Minutos, eu vou expor todo o conteúdo teórico e depois vou ficar disponível ao final para esclarecimento de dúvidas. Vocês também podem colocar as dúvidas no chat se vocês preferirem e ao final a gente tenta respondê-las. Eu sou então a professora Grazela Deluca Cantos, sou professora titular do Departamento de Odontologia, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Odontologia da UFSK, onde eu me aposentei em julho do ano Passado, mas eu continuo atuando como professora voluntária. Atualmente eu sou professora do programa de pós-graduação em saúde baseada em evidências da Universidade Federal de São Paulo, na Escola Paulista de
Medicina, onde está o Centro Cockn do Brasil. Eu fiz um pós-doutorado nesse programa de pós-graduação em saúde baseada em evidências da UNIFESP em 2024 e 2025. Terminei recentemente e fiz um primeiro pós-doutorado na Universidade de Alberta No Canadá de 2013 a 2014. A minha formação, ela é toda na área de odontologia e atualmente eu tenho mais de 130 artigos de revisão publicados. Mas eu quero contar uma história para vocês, porque isso não foi sempre assim. Quando eu entrei na UFSK lá em 1992, eu era uma professora totalmente voltada paraa graduação. Eu não era credenciada na
pós, eu não fazia pesquisa, o meu trabalho era aulas teóricas e aulas práticas na clínica e no laboratório. Então, num por um período de 20 anos da minha carreira, de 1992 a 2012, eu publiquei somente 16 artigos. E desses 16 artigos, somente um artigo internacional. Por quê? Os outros eram relatos de experiência do projeto Rondon ou descrição de algum caso clínico, mas não eram pesquisas propriamente ditas. E eu queria, eu estava cansada dessa vida de muito pesada, de muita aula para graduação, que é muito gratificante no começo da carreira, mas é um serviço que A
gente cansa muito, especialmente na na área de saúde, porque a gente fica muitas horas dentro da clínica, mas eu não sabia como que eu fazia para mudar isso, como que eu fazia para entrar nesse mundo da pesquisa. Eu não tinha ajuda de ninguém, ninguém que me mostrasse, olha, Grazela, esse aqui é o caminho para você se tornar uma pesquisadora. Então, na verdade, eu sabia o que que eu queria. Eu sabia que eu queria ter Artigos publicados, porque eu via os meus colegas que tinham artigos publicados e que eram professores da pós, eu vi a maneira
como as pessoas olhavam diferente para esses colegas, como se eles tivessem eh um com um certo grau de admiração. Então, eu queria ter artigos publicados, eu queria ser uma professora da pós-graduação, eu queria um dia me tornar pesquisadora do CNPq, eu queria estar preparada para quando chegasse a hora fazer o meu curso paraa Professora titular. Então eu sabia que eu queria ter reconhecimento acadêmico, mas eu não tinha o apoio para isso. Eu não sabia como fazer isso, porque eu não tinha suporte e ninguém me orientava em relação a esses caminhos. Então eu ficava, continuava naquelas
minhas atividades da pós-graduação, da graduação, querendo fazer algo diferente, mas eu não sabia qual caminho eu deveria seguir para mudar o Direcionamento da minha carreira. Até que então eu fui eleita coordenadora do curso de odontologia da UFSK e comecei a frequentar as reuniões do Ciências em Fronteiras para eles explicarem como que a gente mandaria os estudantes pro exterior. E aí na primeira vez na minha vida eu pensei: "Nossa, mas se os estudantes estão indo pro exterior, eu também posso ir pro exterior, eu quero fazer um pósdoc, eu quero fazer um pósdoc em um país de
Língua inglesa". E eu achava, até ali, eu achava que eu não tinha condições de fazer nada disso. Eu não achava que o meu inglês era bom o suficiente. Eu sabia que eu não tinha um currículo bom em termos de pesquisa, mas eu acreditei que eu iria seguir por esse caminho. Então eu comecei a procurar esses países de língua inglesa que estavam credenciados no programa de ciências sem fronteiras. E aí eu cheguei até o Canadá. E lá no Canadá, na época tinha nove faculdades de odontologia, só acho que oito falar eh o idioma era inglês. E
assim eh fui chegando, cheguei em duas universidades e acabei, eh, escolhendo ir paraa Universidade de Alberta. Então, mandei meu projeto, eles fizeram uma reunião departamento, me aceitaram, me designaram um orientador. Só que essa pessoa que me foi me designada para ser orientador, que trabalhava na área, que eu gostaria de trabalhar a época, que Era brux fis em odontopediatria, nunca respondi os meus e-mails. Até que um dia a secretária de lá falou: "Olha, Graziela, a gente tá até com vergonha de ti, mas eu vou mandar teu e-mail para uma pessoa que eu tenho certeza que vai
te responder." Foi assim que eu recebi um e-mail em 5 minutos do professor Carlos Floresmi e ele me disse que se eu quisesse ir pro Canadá para trabalhar com ele com revisões sistemáticas, eu poderia ir que Ele eh supervisionaria o meu pós-doutorado. Eu à época eu não tinha ideia do que que era uma revisão sistemática. Eu nunca tinha escutado essa palavra. Só que eu sabia de uma coisa. Eu sabia que eu queria ir para o Canadá. Eu sabia que eu queria mudar minha carreira. Eu sabia que eu queria me tornar uma pesquisadora. Então eu rapidamente
respondi o e-mail dele dizendo que sim, que eu iria eh aceitaria ir para lá para Aprender com ele a revisão sistemática. Na hora que eu enviei esse e-mail, já me deu um nervoso que eu fiquei pensando: "Meu Deus, o que será que essa tal da revisão sistemática?" E aí eu fui pro Google procurar o que que é uma revisão sistemática. E lá eu encontrei uma revisão sistemática. é um estudo secundário que tem por objetivo reunir estudos semelhantes, avaliando-os criticamente para responder a pergunta de pesquisa com base na melhor evidência Científica disponível. Então, bom, agora já
sei que aqui é uma revisão sistemática, eu vou arrumar minhas malas e vou pro Canadá. Só que eu precisava de dinheiro. Então, tinha um edital aberto de bolsas de pós-doutorado pro exterior. Eu apliquei nesse edital do CNPq com a certeza absoluta de que eu seria contemplada. Por quê, gente? Eu era uma professora há 20 anos de uma universidade federal, uma universidade de renome, a Universidade Federal de Santa Catarina. Eu tinha formado muitos cirurgiões dentistas, eu tinha ministrado muitas aulas teóricas, eu tinha participado de muitas comissões, eu tinha sido coordenadora do curso, eu tinha sido tutora
do PET. Mas qual não foi minha surpresa? que quando eu recebi o e-mail do CNPq, o CNPq negou a minha bolsa de pós-doutorado com a seguinte justificativa: a proponente tem um nível inconstante e baixo de publicações. No momento eu Fiquei muito chateada, foi uma facada no meu peito, mas na verdade hoje eu penso que era verdade. Eu tinha 16 artigos só e só um de boa qualidade, só um artigo internacional. Mas por que isso, gente? Porque eu não era uma professora da pós-graduação, eu não tinha tido essa experiência de ser uma pesquisadora. E a métrica
que o CNPq utiliza até hoje é a métrica do quê? Da produtividade. Então o que que eu fiz? Eu vendi o meu carro e eu fui pro Canadá. Então jurei para mim mesma que nunca mais ninguém falaria mal do meu currículo. E fui, saí de Florianópolis e fui para Edmonton. E lá então comecei a frequentar a disciplina de revisão sistemática do professor Carlos, que ele ministrava na pós-graduação. E naquela época não haviam ainda muitos documentos norteadores para se fazer uma revisão sistemática. Tinha o prisma 2000 prisma de 2009. Eu imprimi aquele prisma, colei Assim na
minha escrivania, tentava seguir, mas as pessoas não fazam sequer o que a gente faz hoje, quer fazer um protocolo, um projeto da revisão e um documento apropriado, como a gente tem hoje no COB, nos nossos cursos, que a gente oferece um template já pronto pra pessoa fazer o protocolo e depois registrar esse protocolo. A gente não fazia isso naquela época. Então, o meu protocolo da minha primeira revisão sistemática, eu fiz nesse caderno à mão E eu assistia as aulas, fazia anotações, na biblioteca, fazia as anotações, anotava como é que seria a minha revisão. E eu
