e eles sempre patrocinaram. Eles tinham uma permuta com o jornal também, eles tinham um espaço grande no jornal.
Imagina eu, com anúncio desse tamanho no Jornal Cruzeiro do Sul, né? Da Moreninha do Noviço. Eu ganhava esses espaços, né, e ainda programa da peça, né?
Então, toda essa infraestrutura dessa parte de divulgação, a AS e o Irapuru me dava. Aí conheci a Elsa e ela me apresentou, quer dizer, como professora lá. E o Artur adorou, porque nós já tínhamos uma boa relação.
Só que eu passei lá, né, um dia, assim, né, fazendo umas oficinas, umas dinâmicas, melhor dizendo. Não chegaram a ser oficinas, umas dinâmicas com as crianças de várias turmas. Só que na hora de ver os horários, não coincidiam, porque eu já tinha minha escola aqui.
Ah, judiação! Daí não pude ficar, porque coincidiam muitas aulas com as aulas da minha escola, que mesmo quando eu não dava aula, porque eu dava algumas aulas só, tá? Só as de interpretação.
As outras eu chamei professores especializados em suas áreas, né? E eu tinha que estar lá, né? Eu administrava a escola.
Então, ficava um pouco complicado eu ficar tanto tempo fora e aí não deu certo. Mas aí, dois anos depois, eu fui chamada. A Elsa também foi pro Colégio Objetivo e me chamou, já que tinha dado certo lá no Irapuru.
Ela me apresentou no Objetivo e eu fiquei lá no objetivo, né, dando aula. Nessa ocasião, meu pai faleceu e ele me ajudava demais em tudo. Eu acabei fechando temporariamente a minha escola, me dedicando às aulas no Objetivo, ia com a criançada apresentar no Teatro América, no Teatro Municipal.
Eram grandes projetos, né? Sabe quantas peças, no ano que eu saí, nós fizemos? 31!
Hum, 31 peças em quanto tempo? Em um ano. Em um ano, 31, 31!
Era mostra do colégio. Era eu, a Elsa, a Vanessa, Bolina, a Andreia. A Andreia veio de São Paulo, né?
E ela também estava lá. E teve uma ocasião que ainda ficou a irmã da Euvira, Gentil, também dando aula ali. E eu fiz o Teatro dos Pais, por sugestão até do Oscar.
Falou assim: "Vamos, queria fazer alguma coisa com os pais. " E eu montei um grupo do Teatro dos Pais e foi um sucesso! Um sucesso esse grupo de teatro!
Que legal! Então. .
. e a dos pais, foi que peça? Você lembra?
Não, são várias skets. Ah, skets, porque enquanto as crianças se apresentavam, por exemplo, eram quatro ou cinco grupos em cada dia, tá? De apresentação.
Então, entre uma apresentação de uma turma e outra, no que trocavam o cenário, né, que entravam as crianças, saíam umas do camarim para entrar outras, os pais entravam em cena e apresentavam os skets, né? Skets que eles trouxeram de coisas que eles conheciam, skets que nós víamos, pesquisamos, né? Então, era assim, muito interessante, muito interessante!
Então, essa experiência sua nas duas escolas foi muito boa, muito boa, muito produtiva, muito boa mesmo, né? Se você. .
. Para hoje, e pensa né em relação a isso tanto em uma escola como na outra, essa relação direta com a escola, com a criança, com os alunos na cidade e também como vai ser a importância do teatro dentro da escola. É fundamental.
Fundamental! Era por isso que tinha 31 peças para apresentar há um ano, porque o interesse era imenso; era difícil a criança que não quisesse participar do teatro, né? Por ser uma atividade lúdica, por ser uma coisa gostosa, né?
Em que eles podiam ser personagens, né? A abordagem que dava porque a gente trabalhava muito o jogo dramático, uma coisa assim, nada de impor, de chegar com texto decorado. Trabalhávamos muito também com improviso, né?
E coisas assim, muito interessantes. Nós montamos o "Salt", com três galinhas, quatro jumentos, 16 gatos e gatas, e os cachorros, né? Acho que eram oito cachorros, então eram muitas crianças!
A gente duplicava o papel e acabava fazendo um musical com todas as crianças, né? Cantando, dançando, a coisa mais linda do mundo! E adequando os figurinos ao nosso clima; eram coisas muito sensatas, né?
Fizemos outra que era da Bela Adormecida. Eram quatro Belas Adormecidas, e elas eram diferentes, né? Então, por exemplo, uma Bela Adormecida estava lá, Bela Adormecida, ou a Branca de Neve, quando fica lá enterradinha no caixão de vidro, e aí dava um blackout para mudar de atriz.
