[Música] Diga-me lá, conte-me tudo e não me esconda nada. Sou seu amigo Flávio Vale, de volta com mais uma live pelo YouTube. 23º na nave mãha. Eu espero que você esteja muito bem. Nosso convidado de hoje, Jean Val Elan e ele vai falar sobre o choque de realidade em tempos difíceis. Alô, meu amigo Rogério, tudo certo por aí? E aí, tranquilo. Prazer, Flávio, mais uma vez estarmos juntos. viajou muito essa semana. Eu tava eu tava em Goiânia esse fim de semana. Tava tentando me lembrar aí comâia, foi com a nossa irmã Denise. Tudo bem, fizemos
uma palestra aí, realmente e gente muito boa, muito, muito acolhedora. Realmente saiu encantado de Goiás. Semana que vem você vai est onde? Lembra de cabeça, rapaz. Eu vou para Uruguaiana, né, Lá na fronteira do Uruguai, mas na verdade eu vou me reunir com um amigo e ele tá, eu tô pedindo para não ter palestra, não ter nada, porque eu tô meio, mas assim, talvez não tenha palestra, mas eu vou para Uruguaiana, né? Aí depois volto pro Rio de Janeiro. Aí tem um metalma dirigido no Rio. Rio de Janeiro. Tá aí. Aqui eu não vou me
lembrar onde é. Eh, estamos felizes com a sua presença aqui na nave mãe na nossa live. E já começando o nosso conteúdo de hoje, nosso programa. Eu tava aqui meditando essa semana na seguinte situação, inclusive é o título da nossa live, choque de realidade em tempos difíceis. Nós nos percebemos aqui na Terra, Rogério, na infância com 3, 4, 5 anos e nossas decisões são completamente influenciadas pela mamãe, pelo papai, pela família e tal. E logo mais com a escola na adolescência, nós temos um, digamos, um pequenos insightes de espiritualidade, de questões, o que é que
nós estamos fazendo aqui, para onde vamos e tal, mas é muito pouco. São leves flirtes que aparecem na nossa mente de vez em quando. Nós questionamos, perguntamos, mas isso é Sufocado pela energia da juventude? pelos sonhos, pelas questões de querer ser alguém, de vencer na vida e toda aquela proposta que o sistema, o meio, a família nos apresenta. Mas quando nós chegamos por volta de 25 anos, Rogério, isso, essa questão, essas indagações espirituais, elas aumentam e nós passamos a buscar até um caminho religioso, esotérico, místico ou quem sabe achar a resposta nos livros e tal.
Mas aos 40, 50 é que isso se afunila. E nós temos o choque de realidade de que as pessoas realmente elas batem as botas, elas se empacotam, elas partem, porque nós assistimos muitas pessoas que nos deixaram e toda vez que nós vamos num velório, toda vez que nós temos a notícia de que alguém partiu, nós nos entristecemos e uma voz lá no fundo diz assim: "Um dia será a sua vez. Você tá preparado? Para onde você vai? Afinal de contas, quem é você? De onde você veio? Essas perguntas elas estão sempre ecoando no nosso íntimo.
Daí o tema de hoje, choque de realidade em tempos difíceis. Embora os tempos estejam difíceis, Nós sempre temos, quando estamos sozinhos no silêncio, no escuro do quarto, um choque de realidade. E é como se fosse aquele toca disccos. A agulha está sempre no mesmo lugar, mas a cada volta estamos mais perto do fim. Queria que você comentasse essas questões, por gentileza, no início da nossa live. Você já foi bastante profundo que falou e realmente falta em nós, na minha opinião, dois temperos na sopa da nossa existência. E esse tempero, como o próprio Thomas Robs percebeu,
filósofo inglês, que lá no século X, X ele se questionava o porquê de existir predador e presa na natureza, seja um um tigre. Vai e come uma ovelha. O mais forte sempre ferro mais fraco. E Robs ficava espantado ao constatar algo que, Apesar de óbvio, ele foi o único a refletir sobre isso em profundidade no sentido filosófico, porque o homem é o lobo do próprio homem. Por que o homem é predador do próprio homem? que que o ser humano mais forte ferra com as farcas. E ele nunca entendeu o porquê disso. E nem nenhum ser
humano vai conseguir entender isso facilmente. E de tudo que eu vi na vida, só a noção de um código podre que vem tentando existir e criando e se reproduzindo e se replicando e sobrevivendo como pode. Essa talvez seja a única explicação lógica para o fato de um adulto ferrar uma criança, de um forte, alguém com saúde, ferrar, um alejado. deve existir algo muito efetivamente doente no íntimo dos seres. E nós observamos, vendo Robs que ele no final diz: "Ó, a vida é isso aí. A natureza, do jeito que ela é, a natureza não tem a
mais remota noção do que é certo, do que é errado. A natureza é isso, os mais fortes os mais fracos. Não há nem certo nem errado. É isso aí. Essa é a única lei, a Única regra. Darwin percebeu isso no século XIX. E a vida que a natureza oferta é algo muito impessoal. É essa daí. Se tem que movimentar um vulcão. O vulcão se movimenta, mata quem tiver ao redor. A natureza não tá nem aí. A natureza não sabe o que é certo e o que é errado, dizia Robs. Mas nós, humanos, em tese, deveríamos
ter essa noção. E temos, mas mesmo tendo, é como se não tivéssemos, porque continuamos agindo pior do que os bichos, do que as bestas. do que os monstros. E é nesse ponto que eu retorno à questão dos temperos. Existem dois temperos na vida que ou o ser humano produz ou ele jamais terá. E esses dois temperos estão logo no primeiro movimento de consciência que nós ditos humanos fazemos, que é o de perceber, é o de tentar perceber as coisas. O ser humano, ele percebe, ele memoriza, ele critica os arquivos ou usa os arquivos de forma
crítica e depois ele se expressa, ele pensa, ele sente. Mas que temperos são esses? São os temperos que a princípio parecem ser antagônicos, mas não são. É o da profundidade e o da simplicidade. A profundidade no olhar de alguém. E Jesus costumava dizer, percebo que está à vista, que o oculto será revelado naturalmente a simplicidade no olhar de alguém que esse alguém possa saber valorizar as coisas que de fato t valor. E só quem consegue fazer isso é quem tem simplicidade. Eu não tô falando em saber o preço das coisas e em comprar tudo, não.
Eu tô falando em saber dar valor as menores coisas. simplicidade. Então, nós vivemos num tempo em que o humano, nós, seres humanos, por uma série de razões, estamos perdendo ou perdemos já totalmente essas duas lentes ou esses dois ângulos Através dos quais o nosso eu olha. tentando perceber a realidade. E como a gente percebe errado, ou seja, a gente não faz a leitura da realidade direito, porque nos faltam essas lentes, esses temperos, a gente vai vivendo loucamente, vai vivendo da forma como a vida nos obriga a ser. E a vida é a tal natureza que
Robs falava. competição pura. É o mais forte, o Fernando, mais fraco. Não tem educação, não tem gentileza, não tem. Assim, observando a humanidade, a gente chega à conclusão que nós entrando na velha ótica de Saranago, nós nos cegamos. Nós estamos cegos. Ah, não. Sara falou isso só recentemente. Há 2000 anos. Jesus já dizia que a gente via, não enxergava. OK, vamos paraa ótica de Jesus. O fato é que a gente não enxerga mesmo a realidade. O fato é que nós não conseguimos fazer a leitura da realidade. Ontem, Hoje é quinta-feira, na quarta-feira, toda vida, na
quarta-feira às 14 horas, eu faço uma live chamado Valores Supremos da Consciência. tá disponível no meu canal do YouTube. E nessa live de ontem, eu não sei exatamente por, eu me lembrei de um ator norte-americano, Jeff Daniels, que há muito tempo que quando eu vejo esse cara falando, eu paro e escuto, porque eu aprendo muito com ele. Ele é um cara profundo e também simples. E ele tava dizendo, engraçado, nós humanos, supostamente nós deveríamos escolher o melhor de nós para nos representar, para nos conduzir, para nos comandar. Isso é da natureza. Mas estranhamente nós temos
escolhido o pior de nós para nos representar, para nos comandar, Para nos liderar. E talvez nesse ponto resida toda a base da nossa tragédia. Nós somos uma humanidade cativa do transtorno cognitivo de acreditar em Deus, esperando que esse Deus seja um Deus maravilhoso, que se preocupe com o sofrimento humano, que cuide da humanidade, que no final garanta a nossa proteção e blá blá blá. Mas a gente não sabe se isso é verdade. Aí alguém dirá: "A gente, vírgula, eu sei. Você carapala é que não sabe. De fato, eu não sei." Mas o não saber aí
é uma atitude sã. Porque quando você pensa que sabe algo que você não pode comprovar você mesmo e toma essa narrativa como sendo real, o nome disso é transtorno cognitivo. É o meana que eu gosto. você inventar algo para se ancorar nesse algo e viver melhor ou viver de uma maneira que você pensa ser melhor, mas depois vem o preço A ser pago pelo transtorno cognitivo. E o preço é transtorno psíquico. e associado a todos os transtornos psíquicos que ferram a saúde mental da humanidade. Os choques de realidade que o somatório constante de equívocos de
uma geração de humanos que perdeu a capacidade de fazer a leitura dos fatos da vida e que sempre escolhe as piores opções e que só produz opções horríveis para si mesmo. Isso não tem como dar certo, não. Mas Deus vai resolver. É só se for ele. Nós assim convenhamos isso. Isso é um sentimento infantiloide que pessoas de 90 anos sentam, de 80, de 70, de 60, de 50, de 40. E isso é um transtorno cognitivo, que uma criança sinta essa segurança de que Deus a protege. OK? Mas se você chegar no final da sua vida
