[Música] [Música] [Música] เ [Música] He He he he เฮ [Música] เฮ [Música] Fala rapaziada, estamos ao vivo hein Fl Podcast episódio 391, mais um dia aqui vibrando e hoje vamos receber aqui o sargento Nantes, né? Mais uma vez o Nant chegando aqui no canal para poder pô passar aquele conteúdo padrão, padrão elevado, né? Padrão rota, né? Eu que como é que é, mana Valua a tua liberdade? Você cultuou a sua liberdade? Você cultua seu canal, né? Eu tô tentando cultuar o meu canal aqui, mas tá difícil. Pessoal, antes de gente Passar pro Nantes aí, eu
quero pedir desculpa a vocês aí para o atraso. Tá difícil para mim a rotina, eu saio direto, vem para cá, só dá tempo às vezes, pô, de comer alguma coisa, trocar de roupa, né, e gravar. Então, eh, eu acho até que no nos próximos episódios eu vou já anunciar a agenda para 8 horas. Porque não adianta nada, né, tentar fazer 19, 1930 e pô começar oito, né? Mas eu prometo, se eu anunciar às 8, nós não vamos começar às 9, não, tá? Então, obrigado pela paciência comigo aí e vamos nessa, né? É isso. Mais um
dia para lá o podcast Sargento Nante. E aí, João? Fala, meu irmão. Beleza. Po, não posso chamar de João não, né? Já, já, João é o menino da J é o menino da rua, né? Na rua, né, pô? Jão é a rapaziada aí da quebrada, né, Meu? E aí, meu irmão, como é que tá? Estamos aí na luta. [ __ ] eu também meu irmão, já tava um tempo fora aí sem fazer podcast, né, meu? Estamos retomando aí e tendo a grata satisfação e honra de estar diante de você que é meu amigo e desse
público maravilhoso seu aí, pô. Bom demais, pô. Tá bonitão. Meteu um. Eu ganhei de um amigo, né? Isso aqui é Uma uma jaqueta da até uma curiosidade, tá? É da 99. Hã. É uma marca da de confecção da própria Calashnikov. Os caras tem uma confecção deles e é comercializado roupas militares. Esse aí veio nova ou veio usada? Veio zero. Zera até etiqueta, né? Até etiqueta prova Aí. Não, não precisa não. Vou provar, pô. Aqui não tem conversa fiada não, pô. Nesse nesse mundo de conflito aí, né? Vai que alguém vai que alguém conquistou, mas só
para você ver, conquistou na guerra a marca 99ashikov. Caraca, foi caro, hein? Sacanagem. Tem pressão não. Tô brinco. Tá tudo enr aqui minha. Deixa me Pai ficar guardando essa [ __ ] irmão. Deixa aí, pô. Mas vamos nessa, irmão. Vamos com tudo, pô. Mano, volta ajustando a câmera, cara. Pô, mano, volta, eu atrasei meia hora. Tu não teve tempo para ajustar a câmera, mano. Volta. Sabe o que que foi? Hã? Porque você mudou o copo, mano. Mudou a caneca de lugar, guerreiro. Aí, [ __ ] a vida do manual um copo, mano. A vida não
é fácil não, guerreiro. Acabou com a vida do manovó. Mano, ficou três horas de estessa caneca aqui. Aí o o Nant o Nant vai beber água e vai mudar a caneca de lugar de novo, hein? Ele falou que não tinha, nós já tínhamos combinado, né? Achei que você tinha conversado com ele, aí eu fui mexi em tudo. Pois é. Não, acabou, acabou com o trampo do menino. Então é isso. Vamos lá, meu irmãozão. Olha só, parceiro, como é que tá São Paulo lá, cara? Pô, tem um tempo que você não vem aqui e eu tenho
acompanhado, pô, as notícias lá em São Paulo, né? Sim. E desde o ano passado, né, a rota tem atuado bastante ali contra o PCC ali na Baixada Santista, né isso? Baixada Santista. Exatamente. E cara, coisa que a gente acaba vendo Com uma frequência maior lá no Rio de Janeiro aconteceu, né? Sim. Lá em São Paulo, que foi ano passado, né? Não foi nem esse ano agora, mas ano passado, antes daquela operação escudo, teve o o polícia lá da Rota que que perdeu a vida. Sim. Soldado Reis. Soldado Reis. Ele é aí esse ano de novo,
né? No início do ano também o Soldado Cosmos. Soldado Cosmos. E agora essa semana lá no Rio para fazer esse paralelo com o Rio de Janeiro, dois policiais do BOPE. Então dois dois guerreiros aí de altíssimo valor, né, de especializado, né? Todo policial é de altíssimo valor. Todo de altíssimo valor, porém policiais que detém um treinamento maior, né? Preparado, mais preparado para essas áreas de B, cara de rota e o cara do BOPE, né? Então isso mostra pra gente que o nível eh da criminalidade do confronto, ele ele vem vem aumentando A ousadia do do
criminoso, do traficante, ele ele vem cada dia mais aumentando. Reflexo do desse trabalho de segurança pública que e e da postura do Estado, né? eh, das leis, dos judiciários, infelizmente, infelizmente o trabalho policial, nós sofremos discriminação, vamos dizer assim, né? Eh, existe uma pressão muito grande por conta da própria imprensa que milita contra a polícia, infelizmente, eh, Milita contra o trabalho policial. Hoje, eh, temos grandes, eh, autarquias ligadas a direitos humanos, né, que, em tese estão para defender os direitos humanos, que muitas vezes a gente sabe que são constituídas simplesmente para que possam defender os
direitos dos marginais, que até vamos fazer um parêntese aqui rápido, o direitos humanos, quando ele, na essência do direitos humanos, dos direitos humanos, é uma é algo muito bom Que seria o direitos humanos seria para defender a essência de direitos humanos é para defender o cidadão de bem contra eh as atrocidades do Estado, o peso forte da mão do Estado contra um cidadão, um civil. O, em tese, os direitos humanos teriam que entrar e defender esse cidadão. Porém, o que não, a gente, infelizmente, só vê essas essas ONGs aí, essas organizações não governamentais sendo utilizadas
na maioria das vezes Para defender vagabundo, ladrão, o cara que estupra, o cara que mata. Esse cara, ele é atendido por essas ONGs e as pessoas que de fato que necessitariam, os humanos que necessitariam, talvez não tenha esse atendimento, que muitas vezes é uma pessoa que tá lá na fila do jogada no corredor no hospital que não tem uma maca para ela. Cadê os direitos humanos para cobrar o estado disso? Que essa pessoa ela tá sofrendo com uma negligência do Estado. Cadê os direitos Humanos para atuar nessa situação? Dentre outras, né? Mas a gente não
vê, por exemplo, hoje é muito comum, inclusive estourou uma matéria esses dias em Campinas de crianças que estourou uma matéria de crianças trabalhando, trabalho escravo, crianças de média ali de 6 a 12, 13 anos, as crianças trabalhando para, no meu ponto de vista, criminoso, né? Pessoa ilude o pai da criança, pega essa criança e obriga ela a vender bala doce. E se essa criança não cumpre a meta, se ela não vende a quantidade de chiclete suficiente, o cara deixa ela, abandona ela no centro, fala que ela vai ter que voltar a pé para casa. Muitas
vezes essas crianças moram na periferia da cidade. Então tem relato de amigo, relatos de amigos que eh depararam com criança chorando, falando: "Não tenho como voltar para casa, tio". chorando e aí a criança relatou o que tava acontecendo. Inclusive estourou uma matéria essa semana lá em Campinas. Então, onde está os direitos humanos para defender essas crianças que estão na mão desses vagabundos? Entende? Então, e aí, como eu falei, fizemos esse parênteses para mostrar que muitas vezes essas instituições são constituídas simplesmente para acusar o policial, para denegrir o trabalho, para muitas vezes instruir o cidadão que
mora na periferia de maneira errada. Então, ó, Se o policial tiver eh sendo mais eh rigoroso na abordagem, filma ou vamos para cima, começam a inflamar as pessoas para ir para cima da do policial que tá trabalhando e na maioria das vezes acabam divulgando materiais negativos da polícia, o que consequentemente implica no trabalho policial. policial, ele tende a retrair porque o cara começa a sofrer, o de repente os governantes começam a sofrer pressão da imprensa, pressão do dessas Organizações. Então, muitas vezes hora ou outra um policial é punido, começa a virar exemplo para que os
policiais não façam e acaba meio que retraindo a tropa. Então é assim, nós temos, nós hoje policiais podemos, estamos, vamos dizer assim, de maneira, hoje estamos com baita de um governador, baita de um secretário, secretário, o Guilherme Derrite, né? Foi capitão na polícia, trabalhou com a gente na rota, trabalhamos junto, inclusive até na Mesma viatura. Governador Tarciso, não sei se acompanhou o discurso dele recente também, que ele falou, pode reclamar até na Liga da Justiça que eu não tô nem aí. Então é uma postura. Eu não vi. Foi em relação ao quê? Foi em relação
a uma pressão sobre as ocorrências na Baixada. Sim. Então o discurso é é um discurso que o policial espera. O policial quando ele tá trabalhando, sai de casa, deixa a família, tá correndo risco de vida, tá Correndo risco de perder a liberdade, ele espera um discurso de um governante que o apoie, porque ele tá ali representando o estado, a maior autoridade do estado, se não apoiá-lo, aí o cara fala: "Porra, meu, tô trabalhando para você, você não tem coragem de levantar a voz para me defender?" Então assim, a maior autoridade do Estado, quando ela se
imposta desse poder e toma para si a responsabilidade E fala: "Enquanto o policial tiver correto, tiver na honestidade, tiver atuando de maneira idônea, eu tô do lado dele, eu vou defendê-lo." E é isso que a gente espera na maioria das vezes do governante. Então, tem tido essas posturas diversas vezes, tanto dele quanto do secretário, tão muito bem alinhado. Isso é importante para nós como tropa que tá na na linha de frente ali no combate ao crime, porque te dá um respaldo, te dá um conforto maior de Falar assim: "Porra, meu, eu tenho alguém comigo, eu
não vou sofrer de repente uma injustiça de uma ocorrência ser mal interpretada ou ser tem uma filmagem ali que foi editada e de maneira eh de maneira maléfica ser lançada na imprensa e de repente eu ter alguém que tá que tá no governo omissa e fala assim: "Prende-se polícia e depois a gente vê o que que é". E lá na frente o polícia prova que ele é inocente. Só que até aí, meu, o cara fica 6 meses, 1 Ano, 5 anos preso numa prisão preventiva até ele conseguir provar a inocência dele. Sim, isso já aconteceu
algumas vezes. Então isso aí, querendo ou não, é algo que vinha desmotivando e muito a tropa. E aí, no final das contas, na maioria das vezes, o policial era absolvido. Então, eh, hoje esse governo, esse secretário, para nós tem sido importante para retomar o espírito de de combate, o Espírito combativo da tropa, né? Eu vejo que vai é é algo muito positivo e principalmente paraa sociedade, né, que é quem sofre no final das contas. Muitas vezes quando tem um um governante omisso, quem sofre é a população. Porque se você tem um governante omisso, consequentemente o
policial vê que ele não tem um respaldo, o policial começa a se retrair, não quer, o policial começa a evitar conflitos, o crime tende a aumentar, a criminalidade tende a Aumentar e no final quem vai sofrer é a dona Maria, o seu Zé que tá indo pegar o ônibus 5 hor da manhã, que comprou um celular parcelado em 10, 12 vezes, que vai ter o seu celular furtado, seu celular roubado, muitas vezes vai receber o uma arma na cara pro cara levar levar correr risco de vida. Então eu acho que no final isso é muito
bom, principalmente pra sociedade, pra população. É, cara, o problema citou aí esses organismos de direitos humanos, Né? Eles são organizados e tem uma militância barulhenta, né? Sim. E aí os governantes acabam preocupado com esse barulho e e dão muita importância, né? Eh, o que você falou pra gente, eh, tem várias omissões do estado, omissões, né? Estado que não deu estrutura na creche, que não deu estrutura no hospital e tal, né? Então eles acabam, eles escolheram como causa eh Uma o que eles chamam de ação do Estado através da atividade da polícia, mas a omissão do
Estado, né, aquilo que o que que o governante em tese não fez, né, mas a gente sabe que tem desvio de verba, tem um monte de má condutas ali na educação e nos hospitais, né, que são botar aí três áreas importantes pra sociedade, educação, segurança, É, são as principais, né? As áreas que mais afetam diretamente. A gente realmente, você colocou uma uma Reflexão aí interessante, importante, a gente não vê e essas essa atuação eh essa cobrança contra ação do estado, então fica tudo na polícia. E aí o efeito que tu que tu explanou, o policial
acaba ficando retraído. Só que a gente já tem um problema eh dentro da polícia que não é só do policial, pô, acabar se retraindo como proteção. Acaba que a própria polícia vai punindo, né, eh, a gestão da polícia ali mal Conduzida, vai também ouvindo esses esses barulos dentro. É um efeito cascata, né, cara? E aí, cara? O cara que faz, ele se lasca. Aí tem aquele aquela parte da polícia que não quer realmente fazer nada. Sim. Independente o cara tá ali, independente de ter um governante bom ou não. Muitas vezes, infelizmente acontece também. Tem aquela
outra parte ali, pô, que que Tá na sacanagem, que tá de alguma forma, pô, e envolvida, né? E aí fica uma parcela muito pequena e ainda com um recado negativo, né? Em relação ao que fazer, né? Agora lá no Rio, a cobrança da população, de uma parte da população, porque tem outra parte também que, pô, pelo amor de Deus, né? Ela ou ela não tá nem aí, que é muito comum. Tem tem muita gente que pode ter noticiário que morreu, policialesiado, Tá anestesiado, já não tá nem aí. E tem aquela outra parte que milita também
contra a polícia. Uhum. Então, mas quem quem quem reconhece o trabalho da polícia tá pedindo uma resposta e o próprio estado tirou a tropa do terreno. Sim. Por para atender, [ __ ] uma ordem decisão do SCF e tal e e pressões, né? Aí, moral Da história, o os caras tiraram vida a vida de dois policiais do BOP e não teve resposta nenhuma. em São Paulo, a resposta lá do do governo de São Paulo, da polícia, pô, foi gigantesca. O resultado da operação escudo, além de várias baixas, vários, vários caras que confrontaram e e morreram,
tiveram também presos. Eu vi que foram 900 e tantos presos da operação escudo, 350, Sei lá, tavam com com mandado em aberto. Sim. procurados, né, pela justiça. Então, então assim, os caras não respeitaram a lei, não respeitaram a justiça, a justiça condenou ele, foi pra rua, não voltou. E aí, por conta de uma resposta forte da polícia, esses caras foram presos. Exato. E assim, eh, você vê, baita uma fatalidade ter perdido dois grandes policiais no nosso batalhão lá, dois, Dois excelentes policiais. Eh, e assim, em situações diferentes, né, que não foi o caso igual você
falou lá no Rio, foi foi os dois estavam na mesma casa, né, princípio lá, tava na situação lá e e foram cercados pelos pelos bandidos e metralhados, né, meu cara que dá para ouvir inclusive nos áudios, né, os caras dando rajada para cima dos policiais. E aí também você vê o silêncio da imprensa. O silêncio da imprensa. Porque cadê a Imprensa agora? Você imagina, coloca o contrário. Se fossem dois bandidos dentro de uma casa e os policiais metralhassem com aquela quantidade de tiro uma casa que tivesse dois bandidos, mesmo se esses bandidos estivessem atirando. Você
imagina que ficaria semanas ou até meses passando a notícia falando que os pobres, coitados, porque eram negros, eram pobres, foram fuzilados pela polícia. Essa ia ser a matéria, Infelizmente. Então, tá havendo uma inversão de valores, muitas vezes até por parte das grandes mídias, por algum interesse, escusa que não podemos saber. Inclusive, muitas vezes, a gente vê pressões no Congresso, no eh no judiciário para que acabem, inclusive com canais que têm uma abertura como o seu, que fala e mostra um pouco da realidade, porque acabou o monopólio deles, né? Antigamente, há 20, 30 anos atrás, você
não tinha outra fonte de Consumir informação que não fosse ligar a TV. Você não tinha ou rádio e acabou esse domínio deles. Só um parêntese, cara. Eu fiz uma um o episódio quinta-feira, dia 13, falando das dificuldades do canal. E uma dessas dificuldades é uma ação do Ministério Público que pede 200.000 do canal, né? É uma ação num total de 1.800. Tem outros canais envolvidos de outros canais envolvidos. Eu eu fiz o vídeo na quinta, na sexta-feira saiu a decisão do juiz aceitando o pedido para remover os vídeos, né? Sim. os vídeos da ação. Então
hoje tá no terra, tá no tá no all, tá no dia, em vários jornais, né? Então a gente sofre isso, né? E da onde você acha que vem essa pressão? E tudo começou na imprensa, tudo começou através de uma denúncia de um de um Jornal, né? Que o vídeo eh pregava violência. Pô, cara, os vídeos estão aí, é só analisar. Eu tenho certeza que dentro de um processo sério, né, a gente ganha essa ação. Agora, olha, olha o transtorno que causa, né? Mas continua. Então os cara para e pega, suspende vídeo, eh, prejudica, ameaça de
dar uma multa, de repente é para tentar calar para que os caras voltem a pregar o discurso subversivo deles, que é de Colocar na cabeça da sociedade. Infelizmente a gente sabe que tem muitas pessoas que por falta de informação ou por falta de formação mesmo, que a educação hoje nossa, infelizmente ela não é das melhores, por falta de formação acadêmica, as pessoas acabam se iludindo com esse discurso e comprando meio que uma briga que o policial é ruim, que o policial é isso, que o policial não presta, que o policial vai na periferia para agredir
os pobres, os Negros. E aí a gente vê, por exemplo, igual você falou do de números, a Polícia Militar de do Estado de São Paulo, ela atendeu agora de janeiro a maio 7,6 milhões de ligação só do estado. Falando do estado. Você pegar a população do do estado, se fosse colocar dividir até o final do ano, daria vai dar mais da metade do da população que existe no estado. Se fosse cada um ligasse uma vez, que órgão do governo que atende e fala com a metade da População de um estado. E aí se você pegar
a pirâmide, você vai saber que a grande maioria são as mesmas pessoas que estão tendo a mente subvertida pela imprensa. São essas pessoas que estão sendo atendidas, que às vezes tá sendo roubada, tá sendo muitas vezes tá sendo vítima de violência doméstica. Então assim, tá sendo incomodada pelo tráfego, pelo usuário de droga na porta da sua casa, tá tendo seus pertences furtado, o cara vem, danifica seu Patrimônio, entra. Ah, o tem um vizinho da minha mãe lá agora que o cara parece que virou um presídio a casa dele. Judiação, a vida inteira o portão foi
de 2 m, não é 1,5 m. Aí moram os dois pais dele idosos lá e agora ele teve que colocar grade em tudo porque entrou um usuário de droga lá recentemente e e fez um regaço. Roubou até torneira da casa do do senhor do do senhor e da senhora lá dos vizinhos. Cara, isso aí que tu falou 7 milhões e 7,6 milhões de ligações atendidas. Então até agora nós estamos em junho, né? É isso. Era até maio. Nós deu balanço até maio nesse ritmo aí vamos botar que dá 20 milhões no final do ano, né?
Aí é metade da população pramente metade da população. O estado a gente a gente sabe que tem eh desvios na polícia, né? Inclusive, pô, eu tenho feito algumas críticas aí lá à situação Do Rio de Janeiro. Não tiro nada do que eu falei até aqui. Uhum. Mas eh e esse dado que você tá trazendo pra gente, certamente lá no Rio tem números expressivos também, mostra que o problema não é a assim o problema pra sociedade, né? O problema ali diretamente, eu fico muito, eu fico muito puto com a polícia pelo que a polícia não faz,
né? Pelo que deixa de fazer, principalmente por tá comprometida. Agora, eh, o quem tá quem Tá trazendo prejuízo paraa sociedade não é a polícia, porque essas ligações aí 75 milhões de de chamadas, essas ligações certamente são por conta de atividade criminosa, por por violência doméstica, por roubo, por furto, por perturbação, não é porque a polícia cometeu algum algum excesso, né? Então, eh, a polícia tá ali atendendo. Olha a quantidade de demanda que chega pra polícia. Com tanta demanda assim, Nant, como é que você Como é que você consegue eh falar que falar mal de um
órgão? É, não. E como é que você consegue chegar em todas essas ocorrências eh a tempo, né? Sim. É muita chamada. Não tem viatura suficiente ou não tem efetivo suficiente para isso, não é exatamente assim. Nem todas essas chamadas viram se transforma em ocorrências, né? Mas vamos, eu acredito Que um cálculo assim, uns 50% se transforma em, são geradas ocorrências. Então, muitas vezes também lá no meio tem o trote, tem o ao muitas vezes é uma orientação, mas o que eu quero dizer é que o órgão, o órgão, a instituição Polícia Militar ela atende basicamente
quase 50% do dos seus clientes num ano, dos seus do do seu das pessoas que confiam, que necessitam do apoio do Estado, né? E e é de maneira leviana, A mídia faz questão de bater e falar, não é dessas sete 7,6 milhões, se tiver 12 ocorrências que que de repente eh não são tão bem vistas pra imagem da polícia ou às vezes até algum desvio de conduta da maneira que você falou, são essas que vão passar na imprensa, são essas que os caras vão usar para falar que a polícia não presta, que a polícia não
dá assistência paraa população. São essas que vão ser Utilizadas, não? Então, tu entrou nesse ponto para falar da mídia, né? Eh, aí tu citou até os ataques que os podcast recebem, né? E, e eu comentei sobre essa decisão. Eh, hoje já sai a repercussão. Por que que a imprensa tem interesse em postar uma decisão eh da justiça para tirar um vídeo de um canal de YouTube? Eh, qual a lógica, qual a lógica que tem, né, tipo assim, qual o interesse de um jornal Dia, do portal desse fora de São Paulo em divulgar isso, né? Sim.
É porque coloca ali discredibilidade a atuação da polícia e dos podcast. Exato. Então, a polícia é preferidinha, é preferida do ataque, né? Então, tudo que for de atuação abusiva do Estado, na visão deles, o o escolhido para bater é a polícia. Eles não vão bater eh em saúde, em hospital, em educação, em Governante, pô, que que abusa de poderes, vão sempre bater na polícia. Inclusive até um simples vídeo no YouTube que a justiça mandou retirar. Ele eles dão repercussão em cima disso. E por quê? Tem um porquê isso aí, mano? Igual eu falei, os caras
manipulava a geral antes. Hoje, [ __ ] meu irmão, quantos milhões de pessoas não assistem o seu programa hoje? Então, se de repente os cara eh eles assistem aqui, Vê, enxergam, ouvem e vem a realidade do que é o dia a dia aqui e de repente a imprensa tenta colocar guela abaixo pra sociedade, hoje o cidadão ele já tem condição de falar: "Pera aí, meu ouvido diferente. Eu assisti lá no Glauber lá, meu, os polícias não falou isso aí não. Essa história que eles estão contando aí aconteceu diferente. Sim. Então hoje você tem noção que
hoje você e outros canais aí tem colocado a imprensa em cheque que eles não consegue Mais vender pronto aquela aquela informação pronta que de repente tem interesses ou muitas vezes político, obscuro de outras pessoas. Eh, eles não conseguem mais colocar guela abaixo por conta de canais do conteúdo como o seu. E outra, cara, ó, do meu canal é o podcast do cachorro louco, do sargento Wagner, lá da polícia do Rio. Aí pediram para tirar esse vídeo. O juiz da ação foi até razoável, cara. Ele ele, pô, o cara recebeu a ação ali. Sim. Ele não
não julgou o mérito ainda. Ele ele autorizou que o YouTube retirasse, mas não excluísse o vídeo enquanto o processo rolasse. Então, eh, antecipação de tutela. Ele aceitou a liminar ali e tirou o episódio. Eu mesmo já tirei o episódio, nós mesmos já tiramos. Eh, já para não precisar nem ter para não ter problema com o YouTube. Para não ter problema com o YouTube. Pro YouTube chegar lá e p que punir. Exato. É. É. E e aí, mas aí você vai ver o episódio, vamos botar, sei lá, se tiver 500 comentários, 500 comentários a favor, positivo.
Sim. Achando, achando um podcast bom, achando o cara bom, gostando das ocorrências. Então, e aquilo ali ofende a quem? Ofende ao portal lá de de dos ponte Jornalismo que fez a denúncia. atende a ideia do Ministério Público que ele olhou e concordou porque aí é coisa dele, é o julgamento dele. Mas a sociedade que tá assistindo o vídeo, o que que a sociedade viu ali de coisa absurda? E sinceramente, irmão, tem nada, não tem nada demais. Tem nada demais. O cara falando assim: "Cara, meu nome é cachorro louco na polícia por causa disso, porque eu
saí correndo mesmo e aí eu fui o tiro comendo e eu Fui correndo no meio da barra. Eu não quis nem saber, meu. Eu queria pegar o cara". Aí todo mundo falou assim: "Pô, [ __ ] cachorro louco, o cara é doido." E o apelido dele é cachorro louco. Aí contando essa história aí os cara, olha a sede em pegar o cara, em matar o cara. Cara, não é isso, cara. O cara é policial. O cara é policial. Ele quer pegar o criminoso. Ele tá indo para cima. Tio, tá, o tiro tá comendo ali. É
um Tiroteio. Você queria que ele fizesse o quê? Cavasse um buraco e se escondesse. Você só tem ele para fazer isso. Tu não tem outra pessoa. Ninguém, ninguém naquela situação, tirando o policial fardado de polícia militar falia isso, cara. E é só quem tem o espírito do guerreiro mesmo, o cara que nasceu predestinado para atuar nisso aí, que ele tem coragem de fazer isso aí, de tá tomando tiro e ir para cima. É o que Você falou, tá tomando tiro para cima hoje. Antigamente, se a gente pegar lá na era medieval, era era algo positivo.
O guerreiro que tava sob o guerreiro que tava sob ataque, que fosse para cima, era tiro como herói da sociedade, porque ele tinha que defender aquela comunidade, né? Se a gente catar na era medieval nos dias de hoje, você vê, mas tudo isso, você citou o nome no jornal que eu não vou nem replicar novamente para não dar ibope para esses Caras, mas esses esses cara aí são, a gente tava falando da mídia tradicional, mas esses aí que são a mídia que parece, no meu ponto de vista, tá? Não tô acusando ninguém, mas me dá
uma impressão de que trabalha a serviço de alguma organização criminosa. é um dos é uma da, por exemplo, das mídias que fazem questão de colocar em cheque todas as ocorrências que, por exemplo, grandes unidades se Deparam, grandes unidades do estado, tanto BAEP, Rota, unidades especializadas, até força, força tática, enfim, as grandes unidades que tem preparo, que confrontam com o marginal, frequentemente eles fazem questão de colocar em cheque. Por que querem colocar em cheque? O por quem derrubar seu canal? Porque aqui, por exemplo, o policial, ele não tem a possibilidade de ir lá no jornal dele
e dar a versão dele. O cara coloca em cheque, leva esse Leva essa matéria para uma grande massa da da periferia, por exemplo, tá? influencia a cabeça dos jovens e aí quer combater seu canal justamente para isso, para que o policial não possa sentar aqui e contar a versão dele dos fatos, porque na na mídia tradicional o policial não vai conseguir ter acesso, não vai ter espaço e lá no jornal deles muito menos. Então os caras falar: "Porra, mano, tem alguém que tá fazendo o serviço contrário do Que a gente tá fazendo, do que do
que a gente tá tentando minar". Então assim, [ __ ] aquele Glauber lá, meu, dá uma olhada nele lá que ele tá prejudicando a gente, pô. Ele é um cara que a gente fala pra grande massa que o policial é ruim, mas ele vem e mostra um outro lado. Ele mostra o lado humano, ele mostra o policial tem família, que é um cidadão comum, que muitas vezes o policial saiu da da periferia, na grande maioria das vezes. Então você acaba Conseguindo mostrar isso aí, gerando empatia entre o público deles. Cara, interessante que tu falou é
o seguinte, eh é um é um meio de comunicação que que explora então várias ocorrências da polícia, né? Sim. assim, cara, e eles eles comunicarem contrário à polícia, eles até tão no direito deles de comunicar. Agora, eh, fazer uma militância direcionada, né, contra a polícia. E aí Que que acontece? Seria simples. Eu faço o meu trabalho aqui de comunicação positiva, mostrando que o policial é humano, que o policial é profissional, que o policial é técnico, que o policial tem coragem de entrar no meio do confronto ali. Sim. Tem espíritorioso, tem o espírito do guerreiro. Eles
fariam a comunicação negativa. A sociedade vai escolher qual conteúdo é melhor. Aí tu olha o meu vídeo. O meu vídeo tem Visualização para [ __ ] um monte de comentário positivo. Aí tu entra num canal dos caras, não tem visualização. Então assim, tanto é que não é nem esse exemplo que tu falou: "Ah, eles vão e tem uma influência ali na periferia". Nem tem nem tem a o grande dano que eles são capazes de causar causar. Errado. Eles tentam exercer essa influência, eles querem ter o monopólio dessa influência. Mas sabe aonde tá o mal, cara?Onde
que Eles conseguem fazer o mal de verdade? É pegando esses esses vídeos e levando no Ministério Público em forma de denúncia. Feito isso, o Ministério Público acata aquilo ali. Aí sai em todas as mídias. Então, olha só, começa num portal pequeno direcionado que não tem audiência, não tem alcance. Sim. Aí depois sai no wall, sai no terra, sai na Folha de São Paulo, sai no Jornal Dia, sai em todo mundo. Os caras conseguem uma mídia gratuita para tentar expandir mais. E é a mesma matéria, entendeu? Então assim, com qual interesse, né, cara? E assim, e
que eu acho eh, se teve algum caso excessivo, era simples. Falou, ó, no minuto tal, o policial falou isso aqui, a gente ia lá, cortava aquilo ali. Agora não, pô. O podcast tem 7 horas, tira as 7 horas do ar. O cara contou que tomou tiro, o cara contou que tem dois Filhos, que a família passou dificuldade, que ele ama a polícia, que ele tinha um sonho de voltar pra polícia. O cara contou vários dramas pessoais, familiar, s e e várias coisas. Aí tudo isso sai do ar porque o portal lá e o Ministério Público
entenderam que aquilo ali é é coisa de violência. Resumindo, o transtorno que isso vai causar para tu responder, pagar advogado e tal, para Chegar lá no final, tu ganha ação. Como eu disse, o juiz foi até razoável. O juiz acolheu ali e falou: "Ó, por enquanto não não delete o vídeo porque lá na frente eh isso pode trazer prejuízo financeiro pro canal e tal, não sei quê, caso a ação a ação eh seja vencedora por eles" e tal. Mas olha o barulho que fez, tá em todos os portais agora. Então quem não tá aqui ouvindo
a gente, Sim. Quem não conhece o canal e assiste somente esses portais, essa grande mídia aí, vai ver o quê? Pô, policiais vão lá pro para podcast. Esses podcasts policiais tão propagando violência. Exato. E na realidade e na realidade nada disso. Tu olha 7 horas de podcast é uma interpretação deles, pô. É uma interpretação deles. Vamos lá. Voltando. Não, não é interpretação dos caras. É maldade, mano. É o que eu falo para você. Esses caras eles militam. Eles Militam esses, por exemplo, a ponto de ter cartilhas, ter cartilhas no site dos caras tem, por exemplo,
ensinando como gravar, se o a posição para gravar com o celular, se em caso de abordagem policial, já ensinando a abordar, eh, insinuando que toda a abordagem policial é violenta, eles levam isso e já incentivam para que as pessoas comecem eh a já enxergar a polícia como violenta. Então assim, na via de regra deles, a polícia sempre vai Ter uma abordagem truculenta e violenta. [ __ ] meu irmão, se você pegar um número de abordados no estado, eu não tenho esse dado, esse dados aqui, mas meu irmão, por dia, vamos aí, se a gente tem
40.000 ligação por dia, deve ter mais de 100.000 abordagens por dia, cara. Então assim, e o que o que o que retorna em reclamações? O número é mínimo e o que de fato a reclamação tem sentido é é Menor ainda. Que se confirma, né? Que se confirma. Não, de fato o policial foi violento. O policial perdeu a cabeça na abordagem e agiu de maneira como não conforme os manuais. Não conforme deveria. Vou te dar um exemplo, Nante. Te interrompi. Não, né? Te dar um exemplo. Essa, essa situação aí da saidinha, Saidinha, sim. Eh, a essa
mídia toda aí, cara, esse esse esse conjunto de comunicação em massa, né, a mídia tradicional que a gente fala e o governo e todos esses institutos aí, essas honras e tal, todo mundo militou favorável a continuar a saidinha no argumento que somente 5% dos presos não retornavam pros presídios. Hum. Certo? Então, na cabeça deles existe uma lógica, uma um um eles aceitam eh um Percentual mínimo como razoável. Sim. Certo. Beleza. Eles aceitam isso. Aceitam. Partindo dessa premissa, se você for pegar em nas abordagens policiais, nas ocorrências policiais, quantos por cento tem de excesso da polícia?
É mim porque se esse número for em torno de 1 2% 3 4 5% eles deverão militar favorável a ação da polícia entendendo que é Razoável. Por que que eles acham razoável o preso? 5% 5% da população car volta. Exatamente. Boa. Paralel meu. Muito bem muito bem colocado. Isso mesmo, cara. Então assim, se eles acham razoável que 5% vão pra rua podendo cometer crime e não retornar. Porque é o seguinte, se o cara não retornou, irmão, boa intenção ele não tem. Exato. Ele não quer respeitar o estado. Exato. Ele não quer respeitar a pena dele.
