Bom dia a todos. Bom dia a todas. Bom dia para você que tá nos assistindo pela POP TV em Sobradinho e Porto Alegre.
Sejam todos muito bem-vindos e bem-vindas a mais um ICL Mercado Investimentos. Hoje, quinta-feira, dia de falar sobre o IOF, porque tem novo capítulo dessa novela que eu vou chamar o quê? de vidas parceladas, já que OF entra ali também nos créditos e isso tá pegando um pouco.
Vamos falar também de GPM que saiu hoje, também tem desemprego sendo divulgado. Hoje a gente vai falar tudo isso na agenda, mas já tô adiantando os assuntos para vocês. E vamos falar também de negociações salariais, não, porque se essa dívida eu já cumpri, a gente pode falar se der tempo, de inflação por extrato de renda, que eu também tô devendo para vocês já algum tempinho.
Antes de tudo isso, para não perder tempo e eu conseguir chegar ali no fim do roteiro, vamos começar pela agenda, vamos passar pelos principais indicadores, porque a agenda hoje tá cheia e tá cheia de gente falando. Então vamos lá, porque ela começou cedinho aqui no Brasil, 8 horas da manhã, saiu IGPM de maio, esse dado a gente vai trazer para vocês, mas também saiu a sondagem dos serviços e do comércio, que depois que saírem todas as confianças, todas as sondagens, a gente faz um apanhadão e já traz todas de uma vez. Então, hoje saiu comércio e serviços, mas já adianto para vocês que várias das confianças já tiveram mostrando aí sinais de vida, já mostraram sinais de vida e tiveram um pouquinho de melhora nesse mês de maio.
Saiu nota de crédito do Banco Central, saiu um dado bem importante na nota de crédito. Eu vou trazer para vocês amanhã porque hoje não ia dar tempo. Olha como tá extensa a nossa agenda.
Então, amanhã eu vou trazer detalhes porque parece que aquele crédito que tava sendo esperado mais barato ali com a garantia do FGTS não aconteceu bem assim. Então a gente vai trazer esses dados para vocês amanhã. 9 horas saiu a PINADE contínua com a taxa de desemprego de abril e a gente teve o PIB dos Estados Unidos 9:30 da manhã, primeiro trimestre, segunda leitura aqui.
Então já uma leitura não tão prévia assim dos Estados Unidos do crescimento lá. Temos núcleo e índice de preços de gasto com consumo, o PCI. Esse dado o Banco Central dos Estados Unidos adora, só que esse esse PCI, né, esse índice de gastos com consumo pessoal é o trimestral.
O que o Banco Central mais olha é aquele PCI ou no o índice de gastos com consumo mensal que sai amanhã, mas esse já dá também ali uma uma primeira noção ali, uma primeira ideia de como é que estão caminhando os preços. E o Banco Central dos Estados Unidos olha essa métrica bem de perto. Por lá a gente tem também pedidos de auxílio desemprego, semana do até o 24 de maio.
E aí a gente vai começar a ter vários dirigentes do Banco Central falando. Então quem fala hoje e vocês vão ver que a segunda parte da agenda, sobretudo à tarde, tá recheada de presidentes e dirigentes do Banco Central dos Estados Unidos. Então hoje fala o presidente do Fed de Richmon em um evento.
No meio do caminho aí a África do Sul divulgou a decisão de política monetária e aí a gente passa pra segunda parte da agenda, já mais próxima aí do horário do almoço. Agorinha saíram as as vendas pendentes de móveis, mas esse dado vai ficar aí em segundo plano hoje. Por quê?
Fala o presidente do Fed de Chicago às 11:40, a diretora do Fed, Adriana Cugler fala às 15 horas. A gente tem a presidente do Banco da Inglaterra, o presidente aqui no caso do Banco da Inglaterra, o Andrew Bailey, participando também de um jantar, de um evento. Então aqui uma uma agenda bem recheada de dirigentes de Banco Central.
Presidente do Fed de São Francisco, a Mary Daale fala hoje também. O presidente de Dallas eh a presidente do Lor Logan e a gente ainda tem o resultado primário do governo central. Então, como vocês podem ver aqui no Brasil, a gente tem uma série de indicadores muito importantes sendo divulgados e GPM, a taxa de desemprego, tem as sondagens nos Estados Unidos tem claro a leitura do PIB, a atualização dessa leitura, mas depois disso, vários dirigentes do Banco Central vão falar.