com esse sentimento infantil, ah, não, mas isso é simplicidade, não. Isso é questão simpló num adulto, numa criança, isso é necessário, porque ela tá formando a personalidade dela nesse mundo maluco. Enfim, Falta-nos profundidade para perceber o tamanho dos problemas que estamos metidos. Falta-nos profundidade para não nos associarmos às forças que criam esses problemas e os mantém como forma de dominação. Falta-nos profundidade porque nós continuamos beijando os pés que nos pisam, as mãos que nos escravizam e falta-nos simplicidade para olharmos uns pros outros. e percebermos que individualmente nenhum de nós vale porcaria nenhuma, ningém. Nós somos
insignificantes, mas juntos enquanto família humana, enquanto habitantes de uma mesma casa, de um mesmo lar, juntos, nós poderíamos, mas falta no simplicidade, porque nós não temos ideia do todo, então falhamos na questão individual e associamos a nossa pessoa a um bando de ladrões, a um bando de malucos. Há um bando de pessoas que não tem o menor compromisso com verdade, com noção de ética, de essência, dignidade, que enchem o mundo de narrativas falsas, de mentiras, de versões malucas a toda hora despreocupados de responder aquilo que deviam, já que são pessoas públicas. E nós financiamos tudo
isso com a nossa inocência, com a nossa. Nós não cobramos, só cobramos do outro lado. Quando você acha que é de um lado, você cobra do outro. E ser de um lado é algo muito complicado filosoficamente hoje em dia. Por quê? Todos os lados são corruptos, todos os lados apodreceram, todos os lados estão perdidos e perdida fica a humanidade se colocando como sendo desse daquele lado, no antagonismo, no intolerância estúpida. Então assim, a vida pública, a vida coletiva, a gente não pode cuidar muito dela. Nós só temos como nos inserirmos nesse contexto. Mas da nossa
vida particular, a gente ainda pode cuidar. Da nossa vida interior a gente ainda pode cuidar. Mesmo no mais nefasto dos momentos históricos que a gente possa estar vivendo, mesmo na hora em que movimentos malucos endeusam pessoas que são verdadeiros criminosos e ainda fazem com que boa parte de das pessoas acreditem que um criminoso feito Deus é que vai resolver o problema, que esse mesmo Deus falso é quem cria. Na hora em que você coloca um pedófilo para ser o perseguidor dos pedófilos do mundo, aí ferrou. E é isso que o movimento Kenon nos Estados Unidos
fez. Quem tem um mínimo de consciência tá pensando no que é que fez, mas são anos e anos de coisas já feitas, acumuladas, engavetadas. ocultadas e assim Rússia, China, Brasil, Estados Unidos, Paraguai, França, Portugal, Itália, o que seja, em todo lugar as gerações humanas estão cegas, não sabem o que fazer, associam-se a forças horrorosas, pensando que estão fazendo certo, pensando representarem com isso o bem, mas o bem sumiu. O bem ele não existe ali ou aculará ou pregado num poste ou produzido por uma árvore. Um bem não é um fruto que se encontre em algum
lugar. Ou ele é produzido pelo coração humano, ou não há bem nenhum a ser distribuído entre os humanos. Mas de novo, sem profundidade e simplicidade na percepção, sem um alinhamento com princípios que tornem nobre o caminhar de uma pessoa ao longo da vida, ainda que o contexto geral pareça estar desabando, O bem não surge. Rezar não é o bem. Pedir a Deus não é o bem. Não, não é isso. O bem é uma atitude política. É uma atitude que você produz. Não é pedir a ninguém para que alguém faça o bem. é você produzir como
aí cada um tem que se virar na esfera da sua pequenez, da sua insignificância e mesmo sendo insignificante, descobri uma forma de você se dignificar frente a você mesmo. Pelo menos, se você cobra isso de você, você tem absoluta certeza que você não tá contribuindo pro caos do mundo, pro caos da vida, pro sofrimento permanente dos vulneráveis e das crianças. Mas se você não cobra isso de você e nem das pessoas que você elege e passa o dia inteiro perdido em paixões batendo ali e aplaudindo a lá, mas no final foi apenas uma massa de
manobra útil para alguém ou esse é o nosso problema humano. Nós não sabemos direito o que estamos fazendo. Ter a noção de dar sentido a cada segundo da existência associada a um projeto de vida, seja ele qual for, mas que seja nobre. Esse é o único sentido que pessoas insignificantes, como todos Nós somos, podem dar esse grande significado a si mesmos e as suas vidas. Se todos, uma boa parte dos humanos fizessem isso, a vida na Terra seria diferente daquela que Robs olhou e disse: "Putz, onde é que isso vai parar? Só o mais forte,
Fernando mais fraco. E esse é o nosso problema. E sempre o problema da humanidade, resumindo em uma frase, é o tal vício que nós temos na disciplina da obediência cega. H aquilo que nos mediocrisa, a aquilo que nos ferra. Nós continuamos beijando os pés que nos pisam, as mãos que nos escravizam. Nome disso obediência cega. Até onde isso vai, aí só os choques de realidade pelo fato de não termos construído o que deveríamos em nós mesmos e ajudar a construção da vida. pelo fato de não termos sido críticos na hora em que precisa se agir
como adulto, pelo fato de não sermos simples quando precisamos agir como crianças no bom sentido, pelo fato de são tantos fatos que a coisa fica vazia. Concluindo, A experiência da morte é talvez a mais enigmática e amedrontadora que possa existir, mas eu tenho o privilégio de já ter tido a experiência de morte corporal duas vezes dentro de hospital, fora já nem sei mais quantas. E assim, se você não chega a grandes conclusões, mas algo você constata, é uma hora solitária. Não adianta a multidão de médicos ou que possa existir ao seu redor é você com
você mesmo. E a última coisa que a gente percebe nessa hora, se a gente tiver minimamente tranquilo, é que de fato a gente só tem para levar a vida interior da gente. E essa vida interior se resume a uma sensação ou a sensação de cada momento que cada ser humano tem. e levar essa sensação com a marca da integridade ou de uma consciência pacificada, ainda que só tenha colecionado fracassos, é a marca que eu levo, pelo menos até hoje, eu penso que se esse corpo morrer, eu sentirei de novo essas mesmas coisas. É um fracasso
total, no sentido de que tudo que a gente tentou ao longo da vida Termina saindo mais ou menos bem ou mais ou menos mal, como as tentativas de todo mundo. Mas o fazer o bem é o fracasso. Eu coleciono esses fracassos. Eu penso que eu tenho consciência. Ah, não, Rogério, mas você faz o bem. Não, todos nós de alguma forma fazemos o bem, mas seja lá o bem que a gente faz, não é o suficiente para transformar a vida em algo bom. A vida continua sendo isso que é cobrar seu preço. O choque de realidade
nos espera. Então assim, eu pelo menos tento me preparar para olhar para esses choques de realidade com eles interagir da forma mais digna, mas eu já não tenho como evitá-los. Eu já não tenho como trabalhar no sentido de conscientemente evitar qualquer coisa em termos de vida humana. Posso ainda no tocante em minha vida fazer algo e é isso que a gente tem continuado a fazer. E cara, você começou muito mal quanto pessimismo. Não, não é questão do pessimismo. É porque nós lidamos diariamente com o engodo de um tipo de vida que realmente está pequenando a
todos os agentes da vida. E nós temos concordado e sido agentes desse apequenamento na hora que nos associamos a forças podres. Libertar-se da podridão e enveredar a si mesmo numa tentativa de alinhamento com algo nobre é um desafio muito grande, mas eu penso que no instante em que vivemos é o desafio que a vida cobra de todos nós. Então assim, não há uma fórmula nem remédio, não há sequer um diagnóstico pronto em que facilmente a gente perceba o problema. É trabalho o tempo inteiro, é convite e desafio o tempo inteiro pra gente se movimentar. Então,
que nós não nos movimentemos e estarmos aqui juntos tentando refletir sobre isso, trocando ideias certas ou erradas, mas é o que nós temos para refletir. Que bom que estamos aqui mais uma vez juntos, tentando eh compreender e semear reflexão em torno do fenômeno da vida. Nós somos os agentes da vida e temos a obrigação de fazer isso. Então, cá estamos. Muito obrigado, Rogério, pela resposta. Vamos agradecer aqui a Célia Regina pelo super stick. Obrigado, querida, por você colaborar conosco. Doutora Restart também deu uma força se tornando membro, fez uma perguntinha aqui, muito obrigado pelo seu
apoio e pela pergunta. Ela disse: "Sempre falei com o espírito de Grupo dos insetos e os insetos se destacavam metafisicamente há 3 anos, já não funciona muito bem. Ficam agitando, agitados, rodando e não saem. Isso é com as locas ou a quarta dimensão? Deixa eu ler aqui. Deixa eu tentar ler aqui. Sempre falei com o espírito de grupos dos insetos e com os insetos. Vírgula, se deslocavam barra metafísica. Há 3 anos já não funciona bem. Eles ficam agitados, rodando, blá blá blá, e não sai. OK. Acho que eu tô compreendendo que a nossa irmã está
aí colocando. Alguém pode dizer mais? Isso é maluquice, conversar com insetos. Não, não é. A pessoa se conversam com pedras, com rios, com árvores, com plantas. com insetos, nós não temos a menor noção de como isso efetivamente funciona, mas assim, isso pode parecer doido e eu não posso, obviamente, Testificar nem ratificar especificamente o caso que tá sendo colocado, mas na generalidade das coisas existe de fato. A própria ciência já não consegue fugir à constatação de que todas as espécies vivas, os membros de cada espécie estão ligados de fato a campos mórficos ou morfogenéticos. E essa