Se ele decidiu em não voltar, uma chance provável dele continuar na criminalidade é grande. Se ele já desrespeitou as regras ali, foi ele não vai respeitar nenhuma. Se eu quero ser trabalhador ressocializado, eu fui preso, fui pra rua, voltei, espera o meu tempo para eu viver viver minha vida digna. Agora se eu vou viver fugido, é porque eu tô na margem E já não vai o cara, o cara corrido, né, mano? na na linguagem nossa aqui o cara corrida, ele vai arrumar trampa onde é ele vai meu é o cara muitas vezes vai arrumar um
mocó, ele sai, mete os bo dele e volta, irmão. Ele não vai arrumar um trampo, volto a dizer, o cara que tá procurado, ele não vai, meu. O exato, assim, o cara que cometeu crime, pagou, ele tem várias atividades Para ele trabalhar até que dentro da informalidade. Mas é o que você tá falando, o cara que cometeu pagou. O cara que cometeu e pagou. Só que no caso a tá falando do procurado, o cara que mete o louco sai fora, entendeu? O cara que pagou, eu concordo. Já vi alguns casos aí de de fato o
cara se arrepender do cara do cara mudar de vida mesmo. Já vi poucos, mas já vi de Verdade mesmo. Então assim, não é real, porque eu também não sou louco de acreditar, mano. O cara foi preso 20 vezes metendo 57, mano. Esse cara aí é, desculpa, mano. Esse cara aí ele não vai, dificilmente ele vai mudar de vida, irmão, porque ele não tem mais medo de nada. Esse cara aí, ele aprendeu isso, ele vive com isso e muitas vezes o cara até gosta. E lembrando que quando ele é preso é a vez que ele perdeu,
né? Sim. E isso não tá na conta. Se ele foi preso 20 vezes, ele fez no mínimo 200. Exato. Pelo menos porque ele vai fazer 10, 15, 20, vai rodar uma, entendeu? Ou muito mais que isso. Vai fazer 100 vezes. E cada vez ele foi adquirindo mais experiência. Então ele altamente se profissionalizou nisso. O cara não sabe fazer outra coisa. Não Adianta você falar: "Ah, meu, eh, eu tinha até um um policial que trabalhava comigo, o Márcio, ele trabalhou muito tempo na muralha do presídio lá em Hortolândia. E aí ele ele zoava, né, mano? Ele
pegava um megafone assim, ele tava sem nada para fazer, começava eh encher o saco dos presos, né, mano? E aí ele ficava com megafone falando assim: "Quando vocês sair daqui, vocês vão arrumar um emprego, vão ser Honestos, trabalhadores." É, ele contou, ele fazia isso aí, ficava zoando na muralha nas antigas, década de 90. Aham. E meu irmão, o até eu mandar um abraço para ele, deve ter uns 10, 15 anos que eu não vejo ele. Marcelo, gente boa. E ele é [ __ ] de um cara zoeiro. E ele trabalhava na mural e começava a
encher o saco dos presos. Ele falou que meu que os caras, se os caras pudessem, os caras Subia lá para matar ele revoltado. Aê, senhor tá tirando, vai se [ __ ] Que é o crime. Os cara batia no peito. Porque o cara não quer ser, mano, não quer ser um trabalhador, um decente. O cara não quer mudar de vida, ele gosta daquela vida, o criminoso mesmo, o cara que decidiu e optou por essa virgem. Então assim, aí você fala: "Eu vou na primeira oportunidade eu vou tirar esse cara, colocar no meio da sociedade, vou
falar para você aí que às vezes fica na Dúvida: "Ah, será que coitado do preso agora ele tá?" Então vou falar para você, você vai pegar o cara que tem um monte de BO, foi, rodou 10, 20 vezes e você vai deixar ele rodando do lado da sua família, do lado da sua filha, no seu bairro. Então assim, ele tem penas a cumprir. Quando ele cumprir tudo as penas dele e que ele tá aí, ele tá tá arrependido de fato, tá ressocializado, não volte aí ele volta pra sociedade. Porque se o cara que foi preso
20, 30 vezes ou 20 é uma porrada de vez, se ele for apenado de todos esses crimes, se ele for condenado de todos esses crimes, ele não vai sair tão cedo. Então aí ele de fato ele vai ter tempo para pensar se ele quer isso novamente pra vida dele. O cara puxar uma cadeia lá de 20, 20 e poucos anos, 30 anos, aí quando ele sair, ele vai pensar: "Porra, mano, acabei de sair, acho que eu não vou cometer um crime não. Agora o cara tá Respondendo a porrada de processo, ah, ainda não foi condenado
nos processos, só tá condenado em um. Coloca ele na rua." Aí eu coloco esse cara na rua. O processo, consequentemente, os outros processos que ele tá respondendo vão ficar parado porque ele não vai julgamento de nenhum. O cara intimado não vai tá procurado, né? O cara que fugiu da cadeia, ele aí ele consegue o o benefício da da saidinha, Da saidinha, saiu, se joga. Aí vai enganando o estado. Então a cada seis meses, um ano, ele tá na rua de novo. Esse cara, pô, cara. Então você acha que esse cara tá arrependido de fato? Ele
não teve nem tempo para se arrepender. O cara tem que sofrer um tempo lá, uma caminhada para ver se ele de fato vai se arrepender ou não. Aí, cara, eu vi uma matéria eh no portal G1, botaram 95% grandão assim, né? Pá, aí o texto dizia assim: "É justo 95% serem prejudicados por conta de 5%." Uhum. [ __ ] é genial. Vamos, justo 95% das ações policiais, né? Pode, pode aumentar o número. 99,9% das ações policiarem. Ó, vou vou levantar esses dados depois pra gente trazer numa outra hora esses dados fidedignos, mas eu vou falar
para você Que deve ser 0 v alguma coisa, não chega a 1%. que é é 0,1 0,2% das ações policiais que é justo a gente condenar uma instituição inteira que tem 99% de acerto por tá entendendo? Mas essas matérias a gente não vai ver, cara. Assim, cara. E e o que a gente tá debatendo aqui é a forma como a militância, né, seja ela jornalística ou idealista aí por conta de ONG direitos Humanos, aceitar achar razoável um desvio padrão, um um desvio de 5%, um desvio que eles entendem que que faz parte do game, do
jogo ali. Só que essa mesma lógica eles não eles não usam na hora do ataque, na hora do ataque contra a polícia. Então, pô, é só pegar o número de abordagem, número de que atende ocorrência e número de de alteração, né, nas nas ocorrências. Sim. E aí faz uma mé faz uma estatística e aí eles usam o mesmo bom senso e para de ficar eh o no o tempo todo batendo na imagem da polícia. Tem tanto problema que que eles poderiam estar fazendo e a favor do policial homem, do policial honrado. Sim. E tanta tanta
tanta injustiça por falta de estrutura, pro policial trabalhar dentro de um batalhão, viatura, [ __ ] toda ferrada, é descanso, é o policial Não ter condições de trabalho, é o policial que tá na sacanagem. Eu eu eu falei isso, cara. Cadê aquele jornalismo investigativo que pega através de uma denúncia, pô, um esquema de corrupção, um esquema de desmonte de carro, de cortar carro, comb um monte de coisa que tem aí na sacanagem e tem e tem elementos da polícia envolvida. Cadê as pessoas batendo nisso? O que a gente tá falando aqui, cara, eu Não tô
desconsiderando se a polícia erra 1%, esse 1% tem um cidadão ali honesto de bem que sofreu, né? Sim. Não, não devemos. É que a gente fez um paralelo entre a lógica deles. A, pera aí. pela lógica deles. Exatamente. Lógico que a gente entende, a gente sabe que esse 1% aí, ah, tem que ser tem que ser resolvido, tem que ser punido. Agora, eh, da mesma forma, não pode ter Nenhum 1% de preso na rua. Exato. Que tá que tá solto e aberto. Ah, o cara saiu, não voltou. E aí eu eu vou nós vamos correr
esse risco de deixar esse cara no leito da sociedade para conviver, igual eu falei com seus familiares, seus filhos, pro cara invadir sua casa, meter a arma na cara das crianças. Nós vamos correr esse risco de deixar ele na mão do do cidadão de bem para o cidadão de bem na mão Dessa desse tipo de pessoa? Não podemos correr. E por que que tem interesse, né, cara, nessa causa, né? Sim. Mas aí, irmão, é estranho. É estranho. Mas eh continuando, cara, né, aqui no no papo inicial, que é sobre as ações, né, da rota, né,
cara? Sim. Vamos voltar lá que a gente foi abri um parênteses e a gente foi e examente e lá no Rio, mano Walter, é algo que a que eu tenho acompanhado, não Sei se você tá mais por dentro que eu, parece que não teve grande resposta, né, até então, não é? Eu não sei como é que a polícia tá tocando isso. Você viu alguma matéria aí? Como é que você tá sabendo? Não, irmão, eu não vi. Eh, assim, eh, infelizmente teve o a fala do governador, né, mas não vi nenhuma ação contundente como de outras
vezes, né? A gente sabe aí que a DPF 635, né? Uhum. E ela tá tá dificultando, né, as operações policiais. Então, o governador fez as falas dele lá, mas resposta mesmo não teve. Tá. Então aí não teve resposta, cara. Eh, ou se teve, teve pouca, né? Não teve repção. E lá em São Paulo, cara, como é que foi vocês lá na Baixada Santista? Fala pra gente aí, cara. Lembrando que nós estamos falando da da morte lá do do Reis, né? Sim. Vou falar assim, depois da da assunção do do novo comando geral, do próprio do
do secretário e do novo governador. E assim, já vou deixar bem claro que eu não tô criticando nenhum outro comando, né? Mas tô dizendo o que vem acontecendo. Por exemplo, isso é da nova gestão, essa operação escudo que o próprio nome dela já diz. Eh, todo local que um policial for Atacado, for atacado de maneira covarde, injusta, será eh será montado uma operação no entorno e saturação da área com o crime. Então, assim, a gente vê muitas vezes a própria imprensa fala: "Ah, meu, é uma uma ação de vingança, uma ação não, não é simplesmente
para saturar a região". E hoje a Baixada nossa, ela ela atingiu, infelizmente, até por conta de gestões anteriores de governo, ela ela conseguiu, o crime conseguiu se Estruturar e impregnar de uma maneira eh considerável, porém eh nunca vai ser maior que o estado, né? Nunca mais vai ser maior que que a polícia e que a força dos guerreiros aí, igual você falou. Então assim, a partir do momento que teve a situação lá, tanto do Reis quanto do Cosmo, foi eh foi instalada a operação escudo e não foi criada justamente para a baixada, especificamente para a
Baixada. Essa operação escudo, ela já Vinha acontecendo desde o início da gestão eh do novo secretário, dovo governador, já vinha acontecendo a operação escudo. Ela ela também ganhou mais ela talvez ela ganhou mais publicidade, mais holo nesses dois casos. Sim, mas ela já vinha acontecendo. Por qual que era o intuito da operação escudo? o indivíduo eh foi lá, pegou o policial de serviço, balhou o policial de serviço ou Que fosse de pga, você colocava essa essa operação, saturava a área com vistas a combater o crime, com a com vistas a que fosse realizada a prisão
do marginal que que atentou contra o policial e consequentemente na operação escuro não foi diferente. Só que, como eu disse, por conta de outras eh gestões, o crime tomou uma proporção meio que grande. Eu costumo dizer assim que pode-se dizer que na Baixada Santista o crime tá querendo meio que imitar eh o modos operante do Rio de Janeiro. Você tá dizendo que não teve atuação lá, os caras ficaram muita vontade, estruturaram. Então nas gestões anteriores, os caras se estruturaram, eles começaram a montar. Então assim, a ponto de chegar atirar um policial dentro de uma viatura,
que foi o caso do Reis, e que veio a falecer Dentro de uma viatura de rota. Uma viatura de rota. Exatamente. Já. E aí foi montada a operação escudo e consequentemente eh após a operação foi startado eh como eu disse, o crime tava à vontade lá. Aí depois que você come, você entrou numa situação, numa saturação, não tem como você voltar atrás. Ah, meu, não entrou e e foi saturado de fato a área. Esse tipo de saturação é feito o quê? Você traz, foi levado policial do estado inteiro na Baixada. Você pega frações de policiais
do estado inteiro e concentra num lugar só. E aí, meu irmão, o confronto é inevitável, onde o crime tá bem armado, veio se estruturando. Então, assim, não tem como você eh você combater o crime, principalmente criminosos violentos sem confronto, por mais que você não queira. Tanto que aconteceu de policiais federais na Primeira versão da na primeira após a morte dos, lembra que teve o policial federal baleado na baixada? foi também numa operação lá, tá? E graças, ele foi baleado, sobreviveu, né? O internador tinha um tempo, mas na cabeça, mas tava ele tava junto na operação,
a Polícia Federal tava atuando também. Foi por conta, foi para atuar. Foi para atuar. Aham. Agora não vou dizer que é verdade, nem Que é mentira, mas informações eh extra oficial extraoficiais chegaram que eles receberam ordem para tá atuando lá e tá peço desculpa se eu tiver errado nisso, mas foram as informações extrajudiais chegaram que eles estavam lá justamente para como para mostrar mando do ministro na época para mostrar que dava para atuar nessa operação sem dar um disparo. Se é verdade ou não é, Não sei. E até se eu tiver errado já peço desculpa
aos amigos da Polícia Federal, mas essa foi a informação que rodou na boca miúda. E meu irmão, não tem jeito de você tá numa zona numa área de guerra. Ele virou virou campo de guerra, infelizmente. Não é não que a polícia queira, não que a polícia é violenta e que almeje por isso, mas que você vai chegar lá. Eh, qual que é a nossa obrigação? Combateru o crime. Combateu o crime. O criminoso que tá lá Traficando, que tá em posse de grande quantidade de drogas com grand eh armas de calibres potenciais. Se você chegar lá,
você não tem como não atuar. Ou vai ou você atua e e consegue neutralizar o seu inimigo. E quando eu falo neutralizar, é rendê-lo, né? Se ele se entregar ou se ele vir pro confronto, confrontá-lo e neutralizar aquela situação, você morre. Você não tem a escolha. Ah, vou não vou chegar lá, vou trocar ideia, joga a arma, pá. Não, não É assim não, meu irmão. Haja visto aí, infelizmente, a situação do o áudio do dos bandidos lá da situação do Rio reflete bem como que é a mentalidade do criminoso que ele tá nisso. Os caras
de pura maldade falou: "Os cara tá ali, vamos derrubar a casa com os dois dentro, não é? Não são essas palavras do bandido. E os caras metralha sem dó. Infelizmente, nessa situação aí, os colegas do Rio levaram a pior. Infelizmente. Infelizmente, porque eu, Como a gente falou já lá atrás, são pessoas que têm família, tem filho e são guerreiros que estavam lutando para o bem da sociedade, almejando o bem da sociedade, almejando o bem inclusive daqueles que residem na comunidade. E para cumprir uma missão quase impossível, né, cara? Porque olha só, nós estamos falando ali
do de uma área ali na maré, difícil de de entrar, difícil de atuar. Ali tem, sei lá, se a polícia mandou sem Homens, certamente ali tem três, quatro vezes mais. Sim, só deu ali os caras, pô, tu viu o armamento uma pon 30 e os caras vão ter granada, vão vão vão est pesado pra guerra. Então você ali tem a população como escudo. Então o policial para agir ali, ele tem que ele tem que ser cirúrgico. Ele tem que chegar até o ponto, tem que ser cirúrgico, Ele tem que tá preocupado com a população. É
isso aí. Ele tem compromisso no no tiro dele, no trabalho dele. Então, de alguma forma o policial ele entra, ele encara uma missão, ele mais um só lá dentro, lá no covil lá dos caras, mano, e [ __ ] guerreiro e fica lá sozinho. Quem iria para lá, cara? Eu te pergunto, lá dentro tem cartório? Lá dentro tem fólo, lá dentro tem, Sei lá, Defensoria Pública, lá dentro não tem outro. Lá dentro tem uma creche, uma escola pública e um postinho de saúde. Sim, né? E a polícia vai lá. Eu eu quero saber se se,
pô, o o Ministério Público vai lá fazer uma fiscalização, a Defensoria Pública vai lá fazer uma fiscalização. Eu duvido que que os senhores promotores de justiça, defensores, magistrados querem ir lá, Não querem o os jornalistas, eles vão lá para fazer um um trabalho investigativo, alguma coisa, não vão e nem recomendo que vá, né? Porque vão perder a vida. Mas só que alguém tem que ir, né? E aí o policial vai, o policial numa situação daquela ali e o estado que mandou ele para lá, depois manda sair todo mundo da operação porque ONS e partido político,
porque não sei se você viu isso. Alguém tem lá, Né? Não tem lá, né? Ó, teve uma carta, teve teve um um pedido assinado por vários, pelo PSB, pro partido, por pro long, pela Defensoria Pública, pro pro STF para que suspendesse a ação, eh, prevendo que a polícia poderia agir por vingança, ou seja, uma hipótese, né, uma possibilidade. Desconsiderou todo o trabalho profissional da polícia, né? E outra coisa, o que que é vingança, cara? você Perder um elemento do estado fardado numa situação dessa e você montar uma operação, isso é vingança? Não, isso não é
vingança. Pelo contrário, isso é uma resposta ao crime. Resposta. Éo crime. Exatamente. O crime afrontou o estado. Ele afrontou o estado. Ele tocou no na ponta da lança do estado. E agora é natural que o estado continue, não retraia, né? Exatamente. Então, meu, mas infelizmente por conta das pressões Política, pressões da mídia, pressão do judiciário, infelizmente aí a polícia tende a retrair. Mas aí você deu destaque, cara, que depois de um tempo fica difícil atuar. Então, lá na Baixada Santista, como você tava dizendo, muito tempo sem a polícia atuar ali, quando foi perdeu o Soldado
Reis, infelizmente. Depois foi e perdeu o outro guerreiro. Lá no Rio, a polícia eh quase não entra mais ali. Sim, teve uma operação, uma uma força tarefa, não? Mandou a força nacional para lá, uma GO, né? Uhum. Eh, e aí o governo mandou mandou exército para pôr portos e aeroportos e a Força Nacional para ali. Mand, foram 1000 homens, resultado nenhum, né? Então, quando o estado não atua, Quer dizer o quê? Se ele voltar lá, vai ter confronto, porque os caras se armaram. Os caras se armaram. Se você não cortar, se você não cortar o
tráfico de arma, o traficante de arma, ele tá só esperando a ação da polícia. A polícia foi lá e pegou 10 fuzis. Aí ele fala: "Meu irmão, [ __ ] meu irmão, então agora tem mais, toma mais 50 aí e o ladrão cheio de dinheiro. Meu irmão, perdi esses 10, não Vou perder mais nada porque tem muito dinheiro no negócio. O cara vai lá e compra 50. Resumindo, a polícia falou, pegou 10, os caras colocaram mais 50. Tem um saldo positivo de 40 ainda. É isso aí. Então, se o estado não bater ali direto, não
bater no tráfico de arma, não impedisse essa entrada aí. E qual é o cenário lá na Baixada Santista, cara? Eu conheço o Marel passa ali em frente Direto, né? Passava, né? Não passo mais, quase, mas eu que sou do Rio conheço lá a realidade do Rio. Manaldo também. Sim, sim. Mas como é que é a Baixada Santista ali, cara? Qual aquele terreno ali? Cara, a Baixada Santista ela eh embora muitas vezes tô falando para pessoas que não frequentam a a região mais periférica, as zonas de atuação mais propriamente dita da polícia, né? A grande maioria
Vai pra Baixada, vai pras paraas cidades no entorno da Baixada Santista ali e vai paraa beiramar, né? Vai pra orla. Então não conhece a realidade. Em alguns pontos, principalmente Santos, Guarujá, existem eh os morros, né? Os morros são e o morro ele acaba, de maneira geográfica sendo propício paraa proliferação do do criminoso, porque no no fundo do morro é mata. Então o marginal ele fica lá de cima observando. Muitas vezes tem uma Escadaria. Os usuários de droga aqui, tudo que alimenta isso aí, tudo gira em torno eh do tráfico de droga, né, meu? Que é
uma [ __ ] de uma, daqui a pouco dá pra gente falar sobre isso aí, mas tudo gira em torno do tráfico de drogas. E o que acontece? Se lá tem um cenário geográfico parecido, um terreno parecido com o do Rio. Porém, igual eu falei, a o estado se ausentou por algum tempo, mas está de volta. E E é o seguinte, irmão, se o Cara quiser enfrentar lá na Baixada hoje, eu posso dizer assim que em vista do que tava até acontecer as operações, hoje melhorou bastante e tende a melhorar mais. foi teve um empenho
do secretário de aumentar efetivo, aumentar equipamento na reunião para manter e não deixar retrair mais eh a situação. Mas lá tu lá então é região de praia, né? Sim, região de praia. Região de praia. E lá também é o próximo do Porto, é isso? Porto de Santos, próximo ao Porto. Então ali é um ponto estratégico pro PCC, porque o PCC joga droga ali no Porto o tempo todo para ir para exatamente. Existem várias estratégias do crime organizado aí. Eu não, assim, não dá para eu ficar entrando em muitos detalhes, mas ali o que você falou,
basicamente, até porque a gente atua frequentemente em situação outra, Morro A, morro B, enfim, não vou não vou entrar em tantos detalhes quanto essa atuação, mas de fato é uma área de interesse muito grande pro crime organizado ali, porque o nosso país, a droga ela vem da daqui do dos dos países emergentes aqui da América. do Sul, né? Ela é produzida lá, é trazida para dentro do país, ela é transportada aqui, a grande maioria pelo PCC. Eu Acredito que a maior parte hoje das drogas que são eh importadas, vamos dizer assim, que são inseridas aqui
dentro do do território, são feitas, esses transporte é feito pelo PCC e a grande parte é escoado principalmente pela pelo porto de Santos, que aí os caras t diversas estratégias, joga em casco do navio. Já ouviu alguma coisa disso aí? Não conheço, já vi, Então tá ligado? Enfim, então assim, muitas vezes é o moleque que é boizão, que é mergulhador, que aprende fazer a solda lá, vai lá e para colar no casco. Muitas vezes você vai pegar esse moleque, ele não tem nada, não tem uma passagem pela polícia, é o é o maluco que se
encantou pelo dinheiro, foi coaptado e o crime utiliza ele para para fazer esse tipo de serviço. que estão lá. Essa droga é inserida, é transportada na maioria das vezes paraa Europa, que é onde aí os caras superfatura o valor dela, né, meu? Então, aí é onde entra o entra o a grana grossa paraa facção, vamos dizer assim. Então, mas a grande a grande maior movimentação de tudo isso aí, desse cenário de violência que foi gerado lá, é em torno do tráfico de drogas, né, mano? Então, do tráfego, do tráfico local e da proteção para que
essa droga saia e e seja e seja transportada até Europa. Uma região dessa não pode ficar descuidada de forma alguma porque olha só, região de praia, bem povoado, sim, é Rio de Janeiro, pô. O Rio de Janeiro é território pequeno, mas cheio de gente. Exato. É uma é uma metrópole no litoral, né? É região região de praia, Rio de Janeiro foi capital e tal. Mas vamos voltar lá pr pra Baixada Santista. Região de praia populosa, então tem muito consumo interno, né? Sim. E ainda é um ponto estratégico para armazenamento de droga para jogar dentro do
do porto. Sim. [ __ ] se se eu tenho uma carga enorme de droga ali, eu preciso ter bastante arma, né? Exato. E ali movimenta muito dinheiro, né? Agora ali tem barricada, eh, fuzis, como É que é isso? Eu não tem barricada assim no nível, por isso que eu falo que estavam começando a querer fazer algo similar ao rio, tá? Vou dizer que hoje nas nas favelas lá não tem a tem marginal com fuzil, sim, mas não é igual o rio assim que o cara tá com dois, três pendurado na bandoleira. Grande maioria ainda tem
revólver, pistola. é o bandido que tá querendo começar a montar. Então, por exemplo, você vê barricada muitas vezes Em em comunidade que o cara faz com a lixeira, coloca duas lixeiras na frente. Não é uma barricada conforme as que a gente já tá acostumado ver lá. Nunca tive lá no Rio, né, atuando lá principalmente. Mas eu sei que tem barricada até de concreto lá, né? Pelo que eu vejo os caras botam trilhos de trem concretado no concretado no Então assim não tem nem como. Bota pneu em cima, taca fogo. É, então lá não temos essa
esse problema, essa problemática ainda, igual eu falei, vamos dizer assim, que estavam iniciando um movimento para se transformar no no que de repente hoje é o rio. Não, não, não estavam equipados nem armados da mesma maneira que o Rio e nem tampouco com Mas eu acredito que advendo da internet, do funk, essas o funk que eu falo, o funk é apologia mesmo, não Tenho eh preguiça nenhuma de falar do funk. Já falei acho que uma vez com você aqui e continuo falando. O funk é ferramenta do crime para mim, para corromper a sociedade no mundo,
minha opinião, é ferramenta. A gente sabe que muit das vezes, inclusive o os caras banca os MC da vida, bancam e faz o cara estourar justamente porque o cara vai ser um soldado deles para recrutar, para militar na tanto no, porque assim, o funk ele acaba gerando, já tô mudando de Assunto, mas daqui a pouco a gente volta lá, mas o funk ele acaba gerando alguns eh no meu ponto de vista ele destrói a sociedade e é por vários flancos. que o o funk ele consegue atingir o o jovem, de repente o jovem não vai
ser criminoso, mas os grandes fluxos que acontecem, principalmente no entorno aqui na nas comunidades aí já vindo aqui pra capital, mas na baixada também tem os grandes fluxos. O que acontece? Você Atrai o menino da um menino sonhador muitas vezes da periferia que se ilude com a letra de apologia que ele ele vai ser o criminoso de amanhã ou ele vai ser o traficante de amanhã. Então você já começa a doutrinar a cabeça desse jovem, você atrai o jovem muitas vezes que talvez tem uma condição financeira maior, que quer táar lá no funk também, porque
tem as meninas lá e esse moleque também, esse jovem muitas vezes ele vai se tornar um escravo do traficante. [ __ ] mas o escravo do traficante é. Eu tive uma abordagem uma vez que o moleque falou para mim, eu encontrei o moleque trabalhadorzão, pô, sujo de tava sujo de de tinta, acho que tinta ou de cimento, não lembro. E ele achei as cápsulas de de cocaína vazia e perguntei para ele dentro do carro dele e falou: "Porra, tá usando droga, meu? Uma cara de gente boa aí, o moleque, a cara de trabalhador estava trabalhando,
tá todo sujo?" Ele falou: "Senhor, eu, infelizmente eu tô No vício." Eu falei: "Mas como que é isso aí, cara?" Ele falou: "Não, senhor. Eu falei: "Quanto que você consome de droga?" Ele falou: "Todo dia de dois a três pinos." Aí eu falei: "Quanto custa?" R$ 10 cada um. Então, de 20 a R$ 30 por dia esse cara gasta. Aí eu falei: "E quanto você ganha por dia para trabalhar o dia inteiro?" R$ 50. Então, o cara, ele se tornou um escravo, porque na hora eu perguntei para ele: "Ô, para com essa [ __ ]
aí, meu, você é um moleque novo? Pô, para que isso aí? E ele, você, eu vi o desespero no olhar dele, como se ele tivesse preso dentro do próprio vício. Ele olhou e falou assim: "Senhor, eu não consigo". O olhar dele era de desespero, eu não consigo eu falei: "Como que você começou isso aí?" Ele falou: "Eu fui lá no fluxo do Jaqueline, que é um bairro lá da da periferia da capital, fui lá no fluxo, tinha até um um fluxo que é o baile Funk, né? Tinha um fluxo famosinho lá, ele foi lá e
ele falou: "Experimentei lá, depois desse dia eu nunca mais consegui parar". Então é onde os nossos jovens vão se perdendo. [ __ ] foi no fluxo. O moleque de repente era para est tocando a vida, arrumar um emprego, ter um futuro brilhante, construir uma família, cumpriu o papel social dele, não, ele virou um escravo do Esse cara no final dele vai ser numa cracolândia da vida, porque ele se perdeu, ele Perdeu a mão, tá entendendo? Um moleque bom. Então, para mim, o funk é uma ferramenta de destruir a sociedade. Ninguém tira da minha cabeça. Ou
ele consegue o o objetivo do crime organizado de financiar os fanqueiros é simplesmente ou eu consigo mais eh soldados para tá umbriano, soldados do crime, né? No caso, eu consigo mais aliados no crime ou eu consigo captar meus escravos para me manter. E para mim também os aliados no crime Não deixam de ser escravos deles também, de quem tá no topo da pirâmide. Entendi, irmão. Entendo e concordo. E vai até além disso, né? Porque olha só, se você dá uma certa eh suavizada, né, na atividade criminal, porque virou cultura, virou música, né? Exato. Então, quando
você faz isso, você acaba alcançando outras camadas da sociedade, formadores de opiniões, né? É isso aí. Eh, esse esses jovens que frequenta o Fluxo, né, o B funk, né, eh, esses jovens eles são usuário, no mínimo são usuários. Eles podem daqui a pouco ser, pô, jornalista, promotor, juiz, né, porque eles vem de boas famílias, né, os pais. Então, influencia essa parte da sociedade. Quando você coloca muito dinheiro no artista, você tem uma boa fonte de lavar de dinheiro. Exato. E aí você movimenta também o dinheiro Por ali. Daqui a pouco você coloca esse artista num
caldeirão do Hul, num programa desse aí de grande repetição. A gente sabe, os caras vem investindo pesado. Os caras têm 8, 9, 10, 20 milhões de de seguidores. E a música que o não, você pode ver, as maiores páginas do YouTube são do funk. Pode olhar. As maiores páginas são do funk. E você vai ver que esses caras aí, você falou do quando eles vão na TV, por Exemplo, na na mídia aberta lá, é só funk, como é que eles falam? Funk de romântico, alguma coisa assim. Não, não tem um funk. Eles têm um termo
para isso aí. Não, mas é o funk romântico. Eles vão lá cantar uma música da namoradinha, vão. Não tem nada a ver. da apresentação de um cara desse diante do público lá ao vivo, quando o cara vai lá no no próprio fluxo mesmo, na televisão eles cantam uma música bonitinha, romântica, tal, Não para iludir e falar: "Não, os caras é da hora, pá, é de boa, passa uma imagem mais tranquila lá." Não, eles não vão cantar uma música que é para catar o polícia, atirar, que é para metralhar uma viatura. Não vão cantar esse tipo
de música lá. Eles deixam para cantar no quando eles estão no reduto, aonde eles conseguem influenciar o jovem e sem e sem e livre das câmeras de qualquer crítica que seja ali, né? Então é, no chat o pessoal falou funk Consciente ou love funk. É isso aí, love funk. Essa parada aí mesmo. Então agora aí é igual o cara que tá na internet, né? Ele ele para tu ter o conteúdo, um conteúdo exclusivo, você tem que pagar, né? Sim. Então lá no funk é o seguinte, para quem quiser ver esses funqueiros, tem que tá pessoalmente
lá, tem que ir No club. Exatamente. Flu. Aí a molecada faz questão de ir pro bar funk, porque lá no bar funk tem um conteúdo único de lá, né? Fora o armamento, fora tudo isso, né? Então tá vendendo ali uma sensação de de poder, né? Quando o cara vai para ali, ele tá doidão, ele pega a arma do traficante, ele tira a onda. Esse cara, meu irmão, o o mínimo que vai acontecer com ele, ele virar um viciado, um drogado. O mínimo, o mínimo ele vai virar um Escravo desse próprio cara que deu a arma
na mão dele. É, desse otário. Esse otário. Porque na moral, man, o moleque vai iludido lá, fala: "Porra, tem umas meninas lá, vou lá, vou, tô bonitão." Aí ele já mete uns carimbos, mete umas tatuajonas também de MC, mete um colarzão que ele tem dinheiro, certo? Aí ele encosta lá. É o que você falou, pega aquela intimidade com o armamento, pô, pega aqui, pega na Arma, paga de malandro lá no meio e no final o que vai sobrar para ele é isso aí. No máximo, no no mínimo ele virá um escravo da criminalidade, um escravo
do traficante. Agora, Nante, esse aí é um outro problema que a polícia não consegue resolver também, né? Eh, é sabido que nessas comunidades aí tem bar funk todo final de semana, né? Então, né, agora aí como é que como é que faz isso? Você sabe que ele tem arma, você sabe que ele Tem droga, você sabe que ele tem todos os tipos de abuso, tem uma festa protegida por vezes, né, no mínimo pela Associação dos Moradores, por alguma ONG que tá ali, por partido político, pela imprensa, por todo mundo. E aí a polícia não tem
não atua, né? E aí, como é que resolve isso? Ou a gente conscientiza essa molecada na ideia, porque vou falar, a pressão pública sobre isso aí é grande. Você sabia que aqueles policiais, você lembra que na na Paraísópolis morreu algumas pessoas pisoteadas durante a ação da PM? Sim, pô. E os policiais respondem por isso. Aí é condenado, descondenado, vai ser condenado, pressão da imprensa para condenar os policiais. Pelo que eu lembro ali, cara, vê, vê se é isso que eu tô lembrando. Pelo que eu lembro, a aquele caso, eles correram, né, da polícia e eles
mesmos acabaram funilando. Exato. Não foi o policial que deu um tiro ou nada do Não, não, eles morreram pisoteados por eles mesmo correndo. Agora vamos lá. E o polícia responde. O polícia responde agora. Por quê? O policial tá respondendo porque a alegação é que a a alegação é que o o policial ele tá respondendo porque a Alegação é que eh os policiais deram causa. Quando a polícia atuou, os jovens começaram a correr por conta da ação da polícia. Então, se um pisou no outro, é, foi porque a polícia atuou ali, que não deveria ter atuado,
enfim, foi questionado diversas vezes, tá entendendo? Pera aí, meu. Mudou, inverteu, polícia chega num lugar que existem pessoas, porque é assim, tá, Glário, Vamos lá. Você monta um evento hoje, em vez de você fala Glauber, é festa do Glauber, beleza? A festa do Glauber vai ser show, espetacular. Ele vai levar diversos artistas, vai pegar, reunir diversos artistas. Mas não vai ser esses de funk não, né? Não, não vai ser funk não. Vamos falar do sertanejo. Festa do Glober. Sei se você gosta da da gostanejo? Gustavo Lima. Gustavo Gustavo Lima. Fala Globo Lima. Não, na festa
do Glober. Vamos lá. Festa tá batizada já. E você organiza esse evento, irmão. Primeiro lugar você vai ter que arrumar. Onde você vai fazer esse evento? você vai fazer na rua, poder público não vai deixar você fazer no meio da rua você travar as vias. Beleza? Sim. Então você vai ter que arrumar um local, que seja um ginásio, que seja um estádio para organizar esse evento. Aí Lá vai passar o você vai ter que eh você vai ter que pegar diversos documentos, vai diversas habilitações e documentações você vai ter que pegar para que você possa
concluir para começar a vender ingresso para que as pessoas, mesmo se não não tiver ingresso, ah, meu, vou ficar só com a bebida, não vai ter ingresso, vai ser gratuito. a entrada, tá? Mas mesmo assim vai ter que ir lá passar o bombeiro para Ver se tá tudo OK, se tem condição, vias de fuga, se tiver um incêndio lá, se se de repente eh tem como ser extinguido esse incêndio, vai ter que ver os níveis de risco do local, enfim, diversas coisas vão ser avaliadas pelo poder público. Você vai ter que recolher taxas, tá, pro
estado ir lá fiscalizar para ver se seu evento tá legal para ser atendido. Beleza? Sim. E no final, se der algum problema lá, quem que é o responsável? Você Imagina que, sei lá, meu, cai uma uma telha lá, o povo começa a correr e e essa e as pessoas são pisoteadas lá dentro. Quem que é o culpado? O dono dele, o dono da festa do Glauber, meu. É o Glauber, meu. Tá entendendo? Agora, hoje, mas no fluxo, o fluxo ele é ele é em tese, ele é organizado porque ele é cultura, né? O fluxo é
cultura, né, meu? É música, você Falou, né? Pá, não. O fluxo ele é organizado, ele não arrecada nada pro estado, ele não tem, ó, eu falei não, eles falaram, né, que é cultura, né? Não. Sim, sim. Não, não, você é não, não você falou, mas o é o que é falado, né? Eu falei, você citou, né? Vamos falar se você agora. Mas o fluxo ele não dá lucro nenhum pro lucro nenhum. Que não que o estado tenha que ter lucro, tá? Mas ele não recolhe, Só dá prejuízo pro estado. Ele só dá prejuízo pro estado.
Ele não passa por nenhuma fiscalização. Ele não tem o nome de nenhum responsável em tese que tá lá, entendeu? Pera aí, meu. A partir do momento que um dia isso aí virar a lei, que os caras colocar, meu, vamos colocar na lei que é o seguinte, irmão, vai ter o fluxo, vai. Então, só que os organizador, qualquer coisa que acontecer aqui, se tiver menor usando, ah, tá, lá na festa do Glober, se tiver Menor usando bebida, você pode ser preso também, tá? Sim. Aí vai no no no baile funk, irmão, tem criança de 12, 13
anos. No outro dia você passar na porta de num local onde do endereço que aconteceu o baile funk, você vai ver criança de 12, 13 anos caída, drogada, bêbada, [ __ ] lá e não tem fiscalização nenhuma, não tem, aliás, nenhuma. existem as leis, mas de repente não tá não não tá se focando Nisso. Talvez outros governantes antigos, pessoas que passaram outras gestões, qual que é o intuito de eu não de eu não interferir nisso? De repente eu posso perder votos, né? E tem gente para caramba, né? Nesse movimento. Pal você falou, a força, pô.
Os canais de internet hoje a maioria são do funk. Os maiores são do funk. Então tem uma força muito grande de influência. tem um poder muito grande de influência. Então, [ __ ] você vai falar Que vai acabar com o funk, fodeu. Não, mas ninguém quer acabar, mano. Aliás, eu quero, né, mano? Não, mas olha só. Mas assim, o funk, esse esse tipo de funk que a gente tá falando aqui, de verdade, para mim, isso aí só serve para destruir a sociedade, de verdade mesmo. Esse ah, tem um toque, tem uma batida, não sei o
que lá. Beleza? Não tem apologia, não tá incentivando as pessoas a usar droga, não tá? É algo diferente. Beleza. Agora esse aqui que a gente tá falando que a gente sabe que tem uma grande influência do crime organizado, meu irmão, esse aí devia ter uma fiscalização pesada, talvez uma legislação específica para isso aí, para de repente começar a responsabilizar. Pera aí, meu irmão. Quem que é o sei lá, né, mano? Lá no Rio, quem que é o dono do morro aqui? É o fulano. Então tá bom, mano. Aconteceu tal coisa lá no É mais uma
através da lei. Beleza. Você é o Responsável pelo morro. Agora tá no tá na sua comanda essas mortes que ocorreram dentro do baile aí. Beleza? Problema seu, mano. Se vira e começar a entubar crime nos caras que são responsável de fato. O cara que é responsável ali pela quebrada, que organiza, entendeu? É, irmão. Então, o problema é porque assim, parece, né? E isso é um um discurso usado como se fosse preconceito ou contrário à cultura da favela, não é Isso? Vamos lá. A cultura da favela, ela não pode ser eh não pode ter droga liberada,
não pode ter tráfico de drogas, não pode ter armamento, não pode ter um monte de violência, não pode ter menor utilizando droga na cultura da favela, na não, em em qualquer em qualquer cultura, seja da favela, seja do playboy, né? Outro argumento muito utilizado, pô, e na rave, lá na rave do Rico tem um monte de droga também. Que que eu acho, cara? A verdade é que tem que parar com essa com essa eh dois pesos, duas medidas, porque que acontece? As raives tem droga, a polícia tem que ir lá e tem que bater lá
também. Isso mesmo. E aqui e aqui bater aqui. Agora outro um discurso utilizado muito por quem defende ou por quem acha que isso é uma postura preconceituosa. Pô, a polícia na na periferia é uma, na Zona sul é outra. Esse cara, se ele, se ele vê uma ação onde a polícia agiu com energia aqui e não agiu com energia lá na zona sul, ele tá certo. Da mesma forma, se a polícia exige um monte de regra na festa na zona sul, também tem que exigir a polícia, não, né? O estado, porque tem bombeiro, tem tem
saúde sanitária, tem um monte de coisa também. Tem que exigir lá. Que que acontece? Eh, o que não pode ter eh festa, que na verdade é é ponto de Droga, venda de droga. Então, para ser legal, ela serve para utilização da prática de vários crimes. Ô, nante, aquele vídeo lá é muito no Rio de Janeiro, né? Os caras com fuzil pro alto e outra coisa, eles é bonde, saindo de várias favelas. Essa favela aonde o o os policiais do BOP perderam a vida semana passada. Eh, vila do dos do Pinheiro, né? Vila dos Pinheiros. Manov
tá dormindo, nem adianta olhar para ele. Olha lá, olha Lá. Eu não sei, eu não sei o nome da favela, irmão. Não sei. Vila do João, Vila dos Pinheiros. Ali é o bair, o baile da Disney, que é aquele baile famosão, o bar, o baile, baile da Disney. Tem uma estrutura montada lá, pô. Sim. Ali é o ponto mais famoso de baile funk do Rio de Janeiro. Então ali dentro, se você sabe que todo sábado tem baile ali, Inclusive tu não lembra, [ __ ] aquela advogada lá de São Paulo que era mulher do K
tava lá com que tava lá, tava com cordãozão do cara. Então é ali naquela favela, pô. Inclusive a polícia tá a polícia tá de olho nele. A polícia tá atrás desse cara, né? Então, eh, olha, olha o que que nós estamos falando, pô. A artista, advogada lá, foi pro baile, botou o colazão do cara, naquele lugar ali vai pessoas influentes na sociedade, pessoas de Poder, né? Concordo. Só que ali, cara, a festa é a mesma regra da festa lá do Bacana. Tem que ser sim e e o estado tem que parar de passar a mão
em festa rave também, porque festa rave e falar que não tem droga, [ __ ] Não, mas é, [ __ ] nunca vi os cara de óculos escuro lá, meu irmão, só bebendo água, balançando a cabeça sem parar, [ __ ] Ninguém faz isso normal, não, pô. Mas é não, isso não. Eu concordo com você. Só que você já viu o número de pessoas que vai nisso, nessas peças, a a quantidade de massa de pessoas, a grande massa de pessoas que vai na tanto na reve quanto no no duas mais duas, meu irmão, se você
começa, é um negócio que ninguém quer pôr a mão, sabe por Quê? Porque o cara perde voto, ele fala: "Pô, esse é aí o esse aí é o político que tá querendo acabar com as reve, tá querendo acabar com o funk. Ah, não é quando a gente fala do voto, n, eu concordo contigo, mas vai além do voto, né? O comandante do Batadão não quer perder o comando. Ah, não. Aí, isso aí tu nem precisa falar, né? Porque tu tem regulamento militar, mas assim, é O comandante do batalhão que não quer perder, é o camarada
que de repente, [ __ ] numa festa dessa ele tem a segurança, o outro coronel ali, o outro policial que é a segurança da festa. Então quando fica esses interesses aí, ó, no final das contas quem paga a conta é a sociedade, cara. É a sociedade. Então assim, a sociedade. Eu só coloquei isso porque assim, toda vez que você fala do B funk surge esses argumentos, né? Ah, é um discurso Preconceituoso. Ah, e a festa rave, cara, nós estamos falando o seguinte, olha só, aqui na festa dentro do bar funk tem um agravante que é
o armamento e e a violência. Ali tribunal do crime, tudo acontece ali. Tem pessoas que vão pro baile e não volta. Isso exato. Na festa raiv isso já não acontece, porém não dá para desconsiderar o consumo de droga que tem aí, não, Né? Agora na comunidade tem um agravante, um agravante que é outras regras, armas e tudo isso. Agora, eh, e o funk para para fechar esse tema, o funqueiro que vai num bar funk, ele não presta conta nenhuma com o estado, pô. Quem pagou ele para tá ali? É isso aí. É quem pagou ele?
Porque é o seguinte, meu irmão, eu tô aqui, tô no YouTube, tô prestando serviço. Se se eu, se eu não prestar conta aqui, Não pagar meu imposto, não pagar nota, tá aqui, ó, os patrocinadores, eu tô lascado. A receita vai vir em cima de mim. Agora o cara foi lá na favela, lá no baile da Disney lá, [ __ ] e ganhou conta para tali. Sim. Quem pagou ele? E pega a nota fiscal, pega o produto, pega daí, tem lavar de dinheiro, não tem? Dá cana em todo mundo, [ __ ] Exato. No crime fiscal
confisca. Agora você vê os caras explodindo aí, os caras andando de Não que não, não que não seja mérito, mas aí acaba se tornando suspeito. Você vê os caras andando de carro de milha, mano? Uma, duas milhas, 3 milha. Pera aí. Dá, tá vindo da onde? É, os caras até podem, né? Então assim, não pode e deve. Pode e deve. Porque assim, é justamente já para não ficar, igual você falou, o discurso preconceituoso, não é isso que a gente Tá batendo aqui, não é? Ah, meu, porque o cara veio da periferia, ele não pode crescer,
ele não pode ostentar. Pode sim, pode. Mas desde que seja da maneira correta, como se deve ser, sem ultrapassar valores, sem expor a saúde das pessoas, sem a saúde que eu falo é principalmente incentivar o uso de droga, sem destruir famílias, sem incentivar a molecada a ingressar no Crime, a ingressar no tráfico. Ele pode, desde que ele não esteja fazendo o mal. E essa é a minha visão. Desde que ele não esteja fazendo o mal. [ __ ] mano, quer virar motivador então, mano? Cata e sei lá, mano. Igual ouvi um negócio esses dias legal.