Às vezes era uma baixinha, né, que estava fazendo, pequenininha, aí vinha uma alta; às vezes era uma loira e vi uma negra. Então, essa mudança, né, não tinha quem era o físico ideal da Cinderela ou da Branca de Neve, né? Isso era resolvido ali com as crianças mesmo.
Quem queria fazer, então era uma coisa bem democrática. Tínhamos a mesma personagem com quatro formatos diferentes, né? E isso era bem engraçado, isso trazia humor, uma leveza, né?
E acho assim, se você pegar os, por exemplo, da sétima série, eu tive alunos que já escreviam texto. Nós montamos o texto dele, dela, melhor dizendo, né? Então, aqui ele sentiu assim a oportunidade.
Teve um menino também que eu aproveitei parte de uma redação dele para inserir em uma adaptação que eu estava fazendo de um livro, né? Então, isso daí dava valorização pros alunos, né? De que a gente acreditava na produção deles, a oportunidade deles estarem, né, colocando a sua criatividade em cena.
E acho que isso é muito rico, muito criativo mesmo, né? E valoriza. Você sente muito bem de saber que um professor, né, gostou do seu trabalho, que você levou, né, alguma produção sua e que essa produção foi levada à cena, né?
Se concretizou. Então, tinha esse aspecto com as crianças maiores também. Acho que é muito importante.
A minha neta faz teatro atualmente na escola dela e ela gosta muito, né? Todo ano, ela quer participar do teatro, né? Então você vê que é uma coisa muito atrativa, né, para as crianças.
E as escolas de alto que nós temos vários cursos aqui em Sorocaba também, cursos livres. Marcelo Marra tem o curso dele lá, né? Tem o caixa preta, não sei como é que chama, que dá oportunidade para as crianças e adolescentes e adultos de poderem ter uma formação, né, em termos de teatro, além dos grupos espontâneos, amadores, sim, né?
E agora nós temos o Senap com essa formação técnica, né? Nós temos ali o sindicato dos condutores também, aquele grupo que Miltis Brana tinha no Senac, não permanece? Ah, bom, o Hilton aposentou, então ele saiu, tá lá.
Tatiana Zala, cer, agora Tatiana. Então, continua a mesma atividade. Tem uma outra pessoa junto com ela, que eu não sei o nome, né?
Mas continua com a mesma coordenação do curso, né? Inclusive, eles apresentaram a semana passada, mas eu não pude, porque eu também ia me apresentar. Eu estava correndo atrás, né, de coisas.
E na FCK tem Mário, né? Continua também, sim, o Mário tá lá há muitos anos, continua lá e tem a escola do Mário também, né? Então, nós temos assim na área de cênicas aqui em Sorocaba.
Aliás, Sorocaba sempre teve, né, essa vocação pro teatro. Sempre, sempre, sempre recebeu ensaios. Há 40 anos, agora também sim, né?
Essa dupla, né, os dois grupos, né, o Zé Henrique de Paula, São Paulo, a Fernanda Maia, lá, brilhando. Nossa, brilhando, maravilhoso! E dão aulas também, dão cursos.
E ele deu aula aqui também, bem, né? Na OSE, né? Quer dizer, fantástico tudo isso, essa relação, né?
Mas muito bonito isso que você falou, quer dizer, você deixou claro para você, dentro da escola e nessa faixa etária, a literatura é o teatro, é jogo, diversão, alegria. E você fazendo sempre essa interrelação, aproveitando o texto produzido pelos próprios alunos em algumas ocasiões, não todos, né? Mas quem tinha texto levava, e a gente encenava, né?
As crianças menores, nós fazíamos as adaptações e levávamos o texto, até escrevia mesmo, a partir de exercícios de improvisação, né? De elementos que eles vão trazendo, a gente constrói, né, um roteiro, alguma coisa assim. Muito bom, uma delícia!
Agora, fala alguma coisa se quiser, que você não falou até agora, principalmente desse significado do teatro na sua vida. Ah, bom, o teatro para mim, olha, é tudo! Eu já tentei sair várias vezes; saí algumas vezes, mas não dura muito, né?
É porque é um chamado, né? Não tem como você fugir disso, né? Você nasceu para isso, a sua vocação.
E acho assim, né, que cada um que tem a oportunidade de seguir a sua vocação vai trabalhar com prazer, com alegria. Levar alegria, né, para as outras pessoas, no caso da minha área, que é de lazer, né? Outros vão levar outros tipos de conhecimento, né?