ligação, ela ela é muito rica. Só que nós humanos lidamos muito pobremente com o espectro de frequências que estão por trás dessas vibrações. Ou seja, nós humanos não percebemos nem as nossas, quanto mais a de formigas, insetos, baleias, blá blá blá, mas elas existem como as nossas também existem. Ah, mas o que é um campo morfogênico? O que é um campo mórfico? Se existe? A ciência discute loucamente se existe ou não, mas o pressuposto de muitos cientistas, notadamente de Rupert Shell Drake sobre a existência disso, Ainda que cientificamente existam resistências, mas a constatação de que
esses campos existem se dá não porque eles sejam diretamente percebidos, mas é pela inferência. é pela influência que algo provoca nos membros de uma espécie para que essa espécie haja dessa, daquela forma. Então, em tese, isso é uma certeza científica. Qual é a grande confusão em torno desses conceitos? E eu tô dando, eu tô me, estou dando umas voltas para poder chegar na pergunta da nossa irmã. De onde isso surgiu? Quem surgiu primeiro? O ovo ou a galinha? Quem surgiu primeiro? O campo morfagênico de uma espécie ou algum membro, um membro alfa ou um primeiro
membro dessa espécie. Aí a discussão está em aberto, porém, de novo, a mitologia tem resposta para tudo, ainda que a resposta mitológica não seja compreendido, o tudo aí é o todo que nós humanos temos curiosidade a respeito. Por que que eu estou dizendo isso? Porque no rabarata, Que é um épico hindu escrito por viagem e Marrabar. Essa obra fala de uma ordem de brama para que os seus filhos de descendência regenerado desçam, entre aspas, até a terra, ali se estabeleçam e providenciem as espécies que forem necessárias e delas cuidem para resolver uma série de problemas
da descendência. de Dite, Adit, Cadru, que seriam filhas de Daxa, que é um filho regenerado do corpo de Brama e blá blá blá e blá blá blá e blá blá blá. E numa rabarata você tem a nítida sensação de que os seres que existem nesse universo vizinho, eles criaram campos quânticos e através desses campos quânticos, eles desenvolveram ideias, projetos e esses campos quânticos terminaram gerando a vida biológica no universo onde nós vivemos. E a coisa é complicada. Por quê? A vida pluricelular surgiu no nosso universo, ou melhor dizendo, aqui na Terra, a cerca de 540
milhões de anos no mar. Então, peixes, crustácios e outros blá blá blá aí foram os primeiros habitantes poli, Ou seja, multicelulares, pluricelulares. Os habitantes unicelulares eram as algas também no mar. Então, tudo surgiu no mar. A evolução de unicelular para pluricelular foi também no mar. Então, há 540 milhões de anos, surgiram seres pluricelulares no mar aqui da Terra, sendo mais específico na costa do Canadá. A, o de hoje é o Canadá. Na época isso era um continente só, mas pouco importa. A cerca de 400 milhões de anos, 390 milhões de anos aproximadamente, alguns desses crustácios
se transformaram em insetos. Estranhamente, a vida no na terra e na superfície no ar veio da vida no mar. Então, diz a ciência que alguns crustáceos transformaram em céus. E os insetos assim que se organizaram, eles começaram a existir sobre a perspectiva da existência de um ser alfa e o resto obedecia. Ou seja, abelha rainha, abelhas operárias, Cupim macho, cupim alfa, os cupins operários, ou seja, o velho modelo do criador caíde, dos seus anjos clones ou de Jahio dos anjos do universo vizinho, o modelo de como os seres vivos interagiam, foi importado ou exportado de
lá para cá. E aqui vingou nos insetos porque era o primeiro modelo gerado nesse universo vizinho, primeiro modelo mental. E nós não sabemos disso, mas os insetos aqui no nosso universo passaram na Terra passaram a representar uma forma de coexistência em que um ser alfa manda, o o resto não tem importância nenhuma, apenas obedece. Mas isso tudo cria um campo e por trás desse campo tem sempre uma consciência maior ou recebendo o que é produzido pelos membros menores ou dando ordem para que os membros menores ajam do jeito que essa consciência que tá fora da
matrix da realidade aonde os insetos estão. Então essa consciência tá lá fora. Então a nossa irmã, ela diz que fala com insetos E que os insetos a respem de alguma forma. E alguém pode olhar para isso e dizer: "Isso é absurdo, isso não é real". De novo, eu não posso testificar pessoalmente o caso específico, mas repetindo o que já disse, é, em tese, isso é tremendamente real. Os insetos, eles têm um pressuposto de obediência a um ser, entre aspas, maior que eles. Eles, no genoma deles, tisposição a os insetos se associarem com vórtices que fazem
com que eles fiquem ali flutuando em torno daquele centro. E esse centro é um deles feito serralfa ou algum outro padrão de consciência que para eles tenha esse significado. Então os humanos como são mais evoluídos, evoluídos, vírgula, como são mais novos, surgiram depois dos insetos, já são seres mais complexos que os insetos. Então isso é possível. Na verdade, isso não é só possível, isso acontece mesmo. Porém, A nossa irmã tá dizendo que isso acontecia e não tá acontecendo mais tão facilmente. E isso é problema da de locas do universo vizinho ou é porque tá vendo
uma transição para uma outra forma de eh dimensional que ela chama de 4D? O pior que não é isso. O pior é que a entropia está dificultando esse tipo de interação e a entropia também está destruindo a estrutura mental coletiva dos insetos. Inúmeras palestras que eu fiz, eu tenho chamado a atenção desde o ano 2007, estamos em 2020, sempre no ano 2007 surgiu a primeira notícia de colapso de colmeias e sem maior aviso, a colmeia tava lá de repente parecia tudo que era abelha morta e a colmeia destruída. Quando isso começou a acontecer, eu olhei
para essas questões e vi que os cientistas não sabiam explicar nada disso. E também porque como a polinização de plantas é algo muito caro ao agrobusiness mundial, então os caras Injetaram milhões de dólares para tentar descobrir o porqumeias estarem colapsando. E até hoje, ano 2025, eles não têm menor ideia. Eles dizem que é estresse extremo. Essa semana passada um cientista dos Estados Unidos diz que 65% das palmeias de lá já eram de abelhas mais selvagens e tá um problemaço. Então assim, o que diabo está acontecendo? É a entropia, é a força tamásica. Chiva reciclando o
caos que se organizou. O caos se organizou da forma como a evolução ao longo de bilhões de anos foi conseguindo construir a vida. Agora que a entropia, ou seja, que a força tamásica está começando a presidir o processo da existência, esses campos mentais, a forma como tudo foi se organizando a partir do caos, eu chamo isso de caos estruturado, a entropia está dificultando. nossa irmã e outras pessoas que estejam sentindo essa dificuldade. De fato, isso é o mesmo fenômeno que no século XIX espíritas franceses, estadunidenses, o que fosse, eles conseguiam fazer reuniões de efeitos físicos
e alguns espíritos conseguiam se materializar nessas reuniões. século XIX, isso foi possível. século XX já era difícil encontrar médiuns que produzissem efeitos físicos ectoplasmáticos para isso. Hoje em dia, os médiuns existem e nem espírito consegue se materializar porque a entropia também não deixa. Ou seja, a entropia a cada instante que passa, o universo se expande mais ainda. A entropia passa a ser mais forte em sendo mais forte. os as interações frequenciais entre as mentes de seres vivos, seja insetos, humano, jacaré, o que diabo for, e a interação desses seres com os campos mórficos de suas
espécies, a interação, seja em que nível for, de polos de comunicação, tudo isso a entropia está dificultando. O que antes era possível, hoje em dia não mais é. E cada vez mais daqui paraa frente será mais difícil e mais complicado. Tem que surgir novas tecnologias mentais Que consigam superar os obstáculos para poder novamente interagir. Porque o que diabos é interação? Não é quando os polos de uma comunicação estão no mesmo canal em ressonância, mas se tem algo incendindo aqui para impedir que haja essa ressonância, ela não acontece. É essa a resposta que eu posso dar.
A pergunta do Jean emerciano, ele disse aqui já outros universos e seres de lá criados por Prajapati antes desse universo tem contato e ajuda nessa criação. E o quarto logos, qual sua origem? Tá na tela aí. Veja só. para já partir, que é um epíteto usado nos ver para se referir ao ser, teria criado algo, mas caído nisso que foi criado, que nos meus livros eu chamo de paraa Bragina, a pergunta do nosso irmão Jean parte do pressuposto de que para Japati, antes de criar isso que nós eh hoje vivemos e próprio para Japati caiu
e se Reconstruiu como Javé ou Brama que a gente conhece nas mitologias. Eh, ele pergunta se outras criações desse ser ou outras figuras que existam no paraíso, se eles têm contato conosco e nos ajudam. O pior é que a resposta é dolorosa. Esse é o problema. Os seres que existem nesse contexto paradisíaco, eles são tão belos, tão puros, tão sei lá o quê, que são inúteis no caos. Eles de lá eles não têm movimento mental crítico suficiente para poder compreender as sutilezas e a podridão do caos. Esses seres, eles são perfeitos para lidar com as
coisas puras. Mas quando um ser muito perfeito só sabe lidar com coisas puras, se ele nasce como ser humano, ele provavelmente o espírito dele não vai se adequar direito a um genoma podre. E aí vai gerar isso que nós chamamos de espectro do autismo nos padrões mais modestos, Mais eh menos fortes, menos dolorosos do autismo, eh? Ou seja, não vai ser útil no caos. Então é um problemaço. O caos surgiu e não surgiu só. surgiu a partir de um movimento de uma mente que existia a dread, ou seja, anterior ao fato do surgimento dessa criação.