O cara é da periferia lá em São Paulo lá. Ele trabalha com gesso, drywall. Uhum. Esse cara, ele montou um, ele montou um, uma ONG, é uma ONG boa. Ele montou uma ONG, onde ele dá aula de como as pessoas, ele dá um cursinho ensinando os jovens que estão lá na comunidade, que muitas vezes não tem emprego, não tem oportunidade, ensinando o jovem a trabalhar com o dryall. Então ele incentiva essa molecada. [ __ ] isso é legal. Quer virar um influenciador grande? Igual eu já vi também, tem um menino aí que é eh acho
que é favelado, trader, trader, trader da favela, alguma coisa assim. O moleque ensina, ele veio Da comunidade, ele ensina os jovens a fazer investimento, ensina eh a ter educação financeira. Então, [ __ ] esses são bons exemplos. O moleque não tá dando chapéu em ninguém, não tá colocando a cabeça de ninguém a prêmio, a vida de ninguém em risco para que? para crescer esse moleque. Eu desejo ver ele até de helicóptero, de avião particular, que ele é um cara que tá fazendo um serviço bom pra comunidade. Agora, o o cara que muitas vezes tá Crescendo,
vai lá na televisão, canta um love funk e chega na periferia, começa, chega nem sempre na periferia, mas chega no show propriamente dele, incentiva o jovem da periferia ou a virar um um bandido violento, falar que tem que dar tiro na viatura, dar tiro no polícia, tá entendendo? é iludindo essa molecada. Esse cara aí para mim ele tem que se [ __ ] Ele não tem que tá andando de nave. Na minha cabeça não tem, mano. Porque ele faz um, ele ele corrompe a a Sociedade, tá ligado? Sim, sim. Não entendo. E aí na incoerência,
né, cara? na incoerência, a mesma mídia, o mesmo, toda aquele bloco de defesa que que vão sair em defesa desse desse camarada aí que tá fazendo uma apologia ao crime. É isso mesmo, é um 57, arma na cara e tal, não sei que é bonde do ladrão de Rolex, sei lá, nem lembro mais, mas tem um monte de letra assim, eh isso aí eh eles não colocam como eh violência. Aí o o policial contando uma Ocorrência que tem que tá no papel, meu irmão, que que houve um processo ali que foi apresentado na delegacia que
teve um processo dentro da justiça lá militar ou ou da da da esfera, né? Sim. E e isso aí é violência. E um cara que faz isso não é nada, é arte, pô. Para com isso, cara. Então, a falta de coerência, né, cara, eh, da mídia. Agora, se o camarada vai andar num carro De 3 milhões, porque ele tem uma música, a música dele é muito assistida, ele tem patrocinador, tá justo, irmão. Parabéns. Nesse ponto, o cara ter orgulho porque veio da favela, eu acho maneirão, cara. Eu tô feliz da vida. Agora se ele ganha
dinheiro, [ __ ] com lavar de dinheiro do crime ou se ele ganha dinheiro, pô, em com apologia ao crime ou em festa que tem venda de droga e tudo isso aí, aí tem que prestar conta. Igual eu Falei, meu irmão, esse cara aí para mim ele e e é pros dois lados, né, irmão? Também não pode, [ __ ] o DJ famoso lá na festa rave, não ter responsabilidade nenhuma com quem tá pagando ele, se ali tem droga, tem lavagem de dinheiro também. O problema é que ninguém mexe com ninguém e fica esse negócio
aí. Quem paga o preço? O polícia quando manda o polícia lá. Exatamente. O polícia é sempre o cara Que vai lá, chega, é o problema. Ele é o problema. Literalmente, esse é o problema, que o polícia vai chegar lá, ele vai atuar e no final a corda vai estourar pro lado de quem? De quem não criou tudo aquilo lá, de quem é o polícia que é o ponta da linha que ele vai chegar lá, que é o que tá acontecendo agora, que eu falei lá na da da comunidade. Quem tá sofrendo as consequências agora do
processo são os policiais que atuaram legitimamente, Porque o cara chegou, tomou garrafada, tá tomando tiro de lá de dentro do meu irmão, vai ter que atuar. E aí a tua, certo? É isso, meu irmão. Deixa, deixa eu saudar a nossa audiência aí. Estamos com 7.000 Valta. 7400, irmão. 7400 pessoas ao vivo aí, cara. Então, pô, meu muito obrigado. Boa noite para todo mundo tá em casa aí. Aquele, pô, deixa o teu like, né? Manda essa Transmissão para alguém. O chat aí é teu ambiente. Eu tô tentando olhar aqui, mas tem muito comentário. Mano Walter tá
na função ali. Certamente ele tá fazendo isso, não tá, mano Valter? Tô sim, irmão. Inclusive, cara, como é que tá o chat? O chat aqui tá pedindo para para chamar o Frank, né? O Maurício mandou o super chat. Tem alguns super chats falando. Glauber, chama o Frank. Ele fala muito do Nandes. Estamos esperando. Ele falou Que o Frank realmente quando ele teve aqui com a gente na participação dele, ele citou o Nantes, né? Ses é o Nantes é bem conhecido. Então ele ele tem uma admiração pelo Nantes, um respeito, né? Verdade cara. E eu fiquei
com vontade desse podcast também. Eu falei pro no dia que o que o Frank veio aqui que, pô, daria um baita de um de um podcast, né, o o Nantes e o Frank. Eh, até brinquei na época aí, ô Frank, tu vai vir aí, cara? Vem aí, vamos fazer um podcast Junto, né? Mas ele não pode, né? Inclusive, igual quando eu brinquei com ele falando que ia mandar Insider, né? Aí manda o endereço aí. Ele, pô, Global tu quer me derrubar. Mas eu eu acho uma boa, cara. Eu gostaria também, cara. Mas olha só, eu
antes eu preciso eh falar aqui do do dos nossos parceiros, né? Tá aparecendo estratégia aí e para mim é sempre um orgulho falar do estratégia concurso. Você que tá em casa aí, cara, e tem um Sonho de passar no concurso, passar pra polícia ou para outra carreira dentro do do serviço público, minha dica para você o Estratégia Concurso. Você que acompanha o canal sabe que o Estratégia é o curso que mais aprova no Brasil. Aprovou o Glob também, né? Eu estudava com estratégia. O N tá rindo. Porque esse esse sorriso do Nan, ele tá dizendo
assim: "Porra, aprovou o Glá, aprova qualquer um bom mesmo. É bom mesmo, né? Pode ir. Então, meu irmão, aprovou o Glob, aprova qualquer um. Então, cara, o Qode tá aqui. Acesse aí o estratégia. Ô, Nant, e outra coisa, cara, você deveria chegar aqui me elogiar, falar que eu tô mais forte, [ __ ] Não tô não, mano. Tá emagrecendo, [ __ ] [ __ ] mano. Tá acontecendo, irmão. Não tô forte não, cara. Tá, tá. [ __ ] essa camisa aqui tá um número a mais, hein, cara. É que eu não sou de ficar reparando
Muito em homem não, viu? Você é pruma não, né, João? Você é pruma não, João. Então, você que tá em casa aí, vai treinar, ó, tá aparecendo aí, ó, o E da Gl. Lembrando que o ei da Glop, ó, tá, tá aqui atrás, ó. Ó lá, ó. A ele, né? O pode, né, mano? O pode. Então, tá aí o da Glopfa. O da Glopa é de 1 kg, cara. Então, tu vai adquirir aí o teu produto para ficar Forte. Eu, cara, eu hoje eu até conversei, pô, tava treinando, cara. Eu tô com a dificuldade, cara,
de manter uma rotina, porque, pô, dois empregos, né? Um podcast demanda muito. Vou pro Rio, sexta, volto, [ __ ] segunda, emendo para trabalhar o podcast, um monte de demanda e eu tenho treinado três, três vezes na semana, quatro, quando muito, durmo muito pouco. O meu pior, cara, é o falta de sono, cara. Eu durmo 4, 5 horas por noite. Aí Tá difícil botar carcaça natural, né, mano? Sim. Com 38 anos difícil, né, cara? Então, rapaziada, eu tô treinando, tá? Eu tô treinando. Tô bem, cara. Eu já melhorei bastante, né, pô. Tô tô mais magrinho,
seco. Seco é um exagero, né? É, moleque. Deu uma diminuída. Deu uma diminuída. Se é um é um baita do exagero, né? Mas assim, na é um processo, né, cara? Eu tô Só no meu terceiro mês treinando e então, cara, tô graças ao apoio da Glov, cara, facilita minha vida. Então, tá aqui também o nosso cupom é Fala Glauber lá na Gl. Então, você que tá treinando, vai fazer tua suplementação, adquira aí o produto da Gluf. Glup é o melhor custo benefício do mercado, um produto de qualidade, vai chegar na tua casa rápido, você vai
montar o teu pacote ali, não vai nem pagar frete, dependendo do do teu carrinho e botando o cupão, Fala: "Globo, tu vai ter um desconto." Então, cara, faça que nem eu, pô. Mano, Walter começou empolgado ali e parou. Eu não parei não. Man Val tá treinando. Tô no Jits né irmão? [ __ ] Jits. E aí? [ __ ] suplementação aí protém não vem com esse papo do J. Todo mundo aqui no canal sabe que você é maior conversa, mano. Valta, [ __ ] mano. Valta até me desconcertou Aqui. Tu falando j Val tá igual
eu lá no Mano Val, tu treinou quantas vezes semana passada? Semana passada eu treinei uma vez só, pô. Aí [ __ ] tá pior que eu. Treinou mais que eu, hein, man. eô falando ele, rapaz, no último ano ele treinou três vezes. Se ele treinou uma vez, semana batalha de ainda. Fala e pegou a marrom ainda, mano. Isso aí é um Gaiato, cara. Então, rapaziada, tá aí, ó, Glé e lembrando que Gl se inscreve, né, com R, não é com L, tá? Não é não, mano Valter? É isso, sim. Isso aí que a rapaziada fala
que eu digo GRF. É, você fala meio, mas dá para entender. Dá uma embolada. Dá embolada. Depois que eu li ali, eu entendi. Rapaziada, tiver na dúvida, lê, mano. Exatamente. E quem tiver no Spotify aí, cara, [ __ ] joga na internet aí, pesquisa com o nome errado que vai aparecer o nome certo na na pesquisa, né? Certo. É isso. E e outra coisa, irmão, eu vou te presentear, cara, porque, [ __ ] vou, mano, tu vem aqui, tu vai ganhar presente, cara. Então, hoje tu vai ganhar. Já tem Insider, cara? Ainda não, hein, meu.
Você presenteando pouco. Tu vai nos podcast aí? Não ganha insider não, cara. Faz tempo que eu não vou em podcast, tá ligado? Tô voltando agora, pô. Voltei hoje, inclusive. Aí e ó, eu botei o número pequeno para tu ficar fortinho, tá? Vai ficar fortinho. Botei G. [ __ ] meu irmão. Aí não, ele tá Sacaneando não. [ __ ] meu, cara. Tu é grandão, [ __ ] Pode abrir aí, irmão. Pode abrir. E mano Valter, você tá de ensai nova, né, mano? Valsa nova, irmão. Que ensai aí, cara? Essa daqui é a tech aqui. Eu
tô até com o braço maior, irmão. Aí é a R. É a Rev, irmão. Obrigado aí, Insider. [ __ ] irada, cor muito maneira, nova. O tecido dela é muito bom. Chegou aqui amassadinha, já desamassou aqui, ó. Tá passadinha, irmão. Ó, essa parada alinhado, irmão. Alinhado. E essa que o Mano Walter tá tá usando, a Inside, ela lançou a Rev, a Revlin e a Ed, né? A Mano Walter tá com a Red, né? Tá, tá, tá com a Rev. Isso. E e o bom da R é porque ela tem um tecido mais grosso que vai
marcar menos o corpo, né? Então eu já recebi várias mensagens, inclusive amigos, né, do meu Da minha relação pessoal ali, pô, ruim da Insider, né, pô, que eu tô meio gordinho, né? E marca o peitinho. Não, cara, não marca não, cara. Usa aí que vai ficar bacana. E o tecido da da Rev, né? Isso. A R que o manual tá usando, ela é mais encorpada, então vai marcar menos no corpo. E você vai ter aí a Twins Insider, né, uma Tech T-shirt com a mesma qualidade. Essa que eu tô usando aqui é a Tech T-shirt,
a preta, né? A Aquela tradicional que a gente sempre fala. E o Mano Walter tá usando a Rev, né? Irmão, irada. Muito boa mesmo. Que que isso, mano? Val, tá estragando aí o negócio aí. Ele vai brigar com a gente, cara. Tu vê qualquer um, cara, seja você, [ __ ] estranho igual o Walter, qualquer coisa, qualquer corpo, cara, a inside vai ficar bonito. O Glober frango, a insideria tá bonita aqui, cara. Mas o destaque, olha só, Pretinha, não desbota, não precisa passar como Mano Valto falou e é antiodor. Então, Nant vai de insider. E
tem tem uma cuequinha aí também, Nante. Se liga, mano. Conversa. Tem mesmo? Tem, [ __ ] Ih, vai pegar meio mal esse negócio aí, mano. Você dando cueca para mim, ô Glá, [ __ ] Aí, mas eu não vou ver, né, mano? E o pior pior defesa do barato. É, que que tu achou? É diferenteada, hein, pessoal? Zera. Beleza. Dá uma olhada aqui, ó. Tá na etiqueta. Fal que eu tô ganhando usada aqui. Creeca usada do Glauer, né? [ __ ] mano. Aqui, ó. Tá na etiqueta. É zera. Beleza. [ __ ] malha é diferenciada.
Curtiu, irmão. [ __ ] curtiu a meu irmão, ó. Top, hein? Bom demais. Então, amanhã tu já pode voltar para São Paulo de Inside, cara. E Quem tá em casa aí, o nosso cupom é Fala Globo. Então, tá aparecendo QR code aqui, ó. Desbloqueia, desbloqueia o teu cupom aí e vai de inside, cara. Aproveita. Seja a tech tshirt preta igual tô usando. A Rev é azul, mano. Volta. É um azul, né? Um azul bem bonito. Um azul. É azul. azul, um azul roxo, né? É diferente até que tradon do tom azul da que eu uso
normalmente, né? Sim. É diferente. E aí você vai ter branca também, tu vai ter de várias cores. Então vai lá, acessa lá o o site, deixa deixar, tem insider de todo tipo para você. Eu gosto para caramba da D, que é é a mais barata lá da Inside. é um tecido mais encorpado também e é muito boa. Então tem várias opções, tech t-shirt, seja a Rev, a Ed ou a Revl ou a Daily que eu gosto também. É isso Aí, meu irmão. Valeu, meu irmão. Obrigado. Curta tu insider agora, parceiro. Você que é polícia, que
é isso aí, mano? [ __ ] meu irmão, isso aqui é boot de qualidade, irmão. Você tá aqui do teu lado aí também, ó. Esse aqui, cara. É o boot da calusci, cara. Esse aqui é o modelo cedro. Essa aqui é a nova bota do exército brasileiro, cara. Então, é a nova do exército brasileiro. É, é exatamente essa aqui com tecnologia calúcia. Então, meu irmão, quero que você conheça. Eu vou te mostrar, mano. Volta. E aí, fala para ele da calúcia. Então, ô, ô, ô, Nante. A, a Calus, ela tem mais de tem diversos modelos.
Você pode parcelar, a galera pode parcelar. Lembrando que o cupom é fala, é Glauber 15, tá? Eh, então pra rapaziada que tá vendo aí esse modelo é o é o Cedro Cor Coyote. Coyote, né? Coyote. Esse aí é cor Coyote, irmão. E essa palmilha aí, ela é antiperfuro, cara. Então você não vai conseguir pego aí, ó. Tá, tá aparecendo aí na tela. É, não é a de baixo aqui, né? Isso. Ela tem, ela é antiperfuro. É, não no fura, né? E e ela tem escoamento também, né? Escolado aí para escoar água ou não, cara? Aqui
parece que é escoamento da água da do solado. É do solado. É. É. Ó. E esse solado aqui, cara, é até 300º. Olha lá. Olha lá, ó. Ó. Tá vendo? Resistente ao fogo, irmão. Então, pode ir com força lá para cima do da vagabundagem. Agora o padrão, o padrão tu vai ter que vai ter que depois acho que para serviço você não pode essa aí por conta da da conta do regulamento. Mas tem vários modelos lá no site, o mano Valto falou, você pode parcelar em Até 10 vezes. Essa cor é a cor coyote. E
cada bota linda, você que tá em casa aí, cara, aproveita o inverno, você que não vai trabalhar de bota, essa bota é uma bota militar, mas tem bota ali é pro seu dia a dia. Então, para quem trabalha, seja com atividade de motoboy ou qualquer outro tipo de serviço mais bruto, né? Eh, tem modelo que, pô, é resistente à água, né, que a gente tava anunciando aqui, o Apache esses dias, né? Isso. Hidrofado. Então, tem muitos modelos na caluch. E qual é o nosso cupom, mano? Volta. Glauber 15. Glauber 15. Glauber 15. Isso mesmo. E
então é, Glá, só falando pra rapaziada não esquecer acessar o o QR code que tá aqui, o o link tá aqui na descrição também e não esquecer de utilizar o nosso nosso cupom, né, que é o Global 15, tá? E é e como o Global falou, essa Palmilha ela é blindada, eu ia falar igual você, brindada, antiperfuro. E como Glória falou, são mais de 100 modelos lá, tem para todos o os gostos. Para você que curte o airsoft, essa bota aí é muito boa. Dentre outras tem bota para você fazer trilha, aquela bota pro motoqueiro
que ela vai ficar ali no perto do motor da moto, né, que é bastante quente e ela resiste até 300º. E também se o motoqueiro pegar a chuva, ela é impermeável, irmão. Hidrofugado. Então, calúcia, rapaziada. Isso. Hidrofugado é o modelo a parte, né? Esse aqui é o modelo cedo. Ele é todo costurado aí na lateral. Então, olha só, bota de qualidade, cara. É calúcia, beleza? Conforto, vai na calúcia, aproveite o teu inverno aí e bota uma bota de respeito no pé. Mais de 100 modelo, então você vai escolher o seu. E não esqueça de usar
o cupom Glob 15, irmão. Bota, bota uma bota. Gostei da bota. Bota uma bota no pé e vamos nessa, meu irmão. Meu irmão, isso aqui é presente também. É teu, [ __ ] [ __ ] meu irmão. [ __ ] E ele falou que ia te dar e não te já põe mais umas 10 na agenda próxima aí. Porque é o seguinte, irmão, já nem vou comprar mais roupa, cara. [ __ ] o cara vai embora de insider e tu vai tu vai meter a calça jeans aí. Pode passar para cá. Fica com essa aí.
Essa sua É essa aqui é nossa, né? É. Tu vai meter uma calça jeans, uma bota calúcia camisa da ensai. Já era. Já era. Sucesso. É o combo para Global. Ô, e daqui um tempo tu vai tu vai ficar forte usando os produtos da Glovo, pô. Aí já era, né? Aí estoura. E se quiser, [ __ ] passar outro concurso. É estratégia. É estratégia, ela é boa. E aí, mano? Voltas, fala aí qual é do Super chat. E é isso aí, foi o camarada que mandou o super chat pedindo para chamar o Frank. Tem uma
galera aqui, a tropa do Lamparina, como ele é conhecido, né? A rapaziada tá aqui em peso, a rapaziada do Frank, querendo ver o Frank aí na transmissão junto com o Nantes, né? como você falou numa transmissão, você brincou, né, que seria eh bacana ter os dois, né, e a galera tá pedindo aí, irmão, as mais de 7.000 pessoas tá Pedindo aí. Eu criei uma enquete. Se você não votou, vota aí. Se você não deixou o seu like, deixa o seu like aí na transmissão. E mandei aqui na enquete perguntando o que que a galera acha
de chamar o Frank. Todo mundo tá querendo o Frank aí. Tá. Tu chegou a ver vídeo do Frank falando de tu, cara? Foi engraçado, hein? Ele, pô, tem um galegão lá do olho azul lá, cara. Aquele cara, aquele cara todo mundo, Eu vi, eu vi, vi. batia no grupo lá do PCC os caras falando dele. [ __ ] o Galegão tá aqui e como é que ele falou? Acho que foi mais ou menos isso, do bigodão. Aí eu falei: "Esse é o Nan." É esse mesmo, é o Nante. Tu viu o vídeo? Eu assisti o
vídeo, eu vi. Cheguei, veio. Inclusive me mandaram, né? Bastante pessoas me mandaram, amigos, colegas me mandaram bastante vezes esse vídeo dele falando do trabalho policial, né? Então, principalmente falando sobre A minha pessoa, né? Acho que eh talvez eu costumo dizer que eu tenho a honra de ter de poder hoje aparecer na na na internet e poder representar um grupo, né? Um grupo. Eu sou uma das pessoas que tem a oportunidade de poder estar representando um grupo do que do que é o policiamento de rota, né? Então, eu acredito que esses vídeos ele assistiu também, ele
enxergou eh a maneira como a gente atua, a seriedade do do trabalho, né? E acabou Elogiando, o elogio acabou caindo para mim, né? Mas eu acho que eu ia complementar, cara, mas sobretudo ele falou da rota, né? Então assim, cara, eu já recebi crítica por ter dado espaço aqui, conversado com o Frank, já falei isso diversas vezes. Eu, o Frank hoje ele tem um trabalho de no YouTube. Ele comunica da mesma forma que eu tô aqui comunicando no YouTube. O meu passado é um passado de estudar para caramba, passar num concurso e Entrar pra atividade
policial. O passado dele foi diferente. Eu tive uma formação familiar que me conduziu para isso. Ele teve outra. Eu tive escolhas na vida que me conduziu paraa carreira policial. Ele teve outras escolhas que conduziu ele para uma atividade criminosa. Sim. O o grande ponto, ao meu ver, é que em algum momento ele mudou o rumo da vida dele e ele deve ter, sei lá, 30 ou poucos anos. Sim. E eu prefiro ver ele no YouTube comunicando positivamente pra polícia, comunicando contra atividade criminosa. Isso que você acab acabou de te falar sobre o B funk, sobre
os DMCs, ele falou comigo aqui no papo. Então, olha só, o mesmo que o Nantes pensa e o mesmo mal que o Nant tá vendo, o Frank também viu na conversa. Então assim, eh, pessoas vão se conscientizar contra um monte de de mares paraa sociedade Através da fala do Frank, através da fala do Nant, através da fala do Frank, através da fala do Globo. Então, nós estamos comunicando a mesma coisa. Então, assim, cara, eh, eu acho que a gente segue dois reglamentos. A, o regulamento social aqui, eu sigo o contrato social de fazer o bem,
né? respeitar as regras. É isso aí. E sigo a lei divina, irmão. Então, assim, o o os a os princípios, a moral Da minha vida, da minha família, é no que a gente acredita. A gente, [ __ ] amar a Deus, amar as pessoas ali, né, os nossos próximos e e fazer o bem, pô. E fazer o bem. Então, se o camarada resolveu a treta dele lá com a justiça, eh, mudou a comunicação, tá no YouTube, representa um papel importante contra o crime, conscientizando jovem, chegando um monte de gente, esse meu discurso é o mesmo
discurso de sempre, que é o que eu acredito, né? Eh, e se arrependeu verdadeiramente, irmão. Eu acho que que é um bom papo. E a forma como ele falou da rota Sim, a forma como ele falou da rota pro moleque da quebrada, você pode falar da mesma forma, Nante. O moleque da quebrada fala: "Pô, mas esse galegão aí do olho azul com esse bigodão aí tá falando porque ele é da rota, né? Tá puxando peixo pro lado dele, né?" O Camarada tatuado que foi que veio da periferia, [ __ ] que que foi criminoso, falar
da rota com aquele respeito que ele falou, isso aí tem um valor social, cara. Pô, assistir, alcançar milhões de pessoas, né? Concordo. Eh, eu assisti desde o início, quando a aconteceu lá no lá atrás, eu acredito que ele falou que tava no tabuleiro e conseguiu escapar do tabuleiro e ele começou estourou no pipocou no no TikTok, né? foi O TikTok que ele começou a fazer algumas lives e eu vi essas lives na época e eu de certo modo o que me interessou foi justamente essa parte que você tá falando aí. independente da vida pregressa dele,
ele talvez por estar no apuro, ele pegou e ele pegou e ele começou a mostrar um outro lado do do crime que muitas vezes talvez é romantizado pelo cantor de funk. Ele começou a mostrar uma crueldade do Crime que talvez não chega na cabeça do jovem que muitas vezes está iniciando no crime, que tem o sonho muitas vezes de ser um um faccionado, de tá de pertencer, de ser membro da facção, que tá iludido com a vida criminosa. Então, nesse sentido, eu, para mim, isso é uma análise minha, tá? Não é uma análise institucional, mas
é uma análise minha, 20 anos atuando, combatendo o crime. Então hoje eu consigo dizer que Eu sei onde tá os pontos principais para que de repente consiga se reverter e ajudar que não se formem mais criminosos. Isso é uma análise minha que eu acho que muitas vezes tá aí na conscientização, porque todo o trabalho que o crime vem fazendo através de diversos flancos, o crime vem atuando, que é um dos exemplos que a gente bateu bastante aqui, é o funk para trazer essa molecada pro mundo do crime, ele mostrou, ele desmascarou, Que ele mostrou que
ele teve inserido no crime ali. durante o período, enquanto ele era útil. E ele vem falando das histórias, acho que de alguns outros, alguns outros integrantes que perderam sua vida enquanto eram útil, beleza. A partir do momento que não eram mais úteis paraa facção criminosa, foram exterminados pela própria facção. Isso sem contar os que muitas vezes não morreram em confronto com a própria Polícia. Então assim, então eu eu tenho uma visão, um um olhar diferente quando isso aí despertou minha atenção, quando ele começou a falar de não, meu, que os caras quer me matar, enfim,
era desesperador ele era em desespero os vídeos dele, né? Eu lembro que ele tava em situação de desespero, porém ele conseguiu retratar bem. Eu acho que isso aí tem que ficar frisado pro jovem, principalmente o Jovem, ele tem que olhar aquele moleque mais emocionadão da quebrada aí que tá achando que eu sei que assiste muitas vezes aqui, esse mais emocionadão. Não, o crime é sucesso, é progresso, é aquelas giras toda da quebrada lá, enfim. E fogueira no tem ré, vamos para cima. Vai, vacilão. Abraça essas ideias aí que tá aí. De repente esse menino tá
mostrando para você o caminho, você só não quer enxergar. Amanhã você pode ser o Frank da vida e talvez não ter o mesmo Sucesso que ele teve de conseguir escapar e sobreviver. Ô, ô, ô, Nante. Assim, cara, eh, a polícia ela vai divergir em várias coisas, né? Sim. Eu recebi muita crítica por uma parcela da polícia porque tava fazendo podcast. Sim, eu tenho certeza que você recebeu um monte de crítica quando você eh começou a ter esse número seguidor no Instagram. Sim. Por que que eu tô me colocando e te colocando numa situação dessa? Se
você parasse por conta de crítica, você não teria um essa quantidade de pessoas que admira o trabalho da polícia e admira a tua pessoa, né? Sim. Então assim, cara, e da mesma forma o podcast, pô, antigamente eu, quando eu comecei a fazer vídeo na internet, eu chegava num plantão, os caras estavam rindo de mim, pô, Me zoando. Ah, blogueira, [ __ ] Eu fazia um vídeo, os caras ficavam imitando vídeo no plantão, eu cagava, irmã. Cagava, entendeu? Eh, por quê? Porque os camaradas eles têm conceitos fixos e eles não conseguem ver o que você tá
vendo. Uhum. Então, meu irmão, olha hoje aí a quantidade de pessoas, a quantidade de mensagens que eu recebo de parte da Polícia, dos policiais, falando: "Porra, Globo, você honra a gente, tá represando, representa a gente". Quando eu fui falar de fim do canal, das dificuldades do canal, quantas mensagens de policiais eu recebi aqui, pô, Global, sou policial de tal lugar, teu trabalho é importante e tal, o respeito que eu tenho de vocês, né? Então, o que eu quero dizer com isso, cara? Vai ter uma parcela da polícia que vai Falar assim: "Porra, o cara é
vagabundo, tá dando bola para vagabundo, que isso é aquilo". O tempo vai dizer se o cara é vagabundo ou se o cara tá no mesmo caminho que eu e você. Sim, até hoje eu tô vendo comunicação positiva. Falei isso pro Farrô, falei pro Terra, falei para um monte de gente. Por que que eu tô falando para um monte de gente? Porque a a audiência cobra, surge esse assunto e principalmente com Os caras quando vem falar de PCC. Hoje, cara, na internet, eh, eu não conheço outro canal falando, o Frank e o Iconografia da história falando
tanto, tanta coisa interessante e importante para que a sociedade conheça o que é o crime organizado de verdade, né? Teve um vídeo que eu reagi do Frank que falava, [ __ ] de um tabuleiro desse aí de um tribunal do crime que [ __ ] que que a menina perdeu a vida e tal. E e e Vira estatística, pô. quando foram procurar o policial lá de São Paulo, não acharam 12 corpos lá na mesma área. Então essas pessoas estão aí perdida que a imprensa não tem interesse, que que a justiça não alcança. Então, cara, eh,
o Frank, eh, eu falo, eu falo quando eu tenho oportunidade aqui no canal, cara, não erra, porque o dia que errar é pau, do mesmo jeito que a gente vai bater lá no no nos polícias que que, pô, na sacanagem que a gente vê por aí, pô. Então assim, eu eu não sei, cara, o que que você pensa disso. Por mim, eu acharia maneiro, principalmente pela mensagem positiva que que ele tem. Se tu me autorizar, o mano volta e coloca ele aí rapidão para ele dar uma palavra aí. E e a audiência, [ __ ]
vai vibrar. E eu particularmente, cara, eh eu acho que que é interessante e eu não não penso em nada diferente do que ele exaltando o trabalho da rota, cara. Sim. E isso aí e isso aí eu acho que que é maneiro. E aí, Mano Val, o que que tu acha? Então, irmão, eu mandei mensagem para ele aqui, mandei um link, se ele tiver disponível aí, se o se o Nes autorizar, a gente chama ele aí, né? Né? Eu acabei de mandar o link para ele, chamei ele lá no no Instagram, apurrem ele aqui e assim
que vocês derem o OK, a gente chama ele aí. A galera tá pedindo bastante. Ele tava no chat aí, cara. Ele falou que ia par fazer a Participação aqui. Ele assiste, ele assiste o canal aí, pô, direto. Tá sempre aí. É assim, pessoal tá pedindo aí, meu, eu não tenho problema em conversar com ninguém, até porque durante o trabalho eu abordo diversas vezes pessoas que pertencem ao mundo do crime, que deixaram de pertencer, que não não que dizem que deixaram, enfim, todo tipo de pessoa. Então, não tenho problema nenhum Em conversar. Eh, vamos trocar uma
ideia aí, ver que que para mim não tem problema algum. Um, eu acho que não. E é isso, cara. A mesma coisa eu falei, eu falei: "Cara, eu trabalho no presídio, cara. Então, [ __ ] eu trabalho lá no presídio com o Marcola, tirista, aquele chara todo lá. Sim. Agora, agora veja bem, mano, eu vou ter Preocupação de falar no link no YouTube com um cara só porque o cara foi do crime. [ __ ] qual é a lógica desses caras, irmão? Ah, eu não vejo sentido, irmão. Agora, se eu tiver indo pra quebrada com
cara, se eu tiver fazendo alguma coisa errada, se eu tiver na sacanagem com alguém, seja franco ou seja policial, qualquer uma, aí sim, aí vocês vê aqui e bate no Glober, pô. Entendeu? Eu vou ser o primeiro, eu vou bater em mim mesmo, pô. Agora, eh, tem Quantas pessoas? 8.000 pessoas, 10.000 pessoas, 1 milhão de pessoas que vão ver um vídeo e falar: "Pô, meu irmão, a rota é foda". O cara falando que a rota é [ __ ] igual ele falou aqui no podcast. Sim, eu não sei. Eu acho que quem tinha que estar
reclamando com a gente não é parcela da polícia, é militância contra a polícia. Sim, porque o cara tá elogiando a polícia. Vai, mano. Volta, irmão. Eh, o Frank acabou de chamar a gente aqui. Eu vou aceitar aqui o o chamado dele, beleza? E vou jogar na tela ali, tá? E aí, Frank? Tudo certo, irmão? Tá dando retorno aí, mano. Volta. Tá dando retorno aí. Ô, ô, Frank. Ué, ele ou você que trabalha na na mesa aí de operação? [ __ ] qual foi, mano? V. E aí? Tá tá tá tá certo aí, irmão? Vamos ver.
Vamos vamos olhar lá para pro Frank lá, ó. Ô, ô, você é pluma não, hein? Você é pluma não, que o negócio vai ficar ruim para tu aí, hein? Boa noite. Boa noite a todos aí. Boa noite. Só você, mas que você tem nas abordagens, você sabe disso, todo mundo quer dar quebrada que eu tô falando. Tá bom. O som aí, ô man. Ah, tá. Agora normal. Tá funcionando aqui. Beleza. Então é em cima, é em cima disso que vem o respeito a sua pessoa aí. Nunca ouvi falar de algo diferente na abordagem sua. Sempre
com respeito, sempre no com os olos na cara, né? Tirando a alma do corpo dos outros e vamos embora. É uma honra, mano. Não tô nem acreditando que tô falando com você. Você me respondeu lá no Tu não tá sendo abordado não? Não tô sendo abordado não. É porque, pô, mano, é o Nantes, pô, tá ligado? Eh, tipo assim, há um ano atrás eu vivia numa realidade que eu nunca imaginei que estaria acontecendo na minha vida, entende? Então, às vezes o o polícia, o Nantes ou outros polícias não sabe como que a sensação que causa
numa pessoa de poder conversar abertamente com Frank. Frank, faz o favorzinho. Isso, irmão. Centraliza aí. Obrigado. É conversar abertamente. Levanta um pouco, Frank. A o a seu o seu Isso, igual fizemos da outra vez. Maravilha. Só tenta chegar um pouquinho mais pra esquerda, por gentileza. Direita, direita. Desculpa aí. Valeu. Tá centralizado. É isso aí. Então, às vezes o polícia, Glá, não sabe a a importância que é conversar abertamente mesmo e a admiração que as pessoas tem pelo polícia. Até porque eu tava assistindo o podcast desde o começo, eh, tá falando Da mídia, né? E realmente
é isso. A a imagem que a mídia passa é que o policial é mal que entra na favela para esculachar a senhorinha, o senhor, o trabalhador, o servente de pedreiro, que confunde o guarda-chuva com a arma, aquelas coisas toda que a mídia fala da polícia. Mas tem muita gente na quebrada, pelo menos da onde que eu vi, eu sou lá na Baixada Santista, que admira, respeita e teme a rota, mano. E eu sempre falei isso, todos os meus Vídeos que eu falo de de rota, eu sempre falo isso aí por causa da postura que que
tem. Não que outros não tenha, outros policiais não tenham, mas a postura que a rota tem na abordagem, o Nand tá aí, ele pode falar que ele já deve ter milhares de ocorrência que aconteceu isso com ele. Ele não precisa de esforço pro cara falar a verdade não, mano. Não precisa não. Não precisa de bater, não precisa de xingar, não. É, olhou no olho, o cara, o cara já treme, Porque o cara pensa, eu vou falar na visão, que é isso que eu acho que isso que é importante, Globo, a visão de um cara sendo
abordado e do polícia. A visão do polícia eu não sei, mas do cara sendo abordado eu sei. Quando um policial de rota encosta no cara e fala: "E aí, mano? Qual vai ser?" A mente do do cara que tá sendo abordado ali é o quê, Glá? Se eu mentir e ele pegar, já era. Entendeu? Então, o cara fica com medo de Mentir. Essa é a realidade. Tô falando a realidade, porque se vem o outro polícia, né? tirando o outro polícia, que outro polícia eh, tipo assim, como eu posso explicar na forma para entender? É abordagem
mesmo. Ô Glop, o cara fala baixo a rota todos os tomei muito enquadro col minhas tatuagens. Teve vez tomar três em quadro no dia. A rota ela fala baixo. Os policial que me abordou falam baixo, sério, e olhando para você numa frieza tão grande que Você fica pensando, pô, já era, tio. Se eu mentir para esse cara e ele descolar que é mentira, já era. Porque o polícia, uma vez eu fui abordado, o policial falou: "Mão, se você não tiver nada, tá tranquilo. Agora se eu achar uma baga com você, as ideias mudam". Aí você
já fica, como? Se ele achar aquele negocinho que tá no tênis ali, eu deitei, entendeu? É difícil mentir pra rota, mano. É difícil mesmo. É, já aconteceu com você, N? Desculpa a pergunta de o cara entregar tudo sem você nem perguntar direito, o cara já se abrir. Inclusive, eu tive já tive situações, falei outro dia num podcast que quando a gente vai paraas audiências no fórum, muitas vezes a gente é questionado, principalmente o policial que executa o trabalho nosso, se a nossa se a confissão da pessoa que foi presa, a confissão do marginal foi, se
ela foi espontânea. E tá aí, ó. O Frank tá falando algo que ele tá passando a visão de quem já foi abordado, que na maioria das vezes é no olhar, no na maneira de trocar ideia, o cara solta, ele fala: "Pô, você pergunta pro cara, meu, tem uma arma na sua casa?" O cara vai e fala: "Tem, tá ali em cima". Aí você chega por fora, ninguém acredita. Muitas vezes o o advogado tenta fazer que fala que o cara foi torturado, que foi espacar fal não meu, o cara falou porque tem as ideias e Falou,
mano. Então é uma visão interessante de de analisar do que ele tá falando, porque é justamente isso que acontece na maioria das vezes e a maneira do do policial saber se impor, né? Ele ele cita o o fato da rota, mas tem diversos policiais pelo estado que tem que sabem se colocar, coloca na maneira de respeito. Eu acho que o primeiro ponto é o cara entender que ele, a linha do respeito, ela é ela deve ser utilizada muito, Principalmente numa abordagem, porque muitas vezes você chega, você esculacha o cara, o cara se fecha. Você esculachou,
o cara se fecha. Agora, a partir do momento que existe uma linha de respeito, o respeito que eu falo assim, é o o policial, ele sabe se colocar como agente da lei e muitas vezes do cara que tá cometendo crime é mostrar para ele falar: "Immão, caiu, já era, mano. E você fez errado, você tá errando, você tá no errado. Você não Saiu de casa, você não sabia que era errado, você caiu, nego. Agora assume seu BO, fala onde tá e vamos embora. Já vamos acabar com essas ideias já." E o cara se conscientiza, ele
fala: "Porra, é isso mesmo, eu saí para fazer o errado, caí, deu, deu errado, bora tocar pra próxima página". É, é, é autoridade é falar com respeito, com autoridade, né? Eu acho que isso aí, isso aí é até bem natural para todas as pessoas da sociedade, porque em casa, quantas Pessoas já não, pô, minha mãe só de olhar eu já respeitava, eu já falava, meu pai chegava em casa só do meu pai olhar. E é isso, é a mesma coisa. E o polícia só olhou e falou com a autoridade. A autoridade se impõe, exato, né?