Isso deve ganhar um pouco mais de relevância, porque ontem saiu a ata do do da última decisão de política monetária dos Estados Unidos e ela mostrou bastante incerteza, bastante incerteza em relação ao mercado de trabalho e bastante certeza em relação à inflação. Então, o mercado deve ficar de olho no que esses presidentes e dirigentes do Banco Central dos Estados Unidos estão falando, justamente para buscar algum sinal em meio a toda essa incerteza colocada na ata. E já puxando isso, né?
Eu vi aqui, ó, que eu hoje não vou dar bom dia pro Diego, viu? Eu vou dar melhoras pro Diego, vou mandar boas energias, porque Diego está dodói em casa e por isso ele não tá aqui com a gente. Mas eu vi aqui que a nossa a nossa audiência já comemorou 1 milhão com a gente, falou: "Somos milionários".
Pois é, somos milionários. Atingimos 1 milhão de inscritos no nosso canal eh do Instituto Conhecimento Liberta. E a gente só tem agradecer a vocês por tudo isso, porque sem vocês nada disso seria possível, sem essa comunidade que tá com a gente.
Então, muito obrigada aí pela inscrição e por estarem com a gente nesse jornalismo independente dia após dia. E além de vocês ficarem aí por dentro de todo o nosso conteúdo, vocês apoiam aqui o nosso o nosso canal. Então, muito obrigada mesmo.
Agora vamos passar pro fechamento de mercado. Olha, hoje vai ser difícil. Hoje eu vou ter que beber água porque não tenho respiro.
Vocês vão ter que ter paciência comigo porque eu vou ter que respirar. Então bora lá, vamos passar pro fechamento de mercado porque a gente teve um dia bem negativo ontem e esse dia negativo ele acabou batendo também aqui no Ibovespa. Então vamos entender o que que levou esse movimento, né?
Qual foi essa cautela toda que acabou generalizada e o que que levou a nossa bolsa a cair, né? foi fator interno, foi fator externo, foram os dois juntos. Então, já vamos entender isso de uma vez, porque a nossa bolsa caiu 0,47% ontem em um movimento que já era esperado de realização de ganhos.
Então aqui a gente já espera que depois de subir três dias seguidos, em algum momento vai bater em um dado patamar perto do topo que os agentes, né, os investidores vão começar a vender os ativos para realizar lucro. Então, parte dessa queda foi justamente motivada por isso. Mas teve outros fatores que também levaram o Ibovespa cair 047.
Um deles foi o mercado internacional, porque como vocês podem ver aí na tela, o S&P 500 e a NASDAQ caíram ontem e não caíram tão pouco assim, caíram ali na na faixa do do 05%. Elas as bolsas caíram nos Estados Unidos em meio a preocupações em relação à ata do Fed que eu tava falando ontem, que é o Banco Central dos falando agorinha a pouco e que saiu ontem, né, que é o Banco Central dos Estados Unidos. E essa ata trouxe muita incerteza.
Em cenários de incerteza, o mercado normalmente reage mal. Mas tem outras coisas no radar, né? Será que Donald Trump vai continuar adiando tarifas?
Será que ele não vai? Então, tudo isso que aconteceu ontem, até eh antes da gente ter um fechamento dessa história, mas essa incerteza que tava pairando desde manhã já começou a deteriorar o humor em Nova York. Então, não foi um dia positivo por lá, foi um dia de bastante incerteza e essa incerteza também chegou aqui.
Outro ponto que motivou essas quedas e que fez o dólar, inclusive subir aí para 5,69 é a China. tem bastante também eh incerteza eh em relação ao crescimento chinês. O crescimento chinês pode não ser tão bom quanto se esperava e isso pode bater em preço das commodities e principalmente do minério de ferro.
Minério de ferro ele vem operando abaixo dos $ por tonelada há algum tempo, tanto em Dalian quanto em Singapura. Então esse movimento, né, de um minério de ferro mais barato acaba impactando as nossas empresas de mineração e siderurgia aqui no Brasil. E não à toa, elas ficaram no destaque negativo ontem, tanto a CSN Mineração, eh, quanto a Vale, elas foram ali destaques negativos do dia.