Essa mente existia no paraíso. Essa mente fez o movimento e deu essa confusão toda. Então, há uma responsabilidade do pré-existente paraíso e domínimo da família de Prabragm. Mas mesmo existindo isso, eles não fazem nada. Fizeram. Muitos deles mergulharam, mas quem mergulha nesse caos enlouquece e se torna inútil ou apenas se torna alguém que contribui para que o caos cada vez mais piore. São raros os que mergulharam e porque é inevitável, mergulhou-se suja o limpar-se e o manter-se lúcido ou construir alguma lucidez no meio da loucura, produzir um pouco de racionalidade, Isso é raro, não é
simples. A turma que vem não consegue. Então assim, não existe um contato aberto. Em tese, eu tô escrevendo alguns livros que seriam ou representariam mais ou menos as notícias desses seres que residem nesse âmbito, mas não é uma coisa direta. seres espirituais, que eu chamo de figuras lúcidas, que existem no mais alto nível, mas dentro da blindagem caótica. Esses seres que estariam no mais alto do caos, mais perto da periferia do paraíso. Se a gente puder criar essa visão aqui para ter uma noção, esses seres é que recebem as notícias e repassam. para condição não
é um contato direto com seres do paraíso no sentido da pergunta. Então o que existe, que eu saiba, no máximo é isso aí. Mas mesmo assim isso não implica que nós devamos entender que isso é uma ajuda. Na verdade, o caos não tem como ser ajudado pelo paraíso. O caos, ele tem que aprender a se autoresolver, se auto neutralizar, se autoessignificar e resolver, redimensionar-se, mas isso não vai ser com ajuda do paraíso, porque é uma majestosa inutilidade. Por isso que nunca ninguém tem notícia de qualquer fato objetivo de ajuda divina. Não, mas mais que se
fala no mundo é a quantidade de milagres, bênçãos e interferências de Deus o tempo inteiro no eh na vida das pessoas. Tudo isso é transtorno cognitivo. Tudo isso é questão de fé. Tudo isso é questão de vivência pessoal. Tudo isso é o que o imaginário de cada um ou a tal percepção de cada um lê. Tá? Tá. Eu acredito que Deus me ajuda. Como é que diabos alguém vai me provar que eu tô errado? Mas como é que também eu vou conseguir provar que eu estou certo? Aí a religião impõe isso. Quem pensa diferente se
ferra e é cômodo para quem pensa assim, porque vai ser aplaudido pela Religião e diz: "Isto aqui é normal. O que não acredita em Deus é que é o anormal. Quando a coisa não é bem assim, mas que seja". Então, indo pra pergunta do nosso irmão, infelizmente não tem ajuda não. Os seres do paraíso que mergulham já fazem ou já produzem o tipo de teórica ajuda que a gente que tá aqui dentro do caos fica achando que existe. Fulano virá do paraíso e vai nascer na terra numa missão maravilhosa e vai fazer isso, aquilo. É
assim que a gente pensa. Nunca isso dá certo por uma série de fatores limitantes. É o que se tem. Quarto logos. Quarto logos é uma figura que também veio de lá e que até hoje é mantido dentro de uma cápsula protecional, falando metaforicamente, para não se infectar com a sujeira, com a podridão. Conseguiu ter uma vida que foi a de Apolô e de Tiana e não se sujou. Isso é muita coisa. É, mas não conseguiu produzir mais nada porque a sua estratégia é de não tentar até que surja uma nova configuração na mente humana para
que ele possa ser útil. Ele e uma série de espíritos que já atingiram um certo padrão estão sendo Eh meio que guardados para só surgirem no âmbito da vida humana quando houver possibilidade deles serem úteis no sentido do tal bem que eu tava falando antes, no sentido da construção do ideal de fraternidade que de fato possa possa promover o progresso, não de todas a toda a humanidade. Não tem jeito para toda a humanidade, é para alguns seres humanos. Esses, alguns seres humanos poderão ser, deverão ser milhões, mas não são todos. Todos a gente estaria falando
de B de bola, bilhões. Eu tô falando de milhões e menos de um é um número pequeno de milhões. O quarto logos só vai poder trabalhar com esses milhões. Por quê? Aí entra um problema muito sério. É a tal coisa que Jesus dizia de jogar pérola aos porcos. Você pode produzir o mais belo dos ensinamentos, a mais bela escola, os melhores professores, tudo blá blá blá. Se não tiver aluno com capacidade de aprendizado para aquele padrão, a escola tá aí, mas não vai funcionar. A escola é a terra. O tempo é o é o professor
que a gente tem, porque outro professor não consegue dar aula aos humanos, porque o tempo é que assume essa metáfora ou essa posição metafórica. E os humanos vão, erram, erram, erram o mesmo erro várias vezes, mas aprender a não mais errar aquilo e construir o que seria o correto em relação à aquela frequência, esse é o nosso problema. E o quarto logos, as matérias do quarto logos, de novo, me repetindo, precisam de pessoas ou de consciências particularizadas que tenham já uma percepção profunda e simples, sem preconceitos, sem movimento automatizado da mente doentia no campo da
dualidade. ou endeusa ou demoniza, ou aplaude ou vaia, ou ou tá quente ou tá frio, ou ama ou detesta. Essa coisa de dos extremos que se falava, ferrou com a humanidade. Se a pessoa encarna como judeu, vai ter ódio de árabe. Se encarna como árabe, vai ter ódio de judeu. Se, ou seja, nós sempre estamos numa dualidade e isso Ferra a percepção limpa da realidade. Você já entra na realidade gostando de algo e detestando o outro algo. Então você vai ser sempre massa de manobra para manobra para que o antagonismo, as guerras, o caos, as
brigas, as contendas, as intolerâncias, as brigas de vizinhos, as brigas de bairros. Então, você vai ser sempre alguém que pensa que tá correto, é só um agente do caos e não sabe, ainda que diga: "Ah, eu represento bem, o caos é o outro lado". Então assim, o quarto logos, o não é um um tipo de projeto que vá trabalhar com a humanidade de qualquer jeito. São humanos que precisam atingir um padrão acima da média que o rebanho humano tá produzindo. Mas o drama é que o rebanho humano, todo mundo tem a forma, tem um corpo
humano, mas nem todos nós somos humanos. Muitos de nós já não somos mais humanos, ainda que estejamos em corpos humanos. Ah, mas você não pode dizer isso. Eu sei que eu não posso, mas tô dizendo só pra gente refletir. Mas assim, um ser humano é alguém que quando erra Um burro, um touro, um cavalo, um jumento, uma égua, um gato, um cachorro, um papagaio, eles não sabem quando erram ou acertam. O cachorro de tanto conviver com os humanos já tá tendo noções do que o dono dele acha certo e errado. Mas nós humanos somos racionais.
Então em ter a gente deveria saber isso aí. Isso o quê? construir os as próprias noções de certo e de errado, construir a própria noção de quais são os valores que norteiam a minha personalidade. Por quê? Porque eu sou racional. Mas se eu não uso a minha racionalidade e se eu sou apenas alguém levado pela impulsividade da vida, pela hiperatividade que a necessidade de sobrevivência me impõe. E se eu sou alguém que a toda hora estou impulsionando os mecanismos da vida levado pelo meu nervosismo, se eu já sou um ser humano que acorda de manhã
E vai buscar a estratégia possível na vida para que eu consiga resolver meu problema, ainda que eu tenha que enganar alguém. Aí, então assim, um ser humano, na sua acepção mais simples, é alguém que é meio ingênuo, é meio babacão. E quando erra esse babaca, ele fica ruborizado porque errou. O que é ruborizada? O rosto fica um pouquinho vermelho e você vai dormir naquela noite incomodado porque você disse uma frase indelicada a uma pessoa. Isso aqui é um ser humano. Mas quando você está o tempo todo só digitalizando a sua condição de vazio interior, esculhambando
com todo mundo, por exemplo, numa live tem os haters, né? Um dia desse eu me encontrei com alguém na auditório, auditório no laboratório, não, aeroporto de São Paulo. A pessoa passou apressada, era jovem, eu tava tomando café, ele olhou para mim, eu vou, olhou de novo, aí disse: "Seu Elan". Eu disse: "Oi". Aí ele disse: "Eu sou um reitas teu". Eu disse: "É o quê?" Ele disse: "Eu sou um hater do senhor". E eu disse: "Eu tenho hater". Ele disse: "O que?" Eu disse: "O que é isso? É hater da internet. A gente fica criticando,
mas eu tô aprendendo muito, viu?" Aí correu lá com a mala dele, eu fiquei olhando para aquilo, ou seja, ele tava me dizendo que depois eu entendi o que que era um hater meu, ou seja, um alguém que esculhamba comigo, que critica, mas que gostava de mim. Eu fiquei olhando assim coisas de cada época. Isso é produto da internet. Mas assim, alguém que passa o dia participando de lives só esculhamando e não se incomoda com isso. Isso não é mais um ser humano normal. Ah, Rogério está pegando pesado, mas nem pouco. Quem acha que pode
matar e mata diariamente não é mais um ser humano, não. Quem acha que pode roubar e rouba diariamente. Quem acha que pode enganar e engana diariamente, quem acha que e diariamente faz isso? É um algoritmo mental prejudicial. A tal da saúde ou da sanidade consciencial dessa pessoa. O nível de vida espiritual que a espera, a gente não tem noção. A maioria da humanidade já perdeu as noções básicas de humanização e diariamente se aplica nas noções drásticas da desumanização de si mesmo, nem do outro, de si mesmo. Então assim, esse tipo de ser humano que enfeia
a vida propositadamente pensando que está contribuindo pra vida ou que a está embelezando, que não se ruboriza mais com erros, porque ele vive para praticar os erros, pensando que isso é certo. O nome disso é psicopatia. O nome disso é uma sociopatia em que a pessoa interfere o tempo todo no direito das outras, impondo o direito dela e diz que ela que é livre, democrático, que o resto é isso e aquilo, que ela é o bem e o resto é o mal. Então assim, não tem como quarto logos ou qualquer espírito lúcido promover uma pedagogia
coletiva com figuras que cujente estão engatilhadas para essa mediocridade existencial. Então o quarto logos, ele vai demorar um bocado, ele existe, mas vai demorar um bocado a exercer a sua função de quarto logos por absoluta falta de alunos, por absoluta falta de agentes da vida que minimamente estejam habilitadas a esse progresso ou esse processo que visa o progresso humano. É tal história, tem o ensino básico, ensino secundário, ensino universitário superior, PhD. Então são níveis de complexidade. O quarto logos para trabalhar com o tipo de ser humano que irá movimentar o seu quarto cérebro, não é