consegui ter muita facilidade com o método. Então, rapidamente eu publiquei a minha primeira revisão numa revista eh muito boa da nossa área, que é a Jada, é a revista considerada a revista mais lida pelos dentistas norte-americanos. E tendo aprendido esse método, tendo dominado o método, eu consegui durante o Meu pós-doutorado publicar nove artigos de revisão, todos eles em revistas de boa qualidade. E por que que eu consegui isso? Porque eu entendi como o método funcionava e me apaixonei por ele. Então, era aquilo que eu queria fazer. Eu queria publicar artigos de revisão. Então, eu sou
muito grata à Universidade Alberta. Semana passada eu dei uma aula na pós-graduação e falei sobre isso. O quanto eu sou grata, porque ter aprendido a fazer revisões sistemáticas De qualidade mudou completamente a minha carreira. Porque quando eu voltei pro Brasil, eu senti que eu tinha um super poder comigo. Eu sabia algo que poucas pessoas sabiam e eu queria ensinar isso para outras pessoas. Então eu resolvi que eu iria montar um curso de revisão sistemática. E foi assim que nasceu o Cobo de extensão dentro da Universidade Federal de Santa Catarina em julho de 2014. E desde
então a gente já formou Mais de 2.000 alunos, demos ministramos mais de 40 turmas. Juntas nós temos mais de 250 artigos de revisão e temos três livros na temática. E os nossos livros, eles são como os nossos cursos, guias práticos, ou seja, a gente ensina o passo a passo para fazer uma revisão sistemática da literatura. Então, eh, final de 2024, eu, a professora Patrícia, professora Helena, que foram minhas orientandas da pós-graduação, resolvemos montar o COB Plus e começar a ministrar treinamentos por meio da plataforma Hotmart. E atualmente nós temos cursos ao vivo, temos o curso
de revisão sistemática ao vivo que nós ministramos sempre no início do ano, em fevereiro, vai ser agora dia 23 de fevereiro, o curso de revisão de escopo ao vivo, que nós ministramos sempre no segundo semestre e os cursos gravados de revisão sistemática, revisão de escopo, o COBA, que é um curso de aplicabilidades da Inteligência artificial em artigos de revisão, o COB arte, um curso de figuras para artigos de revisão, COB Search, conjunto de 13 tutoriais e base de dados e o start, um curso para quem ainda não tem experiência e quer fazer, quer ter os
conceitos básicos para desenvolver o seu primeiro artigo. Além disso, nós fazemos mentorias em grupo, individuais e consultorias e temos um evento presencial em Florianópolis em maio e novembro chamado COB Experience, no qual Em um final de semana nós trabalhamos no artigo dos alunos. Então, o que nós da equipe COB fazemos é trazer a nossa experiência, trazer o nosso conhecimento para ajudar que os nossos alunos consigam fazer publicações científicas de boa qualidade. Porque não basta publicar um artigo, nós temos que publicar artigos de boa qualidade e com isso alcançar o tão sonhado reconhecimento acadêmico. Eu quero
mostrar para vocês esse gráfico aqui, Então, que é da minha produção acadêmica da Scop. Vocês vejam que tem uma barra aqui no meio de 2012 para 2014 para mostrar para vocês que antes de 2012 eu tinha publicado 16 artigos e depois eu publiquei 162 artigos. E o que que aconteceu aqui? Eu aprendi a fazer o método de a trabalhar com método de revisão sistemática durante o meu pós-doutorado na Universidade de Alberta. Poderia ter sido outro método. Poderia. Não é todo mundo que vai gostar De trabalhar com revisão sistemática. Pode ser que tenha uma pessoa que
diga: "Ah, eu adoro fazer estudos clínicos renomizados" e ela vai se aperfeiçoar no método de estudos clínicos renomizados. Por quê? Porque quando a gente conhece o método, a gente consegue, acabou aquela pesquisa, replicar aquele método em várias outras. Aqui eu quero mostrar para vocês, porque muitas pessoas eh falar: "Ah, mas será que os artigos de revisão sistemática eles são Importantes? A pós-graduação aceita?" Então também são dados da plataforma Scopos da minha produção, mostrando que mais de 60% dos meus artigos eles estão entre os 25% de artigos mais citados no mundo e mais de 70% nos
melhores 25 nas melhores 25 revistas. E esses artigos já me renderam mais de 5.000 citações, ou seja, pessoas que leem os meus artigos e citam esses artigos nos seus próprios artigos, mostrando a importância desses artigos de revisão sistemática Publicados. Então, vamos dar início à nossa aula, que é como criar uma pergunta de pesquisa de impacto. Relembrando que uma revisão sistemática é um método de pesquisa no qual eu escolho um tópico e a partir desse tópico eu elaboro uma pergunta focada e utilizo métodos sistemáticos e reproduzíveis para identificar tudo aquilo que foi publicado no mundo sobre
o assunto, sem restrição de idioma ou período de publicação, e agrupar essa Informação e encontrar a melhor evidência científica disponível. Então, uma revisão sistemática reúne dados de diferentes estudos já publicados, analisa criticamente as informações para encontrar a melhor evidência científica disponível. Então, quando fazemos uma revisão sistemática, nós vamos agrupar estudos que fizeram a mesma comparação para encontrar o resultado, que é a resposta da nossa pergunta de pesquisa. Algumas vezes, quando a gente agrupa Esses estudos, esses estudos têm dados numéricos o suficiente para que a gente faça uma nova análise estatística. E essa análise estatística da
revisão sistemática é chamada de metaanálise. Então, metaanálise não é um tipo de revisão, é um tipo de análise estatística. Então, nem toda revisão sistemática vai ter uma metaanálise e não tem problema nenhum. a gente consegue publicar a revisão da mesma maneira. Então, como que a gente faz uma Revisão sistemática? A gente parte a partir de uma pergunta focada, estabelece critérios de elegibilidade, ou seja, quais estudos nós vamos incluir e excluir na nossa revisão, porque eles respondem a pergunta de pesquisa. Prepara uma estratégia de busca para aplicar nas bases de dados. Traz os arquivos das bases
de dados e organiza com gerenciador de referências. faz a seleção dos estudos, dos estudos finalmente incluídos na revisão. Nós Fazemos a distração de dados e aí vamos fazer uma análise crítica desses estudos, fazendo análise de risco de viés, uma análise narrativa, uma metaanálise, se for possível, agrupar os dados numéricos e utilizando a abordagem grade para avaliação da certeza da evidência. A nossa aula de hoje, ela é focada em construir uma boa pergunta de pesquisa. Como que nós construímos uma boa pergunta de pesquisa? tendo na equipe um Autor com conhecimento dos estudos relevantes sobre o tópico
escolhido para que a gente faça uma pergunta que seja importante. Importante para quem? Uma boa pergunta de pesquisa, ela deve ser importante pro tomador de decisão, ou seja, o gestor, o clínico, aquela pessoa que atende o paciente lá na ponta e pro paciente. Ou seja, nós devemos escolher um tópico que seja importante para uma grande parcela da população. Então, vou mostrar para vocês esse exemplo dessa Revisão sistemática da professora Carla. A professora Carla, ela foi aluna do COB, hoje ela é professora do COB e ela fez essa revisão sistemática como a dissertação dela de mestrado
dentro de um curso do Cob e hoje ela é professora de donopediatria na Universidade de Chicago. Essa revisão da professora Carla, quando publicada, ela teve muito, muito sucesso, por todos os sites do mundo que falavam sobre saúde da criança, esses Sites tipo revista Crescer, inclusive sites do Japão, falaram sobre essa revisão da professora Carla. Por quê? Porque ela tinha uma pergunta que interessava para uma grande parcela da população. A pergunta era: "Em crianças com idade de 0 a 36 meses, há sinais de sintomas locais ou sistêmicos durante a erupção dos dentes descidos? Ou seja, quem
quer saber se quando o bebê tem febre é porque tá nascendo um dente. Se quando o bebê está irritado é Porque está nascendo um dente. Todo mundo quer saber. A mãe, o pai, os irmãos mais velhos, todo mundo que convive com a criança, a avó, o vô, a babá, o médico pediatra. Então essa é uma pergunta boa, é uma pergunta importante para muitas pessoas. Então, a pergunta de pesquisa, além dela ser viável, interessante, inovadora, ética e focada, ela tem que ser relevante. E muitas vezes a pergunta mais relevante é aquela pergunta mais simples, como esses