Outros tipos de tecnologia. Mas o importante é que você, né, trabalhe na área que você gosta. E não falei também da minha última encenação agora, né, que foi um projeto muito bonito chamado "A Vez e a Voz das Autoras da.
. . ah, A Vez e a Voz da Drmaturgia das Autoras de Sorocaba", não?
Que foram de um grupo de dramaturgia nosso, que você participa, que nós começamos a fazer leituras a partir da Angeles Parede, né, esposa do Búfalo, ter convidado a gente para participar, porque ela é muito ligada à Literatura e ela estava sentindo falta dessas leituras de textos de teatro. Nós começamos a nos encontrar e aí surgiu a oportunidade de fazer um projeto para a Lei Paulo Gustavo, que foi esse "A Vez e a Voz", né, da Drmaturgia das Autoras de Sorocaba, que reuniu três textos de três mulheres que fazem parte, né, da companhia. Um desses textos foi de atrizes convidadas, autores convidadas, e que nós encenamos.
Ainda tem uma peça para ser apresentada, né, agora no dia 11; as outras já encerraram, que foram três apresentações de cada uma. Muito interessante, muito interessante, muito desafiador, né? Assim, com muito público em espaços diferentes, em espaços alternativos, porque nós temos uma carência muito grande aqui, né?
Nós temos o Teatro Municipal, disputadíssimo. Aí nós temos o Teatro da Estação, que estava em reforma, não sei se voltou, pequenininho ali, e não temos, né, onde a gente se apresentar. O Teatro América, que era particular, fechou, né?
A secretaria da Cultura alugava ali umas salas no Sorocaba Clube, o espaço que a gente podia se apresentar, mas também não aluga mais. Então, o Grande Hotelo fechou. Tanto que eu fui, né, desde 2010, o Grupo Mistura de Gente tá no Parque da Biquinha, foi até 2018, em três produções, todas três contempladas com a Lei de Incentivo Cultural, que é a maneira da gente poder realizar, né?
Fizemos altas produções belíssimas, figurinos lindos, em parceria com a secretaria do Meio Ambiente, porque o que acontece é que muitas pessoas não conheciam o Parque da Biquinha, moradores daqui que nunca tinham ido. Nós fizemos um espetáculo itinerante e as pessoas ficavam encantadas de conhecer o parque a partir das peças de teatro. Então, assim, a gente aproveitou esse espaço.
Eu fiz também um outro do da mula, né? Que tanto que eu fui, né, desde 2010, o Grupo Mistura de Gente tá no Parque da Biquinha, foi até 2018, em três produções, todas três contempladas com a Lei de Incentivo Cultural, que é a maneira da gente poder realizar, né? Fiz altas produções belíssimas, figurinos lindos em parceria com a secretaria do Meio Ambiente, porque o que acontece é que muitas pessoas não conheciam o Parque da Biquinha, moradores daqui que nunca tinham ido.
Nós fizemos um espetáculo itinerante e as pessoas ficavam encantadas de conhecer o parque a partir das peças de teatro. Então, assim, a gente aproveitou esse espaço. Eu fiz também um outro do da mula, né?
Que nós fizemos, que era um projeto de autores portugueses de 1500. Eram quatro peças e que eu fiz nas praças e nas igrejas. Na igreja do Largo do Divino, eu fiz no altar, ah, é, no altar da Capela do Divino, altar na antiga, porque foi onde me casei.
O padre não estava, aí era, eles trocam de vez em quando, um vai para uma cidade e vem outro para cá. Num determinado dia, né, para uma troca, uma permuta mesmo assim, um intercâmbio, melhor dizendo. E nós chegamos lá para fazer a nossa apresentação e estava tendo uma festa do pastel ali dentro, né?
E na frente não tem muita iluminação e tal ali na praça. Aí a moça ligou e falou assim: "O grupo de teatro tá aqui, mas não tem como fazer porque tá tendo a festa do pastel, é muito barulho ali fora". E ele falou: "Faça no altar, a casa de vocês".
E nós fizemos no altar, a peça, e as pessoas sentadas dentro da igreja. Você acredita? Acredito!
Coisa mais maravilhosa! Em Aparecidinha foi lindo também, que nós fizemos, né, na igreja. Nós entramos cantando na igreja no final da música e trouxemos todo o público para a praça e nos apresentamos na praça, né?