A Vale, ela tem um peso individual muito grande no Ibovespa. Então, se ela cai, ela já tem grande chance de levar o Ibovespa junto com ela. Só que outras empresas mais pesadas do Ibovespa, tipo a Petrobras, também caíram.
A CSN caiu. A gente não teve um dia tão positivo pros bancos que também estão todos embrenhados nessa coisa, novela, briga, treta do IOF. Então você tem todo esse sentimento também negativo vindo de algumas ações que têm peso e aí a nossa bolsa não conseguiu se desvencilhar do movimento de Nova York e acabou sendo levada junto tanto por fatores internos quanto fatores externos.
Não foi nenhum individualmente, mas a junção dos dois. E já falando aqui em IOF, temos novo capítulo da nossa novela. A gente tinha tarifa fatal, agora a gente tem uma nova novela na nossa grade aqui que é vidas parceladas.
vidas parceladas, porque IOF incide em crédito também. E é importante você saber disso, embora as mudanças não tenham pegado a pessoa física na jurídica, ela pegou e ela acaba até tendo um peso maior, né? Se a gente pensar no no IOF mais alto, ele acaba já deixando o crédito mais restritivo e tendo um peso maior para empresas menores, de menor porte.
Então isso também gera uma preocupação, né? E aí a gente tem o IOF sob ameaça, a Dad alertando, né, para impactos dessa revogação e no fiscal do Brasil. E a gente sabe que se tem uma coisa que o mercado é é fiscalista.
Então, se tem qualquer incerteza em relação ao fiscal, a arrecadação que pode diminuir, possíveis contingenciamentos que podem aumentar por conta do IOF, obviamente o mercado não ia reagir bem e isso também contribuiu pro movimento que a gente viu de ontem. Então não ia entrar tanto nos detalhes porque a gente já ia falar de OF agora, mas teve mais que isso, né? Parece que o Gumota se pronunciou em relação a isso.
Já teve um spoiler no N1, mas a gente trouxe aí o o tweet de Hugo Mota de novo para vocês, para eu poder falar um pouquinho sobre isso. Então vamos lá. Ontem à noite me reuni ao lado do presidente da da Vio Columbad e a ministra Gleis e líderes.
Reforcei a insatisfação geral dos deputados com a proposta do aumento do imposto do governo federal e relatei que o clima é paraa derrubada do decreto na Câmara. Descombinamos que a equipe econômica tem 10 dias para apresentar um plano alternativo ao aumento do EOF. algo que seja duradouro, consistente, que evite gambiarras tributárias só para aumentar a arrecadação, prejudicando o país.
Eu não sei quando quando o Gumota começou a ter essas preocupações em relação à arrecadação e prejuízo ao país, mas aqui no seu tweet ele most se mostra muito preocupado com isso. E aí eu vou entrar num ponto que eu acho que tá muito ali no meio de toda essa novela do IOF. Por quê?
O IOF ele é o imposto tido, né, pelo mercado financeiro como regulatório. Então, se você queria regular remessas de câmbio, você aumentava o IOF. Se você queria segurar um pouco o crédito, você aumentava o IOF.
Quando você quer estimular o crédito, você baixa o IOF. Se você não tiver tão preocupado com o câmbio, você pode mexer no IOF também. Então, pro mercado financeiro, o IOF ele é regulatório e não arrecadatório.
E aí você tem essa essa contrapartida ou essa composição das receitas do governo sendo equilibradas pelo aumento do F. Então o mercado já não gostou por aí. Só que o o mercado também não gostou porque aumentou a tarifa, né, ou aumentou o imposto ali, a alíquota para eh para alguns eh agentes do mercado que não tinham alíquota antes ou que tinham uma alíquota mais baixa.
Então, para quem ia investir no exterior, por exemplo, tinha alíquota de 1. 1%. para quem ia mover fundos, então, de fundo para fundo, né, eh, de gestor para gestor, ali, você comprar um fundo fora para colocar dentro do seu fundo, você também faz remessa, você também tem um processo cambial ali no meio.