Exemplos: será que a música pode beneficiar pessoas com câncer? Será que a dança pode ser útil para pessoas com demência? São perguntas simples, mas que vão ajudar uma grande parcela da população. A pergunta de pesquisa de uma revisão sistemática, então ela é construída com base numa estratégia didática que é chamada uso de acrônimos e eles servem para que a gente não esqueça de nenhuma parte da pergunta de pesquisa e eles vão Guiar a construção da estratégia de busca e o estabelecimento dos critérios de elegibilidade. Então, o tipo de, dependendo do tipo de revisão sistemática, eu
vou ter um tipo de pergunta de pesquisa e, consequentemente, eu vou usar um tipo diferente de acrônimo. Então, eu posso fazer uma revisão sistemática de intervenção para comparar duas formas de tratamento. Eu posso ter uma revisão sistemática de acurácia para comparar Dois testes de diagnóstico, uma revisão sistemática de prognóstico, de prevalência, de incidência, de associação e fatores de risco e até revisões sistemáticas qualitativas. Então, há diversos tipos de acrônimos e cada um deles tem uma descrição de cada uma das letras e nós vamos ver alguns exemplos a seguir. Por isso, eu preparei um exercício para
que vocês aprendam a construir perguntas e pesquisa com base no acrônimo. E esse Exercício vocês podem conseguir passando uma mensagem paraa Priscila no telefone do COB. A Priscila vai dar um oi para vocês lá no grupo, vai levantar a mão e vocês vão passar uma mensagem para ela: "Prcila, eu quero o exercício pico da aula da professora Graziela". Mas vamos lá, vamos a alguns exemplos. Se eu vou fazer uma revisão sistemática de intervenção, comparando qualquer tipo de tratamento, intervenção pode ser, por exemplo, uma intervenção educacional, Uma intervenção social, qualquer eh eh atividade que a equipe
de pesquisa faça com aqueles grupos que estão sendo analisados. Eu vou usar o acrono pico. Quando eu estava lá no Canadá, eu tinha uma uma parceira de pesquisa, professora Camila, que hoje é professora lá, e a gente brincava de fazer eh uma pergunta de pesquisa que era simples em mulheres acima de 40, então era a população, aprender eh a fazer revisão sistemática, que era a intervenção comparada com quem Não faz, era a comparação, influencia o ganho de peso. Por quê? porque a gente ficava muito tempo sentado. Então, a melhor maneira da gente aprender essa estrutura
pico é a gente fazendo perguntas com o nosso dia a dia. Então, no pico, o P é de população, o I de intervenção, o C de comparação e o O são os autamas, os desfechos. O que que eu quero saber com essa pergunta? Então o Pode ser gestantes, idosos, crianças, fumantes, diabéticos, a intervenção, Tratamento medicamentoso, uma aula, o o a comparação pode ser um placebo, não tratar e o desfecho. O que que eu quero saber? por exemplo, se melhorou a dor. Então, vamos ver alguns exemplos e eu quero que vocês já vão pensando sobre o
pico. Esse primeiro exemplo é em idosos tomar suplementos comparados com texto alimentação saudável tem impacto na qualidade de vida. E aqui vamos tentar fazer o pico. A população, escrevam aí no chat, vamos lá, quem é que se Arrisca? São os idosos. A intervenção tomar suplementos comparado com quem? Com ter alimentação saudável. e o desfecho, o impacto na qualidade de vida. Vamos ver um outro exemplo. Qual o melhor tratamento em adultos para a redução de sinais, sintomas de ansiedade? A hipnose ou a terapia comportamental? Tente fazer o pico comigo. Nesse caso, a população são os adultos,
a intervenção a hipnose, a comparação à terapia comportamental e o Desfecho. Que que eu quero saber com essa pergunta? A redução dos sinais, sintomas, ansiedade. Tem alguém que tá com o microfone aberto? Vou pedir para fechar. Helena, se puderes ver quem é que tá com o microfone aberto. Aqui uma outra pergunta que veio lá do formulário que vocês responderam. Professor, seu microfone tá mudo. >> Professora, Senora fecha seu microfone. Tá sem som, professor. Está sem som. Seu microfone está desligado. >> Microfone da senhora tá fechado. >> Só um minutinho, pessoal, que a gente já acerta
aqui. Só um instante. Tão escutando agora? >> Sim, sim. >> Então, tá bem. Então vamos continuar aqui. Pera aí, deixa eu compartilhar a tela de novo. Ah, já tava compartilhando ali. Pronto. Então essa pergunta, vamos lá. Pergunta Que tava lá no no formulário. Em coelhos de corte, a inclusão de diferentes fontes de fibra na dieta comparada com dieta padrão melhora o desempenho usécnico, o ganho de peso e a conversão alimentar. Então, nesse caso, pensem comigo, quem que é a população, escrevam aí no chat, são os coelhos aí. Intervenção à dieta com diferentes fontes de fibra
comparada com a dieta padrão e o desfecho. Que que nós queremos saber? O ganho de peso e a Conversão alimentar. Já vão pensando também na pergunta de pesquisa de vocês. Um outro exemplo para quem é da área de educação. Em professores, quem aprende a fazer revisão sistemática comparado com os que não aprendem tem mais chance de aumentar a quantidade de publicações e melhorar o currículo. Nesse caso, o P são os professores, a intervenção aprender a fazer revisão sistemática comparado com não aprender e o desfecho. Que que nós queremos saber? se aumenta a Quantidade de publicações
e melhora o currículo. Agora, um exemplo fora da área da saúde, que é o uso de tecidos de algodão traz mais conforto às crianças comparado ao uso de tecidos sintéticos. Vamos pensar sobre o pico. Nesse caso, a população são as crianças, a intervenção usar tecidos de algodão comparado com os arcidos sintéticos. E o que que nós queremos saber? A diferença no conforto. Nessa outra pergunta, existe diferença Na idade de alfabetização de crianças usando o método Montessor comparado aos métodos tradicionais? Vamos pensar quem que será nosso pico. A população são as crianças, a intervenção, o método,
alfabetização com o método Montessóri comparado com os métodos tradicionais. A gente quer saber se há diferença na idade de alfabetização. Agora vamos ver alguns exemplos de pergunta de pesquisa de prevalência. Se eu tenho a pergunta de pesquisa e que eu quero identificar a prevalência de uma doença ou de condição, poderia usar esse exemplo. Qual a prevalência de depressão em crianças hospitalizadas? Nesse caso, podemos usar o acrônimo Cocopop. Nesse acrônimo, o CO é a condição, o segundo CO, o contexto. E o POP, a população. Vamos tentar fazer a descrição do acrônimo dessa pergunta. Quem que é,
qual é a condição? A depressão, o contexto. As crianças estão hospitalizadas e a população são as crianças. Se eu vou fazer uma revisão sistemática de fatores de risco, eu poderia, por exemplo, usar a pergunta de pesquisa: comer chocolate com frequência é um fator de risco para enxarque em idosos? Lembrando que para algo ser um fator de risco, ele tem que acontecer primeiro para que depois a outra coisa aconteça. Então, primeiro eu tenho que comer o chocolate para depois eu ter a enxaqueca, certo? Nesse caso, o acrônio utilizado é o clômeno peco por conta desse e
de exposição. Então, o que mudou aqui em relação ao pico é que ao invés da intervenção eu tenho uma exposição. Nesse caso, vamos pensar como que será a descrição desse acrônimo. A população são os idosos, a exposição comer chocolate comparado com o quê? com o placebo e a desfecho é ter enxaqueca. Se eu vou fazer uma revisão sistemática de diagnóstico e quando que eu posso fazer isso? Quando eu quero comparar dois testes de diagnóstico, por exemplo, eu quero comparar dois testes para COVID. Vocês lembram lá no começo da COVID que a gente fazia aquele teste
de farmácia, depois diá o teste não é, não tem acessibilidade suficiente, a gente tem que fazer o PCR. São dois testes de diagnóstico. A mesma coisa eu comparar dois testes de gravidez. Quem é Bastante, eu tenho 60 anos, quem é da minha idade lembra que no começo, quando surgiram os testes de gravidez e farmácia, eles também não tinham a curaça suficiente. As pessoas diziam: "Ah, não adianta fazer o teste de farmácia, tem que fazer o teste lá no laboratório". Então, quando eu faço uma revisão sistemática de diagnóstico, eu vou comparar dois testes de diagnóstico. Um