E e aí o cara entregou, resolveu. Pô, você tem a tua ocorrência, resolveu o negócio, o cara foi embora, resolve com a justiça lá. Você olha pro cara, você Fala: "Mamão, você tentou burlar o sistema hoje, negho você tentou burlar o sistema, você não, hoje você perdeu, nós tá aqui e você perdeu, você caiu, já era." E é onde o cara percebe que que é fim de fim da linha mesmo e e poucas ideias, mano. E isso aí, cara, é tudo que tudo que eles mesmos querem, né, cara? Porque quando fala de uma abordagem truculenta,
quando fala de um policial eh excessivo e tal, aí vão criticar a polícia. Quando O polícia é padrão, educado, mas sem alma, como ele falou, né? Com o olho, [ __ ] e o olhar já já se impõe, sim. Aonde tá o o programa nisso, né? Resolveu. Bom para todo mundo, irmão. É saber. Pode falar aí. Licença, falando de mim, tá ligado, Glá? Tipo, minha vida inteira foi na quebrada, nas fabelas e no mundo errado. Eu nunca conheci um integrante do PC que soltou alguma nota no grupo ou que comentou tipo: "A rota me parou
ali e me deu um couro ou me quebrou, a rota me bateu". Não, eu conheci integrantes que morreu em confronto com a rota porque tentou, tentou, tomou, filho. É só isso. Agora assim, reclamação assim, tipo, pô, aquele polícia me bateu, porque às vezes acontece ali de um polícia pegar o cara, dar um couro no cara ali e falar, os Caras comentar depois, pô, os cara me pegou na madruga ali e tal. Não, eu já tomei enquadro da rota em Carapicuíba, lá na favela da Reciclagem, creio que o Nantes conhece lá na zona oeste ali. E
3 horas da manhã os cara de sobretudo, os cara dá a rota pesada e os caras não me deu um tapa, Gabri, não me deu um tapa, mano. Não me deu, não me deu. Se eu tivesse me batido eu falaria. Os cara na na ideia psicológica ali, mas não me colocou a mão em mim, mano. E é isso que Diferencia de muita de muitas outras outras abordagens que eu tive, entendeu? Da rota. Aviso o policial de rota parou na minha frente assim, ó. Tava andando ali na Avenida Titê. Aí tem uma casa das primas ali,
o policial tava acho que fazendo uma batida lá. Ele só parou na minha frente assim, Gló parou e falou: "Cadê a cadê a maconha?" Ele só falou isso para mim. Eu falei: "Tá aqui, senor." Ele: "Cadê o resto?" Falei: "Tá no meu tênis, sen não tive reação." Então, essas coisas que eu sempre falo da rota e sempre sou incisivo em falar da rota, porque eu sei o que a rota causa na niqued quebrada. Entendeu? E é um uma coisa que eu já vi integrante com 12 anos de PCC falar, mano. Pô, a rota não dá
não. A rota tá aí, ligar no rádio, no telefone, a rota tá na quebrada. Tá na quebrada. Toma já guarda tudo, some tudo, vai todo mundo embora, entendeu? Deixa os caras embora. Por quê? Porque a rota é a rota. Não tem, Não tem a rota, o BaEP, a força tática. É os cara que sei lá, os caras. Acho que também, ô Glá, a segurança que o policial, desculpa falar isso aqui, se eu tiver errado, nantes pode corrigir eu aí. A segurança que o policial tem desses policiais de viatura grande andar em quatro policiais, porque eu
eu não sei a opinião de vocês, mas a minha opinião é que é super errado é viatura com dois policiais, né? Sabia? Porque já aconteceu comigo coisa que aconteceu Comigo de nós estar lá na boca de fumo e entrar a viatura com dois policiais e ninguém correr, pô. Porque pensar o quê? Se nós correr, o polícia não vai correr e deixar o parceiro dele sozinho na viatura. E se correr os dois sozinho, a viatura vai ficar sozinho, alguém pega a viatura. Então o polícia ele fica querendo ou não, ele fica entre, no meu ponto de
vista, entendeu? Não tô querendo meu ponto de vista, polícia ficar entre a cruz e a espada. Se eu Correr atrás desse cara aí, quem que vai olhar a viatura, entendeu? E se meu parceiro for, e se os caras pegar meu parceiro? Então fica naquela. Então acho que é até por isso também que as viaturas com quatro, cinco policiais aí tem mais êxito até na na prisão dos caras e impor o o medo e o respeito dos caras, né? Os cara já vê quatro. Tem quantos na Hilux? Tem quantos na na antiga Blazer, né? Que os
cara tá em quantos na Blaze? Tá em quatro? tá em Cinco. Nossa, aí é medo. É medo. Is daí treme o criminoso, mano. E o PCC e outras pessoas também que não tem só integrante do PCC comunidades de São Paulo. Tem muito integrante, muito companheiro que não é integrante, que não é batizado. Os caras tem tem medo da rota. Tem medo. Tinha que aumentar o batalhão da rota, colocar mais rota, mais treinamento, rota, investir na rota, porque eu penso assim, né? Eu, eu como um um ex-vagabundo falando aqui de Coração puro para vocês aqui, eh,
se você se o estado quer combater o crime, por que não usa o que mais põe medo no crime? É, é essa questão, é essa dúvida que eu fico, entende? Tipo assim, o estado sabe que a rota realmente que nem nós fala, falava, né, lá na quebrada, a rota vem para buscar, entendeu? A rota não vem para passear, para ficar alisando vagabundo, enquadrando e revistando. A rota dá tiro certo, G, entendeu? Então, se tem essa a Eficácia que fala, né, essa palavra, né, eficácia do trabalho da rota, por que não investir mais na rota? Não
dá mais autonomia, mais treinamento, rota, mais viatura de rota, mais batalhão de rota e colocar a rota. que a rota eu falo para você, se investir na rota e não é porque o Nand tá aí, você sabe, GL, eu já falei em outro podcast que eu vim aqui, falo no meu canal também, se investir na rota, filho, pode ter Certeza, vai causar barulho aí no no mundo do crime. E esse sentimento aí é dentro do PCC, nos grupos, eles temem a rota. Teme, pô, teme, teme. A figurinha do Nantes aí é se apruma não, João.
Vixe, todo mundo só fala de rota. Todo mundo no grupo do PCC. É, acho que a figurinha do N que ele já deve ter enquadrado alguém com a figurinha dele lá escrito a pruma não, João. Se apruma não, pai. Ele com o Zão. Como os cara tem medo, Globo? É comentada a rota. Tem tem muita gente que que fala, critica e fala: "A rota bate a rota". Eu mesmo já fui abordado diversas vezes pela rota até de madrugada nunca tomei um tapa. Os cara gan umas ideias com você que você fica pique, que que eu
faço agora? Eu minto e ele descobre que eu tô mentindo. Moi fala a verdade aí. E aí a Cantes falou, falar, mano, tá 1 a 0 para os cara, os cara já era, pegou a rota, pegou, não tem o que fazer, vou mentir, vou entrar Num problema maior, os cara vai descobrir, vai ficar feia a coisa para mim. Então já era. E todos esses vídeos, todos os vídeos da rota aí viralizado no YouTube é sempre nesse padrão, seja seu do Derhite, do Cavalcante, de qualquer outro polícia disse aí, é o polícia trocando a ideia e
trocando a ideia com firmeza. Levantando o trampo. Exatamente. Não é isso? e levantando o Trampo e a ocorrência acontecendo. E muitas vezes é, é o que eu falei, muitas vezes até alvo de de ser questionada no fórum por conta de, é, meu, mas o cara confessou espontaneamente? Confessou porque nós demos papo reto e assim e o e o cara que é do crime, o cara marginal, igual eu falei, eu não, eu não até falar aqui, viu, Frank? Eu não, eu não dou muita, muita pala pro, pro criminoso, não. Não dou muita ênfase pro criminoso, Tá?
Eu não costumo eh elogiar, enaltecer no nome do criminoso, porque eu acho que quem corre pelo cer, inclusive assim, nós estamos trocando uma ideia hoje aqui, Rober conversou tudo, porque você é um cara que eu tenho visto, pelo menos as suas atitudes, você tem colocar, você tem eh mostrado um lado do do crime que eu acho muito importante ser mostrado pro jovem, que é o lado negro do crime, é o lado obscuro que ninguém conta, que não Tá nas músicas no funk que o cara que é do que é do do o criminoso que lá
geralmente o que que é mostrado pra molecada, principalmente o ostentação, que o moleque vai ficar rico, vai andar de carrão com a paz de mulherada nas festas, certo? E aí no final da da no final da carreira o cara acontece igual você. Se ainda Deus, Deus deu, você deu sorte ou Deus colocou a mão aí, você tá vivo ainda para contar essa história. Talvez você essa hora poderia estar Enterrado em qualquer terreno baldio aí e já era. Nem essa história ia tá chegando pra molecada que nunca chega, certo? Então acho que esse papel é importante
que chegue pro jovem para falar: "Você quer ir pro crime mesmo? Você quer ser criminoso? Você quer ser bandido? Quer meter os BO? O caminho é isso aí, nego. Se você não amargar na cadeia uma cacetada de tempo, o final da vida é ou você vai morrer na mão do crime, ou você vai morrer na mão da Ou Você vai morrer na mão da polícia, ou na na própria mão do crime. Inclusive, a gente sabe de caso de de indivíduos que integravam a cúpula da da alta liderança que foram mortos pela própria facção, certo, car?
O que você falou é é a realidade, tipo, e não importa se é um integrante de quinta categoria de de escalão baixo que nem eu fui, que eu fui integrante de quebrada, n se é o sintonia final, ou se é o o um companheiro, não importa, Mano. Ó o GG do mang, o paco, cabelo duro, os cara foi e os caras era rico, milionário, liderança e foi. O crime é só isso. Mas voltando ao assunto, se o G permitir aí do do funk, eu bato nessa franko, Frank. antes de mudar essa semana, eh, o PCC
eh, foram dois caras dentro do presídio lá, né, cara? Sim. E e falaram e essa história dos dois caras do do PCC tá falando que foi por causa do do negócio do inquérito lá, Globo. Mas é bom Que ele que ele falou demais e tal lá no inquérito que os caras falou o nome de um cara que não era para ter falado, por isso que os cara foi. Mas também tem uma coisa que tem que ser analisada, talvez só quem é do mundo do crime mesmo ou da quebrada ou a polícia com a investigação também,
com os informantes, sabe? É que no crime funciona assim, os caras dão uma missão, ó, para pegar um exemplo aqui, o mano Walter, vamos usar o mano Walter, pegar o mano Walter, você pega Ele, eu pego. Vai fazer o Trump? Vou. Aí não faz, GL, entendeu? e não faz e deixa o Trump cair no crime. Esses molequ novo que nem eu falei no vídeo lá, esses molequos, esses manequin de biqueira aí que fica na biqueira achando que vai virar o dono da boca um dia. Tem que entender o que que se o patrão falar para
você fazer uma coisa, o PCC lá falar fazer uma coisa e você não conseguir fazer, os caras não quer saber porque você não conseguiu, se tava Molhado, se faltou munição. Não quer saber, mano. Você falou que ia fazer, você faz, entendeu? Então, no caso desses dois aí, o que eu o que eu entendo por ter sido parte disso daí, ter vivido nisso daí, é o quê? Que os caras assumiu a responsabilidade de fazer e não fez, igual o GG. Assumiu a responsabilidade de resgatar os caras quando saiu. Quando saiu foi querer tomar a fronteira dos
caras lá no Paraguai. Que aconteceu com ele? Não Cumpriu. Vai, filho. Não importa quem seja, porque que nem eu falo, o PCC para você, moleque novo que tá aí, ó, o PCC é o seguinte. você é substituível. Então você já tem que entrar sabendo que você não importa se você é leal, se você dá vida pelos caras, você fica 13 horas na biqueira para ganhar R$ 50, você resgatou o cara na cadeia, não tá nem aí, mano. É uma coisa que você descumprir ali, o que você não fazer, o que eles mandar ali, Os caras
vai te matar e e como se não fosse nada, entendeu? Então tem que valorizar as pessoas que para as pessoas que você não é substituí, que é sua família, né? só para sua família, só para quem te ama, que você né substituir. É, e isso aí impõe até um ritmo ainda mais violento na atividade criminosa, né? Sim. Porque o cara ele vai paraa ação Criminosa eh para meter o louco mesmo, porque lá tem uma regra rígida, né? E aí o estado, se o estado não for tão duro com ele quanto o próprio crime é, ele
vai ficar ganhando o estado, né? É isso aí. Porque igual igual o cara que tá na biqueira, o cara tá na biqueira lá no Rio de Janeiro, tem mais do que em São Paulo portando um fuzil que custa 50.000, 60.000 e ele tá com uma carga que vale R$ 1.000, pô. É, aí o cara para defender uma carga de R$ 1.000, ele usa um equipamento de 60.000. Aí ele perde esse equipamento, né? Esse esse esse armamento criminoso. Aí ele vai ter que dar conta. Aí que que o cara faz? O cara tira, combate com a
polícia até a morte, porque ele sabe que se ele se ele perder o armamento e ficar vivo, ele vai morrer na mão do cara. O problema é o cara não ter esse grau de consciência, Que aí ele entra, ele ele ele ingressa no crime, na ilusão que vai tá lá, que vai ser o fodão do crime, que vai ser o fodidão. E na moral, no fim da no fim da história, no fim das coisas, só resta, só sobra quem tá no na cúpula. O resto é tudo usado. Todo mundo que tá para baixo é usado,
até com enquanto for interessante. Essa é a minha visão que eu tenho. Sim. Enquanto for interessante pros cara Usa, não é mais porque é o seguinte, irmão. Tem alguns, igual eu falei, eu não vou ficar citando o nome, eu não dou, não vou dar moral para para fulano ciclano, para mim [ __ ] assim, eh eh não vou dizer que mas eu tenho uma uma uma posição porque eu tenho uma postura assim porque eu tenho muitos amigos que de repente morreram ou que ou que morreram em consequência do e tenho recente, inclusive em consequência dessa
influência do crime organizado. Beleza? Então, para mim não, as ideias não bate. Igual eu falei, o Frank aqui é um cara que ele tem feito um trabalho diferenciado. Aí essa ideia dele que ele tem trocado aí, eu acho que é válida para as próximas gerações. Mas isso aí vai refletir nesse cara aí que de repente hoje tá lá com o equipamento lá, tá com o fuzil lá de 50 conto na mão e tá com a carga de 1000 e que ele talvez ele tá ganhando 300, 400 que seja no dia Para tá lá puxando hora
com esse equipamento, talvez vai bater na cabeça desse moleque aí ele vai começar a se ligar nas ideias. Sabe o que acontece no nosso país? No nosso país é cultural nós ser nós termos escravidão mental. Nós somos escravos da nossa própria mente. E muitas vezes as pessoas elas passam a agir de maneira que de maneira que o Traficante ou falando agora do caso aí do crime, traficante ele e consegue implantar na cabeça do do moleque, do jovem que é da hora, o crime é da hora que o crime vai ser bom para ele, que ele
vai prosperar. E na moral, irmão, é aquela palavra que a gente escuta desde moleque, principalmente que era da quebrada. Morei na quebrada também, Fran. Eu sei, desde moleque. Eu cresci na na quebrada. Então, assim, a gente sempre o o comentário que gira no Entorno é que o cara vai aspirar no crime, que ele vai ter ele vai ter sucesso e na realidade no final é só cadeia ou caixão que o cara vai sentir no lombo. Cadeia ou caixão que o cara vai ter no lombo, nada mais. Isso aí, isso aí que você falou, N é
importante e e muito importante porque é o que realmente acontece, a influência, mas não é só por parte do crime. Esse que eu acho que é a desvantagem da polícia no Brasil, minha Opinião, né? Eu acho que a desvantagem tá nisso aí, porque não é só o crime que influencia, não é só o o criminoso que influencia as molecadas entrar no crime, é a música. É a música, o funk. que nem você tava falando do funk, eu falei já aqui no Global, já falei em outros lugares também, influencia muito, muito, muito mesmo. Você sabe você
a prova do que eu tava falando, do que eu falei sobre a Influência do crime organizado no no no funk e as e muitas vezes pessoas ignorantes acham que a gente tá querendo criticar a cultura, mas não é uma visão diferente de quem tá mais próximo ali, de quem de de o de quem sabe, quem tá na na proximidade entender a dinâmica do negócio do jogo, né? É, pô, porque o moleque tá lá, que nem eu falo de mim, eu tava lá na quebrada, aí eu via meu pai trabalhando, vi o traficante da boca Ganhando
dinheiro, parado e meu pai trabalhando, maltinha o dinheiro para nós comer em casa, passar maior dificuldade, mas não me envolvi por dificuldade e sim por falta de vergonha na cara. Mas essa era a minha realidade. Aí eu ouvi uma música, ouvi o cara falar lá que que nem estava falando aí do do funk, o cara tem uma letra de música que ficou na minha, eu tenho ela de corpo que eu cresci ouvindo que fala: "É, se mata um bota no crime tem conceito, Entende?" Essa música, eu sei, né? Tem essa música, entendeu? Então você cresce
ouvind naquilo ali, que a polícia não presta, que se você pegar um bota, se os caras é verme, os cara é lixo e tal, você cresce ouvindo aquilo, as músicas vem naquilo, a sua realidade, os traficantes falam aquilo, a música reforça aquilo. Aí você liga a televisão, a a as grande mídia, até perdão falar Isso aqui, ô ô, Gláudo, as grandes mídias vai e bate na mesma tese, o policial a alvejou o suspeito. Você pode reparar isso daí na matéria? Pode reparar. Você não precisa ter muito neurônio não. Você vai lá e vai ver. O
policial alvejou o o suspeito em suspeita troca de tiro. Eh, aí que tá insuspeita, né? Insuposta, alguma coisa assim. Agora quando é o contrário, não fala que foi culpa do policial, que o policial não tava preparado, com o Policial. Então, a mídia já tá fazendo isso, entendeu? do GL já vem fazendo isso aí. O funk confirma isso que, né, eu eu coloquei exemplos aqui que eu falo o nome mesmo do MC lá, ele foi preso na cadeia, o Kauan, o que você falou aí, só para reforçar o que você falou aí, foi preso na cadeia,
falou que foi injusto, beleza. saiu da cadeia, fez a música de ladrão de Rolex, foi no programa da Fátima Bernardes agora no encontro, desculpe falar, foi lá como artista, Mas no baile dele, você pode pegar o baile dele, a abertura do baile dele, pela minha vida, GL, pelos meus filhos, a abertura do do baile dele começa com a música facção, que significa assim, ó, F a CC a O facção. 153 é o quê? sigla de ladrão. O cara que faz baile todos os dias, abre o baile dele todos os dias com a música do PCC
153. O N sabe o que significa. Todos os dias tava no programa da da manhã, pô. Entende? Então essas coisas tá influenciando em muito jovem. E não é por causa de de cultura. Cultura não é você falar que uma mulher não presta e que você vender droga e você vai ficar rico. Isso daí não é cultura, entendeu? Eles eles usam cultur cultura é desculpa, né, meu? A cultura é uma desculpa para poder na realidade quando eu falo de cha de cultura para falar quem é contra tá militando. Quando eu falo para você de escravizão, escravidão
mental é justamente isso. É você escravizar mentalmente as pessoas, é você fazer elas acreditarem e quanto mais toscas, mais eh mais por baixo essas pessoas estão, mais fácis são de ser dominadas, tá? Eu falo que na vida a gente existe a mente o as pessoas de mente forte e as de mente fraca. E o moleque que muitas vezes tá indo nesse embalo, nem não é nem por culpa Dele, às vezes é pelo meio que ele vive, é pelas referências que ele tem no no meio social dele. E pro para esse jovem muitas vezes a mente
dele é fraca porque não teve ninguém nem perto para fortalecer. Às vezes o moleque não tem nenhum pai ou uma mãe para para dar um conselho muitas vezes ou às vezes tem também e vai porque a mente talvez não foi fortalecida, talvez o pai não soube fortalecer a mente da maneira adequada. Então assim, eu costumo dizer que na Sociedade existem as pessoas com a mente forte e com a mente fraca. E o que tem a mente forte, ele domina, ele tende a dominar. E quanto e geralmente o que tem a mente forte, ele e muitas
vezes ele quer fazer com que todas as outras estejam com a mente fraca para ele estar no domínio. Então assim, independente se é o o cara que tá no topo da facção, se é o cara que tá no topo da política ou no topo da mídia, no topo dos poderes sociais, Esse cara quer que todas as outras pessoas estejam com a mente fraca para que eles desejam domínio sobre essas pessoas. Então, na maioria das vezes, é isso aí que você tá falando, ô Frank, vai eh você tá mostrando na prática o que acontece. Eu tô
falando para você de repente o por que isso acontece, o porquê de isso acontecer, porque existem seres eh maldosos, na maioria das vezes, que querem dominar a mente dessas pessoas. E quanto Quanto mais de falando na língua, quanto mais de chapéu atolado o povo tiver, para esses caras é melhor, entendeu? Quanto mais tiver de chapéu atolado, os caras é interessante, porque você domina no voto. Muitas vezes você leva um auxílio lá na pra pessoa que é mais humilde, você consegue comprar o voto dela na maioria das vezes. Você e auxílio besta, tá? Infelizmente a gente
vê aí cara que troca o voto da Família inteira por uma cesta básica. Ah, 2024 acontece, acontece, infelizmente. Então, aí é a política do assistencialismo. Primeiro, eu te empobreço. Em vez de eu te ensinar a plantar, por exemplo, a ter uma horta, você colher do seu próprio trabalho, a horta é um modo um modo mais visual de se falar. Em vez de ensinar o cidadão a produzir, em vez de eu ensinar chegar lá na periferia, levar pro jovem da periferia Oportunidades, de repente para ele fazer um curso de de TI que tem 700.000 vagas no
aberta no no país, eu levo o jovem para muitas vezes eu levo ele pro fluxo, ensino ele ser bandido, que é mais fácil de eu dominar, ou ensino ser traficante, ensino seu olheiro da biqueira, não leva oportunidade, tá entendendo? para esse cara produzir, para ele se tornar um cara honesto, ele ter ele ganhar dinheiro honestamente. Tem dormir todo dia, deitar em casa lá, Deitar no travesseiro, colocar a cabeça e dormir tranquilo em paz, sem medo da polícia tá batendo na porta, sem medo de, de repente ter que sair no pinote, de tá corrido, ter que
se esconder embaixo da cama, ficar, tá entendendo? é muito mais fácil, porque esse cara geralmente quando ele constitui uma família, esse cara que estuda, que se forma, geralmente esse cara ele acaba não dependendo do estado. Então eu não tenho como ir lá e comprar o voto dele Muitas vezes com a cesta básica, porque esse cara ele ele tem uma capacidade maior de discernimento. Eu fortaleci a mente dele. Então, geralmente as pessoas que estão no topo e as maldosas principalmente, elas jamais vão querer que a mente de quem tá embaixo seja fortalecida para ser usada muitas
vezes contra ele mesmo, que tem a maldade no coração, entendeu? É, irmão. E e esse camarada, ele ele vai ver, ele já É mente fraca, aí ele vai ver aquele glamor ali, ele vai achar que vale a pena. É, mano, nada justifica. que o Frank mesmo já acabou de falar aí e até bom ele falando isso, não foi a pobreza, não foi a dificuldade, nada disso, porque essa é quase que a maioria da população brasileira, né? E e no entanto a maior parte dessas pessoas optaram pelo Caminho honesto, né? É o cara que é mente
fraca, o cara que é vaidoso, o cara que quer ter ter glamor, né? Exato. O cara que tem muito ego, ele quer ter destaque. O cara que é inseguro, o cara que é inseguro, ele quer, ele quer ter um poder, uma arma, ele vai exercer uma covardia em cima de um de um outro grupo, de uma menina. Então é um monte de de de má de de defeitos, né, que faz o cara, né, ser vítima e presa fácil, Né, cara, do crime. Você estou um ponto interessantíssimo, você pô a palavra, o ego, muitas vezes tem
alguma alguma algumas características do ser humano que muitas vezes são observadas como negativo e às vezes nem elas não são bem canalizadas. Por exemplo, você pega um cara que tem ego, de repente você souber trabalhar ele, ele pode virar, sei lá, um cara tem um, ele o cara que tem ego, geralmente ele tem um espírito aguerrido também. É Um cara que, ah, meu, ele quer crescer. Então, se você pega um um moleque de repente desse que ele que ele tem um ego, que ele quer tá presente, você consegue usar ele como potencial para ser um
presidente de uma empresa, de uma indústria. Sim, mas esse não, a gente o maior o o maior material e o material mais escasso que a gente tem no nosso país hoje é o material humano. A maior a matériapra Que nós não temos é o ser humano. Para para analisar de matéria-pra nós temos tudo no nosso país. Ninguém ganha de, eu acho que não tem país no mundo que tem mais recursos naturais que a gente, mas não deixam formar menteirante para não deixa. Por que que a gente não tem chip? Chip, chip mesmo. Por que que
a gente não tem chipe aqui no Brasil? Por que que a gente não tem, por que que a gente tem que trazer tecnologia lá de fora da China? Eu tenho que comprar tudo Da China, celular. Por que que eu tenho que Por que que eu não tenho foguete no Brasil? Tá entendendo, irmão? Por que que os caras não investem na nossa educação de fato? Se você pegar o Japão, o Japão é das maiores, um dos países mais tecnológicos do mundo. O Japão praticamente foi devastado menos de 100 anos atrás. Por que que o Brasil não
acompanhou? O Brasil não foi devastado nesse período. Só que ele vem sendo devastado diariamente. A nossa juventude, ela vem sendo corrompida. É igual falou aqui, ó. A molecada tá lá no meio do funk. que a molecada tá, você tá, eu tô falando do funk toda hora, mas daqui a pouco os car vai falar que eu sou o inimigo número um do funk, mas eu vou falar a molecada, nossa juventude tá sendo perdida pro crime, para pro alcoolismo, pro mundo das drogas e em largos passos, Cara. Igual eu falei, hoje nós não temos mais, se você
catar, por exemplo, um Senai da vida, que antigamente, década de 80, a grande maioria dos jovens estavam no SENAI para, de repente arrumar um emprego, numa indústria para poder trabalhar, para poder produzir, os nossos jovens Zetec hoje em dia, dependendo da região, você vai lá, tem meia dúzia de aluno, pô, escola técnica e não tem mais emprego também. as Empresas eh com dificuldade sai das cidades. Você pega você pega uma região ali Rio de Janeiro, tem um monte de empresas já saíram dali faz tempo, porque tu não consegue transar com tua carga, você tem que
pagar um imposto pro pro crime para trabalhar ali. Entendi. Entendo também são outras dificuades. É um monte de dificuldade. Aí sai o emprego, sai especialização técnica, sai tudo. Aí começa, Aí começa a entrar em colapso a sociedade, porque aí o cara não, o cara vai procurar outras oportunidades. Mir sempre acha. Agora com tudo isso, ô Frank, a opção peg o crime foi por quê? Foi porque não teve oportunidade, porque teve teve pobreza? Foi o quê? Para mim o principal foi a falta de vergonha na cara, mas também por causa do que Glober tem que ser
falado aqui. Se eu moro na quebrada e e vou pra Escola todo dia certinho, vou trabalhar lá na feira, eu vou ser zoado, galera. Eu vou ser zoado. As meninas não quer ficar comigo, os caras não quer ser meu amigo, os outros vai me cheirar de comédia. Eu vou ser o bunda mole da quebrada. O cara que ninguém chama para ir para uma festa, o cara que ninguém chama para para nada, entendeu? Tipo zero esquerda. É, é essa é a realidade da quebrada. Você vai ser o cara, você vai ser o cara Que vai ser
colocado de lado. O patinho feio. Vai ser o errado. Estando certo que você vai ser o errado. Essa que é a verdade. Mas ô Frank, você tem que entender e esse ponto, né, cara, que eu falei, né? E é isso é um pouco da nossa vaidade gritando com a gente, né? E a nossa insegurança, né? Explicar isso com moleque de 13 anos. Glório, como explicar isso? Que ele tá sendo baidoso. É isso que tá. A influência, a Influência que a realidade minha é aquela ali, tipo, eu entendo. Se eu for trabalhar, eu sou zoado. Se
eu for com os cara eu sou monstro. Se eu for pro baile funk, pô, as meninas tá no baile funk, entendeu? os baes de favela, o fluxo, o ser humano, ele ele ele ele tem necessidade de pertencer a uma tribo, a um grupo, falou tudo grupo. E aí quando você você se vê Pertencente a essa tribo, a esse grupo de pessoas igual você ali, né, que que por que que o nome é marginal? Porque eles estão à margem, né? Tá a margem aí da da da sociedade, né? Então, eh e quem permite essa margem? ninguém
permite essa margem desse sistema eh destrutivo que nós temos aí. Agora, eh, é realmente cada vez mais nós vamos ter dificuldade eh de segurança pública, por você tem uma legislação que protege o jovem, a criança e o jovem, Né, que é o ECA, o Estatuto da Criança Adolescente, da Criança do Adolescente. Então, a a penalidade do Estado, o poder punitivo do Estado, ele é mais leve porque é uma criança e você tem que proteger a infância. Uhum. em tese, né? Isso aí é o romantismo da lei. Só que cada vez mais o tráfico tá usando
uma mente não formada, uma mente eh de 12 anos, 11 anos, que não tem uma base familiar, porque também atingiram o Seio da família, né? Então, [ __ ] o pai é é alcólogado, bate na mãe e e tu não tem tu não tem referência religiosa, você não tem nada. Aí, que que o crime faz, [ __ ] Traz esse moleque, [ __ ] Calma aí, vamos pegar esse menor aqui que o menor ele não vai preso. É isso aí. Aí pega um menorzinho desse aí com com nada na cabeça. Um monte adulto não tem
nada na cabeça. Uma criança de 13 anos Tem, não é isso? Porque assim, ó, ó, ó, Gláo, que nem o o Nes falou aí do negócio do voto com a cesta básica e tal, no crime é a mesma coisa. É a mesma coisa. Mesma coisa. O no crime é o seguinte. Quantas vezes na quebrada lá o dono da bucada falava: "Pô, ajuda lá a fulana de tal, ajuda a tia lá", entendeu? Que aí o criminoso ajuda a tia, porque aí quando a polícia vem abordar o criminoso, a tia tem que Sair com o telefone lá,
a tia tem que sair filmar, a tia tem que defender, a tia tem que gritar, tem que fazer alvoroso, porque senão o que acontece? Quando a polícia vai embora, os caras vai lá: "Pô tia, nós deu atenção, quando você precisa nós dá uma atenção. Agora os cara vê a isso, lachou nós, você não falou nada, tio, você não fez nada. Entendeu? Então é assim, eles dá uma coisa para pegar outra, entende? Ô, ô Gláudo, e a influência tá ali. A, às Vezes a que nem você falou, falta de base familiar, tem muitas pessoas da quebrada
que o pai e a mãe até apoia o cara ser criminoso, mano. Apoia o moleque, aguardar droga, sai de casa, fica na rua olhando para ver se a polícia tá vindo, enquanto o moleque tá lá na casa dela cortando, batendo pó no liquidificador dela, entende? Isso acontece, é a realidade da quebrada. A as pessoas, a imagem que tem que ser transmitida, que eu tô lutando para Isso, é que a polícia em geral ela é boa. Glória. Todos os policiais são bons. Franco, mas o policial corrupto, ele não é policial, ele deixa de ser policial, ele
é um criminoso, irmão. Ele não é um policial, ele é um criminoso. O policial mesmo, o policial ele sai de casa com o intuito de defender a população, de ajudar, de proteger, dar vida, arriscar a vida. Quantos policiais aí morreu em ocorrência que ele não tinha nada a ver. Ele podia estar na Casa dele, mano. Ele não tinha nada a ver. Ele nem conhece os caras que tava lá. Ele foi lá. Por que que ele foi lá? Porque ele acredita no que ele tava fazendo. Então, a polícia, a imagem da polícia tem que ser exaltada
e e levantada como boa, tanto por nós que tem canal canais no YouTube, quanto pela grande mídia. Eles têm que entender isso, GR. Tem que entender. Porque quando você coloca uma matéria falando que um polícia fez algo que não era para Fazer, você não tá falando de um polícia, você tá falando de um criminoso, mano. Tira o nome da polícia, desincula o nome da polícia com esses criminosos aí. Entende? A polícia em geral é boa, mano. É boa. Tem um um policial de força tática lá da cidade de Taem, ele chama Pacheco. Agora ele trabalha
na inteligência da polícia lá. Ele era policial de força tática. Ele sempre me enquadrava. Agora toda vez que ele me Via ele me enquadrava toda vez, tá ligado? E ele sempre falou para mim uma coisa, mano. Vai chegar um dia que eu vou ter que te te carregar morto aí, mano. Vai chegar um dia que eu vou ter que vir aqui com o ML para pegar seu corpo. Não é eu que vou te matar, é você. Você tá se matando. Te conheço desde pequeno. Você estudou lá e tal. Então, polícia. Você via que o polícia
sabia que eu não prestava, sabia que eu que eu era um que nem diz do louvor, um Projeto falido, mas ele ainda tinha aquele negócio de polícia dentro dele, pô, irmão, acorda a ideia, sai fora. E hoje esse polícia, ele tem um projeto lá, o projeto resgate, ele dá aula de Gil Gitson, é de graça com o dinheiro do bolso dele, entendeu? Então a polícia em geral é boa, mano. Os policiais não fazem mais pela sociedade, eu acredito em termo de ajudar com cesta, a festa, que nem o crime faz, Porque o policial não tem
renda para isso, entende? Não é desmerecendo, é a realidade. Agora um criminoso, ele gastar R$ 2, R$ 3.000 numa festa ali pro dia das crianças ali, para ele não é nada. Ele gastou aquilo ali, mas depois ele vai cobrar da senhora. Ele vai cobrar do senhor. Quando a polícia vi, ele vai entrar dentro da sua casa, você não vai poder falar nada. Ele patrocinou a festa do seu filho. Ele levou o brinquedo do seu filho. Entendeu? Então É o que o crime faz. O crime ele compra as pessoas por causa disso daí que ele o
N falou. Não tem cultura, não tem trabalho, não tem estudo, não tem nada. Pessoa vulnerável passando dificuldade. O criminoso chega lá e tia dá R$ 50 pra senhora e a senhora não guarda para mim uma moab. Guarda, guarda, gal por dois motivos. Principal medo. Como que você vai falar não para um cara armado, para um criminoso? Como você vai falar não para ele? É isso. E o segundo é a fome, a dificuldade. O cara, a mulher vai falar: "Pô, vou guardar fazer o quê?" E isso daí tá tá virando tipo algo normal. E as pessoas
romantizam isso ainda em séries, só assistir séries, filmes, documentários. Tá virando moda, né? Tercumentário dessa natureza, né? Romantizando e colocando. Não, e isso aí é violação de direitos humanos. o criminoso forçar a entrar na casa da pessoa, esconder alguma coisa ali, fazer aquela pessoa ali, humilhar Aquela pessoar o a gente teve situação aí de combater o crime no na comunidade lá e depois vi uma mulher de testemunha e falar: "Ó, esse cara aí expulsou minha vizinha da casa, tomou a casa dela e ele tava obrigando, ele tava obrigando, aliás, ele tava de qualquer jeito tentando
fazer com que meu que o filho começasse a trabalhar com eles. Moleque inocente, o gordinho tava lá na casa lá, inocente para caramba. Você vi que o moleque uns 9 anos, mas já tavam Tentando aliciar o filho da mulher e eles tinham medo de passar em frente a casa que o cara tomou de outra família para ele ocupar, porque era um ponto estratégico da comunidade, entende? Então, muitas vezes é o pessoal fala: "Ah, meu, não tem opressão". Tem, depende do momento e da situação, do que os caras precisar. Não, que o que mais o que
mais acontece, até por isso que as denúncias do meu canal é sempre dos irmãos da disciplinar, que o Nand sabe Que que esse setor aí os caras da frente da quebrada ali, mas as denúncias desses caras, porque a opressão é é todo dia, Gab. Não tem como falar que não é oprimido. Se é oprimido, ó, eu não sou a favor, sou contra, mas se você acelerar sua moto, você toma um couro, a moto que você comprou. Se você vai pro baile com a sua moto, você acelera, o cara toma sua moto que você trabalhou e
comprou. É isso aí. É uma opressão. Se sua mulher for muito bonita lá, os caras vai de Qualquer jeito vai arrumar um pé com você para você tomar um pau, você ser ridicularizado, pra mulher largar de você, para ele pegar sua mulher. É isso aí. Certo. Outra coisa também que que é muito comum, muito comum, cara. Vez tem as filhas bonita na na quebrada, começa a sofrer pressão dos criminosos. É isso que eu ia falar. É o cara de da minha idade de 32 anos, ficar com a Menina de 14 anos lá e o pai
ir falar com o cara, o cara ainda dá uma pavoura no pai. Isso quer o qu, amigão? Você quer o quê? Isso aí é aí o cara fica como é a filha do cara. Globa, o que que o cara vai fazer? Se põe na lugar no lugar do Não tem o que o cara fazer. Gl. Não tem. Não tem. Ele vai chamar a polícia, beleza. A polícia vai embora, ele vai, ele vai ser cobrado por caguetagem. Ele vai matar o cara, ele vai ser preso, a filha dele vai Ficar mais vulnerável. A o cara não
tem o que fazer, GL. Se você parar pensar, o cara não tem o que fazer. Aí ele faz o quê? Muda de bairro. Aí no outro bairro é pior. E assim que tá as comunidade. P car, nós entendemos isso, né, cara? O ruim é que, pô, continua, insistem em fechar os olhos para isso, né, cara? Infelizmente. Eh, e essa é a realidade. Aí ficam explorando, né, como sangue sugar, né, ficam explorando. É. E essa situação aí Quando a polícia vai lá, ah, não adianta aí a polícia, aí também não vai mais ninguém, não vai nada,
entendeu? Então não vai nenhum tipo de apoio e a cada dia mais as cidades estão mais violentas. Aí eles decidem não mandar a polícia, beleza? A polícia fica dois anos, sei lá, quando volta lá tem barricada, tem um monte de fuzil. E nesses dois anos, cemitério de pessoas lá, pô, que estão desaparecido, um monte de família que não sabe a resposta. É, é festa, regada, droga, é, é armamento, é um monte de absurdos. E aí resolve mandar a polícia. Quando manda a polícia é um tirote absurdo. Policial morre, pessoa, um monte de gente vai morrer
e aí infelizmente é mano, esse isso fica se repetindo ou se ou se a polícia tiver êxito ali e conseguir num num confronto tirar a vida do vagabundo, o polícia matou um suposto bandido. Ah, se o polícia chegou de uma Forma mais firme, ah, chegou batendo todo mundo, opressou, então não tem o que fazer, Glá. É o que você falou mesmo, as pessoas que deveriam olhar isso aí não quer olhar, não quer enxergar isso aí. É, deveria, no meu ponto de vista, é acabar com esse negócio desses funk aí que eu também se se o
Nantes é o número um, eu quero ser o número dois contra esse negócio de funk, porque eu sei a influência que isso daí teve na minha Vida. Não tô contando história. Teve influência, Glá? Teve. Porque vocês começa a ouvir a letra, você se espelha naquilo ali. Você fala: "Pô, você, esse cara aí da L No passado, cara, no passado era o rap, né? E aí a polícia, pô, e o estado, qual era aquele grupo? MVB Plantar para você o R ainda se você parar para analisar, pegar, por exemplo, um Racionais ainda Racionais, Um tem, enfim,
tem vários os funk ainda, ou os raps, tem uma letra, né? Tem uma história, tem uma letra, tem uma história. E geralmente na maior parte das letras dos caras, geralmente o criminoso se fodia, ou ia preso ou morria na maior parte. Agora os funks apologia, irmão. Ô, Gabriel, é sério. Ô, os funks apologia é o que o Frank falou aí, meu. É que não Dá nem para ficar divulgando a letra, mas os caras incentiva dar tiro, metralhar viatura, matar polícia e só que aí os caras fica na cabeça do moleque lá na quebrada. Daí quando
o cara vai na TV, ele canta lá música romântica, mete o louco, que aquilo lá é o trabalho dele, mas é o [ __ ] É o cara que tá ali, ó, todo dia batendo na cabeça da molecada para ir pro crime, para se envolver, enfim, é, a pressão é grande na cabeça da desses jovens. Se Você pegar para para analisar esses MCs de grande sucesso de agora do funk ostentação, o N está falando aí, pode ver o começo de carreira dos cara era música de proibidão. Sabia disso? Sabia? Era música de proibidão, porque ele
ele ele alcançou a fama atacando a polícia, exaltando o crime. 99,9% desses MC aí. E quando os caras tá no redundo fazendo show, eles continuam cantando proibidão. Aí ele aí quando vai fazer o show, é o que o N tá falando, ele canta A música que levantou ele lá no começo, que as músicas do quê? De exaltar a facção, de demonizar a polícia, ridicularizar a polícia. É isso aí. É. E aí, fora fora o que pode ter de dinheiro também do crime em cima disso aí, eh, não só o pagamento do show, como lavar de
dinheiro, como um monte de outras coisas. Isso não. Ô, ô, Glá, eu trouxe uma denúncia aí, eu trouxe lá no meu canal de um DJ que é que fez fez até uma produção da música Cracolândia. Vocês já ouviram a música cracolândia? O seu Nantes já ouviram a música cracolândia? [ __ ] acho que eu é de funk lá de cracoluma coisa. Acho que eu vi alguma coisa essa música aí com o DJ Alock e tem um outro DJ que participou da da criação dessa música, o DJW. Ele trouxe a denúncia para mim de que o
o dono da empresa que ele faz parte lá, que eu não vou falar nome aqui para táar problema, Chamou os irmãos do PCC para trocar ideia com ele. Então o PCC que resolve as ideias dos caras do crime, do funk e do rap também. O Cascão lá do trilha sonora do Gueto, teve problema com a filha dele lá. Quem que foi chamado para resolver a a questão? O PCC. Você tá entendendo? Então o PCC e o funk não é preconceito com a cultura, é a realidade das coisas. É só você analisar e e tem provas
disso, várias matérias, várias notícias, várias denúncias. É a Realidade. O o MC que é roubado, um exemplo, o MC vai lá na na Baixada Santista, ele vai fazer um baile lá e rouba a corrente de ouro dele, ele não vai chamar a polícia, ele vai lá na na no nos irmãos lá na disciplina, no PCC, ele vai procurar os caras para resgatar a corrente dele, entendeu? Resumindo, resumindo, cara, a mensagem aí pros jovens, né? Ter consciência do que é o crime, né, cara? Qual é, qual é o desfecho disso, né? Sim. E e ter consciência
que o que hoje é diversão pode ser a ruína da tua vida, né, cara? Um baile funk, uma corrente ou uma coisa dessa e depois que você entra para tu sair e ter um preço, né? Talvez você não tenha a oportunidade de sair. O Frank tá aí no YouTube, teve oportunidade, mas não deve não deve ter uma vida muito boa, né? Eh, eu não sei qual é qual é a situação dele, não sei como é que é o dia a dia Dele, mas eh eu eu suponho que apesar de você ter audiência, apesar de você
estar no YouTube, apesar de você tá aqui com a gente, o seu dia deve ser bem mais difícil que o nosso, né? por causa da da da tua memória, das suas dores, do do desgosto que você deve carregar contigo, apesar do arrependimento, né? Eh, então, até pro cara que tá no poder lá e ele tá no poder hoje, ele vai estar no poder daqui a 10 anos, né? É isso aí. Ah, só se vive uma vida e eu vou viver agora. Vida louca. Vai lá, guerreiro. Vai lá. O cara que tá no topo, alguém quer
assumiu o lugar dele. É isso. Parar para analisar, meu. Claro. Até o cara que tá no topo, alguém quer assumir o lugar dele. Não, tu não vê esses acertos de conta. Tipo assim, cara, qual é a mensagem da vida, né, cara? Tu gosta de quê, cara? Tu gosta de tomar uma cerveja? Que que é melhor, cara? Tomar um caminhão de cerveja durante um ano ou tomar tua cervejinha a vida toda? Pô, tu gosta de uma gata, gosta de transar, namorar, né? Fazer amor. Que melhor fazer amor até 80 anos, né? né? Vou fazer tudo com
aquele reforço, né? Porque com 80 anos deve ser guerra, né? O que que tu quer? Fazer amor a vida toda ou fazer amor para caramba durante 3 4 anos lá loucamente? [ __ ] tu quer ficar doidão, cracudão Lá, [ __ ] morto lá. Um dia tu quer ter muito, no outro dia tu não ter nada. Pô, irmão, a vida é equilíbrio, cara. Leva a vida numa boa. Trabalha incansavelmente, cara. E você vai conquistar, cara. vai dar orgulho pra tua família. Que que é coisa mais bonita do que tu ex produzir, cara? Um ser, [
__ ] um outro serzinho igual você, pô. Tu olhar pro teu filho e falar, [ __ ] o moleque não é [ __ ] cara. Ele puder curtir, ele poder curtir, né, meu? Você aproveitar os filhos, cara. Então, parceiro, só que infelizmente isso aí é muito louco, né? É, pô, mas parece simples, né, cara? Não é só o que você falou, não é só o crime que vem desconstruindo, isso aí é um trabalho conjunto da política, da mídia, os caramba. Hoje você de repente um discurso desse, não constituir uma família, um homem, uma mulher e
uma Criança, pronto, você já é um cara que de repente seu discurso é muito radical, você tá ofendendo outras classes. [ __ ] meu irmão, você tá ofendendo outras outras ideologias. Pera aí, mano. O fluxo natural da vida, não posso nem falar mais isso hoje. É, vamos dizer que fiz uma brincadeira outro dia, na nossa época gordo era gordo, magro era magro. Você chamava o gordo de go gordo e não era ofensa, Era uma característica da pessoa. Hoje em dia a gente não pode mais utilizar qualquer tipo de termo. Você tá errado. É, exatamente. É.