o ser humano da atualidade que vai conseguir fazer isso. São poucos os humanos atuais que, né? Então, é preciso um trabalho que não é mais, não tem mais como ser feito. Então, há um adiamento do processo que processo do início do trabalho do quarto logos para educar uma massa crítica da humanidade para que esta massa crítica possa catapultar as condições do progresso humano. Então, assim, isso é um projeto, isso é um plano que existe. há muito tempo foi sonhado, vem sendo executado nos níveis em que pode, mas no seu nível principal de consecução, que é
entre a humanidade, os humanos vivos, encarnados, isso ainda não foi possível. A gente tá vendo se deixa criado a escola da decifração da realidade para dar os as sinalizações possíveis para ver se surge daqui a algum tempo massa crítica de alguns milhares de consciências humanas. Pelo menos eu já devo ter há muito tempo tomando meu milkshake lá no purgatório em algum lugar. assim, um trabalho que vai demandar muito tempo para ver se lá na frente o nosso irmão homem consegue produzir. Ah, mas fora isso não tem outra opção em curso que eu conheça, não. E
quem diabos é você pra gente ter noção de que se o que você conhece é o certo ou é errado, essa é a tragédia. Eu não sou porcaria nenhuma e eu posso estar totalmente enganado. E mas eu sempre digo isso, pensem por vocês mesmos. e verifique. Às vezes alguém me encontra, diz: "É, eu não gosto do que você faz, não adiento. Não sei o quê, passei os livros. Você já leu alguma coisa?" Não, não, mas eu não vou ler seus livros porque é perda de tempo. Tranquilo. Mas assim, eu vou dizer o quê? uma pessoa
que não gosta do que você faz, mas ao mesmo tempo não sabe direito o que você faz ou pensa que sabe, mas não tem profundidade nenhuma e já tem os preconceitos, já tem sua raiva estabelecida, Porque eu sou religioso, fulano não é, então fulano tá acabando com minha religião. Fulano tem, não é essa questão. A questão é liberdade de consciência para se poder pensar ainda que de forma errada. Mas se quando você vai pensar, alguém não gosta, é o direito de alguém não gostar, mas alguém querer que você se cale só para que ela não
se incomode, aí é um problema de imaturidade terrível, mas esse é o problema de todos nós. Precisamos superar tudo isso. [Música] Vamos conferir aqui quantos likes recebemos até o presente momento nessa live que é muito importante saber a autonomia da nave mãe para saber a nossa situação aqui na internet. Mais de 1500 likes, obrigado. 1585 telas conectadas. Obrigado pela sua companhia. Pergunta dessa vez é do Yang Lan, acho que é assim a pronúncia. Me perdoe se eu errei. Ele disse: "O corpo é veículo físico. Hoje o humano é além da matéria. O conhecimento basta para
seguir além e ainda preservar nossa essência humana?" Meu irmão, I não é só o conhecimento, é a compreensão. Conhecimento o computador tem, que são arquivos algoritmizados. Mas os protocolos mentais no âmbito da formatação daquilo que você acha que compreende, a grande função do ser humano é no campo da compreensão e da e da expressão emocional. O conhecimento é a base, sim, da nossa elevação pessoal, mas o conhecimento ele é só isso, conhecimento. O uso do conhecimento ou no uso do conhecimento é que está a função do ser humano. E é nesse ponto que nós temos
falhado enquanto espécie racional. no na hora em que a gente vai elaborar a nossa tentativa de compreensão das coisas, da vida de nós mesmos, do do significado do outro, enfim, a compreensão que nós humanos temos é o que torna o espírito de cada um de nós lúcido ou não. Mas o espírito lúcido vai produzir sempre um eu humano com nível de compreensão profunda. Não, ele deverá tentar sempre, mas aí vai depender do dos contributos de óvulo Espermatozóide dos pais paraa formatação do novo zigoto, do novo cérebro que vai surgir. E aí vai surgir um eu
e essa operação aqui não é exata. Então, ninguém sabe direito como esse eu, esse novo eu de um ser humano que tá nascendo é sempre um enigma, é sempre a novidade, é a grande novidade do universo, a cada eu novo que surge, mas não é um eu de uma barata, de um cachorrinho, não. Agora é o eu humano. início o universo se deliciou com todos os eus, com todas as espécies, mas a espécie humana é a que pode mais produzir para o universo em termos de beleza, de poesia, de nível de compreensão profunda sobre os
o significado da existência do próprio universo. Ou seja, existe um conceito no na cultura védica, no sânscrito chamado Bramasmi, que significa o quê? Que o universo sou eu. Eu quem cada ser vivo. Porque o universo não é o sol, a estrela, as nuvens, galáxia. Não, isso aí é uma parte do universo, mas é a parte que a gente pode chamar de natureza morta, ainda que a história não seja tão simples assim. O universo se movimenta através da ação dos seus agentes da vida. Então, tudo que a espécie viva é o universo se fazendo essas espécies,
para que o próprio universo, através do que essas espécies conseguirem produzir, compreender a si mesmo o o conceito mais sofisticado e complexo e também recente sobre o universo que está na teoria dos princípios. Mas isso aqui é uma complicação grande. Mas esse conceito ele é cientificamente amparável na lógica do academicismo. E alguns cientistas estão falando dele. Aqui mesmo na minha mesa que tem vários livros, tem um livro novo que eu comprei que fala exatamente disso aí. O universo seria um ser consciente. Olhem bem, estamos retornando aqui o mistério de Chuara. Mas isso é outra história.
O universo seria um ser vivo e, portanto, nós que somos seres vivos no âmbito interno do universo, nada mais somos do que representações desse universo. E na somatória de todas as nossas experiências, estaria a experiência desse ser chamado universo. E nós somos só os agentes vivos do processo. Isso é uma forma elegante. científica de repetir o que a Mitologia fala, que esse universo surgiu com a despedaçamento da mente de um ser e ele criou cobaias e criaturas, ferramentas aqui dentro e por trás de cada par de olhos de um ser humano, quem de fato tá
tentando entender a merda que fez é o ser caído. Quem tá tentando entender a vida, entender o que é o universo, seria o próprio ser caído que faliu. Então, criou cobaias e como o genoma dele é o que faz cada cobaia ficar vivo. Rogério pensa que é Rogério, mas por trás dos olhos de Rogério, quem de fato tá experienciando a vida seria esse ser caído à moda de Rogério, como a moda de Ian, a moda de Flávio, a moda de cada ser humano. Esse seria também experienciando a própria criação dele emanada e a somatória de
tudo no final um dia retorna para ele. Então assim, nessa perspectiva, nós somos partes de um de um todo, partes de um processo maior em que, a exemplo de um grande puzzle, de um grande quebra-cabeças, Tá tudo espalhado, mas na hora em que você sabe qual é a imagem total ou a imagem completa, a big picture que tem que surgir dali. Aí você vai montando as pecinhas para formar aquela imagem. Hoje em dia, quando surgem esses conceitos, esses conceitos representam a figura que a gente precisa reconstruir para que esse universo no final se identifique com
ela, dizendo: "Ah, eu sou isso". Só que para construir essa figura, cada um de nós é uma das peças espalhadas ou fractais desse processo. E a gente tem que saber o nosso lugar certo nessa composição, porque se ficar no lugar errado, a tal figura não se forma, ela não surge, ela não é composta. E essa é a grande aventura. Então assim, não há ninguém no comando. Isso tem que ser descoberto na aventura da condição humana, porque as outras condições das outras espécies não permitem essa complexidade. Nós humanos atemos de uma forma incidental ou acidental, seja
lá o que for, mas nós humanos somos os que estão capacitados a realizar esse processo que na cabalá ou na Cabala chama-se ticum, que é o reparo da criação e o reparo do próprio criador Caído. Nós somos os agentes desse processo. A pergunta dessa vez é de Enedy Yoga. Se Buda ensinou a compaixão, por que não está aqui para ajudar? Assim como outros seres que se iluminaram? Onde estão todos? Por que não aqui não estão aqui ajudando na conscientização planetária? Para o que adianta se iluminar? Essa pergunta, ela é tremendamente chata de ser feito, mas
sempre necessária. A nossa irmã, me parece, não tô conseguindo ler direito o nome, o nome do canal do canal. Tudo bem, mas é uma pergunta necessária. Eu fiz essa pergunta na minha adolescência, um irmão marista. Por que que Jesus nunca veio complementar, nunca voltou de novo? Eu levei um esporro feio naquela que não poderia fazer aquele tipo de pergunta porque eu tava criticando Deus ao bem pouco importa. Mas assim, esse é o nosso problema enquanto seres humanos. Nós todos estamos reencarnando ciclicamente, Tratando basicamente dos mesmos pontos de uma agenda existencial a cada vida. É uma
mesmice, é uma repetência, é uma repetição chata com os mesmos atores. Aí nós cometemos os mesmos erros. As pessoas ao nosso redor cometem os mesmos erros e tudo fica nessa mesmice e se replica pro futuro. E lá vem o futuro é igual ao passado e só muda a face. a cultura e o tempo, mas o lugar é o mesmo, é na terra. Então assim, se nós que somos os que ciclicamente ciclicamente encarnam fazem isso, por é que diabos os mais chiques dentre nós não fazem? E se esses mais chiques seriam os mais adiantados, eles é
que deveriam estar vindo mais vezes. Essa lógica está correta? Óbvio que sim. Óbvio que sim. na lógica humana, a maneira que esses seres que vieram, Ainda que eu tenha que exuar a figura de Sidarta Galutama disso aí, mas os demais que se tomaram como avatares, Sidarta não se tomou como nada. Sidarta nunca nem se autoafirmou como nada. Os avatares se afirmam como sendo Deus ou unificados a Deus ou enviados por Deus. diversas figuras formidáveis, mas elas geraram os problemas que hoje nós estamos administrando. O pior de todos é o fato de que um ser convencer