teste que é o teste novo, digamos assim, que eu quero ver se ele é capaz De substituir aquele teste padrão referência ou padrão ouro com a mesma acurácia. Então, vamos ver um exemplo. Qual a curácia dos biomarcadores para detectar a pneia obstiva do sono em crianças? Por que que a gente quer eh verificar a curaça de um teste novo? Geralmente porque aquele teste que é utilizado como padrão ouro, ou ele é mais invasivo, ou ele é mais caro, ou ele é mais demorado, ou o plano de saúde não paga. No caso da A pneia obsessiva
do sono, o padrão ouro é a polissonografia, que é um exame que precisa dormir no laboratório, é caro, precisa colocar eletrodos na criança, o plano de saúde precisa pagar. Então vamos ver como que ficaria esse acrônimo PID. O P é de população, o I é do teste índice, ou seja, o novo teste, aquele que eu estou querendo testar, o R é do teste referência e o D é o diagnóstico de interesse. Então vamos pensar um pouquinho como que ficaria o nosso PIRD. O P são as crianças, o I biomarcadores, o tese referência paraa polissonografia, para
apneia é a polisonografia. E o que que eu quero saber? Qual é o diagnóstico que eu quero saber se o biomarcador é capaz de fazer? O diagnóstico da pneiava do sono. Eu também posso fazer uma revisão sistemática qualitativa. E nesse caso eu poderia seguir esse exemplo, quais são as experiências de violência na profissão médica da atenção Básica? Então vou listar experiências. E aqui eu posso usar esse acrônio pico, mas com o pico é com C maiúsculo e o O minúsculo. E aqui nesse caso, o P é de população de interesse, que são os médicos, o
I de fenômeno de interesse, que é a experiência com a violência, e o CO é o contexto, que no caso dessa pergunta é a atenção básica. Eu sei que você deve estar se perguntando eh agora se você como que você vai fazer sua pergunta, que tipo de pergunta que é Sua. Então, para isso, eh, eu vou recomendar que vocês leiam esse artigo. Esse artigo é do Cássio. Eu tive o prazer de trabalhar com ele em algumas disciplinas de na disciplina de visisão sistemática aqui da USCK, no programa de pós-graduação em psicologia. Ele é um artigo
que ele descreve a construção de cada um dos acrônimos e dá vários exemplos de acrônimos. É um artigo bastante interessante paraa leitura. E se vocês quiserem então o PDF Desse artigo, vou pedir de novo que vocês peçam paraa Priscila que ela envia para vocês. Eh, agora eu quero mostrar para vocês que também quem tem eh um está começando na revisão sistemática e acha um pouco eh tem um pouco de dificuldade com a construção da pergunta de pesquisa, pode contar com o apoio da inteligência artificial. Lembrando que a inteligência artificial, ela é sempre um apoio. Quem
vai tomar a decisão final sobre todas eh Sobre o nosso projeto, sobre a nossa pergunta de pesquisa, é o pesquisador. Então, vamos dizer que a gente resolva que a gente vai trabalhar com vitamina C e prevenção de gripe em adultos. A gente só sabe isso, mas a gente não tem ideia como construir uma pergunta de pesquisa. a gente não tem ideia como estabelecer o pico. Então eu posso ir lá no chatpt e escrever o que eu preciso. Então cria uma pergunta de pesquisa de revisão Sistemática com base na estratégia pico na seguinte temática: uso de
vitamina C na prevenção da gripe. Então ele criou uma pergunta de pesquisa que é em adultos o uso da vitamina C quando comparado do alacboco ou ausência de suplementação? porque a gente pode também uma revisão sistemática ter mais de uma comparação. Ele é eficaz na prevenção da gripe. Então vamos ver como é que a gente faria o pico dessa pergunta de pesquisa que o chat nos Recomendou. Então vamos relembrar a pergunta. Em adultos, a vitamina C comparada ao placebo ausência de suplementação é eficaz para a prevenção da gripe. Então quem que é nossa população? São
os adultos. A intervenção, a vitamina C, a comparação, a gente tem duas comparações comparado ao placebo ou ausência de suplementação e o desfecho. Que que nós queremos saber? a eficácia paraa prevenção da gripe. Então ele, eu pedi para ele, ele Me ajudou também a formar essa estrutura pico. Aquela anterior fui eu que formei com base no meu conhecimento. E aqui ele tá me dando uma sugestão da estrutura pico. Então eu tenho que analisar para ver se eu concordo ou não. Então ele tá sugerindo que eu escolha uma população de adultos e tá categorizando os adultos
com como maior ou igual 18 anos. que essa população seja de, eu tenho que decidir se ela é de indivíduos saudáveis ou se eu vou estudar alguma, alguma População específica. Daí, no caso, eu teria que alterar minha pergunta de pesquisa. Seria em atletas, em adultos atletas ou em adultos militares, né? teria que alterar minha pergunta de pesquisa, mas como eu disse, a inteligência artificial ela é só para sugerir. Então ele sugere que na intervenção, quando a gente vai falar da suplementação da vitamina C, a gente descreva que a gente vai aceitar artigos em qualquer dose,
em qualquer forma de Farmacêutica e duração. Então qualquer posologia do uso de vitamina C. Ele sugere três comparadores que a gente pode usar o placebo, não faz a ausência de suplementação e cuidado usual. Como eu disse, a gente pode ter mais um comporador na mesma pergunta, não tem problema nenhum. E o que a gente quer saber? Ele sugere que a gente analise a incidência da gripe, então, nos dois grupos. E a gente tem que dizer, né, como é que a gente vai Considerar que melhorou essa gripe confirmada clínica ou eh por meio de exames de
laboratório? Aqui eu quero mostrar para vocês eh alguns exemplos reais. Então, esse artigo é da Ana Carolina Timóteo. Ela foi minha orientada de PIBIC, hoje ela já se formou e tá iniciando o mestrado na no centrim Bauru, na USP. A Ana fez essa essa essa pergunta de pesquisa que era se existe associação entre déficit de atenção e bruxismo. E vejam aqui que Ela usou um acrônimo pecos. Às vezes a gente já inclui no acrônimo um s de tipo de estudo para dizer qual tipo de estudo que a gente vai incluir na revisão sistemática. Então ela
colocou que a população dela era crianças, adolescentes e adultos expostos ao défic de atenção comparados com quem? com quem não tinha défic de atenção. E os desfechos eram a ocorrência de bruxismo na vigília ou no sono. E o que que ela iria incluir para responder a pergunta De pesquisa, estudos observacionais. Aqui quero mostrar essa outro artigo da Cíntia. A Cíntia foi minha orientada de mestrado, hoje ela faz doutorado na UFSK. E nessa pergunta de pesquisa que a CIA queria responder, que era quais são os efeitos adversos associados ao tratamento ortodôntico, usando alinhadores, eh, a síntica
usou usou um acrônimo diferente. Vocês vejam aqui, ó, ela usou pios. Por o acrônimo é apenas uma Estratégia didática. Eu posso utilizar aquele que melhor se adapta à minha pergunta de pesquisa. Então aqui na pergunta da Cíntia, os participantes são pacientes ortodônticos, independentes da idade do sexo, que usaram alinhadores ortodônticos e os desfechos, o que que a Cíntia queria saber, quais são eh qualquer tipo de efeito adverso e que tipo de estudo que ela ia aceitar para responder a pergunta de pesquisa. Estudos clínicos randomizados ou não? Estudos de antes e depois, estudos de corte e
estudos descritivos. Também quero mostrar para vocês essa revisão sistemática de prevalência da Renata. A Renata foi me orientando de mestrado, depois ela foi paraa USP fazer o doutorado, teve a oportunidade de ir pro Canadá no doutorado sanduíche e hoje ela é pesquisadora do Einstein. E ela trabalhou com a crônima PU, no qual o P foi a população, o e exposição e o o os outos desfechos do que ela queria saber. No caso dessa pergunta de pesquisa, qual a prevalência de língua geográfica em adultos? A população eram os adultos maiores de 18 anos, a exposição à
língua geográfica, os desfechos, a prevalência. E quero mostrar esse exemplo de uma revisão sistemática da Elice. A Elice foi minha aluna de graduação, participou comigo do PET. E vocês já viram a Elise aqui na apresenta, na minha apresentação, ó, a Elise sentada aqui, ó, quando ela aluna De graduação. Essa foto deve ser mais ou menos talvez em 2010, eu acredito. E a Eliz hoje é professora no Canadá, professora de patologia oral, medicina oral e patologia. E nessa revisão ela usou o acrônimo PEOS, nos quais os participantes foram pacientes maiores de 18 anos com síndrome de