Isso também não tinha alíquota, era isento. E aí quando o a alíquota cambial sobe a 3,5 para todo mundo, o mercado reclama e ele acaba ali tendo um posicionamento bem firme, usando essa história do IOFC regulatório como base para tentar fazer o governo recuar. E começaram a chiar e fizeram um barulho bem alto, tão alto que Dadou 12 horas, levou 6 horas para ouvir e recuar.
E aí, eh, a Dad até falou: "Ah, não queria ruídos no mercado financeiro e acabou, eh, deixando como estava antes. " Então, isento para quem era isento, 1. 1 para quem era 1.
1. Só que todas as outras categorias acabaram tendo o seu IOF aumentado. Então, agente, por exemplo, aqui, se quiser comprar uma doleta, né, quiser mandar um dinheiro para fora para qualquer que seja o motivo, a gente vai pagar 3,5.
A empresa menor que acaba tendo um peso maior no custo de crédito por conta da sua operação, se você sobe o IOF, você tem também um impacto nessas empresas menores, porque elas vão sentir mais o custo do crédito, já que elas têm também operações menores. E acabou subindo para todo mundo, não na mesma proporção, mas acabou subindo para todo mundo. Simples, por exemplo, dobrou o teto do IOF ao ano.
Então a gente começa a ver que o peso sempre fica para quem não tem voz para reclamar e ser ouvido. Porque reclamar todo mundo pode reclamar. A questão é quanto barulho vai fazer, qual vai ser o barulho que vai atrapalhar ali a as negociações, que barulhos vão chegar nos jantares, como diria Maria da Conceição Tavares, a ponto do da fazenda recuar.
E aí é nisso que eu quero chegar, porque o mercado ele sempre cobra um fiscalismo, né? ele tem um fiscalismo muito seletivo, desde que não bata nele. Então você tem ali toda uma cobrança por esse equilíbrio fiscal no Brasil que pode ser muito discutido inclusive, né, se precisa de todo toda essa essa amarra que tem de arcabolso e tudo mais, mas hoje a gente tá nessa situação e isso tá sendo cobrado.
E o mercado é muito fiscalista. Se tem qualquer coisa que desanda no meio do caminho, já se começa a falar em risco fiscal. E essa questão do IOF foi colocada como um passo para começar a baixar a taxa de juros.
Então, ah, se a gente fizer esse ponto, vai diminuir o risco fiscal, vai diminuir o risco país, a gente vai ter uma maior arrecadação, vai equilibrar ali as contas e a gente vai conseguir baixar a taxa de juros. Só que a gente sabe que não é bem assim. Tem vários passos que vão surgindo, sempre tem uma coisa nova, um empecílio, um tropeço, uma pedra no meio do caminho que acabam impedindo que isso seja feito lá no final.
Então, sempre aparece um porém, né? Agora, o porém é o IOF. E aí vem o Congresso, que também na hora de de abrir mão não quis.
Então é isso. Todo mundo cobra um fiscalismo seletivo, todo mundo quer que tenha ajuste fiscal, mas ninguém quer ajuste fiscal no seu bolso. Então o mercado financeiro não quer que aumente OF para fundo, porque isso ia acabar desequilibrando o mercado de fundos de investimento, mas também não quer abrir mão de juros sobre capital próprio.
Ninguém quer abrir mão de desoneração de folha aqui no Brasil. Se for falar para colocar a emenda parlamentar dentro do arcaboloso fiscal, aí também vão falar: "Pô, isso aí eu não vou votar". Então você vê que tá todo mundo cobrando um fiscal, que a gente poderia até discutir se essa cobrança ela é exagerada ou não, mas aqui pensando que tem a cobrança acontecendo.
Todo mundo quer cobrar o fiscal, mas ninguém quer que seja no seu bolso. Então acaba sobrando sempre para quem não tem poder político econômico. Então a Câmara agora tá nessa, né?
vai votar, não vai passar, não tem não tá tá desidratada essa essa questão, ela vai acabar não passando no Congresso, então é melhor já trazer alternativas a isso. E aí as alternativas vão ser quais? Mais contingenciamento.