os hebreus, depois convenceu os arianos, depois convencer os judeus, depois convencer os árabes. Cada escolha desse ser por um povo, a história termina se ferra porque ele convence esses povos de que agora aquele povo é o escolhido por ele e aquele povo vai criar um império na terra. Então os judeus esperarão isso, os árabes esperam isso através do grande califado que os descendentes sunitas de Mavé um dia vão criar. Os hindus esperam isso através do avatar calque, da grandeza de Krishna, ou seja, todo povo quer dominar a terra porque um ser chamado de Javé, de
Brama, de Alá, Esse ser fica convencendo esses povos e além de convencer ainda manda outros escolhidos dele ficar nascendo entre os humanos Para que maluquícia é essa? Mas é esse o pano de fundo existencial que move a vida de todos nós. A guerra lá em Gaza é produto da estupid edificação da humanidade, mas é de total responsabilidade desse ser chamado javer e de outros que aqui também chegaram se dizendo isso ou aquilo. É coisa só pior, mas assim, Sidarta Galtano, não. Sidarta foi alguém que se posicionou contrário a tudo isso. Sidarta foi alguém que fez
parte do lado belo da existência. E qual é o lado belo? A existência humana tem dois lados. No sentido que eu estou aqui falando, o da obediência cega e o da liberdade. da obediência cega. A gente falou logo no início, é a turma religiosa que adora o Deus da religião dela e detesta O Deus de outra religião. Ou se acha alguém candidato aí pro paraíso, mas tem absoluta certeza que os outros as outras religião vão pro inferno. Ou seja, essa obediência certa que, infelizmente todos os avatares, nem Jesus escapou a isso, só no fim da
vida que Jesus rompeu com isso por uma questão de dignidade. Ele não quis obedecer e não obedeceu a Javé, por isso foi crucificado. Mas assim, Sidarta Galutana, que viveu uns bons 600 anos antes de Jesus, Sidarta Gautama, ele convidou os humanos a se esquecer dos deuses e convidou os humanos a ousarem, criar um modo de vida que não mais gerasse sofrimento, que não mais fosse um modo de vida situado nos extremos e sim um caminho do meio. em que o ser humano precisava criar o seu caminho do meio, porque o ser humano cria um caminho
ou as religiões ou as forças opressoras impõe e aí a obediência cega tá instalada. Então assim, Sidarta viha, veio num programa encarnatório em que ele ia ser rei, jogou fora o reinado para deixar esse legado pra humanidade e ele próprio deu testemunho do legado. Ninguém pode fazer mais do que isso. Sidarta nunca deu ordem a ninguém. Ele nunca impôs nada. Ele sempre falava. quando falava no final, ele dizia: "Verifiquem por vocês mesmos se isso aqui está correto, se isso lhe serve". Então assim, se Sidarta vier 1 vezes, ele vai fazer o quê? Mais do que
isso? Não, ele podia estar repetindo isso. Em tese, o o pau que mais tem na terra é cristão e budista islâmico. Então assim, os budistas já estariam ou deveriam estar repetindo aquilo que o budismo, que é o legado de Buda. Não, mas o legado deu errado. Deu. Gautama tem tem vai vir corrigir o quê? Se ele não errou, já outros avatares como Jesus precisariam ter vontade. Porque Jesus durante muito tempo ele referendou a obediência cega a J. Ele mesmo rompeu com isso no final, mas não deixou claro paraas pessoas o que ele tava fazendo. Talvez
porque nem ele mesmo tivesse essa clareza no meio da tortura que foi a sua vida nos tempos finais. Mas pouco importa. Julgar a vida dos outros é sempre muito fácil. Mas a questão é, será que nós precisamos de salvadores? Será que nós precisamos que essas figuras reencarnem diversas vezes? Deixa eu explicar uma coisa para vocês. Um espírito evoluído, ele não repete a si mesmo. Um espírito evoluído, ele é conhecido e reconhecido pelo seu estilo, pela sua produção, que esta sim vai se renovando, mas nunca se repetindo. Sabem quantas vezes um sidarta Galutama nasceria budista? Nunca.
Porque isso é estacionar em torno do que já foi feito no espírito evoluído. Ele não faz isso. Ele vem como se veio, como se darta, faz a parte dele. Se ele voltar, ele vai produzir. Pode tocar nos mesmos assuntos, mas no âmbito de um outro padrão de liberdade. Ele é alguém que trabalha nesse viéis aqui da liberdade de consciência. Se ele for um espírito viciado em obediência cega, ele vai se repetir como os avatares estão se repetindo. É sempre Na Índia, é sempre na coisa induísta, é sempre dentro daquela. Então, esses problemas são tremendamente reais.
A pergunta feita, ela traduz algo que de fato nós devemos sempre refletir. A cobrança que na espiritualidade existe pela não vinda de Jesus terra ao longo desses 2000 anos que se passaram é grande. Por quê? Porque muita gente morreu por Jesus. Muita gente deu sangue por Jesus. Os cristãos foram trucidados ao longo dos dois, três primeiros séculos da era cristã, por império romano, pelo que fosse, paraa grandeza da obra de Jesus. A a Igreja Católica matou uma porrada de gente em nome de Jesus, blá blá blá. Ninguém nunca matou ninguém em nome de Buda. O
budismo nunca criou um corpo de doutrina, ainda que o Ramaiana tenha erros terríveis em relação aos pressupostos iniciais do nosso amigo Cidada. Mas assim, o budismo nunca promoveu uma guerrazinha no cristianismo, catolicismo, islamismo, O judaísmo, promoveram todas as guerras que a gente conhece. Então, Buda não tem complicação no sentido de efeito colateral do que ele fez, mas Jesus só tem e ele não cuidou disso. Por que ele não cuidou disso? É um problema sério, é um problema que nós não temos como ir a fundo nisso. Eu falo disso nos livros e nas palestras, mas quem
é cristão se escandaliza. Então, como tem gente vinculada a isso aqui no nosso nesse nosso bate-papo, eu vou dar um desconto aqui, não vou me aprofundar, mas Jesus ele não voltou porque o espírito dele não tem como nascer como ser humano. Mas para provocar aquilo ali já foi confuso. e de lá para cá piorou a coisa também devido a questão de entropia, que é a pergunta que alguém fez lá atrás relativa aos insetos. Mas assim, ah, mas Jesus vem, não é Sofia que vem em nome de Jesus. É a forma cósmica que produziu Jesus. Esta
virá, mas assim, virar fazer o quê? cumprir um rito de passagem, ou seja, ser formalmente investido como suzerano celeste. Mas Sofia já existia antes de Jesus. Sofia não é Jesus. Sofia é Sofia. Jesus foi um avatar humano que ele criou. Mas assim, a pergunta da nossa irmã, Penso que foi a irmã que fez, ela é tremendamente séria, necessária, mas não há resposta fácil para ela. No que me concerne, enquanto um eu humano gerado por um espírito que reencarna ciclicamente, o espírito que me anima é este, sim. Ele tem uma trajetória dele em que ele vai
produzindo e vai se corrigindo e vai ajeitando as coisas pra frente. Pote. Mas ele é livre para fazer isso. Por isso que nas suas produções sempre tem esse traço. Olha, isso aqui precisa de reflexão, de escrutínio constante. Não vamos tomar isso como verdade lá na frente os humanos. Ou seja, não há uma imposição de verdade. processos que o espírito me anima no campo de desse tipo de trabalho gerou e outros espíritos que eu conheço que também trabalham quando podem, sempre é nesse sentido, retornam. Mas não há aqui a presunção de ensinar ninguém, nem de resolver
nada. É só um acender de luzes. É só uma produção de placas de sinalização ao longo da estrada da vida. Quem por ela passar, se quiser ler as placas, leia. Se quiser Fazer uso do que tá ali escrito com uma reflexão, faça. Senão, continua. Só que a outra turma vem impondo religião, obediência cega. Aí essa turma não se preocupa em retornar para corrigir nada, porque para eles a obediência cega é só com o que eles sabem lidar. Em conseguindo esse objetivo, a maneira como a vida se expressa, se com sem dignidade, esse assunto fica sempre
pendente. Renato, muito obrigado pelo seu super sticker também, o Rodrigo Pais. Obrigado, Rodrigo. E o Bob Muscini, ele disse: "Por favor, Rogério, quando eu assinava o I e e a você mencionou que o surgimento de baleias e golfinhos na terra? E nunca achei a resposta. Qual seria final a história desses mamíferos na Terra? Eh, esse assunto é muito complexo. Eh, esse assunto envolve uns 300 milhões de anos de história. Não é 300.000, não. Não, 300.000 milhões de é complicado falar. Então eu teria que fazer uma palestra a respeito disso, mas não é não é o
que que a gente tá se propondo e eu já tô no limite. Eu passei o dia inteiro gravando, todo dia fico gravando um monte de coisa. Aí chega uma hora dessa, a minha garganta já tá. Então assim, eu não tenho como ir muito além disso aqui. Ainda bem que a voz tá saindo de alguma forma. Então assim, eu vou tentar criar algum enredo aqui rápido para tentar transmitir o que o nosso irmão aí Bob nos solicita. De fato, lá atrás eu falei disso, escrevi e falei. Por quê? Porque existe um padrão histórico que está totalmente
fora do que nós conhecemos. até hoje nos livros que eu produzi nas palestras que estão aí na plataforma e no IEAC, o Instituto de Estudos Estratégicos Alternativos, em que eu joguei lá numa hora em que eu fui ameaçado aí por uma turma fora e disseram que ia dar cabo da minha da vida, eu só fiz me preparar para ir embora E apenas me preocupei na época em Criar um instituto na internet e jogar lá tudo que era livro, palestra, porque ficaria aí disponível para alguém se isso servisse ou viesse servir a alguém. Eu não sei
se o que eu faço está correto. Então não entrego nada com carinho de certeza nem de verdade e nem quero convencer ninguém de coisa alguma. Então, nesses tempos, sim, eu falei dessa questão, mas qual o problema? O problema é que resgatar as notícias perdidas na ancestralidade humana, na gênese da nossa espécie, é uma tarefa muito árdua. Blavatsk fez isso da melhor forma que pôde ao tempo da sua vida. Outros fizeram um pouco disso, mas assim ninguém consegue. Nesses tempos em que vivemos, em que a internet facilitou e em muito esse processo, ficou até mais fácil,
mas de novo ninguém consegue. nós conseguimos reproduzir um ou outro aspecto desse resgate, mas resgatar o o tronco que nos permitiria entender uma série de coisas que hoje ainda não entendemos, isso é muito complicado. Mas é essa a tentativa da reintegraç da revelação cósmica. E nesse processo de tentativa eu optei, isso foi uma decisão minha, já que eu tive que fazer isso e decidi fazer, digo, bem, vou fazer do jeito que eu posso. Então, eu optei por tentar encontrar registros históricos que pudessem dar alguma base, alguma coragem, algum alicece a ao fio da narrativa central.