ardência bucal. Aqui ela diz como é que ela vai considerar o diagnóstico da síndrome de ardência bucal expostos a baixo eh Níveis de micro de micronutrientes. E o que que ela queria saber? a prevalência global de pacientes com micr com deficiência de micronutrientes e também a proporção de pacientes com a deficiência para cada um dos micronutrientes. E ela iria incluir para responder essa revisão, estudos descritivos. Estudos descritivos e série de casos, é a mesma coisa. E também estudos eh eh transversais, estudos crossection. Então, a partir do momento que vocês definirem a pergunta de pesquisa de
vocês com o acrônimo que vocês escolherem, antes de seguir em frente com essa pergunta de pesquisa, nós precisamos saber algumas coisas. Se alguém já não teve uma ideia igual a nossa e já tem uma revisão publicada sobre o nosso assunto ou um protocolo, um projeto registrado dizer lá numa plataforma específica para esse fim, dizendo que vai fazer uma revisão Sistemática sobre aquele assunto. Então, a partir do momento que a gente tem a pergunta, a gente tem que procurar nas bases de dados por revisões publicadas, nas plataformas de registro de protocolos e também podemos usar outras
fontes para tentar encontrar projetos que são semelhantes ao nosso para decidir se a gente segue em frente ou não, como por exemplo a Trip Database, a Perplex, a Elice e a Consensos, que essas três últimas são ferramentas de Inteligência artificial. E se houver outra revisão sistemática já publicada ou um protocolo já registrado com a mesma pergunta, o que que eu vou fazer? Então esse é assunto paraa nossa aula de amanhã com a professora Helena, que ela vai falar sobre como blindar a sua revisão sistemática. E nessa aula eu também estarei presente em dois momentos para
fazer discussão ao vivo de pergunta de pesquisa. Então, quem tiver interesse de que participar dessa discussão de Pergunta de pesquisa, vai escanear Qcode. Também vou pedir que a Priscila coloque aí no chat o link. É um formulário muito rápido, onde vocês vão colocar o nome e a pergunta de pesquisa de vocês e nós vamos escolher algumas perguntas para fazer a discussão dessa pergunta ao vivo, a correção da pergunta e o estabelecimento do Pico amanhã. Certo? Quem ficar conosco nos três dias da jornada vai ter um direito a um certificado do COB de participação. E como
mensagem final dessa aula, eu quero dizer que a pergunta de pesquisa é o ponto inicial da sua revisão sistemática. Então, não tenha pressa. Invista tempo para construir uma pergunta de impacto. Às vezes a pessoa diz assim: "Ai, professora, mas eu vou perder tanto tempo nesse projeto?" Então, quando a gente trabalha no projeto, a gente não perde tempo, a gente está investindo tempo para que dê tudo certo na nossa revisão. A, essa Aula, além dos prints que eu mostrei para vocês, ela foi baseada no nosso livro Revisões Sistemáticas da Literatura, guia prático. E eu, para finalizar,
eu quero convidar todos vocês eh falar um pouco sobre o nosso curso de revisão sistemática de 2026. Ele vai ser um curso que vai ser ministrado de de 23 a 26 de fevereiro e 2 a 4 de março, sempre no período da noite. Estarão comigo a professora Patrícia Paulo, Helena Pan, Karen, que é a é Bibliotecária aqui da UFSK, que dá aula sobre eh estratégia de de busca. Eu considero que a professora Karen é uma das bibliotecárias que tá entre as top cinco bibliotecárias do Brasil que mais entende de revisão sistemática. a professora Carla, que
eu já mostrei a revisão de sistemática dela para vocês, hoje ela é professora da Universidade de Chicago, e a professora Cristine Stefani da UnB. O que eu quero dizer para vocês é que todas elas foram minhas alunas, Todas elas foram alunas de curso de extensão do Cob e hoje elas são professoras do COB. Eu tenho muito orgulho disso. O nosso curso, ele vai ter então sete encontros ao vivo. Essas aulas ao vivo, elas são gravadas, então caso a pessoa não possa comparecer, ela pode assistir depois a aula gravada. Além disso, a gente tem muitas outras
aulas gravadas complementares, tutoriais, templates, como o exemplo do template que eu falei do protocolo. E Todo esse material tem acesso por um ano. Eu vou deixar aqui de novo, eh, para quem não conseguiu escanear o o Qcode do formulário de pergunta de pesquisa. Vou pedir para vocês, para quem ainda não está nos seguindo do Instagram, que nos siga no Instagram, no @cob.pl+plus, plus e que eh se fizer alguma postagem durante essa semana que nos marquem lá, que é importante pro nosso trabalho. E agora eu voltar então paraa sala para eh esclarecer as dúvidas De vocês.
Deixa eu só fechar aqui a parar de compartilhar. Isso. E agora vamos organizar aqui a as dúvidas. Quem é que vai me ajudar com as dúvidas? Se nós vamos fazer pelo chat ou vamos >> porque elas estão espalhadas pelo chat. >> Tão espalhadas pelo chat. >> Tão. Aham. Mas eu separei aqui. Eu vou ajudando a prof. >> Tá. Deixa eu ver. >> A primeira é bem pessoal. Eh, a Iracimara perguntou se a prof teve dificuldade com inglês no Canadá. >> Ah, sim. Foi tão engraçado porque quando eu cheguei lá, professor Cas falou: "Tá, vamos escrever
teu primeiro artigo". Daí eu assim, tá, mas eu escrevo em inglês? Ele ele olhou para mim assim, óbvio, né? Eu assim, gente, e hoje eu falo para todos os meus alunos, eh, os alunos do curso, eu falei, gente, eh, tenta Escrever inglês, né? As minhas orientadas só escrevem inglês. Por quê? Porque a gente já vai pegar o artigo, coletar a informação dos artigos que já tá em inglês. Então a gente tem que, é muito mais fácil a gente já trazer e escrever inglês do que a gente traduzir aquele artigo, traz em português pro nosso artigo,
depois você tem que passar de novo pro inglês, né? Mas eu acredito que fora a que as pessoas mais jovens elas têm muita facilidade pro inglês. Como eu falei, eu tenho 60, então eu sou do tempo que a gente aprendia inglês só no cursinho. A gente não tinha essa exposição que tem no inglês hoje, né? não tinha filmes em inglês, internet, nada disso. Então é muito difícil pra gente, né? Eu dei essa aula semana passada lá na Universidade de Alberta, eu confesso para vocês que eu estudei ela bastante, eu treinei bastante para poder dar essa
aula. Porque para por quê? Porque eu queria me sentir Confortável. Mas, por exemplo, eu tenho uma orientando a Manu. A Manu ficou treinando comigo. Eu fico, meu Deus, que vergonha no meu inglês perto do inglês da Manu. Porque os jovens eles têm muito mais facilidades do que nós >> e a Manu é fora da curva, né, profe? >> É, é, profe. Eh, teve perguntas também técnicas sobre se essa aula vai ficar gravada. Essa pergunta não sei responder. Não sei quem que vai responder essa pergunta. Acho que a vai ser definido, né, se ela vai ser
disponibilizada, mas depois eh caso fique a gente vai enviar o link ali no grupo. >> No grupo. >> Isso. A gente ainda não sabe se vai liberar a gravação, gente. Vamos pensar depois. Se a gente conseguir liberar, a gente avisa vocês. >> Isso. As informações a gente vai dando Ali no grupo. Aí agora eu achei aqui o chat, Natália, nos cursos que mencionou. Pergunta da Suelen. A metaanálise é abordada? Sim. No no nosso curso de revisão sistemática, a gente tem uma aula de introdução metaanálise com a professora Cristine. Deixa eu ver o que mais que
tem ali. Parece que tá na velocidade 1,5. Desculpa, gente. Eu falo rápido mesmo. Falo rápido. Esse método serve para pesquisa de Qualquer área. Ótima pergunta. A revisão ela foi criada dentro da área da saúde e foi criada para testar intervenções, formas de tratamento, mas hoje outras áreas eh também estão usando método, estão adaptando o método da área da saúde. Que mais que tem? Pode ser usada para tercc? Sim. Ó, tem uma pergunta que as pessoas sempre fazem. Ah, eu posso fazer minha tese de doutorado como a revisão sistemática? Depende do programa de Pós-graduação, né? Então,
como TCC, geralmente, sim. Eu já orientei vários TCCs e conseguimos publicar os artigos, acho que mais de 10 TCC de revisão sistemática. Dissertação e tese depende do programa. No nosso programa aqui, por exemplo, pode na dissertação, que é no mestrado, mas não pode na tese. Já no programa que eu tô dando aula lá em São Paulo agora, no de saúde baseada em evidências, pode tanto para mestrado quanto para doutorado. Então vocês têm Que consultar o programa. Ah, o nome dos livros, o nome dos nossos livros é esse aqui, ó. revisão sistemática da literatura, guia prático.