Então, aqui na Praça Coronel Fernando, fizemos, nós fizemos umas seis ou sete apresentações em igrejas, porque nessa ocasião, 1500, os grupos se apresentavam na porta das igrejas, né? Os grupos de teatros trovadores. Então, nossa proposta era fazer, inclusive eu fiz com português, os atores falando em português arcaico, uhum, de 1500, né?
Foi um espetáculo lindíssimo, com músicas compostas especialmente. São projetos que a gente participa assim que você, né, fica encantado e carrega aquilo. Pena que o teatro é efêmero, né?
É, mas aqui a gente percebe a luta, inclusive pelos espaços alternativos, né? Como lá da Duartes, né? Então, nós fomos apresentar a Duart, uma batalhadora, ela construiu um teatrinho lindo, um teatrinho de bolso, né, completinho, bonitinho, e o pessoal vai, né, fazer maravilhas lá num bairro.
E aí, Roberto das Flores está sempre fazendo sarau lá. Isso então é muito bom! Então, nós temos gente muito boa nessa cidade, né, que a gente quer mais.
É, realmente o Grupo Nativos também, né, o Flávio Melo. Aliás, é uma pessoa que, se você não entrevistou ainda, deve entrevistar. Uma pessoa extremamente competente, maravilhosa, que tá agora lá no Espaço dos Condutores, que foi maravilhoso.
Eles abriram as portas pra gente, né? Inteiramente de graça, né? Nós não tínhamos, assim, eles têm um curso de teatro lá, mas nós não tínhamos nenhuma ligação especial com eles.
Eles abriram mesmo, né, para o nosso projeto; acolheram, abraçaram, cederam as salas, né? Assim, algo maravilhoso! O Flávio tá lá com a Rute, e o Flávio tá lá.
. . é incrível!
Flávio é incrível! Foi presidente da associação de teatro de Sorocaba também, é uma pessoa assim, muito capaz, muito bem preparada, muito competente, né? Com teatro na veia!
É, nanaia, nós poderíamos ficar aqui dois dias conversando, sim, assunto que não ia faltar. Mas, olha, agradeço, professor, caba, viu? É você, viu, por tudo que você tem feito por nós.
É um prazer imenso! Sorocaba é que tem feito por mim, né? Que coisa boa, né?
Nós temos um público maravilhoso aqui, é, nós só temos a levantar a mão pro céu, né? Graças a Deus, nós estamos aqui numa cidade muito boa, num país muito bom, em paz, né? Então, a gente vem a Sorocaba, que a gente precisa realmente de mais espaço, maiores condições, maior verba.
A Secretaria da Cultura tem uma das menores verbas, senão a menor da prefeitura. Uma prefeitura rica que deveria destinar, e por lei, nós tínhamos que ter 2%, né? E temos 0,44%.
Então, a Secretaria da Cultura, ela tem a maior parte da verba é para manter a própria secretaria, os próprios, né? Aí, tem uma parte que é da Fundec e sobra pouco. Aí, tem a festa junina, festa de Natal, sim, é, e a Fundec fez um trabalho maravilhoso, né?
Eu lembro que quando estive lá, os dois anos, quer dizer, eu nem sabia que tinha 700 alunos, é fantástico! Mas precisa de verba! Mas aí acaba ficando com a maior parte da verba, porque a verba é pequeníssima, é pequeníssima!
Tá, 12 milhões é absurdo! Para fazer, 8 milhões vai só para manter os próprios da secretaria, né? Aí, vão 2 milhões para a Fundec, sobra 2 milhões para todo o resto, né?
E fazem milagre na Fundec, porque ajeto maravilha! Sim, ninguém questiona a importância da Fundec de forma alguma, né? O que a gente questiona é a pouca verba pra Secretaria da Cultura, exatamente.
Então, vamos torcer para que as coisas melhorem. Com certeza! E a querida, Deus abençoe você muito!
Obriga! Eu que agradeço a oportunidade! É uma honra estar aqui com você!
Você lembrar da sua velha amiga, nossa, com muito prazer! Aquela barriguda lá dentro do trem, lá, o último vagão, lá, o último carro, que coisa doida! É inesquecível!
Muito obrigado, viu? Muito obrigada a você, querido! E vocês também!
Muito obrigado, né? Que agradeço mais esta possibilidade de estarmos juntos. Agradeço muito aqui à nossa querida Nanaia e até a próxima, se Deus quiser!
Com vocês, ó lá, a Nanaia falando: tchauzinho, fica com Deus! Tchau! Obrigada, Nanaia!
Fica com Deus, viu? Tudo de bom! Obrigadão!
Obrigada!