da questão das mais de 100 mitologias que eu fui obrigado a estudar além de tudo que é livre, religião e blá blá blá e blá blá blá, para poder ir juntando as peças dispersas do ato da vida. E a revelação cósmica e tem disso, tem esse aspecto de procurar unir esses contextos e contar uma apresentar uma narrativa em que você as fichas possam cair no campo da compreensão, do entendimento em relação a conhecimentos perdidos e a conhecimentos que estão aí, mas que a gente não compreende. Então, eu sempre evitei os assuntos que eu não tivesse
base lógica no atual Padrão de conhecimento humano para poder ancorar ou alicçar esses assuntos. Eu sempre deixei esses assuntos fora e só de leve toco neles e depois me arrependo porque vou ter que explicar como é o caso disso aqui. Eu falei isso lá atrás, né? Eu mesmo parei de falar para não ter que porque eu não tenho noção precisa de até onde eu posso ir com essa história. Mas qual o problema? O problema é que recuar alguns milênios para além do que o classicismo nos permite, classicismo histórico diz: "Ah, a história que a gente
conhece é dos sumérios para cá, ou seja, cerca de 5, 6, 7.000 anos para cá". É, é o que se pode ter uma noção razoável de através da arqueologia ou da paleoantropologia a gente ter uma noção do nosso passado. Aí lá vou eu falar de coisas de 20.000 anos, 30.000 anos, 40.000 anos, 700.000 anos, como é o caso da rebelião de Lúcifer. É muito complicado porque você não tem ancoragem em cima dos fatos para tudo. Agora, esse assunto são 300 milhões de anos, é mais complicado ainda. Então fica uma coisa meio solta, mas o jeito
eu não vou poder explicar aqui o que foi O Rinarok ocorrido em Marte há cerca de 300 milhões de anos, quando a parte mais desenvolvida do universo vizinho e do nosso que era Marte, mas desenvolvida em que termos? Em termos dos seres que existiam nesses mundos. oito níveis do universo vizinho e mais o nosso universo. e do nosso universo. O planeta Marte, estranhamente fazia parte Brasil, que era um conglomerado de realidades compostos por nove reinos, usando a expressão da mitologia nórdica, oito reinos dessas locas do universo vizinho e um reino do nosso universo. Esses nove
reinos, quando uma certa ponte era estabelecida entre todos, os portais se abriam e um trânsito desses reinos do universo vizinho para Marque e daqui para lá se realizava. Isso era um conglomerado de realidades comandado por Odin e o resto do universo vizinho inveja do padrão de sofisticação que Odim conseguia implementar nesse nesse reinado. Por isso foi destruído a 300 milhões de anos. Quando isso aconteceu, O resto, os restos que sobreviveram ao Rinarok se tornaram biológicos. Ou seja, o que sobrou da experiência de Brasil se espalhou no sistema solar do qual o Marte fazia parte. E
nessa galáxia, e tem uma história aí que não dá para contar. E essa coisa começou essa coisa o quê? Os códigos genéticos que de seres que sobreviveram ao Rinarok e os códigos genéticos dos seres que morreram no Raineroque, ou seja, nesse conflito que ferrou com todas essas eh faixas dimensionais, isso tudo foi se concentrando na Terra. Nesse ponto, ao longo dos últimos 300 milhões de anos, vários grupos de fora se estabeleceram no lugar aonde as setas de orlock, blá blá blá, toda uma história complicada que estava em Asgard. E quando asgar foi destruída, um ser
chamado Vaser de lá jogou para esse nosso universo. Mas como Marte estava sendo destruído, o planeta vizinho a Marte foi que recebeu isso. Então, as setas de moros ou biorlog caíram na Terra e como isso aqui, ou seja, os arquivos dessas setas eram os receituários de vida de todos os seres até então existentes, isso é só uma parte do que as setas desse ser terminaram. Não são setas. Cas é metáfora, são arquivos, são informações alquímicas. Então assim, paraa Terra convergiu todo um processo de bilhões de anos, que agora, ao longo dos últimos 300 milhões de
anos, a natureza terrestre que estava evoluindo lentamente no seu processo evolutivo. Nesse ponto aqui, quando a Terra começou a ser invadida por esses seres, aquilo que a gente tava falando, os insetos tinham acabado de surgir, já existia vida na água. Mas quando isso começou a existir, não existia nem vida na superfície. A vida na superfície aqui na Terra é algo que surgiu há cerca de 270 milhões de anos. surgiram vários tipos de seres, depois o império dos dinossauros, depois mamíferos, toda uma história aí, né, nessa época que a terra era de quem chegasse, de quem
pegasse e várias, vários não, alguns grupos foram se estabelecendo. O principal deles é algo que para nós é chocante, mas eu vou falar e não vou explicar para poder responder a pergunta do nosso irmão. Mas são os descendentes de Cadru. São seres naga e seres uraga, ou seja, seres serpentinos e dragonoides, mas não são seres tipo serpente ou tipo dragão, porque são seres teriantrópicos, parte serpente e parte humana, parte dragão e parte humana, porque foram esses os restos genéticos que sobrou do Rainar que é associar dado a uma migração de seres do universo vizinho para
cá. Esses seres quando chegaram aqui na Terra, eles se estabeleceram no planeta, vieram vias via portais, mas esses seres são tão evoluídos no numa espécie de tecnologia mental, né, que sejam evoluídos no sentido de compreender as coisas, não é isso? São evoluídos no processo de poder mental. descrito em alguns livros da mitologia hindu, notadamente nos seusuranas. Tambi cinco ali olhando para mim cinco por anas que nessa na minha nessa bibliotecazinha que eu tenho aqui em frente em mim. E essesanas eles falam dos dagas e uragas e de um Conselho chamado Maraga, que na época surgiu.
E esse conselho foi quem começou a criar algo associado a um outro grupo de espíritos. E aqui surgiu o que a gente chama de tirtancaras. Complicado. Tirtancaras foram 24 figuras. Nem todos humanos, mas o último deles foi Gina Marravo, um ser humano que viveu exatamente na Índia, na mesma época de Sidarta Galutama, na mesma época de Capila, quase na mesma época de Pantágali. Gina Marvira foi o 24º estancara, porque ele percebeu que finalmente os humanos que haviam sido desbloqueados desde Eva com Sidarta Galutama agora estavam aprendendo a se iluminar. Então os tirtancaras haviam criado uma
ponte entre o paraíso e o caos. E aqui agora eles podiam parar de trabalhar nisso porque Sidarta Galutama havia descoberto uma maneira de criar uma outra ponte do caos para o paraíso. Nesse período, período anterior de 200 e poucos milhões de anos, lá do sistema de capela, sistema de capela no nosso universo, Seres que lá foram criados bem antes dos nossos irmãos que terminaram se envolvendo. diretamente com a rebelião de Lúcifer e outros que e do tempo em que eles foram gerados biodemos. O fato é que como a Terra começou a ser conhecida há uns
200 e poucos milhões de anos, nessa parte da galáxia, devido a essas confusões todas, uma certa raça que eu chamo de ardenianos. Eh, eles são originais de um planeta que a gente chama de Ardem, que circula, que orbita a tal estrela de Capela, aonde a rebelião de Lúcifer começou a ter lugar nos mundos do sistema de capela, depois se espalhou para outros tantos. Os ardinianos são seres aquáticos, totalmente aquáticos. Eles não conseguem viver fora da água, conseguem com tecnologia e são figuras tecnicamente suaves, eles não são violentos. E esses seres eles estavam vieram paraa terra.