Agora aquele gordo ali agora ali, aquele maluco lá, ó. Eu não vou poder chamar esse cara aí de gordo, né? Não. E aí, o outro gordo tá apontando para um gordo mais gordo que ele, ó. Ó lá. E quem é disputa? É o anão da língua presa. Cuidado que vai ser gordopobia. Pois é cara, o gordo aqui que é meu amigo não vai reclamar, mas um gordo que eu nem conheço vai reclamar. Vai reclamar. O cara que tá sendo chamar de gordo não táando. Tá dando risada. Tá tá rindo ali no final. Ele vai me
apertar, vai me changar, vai vir a associação dos gordos falar os caras são gordofóbicos e não tem nada a ver. E eu nem falei com ele, né? Nem tá falando com o cara. Não tá Ofendendo, não tá sendo pejorativo. É isso aí. Mas é isso, cara. Frank, obrigado, cara. Cadê o mano volta? Agradeço aí, Gl. Obrigado aí pela participação. Ficou feliz aí, cara. Melhor que tomar um enquadro dele, né? É doido. Você cutua seu canal? É. Ô, Fl. Oi. Aí, deixa eu te falar. Eh, eu espero de de verdade mesmo que isso Aí seja de
coração, seu, que você esteja arrependido da sua caminhada que você teve lá atrás. Beleza? E espero que de repente você use o seu trabalho aí para para conseguir motivar os jovens. Beleza, amor? Eu espero. Obrigado. É assim, é assim, n? Você tem que, se essa é sua missão agora, que pelo menos lá nos vídeos iniciais você falou que era que era sua missão pelo menos deixar um recado moleque tava querendo iniciar No crime, você não queria mostrar, você queria mostrar o lado obscuro do crime? Então eu acho que você tem que fazer proveito disso aí,
porque hoje a sua experiência e a sua vivência, você tem a capacidade de ajudar a mudar muitas vidas. muitos destinos tristes, muitas famílias que de repente iam ser destruídas, podem ter uma mudança por conta de uma ideia franca sua. Então, se essa é sua missão agora, o não desdem dela, né, mano? Não, não, não deixe cair Na no não não caia pelo caminho. Beleza, amor? Ô, N, obrigado. Suas palavras muito importante para mim. Eh, agradeci mesmo de coração, nunca imaginei isso, Glá. Agradecer o Glá, que o Glá coloca em cada situação que eu nunca imaginei
passar. Mais importante, o mais important, pô. Vi sair do Nes. Quantas, quantas pessoas tem aí? Quantos? O mais importante é o seguinte. Não se Apruma não, João. Não vou me aprumar meu canal. Canal e a mensagem que fica aí, GL, para mim me despedir aí é o quê? pro pro moleque de casa aí, pro manequim de boca aí, para todos eles, os zenos aí da favelinha. É o seguinte, mano. No crime e não importa o caminho que você for seguir. Se você for o cara que pro crime é o certo, o justo, correto, se você
for o leal, se você for o cara certinho que nunca aguenta, que não tá lá, faz tudo Certinho. Não importa, mano. O destino é o mesmo. O mesmo. Ou você vai ficar que nem o Marcola lá o resto da vida, ou você vai ficar rico, milionário, igual GG do Mang e vai morrer na mão dos seus amigos. Ou você vai ser um decretado que nem eu, que não pode nem sair de casa, longe da família, longe de todo mundo, sem saber se a mãe tá viva ou não, entende? Não tem não, não tem para onde
você correr. No crime você vai crescer, você vai ter roupa, você vai ter mulher, Você vai ter carro. Mas quando a conta vi, filho, vai levar tudo, tudo, tudo que você pode imaginar, até coisas que você nem nem nota que tem, que é o o que o que vocês falaram aí de brincar com seu filho ou até mais além, você ir na praia, sentar na areia da praia, né? Você perde tudo isso daí você perde tudo. Então acorde quando dá tempo, porque o conselho, o melhor conselho que eu tenho para te dar é não entre.
E se você entrou, ore a Deus e lute para Sair, porque depois que você entrar já era. A dificuldade de sair vai ser imensa. Valeu, obrigadão. Foi um uma honra falar com o Nantes aí, você de novo lá, mano Walter, a todos do programa. Obrigado aí e tamo junto. É isso aí. Moro e trabalho aí. E aí, Nes, faz um favor para mim aí, Nes. Ô, manda, manda o meu bordão aí, Nes. Vai me deixar muito honrado você mandar meu bordão aí. Que que é? Couro e trabalho. Ovo de peru preso. Saidinha de P. Eu
não tô entendendo nada, [ __ ] Que que ele fala? Não entende não, pô. Não, pô. Faz ele falar aí, pô. Couro e trabalho, porque o preso tem que trabalhar, pô. E e negócio de saidinha para preso. Não, isso aí que ele tá falando é importante, viu? Isso aí é importantíssimo, viu? Ó, no dia da saidinha da Que um momento oportuno nós vamos usar essa frase aí. Tem que usar, tem que trabalhar mesmo. E saidinha dia dos namorado para preso. Para qu, ô Glá, você trabalha lá, manda pôr uma cama de casal lá pros presos,
deixa eles namorar lá. Valeu, fui GL, tamos junto. É isso, é isso, é isso. Enquanto enquanto o polícia vai para casa e namora com a patroa, eles Ficam agarradinho, um de bundinha com o outro lá. É, pô. e e namorando. Mas é a opção deles, né, cara? Eles que que escolhem, né? Cada um escolhe o seu destino, né? Cada um escolhe o seu destino. Valeu, mano. Valter, e aí, mano Valter, que que tu tem para falar pra gente aí? Bom, funcionou, né? Deu bom, deu bom para caramba. Eh, a galera vibrou aqui no chat, Glauber.
E, pô, pedir obrigado aí ao Frank, porque ele se Disponibilizou, né? disponibilizou o tempo dele e eu acho que ele tava até ansioso, Gláber. Eu acho que ele tava ansioso para poder participar porque ele não saía da transmissão. A galera falando aqui, a tropa do Lamparina. Então é isso aí, muito obrigado a rapaziada que do Frank aí, rapaziada do Frank, deixa o seu like aí se você não deixou o seu like na transmissão e é isso aí. Beleza, irmão. E os outros super chat Aí, como é que tá? Tem alguns super chats aqui. Eu vou
eu vou separar já. Beleza, [ __ ] V tá car, ele ele quer. Tem quanto tempo de transmissão aí, mano? Való. Ah, irmão, um pouquinho, um pouquinho. Não, não, mano. Vó, responde. Para de enrolar, cara. Tem 3 horas, exatamente 3:44 segundos. Aí precisa de mais tempo, né? Que tu acha? Acho que aí precisa tempo aí, né? Dá um enquadro aí. Nós dá, mano. Mano volta é nosso. P pois é, esse é o problema. O problema é pegar amizade. Eu falei hoje para ela, falei: "Mano, minha mãe falava: "Filho, trabalho e família não combina. Combina ela
esqueceu de falar, trabalho e amizade não combina". E [ __ ] aí com o tempo, aí amizade que vira família. Aí [ __ ] Não vira mais que irmão. Aqueles amigos viram mais que irmão. Cont, vou te contar uma desse gaiato. Sim. Fui pro Rio, certo? Ele ficou com o meu carro, cheguei no aeroporto, cadê ele? Peguei o carro para vir embora e o carro na reserva, mano. [ __ ] cara. O cara pegou meu carro.Í o papel Do camarada. Pegou meu carro, gastou minha gasugina e me pegou o carro, [ __ ] sem combustível.
Sujo. Ainda sujo. Totalmente sujo. Não se explica não, guerreiro. Vai piorar para tu. É exatamente. Aí tu gosta da zoação. Ele me entregou o carro na reserva, pneu descalibrado. Eu tive uma emergência, tive que a mulher foi sim. que is eu tive que levar minha esposa no Aeroporto um pouco antes, aí não consegui e ainda eu ia pagar o estacionamento, só que o carro do chefe tenho sem parar, então foi na conta do chefe. Ainda paguei eu vou, eu vou mandar, eu vou mandar essa conta, essa conta eu nem tinha visto ainda, [ __ ]
Eu paguei a gasolina, paguei estacionamento. [ __ ] é um gaiato, né, cara? Inclusive, tem uns postos agora que abastece não sei parar. Ih, podia podia ter feito isso, né? Exatamente. [ __ ] agora resumindo, cara, é isso, dá trabalho pra gente, né? Não, mas é é nosso, né? Mas é amigo nosso, é cara bom. Então não tem é isso aí. Todos os amigos a gente então mano Valter vai separando aí. Beleza. Duro. Fala aí, Nant falar com esse menino aí, com com o Frank. Você vê que a como a crueldade do crime das pessoas
que tá, não tô o colocando como vítima, não. Ele teve a caminhada dele, ele fez a e se arrependeu se foi por pressão, se foi porque ia morrer ou não, mas ele ele teve a mudança de trajetória, vamos dizer assim, da caminhada que ele tinha. Mas você vê o sistema, uma análise nu e crua da do do crime organizado. Você vê o que que os caras fazem com a vida das pessoas que estão servindo elas próprias. É um sistema meio autopágico, né? Ele vive de quem tá ali dentro. Pode reparar. Usa, usa, usa. Não serve
mais. Tchau. Usa, usa, usa. Não serve mais. Já era. Cria todo, tem um [ __ ] de um marketing em volta, todo um sistema de captação de novos De novos colaboradores, porém não contam a parte triste da história. Nunca. No sistema de captação, nunca vão contar. É um sistema inteiro montado de fato, né? É um sistema bilionário hoje. Hoje hoje é um sistema bilionário, braço político, jurídico, social, né? Através através das ONGs, né? É, pode mandar o que você quiser. É midiático e tudo isso. Dependência ali da população. Sim. Infelizmente hoje tem muitas vezes empresários
que trabalhavam eh até chegaram onde chegaram muitas vezes de forma honesta, começam a se envolver como investidores hoje do crime. Cara que não tinha um risco na na ficha hoje tá sendo tá entrando num num esquema de de colaboração pro crime, de contribuição pro crime acontecer, Entendeu? Então, eh, hoje o negócio tá, o crime ele tá militando em diversas áreas da sociedade. Tá militando, tá militando pesado em diversas áreas da sociedade. É, cara. E assim, e causa terror, né? Tu vê lá no no Rio de Janeiro, São Paulo, igual foi em 2006, quando o crime
resolve botar terror social, aqueles casos lá de 2006, tacando, botando fogo Em ônibus, atacando delegacia, atacando policial, atacando um monte de gente, ele ele para, ele paga com a cidade, ele já influencia nas empresas, ele já vai cobrando dinheiro de todo mundo. Então assim, e o estado ele ele olhando os interesses ali da classe política, né, ele vai deixando enquanto o estado tá ali, meu irmão, eh numa postura egoísta, né, pensando só no interesse deles, esquecendo a sociedade, esses caras estão crescendo, tão se fortalecendo. Se Você for pegar o número de integrante 10 anos para
trás ou ou melhor quase 20 anos para trás, pegando 2006 como marco, né, lá em São Paulo, o número de integrante do do da facção lá em 2006 para hoje, qual é esse número? o poder financeiro, a quantidade de empresas que eles estão lavando dinheiro, a quantidade de de políticos envolvidos, contratos com prefeituras, eh tudo isso aí, olha a força. Vai chegar o momento que eles vão apertar o Botão lá no no instalar de dedo e vão aterrorizar e vão confrontar o estado. É isso. E aí não vai ter polícia porque a polícia não foi
preparada em 20 anos já veio, não foi preparado, já veio um trabalho de desidratação. Hoje, por exemplo, você existia um, existe ainda um movimento nacional, não é só aqui, de você desestimular o os idealistas. A gente já falou sobre isso aí outro dia Na polícia. Na polícia você desestimula. Quando você começa a dar porrada nos caras que estão na linha de frente, você começou a dar porrada nos cara, você tá desestimulando o idealista, o cara que sai de casa não por pelo dinheiro. É, até o cara não sai de casa para combater o crime. O
cara não ganha para colocar, sentar na viatura, colocar a vida dele em risco, correr atrás de um do marginal De um carro roubado pela cidade inteira. Eh, muitas vezes car não muda em nada a grana negra, né? Não vai mudar em nada do cara que muitas vezes não desmerecendo, mas muitas vezes o cara que só serve café o dia inteiro. O salário é o mesmo, irmão. Tem uma diferença pro cara tá dentro da viatura. E ó, já deixo claro justamente pr os caras não achar que eu tô desmerecendo quem serve café. Cada um na sua
função. O cara que vai lá e digita o pagamento, é necessário que exista esse cara também. Cada um tem sua função para o sistema. Beleza? Mas tem uns que tem um parafusinho a menos. que esses são os e pode se dizer que dotado de um pouco a mais de idealismo, que é o cara que vai lá, compra equipamento do bolso, paga curso do bolso, é o cara que muitas vezes faz curso fora, extracurricular, fora da polícia, vai para outro estado, tira do Bolso para fazer curso. Esse cara que se dedica um pouco a mais tem
um porquê disso aí. é o idealismo que tá dentro dele, que é mais é um ele é mais acentuado o idealismo que tá dentro dele. E esse cara é ele quer ele quer, tá, é o cara que não ganha R$ 1 mais por isso, mas ele vai tá fazendo. Só que muitas vezes começa a tomar porrada de um lado, aí você vê, [ __ ] o cara que Tá destacando, o cara que tá combatendo o crime muitas vezes, é o cara que tá levando porrada, é o cara que tá toda hora falando: "Porra, mano, você
só me dá trabalho". Às vezes ele chega no batalhão, ele é o problemático do batalhão. É, é, ele é ele é visto como problemático. Aí que tem uma ocorrência e com auto de resistência, ele não é promovido. Exato. Ele não é promovido. Aí ele Começa a responder um processo, atrás a promoção, porque é natural. Quanto mais combativo você é, a chance de você ter um confronto, de tá respondendo um processo é maior. Então, consequentemente aí chega lá na hora da promoção, tá? Vai para trás, tá respondendo o processo administrativo aqui, dá um tempo aí, segura.
Aí o cara começa não ser promovido. É o cara que muitas vezes eh às vezes vai ser preso, Preso temporariamente. Prisão temporária é a coisa mais fácil que tem de acontecer com a polícia, embora a maioria não saiba, mas muitas vezes. Antes ainda tinha, inclusive no regulamento, o artigo 26 que falava do, pelo menos na PM de São Paulo aqui, que era uma prisão administrativa. Você podia recolher o policial e prender ele durante seis dias interno, preso, incomunicável dentro do quartel. Tá preso. Você poderia, se chamava prisão Administrativa. Então assim, aí essa aí foi retirada
agora essa prisão administrativa. Mas eh, então assim, se você pegar principalmente os policiais mais antigos da PM de São Paulo, assim que eu tenho, dos os meus amigos têm mais contato, a porrada já foi preso pelo menos nesse 26 seis dias preso lá. longe da família tá preso, pelo menos. E é na grande maioria das vezes o cara trabalhando. Então aí você começa a gerar uma pressão que começa a desestimular. O cara fala: "Porra, mano, eu tô tentando lutar, mas eu tô tomando só porrada". Lógico e óbvio que o idealista ele é idealista, né? Entra
lá naquela, naquela fala que você falou do cara tomou tiro e foi para cima. E vai mesmo, porque o idealista é idealista, ele tá tomando porrada. Mas será que talvez daqui uns 20 anos terão idealistas? Sim. E será que E outra coisa, irmão, esse cara que é idealista, ele é um cara eh de valores, né? Sim. O mesmo amor que ele tem pela polícia, normalmente um cara desse acaba nutriendo um amor pela família dele também. Sim. E e ele vai ficar recebendo pressão da família dele, da mulher dele, dos filhos dele, o filhinho dele vai
crescer e vai chegar o momento que ele vai falar Assim: "Calma aí, pô, todo mundo foi promovido, eu não fui, pô, eu eu é é aquela aquele aquela cena do filme Tropa de Elite, né? Eu eu eu toquei tiro, eu matei, eu fiz isso e tal, mas em quê? Por quê? Por quê? Para quem adiantou o qu? Adiantou o quê? E aí esse cara idealista lá, ele vai falar: "Pô, irmão, não dá mais para mim não Porque, [ __ ] perdi vários irmãos aí, fulano morreu, ciclano morreu, eu tomei tiro e tal, não fui promovido,
aconteceu isso, minha família tá lá, não posso mais ser egoísta, não posso pensar só em mim, tem que pensar na minha esposa e nos meus filhos." Aí esse cara justo sim, justo. Vai cumprir uma outra função. E aí um cara com a experiência dessa saiu, saiu menos um. O cara que tá fora não entra e quem tá ali já vai. Quem perdeu é exatamente a sociedade. Vai chegar um momento, vai chegar o momento que a tampa do bueiro vai estar aberta de uma forma que os ratos vão estar espalhados aí e não vai ter ninguém
para fechar. É isso aí, né? Então assim, se a gente pode deixar um recado de repente para pro cidadão, é muitas vezes isso aí é o cara começar a observar na principalmente na na nas trocas de Governantes, quem que é a pessoa que você quer que que esteja à frente para liderar, principalmente no quesito que nós estamos falando aqui de segurança pública. Só que quando a gente, se a gente for se planar sobre idealismo, dá para falar em várias áreas, porque eu posso posso dizer para você que existem médicos idealistas, existem ou não existem? Sim.
O cara que tem amor. Sim, Eu conheço. Eu tenho um amigo, ele é meu amigo, o Summer. Eu nem sabia que é assim. Você viu, esses dias eu passei, tive meio um um problema de saúde e precisei de um médico. Eu nem lembrava dele porque a gente, eu não, não tinha contato com ele como médico, eu tinha contato como amigo. Tipo assim, a gente sempre tava junto no clube de tiro, comendo a carne, tomando pá. Aí no dia que eu passei mal por um amigo meu me ligou, falou: "Meu, vai lá no Summer". Falei: "Pô,
tu vai fazer o que no Summer?" Eu tava pensando enchuras tomar um vou fazer o quê? Tô doente, [ __ ] Ele, [ __ ] vai lá no consultório dele. Médico, [ __ ] é mesmo, ele é médico. E eu fui lá, passei, fui atendido por ele. E aí você vê a diferença muitas vezes de médicos que você é atendido hoje, meio que o médico Google, né, mano? Fala, tá com o quê? O cara vai digitando os seus sintomas no Google, não olha nem a tua Cara, vai digitando seus sintomas no Google e aí tem
um diagnóstico. Brincadeira parte, mas é, você vê que é um médico bem básico, infelizmente. Aí você pega, fui lá no consultório dele, [ __ ] o cara é o cara só falta ter a maletinha e o martelo para, tá ligado, mano? Aqueles médico raiz mesmo, médico idealista. Você vê que o cara se preocupa com o teu caso quando você convém, não porque eu sou amigo, porque Outras pessoas que eu conheço já passaram, mas ele é um cara que ele ele investiga até chegar no ponto onde a doença onde tá a doença e sarar. Ele quer
te curar. Você vê que é uma necessidade do cara, é o idealismo dele, ele querer curar. E muitas vezes a gente, infelizmente a gente tá faltando isso aí. As pessoas que t amor ao trabalho, amor ao que faz, entende? as pessoas não se encontram mais, infelizmente, hoje Assim é a a mensagem é essa, cara. E o crime só tá crescendo e a polícia só tá diminuindo, mas não acabou. É, talvez os idealistas tem uns aí guardado, viu? Mas não acabou, viu? Vou falar para você. É o pelo menos aqui em São Paulo, eu costumo dizer,
talvez tenha aí uns, sem usar um termo pejorativo, mas tem uns Pitibum na corrente aí. Tá amarrado, filho. Mas os caras não estão à vontade ainda não. Mas é algo, vamos dizer assim, em algum período acendeu uma luz vermelha de alerta. Opa, vamos ficar atento. Mas tem um monte de idealistas ainda, talvez menos do que 20 anos atrás, talvez. Mas ainda temos um um efetivo capaz, competente, treinado e que tem coragem de ir para cima mesmo se for sobo. Ô, ô Nant, lá em São Paulo, cara, é uma Realidade. Eu eu tenho ido em São
Paulo, eu aonde eu frequento, né, como alguém que é de fora, a gente acaba frequentando os lugares, né, mais ali região centrais e tal, né, uma região de turista, vamos dizer assim, né? Eh, eu não vejo aquela aquela realidade de favela, né? Rio de Janeiro não tem como você como turista não ver uma favela. Sim. Por conta das dos morros e tal. Eh, e aí eu percebo que em São Paulo a dinâmica do crime ali é muito roubo, muito assalto de carro, de residência, talvez, né? Sequestro, não sei. É, mas e essa dinâmica do tráfico
de droga, ela não é uma dinâmica tão violenta quanto o Rio, Bahia. Sim. Eh, isso como é que como é que é, cara, assim, você da segurança pública como Policial militar de rota, eh, a atuação, não só como policial de rota, mas pela sua percepção de de morador ali, de crescer ali naquele lugar, eh, o desafio da polícia lá, né, cara? Porque no na questão do tráfico de droga, o PCC ele não atua só com a droga, né? O PCC é como se fosse, [ __ ] um grande concentrador da atividade criminosa, né? Ele tem
o monopóliogra, ele ele tem uma concentração do poder criminoso do do Estado, principalmente a influência sobre os criminosos, né? Independente de se Então a disciplina dele é forte, né? O regulamento ali deles, né? Eh, Uhum. Então eles têm eles têm um braço forte, né? Que que que mantém uma ordem. Tem outras facções lá de forma mais tímida, com ano vermelho, por exemplo. Eh, porque eu já ouvi pessoas falando que não tem, já vi matéria dizendo que Tem. Eh, como é que é essa dinâmica aí, cara? Tem um alguns focos aí de algumas pequenas facções que
tentam se formar no principalmente no interior. Isso é assim, são informações sensíveis, né? São informações sensíveis que de repente não é nem interessante ser divulgada, mas que na maioria das vezes são engolidas, tá? Engolidas. Hoje a o a facção ela conseguiu dominar de uma maneira que hoje o cara o cara nem Precisa montar outra nem precisa montar outra facção, né? Não tem porquê, ela tá num num tamanho tão grande que de repente o cara levantar uma bandeira dessa, ele pode tá até colocando dele na a corda no pescoço, né? O desequilíbrio é tão grande assim
de força que o cara nem tenta. É porque os infelizmente os caras conseguiram se estruturar em volta dessa facção que a gente tá falando aí. Existe um marketing, cara. Tá entendendo que Existe um marketing que virou meio que uma grande empresa de multinível, todo mundo quer tá participando. Uhum. Tá entendendo? Então, meio que virou um status muitas vezes na na periferia do cara que é o que muitas vezes tem um ego inflado, igual você falou, do cara assumir um disciplina da quebrada, [ __ ] [ __ ] do nome, né? disciplina da quebrada. Disciplina da
quebrada é o Cara que muitas vezes vai tá lá evitando que seja chamada a polícia muitas vezes na área mais humilde. Então Dom Maria brigou com o seu João. Aí os caras quer colocar o disciplina para chamar pro debate para ver se resolve. Não é para chamar a viatura na quebrada que o seu João, se o seu João tá errado, se a dona Maria tá errada. Muitas vezes os caras querem eh se meter até onde não é não deveria, né? Na realidade querem não. Sim, sim. Metem Justamente para evitar que a polícia vá até a
região. E tem, infelizmente, tem locais que a polícia não não consegue estar muitas vezes, até porque não sabe que tá acontecendo isso. Quando chega a denúncia, com certeza, porque muitas vezes acontece também do quê? de você pega às vezes a pessoa embora ela é humilde, mora na periferia, mas ela ela tem postura honrada, ela não aceita que o crime vá lá falar na casa dela. Então tem existe isso também. E o cara é Destemido. Não chega lá criminoso que eu sou disciplina da quebrada que vamos resolver as ideias, debate e muitas vezes ele, os caras
se depara com um cara que falou: "Não devo nada para vocês, vai tomar no cu. Eu não tenho nada a ver com o crime, eu quero que você se foda." Problema meu que acontece na minha casa e já era. Acontece, tá? E muitas vezes esse cara, ele tem o respaldo da polícia. O cara dá uma retraída, o o criminoso Chega lá que eu passou disciplina, tá? Tá, falou: "Vai embora daqui, mano. Não quero saber de você não, mano. Eu não sou criminoso, eu não sou da do meio de vocês. Que que eu tenho que responder
para vocês? Tá entendendo? Mas os caras não impõe a violência numa situação dessa. Depende. Depende da força que ele tá aí. depende da depende da situação, porque muitas Vezes esse cara, por exemplo, depende onde ele mora, às vezes ele mora numa região humilde, mas ele não mora no interior de de uma comunidade. Ele tá num às vezes o cara é antigo no bairro, é um cara que tem um respeito dos demais moradores. Sim. Então tudo depende. Então assim, mas existem. Eu costumo dizer assim que geralmente é os nordestinão mais brabo, Né, meu? Tem uns nordestinão
lá em São Paulo que os bichos é arrojado, meu. Os cara não tá nem aí para nada, não paga pau para nada. Então geralmente você escuta muito de às vezes de um perfil de um cara desse, né, mano? Agora isso porque tem cara mais deidão. Isso porque ainda ainda porque não quer dizer que isso não vai evoluir, esses caras não ostentam muito por bélico, né? Tu chega no tu Chega numa realidade de Rio de Janeiro que tem eh disputa entre facções. Ah, não. Lá não existe uma área que tenha uma exploração do tráfico de drogas
que não tenha força bérica, né? Sim. E a ponto de confrontar com a polícia e confrontar com a facção rival. Aí o camarada chega lá, irmão, o o morador ele não tem outra saída, ele tá vendo Cinco, seis caras ali, pô. Não, não tem nem o que fazer com armamento, né? Então, e eu falo para você, é, não ali da maneira que já eu nunca tive no Rio, né? Eu tô falando coisas que eu vejo na televisão, documentário de repente ou de conversando com amigos, né? Nunca tive, nem atuei no Rio. Tem alguns policiais nossos,
inclusive foram lá na Copa, tal, ficaram na pela força nacional, mas eu especificamente eu Nunca atuei lá. Mas eu imagino que pelo que a gente vê, ouve, acompanha lá, os o infelizmente o crime conseguiu se estruturar e muito bem por muitas vezes omissão do estado, né, lá atrás, de repente, e vem se omitindo e de uma maneira que eu vejo que não existe isso no meu ponto de vista também. Mais uma vez vou falar, não tô falando como o sargento, tô falando a minha opinião pessoal, uma análise do que a gente vê, dificilmente você Consegue
reverter ali sem um grande derramamento de sangue. Porque como é que você vai tirar o cara? Fala, você fizer campanha lá do desarmamento pr os caras entregar as armas, entregar as drogas, o cara não vai entregar, então você não resolve. Como que você conseguiria resolver, resolver isso? Ah, vamos colocar as tropas para entrar e tomar todas as armas e retirar toda a Droga que tem no morro. Os caras tão lá com esse poder bélico. As armas em condição. Você acha que os caras não irão fazer esse armamento para impedir que as tropas entrem lá e
tirem as armas deles? Então não tem como não haver derramamento de sangue num numa situação dessa para intervir. Agora acho que já chegou num ponto e é um negócio que ninguém vai querer botar a mão. Você imagina não vamos acabar com com Tráfego, vamos arrancar todas as armas do dos morros no rio. Quem vai querer botar a mão no negócio desse? Quem quer assinar isso aqui? Eu fiz. Eu fiz. É, tem que ser um cara que tá compromissado com a causa, né? Agora o problema é que os políticos chegam lá com outros compromissos, botar dinheiro
no bolso, parer sacanagem, se manter no poder. Agora, se a causa é acabar, não tem outra saída sobre São Paulo. Eh, Se tem comando vermelho lá ou não, eu eu já escutei que sim, já escutei que não. Agora o que faz para mim sentido de não ter é porque se tivesse seria guerra. Exato. Se tivesse, eh, e teria guerra por território. Sim. E tu vê a Bahia, a Bahia tem toda hora, o tempo todo. Eh, Manaus tem outras cidades, né? Tu vai ver por, sei lá, Fortaleza. Agora, eh, São Paulo não tem. São Paulo não
tem, não tem esse negócio de de guerra de facção, disputa de território. Por quê? Então isso aí mostra que só tem o uma única facção. Se o comando vermelho tivesse instalado ali e o dia que o comando vermelho for para lá, não sei por qual motivo não vai, né? Eh, talvez tenha um um grande acordo entre eles pró. Então eu eu imagino que exista, né, algum meio que não vamos Misturar as as águas, né, mais ou menos a passagem do os caras não eu acho que é desvantajoso para ambos, né, para ambos. Tem PC, mas
tem tem PCC no Rio. No Rio. É que o PCC ele conseguiu uma capilaridade maior, infelizmente. É o que eu falo para você, os caras tem aquele talvez na na própria capital, no Rio tem teve uma matéria recente aí esses dias falando sobre isso, mas você ia dizer que talvez tenha focos, né? É, Não, não, não tem a força aqui não, não é, não tem, talvez seja pequenos focos, algum ponto de estratégico, alguma coisa do tipo, né? Sim, sim. Não, mas você acha que lá em São Paulo, certamente entre eles eles, né, faz sentido ter
um acordo, ó, aqui não vem para cá. Eu não tô falando nada de documento oficial que eu vi, que eu li ou que eu fiquei, é uma imaginação, é algo lógico, Né? Tô trazendo a lógica pro pro cenário aqui. Imagino que seja óbvio. Por que os caras entrariam numa guerra sendo que cada um tá ganhando seu no seu espaço? Ah, vou ganhar mais espaço aqui. Mas qual o intuito? De repente teve, eu acho que não é nenhum acordo formal. Ó, sentou os dois, trocou ideia, até porque não tem, né? Mas eh, vamos fazer desse jeito.
Não, mas é algo meio lógico, man. Fica no seu canto. Cada um fica no seu canto e leva o seu, Né? É, cada um tem seus objetivos, seu sua maneira de atuar, né? Agora, eh, você e você acompanhou certamente isso lá lá em São Paulo, eh, um certo racha entre eles, né? Sim. Eh, as lideranças estão presas no presídio federal. Uhum. O criminoso lá de de nome Tiissa, ele foi condenado no júo e aí teve uma Gravação dentro do presídio federal. Tudo isso, essa história você tá por dentro, né? Sim, sim. E aí um decretou
o outro e tal, para ele, o outro pai. Isso aí. Exatamente. Então tem várias matéria. Nós conversamos com Lingo Gaqui aqui, o próprio Frank já falou isso outras vezes. Tem matéria na Record, em vários jornais. Tem. Doutor Lind inclusive é o maior o maior Especialista. Acho que no Ministério Público não existe ninguém no Ministério Público. Acho que hoje de o próprio judiciário que tenha no Brasil não tem no Brasil. Acho que vamos de facção criminosa e e principalmente falando se do PCC não tem ninguém que entenda mais que aquele homem da da facção. Falo que
não tem. O conhecimento dele é é gigantesco. E também e eu falo mais e não só o o Conhecimento, a coragem de enfrentar, né? a coragem de enfrentar, porque se você passar já são décadas, talvez indo para umas duas ou três décadas, sendo ele vivendo sob escolta, porque é destemido, não tem, não tem medo de denunciar, não tem medo de ir para cima dos cara, então assim, tudo que cata, ele vai para cima, enfrenta. É uma opção. Lembra que eu falei do idealismo de ah, vou escolher isso aqui como meta e vou E é um
cara, né? Se essa fosse a regra, é, se tivesse, se essa fosse a regra, exatamente, todo mundo enfrentar, regra, talvez seria mais fácil. É, não que não não tenha só ele, não tem, não que não tenha outras pessoas, mas o nome dele é o que destaca com a relevância dele, a relevância dele. Mas eu acredito Também que em conhecimento não tem ninguém maior que ele de conhecer, de entender o mecanismo, como funciona cada ponto, onde tá, para onde, aonde tá alcançando, onde os braços, isso aí é certeza. Não tem ninguém que conhece mais do que
ele. Agora, Onante, essa dinâmica de São Paulo muda. Eu falei isso aqui algumas vezes e a preocupação, tenho certeza que a Secretaria de Segurança tá preocupada com isso, né? Eh o Ministério Público e todo esse trabalho de inteligência, tendo racha eh entre a as lideranças da facção e esse racha, ele vai refletir numa guerra sem nunca vista antes em São Paulo. Entendeu? Dentro, vamos lá, dentro dos presídios. E aí, quem é quem quem tá de lado exatamente do A, lado B. E aí, primeiro ponto? Segundo ponto, fora a rota e tal é de quem? É
isso aí. A a biqueira, a cidade tal que vai pr pra Europa é de quem? O ponto tal é de quem? O paiol que tá em tal lugar, as armas estão lá tal é de quem? Não, isso aí realmente eu vejo que de fato tão falaram que tá acontecendo, né? já foi divulgado já amplamente em vários veículos. Eu de Fato é assim, é algo violento que você vê que já aconteceram algumas mortes, né? É algo bem violento, mas a vou dizer menos mal que estão eh atuando contra eles mesmos. Então eles estão se destruindo. Nesse
ponto de vista eu não vejo como ruim, tão ruim pra sociedade, mas a mas acaba que a sociedade fica no meio e depois a polícia também entra no meio. Tu não vê lá no Rio de Janeiro, eh, os caras estão invadindo o Julgamento. Aí a polícia, pô, entra no meio do do tiroteio, né? Como assim invadindo julgamento? Julgamento é uma uma comunidade, né? Sim, sim. Julgamento é uma comunidade. Julgamento. É. Certo? E aí tem uma guerra antiga ali, né? Os cara sai de uma comunidade para para invadir. Então TCP querendo invadir para tomar a área
do comando vermelho. E em tese, em tese eles estão eles estão Entre eles, só que ali no meio tem a população. População. Aí a pressão sobre o poder público, o que que a poder público faz? Manda a polícia. Sim. Aí a polícia do Rio de Janeiro vira um tiroteio triplo, né? Exatamente. O cara, o cara às vezes o cara tá sendo invadido, ele liga pra polícia 90, manda a População lá pra polícia 90, porque ele tá com medo do outro, né, cara? A polícia acaba eh sendo usada para defender, olha que coisa, cara, o território.
Entendi. Mas agora e que que que faríamos? A polícia não vai. Aí a polícia não vai, a população tá ali, tem pessoas de bem lá, tem que ir, não tem. Então essa dinâmica no Rio de Janeiro, ela é uma dinâmica, [ __ ] Muito muito comum no Rio de Janeiro, né? E e em São Paulo, a polícia do Rio de Janeiro tá acostumada já nessa realidade. Não que a polícia de São Paulo, ela não tenha capacidade, mas ela vai demorar um tempo para se acostumar com essa dinâmica. Tu já refletiu sobre isso, cara? Eu acho
que tudo é tudo é questão de adaptação, né? você tá falando, é algo que é novo. O que vem acontecendo é algo que é novo, não só pro pro Crime, aliás, não só pra polícia, isso aí que vem acontecendo, mas é novo pro crime também. Então assim, beleza, lá no Rio existe dessa maneira, as facções tem a eh uma invade o morro da outra para tentar tomar território, enfim, mas aqui os caras não estão acostumados com isso, a fazer isso também. Então, algo que é novo para todo mundo. É esse racha aqui, os caras estão
indecisos aí. Beleza. Tá vendo esse rach? E aí, quem vai para que Lado? De quem é? De quem? Qual time? Até os caras definir isso aí, eles estão perdidos também. Então eu acho que não tem porque não é um negócio, é um negócio. É mais ou menos você, vamos assimilar um divórcio de pai e mãe. [ __ ] eu gosto do pai, mas eu gosto da mãe também. Eu vou morar na casa de quem? Não, só pode um. O outro você nunca mais vai poder ver na sua vida. O outro virou seu inimigo. Mais ou
menos. Esse é um negócio que nós estamos Falando de duas pessoas que em tese são consideradas pelos outros integrantes. Sim. Não, não é um negócio que vai acontecer agora, ó, já tá separado cada um. Não, não é assim que vai acontecer. Não é um negócio que vai demorar para acontecer se acontecer dessa maneira que estão falando, se não houver uma reatação, mas vai demorar para acontecer e vai ser maturado ainda. E eu acredito muito aí é Que eu falo onde muitas vezes é a vantagem nossa aqui da, aliás, a vantagem da polícia de São Paulo.