Tem o outro que é de, esse aqui é de risco de viés de em revisões sistemáticas e o o terceiro é de abordagem grade. Esse de abordagem grade ele só interessa para quem é da área da saúde, porque quem não é da área da saúde a gente não usa eh não usa a abordagem grade em Revisões sistemáticas que não são da área da saúde, tá? Eh, telefone da Priscila. Priscila coloca ali, chama a dúvida da Karina. Isso Karina, depende do programa. Tem programa, por exemplo, lá no na Universidade de Alberta, eu já participei de vários
comitês, né, que lá na chamada tese comitê. Daí a revisão sistemática, ela é um capítulo da tese, Tem a revisão sistemática, mas depois tem o trabalho propriamente dito, tá? Ai, Diego, desculpa que eu tava muito rápido. Que mais que temos? Vamos ver isso. Quando que eu posso usar o acrônimo Spider? Vamos ler lá no artigo. Tem o Spider lá no artigo também. Ah, o exemplo do promp do chat GPT, eh, eu escrevi conforme eu pensei mesmo, sabe? Eh, crie uma pergunta de revisão Sistemática utilizando a estratégia pico sobre o assunto era vitamina C na prevenção
da gripe. A Juliana pediu um exemplo, vou pedir para ela colocar eh escrever lá no nosso formulário, tá? que daí amanhã a gente discute. Eh, tem como utilizar apenas artigos relato de caso e série de casos e uma revisão sistemática. Ótima pergunta. Na área da saúde a gente tem agrupa os estudos em Uma pirâmide de evidência. Quem é que lembra? Lá em cima da pirâmide estão o quê? Os ensaios clínicos randomizados. Para baixo um pouco os ensaios clínicos não randomizados. para baixo os estudos observacionais e lá para baixo, mais para baixo, os estudos descritivos, aqueles
que não têm grupo controle, relato de casa e sede de casos, a gente só vai fazer uma revisão sistemática e incluir eh estudos clínicos não randomizados quando não há estudos Clínicos randomizados e assim por diante. Então, quando que eu vou fazer uma revisão sistemática e incluir série de casos? quando não tem estudos eh observacionais analíticos, nem estudos clínicos não randomizados, nem randomizados sobre aquele assunto, tá? Não deu tempo de ler o QR code da pergunta de pesquisa, mas o form tá aí. A Nara quer participar do curso, será muito bem-vinda. Vou pedir paraa Priscila entrar
em contato contigo. A frequência para receber o certificado, a gente vai eh no último dia, eu acredito que a gente vai dar lista de frequência. Repita as perguntas que devemos fazer para cada pesquisa. Então, se eu for fazer uma revisão sistemática de intervenção, eu posso usar o pico. Se eu for fazer uma revisão sistemática de associação ou de fatores de risco, eu posso usar o clôm peco. Se eu for fazer uma resão sistemática de Prevalência, eu posso usar o cocopop, por exemplo. Qual o critério para decidir se haverá ou não metaanálise? Eu preciso que esses
estudos incluídos eles sejam homogêneos em relação ao pico, em relação à população, à intervenção, a comparação e os desfechos analisados. O Instagram, vou pedir para alguém colocar ali no grupo. Eh, quem é da área da engenharia neuana, pode colocar também a pergunta lá no Formulário pra gente responder. Ai, Luiz Ricard, seja bem-vinda. Sempre bom ter os bibliotecários aqui. Qual a diferença entre revisão sistemática e revisão de scope? Ambas são métodos de revisão de literatura, nos quais a gente usa métodos sistemáticos e reproduzíveis para encontrar tudo aquilo que foi publicado no mundo sobre o assunto e
responder a dúvida inicial. Então, o método de encontrar os estudos, ele é o mesmo na Revisão sistemática e na revisão de scope. Ou seja, eu vou fazer uma pergunta de pesquisa com o acrônimo, eu vou eh preparar uma estratégia de busca, aplicar nas bases de dados, levar pro gerenciador de referências, remover os duplicados e selecionar os dois os estudos sempre com dois autores. É o mesmo. O que que é diferente? Os dois tipos de revisão têm objetivos diferentes. Quando eu quero comparar dois grupos Para saber qual melhor tratamento, comparar dois testes de diagnóstico, determinar a
prevalência ou a incidência de uma doença, determinar o prognóstico de uma doença, ou eu vou testar qualquer tipo de hipótese, eu vou fazer uma revisão sistemática. Agora, quando eu não estou interessada em comparar grupos, eu não quero saber se é melhor tomar tilenol ou noalgina para dor de cabeça, eu quero saber como que os analgésicos eh reduzem A dor de cabeça. Aí eu vou fazer uma revisão de escopo. Então, por isso que na área da educação, por exemplo, e na área de ciências sociais é muito utilizada a revisão de escopo. Por quê? Porque ela tem
como objetivo esclarecer conceitos e não comparar grupos. Sim, a gente vai, a pergunta do Carlos, né? Se o método é usado, vai se a gente vai usar sim o o a descrever o pico na metodologia em um exemplo que só temos 10 trabalhos Sobre um determinado assunto. Será que posso fazer um trabalho de revisão ou existe um número mínimo de trabalhos que vamos ter? Então vamos lá. Olha só, agora no final se vocês quiserem até alguém deixar a câmera aberta, pode deixar, tá gente? para eu não ficar aqui sozinha na sala. Então, vamos lá. Quando
eu vou fazer uma revisão sistemática, por que que eu tô fazendo uma revisão sistemática? Porque tem vários artigos Publicados no mundo, os artigos têm resultados diferentes e eu quero agrupar esses estudos para saber qual é o resultado correto, certo? Então, não existe um número mínimo de artigos que eu tenha que chegar lá no final para dizer que eu vou conseguir publicar ou não a minha revisão sistemática, porque eh há até algumas revisões sistemáticas que a gente chama revisões sistemáticas basis, que a pessoa chegou lá no final Com zero resultados e a pessoa consegue publicar, tá?