De qualquer forma, né, todo toda a quando você abre mão de uma arrecadação e precisa compensar em outra parte, que outra parte que vai pagar essa essa perda de arrecadação? Porque a gente lembra muito bem que quando teve aquela discussão dos dividendos que hoje são isentos aqui no Brasil, que poderiam ser passar a ser tributados para garantir a isenção de imposto de renda para R$ 5. 000, que também acaba sendo uma compensação, o a a o andar de cima chiou também, achou muito alta alíquota de 1 a 10% progressiva a partir de 50.
000 por mês. Então, ah, não, mas aí tá muito alta, tem que ter um teto maior, porque que absurdo eh essa essa conta ficar para quem nunca pagou a conta na cabeça deles, né? Então, eh, ninguém quer, ninguém quer abrir mão dos seus privilégios, mas todo mundo quer cobrar o fiscal.
É nesse ponto que eu quero chegar. Será que o Congresso estaria disposto de deixar as emendas ali dentro do teto ou até com um contingenciamento maior para abrir mão do IOF? Será que as empresas abririam mão da desoneração de folha?
Será que os juros sobre capital próprio poderiam deixar de existir, que eu chamo de jabuticaba de capital próprio, porque só tem no Brasil? É uma herança da época hiperinflacionária, que tá muito longe de ser a nossa realidade hoje. Deixou de ter sentido, mas virou uma uma forma ali tributária de você pagar menos imposto e e ter uma usar isso como despesa?
Será que alguém tá de tá disposto de eh de abrir mão disso? Será que alguém tá disposto de mexer em qualquer coisa que não seja no lombo do trabalhador? Porque é muito fácil você deixar o IOF depois paraas pequenas empresas pagarem, paraas pessoas físicas que fazem remessa de câmbio pagarem, né?
Então é muito fácil, apesar do VGBL ter um limite ali de 50. 000 isentos e aí quem que vai colocar mais 50. 000 na previdência também uma discussão, mas o grande a grande parte da arrecadação, né, vai vir dessas pequenas remessas, vai vir da das empresas que pegam que pegam crédito e a gente já tem um crédito muito restritivo aqui no Brasil por conta dos juros e aí ele vai ficar mais apertado ainda por conta do IOF e aí as empresas vão ficar com projetos mais inviáveis porque o custo de capital se ela se financia também sobe.
Então você acaba no curto prazo desacelerando a economia. né, por lá pelo lado do crédito das empresas, você faz essa essa desaceleração e aí você vai baixar juros num segundo momento porque cumpriu o dever de casa num primeiro momento. Mas será que esse dever de casa não vai surgir depois com várias liçõezinhas extras, eh, curriculares ali para se cumprir também, porque sempre foi assim e é isso que a gente tem que pensar.
E aí agora tá nessa nova novela, nesse novo capítulo que é o Congresso, tentando barrar o aumento do IoF. Mas eu até tenho toda a discussão. Eu fui muito crítica ao aumento de JF, justamente porque ele vai recair eh não em quem poderia começar a pagar alguma coisa que sempre foi isento ou que tinha uma alíquota menor, mas vai recair nas pequenas empresas e nas pessoas.
Mas, né, será que nessa nesse impasse do Congresso alguém vai querer abrir mão de alguma coisa também, né? ou será que vai jogar de novo pro contingenciamento e que esse contingenciamento seja do lado mais fraco da corda? É isso que a gente tem que ficar muito atento, porque eu tenho certeza que de privilégio ninguém vai querer abrir mão.
Agora a gente vai falar de um outro assunto de hoje, porque eu tenho 8ito minutinhos aí, talvez um pouquinho mais, mas para falar aí do IGPM que saiu hoje, né? Dado fresquinho, dado que saiu agora de manhã e que fala do nosso bolso, né? Então, a inflação ela acabou tendo, né, uma uma desaceleração no mês de maio e GPM ele é conhecido até como uma certa prévia do da inflação oficial.
Ela tem outra data, ela já pega uma data um pouco mais ampla que o IPCA 15 e ela até conhecida como eh inflação do aluguel porque ela que reajustava contratos no passado e ela ficou conhecida assim. Então, o IGPM ele traz aí um pouco de eh sensação do que esperar pro nosso IPCA final. E o IGPM ele recuou, só que o IGPM ele tem uma outra composição, né?