Fala aqui como se eu tivesse em São Paulo. Mas é, mas é assim, é a vantagem da polícia de São Paulo que a gente tá à frente, as coisas estão acontecendo, mas a gente tá sabendo, temos um serviço de inteligência [ __ ] As polícias, modo geral em em São Paulo tem trabalhado para caramba. Então, assim, Sempre tá um passo à frente. Ah, tá acontecendo tal coisa, mas tá sabendo. Então, assim, a chance de desarticular de repente, ah, vamos dominar tal comunidade agora. Não, calma. Vai lá e prende todo mundo. Vai, vá, vai você, você,
você pegando tal situação. Então, eh, eu acho que dificilmente, ainda mais nesse momento que a gente tá vivendo, lógico que o momento agora é esse do governo. Espero que perdure por Muitos e muitas décadas esse momento aqui que a gente tá vivendo com com esse governo. Espero que os próximos, os sucessores também venham na mesma batida. E eu acho que dificilmente os caras eh conseguirão eh expandir ou tentar dominar o estado, que infelizmente lá é igual você falou no Rio, a ausência por muito tempo do poder público conseguiu com que os caras tivessem armamentos de
Guerra eh em todo lugar, qualquer esquina no caratê. É o Rio de Janeiro, cara. Fala-se em 100 comunidades. Sim. Ou mais. Aí você pega ao longo da história aí, década de de 30, 40, 50, crescendo naquelas regiões de favela, né? Sim. Moradias, né? Perto da cidade, no morro, sem estrutura, sem saneamento básico, sem nada. O estado não vai lá, daqui a Pouco chega uma droga. Uhum. Aí, [ __ ] chegou a droga, chega uma arma, aí chega uma arma, chega uma não sei quê, aí o cara vai, [ __ ] compra polícia uma parte, aí
o outro vai lá e se fortalece. Beleza. Hoje, semana passada, Guerra, Rio de Janeiro decreta guerra contra o terceiro comando. Numa grande operação, a polícia atuou em em duas comunidades. Essa que eu te citei, né, Serrinha, né, na guerra lá do julgamento E na maré. Polícia tem que mobilizar toda a estrutura de polícia para atuar contra uma facção. Só que ainda tem as milícias, ainda tem um comando vermelho. Uhum. Então, cara, a situação do Rio de Janeiro hoje, se os caras forem atuar, não tem polícia para atuar em todas. É diferente. Não tem como pedir
apoio de Não tem como para começar. Eh, e se você for bater em uma facção, a outra tá crescendo enquanto você tá focando. Você não vê, cara, uma cobrança muito grande lá no Rio do combate às milícias. Uhum. Eh, se a polícia direcionar tudo para combater a milícia, tráfico de droga vai crescer. E a área e a área de milícia que a polícia foi lá e e destruiu a milícia, no dia seguinte é comando Vermelho. Sim. São Paulo tem essa facilidade porque é uma só. Exato. Se você desarticular eh a facção de lá, o PCC,
você, pô, não tem outro para entrar. Não que não vai surgir o outro. Uhum. Mas só que lá no Rio de Janeiro a estrutura tá montada. Você imagina, pô, se na maré Tem, sei lá, 500 fuzis numa área de de TCP. Uhum. [ __ ] o cara para invadir uma área de comando vermelho lá em outra região que só tem 30 fuzis, ele vai fazer o quê? Ele vai pegar o fuzil daqui, é, vai invadir lá. E é isso, pô. É isso aí. Então, a estrutura tá de um jeito, se São Paulo Caminhar para esse
esse destino do Rio de Janeiro, vocês vão ter dificuldade lá, cara, porque é uma dinâmica que não tão acostumado e não tem braço, não tem braço para atuar contra cinco frentes, pô, igual tem no Rio de Janeiro. É, não, eu igual eu falei para você, assim, eu imagino, mas eu no meu ponto de vista, cara, nós continu nós, se nós continuarmos com Eh governantes da mesma linha que estão agora, eu não acredito que que o crime consiga lograr êxito nessa nessa empreitada, não. Por mais que eu entendi o que você falou da divisão, como funciona
lá no Rio, mas aqui ainda essa estrutura que você comentou não tem. Em São Paulo ainda não tem e nem vai ter. O crime tá tomando porrada todo dia, cara. Crime, ó, aqui, ó, para você ter uma ideia aqui, ó. Tava até falando, A gente tava trocando ideia aquela hora lá. Hum. Eu vi aqui. Sabe quantas armas foram apreendidas pela eh quantas quantas armas foram apreendidas? 2800 armas de janeiro para maio até maio pela PM nessas operações. Quantas pessoas presas? 53.000 pessoas presas. Normal. Os números, os números da PM de São Paulo são pesados também.
Não adianta falar não tá trabalhando. Tá o os roubos foram reduzidos, se eu não me engano, eh, os roubos na região central. Só que é novo. Ah, o pessoal tá igual eu eu cheguei a acompanhar na internet, muitas pessoas reclamando. É, mas tão roubando aqui, tão roubando teu lugar. Realmente tá mesmo. Mas é que o vagabundo tava muito à vontade, muito. E agora ainda tá novo, ó. Meu, um ano, Dois anos ainda. Tá caindo a ficha dos caras agora. Falar, meu, não tá mais do jeito que tava não. Não tá tão solto, não. Não tá
tão fácil não e tem a E é a mesma tropa, né, cara? É a mesma tropa, só que depende de quem tá, irmão. É, depende de quem tá colocando. É o mesmo fogão, irmão. Só depende de quem tá colocando a lenha, quem tá girando o botão, se deixa trabalhar ou não, mano. Entendeu? Para tu ver como tu ver como o comando, né, a A classe política, [ __ ] é, são dois, três caras que que ferra a população toda. É isso aí. E é nisso que eu tava falando aquela hora, [ __ ] o povo
tem que começar a acordar aqui. Quem sofre lá no pão de ônibus muitas vezes é iludido por um discurso a ou discurso simplista. Tenta procurar mais. Não fique, não se limite a ao que tão dando para ele comer. Vai atrás, procura. Hoje em dia todo mundo Tem um celular, pô. Investiga mesmo. Vai atrás, começa a procurar quem é a favor de fato de resolver o problema dele. Muitas vezes na hora de escolher. Ah, mas eu não vou nem votar, não tô nem aí. Não vou nem votar. Tá bom, então. Só que não chora depois, pô.
E mas é, eu vejo que a nesse sentido, a população nossa tem mudado bastante na parte de conscientização, né? Tá acordando, tá acordando. É, é isso aí. [ __ ] isso que eu ia te falar, irmão. Tá na tá o energético cai bem para tu, hein? Polícia, [ __ ] Hã, polícia tá tá batendo cansaço no polícia, não tá não. Ô, irmão, eu acho que você tá preocupado com os gordinhos ali, não. Os gordinhos estão doido para comer o hambúrguer aí. Aí, ó. Vai comer meu hambúrguer aí, não, hein, gordinho. Aí, tu tá bem do
lado aí, o tá brilhando, né? Pode comer, irmão. Pode comer. Eu não vou comer não, cara. Pronto. Aí, ó. Aí eu vou comer. Alegria, mano. Eu vou comer meu wafer da da Gloví, [ __ ] 21 g de proteína, entendeu? Aí o gordinho vai falar: "Pô, mas aqui tem uma carne grandona, tá cheia de proteína também, né?" É, você quer falar proteína? Mas tá cheio de queijo, cheio de bacon, né? É. Aí, mano, Valtei, tu já teve tempo, Como é que tá? Tive, tive tempo sim, tive tempo para organizar aqui as ideias. E, cara, eh,
e é óbvio que aqui o o foco aqui é o Nantes, né? Mas teve teve super chat, teve dois super chats e teve muita gente falando aqui no no chat sobre, eu vou ler aqui, tá, irmão? Breno Oliveira, acabei de ler que o MPF e conseguiu eliminar para suspender vídeos do canal que eles julgam ter discurso de ódio. Pouco a pouco eles vão calando o povo. E O Radioldo, ele mandou também, camarada tá lá no Canadá, ele falou aqui, ó, comenta sobre as notícias do Ald Bloquear Fala Glauber. E muita gente tava achando, Glauber, eh,
muita gente falando, pô, o canal foi bloqueado, o canal vai, sabe, vai cair e tal. Então, eh eh foi bem recorrente isso hoje no chat, pessoal muito preocupado, né, referente à notícias de hoje. Então, pessoal, eu cheguei tarde hoje no podcast, não tava trabalhando E aí eu recebi eh e-mails, né, e via as matérias, né, aí eu fui ler as matérias, tal, a gente já tá acompanhando esse processo. Eu eu externei para vocês aí desse processo, começou lá atrás. com portal que ofere que eh levou a denúncia pro Ministério Público. O Ministério Público aceitou, abriu
uma ação civil pública pedindo indenização do canal, retirar os vídeos e tal. Então tem várias consequências jurídicas ali, Consequências jurídicas que o canal já tá sentindo desde quando foi iniciada essa ação, essa ação civil pública. Nossos vídeos estão sendo limitados, nossos vídeos estão sendo eh o próprio YouTube vai bloqueando os vídeos, o nosso alcance diminuiu demais, né? Então o vídeo que no dia batia 80.000 passa a bater só 20, né? Eh, não é um não é um número exato assim, né? Mas para você ter ideia, de março para abril nós perdemos 40%, De abril para
maio mais 25%. Então, em dois meses, o canal derreteu aí 70%, né, da capacidade de pessoas assistirem nossos vídeos. E isso reflete em outras coisas, receita do canal, né? Eh, então o canal já vem sofrendo, já sofremos isso em outros momentos, né? Superamos, avançamos e agora, cara, parece que o negócio vai funilando e e a ponto de você ver que, pô, cara, vai ser cada dia mais difícil. Por isso eu externei, passei aquela Dificuldade e hoje eh foi divulgado na imprensa, né, a decisão do juiz, né, da Vara da Justiça Federal, que analisou o pedido
do MPF e aí ele eh deu a decidiu que os vídeos que o MPF tava pedindo fosse retirado. Quando começou esse processo todo aí, cara, eu mesmo junto com a equipe aqui reuni e nós fomos analisar alguns vídeos, né, que podia dar problema, né, nós olhamos ali, fizemos uma análise, tiramos alguns vídeos, né, cortamos Algumas coisas porque a gente quer comunicar e cumprir a nossa missão. A gente não quer ter, né, dor de cabeça. Agora a gente não pode perder essência, né? A gente não pode a partir de agora, tá bom? Não vamos mais falar
de polícia, vamos seguir a cartilha. Isso jamais. Mas, por exemplo, teve um policial que veio aqui, [ __ ] e falou de uma situação rindo para caramba, que fez um algo que cai dentro da regra ali, pô. Ao de autoridade policial agindo de Forma abusiva e tal. O vídeo tava, pô, até que uma postura minha, eu não rendi o assunto, eu mudei o assunto, desviei o assunto para lá, mas aí vai explicar. Então, a gente já faz esse tipo de coisa. Eu tô muito tranquilo porque eu sei da responsabilidade do nosso trabalho, né? E as
nossas entrevistas aqui, pô, eu acho que eu entendo, né? E busco sempre que tenha muita qualidade. Sim. A gente entrevista autoridades, a gente entrevista um um monte de gente. Canal tem mais de 6.000 vídeos, tem 3 anos de história. Agora, cara, talvez seja esse o objetivo, né? O que eu tô falando que é positivo pode ser justamente a raiz do problema. Cresceu demais, tá grande demais, né? Aí tem quantas pessoas assistindo? 9.000? 8700. 8700 pessoas. Pô, tem muita coisa. Esse esse galego do olho azul aí é bonitão, né? Também com olho azul desse, né? Como
é que é? Também um galego. Galego. Galego do com esses ol azul é fácil, né? É fácil. É galego bonito. Gale bonito. Então é tudo bem que é um galegão doido azul aí, mas assim eles não queiram isso, né? Cara, gente, eu não sei qual vai ser o fim, qual vai ser o futuro do canal, se vão tirar o canal do ar, se se eu vou ter que pagar essa multa aí milionária que que o MPF tá pedindo. Eh, mas eu sei que eu vou continuar Trabalhando até o último dia da mesma forma, com a
mesma energia. Espero ter oportunidade de conversar aqui com camaradas igual antes e agora é triste. Então, voltando ao início aí, eu, [ __ ] vindo para cá, trabalhando, tive, parei para ver isso, cheguei tarde no podcast, cabeça 1000, pesada, [ __ ] e e cheguei aqui, graças a Deus, tinha até esquecido, cara, o papo maneiro aqui. Mas é isso, cara. Certamente vai me chegar mais alguns dias de sono aí, Preocupação, mas é a nossa vida, né, irmão? Não, não, ninguém nunca disse que seria fácil, né? Nada diferente da guerra diária que a gente já viu.
É, pô, se fosse se fosse para ser fácil, eu tava comunicando, eu tava comunicando aí, pô, eh, linguagem neutra, né? Eh, [ __ ] né? Besterol, né? é um monte de outras coisas que que é a cartida do momento, cara, né? Mas a gente vai comunicar Polícia, valor paraa sociedade e e é isso, né, cara. Então, a mensagem, eu agradeço as mensagens, vou até pedir pro Nante falar alguma coisa também em relação a isso, mas é isso, meu irmão. É, a guerra nossa não nunca foi fácil, é contra tudo e todos. Nós começamos hoje a
a o papo falando sobre isso aí, né, cara? Então, eh, eu acho que, Como você falou aí, você deixou bem claro, você falou: "Meu, cheguei, conversei, tinha até esquecido." Você vê que a gente tá com a casca tão dura que muitas vezes você tá tomando as porradas, mas tá firme ali, tá em pé e é o espírito que a gente espera. E e eu vou falar e eu acho que o mais interessante de tudo nessa história toda é que você conquistou um público e você tá incomodando alguém. você não, esse Público que assiste você aqui
é uma legião, uma legião de de seguidores, não é só não são só simplesmente espectadores, são pessoas aguerridas que estão ali firme e e sempre com expectativa de te assistir, de assistir o as pessoas que você traz aqui, a qualidade que você que você apresenta nos seus trabalhos e a seriedade em trazer informação. Então eu acho que por mais estar enfrentando essa batalha aí acabar, os caras não vão Conseguir acabar nunca. Diversas pessoas que vem sendo perseguida aí, que tem o trabalho sério como o seu, sobrevive, tão sobrevivendo e estão sobre e estão conseguindo. Parece
que quanto mais bate, mais tem crescido. Então, irmão, eu acho que é missão divina também o seu trabalho, não é? Não é algo à toa. E se não tivesse E se tivesse ruim não tava incomodando Ninguém. Então é porque tá sendo bem feito. É, cara. E eu acho assim, a meu favor, tá, é a história do canal, pô. É só olhar os vídeos e tal, cara. É, é uma defesa simples, pô, né? Agora, se for com covardia, se for com outro, com outra ideia, aí realmente fica difícil, né? A caneta cabe tudo, né? Sim. Eh,
por mais que só vai dar dor de cabeça, nós vamos responder tudo e no Final não vai dar em nada, né? Esse é o problema. Agora, eu percebo, cara, que as instituições eh polícia e e essa essa eles têm muito medo do da política, né, cara? Uhum. Eh, ficou muito ficou muito gritante na internet lá na polícia no Rio de Janeiro. Eles falam assim: "Tem que evitar aí o efeito Gabriel Monteiro". Eles têm o medo de surgir um novo Gabriel Monteiro, né? As pessoas estão Na internet. Então para eles, policial com muita audiência é o
cara que quer ser que vai ser político, igual tem o da Cunha, igual tem Gabriel Monteiro. O canal do Gabriel Monteiro tem tinha 6 milhões, né? 6 milhões de até enquanto antes dele ser preso. Bem grande, era bem grande. Então, eh, parece que o medo deles é justamente esse. Só que assim, a má notícia é que eu não tenho nenhuma Pretensão política, cara. Eu não tenho nenhuma vontade, cara. Então, ou a má notícia ou a boa notícia, né? Eh, é, talvez para eles é. É. E assim, cara, eu acho que quem me assiste tá claro
isso, né, cara? A minha missão é outra. Minha missão não é eu ter um mandato político, não, pô. Eu eu tô aqui e eu espero agora melhor eu parar de falar, né, para não chamar muita atenção, né? É, mano, Eu ia dizer que, ah, tem que dizer, não tem jeito, né? Eh, a minha missão aqui é é ajudar mentes e corações aí, pessoas transformarem. O efeito é muito maior do que eu for paraa política, né? Por isso que eu digo, a boa ou ou a má notícia, né? Talvez eu seja alvo muito maior. Eu eu
eu seja um alvo muito maior e com muito mais energia, porque eu não quero para mim, né, cara, eu não quero, [ __ ] o cargo político, eu não quero Ser um deputado. Agora, através do meu trabalho podem surgir cinco, 10 deputados, né? Pode surgir, [ __ ] uma multidão de pessoas, né? Então, a minha missão é essa, entendeu? Querem me atacar? Ataquem por esse motivo, mas não porque eu vou ser candidato, porque eu não tenho menor menor vontade nem de pisar lá. Gosto, irmão. Tô aqui em Brasília, fui lá umas três, quatro vezes por
necessidade, né? Então não tiro foto com O político, do idolatro político, não faça, não é minha missão, né? Eh, mas eu acho que tem outros outros policiais capacitados e com essa missão, né? O Nantição foi candidato. Eh, e eu vou ter muita, muita, muita alegria e feliz demais de ver você lá, irmão. E eu vou est aqui para te receber. para que a gente possa fazer o conteúdo. Então, a missão do Globo, irmão. Eu não quero, não quero, não Tenho essa pretensão. Mas a Dollaria Violantes eleito, o Carcará, né, o Salazar. Então é isso, cara.
Eu sou eu sou o cara do podcast, entendeu? Eu falo é e através de mim vão surgir outros. Não que eu não que eu seja o Jesus Cristo aqui do negócio, pelo amor de Deus, mas é isso, né? Mas é essa a parada. E tu, irmão? Pré-candidato. Préandidato. Pode falar já. Pré-candidato pode, né? Pode. E aí, estamos aí triando mais uma vez, né? Vou, tô na pré-candidatura aí. Não, ainda não tem nada lançado oficial essa pré-candidatura, mas tudo indica, tudo já tá arrumando para que eu concorra assim nessa próxima eleição a vereador, Né? Então, estamos
trabalhando lá na provavelmente na capital. Que bom. Então, fica a mensagem aí, ó. temos um pré-candidato, eh, não tá ainda no no momento que possa fazer campanha, né, mas é pré-candidato. Eu lembro, Nan, que quando você veio aqui, depois vídeo seu, as pessoas falavam assim: "Pô, nem sabia que o Nantes era, foi candidato, soubesse, tinham votado nele". Então, muita gente nem teve ciência que você foi candidato. Agora tem oito, pelo menos tem 8.000 1 pessoas aí sabendo que tu é pré-candidato. Quem foi de São Paulo fica atento no momento certo. No momento certo. Avisa dos
parentes, avisa dos amigos aí. Tá vendo? E não ganhei [ __ ] nenhuma para falar isso, mas é minha missão aqui. É normal. É [ __ ] você tá ganhando, pô. A gente tava falando sobre isso agora. Isso. Então, Colocar as pessoas férias. É que a rapaziada e no meio político é tudo em base de acordo, de não sei qu. Não, cara, eu quero ver os caras bons, os polícia que tem história, quem tem que contribuir lá. E é isso. E eu aqui, mano. Volta. E aí, qual o próximo? Beleza. Teve o super chat aqui
do Edson Andrade, ele fala aqui, Manaldo, pergunta pro sargento Nantes se tem chance da rota se instalar aqui na Baixada, porque aqui no Guarujá, onde eu moro, a bandidagem está aterrorizando. Boa. A rota teve aí por um bom período, né? teve praticamente instalada lá, né? Na realidade, nas operações escudo tinha pelotão de rota basicamente todos os dias assim e com 75% da tropa lá, né? Então assim, mas a rota é uma tropa que ela é ela é uma tropa que fica reservada ao centro ali na capital, né? No centro da capital. Então não existe essa
possibilidade. Ela Fica ali no justamente para poder se deslocar pelo estado inteiro. É uma tropa primeiro batalhão de polícia de choque. Ele atua no estado inteiro. Ele tem área de atuação no estado inteiro. Então conforme a necessidade. Porém, na Baixada tem o BaEP, que é o batalhão de de ações especiais de polícia aí do litoral, que ele combate, que é o segundo Baepe, né? Segundo BAEP na Baixada. E ele serve para reprimir e combater o crime de maneira mais rápida Lá na Baixada. Então, poder mais mais combativo hoje seria o BAEP e a rota frequentemente,
mas enfim, toda semana praticamente a rota tá lá. É que não dá para colocar. Talvez ele veja pouco porque ele mora no Guarujá, mas não dá para colocar diretamente só no Guarujá. Atua na Baixada inteira, né? Mas basicamente todos os dias tem viatura de rota na Baixada. Beleza. Olha só, rapaziada. Eh, não te respondeu a pergunta aí do camarada e eu vou vou aproveitar esse gancho que nós falamos sobre questões políticas e vou ler uma mensagem aqui que a equipe acabou de mandar para mim para tu comentar, n se prepara que que o negócio aqui
é é polêmico, cara. Olha só a matéria. Jornal Metrópolis. Eh, oposição quer impedir que detentos trans possam escolher ala na prisão. Eh, projeto de decreto legislativo da oposição busca impedir efetividade da resolução conjunta dos Ministérios da Justiça e Direitos Humanos. Que que é isso? Tem uma resolução, né? Tem um decreto, né? eh, desses dois ministérios, Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos, que dá eh direito ao preso ou a presa, né, como eles eles se entendem, né, se identificar, né, É que aí vamos supor, o cara, mano Walter, né, Marmanjo, ele em algum momento vai
se identificar como mulher, né, e ele é preso. Se o mano volta a se identificar como mulher trans, ele vai poder escolher se ele vai para uma ala, uma ala de presídio feminino, né? Uhum. E é isso. Então ele tem a opção de escolher para onde ele vai, né? Entendi. E e não para por aí, né? Por exemplo, ele vai exigir que a revista pessoal nele, a busca e apreensão, os procedimentos dentro do sistema prisional, seja feito por uma mulher. Claro. Ponto. Matou a chargada, né? Final, mano Walter, né? Apesar de possuir um pênis, né,
ele vai ter que ser apalpado ali, né, por uma mulher. Tua opinião, cara. Eu fico pensando aqui que que vou vai Ser feito com o tanto de criança que vai nascer no com essa mistura aí dentro do dos presídios, certo? Também tem essa possibilidade. Afinal, tem o semen masculino. Final. Exatamente. Tem um sem masculino. Independente se vai haver o ato ou não, a gente pode identificar que eu fico imaginando o tanto de presas que vão passar a a engravidar no interior do presídio, Até mesmo para pegar aquela tem uma ala uma ala diferenciada geralmente pro
presídio feminino. Para que? Paraa presa que é grávida. Tem tem algumas, você tá ligado, né? Sim. Falando, então assim, [ __ ] a presa de repente fala: "Não, mas eu vou pegar um tempinho". E a gente sabe que o ser humano é capaz disso, né? Então, tendo a facilidade de ter o semen lá, como é que faz? Não. E pior, cara, Isso eu tô falando de um detalhe, de um de um de um ponto, né? Uma um ponto. Um ponto. Continue agora. Imagina que [ __ ] cara, é, vou te acredentar um ponto. Fala, fala
mais um. Imagina, mano Walter, Mano Walter, nessa situação, no meu exemplo, ele é um Cara de poucos valores, né? Poucos. Afinal, ele tá dentro de um presídio, ele não cumpriu o contrato social. Sim, a opção sexual dele não é a importante aqui no no nosso exemplo. A questão é que ele e ele pode, por algum motivo, por alguma vontade, algum desequilíbrio moral dele, ele violentar uma presa mulher. Sim. E se mano volta e violentar sexualmente, né, eh, uma presa mulher, como é que o Estado sai dessa, cara? Ele permitiu também. Houve ali um um violação,
né? E e e e disso aí gerou uma criança, uma gravidez, né? Aí como é que tu explica pra família e para essa presa que tá ali dentro e tem que ter os direitos dela garantidos pelo estado? Porque ela tá custodiada, porque eu eu trabalhando num presídio federal, eu não posso eh cometer nenhum ato que ser da pena do Cara, né? Uhum. E se eu fizer, eu vou responder pesadamente porque vão dizer o seguinte, eh, o estado tem a cautela, tem a tutela, é a custódia do do cara. Então, se esse cara morre ali na
prisão, por exemplo, ou se ele é violentado, a culpa recai sobre o estado. Então, eu não entendo, cara. Pô, eh, cara, olha a quantidade de consequências que pode que pode ter, levando em Consideração, principalmente que essa essa resolução diz que é autodeclaração. Se é autodeclaração, por isso que eu usei o Mano Vter como exemplo. Mano Walter, ele é homem. Sim. Tu é hétero, não é, mano Valter? Até onde eu sei, não é, irmão? Não, não é. O papo é sério, mano. V não é não é zoeira, não precisa nem rir. Sim, não. É porque o
chat o chat aqui e e o chat é bem bem criativo, né? Então Sim, mas o chat o chat é o chat, né? Eu digo o seguinte, tu é hétero, certo, mano? Mas ele pode se autodeclarar no momento da prisão. Pô, Renato Tritão, quantas vezes ele chegou aqui no podcast, falou: "Se eu for preso, eu me autodeclaro mulher. Eu sou bobo". Na visão dele, né? na fala dele, o estado se colocar nessa situação, me parece que é o idealismo, a militância Acima da responsabilidade que o estado deve ter, acima da realidade. Da realidade. Acima da
realidade. Eu falo porque existem existem os casos que as pessoas se identificam de fato, existe, mas a gente sabe que toda quando você cria uma lei, você tá abrindo uma avenida, uma rodovia pros espertalhões se aproveitarem. E aí, principalmente quando a facilidade Do acesso a essa rodovia é é nítido você pegar e falar: "É autodeclaração". Eu me autodeclarei. É o que você falou. Aí você vai pegar um cara que de repente o cara já tem, ele é um estuprador comumass, aí o que que ele vai fazer? Não, na hora que de ser preso, ele ele
mete um furto, um outro bo que não tem nada a ver, mete um roubo para ser preso. Agora não, eu sou, eu me identifico como mulher. Ele vai pro presídio feminino e de repente Para cometer vários crimes de violência de cunho sexual. É. Existem os espertalhões quando você é muito sério isso, porque de fato, qual que é a principal justificativa do Estado para separar homem e mulher nos presídios? A principal justificativa o sexo diferente, violação de de direitos e tal. Sex, é exato. O sexo diferente. É, é isso. É isso. É o sexo diferente. Por
Quê? Se você misturar homem eh macho e fêmea, eh nasce uma, vai ter uma gestação e vai nascer uma criança. Então o estado lá atrás, quem pensou nisso separou homem e mulher justamente para que de repente uma criança não nascesse numa numa numa situação dessa. Tanto que eh tem até acho que tem até algumas restrições, você vai saber falar de repente melhor do que eu. Tem até Algumas restrições, por exemplo, pra mulher ela ter visita íntima quando é presa. Tem alguma coisa, sabe? Alguma coisa do tipo ou não? Como é que funciona isso aí, cara?
E não é minha realidade. Também eu tive eu tive pouquíssimo contato com é presídio feminino e tal. Preso feminino em si, eu tive, mas o que você tá dizendo são questões que que já existe uma regra para isso, Né? Tem o presídio feminino e o presídio masculino. Você imagina se o estado colocar uma mulher dentro do presídio masculino? Os caras violentam sexualmente os homens. Eu imagino se colocar um novamente volta. Chega, chega um rapazinho lá, [ __ ] né? Bonitinho. Os cara tá rindo, Glob. Não, mas agora eu posso rir. Agora vai Falar agora. Agora
eu posso rir. Mas agora tem gente falando do assunto sério, né? Agora é exemplo nosso aqui, [ __ ] O outro exemplo, o outro exemplo que aí eu vou est atingindo, né, pô, outras pessoas, né? Eh, os caras acontece isso, né, cara? Agora quando você pega eh, então você não pode uma coisa, pô, cara, quer atender eh essa questão, cria um presídio então próprio, né? Cria um presídio próprio. Agora, Exato. Eh, o estado tem que ser responsável. A partir do momento que ele faz isso, ele vai ter que ser responsável se não vai ter uma
violação, né? Ele tem que ser responsável se não vai ter, [ __ ] surgir nascimento de uma criança ali. Outra coisa, imposição de poder, né? Como é que fica isso, né? dentro do do presídio. Femin que exatamente o cara é o cara daqui a pouco chega meia dúzia de De cara que se autodeclarou de bandidos que se autodeclararam se autodeclararam mulher, chega no presídio feminino e aí meu cara consegue dominar na na base da força da força bruta. Qual qual qual está ele? A a tá entendendo? As agentes, as agentes femininas que irão revistar o
Sim. pelo pelo pelo pelo pela portaria lá, pelo É isso. Tá entendendo? Quem vai lidar Com esse com esse camarada? Eu como, eu, eu como [ __ ] servidor da da carreira prisional, e eu eu diria que eu que é um constrangimento, tu fica puto e tal, mas é o menor é o menor do dano. Sim, é o menor do dano. Porque para mim, meu irmão, a gente vai fazer o trabalho ali, não importa. Tu ali não é uma pessoa, ali é um um preso. Eu não tô olhando para ali, olhando o órgão, nada, né?
Sim, Mas eu quero dizer o seguinte, eh, da mesma forma que a gente faz revista lá no no presídio masculino, agora tu colocar uma mulher, por exemplo, no presídio masculino trabalha mulheres. Sim. O se se tu colocar às vezes as colegas mulheres, eu vou vou colocar um fato aqui, cara. As mulheres, as colegas, às vezes elas se importam menos com a presença do homem, do preso, do que o Próprio preso. Sim. Eles morrem de vergonha. Sim, né? Entendi. Não, [ __ ] O o tem tem a gente aí, aí eles se escondem e tal, né?
Não sei, talvez eles não, né? Não, mas né? Eh, é porque é é a intimidade dele, né? Olha só o homem, cara. Agora tu imagina a mulher, né? numa situação dessa, eh, ter que revistar um cara, a polícia ela até vai fazer, é o menor do dano, porque na rua a PM tem, ela vai revistar o Marmand na rua e não tá nem aí. No presídio vai ser a mesma coisa. Agora, o constrangimento que é pras próprias presas, então tu vê que é um idealismo, uma militância sem fim, cara. sem fim. Por tu preservar o
Direito de uma camada que você quer preservar, que que são esses homens auto declarado trans, né, essas mulheres, né, eh, o termo, né, imposto é esse, né? Eh, você acaba violando o direito das das mulheres presas que estão lá, pô. Ou você acha que elas concordam, que elas querem? Exatamente. Chegou dentro da dentro da ala lá, dentro do da favela deles lá. Eh, pô, chegou agora, [ __ ] um um uma mulher de 1,90 m, né, que que até ontem que até ontem era era homem, pô. E e pelo simples fato de chegar na prisão,
se autodeclarar. Então, assim, esses desvios, quem vai responder por isso? O problema é que, o problema é que eu acho que quem tá aí de o cara que faz uma proposta de umadil aí desse aí, ele não ele não para para viver a realidade. Esse cara vive num mundo da fantasia. Pessoa que faz isso aí, ela vive no Mundo da fantasia. Me ficou para falar, irmão. Agora, mas essa não é a realidade. Hoje eh, as pessoas vêm militando por algo que que deveria ser exceções para virarem regra, para virar regra. Assim, irmão, não tenho nada
contra se a pessoa é, se ela se identifica, beleza, mas isso é uma exceção. E o homem trans, como é que faz, Então, né? Exato. Aí a mulher acha que é homem, se identifica como homem. Exato. Ela vai querer ir pro presídio masulino. E aí, quem se responsabiliza por essa pessoa tem que poder, pô. Quem se responsabiliza por esse por essa esse homem, não esse homem que se se identifica. Porém, Será que todo mundo na hora que tiver dentro do presídio, será que todo mundo vai identificar que é homem? É o que você falou, os
cara violenta. Ué, então, eh, bom, eu acho que eles estão mexendo com coisas que eles estão não vão ter controle depois, pô. E o estado não vai conseguir controlar, não vai. E a culpa vai ser depois da de quem? Do seu guarda que tá lá, que não tomou conta direito. Deixou Nascer a criança. Agora como se o guarda ficasse lá vendo o tempo todo dentro da cela se eles estão namorando ou se eles estão dormindo, pô. Né? como se fosse, cara, é um caminho sem fim que tem consequências e e tá entendendo? Olha, olha a
preocupação, olha a preocupação, olha o que fica sendo discutido na política brasileira, infelizmente. Se prepare, guerreiro. É esse, esse esse vai ser o o mundo de debate. Tanta coisa. Cria então, já que tem agora, [ __ ] tudo isso, cria um banheiro específico, cria um presídio específico, cria não sei que. Ah, não, mas aí é exclusão. Como exclusão? [ __ ] eu sou homem, se eu for preso, eu vou pro presídio. Exato, né? Exato. Nós vai ter que ir pro Cara, é, é difícil. A gente não, eu não tenho nem eh condições de de Propriedade.
Eu não sei, né, mano? Eu agora, pô, mas eu não sou ladrão. Aí eu não vou poder falar do ladrão. Delicados. Por exemplo, falaram aqui no chat, Glauber, o seguinte: "No caso do homem trans, no caso da mulher, né? Nasceu mulher, virou o homem, se identifica como homem trans, pessoal até tá usando o termo aqui boiceta". Que isso, cara? É sério, pô. Existe isso? É, é alguma coisa que surgiu na internet nos últimos dias. Então assim, falaram que no caso do quando nasce mulher se identifica como homem e vai vai chega a esse momento de
prisão, ele não vai não vai pro presídio masculino, vai optar por ficar com as mulheres, porque nesse caso estaria sendo beneficiado falando sendo mulher, no caso ela e ele, né, não Estaria, ele não teria benefício se identificando como homem. Aí no caso, isso é a mensagem do chat, tá? Tudo bem, sendo esse raciocínio, é uma afirmação, é a comprovação que o estado tá dando um benefício, uma vantagem pro ser optar para onde ele vai. Só que assim, ali é uma prisão, pô. E essa vantagem dele não pode colocar em risco a integridade, principalmente dos outros
que estão lá. Tá entendendo? Por que que o Estado brasileiro separa o faccionado A do faccionado B? Exato. Para não dar não ter conflito, né? Atrito, né? Ué, é básico, né? E que eu não concordo. Eu acho que o estado tá se submetendo a uma regra de facção. Aqui todo mundo é igual, todo mundo é preso. Acabou. E vocês vão se enquadrar dentro da regra. Acabou. Agora o estado brasileiro se dobrou de joelho porque é mais fácil. Sim. Da mesma forma tão tentando fazer o que é mais fácil, só que tem consequências, né? Então assim,
é uma vantagem. Então, ah, por questão lógica, tudo bem, mas se chegar um doido que é, como é que é o termo? É Boyeta. Meu Deus do céu, cara. Eu vi alguma coisa na Como que eu vou explicar? Meu filho tem 9 anos, como que eu vou explicar tudo isso pro moleque, mano? Porque eu vou ter que explicar. Se eu não explicar, eles vão explicar, né? Pô, filho, chega aqui. Vem cá, mano. Então, tem um baceta, tem Meu Deus do céu, cara. Mas vamos explicar. É um desafio de pai, de que tem criança, tem Que
fazer isso. Sim. Se o camarada aí resolver, né, a camarada, o boiceta aí resolver ir pro presídio masculino, ele tá no direito dele. Sim, claro. Não, irmão. Então isso daí é é seria o óbvio, mas como foi falado aqui no chat, eh no caso não como não haveria benefício, eh ele optaria por ser voltar ao gênero de origem, né, do do que que nasceu. Isso foi o que eu entendi aqui, tá? De algumas mensagens. Eu não tô não tô cagando aqui regra não, que isso é só a manifestar. Resumindo, cara, é uma regra que alguém
estudou e tal, que fundamentou e tem, pô, tá representando parte da sociedade, beleza? Tá justo, mas cuidado com a irresponsabilidade, porque assim, eh, eu vivo numa regra social, eu tenho que respeitar o direito do outro, né? Exatamente. Tem que todo mundo que tá dentro daquela célula ali concordar, né? E concordar sem Intimidação, né? Exato. Que não seja nada e que e não pode ter, [ __ ] uma violação sexual, né? Porque se tiver, né? Agora, vamos também ser justo que violação sexual não precisa ser de sexo oposto, né? Uma mulher pode violentar outra mulher da
mesma forma. Esses riscos acontecem, eu sei disso, mas não vai gerar uma Criança, né? Acho que estamos, estamos OK em relação a isso, sim, né? Com certeza. A preocupação aqui principal também é a geração de uma criança. Daqui a pouco o estado vai fazer o quê? O estado vai abortar a criança. Exato. E vai dar esse direito. Então olha, olha a consequência. Em que, quais condições essa criança vai Ser gestada e gerada? Vai gerada e gestada, né? Lá dentro. É bom. O problema de tudo isso, olha só o o o Brasil, cara. E e tá
tudo tão sensível. Eu eu acho que nós debatemos aqui em questões objetivas, né, questões lógicas. Eh, eu entendendo a dinâmica do presídio, que é minha profissão, e ainda assim corremos o risco de Ofender e e sermos atacado ainda só por est falando do tema. Só para est falando do tema. Mas que tá proibido falar sobre essas coisas. Então, provavelmente a gente pode estar entrando em mais uma briga que nós não escolhemos entrar. Não fizemos nada para entrar, mas por interpretação, por extraporação da da nossa fala, exato. A gente ainda colocamos pontos lógicos e Objetivos que
podem ser rebatidos de repente se alguém não concordar, né? Mas exato. É, é, podem ser rebatido, mas são lógicos e objetivos, pelo menos na ótica nossa aqui. E eu acho que é correta. Sempre a gente vai achar que, mas estamos falando de algo lógico e por conhecer o meio, né? Você conhece tanto porque, igual eu falei, a primeira pergunta tem que se fazer para talvez uma pessoa que escreve uma lei dessa é o quê? Você já foi num Presídio, já entrou lá dentro, sabe como funciona? Você entende? Já entendeu? Aí muitas vezes o cara tá
fazendo de é de assistir talvez um seriado, um Osla aí fal: "Não, eu já vi já, eu já vi uma vez na TV o Prison Break". Não, cara, eles vão ter bastantes argumentos, cara. Certamente eles têm. Por exemplo, o argumento que e essa Mulher transídio masculino poderia sofrer muito mais violações, ela seria vítima. Sim. E isso eu entendo e realmente o estado tem que tomar cuidado com isso, né? Até um cara que não se considera trans uma mulher, ele só é um cara de opção homossexual. Sim. O estado tem que entender essa dinâmica e não
pode permitir que um machão lá que se diz hétero e tal e ali no momento escuro ele quer ter uma Relação homoafetiva Uhum. ele violentar esse cara com certeza. Então da mesma forma que o estado não pode permitir que esse sujeito seja eh a a integridade dele violentada, ele também não pode dar margem para que um sujeito use disso para violentar outras pessoas, pô. Exato. Então esse é o meu ponto aqui. Eu acho assim, E na realidade, em todo momento você tá falando, o que a gente tá falando é em fazer, independente do do ponto
de vista de quem de tu a lei ou não, é simplesmente eh você tá falando em proteger o que de repente pode estar numa situação mais vulnerável, mesmo preso. É protegido. Na realidade a gente tá falando em em proteger ação de direitos. violação dos direitos, a violação do da pessoa manter a Integridade física dela mesmo enquanto tutelado pelo Estado, eh custodiado pelo Estado. Exatamente. O que eu acho o que eu acho que não faz sentido é o que o Estado brasileiro, né, pratica, que é respeitar opção de facção. Não, aí porque assim, cara, opção de
facção, cara, olha só, aqui dentro não tem facção. facção lá na tua favela, lá onde você tava lá uma coisa aqui é todo mundo Junto, todo mundo é preso, responde pela mesma lei. Não existe uma lei para faccionado a ou bou c. Agora, se o cara chegar no presídio e falar: "Senhor, eu sou homossexual e tal, não sei quê, e eu não quero ficar lá, os caras vão me violentar, ele tá na razão dele." Sim, né? Porque aí é porque se você coloca o cara lá e o cara for for abusado, Né? Cara, eu acho
que esse tipo de cuidado vai ter que ter sim. Por quê? Porque lá dentro o cara tá custodiado pelo estado e ele não pode ser violentado, não pode ser abusado, ele não pode apanhar. Sim. Então, eh, a gente o dentro do ambiente prisional e é uma é uma dificuldade você evitar esse tipo de coisa. Aí, que que o estado faz? Pó, Para eu impor uma disciplina é tão difícil, dá tanto trabalho que é mais fácil eu separar. Sim. A, e grupinho A com grupinho A, grupinho A com grupinho B. Sim. Para evitar o quê? Que
um bata no outro, que um, [ __ ] espanque o outro ou mata o outro, né? Então, é, é isso. Agora é sempre que chegando mais fácil, né? Sempre queando mais fácil. E Eu tem muitas vezes que eu vejo esses temas assim, eu acho que muitas vezes é gerar polêmica, né, cara? Tem gente que é é intencional para causar o intencional, para causar uma polêmica. Porque muitas vezes o cara sabe que nem vai conseguir lograr ele. Mas é para porque nesse caso aqui, cara, só se a polêmica for por parte dos deputado, né, com com
projeto, mas assim, O ministério, porque vamos lá, para quem tá em casa entender, o poder executivo é responsável por esse tipo de coisa, né? Então, a política pública de segurança pública e tal vai ser feita lá dentro do Ministério Público do Desculpa, tô tô tô tô apanhando, tô com trauma do Ministério Público por causa do nosso processo, eh, dentro do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Então eles vão fazer lá uma norma em conjunto com o Ministério dos Direitos Humanos. Sim. Então, para proteger a pessoa lá que se identifica com a mulher, o homem trans,
a mulher trans, eles criaram uma política que tem esses termos, autodeclaração, pode escolher, inclusive tem o direito de ser revistado, se identificar como mulher por uma mulher, se identificar como um homem por quem Ele escolher, né? Aí os deputados, pô, uma portaria ou um decreto não tem força de lei. Se eu crio uma lei, crio uma lei já. É isso. Acho que a dinâmica é toda essa, né? Sim. E aí chamam de oposição. Por quê? Porque deve ser a a esse essa é uma pauta do governo, né? E a oposição tá criando o projeto. Enfim,
[ __ ] tema, tema, né? Complicado, mas é complicado, mas que tem que ser falado, né? é que faz parte aí da do debate político e no meu caso, né? Sim, dentro da dinâmica prisional, né? Eh, fala, mano. Volta, não é isso? E tem também o outro super chat, obviamente, né? Partindo aqui, encerrando esse, o Francisco Narciso, ele quer saber se o Nantes e o que que ele acha do amigo do Glauber chamado Frank, né? Ele fala que chegou aqui, chegou na na transmissão, naquele momento em que ele mandou o super chat, o máximo respeito
ao sargento e eh que que o que que você acha do amigo do Glauber? Ele faz menção ao Frank, né, por ele ter vindo no canal. Irmão, eu já a gente já explanou, talvez ele não tivesse assistido antes, mas vamos responder ele aí. Eu acho que eh o Frank, independente do que ele foi, Como que ele tá hoje, onde tá, eu procurei deixar bem claro aqui que é o seguinte, que o que é bem válido hoje é a mensagem que de repente ele tá levando pro jovem, mostrando o como o crime é quão cruel o
crime é. Isso aí ele tem mostrado e tem levado e eu acredito que talvez tenha servido de exemplo para vários jovens para que muitas vezes que estão pendendo para querer entrar no crime não ingressem. Então se ele tem feito isso aí, tem sido De coração, pelo menos é o que ele mostra, é válido. É válido. E a gente tem que tem que inclusive apoiar que que isso aconteça mesmo, entende? Agora, opinião contra contra a pessoa dele ou a favor, eu não não tenho porque nunca tive, igual eu falei no durante o meu serviço, eu nunca
nunca atuei contra ele, nunca efetuei a prisão contra ele, nunca nem o abordei. Eu, a facção que ele cita, eu com certeza eu não eu não gosto, não tenho simpatia pela facção. É, é poucas ideias mesmo. Então assim, eu falei, já tive amigos que, infelizmente, morreram por consequência ou em decorrência de de atos da facção. Então, para mim é pouca conversa, é pouca ideia, não vamos combater sempre que tiver oportunidade, como a gente Sempre fez. E se ele tá nesse caminho novo dele, eu desejo boa sorte e que ele consiga eh consiga incentivar os jovens.