E se os Descendentes de Cadru na época dominavam uma série de situações em torno da Terra, essa turma ardeniana foi pros mares e começou a desenvolver suas experiências. Leões marinhos, baleios, golfinhos, lontras, focas, há uma série de o a a teórica ancestralidade desse dessas espécies repousa no desdobramento do trabalho dos arminianos nos mares da terra. Na época, do jeito que os nossos irmãos aí, filhos de Cadrup, estavam tentando desenvolver uma espécie pensante na Terra à moda das suas composições morfogênicas ou morfogenéticas. Nós estamos falando aqui de seres teriotrópicos, metade alguma coisa, metade humano. Os nossos
irmãos ardinianos estavam nos mares tentando fazer algo parecido, mais aquático. E eu não vou poder contar a história, até também porque eu não sei muita coisa, detalhes, mas o que hoje nós chamamos de baleias, golfinhos e a estranha linguagem que esses seres têm, Isso tudo repousa nessa história que eu não vou poder que contar porque eu já tô no meu limite, é uma história muito complexa, mas só atendendo ao nosso irmão aí que fez a pergunta e assim não há nem literatura a respeito disso, a respeito feito dos dagas eagas há bastante, só que é
uma leitura difícil porque você teria que compreender muita da muito da literatura em dúv. Mas isso aí, isso aí que eu falo dos ardinianos ontem, eles me solicitaram para escrever isso. Quando eu comecei a escrever Terra Atlants, também foi a pedido de irmãos eh da época da rebelião de Lúcifera, mas a trans eh eh a terra terra atlântic eu comecei cheguei a concluir esses outros livros eu nunca nem comecei. Por quê? Porque é uma aventura intelectual, é um empreitado muito forte no sentido de você se anular para se despersonificar, para poder fazer a leitura de
coisas que estão registradas em processadores de algumas famílias biodêmicas. trazer isso paraa condição humana, fazer a transliteração possível De algo não humano para uma lógica humana e depois ainda expor, olha, eu trabalhava nessa época, trabalhei minha vida inteira, faz do anos que eu não consigo mais trabalhar no sentido profissional, porque a saúde não permite. Mas antes eu trabalhava em banco, tinha que estar às 7 horas da manhã num banco e só chegava em casa quando o banco fechasse, coisa que também não tinha hora certa. Então assim, não dava para fazer muita coisa, mas ainda tentei,
fiz alguma coisa, mas muita coisa deixei de fazer. Essa é uma delas. E um detalhe, não só existe esses dois focos que atuaram aqui na Terra ao longo dos 300, dos últimos 300 milhões de anos. São mais alguns. Nós, os humanos, somos exatamente a sobra da misturada que esses seres fizeram. O Raul disse aqui se a transfiguração, transfiguração seria o rito de passagem de Jesus adaptado à dignidade humana em vez da lógica dos arcontes ou é ingênuo esperar que eles compreendam isso? Vou fixar na tela aqui. Eu eu não vou poder ir a fundo nessa
pergunta Flávio, porque ela ela é muito complexa. Ela vai envolver uma série de Assuntos. Eu não vou ter condições de dar uma resposta favorável. Então eu vou ser tremendamente objetivo porque realmente eu tô no meu limite já. A transfiguração, eu expliquei isso, eh, tem um livro chamado Jesus e o enigma da transfiguração. Então, o nosso irmão tá perguntando, a transfiguração seria o rito de passagem de Jesus adaptado à dignidade humana em vez da lógica dos arcontos? Não, não é. Eu não vou poder aqui explicar o que é rito. Bem, rito de passagem é quando você
vai nascimento, sepultamento, casamento, tudo isso é rito de passagem. Mas quando você vai assumir um cargo também tem a liturgia, tem a o rito de passagem, o ritual ali em que você é empossado. Então o nosso irmão tá perguntando se a transfiguração foi um rito de passagem. Não, não foi a transfiguração. Foi o homem Jesus sendo peitado por seres não humanos que queriam avisá-lo de que ele deveria cumprir a tarefa para paraa qual ele nasceu. Ele disse que não iria. Isso foi alguns meses antes da sua morte. E esses seres ficaram insistindo com Jesus, dizendo
pelo fato de ele Agora ser humano, se a condição humana dele não estava cegando a sua percepção. E Jesus disse: "Não, eu estou muito bem aqui na condição humana. Eu estou na amplitude da minha consciência. Não, não. Você deve estar com algum tipo de esquecimento, um oblívio aí qualquer. Aí Jesus mudou a frequência do seu corpo humano. O nome isso é a transfiguração. Jesus se transfigurou, ou seja, sobre a sua constituição humana. Ele fez algo que eu não gosto de falar porque é complicado. Eu nunca falei isso nos livros. Mas assim, o que Jesus fez
é o mesmo que os seres do universo vizinho fazem no sentido de metamorfose. O nome que a gente usa é transfiguração e respeito à Bíblia, porque isso foi descrito nos capítulos, né, nos Evangelhos de Lucas, Marcos e Mateus. Só não tá no de João, porque João resolveu não contar, ainda que João tenha particularmente acompanhado aquilo. Então, foi Jesus eh falando com os anjos. Dani, a questão dos arcontes. Os arcontes são os dominadores de regiões que envolvem a Terra vinculados ao universo vizinho. São donos locas ou donos do chamado primeiro céu, segundo Céu, terceiro céu. Não
é bem isso aí. A transfiguração de Jesus foi Jesus com os anjos de Sofia e mais um ou outro ser que ali se fez presente, tentando convencer Jesus a se assumir como Messias, sob pena dele em não fazendo aquilo, passar pelo escândalo ou da do apedrejamento ou da crucificação. Então Jesus ali ele foi avisado de que ou ele fazia o que tinha que fazer ou ia se dar mal. E ele optou por se dar mal. Os anjos disseram que ia interferir, levar o homem Jesus, porque na hora de se dar mal, o genoma que Jesus
usava era de Sofia. E com isso Jesus podia danificar o genoma de Sofia. E Jesus disse que não. E por isso que na hora da crucificação ele fez toda uma questão lá de manter-se no padrão de dignidade que além de não desfigurar o genoma que Sofia inseminou e Maria para Jesus nascer, ele devolver esse genoma mais complexo ainda pela condição humana que ele vivenciou. É uma história complexa. Então assim, essa é a resposta que eu posso dar. Rogério, aí brother, ia falar para você que ia ser aqui e de modo, se puder, se puder da
Amanda aqui, Ó, ela, ela disse aqui, acredito que existe algo superior, verdadeiro, que olha por nós para salvar, não para salvar, mas para nos apoiar de alguma forma no que você tem fé, Rogério. Olha, todo ser humano deve repousar no seu ato de verdade. Pessoal, se para uma pessoa ter fé é o ato de verdade digno que ela expressa na vida, maravilha. O eu dessa pessoa tem que tá repousando nesse ato de verdade. Deve ter essa crença que seja, é dela. Não cabe a ninguém verificar, não cabe a ninguém criticar. é da pessoa. Agora, se
essa pessoa pergunta a outra se essa outra pessoa acredita que existe algo superior, verdadeiro, que olha por nós não para salvar, mas para nos apoiar de alguma forma? A minha resposta é: acreditar nisso. Eu já tentei muito. Essa vida eu fui, eu formei minha personalidade sendo influenciado a ter esse tipo de crença, porque os meus mestres do marista, meus irmãos maristas, a quem devo, tenho um profundo carinho e Gratidão pela formação que recebi católica, os meus familiares, os meus afetos que mais significam para mim em termos de gratidão e parceria de vida, que foi a
minha mãe, meus avós que me criaram. Meu pai, ele faleceu muito cedo, ele tinha 27 anos e eu tinha três. Então, assim, é alguém que vir conviver depois nas fofocas espirituais, mas aqui na terra a gente, né, pôde realizar alguma parceria. Então, assim, essas pessoas também eram católicas e católicas muito bonitas. Isso faz parte da minha formação de personalidade. Eu guardo tudo isso com muito carinho. O exemplo que eu tive e tenho no meu coração dessas pessoas e todas elas acreditavam ou responderiam positivamente a pergunta que a nossa irmã fez. Mas eu tive que passar
por situações que me mostraram que isso é um transtorno cognitivo. E para que eu pudesse sobreviver com algum padrão de lucidez e dignidade, eu tive que me livrar das crenças fáceis transformadas em certezas agradáveis. Eu tive que me livrar de tudo que é superstição que eu mesmo colecionava. Eu tive que, entre aspas, reiniciar a mim mesmo diversas vezes para me libertar de todos os medos e para poder encarar a Vida com um misto de profundidade e simplicidade. E tudo isso foi abaixo quando eu tive que encarar Javé, tive que encarar uma série de seres que
eu nem imaginava que seria possível existir algo tão deplorável. Eu imaginava que os humanos eram a doença da vida nos termos em que a religião tinha me ensinado. E eu percebi que esses seres é que são a doença de tudo. Nós somos os heróis e heroínas. assim entre o paraíso e o caos eu que me anima, foi obrigado a se movimentar e no trânsito e na interação com seres de ambos, eu percebi que, infelizmente, mesmo existindo figuras a quem eu tenho como chamá-lo de Deus incognocível, mesmo imaginando, sabendo que esse ser existe, mas ele é
de uma inutilidade, de uma inoperância. Ele é o tudo que a gente imagina que Deus possa ser, mas por um tipo de padrão de pureza que sempre existiu. E ele é inviolável, ele não se modifica. Mas estranhamente foi modificado o modo como os seres do paraíso existiam nessa aventura, algo que já existia como sendo um pequeno problema da pureza excessiva. É como se faltasse algo seres que são perfeitos no âmbito dessa pureza excessiva. Esses seres se movimentaram para tentar descobrir essas sensações. E nessa aventura de resolver um problema de incompletude no âmbito da perfeição, em
algum momento dessa desse da quebra dos protocolos da perfeição, surgiu a imperfeição. O fato de você não ser perfeito não implica que você seja imperfeito, mas surgiu a imperfeição problemática e esse ser resolver essa questão problemática. Aí nós estamos dentro dessa questão problemática, achando que tem alguém lá fora que olha para nós e que vai nos ajudar. Eu não consigo ter fé nesse tipo de situação, porque certo ou errado eu fui obrigado a perceber que não é assim, mas eu torço todo dia para que eu esteja errado. Eu torço todo dia para que um dia
eu possa antes dessa vida, dizer a mim mesmo: "Ah, eu vou conseguir acreditar e ter fé, porque é ótimo ter essa fé, essa certeza. Mas diariamente, cada vez mais, eu sou massacrado pela interação e convivência com esses seres. É por isso que eu acho que meu corpo nunca vai durar muita coisa, Porque é sempre uma interação desagradável, somatiza, né? E assim, infelizmente, minha querida irmã, eu não tenho como dizer a você que eu tenho fé nesse sentido. Nada que envolve crença em mim contra guarida para que disso resulte alguma fé. Eu tenho sentimento de fé,
mas não no sentido de crença, no sentido de convicção. E a minha profissão de fé está ligado à convicção de que a dignidade humana, ainda que não acredite em nada, mas o ser humano tentando ser digno com isso, ele cria uma expressão de sensação superior em mérito e em lógica, a tal sensação de seres perfeitos que eu conheço. Eu fui obrigado a conhecer, mas não me satisfaz. E não satisfaz a nenhum mamífero, porque nós mamíferos aprendemos que amar é também querer cuidar de que a gente ama. Então a gente se preocupa com os seres que
a gente ama. Os seres do paraíso, eles não têm esse mecanismo mental, eles amam, mas não. Por quê? Porque no paraíso ninguém tem que saber cuidar de nada, porque lá tudo é 100% perfeito. Paraíso você não tem que saber cuidar de ninguém, nem se preocupar, porque ninguém tem problemas. Surge o caos. A turma que tá lá se preocupa conosco, não tem como. Esse é o problema aqui. Flávio, me encerro. Agradeço aí mais uma vez a oportunidade de ter o convite que sempre me honra de estar aí com nossos amigos e amigas e com a sua
gatinha que tá lá no final dando o show dela. Uhum. Do seu lado, ela tá em cima do móvel ali, tá dando boa noite. Tá também devolvendo. Boa noite. Muito obrigado, Rogério, pela sua participação na live de hoje. Rafael, valeu no finalzinho aqui, fez um super sticker. Muito obrigado, Rafael. E vocês que estiveram conosco até agora, se chegou um pouquinho depois, não tem problema, é só rebobinar a fita, rebobina, deixa aí o teu comentário, o que é que você achou dessa live. O coraçãozinho será entregue para todos com muito amor e carinho. Nós nos veremos
amanhã no mesmo horário às 20:30. Um abraço de alma. Namastê.