Todos conhecemos os robôs dos filmes e jogos: alguns se movem com rodas ou esteiras, outros possuem formas humanóides, que lembram a nossa, e muitos são bem exóticos, feitos para serem engraçados. Mas como esses robôs se comparam aos robôs reais? Outros são parecidos conosco, têm dois braços, duas pernas, esses são chamados de humanóides.
Vamos começar entendendo a origem dos robôs: os autômatos . Inventados há alguns séculos, os autômatos são bonecos com mecanismos que produzem movimentos parecidos com os nossos e até parecem agir por vontade própria. Para alterar o movimento de um autômato, o seu inventor precisa reconstruir grande parte do boneco.
Ainda assim, os autômatos são considerados um tipo primitivo de robô. Os robôs atuais usam computadores como cérebro, para controlar seus movimentos. Por isso, para modificá-los, basta alterar seus programas.
Alguns deles, chamados industriais, conseguem pegar objetos, cortar, compactar, separar, furar - tudo com alta precisão e velocidade incomparável. Por isso são usados para montar carros, empacotar produtos, engarrafar bebidas, cortar chocolates e muito mais. Robôs reais também já ajudam médicos a realizar cirurgias complicadas.
Às vezes, até sozinhos. Tudo isso graças a uma programação muito inteligente. Também já existem robôs que vão até onde os humanos não conseguem ir, construídos e programados para explorar planetas, luas, cometas.
. . Coletando informações e nos enviando por mensagens, sem colocar nenhuma pessoa em risco.
Gostou? Para controlar um robô, o primeiro passo é aprender sua linguagem de programação, ou seja, os comandos de programação que controlam seus movimentos. O primeiro robô que iremos programar é muito versátil e divertido!