Quando a gente olha IGPM, a gente tá olhando mais o IPC do que qualquer outra coisa. O GPM tem índice ao produtor, o IGPM tem índice nacional da construção civil na composição e esses dois muito sensíveis a dólar, coisa que não aparece no índice de preços ao consumidor amplo, nosso IPCA, que é só o consumidor. Então, quando a gente olha o IP, o IGPM como uma possível prévia do do IPCA, a gente tá olhando mais pro IPC aqui, que é o índice de preços ao consumidor da FGV.
E a gente teve algumas mudanças, sim, em maio. Então vamos lá para ver o que que mudou aqui. O IGPM saiu de 0,24 em abril para 0,49 de queda em maio.
E aí a gente tem o IPA, que é o índice de preços ao produtor, saindo de 0,13 para uma queda de 0,82. Então teve deflação no índice de preços ao produtor. E isso que levou a essa queda do IGPM, o IPCM, que é o que mais importa aqui pro nosso bolso no curto prazo, né?
Porque o IPA também se subir vai chegar no nosso bolso. Não vamos ser inocentes nem bobos porque ele chega assim. Mas o o IPC ele sai de 0,46 para 0,37, então em queda aqui também no mês de maio.
E o INCC da construção civil sai de 0,59 para 0,26 também desacelerando, mas ainda em alta. E quando a gente olha os 12 meses, a gente vê essa desaceleração começando a acontecer tanto no IGPM quanto nos seus componentes. Então a gente teve queda nos 12 meses também do IGPM cheio, do IPA, do IPC e do INCC, só que em menores proporções entre cada um deles, porque justamente a a gente teve uma queda muito maior no IPA do que no IPCM, né?
Então, obviamente, quando a gente vai olhar os 12 meses, todos tiveram desaceleração também, mas a desaceleração maior não aconteceu no IPC ou no INCC. Mas vamos ver o que importa. Vamos ver que itens que puxaram ou não essa desaceleração, como é que foi a variação desses itens no mês agora de maio, porque a gente tem de novo aqui até alguns pontos que já tinham aparecido no IPCA 15 e que começam a acender alerta porque muito provavelmente vão aparecer também.
no IPCA, tá? Então aqui o melhor direcionador que a gente tem, o melhor condutor do IPCA é o IPCM. Então vamos lá.
Tarifa de energia elétrica, né, ou eletricidade residencial subiu 2,47 no IGPM. Então assim como no IPCA 15 teve alta da energia elétrica e isso deve aparecer também no IPCA. A batata inglesa que já tinha aparecido é a volta dos tubérculos, né?
porque ela já tá aparecendo há algum tempo aqui, também voltou a subir. Mas para quem lembra do IPCA 15, a gente teve ainda não tem um acumulado em 12 meses. Isso mostra também um comportamento sazonal aí do de alguns itens, como tomate, a batata, né?
Então, quando a gente tem um um item que sobe muito em alguns períodos, mas quando a gente olha o acumulado em 12 meses, ele não tá em alta, isso quer dizer que podem ser efeitos pontuais daquele item. E agora é a vez da batata inglesa virar colar. O café em pó continuou subindo até mais do que o IPCA 15.
Aí até outro dia na redação eu tava falando sobre isso, dando péssimas notícias que o café em pó não deve eh arrefecer tão cedo. Então assim, né, a nossa a nossa gente, essa tarde aí é do é do é isso aí, ó, porque era isso que eu ia falar, as nossas fontes de energia é é aquela lá é das da inflação por extrato de renda. As nossas fontes de energia elas estão muito caras, pô.
A gente não pode nem tomar um cafezinho para acordar direito. E a nossa tarifa de eletricidade, ela tá também alta. Então, que energia que a gente vai ter, nem elétrica, nem a nossa vital aí, que é o café.
Eu tava dando justamente essa má notícia de que o café deve continuar acelerando e a gente já vê um um uma alta maior no IPCM do que a gente tinha visto no IPCA 15, mostrando que a gente pode voltar a ter protagonismo do café em pó aqui no IPCA com uma alta inclusive que pode ficar maior. E eu já tinha falado, né, que o efeito, principalmente quando a gente começa a ver o grão subir no produtor, ele leva de 12 a 15 meses para chegar no consumidor. e ele tem um efeito durador.