Mas eu tenho que pensar, por que que eu tô fazendo? É importante que eu agrupo esses trabalhos? Então, nesses pergunta da Sarita, se tem 10 trabalhos sobre o assunto e é importante que eu agrupe os resultados deles, eh, para, eh, conseguir dar uma resposta, sim, a gente pode fazer uma revisão sistemática. O que vai fazer a gente publicar ou não a revisão sistemática, considerando que a gente seguiu o método Corretamente? O que que é, gente? Quem é que sabe? Escreve ali para mim no chat. Se eu seguir o método perfeito, por que que certas pessoas
conseguem publicar a revisão e outras não? Quem é que tem uma ideia? Por conta da importância da pergunta de pesquisa. Imagina vocês se eu dissesse assim, ó: "Ah, eu vou fazer uma revisão sistemática, pisco método perfeito e a minha pergunta é: será que cigarro causa câncer pulmão Em adultos?" E eu cheguei lá no final com zero resultados. Eu vou conseguir publicar essa revisão? Quem é que acha que sim, põe ali para mim. E quem acha que não, vamos escrever no chat. Sim, não. Sim, não. Sim, não. Vamos lá. A pergunta é: será que cigarro causa
câncer de pulmão em adultos? Eu fiz a revisão e eu cheguei com zero resultados. Ó, a maioria tá dizendo que eu não vou Conseguir publicar. E eu vou dizer para vocês que certamente eu vou publicar na melhor revista que existe. Por quê? Imagina essa altura do campeonato em 2026 eu dizer que não existe evidência na literatura de que cigarra calça câncer pulmão em adultos. Se eu seguir o método correto e não tem evidência, certeza que eu publico. Por a pergunta é boa, pergunta é relevante, ela é importante para uma grande parcela da população. E eu
descobri que é tudo Mentira o que você falou até agora. Não existe eh evidência, eu consigo publicar, certo? Então, é claro que se eu fizesse uma revisão sobre isso, ia ter muitos artigos e mostrar que o cigarro causa caa causa câncer de pulmão, né? Mas o que faz a gente conseguir publicar então, considerando que a gente dominou o método e que a gente fez o método correto? É o quanto a nossa pergunta de pesquisa ela é importante, tá? Vou voltar lá agora para ver onde é que eu tava lá em cima. Pessoal, só para complementar
também, se tiver alguma pergunta que vocês que por acaso a gente não consegui responder aqui, que às vezes a gente passou porque o chat tá bem cheio, mandem lá no nosso, eu vou abrir uma caixinha de perguntas lá no nosso Instagram, então vocês podem perguntar lá no Instagram também, que aí a gente responde hoje, amanhã, tá bom? Então, porque aqui, como é no chat, às Vezes sobe. Agora vocês responderam um monte de coisa, a gente vai, talvez perca. Ricardo, obrigada. Ricardo Martins, obrigada pela presença, por ter voltado. Cristiane também. Eh, em uma Adriana, em uma
revisão sistemática de intervenção, pode posso incluir estudos qualitativos ou não é recomendado. Olha só, o que que são estudos qualitativos? Estudos qualitativos são aqueles que verificam Experiência das pessoas. Um estudo qualitativo, ele não vai conseguir responder uma pergunta de intervenção, a não ser que ele seja um estudo de método misto. Que que é o estudo de método misto? Ele é um pouco quante e um pouco qual. Então, por exemplo, eu quero saber se é melhor pro paciente colocar implante curto ou implante um implante curto tamanho curto ou implante tamanho padrão. Melhor em relação à osso
integração, né? Se o Implante eh eh como é que eu vou dizer? Eh, se o se o implante tem um bom resultado, isso é um estudo quantitativo. Eu tô comparando dois grupos, implante curto e implante longo. Mas se nesse mesmo estudo eu fizer uma entrevista com as pessoas que fizeram os dois tipos de implante e perguntar como é que elas se sentiram com a cirurgia, eu agora tenho uma experiência, então eu tenho uma parte quali. Aí eu posso Incluir esses estudos porque eu vou coletar a parte quant ou se eu tiver fazendo uma revisão sistemática
qualitativa, eu vou coletar a parte qu. Agora o que que é importante, gente? Se eu estou fazendo, se eu quero avaliar duas formas de tratamento, todos os estudos incluídos na minha revisão sistemática, eles têm que ter a mesma comparação. Então, eu quero avaliar se laranja ou comer laranja ou comer abacaxi é melhor para perda de peso em Mulheres. População mulheres. Intervenção comer laranja comparado com quem? Comer abacaxi, desfecho que eu quero saber, impacto na perda de peso. Todos os estudos incluídos na minha revisão sistemática, tem que ter o grupo de mulheres que comeu laranja, chupou
laranja e comeu abacaxi. Eu porque eu vou, são esses os dados que eu vou coletar. Eu posso incluir um estudo que tem também o grupo da maçã, posso, mas eu vou desprezar aqueles Dados porque eu vou coletar só os dados que correspondem a minha pergunta de pesquisa, tá? Profe, deixa eu aproveitar só para dar um recado enquanto tá toma uma aguinha. Lembrando para todo mundo que está preenchendo o formulário em relação à validação da pergunta, né, pra gente discutir essa pergunta amanhã. Para que a sua pergunta seja escolhida, nós vamos pr aulas, vamos fazer uma
pré-seleção, mas vocês vão precisar estar amanhã ao Vivo para participar dessa dinâmica, tá? A gente só vai fazer essa validação, essa dinâmica com quem estiver ao vivo. Então participem amanhã para garantir que vocês vão a a pergunta de vocês vai ser escolhida e discutida. Então pode continuar >> isso. A Viviane tá traduzindo um instrumento. Qual a crôn fica mais adequado paraa pergunta de pesquisa? Quero saber se as versões existentes desse instrumento. Então, depende. Por exemplo, a gente teve uma aluna da imersão que ela fez, ela tava comparando eh a validação do instrumento em relação, por
exemplo, se fores eh comparar a a tradução de vários instrumentos. Oi, Cristiane, teu microfone tá aberto. A validação de vários instrumentos contra um instrumento eh um instrumento só que tu vai considerar que é aquele que tá correto. Aí é uma revisão sistemática, tu pode Usar o mesmo pensamento de uma revisão sistemática de diagnóstico e usar o crônum perdid. Neid, quanto a gente não consegue comparar na pesquisa. Se não tem dois grupos, eu não consigo fazer a estrutura da pergunta utilizando o pico. Aí talvez no teu caso, dependendo do assunto, seja melhor fazer uma revisão de
escopo. Se a pergunta precisa ser inédita, a olha, quando a gente faz qualquer pesquisa científica, qualquer artigo, a Gente precisa ter um motivo para fazê-lo, certo? Se a resposta da nossa pergunta, a nossa pergunta já foi respondida na literatura e foi respondida adequadamente com método correto, não faz sentido a gente fazer novamente, tá, Flávia? Então, o que que a gente tem que tomar cuidado quando a gente quer fazer a a mesma pergunta de de pesquisa do trabalho de campo da tese na revisão Sistemática? Para eu fazer a revisão sistemática, muitas pessoas no mundo têm que
ter publicado sobre o assunto. Então, não adianta eu querer fazer sobre um assunto que só meu orientador entende, tá? Então, por exemplo, quando eu montei, voltei pro Brasil, eu montei o primeiro curso do COB, foi pros professores do meu departamento. E aí eles trouxeram todos os alunos da pós-graduação que estavam com a revisão problemática. O Que que era revisão problemática? Por exemplo, ia fazer um trabalho laboratório, não veio o insumo, ia fazer não sei que, o paciente faltou. Eles queriam transformar aquela pergunta de pesquisa que era da pesquisa clínica ou do estudo invitro numa revisão
sistemática. Isso não dá certo porque se aquele assunto que tá estando sendo estudado no doutorado, ele é um assunto inédito, meu meu orientador ele é pioneiro naquele assunto, muito Provavelmente ninguém publicou antes sobre aquele assunto. Se ninguém publicou antes, como é que eu vou fazer uma revisão sistemática? Porque eu preciso ter para fazer a revisão, muitas pessoas antes precisam ter publicado sobre aquele assunto, tá? Vamos ver se tem mais perguntas aqui. Qual a diferença de revisão sistemática da literatura e revisão integrativa da literatura? A revisão integrativa é um tipo de revisão, Fábio, que é muito
Utilizado na enfermagem e ela era muito utilizada principalmente antes do grupo do JBI começar a divulgar o método de revisão de escope. Na revisão integrativa, eu não tenho obrigatoriedade de procurar em três bases de dados. Eu não tenho obrigatoriedade de fazer literatura cinzenta. Eu não tenho obrigatoriedade de analisar risco de vés. Eu não tenho obrigatoriedade de selecionar os estudos com dois examinadores. Então eu posso Simplesmente fazer uma pergunta que na revisão integrativa é chamada de pergunta norteadora, preparo uma estratégia de busca, posso aplicar em uma base de dados e fazer a revisão sozinho, por exemplo,