E se eu acho que é isso aí. Tá respondido aí, irmão. Ué, para mim tá o camarada, camarada tá sentido, né, cara? Quando ele falou, pô, o que que acha do amigo do Global? Certamente ele ele não deve gostar do Frank. E ele ele usou esse termo aí amigo do Globo de uma forma, né, provocativa, talvez, né? Tem problema não, irmão. Tá respondido, né? E é isso. Eu eu, pô, com toda a certeza absoluta, eu tenho consciência que eu eu desagradaria uma boa parte, né? Sim. das pessoas que gostam da gente, porque nem todo mundo
vai concordar eh da conversa com Frank, né? E eu respeito Todas essas pessoas e eu fico muito feliz de saber que eles, por mais de sentido ou ressentido ou chateado comigo, eles continuam nutrindo um carinho, um respeito com o canal, com os convidados do canal. Então, acho nada demais. Eu entendi. Tá, irmão. A provocação, [ __ ] Qual o nome dele? É o Francisco Narciso. [ __ ] Franciscão. Qual é, Chicão? E se tornou membro do canal? É membro do canal. [ __ ] Chicão. Qual foi, Chicão? [ __ ] tamo junto. Que dá em
Chico dá em Francisco, né? Como é que é? Dá em Francisco, não dá em Chico, né? Mas é isso, cara. Eu entendo. E é isso, cara. Eu já falei bastante sobre isso e Sim, eu entendo, cara. Eu eu não me agrado com tudo também, mas o bom é a gente ter essa compreensão e saber eh analisar o todo, né? Não pode ir na emoção e e ser pô simplista ali. O que o que eu vejo assim e que eu nunca vi em nenhum momento, por exemplo, aqui já vi você entrevistá-lo, fazer react algumas vezes. Nunca
vi você, por exemplo, catar, enaltecer o crime, é no barulho do cara. Não, pelo contrário, você teve sempre uma conduta profissional aqui. Isso aí pra gente falar de conduta profissional, quantas vezes você conversa com criminoso durante o dia de serviço? É, pô, Uma porrada. Exatamente. Mas com bandido, ex-bandido, Noia, exnoia, cidadão de bem, a gente tem que tá apto para conversar com todos. O cara, ele, até onde eu sei que isso aí já foi pesquisado, inclusive, ele não é nenhum foragido da justiça, certo? Ele o a ficha criminal dele que ele tem, ele teve alguns
processos, ele já não responde mais. Então assim, por que que eu falo? Não é nenhum por agir Do artismo. Não tô defendendo aqui, mas como policial, como agente do estado, se ele fosse um foragido do da justiça, talvez não seria conveniente nós estarmos com certeza conversando com ele. Mas não é o caso. Hoje ele é foragido talvez da do crime, né? Ele tá foragido do crime. Ele tá correndo do crime, tentando sobreviver. E assim, igual eu falei, o que chamou atenção lá atrás foi aquele aquela Comoção que gerou ele correndo contra o tempo para não
morrer na mão dos cara, do bandido. E hoje eu acho que essa mensagem tem que ser relevada. O cara tem que entender isso aí, tentar pegar isso aí, porque se de repente um rapaziada lá, molecada que tá lá, de repente, ah, tá na dúvida, os emocionados da vida aí da quebrada que acha que vai virar o super bandidão, os que é os comédia, né? Os maiores comédia, inclusive, né? E eles têm que Começar a observar isso aí. Tá bom, então você vai ser o Satanás. Tá aí, filho. Observa a realidade do mundo do crime, seu
otário. Para você entender, né? Você pode chegar onde você tiver que você vai estar sempre na mira dos caras. Se não for na dos dos próprios bandidos, você vai estar na mira da polícia para ser preso ou se quiser enfrentar para ser morto. Então, e outro, irmão, a gente, você como como trabalho de de PM, Né, policial militar de rota, você quantas vezes você teve com gente na rua que tu sabe que o cara é criminoso, mas o cara não tem nada em aberto, você não pode fazer nada contra ele? Exato. Exato. Eu, no meu,
no meu caso lá dentro do presídio, o cara tá cumprindo a pena, o cara é criminoso. Sim. E o e é o meu trabalho ter que olhar na cara dele e conversar com ele a depender Do do que esteja do que tem que fazer. Muitas vezes levar o cara pro médico, leva aqui, movimenta para cá, dá remédio. Exatamente. Tem cuidar muitas vezes, literalmente. Se esse cara, meu irmão, que é criminoso, está cumprindo a pena, ele quer passar uma informação, eu vou falar: "Não, não fala contigo que tu é criminoso". Sim. A gente vai pegar a
informação, vai trabalhar a informação e vai fazer trabalho de polícia. Exato. Agora que dirá para um camarada que que não é mais criminoso, que tá fazendo um trabalho no YouTube, que tá que tem uma comunicação positiva, [ __ ] eu tenho medo de ladrão agora, pô. O cara ex-ladrão, então, né? Sim, sim. Então, assim, eh, a mensagem do Frank, cara, a mensagem do Frank eu já falei, é Isso. Então, é muito natural pra gente, cara. Eu não tenho esse tipo de de insegurança não, cara, de sigma. E eu acho, cara, que sobretudo é menos um
no crime, com potencial de tirar várias outras pessoas do crime. Sim, sim. Então, cara, eu acho que na essência a sociedade precisa disso. A sociedade quer isso, né? É menos um cara na rua que vai tocar Tiro com a rota. É menos um cara que vai que vai fazer o assaltos, que vai sufocar a população e o pior, né, formar outros, né, chegando e tem e exatamente e tem um potencial de tirar vários outros. Cara, se eu não me se eu se eu se se eu não concordar com isso, se eu não me conectar com
isso, aí a minha missão aqui ela não tem um sentido firme, lógico, né? Então, as críticas vão vir. O Chicão aí, [ __ ] ainda é membro do canal, virou membro do canal. Abraço. Talvez ele esteja num ato de protesto, né? Quant pela saudação pelo respeito aí também da hora. Mas é isso, irmão. Então, estamos junto. Tá respondido, né? E aí, mano? Volta, qual é o próximo? O Pereira. Pereira fala aqui, ó. É, quer saber se você tem tem pensa em fazer algum curso e especial de operações Especiais? N, eu é os cara quer judiar.
O Pereira quer arrancar meu coro. O Pereira serve alguma deve servir alguma unidade especial, irmão. Eu eu tenho tô velhinho já na carcaça já da ten um curso de patrulhamento tático de de rota que é muita coisa. Tá bom já, né, mano? O cara o cara é braçal de rota, né? Não, não, mas eu tenho o curso também, né? Fora, fora o o estágio para conquistar o braçal, ainda existe um curso próprio, né, de patrulhamento tático e ações especiais de polícia. E esse aí eu vou falar é doidinho também, viu, mano? Acho que já tá
bom já. Mas pergunta aí, vê se ele responde aí o porquê da pergunta, né? Vai que o cara tem uma oferta boa para ver quem que vai na vai na unidade dele ainda Pra gente sofrer menos, né? idade inteira nessa conversa não caio mais não. Não vem aqui que aqui vai ser tranquilo. É, aí o cara arranca o corpo. Não, outra coisa que eu que eu que eu não nunca fiz, o char falam: "Pô, Gabo, chega aqui, pô. Vem conhecer a unidade pô, vai lá, vou nada. Fazer o que lá, irmão? Vem Aqui no podcast
conhecer o podcast, pô. Conhecer a unidade, rapaz. Da hora, pô. Não, eu sei que é maneiro, mas [ __ ] né? Acho que tem umas. Chega lá, chega lá e [ __ ] o Gl aí, [ __ ] E ainda é melhor não, né? Da hora. Mas é isso. E vai, mano. Volta. Qual o próximo? O Guilherme. Guilherme de Campos. Boa noite, Globo. Salve, Nantes. Terror dos Vagabundos de São Paulo. E o Frank, Frank tá de parabéns. E uma pergunta, o estado poderia acabar com o tráfico em alguns dias, em poucos dias. Com o tráfego,
isso. Em poucos dias. Em dias. Em dias não, né? Um negócio que já foi construído em décadas e sei lá, em séculos, né, mano? Dificilmente. Eu acho que não acaba nem ano. Eu também acho que não. Mano, Val apertou o botão errado ali, foi pra câmera dele. Eu vi. Eh, é porque tem tem alguns policiais que eles eles talvez é só uma forma simples de falar, né, assim, né, fala assim, não, se o estado quiser acaba em um dia, acaba em horas, não, não é bem isso é isso é uma forma de uma força de
expressão, né? É, mas não não dá, não É, ué, vamos, vamos raciocinar aqui, cara. Vamos lá. o tráfico de droga só em um estado, o pior de todos, o Rio de Janeiro. Eh, teve um estudo que que foi feito o levantamento que tem em torno de 56.000 traficantes no Rio de Janeiro. Então, vamos acompanhando. Uhum. 56.000 traficante é maior do que o efetivo policial do Rio de Janeiro. Se você somar PM, polícia civil e polícia Penal, não tem esse número todo lá no Rio. E e em torno de 30.000 fuzis. Eh, como que você acaba
com isso em um dia, em uma semana? Não tem como, tava t falando como. Eh, fora isso, essas e e essa quantidade de criminosos aí com esse com esse armamento todo, eles estão distribuídos em 100 eh localidades, territórios e tem em torno ali de 2 milhões de pessoas morando nessa região. Como é que você entra nessas regiões para tirar 56.000 com 2 milhões de escudo? em dias. Não tem como isso só o estado do Rio de Janeiro. Agora é porque não, o Brasil não tá tão interessado em acabar com o problema. Tem poucos estudos, tem
poucos números. Não. Sim, mas se a gente tivesse mais estudo, né, a gente mais números, a gente poderia eh extrapolar essa isso aí, essa quantidade pro Brasil. Aí, meu, Você vai pensar como é que tu mexe com isso, né, cara? Cara, eu vou falar, no meu ponto de vista, o mundo não tem interesse em acabar com essa a tua afirmação. Total sentido. Por exemplo, o Brasil é hub de exportação de droga paraa Europa, certo? Aí, pô, o Brasil tem um problema, a fronteira é grande, tudo isso e tá beleza. Se a droga sair do Brasil,
Tem problema no Brasil, certo? Uhum. Mas se ela sai do Brasil é porque ela consegue entrar lá. Exato. Se ela não conseguisse entrar lá, o cara de lá não comprava mais do Brasil e não ia ter demanda. É isso aí. Então ela sai do Brasil e entra lá também. Então a própria Europa tá de não tem interesse, né? Não tem ninguém, ninguém tem interesse. Então quando saiu, quando saiu o navio daqui, a carga daqui para um país X, Espanha, Portugal, sei lá, Holanda, qualquer outro país desse aí, Alemanha, eh, entra lá também, pô. Sim, porque
se se os caras mandasse a droga para lá, sai daqui de boa, chega lá, perde, os cara ia começar, acabou, pô. É, já era. Ia perder vagas e daqui a pouco ele não mexe mais, não manda mais. Mand mais. Exatamente. Então não estão combatendo lá também. Não estão combatendo lá também. Ah, tá. Então, é o que eu falei, eh, é algo muito complexo que ele falou, porque a droga, se você parar para analisar, ela vende mais que comida, mais que alimento. Você pegar um usuário de droga, Você der R$ 10 para ele, você acha que
ele vai lá comprar uma marmita ou ele vai comprar um uma droga para ele usar? Usuário de droga. Final de carreira. Al de carreira mesmo, aquele lá que tá, Se der R$ 10, ele vai comprar a comida ou ele vai comprar a droga? A droga, com certeza. Pronto. Só que aí você pega e multiplica isso aí que a droga atinge todas as camadas sociais da sociedade. Ela consegue atingir todas As camadas. Então você vê que é algo que consegue atingir todas as camadas da sociedade e tem um nível de de dependência que o cara prioriza
a compra dela do que a comida, inclusive. Então é algo muito lucrativo, é algo que muita gente ganha grana com isso aí, infelizmente. Então, dificilmente você vai acabar, não. E aí, pessoas poderosas hoje por trás disso. Por isso que eu falei no na entrevista Que eu dei lá no Flow que isso aí é problema de MRE, pô. Eh, é problema da diplomacia brasileira com os outros países. Sim. Se o Brasil não chega para Bolívia, Colômbia, Peru, Paraguai e fala: "Calma aí, pô, vamos fazer um plano aqui porque, pô, olha só, [ __ ] tão mandando,
tão destruindo meu país aqui, sim. E não chega lá pra Europa e fala assim: "Pô, pessoal, me ajuda aí, segura aí, meu. Vamos fazer um negócio aqui, eu te passo informação aqui." Então, assim, não é só problema de polícia, cara. É problema também. Isso aí, o negócio é muito maior. As relações entre os países tem que tá prevendo isso. Agora, não é interesse aqui, não é interesse lá também. Porque se eu não quero que entre cocaína No meu país lá, eu sou um país de primeiro mundo, eu tô lá na Europa e olho para esse
país de terceiro mundo aqui, que é assim que eles enxergam o Brasil. Sim. Eh, eu chego aqui, eles não ficam dando dinheiro, né? essa questão de, ah, o fundo doado pela França, pela Alemanha, paraa preservação da Amazônia, eles não fazem isso. É como se fosse assim, ó, vou te dar um dinheiro aí para você Preservar a a selva por conta do efeito estufa, por conta de questões climáticas e tal. Ele ele não faz isso. É só ele fazer também um convênio com o Brasil, colocar dinheiro e para que não saia, não saia a cocaína daqui
entrando no país dele, pô. Ele pega os as embarcações de bandeira brasileira e toma um cuidado maior. Sim. Olha quanto que isso. E se o cara fizer isso, quem vai se prejudicar? as Empresas brasileiras que estão exportando o produto para lá, porque vai sofrer uma certa uma certa resistência só porque é de bandeira brasileira. Sim. Então, olha quanta gente aí, cara, que o tráfico de droga vai interferindo e essas pessoas, porque você sabia, cara, que o camarada que é o dono da carga, a empresa tá transplantando cocaína e nem sabe, muitas vezes não sabe. Acho
que talvez, né, Por o mergulhador vai lá, bota a cocaína lá no casco e tal. Agora é isso, né, cara? Ou sabe, vai usar. Desculpa que não sabia, né? Mas é um problema. né? E aí ninguém quer resolver, ninguém quer botar a mão disso aí. Mais um que ninguém quer botar a mão, ninguém quer respondido, mano. Respondido. E teve o super chat aqui do Tibursa. Sargento Nantes, conta sobre contar. É, conta sobre contar o dinheiro. Contar do dinheiro quando sai do baralho e todo turno, todo turno de cada soldado derrota. Isso sério batalhão deve ser,
né? Isso traz transparência e parabéns pelo trabalho. Boa. Como que é o nome de Tiburso? Isso. Um abraço, Tiburso é explica aí a pergunta dele. Porque a pergunta dele provavelmente foi Sobre falar o valor que cada um, cada integrante da equipe tá trazendo consigo. É isso. Deve ser isso aí. É quando tá saindo do batalhão, né? Isso geralmente dentro da viatura é uma, isso aí já é uma doutrina antiga, uma das doutrinas de rota que é adotada, que é justamente para não nunca gerar qualquer tipo de suspeita sobre qualquer integrante da equipe. Então, eh, porque
tem até uma situação engraçada, recente, né, recentes que eu falo nos tempos de Hoje, embora essa prática ela já é desde a década de 70, mas existe uma uma situação recente que aconteceu com a minha equipe, que nós estávamos sendo gravados, né, e no meio da gravação o abordado falou que tinham levado a carteira dele. Levou a carteira embora. Ó, pegaram minha carteira que eu perguntei, cadê seu documento? Ele falou: "Não, pegou, pegaram minha carteira". Enfim, tava gravado tudo, mas é justamente por de repente se não se Não tivesse sendo filmado, se não tivesse eh
sendo gravado, se esse cara faz uma acusação mais grave, mais contundente, lógico que esse aí no dia era um usuário de droga, tinha cheirado tudo e mais um pouco, né, meu? tava escorrendo pelo nariz dele. Mas se é de repente uma pessoa que não estivesse nas condições que ele estava e tivesse um pouco mais de credibilidade, poderia gerar algum tipo de transtorno pra equipe e até Mesmo de repente ser submetido a uma revista, um exemplo. Não, nunca via acontecer, mas imagino que e nessa revista para que não fosse colocado em cheque. Então o que acontece?
A equipe, todo serviço antes de sair, principalmente porque temos ocorrências que [ __ ] pega uma porrada de pega dinheiro em espécie mesmo, né? Quer ver apreensões nossas que, tipo, pegamos 4 milhões em espécie. Então assim, sempre primando pela lisura, pela transparência, quando a gente vai sair do batalhão, você olha o o cada integrante fala quanto tem, tá carregando consigo. Então, se você tiver carregando R$ 20, R$ 30, R$ 100, você fala, porque o cara que saiu com 100 vai voltar com 100. Tem que voltar com 100 ou com menos que ele passa na padaria
e gasta uns uns 20, três. Então, volta com menos. nunca vai voltar com mais. Certo. Concordo. A não ser que, por exemplo, eventual o cara precisa sacar um dinheiro no banco, hein? Tô em costa. Todo mundo viu que todo mundo viu, ele sacou, falou: "Agora, a partir de agora eu tô com tanto, peguei mais 300, peguei mais 200 no banco." Então assim, mas sempre cada Integrante sabe o valor que o outro tá carregando justamente para trazer lisura e transparência pra equipe até mesmo. E esse padrão é padrão na rota? Eu não tinha escutado isso. Padrão
na rota. Padrão. Essa doutrina tem outras coisas. É, faz parte da doutrina, tá saindo falar o valor que cada um tá levando consigo. E já que nós estamos falando de padrão rota, aquela saída lá do do batalhão das Das barcas lá, aquilo é sensacional, né? É aquele lá é o momento do motorista, né, cara? Embora já fomos proibidos algumas vezes, né? Mas ali eu costumo dizer que é o momento do motorista brilhar, né? Como é que é isso, cara? Fala aí pra gente a saída. É o que que aqui o que que isso representa para
vocês, né? Ah, cara, é uma tradição também, né? Sempre a rota, desde o início, ela teve Muitos bons motoristas, né? motorista podem ser considerado até pilotos mesmo, cara muito habilidoso no volante. Então, antigamente tinha as manobras que era o oito dentro do batalhão, girar em círculo, enfim, eram meio que você motivando a tropa para sair pra rua, né? tá ali dando carga de de idealismo no cara na hora que vai sair, como na nas guerras antigas também, o cara você tinha que tá com a tropa muito bem motivada e ali é uma Maneira de você
motivar, fritar o pneu, esquentar, aquecer, enfim, e a saída não tem como ser diferente. Então, lógico que já aconteceu uma vez ou outra aí que a gente pegar um número estatístico também é ínfima, mas já aconteceu vez ou outra de ter acidente ali na frente, né? Então, mas de modo geral os cara que fazem, os motoristas são piloto de verdade embaçado e fazem com excelência Aquele e acaba se tornando meio que um show, um atrativo, né? Sim. Muitas vezes a população, as pessoas da sociedade vão lá na frente para assistir as viaturas saindo. Meio que
um atrativo ali no da Tiradentes ali 440 no bairro da Luz. É bom, mas é maneiro. Tá dentro da marca mais da hora ainda. Muito bom. E aí esse mesmo piloto aí na rua quando não precisa. Com certeza. Mas é muitas vezes aí que eu falo que já vi críticas até da mídia assim de dizer que aquilo lá é uma graça, que é um que é uma vez escutei um idiota de um idiota para mim, um babaca de um de um repórter falando aquela palhaçada lá na frente, tá? Então assim, você escuta um babaca desse
falar, só que ele não entende o que há por trás daquilo. aquilo lá, o cara, o motorista que ele vai desenvolvendo esse tipo de habilidade, quando ele se depara com uma Situação de encontrar um carro roubado ou muitas vezes um carro que tá com a vítima do sequestro dentro e ele precisar ir atrás e e aí depende de manobras mais agressivas, manobras mais manobras mais ofensivas, esse motorista ele tá pronto para fazer isso, que é na hora da adrenalina, na hora da carga de adrenalina milhão, que aí o cara tem que demonstrar. Então, via de
regra, o cara sempre tá aqui Chicoteando a barca, o cara tá acelerando, entra na curva forte, pá, canta pneu, o motorista ele vai desenvolvendo habilidades naturais. Então, quando ele precisa fazer uma uma condução mais ofensiva para pegar o veículo e com para pegar os criminosos e e combater o crime, ele vai conseguir fazer. Ele vai conseguir fazer com excelência. E é frieza, né? E é frieza porque ele tá acostumado com Manobras bruscas. Sim. E essas manobras bruscas tá treinando, tá ali, tá lapidando polícia para quando precisar de fato, que é o o mesmo que você
treinar o corpo pro combate. Ah, você faz barra todo dia. Todo dia você tá fazendo barra. Lógico que na hora de pular, transpor um muro, você vai ser melhor do que o outro que não faz barra, entende? Quem tá ali, pá, fazendo barra todo dia, na hora de pular um muro, o Cara não sente. Já o que não faz barra vai ficar ali pedindo um pezinho, ô, ajuda aí e tal. É. E e as das vezes que que tiveram proibições, foram proibidas, qual foi o argumento? Ah, foram por conta de hora ou outra. Ou, por
exemplo, tombou uma viatura lá na frente uma vez. Rodou para caramba na internet esse vídeo aí, felizmente. E aí o próprio secretário da época, ele proibiu, falou: "Não, para sair mais Desse jeito." Então, ficou um bom tempo. Então, se tombar a viatura na rua, eh, essa viatura em perseguição, que agora mudou o termo, né? Em acompanhamento, acompanhamento. Eh, essa viatura tombar em acompanhamento, então a partir de agora nós não vamos ter mais acompanhamento porque tombou uma viatura. seguindo uma lógica dessa, né? Então, mas É porque não é necessário. Nesses 20, nesses 20 anos aconteceram algumas
mudanças, justamente, por exemplo, eu tava estava tendo muitos acidentes acompanhando moto, as motocicletas, né? Motinha sem placa, pinote e aí veio uma norma proibindo o acompanhamento de motos. Então o cara rouba, rouba a moto, vai embora, a polícia não pode não poderia acompanhar, não poderia. É que o policial aí você Vai pegar aquele lá, o idealista, aquele cara que tal, ele vai ir, você muitas vezes ele vai bater a viatura, ele vai sofrer a sanção, ele vai pagar a viatura, mas ele não vai deixar de ir atrás do ladrão. Tá entendendo? Porque eu falei que
às vezes o idealista ele dá trabalho, que ele é o problemático, né? Você fala: "Porra, mano, tem uma norma aí para você compr só você ficar quieto. O cara ele quer trabalhar, Ele ele ele não corre na veio só ainda, ele não quer deixar, ele não quer ver o errado vencer. É, ele não quer deixar o o criminoso ir embora para casa, usufruir do bem do cidadão. E que bom que existe esse cara, né? E que bom que existe. É o cara que sofre, mas ele tá lá pronto sempre. Pois é. É, eu já ouvi
gente falando, ah, isso é infração de trânsito, né? Eh, A polícia o tempo todo tá cometendo infração de trânsito porque tá numa função de emergência, né? Começa com a infração de trânsito. Qual que é a medida ser adotada? Sinal de parada, dependendo da da infração. Uma não tem um exemplo, tá sem placa a moto, passou, tá sem placa. infração de trânsito em tese, sim, mas também é um indício que possa ser um um produto de ilícito, certo? Então, como que sana essa dúvida? parando. Aí você vai parar, O cara não para, o vagabundo não para
e ele começa a acelerar e cometer além de várias infrações de trânsito, ele ele passa a cometer alguns crimes no trajeto. E aí, entado tem que agir até pegar esse cara, nem que seja montado o cerco eh com a estrutura, dependendo se tiver uma estrutura boa na região, começa a montar cerco, fecha o cara, vai cercando e o pega. e e detense marginal. Sim, mas Muitas vezes é melhor falar que para lá, deixa embora. É, é isso, cara. A sociedade tem que escolher, né? Eh, o que que ela quer, né? E, e, e quem comanda
polícia tem que também escolher, né, o que que ele quer entregar pra sociedade, né? Eh, mano, volta, zerou o super chat? Tem um super chat aqui, tem pergunta aqui, tem gente cobrando aí, mano. Val, se tu Já liu, na verdade, não é uma cobrança. O camarada falou que ele saiu da transmissão e voltou, quer saber se foi lido. Você viu essa mensagem, mano? Volta. Não, não vi, mano. Volta, eu vi, mano. Volta, eu tô aqui conversando e eu vi, mano. Volta, tu tá aí na amistade. É, você não tá conversando, né? Tá mais ou menos.
Não tô conversando não, [ __ ] Tá olhando o telefone, né, guerreiro? Então, né? Se se você viu, né? Tá no cheque já, [ __ ] Tomei tomei uma invertida, né? [ __ ] Mano, volta, mano. Volta. Cara, e quem é teu chefe, mano? Volta. Não, eu não, mano. Teu chefe é a nossa audiência, mano. Principalmente o cara que tirou a moedinha do bolso dele e mandou um super chat pra gente, mano. Mano, Val, se você não fizer por mim, se Você não respeitar por mim, por eles, né, mano? Respeita a galera. Sim. E na
real, Glábio, eu não vi essa mensagem de fato, mas a Mitla Oliveira, ela tava me cobrando, era uma das pessoas que estavam me cobrando. Mit, Mitla, é, ela se tornou membro do canal também e ela falou aqui, sargento Nantes, fui, fiz uma cirurgia que o seu colega no Guarujá me atendeu e ela pergunta aqui por que que tiraram a rota da Baixada Santista? Não, não tiraram. Eu respondi, né, agora a pouco já isso aí, mas eu respondo novamente para mim. Não tirou não, a rota continua atuando lá. Lógico que tem outros pontos do estado que
tem que ser atendido, surgem outras demandas, mas a rota continua por lá também ainda. Eh, ali foi deixado um batalhão maior. Como é que foi a ideia ali? A mesma estrutura de polícia tá aumentando a estrutura, né? A Estrutura lá tem o efetivo foi foi ampliado sim na Baixada Atlantista. Pós, né? O também tem um outro super chat aqui, né? O DX Daniel, uma dúvida. Quando praça sai, passa para oficial, o tempo de de instituição zera ou continua a computar? Por exemplo, um segundo sargento se passa para passa para o oficial, consegue chegar o coronel
antes de se aposentar? Não, depende, né? Ele vai fazer outro concurso. Ele vai fazer outro concurso, porém o tempo de casa não vai deixar. Hoje o tempo é 30, são 35 anos tempo de que ele tem que tá dentro da da instituição para ele ah, mas ele tem um tempo fora. Beleza. O máximo que hoje pode ser computado são 5 anos. 5 anos de registro, vamos dizer que ele tinha 5 anos fora, tem que cumprir mais 30 dentro da PM. Se ele tiver 10 anos fora, só usa cinco. Só usa cinco. Nossa. Então assim, mas
vamos lá. Imagina que aos aos 10 anos ele conseguiu chegar segundo sargento. Beleza? E aí passou no concurso para oficial. Daí que ele passou no concurso para oficial, ele vai ingressar na academia, vai passar 4 anos lá na academia de polícia militar do Barro Branco e aí vai depender da paciência dele de aguardar para ver se Ele consegue, que em 20 anos que resta para ele, dificilmente ele vai ele vai alcançar o o posto de coronel. Entende? Resumindo, guerreiro, tu vai aproveitar, você aproveita o tempo, mas aí pode ser que chegue dentro da polícia, ele
aproveita tempo, major aproveita o tempo. É, é isso. E teve o super chat, a pergunta do Bruno Campos, ele fala aqui, ó, Gláuber, fala Gláuber, obrigado por gerar esse conteúdo. Pergunta pro Nant qual o maior orgulho da vida dele e qual o maior arrependimento da vida. Um grande abraço, vida longa ao fala Gláudo. Mano, esses bate pronto aí, esses meio mar Gabri Gabriela aí é [ __ ] de Pode, mano. Eu vou começar, eu vou começar a escrever, eu vou pensar alguma. Ele falou o que? Maior arrependimento e Maior Isso. Maior orgulho. Maior orgulho, irmão.
Qual teu maior orgulho? [ __ ] meu irmão. Sei lá, o maior orgulho meu é meus filhos, né, meu? Eu acho que é a continuação, né? São meus filhos. Meu maior orgulho a vida assim não tenho nada de ma vago aqui É tem or arrependimento cara sei lá mano um mte né que eu prefiro nem falar né cara mano ele será que ele tá falando na carreira profissional qualquer coisão acho que era no geral né tu não vai contar que era experiência que você teve lá quando tu era moleque não, né? Pô, tu ouvido de
não ter não tiro, de não ter tido. O mano Valter carioca. Mano Valter, tu não vai contar meinha não, né, mano? Walter, a tua época de meinha, né? Eu não sei como é que o paulista chamaria isso, né? Sacanagem. Sacanagem. Uma irmão, deixa o que responder o arrependimento dele, por favor. Ele tá pensando, ele tá pensando. Não, pô. Fala aí, fala aí. Fala. Não, fala você, pô. Quer dar uma dica para ele? Arrependimento é seu, pô. Eu dei a dica aí. Na realidade a gente procuro fazer nada que é todo mundo arrepender. Então não tenho,
não tenho nada para reclamar não, cara. E tudo que fez tá feito. Ó, nesse momento 1 hora da manhã ele deve estar pensando assim: "Meu maior arrependimento foi quando eu aceitei vir Aqui no F Glob hoje que até agora eu não fui dormir e o Globo o podcast, né? Irmão, mas fala aí, mano. Volta, vamos zerar o super chat para acabar. É, ô Rafael, eu vou, ô Gláber, eu vou fazer o seguinte para melhorar aqui a dinâmica. Aí eu vou ler, tem mais duas perguntas aqui e o restante são agradecimentos, menções e eu vou destrinchar
o restante bem rápido, né? O Rafael fala aqui, ó, sargento Nantes, pergunta técnica. Como proceder em uma Abordagem de um suspeito sozinho, segurandose uma criança segurando uma criança de colo. Vamos proceder. O cara tá sozinho, tá com a criança de cola. Tá sozinho. Isso, [ __ ] É polícia. Ele tá perguntando. É, ele ele fez uma pergunta técnica, né? Ele fez, ele fez uma, ele fez uma pergunta técnica. Mas eu quero entender, eu quero entender para para para entender o porqu dessa o porqu da ele Quer essa resposta. Vamos lá. E de novo, por favor,
mano. Vamos lá. Sargento Nantes, pergunta técnica. Como proceder em uma abordagem de um suspeito sozinho segurando uma criança de colo? Não, a pergunta, eu queria entender se ele, como que tá o nome do perfil dele aí, se ele é policial, se é só o Rafael. Só, só Rafael, o nome dele aqui. Não, não é polícia, pô. O cara vai ficar Teando aqui ao vivo, pô. É o cara que é. Então, mas é isso que eu por isso que eu tô querendo entender para eu saber como que eu dou essa resposta. A abordagem ela sempre tem
que ser dinâmica, com bastante energia e bem educada quando possível, mais bem educada possível. Então assim, o cara tem que usar bom senso. No existem procedimentos padrões para abordar, por exemplo, o procedimento padrão da polícia. Aí espera pros caras não não escrever o Corte ou fazer um corte só dessa parte. Procedente padrão é que tudo e qualquer objeto que o indivíduo tenha na mão, ele coloque no chão. Mas lá a gente não tá falando de uma criança que seja colocado no chão, certo? Então assim, tem que ver o tem que ser analisado qual o tamanho,
o tamanho dessa, dessa criança, qual a idade? É uma criança de dias, de meses? Qual a necessidade de eu abordar naquele momento? Sim, Entende? Então assim, tudo tem que ser analisado no contexto e lógico que no próprio manual também tem as as os as medidas corretivas que é para você ter o bom senso e analisar. Então ele colocou um caso muito hipotético, tá no campo da hipótese e fica difícil pra gente bater o martelo 100%. Mas o que tem que ter sempre na abordagem é o bom senso, é o cara entender o cenário e analisar
e reagir com essa abordagem da melhor maneira possível. Ele tem que fazer uma Leitura se o indivíduo tá usando aquela criança simplesmente para não ser abordado ou se isso vai ou se de fato ele tá transportando, ele tá levando a criança. Então de repente você pode fazer a abordagem de uma maneira que você consiga ter eficácia, porém tá entendendo? Ah, vou fazer uma linha de cintura só. Vou trazer, fazer uma busca, uma busca pessoal rápida. Vou buscar a linha de cintura atrás de arma. O indivíduo tá com as duas mãos ocupada. Então assim, tem que
ser, isso é algo que tem que ser analisada. É uma pergunta técnica, porém tá no campo da hipótese. Então não. E sem outros elementos para que você consigar. Existem muitas variáveis, né? Existem muitas variáveis. Mas eu gostei demais que tu falou, irmão. O bom senso, né? Exicial, ele é um ser pensante, ele vai analisar todo o ambiente, né, cara? E lembrando que a ação dele ela vai Desenvolvendo, né? Então ele não pode causar um dano maior, né? Também, né? Exato. Então tem que ele tem que analisar a necessidade, o porquê dessa abordagem. Vou vou preciso
mesmo, [ __ ] Então, pera aí, meu. Pega outro polícia, tira a criança, um seguro, dá a criança, pá. Não sei. Tem que analisar. A gente tem que ver isso aí, não é? Não é simplesmente beleza. E o comando do polícia tem que ser um comando certeiro e claro, né? O cara não pode ficar com essa parada firme, né? Eh, lá no presídio federal tem um procedimento que é, pô, de tu intervir na cela, né? Uhum. E aí o preso tá sozinho, né, na cela, né? Então você tem que mandar o preso ir, [ __
] pro fundo, né? Sentar e botar a mão na cabeça, né? Se o polícia fizer esse comando errado, né? É pro fundo, Sentado e mão na cabeça, né? O cara pro fundo ele consegue andando. Agora o polícia, [ __ ] colar as placas, falar sentado pro fundo, mão na cabeça. Se o cara for sentar e p na cabeça, ele vai comer que aquele funk que ele vaião da da aí o preso não vai conseguir responder, né, o comando, né, mano? Não tinha um funk que os caras sentavam, iam quicando e e ia ia andando assim?
Era, era o sentando e mexendo no Ombrinho. Era esse tinha, não sei. Deve ser essa [ __ ] Já tá cheio. Tá vendo, mano? Eu jogo só para ele escorregar, né? Como é que é? Mas é uma parada dessa aí. Os havaianos, não sei, né? E passava lá. Então assim, aí o camarada acabou de falar, os havaianos. Isso aí. Então aí carioca, né, guerreiro, [ __ ] Eh, então o cara tem que dar o comando Certo, né? Agora o polícia aborda, meu irmão, né? Qual? Todo objeto no chão, não é um objeto, é uma criança.
Então vai dar vai dar uma confusão ali, né? É tudo e qualquer objeto. Então assim, tem que ter que ter bastante por outra abordagem complicada é com cachorro. [ __ ] o cara tá com pitbuzão, você precisa abordar o cara. E aí? É, amarra o cachorro do lado ali. Tu não tem, o cara tem que tá ligado. Só que aí se o cachorro escapa e morde alguém, tá Entendendo, mano? Então é algo que tem que ser analisado, avaliado e e o polícia tem que pensar rápido. É. E por isso que ele ainda colocou, né, cara?