Então essa alta que a gente tá vendo, pode ser que ela seja do da alta do preço do produtor de 12 meses atrás. E a gente sabe muito bem, quem assiste a gente aqui também sabe que o preço do produtor do grão de café ficou alto por muito tempo e em alta por muito tempo. A gente tem uma questão global de suprimentos aí bastante problemática, tem questão logística, tem questão climática.
Então tudo isso tá fazendo grão ao produtor ficar caro. E esse efeito a gente tá colhendo aqui com com o perdão do trocadilho de 12 meses atrás. Então pode esperar que o café vai continuar subindo.
E esse é um ponto de preocupação, porque ele já subiu mais de 90% em 12 meses. Aqui diferente da batata, não é uma alta pontual, é uma alta que vem se estendendo. Então não fiquem surpresos se vocês chegarem no mercado e ver lá um saquinho de café custando 40, 50 conto, porque infelizmente, por mais que a gente seja um grande produtor de café, um dos maiores do mundo, a gente sabe que esse café é voltado pra exportação.
pouco que fica aqui é de baixa qualidade e muito voltado pra exportação também fica ali a merc de todas essas questões globais porque vai valer muito mais a pena vender para fora do que aqui dentro. Então a gente tá sofrendo com o café e eu acho um absurdo o brasileiro começar a tomar tipo café ou ter ali, né, alguma eh alguma substituição do café, sendo que a gente produz café, a gente devia ter o consumo do café aqui dentro, mas a gente sabe que o mercado sempre vai se voltar. né, pro que é mais lucrativo.
E a gente teve também algumas quedas de passagem aérea, tarifa de telefone, o tomate, né, que eu falei, tem esse efeito muito sazonal, o arroz e a gasolina, coisas que já tinham aparecido, é, no IPCA 15 também repetindo aqui, sendo que passagem aérea tem mais peso nas medições da FGV, aqui uma curiosidade do que do IBGE. Então, talvez também tenha esse efeito mais capturado no IPCM do que no IPCA, mas pra gente saber aí que caíram, então a gente já pode explicar e esperar que quando vier inflação por extrato de renda de maio, porque até agora só saiu de abril, a gente vai ter inflação menor para menor para maiores rendas e maior para menores rendas. Agora vamos dar recadinho aí, porque hoje tem o Império Malafai às 8 horas da noite.
Você não pode ficar de fora dessa. Então, para não ficar de fora dessa, você entra emlmercado. com.
br, já se inscreve, garante o seu ingresso, garante a sua vaga para as 8 horas da noite. Não só assistir o Império Malafaia com a Juliana Dalpiva, o Igor Melo e o Eduardo Moreira, mas também saber qual vai ser a novidade do 1 milhão de inscritos. Então, o que que será que vem por aí?
Não só na denúncia mais explosiva do ano, nesse documentário bombástico, mas também nessa comemoração do 1 milhão de inscritos. Quer saber? Icelmercado.
com. br para garantir o seu ingresso. E agora vocês ficam com o rolê ICL, porque vamos dar rolê agora com também 1 milhão na conta aí, né, do dos inscritos, claro, não na minha.
Mas vamos lá agora com o rolê ICL com William Deluca e Guganoblá. Amanhã eu volto para trazer o que ficou de hoje, tá? Fala de desemprego, fala de inflação por extrato de renda e já traz um panorama das sondagens.
Um beijão e até amanhã, pessoal. Chegou o dia. Depois de um ano de investigação e análise de mais de 30.
000 1 páginas de documentos. A gente vai contar para você o que o Silas Malafaia tentou esconder durante vários anos sobre o patrimônio dele. Eu tô falando dos valores que ele recebeu da igreja, das viagens de jatinho e dos carros importados.
O documentário Império Malafaia estreia hoje às 8 horas da noite aqui no canal do ICL. Na loja Sou e Cell você encontra camisetas, canecas, mochilas e bonés que carregam ideias. Produtos com propósito para quem acredita em justiça, consciência e transformação.
Vista, use, leve a luta com você. Acesse soicel. com.
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br. Tá tudo lá.