depois agrupar aqueles estudos e escrever sobre aqueles estudos sem fazer nenhum tipo de análise de risco de viés. Por isso que eh nós do COB a gente fala que com um pouco mais de esforço a pessoa faz uma revisão de escopo. Então não a gente não vê muito Sentido, mas eu sei que o pessoal da enfermagem faz bastante, de prosseguir fazendo revisões integrativas da literatura. Tá? Então tem uma pergunta da Giane, que ela é bióloga e trabalha com impacto ambiental e quer saber se o nosso curso pode ajudar. O nosso curso de revisão sistemática, ele
é um curso que ele explica para vocês todo o passo a passo da condição de uma revisão sistemática. Tem várias pessoas aqui que já fizeram o Curso com a gente, que se quiserem colocar uma mensagem ali no chat sobre os nossos cursos, eu agradeço. Ele é um curso que assim como o método ele foi desenhado paraa área da saúde, ele é um curso cujo exemplos são dados dentro da área da saúde. Por quê? exceto a professora Karen que é bibliotecária. Todos nós somos da área da saúde. É possível que outras pessoas façam? É, a gente
já teve engenheiros, advogados, a própria professora Magda, que é da área Das atas, que tava aqui no início, não sei se ela tá aí ainda, se ela tiver, ela pode escrever ali um depoimento. Ela tô escrevendo, >> ah, já tá escrevendo. Ela é das exatas, ela já fez um vários cursos conosco, veio aqui na imensão presencial, mas a pessoa tem que entender que eh o curso ele é todo montado com os exemplos da área de saúde. Inclusive, a gente fala da abordagem grade, que é uma coisa que só a área da saúde usa. Obrigada, gente,
pelos elogios da aula. Neuana, a revisão sistemática depende do número de artigos existentes. Se houver estudos, isso, as palavras chaves que nós vamos utilizar para compor estratégia de busca, elas vão estar relacionadas com o pico. Então, lá na hora de fazer estratégia de busca, eu vou ter uma linha da popula que representa a minha população, uma linha que representa a minha intervenção. Aí muitas vezes eu Não uso a comparação. Ou posso usar ou não, depende do tipo de pergunta de pesquisa. E eh geralmente eu não uso a linha do desfecho porque senão vai fechar muita
revisão, eu posso perder alguns artigos, tá? O formulário tem que ser enviado ainda hoje, né, gente? Porque amanhã de amanhã a gente já vai começar a escolher as perguntas, tá? Oi, Grazi. Ah, a gente combinou com a Priscila que a gente vai deixar um pouquinho mais, depois eu te Explico, tá? A gente vai conseguir deixar até às 18 horas, mas tentem já enviar hoje, façam com calma para que a gente consiga eh avaliar eles da melhor forma. >> Ah, mas vocês, ó, vocês vejam como é que é, né? Elas tramam por trás da chefe. Aí
a chefe não vai jantar. A chefe, a chefe não vai jantar amanhã porque das 18 às 20 vai ter que ficar selecionando a pergunta de você vai, você vai entender depois. Você vai gostar. Fica tranquila. Vocês, [risadas] Aline, >> a gente tá tentando fazer com que mais pessoas recebam nosso feedback, ué, né, Helena, >> Aline? Eh, sim, quando a gente faz a revisão sistemática no processo de seleção dos estudos, nós vamos trabalhar sempre com dois examinadores selecionando os estudos e um terceiro que vai conferir o trabalho dos dois. Mas também se a gente eh botar
no Projeto, no protocolo, que a gente prefere que ao invés de ter um terceiro conferindo, os dois examinadores, eles vão fazer reuniões de consenso para decidir se os estudos entram ou não, também pode ser. Então as pessoas têm muita dúvida assim, ah, como é que eu monto a minha equipe de pesquisa de revisão sistemática? Ela é sempre uma equipe grande, por quê? Eu vou precisar desses três examinadores, de uma pessoa que entenda muito do Tópico que tá sendo estudado. Ah, eu vou estudar eh obesidade em crianças. Eu preciso ter na posso ter na minha equipe
um educador físico, um nutricionista, um médico pediatra, pessoas que entendem desse tópico e uma pessoa que entenda da metodologia da revisão sistemática. É claro que se o orientador disser assim: "Olha, eu entendo de revisão sistemática, eu Entendo do tópico e eu vou ser o terceiro examinador", teoricamente daria para fazer a revisão como equipe de três, mas se vocês forem olhar os nossos artigos, os nossos artigos do Cobes tem sempre oito, nove autores, por tem bastante coisa para fazer, gente. E eu sou boa de trabalhar em equipe. Eu gosto de dividir o trabalho, tá pessoal? Eh,
eu acho que se a gente quiser, a gente pode ficar aqui até amanhã, Professora Grazela. Mas como eu falei, mandem uma mensagem pra Priscila solicitando ah o formulário, tá? O artigo. Eh, a Priscila pode enviar novamente, tá? Ela vai conseguir ajudar todos vocês pelo WhatsApp. Quem tiver isso, quem tiver alguma dúvida, já pode mandar lá no Instagram. A Fran já fez isso também. Eh, amanhã, né, temos mais. Amanhã a aula será comigo. A gente espera todos vocês, prof. Ó, >> ah, mas agora deixa, eu sou professora, eu gosto de responder. Deixa eu responder mais uns
aqui. >> A Francislene, eu não tô mandando nada hoje, gente. Vocês estão vendo como é que é? Não mando nada. A Francislene tá dizendo: "Se não tiver dois grupos, não pode fazer revisão sistemática com o Pico". Não, se não tiver dois grupos não pode, porque o pico implica que tenha a intervenção e a comparação. A gente pode fazer outro tipo de revisão sistemática, Mas não com a estrutura pico, usando outro acrônimos, tá? Não tem a quantidade mínima de artigos para fazer revisão sistemática. No meu caso, quero verificar se tem trabalhos que verificar o uso de
uma planta para o tratamento de uma determinada doença. Ótimo. O graciimério tem um exemplo que talvez caiba melhor uma revisão de escopa, porque ele não sabe ainda se é o que que há na literatura sobre o tratamento, sobre o Uso dessa planta, então ele não consegue estabelecer uma comparação, tá? Obrigada, Laurena, pela presença. Sempre bom ter os bibliotecários aqui. Ai, que bom que professor Daniel fez o curso do Profor, Profó da UFSK. Eh, Fernanda, a gente é possível pensar no curso para humanas. Como eu disse, a gente nós a nossa formação toda é dentro da
área da saúde, né? Mas a gente recebe muitas pessoas, as humanas que fazem o curso com a gente. Obrigada pelos Elogios, gente. O curso ensina a base de fazer uma revisão sistemática. Sim, no curso nós vamos ter uma aula introdutória comigo, que eu vou explicar tudo sobre uma revisão sistemática. Depois a gente tem um segundo dia com a professora Karen, que ela vai explicar como é que prepara a estratégia de busca e aplica nas bases de dados. Depois a gente tem uma aula com a professora Helena, que ela vai explicar como é que seleciona os
estudos E com a professora Patrícia como é que a gente extrai os dados desses estudos. Depois com a professora Carla como é que analisa o risco de viés, a professora Cristine sobre a decisão de fazer a metanálise ou não e finalmente sobre abordagem GREAT. Além disso, como eu falei, a gente tem muitas outras aulas gravadas de apoio, por exemplo, aula de pergunta de pesquisa, aula de desenvolvimento de protocolo. Ótima pergunta, Elsa. Não existe um tipo De qual a revisão mais aceita na comunidade científica? Escopa ou sistemática? As duas são aceitas, não tem o tipo mais
aceito. O tipo mais aceito é aquele que a gente desenvolveu um método com mais propriedade e escolheu uma boa pergunta de pesquisa. endereço do formulário. A professora Magda colocou a opinião dela ali. Que mais? Eh, endereço do formulário. Obrigada pela aula. Já mandei a dúvida. Obrigada pela aula. Eh, acessa a gravação a Priscila que vai decidir. Muito obrigada. Ah, professor Daniel, adoraria levar a boa nova da revisão sistemática para paraa área de letras. Ótimo. Ótima ideia. Aqui, gente, ó, eu acho que eu respondo todas as perguntas do chat. Quem tiver uma pergunta diferente, como a
professora Helena disse, vai colocar lá na caixinha de perguntas. Eh, se alguém quiser abrir a câmera agora para dar um tchau pra gente aí, pode abrir. Eh, sim, a gente tem uma, a Sandra, a gente tem a parte de gerenciador de referências também na aula. Muito, muito, muito obrigada pela presença de todos. Eu espero vocês amanhã. Amanhã a gente vai ter uma aula bem dinâmica com essa questão da discussão das perguntas e pesquisa. Eu acho que vocês vão aprender bastante conosco, tá? E a Professora Helena também vai explicar para vocês, né, o que que a
gente faz. Se alguém, se eu tô pensando lá que eu tenho uma ideia maravilhosa, eu chego lá, meu Deus, alguém já pegou minha ideia, o que que eu faço, né? Se eu vou chorar ou ou vou eh seguir em frente, >> fazer uma limonada desse limão, né? fazer uma limonada desse limão. Tá bem, gente? Descansem bastante. Amanhã a gente tá aqui novamente. Tchau. Quem quiser dar um tchauzinho aí A câmera. >> Até amanhã. >> Tchau. Obrigada. Até amanhã. >> Tchau, professora Alexandre. >> Boa noite. >> Tchau. Boa noite, gente. Boa noite. >> Tchau. Boa noite.
>> Cancem bem. Façam a tarefa do a tarefa do pico. Façam a pergunta de pesquisa e amanhã a gente se encontra aqui de novo, tá bem, gente? Tchau. Tchau.