O cara tá sozinho com a criança no colo. Se tivesse mais alguém você, pô, manda passar para lá, né? E por isso também que o polícia ele ele tem que abordar em em vantagem, né? Mais de uma. Imagina nessa aí que tá só o polícia. Isso é uma das regras do manual de Procedimentos operacionais padrão. Nesse caso do cachorro rum, polícia só para abordar é complicado, né? Complicado. Se bem aí. Aí vamos lá. O idealista nunca viu o polícia aí abordando três, enquadrando três sozinho. Aí tem louco, geralmente louco. Salazão da vida. É salazar. Chega
salazar. É bagulhão doido, né? Abraço ali é maluco. Tá aí, tá aí um podcast bom. Sala. Você fica me dando ideia não, cara. Fica me dando ideia não. Não me deixa sonhar não, pô. Salazar, né? Ele, seria bom. Seria bom. Vai ter que voltar aqui. Levei falou que não volta não, mano. Levi tá. Ô, você tava falando de você tava falando de de opção aí. Ei, tu comeu meu hambúrguer, cara? Gordinho. Gordinho. Outro. Eu falei, eu tava brincando, cara. Minha culpa é do gordo, né? Os cara foi o gordo que comeu no final. [ __
] o N, o N me traz três gordos por estud. E esse gordinho maior aqui, eu já tô acostumado, né, cara? Ele no máxo ele toma um café. Agora os outros, né? Não, Luizão. Luizão é bilão. Luizão é bilão. Caraca, meu irmão. O Luizão tá na tá tá [ __ ] Dá uma ch pro o Levi. Você falou Da da política aí, ele ficou bem. O Levi é pré-candidato vereador em Osasco também. Cara do bem. Se puder só dará ele tá, [ __ ] Aí sim. [ __ ] Mas aí, rapaziada de Osasco, aí ó,
o cara comeu meu hambúrguer, cara. Cara, é gente boa, mas cuidado aí quem comeu meu hambúrguer. Sacanagem. É Levi, mano. Levinantes. Levinantes. [ __ ] é, é família, pô. [ __ ] muito bom, mano. Muito bom. Tem Que deixar um bigode, irmão. Nante sem bigode, falei para ele já, mano. Nante sem bigode não vai rolar, irmão. Entendeu? Já vou deixar hoje. Falando em bigode, alguém já viu a foto desse rapaz aqui sem bigode, mano? Tem umas fotos aí na internet. Tem até vídeo, pô, na internet. [ __ ] Nant, melhor coisa que tu fez na
tua vida foi deixar esse bigode aí. E fica um monte De gente. O Nantes é bonitão com esses olhos galego, galego, com esse bigodão. Agora esse moleque sem bigode parece um Não, parece um passarinho, mano. Um filhote de passarinho. Um um pintinho novo, mano. Volta tá caçando foto para jogar na tela. Vai fazer isso? Não, não. O polícia vem aqui vendo ele na maldade, tô vendo ele na maldade. Tô, tô lendo a mente dele daqui, Cara. Pensei, pensei, mas tem no teu Instagram, Nant. [ __ ] tem [ __ ] o Nant sem bigode não
é Nantes, mano. Não é. Se se um dia tu chegar aqui sem bigode, a gente cancela o podcast, mano. Pô, cara, dia os cara fereceu até uma grana. Fizeram uma aposta, mano. Para fal não arranquei. Tá doido. É tu e Farru. Imagina um podcast, veio você e o Farru aqui. Caraca, mano. Nós fizemos o podcast, você e o Farru, né, pô? Foi, foi explosão aquele dia também. Aquele dia foi da hora, hein, mano. Bom demais. E mandar um abraço para você hoje. Encontrei ele também. É, adoro, adoro o velhão, mano. Antigão. Um abraço pro velho,
mano. Ele é é representa aquele podcast, cara. Eu acho que tá indo, tá batendo 1 milhão já de visualização. Sério, [ __ ] foi legal. Uma vez que eu dei tava com quase 900.000. Foi bom para caramba. E aí, mano Valter? Chegamos, Glaub. Não, eh, como eu falei para você, tinha uma pergunta, só que a galera tá mandando super chat aqui, então pedi pra galera aqui. Tá mandando super chat porque não tem comando, mano. Não tem moderador no chat. Você já deveria ter falado. Pois é, irmão. É, [ __ ] [ __ ] Nante. [
__ ] Nand me ajuda, Nant. [ __ ] e e tu vai reclamar comigo, mano? Val. Então, rapaziada, vou pedir pra rapaziada aqui, pessoal, não mandem mais o super chat. A gente tá caminhando pro final. O Ghosts, ele mandou aqui, ó. Boa noite, Glauber e Nantes, aprecio muito o trabalho de vocês. Nantes, gostaria de saber se as viaturas da PM elas for se elas foram mesmo blindadas ou não. Sim, tem algumas viaturas, já tivemos em Outras épocas e tá vindo mais ainda agora aí mais viaturas blindadas. Sim, mas não é blindada só na frente não,
né, pô? [ __ ] meu irmão, eu não tive contato ainda nessas viaturas não. Na então não vou falar afirmar com certeza. Tem um monte de estado aí que é viatura sem blindada, né? Blendada na frente. Aí tem que combinar com ladrão de tirar só pela frente, né, guerreiro? Ué, É não, mas na moral, é que eu vou falar assim também, tudo bem que a maior parte das ocorrências vem de tipo frontal, eu sei disso, mas outra, você de repente aumentar muito a carga de blindagem que o carro dobra o peso fácil. É a merda.
É o que acontece para você freiar, para você impacta em tudo na suspensão, sistema de freio, as manobras nossas são Mais bruscas, então de repente é algo interessante mesmo, um meio termo, não por conta por conta disso, entendeu? deslocamento rápido. A que que é melhor? Um carro pesado que, né, ou um carro andando que você toma tiro e e não, mas anda, mas você e e mas se fizer, por isso que eu falo, tem tem que ter o estudo e e ser feito avaliação de do que vai ser mais útil, entende? Tem que ter um
meio termo aí que eu acho Que é válido. Tu falou, irmão, [ __ ] tu é o ner, né, cara? Nó desloca em nós desloca em é em alta velocidade aí no perímetro urbano é embaçado mesmo. Para você frear um carro blindadão totalmente é mais difícil, né? Você segurar do freio segurado. Não. Sim. Aí tem que ver qual qual o dano é maior, né? É. Eh, fala, mano. Volta. O camarada que tava pedindo o super chat dele, cara, é um camarada que tá muito ansioso, é o Augustos Water aí. Ele mandou aqui, ó, ansioso pela
farda da PM de São Paulo. Eu fiz o psico domingo, dia 16/06. Aí, garoto, parabéns, hein, meu rapaz, tu fala que você tá ansioso aí, cara. Nem saiu o resultado aí. Mas já fez o psico, já saiu. Tá Provovado ou não? Ó, e parece que o psico lá de São Paulo reprova 90%, hein? E o maior motivo é ansiedade, pô. Sacanagem, cara. Para te dar. Tô brincando, irmão. [ __ ] cara. Parabéns pela tua conquista, cara. Deus abençoe aí. Que você tenha, [ __ ] vida longa carreira e represente aí a polícia da hora. E
depois de uns 10 anos de polícia, um bigodão tá convidado para vir aqui. Aí Já era, mano. Inclusive, Gláudio, perguntaram no tinha um camarada que perguntou aqui, nante se soldado pode usar bigode lá em São Paulo. Ele já é polícia já. Depois para ele que tranquilo, pô. Pô, mas tem soldado lá em São Paulo, 20 anos de polícia já, [ __ ] né? Pois é, o negócio é uns polícia novinho aí com uns bigodinhos igual o teu, né? Aqueles Bigodinho fininho assim, pô, igual você usava. Agora bigode padrão loque, pô. Não, agora eu sou pai
de família. Agora tem esse negócio de bigode não. Não entendi. Qual que é? Não entendi. Caral caneca no aquele aquele bigodinho ali chama atenção. Esse bigode chama atenção. Entendi. Eu entendi o que ele falou. Pai de família. Você não entendeu a pegada. Qual é a pegada? Resumindo tudo que ele falou assim, a mulher não deixa. É. Resumindo tudo que ele falou, a mulher não deixa. É. Pois é. É isso. Is eu sou pai de família. Eu tenho pá pá. Eu não uso by bigode. Aí para você parar para fazer uma análise do que ele porque
o mano, você era sediado naquele bigode? E era claro, pô. Tu tu ficava mais bonitinho. É isso. Os rapazes queriam namorar. Que isso? Ei, o que que era? Porque quem tem o bigodinho era o bigodinho pega rapaz do [ __ ] né? Tudo bem. Tu opinião, né, irmão? Opinião do marmanjo, né? levar em consideração. Ã, mas aí então a mulherada ficava seduzida por teu bigode. Não falei isso, irmão. Não, se não é o que eu tô dizendo, então É o que você tá dizendo. Foi o que te disse. É o que o Nan disse. A
grande real disse. A mulher mandou, eu tirei. Dona dona Isabele tem razão. Ela tem razão. É isso. Mano Valta acabou de dizer que ele era sediado pelas moças. Ela proibiu quer colocar o rapaz em situação complicada. Vai dormir com o cachorro hoje, pô. Tá [ __ ] pô. Minha comadre, [ __ ] Eu mando volta. O o Felipe Raposo mandou aqui, ó, pergunta assunto, viu? Não, ele tá ele tá focado no serviço. Ele falou para ele agora ele tá 5 horas ali, ele tá nem aí pro trampo, mano. Agora é, ó, o Felipe Raposo mandou
aqui, ó, última pergunta aqui do nosso chat, tá, rapaziada? novamente. Eh, encerramos o super chat aqui. Ele fala aqui a pergunta e a pergunta do cara sobre como Um civil poderia agir nessa situação. Se um bandido raptou uma criança como eu, eh, como civil, sendo civil, poderia agir, no caso é criança no colo e ele como civil, se ele poderia agir, segurança pública. Peraí, pera aí, vamos lá, vamos lá. O o bandido raptou uma criança. Desculpa aí, eu não entendi. Foi mal, irmão. Tá em choque, mano. Tá em choque. Foi, foi isso daqui, só para
falar, foi outro camarada. da interpretação dele Foi essa. A pergunta do cara era sobre como um civil poderia agir na situação eh caso um bandido raptasse uma criança, eh, como o civil, né, poderia agir. Então, mano, é tudo no campo você contou, você contou o polícia, né, na abordagem, qual o padrão e tal. Ele tá falando, pô, rei um civil, como é que o civil age? Mas ele falou se a crença foi raptada, mas é a crença tá sobre sobre tá tomada de Sequestro, né? O cara tá tomada de sequestro. Isso. E o que o
civil deve fazer é aí é chamar a polícia, né, mano? Que é o técnico, né? O cara de repente tudo isso é tá muitas vezes vai surgir oportunidade. O cara é lutador, embaçado, surgiu a oportunidade de dar uma gravata no Então assim, existe infinitas possibilidades, não dá pra gente responder. É um caso concreto. Ocorrência, ocorrência é muito complicado de comentar. É, eu costumo dizer porque a ocorrência ela abre um leque para cada um tem uma reação, cada o cada criminoso tem uma reação. Então não dá para sempre bater um martelo 100% como fosse uma receita
de bolo. Não dá. Não tem o que. E nesse caso eu acho que até uma responsabilidade muito grande até e, né, você como policial dizer como o cara vai fazer. Exato. Fala pro cara, gruda o Bandido não, meu. Aí o bandido mata a criança. Aí amanhã tá no Wall, tá, tá na F de São Paulo, policial em podcast. É incentiva mais uma, ó. Mais uma para responder, né? Ó, liga o 90 padrão, tal. Chama a polícia. Perfeito. Já era, meu irmão. Já era. Vou só agradecer aqui, Global, a rapaziada, o Sérgio Cunha, que se tornou
membro do canal. O Faro, ele ele mandou Um abraço pro Nantes. Aí o alemão, ele perguntou do canal do YouTube, Nantes, ele falou que procurou e não achou nenhum canal seu no YouTube. Isso, Alemão, cara, nós estamos, eu nem comentei contigo aí, nós estamos com um projeto aí de podcast, não é policial, fica tranquilo, não é concorrente, não. Tô tranquilo. Nada não, pô. Não, mas nós estamos com do que tem de podcast policial. Inclusive se gordo aí nós vamos Apresentar um um podcast. Tu gosta de gordo mesmo? Porque tu apresentava o outro lá. Qual o
nome do outro gordão lá? É o Pazine lá. Ei, Pazini. Então, ó, qual o nome do car nós estamos em vez de lançar o nosso cast, hã? Nosso cast vai ser é voltado pro meio, é voltado pro mundo do transporte, tá? É outra. Você não me pediu conselho, né? Mas eu Troquei ideia com você. Nossa, o cash é [ __ ] né? Mano, pô, muito esse nome. Não tem o porquê lá. Tem o porquê. Nosso cas 1:30 da manhã, mano. Vamos embora. Vamos embora. Ei, e aí chega aí no nosso cat e outro, [ __
] E tem agora o outro também que vamos ter O o fio do bigode. São dois podcasts. [ __ ] isso é negro. [ __ ] aí simizado. Falaram que bigcig bigodcast. [ __ ] agora, [ __ ] o meu parceiro ali o você ali o o rosto é ele vontade de vontade de convidar no dele ali, né? Aí eu vou no vou aí tu fala para mim, qual é Gló? [ __ ] vem aqui participar do nosso cas, nosso elenco, nosso time, nossa, tá entendendo? É tipo verdos nossos, né? É só não chamar carioca
lá, irmão. Isso mesmo. Vai dar certo. Não dá certo que o carioca zoeira. E [ __ ] entendeu? Mas vai ter, vai ter. Só para você, ele é zoeiro carinha em São Paulo é troca troca, troca troca. Fez muito, né? Fez muito, né? Agora tá explicado porque o nome vai ser Nosso K. Muito bom, pô. Que maneiro. Então, já tá o canal lançado já no nosso cash. Tá tudo já. Tá. Então, quem tá em casa aí, pô, vai lá prestigiar os caras, né? Nosso C Corost. Eu tô de corrost lá e e no filho do
bigode. No fio do bigode vocês dois. Bom demais. Nosso cas é oficial. Nosso cas oficial para descrição. E o outro é no filho do bigode. F do bigode. E no filho do bigode, tu que é o roxo. É. Ih, cara, embaçada. É nada também. Eu vou em qual? Qual dos dois? Vai nos dois. Nos dois. No norte. No norte. Aí. E foi o nosso mostradinha. Ele já me Deu a dica que o nome é troca troca. Agora ele faz questão que vai no nosso, né? Aí ele fala: "Não, vem no nosso." Calma aí. Ô, você
é pluma não, João. Você é pluma não, he? Tá engraçadão, hein? É, [ __ ] Muito bom. Sucesso aí para vocês, cara, na empreitada aí do podcast, no que precisar de mim. Valeu, irmão. Jun. Dica aí. A gente já hoje é o 391, né? 391. Isso mesmo. Tem hora de boa, irmão. Se a gente puder contribuir com alguma coisa, conta com a gente. H bo e e na empreitada política, boa sorte pros senhores. Obrigado. Eh, e no que precisar também conta comigo, né? E comando Valdo também. Mas cuidado, ele pode sabotar vocês agora ele me
sabota. Você tá, você tá tá muito nervoso, mano Valter. Mano Valter é Mano Volta, ele tá quanto tempo me sabotando? Ah, desde o dia 7 de Desde o dia 7 de abril de 2021, irmão. Aí, ó. Desde o primeiro episódio é uma é desenrolada. É, não, cara. Às vezes e e vou te falar, mano, Walter, eu hoje eu tava pensando em tu aqui durante o episódio, mano. Não, não é troca, troca não. Essa [ __ ] é pros paulistas, fica calma. É meinha, não é troca troca não. Meinha, relaxa. Isso aí é entre eles. É
meinha. O nosso C é com eles. Mano, volta, mano. Volta. Hoje apareceu, tá? Tá nós dois de convidado e apareceu o Frank aqui, né? E aí tu montou as cenas, pô, certinho, os patrocinadores e tal. Aí, pô, ficava eu aqui, o Nantes ali. Eu falei: "Se sou eu apertando aquele botão, ele ia apertar Tudo errado, ia mudar tudo lá". Então, mano, volta bichoado. Eu demorei 391 episódio para reconhecer isso. Conhecer, né, mano? [ __ ] mas [ __ ] Então, por favor, mano, continue aí, cara, né? É isso, moleque. É isso. Já tô vendo até
o corte já. Um monte de coraçãozinho volta declaração, hein, mano. É isso, irmão. E vou, como eu falei, né? Tem o Bruno Medeiros, ele mandou aqui o super chat também de interação, irmão. Muito obrigado. Edu Rocha, o DX Daniel, a gente leu o super chat dele, o Cleiton Belém. Fala, Glári, podcast muito bom, convidado excelente, mas tá devendo um convidado de Minas, hein? Então, Glauber, missão, a gente tem que trazer um camarada de Minas, né? Os cara tem que vir, né? [ __ ] a polícia lá tem que, né? Ajudar é difícil. Não é só
porque a Gente não quer, não, cara. Já tentei, cara. Eu tento, quando tem muita dificuldade, aí eu eu deixo para lá, entendeu, cara? Porque eu não quero, não quero deshonrar, não quero desagradar e não quero que os policiais passem por dificuldade. Então eu tentei trazer o policial, foi vetado, conversei com com com a comunicação da polícia, fiz o o convite formal, não rolou, eu vou fazer mais o quê, cara? Então, o canal tá aqui, né, cara? Sim. Eh, eu gostaria que que que eu pudesse convidar todos os estados, mas não dá, né? Mas eu lamento,
lamento pelo pelo pelo as pessoas de Minas, eh, os policiais de lá que gostariam de participar, né? Mas é isso, irmão. Fala aí, mano. O agradecer o Urubucan é um canal no YouTube aí da lá do provavelmente flamenguista, né? Ele mandou o super chat aí, teve aqui com a gente Davi Cavalcante, Edson Andrade mandou o super chat, a gente leu. Valdirene Freixo, Edson Andrade que se tornou membro do canal. Valdirene Freixo e Edson Andrade. E o Cabo Pires mandou também um super chat, irmão. Muito obrigado aí. Júlio Bouro, o André Batista sempre aqui tá assumido
até, né, do do super chat aqui, mas sempre tá participando com a gente. Mandou quanto? Doizão. Doizão. Padrão, [ __ ] Padrão. Todo, todo, todo dia dois Doisão. [ __ ] embaçado. Pois é. E o mano Bart youtuber, eh, Fernando Canelli, ele fala aqui, ó, mensagem muito bacana. Morei na favela durante muito tempo da minha vida, mas sempre soube que é um lugar ruim. Estudei e trabalhei muito, formado em engenharia mecânica. Hoje tenho uma família maravilhosa. Perdi muitos amigos. Morro do teteu em Santos. TT não sei com esse, pô. É isso aí. Aí, ó. Basta
bom demais, né? Corta de vontade e não se deixar corromper pelo crime, já era. É isso. O Rick Acessórios também, ele mandou o super chat dele, irmão. Muito obrigado, Pereira. Eh, Guilherme, ele fala aqui, ó, eu sempre fui, sempre fui, sempre o gordo da turma, porém eu zoava pesado. Aê, pô, é isso aí. Mil, pô. É disso que a gente Tá falando, pô. Tu imagina tudo que eu sofri, cara. Eu sempre fui o menor, o da língua presa. Então, [ __ ] guerreiro. O mundo é pros fortes, cara. Você tem que ser sobretudo um forte,
irmão. Vai pra luta, [ __ ] O Nant feio, feio. Meteu um bigodão, ficou bonito. Não é não, Nante. [ __ ] imagina o Dante menino sem bigode. Você é doido, hein? Não dá. Imagina o Nante sem ser da rota e sem bigode. Então, irmão, só que só tinha o zião azul, meu irmão. Tinha na na minha época quem tinha olho azul, quem era rusão de olho azul, a gente botava uma pilha e falava: "Meu irmão, como é que tu conseguiu?" Cara, tu é olho de olho azul feio, cara. Olha Gente feia que nem f
domingo. Exatamente. Exatamente. Olho azul de olho azul, gente feia, né? Não, olho azul em gente feia é igual feriado no domingo. Para nada. É isso, [ __ ] E o cara de olho azul feio é mesma coisa que nada também, né, cara? Então é isso mesmo. Ainda bem que tu tá mexendo feio, né, mano? Começar a chamar eu de bonito aqui, eu já ia achar que ia que ia querer meinha. Ó, essa essa essa Parada, esse papo vai ser só lá no nosso cash. Ah, entendi. Então, beleza. Muito bom. Eh, rapaziada, foi que eu sou
inimigo do fim, né, por tempo, né, pô, esse é, [ __ ] me pegou agora. Não, não, não. Eu tô falando que é porqueal é ó a cara do cara, pô. Não, não é por mal não, cara. Da hora, Pô. Tá aqui, nós tá, pô. Ide, velho. É igual casa de amigo, irmão. Tu nunca quer ir embora, né? Isso que nós não tá nem tomando. A mulher fala assim: "Amor, vamos embora tu." Calma aí, pô. Mais um pouquinho. Tu teus amigos nem tomando uma. Pois é, irmão, né? Cláudia. Volta. Mário Soares. Agradecer a ele, a
Mítla que se tornou membro do canal, Lauro Nogueira, o Wagner Jesus, eh, Victor 00. Eh, ele faz uma pergunta pro Nantes, né? Ele pergunta que que o Nantes acha do governador do Goiás, né? fez uma linha ali, linha dura, né? Eh, o sargento Matei teve aqui mandando um abraço, um abraço aí. Mandou um abraço para todo mundo aí, pro Glauber, pro Nant. Muito bom. Boa. Matei. E um abração para ele. E o outro É quem? Ronaldo Caiado, né? Caiado, governador do do Goiás. Bravo, hein, meu? Isso é bom, hein, mano? Isso aí não lisa também
não. É aquela linha que a gente tava falando de governantes, dos governantes que assumem o papel de pai da da das polícias, né, meu? O cara cumpre com o papel dele, né, meu? Então tá de parabéns pelo trabalho. Só lembro que nossa nós estamos sobre os car aqui até agora. Ah, não vai ficar pensando meuão. [ __ ] ma decepção, né? [ __ ] mora excepção, [ __ ] Tava achando que tava rolando o clima. Mano, aí olha só. Ô mano, volta quem agora você já tiou o cara, [ __ ] [ __ ] mano,
sacanagem, [ __ ] Tu esperegou até agora. Eu falei, eu achei que você tava aqui no final. Vai, vai. Ô, mano, volta, se alguém quiser atacar A gente, né, dizendo que a gente, [ __ ] fez comentário preconceituoso por conta das medidas lá do presídio, né, tá com nada. Olha esse papo agora, né? Então, não é não, mano. Vale. Total, pô. Total. A a galera a galera que não é do Rio, a galera não entende, né? O carioca ele é ele ele é tido como zoeiro, né? E tipo, não é isso não, mano. Val, não
é zoeiro não. Ahã. Não é zoeiro não. É de verdade mesmo. É tido como, até me fugiu o nome, fanfarrão. Panfarrão. É, né? Eu tentei amenizar, né, irmão. O fanfarrão, né? É, tentei amenizar, né, irmão, pro nosso lado, principalmente pra galera que cresceu lá em São Gonçalo, Globber falou, irmão, língua presa menor, tinha que se destacar de alguma forma. Então é isso aí, irmão. Crescendo em São Gonçalo, como já dizia seu Jorge, morando em São Gonçalo, você sabe como é, né? Então o Glob dando dando dando seguimento aqui, o Rodrigo mandou o super chat, agradecer
a ele, o Bruno, Bruno Campos, Lúcia Sanchez, Rafael, o Ghost, a gente leu o super chat dele, o Franklin Paiva, eh, ele agradece ao Nantes pelo trabalho árduo e de alto risco que tem na rota, uma das melhores polícias do Brasil. Ele fala que ele é de Fortaleza e acompanham Muito no acompanha muito no Instagram. Um abraço, Glauber. Muito bom. Abraço, meu irmão, tamo junto. Olha só, José Amaro Moreira falou, [ __ ] que dificuldade também. José Amoreira. José Amaro Moreira falou: "Sargento Nante não vai lembrar, mas ele salvou minha família de um assalto na
avenida com PC. CC. Olha que maneiro, [ __ ] mano. Esses barato aí não tem preço não. Que da hora, hein, mano. O nome é difícil tu lembrar, né? Mas não não, mas o nome é [ __ ] José Amaro Moreira. Sim, muito bom. É isso, hein? Um abraço, hein, meu? Um abraço pro senhor, pra família aí. Satisfação, pô. Obrigado pela lembrança aí, pelo reconhecimento. Aí os gaiatos no chat vão lá. José Amago Mogueira. Os cara não é [ __ ] Eu sou sobretudo um forte guerreiro, né? É isso aí, [ __ ] É passar
por essas paradas aí. O os caras entram aqui no meu canal, na minha live, passa o dia todo me zoando no chat, pô. É, não é não é isso aí, pô. É isso aí, meu Deus. Qual o nome da Eu tô comendo que aqui, mano? Volta. Wafa Prot. E e é e de qual marca? Golf. É o chafic do chat me zoando. Golf. Golf. Ó, recomenda, hein. Muito boa, hein? Gostosa, noite. Muito bom, hein? Parabéns, hein? Bom demais, né? Excelente, excelente mesmo. [ __ ] os gorri deve est ali, [ __ ] Qual é? Não
vai me servir não, pô. Imagina tá comendo esse negócio aí de de prote, eu que não treino nada. É, vai dar ruim. Vai dar. E fechamos, mano. Então, e eu vou agradecer a Mitla que ela mandou o super chat aqui também. O Taylor Oliveira, ele falou: "Tem plantão de podcast hoje, 1 hora da manhã já. O Felipe Raposo foi aquele super chat. Mauro Balf mandou aqui diretamente da Austrália. A Mola, ela mandou o super chat. Eu acho que eu perdi alguma alguma alguma coisa ali. Ela falou aqui, ó, eu optei o Adriano e não fui
operada. Eu fui uma das fui uma das cirurgias, uma das cirurgião naquele dia triste. Eu não, não sei. Eu acho que ela falou falou: "É, eu não consegui captar muito bem a mensagem dela. Não sei se eu perdi alguma coisa ou se o corretor dela aqui. É, ela operou o Adriano. É, eu optei o Adriano e não foi operada. Eh, ela fala que foi uma foi uma das cirurgião cirurgião naquele dia triste. Aí eu não Será que é de alguma da situação dos polícia lá? É, provavelmente eu não não captei. Talvez ela tenha mandado alguma
mensagem Ali no chat anterior ao super chat e eu acabei não pegando aqui, mas ela tava me cobrando. Então, Mítala tá aqui, tá? O super chat tá lido. Hoje está equipe, ela tá falando ainda aí, mano. E muito obrigado por ter se tornado membro do canal. Somos a equipe que operou o Adriano. Fizemos tudo por ele. Ah, beleza. Hoje tá toda a equipe lá de serviço no plantão. Desculpa o Adriano. Quem é? Eu Acho que é do dos Mik do Rio, né? Não sei. É o do Rio. Adriano. Não, pô. O nome, o nome do
polícia não era Adriano não. Soldado Adriano. Falaram aqui. Operou Adriano da Rota. Adriano da Rota. É, galera tá falando no chat aqui. Não, não pode ser o Reis, né? Não, é. O nome do Reis era Adriano, não sei. Patrick. E o outro era Samuel. Ah, o Cosmo. Beleza. O super chat. Então, o super chat lido, encerrado aqui, rapaziada, qualquer maneira é agradecer ela. E aí, exatamente pela se compadeceu, né, meuí? Colega trabalha na saúde, né? A equipe lá, agradecer toda a equipe, né, mano? Atendendo o pol, provavelmente o Policial. Eu peço desculpa. A família e
e a polícia eu não conheço, eu não se não tô lembro, não tô sabendo pelo nome. Sim, mas é isso, cara. É saber que pessoa, olha só, nós temos aqui, cara, uma missão e quando a gente comunica aqui no podcast, a gente não tá falando pros policiais, não, a gente tá falando pra sociedade e aqui vão ter médico, vão ter empresários. Hoje eu eu viajei Segunda-feira ontem, aí um camarada de terna e gravata no aeroporto me abordou, falou: "Glá, cara, parabéns pelo trabalho, eu não tenho nada a ver com isso aí. Eu sou empresário, vivo
aí um lado pro outro viajando e tô sempre escutando um podcast. Falei: "Pô, que maneiro, da hora, né? Não tem nenhum policial na família e tal". Então essa é a nossa missão, né? É isso aí. Então é, qual o nome da colega aí? Mit Oliveira. Mit. Muito bom. Eh, vamos nessa, Glauber. Só só salientar aqui. O camarada mandou aqui, mandou o super chat, só que ele não ele não mandou, deixou mensagem. Ele falou aqui, ó, eu mandei o super chat, foi o ler ru. Eu citei aqui, ele tá nos Estados Unidos, mandou $, só que
ele não deixou mensagem, irmão. A hora é essa. Manda aí agora. Manda um abraço pro Nantes aí, Nantes. Manda um abraço pro camarada aí. Leru. Leru. Diretamente dos Estados Unidos, hein, meu. Satisfação. Mensagem do Wagner. Agradeço por não ter lido meu super chat. Tem sorte que o amor impera. Wagner Jesus. [ __ ] man, não falta. Wagner. Wagner, então pode ter sido um daqueles super chats, Glauber, que eu só Agradeci a rapaziada porque realmente o a gente tá precisando encerrar, né? Não, não, ninguém falou que você tá precisando encerrar não, mano. Ah, não. Eu falei
em algum momento, mano. Volta, deixa de ler o super chat. Guerreir assume suas broncas. Não joga para mim não, irmão. Ah, beleza, hein. Valeu. Tu tu tu não leu por quê? Então, E eu priorizei as perguntas, né? Mas tu não leu os agradecimentos? Li os agradecimentos. Então pode ser, pode ter sido um dos super chats que foi agradecimento, pedindo um abraço aí pro Nant e eu acabei fazendo somente a menção ao camarada que mandou o super chat, né? Então, [ __ ] mano, tu é muito cruel, cara. Por que que tu é assim, cara? Cara,
tá mandando emitir o mano mano. Sacanagem os car pegar pesadoí, né? [ __ ] cara. Pô, ah, eu tô, eu tô, ó, eu tô tô tentando achar aqui o super chat do Lerru. Ele mandou aqui. Não, não, não, não tô quer achar de outro, cara. O cara tá reclamando. Tu, tu, tu tem alguma coisa contra o Wagner? O Wagner, o Wagner Jesus, ele mandou aqui, ó. Boa noite, guerreiro do bem. Pergunta pro Nantes e pro Glaub se tiveram e qual o maior, ô irmão, me Perdoa. Aí eu tenho que pedir desculpa mesmo. Foi foi pergunta.
Qual a maior experiência sobrenatural nessa guerra? Pois sabemos que nossa guerra não é só no campo material, no campo físico. Aí começou um outro podcast, uma pergunta dessa, pergunta dessa aí e o cara, pô, maior experiência sobrenatural, mano Valter, por favor de novo, como se tivesse acontecido. Fala, brilha, mano. Volta, Foi irmão. Foi o Wagner, ele quer saber se qual foi a maior Boa noite, guerreiros do bem. Pergunta para o Nant, para o Glauber, se tiveram e qual foi a maior experiência sobrenatural nessa guerra, pois sabemos que essa guerra não é só no campo material,
eh, no espiritual também, né? E aí, normal, pergunta sinistra. Então, tu teve, mas assim, não, Cara, é, talvez seja sobrenatural algumas coisas assim que não dá para entender, mas, por exemplo, teve situação de do indivíduo que atacar um, por exemplo, atacar um policial e vir até ferir ele mortalmente, a gente se deparar com o cara depois, tipo, enquanto todo mundo procurou para Um lado, nós em outra situação nada a ver se deparar com o cara e depois inclusive a investigação concluir que era de fato o indivíduo que tava na situação que matou polícia, arma tudo.
Então assim, cara, e foi algo meio que eu eu acredito muito que foi meio sobrenatural. Acho que o dia a dia nosso é meio sobrenatural. Muitas coisas acontecem. Parece que quando você tá embuído de vontade e você Tá adotado de vontade para para atuar, aquela energia e principalmente se você tiver com outros que estão naquela, naquele mesmos sincronismos, naquela mesma energia de combater o mal, geralmente você acaba atraindo, você acaba localizando esse indivíduo, esse criminoso, esse malfeitor mais fácil. Muito louco. É o que é que o os colegas acabam falando, pô, caiu para mim, né?
Caiu Ocorrência ali para mim. Caiu no colo. A ocorrência veio você deparou com ela. Mas não é existe uma uma troca de energia, uma pré-trica de energia antes. Está todo mundo pensando, focado em combater o crime, vamos pegar, vamos atrás dos crimes. Meu, é muito louco. De repente, daqui a pouco você depara. E isso que você tá falando, cara, também talvez eh aconteça com equipes que t essa questão muito sinérgica de de Crença e sai a equipe toda focada ali, pô, ó, nós vamos hoje nós vamos fazer ocorrência, vamos salvar e tal e e a
energia atrai, né? E acontece e atrai e atrai a ocorrência. É o mundo, cara. O mundo é espiritual, né, cara? Assim, eu acredito nisso. Você também começa lá, né, cara, antes no no Então eu acho assim, a carga negativa que tem na vida do policial por por lidar com tudo de ruim, né, cara? Sim. O policial ele lida com com a pior parte de tudo da sociedade. Seja um criminoso que tá ali carregando um monte de morte, um monte de curiosidade junto com a carne dele, com o espírito dele. Ou seja, pô, em situações dentro
de uma residência entre uma família brigando com outro, né? Uma violência doméstica, a carga negativa que tem nisso também, né? Sim. Pai com filho, filho com pai, marido e Mulher. Então tudo isso acaba trazendo uma carga muito negativa pro policial, cara. Então, sim, com certeza. Eu eu sempre fui darinha que tem que manter uma uma estrutura espiritual ali pro cara se manter firme, né? Até para não deixar que isso acaba acabe entrando pra própria casa do policial, né? Porque O cara traz essa carga negativa junto com ele. Exatamente. O policial ele muitas vezes ele tem
que ele tem que saber do existe assim muito louco, né? Também policial em algumas unidades tem a doutrina de o policial tomar banho após o serviço. Por que tomar banho após o serviço? Se você falar de mundo espiritual, você talvez você tá limpando e tirando aquela A água tá limpando e tirando aquela energia negativa que você trouxe e ao mesmo tempo você tá fazendo a sepsia também da da do mundo físico que é [ __ ] quanta quantos caras você aborda quanto tipo de bactéria de de vírus de carga carga viral você pode levar para
dentro de casa. Então assim, só que existe também o lado do espiritual de você não levar essa carga energética pro seu lar, né, cara? E que às vezes, muitas vezes, o cara que Cai, que cai se corrompe, muitas vezes o cara não tem nem noção, mas ele vai lá, muito louco, o cara vai lá, pega o dono da biqueira, já que o mano Walter foi tudo hoje, é o dono da biqueira. Aí o cara vai lá, acerta com o Mano Walter, que o Mano Walter vai trabalhar à vontade, que toda semana ele passa e pega
um o dele, uma merreca dele lá toda semana. Aí toda semana ele passa lá, o Mano Walter vem e entrega. Beleza? aquele Dinheiro que o Mano Walter tá entregando proveniente do do tráfico de drogas, eh você imagina quanto sofrimento tem por trás daquele dinheiro, quantas famílias estão sofrendo por trás daquele dinheiro e o cara pega esse dinheiro aqui e ele leva para onde? Muitas vezes para dentro de casa. E aí você vai olhar, meu, o cara pode estar roubando igual louco. Você vê só o cara [ __ ] família [ __ ] o cara [
__ ] Porque meu irmão, ele não tá levando dinheiro, ele tá levando a maldição que tá por trás de todo aquele papel ali, ele tá levando para dentro do lar dele, tá colocando na boca do filho dele, na boca da família dele, isso parte, tá contribuindo para que outras famílias sofram. Então não tem como isso dar certo. Não é só o dinheiro, é muitas vezes é energia o cara tá levando. Exatamente. Quem é o pai de tudo isso aí? Quem é o pai da mentira? É isso aí. Quem é o pai da maldição? É o
é o diabo maior salafrado do de todos os tempos. Então então assim, eu eu concordo, cara, e me conecto que tu falou aí, cara. Realmente a gente vê e no fundo lá errado, pô. É, mas toda vez, não tem ideia. E você vê que a maioria dos caras que tá, você vai olhar tudo [ __ ] Os caras são Fodidos. É. É. Então assim, quando descobre, vai ver, você vai olhar a vida do cara, [ __ ] mano, o cara tá [ __ ] entendeu? É isso. Concordo. E assim, o policial, cara, ele ele tem
que tomar muito cuidado e eu também tenho que tomar muito cuidado em falar para não ficar sendo aqui o o o moralista do negócio, né? Mas O policial ele ele essas coisas aí da sacanagem, né, é carga negativa, sem dúvida, né, dinheiro, fruto do crime e tal, ele tá, ele ele é um vagabundo, ele não é polícia, né? Ele faz parte do crime, né? faz parte do crime. Ele ele escolheu mas fora isso, outras coisas que não são crimes. Por exemplo, o cara, [ __ ] na sacanagem. Aí o cara vai pra prostituição, o cara
vai pro [ __ ] ali, vai, vai pra zona, aí o cara sai do Serviço, aí o cara, [ __ ] se orgulho em falar que tem duas, três, quatro mulheres. Tudo isso é carga, irmão. Tudo isso é carga negativa. Tudo isso é é coisa que de alguma forma vai impactar na vida dele e até no serviço dele, cara. Sim. Não tem. Então, irmão, a o fardo já é pesado, entendeu? Sim. Se apegue, se apegue no, se apegue no espiritualmente. Peça a proteção Divina, precisa muito. Faça o bem, irmão. E essa proteção divina vai vir,
pô. Precisa e precisa muito mesmo. É, com certeza. É, não era isso aí, mano. Volto. Mandar um abração para ele. Isso mesmo. E só, só uma coisa aqui, só para ratificar. Hum. Provavelmente o o corretor da Mitu bugada ali e tal. Ela fala aqui que ela Foi uma da da das cirurgiãs que operou eh o Adriano, eh, que foi o soldado, eu acho que soldado isso é o reis, é o primeiro, o primeiro nome dele é Adriano, né? E então ela lamenta, né? Tá acompanhando a gente aqui. Então um é eu não sei. Foi a
informação que ela passou pra gente aqui, mas ela passou aqui. De toda forma, muito obrigada por Contribuir, tá, Mítla? Muito obrigado mesmo. Se tornou membro do canal e mandou os super chats aí pra gente ler aqui. Então, ela acabou de falar. Isso mesmo, Adriano Reis. Eh, é isso, cara. Um um prazer saber que assim que a equipe médica empenhada em salvar a vida do policial, né? Num mundo, num país onde nós tivemos um programa de televisão fazendo a provocação. Você tá num plantão médico, chegou dois baleados, o policial e o preso. Quem você opera primeiro?
Primeiro, eu lembro, eu lembro dessa enquete aí. assim e nem nem querendo colocar em cheque a doutora aí, mas é só agradecer, mas só agradecer, exat só agradecer pelo pelo pela força, por ter tentado, por ter se esforçado. Eh, infelizmente Deus sabe o melhor. A gente não entende, Talvez um dia a gente possa entender, mas agradeço demais não só a senhora, como toda a equipe pelo esforço, pela e pela dedicação. que tem se empenhado, no caso, no dia. Deus abençoe todos vocês. É isso. Fechamos, gente. Fechamos, né? Fechamos. Então, agradecer aí o Nantu, meu irmão.
A equipe aí, pô, o Mano Walter e todo mundo que tá em casa, que acompanhou o nosso nosso papo. Mais um Dia foi um, né, papo sobretudo de irmãos. Eu gosto desse cara para caramba. Embaçado. É [ __ ] irmão. [ __ ] gosto de tu, cara. Gosto de tu meu irmão, pô. É [ __ ] E e sempre, pô, um bom camarada, uma um uma conversa agradável, com bastante experiência profissional, não é à toa que o público, [ __ ] valeu, irmão. Obrigado. Vai ao delírio quando a gente anuncia o Nantes aqui e que
não seja a última participação do Nant e que venha outras. E obrigado, irmão. Obrigado. Estamos junto. Obrigado pela oportunidade também. Obrigado pelo pela rapaziada que segurou. Já de vira e mexa. Eu seguro até esse horário também assistindo, viu, mano? Eu fico lá quietinho. Mas então, obrigado por ter aguentado a gente aí Todo esse tempo. Você é um [ __ ] de um cara, um igual eu falei, muitas vezes a porrada vem, mas vem para quem tá incomodando. Então deixa aqui um recado. Eu tenho certeza que você não vai desistir e que o público não vai
desistir também. Então beleza, meu irmão. Continua firme, tamo junto. Obrigado mais uma vez pela oportunidade e e bora para cima, mano. É isso aí, irmão. É isso aí. Vamos nessa. E eu como eu vou eu vou Seguir acreditando na mensagem bíblica, né? Eh, Deus escolhe os seus para as piores batalhas, né? É isso aí. Quem quem quem tá capacitado. Então, você tá numa batalha árduo e cruel, muito mais difícil que a minha lá na na PM em São Paulo, né, no Batalhão de Rota. Eu tô aqui no YouTube e Deus vai capacitando a gente pra
gente sair vitorioso dessa, cara. Então Vamos nessa. É isso aí, mais um dia vibrando. Episódio 391. Fala Glob Podcast. Eu sou Fala Glob. Você tá no Fala Glob Podcast. Tamo junto. E fala Gló. เฮ [Música] He He he he เฮ [Música] เฮ [Música] เฮ [Música] [Música] เฮ [Música] [Música] He He he he he [Música]