o Olá pessoal é com a obra a política que Aristóteles inaugura a filosofia política propriamente dita buscando pensar as questões humanas EA vida política em sua autonomia ele elabora uma teoria tanto descritiva como normativa da cidade cidade é um termo traduzido do grego polis que significa comunidade política que constitui a forma acabada da vida social ela que permite o ser humano atingir a virtude e o seu fim último que é uma vida boa que a felicidade é no Livro 1 da obra A política que Aristóteles diz que por meio da cidade o ser humano pode
realizar a sua natureza e assim atingir a felicidade o paradoxo aqui é que as cidades gregas na época de Aristóteles estavam em pleno declínio conquistadas pelos Reis da macedónia as cidades gregas irão dar um lugar as monarquias centralizadas Mas não é por isso que a obra irá perder a sua força pois é lá continua sendo até hoje uma das principais é O que é política Aristóteles na obra nos pergunta o que é uma comunidade política para que sim ela existe e é por meio de um método analítico e genético analítico decompondo os seus elementos e
genéticos estudando a sua origem que Aristóteles vai descobrir a especificidade da cidade em relação as outras formas de comunidades humanas os seres humanos tendem naturalmente a reunir-se para preencher uma falta que impede a concretização de sua natureza assim eles formam comunidades porque eles não se bastam a si mesmos a cidade a polis é a comunidade segundo Aristóteles que é a mais perfeita porque ela permite atingir a autarquia que é um bem Supremo que remete a satisfação das nossas necessidades E acima de tudo atingir a felicidade a cidade portanto é o fim o objetivo das comunidades
que a compõem as comunidades a família As instituições bom e o que demonstra que o ser humano é naturalmente destinado a viver Nápoles na cidade é o Logos é a linguagem EA razão EA por meio do logos que o ser humano é capaz de distinguir o justo do injusto e discutido com os demais a comunidade política difere da sociedade dos animais porque elas não partilham apenas as suas necessidades mas também partilham o bem comum Aristóteles na obra também fala sobre a escravidão e acaba justificando a como algo natural a escravidão é admitida pela maioria dos
pensadores da antiguidade e Aristóteles também está neste grupo somente alguns surfistas ao jogo como contrária à natureza porque ela é fundada por pura convenção Aristóteles por outro lado diz que a escravidão é natural necessária e legítima alguns seres humanos diz eles são feitos para comandar outros para obedecer isso se dá a partir da distinção da natureza desses seres humanos aí o estágio de escravo depende da sua incapacidade de deliberar ele não pode servir-se de si mesmo ele apenas pode mandar do seu corpo e o seu corpo é feito para trabalhos pesados Aristóteles chegar chamar os
escravos de instrumentos animados aqui é importante ressaltar que Aristóteles é um filósofo do seu tempo e na sua época a escravidão era considerada algo natural para finalizar destacarei aqui a tese de Aristóteles de que a riqueza não é uma finalidade em si para atingir a autossuficiência e viver bem as famílias EA cidade necessitam de bens materiais suficientes para os seus membros mas com o desenvolvimento das trocas EA introdução do dinheiro Surgiu uma pervertida arte de adquirir que a climática crematistica é a arte de aumentar a riqueza pelo comércio ou pela especulação e o seu fim
último é o enriquecimento deste modo o dinheiro foi desviado de e são que era facilitar as trocas não se trata aqui de condenar o moralmente o lucro mas de denunciar o risco de quando a riqueza o enriquecimento do torna o fim o último Neste vídeo acordei apenas três teses do pensamento político de Aristóteles A primeira é que o ser humano é um animal político a segunda da escravidão como algo natural EA terceira e última é que a riqueza ela não pode ser uma finalidade em si até mais